009 - A ODISSÉIA É O FILME DO ANO? + ADAPTAÇÕES LIVE-ACTION + NOVA VILÃ EM THE BATMAN
DESCRIÇÃO DO VÍDEO:AFFONSO SOLANO é escritor de fantasia e TIAGO REX um super-herói da vida real. Eles são os âncoras do programa de cultura pop do Inteligência Ltda., e vão comentar, junto do Vilela, do ÉRICO BORGO, do GABRIEL LUDWIG do canal “A Batcaverna” e da GABI XAVIER, as notícias recentes do cinema e da cultura pop. Já o Vilela coleciona Ursinhos Carinhosos.
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Morning decisions. How about a creamy mocha frappuccino drink? Or a sweet vanilla?
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Remem, homens, remem! E tampem os seus ouvidos com cera. Na verdade, não, tirem, tirem a cera dos ouvidos porque vai começar o Canto das Sereias, mais especificamente o Plantão Nerd, aqui com as notícias mais bombásticas e os debates mais polêmicos aqui do Inteligência Limitada. Eu sou Afonso Solano.
Eu sou o Rex. E no programa de hoje nós iremos falar de um novo casting, um novo elenco para o novo filme de X-Men que está para sair. E teremos que falar também de uma suposta nova vilã para o filme de Batman de Matt Reeves. E também iremos comentar a respeito de animes e mangás e essas live actions, adaptações para o mundo real de desenhos como Moana e outros que estão vindo por aí.
E falando em vindo, sim, chegou a Odisseia de Christopher Nolan. Teremos Érico Borgo e Rogério Vilela aqui para debater com muitos spoilers essa obra que será que fez jus ao poema de Homero? Fica ligado aqui no Plantão Nerd, agora tá começando.
O patrão ficou maluco.
Christopher Nolan finalmente à porta nos cinemas com A Odisseia, o seu épico aí baseado nesse, nos textos mais influentes da literatura ocidental, meu querido Rex, baseado aí no poema de Homero. Escrito há quase 3 mil aninhos, muito tempo. I was there again, 3,000 years ago. E nós teremos convidados exemplares hoje, vindo de terras distantes.
Nós temos duas pessoas aqui que representam muito bem a sua longevidade, a sua barba, né? Nós temos o Vilela, que está aqui também no programa hoje, que veio das terras longínquas dos Estados Unidos, e vindo das terras médias Nós temos Érico Borgo, era para falar. Olá, segue aqui com a gente. Olá, estou de volta.
O Brasil perdeu, eu ganhei.
Aí você voltou, aí você voltou mais cedo.
Exato, exato.
Mas a gente ganhou você de presente. Exato. Então, mas é mesmo patrão também, que já foi meu patrão no passado, querido Érico Borgo. Como é que você tá, meu queridão?
Saudações. Eu nunca fui seu patrão.
Ah, lá no comecinho, 2002.
Caraca, né?
Hoje você retorna, o nosso querido Vilela tá aqui de Homero e você tá de Borgo o Branco, né, para fazer a puxada. Hoje o debate, hoje o debate, assim como aquele cavalo de madeira, vai pegar fogo.
Porque madeira na água não pega fogo, né?
Madeira, se tiver óleo, dá para. Mas estamos na era do bronze. Vamos lá então, vamos com calma organizar o bagulho, porque eu já sei que um traidor entre nós.
Soube disso?
A audiência vai ver quem foi que— vamos começar com o Borgão. Borgão, A Odisseia de Christopher Nolan, porque não é Odisseia do Homer, é do Christopher Nolan. Você gostou ou não gostou, garoto?
Eu gostei, eu gostei, eu gostei, cara. Eu fiquei bastante surpreso, na verdade, porque eu não sou, né, aquele fã de Christopher Nolan que, meu Deus, Christopher Nolan é um gênio, aquela coisa toda. Eu acho, eu aprecio bastante, eu gosto muito da técnica dele, eu gosto de quanto Eu gosto muito do quanto ele, ele se envolve na parada daquele cinema profundo, né, aquele cinema raiz. Ele quer as coisas práticas, ele quer filmar nos lugares, ele não quer saber de IA, ele não quer saber de digital, ele quer a realidade.
Então ele foi lá, filmou o longa inteiro usando câmera 70mm de IMAX, que é um trambolho, é um Né? Não é uma camerazinha comum que você carrega por aí. Faz, o cara é um Fusca, é um presente de grego, né?
É meio bizarro.
Tem alguns takes ali que você fala, onde é que enfiaram essa câmera, brother? Como é que ela subiu aí, né? Tipo, filmaram lá no topo das ilhas gregas, não sei aonde, dentro da caverna de verdade, com animatrônicos de 18 metros. Confiaram aquela câmera ali. Então eu aprecio o esforço dele, sabe? Vamos explodir, vamos explodir de verdade, vamos derrubar, vamos derrubar de verdade. Gosto disso muito, mas ele sempre me incomodou um pouco com a parada de ele gosta muito de explicar, ele gosta de explicar, ele gosta, ele gosta de, ele gosta de ter certeza Que todo palestrinha, palestrinha, que você entendeu a parada.
Menos no Tenet, né? No Tenet ninguém entendeu, convenhamos que é um filme difícil. É, e olha só, querido Vilela, vamos lá, você que também veio de águas internacionais aí, ficou perdido um tempo no aeroporto, todo mundo ficou um tempo no aeroporto ali, mil a mero, né? Fala para mim o que que você achou da OC do novo.
Vamos lá, vamos lá, eu não sou nem tomborgo Nem tão nolete assim, né? Mas eu gosto muito do Nolan e sempre espero muito dele. Talvez por isso que eu me decepcionei tanto com Tenet, foi o único filme, mas todos os outros filmes dele eu achei uma experiência muito boa. E eu sempre espero isso dele, né, de ter uma experiência no cinema que poucos caras sabem fazer isso, poucos diretores e diretoras, né? Ele e alguns poucos outros aí trabalham nesse negócio de, cara, você vai entrar no cinema e vai ter uma experiência, uma experiência digna do seu ingresso.
Entendi. Você tem uma experiência, Vilela, só que nem sempre é uma experiência boa, como tudo na vida. Por exemplo, Tenet, espetáculo, Tenet, eu vi no cinema, que assim, não sei por que eu estou aqui.
É, eu também, entendeu? Ou pelo menos vocês concordam que o Tenet, que eu acho que ninguém gostou, é, ele tem uma experiência cinemática, mas eu ainda estendo isso um pouco, tá?
Ainda coloco Interestelar no meio também. Quando eu fui ver o filme assim, pera aí, Tem uma história legal, mas é um filme também que diz assim, tu tem que ter uma paciência. Piscou o olho duas vezes, você perdeu metade da história.
Ficou anos esperando e você quer ir fazer? O cara não pode.
Mas, ó, pessoal, então falando sobre Odisseia, o que eu até comentei, comentei isso com o Borgo, falei, ao contrário de todos os outros filmes, eu não vou ver trailer, não quero saber nada, não quero. Quero ter uma experiência do zero. E eu consegui, consegui não ver trailer nenhum, não ler nada. Eu até, até a gente teve uma discussão aqui só sobre escolhas de personagens, se tava, porque teve essa coisa como sempre tem, né? Aí esse personagem para isso, é raça de personagem e tudo mais.
E aí fui para o cinema realmente de cabeça e coração ouvido aberto, tudo aberto, e cheio de O que que aconteceu? Tive uma experiência fantástica, cara, como há muito tempo eu não tinha. Maneiro de você estar no cinema, chegar ao final do filme e falar: primeiro, não queria que acabasse, não senti o tempo passar, e sair de lá pensando sobre o filme. Porque os grandes filmes são esses, fica pensando, relembrando umas partes, fala: cara, que jeito legal, que legal como ele retratou o Ciclope, que legal a forma de contar a história.
Que, pô, é isso que o Borgo falou, onde colocou a câmera, como ele resolveu isso, aquele problema. Então tem todas essas questões. E a única questão que talvez poderia ser melhor, mas não compromete, é a trilha, não é? Não é aquela trilha marcante que você sai de cinema com ela na cabeça, mas ele é tão grandioso, ele é tão épico que ok, entendeu?
Rex, você que se tivesse ali no navio do nosso Dirceu, teria que ficar sempre meio que no meio ali, né? Ficar para frente ou para trás, o negócio Vai borcar um negócio. Fala para mim aí, joga.
Pô, aí tá em forma, né? O remo só para mim, só você.
Deixa só o Thiago, para tu não dormir, o Thiago falar. Ah, é que nem comando para matar.
Então assim, vamos lá, eu concordo com um pouco de vocês assim. É, a gente ouviu muita história, muito bafafá. Eu acho que isso na verdade não deixa de ser uma forma de você atrair uma atenção para o filme.
Tá falando história o quê?
Polêmica envolvendo o filme.
Vou achar, deixa que eu puxo.
Nesse ponto do filme eu tô com o Vilela. Eu não vi o tempo passar. Eu achei que a história, a narrativa da história realmente me pega. Você realmente fica preso ali. Não, não achei. Eu gostei como eles realmente fizeram. E a gente até abordou isso aqui, se o filme ia ser contado como é contado no conto, que é o ponto de vista dele. Então isso se manteve no filme, é interessante. Algumas coisas eu achei confusas. Então, tipo assim, agora a diferença, diferente do Vilela, as partes que eu me lembro do filme são as partes que não fizeram sentido para mim.
Eu fiquei pensando, pô, mas não fez sentido isso até agora. E eu fiquei buscando na minha cabeça onde que aquilo entra. Por exemplo, quando eles encontram os canibais, né, que você não sabe que eles são canibais, canibais, é porque são aqueles bárbaros. Porque no conto eles são descritos como tipo assim gigantes, mas assim meio primatas até, sabe? E aí aparece uns caras com armaduras, com espadas, como se eles tivessem preparados para o combate, como se eles estivessem já aguardando uma situação onde que eles têm que estar extremamente armadurados e de espada.
De repente aparece um bando de homem armadurado, de espada, cortando todo mundo. Mas eu vi essa explicação, eu vi essas partes de uma forma mais onírica.
Parece aqueles trechos de pesadelos ou de sonhos que ele tá relembrando, porque tem isso, né? Ele tá relembrando desse passado junto com a Calypso lá na ilha, ou seja, lá onde ele tá, ele tá pegando fragmentos que você não sabe se são exagerados, se são reais. E eu senti isso assim, daquela confusão mental e de coisas assim. Por isso que são meio jogados umas coisas. Mas aquilo, essa parte eu tive medo, essa parte eu tive, eu não sabia o que tava acontecendo, essa outra parte eu fiquei apreensivo.
Então eu fui nessa, nessa mesma levada dele de tentando relembrar umas coisas, mas não tendo certeza se aquilo aconteceu realmente do jeito que tá sendo.
Você tava doidão no Lotus também, né?
Tava doidão junto putz, com o cara lá.
Sabe o que eu acho? Que a trilha sonora, eu concordo com você, Vila, que ela não é marcante, né? Você não sai com uma melodia na cabeça.
Os outros filmes são, né, dele. Você lembra de A Origem, de mesmo de Tenet?
Ele fez um filme que não dá para viralizar no TikTok, né?
Não dá para pegar a música que nem eles pegaram do Interestelar e viralizou no TikTok. Mas ela tem essa bagunça, ela tem esse, tem também, ela é psicofonia, né?
Ela tem um violinozinho sempre ali no tom desconfortável, porque você já é uma sequência de decisões porcarias do Odisseu, né? Isso é uma das coisas que fica evidente, que eu acho que trabalha é contrário à obra, né? Porque então deixa eu entrar com isso.
Então vamos lá, quem leu a obra?
Então eu vou justamente trazer aqui um pouquinho da arrogância do escritor. É sempre bom ter um pouquinho, né? O Érico também, o Vilela também, todo mundo é escritor agora. Vamos embora também, escreve um negócio.
Eu vou escrever só minha série de musculação.
Escreve a sua ficha do dia, porque eu achei o seguinte, senhores, eu assim Vamos, para logo tirar do caminho a coisa toda da polêmica e tal, eu diria o seguinte, trazendo o peso da literatura, eu acho que se você que vai assistir esse filme da Odisseia do Nolan, se você não tem apego ao poema original, a fidelidade da história, que é o maior, a maior aventura, né, que como a gente, a literatura considera e tal, nesse sentido de influência e tudo mais.
E você também não tem, é como eu enxergo, você não tem um apego a uma, a uma veracidade geográfica, cultural e histórica, que a história, apesar de ser uma ficção fantástica, ela está enraizada na cultura grega, na mitologia grega. Se você não tem esse apego, você vai, na minha visão, conseguir embarcar, fazendo um trocadilho, nisso que eu concordo que o filme tem para caramba com vocês. Ele é uma super experiência holística, porque se você tem um pouco mais de apego, tanto essa parte que eu falei geográfica, cultural, cara, tem no navio grego, tem um japonês Sacou?
E assim, a gente tem que ser sóbrio para poder falar isso tranquilamente. Tipo, cara, tem um japonês no navio do Odisseu. Tem uma hora que o japonês e o indiano, que o indiano dos melhores personagens inclusive do filme, que eles chegam para uma outra personagem e fala assim, fique tranquila, nós somos gregos. Aí você fala, cara, então beleza, eu tenho que ter um desprendimento quase de nível de novela, sabe? É porque se você tem essa, essa, essa, essa, esse mínimo ponto de partida histórico, cara, você vai ficar muito, muito perdido.
Com isso superado, quem consegue superar, eu acho que o filme tem alguns problemas sim que eu concordei com vocês. O próprio Matt Damon, jogo, por exemplo, para o Vilela, Eu falei assim, por que que as pessoas seguem o Odisseu nessa versão? Porque ele só toma decisão merda. É porque ele sabia armar o arco? Onde que ele luta incrivelmente? Ele é um super, um super guerreiro para vocês no filme?
É porque a gente não vê isso na história, né? A gente só vê ele já voltando para casa.
A gente vê o grande lance, eu acho que o ponto de virada é o Cavalo de Troia, que ele ganha a guerra com uma ideia dele, né? Com a Sim, com essa artimanha dele. E isso é a vitória e a desgraça ao mesmo tempo, porque a partir daí dessa vitória, através de uma coisa não tão, como que a gente pode dizer, qual palavra, ética, né, começa toda aquela tragédia se anunciando. Depois, quando também tendo a decisão com Ciclope de ele tratar daquele jeito, traz a maldição.
Então assim, O que, o que parece é que ele tem uma história anterior, mostra o arco, mostra o respeito que o pessoal tinha por ele, e ele ser um cara muito inteligente e ser o líder, o líder ideal, né?
Então você acha que tá dito assim, tipo, não precisava mostrar mais, tá?
Não, não, para mim foi suficiente. Mas eu acho que o que mostra é a partir do momento quando a galera começa a não aceitar a liderança dele por causa desses— a história começa com grande acerto e depois erros atrás de erros, né? E ele esconde das pessoas as revelações. É, o pessoal realmente não tá mais com ele, tanto que motim acontece e tudo mais, né?
Sim.
Borgão, eu primeiro queria ver, você fez uma provocação aí do, você me conhece Você me conhece. Quem tem apego ao poema, que as pessoas têm apego ao poema, talvez não gostem. E a geografia e a história, cara, deve ter, velho, de milhões de brasileiros, eu acredito que devem existir 300 que têm, que leram. Isso é para a gente ficar dentro da história, algo ligado aqui a a história dos gregos espartanos e tal, tem 300 que tem esse apego, né?
Tipo, eu não conheço ninguém que tenha lido o poema, fala, caralho, tem, eu, nossa, meu livro favorito, eu leio os poemas de Homero no original, gosto da tradução do fulano.
Ele tá defendendo Os Seus Anéis, o lance dele é defender Os Seus Anéis.
Tem uma pessoa, vou fazer um disclaimer, Clóvis de Barros, Clóvis de Barros.
O Clóvis eu não tinha mais, Dudu Sabe, tipo, deve ter algumas pessoas que têm isso, e normalmente são historiadores, são pesquisadores, filósofos, eruditos, que não são, não é quem tá comentando na internet reclamando de acordo, ah, porque você entendeu.
Então, tipo, esse apego, você tá falando agora específico, você tá falando especificamente de ter mudado Tipo isso, ele mudou a história do Ciclope, não é aquilo que acontece no livro.
Reclamações desse tipo de reclamação, dessas polêmicas, né? Tipo, puta, porque o navio começa do navio, né? Quando eles filmaram lá, quando o Nolan começou a filmar, eles falam, puta, não é esse o navio, isso não é, sei lá, historicamente não é aquilo ali, isso não é um trireme, né? Isso não é um trireme. Eu, o que eu sei de um trireme é quando jogava Civilization que você montava o trireme. É isso, nunca vi um trireme. Nunca.
Será que o diretor, será que consegue uma imagem de um trireme para saber? Eu nem queria ver como que é.
Mas acho que é esse tipo de coisa específico. Mas o exemplo foi muito bom.
No filme tem uma cena que eu te falei, esse caminho, tem cenas do filme que eu acho que faltaram dar um certo contexto para poder enaltecer detalhes da história.
Fala do Ciclope.
Vou dar um exemplo do Ciclope. Por exemplo, no livro Quando ele cega o Ciclope, ele se apresenta para o Ciclope primeiro, porque o plano é diferente. Eles embebedam o Ciclope para o Ciclope dormir e eles vão e furam um olho. E aí ele se apresenta naquela, naquela história de conversar com Ciclope ali, ele se apresenta como Ninguém.
É, qual o seu nome? Ele pergunta.
Meu nome é Ninguém.
Meu nome é Ninguém.
E aí o que amaldiçoou ele no final da história é porque quando ele tá fugindo com o barco, né, E ele fala: lembre-se meu nome, meu nome é Ninguém. E aí quando ele foge, ele faz isso para o Ciclope primeiro, para quando o Ciclope sai da caverna, ninguém me cegou. E aí Poseidon aparece para ele falar: tá, quem foi que te cegou? Ele fala: quem me cegou foi ninguém. E na arrogância do Odisseu, quando ele tá no mar, ele berra para o mar: ninguém é Odisseu!
E aí a partir daí que o Poseidon amaldiçoa o Odisseu. Então a cena da flechada ficou pobre, entendeu? Se você, você não dá para entender que, ah, então Poseidon amaldiçoou a gente porque você furou o filho dele, ele falou que era filho, não tinha um nome.
Ele mandou ali na flecha o famoso, a gente tá falando, o Borgo falou de simples eixo, ele mandou o famoso Leroy Jenkins.
Leroy Jenkins, exato.
Então já indo embora, aí ele do nada dá mais uma flechada no olho. Você fica assim, por que que ele fez isso, cara? Fica meio, é, só vai embora, só vai embora. Não, eu vou meter uma flechazinha no cara.
Então, tipo assim, eu acho que talvez se tivesse pego pequenos detalhes assim para poder valorizar até as grandes merdas que ele faz durante o filme, daria a entender melhor o motim.
Vamos falar coisa boa, a cena em si, com isso dito, a parte do Ciclope é muito maravilhosa.
Espetacular.
A deformação do Ciclope ficou excelente.
Fala, é incrível, a criatura é incrível.
E o clima, o clima todo dentro da caverna é uma coisa que deixa tenso. É muito, é muito bom.
Eu gostei.
E fala, fala, eu fiquei ali, eu falei, cara, essa, esse Ciclope é felps, a deformação do nariz com ele. Eu achei incrível.
Vou fazer uma puxada genética dessa. A gente chegou a comentar aqui no programa quando saiu a primeira imagem, eu falei assim, engraçado, ele tá indo por um caminho muito mais de deformidade genética do que de uma criatura que evoluiu para esse caminho, né? Ó, com certeza ele tá como se essa imagem que vazou, mas no filme tá diferente, ele tá mais torto, no filme tá diferente, mas o nariz tá o mesmo. Tá vendo?
Não, na lista tá diferente.
O olho é vertical, né?
É isso.
Aí não dá para perceber, é como se o rosto dele tivesse torcido.
É como se o rosto tivesse retorcido. Onde seria o outro olho? Não existe.
E aí a puxada que eu faço, eu achei lindo que parece é uma coisa meio— eu acho que eles devem ter seguido ali aquele retângulo áureo, sabe? Aquele aquela forma ali do retângulo áureo, sabe?
Sei, sei, entendi.
É porque eu lembro que a primeira vez que essa imagem saiu do Ciclope, o pessoal meteu muito malho. Então eu acho que quando foi para o cinema eles devem ter dado uma retocada, porque tá bem diferente da imagem que apareceu agora, que foi essa que saiu.
Respeitosamente discordo que tá bem diferente, eu acho que tá bem parecido. O que eu vou tentar fazer é o seguinte agora, assim, Apesar de estarmos concordando que gostamos da cena, uma das coisas que o Nolan decidiu praticamente deletar da sua adaptação é a presença barra motivação dos deuses. No poema, a Guerra de Troia e a treta toda ali com ele perdido, ela tem um todo um background do panteão de deuses gregos, que aqui ele apenas cita E eu entendo que o objetivo dele é fazer uma coisa mais voltada para o ser humano, que inclusive você pode interpretar.
Será que tem Deus mesmo, meu irmão? Ou será que simplesmente o mar tava uma merda e os cara tomaram decisões horrorosas? Ah, mas tem monstro, tem sílaba, tem sereia.
Mas você repara que a gente não sabe se tem, porque é tudo ponto de vista dele contando a história.
Eu não vi muito Isso que você e o Vilela puxaram, de que o filme tenta dizer que o relato dele pode— ele não é um, na literatura o pessoal usa muito, não é um narrador confiável. Entendo que vocês interpretaram assim, eu não vi com tanta firmeza.
Não, não, em nenhum momento, nenhum momento, nenhum momento tem alguma menção sobre.
É, não tem prova, ele é o único que sobrevive, então só vale a história do relator.
Mas não tem nenhum momento alguém questionando ou ele falando assim?
Porque é mitologia grega, todo mundo acredita em tudo. O cara chega e fala, eu sou filho de Poseidon. Tá bom, eu vi uma sereia. Tá bom, tá bom, tá tudo bom. Aí o cara chega e conta uma história dessa, tu acredita?
Ué, eu falei, para mim é muito dissonante das escolhas de casting, aquela coisa.
Se fosse no Brasil, você falasse, tá vindo dois caras numa moto, tu já sabe, não precisa.
Odisseu enfrentando dois caras numa moto para chegar até em casa na periferia.
Todo mundo acredita, todo mundo já viu dois caras numa moto, tem medo.
Mas eu acho legal esse caminho, apesar de eu não gostar dele tirar os deuses. Vou elogiar outro pedaço aqui, por exemplo. Quando eles encontram a Circe, a maneira como a Circe manipula a anatomia daqueles homens, muito bom aquele lugar, incrível.
Aquilo ali, aquilo ali, aquilo ali foi o que eu espero ver no filme do Homem de Barro, aquela coisa de remodelar assim, quando ela começa a puxar a cabeça das pessoas e transformar, enfiar a mão dentro, aquilo é muito— aquilo eu nunca vi no filme, cara. Aquilo ali me impressionou bastante, cara. Você já apareceu naquilo em algum lugar?
Aquela cena é maravilhosa, é muito boa. Porque ela começa, né, ela é— o cara vai comendo ali, ele não para, né, babando. Aí ela vem, ela passa assim, quase faz um carinho no cara e começa a sair cabelo. Sim, cara, que pariu!
E as duas transformações, né, Borgo? As duas transformações, tanto quando ela transforma eles em porco, quando ela transforma em humanos. A cena da pata virando a mão ficou muito bem feita, cara.
Ficou lindo, cara, tipo, de verdade assim, ó. Acho que todos os desafios são muito bons, é verdade. Todos, todas aquelas coisas, os problemas que ele encontra na sua jornada para casa, são, eu gostei de todos, cara.
Até a parte da sereia, que é bem sutil também, eu gostei.
Pois é, eu queria mais sereias.
Eu achei, as sereias eu achei ruim.
Aqui, ó, posso trazer a minha sereia?
As sereias eu achei ruim. Eu tava esperando aquelas sereias como ele descreve no livro, né, que elas são, parece mais harpias do que mulheres peixe, né? É, sereias do Homero originalmente, elas são tipo mulheres, elas têm asa, pé de galinha, uma coisa assim. Elas são mais nesse estilo, assim, não usam pente. E aí no filme você só vê umas mulheres sentadas nas pedras assim com umas perninhas de sereia assim.
É, vocês sabem que eu não vi a perna de sereia.
Eu também não.
Tem uma cena entre as pedras, nas pedras, e tem uma que tá mais em destaque assim, e você vê que levanta uma coisa meio assim das pedras assim, sabe?
Teve nada aqui, Thiago? Você viu?
Ai, meu Deus do céu!
Você viu o nariz do Ciclope diferente?
Vocês estavam de olho no japonês que deve ter ouvido a canção falando que ele tem membros longos. Aí ele falou, ela só acreditou em mim.
Aí foi lá e pulou, né?
Japonês foi atrás do sujeito.
Vocês sabem que o sal é um bom cicatrizante, né? Sim, é por isso que sereia não tem o negócio, né?
É, faz sentido, faz sentido, faz sentido.
Um pouco de anatomia aqui, um pouco de cheiro de peixe, medicina, para você sempre qualificar, trazendo conhecimento, trazendo conhecimento. Ainda bem que foi o patrão que fez. Borgão, que mais que você curtiu, meu caro? Ou não curtiu? Vamos lá, fala um pouquinho mal aí do filme também.
Vamos lá, a estrutura, a estrutura toda, a decisão de fragmentar aquele começo, fragmentar.
Você gostou?
Eu gosto de como, sabe, a Guerra de Troia ela só é apresentada realmente no final, tem tudo a ver com uma outra personagem que tá aparecendo de forma recorrente aí, né? Isso foi legal, gostei muito disso. E sabe, foi surpreendente. Fala assim, porra, cara, isso é legal, porque ele te abre uma nova oportunidade de interpretação do filme inteiro.
Sim, sim, de novo, ó, não precisa ser Deus de verdade, pode ser ele projetando uma coisa espiritual ali.
Eu achei muito bom, muito bom esse esforço, né?
Do que a gente sempre tem aquela ideia na nossa cabeça do cavalo de Troia com rodinha embaixo, né? Não sei vocês, aí os cara fizeram um negócio, que trampo para levar esse cavalo, velho, que trampo, cara.
Cara, pô, e todo, pô, tem que ser realmente um presente grego, né, cara? Não pode ser uma coisa fácil, né?
Meu Deus, cara, que horror, né?
E ele perdeu tempo, né, mostrando isso. Ele podia simplesmente cortar para o negócio já montado dentro da, da, da, da, da, sim, mas não, ele mostrou todo o esforço, cara.
Eu achei um plano meio merda, eu vou te falar assim, não a ideia, a ideia é ótima. A ideia no papel é muito maneira, mas eu achei que eles assim, como no conto original, a chance de dar certo, né, exatamente, era muito pequena. Eles estão lá, ele fala assim, literalmente nos afogando em merda e urina. Aí eles ficam dias, dá a entender que 2 dias, é 2 dias.
Eles falam, ficamos 2 dias. Ninguém morre de 2 dias.
Você já dormiu na praia depois de um show da Ivete? No dia seguinte você tá um lixo.
Imagina ele ali dentro, aquilo ali nada mais é do que um treinamento qualquer Qualquer força especial faz de ficar dormindo na lama.
O Rex ficaria lá sem reclamar, eu tenho certeza.
Tranquilo, tranquilaço. E ainda ia trazer um eucalipto.
Vocês já viram aqueles vídeos que mostram como é que é treinamento de tropas especiais? Aquilo ali, cara, 2 dias para eles não é nada.
Então deixa eu te contar o seguinte, aí os caras são levados para dentro da cidade, beleza, tal, dentro daquele tubo horroroso.
Tem um detalhe muito maneiro quando eles saem, você percebeu? Aí quando ele sai, ele sai meio manco do barco, ele sai meio com câimbra do barco. Eu achei esse um detalhe muito bem feito, cara.
Se você vai fazer um filme supostamente realista, cadê a merda?
Você vai falar isso? Cadê a bosta neles?
É isso?
Cara, ele todo cagado, o cara saindo aqui.
É porque eu achei assim muito extremo, tipo assim, meu irmão, tu tá completamente desnutrido, você tá desidratado. Como é que você vai tomar uma cidade, abrir os portões desse jeito, derrubar guardas que estão comendo bem?
Acabei de falar, pessoas que passam por preparamentos físicos.
Eu não achei ele com preparo físico.
Isso aí me chateia no filme, aquele general, aquele soldado lá, o capitão segundo em comando lá do Odisseu, o braço mais fino que a sandália.
Nola, se você estiver assistindo aí, não leve muito a sério, venha dar entrevista pra gente, hein, cara? Você é legal.
Aquele cara lá, We Are Greeks, sir. O cara lá com aquele braço fino, faltou, faltou. Pô, pegaram o Matt Damon, encheram ele de peptídeos e afins, e ninguém da tripulação tá no patamar, cara. Faltou ali.
Mas a cena é bonita, é bonita, bonita. Cavalo, som, né, Borgo? O som da maré.
Tava quase passando mal ali no IMAX. Os caras toraram o grave, é verdade, tremendo.
O cinema tremia, você sente o negócio prestes a sucumbir, né?
Mas ficou um cavalo bonito, hein?
Ficou.
O presente é bonito. Você, você tem a questão religiosa, né, que os cara falou assim, não, tu vai deixar essa porra na praia? Isso aí era para ser um presente. Vai ofender Atena. Isso é muito bem pontuado. O que também, eu acho que uma das pessoas fala muito da queda, estuda, senão eu falei, puxei no começo a defesa de estudar a queda da Grécia, né, as guerras, a questão toda. Convenhamos, o que levou à queda do Império Grego foi aquela merda daquela Lei de Zeus, porque qualquer vagabundo que chega na sua casa com 5 cabeças tem direito de jantar na sua casa. É porque pode ser Zeus disfarçado. Ah, então vamos dar aqui 5 dias.
E tu reclamando do cara contando a história, as pessoas acreditando.
Porra, eu achei aquilo muito exagerado. Toda hora que chega alguém, não, além de Zeus, vamos dar para ele comida, esquece meus filhos, estão passando fome, vamos dar comida para esse esquisito que chegou e tal. E aquele cego que vê mais do que o ciclópedo. Pelo amor de Deus, aquele cego ali, excelente. John Leguizamo, inclusive, né?
Muito bom.
Ele manda muito bem.
Mas eu acho que tem uma última coisa que eu queria pontuar aqui no filme, por favor, que é o seguinte, cara, tipo, é a maior diferença para mim em relação ali ao poema e tal, que eu, que o poema esse, que eu não li o poema, só li adaptações do poema, tá?
Porque eu não gosto Falou o cara do Tolkien.
Cadê o senhor? Cadê o seu poema?
Aquela coisa, roleio rápido, sabe? Só para dizer que é só para pegar a menininha, né?
Para dizer que é para dar cantada, né?
Poema não dá, cara. Eu gosto de— eu sou um cara da prosa e verso. E aí, o Odisseu, né, que a gente chama de Ulisses a vida inteira, né, de repente agora ele é o Odisseu, ele sempre foi Ulisses. O Odisseu, cara, ele é um dos heróis, não, dos personagens mais inteligentes da história. Ele tem um pensamento crítico aguçadíssimo. Então, tipo, todas as coisas que ele enfrenta ali naquele, no seu trajeto de volta à Ítaca, o tempo inteiro ele tá planejando, o tempo inteiro ele tá criando formas de sair daquilo, ele tá ali articulando, né?
Então, tipo, a mesma história de dizer eu sou ninguém, né, tipo inteligente, ou a hora que ele fala, pô, eu quero fazer, vamos tapar os ouvidos com cera Tá bom, mas eu quero ouvir, eu quero saber o que que é isso, porque eu quero ter o conhecimento.
Isso não fica claro.
Parece que ele é só doido, parece que ele é um—
ele é só biruta. Concordo. Eu achei que depois ele falasse assim, porra, agora eu sei para onde a gente tem que ir, ou ser um segredo dos dedos. Perfeito, porra. Por que que ele fez aquela porra?
Olha, ele—
vou ser honesto contigo, eu faria o mesmo, tá? Me amarra aqui que eu quero ver o que elas falam de tão bom, cara. Eu quero ter essa sabedoria, eu quero ter esse conhecimento.
Você se justificou no filme?
Não, no filme ele só falou assim: mas é loucura, é por isso que é uma boa ideia. Essa, se você começar a usar essa resposta para tudo na vida, você tem justificativa para sair de inteligente e não de maluco, entendeu?
Tô com o Borgo nessa, ficou meio, ele era o cara, sabe?
Ele é o cara. Que ele é o cara mais inteligente da sala sempre. Sim, ele chega e fala, cara, ele é a pessoa mais inteligente da sala. Esse líder que vocês estão falando, pô, por que que seguiríamos o seu? Por que que seguiríamos o cara? É isso, é porque ele é o cara mais inteligente da sala e ele está provando.
Só que não fica claro no filme, é muito isso marcante no filme.
O filme, ele faz um, dá uma nerfada na mente de de Odisseu ali, né? Então isso vocês me entristece um pouco, mas ao mesmo tempo humanização do personagem nesse sentido lá, que vai fazer muito sentido no final, sabe?
No final, o final é muito bom. E então você aqui, o chato, mais uma vez, olha que eu tô elogiando para caramba. Eu quero jogar essa então que o Borgo levantou, vou jogar para o Vilela, para o Rex, depois volta o Existe o conceito de herói hoje ocidental, 2006, o ano do Nosso Senhor, já fazendo a justificativa. Ele é muito diferente do herói ideal grego, completamente diferente. Os heróis e heroínas desse período, não só desse período, né, mas desse para trás, um pouco para frente, aquela— para você ser herói Você tava em busca da glória, você tava em busca de poder.
Os seus feitos, eles falavam muito mais pelos resultados do que pelas consequências. O próprio Aquiles, que aqui é roubado a cena do inferno, que é muito interessante filmada, eles colocam lá o Elliot Page, mas ali era para ser o papel do Aquiles, né? E o Elliot faz um outro personagem. E, cara, No final, o Odisseu, ele se arrepende das vidas que ele destruiu em Troia. E aquela coisa, para quê? Ele ficou tipo, entendeu, o herói de Rambo, é o herói de guerra ocidental que se arrepende, que tal, é traumatizado.
Sendo que o personagem, tanto no conto quanto é o que eu falei no começo sobre o apego histórico-cultural. Não é só a escolha de botar um japonês, um indiano naquele período histórico, fica uma coisa anacrônica. Mas o personagem, ele tem um arrependimento que, na minha visão, não condiz com aquelas pessoas daquela época. Engraçado, o que funcionou bastante para o Érico já não pegou muito comigo. Achei muito modernoso. Queria saber do Vilela depois do Thiago.
Cara, eu gostei demais, eu gostei muito, cara, gostei muito. O final, quando eu comecei a pensar, fala, putz, tá chegando no final e tem muita história. Eu, da minha cabeça, pensando assim, pô, não dá para acabar agora, tem muita coisa para contar. Porque eu sabia já das coisas que precisavam acontecer.
Tu viu ContinuED?
Você achou que ia aparecer do lado assim?
Não, eu achei que ia ser corrido, achei que ia ser corrido, ia ser em narração.
Odisseu voltará em Vingadores.
Mas eu gostei do ritmo do final, gostei da finalização de cada personagem lá, do filho, do vilãozinho, do velho, do cachorro, tudo achei que fechou, tá? Inclusive o finalzinho agradável também.
Você acha, Rex, que o cara se arrepender do cara, o maior guerreiro, um dos maiores guerreiros da Grécia.
No final ele fala, é, mas não é só isso não, não é só isso não, Solano. Quando ele lembra, quando é relembrado, que você vê a cena realmente do que aconteceu, eles matando criança, matando—
sim, eles são filhos da puta.
É, exato. A montagem do filme te faz entender que aquilo é uma coisa ruim, enquanto para eles não era ruim aquilo, mas o filme te mostra pela montagem que aquilo é uma coisa ruim. Se fosse feito na época, da época deles, aquilo não teria essa montagem, né?
Então, mas ele tem um olho, um olhar de alguém moderno, de alguém com valores judaico-cristãos, é uma filosofia humanista. É uma, eu entendo que tipo é a escolha do Nolan, claro, o cara faz o que ele quiser. É que para mim ficou meio paradoxal, tipo, porra, esses cara não tem esse tipo de pensamento, sabe?
O que me tirou do filme nesse aspecto foi tipo assim, ele não é o cara inteligente que a gente espera que ele seja, ele não é o líder destemido que faça as pessoas, né, se inspirarem nele.
Mas tem um arco maneiro.
E quando ele chega no final, parece que ele se torna um Super Saiyajin, sabe? Ele chega com um plano, com uma estratégia, e ele não se apresenta, ele dá o nome de outra pessoa. Ele desafia os caras ali, aí faz o plano, convence a esposa. Aí no final parece que todos os planos deram certo ali no final. Então, né, e aí veio essa questão moral dele também questionar isso, que acho que era uma coisa que ele não questionaria, porque eles teriam que vencer a guerra.
Inclusive ele queria vencer a guerra para voltar para casa. Então inclusive foi o que ele falou: eu quebrei a tradição, eu quebrei o juramento, demos um presente para a gente poder voltar logo para casa. Já estamos nessa guerra há 10 anos. Gente tá morrendo, então vamos finalizar isso de uma vez. Então acho que sim, esses conceitos no final se quebra um pouco mais. A parte do cachorro me emocionou muito, é o reencontro com a esposa, quem era a primeira vez. Eu chorei também, nós temos um cachorro, eu chorei.
Cachorro, porra, pô, botou o cachorro ali, foi possível.
E eu ainda achei que ele foi escroto com cachorro, que ele só chegou para o cachorro, fez um carinho e tchau, pô, nem para falar alguma coisa para o cachorro, né? Tipo assim, descansa, cachorro, papai voltou, papai tá em casa. Faltou ali uma intimidade com cachorro, né? Pô, não, só fez um carinho, cachorro rabiou, balançou e morreu. Eu fiquei puto com o cara, falei assim, tu não merece esse cachorro.
Eu espero que a gente vai colocar um aviso de spoiler no começo aqui, né? Pelo amor de Deus.
Quem não conhece a história do Argo não merece estar aqui.
O Borgo falou só 300 pessoas leram o livro, é um spoiler para milhões.
Eu falei que só 300 pessoas realmente se importam com o poema, sabe? Com a coisa.
Verdade. E calma, última provocação aqui para todos. Vocês não ficam também meio assim de saco cheio das mesmas pessoas fazendo os mesmos filmes?
Me admiram no teu Pascal.
Tem um marinheiro que eu juro que eu achei que eu fosse Pascal. É um cara mais velho, tem aquela carinha amassada dele. Ele falou assim, é o Pedro Pascal? Aí o gordinho, não, não é não, cara.
É o elenco da Marvel inteiro, é o Justiceiro, É a Zendaya, é o Homem-Aranha, é o Justiceiro, que é sempre o Justiceiro, não importa que papel ele fazer. Ele é o general, ele é sempre o mesmo tom, né?
No Walking Dead também é a mesma coisa.
Ele não tem um lado B, é, não tem, não tem, ele é só aquilo. Tem o Batman que manda bem, ele é um filho da putinha de primeira família, gente, você fica lá, Batman só é bom. Ele é muito bom, muito bem.
Mas, cara, sei lá, até na hora que tá todo mundo, até na hora que tá todo mundo lotando, que você acha pelo menos vai dar uma espadada, ele vai jogar uma, fazem ele o mais covarde possível, cara.
Você fica mais puto com ele ainda. É, qual o nome da TV?
O outro, né? Fala, moço, vai lá, vai lá, agora é a hora, vamos pegar a lança lá, pegar a lança lá, pega a lança lá, vai que eu já vou.
Vai, ele é o cara da pilha errada, né? É o cara da pilha errada, né? Aquele cara que falou assim, aí chamou, chamou, chamou, chamou. Vai deixar?
Vai deixar?
Vai comer os dois.
Penélope é a Mulher-Gato. É, são as mesmas pessoas. A Charlize Theron, que fez também na Marvel lá, faltou o Peaky Blinders, o filme também, o Peaky Blinders, do Oppenheimer, que todo mundo adora.
Aí ele faltou também, cara.
Mas assim, eu não tô dizendo que elas não são boas, todos os atores e atrizes são tirando, coitado, o Justira e o Bertal.
Cara, as pessoas são muito boas, mas tipo assim, mas os cara faz pelo meme também. Coloca o Matt Damon perdido também pelo meme, não é possível.
Verdade, é verdade. Sempre ele, velho, consegue voltar.
É sempre ele que não consegue voltar, é sempre.
Eu me sinto morando numa vila.
Deve ser a pior pessoa para você pedir orientação, né? Onde que fica? Não pergunta, não chega nele.
Vamos ver se tem outro posto de gasolina.
Eu te levo, eu te levo, eu te levo.
Não tem como aceitar.
É, eu me sinto numa vila onde só tem um teatro, os mesmos atores, sabe? Toda semana, hoje faremos Hamlet. Aí você, ah, ele agora é o pai, semana passada ele era o filho.
Isso realmente é uma coisa, é verdade.
Opinem.
Mas é, concordo.
Esse, mas só, cara, tem que ser uma leitura aqui que eu, só um contraponto que disse aqui, Solando, essa porra que ele se arrepender da guerra e tal, cara, eu não tive essa, eu não tive essa leitura. Para mim, ele está, o lance que ele, o arrependimento dele era ter largado os próprios homens, ela era ter largado sem enterrar. A coisa era bem, bem grega, sabe? Larguei os corpos lá sem honrá-lo. Ele quer honrar os caras. Então, para mim, eu entendi que a preocupação dele era honrar.
Mas então, deixou. Então, mas a Zendaya, ela faz justamente a grande virada do final, é que a Atena que ele fica vendo, lembra, ele na verdade tá projetando o rosto de uma menina inocente que eles mataram, sacrificaram em nome de Atena.
Então tem essas duas coisas, né?
Eu achei legal, apesar de eu não curtir essa.
E foi na frente dele, né? Por isso que ele se apegou àquele rosto dela antes da morte.
Ele se arrependeu. E convenhamos, o Agamenon não faz porra nenhuma com aquela armadura o filme inteiro, porra. Não dá uma espadada em alguém no campo.
Ele aparece gigante com aquela armadura e quando mostra ele na cena do banho Tu vê um cara mirradinho de costas que tu fica assim, quando é que mataram?
Esse é o famoso conceito da arma de Tchekhov, né? É o conceito que você vai mostrar uma arma em cena, você tem que dar um tiro em algum momento. Eu acho também, cara, tá no pôster aquele Elmo, pois é, de uma casa. Que vai, é um Darth Vader, né?
Ele tinha que ter um momentinho em que ele puxa a espada e faz um negócio incrível e acabou. Ele guarda a espada, você fala, nossa, por isso que ele é o H menor, meu irmão. Olha ele aí, coitado. É o meu, é o meu, é o meu, é o H menor. Olha, para um cara desse, ele é um contador, desculpa, vendedor de carro usado.
É isso, é.
Ele tá montando uma startup, trabalha com o Tecar lá vendendo carro usado.
Exato, o casting desse filme realmente é para superar. Mas tô entendendo que o saldo é positivo, senhores, é isso? Vocês ainda recebendo aí cinemão?
Eu gostei também, é, eu saí, vou ver de novo, vou ver de novo, vou ver, eu choro de novo na cena do cachorro.
Ah, você disse cachorro. Cadê os gatos representados nos épicos? Eu não vejo ninguém com gatinho, porra, e não matar bandido porque machucaram o gatinho dele. Porque o gato, sabe por quê? Porque o gato morre com problema de rim. Fazer uma conscientização aqui, ó: dê água para o seu gato, leve no veterinário, porque eles morrem antes do anti-herói ficar zangado que machucaram ele, tá bom? Fica aí a minha defesa dos gatos. Querido Vilela, obrigado por participar aqui no seu programa, tá? Obrigado pelo convite.
Ainda bem que lembraram de mim, né?
Porque eu quis Agradecer o programa.
Muito obrigado por você ter vindo. Obrigado, valeu, gente.
Érico Borgo, como é que a galera tá ansiosa, meu irmão? Cadê o teu documentário? Cadê o livro?
Quase, meu amigo, quase, quase, de verdade.
Tá muito certo isso aí, né?
Tá pronto o filme, a cor tá pronta, a mixagem de som tá pronta, estamos terminando a trilha e logo logo, muito em breve, Uma semana, não sei quando vai ao ar isso aqui, é agora, é agora, sexta-feira. Em uma semana revelaremos a data de lançamento do filme, a editora do livro e onde você vai poder ver essa porra toda.
Olha aí que os deuses estão de olho, hein, eu, Vitor, para essa promessa aqui. Érico Borgo, meu querido, Vilela Rex, e eu também. Vamos dar parabéns, excelente resenha, senhores, excelente resenha.
Muito bom participação de vocês aqui, de verdade.
Quando é que teremos outra adaptação? Não quero não, não quero não. Senhoras e senhores, parece que a Disney não está satisfeita com os milhões do seu cofre do Tio Patinha. Não, eles querem mais, mais dinheiro, mais dinheiro e mais desenhos. Mas eu não tenho problema em dar dinheiro para você, de desenhos e filmes bacanas. Contudo, Moana, parece que essa água tá meio— como é que é? Você que já surfou aí, quando a praia não tá boa, tá o quê? Tá marota?
Ela não tá para surf, ela não tem onda.
Tem um termo, eu achei que você foi.
Eu não sou surfista, mas surfou a praia, falhou. Vamos entrar, porque o tamanho da prancha, ele afunda, quebra no meio.
Vamos chamar a pessoa que manja.
Calma, calma, então vamos lá. Então vamos conversar sobre essa longas adaptações da Disney que estão tendo de live action, não só da Disney, mas animações em geral. Vamos chamar aqui Gabi Xavier para dar o seu ponto sobre este sucesso, este questionamento, essa fragrância da Disney. Por favor, Gabi, vem com a gente.
Olá, gente, muito bom estar aqui de novo com essa abertura maravilhosa, cantante.
Que bom, tá vendo? Finalmente alguém crescia. Meu sonho era ter sido até trabalhar na Broadway. Inclusive, tô aqui com a minha princesa, minha princesa favorita, já que a gente vai falar de hoje. Aqui, ó, a minha queridíssima, a versão número 1. A versão número 1, daqui, ó, tá a versão da Ariel tradicional, que canta bem para Dedéu. Mas vamos lá, Gabi, saiu então o live action da Moana, ou seja, atores, né, com o The Rock reprisando o seu papel.
Antes ele só usava a voz dele, agora ele usa a voz e os músculos. São os músculos dele, é ele, a gente emagrecer.
Cara, não, parece que é um roupinha de enchimento, as tatuagens.
É, pois é. E não tá agradando, Gabi?
Não, as pessoas estão reclamando bastante que o live action ele tá sendo extremamente parecido com a animação original, com o filme original, né, da Disney mesmo, o cartoon e tal, com as mesmas músicas, que não trouxe nenhuma originalidade. Então é a mesma experiência do desenho, porém abaixo, porque Tem um pouquinho ali de problema, segundo as pessoas estão trazendo aí de reclamações, que os efeitos visuais não estão com tanta qualidade.
Então é como se não tivesse um propósito, um porquê disso existir. E porque tem 10 anos apenas do lançamento do original, então por que fazer tanto? Que a Disney tá caçando muito aí dinheiro, que não é novidade, eu imagino. Mas as pessoas vieram criticar bastante o porquê da existência, propósito, lançamento tão precoce, digamos assim, de Moana. Pelo menos numa entrega que parece, segundo a maioria das críticas e comentários até mesmo de espectadores, algo que não foi feito com tanto cuidado. Tá indo mais ou menos por aí.
Eu acho o seguinte, vamos, vamos da água para estrada. Para mim, essas adaptações, o problema com elas é a seguinte, quero saber o que vocês dois pensam. Você chega e fala assim, olha, eu quero um carro de corrida, faz um carro de corrida para mim. Sei lá, McLaren. Eu não entendo de corrida. Aí a McLaren vai lá e faz um carro fininho, fininho, baixo, aquelas rodinhas, aquele barulhinho e tal. Aí depois de uma hora eu falo assim: pô, obrigado, mas eu vou fazer o seguinte, eu quero ganhar dinheiro também com aquelas pistas de NASCAR.
Então pega esse carro que eu já gastei dinheiro aí e adapta ele para NASCAR também, para ele andar na lama. Para ele andar em pé. Aí você vai falar assim, você quer, Gabi, que é a nossa mecânica, fala assim, é, senhora Fórcia, complicado um pouco porque o frame todo foi pensado para uma coisa. Não, mas dá teu jeito. Para mim, esses live actions, alguns piores do que outros, é isso que acontece, porque os personagens eles são literalmente elásticos, eles são caricatos.
O caso do Rei Leão para mim é muito emblemático, vai ser antropomorfiza, ou seja, você dá características humanas para um leão, para leoa falar.
Podia ter sido Cats e não foi. Então fique feliz com o que você viu em Rei Leão. Vamos lá, mais consideração.
E aí fica uma coisa hiperrealista, parece que você ligou no Animal Planet e os leões estão falando.
Eu acho que você perde, eu acho.
E rapidinho, e no Moana, jogando para o Rex, depois para para Gabi. Então o próprio The Rock, desculpa, eu gosto alguns filmes do The Rock, ele não tem o carisma do Maui do desenho.
Você me perdeu aqui.
A voz tem.
Você me desculpa, cara.
Tu vê as cenas que não tem a malemolência assim.
Você pode editar essa parte.
Ele não tem a malemolência não.
Vamos lá, vamos lá. Vamos falar aqui minha opinião, tá?
Vai defender os musculosos.
Eu vou defender o filme da Moana, a clássica. Segundo a Gabi, que ela trouxe essa informação para gente, o filme não ficou diferente da animação. Isso para mim é um ponto positivo, porque toda vez que a Disney pegou um filme de animação, adaptou para live action e fez alterações, seja tirando música ou incluindo música, seja incluindo diálogos e cenas que não tiveram na animação, até O Rei Leão Aladdin foi bem elogiado até, na verdade, eu acho.
Sim, sim, foi bem elogiado, mas teve uma música ali que não fazia parte. O Dariel também teve uma adição de música também, que não tiraram a música que não tinha, que tinha na animação, que as pessoas acharam que mudaram a letra da música. Enfim, toda vez que tiver essa live action e os caras adaptaram e fizeram diferente do original, as pessoas reclamaram. Aí quando chega, entrega uma coisa que é igual e a pessoa vem reclamar que os efeitos especiais não estavam de qualidade, Era um desenho, que efeito especial você tem num desenho?
É uma animação, entendeu? Aí quando os caras conseguem adaptar aquilo para o live action, as pessoas reclamam. Eu acho que as pessoas estão chatas, entendeu? Você não gostou do filme, vai ver o desenho. Você viu, não viu o desenho, quer ver o filme, vai ver o filme. Divirta-se igual. Agora, falar que Dwayne Johnson não tem carisma, não tem. Você, você só, você não tem coração, você não tem alma. Gabi, a partir de agora esse programa sou eu, é você, por favor.
O Maui, ele que interpreta, como é que não tem o carisma, cara?
Ele fez igual.
Para, para, para, para, para, para, para. O Maui, ele não se—
ele é um cara que ele tem aquele elemento, ele é um semideus, ele não é um deus.
Então, mas por aí, o que eu acho muito bacana do Maui é que eles pegam essa coisa da arrogância masculina, da confiança, a hiper, sabe, testosterona. E ele, meu irmão, ele erra para caramba, ele tropeça, ele se acha, mas na verdade ele precisa de ajuda.
E no filme tem isso. E fizeram parecido.
O The Rock, ele é muito durão, cara.
Gabi, por favor, defenda esse filme comigo, por favor.
Não, então eu não vou defender o filme em específico, mas eu acho que realmente as pessoas estão, assim como a Disney tá tentando, eu imagino, entender o que as pessoas querem, as pessoas também têm que entender um pouquinho o que elas querem. Porque eu vi muitas pessoas comparando e falando assim, não tem que ser uma cópia, tem que ser diferentão, igual fizeram com Malévola e Cruela. Mas Malévola e Cruela não eram adaptações de desenho, eles pegaram uma personagem e criar uma história diferente, é uma proposta completamente outra.
Nos outros que são adaptações que vocês citaram aí, Aladim, ou mesmo A Pequena Sereia, ou a que foi um desastroso, Gal Costa estrelando, cara, pera aí, olha para esse sorriso, cara, como é que você não confia num cara desse?
Desculpa, cara, desculpa você, desculpa te interromper, Gabi, desculpa. Por favor, continue.
Então eu acho que esse, esses outros live actions, todos eles são tentativas de ver assim, por exemplo, Branca de Neve mudou um monte de coisa, o público não aceitou. Ah, porque as escolhas foram também em prol de situações que favoreciam a história. A Pequena Sereia, eu achei um filme, para mim, o que me também me perdeu um pouco ali não foi nem questão de mudanças ocasionais, foi, por exemplo, tentar tirar algumas coisas teoricamente para crescer.
Ariel, sei lá, no final ela mesma resolve. E poxa, a personagem não vai ser enfraquecida se ela tiver um cara que ajude ela no fim. Então eu acho que a Disney tem que tentar entender um pouco essa fórmula. Eu não acho um problema se você tem uma adaptação 100% fiel por si só, porque se você quer— eu acho que live action às vezes aproxima as pessoas de uma forma que desenhos não. Tem adultos, tem pessoas um pouco mais velhas ou preconceituosas que sejam, que acha que cartoon é uma coisa para criança.
Passou de uma idade, não vê mais. Então é uma outra, outro formato. Então eu não acho problema você atrair um novo público e vai lá deixar Disney ganhar dinheiro. Eu não acho um problema ser fiel por si só. Agora, se for uma coisa mal feita, se estão reclamando muito de efeitos, o que eu acho que também me parece um pouco de exagero. Pode ter problema sim, falhas, mas eu acho que assim, as pessoas têm que tentar um pouquinho entender o que elas querem, porque me parece que qualquer proposta com as devidas proporções, que algumas são bem ruins mesmo, ela sempre tem uma reclamação. O que vocês querem?
Aquela história, quando a pessoa não quer gostar, ela arranja um motivo, entendeu? Porque, por exemplo, quando falam lá da Malévola, todo mundo se esquece que ela se tornou má porque ela perdeu o convite dela do apadrinhamento da criança. Aí ela foi lá, amaldiçoou a criança. Isso ninguém fala da Malévola, entendeu? Só porque ela teve um problema de correio.
Ah, eu sou um pouco polêmica com a Malévola porque eu assim achei muito legal o filme, Porém, é, veio um, veio dois, e me incomodava um pouco na época da Malévola. Eu tentava não associar com desenho, porque para mim Malévola, A Bela Adormecida, Branca de Neve, tem uma coisa que eu sempre achei muito legal, que é vilãs que são vilãs porque são. E apesar de eu gostar muito da ideia de anti-herói, ou então de você ter uma construção ali, um subtexto interessante por trás de alguns vilões, isso é muito legal.
Chegou num ponto no cinema, principalmente na cultura pop, que a gente só tem vilões com justificativas para existirem. E às vezes é por isso que eu gosto de uma fala do He-Man nesse novo, que tiraram sarro disso, que foi o He-Man tentando falar ali: não, porque eu entendo seu passado. Ele fala: não, eu sou ruim porque eu sou vilão, sabe?
É isso, é muito bom.
É isso, é isso.
É muito bom.
É simplesmente ser mal por ser mal. Você não precisa de uma história por trás para ser mal, entendeu?
Ou então, se existe, você não precisa contar.
Foi que nem com aquele filme da Disney também que eles fizeram também, que história da 101 Dálmatas, que também fizeram o prequel da Cruella para explicar que ela foi abandonada, a mãe tentou jogar ela do penhasco, e aí ela se torna— tem, e aí ela tenta virar, ela vira uma pessoa má que quer fazer roupa de cachorrinho.
Cara, não tem nenhum sentido.
Eu gosto de Cruella porque eu amo Emma Stone, mas eu interpreto esse filme como assim outra coisa. Para mim, esse eu não Junto com ele, com o Centurion Down, porque para mim aquela Cruella, ela só era má mesmo, acabou.
Eu acho que o filme da Cruella é bom, é bom, mas é um filme de moda. É tipo assim, pega aí um diabo veste prada, sabe? Tem uma pegada de moda e o filme conta uma história bacana, mas querer justificar ela se tornar vilã da história porque ela começa boazinha, eu nem ligo para—
nossa, aí eu tenho um código moral muito tradicional. Nesse sentido, é um código meio Velho Oeste. Maltratou cachorro e bateu em mulher é bandido, é vilão.
Não tem muito, mas isso é uma forma que o cinema faz, é uma forma que o cinema sempre faz de mostrar que quando a pessoa é má ou ela faz mal para uma criança, ela faz mal para um cachorro, para o idoso. Então, por exemplo, você vê isso no John Wick, quando mata um cachorro do John Wick, você vê que aquele garoto era mau. Do Odisseia, quando aquele garoto maltrata o cachorro do Odisseu, bateu na mãe. Quando você vê pessoa fazendo maldade, essa pessoa é o título, esse cara é mau. Exatamente, é a linguagem universal do cinema.
Então, na verdade, eu tenho pequena desconfiança, desculpa aí que alguém do público que se sentiu ofendido, eu tenho leve desconfiança quando a pessoa vira e fala não gosto de bicho. Eu olho para ela assim, fica, é mesmo?
Esqueci, já olhamos com uma certa Mas, Gabi, falando de live action em geral, você sabe que é muito comum, não só na Disney, mas no mundo do anime, a gente ter adaptações, não é, para live action, que, ai meu Deus, costumam também ser assim. Essa sim eu costumo dizer que isso é uma tristeza. Por exemplo, eu vou trazer a mais recente e depois vamos baixando o nível, tá? Cavaleiros do Zodíaco. Aquilo ali foi sofrido. As pessoas têm que parar com essa mania de querer adaptar série, desenho. Para mim só pode adaptar ova.
Pera aí rapidinho, mas o Cavaleiro Zodíaco, ele não virou um bagulho em CGI, cara?
É tão ruim, é tão ruim, é toda história ruim, tudo é ruim, tá?
Mas não é exatamente ator, não, é que foi ruim mesmo assim.
Parece The Boys, eles só pegaram os clones também. Teve live action, teve, foi duro de ver, foi duro de ver. E eu quis ver, eu fui ver Olha, eu sou um cara que eu tenho gostos duvidosos, Gabi. Eu gosto de coisas que ninguém gosta. Na minha lista, Gabi, na minha lista, Gabi, é sério, na minha lista tá: eu gostei de Spawn original, eu gostei do Lanterna Verde, o Ryan Reynolds, Batman v Superman. Eu tenho uma lista de filmes que eu gostei, peculiares, entendeu?
E quando eu vi Cavaleiros do Zodíaco, eu fui com essa intenção, Gabi. Eu fiquei querendo acreditar, eu fiquei querendo amar. Eu fui aceitando até aquelas armaduras medievais que eles colocaram nos cavaleiros. Mas não tem como, cara. O filme assim, eu senti uma dor que parece que eu perdi um parente.
Caraca. Então eu acho que anime tem um propósito um pouquinho mais justo para existir live action do que muitas coisas da Disney, porque muitas vezes as histórias, os live actions, eles são para atrair a pessoa para os animes, que sobretudo são feitos para atrair as pessoas para mangá. Então tem uma série de pushes assim do público para outros tipos de formatos que eu acho que é válido. Por exemplo, As adaptações do live action, elas sempre acontecem muito.
Inclusive, muitas não chegam aqui no Ocidente lá pelo Japão. Japão faz teatro musical, live action, faz tudo, inclusive. Mas eles fazem muita adaptação, eles escolhem, ó, muitas vezes sim. Não, é porque, gente, às vezes é um low budget assim, é um orçamento triste que você olha o negócio, olha que triste, já feito do amor, né? Mas assim, eu acho que eles são começando a achar uma fórmula, porque eles estão vendo que o Ocidente tem um interesse muito grande.
Tentaram aquela coisa que foi uma bomba, que foi o live action de Death Note, que foi horrível. Ah não, aí é duvidoso mesmo, aí é duvidoso.
Mas eu vou dizer porque eu gostei, eu vou explicar porque eu gostei.
Você vai insistir?
Eu vou explicar porque eu gostei. Gabi, eu vou te explicar porque eu gostei, você vai me entender. Eu caí nesse truque que você falou Quando eu vi o Death Note, eu não havia assistido por completo a animação. Eu tinha visto só, sei lá, 5 episódios da animação. E aí eu fui ver o filme. Quando eu fui ver o filme, eu achei interessante a premissa, achei interessante a história. Eu vi, pô, beleza, os caras estão contando uma história de um filme aqui.
Inclusive, Death Note, para quem não sabe, teve várias adaptações live actions no Japão, entendeu? Aquela foi a primeira para o Ocidente. E quando eu vi, eu falei assim, tá aí, cara, me pegou. Aí todo mundo falou, cara, se você gostou do filme, porra, então não, tu vai amar o desenho, porque o desenho é 10 vezes melhor. Aí eu voltei, aí eu parei, parei, vi o filme, fui voltar a ver o desenho. Então eu caí nessa armadilha do Ocidente, entendeu?
Mas até quando questionaram o diretor do Death Note, ele mesmo falou que não achou ruim a adaptação.
Mas eu acho que ele vai falar que foi uma porcaria.
Não, tem gente que é honesta, cara.
Ele falou que ele Japonês é bem tranquilo, geralmente não fala muito mal não.
Acho que eles não falariam.
Eles falavam o diretor do Ghost in the Shell quando o filme foi lançado no cinema. Não é um filme ruim, vai, não é um filme ruim, mas muita gente meteu o malho também. E o diretor falou que ele adorou, que ele gosta.
Uma comparação.
Mas, Gabi, vamos lá, Death Note continua. Pô, é que eu tive que dar um adendo aqui.
Imagina, imagina. Então, não, eu vou dizer que eu não superei. Eu já tinha visto o anime, obviamente, ali do mangá, quando chegou o Shakira virando para o Ryuk dando aquele berro assim. Eu falei, não, não, não, não, já foi, tipo, não deu. Mas assim, isso trouxe muito trauma para fãs de anime. Mas eu acho que recentemente eles estão começando a ver uma fórmula que deu sucesso, que inclusive para mim funcionou assim como funcionou para você com Death Note, funcionou para mim.
E que assim, foi um boom que eu acho que tá servindo de parâmetro para tudo que vem daqui para frente em questão de live action de anime, que é a série de One Piece, que tem muita gente do público que, óbvio, reclama, etc. e tal. Mas, por exemplo, eu não conseguia engatar em One Piece, não conseguia. O negócio da tiradinha que estica, o anime, o Luffy me irritava.
Tentei mangá, originalmente tá falando do desenho, tá falando do desenho quanto mangá.
Aí eu fui para o live action, primeira temporada, consegui assistir, gostei, sabia de modificações de tom e tudo. Fui para a segunda temporada, eu amei assim, eu chorei com a baleia. Eu falei, não, pronto, agora eu estou assistindo o anime. Então assim, eu precisei ter esse contato que quebrou vários preconceitos, me fez entrar numa fase da história que no anime tinha um ritmo ali que não me pegou, não sei o quê, para aí eu engatar.
E eu acho que é isso que funciona numa adaptação live action de sucesso. Vai ter corte, vai ter modificação, vai ter adaptação mesmo, mas tem a presença teoricamente do Oda, que é o autor, dessa vez realmente muito próximo. Porque Death Note, Ghost in the Shell, sempre fala assim, o Cowboy Bebop, sempre falavam não, Tem a proximidade com o autor, ele tá ali supervisionando, mas eu acho que nem tanto. Dessa vez, no de My Hero Academia, que tá sendo anunciado um filme também, live action pela Legendary Pictures, e tá com o currículo.
Eu tenho que ser o Imai, então eu tenho que ser o Imai.
Tá com o roteiro do cara que fez, que coescreveu inclusive recentemente It: Welcome to Derry. E diz ele numa recente entrevista que ele tá, que o autor de My Hero, ele tá supervisionando cada detalhe do roteiro. Tá na pré-produção ainda.
Então assim, eu acho que vai ter callback na trilha, e aí eu achei, me atrai.
Então não sei, eu acho que se tiver essa proximidade que tá tendo realmente, pelo que dizem de One Piece, do cara ver tal coisa, escolher realmente atores e ter um olhar de quem criou a obra, aí eu acho que pode começar a dar certo. Porque nunca vai ser 100% fiel, gente. O Japão tentou fazer 100% fiel várias vezes e sai um Fullmetal Alchemist que saiu na Netflix de live action japonês, pareceu um cosplay ambulante, não era legal também.
Então assim, é, vai ter mudança, mas eu acho que é isso. Live action do anime, ele não é para ser uma cópia exata, porque o anime ele tem muito exagero, ele é caricato, é aquela coisa que funciona na minha mente. É, e não funciona com pessoas fazendo. Vai ter que mudar.
Mas, Gabi, a gente tem adaptações, tá, que deram certo e foram feitos por ocidentais. Por exemplo, Alita: Battle Angel.
Ah, ok, mas ficou legal.
Eu gostei, apesar de eu ter achado muito exagerado, eu gostei do Speed Racer.
Nem vi, achei uma porcaria.
Era um desenho clássico, era um desenho clássico.
A minha mãe, Matrix.
Entendeu? Mas era dos mesmos diretores de Matrix.
Eu sei, mas não tem nada a ver com Matrix o desenho. Não, não, mas é molequinho feliz correndo na pista de corrida.
Sim, sim, mas eles tentaram manter a pegada do original. Eu gostei, eu gostei quando eu vi.
Você gostou como filme?
Como filme, uma adaptação também. Os dois, os dois, os dois. Olha só, Parasita, aquele anime que você gosta, tem live action.
Eu gosto do live action.
Olha aí, olha aí.
Ah, então é verdade, esse é bom. Tem um que é muito bom que eu já vi Ótimo, esse é o melhor, esse é o mais próximo, é o mais próximo. Eles conseguiram uma qualidade impressionante.
Até os atores zoam, cara. Esse aí realmente é o case, né, de como não adaptar. Os cara tentaram. Eu acho que o filme do Dragon Ball, ele é para as adaptações de anime o que o filme do Super Mario Bros original foi para os jogos videogame na época.
Amo, Luciano, muito obrigado.
Isso aí é muito triste, olha, gente, não dá não.
Porque para quem não lembra, o filme do Super Mario, galera, lá nos anos 90, foi a pedra fundamental. O filme do Super Mario, que é com John Leguizamo, uma galera bacana, eles tentaram fazer um bagulho realista meio até meio cyberpunk, uma cidade futurista. O povo do Cogumelo era um fungo que vivia lá junto, cara, uma merda. Assim, eles tentaram, mas eles tentaram fazer um negócio ficar muito real. O filme do Dragon Ball live action é meio que isso, eles tentaram traduzir para uma coisa meio futurista.
O garoto é ocidental e o cabelo dele é maneiro, tipo, não. Faz umas paradas biruta mesmo, a galera voando, porra, todo mundo sem camisa.
Tanto que quando Matrix aconteceu, episódio 3 do Matrix, a luta do Neo com o Agente Smith, todo mundo falou, caraca, era essa luta de Dragon Ball Z que eu queria ver.
Homem de Aço, entendeu?
Também teve isso. Mas a gente teve também a Attack on Titans, que foi muito bem, viu? Que foi, eu vi a versão japonesa, não achei ruim, hein?
Jura? Nossa, pegaram a história e fizeram uma farofada, eu não consigo nem entender.
Total, total.
Mas tem uns filmes que eles fizeram, é como você falou, a lista de filmes é grande, cara.
Tem até Bleach ou Dragon Ball aí, era legal.
O Bleach era bem feitinho, né?
Isso, teve uma adaptação também do Rurouni Kenshin, o Samurai X. Essa é bem boa, muito boa, muito boa.
Nossa, essa do Kenshin é boa.
Então, dependendo da mão de quem faz, eu acho que, acho que ele só, o anime Ele sofre, o anime ele sofre na mão de toda pessoa, do que a gente também sofre no Ocidente, com quem faz adaptação. Se você faz adaptação para pegar o público porque tá no hype e vai chamar público para ir para o cinema e você entrega qualquer porcaria, que foi o Dragon Ball, fica uma merda. Mas se você pega um cara que gosta, que participa, que curte aquele trabalho e ele quer adaptar aquilo bem feito, Você tem uma excelente adaptação.
Eu acho que o exemplo que vocês deram do— eu não falei nada do menino elástico aí do One Piece, porque não é a minha parada. É, isso é a diferença de falar. É o que a Gabi falou, não é meu lance. O estilo do desenho de One Piece, a coisa não funciona muito para mim, mas eu sei que a parada é muito legal, é muito bacana, sem dúvida, tá?
Igual Naruto.
Naruto não funciona para mim, mas eu acho maneiro que a galera gosta e tal.
Mas eu acho que é um negócio tradicional, viu?
Talvez seja, não sei.
E aí foi porque eu também, eu não ia nenhum desses. Esses dois eu vi com, eu vi e eu tô vendo o outro com atraso porque eu não tinha muito, apesar de ser um pouco mais novo.
Mas você foi capturada pelo live action. Eu, quando apareceu aquele bando de gente com cabelo colorido em cima dos barcos, eu falei, cara, não consigo, não consigo entrar nesse negócio.
É porque eu ainda gosto de série de adolescente, entendeu? Então eu olhei aqui, tá bom, vamos lá.
Uma coisa que você já tá acostumada, aí, social desconforto, você gosta.
Mas apesar de eu não gostar, eu entendo que os caras fizeram muito parecido, adaptou aqui, ali. Mas assim, o que eu não gosto, que um monte de gente de cabelo colorido e tal, aquela coisa meio boboquinha, é o desenho assim, brother. Então faz a parada desse jeito.
Por isso que One Piece deu certo, isso que eu tô falando, entendeu?
Não é, ah não, vamos tentar fazer um negócio meio sóbrio meio Jack Sparrow. Não, não, não, One Piece não é piratas sérios, não, é um negócio divertido, alegre, feliz e tal.
Eu acho que a salvação do anime para live action é pegar gente que curte, gente que gosta, que vai saber fazer aquilo com carinho, com qualidade.
É, por exemplo, eles estão agora refazendo o roteiro de One Punch Man, que vai ser um live action também, que parece que ele Tido escrito o roteiro pela dupla de Venom e estão refazendo o roteiro com os caras de Rick and Morty. Aí eu acho que pode dar bom, entendeu?
Aí eu acho que pode dar bom.
Mas olha só, tem que ter humor, tem que ter a sátira, tem que saber entender.
Isso não só tem que ter humor, tem que ter sátira, porque esse personagem é um deboche com o universo de quadrinhos. Ele é um deboche que, por exemplo, o cara mais poderoso do mundo, ele é careca. A maior zoação que tem resposta a isso ao Dragon Ball, que cada vez o cara tem mais cabelo, mais cor, mais tamanho de cabelo, aí vai crescendo, né, cabelo, entendeu? E o cara mais poderoso do mundo, ele ficou careca. A gente tem uma zoeira com Dragon Ball, principalmente quando chega aquele cara do espaço lá, que é tipo um Saiyajin, sim, ele vai matar o cara com 3 golpes, cada golpe vai quebrando uma fase dele, e aí ele morre no final.
É uma das melhores sequências de porradaria de anime dos últimos 10 anos.
Agora, tipo assim, eles têm que fazer isso muito bem porque vai exigir uma grana. Olha, o universo de super-heróis, bom, bom.
É, a galera do— eu não sei se é o próprio Dan Harmon que vai, que vai botar o dedo no lápis ali para escrever então One Punch Man, mas foi a mesma turma que trabalha com ele. Eu sou muito fã de Pokémon, são pessoas que justamente entendem as mecânicas, as regras, os tropes, os estereótipos do sci-fi, do anime, da fantasia, que eles zoam no Rick and Morty, mas zoam com propriedade. Então são as pessoas perfeitas para fazer.
Inclusive, eu acho que se eles estivessem escrito o roteiro do Quarteto Fantástico, tá, teria sido um puta filme. Porque esse novo agora, sim, o novo, porque, por exemplo, O Rick é mole, a galera. É porque o Rick Sanchez, ele é um cara extremamente inteligente, entendeu? E tudo que você vê no desenho tem base científica. Você escreveu uma história de ciência e fantasia, você bota um cara para escrever uma história aleatória. Cara, quando você tem um personagem que ele é muito inteligente, o roteirista tem que ser muito inteligente.
Eu não sei, Rick, eu acho que essa ideia é muito ruim.
O pior que essa fala sua foi interessante, porque uma coisa que me incomodou no Quarteto foi exatamente quando o personagem que era para ser super super inteligente, veio com um plano super inteligente. Eu olhei e falei, que plano burro! Isso me incomodou muito. Eu falei que não dá, não deu para fazer.
Isso é uma das coisas, a mesma coisa acontece naquela série do Aliens.
Eu sou o homem mais inteligente do mundo e eu não tenho um plano de contingência caso as minhas máquinas se revoltem contra mim. Meu Deus, eu vou criar todos no jardim da minha casa, todas as criaturas vão ficar no meu laboratório.
Isso é uma parada que a gente debate muito em É que assim, como é que você escreve uma personagem que é mais inteligente do que você que tá escrevendo? Então você tem que, ou você cria realmente um plano que vai surpreender a audiência, ou você, você pode reparar em filmes assim que os personagens são gênios, ou personagens fala muito pouco. Pode reparar, é uma técnica que você faz para, ou ele usa aforismos, os grandes mestres, Mestre Splinter, né, qualquer mestre assim, principalmente essa puxada asiática antiga, O cara fala alguma coisa profunda aqui, invertir a tartaruga lá, o Uruguai.
É só você pegar 5 biscoitinhos da sorte, ler o que veio na mensagem e acabou.
Mestre, explique o que você falou. E aí, tipo, não, você corta. É assim que você escreve, pessoal mais inteligente do que todo mundo. Você fica falando, ele vira igual o Michael Scott, você fala, ele não sabe para onde ele tá indo. Ideia. E você tem alguma ideia de qual a expectativa então para os próximos.
O próximo então, live action que a gente mencionou, então olha, a gente tá vindo aí com My Hero Academia, não tem data, mas tá nessa etapa de pré-produção, de escrever roteiro e tudo mais. A gente tem Naruto, que recentemente anunciou que tá entrando mesmo na procura do trio principal. Isso vai ser filme da Lionsgate, é com o mesmo diretor agora do Homem-Aranha: Novo Dia, que é o Daniel Cretton. A gente tá aí vendo, mas a gente não tem muito mais essa informação.
One Punch, que tá com a Sony, também já tá sendo reescrito. Então o roteiro que já tinha sido feito tá sendo reescrito pela galera de Rick and Morty. E tem também um que tá sólido aí vindo, mas é uma produção um pouco diferente, o que talvez faça sentido para história, que é uma adaptação de Solo Leveling, que vai ser Netflix, mas com uma produção sul-coreana mesmo, porque a história originalmente, apesar de ter sido um que adaptou, ela é uma história, uma webtoon sul-coreana.
Então vai ser com atores sul-coreanos. Mas a Coreia tem feito produções boas também.
Então muito, eu acho que se esse Naruto acerta, vai acertar melhor que o desenho, que o desenho é muito ruim, cara.
Vai virar, pode virar. Se não for filler, esse Naruto pode virar O Harry Potter, porque o estilo de Naruto, brother, o que é um bando de criança correndo com o braço para trás, tá tudo com 35 anos agora, tá todo mundo com 30, entendeu? 40, é isso aí. Se a parada acerta, não vai ser para nós aqui, beleza, mas assim, é uma parada que eu falei, não funciona para mim, mas eu reconheço o lore dele, é construidinha, bacana, é uma segurança, uma fanbase.
Boa, entendeu? Não vou criticar. Deve ser para essa geração o que foi o Cavaleiro Zodíaco para mim, entendeu? E quando eu fui ver Naruto, a turma não me pegou. Tentei ver a temporada inteira e eu achei assim, foi ótimo para regular meu sono. Olha aí, não rola aqui para cima.
Eu sou sempre, eu sempre essas histórias assim novas eu compro sempre a ideia de ser um ator muito bom que descobriram que a gente nunca filme, porque eu acho que ele tem que nascer como personagem. Ainda mais se for nessa expectativa de, ai, vai ser um novo Harry Potter, pega uma cara nova assim.
De todos os filmes, assim, porque convenhamos, podia ser a Zendaya, o Tom Holland.
Não, de novo não, gente.
Esse trio ia fazer assim sucesso absurdo.
Ninguém mais aguenta, gente, por favor.
Sempre, por favor.
Por isso que eu respeito o molequinho, o nosso brasileirinho lá do do One Piece, pô. Ele estreou como o menino borracha, como é o nome dele?
Luffy.
O Luffy combinou, ele estreou desse jeito.
Depois ele vai fazer outros filmes lá e tal, mas inclusive eles acabaram de gravar semana passada, eles entregaram, né, embrulharam a produção, terminaram de gravar a terceira temporada já do One Piece. Terminaram agora a terceira temporada de gravar. Aí depois agora vem os efeitos especiais, vem a pré-produção, mas toda cena elenco, já gravaram.
Eu fico feliz pelas pessoas que gostam do que eu não gosto.
Eu acho isso também.
Eu sinto que é uma coisa rara.
Eu fico feliz pelas pessoas quando elas estão felizes, a não ser quando é uma coisa muito ruim que eu percebo que são todos idiotas.
Aí é diferente, eu tenho uma decepção profunda e quero que o mundo pegue fogo. Mas quando eu vejo assim, não, eu é que não se conecta comigo. Essa é a minha soberba do dia, hein. Entendeu? Essa é minha arrogância, Gabi. Gostaria de tratar com vocês. Ah, você é muito humilde, por isso que a gente pode brincar contigo. Você tá aqui praticamente toda semana com a gente. Gabi Xavier, tem alguma coisa bacana que você quer chamar para galera assistir particularmente aí que você tá fazendo, que você vai fazer no seu canal?
Como é que tá isso, gente? Olha, eu tô, além do meu canal falar sempre indicando animes, mangás e tudo mais, nas redes sociais eu falo um pouquinho mais de cultura pop. Eu tenho um canal secundário que a gente tá lançando agora, o Projeto Pequenininho Novo, mas que a gente fala mais mais de séries e filmes e games, que é o SideQuest Lab. Então muito obrigada todo mundo que seguir. E falando de One Piece, eu tô fazendo live todas as quartas assistindo 4, 5 horas de One Piece pela primeira vez com a galera à noite.
Inclusive ontem a gente ficou até 2 da manhã quase. E é twitch.tv/xgabichavera. Então a gente é xgabichavera em todas as redes, me procure. Siga SideQuest Lab também. Muito obrigada, gente, pelo espaço mais uma vez.
Excelente, valeu, Gabi!
Beijão, tchau tchau!
Parece que os super-heróis não saem de moda, ao contrário da sunga por cima da calça, que saiu de moda provavelmente no final dos anos 30, né? O pessoal do circo usava, mas voltou e tal. Então, mas super-herói não para, Rex. Parece que é um gênero que veio para ficar, e nós temos muitos cast hoje. O que que é casting?
Você que é ator, casting seria elenco, elenco, exato, exatamente, escolha de elenco para atores, né, que vão interpretar esses heróis do cinema, dos quadrinhos que a gente tanto ama.
Temos fotos de bastidores, tem uma novidade aqui, mas vamos ficar só aí você falando? Não, quem que a gente vai tirar da caverna para conversar com a gente?
Literalmente isso, direto da Batcaverna, Gabriel do canal Batcaverna.
Olha aí, Gabriel!
Opa, tudo bem, pessoal? Uma honra tá participando aqui do programa. Já coloquei aqui a Batcaverna no modo vermelho. Isso que eu ia falar, estética do The Batman, estética do The Batman vermelho.
Você tá nessa, deixa eu aproveitar, fazer um off topic aqui. Você, como é que a gente vai falar um pouquinho do The Batman então? Mas essa mudança para o vermelhão geral, vermelho e preto, te pegou? Desde o início, desde o início assim, sabe?
Porque eu tenho uma paixão muito forte pelo Batman Animated Series. É isso que eu ia falar, lá no encerramento do Batman Animated Series tá lá o logo preto com vermelho, né?
Muito lindão, né, cara?
Era lindo e era uma cor muito usada na estética da animação, não da primeira, na segunda, quando eles mudaram o estilo de animação ficou um pouco mais limpo, né? O primeiro Batman era mais arredondado o desenho, depois o Batman Animated ele ficou com umas linhas mais traços, umas linhas mais retas. E aí à noite, por exemplo, era vermelho, então você tinha uma mudança de estética mais para o vermelho. Então para quem vem da animação não é tão diferente.
Vocês fossem puxar o Batman do Futuro, ele sim é vermelho e preto para caramba também, também, mas já pega uma estética parecida com essa essa segunda, essa nova temporada aí que teve na época do Animated, que também pegava para o vermelho, não é isso, Gabriel?
Exato. É, e é nos quadrinhos, por muito tempo eles desenhavam o céu roxo, bastante na década de 80. E daí o Batman Animated Series trouxe esse conceito aí do céu vermelho, parece estar um pouco poluído, né, a cidade. Isso, né, combina muito com o Batman.
Hiperindustrial. E falando em poluição, senhores, vou trazer então aqui o nosso primeiro teste de elenco, né, nosso casting de hoje, que é uma pessoa que não gosta de poluição, pelo contrário. Por outro lado, o nome dela tem tudo a ver com o quadro Plantão Nerd. Era venenosa, parece que foi confirmada. Eu gosto de falar parece antes da notícia, porque se não for, você tá isento de responsabilidade.
Exato.
Ouvi dizer, ouvi dizer, pois é, Porque, bom, sabemos que a Scarlett Johansson, depois de lutar contra dinossauros e incels, está aqui junto com o nosso Homem-Morcego. Mas ninguém sabe quem ela ia ser, né? Ah, vai ser a Vicki Vale, vai ser o novo interesse romântico.
Ela tava até para— parece que ela ia ser inclusive a esposa do Harvey Dent na história. E aí vazou a notícia de que ela será Hera Venenosa. E aí, Gabriel, você planta essa ideia?
É, tinha especulação que ela poderia ser a guilda dentro, né, como a gente vê no Batman: Longo Dia das Bruxas. E agora veio esse novo rumor, né, que ainda não tem certeza se vai acontecer. É o famoso segundo Insiders, segundo Insiders que tem as informações, ela pode ser a Era Venenosa, né. E aí a gente já fica pensando como que seria a Era Venenosa do Matt Reeves, já que ele fez um Charada bem pés no chão. Nosso raciocínio leva que ele iria fazer uma Era Venenosa também pés no chão.
É engraçado, né, porque quando o Nolan terminou a trilogia dele, ela ficou conhecida como a trilogia realista do Batman, né. Começou com Begins, aquela coisa, não, o cara não é uma super pessoa, ele e tal, Não tem pessoas cósmicas. E o Matt Reeves, brother, eu acho que ele trouxe mais ainda para o chão, né? Vocês consideram o Batman do Pattinson mais realista do que o do Nolan, por exemplo?
Eu acho que o Batman do Matt Reeves, ele vai para o mais verdadeiro, porque, por exemplo, quando a gente vai ver o Batman do Nolan Ele ainda tem uma coisa de saltos exagerados, né, especulação, armaduras, tanques ali. O Matt Reeves, ele bota já um Batmóvel que é um carro tunado, sabe? Ele anda praticamente de moto o tempo inteiro pela cidade, que é meio rápido se locomover. Até quando ele pula com a asa, né, é aquele jumpsuit, aqueles tipo que as pessoas usam para planar, e naquele esporte não é aquela asa gigantesca de material inteligente que eles falam.
Então eles fogem, apesar do Nolan ter feito uma coisa mais humana para aquele conceito de 2000 e pouco.
Esse agora é mais, esse é muito mais pé no chão, ele é quase punk, eu digo, ele entra no sentido de faça você mesmo, uma coisa suja, oleosa, experimental, né?
A roupa, quando ele estira, puxa na hora um cabo, você vê que a roupa meio que dá uma inflada, né? Então tem uma coisa mais humana, acho que mais próximo. Concorda, Gabriel? Dá tua opinião aqui. O que que você acha sobre isso?
É, eu acho que sim, porque é o Matthew Reeves, ele parece mais realista assim. É só que ele também é um realista que não me incomoda, é porque ainda, sabe, tem uma fantasia, é que ele tem um estilo, sabe, ele tem um estilo. O Nolan, quando eu olho em retrospectiva, eu Adoro todos os filmes do Nolan.
Tô sentindo cheiro de revisionismo, revisionismo agora com o Gabriel.
Não, não tem não, não tem não, calma. É só que o que pega mais no Nolan é que a gota dele é meio chata, sabe? É a linha retrospectiva ali, a melhor gota é do Tim Burton. Vai fazer uma gota muito melhor.
É, agora uma dúvida aqui, Gabriel, por exemplo, Ele é um cara mais pé no chão, né? O Charada dele é muito mais baseado até no Assassino do Zodíaco, né? Ele deu umas referências de personagem para criar o Charada. Ele fez um Charada muito fora do padrão que a gente conhece dos quadrinhos, das animações. É, mas ele fez um cara ali com história, com problemas, e ele funciona muito mais como um Jigsaw, uma coisa assim meio nesse estilo.
A Era Venenosa, ele vai apresentar como? Você acha que vai ser uma bióloga que usa veneno? Para matar as pessoas. Porque tipo assim, esse casting todo do filme tá meio confuso, porque inicialmente o garoto que ia fazer o que é o Buck Barnes, o Bucky Barnes, confundi a troca, troquei.
Tem Buck Barnes?
É, ele tá no filme, o ator.
O ator, não o personagem?
Não, o ator faz o Buck Barnes.
Pera aí, Buck Barnes não é do Capitão América?
Sim, isso da Marvel, mas ele tá no filme. O bonitão, o cabelo assim, você acha isso? Tava tentando lembrar o nome. Obrigado, Gabriel. Então, o Sebastian Stan, quando ele foi jogado para o filme, o pessoal falou que ele ia ser o Duas Caras. Ele não vai ser, ele vai ser o Zaz, não é isso? Ou é o Homem-Calendário?
Provavelmente é o Zaz, que é o cara das cicatrizes, né, Gabriel? Que faz a cicatriz.
É, esse é o rumor do momento, digamos.
É, então, tipo assim, pode falar, pode colocar o vídeo.
Quando o pessoal viu que ele tava com cabelo muito curtinho, o pessoal começou a desconfiar que talvez não fosse o Harvey Dent. E aí veio esse novo rumor de que aponta que, ó, ele pode ser o Victor Zsasz, o serial killer, e ele pode até estar preso no Asilo Arkham e ter uma cena com o Bruce no Asilo Arkham.
É, olha, fazendo aqui a amarração com que vocês falaram e É da Era Venenosa. Eu não gosto de realidade no Batman. Eu assim, eu acho que chega uma hora que você fala, pô, realidade por realidade são esses biruta que aparece no Instagram às vezes vestido de super-herói também, andando de bicicleta nas cidades e tal, esperando tomar um tiro. Eu acho assim, você tem que ter um mínimo, cara, de estilização, de salto lúdico para um cara que tá vestido de morcego.
Eu acho assim, por isso que eu sou dessa turma que fica entre o Tim Burton e o Christopher Nolan com relação a Batman. Tanto que você vai entrar para Era Venenosa, se for a Scarlett Johansson, que é excelente e tal, tem a ver com o papel, por aí vai. Porra, a Era Venenosa nos quadrinhos e nos desenhos, brother, ela faz crescer vinhas, raízes, plantas né, que matam as pessoas pela cidade inteira numa velocidade que é impossível, que é uma coisa de Conan.
São plantas carnívoras, plantas que borrifam os poros pela cidade. Como é que o cara vai fazer isso de forma realista? Não vai, entendeu? Vai distribuir plantinha pelo correio, entendeu? Assim, eu não duvido que fique legal, mas vai ficar parecendo o que é meio que o caminho do Matt Reeves, um Seven, os 7 pecados capitais. Eu não quero ver Seven, eu quero ver o Batman. Me digam por que eu estou certo.
Eu gosto da ideia do Batman Seven, mas eu entendo que tem alguns vilões que você pode esticar a corda para o realismo, mas tem outros que é bem mais difícil. O Charada funcionou, né? Pô, você mistura o conceito com zodíaco, perfeito, aconteceu na vida real. Ele mandava as cartinhas lá, beleza, para o jornal, foda. Mas A Era Venenosa, difícil, eu fico com o pé atrás, sabe? Mas eu também confio no Matt Reeves. Eu acho que talvez exista uma versão realista da Era Venenosa que ninguém tá vendo aí e ele consiga fazer.
Mas quando me falam, tentam me vender Era Venenosa realista, claro que eu fico com o pé atrás.
Eu lembro, tem uma cena que vem na minha cabeça quando a gente fala de Era Venenosa, que eu acho que é o mais próximo que eles vão fazer do filme, que é como eles fizeram talvez no, era aquele filme com Tom Cruise, Minority Report, que tinha uma senhora que era bióloga, e quando ele vai encontrar com ela na estufa dela, as plantas meio que soltam uns dardinhos, uns venenos, mas é umas plantas pequenininhas, não era aquela coisa gigantesca que a gente costuma ver na animação.
Eu acho que talvez vai ser alguma coisa desse tipo se eles quiserem trazer um realismo.
Então, o conceito de planta carnívora, planta venenosa, é uma parada que eu me amarro inclusive na cultura pop, adoro assim. Desde Joey e Mac, o videogame tinha uma planta carnívora como boss, tá, no Super Nintendo, saudoso. Até aquele filme lá com Rick Moranis, aquele musical, que eu adoro, não sei o quê, A Pequena Loja dos Horrores, os melhores filmes já feitos aí, inclusive, que fez efeitos visuais. Exatamente, até hoje são uma sacanagem.
Mas e tem um filme moderno, deve ter uns 10 anos, que ele leva para um caminho mais ou menos como você tá falando agora, Rex, que é um sobre uma galera que vai tipo para o México, e aí tem uma daquelas pirâmides astecas antigas que eles vão visitar. E porra, tem um lance com planta, entre aspas, carnívora, predatória, mais agressiva assim, que fica entre uma coisa muito sci-fi e uma coisa que você acredita, sabe? Claro que dá para fazer, dá para fazer, mas eu não sei se a gente puder seguir para o próximo do cast então, já que a gente tá falando de realismo aqui.
Eu queria falar com vocês sobre o nosso querido Magneto. Gabriel, Magneto, eu sei que não é exatamente a sua área, você é mais da DC, mas é bom que gera clique, que a galera fica puta, fala, cara, amante da DC, mano, fala mal da Marvel. Temos aqui Adam Driver, Adam Driver supostamente será Magneto. Gabriel, seu take.
Olha, assim, ó, eu vejo que a Marvel tá tentando achar esse casting tanto dos X-Men quanto do Magneto. Por exemplo, hoje eu vi que estavam cotando o Adam Driver para o Sinistro, que era um brasileiro, tava cotado até semana passada. Então, sabe, é uma dança de cadeiras. E daqui a pouco pode ser, daqui a pouco pode não ser. Eu acho que não vai ser, sabe? E a princípio não sei se eu gosto muito desse casting, sabe? Como Magneto, mas não sei se fecha muito com Magneto, que eu esperaria ver talvez uma pessoa um pouco mais velha.
Então, nesse conceito de elenco, o Gabriel, é muito comum a galera fazer teste teste de papel, as pessoas gostarem do ator, mas ele não se encaixar para aquele, né? Então, tipo assim, por exemplo, talvez entrevistaram Wagner Moura, fizeram teste com ele e não ficou bom. Fizeram com o Adam Driver, talvez para o Magneto, preferiram ele como o Sinistro. Isso é muito comum de acontecer. Isso aconteceu com o Batman Begins, né? O garoto do Peaky Blinders, ele fez o teste para ser É, o Zille Moffat, ele fez o teste para ser o Bruce Wayne barra Batman, ele não se encaixou no perfil físico.
Inclusive tem foto dele, inclusive acho que com a roupa de Batman, e não ficou legal. Tem vídeo até, né? E o cara botou ele para ser o Espantalho. Então isso é muito comum acontecer. Talvez eu acho que tá rolando é chamaram para o Magneto, vazou a informação que era para ser o Magneto, não colou. Não coube. Talvez ficou muito, cara, muito novo. Concordo com o Gabriel, acho que tinha que ser um cara dos seus 45 mais assim, mas até parente, né? Porque ele é um sobrevivente do Holocausto.
Que período histórico os X-Men vão aparecer no MCU? Porque o cara ser sobrevivente do Holocausto, ele não pode ter 45 anos nesse momento.
Sim, sim.
A não ser que você dê uma explicação que ele de alguma forma consiga se manter novo, não, alguma coisa Algum tipo.
Mas no X-Men Evolution eles fazem uma gambiarra para o Magneto ficar mais jovem, né?
Isso é legal, faz sentido que eles façam alguma coisa. Então eu acredito que assim, para ele, para teste de casting, por exemplo, eu acho que só aguardando sair alguma coisa mais oficial.
Legal, sabia? Eu gosto do Adam Driver como ator. Eu acho que ele tem o peso, ele já fez vilão inclusive. Acho que é a melhor coisa dessa trilogia bosta aí da dos novos Star Wars.
Acho que eu não achei péssimo.
Que isso, cara?
Ele é um menino mimado que fica quebrando o monitor quando a história é exatamente tipo um som.
Ele parece um piloto de avião, ele tá falando e ninguém entende o que o cara tá falando.
Ele parece um cosplayer Darth Vader, cara. Não, eu adorei.
Acho que é a melhor coisa que tem no filme. Mas concordemos que ele tem a revolta para uma pessoa que tá passando por aquela.
Eu acho que ele daria realmente melhor um Senhor Sinistro.
Senhor Sinistro combina também, é. E o cara bonitão e tal. Ele não é bonito clássico, ele parece aquele cachorro com cara de tubarão. Não é o nome desse cachorro?
Eu não sei.
Bull Terrier. Não parece um Bull Terrierzinho?
Ele parece um galgo.
Galgo?
Que rosto feio.
Então, né, esse ator me marcou muito pelo filme lá do casamento, né, que lá ele faz, que ele fica brigando com a mulher o filme todo. E daí eu não sei, eu acho que ele é um grande ator sim, mas tem que encontrar um papel que acho que encaixaria melhor para Magneto.
Também acho que falta um ator melhor, porque é muito comum essa coisa de elenco. É o filme, o próprio elenco do Batman, The Batman, né, a segunda parte agora, havia rumores que o vilão ia ser o Mr. Freeze, tá. E aí parece que não vai ser mais.
Esse é mais difícil de fazer realista ainda.
É, não, até não, é uma arma que congela.
Vamos abrir todas as geladeiras de Gotham até baixar um grau.
Agora, por exemplo, a casting de elenco ia ser a mulher do Duas Caras, deixou de ser. O Sebastian Shaw ia ser o Harvey Dent, não vai ser agora. Já tem até um ator que vai ser o Harvey Dent. Tem, é um outro ator, se eu não me engano, até aquele, ah, me esqueci o nome do ator agora, mas participou daquele filme dos, meu Deus, eu tô péssimo de nome, desculpa, dos Eternos. Isso, ele é aquele inteligente, um super inteligente que monta equipamentos, não sei o quê, que faz parte dos Eternos.
Ele faz a bomba atômica, esqueci. Pois é, esse filme não é ruim, sabia? Pô, eu revi esse filme, mas tudo bem, não estamos aqui para falar disso.
É só aquele filme que tu tem que estar preparado mentalmente Eternos, porque ele não tem fim.
Você tem que estar tardado mentalmente.
Desculpa, meu amigo.
É muito bom.
Dos filmes da Marvel, eu acho que é bem legal.
Nossa, você também gosta de Eternos?
Eu gosto, eu gosto.
Até os atores admitem. Aquele indiano que eu adoro, comediante, ele fala mesmo que, porra, me preparei, fiquei forte para caramba, e o filme bombou, é uma porcaria. E agora o nego fica reclamando tão forte. É, não sei, vocês têm um gosto muito peculiar. Talvez eu esteja errado.
Não é um filme perfeito. Eu lembro que do nada tem um personagem que sai do filme, ele briga e sai do filme.
Exato.
Aqueles alienígenas que não tem design nenhum, eles fazem aquela mão que fica no oceano, ninguém fala nenhum outro filme da Marvel.
Mas vale lembrar que esse filme deu pra gente o Coringa do Matt Reeves, não é verdade?
É verdade, o ator. É, mas esse cara já tava por aí.
Não, mas assim, ele fez o filme dos Externos e ele apareceu naquela cena cortada dentro do presídio que aparece o Coringa, e ele foi o Coringa ali. E vai ficar bom de Coringa, hein?
Ele é bom, esse cara é bom. Ele tem cara de biruta, ele tem uma cara meio esquisita também assim de Ele parece também esses cachorrinhos com a cara apertada. Eu tô muito, eu tô muito canino hoje. É, não sei, de boas ideias o inferno tá cheio, né, galera? Então assim, com essa transição safada, eu jogo o próximo, a próxima notícia aqui do Plantão Nerd. Sim, senhoras e senhores, após um filme ali no final dos anos 90, praticamente todo feito com a revista do 3D Max, Spawn, um herói sensacional, anti-herói, né, Thiago?
Um anti-herói, que é um dos meus preferidos, tá? E Todd McFarlane, que é o seu criador, tive oportunidade de entrevistá-lo numa CCXP há anos, vem dizendo que quer fazer um filme à altura do Al Simmons, né, do Spawn, que o primeiro filme não ficou tão bacana, aquela coisa que eu fiz aqui a zoeira. E aí agora ele conseguiu a Blumhouse, que é o estúdio por trás de Atividade Paranormal, Sobrenatural, Megan e tal. Eles têm esse foco em filmes menores de orçamento, mas muito bem amarrados em termos de produção para gastar menos e tal.
Os caras vão fazer o Spawn e o personagem, né, o protagonista será o Jamie Foxx. Excelente escolha, Jamie Foxx como Al Simmons. E nós temos primeira imagem oficialmente aí, Luciano. Traga diretamente do sétimo círculo do inferno a imagem do Spawn aí no seu beco escuro. Temos aí, temos aí o nosso renascido do inferno. Gabriel, você é fã de Spawn? Você liga para Spawn?
É, eu nunca li os quadrinhos, mas quando eu era criança eu vi o filme e eu adorava. Não tenho coragem de reassistir esse filme, eu vi no cinema, é ruim. E eu também vi a série animada que tem na HBO, que eu acho que é boa, é boa, é um PowerPoint, mas é a história bem boa.
É que ela é meio uma, ela é meio anime, né, Rex?
Ela é meio travada, ela é meio animação no estilo americano dos anos 90. Eu gosto. Mas, Gabriel, não sei se você sabe disso, tem um crossover interessantíssimo do Spawn com o Batman.
Tem, é bom.
E o Spawn, ele tem um poder que ele pode regenerar o corpo dele, ele pode soltar energia, voar. Ele tem um poder ilimitado, ele tem um poder limitado. Mas toda vez que ele usa esse poder, ele se aproxima mais do contrato dele com o Molebolja, que leva ele ao inferno. Então ele para de usar os poderes dele, começa a usar arma, outros artifícios para não usar esse poder, para que o tempo dele não se termine. Porque zerar o tempo dele, ele vai para o inferno, ele vai ensinar os soldados do inferno.
Por isso que é Spawn, né, o nome dele, que seria cria, né, a tradução. Para ele poder criar outro e treinar outros com as habilidades dele.
É praticamente uma viagem em quadrinhos.
Então, e o resultado que nesse confronto com Batman, que foi um crossover que eles fizeram, o Batman arremessa um bumerangue na cabeça do Spawn e abre aqui no meio. E o Spawn, para não usar o poder dele não se regenerar, pega um cadarço e amarra a cabeça dele de volta. E durante meses ele ficou com esse cadastro na cabeça e ficou oficial, não ficou preso ao crossover. O Mark Farley levou isso, virou cânon. Exato. Então o Batman tem uma participação com o Spawn. Então isso é muito maneiro de relembrar.
Eu gostei, gostei bastante da foto. O primeiro filme do Spawn, inclusive, eu tenho um trauminha. Posso compartilhar um trauma com vocês? O Gabriel é um pouquinho mais novo que a gente. Gabriel, Eu e o Rex, nós vivemos uma época diferente da sua. Quando a gente era adolescente, gostar de super-herói era uma vergonha, entendeu? Você era esquisito no colégio, você era zoado, né? E aí, pô, eu levava meus quadrinhos, a galera zoava, tinha lá meu grupinho de nerd.
Aí, quando saiu o trailer do Spawn na televisão, tipo, vem aí o herói do inferno, não sei o quê, eu já li os de quadrinhos, cara, eu cheguei no colégio apontando o dedo na cara de todo mundo. Vocês ficam me zoando, agora os filmes de quadrinhos vão se tornar— quer dizer, agora a gente já tinha tido Super-Homem, o próprio Batman, mas tava, a gente tava uma época muito mal de filme de super-herói, quase não tinha, tava horrível.
E eu, meu irmão, eu fui o campeão do filme. Eu falei, vai ser foda, meu irmão, esse filme vai abalar a parada, não sei o quê. Eu entendo que tem méritos, eu não quero ficar cagando em cima do filme, tem coisas muito legais. O John Leguizamo faz um Malebolgia, Malebolgia não, Violador, o palhaço. O Michael Clarke White também faz um excelente Al Simmons, faz um ótimo Al Simmons. É bacana, mas os efeitos visuais são muito fracos, a resolução toda e tal.
Mas enfim, e foi, o filme foi um fracasso, infelizmente assim. E eu lembro de eu ficar bem, bem chateado, né? É aquela capa digital dele.
O conceito assim tava muito maneiro, mas daí quando tu olha hoje em dia é complicado, é esquisitinho.
Então eu tô otimista, cara.
Olha, eu gostei dessa imagem que vazou. Primeira vez quando você me mostrou para mim, eu duvidei que fosse real.
Bota de novo na tela aí, Luciano.
Eu achei que era, não era real, mas eu gostei que a capa é de pano. Isso eu achei maneiro, sabe?
Assim, ó, se a imagem é real, porque para mim parece um pouco IA, tá? Mas é muito foda, né? Adoraria que isso fosse real, mas não sei, fico com dúvidas. E olha, já caí muitas vezes, eu já caí muitas vezes em fake news no passado.
Então sim, é porque, por exemplo, vamos olhar, a tecnologia hoje mudou. Por exemplo, no filme do Batman vs Superman, aquela cena que a gente vê o Batman lutando com os bandidos quando ele vai resgatar a mãe do Clark, aquela cena inteira foi gravada com o dublê, né, e o Ben Affleck sem capa, e a capa foi toda digital. É, as capas hoje, então tá muito bem feito. Você não consegue dizer que aquilo ali era uma capa mal feita digital, como foi nos anos 90 com o filme do Spawn.
Ótimo exemplo, perfeito.
Então eu acho que, tipo assim, eles vão botar o personagem com uma capa de tecido para ter certos movimentos, certas nuances, track point, e quando for preciso a capa interage, porque a capa dele é viva, faz parte do armamento dele, como as correntes também são, como os espetos. Tudo isso ele usa para combate, né? Então, tipo assim, pode ser que para certas coisas específicas entre um 3D bem feito que a gente sofreu nos anos 90.
Perfeito. E é importante lembrar que o filme ele não vai colocar o Spawn como— ou Spawn, tá, gente? Vamos chamar de Spawn, que era como ele chamava. Ele não vai ser, cara, o protagonistão do filme assim. Ele vai ser uma lenda urbana urbana que age pelas ruas. Aí é o que você quer, entendeu?
Aí é o que você tá dizendo.
Gabriel, opine.
O roteiro é esse, tipo, a história contada é bem Seven, de novo a referência do Seven.
Segue adiante, é oito, são os policiais lá, Gabriel, investigando.
É isso, aparece e tal. Isso te desanima ou te O que te anima a pensar?
Olha, eu não tenho muito conhecimento de SPAO, mas eu acho que o SPAO tem que aparecer bastante numa história do SPAO, né?
Mas não vai aparecer muito disso.
Só que aí também entra aquela parada de, ah, tem, vai ter orçamento, não tem orçamento, então muito.
A Blumhouse tem menos grana do que esses outros estúdios. E aí eu, cara, eu sou muito a favor Essa história for bonitinha, for fechadinha. Tem grandes obras que a gente gosta para caramba que tem, se você contar a minutagem dos personagens ou de monstros, etc., é muito pequenininha. Mas é que é tão, é tão, o próprio Tubarão, pô, olha só, eu, clássico de todos nesse sentido. Eu vou refazer, parece pouquinho no filme.
Eu vou refrasear, choque de cultura aqui. Filme do Harry Potter sem Harry Potter é golpe. Se eu tô vendo o filme do Spão, eu quero ver o Spão, eu não quero ver dois policiais, eu não quero ver o 6, 7, parou com essa mania, entendeu? Vamos focar no personagem, conta a história do cara.
Já pensou um filme do Batman?
Imagina o filme do Batman sem o Batman.
Um pouco Batman, Gabriel. Um dia veremos, quem sabe.
É tipo o filme do Cara de Barro que vai sair agora. Se fosse o Batman o, entre aspas, antagonista do filme, atrás do Cara de Barro, e a história na perspectiva do Cara de Barro, cara, eu acho que ia ser muito foda.
Boa ideia.
Não vai ser sobre, é só sobre um ator.
Até dá para fazer um filme do Batman que ele é tipo um elemento, né, e as pessoas têm medo, principalmente os bandidos, e fazer funcionar. Mas a questão é que às vezes falta boa vontade, até criatividade para executar algumas ideias. Tem que ter, é aquele negócio as pessoas não conhecem esse pau, né? Então é melhor fazer a história contando a origem desse pau.
Tem um quadrinho muito bom chamado Coringa, só isso, nome do Joker, nome da série, do quadrinho, que inclusive é desenhado por um cara que eu adoro. Me deu um branco agora o nome dele, mas é a história do Coringa saindo da prisão e você não vê o Batman, é ele andando e fazendo e conectando com os parceiros dele e tal.
Isso.
E ele vai olhando, já olhou essa aqui? É muito foda. E ele vai, ele vai em cima do ombro, né, Gabriel?
Aí tipo assim, cadê, cadê?
Agora que ele vai aparecer. E nada demais. O Batman, ele é só umas coisas. Fala aí, conta aí.
Ele vai no clube, o Coringa vai no clube, e daí eles falam, um cara tira a pele dele porque ele tava dando em cima da Arlequina, um negócio Exato.
E aí, é, pois é. E aí o cara não aparece, você só vê meio que a sombra dele.
Tem duas histórias parecidas com isso, tem sobre isso, nessa temática que você falou, Gabriel. Eu gosto disso, é aqueles que é Invasão no Asilo Arca, que é uma animação da Warner, que é o ponto de vista de todos os bandidos. É recente, já tem uns 5 anos, 5 anos esse desenho. E aí o Batman ele aparece só para pegar cada um deles individualmente, né? E aí é um desenho do Esquadrão Suicida, só que o Batman que é o vilão. Porque tem um jogo, eles fizeram um mod de um jogo de terror, que é um grupo de— chegou até no Steam, mas depois tiraram por causa de violava direitos.
Que o mod do jogo é o seguinte: é um grupo de criminosos tendo que fazer uma missão. Aí é um grupo co-op de 4 personagens E quem tá caçando a galera durante o jogo é o Batman. E você não vê o Batman porque ele é aquela coisa, ele vem do teto, ele vem das paredes, ele dá essa temática de terror do Batman, que eu acho que é o que tá faltando.
Eu vi o trailer desse jogo, o conceito era muito legal, só não sei, né? Foi banido. O conceito era legal, o trailer era legal.
Assim como o Homem-Morcego permanecerá nas sombras Então esse joguinho, assim como nosso querido Gabriel vai voltar para sua matemática. Meu queridão, muito obrigado pela sua participação aqui, pelos seus palpitecos, e até a próxima, próximo casting aí. Daqui a pouco teremos Will Ferrell como Coringa de Matt Reeves, quem sabe?
Será um dia?
Quem sabe? Exato, querido. Um abraço para você.
Valeu, Gabriel.
Obrigado aí. Para ser Senhor Frio, já pensou?
De novo, eu adoraria. Everybody cool, chill, chill. Valeu, Gabriel.
Valeu, gente. Tchau, tchau.
Ao contrário dos filmes do Nolan, o Plantão Nerd uma hora acaba. Chegamos na reta final, mas não sem antes convidar vocês a continuarem essa aventura. Sim, venham comigo. No caso, Afonso Solano está sempre no Matando a Rúbia Gigante, tanto aqui no YouTube quanto lá no Spotify, tem podcast tem vídeo, tem a gente falando mal das coisas que a gente ama, como todo nerd gosta de fazer. E também no Banqueiro X, exatamente a sua dose semanal de verdade com o seu capacete de alumínio para falar das birutices que o Trump anda aprontando com alienígenas, meu querido Rex.
Bom, e eu você me encontra nas minhas redes sociais, né, tanto no Instagram quanto no X, né, que é REX2099. E você também pode chegar e se preparar para o Odisseia da sua vida criando massa magra e muscular com os suplementos da Growth, ou seja, dosando o seu corpo com bastante proteína, guardando em estoque para você não ter que ficar procurando na sua viagem. Então você pode usar o meu cupom OREX no site da Growth ou comparar os seus manipulados com a Oficial Farma e também se preparar fisicamente para enfrentar grandes batalhas à frente com o meu cupom HEX.
Tá no link aqui também, na postagem, para vocês verem, acompanharem.
Vamos ver se o indiano lá do Matt Damon, se ele, por favor, ele tá precisando de um Wei, tá precisando de um Sil Dura, tá precisando de, né, um hipo moreninho. Tá faltando ali uma coisa que ele precisa, mas você encontra isso na Growth.
Não, que se eu falo, olha, está sobrando tempo na sua vida para assistir mais um filme depois desse, da Odisseia? Eu recomendo um filme que muita gente já falou, mas que tá chegando agora no streaming, que é o excelente, esse eu prefiro muito mais do que Odisseia. Devoradores de Estrela, galera, muito bacana, com Ryan Gosling, muito bonitinho. Gostei pra caramba. Exato. Olha, vou te falar, eu acho um filme muito mais humano com um alienígena ali de pedra sem rosto do que Odisseia.
Desculpa, não confunda alienígenas com seres mitológicos.
Acho que os cara mandaram muito bem naquele relacionamento. Às vezes menos é mais, mas ficou bom, ficou bom, ficou muito bom. Excelente programa. Assistam aí, galera, Devoradores de Estrelas. E você, querido?
Pegando esse embalo de X-Men, eu recomendo para vocês poderem jogar o jogo do Marvel Rivals. É um jogo gratuito, né? É um jogo de co-op, né, de grupo contra grupo. Você escolhe, tem diversos personagens do universo Marvel ali para você se divertir. Eu assumo que eu só jogo de Wolverine porque eu sou o cara de ataque de melee, então me divirto muito jogando com esse personagem. E então joguem Marvel Rivals, vocês vão gostar bastante.
Exatamente. Vocês vão gostar mais ainda na semana que vem quando retornarmos no Plantão Nerd.
Valeu, galera!
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