1787 - SEXTA-FEIRA 13, OS MISTÉRIOS DO SATANISMO: DANI PIRES E MÃE ANALU
DANIEL PIRES é YouTuber e MÃE ANALU é líder espiritual. Eles vão bater um papo sobre os mistérios do satanismo. O Vilela disse que vai usar duas fraldas geriátricas nesse episódio.
- Satanismo e LuciferianismoDefinição e filosofia luciferiana · Diferenças entre Lúcifer, Satã e Diabo · Consciência universal e libertação pessoal · Rejeição de dogmas religiosos · Comparação com cristianismo
- Trajetória Pessoal de Mãe AnaluInfância entre espiritismo e evangelicismo · Iniciação aos 12 anos na Ordem da Lua Vermelha · Período fora do luciferianismo e dificuldades financeiras · Retorno aos rituais e transformação material · Ascensão a sacerdotisa luciferiana · Rejeição inicial da posição de 'noiva de Lúcifer'
- Pactos e Rituais LuciferianosPactuações com sangue · 24 níveis de pactos · Rituais iniciáticos pesados · Sacrifício de animais sagrados · Invocação de daimons · Renovação anual de pactos
- Cosmologia LuciferianaSofia e a criação · Javé como demiurgo · Lúcifer como administrador da Terra · Sistema de sete céus e dimensões · Lilith como primeira mulher e deusa · Guerra espiritual entre dimensões
- Infiltração Luciferiana em InstituiçõesPadres infiltrados no Vaticano · Pastores evangélicos pactuados · Políticos com alianças luciferianas · Objetivo de expor corrupção e destruir impérios falsos · Dupla lealdade e 'conjuro e desconjuro'
- Rituais de Iniciação ExtremosRitual do fosso com 21 dias · Confinamento com animais em putrefação · Transe ritual e experiência sensorial alterada · Ritual dentro de touro morto · Ingestão de carne de mago negro · Transmissão de poder através de ritual canibal
- Ordem Lua VermelhaFundação em 1869 na Pensilvânia · Estrutura maçônica luciferiana · Recrutamento de grandes empresários e políticos · Infiltração em instituições religiosas · Hierarquia e graus de iniciação
- Daimons e Entidades LuciferianasMamon como senhor da riqueza e abundância · Paimon e sua representação cinematográfica · Asmodeus como daimon auxiliar · Trindade luciferiana: Lúcifer, Beuzebú, Astaró · Hierarquia e funções específicas de cada daimon · Diferença entre daimons e demônios cristãos
- Reencarnacao Vidas PassadasTrês vidas de Mãe Analu como bruxa · Cicatrizes e doenças da vida anterior · Regressão espiritual para acessar passado · Última vida humana e transformação em pombagira · Resolução de karma através de consciência
- Caso Jeffrey Epstein e AdrenalinaEpstein como agente duplo americano-russo · Putin como orquestrador de operações · Vídeos de políticos e empresários como chantagem · Diferenciação entre pedofilia política e ritual satânico · Adrenocromo extraído de crianças sob terror
- Distinção: Pactos vs RituaisCLT não pode fazer pacto de prosperidade · Rituais coletivos gratuitos para pessoas carentes · Pactos requerem oportunidades de ação · Necessidade de mudança de mentalidade prévia · Alimentação mensal de rituais por 12 meses
- Diferenças de Gênero no LuciferianismoHierarquia patriarcal em alguns covens · Covens exclusivamente masculinos · Posição de Mãe Analu como exceção · Feminismo como tema luciferiano · Mulher como criadora primordial
- Risco e Responsabilidade EspiritualPerigo de abrir portais sem know-how · Obsessores e quiumbas como espíritos perigosos · Necessidade de sacerdote legítimo · Fechamento de portais espirituais · Insanidade como resultado de prática inadequada
- Quimbanda LuciferianaExu e Pombagira como entidades · Diferença entre Quimbanda e Candomblé · Linha de Exu Marabô · Facas como símbolo sagrado · Incorporação vs energia de daimon
- Controle Mental e MagiaPoder de convencimento através de daimons · Manipulação mental como ferramenta mágica · Diferença entre magnetismo e controle coercitivo · Exercícios mentais de movimento de objetos · Sincronização através de sangue
Aterráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vileira e está começando mais um Inteligência Limitada. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais oculta do que a minha e do que a sua. Você tem uma vida oculta, você é o último que entrou aqui e a gente não sabe nada da sua vida. Você pode ser um serial killer, você pode ser um cara legal, você pode ser...
Cara, eu não sei. André, a gente tem que visitar a casa dele e abrir a geladeira dele para ver o que tem.
Nada. Absolutamente um mistério. Duvido que não tenha metade de um limão, uma super bonde na porta. E uma Smirnoff. Uma Smirnoff. Meia. Meia. Meia Smirnoff. E hoje à noite vai ter nada. Não vai ter nada, que essa meia Smirnoff não vai embora. Vamos chamar você de Santa, então. Perfeito, Santa Claus. Santa Claus. Santa, como vai ser a participação do pessoal nessa live de sexta-feira 13?
Então você que está chegando agora, já vai deixando seu like, aquele pacotão que o YouTube gosta. Você está tentando fazer voz de locutor, é isso? Lógico, né? Primeira aparição. É, rapaz. Aparição. Só a voz dele. É, aparição. É, aparição. Então essas daqui, os membros vão mandar as perguntas. A gente vai dar preferência para eles. Vocês podem mandar também, mas a gente vai ler primeiro as perguntas do membro. Torna-se membro que você sabe da agenda com antecedência e manda para a gente para saber o que você quer saber.
Certo? Quero falar com você também de casa. Estamos no mês do Consumidor Insider. É a melhor oportunidade do ano para renovar o seu guarda-roupa. Deixa ele bacanaço. Use o cupom inteligência para os maiores descontos. QR Code na tela e link na descrição, não é, Santa? Perfeito. Fechou, então. Temos aqui uma pessoa que vem pela primeira vez e uma pessoa que já... Eu não queria falar, mas ele e o Daniel Lopes são os verdadeiros donos do canal. Eu sou funcionário deles. Então, Dani e Dani...
o dono do canal se apresenta aqui tantas vezes que veio já, né? Queria pedir ajuda que eu tô preso num porão ali, ó. O Daniel tá lá também, somos dois Daniels. A gente só solta pra vir pro podcast e depois coloca lá de novo, passa a pizza por baixo da porta. Exatamente, eu gosto da pizza. Bom, pra quem não me conhece, eu sou Daniel Pires, prazer, sempre um prazer imenso estar aqui no Inteligência Limitada e sempre pra falar de temas cada vez mais leves, né, Vilela? Um dia a gente fala de espíritos que aparecem na nossa casa,
casa, outro dia de assombrações, e hoje um tema é bem leve, satanismo, luciferianismo, e eu acho que esse tema bota medo em muita gente, mas digo pra vocês assim, tudo tem dois lados, né, quando a gente fala de ocultismo, de satanismo, de luciferianismo, a gente, num país majoritariamente cristão, a gente bota medo nas pessoas, mas a nossa convidada, a nossa, já me coloquei, como se eu fosse dono, como se eu fosse dono do poder,
Dani, você tem toda a liberdade, cara. Já falei a nossa convidada. Muito bem. Então é a nossa convidada de hoje. Ela é dessa linha de ocultismo que bota medo em muita gente. E que ela vai explicar, né? Ela vai explicar também. Tem muita confusão. Mas eu vou falar uma coisa. Eu já conversei com ela, conheço ela também. É uma coisa que não é pra não ter medo. Existe ali uma questão de... Existe um perigo? Existe um oculto, não um perigo. Mas existe sim, ela vai poder falar melhor.
Você não respeitar a ponto de querer zombar pode ser perigoso. Você tem que ter um conhecimento, mas isso vale para qualquer coisa que você vai fazer e não tem aptidão, né, cara? É, se a gente for falar na questão cristã, na egrégora, digamos assim, cristã, é, entre aspas, menos perigoso, porque... Depende, quando você vai para a área de batalha espiritual, exorcismo, você tem que ter uma preparação também boa, senão você perde a batalha, né? Perde a batalha. Você é, como diria a minha avó, ludibriado.
O diabo consegue te ludibriar. Mas nesse sentido, o papo de hoje vai ser interessante, porque eu acho que o diabo que nos é apresentado no meio cristão é desmistificado na religião dela. E até o diabo tem o mal, ele tem várias formas de ver as religiões orientais, elas veem o mal de outra forma também. Também, também. E o próprio ocultismo que a Ana Lu, que é a convidada, participa, ele também tem uma questão de outra visão,
do próprio Lúcifer. Para cristãos, o Lúcifer pode ser o anjo caído, rebelde, que se rebelou contra Deus, mas para ela... Vamos saber disso. Vamos falar do nosso amigo Daniel Mastral, que você conheceu também. Ela também conheceu. Vamos falar de sociedade secreta, se existe ou não, se o caso Epstein está relacionado a algum tipo de luciferianismo. Falam muito que no caso Epstein tem as questões rituais, de comer carne,
humana, de... Sacrifícios. Os sacrifícios das crianças, né? A gente até falou de Daniel Mastral, mas quando... Não sei se ele falou isso aqui quando ele veio, das vezes que ele veio, mas quando ele foi lá no meu podcast, ele falou de uma coisa chamada Adrenocromo. Ele falou aqui... Falou desde a primeira, várias vezes ele falou. E eu lembro que ele deu o exemplo dos Monstros S.A. Ele falou, já assistiu Monstros S.A.? Eu falei, claro, adoro esse filme.
Ele falou, é que você sabe que isso pode acontecer. Aí eu falei assim, mas como que pode acontecer? O que acontece? Lembra?
Você tira... No Monstros S.A., você fazia a criança gritar. Tem medo. E aí ela tinha medo, ficava... E era o combustível deles, né? Era o que dava energia pra eles. Então, é. Mas no filme não falava da medula. Era só assim, ó. Era só o gritinho da criança e você já aumentava. O Daniel Mastral, ele contou isso que, na verdade, você... Existe isso nos rituais secretos do satanismo. Isso, palavras dele. Tá, Nalu? Se não tiver, depois você me corrige. Eu lembro que ele contou e ele falou que
as crianças realmente eram levadas, crianças em vulnerabilidade, e assustadas ao máximo, e quando elas estavam num pavor absurdo, até com aquele olhar de mil jardas que falam, que a criança regala o olho, e não só criança, e aí ali é tirado o sangue dessa criança e é injetado em humanos que querem rejuvenescer. E dizem que o adrenocromo da vida real, o sangue de criança com muito medo, rejuvenesce as pessoas. E aí, Ana Lu, existe isso? Será?
Primeiro se apresente. Ana Lúcia, apresente para essa câmera e eu quero meu presente inútil para deixar no cenário. Eu trouxe um presente para você, Gilela. É um prazer estar aqui com você. Obrigada pelo convite. O Dani é uma pessoa também muito querida e admiro os dois, né? Ambamente. E é um prazer poder estar falando aqui no seu programa com tanta audiência e com tanta personalidade que dá essa voz para que a gente possa falar tanto de um luciferianismo, um satanismo, um cristão.
Enfim, cada um com o ocultismo, cada um com a sua crença, com o teu credo, com a tua religião. Se for pensar, o próprio cristianismo em algum ponto foi oculto. Reuniões secretas. Eu acho que o ocultismo nasce de dentro da igreja, dentro da religião. É isso mesmo? Tudo tem o seu primórdio, a sua primícia, quer dizer. O cristianismo hoje em dia ainda tem muitas coisas ocultas que não foram reveladas. O luciferianismo vem para poder desvendar esse oculto também sobre Javé e sobre essa comunidade cristã.
Onde o mundo veio com essa liturgia cristã, com esse preceito cristã, e com Lúcifer sendo o adversário, esse anjo caído, esse que veio dominar a terra, trazer o caos, a maldição. Então a gente tem um pensamento do bem e do mal assim, eu sou bondoso, eu sirvo bem, porque eu sirvo a Javé.
ela daimos, satã, enfim. O diabo é um arquétipo criado pelo ser humano, não existe esse o diabo dentro da corte do seu Lúcifer. E depois a gente pode falar isso. Então, se eu estou nessa outra vertente, eu sou uma pessoa maligna, eu sou uma pessoa ruim, eu sou uma pessoa que quer destruição. E, na realidade, não é isso. O luciferianismo veio para desvendar, para trazer uma consciência, uma amplitude, uma filosofia de quem você realmente é. E aí, quando a gente se pergunta quem eu sou, a primeira resposta é
do Criador, eu tenho essa terra como herança, eu tenho um pai que é Deus, eu tenho um irmão que veio, que é Jesus Cristo, que através dele eu tenho a minha salvação e de toda a minha descendência, e se eu fizer tudo o que ele quer, eu sempre vou ter todas as coisas. Mas aí a pergunta da humanidade que tem crescido, e a gente chama isso de uma nova era, nessa nova era essa pergunta é por que então que essa terra é minha, por que então que ele é o meu pai, ele é meu Criador,
até agora eu não consegui tudo o que eu quero. Não consegui uma família, não consegui um emocional equilibrado, não consegui obter os meus ganhos, eu vivi uma vida de violência, de sofrimento. Então essas perguntas hoje, nessa nova era que se consiste, bravamente com seu Lúcifer e a tua corte, de trazer essas respostas. Então hoje você vê muito mais luciferianos do que há um tempo atrás. Porque estamos bravamente
fazendo essas respostas. E é claro, como também na igreja tem pessoas boas e ruins, dentro de coven, dentro de luciferianismo, de satanismo, existem pessoas que vão adentrando dentro dessa filosofia e se acham deuses dela mesmo, e vão cometer atrocidades e unidades. Mas quem comete isso não tem nada a ver com luciferianismo dentro da filosofia real. Vamos então, eu quero pedir para quem está assistindo, primeiramente, porque deve ter muita gente, né, Klaus, que agora,
Tá xingando no site, nem escutou, já tá puto. Tá bravo. Tá bravo. Calma. Eu peço pra você que primeiro escute, abra a cabeça e vamos no mínimo escutar e ver outra religião, ver outro pensamento, ver outra forma de agir, né? E depois aí você forma a sua opinião. Ninguém é que tá querendo convencer ninguém a nada. Vamos lá. Como que a gente pode começar? Falando do oculto? Falando... Porque eu acho que a gente pode começar por uma premissa básica, que é o seguinte.
fala disso, de ficar bravo. O Guilherme falou, ah, não fiquei bravo. A galera realmente fica brava quando a gente fala de Lúcifer. Como vocês falam nesse nome? Como um não demônio, um não mau. Então, se você falar pra ele, não, gente, mas calma, Lúcifer tem uma outra história. Você já irritou as pessoas. Eu peço até a gentileza de quem está nos assistindo agora, porque muitas pessoas falam em comentários de outros programas que eu vou, olha, o diabo, Lúcifer, ele vem com
uma vozinha de veludo, ele vai querer te ludibriar, ele vai querer te enganar, mas essa não é a minha função. Mas, como sacerdotisa, realmente é levar esse conhecimento de quem você é, o que você pode possuir, não por essa corrente presa chamada javeísmo e o cristianismo, mas sim nessa liberdade da totalidade de quem você é. Então, eu costumo dizer assim, como que tudo isso aconteceu? A gente vai além da Bíblia,
que foi um livro escrito por homens, um livro segundo Mateus, segundo Lucas. Então, segundo a uma intenção, segundo a uma interseção, que não foi escrito diretamente por ele. Então, dali a gente começa a criar vários paradigmas e várias contraditórias. E aí a gente vem antes disso tudo, na sexta e outras dimensões que há em cima, a gente fala de Sofia, que significa sabedoria,
a majestade da sabedoria, e ela cria toda a parte dimensional. Como ela cria toda a dimensão, ela também cria Javé, que para uns gnósticos vão chamar de demiurgo. Para nós, não. Ela cria esse Javé com essa estrutura de criação. Então, ele tem o poder de criar. Então, ele cria anjos, arcanjos, querubins, serafins, criam família, como Jesus, como Lula,
Lúcifer, para estar ao lado dele, olhar ele como um pai, porque ele tem essa sede de ter alguém reverenciando ele. Então, ele cria esse reino para ele. Não abastante dessa criação, ele cria a nossa terceira dimensão, porque ele tem o poder dessa criação. É a nossa terceira dimensão onde nós estamos. O que seria? A Terra. O mundo material. O mundo material. Esse mundo material, ele cria dois protótipos.
protóticos de semideuses, porque não somos deuses, porque somos mortais. Mas você tem o poder de criar, você tem o poder de desenvolver, você tem o poder de estabelecer. Então ele cria ali um protótico que era para ficar no escondido, no oculto. Só que Lúcifer sempre tem aquele filho que é mais curioso, que é mais junto do pai, e Lúcifer é esse que está juntinho do pai. Ele vê essa criação, ele diz, olha, é isso aí, tem que ser desvendado,
para surfir, isso aí tem que ter uma amplitude maior, como que vai ser, se as pessoas vão recriar, vão procriar. Ele falou, não, isso aqui não pode acontecer. Isso aqui vai ficar entre Adão e Lilith, que a gente chama de Adão e Lilith, e somente isso. Mas como você viu, você agora vai ser responsável por essa terceira dimensão, por essa matéria, esse lugar material. Então, Lúcifer vem sim, ele vem para a Terra, mas não como
que desobedece. Ele vem pra terra não com aquele que quer trazer a destruição, ele veio pra cuidar. Ele veio como administrador, como rei dessa terra. Sendo que Javé, ele não quer que essa humanidade cresça. E Satã, que é um arquétipo de Lúcifer, que é o adversário, o desvendador, aquele que mostra que realmente você é, chega pra Lili e te fala, olha, você não tem que se dobrar a Adão. Você não pode se dobrar a Adão.
ele, você é feita da mesma matéria do que ele. E Lilith, então, ela sai daquele espaço que se diz paraíso, né? O Éden. O Éden. E sai pra buscar respostas. Nesse momento acontece, sim, toda uma consciência. Lúcifer, então, ele fica a favor da humanidade e contra Javé. Ele vai até Sofia, pede ajuda e naquele momento existe a procreação da humanidade, porque nesse
Lápis de tempo já se passou séculos. E aí uma pergunta que eu sempre faço, inclusive para quem eu dou aula dentro da minha escola, eu falo, vocês podem imaginar que durante séculos essas pessoas viviam ali, debaixo dessa força, que são mortais, mas conseguiram viver durante muito tempo, o corpo dela era perfeito, não havia nenhum problema de deficiência, de nenhuma doença, e de repente Javé vai lá e desprograma
parte reprodutiva dessa mulher e ela começa a ter filhos, filhos, filhos. E a humanidade começa a crescer. Então, esse caos todo entre Javé, a criação, Lúcifer, Sofia, como o Vilela estava falando até antes do programa, cria-se essa guerra espiritual que a gente vive hoje, essa guerra de poder, de quem está certo, de quem é ocupado, de quem vai se manter dentro desse domínio, de quem traz essa verdade. Mas a verdade do luciferianismo
é desvendar quem você é. Você não é somente esse protótipo que veio pra terra, que está aqui debaixo de uma prisão, que as coisas podem chegar até você se ele permitir, porque ele é teu criador. Não, ela vai muito mais além do que isso tudo, porque você foi constituído de uma centelha de sabedoria, de criatividade. Você foi feito de uma gema onde você pode trazer a realidade, aquilo que você quer, não dependendo desse Deus que é onde está.
Ronaldo, pelo que você está me contando, então, é como se quase fosse um gênesis do luciferianismo. O gênesis que a gente fala, o primeiro livro da Bíblia, só que a Bíblia cristã. Então, na sua crença, a gente pode chamar de religião, né? Vamos trazer consciência. O luciferianismo não é uma religião? Não. Não tem dogmas a serem seguidos? Não. Então, se ele é uma consciência, ele...
dentro dessa consciência, essa história que você contou agora seria do início da humanidade através do olhar do luciferianismo. Através do olhar do luciferianismo. Porque na minha ótica, daquilo que eu fui, cresci, aprendi, me ritualizei, me expandi como consciência, como ser, como pessoa, até aqui, deu muito certo pra mim. Eu costumo dizer que eu não sou a dona da verdade,
E levo para pessoas que vêm através dessa verdade, estão possuindo muitas coisas. Materiais, emocionais e espirituais. E pelo que você contou, então, Lúcifer, ele é filho de Javé. Um dos filhos. Um dos filhos. Assim como Jesus. Sim. Então, irmãos. Irmãos. Então, essa é a visão de que eles são irmãos quase sanguíneos. O mesmo poder, o mesmo nível de poder, de consciência.
de poder, de consciência, de criação. Você falou em guerra espiritual, né? Sim. Essa guerra espiritual, você acredita que existe no mundo espiritual, esse mundo é material, além da que existe o mundo espiritual, onde existe uma batalha. Não vamos falar se é bem ou mal, mas existem nossos corpos espirituais. Como funciona esse mundo espiritual na tua visão? A gente está falando de quarta, quinta dimensão, né? A Bíblia fala em terceiro céu, segundo céu, outros falam em outras dimensões, mas seria um...
Alguma coisa que coexiste com esse, certo? Sim. É o momento onde o espiritual cria essa força de manifestação. Exemplo, Vilela. Eu quero cocriar uma realidade para mim. Essa realidade de cocriação não é permitida nessa terceira dimensão, que é uma matriz falha. Eu tenho que fazer ela ser produzida, para a gente chegar lá na guerra. Ela tem que ser produzida,
Nessa dimensão superior, onde a criação é livre. Seria essa dimensão superior mais real que a nossa? Sim. Aqui é um espelhamento. Eu ia falar isso, um espelhamento dela. Aqui é uma matriz de espelhamento. Então, o que você cocria, você joga para essa dimensão superior e ela traz. Como que a guerra espiritual funciona? Eu tenho que bater do outro lado, na parte de heveísta, porque é isso que eu já vi.
Joveísta. De Javé. Porque é isso que eu acredito. Vamos falar a parte nem tanto de Cristo, mas desse Deus de consciência que é o comando de tudo. Um Deus monoteísta. Exatamente. O único Deus. Essa visão dos sete céus é de quem, Dani? Você sabe? É da igreja mesmo? Acho que é, né? Olha, exemplo. Vamos lá. Até a quarta dimensão. A Sofia fica... Aqui vocês estão mostrando de uma parte... Quem que é a Sofia, antes de tudo? A Sofia é o poder de...
consciência do todo. E ela vem como uma forma feminina. É o útero. É aquela que cria. É a grande sabedoria. Então, no luciferianismo, seria uma deusa. É uma deusa. Porque tudo vem a partir de uma mulher. De Sofia. E a gente vai falar sobre isso porque que na criação do homem e da mulher, a mulher é tão submissa. Isso tem uma conotação com Sofia. Sofia o que que você falou? Sofia. É o íons. Íons.
E-O-N-S. São consciências. Então, exemplo. Sexto céu para cima vem essa consciência de Sofia. Então ali, dentro do javeísmo, o sétimo céu não está ele. Está ali no quarto céu. No quarto e no quinto. Porque foi abaixo dela que foi criado. Entendi. Então nessa camada ali do terceiro, do quarto e do quinto céu é onde que acontecem essas batalhas
espirituais, que são de daimons, sim, que são de anjos, sim. Para não... Não são demônios, ou são? São. Para não se adentrar... Demônios, mas não com a tua agressividade ou configuração que já Vênus traz de destruição. Seria esses daimons. Então, quando Lúcifer vem para a Terra, realmente ele forja esse exército para vir com eles e cada um...
Lúcifer. Lúcifer é criado junto com Jesus Cristo e toda a criação daquele pantaleão. Certo. E por que ele vem? Por que ele desce? Ele desce porque ele descobriu a criação de Javé. Que são os humanos. Isso. Que são os humanos. Então Javé fez meio escondido homem e mulher. Da Sofia. De Sofia. Porque ele não poderia criar ninguém. Ele não tinha o poder de criar humanos. Tá. Javé. Javé. Existia só uma imortalidade.
Não existia mortais. Javé foi criado por Sofia. Sofia está acima de Deus? É, porque no dela, Sofia é a deusa. Sofia é a deusa, é a criatura, é a consciência. Você pode entender que tudo, tudo, nasce de um útero, uma semente precisa ser germinada. Então, tudo vem de uma mulher. Não existe nada que não venha dela. Então, Lúcifer é criado junto com toda essa criação, anjos, arcanjos, de imortais.
Javé era proibido de criar algo mortal. Então ele foi contra o preceito, contra o mandamento de Sofia. Foi escondido. E aí quando o Lúcifer descobre isso, o que ele vem fazer aqui na Terra? Ele vem cuidar da Terra. Cuidar? Ou destruir? Não. Destruir, não. Não, instruir. Ah, instruir, sim. Cuidar, trazer sabedoria, trazer consciência para você saber o que você é e aonde você pode alcançar. Não para você ser mais um prisioneiro.
Mas nessa descoberta, ele trava um embate com Javé. Depois de sim. Porque ele fala assim, descobri. E aí tem aquela coisa que tem na Bíblia, de um terço do céu vem com ele, vem uma galera. Então, os daimons vêm, mas não de uma forma de banição. Eles não são expulsos. Não. Dentro da visão luciferiana, não. São designados. Eles são designados. Mamon, exemplo. Que pra Javé vem trazer a escassez.
que é aquele demônio que vem te tirar as riquezas. Pelo contrário, ele vem como tesoureiro dessa terra. Ele vem cuidar da abundância, ele vem cuidar dos tesouros. Tanto que quem faz, só um parênteses, quem faz trabalho com mamão faz para ganhar dinheiro, né? Sim, paimão, mamão. Buni. Buni é o daimo do negócio, é como se ele fosse o grande executivo, ele vai alinhar os negócios. Enfim, cada um veio tomar conta de uma área,
Um departamento aqui na Terra. E Javé, ele não satisfeito com isso, porque é isso, Lúcifer. Ele falou, não, eu não posso mais deixar isso acontecer. Eu tenho que ir até a Sofia e falar qual foi a programação. O que é isso? Mamon? Mamon. Uma versão. Que não tem nada a ver, tá? Isso é uma forma de... Figurativa, ilustrativa. Mamon não é assim. Mamon é um lorde, é um homem muito bem vestido.
Onde sim, das mãos dele, quando ele se apresenta na corte, nascem moedas, nascem pepitas de ouro, mas não. É engraçado você falar isso, Ana Lu, porque as imagens que a gente procura de mamon, desses daimons, são demonizadas. Isso, elas são todas demonizadas. Então, por exemplo, você vê um diabinho vermelhinho, um diabão gordo com chifrinho. Por quê? Porque ele está em cima de uma riqueza, analisando a semiótica da imagem. Gordo, como se tivesse comido, guloso.
Ele é um Lorde na sua crença. Quando a gente vai à corte, quando a gente tem uma ritualística, eles se manifestam para a gente. Não tem nada a ver com isso. Assim também como a nossa afrodescendência dos padres que foram até a África, tentar colonizar a África, quando chegaram lá e viram aqueles orixás, aqueles negros, aquelas negras lindas, maravilhosas, e falam, não, isso não tem nada a ver com o que estão falando. Mas a gente tem que trazer uma figuração,
de demônios, de algo ruim, de algo maldoso. Não pode ser dessa maneira. Então eles trazem pra Roma... Referiu uma nova roupagem de Mamon? Esse é Paimon. Ah, esse é Paimon. Paimon aparece no filme Hereditário. É senhor Hereditário? Não. É. Hereditário é um filme muito bom, filme de terror, mas ele mostra como que... Tem uma representação lá? Então tem, tem a representação.
É que se eu falar, eu vou falar um spoiler. Pode falar, pode falar. É um filme antigo já. É 2018, né? Uma das personagens que é a menina, ela perde a cabeça no filme, né? Num acidente. Num acidente. E aí, depois de toda a busca pelo escolhido, porque o que eles dizem? Isso tem muito no meio cristão, né? Minha mãe e minha avó falavam isso pra mim. Quando Jesus escolhe, não adianta fugir. E aí, uma hora ele vai te pegar.
Ele vai te levar no sentido assim, a sua missão com Jesus vai ser feita. Em Hereditário tem a mesma coisa, só que com Paimon, que eles dizem o seguinte, quando Paimon escolhe, e ele precisa de um, eles falam hospedeiro, nem sei se é essa palavra, ele precisa de um hospedeiro, então ele precisa de um hospedeiro homem, um hospedeiro macho, um hospedeiro macho assim, homem, masculino, saudável, para ele conseguir vir até essa terra,
Amorada aqui na Terra. E aí a menina perde a cabeça e a imagem dele depois é feita com a cabeça da menina. Só que aí é um filme de terror, né? Eles usam essa coisa aí. Só que a imagem dele realmente é uma imagem também de prosperidade, não é? É uma imagem também de dinheiro e de poder, né? E aí eles vão fazendo todo esse resgate. Então Paimon também é utilizado nessa egrégora do poder. É que como é um filme de terror, é muito bom o hereditário.
que me deu medo, mas como é um filme de terror, eles usam alguns arquétipos para dar medo, com a imagem de Paimon. O Hollywood traz essa demonização, até mesmo você falando sobre isso, eu acho que é bem interessante, porque a gente vê algumas egrégoras, algumas pessoas que não têm um fundamento de estudo, e que começam a criar os seus próprios arquétipos, as suas próprias egrégoras, e falam até que recebem esses daimos, esse daimon é como se você estivesse recebendo um raio.
Recebe de incorporar, você fala? Você não tem manifestação de daimo. Não dá para incorporar. Não, não dá. Você sente a energia daquele daimo, mas não a incorporação. O lugar muda a estrutura, muda o ambiente, o ar fica pesado. Enfim, cada um tem as suas projeções, mas você incorporar um daimo é como se tivesse um raio caído em cima de você. Ou seja, você morre. Morre. Então, Hollywood traz essa situação também,
de uma
pessoa que pode receber tal. Isso não existe. Então quem faz isso, tá errado. Você tá incorporando qualquer coisa, menos um daimo. Então esses daimons, eles ficam naquela, eu gostei muito daquela ilustração dos sete céus, porque então eles estão entre o trono de Deus, que é o sétimo céu. O quarto, não, o nosso. Coloca de novo. E o nosso, o nosso que tá ali embaixo até o quarto, quinto, né? Então, por exemplo, até o terceiro céu, é... Primeiro e segundo é onde
a gente pode ter esse alcance, são as manifestações. Mas a conclusão dessa manifestação está no terceiro e no quarto céu. Mas aí o quarto, o quinto e o sexto são onde eles habitam para tentar tomar o trono, que é o sétimo, e também para tentar dominar o primeiro e o segundo, que é onde nós estamos. Exatamente, para não deixar as coisas descerem até você, se materializarem. Então a batalha espiritual acontece nesse meio ali,
e sexto, são quatro céus. Sexto não. Terceiro. O sexto já não. Não, terceiro, quarto e quinto. Terceiro, quarto e quinto. E esses daimons estão com o Lúcifer ali. Sim. E na configuração, eu só tô perguntando assim, bem didático pra eu entender na minha cabeça. Você lembra que no teu programa você falou, onde fica os reinos? Os reinos. Ele mora em algum lugar? É ali. É ali. Então eles estão lutando pra quê? Essa luta entre lá o sexto e o sétimo, pra dominar a terra e pra eles poderem, na sua configuração, eles não são ruins, eles são,
almas muito poderosas que eles estão querendo, falando pra Javé, ó, a gente quer dominar lá embaixo, porque a gente precisa mostrar que a gente pode dar poder, a gente pode dar abundância. É exatamente isso. Exatamente isso. Eles não são, tipo, maus. Nem pensar. E nós queremos a Terra para construir. Mas no meio dessa toda situação dimensional, existe também a criação de criaturas planetárias, né? Que são os centurianos, o arcturianos, os dragonianos. Que são os extraterrestres.
Estão ali no meio. E que os dragonianos, reptilianos, fizeram o quê? Uma aliança com Javé. Ah, então a aliança foi feita com... Foi. É algo muito amplo, que parece um papo meio cabeça de louco, mas que são... Se você sentar e se você criar essa estrutura dimensional, se realmente você quer abrir a tua consciência, não só pra esse mundinho que você acha que tá aqui, você consegue alcançar essa dimensão.
né, Ana Lu? Porque se você estudar mais a fundo até o cristianismo, tem as hierarquias também. Angelicai, demonia... Sim, anjos, arcanjos, querubins e serafins. Tudo existe uma hierarquia. Não pode... Tem muitas situações que não pode fugir desse controle dimensional, que é uma regra, né? É uma regra da construção, é uma regra de estrutura. Entendi. Então é só pra contextualizar, esses daimons, que são demônios, estão ali querendo lutar pela terra.
para que eles possam mostrar suas benevolências. Está ao nosso favor. E não querendo nos exterminar. E é o Lúcifer que está na frente. Lúcifer, sim. Ele que está na frente para poder trazer esse conhecimento, essa estrutura. Muitas pessoas falam que Lúcifer, eu vou me alinhar com Lúcifer para eu ter o poder. Dinheiro, poder. Isso acontece também. Acontece? Claro. Mas acontece de uma forma gradativa. Tem muitas pessoas que me procuram, Vilela, para poder fazer pacto para enriquecer.
Pacto tipo que a gente vê em filme? Com sacrifício, sangue, alguma coisa? Sim, tem a sacralização de animais, sim. Porque já havia antes disso tudo. E por que o sangue é tão importante? Porque ele traz vida, transmutação. É como se fosse uma assinatura vital de você com o espiritual. É uma moeda no mundo espiritual? Sim, por que não dizer? De uma forma mais sutil. Sim, uma moeda de troca. Como na Bíblia falava do sacrifício também. É, porque antes a gente pegar a Bíblia,
vê que Javé, ele sempre fez sacrifício, tanto de animais, né, através dos seus filhos, dos sacerdotes, e depois ele fez o maior sacrifício que foi o teu próprio filho que derramou. Então, quando você olha assim, nossa, mas como que uma pessoa pode sacrificar um ser humano num ritual? Ué, ele não sacrificou? Sacrificou, mas na Bíblia, pra depois não precisar mais sacrifício. Ele foi o sacrifício final.
Não tem essa diferença de não sacrificar e sacrificar. Houve um ato. Então, mas entendeu? Segundo a Bíblia, é para não haver mais sacrifícios depois. Era o sacrifício final. Jesus veio para limpar muita coisa. Ele veio para limpar de falar assim, olha, o incesto aconteceu e agora não pode acontecer mais. Porque quando Ló perde toda a tua família,
Quando a sua esposa vira a estátua de sal. Não olhe para trás. Ela olhou e virou a estátua de sal. Exatamente. Virou a estátua de sal. E aí ficou só ele e as suas filhas. Ali ele cometeu... Que não é incesto. É... Fugiu agora. Acho que é incesto, sim. Ele bebe. É incesto, né? Ele fica bêbado e toma as filhas. Isso aí. E ali nasce uma descendência. E aí você vai Adão e Eva. Claro, eles não eram irmãos. Não tem nada a ver com irmãos. Eram seres distintos.
que tiveram relações, tiveram filhos e também os próprios irmãos cometeram. Então Jesus veio para limpar muita situação. Exemplo, entra nessa cidade, mate todos. Mate homens, mulheres, crianças, grávidas, animais. Idosos. Idosos, destinados. Então eu acredito que Jesus veio para poder limpar isso tudo de uma forma que ele também não queria. Não queria? Eu creio que não.
que obedecer, ele era o filho obediente. Jesus veio, porque nessa configuração, nessa narrativa sua do luciferianismo, então, Javé ferrita com o Lúcifer, manda ele com um terço dos anjos, que são esses daimons, eles não são maus, mas eles vão cuidar da terra, sim, dos humanos, porque eles viram. Essa coisa de não ser mau e não ser bom, depende muito de onde você vai atingir,
O conceito que você está falando. Não, eu falo mal porque... É ruim fazer isso, mas a gente está sempre partindo da premissa cristã, porque é a mais popular e conhecida. Quando eu falo mal na cristã, o Lúcifer faz o inferno. Que quer acabar com a tua vida, que quer destruir, que quer te trazer o caos contínuo. Então não é isso. E aí Jesus, você me disse agora que ele não queria vir, mas Javé manda ele vir para a Terra. Você tem que vir para poder limpar tudo aquilo que eu fiz.
Eu. O que Deus fez, né? Olha, eu sacrifiquei. Eu mandei matar em meu nome. Cometi incesto. Então você agora vai descer pra poder limpar tudo que eu fiz. Eu vou te sacrificar. Vai ter um sacrifício humano. Eu vou verter sangue. O teu sangue vai ser aquele que vai limpar. O teu sangue vai ser aquele que vai regenerar. E como ela falou, não vai ter mais nenhum sacrifício depois de ti. Então ele criou uma falsa moralidade dele ser esse Deus regenerador através do seu filho.
E Jesus teve o quê? Que obedeceu. E veio. E veio, claro que sim. Mas pra pessoas que estão assistindo e que podem estar com raiva, não tô aqui nem um pouco querendo te trazer esse sentimento. O meu papel é pra poder trazer consciência. E a sua consciência, ela tá muito mais além de Jesus, de Javé. Ela tá no universo. Hã? No demo, não. Ela tá no universo. Ah, foi o demo.
Eu também entendi o Demo. Eu ia falar, podemos fazer a diferenciação entre Satã, Lúcifer, Diabo e qual outro termo que tem? Demônio. Capeta, capirudo. Qual a diferenciação desses termos? Eu acho que de Lúcifer, pelo que... Satã é um arquétipo de Lúcifer. Satã é um arquétipo de Lúcifer. O que é um arquétipo? É uma força. É uma criação de força.
Só para entender também, desculpa, Ana Lu. Então, Lúcifer, ele existe como uma entidade, mas aí... Com o ser. Com o ser. O satã, ele entra na entidade de Lúcifer. Ele é satanás porque ele se rebelou contra Javé, é isso. O arquétipo de satã, ele vem como desvendador. Então, ele vai chegar para você e falar assim, Daniel, olha o que você é. Ele é parte de Lúcifer. Ele faz parte de Lúcifer. Olha o que você é. Uma persona de Lúcifer. Presta atenção no que a
dentro de você que precisa mudar. Você tem sombras dentro de você, você tem traumas dentro de você. Ninguém vai te curar a não ser você mesmo. Se transforma, se transmuta. Então ele vai te trazer esse confronto com você mesmo. Esse é um arquétipo de Satã. Foi quando ele chegou pra Lilith e falou assim, Lilith, por que você tem que ficar só embaixo da autoridade de Adão? Por que isso? Você é igual a ele. Mas por que Javé mandou ele? Não. Não, você é igual. Então Lilith sai,
e renasce com a ajuda de Lúcifer através de Sofia na Lua e vira uma deusa. Entende? É que também, para os cristãos, ela é um demônio. Ela é um demônio. É, um demônio. Porque ela tem relações com demônios, é uma outra história. Ela vai para o deserto. Quem? Lilith. Lilith, a primeira mulher. Falam que Lilith é a primeira esposa de Adão. Ela veio antes de Eva. Ela não é mencionada nas Bíblias cristãs. Canônicas. Canônicas.
não é mencionada, nem nas católicas, nem nas evangélicas. Mas ela se rebela porque ela não queria, né? Acho que tem uma questão também sexual ali. Ela não queria ficar por baixo na hora da relação sexual. Tudo aconteceu na hora da relação sexual. Foi quando veio essa força de Satã falando, ei, por que você tem que ficar sempre assim? Porque era o ato de domínio. E ela quis ficar por cima de Adão e falou, não, você tem que ficar por baixo de mim. Vai ficar em cima de mim?
traz o que? O empoderamento. O empoderamento feminino, a força, igualdade, a consciência que a mulher é igual ao homem. A gente está falando de feminismo, tá? Nós estamos falando do que a mulher representa. E que, pela força da criação, ela foi colocada somente como um ato de submissão. Então é Satanás, Lúcifer, né? Mas esse arquétipo de Satanás fica ali no ouvido dela. Sim, aí o que Lúcifer é? Ele é a estrela que brilha em
é a primeira estrela. A estrela do conhecimento. É a estrela da Lilith. Eu sou filha de Lilith. Uma representação da filha. Ah, você é filha de Lilith. Isso. E foi incrível. Eu tive uma ritualística semana passada. Mas só não esquece a linha que você estava fazendo. O fogo dela foi maravilhoso. Então, Lúcifer, ele é o conhecimento. Ele é o resgate. Ele é essa luz que vai transmutar na sua própria sombra.
Todos nós somos feitos de sombra e luz. Então ele é essa luz do conhecimento que vai desvendar o que você é. O objetivo dele é esse. Daniel, Filela, eu vou te mostrar quem vocês são. Tirado um lugar de conforto. Muitas das vezes sim. Quase sempre sim. Porque nós estamos acostumados a esse mecanismo do outro fazer por mim. Não, é porque eu quero que o outro faça por mim.
Deus que vai fazer por mim. Não, você vai fazer por você porque você tem o poder de agir para que esse espiritual e para que essa dimensão que vocês viram aqui venham criar dentro da tua consciência uma realidade. E até o próprio questionamento de Deus, Lúcifer, ele te instiga a fazer isso. Porque eu, pelo menos, quando era católico, eu sempre falava isso. Não questiona Deus. Deus é. De onde veio Deus? Quem criou Deus? Deus é. Ele é. É o verbo.
Ele é o verbo. Ninguém o criou. Ele se autocriou. E quando eu questionava isso, levava a tapa na boca da minha avó. Não fica perguntando essas coisas. Lúcifer já é esse cara que vem e fala, não tem que questionar. Sim. Você tem que questionar, porque fora daqui não existe somente ele. Existem outras energias, outras sabedorias e outras consciências. É como se eu falasse pra você, não, dá licença. Essa jujuba, ela é feita de sal.
Não, essa jujuba é feita de açúcar. Por que ela é feita de açúcar se ela tem a mesma cor e tonalidade de um sal? Está entendendo? Pode parecer igual, mas não é. Ela é doce e salgada. Mas olhando assim, não parece um sal e um açúcar? Parece um sal. Dá para colocar sal aí e passar por isso. Ela está cristalizando igual. Então, a Lucifer vem trazer esse questionamento. Não, você vai ter que questionar por que isso aqui é assim. Por que ele falou que só ele que é o grande,
o único, o verbo, a voz. Você já experimentou? Não, nunca me experimentei. Então como que você vai saber como é? Confesso que passou na minha vida esse questionamento um tempo e eu fui para o mundo. Eu fui questionar. Mas uma das coisas que mais me proibiam, só para dar um exemplo, me proibiam não, que acho que os cristãos não fazem, é a consulta aos mortos. Então conversar com os mortos, a necromancia. E eu sempre tive
muito fogo pra chamar meu avô que morreu. Sabe aquela coisa? Pra conversar. Então, e fui fazer algumas coisas, fui fazer rituais e tudo pra ver se dava certo. Então, quer dizer, essa força de Lúcifer é o próprio Satã que fica no ouvido da gente. Então, a questão cristã, ela vem e fala que não é boa. Mas você tá falando que é bom. É uma voz boa. Eu estou te dando certeza. Que é uma voz favorável. Claro que a gente tem, dentro da nossa psiquiatra,
cadeias, né? Que ela pode... Eu falo que o mundo espiritual é uma linha muito tenue entre a loucura e a lucidez. Eu posso, como eu sou um ser co-criador, eu posso co-criar que aquilo também pode ser a minha realidade. E aí que vem os arquétipos, né? De pessoas liderando grandes seitas com massa de suicídios coletivos, estupros coletivos, usando psicotrópico, pode te levar pra uma
outra dimensão, para uma outra consciência. Então, você tem esse acesso, tem que tomar muito cuidado. Quando você fala, ó, eu estou escutando uma voz que está mandando eu fazer tal coisa. Isso também é perigoso, porque você pode entrar nessa loucura. Mas você escutar essa voz para você se autoconhecer e buscar sempre com o apoio de pessoas sérias, não com pessoas que entraram nessa loucura,
essas seitas e vão te levar também a isso. Bom, tem muitas pessoas que acham que isso que eu falo é uma loucura. Que isso que eu vivo é uma loucura. Que os rituais que a gente apresenta ou que a gente faz dentro da nossa egrégora também é uma loucura. Como também, assim, uma manifestação de Exu é algo demoníaco. Mas vigia, analisa, pergunte se você está trazendo algum dano para o teu
próprio corpo ou para o outro. Se isso acontecer, realmente esse lugar não é um lugar lícito para você estar. E esse questionamento para você veio em que momento, Ana Lu? Você nunca chegou a ser cristã? Ou em alguma igreja católica, evangélica? Sim, até meus 12 anos. Ah, já foi, até os 12. E qual foi o momento que teve esse sopro de Satã, igual foi com o sopro de Lilith? Então, o meu pai espírita,
onde recebia caboclos, baianos, preto velhos e minha mãe cristã. Então, meu pai, no final de semana, ia para o sítio da minha tia e a gente tinha essa convivência com o espiritual, de uma forma de desencarnados, necromancia, porque isso é um culto necromântico. E minha mãe, durante a semana, nos levava para uma igreja evangélica. Mas eu não me adaptei a nenhum e nem outro, porque eu queria mais.
anos eu já conversava com os desencarnados. Eles apareciam. Os espíritos apareciam pra mim. Claro, minha mãe me levava pra igreja. Tira o demônio de cima dela. O demônio que tá falando com ela. Meu pai já me levava pra lá, não. A preta velha. A entidade. Sabe? Foi uma briga espiritual. Era uma configuração de cada religião, né? Então, você é evangélica ou você é espírita? Não, não quero ser nem evangélica nem espírita. Eu quero ser algo a mais.
Eu não me adaptava a nenhum e nem o outro. E aos 12 anos, quando eu estava na escola, e aí eu já estava fazendo projeção astral sozinha, eu andava na minha casa, eu ia no quarto dos meus pais, eu saía, eu me via no meu corpo, eu via minha irmã. Isso em espírito. Isso em espírito, me via deitada. Eu falava, que loucura é essa? As pessoas que iam morrer, tinha um primo meu que vinha me avisar que as pessoas iam morrer. Então já tinha essa coisa assim, sem eu procurar muito, estudar muito, né? Comprei um livrinho de São Cipriano,
escondido da minha mãe. Bem básico. Muito básico. Básico, né? E aí, aos 12 anos, na escola, a Ordem da Lua Vermelha já tinha no Rio de Janeiro. E uma dessas sacerdotisas era a mãe dessa minha amiguinha. E ela passa e ela fala, o espírito guia dela fala, ela é uma escolhida. Eu quero que leve ela para a Ordem. Para a Ordem. E aí, ela falou assim, tudo bem, tudo bem, Ana Lu. Sua mãe deixa você na igreja? Ela falou, ah, tia, eu acho que deixa.
Ah, então eu vou ligar pra ela e vou pedir pra você na igreja amanhã comigo. Você quer ir? Eu falei, pô, não quero pra igreja, né? Não quero pra igreja nem com a minha mãe. Mas ainda mais com você. E quando eu cheguei lá, era algo que a gente faz no nosso coven hoje, que era ensinamento. Pessoas muito importantes, né? Um cenário muito importante. Pessoas elegantes. Uma narrativa que eu fiquei bem extasiada de escutar. E aí, no final de tudo,
sacerdotisas, que era a sacerdotisa maior daquela ordem, me puxou e falou assim, você sabe quem você é? Eu falei, não. Em qual sentido? Você tem poder? Eu falei, ah, não sei. Eu faço umas coisas assim. Eu faço mesmo com tesoura. Eu só saio do corpo de vez em quando. Tem o livro de São Cipriano. Ela falou assim, pois é. Você tem um chamado muito grande. Se você quiser, eu vou te ensinar a você se tornar uma pessoa muito grande na arte da magia. Eu falei, ah, eu topo. São 12 anos isso.
E ali eu fui, minha mãe, claro, achando que era uma igreja evangélica. Eu ia uma, duas vezes por semana. Engraçado que ela nunca pediu para ir à igreja. Nunca. E ali eu fui me desenvolvendo, me desenvolvendo na arte da magia, me desenvolvendo em consciência, desenvolvendo em ritualística. E chegou um certo momento que falou, olha, Ana Lu, você vai ser preparada para ser a noiva de Lúcifer. Eu falei, noiva de Lúcifer? Mas como que é isso? A gente vai te preparar,
para você na parte educacional, na parte teórica. Você vai passar por vários rituais que não são fáceis, são rituais pesados, para que você possa ter essa magia em você. Você quer, claro, noiva do maioral, quem não quer, né? Mas até esse momento... Porque, assim, você tinha 12 anos. 12 anos é uma criança, né? É pré-adolescente. As meninas têm uma coisa que amadurecem um pouco mais cedo. O homem com 12 anos é meio bobalhão. Agora, a menina já está mais atenta.
Você sabia do que que era? Te falaram quem que era Lúcifer? Você não tinha medo? Sim, até ali eu já tinha consciência de quem era Lúcifer. De tudo isso que eu tô te falando aqui, que a gente conversou. Já tinha toda essa consciência. Não passava na tua cabeça que Lúcifer era o diabo ruim. Não, eu nunca achei isso, na verdade. Nunca achou, tá. Quando você fala assim, tinha 12 anos. Sim, eu tinha 12 anos, só que eu tenho uma alma antiga. Eu já tenho uma alma de bruxaria, de alta bruxaria, né?
essa consciência. Inclusive, o presente que eu trouxe pro Vilela tem muita coisa. Hum, esqueci. Quer agora? Quer? Então, vamos lá. O que é o presente que você trouxe? Então, tem muito dessa consciência minha antiga. Desde pequena, eu sempre tive duas paixões. Facas. Eu colecionava qualquer tipo de faca. Quatro anos, meu presente era uma faquinha. Faquinha de plástico. Não, faquinha mesmo. Quatro anos te dava uma faca de verdade?
era meio louco, né? Nossa! Mas nunca que eu ia dar problema. Tem uma passagem na Bíblia, assim, não dê um escorpião, pai, ainda dava um escorpião. Meu pai sempre me forjou assim, ó, você tem esses problemas, você resolve na rua. Você não se machucava? Não, eu colecionava. Você sabia do perigo? Eu tinha meu lugarzinho pra colocar dentro da minha escrivania, do meu armário. Eu achei que era uma faquinha de bolo puma. É, que é a mesma coisa que eu pensei.
Não, eram faquinhas. E essas facas, depois, eu descobri que é devido à minha pombagira, que adona sete facadas.
Ela lida com facas. Então já estava trabalhando com você. Essa era uma paixão. E a outra? Carrinhos, carros. Eu sendo uma menina... Até hoje? Até hoje. É mesmo? Então eu sendo menina, eu sempre gostei de carros. Carros antigos. E aí eu fui, né, numa desses dobramentos, perguntar por que eu gostava tanto de coisas antigas e principalmente carros. E uma dessas minhas mentores espirituais falou, porque esse carro é o carro de passagem
tua vida. O carro simboliza a passagem. O carro simboliza a tua alma antiga. Então, eu trouxe um dos meus carrinhos. Esse aí é bem antigo. Eu devo ter ele mais ou menos quase 30 anos. Eu vou fazer 50. Eu tive igualzinho esse. Sério? Perdi aquele. É esse daí. Brincadeira. Barola em casa. Então, ele significa isso. As minhas vidas, as minhas passagens, o carro que me movimenta e que vai me movimentar por todo esse percurso. Então, é o significado.
Eu trouxe pra você. É um carrinho, é como se fosse a... A minha carruagem de vida. Dessa vida. De todas. Entendi. Porque eu fui muito nova nas outras vidas também. Você acredita em outra vida? Não sei. Acredita, Vilano, em outras vidas ou não? Não. Não sei. É o que faz uma confusão na cabeça. É, pra mim explica. Pra mim explica. Pra mim explica muita coisa, porque o câncer que eu tive na retrolaringe foi exatamente da minha última partida, que foi enforcada.
que você soube da sua última partida? Eu fiz uma regressão espiritual. Ah, você fez regressão? Sim. Tenho vontade, mas tenho medo. Sim. Então, eu tive... Essa é a minha terceira. Na minha primeira, eu fui bruxa. Na minha segunda, eu fui bruxa também. Que aí tem a história com o Alan, né? E nessa aqui também. Na segunda, você conheceu o seu boy? O Alan? Na segunda, a gente teve um amor, assim, bem legal. E veio pra terceira? Nossa, foi um caos conhecer ele. Demorou, tá? Demorou 40 e poucos anos.
pra me conhecer. Na terceira vida. Nessa agora. É. Quase que a gente não consegue plasmar, mas eu fui insistente. Falei, não. Demorou quanto tempo? 15 dias pra eu me casar. Não, não. Mas peraí, demorou quanto tempo pra você conhecer? Quanto tempo? 15 dias. Eu não quis. Não, demorou quanto tempo pra você conhecer? Demorou 44 anos. Então eu tenho chance ainda. Tô com 40? Claro que tem. Sempre tem, cara. Olha o céu. Tá vindo aí. A gente vai tentando, tentando.
Não, não é esse. Vai embora. Não é esse. Vai embora. Não, porque eu sou do escolher esperar. Então eu tô esperando. É, ele tem a marca, né?
Ele tem a marca da morte dele. É? O Alan, inclusive, que tá aqui no estúdio também, mas tá fora das câmeras. Ele tem essa força. Então, só pra voltar pra linha lá, pra gente chegar, você com 12 anos foi levada a essa igreja que ela não fala. Você me contando essa história, eu lembro muito da narrativa também do Daniel Mastral, que ele contava a mesma coisa, que ele tinha essa vontade, que ele chega e escreveu uma carta lá pra fora, pra um grupo de satanistas,
externos, que alguém interpela ele numa biblioteca. Então com você foi uma mesma coisa. Uma mãe de uma amiga sua ouviu a guia falar que você é uma escolhida, você é levada pra igreja, tua mãe não questiona qual igreja é essa. Que não era uma igreja, né? Era um coven. Era um coven. A mãe dela deve estar pensando assim, ela tá lá com os jovens do grupo de jovens da igreja, tá cantando no coral. E não, já era uma iniciação no luciferianismo. Já era uma iniciação
Luciferianismo, que eu fiquei até os meus 17 anos. Que quando realmente eu estava preparada, passei por todos os graus, todas as pactuações, eu já era uma sacerdotisa com 17 anos e falou, não, agora, eu sento aqui na mesa e a gente vai falar o que ia ser uma noiva de Lucifer realmente. Primeiro, você não pode se casar com ninguém. Não quero, obrigado, tchau. Foi isso? Nossa, falei brincando. Você não quis no primeiro momento. Não, não quero.
estar programado pra você ser isso. Porque eu ia vir na área da política. Ia ser uma política do Brasil. Ia ser lançada nessa área. Daqui a pouco a gente fala como que é esses lançamentos, essas inserções, né? Do luciferianismo. Então já tava tudo certo pra ser uma política. Uma política. Você pode ter filhos dentro do coven, que são filhos legítimos. Porque você pode ser uma filha legítima. Quer dizer, o marido e uma mulher que são luciferianos. Claro, vai engravidar, são filhos legítimos. Então aqueles filhos legítimos,
eles podem dar aquela filha para o luciferianismo. E o que são noivas de Lúcifer? Nada mais é, não tem nada a ver de você possuir o mundo, de você agir na parte da economia, na parte da política do mundo, do país onde você está. Para inserir o luciferianismo ali. Para inserir essa consciência do luciferianismo. Ah, não, eu sou luciferiano, então vou começar a fazer o caos dentro da política e da economia. Não, é para trazer esse tipo de consciência,
que nós estamos vivendo. Entendi. Porque tudo, sim, muito bem colocado o que o Guilherme falou, é uma batalha espiritual que nós estamos vivendo. E você não aceitou, então? Eu não aceitei. Ele falou, não tem como você não aceitar. A gente está se preparando aqui. Até agora o trabalho que a gente fez, você vai ser. Não tem como. E eu saí mesmo na rebelião, na rebeldia. Porque, sei lá, na minha cabeça, eu queria ter uma família. Entendi.
desobedientes, mas dentro das minhas práticas ali, eu sempre também me cobri muito, eu era meio desobediente comigo mesmo, de falar não, porque tinham ritualísticas que você ficava numa sala trancada e outra sala e você tinha que ir no máximo da tua psique, da tua telepatia pra você mover isso aqui pra cá
era o que? Era uma espécie de ritual que você tinha que passar? Sim, exercícios mentais. Porque nós temos o poder de botar essa jujuba e ela aparecer ali. Nós temos. Mas tem que treinar. Sim, é um treinamento. Isso não é dom. É treinamento. Tem que treinar e tem que ser merecedor. Alguma entidade vai te dar esse poder? Sim, porque você vai se aliar com teu espírito guia. Teu espírito guia, como é espírito, dentro do teu corpo etéreo,
que vai fazer com que essa jujuba ou com que qualquer coisa venha a se movimentar. Isso a gente tá falando de uma forma básica. Mas tem coisas muito maiores que você pode usar esse poder. E é pra isso. Como eu interferir na tua mente, pra você falar o que eu quero. Vamos desligar tudo aqui. Você me ensina? No batidor, eu quero saber. Jura que tem isso? E aí você começou... Você negando o que eles fizeram? Tiraram você? Falaram, não, você não vai ser noiva de Lúcifer, então...
Não, foi bem assim. Passei por bastante coisa, né? Porque até logo em seguida, eu engravidei. Eu tinha um namoradinho. Engravidou. Engravidei. E aí nessa situação que nasceu o meu primeiro filho, que é o Luiz Matheus. Tá com quantos anos agora? 33. Que foi a minha ruína. Porque eu desrespeitei literalmente o que eu estava sendo preparada para ser. Eu quebrei. Eu rompi.
O fato de engravidar e ter um filho. Exatamente. Então eu passei por muitas necessidades financeiras, todas as oportunidades que eu tinha, todas se fecharam, até eu novamente criar essa consciência e falar, não, eu tenho um chamado, eu fui escolhida para tal, eu tenho que voltar lá e pedir ajuda e falar, olha, eu estou errada, mas agora eu já estou com três filhos, porque isso já se passaram nove anos,
Um momento que eu... Lápis de tempo de nove anos. Que eu fiquei fora do luciferianismo. Mas assim, nada me aconteceu na minha matéria. Mas no espiritual... Foi degringolando tudo. É? O que aconteceu, por exemplo? Você pode falar? Então, escassez. Muita escassez financeira. De dinheiro e tudo. Muita, muita. Mas só uma perguntinha. Quando você está lá, eles estão te ajudando com dinheiro, com tudo ou não? Sim. Ah, eles têm essa...
É uma estrutura. Essa mantenedora aí. Hoje o meu templo, ele é estruturado pela ordem.
Pela ordem. Então se acontece qualquer... Eu tô aqui em São Paulo, acontece qualquer coisa comigo, eu ligo pra ordem, eles mandam qualquer pessoa pra vir me socorrer, seja ele médico, enfim, qualquer pessoa. Então eles sabem que você tá aqui. Sabem. Eles que tem que permitir pra você vir. Eles que tem que me permitir de falar até muitas das coisas que eu tô falando, com certeza, porque a gente tá mexendo com ocultismo. Você lembra que o Daniel era assim também? É oculto. Que ele tinha algumas coisas que ele não podia falar.
veio aqui várias vezes, era meu amigo pessoal, escreveu alguns livros sobre essa ordem satanista. Conhece essa ordem? Existiu mesmo? Como que funcionava? Existem ordens secretas, existem várias ordens. Por exemplo, a minha ordem é a Ordem da Lua Vermelha, que foi fundada em 1869 na Pensilvânia. Na Pensilvânia por um industrial. Esse industrial estava tendo a falência da indústria dele de ferro,
de ferrovias. Sim. E numa noite ele saiu, estava uma lua de sangue. E naquela estrada férrea vinha um homem muito bem vestido, muito elegante. E era só Lúcifer que se apresentou pra ele. Era Lúcifer? Sim. Se apresentou pra ele. E deu toda a estrutura de como ele ia montar uma sociedade. Isso o que que é? Ah, essa aí é o sigilo da Ordem da Lua Vermelha. Ah, tá. Desde 1869. Foi essa revelação.
nesse dia. Sim. Então ele criou uma estrutura que parece que a gente não vai comparar, mas como se fosse uma estrutura maçônica. Mas uma estrutura luciferiana para grandes empresários. E esses empresários entenderam a filosofia de mente, padrão, dimensão, de como agir, de como trazer essa magia que já temos. Nós temos essa magia. Então nós só vamos ativando essa magia em nós. E aí foi criado.
Existem ordens, Guilela, várias ordens. Ordens que vão manipular a política, ordens que vão manipular a economia, ordens que vão manipular a parte filosófica. Até a religião tem também, né? Ordens que vão destruir igrejas, ordens que vão destruir construções de famílias que são hereditárias, de poder. Então não existem. Com certeza essa ordem secreta. Mas ali era outra.
no cristianismo, que existem essas ordens secretas também. Mas o Daniel Mostral era outra ordem, não era essa? Não era a minha ordem, mas eu o conheci em um desses covens que a gente foi fazer. Covens é um... Covens é uma reunião que pode ser de bruxos, de magistas, de luciferianismo. Quem trabalha com ocultismo se encontra num coven. Católico na missa. Mas é o que? Onde acontecem esses covens?
nas suas lojas, nos seus templos, e que a gente fala sobre como que a gente pode ter essa evolução, expandir essa evolução, como que a gente pode trazer pessoas para essa consciência, onde a gente amplia a nossa forma de magia e espiritualidade também. Enfim, é uma reunião de pessoas muito inteligentes, porque o luciferianismo não admite pessoas que não... Não admite pessoas o quê? Que não são cultas.
Então eu tô fora. Então eu tô fora. Então já era o meu sonho. 53 mais 62. Não sei. Eu sou rápido. 88 errou, mas eu fui rápido. Não sei. Não, são pessoas que têm uma... E que querem ampliar. Porque não existe pessoas... Vou usar uma palavra esdrúxula burra. Existem pessoas que não querem ter conhecimento. Querem parar ali, né? Querem parar. Então isso aqui... 1 mais 1 é 2. Não sei quanto vai dar 2 mais 2.
Enfim, é isso aqui que eu acredito e acabou. Não acredito mais em nada. Tá bom. Então você não acredita na ciência, não acredita como que essa ciência trouxe tanta tecnologia para poder curar tantas pessoas, como a mente de uma mulher, ela teve uma inspiração para poder criar uma tecnologia de medicamento para poder fazer um paraplégico, um tetraplégico andar, enfim. Então o luciferianismo são para pessoas que querem expansão e são inteligentes.
Coven, sim, a gente vai falar sobre política, a gente vai falar sobre economia, a gente vai falar sobre outras religiões, porque, enfim, nós somos atacados desde os primórdios. E lá dentro tem essa demanda de se infiltrar dentro desses departamentos. Então, por exemplo, você falou que você estava para ser uma política. Então, provavelmente, a ideia era que você entrasse para se candidatar, sei lá, como uma vereadora,
subisse para ser uma senadora, uma prefeita, uma governadora, uma presidenta, mas... Já pensou? Já pensou uma presidenta satanista? Mas você não pode falar que você é luciferiana. Não, porque a gente não precisa falar. Entendi. Você teria que, por exemplo, criar uma outra religião, falar que você é cristã, evangélica, católica, só para aparecer na mídia. Se eles permitissem. Sim, ou eu não tenho nenhuma religião. Não, mas é porque é meio difícil.
se imaginar que uma política no Brasil ainda não iria falar da própria religião. Mas há casos de pessoas que são enfim, dizem que são cristãs cristãs católicos, cristãs evangélicos budistas maçônicos e são luciferianos ou satanistas. Entendi. São iniciados. São sacerdotes. Mas nos livros do Mastral Yaki também, ele falou que ele saiu porque ia ter sacrifício humano. Nessas ordens
Não tem sacrifício humano? Ou em alguns níveis existe? Acho que eu pertenço, não. Nem em outros níveis que você não conhece. Eu já ouvi falar. Eu já ouvi falar. Mas eu vou falar que essas... Lembra que eu falei que a loucura está ali muito associada em termos da espiritualidade? Então uma pessoa que vai pegar uma criança e fazer um sacrifício humano com uma criança para ter poder, ela não é uma luciferiana. Ela é uma pessoa que está enfadada.
É louca. Então isso, eu creio que o Daniel, tanto que o couvem dele não existe mais. Ah, não tem mais? Foi dissipado. Um couvem de muitas pessoas importantíssimas, que a gente sabe, não precisa citar, de pessoas importantíssimas, mas que foi banido devido a algumas situações que aconteceram. E o Daniel veio com muita coragem, de uma forma cristã, de alertar para que as pessoas não entrassem
satanismo. Mas eu acho que a única falha do Daniel, que eu respeito muito como pessoa, foi trazer situações que ele não viveu. Ele teve conhecimento após. Quando saiu? Quando saiu. Mas não naquele momento em que ele estava vivendo ali. Como grandes tecnologias que iam acontecer. Então isso foi após. Então teve coisas que ele viveu? Sim. Creio que sim. Ritualísticas pesadas que ele viveu? Sim, eu também vivi. Mas eu vivi aquilo pra ter o meu
magista. Não de consciência. O meu poder de magia. Pra ganhar poderes... Pra ganhar poderes mágicos. Não para ter a minha consciência. Isso a gente aprende na teoria. Na forma teórica. Mas o Daniel, ele é uma pessoa que tinha um coração. Em termos de emoção. De ser incrível. Eu tive com ele algumas vezes. Gostava dele. E depois que ele se converteu ao cristianismo, não deixei de gostar.
tá? Pelo contrário, tem muitas pessoas dentro do luciferianismo de verdade que se lamentaram muito com o desencarne dele. Que foi algo... Você acredita que foi realmente? Ele tirou a própria vida? Ou pode ter sido alguma reação de onde ele saiu e as coisas que ele falou? Acredito que sim. Muita gente, né? Cara, é incrível isso. Eu acredito que sim. Todo lugar que as pessoas que eu vou, que as pessoas me param... Eles falam, mas o Daniel Mastral, você viu a morte dele,
Eu falo, gente, olha, o que a polícia deu foi que ele teve a própria vida. Então tem imagem dele com a arma descendo do carro, tem tudo. Isso é policial. A polícia encerrou o caso assim. Mas muita gente fala, não, não, Daniel, não é, não, não. Ele teve aqui uma... Eu sei que isso não quer dizer nada, né? Mas ele teve aqui, eu acho que uma semana, duas semanas antes, gravando pra gente, sim. Ele já tinha alguns lapsos de depressão, né? Devido a tudo que foi acontecendo. Do filho, da mulher.
Do filho, da mulher. E claro que sim. Que quando ele saiu desse local, quando ele saiu desse coven, porque ele sabia muita coisa, ele desafiou uma ordem. Ele poderia ter virado um cristão, ele poderia ter falado de uma forma mais sutil para aquelas pessoas, mas não da maneira que ele falou. Claro que ele sofreu uma grande represária, porque a gente está num exército que cada um vai lutar pelo teu espaço.
criança, não tem mãe, não tem esposa, não tem você. É uma luta. Então, por exemplo, se a Nalu é uma de nós, digamos assim, a partir do momento que ela sai e entrega os nossos segredos, ela não é mais a Nalu que a gente gosta. A gente vai atacar. É tipo assim? Claro que sim. Existe esse respeito. É igual você estar dentro de uma empresa, onde você é um CEO, e você tem a parte do teu financeiro, e o teu financeiro sabe que aquele CEO,
praticou várias coisas ilícitas dentro daquela empresa, uma multinacional. E aquele CEO fala, olha, você não pode entregar o que eu fiz aqui. Ele falou, não, eu vou entregar. E se aquela pessoa não tiver uma índole boa, o que ela vai fazer? Ela vai exterminar ela, porque ela não quer que os segredos do seu império caiam. Então isso acontece. Não somente no luciferianismo, no satanismo, no cristianismo, acontece em todo o que se
forma um império. E você falou que, você falou agora há pouco que o Daniel passou por alguns rituais pesados para chegar onde chegou dentro do satanismo. E você falou que você também passou por alguns rituais ali práticos para chegar onde você chegou. Depois do momento que você volta para o satanismo, para o luciferianismo, depois que você já está com os três filhos, que você falou que teve muita dificuldade financeira, você retorna. E aí como é que é esse retorno? Retorno em todos os meus rituais.
Aí você vai ter que fazer novamente os rituais. É porque, como eu tenho 24 pactuações, 24 níveis de pactuação. Tem 24 pactos. 24. Então, eu tenho que fazer renovação desses pactos. Anualmente. Todo ano, uma vez só. Todo ano. Quer dizer, eu tiro um mês desse calendário, né? E durante 24 dias, eu não faço mais nada. Eu só fico ritualizando. Esses rituais são sacralização.
com o meu sangue, cada um, cada daimon e cada um da corte, que é o seu Lúcifer, Beuzebú e Astaró, pede seus elementos, cada um de uma forma. A trindade luciferiana é Lúcifer, Beuzebú e Astaró. Sim. E aí você passa fazendo esses rituais. Você lembra de algum ritual que você pode falar, ou algum que você nunca falou, que você fez, que você achou mais pesado na época? Eu já te contei alguns, né, que foram bastante
de repercussão. Pode contar sem falar o nome, claro. Não envolve nome, mas envolve uma prática. Ah, uma prática. Eu acho que já conheceram aquele do fosso, que eu entrei e fiquei 21 dias. Como que é esse? Eu não lembro. Não lembro. Então, quando eu... Cada sacerdote, ele vai tendo seus espíritos auxiliares. O meu daimon, né? O meu daimon auxiliar, o meu daimon de poder,
é Asmodeus. Onde eu tenho o sigilo dele no meu corpo. Onde eu ritualizo. Quase toda semana eu faço pra ele porque ele me atende de forma poderosíssima. Sigilo tatuado, né? Sigilo tatuado. E tem algumas coisas dentro do meu corpo também. Que são colocadas. Tipo implantes? Implantes. Mas não tem nada a ver. São como se fosse piaçadas. Não tem aquela piaçada? Eu lembro da...
Da vassoura. Da vassoura. É isso? É, são espinhos de detectação. Mas por que ele colocou isso? Pelo ritual? Pelo ritual. Então, isso eu tenho no meu corpo desde os meus. Quando eu fui para ele, eu estava com 13 para 14 anos. Em vários locais. Então, olha, você vai fazer o ritual hoje. Vamos ver qual é o espírito que vai, qual é o daimon, que vai ser o seu daimon auxiliar. Então, a gente desce num fosso, mais ou menos uns 4 metros.
escuro, eu e mais quatro meninas, não lembro se foi quatro ou cinco, que estavam sendo preparadas para serem noivas de Lúcifer. E ali durante tem todo um ritual com mantras, com materializações, e aí vão colocando dentro desse fosso animais. Você tá nua. Todas nuas. Todas nuas. Não tem lugar pra você fazer xixi, não tem lugar pra você fazer o número dois. Gente. É tudo ali. Mas peraí, você vai ficar 21 dias
dias ali? É. E aí, assim, comida. E você vai, depois de um tempo, o daimon se apresenta pra você e você come a carne daqueles animais que já estão em putrificação. Você sente o gosto? Não. Você sente o cheiro? Não. Você não sente nada. Você tá em transe. Você tá em ritualística. Depois, quem aguentar ficar, porque muitas saíram. Ficou eu e mais um. Os 21 dias.
você não está mais aqui. Você tem o teu poder aumentado. Muitas pessoas vão falar, nossa, mas para que você vai fazer isso? Bom, porque o daimon, ele se alimenta desses elementos. O daimon que foi apresentado, ele se alimenta, ele se materializa, ele faz essa simbiose com o teu escolhido dessa maneira. Não quer dizer que outros daimons, como eu fiz, foi dessa maneira. Então essa foi uma das mais
provocativas, mas a gente já pegou um touro, cada um, né? E já ficou dentro daquele touro, dentro das vísceras do touro também. O touro morto? É. Qual é o significado disso? Proteção e força e sabedoria. Ficou quanto tempo? Não, ficou de uma noite para a outra. Ah, pouquinho, pouquinho. Ah, meu Deus, muitas horas. É, porque perto de 21 dias... Esse foi para ser o Lúcifer. Então, qual? Do touro. Do touro? Sim.
fosso que você entrou. Para as modeus. Quando você sai, você sai com o que de poder? Poder de desbloqueio, poder de consciência, poder de magnetismo, porque ele vem disso, né? Ele é o senhor da luxúria. Então ele pode desbloquear, você se torna mais forte, mais ar de persuasão muito forte. De convencimento, né? E o de Lúcifer que você ficou dentro do... Proteção, poder, sabedoria. Então cada um você vai... E sempre,
com os animais sacralizados para não ter essa loucura de ter humanos. Mas sim, nós já vimos em vários lugares, principalmente em covens de New Jersey, que houve uma vez, que um coven foi banido, um coven da Ordem, da Lua Vermelha, de sacerdotes que entraram nessa loucura e fizeram um Black Sabbath, pegaram um mendigo, colocaram ele de cabeça para baixo e crucificaram ele e depois quiseram comer a sua própria carne.
Sobre disso, afastou todos e claro que tiveram as suas consequências. Então existe, sim, como em todas as religiosidades, todas as seitas e todas as coisas. Teve um que você contou pra mim, que não sei se você pode contar, que você teve que ingerir algo pra ganhar um poder. Como que foi? Ela me deu uma encarada. É porque da outra vez ela contou esse lá. Mas eu vou falar, não tem nenhum problema. Mas aí eu acho que faltou contextualização da outra vez, né?
falar aqui. É um sacerdote quando ele é um mago negro. Você chegou em todos os patamais, assim, dos sacerdotes. Então, você se tornou um mago negro. Você é o mais poderoso. Você é o presidente daquele coven, daquele clero. Então, esse mago, ele tá tão carregado. Então, se eu tenho 24 e não quero mais, porque eu não quero mais ritualística, porque já tá bom pra mim, esse tem 200. Então, ele tá no nível hard. Ele tira um
da sua carne que nós comemos no momento em que você se torna um sacerdote. Então dá um pedacinho, ele tira, eu como, você come, ele come. E esse poder, ele é transmutado para aqueles que estão ali sendo elevados como sacerdotes. E vocês ganham poder do que nisso aí? Comendo carne. Primeiro de mental.
e você conseguir pegar a mente daquela pessoa e ela ser manipulada da maneira que você quiser. Porque o que é um controle mental? Muitas pessoas falam assim, eu vou na tua PNA ou vou na tua mente? Não. Eu tô aqui, o meu daimon, ele vem aqui. Tá trabalhando. Você vai falar isso, isso, isso, isso. E de repente você vai falar que é uma energia, que é uma força e ele vai manipular você pra essa força. Nisso a gente fecha contratos, a gente consegue,
fazer com que algumas coisas ou quase tudo venham ao nosso favor. Mas pra que isso venha acontecer, você tem que ter um conhecimento e uma disciplina. Pra chegar aí. Pra chegar até aqui. Mas você falou essa de bebê, essa? Essa aí ela comeu. Não, essa daí. Essa que ela tinha contado. Porque da outra vez ela foi no meu e ela falou tem que comer um pedacinho de carne e não falou. E aí a galera é carne humana. E aí falaram ela é uma criminosa. E aí começaram a vir pra cima e tudo.
contexto, mas assim, né? Enfim, é da ritualística. E existe mesmo. Existe. Existe. Uma cutícula é uma... Pedaço de carne. Pedaço de carne. Então as pessoas criam assim. E se eu tiver que comer... Por exemplo, eu agora, eu sou sacerdotisa dentro do meu couve. Então, o meu marido, que é o meu iniciático do couve, que abaixo de mim ele me ajuda, ele me auxilia com elementos. Quando eu inicio, eu tiro uma ampola de 5 ml,
Abre a boca. De sangue. De sangue. Para a gente poder ter essa conexão, para ele poder... E aí eu só olho para ele, ele já sabe o que eu estou falando para ele. Olha agora aqui. Ele já sabe o que eu estou falando para ele. Então a gente cria essa força. Cientistas fizeram uma pesquisa que tiraram o sangue, deixaram numa lâmina, andaram sete quilômetros e aquele mesmo sangue em outra lâmina.
lâmina que estava no laboratório e o sangue que estava a 7 quilômetros teve uma reação. Então você pode ver que a distância. Então é uma sincronização. Há ainda uma conexão. Então a minha conexão com ele e todos os meus rituais de todos aqueles que querem crescer, não só na teoria, mas em práticas de magia e de poder, tem que fazer ritualística com teu próprio sangue. E tem rituais que você oferece o sangue para as entidades?
Todos eles. Todos? Sim. Uma vez por mês, eu tiro meu sangue e alimento todos os altares que eu tenho. Com a minha força vital. Todo mês. Todo mês. E aí, pra cada um... Você falou que tem 24 pactos. Então, pra cada um desses pactos, é uma entidade? É isso? É um daimon. É um daimon. É a corte, né? Seu Lúcifer, Beuzebú e Estaró. E abaixo, os 21, né? 21 daimon. 21.
ele é mais pra quê? Lúcifer, ele vem te trazer poder, notariedade. Exatamente. Poder, notariedade, pra você ser notado. Fama. Fama. Notoriedade. Notariedade. Notariedade. Notariedade. Nós dois, né? Notariedade. Notariedade, isso aí. Fama, sucesso, reconhecimento de imagem. Beuzebú é aquele que vai ser o executor daquilo que Lúcifer
manda. Então ele é o executor. Ele trabalha na linha de negócios, de impérios, de contratos. A Estaró é esse equilíbrio entre Lúcifer e Beuzebú. Ela também traz poder, mas a Estaró no nosso coven, ela é Beuzebú. Beuzebú. E Baphomet é diferente dele? É um arquétipo. É um arquétipo. Que trabalha também na mesma derivação dele, tá? Tá. Então a Estaró, ela no nosso
ela vem de uma forma feminina e não masculina. Uma forma de dragão. Então ela vem trazendo o equilíbrio de uma forma geral. Você falou que você não quer fazer mais dos 24. Não, não quero mais. Tá bom, são muitas pessoas pra poder cuidar, são muitos daimons. Eu tenho já a minha linha de Exu, da minha pombagira, do seu Exu Marabô, que aí vem na linha de Kimbando. Então é muita coisa. Não, não quero. Está ótimo.
poder pra quê? Eu tô ótima assim, já consegui tudo que eu quero. Tenho uma vida maravilhosa. Essa era a minha pergunta. Você conseguiu tudo que você quer já? Tudo. Porque três meses após que eu voltei pro Poven, minha vida que tava sendo bem difícil. Três meses? Ficou maravilhosa. Quer dizer, eu morava num quarto. Eu me separei e tudo mais. Eu morava num quarto com meus três filhos e três meses depois eu estava morando de frente pra praia na Barra da Tijuca. Qualquer carro
o que eu quisesse, enfim. Porque eu também olhei aquela oportunidade, falando assim, ó, isso aqui é pra você. Você quer ou não quer? Não tá muito perfeito, mas você quer? Quero. Então, eu agarrei essa oportunidade e teve essa transformação. Uma pessoa que entra pro luciferianismo, qualquer pessoa pode entrar antes de tudo? Qualquer pessoa pode entrar, mas nem todas vão conseguir chegar nessa ritualística de sacerdote. Eu já sairia do fosso,
No primeiro dia eu sairia. Não, não, não, não, não. Pelo amor de Deus. Eles jogam bicho lá? Jogam. Bichos mortos? Tipo o quê? Porco, galinha? Bode. Bode. Desse foi só bode. Só bode. Só bode. E aí você tem que comer aquilo. Foram três bodes grandes. E fazer a necessidade de vocês ali. Fica um fuzuê aquilo ali. Sim, assim como vários personagens da Bíblia ficavam em cavernas.
E dizem que não é igual. Sim, ficavam em cavernas, ficavam refugiados, tinham que comer animais peçonhentos, era da tua própria casa. A Bíblia nos relata isso. O que tem de diferença? Não existe diferença. Então, quando a gente traz isso pra
luciferianismo, tem um olhar muito vulgar, mas quando a gente joga pro lado cristão, tá tudo bem, não. Teve várias pessoas que ficaram em cavernas, que tiveram que caçar, que cobriam o teu corpo com pelo. E aí, qualquer pessoa podendo entrar, se essa pessoa entra e passa por essas etapas de rituais e tudo, ela pode, ela vai ser amparada pelos luciferianos, no sentido financeiro?
se ela tiver uma missão. Porque você pode entrar dentro do luciferianismo para você expandir a tua consciência, você virar um empresário, você não ser mais aquele pobre coitado que você achou e está tudo bem. Gostei. Só por isso. Sim, você vai aprender essa expansão. Quero ser um empresário, quero ser essa pessoa imponente, essa pessoa que tem empresas de sucesso, inteligente.
ser culto. Não vou sofrer uma massa de manobra. Isso. Eu não vou ser guiado numa coleira. Eu posso andar pelos meus próprios pés. Você vai pra toda segunda-feira pra uma reunião pra você aprender isso. Tá. Agora não. Eu quero ser... Eu quero ter uma vertente de sacerdote. Então, vertente de sacerdote, você vai ter que passar por ritualística, você vai ter que passar por pactuações, você vai ter que passar por um conhecimento mais profundo.
Aí sim, você tem que passar por isso. Fala pactuação, é pacto mesmo com as entidades, né? Sim. Isso que eu fiz dentro desse fosso foi uma pactuação. Foi um pacto? Sim. Tinha sangue seu envolvido lá? Sim, sempre. Sempre? Sempre a nossa assinatura vital. É a nossa assinatura vital. É sangue. Sim. E que outros pactos você já fez como famosos? Não precisa citar nomes, mas que tipo de pacto, motivo e conceito? Só pra fama. Só pra fama? Só pra fama.
pessoas que são da mídia, que me procuram, somente para fama. Não dinheiro? Hã? Fama, dinheiro, sucesso. Engloba tudo, fama. Engloba, é, tudo. Não querem serem vistos, serem vistos ligados ao luciferianismo. É mais bonitinho ser ligado dentro de um candomblé, dentro de uma umbanda, de uma quimbanda, mas, na realidade, essas pessoas que frequentam também a quimbanda são pactuadas comigo para a fama e para sucesso. Já os políticos, eles também,
se demonstram muito. E para eles é poder. Poder, poder de ganhar a eleição, de ter uma boa campanha, de uma boa chapa política, de se manter, de forjar algumas coisas também e não serem pegos. Enfim, eu não tenho uma ética de quem vem me procurar o que está certo ou errado. Vem me procurar e, claro, se a gente fizer um oráculo e se a corte... O que é um oráculo? Oráculo são cartas. Pode ser cartas, pode ser oráculo de ossos,
pode ser oráculos de runas, enfim, oráculos é uma consulta à espiritualidade. E aí depende dessa resposta? Depende dessa resposta, se for positiva, claro, se for algo muito sério, e que eu tenho que ter o aval da corte luciferiana. Já teve uma negativa em alguma dessas? Já, várias. Por quê? Porque foge da ética. Porque o intuito era ruim, o final, o propósito. Sim, muito ruim, muito ruim de verdade.
fugiu da ética. Você não faz? Nem pensar. Ética é o que? Prejudicar pessoas? Morte? Pedofilia. Defender pedofilia nós não fizemos. Defender pai que quer assassinar filhos, também não. Filhos que querem assassinar pais, também não. Aborto. Basicamente isso. Morte, crimes, basicamente. Mas, deixando bem claro, eu não cometo. Isso é através
da espiritualidade. Porque você não pode pensar que eu tenho uma gangue que vai lá... Que eu sou matadora de aluguel. Vai lá e mata a tua pessoa. Exatamente. A gente tá falando de trabalhos que você faz. A gente tá falando de trabalhos espirituais. Chega lá um cara e fala, quero matar a minha família. E aí faz um trabalho aí pras entidades. Agora, teve um caso de uma filha que me procurou. Falou, mãe, eu sei que você tem uma mão de instruição. A gente tá falando isso mais na parte da quimbanda, tá? Eu sei que você
ter uma mão de destruição, uma mão de vingança, eu vou trazer o meu caso pra você. E aí ela falou, olha, o meu pai... O que significa ter uma mão de vingança, uma mão de... Que os trabalhos dão certo, né? Que dão certo. Sabe aquela coisa, amanhã a Nalu fizer, o trabalho dá certo. Eu vou virar, eu tenho uma energia, eu tenho um talento pra isso, vamos dizer assim. Uma autoridade. Uma autoridade. Então essa moça veio até mim e falou, olha mãe, eu vou te contar a minha história. Minha história não é uma história muito legal. Também não quero saber
se a senhora vai acreditar ou não. Eu falei assim, é porque eu não acredito em qualquer coisa que me fale. Então eu tenho que realmente saber pela espiritualidade, me canalizar se isso é verídico ou não. Porque já contaram muitas histórias que eram tristes e não eram verdadeiras. Só pra você fazer o trabalho. Você tem que ter esse filho, você tem que ter essa conexão. Então ela falou assim, bom, meu pai estuprou a mim, a minha irmã e meu irmão.
Ele batia todos os dias da minha mãe. Eu me casei, eu tenho uma filha e meu pai estuprou a minha filha de nove
Eu quero acabar com esse homem. Falei, caramba, eu tenho uma ética, mas eu vou jogar. Porque me deu muita raiva, muita ira. E eu bati, e realmente era verdade, bati novamente, era verdade. Falei, eu faço esse trabalho. Porque vai perpetuar. E era um ciclo tão vicioso que eles não conseguiam, sabe? Sair, eles não conseguiam denunciar, eles não conseguiam se divertir. Não conseguiam? Porque era um ciclo
Tóxico, emocional, que vinha. Não conseguia ter esse desligamento. E eu fiz. E depois de mais ou menos um ano, a gente conseguiu um resultado. A espiritualidade fez com que isso acontecesse. Entendi. Então aquela família foi liberta daquele problema. Que seria um problema, de repente, para outras netas. Enfim. Então tem situações e situações. Isso vai muito do que me trazem. Mas o que aconteceu com ele? Morreu? Infartou. Morreu? Infartou.
Fama e dinheiro. A pessoa sabe quando dá certo por isso ou ela desconfia que foi conta própria às vezes? Porque geralmente essas pessoas que me procuram para a fama ou é para se estabilizar. Ou se manter. Ou não tem realmente mais visibilidade e querem aparecer. Existem pessoas que vão ter essa visibilidade e vão reconhecer e outras que vão ter essa visibilidade
tempo, acabou. Não volta nem pra agradecer. E teve um desses que você conseguiu resgatar, que tava esquecido? Nem quero. Ah, tá. E que voltou a ser famoso? Sim, bastantes pessoas. Bastantes pessoas. Da Globo, Record. Tem várias pessoas. Cantores. Internet. Principalmente. Teve algum influenciador que te procurou? Bastante. Sabor. Fama. Teve pergunta porque teve algum influenciador. Olha o cara dela.
Pega uma jujuba. Essa é que eu falei que era carne humana. Essa é uma jujuba, mas não é humana. Me ensinaram. Agora, você falou em sangue, falou em pedaço de carne, né? Que te tirou da própria pele, da mão. E aí, a gente vai pra Epstein, né? Que tem... Falam de canibalismo, falam de rituais e tal. Se sabe já se no Epstein tinha algum tipo de conduta, algum tipo de coisa relacionada ao Lucifer,
ou não? Ou não se sabe ainda? Então, é beber essa água. É porque... É porque na questão do Epstein... Epstein ou Epstein? Epstein. Na questão do Epstein, falaram que tinha essa coisa de comer carne humana, de sacrifício das crianças. Então aí fica muito essa dúvida. Tinha luciferianos lá dentro? Muitas pessoas quiseram uma posição
minha. O que que aconteceu? Você tem que dar essa voz do luciferianismo, porque hoje eu tenho essa voz dentro do luciferianismo, ainda mais sendo uma mulher, uma sacerdotisa, que tem distinção e que tem ainda um tabu contra isso e preconceito. A mulher está abaixo do homem numa escala do luciferianismo? No mundo ainda. No luciferianismo, sim ou não? Também existe uma hierarquia, um preconceito? Sim, existe. Para outros coves,
principalmente, que só tem covens de homens sacerdotes. Que a mulher nem participa. Participa, mas não tem lugar, não tem posição de cuidar de um coven. Tem covens de lucifrianismo que as mulheres são só as magistas que vão promover outras para serem sacerdotisas, mas elas não têm a posição que eu tenho. O meu coven não tem isso. Então, muitas pessoas pediram esse posicionamento do Jeffrey Epstein.
Eu me calei até eu ter autorização do meu coven, da minha ordem, da Lua Vermelha, para poder falar. Então, eles vieram aqui no dia 11 de fevereiro para poder abrir o coven do Rio de Janeiro. Eles falaram, não, agora a gente vai te explicar o porquê que isso aconteceu. Isso está ligado de uma forma política. Isso não tem nada a ver com ritualística, com satanismo, com luciferianismo.
sim, rituais de crianças e pessoas humanas adultas que sofreram isso, mas num ato político feito pela Rússia. Caramba. O Putin está por trás disso tudo. E eu só estou falando isso porque tem a minha proteção do meu povo. Porque senão ia ter algum tipo de represário. Sim. Então o Putin era, não sei se vocês sabem, um espião da KGB. Sim, um agente. Um agente da KGB. E ele sempre teve essa disputa quando se
tornou já um presidente da Rússia contra o Trump. E como que ele ia invadir e ter todas as fraquezas de tais políticos? O Jeffrey era simplesmente um professor de matemática que morava em Nova York, que não tinha condições de nada. Então ele se tornou um agente duplo. Parece coisa de filme, mas é verdade. Agente o quê? Duplo? Um agente duplo. Tanto americano quanto russo.
bilhardário, transformou a casa dele em um setor onde todos os políticos e todas as formas de imperialismo político, como príncipes, duques, presidentes, grandes empresários, grandes ações mundiais, puderam ficar na mão dele. Então, se você vê hoje, eles me trouxeram toda a parte de... ainda tem muitas coisas para se descobrir, só que os vídeos,
desses grandes empresários, desses grandes políticos, desse grande império, eles estão guardados na mão do Putin para uma grande chantagem com o Trump. Então, isso eu trouxe aqui com autorização do meu clero para que vocês não associem o que aconteceu ali nada a ver com ritualismo. Houve, sim, houve, para que essas fraquezas desses homens puderam ser servidas
de jogo político. De chantagem. Mas o que tem nesses vídeos? Pedofilia, realmente comendo carne, orgias, comendo carnes humanas, homens, grandes políticos ali, que se relacionavam de forma homem com homem, homem com crianças. Então existe tudo isso. E o Epstein, ele vai pra essa penitenciária, né? E ele é morto pela própria política. Minha amiga, é você que tá falando,
É pesado. O seu covente deu essa autorização e você tem proteção deles? Com certeza. Então você vê que existe aí alguém por trás do luciferanismo mesmo que peita e fala, pode falar aqui, mas segura aqui. Já falei muitas coisas. Eu não iria falar nada disso porque também não tenho nada a ver com isso. Mas se eles falaram, não, Ana Lua, é você que no Brasil vai se levantar para falar isso? Porque aqui nos Estados Unidos a gente já está falando dentro do
os covens. E como você... Eu agora vou pra Milão e vou pegar a outorga de representar o coven do Brasil dentro da Ordem da Lua Vermelha. Então, se eu tenho essa outorga, se eles me colocaram nessa posição, não tenho medo de nada. Eu não tenho medo de estar viva, de desencarnar, não tenho medo de passar por uma grande mentirosa, um Forrest Gump. Eu não tenho. Eu não tô nesse mérito, sabe? Eu tô aqui pra levar o que me mandaram fazer. E vou levar com muita força, vou levar com muita autenticidade,
E sim, se tiver revelações bombásticas como essas, eu vou trazer. Vai falar. E você falou também que, antes da gente começar, a gente estava conversando um pouco aqui, que tem pessoas infiltradas também em questões em outras religiões? Tem pessoas do luciferianismo e do satanismo infiltradas em grandes religiões? Luciferianismo sim, satanismo muito mais. Mas o luciferianismo sim, para poder até quebrar essa ordem dentro do Vaticano.
Ah, tem gente infiltrada no Vaticano? Isso que você fala das crianças, né? Sofrer esse impacto de adrenalina é dentro do oculto do Vaticano. Lá que é feito. O adrenocroma é tirado lá? Adrenocroma, sim. É uma ordem que você não vai conseguir acessar, que você não vai conseguir investigar, que você não vai conseguir ter acesso. Você tem acesso por fora, mas dentro daquele império.
que é o primeiro império. Desde os fundamentos de tudo, a Igreja Católica é o grande império. Você não vai conseguir atingir, você não vai conseguir identificar. Então, o lucifrianismo e os satanistas estão tentando adentrar, até mesmo com cargos, para poder trazer isso à tona. E o Daniel falava isso muito. Sobre se infiltrar. Só que é uma forma de se infiltrar para você destruir
que estão fazendo e estão trazendo o nome de Lúcifer como o grande arco inimigo. Então, os luciferianos estão se armando e se infiltrando para dizer não. Não somos nós. Não somos nós. São eles. São vocês. Então, os luciferianos e satanistas estão se infiltrando com cargos. Então, por exemplo, no caso do Vaticano, eles se tornariam padres, bispos, vão ganhando a confiança para chegar lá no núcleo, segundo o que você está falando do Vaticano,
para descobrir as barbares que estão fazendo lá e colocando Lúcifer como culpado, é isso. E dando a sua própria vida, né? Porque essas pessoas que chegam até lá, muitas das vezes nem conseguem retornar. Porque quando são descobertos... E aí? Morrem. Mas não basta confessar e ter o perdão de Deus. Não. Não tem isso. O verdadeiro luciferiano não vai fazer isso jamais. Ah, não vai fazer. Mas eles já estão ou vão começar ainda? Já estão há muitos anos.
Então quer dizer, tem infiltrados no Vaticano. Sim, como também na igreja evangélica. Onde que é a base das igrejas evangélicas infiltradas? São no mundo todo. Mas quais as principais, você sabe? O que nós vamos mostrar? A gente vai mostrar que aquele homem que está ali, ele está cheio de erros. E que ele não confrontou os erros dele. Então se ele tem ali os erros dele, que possui, que ele pode ser um traidor, uma pessoa que rouba da igreja,
isso, o luciferiano vai mostrar pra toda a congregação dele o que realmente é. Então, quando você vê esses grandes líderes políticos caírem, você pode ter certeza que tem um luciferiano ali. Ah, é? Infiltrado ali pra tentar, que ajudou isso a acontecer. Sim. O único que nunca vai cair é aquele que já é dele. Como assim? Enigmas, charadas. Eu adoro que na Lula, muita coisa você não pode falar. Não pode. Porque tem líderes
que não são líderes evangélicos, que são líderes infiltrados. Entende? Um encargo de poder. É claro. Muito poder. Sim. Acredito nisso. É, você acredita? Claro. Que lugar melhor pra liderar e transformar um monte de gente do que você se transvestir de um líder de uma igreja, cara. E ainda ninguém desconfia, né? É, ninguém vai desconfiar, porque o cara tá lá. Imagina, esse cara é um homem de Deus, imagina.
Ele lidera nas bares. Eu tenho pastores pactuados comigo. Tem? Tem. Pastor que fez pacto? Sim. Só que eu falo pra ele, você é uma loucura. Quem que é aquele? Não são conhecidos. São conhecidos, mas não são igual aquele que usava o chapéu. O Valdomiro, o Malafaia. Aquele que tem os dedinhos tortos. Qual que é o dedinho torto? Dedinho torto? O dedinho Macedo. Ah, o Macedo tem os dedinhos tortos? Ah, tá.
Mas são pessoas que têm congregações grandes em vários lugares. E essas pessoas têm um poder aquisitivo que está se estabelecendo. E é uma loucura porque você vai conjurar e vai desconjurar. Porque a água e o óleo, eles não se misturam. Então você vai subir. Ah, eu desconjuro que eu vou falar de Deus. Aí desce. Ah, agora eu conjuro pra Lúcifer e toda a sua coisa. Tá entendendo? Então quando eles vão fazer os pactos com você, esses pastores, eles precisam...
Eles querem crescer, querem ficar ricos e a igreja dele prosperar, basicamente. É isso aí. Mas eles precisam desconjurar, eles precisam negar a Jesus, é isso. Quando eles sobem... No altar deles. Eles negam. Quando eles descem... Na Bíblia tem dois senhores, quando você tem dois senhores, né? Você não pode servir a dois senhores. Não, mas aí, pra mim, é muito forte imaginar que um pastor, antes de subir no altar, lá dentro da igreja, ele tá lá embaixo e ele fala assim, ó, eu desconjuro, eu nego a Jesus.
é isso. É como liga, desliga. Aí quando ele sobe, o Daimon que ele se pactuou é que fala. Toma o lugar. Então na verdade ele não desliga. Ele acha que desliga, mas não desliga. Não, ele desliga. Ele desliga, deixa o Daimon entrar e quem fala é o Daimon. É uma manipulação. E depois? Aí depois ele sai dali, ele fala, agora eu desconjuro tudo que eu falei, eu sou da corte de Lúcifer. Tudo que eu proferi, eu orei. Meu pai é Lúcifer e meu Deus é Lúcifer. Então ele vai viver nisso? Isso?
é uma coisa que um pastor, líder de uma igreja evangélica conjurado com o Lucifer. E ele tem que fazer ali no íntimo dele, entendeu? Sem ninguém saber. É que maçons não é pastor, né? Não, tem pastores que também são maçons. Isso eu já sabia. Da maçonaria. E ali na maçonaria... Padres. Tem padre? Não tenho padre. Você nunca fez
pacto de padre? Não. Tenho padres que mandam mensagem pra mim falando, nossa, parabéns, sacerdotisa, amo te ver. Porque além disso tudo, Vilhela, que a gente tá falando aqui, que é muito pesado, e eu sei que você tá sentindo essa energia pesada. Tá sentindo? Não. Tá sentindo. Não tá te incomodando. Os assuntos, sim. Não. Mas a energia aqui eu não tô sentindo. Não, os assuntos. É a energia do assunto, claro. Mas quando eu faço episódio de rap, tem a mesma coisa.
Quando eu faço episódio sobre abuso infantil, é pesado. É pesado esses assuntos.
A energia muda. As palavras são fortes. As palavras são pesadas. E a palavra tem poder, né? Não tem? Não, a palavra é o poder. E os nomes são poderosos também, né? Você descobrir o nome de uma entidade ou de um ser, você tem poder sobre ele, né? Não tem? Sim. Só que nós... Depois eu vou falar sobre isso. Mas falando dessa coisa de peso, de energia, tem muitas pessoas que estão mudando literalmente a sua vida.
vida, quando abrem o vídeo, tá ali a sacerdotisa na lua, falando assim, ei, você é muito importante, você é poderoso, você pode mudar a tua realidade, saia de onde você está, saia dessa forma que você se encontra, porque você pode desenhar a tua realidade, então o luciferianismo não é essa coisa trevosa, Deus tá aqui toda, eu tenho várias tatuagens, mas aqui eu tenho a elegância da sabedoria de chegar pra você, pro Dani, saber conversar sobre qualquer coisa,
trazer essa mentalidade aberta para uma pessoa ter a tua própria libertação. Quer dizer, eu não vou chegar para ela e falar assim, não, sofre mesmo, sofre. Sofre, o martírio vai te salvar. Entendeu? Pede mais, sofre mais. Não, você não vai sofrer merda nenhuma. Desculpa falar assim. Acabou o sofrimento. Você não vai sofrer. Porque se você, cada vez mais que você sofrer, alimentar esse sofrimento, você vai estar fora das oportunidades que vão aparecer para você. Mas tem a egrégora religiosa que,
o sofrimento que você encontra, eu acho que, não sei, evangélicos, quando sofrem, entregam a Deus, veem isso como... Você é evangélico. Porque os católicos também tem uma coisa dessa, sim, de o sofrimento é... E o luciferanismo já vem ao contrário. Parou. Parou de palhaçada. Parou, não vai sofrer mais. Vamos viver feliz. Não, você não vai viver infeliz. Não, feliz. Ah, feliz, sim. Você vai... O que é felicidade? Eu não acredito na felicidade. Eu acredito que a felicidade,
uma utopia. É? Mas nem momentos de felicidade? Você tem momentos de alegria. Exemplo. Hoje eu tenho os meus filhos com saúde, minhas netas. Eu tenho o meu ilê, o meu templo. Eu sou uma sacerdotisa. Eu como o que eu quero, visto o que eu quero. Viaja pra onde quer. Eu ajudo pessoas, auxilio pessoas. Eu tenho momentos de alegria. Mas eu não tenho a minha felicidade plena porque a pessoa que eu amo da minha vida, que é o meu herói,
que é o meu guru, que é aquele que me levou, que é o meu pai, está numa cama. Entendi. Então, a felicidade que as pessoas estão procurando é uma utopia, porque você não tem a completude. Mas esses momentos de alegria é muito bom você colecionar. Entendi. E as pessoas acham assim, ah, eu não sou feliz. Claro, você não é feliz. Você não vai ter essa felicidade. Mas olha quantas alegrias você tem que pode se transformar numa pessoa melhor. Isso também eu posso. Eu acredito em felicidade plena, sabia? Acredito?
acredito. Mesmo faltando algumas coisas. Então, mas eu acho que a gente quer demais, né? Eu posso falar que eu vivo uma felicidade plena na minha vida. Pode ser um momento, né? Pode ser que depois eu... Eu sempre falo assim, pode ser que depois eu fique mais feliz, mas eu vivo uma felicidade plena com tudo, assim. E não quero mais nada. Pra mim tá bom, sabe? Sim. Não é comodismo, não nada, mas eu tenho. Mas eu entendo o que você fala.
Às vezes tem alguma coisa, mas nesse momento na minha vida tá tudo perfeito. Que bom. Tem pessoas
que vão ter um amor, mas não vão ter dinheiro. Outras pessoas vão ter dinheiro, mas não tem o amor. Outras pessoas têm amor, dinheiro, mas não tem saúde. Ah, verdade. Mas eu acho que é isso. Às vezes a gente quer demais. Por isso que às vezes a gente acha. Não tô falando que é o seu caso. Claro que não. Mas às vezes eu, pelo menos, eu cheguei... É que talvez eu vim de uma vida, né? Toca o violino da tristeza. Mas não. Mas eu vim de um momento... Meu pai bebeu muito durante muito tempo. A minha
sexualidade em casa foi muito debatida, teve muito embate por eu ser gay, meu pai sempre falava pra mim que não e tal. Então hoje que eu vivo com o meu dinheiro, com as minhas coisas, com o trabalho que eu amo, eu tô na felicidade plena porque eu conheci aquela vida meio bosta, entendeu? Então tá ótimo assim pra mim. Você passou, né? Você galgou, você tem outro patamar. Exato, exatamente. Saí daquilo, não tenho mais. Você é grato por isso.
Exato, igual você. Eu viajo pra onde eu quero, tenho o dinheiro que eu quero. Claro, ainda não tenho a minha mansão com sal,
e piscina, não, mas terei. Mas eu acredito. Você está cocriando e principalmente você está trabalhando pra isso. Porque não adianta você cocriar e ficar em casa olhando pro teto e dizendo não, você tem que ter uma ação e toda ação você tem uma reação. Então não adianta você ficar quietinho no teu canto e só pedir, pactuar, ritualizar. Não, você tem que agir. Muito bem. E qualquer um pode fazer pacto, né, Lu? Pode se pactuar? Não, qualquer um não. Não? Não. Isso passa também
Se for o pacto no meu sangue, a gente faz um oráculo e ali o meu sangue vai alimentar aquele pacto. Para outra pessoa? Para outra pessoa. Aí tudo bem, a gente vai fazer um oráculo, a gente vai pedir permissão, ok. Agora se for um pacto eterno, não. Você vai ter que ficar um ano ali estudando, abrindo a tua consciência, tendo outras atitudes. Porque não adianta você se pactualizar se você não tem responsabilidade para aquilo. Olha o tamanho da minha responsabilidade. Olha quanta coisa eu tenho que tratar,
eu tenho que alimentar e organizar. Então, se você não tiver essa organização, não faça. Banalizaram muito o pacto. Estão fazendo pacto aí por 55, 37 reais, ritualística de cento e poucos reais. Entendeu? 37 reais? Para dar emprego. Para sempre? O pacto para sempre? Ou para uma coisa específica? Bom, eu aprendi que uma mesa que você faz de uma ritualística, ela é para aquele momento e ela pode atingir alguns meses. Mas para eu continuar aquilo,
eu tenho que essa labareda que eu fiz dessa fogueira, colocar alguns gravetos pra ela continuar acesa. Então eu não faço só uma vez. A minha ritualística é no mínimo 12 meses. Que todo mês eu vou ali colocando um gravetinho. Pra pessoa. Sim. A pessoa, então, eu chego pra você e falo, Ana Lu, quero fazer um pacto com você de mudança de vida. Quero dinheiro, tô ferrado de dinheiro, quero fama, quero poder. Quem que você me indica, por exemplo? Aí você vai falar uma entidade.
O valor é muito do que vai cair ali no seu oráculo. Mas vamos falar assim, com mamon, que é da riqueza. Então a gente vai fazer uma mesa para mamon, uma ritualística para mamon. E aquele valor que você vai contribuir, ele fica lá no teu cofrinho. E todo mês eu puxo aquele valor para poder trazer os elementos. Frutas, incensos, bebidas, charutos. O valor que você fala é o dinheiro para...
Quanto vale o pacto? Então, a tua primeira abertura é aquela fogueira acesa, claro, com mais elementos. E na segunda, terceira, quarta, até o décimo segundo mês, eu vou ali alimentando com esses mesmos elementos. Então, não deixo apagar essa fogueira. Tendo a compreensão de todos que você, João, não vou citar você, João. Não, pode citar eu mesmo. Pode, Daniel.
Crenças limitantes, com apegos, com uma fé primária. Sou cristão, sou católico, por exemplo. Exato. E aí esses dois meses da inicial da tua ritualística, você vai arrancar esses dogmas, vai arrancar essas crenças. Tenho que deixar pra trás. Não sou mais católico. Então vai virar o que a tua vida? Caos. Os primeiros dois meses de ritualística, você não vai obter sucesso. Não vai ter. Geralmente não.
Tive casos que sim, quando essa pessoa mudou a consciência dela. Mas todo o meu ritual, durante alguns dias da semana, você tem práticas de conjuro. Então eu, Daniel, realizo essa prática, exemplo, prática com mamon, o senhor do ouro dessa terra, que vem até a mim, que traga até a minha riqueza, as oportunidades. Você está se alinhando àquela nova energia. Entende? E eu tenho que deixar outra, Nalu? Se eu sou católico, evangélico, eu tenho que deixar, renunciar?
durante esses 12 meses, sim. Tem. Senão, não vai plasmar da maneira que... Pode vir algumas coisas mais, sabe, muito fluídas. Porque numa igreja evangélica, você não vai ritualizar. Não é assim? Você não faz isso lá. Não. Minha mãe é evangélica. Minha filha é evangélica. Ah, é? É. E jamais... A gente tem um convívio maravilhoso. Olha que legal. Porque jamais eu vou cobrar ela, não, você tem que ser uma luciferiana. Ela fala, meu sonho é que você se torne uma pastora. Eu falei, mãe, infelizmente,
tem que me amar como filha, mas isso não vai acontecer. E minha filha, mãe, tudo bem, você é uma sacerdotisa luciferiana e eu resolvi ser cristã. Quem quer que você se torne pastora? Sua mãe? Minha mãe. Sua mãe. É o sonho dela. Sonho da mãe. É, mas não é o meu. Então a gente se respeita muito, mas não existe essa troca dentro dela. Ou eu quero fazer, você vai ter que ter consciência de fazer, a não ser que haja um acordo dentro desse contrato, ao qual esses pastores que fizeram comigo têm a ciência e a
corte também tenha ciência e que seja aceito. Entendi. E se eu fiz o pacto, então, por exemplo, eu sou cristão, sempre dou exemplo de católico, porque eu fui católico, então, sou católico, quero fazer o pacto, deixarei de ser católico, vou renunciar à fé cristã, vou renunciar ao cristianismo, vou pro luciferianismo, me torno. Fiquei dez anos no luciferianismo, satanismo, tendo coisas. Sim. Tive dinheiro, tive o poder que eu queria, a fama e tal, tal, tal.
Quero voltar para o cristianismo. Eu posso? Com certeza. Nada é obrigado. Vai ser de boa? Espiritualmente falando. Olha, eu sigo o exemplo de ser um casamento. Um casamento, você tem ali as suas tratativas, os seus acordos e você vai juntando bens com o passar do tempo. Quando há um rompimento, uma separação, o que acontece? Cada um fica com a tua parte. Então as coisas que você tinha,
Vai ter uma divisão, vai ter uma quebra. Mas não existe, novamente eu vou falar pra aquela coisa hollywoodiana e javeísta, de que você vai morrer. Não, não vou ficar doente. Você vai ficar doente. Negativo. Tanto lá como aqui, é uma aceitação. E tanto Javé pode te aceitar, e Lúcifer pode te aceitar de volta no momento que você quiser voltar. São só escolhas. Porque nós, seres humanos,
feitos de escolhas. E as nossas escolhas precisam ser respeitadas. Coisas que, infelizmente, as religiões não fazem, que é o respeito. Então, respeito o Vilela, que é um cristão. Respeito você, que é um católico. Não, não sou católico, não. Foi. Sou agnóstico. Um agnóstico. Você me respeita como uma luciferiana. Ele me respeita no programa dele como uma luciferiana. E a gente está aqui conversando sobre opiniões que pode agregar muitas pessoas que
estão me ouvindo e muitas pessoas também podem falar. Eu não aceito isso. Eu não quero. Está tudo bem. Porque acima de tudo existe um respeito. Então tem pilares dentro do meu coven que é amor. Amor no lucifrianismo? Sim. Amor, acolhimento e respeito. Se não houver isso, não tem nada. Muito que bem. Então dá para ir e voltar. Santa, perguntas do pessoal aí? Vamos lá.
perguntinhas muito boas aqui, começando pela pergunta do Alessandro Duarte. O que vocês acham que as pessoas mais entendem errado quando ouvem a palavra satanismo? Pra mim? O nome dele, por favor? Alessandro Duarte. Alessandro, muito obrigado pela sua pergunta. O primeiro impacto é que nós somos pessoas malignas ou que nós queremos destruir a humanidade e religiões, que é uma inverdade. Nós só queremos trazer pra cada um de vocês
o luciferianismo, em pauta agora, conhecimento, Eduardo, de quem você é. E se assim você aceitar, e se assim você se adaptar, será muito bem-vindo. Claro, como a gente falou aqui com todo respeito. Maravilha. Temos mais algumas aqui também. Murilo Tavares mandou. O tal pânico satânico que aconteceu principalmente nos anos 80, foi só uma histeria coletiva ou existia algum fundo de verdade ali? Nos anos 80, algumas pessoas que saíram desse couvem tradicional,
e montaram os seus próprios couvens, as suas próprias filosofias, sim, quiseram trazer o satanismo como algo bem trevoso e algo para serem temidos, com uma autoridade e com um poder. Basicamente foi isso. Beleza. Temos aqui também, Felipe Nogueira. Existe algum risco real para quem começa a mexer com rituais ou práticas espirituais sem entender muito bem o que você está fazendo?
acesso de energia ela vai abrir esses portais e esses portais eles podem se conectar com a sua energia vital te trazer insanidade, primeiro ele vai mexer no teu psique depois ele vai mexer no teu emocional e depois na sua parte vital então não faça nenhum tipo de ritualística sem a coordenação de um sacerdote ou uma pessoa que seja legítima pra poder te levar
Se existe algum risco real para quem começa a mexer com rituais ou práticas espirituais. Ah, ele não nomeia, mas eu ia falar de brincadeiras, por exemplo, brincadeira do copo, essas coisas, não são perigosas também? São porque você está canalizando ali qualquer espírito, né? Quer ver, a tabuíja, ela está ali reverenciando, canalizando, chamando, né? Qualquer espírito que pode ser um espírito
que pode ser um egum, um quiumba, um obsessor. E o pior de tudo, Vilela, é que essas pessoas só conseguem abrir esse portal, mas não tem uma consciência de fechamento. Que é perigoso. Muito. Que é um acesso para essa... Acesso de território, né? Porque aquele espírito é muito... Os espíritos são muito legalistas. Se ele tem permissão para entrar, ele toma conta. Às vezes ele nem precisa de permissão, porque eles são hospedeiros,
Então eles se hospedam ali sem pedir licença. Então cuidado, você que quer praticar. Você pode até praticar ritualísticas de necromancia, que é quando você invoca os mortos, mas tem que abrir esse portal e saber fechá-lo. Legal, temos a pergunta do Rodrigo aqui também. CLT pode fazer pacto? Eu sabia que viria essa pergunta. É porque havia um trecho que ela falou também lá no meu podcast sobre isso.
Vou explicar aqui mais uma vez sobre isso. Vamos lá. Antes de você explicar, conta a história para o pessoal entender o que aconteceu com aquela moça. A história foi o seguinte. Veio uma moça para fazer uma consulta e ela queria fazer uma pactuação. Essa moça é uma CLT. Ela ganha um salário mínimo. Ela mora numa comunidade. Essa moça não tem condição, muitas das vezes, de manter a tua casa e as suas finanças.
de verdade, vou pedir para que essa mulher venha fazer um pacto comigo se ela não vai gerar nenhum tipo de oportunidade. Então ela sai seis horas da manhã, ela volta seis horas da tarde. Qual oportunidade que ela tem através desse pacto para ela virar uma pessoa rica ou até milionária? E próspera, né? Próspera. Não vai existir. Então eu cheguei para essa mulher e falei assim, deixa eu ver o que eu... Porque eu canalizo como eu já fui empresária durante muito tempo,
caos, eu virei milionária. Você me deu. Então, eu fiz muitas empresas de sucesso. Eu falei, peraí que eu vou canalizar aqui, deixa eu ver o que eu posso trazer pra você. E aí veio essa visão, na minha clara evidência, a mulher trançando o cabelo, colocando mega. Eu falei, olha, você mexe com cabelo? Ela falou, não. Então você vai fazer o seguinte, você vai fazer um curso de mega head, transista, vai entrar na tua comunidade. Depois que você fizer o seu percurso aí, sua
de trabalho, você vai fazer a noite. Você vai fazer no final de semana. Ela voltou, tá? Ah, ela voltou pra você? Ela voltou. Porque desse jeito você não vai fazer um pacto comigo. Porque CLT não pode fazer pacto ritualística, trabalho pode. Pacto não. Porque os pactos não são baratos. Tá? Quando eu falei isso no Dani, isso explodiu. Explodiu. Foi muito, né? Muito. CLT então, tadinho. Nem o diabo quer o CLT.
Bom título pra um corte. Nem o diabo quer CLT. Nem Lúcifer quer CLT. Olha como que a gente tá. Claro que Lúcifer quer você da maneira que você é, mas eu quero que você seja inteligente e não generalize. Se você trabalha de 6 a quase 12 horas por dia, me diga qual oportunidade que você vai ter de sair desse limite que você está. Mãe, mas eu sou um CLT de uma multinacional. Tudo bem.
você pode ter um valor cheio, só que você está enriquecendo muito mais aquele que está acima de você. Então, é uma roda de samsara. Nunca vai sair daquilo ali. Agora, eu posso fazer uma ritualística que é diferente de um pacto, que é mais concentrado, que é mais responsável. Uma ritualística eu vou fazer para você como eu faço. Posso fazer uma ritualística coletiva para ter oportunidade. Agora, sabendo que muitas pessoas que me ouviram abriram o seu salão de beleza,
sua lanchonete, seu restaurante, seu drive-thru. Sua quitanda. Sua quitanda. Está entendendo? Porque abriram a mente. Foi de uma hora para outra? Não, foi uma construção. Foi através dessa ritualística. Então, pacto para CLT, para prosperidade, nisso que eu expliquei agora, não existe. E eu não vou mudar minha conduta, porque fulano, beltrano, ciclano, não concorda. Tudo bem, não precisa concordar.
Porque esse pacto não é só uma vez, como a gente falou aqui. Ele precisa ser abastecido todo mês. Precisa colocar lenha nessa fogueirinha. E eu não vou fazer ritualística que não vai dar certo. O pessoal falava o seguinte também. E também a alma do CLT já é do patrão. Não tem como dar para outro. A alma do CLT já é do patrão. Do patrão, então não tem como dar para Lúcifer. É verdade. Fale, Santa. Temos mais duas aqui.
Fernando Peixoto mandou. Por que histórias envolvendo satanismo e ocultismo sempre fazem tanto sucesso na cultura pop em filmes, em músicas e séries? É verdade. É verdade, né? Porque não são CLT, talvez? Não, porque trazem essa coisa oculta, enigmática, o conhecimento, o mistério, o conhecimento do que você não pode, às vezes, tatear ou que você tem medo de tatear, mas que precisa, não de uma forma hollywoodiana, mas de uma forma com muita consciência,
ser com muita sabedoria e, principalmente, com muito cuidado. Porque tudo que é oculto e tudo que é mistério, muitas das vezes também não é pra ser falado. Assim como Javier falou, na Bíblia dele, nem todas as coisas são pra ser reveladas. No luciferanismo é a mesma coisa. Então, um sacerdote que revela tudo tem alguma coisa estranha. Você pode falar alguma coisa, mas tudo não. Tudo não. Você sabe que depois que você apareceu na mídia, que foi lá no podcast também, eu recebi muita mensagem
E aí, até complementando a sua resposta pra essa pergunta dele aí,
causa, talvez, tanta... faz tanto sucesso no mundo. Mas também porque a gente vive num país aqui no Brasil que tem uma quantidade muito grande de pessoas que não tem grandes dinheiros e tem sonhos grandes, né? E aí eles querem saber por que será que dá certo? E às vezes eu vi umas pessoas até falando pra mim, ah, eu sou de outra religião, mas eu aceito ser... Você recebe isso também, às vezes? Eu recebo muito. Dá um pouco até de dó, assim, do tipo, dá vontade de ajudar e falar, não, vamos lá então. Mas sabe o que eu faço?
Ritual coletivo gratuito, todo mês. Gratuito? Gratuito. Com várias pessoas. Inclusive um advogado do Rio Grande do Sul, que eu tenho muito cliente do Rio Grande do Sul, ele chegou na minha mesa, mãe, eu queria muito mudar a minha vida, mas eu não tenho condição de fazer uma pactuação, de fazer uma ritualística. Eu falei, filho, não tem problema, eu estou vendo aqui a sua situação. Nós vamos colocar você numa ritualística gratuita. Passaram-se quatro meses, ele falou, mãe, eu quero te agradecer demais.
Porque as coisas mudaram, estou com mais clientes. Mãe, eu não precisei dar um real para a senhora. Falei, porque você não teve. Mas ele falou, o que a senhora precisar da parte jurídica, eu estou me oferecendo. Não estou à disposição. Então, para vocês que precisam de ajuda e não podem, eu faço todo dia primeiro de cada mês um ritual gratuito. Porque como seria eu uma sacerdotisa se não pudesse atingir também a todos?
Então, o luciferianismo não é só para quem tem dinheiro, mas para aqueles que querem mudar a tua mentalidade. Porque a riqueza começa aqui, a prosperidade começa aqui e a mudança de vida também começa na sua mente. Porque eu fico pensando comigo, não é possível que até o luciferianismo, que é essa mudança de mente, ele é para a elite. Não é. Parece essa ideia também, né? Não é. Eu tenho iniciados dentro do meu povo de luciferianismo que estão, que não tem.
dinheiro. E mesmo assim, eles estão sendo iniciados no luciferianismo. Mas o que? Estão quebrando os padrões, estão quebrando essa mentalidade de controle. E aí já estão conseguindo visualizar. Eu tenho um filho meu, um iniciado meu, que ele é enfermeiro. E na primeira reunião que teve em janeiro, quando ele voltou aqui pra São Paulo, ele falou assim, mãe, no meio do caminho da estrada, eu tive um insight assim. A senhora não tem noção. O que?
abre uma agência de turismo. Do nada. Do nada. Sem do enfermeiro. O que ele fez? Ele agiu. CNPJ estruturou a empresa e falou, mãe, agora a Shakira vai para o Rio de Janeiro com a caravana cheia. Já vou fazer cruzeiro, vou fazer isso porque eu não quero mais ser CLT. Eu quero crescer, mãe. Que bom. Acessou. Teve o acesso. Chegou, né? Tem algum pacto para trazer a Britney para o Brasil ou não?
Queria muito. A gente falou sobre isso lá, né? Queria muito. A parte mental. Pra Palmeiras ganhar o Mundial, né? Já deve ter alguém rindo. A mente dela, infelizmente, precisa de muita ajuda. Britney. Foi muito, muito, muito infectada. Ela foi citada nos arquivos do Epstein, né? Como uma experiência. Porque pra você chegar até ali, agora a gente não falando nem nada sobre satanismo, luciferenismo, pra você chegar até uma fama,
Você tem que passar por um... Vou te falar um rol de sofrimentos humanos, né? Pra chegar até ali. Então a gente vê... Vem desde a infância, né? A Britney. Exatamente. A Marilyn Monroe, imagina. Quanta dor que essa mulher... Falam que a Britney é a reencarnação da Marilyn Monroe. Eu não... Não desacredita. Não descarto. Eu sou muito fã da Marilyn Monroe. E aquela mulher sofreu muita coisa. Não só ela, como o corpo dela, né? O corpo dela ficou sumido. Exatamente. Sete horas, eu acho, do Nicrotério. Exatamente.
Então, a Brittany precisa de muita, muita ajuda espiritual. E uma pessoa que quer se dispor mesmo. Ela tá sofrendo, né? Dá pra ver que ela tá sofrendo. Ela tá pedindo ajuda. É, tá pedindo ajuda faz tempo. A todo momento aquela mulher pede ajuda. Isso que eu ia falar. Pessoas com instinto de tirar a própria vida, né? Que tão passando por essa fase. O que que elas te procuram também? Ou a família te procura? Muito. E o que que é feito?
É um pacto também? Eu sou terapeuta também, né? Que ajuda, né? Nessa parte a gente tem que ir pra terapia, né?
E remédio, às vezes, né? Sim. Tem muitas pessoas que falam assim, agora eu estou com a senhora, eu vou tirar os remédios. Não tira os remédios, por favor. Uma coisa química, outra coisa espiritual. Exatamente. Então tem muitas pessoas que já tem um quadro de tentativa de suicídios bem frequente. Eu falo, não é só o espiritual, tem algo mental aqui. A gente precisa cuidar desse mental. Então eu falo que eu cuido da mente junto com o espiritual, quase 100% a gente tem.
de melhora, mas também eu não vou ser soberba de falar que eu tive falhas. Já tive. Dessas pessoas sucumbirem ao seu próprio caos, à sua própria dor, não conseguir sair dali de jeito nenhum e foram embora. Só uma perguntinha. Eu acho que tem mais uma pergunta ali, mas eu queria fazer uma antes. Porque, por mais que a gente está falando aqui, você está explicando o seu lado do luciferianismo, de que ele não é o demônio destruidor na sua crença,
essa imagem do demônio cristão. Mas eu sei que tem gente que deve estar falando assim, não, mas o diabo está enganando. Ela está enganando a gente. O diabo é mau. Ah, eu ia falar isso. Você não tem medo de ser um engano e daqui a um tempo... Isso é uma pergunta também. Você tem certeza que não está enganada? Absoluto. Não tem medo daqui a um tempo. Porque vamos pensar que são. Nós somos humanos e temos limitações.
Esses seres são muito mais inteligentes. Estão aqui desde o começo das coisas. Então a chance deles conseguirem manipular a gente é muito grande, né? Como a gente se protege? Você parou pra pensar nisso? Já parou pra pensar que você pode... Pelo amor de Deus, eu não tô querendo te converter a nada. É, não, não. É só jogar. Você não tem certeza que nós estamos enganando... Não, não quero isso. Mas você tem certeza que ele não tá te enganando?
Absoluto. E que ele é quem fala que é também, né? Que ele vai cumprir com a... Que Lucifer é justo.
cumprir com aquilo que ele te prometeu. Sim, porque eu consegui sair dessa matriz de aprisionamento. Eu consigo acessar outros lugares. E só quem está ali é que pode experimentar isso. Entendi. Então esse lugar, ele é acessível para você experimentar. A gente está falando agora só de Lúcifer, tá? Lúcifer é esse mediador. A gente está falando de uma consciência universal. Eu costumo citar aquele filme Lúcifer.
Você já viu, Lucy? Já, que é a expansão da mente, né? Exatamente. Lucy, ela é infectada por uma bactéria, enfim. E ela começa a ter essa expansão de uma forma incontrolável. Até que ela vira aquele grande computador que ela liga, né? Todo mundo. Esse aí. Recomendo a todos ver. Nós somos isso aí. Nós estamos sendo preparados para chegar nesse nível.
você sentar e você sair daqui com aquele fiozinho e ligar aonde você quiser, em país que você quiser, na cidade que você quiser, no bairro que você quiser, na pessoa que você quiser. Lúcifer, quando você falou, você é presa a dogmas. Não, não sou presa a dogmas. Eu tenho um direcionamento, mas eu tenho a minha consciência universal. E para me chegar nessa consciência universal, eu não posso me direcionar com todo respeito ao Vilela e quem é cristão,
Há um Deus que pode fazer isso por mim. Eu posso ter acesso sem a permissão dele. Eu posso ter acesso às outras coisas que não são mostradas pra mim. E eu consigo alcançar isso. Então, eu não consigo ver esse erro e falar assim, não, aqui tá errado. Tô sendo enganada. Tô sendo enganada. Um dia, quando eu morrei, foi lá. Tá, no dia que eu morrei, foi pra lá, tudo bem, mas... Prestar conta com Deus, não tem medo. Não.
Outra pergunta. Qual é a sua visão pós-morte? Você morre, vai para onde? Vai para Lúcifer? Como é que é? Vou para aquele campo lá. No sétimo céu. Da quarta e quinta dimensão. Ah, quarta e quinta. Onde ele tem os reinos dele. Existe esse reino. De Lúcifer. Que é o reino superior. A gente está falando de inferno embaixo da terra. Tudo fica nas dimensões acima. Não tem nada embaixo. Eu vou para ali. Eu vou me evoluir. Para em alguma missão eu voltar aqui na terra. Ou ali. No quarto e no quinto céu. É onde Lúcifer.
está. Exatamente. Pra que quando eu te voltar a essa missão aqui, eu ser uma outra pessoa. Já foi me declarado dentro da corte que essa é minha vida humana é a última. Ah, que não volta mais. Humana, a última. Mas eu peço todos os dias que eu volte como uma pomba gira. Que seria... Na verdade você não volta, né? Não volta. Ficar nesse mundo espiritual. Que volte pra auxílio da humanidade como uma pomba gira que vai ajudar
essas pessoas aqui na Terra a evoluírem de alguma forma. Eu peço todos os dias, ritualizo pra isso. Porque eu também não quero ficar lá só ensinando as pessoas. Não, eu quero vir pra Terra pra batalhar. Quer trabalhar aqui? Quero. Mas não mais como humana. E como que isso aconteceu? Então você imagina, uma consciência arcaica, mas que vinha com uma bruxaria. Aí já veio com uma consciência mais eficiente na segunda vida. Agora na terceira vida eu consegui evoluir. Tecnologia veio aqui, me ensinou, tive mais acesso.
Eu não tenho o porquê voltar. Eu não tenho o porquê ficar nessa rosa de samsara. Eu já descobri o inconsciente. Já descobri a consciência universal. Já evoluiu. Boa. Tá? Perfeito. E nossa última pergunta aqui pra fechar com chave de ouro. Aí, ó. Você viu, Bigoda? Na primeira vez ele tá se achando já. Chave de ouro, né? Não é chave de ouro. É chave de enxofre. Manda, manda. Aqui, ó. Roberto mandou.
alguém tem curiosidade sobre esses temas espirituais mais obscuros, qual seria a melhor forma de buscar conhecimento sem cair em desinformação? É muito arriscado. Qual o nome dele? Roberto. Roberto. Existem literaturas, tem o Evangelho de Lúcifer que eu gosto muito. Tem? Tem. É um livro, Evangelho de Lúcifer. Não é humano. Que pra um iniciado vai te trazer uma consciência.
Mas citar uma literatura é muito da força de quem está canalizando ali. Então, eu não gosto muito de citar literaturas, não. Mas tem literatura lá? Porque acho que não tem, né? O que tem lá é os ritos práticos de vocês mesmo, no dia a dia. A prática, né? Não, o Evangelho de Lúcifer é a literatura. Não, sim, mas fora ela, tem outras que vocês leem lá, que vocês estudam. São grimórios do nosso próprio Colvin. Entendi. É isso daí, ó.
Ana Lu, eu ouvi uma vez que o satanismo tem seus 10 mandamentos também. Tem ou não tem? Tem. Pode ser falado ou não? Eu não lembro de todos eles, Dani. Você é o teu próprio Deus. Não há perdão. Você não tem o perdão. Isso também a gente não perdoa. Não existe o perdão pra gente. Vamos ver aqui os 10 mandamentos. Alguém te fez um mal. Alguém te fez um mal. Não dá pra perdoar. O perdão é uma fraqueza.
pra você continuar errando e culpando alguém. Tá. Dentro do luciferianismo, se você errou, você vai ter a sua própria, o seu próprio risco e o seu próprio prejuízo. Tá. Então, eu tenho a consciência que eu não posso fazer mais aquilo. Eu tenho a consciência que aquilo que eu fiz primeiro me prejudicou e te prejudicou. Então, o luciferianismo, ele não tem perdão. Eu não peço pra alguém imputar o meu erro. Eu não vou errar,
Porque eu sei que aquilo não vai me fazer bem. Entendi. E não vai te fazer bem. Então não faço. Então você não pede perdão pra ninguém. Não. E tem o do seu próprio... Mas não estou enfadada a não errar. Eu posso errar. E esse erro vai me trazer consequências. Ó, mandamentos do satanismo. Amarás e odiarás com a mesma intensidade. Ou seja, se você ama alguém, você ama muito. Mas se você odeia, você também odeia muito. Não tem essa... Ah, eu odeio pouco.
tipo de satã que é esse que vem te confrontar com você mesmo e fala assim ó se você levar um tapa no meio da sua cara
Você vai virar o rosto? Vai dar outra face? Eu vou dar. Você vai dar outro... Não, vai dar o quê? Um tapão. Ah, o outro tapa, não a outra face. É um socão. Entendi. Entendeu? Então é muito de você revidar aquilo que estão fazendo pra você. Então se estão me fazendo mal, eu não vou pagar com mal, vou pagar com bem. Bom, se fizer um mal pouquinho, pouquinho, não sei se tem como a gente avaliar o que é muito mal, né? Mas que não vai me danificar muito.
Ah, tem uns vacilos aí, né? Uns vacilos. Não vou atingir. Agora, se ele vier pra prejudicar,
pessoas que estão ao meu redor. Eu sofri intolerância religiosa de uma vizinha. A gente tá em obra do Templo Novo e essa vizinha, ela pegou, ela já tinha falado, gritado várias vezes, falando que ia denunciar. Chamou a vigilância sanitária pra ver se tinha animais dentro do templo. Tempo em obra. E aí... Tá com tempo a vizinha. E ela pegou o telefone e começou a xingar a empreiteira que a gente convidou. Naquele momento ali, eu liguei pra minha advogada e falei, ó, você vai ter que me tirar da vizinha.
Porque eu vou bater nela. Porque ela tá mexendo com o meu Ilê. Ilê é o templo. É. O meu chão. Então eu vou agir da mesma forma que ela tá agindo. Então isso é revidar. Mas das formas que ela fez anteriores, eu não fui lá na casa dela brigar com ela. Entendeu? É algo que vá te prejudicar. Entendi. O segundo, amarás a ti mesmo acima de tudo, é essa coisa do que você é o próprio Deus. Então você se ama acima de tudo.
Nós não nos acreditamos em Deus nem em Javé. A gente sabe que ele foi quem nos fez e nos criou. Mas nós não aceitamos que ele tenha o controle sobre nós. E nos amar, como que você vai amar uma outra pessoa se você não amar a ti em primeiro lugar? Impossível. Então, esse amor próprio vai te tornar uma pessoa incrivelmente poderosa. Porque você está se reconectando com você mesmo.
que Javé criou vocês também, os luciferianos. Amarás ao próximo da forma que ele te amar. Com certeza. A gente não ama mais, ah, eu te amo mais, não. Vamos te amar igual. Você é um espelho. Então se você está me ferrando, se você quer acabar comigo, eu tenho que te amar porque é uma ordem? Não. Conhecerás a ti mesmo, acho que é um resumo do episódio de hoje, que é essa coisa do despertar que você falou, né? O quinto mandamento,
sempre a melhoria material e espiritual que estão alinhadas porque você pode ter toda a força material e seu espiritual e seu algo destrutivo vai existir esse desequilíbrio e você não vai conseguir ser uma pessoa constante não usarás o nome de satã para fins indevidos não dá pra brincar com o nome que pra vocês também é um deus até pra colocar esse tipo de medo não brinca comigo porque eu sou um satanista em nome de satã eu vou pedir pra ti
Não tem. Respeitarás e protegerás as crianças e os animais. Vai num pouco daquilo que você falou de não fazer trabalho pra matar a criança. Mas e como entra os animais aqui? Judiar. Porque quando a gente sacraliza, a gente tem aquele momento ali de oferecimento vital. Agora, o que é? É você manter um animal em cárcere, você não dar comida, você fazer como que fizeram
com aquele cachorrinho, orelha. Isso é judiar, isso é maltratar. Então a gente não faz isso. Viverás cada segundo como se fosse o último. Bem daquela coisa do momento que vale, né? É o agora. É o agora. O teu agora é que vai fazer o teu futuro. Se hoje eu sou uma pessoa que eu vou fazer alguma coisa benéfica ou maléfica, vai representar e reverberar naquilo que amanhã eu acordar. Andarás a teu modo, quer dizer, vive do teu jeito,
darás o caminho de outrem, de outras pessoas. Isso daí é nada. E o último, darás o teu melhor em tudo que fizeres. Então não tem mandamento de nada de mim. Acabei de descobrir que eu sou satanista. Sério? Não, porque muita coisa aí eu concordo também. Essa coisa, a coisa do... O Bigoda não respeita esse último. Cadê lá? Darás o teu melhor em tudo que fizeres. Com certeza o Bigoda não é satanista.
Ele entrega o pior como se fosse o melhor. Mas dá para evoluir, viu, Bigoda? Dá para evoluir, dá para fazer um... Mas ele se empenha em dar o pior. E não evoluir. Não, não, ele faz muito esforço para dar o pior. Não é que ele faz o pior por preguiça, ele faz muito esforço. Mas também é um dom. É um dom, é um dom fazer o pior. É um dom também. Ele não decepciona ninguém, né? Assim, com certeza. Prometeu nada, entregou o que prometeu. Entregou o que prometeu. É isso? É isso.
Ah, por aqui acabou. Obrigado demais por esse papo. Que papo interessante, cara. Muita coisa que eu nunca tinha ouvido falar. Muita coisa interessante. Muita mudança de cabeça aqui. Muita gente que está assistindo. Acho que está sentindo a mesma coisa. E respeitar. Claro que eu tenho a minha crença. E tudo isso, para mim, é interessante. Eu acredito em outras coisas. Acho que você também tem essa parte mais cética. Em relação à religião. Eu gosto muito de ouvir todas as religiões. Você respeita muito.
que a gente vê que existem outras religiões, né? A gente quer ouvir o que acontece ali, né? Mas eu vou fazer uma pergunta pra você. Você acredita no sobrenatural ou não? Ah, pensei que era outra. Você acredita? Você acredita? Que existe algo além do material? Eu sou o agnóstico, né? Mas você nunca teve nenhuma experiência? Tive, tive. Mas hoje em dia eu tento passar pro... Então, eu tive uma experiência que foi gravada e filmada.
Então. Que foi no Hotel Iara, lá no Paraná, em Bandeira. Você viu, né? Você viu também, né? A gente trouxe aqui. Trouxe aqui.
A gente estava lá nas ruínas do Hotel Yara e aí a gente estava numa parte que era a parte onde ele teria feito o pacto, eu contando a lenda, porque tem essa lenda, né? Falam que é lenda e alguns falam que não existiu essa parte da lenda, que ele apenas era um homem ambicioso, mas outros falam que teve o pacto. Eu estava contando essa história e eu ouço um carrinho de camareira. Então até hoje eu não sei o que é. Tem gente que fala que pode ter sido uma...
Me transportei pra aquele tempo, ou aquilo conseguiu rasgar um véu e vir pra cá, e eu ouvir o barulho. Entendeu? Essa foi uma das coisas, eu tenho duas experiências. E a segunda foi quando eu entrei no Castelinho da Rua Apa, aqui em São Paulo, na Santa Cecília. Lá foi palco de um crime, eu também tenho esse vídeo. E aí na hora que eu entrei na sala onde os corpos foram encontrados, uma luz sai do chão e cruza a imagem assim. E é bem bonito, tem essa imagem bruta. Então assim, por que eu falo que eu sou agnóstico?
em cima do muro, né, pra mim eu caminho hoje, porque, cara, não dá, eu não consigo, eu acho que eu também não quero falar que não tem nada depois da morte, né, que não tem nada além de nós, eu quero muito que tenha, mas eu também não posso afirmar que tenho, né, eu não tenho uma foto com os deuses, eu não tenho uma, né, uma prova material, talvez nem consiga porque eles não são materiais, mas eu respeito todas as religiões e quero aprender mais sobre as religiões, né,
Às vezes, quando a gente fala de satanismo e luciferianismo, a galera fala, meu Deus, pelo amor de Deus, satã é o mal destruidor. Calma. Vê como é que é dentro da religião dela. Porque a gente tem uma mania, né? E eu também tenho um pouco disso, que eu ainda trago um pouco das questões cristãs. Mas eu tenho um pouco dessa mania de colocar a religião cristã, católico, evangélico, principalmente aqui no Brasil, como o pilar do correto, do certo. E a partir dali, a gente traça as outras. Não, mas o demônio é esse aqui.
demônio na sua religião. Não, gente. As religiões cristãs não são as corretas. Não existe religião correta. A religião correta é aquela que você acha que é correta pra você. Exatamente. É isso que a gente fala muito, né? Aquilo que você experiencia. Então, se você não teve essa experiência com o todo ainda, se o Vilela teve essa experiência cristã que agregou ele, que abraçou ele, ótimo. Eu tive a minha experiência nesse setor. Eu tenho
Eu tenho como ver, eu tenho como ouvir, eu tenho essa sensibilidade. E de alguma forma, um dia você pode ter ou não. E tudo bem, porque o que vai te levar à sua verdade são as suas experiências. Só uma coisa, alguém quer café? Eu pedi um café para mim. Não, obrigado. Então é isso. Eu acho que a gente tem um olhar muito sobre o que é certo, que é a cúpula estar ali. Eu vou falar da minha experiência. Eu sei que eu respeito a tua, mas por que eu trago tanta gente para falar sobre o mundo espiritual? Porque eu não tenho nenhuma dúvida que existe.
Eu tenho certeza absoluta. O que eu não tenho certeza, mas eu acredito, eu tenho fé, é na minha visão. Mas eu não posso dizer que ela está errada. Eu não posso dizer que um espírita está errado, que qualquer outra pessoa... Eu escuto e algumas coisas fazem sentido, outras não. Eu falo, cara, isso daqui... Por exemplo, reencarnação para mim não faz sentido. Respeito. Mas algumas coisas que ela falou sobre as dimensões, sobre como... As lutas espirituais. Lilith, alguma coisa que a gente...
vê em apócrifos, em outras religiões, você fala, cara, tudo está meio conectado. Alguém vai falar que essas coisas que acontecem são alienígenas, outros vão falar que são demônios do mal, outros vão falar, não, são daimons e trazem experiência. Cara, eu olho tudo isso, escuto e falo, cara, olha que louco, todo mundo tem uma experiência, tem contato com essas coisas, cada um filtra através da sua fé, da sua experiência pessoal e traz um conhecimento.
Talvez todo esse conhecimento junto traga uma verdade para a gente. Talvez. Ou talvez a gente não seja capaz de alcançar essa verdade nunca. Talvez não seja a nossa missão na Terra chegar nessa iluminação. Mas só o fato de você estar buscando, eu acho que já é um caminho. E ouvindo a todos. E eu acho que a maioria das pessoas, e assim eu me coloco nesse balaio, precisa acreditar que existe um bem e um mal. É. Precisa acreditar que existe isso. Então assim, quando você tira... Eu preciso. Você precisa? Eu preciso.
Então, para mim, o mal é a ausência do bem. Ele não é uma entidade que se materializa. A sombra é a ausência de luz. Exato. Então, por exemplo... Então, aí também tem várias subjetividades. A sombra pode ser coisa boa. Não, eu sei, mas onde a luz não ilumina, faz sombra. Isso. Eu tenho as minhas sombras. Nós, se nós fôssemos... Eu me considero uma pessoa boa. Eu me considero um gayzinho bom e feliz. Você é bom, sim. Eu me considero bom.
Mas, se eu for instigado em algum momento pra matar alguém, ó, Daniel, a gente vai matar sua família aqui, ó, e eu tiver uma... Ah, você tem a sua defesa. Você chega nesse ponto, claro. A gente não sabe, cara, o que a gente faz. Não é uma defesa. De querer matar, de querer... Então, quer dizer, a gente precisa dessa ideia do bem e mal. Mas, pra mim, a configuração de mal é uma configuração exatamente... Eu não preciso de uma entidade do mal. Quando você fala que Lúcio e Fernando... Ele tá em nós. Eu também acho.
Tanto quanto bem, né? É a história dos dois lobos, né? Quem que você alimenta lá dentro de você? Exato. Eu não acredito que haja um mal que fica aqui, ó. Vai lá, Daniel. Faz o mal. Não, eu acredito que existam sombras e que o Daniel de antigamente fez coisas que eu não faria mais hoje em dia. E essas sombras são tuas. E essas sombras são minhas, não é uma entidade. Por isso que a gente fala da árvore gifólica, né? Da gente tirar essas cascas. É a árvore da morte, né? É a árvore contrária da vida. É você...
Se olhar e ver, caramba, eu tive traumas, você está aqui, mas não estou querendo pegar nenhuma ferida do seu pai. Não, mas pode pegar. Mas não tenho mais. Sim, mas porque foi curada. Porque você olhou para essa sombra e falou, eu preciso cuidar disso aqui que um dia me fez sofrer, que até ano passado me fez sofrer, que daqui a alguns anos atrás. Mas você cuidar dessa sombra sua, de cuidar assim, caramba, eu sou muito invejoso.
Eu cheguei aqui, eu quero um estúdio, igual esse aqui do Vilela. Ana Lu, isso é uma coisa,
E você olhar pra você e falar Cara, eu sou invejoso pra caramba E eu tenho que tratar isso em mim Eu sou mentiroso Reconhecer essas sombras sujas e tratar Eu sou violento Eu tenho uma vontade louca, vamos falar aqui De cometer um homicídio Sei lá, não, tem pessoas que tem isso Tem pessoas que chegam na minha mesa Sim, eu tenho uma vontade De cometer um crime que eu não sempre falei Para com isso Então por que que isso aconteceu? Porque o pai
Aqui dentro, na equipe, eu tenho essa vontade às vezes. Verdade. Porque eu olhei agora pro bigoda e aí me veio essa vontade também. Mas é um assassinato, assim, que eu não queria que ele morresse também. Não, né? Só sofrer. Só sofrer. Eu tenho certeza que o bigoda é o cara que ele mais gosta aqui dentro. Fala isso, cara! Ele vai ficar insuportável. Eu tenho certeza que é o cara que ele mais gosta. Pois é. Mas aí a trajetória dessa pessoa que chegou com essa ideia obsessiva,
O pai que batia na mãe, que batia nele. Você não sabe a história da pessoa, né? Entende? Não dá pra gente saber, né? Pois é. Então, eu gosto muito de uma frase que parece, ela parece muito, digamos, até agressiva, mas é um pai de santo que me falou, que é o Jonan, que ele falou o seguinte, eu tenho amizade dos dois lados, com Deus e com o diabo. Por quê? Porque, na verdade, o diabo não é necessariamente mau. Você já viu aquela brincadeira do passado do vilão? O vilão, ele é ruim hoje, mas o que ele sofreu?
enxergar nisso. E todo vilão é o herói da própria história, né? Exatamente. Então, quer dizer, se o vilão se tratar, ele vai começar a ficar bem, entendeu? Então, quer dizer, na minha concepção, por mais que eu seja agnóstico, eu não acredito que há um mal puro que seja uma entidade. A gente vê casos do pai que matou os dois filhos e se matou. Cara, isso pra mim é a essência do mal. Isso pra mim é uma coisa tão absurda. Ah, o cara tava sofrendo. Cara, não tem explicação. Teve um caso, acho que foi
não lembro onde foi, mas foi no Brasil, que o cara era caminhoneiro, a esposa dele com as três filhas ficavam em casa, um cara que era pedreiro, estava arrumando a casa do lado, ele desceu, matou a esposa, matou as três filhas, violentou elas mortas, então quer dizer, isso daí é o mal mais puro, é claro que se você for mais longe, for um perito, for um médico psiquiatra, você vai estudar às vezes a cabeça dessa
galera, você vai ver que tem um parafuso solto ali. Só que o ato é mal. O ato é perverso. Entendeu? Aí você fala assim, foi o demônio que fez? Foi o demônio. Às vezes foi uma pessoa que vai na igreja. Então eu não acredito que exista uma personificação, entidade pro mal. Eu acredito que haja distúrbios psiquiátricos. Exista o mal na sua essência dentro de pessoas que se dizem boas. Eu acho que tem as duas coisas já. Tem o mal essência e tem o mal. Mas eu acredito que exista.
Você acredita que haja uma entidade? Você acredita que essa pessoa, exemplo, essa pessoa era um assassino, um serial killer, ele foi, morreu, desencarnou, e ele não saiu dessa dimensão que a gente está na matéria. Ela está aqui. Então ela virou o quê? Um obsessor, um quiumba. Tentando influenciar outra pessoa. E ela vem e influencia. Mas isso é o legal do agnosticismo, que você pode acreditar nisso. Eu gosto disso, eu gosto de ouvir.
E pra mim faz sentido, às vezes. Como assim você gosta disso, de assassinar pessoas?
Eu sei. Eu gosto de duas coisas. Trabalho e homem. Não tenho trabalhado muito ultimamente. Trabalho e homem. Mas é isso. Mas é legal acreditar nisso. Eu acredito no obsessor. Eu quero acreditar no obsessor. Por exemplo, a reencarnação que a gente falou. A reencarnação faz sentido para mim. Faz muito sentido. Eu não acredito que o Daniel Pires seja só esse corpo gostoso. Não. Eu acredito que esse corpo gostoso vai morrer. E o espírito, que é a nossa essência, ela vai sair e vai voltar.
um dia mesmo sem se lembrar. Mas se você falar, você acredita realmente nisso? Eu não sei, eu não posso provar. Mas você tem algumas cicatrizes que te lembram? Coisas assim, que você fala, eu não sei porque eu tenho medo de altura, eu não sei porque eu tenho medo de água, eu não sei porque eu tenho fobia de tudo. Eu tenho fobia de água. Eu tenho de altura. Entendeu? Altura também. Eu fui naquele Sampersky e não conseguia olhar pra baixo. Exemplo. Fobia, qualquer tipo de fobia foi por causa da minha morte.
Então você já foi buscar isso, né? E sabe onde eu tive o câncer? Retrolarí, de tudo meu no pescoço. Eu tenho aqui nove hérnias de disco no meu pescoço. Nove? Nove. Eu tô com quase uma, mas eu tô morrendo. É, nove. Imagina eu, milagrezinho, né? Então eu tô aqui, tudo a pescoço. Então teve pessoas que eu fiz até essa parte de outra dita. Falei assim, vem cá, você tem uma cicatriz na tua costela do lado direito? Tem. Você gosta de cavalo? Gosto. Você gosta de filme de guerra?
da Segunda Guerra, gosto. Aí descobriu a causa da morte, na vida passada. Soldado da Segunda Guerra Mundial, porque eu vi a cena, eu fui até ali, só que eu preciso trazer aquilo pra pessoa, pra ela acreditar. E ele foi um soldado? Ele foi um soldado. Eu tenho vontade de fazer regressão. Tem coragem, Vilela, a fazer regressão? A gente já fez aqui. Aqui ao vivo? Vai com você? Comigo não, com dois caras que trabalhavam aqui, comigo não rolou. Não rolou? Não. É porque ele tá fechado. Não, mas eu tenho medo.
Não, eu tenho medo da hipnose. Então, ele fecha a sua na glândula peniel. A glândula peniel é que fecha. Fechou, acabou, não consegue. Mas, cara, um dos caras que trabalhavam aqui no lugar do santo, por exemplo, do santa, ele, cara, ele contou com detalhes uma época que ele viveu. De vida passada. Sim, com detalhes. Vamos fazer ao vivo. Quero ver isso aí, hein. Eu fui uma bela donzela. Já pensou?
Muito que bem. Faria sim, faria sim. Pois é. É isso, querido Santa? Por aqui fechou. As perguntas tudo em ordem. Então vamos agora à divulgação e depois você vai brilhar. Espero que esteja preparado já. Daniel, redes sociais, página, site, canal. Para quem não me conhece e tem curiosidade para conhecer outras religiões e outras vivências, é só me seguir no Dampires Lenda em todas as redes, tanto no YouTube como
TikTok, Instagram. Dan Pires Lenda. Lá tem o meu podcast que é o LendaCast, corte deles, em que a gente fala sobre religiões. Inclusive, tive a honra de ter tanto a Nalu como o Vilela lá no LendaCast. Então, se você quiser acompanhar, é só me seguir no Dan Pires Lenda em todas essas redes e bora conhecer as religiões sem preconceitos. Exato. E você? Redes sociais?
as redes sociais sacerdotisa.mianalu a gente fica ali no Rio de Janeiro temos um templo de Quimbanda Luciferiana onde que é uma outra vertente convido vocês todos a conhecerem sem preconceito, vai de coração aberto, domingo agora vamos estar reunidos ali numa grande gira maravilhosa dia 29 vou estar aqui em São Paulo, 28 desculpa vou estar aqui em São Paulo também pra uma gira já lotada e espero que esse conhecimento que foi
adaptado à sua mente hoje, venha te trazer uma expansão. Mas, porventura, não chegou o momento. Eu respeito, com todo carinho e com todo amor, que o luciferianismo também é carinho e amor, e principalmente acolhimento. Que bom. Ô, Santo, agora quero ver você que está estreando aqui num episódio importante desse. Já está cheio de graça aí. Quero ver o que você tem para falar agora. Vamos ver se acerta agora. Vamos lá. Para provar que você chegou... Não, já errou. Não, já errei. Já errei. Bigoda. Já errei. Fala para ele.
Errou. Exato. O que você ia me falar antes? Esqueci de falar do nosso triângulo amoroso do YouTube. Exato. O like, inscreva-se, deixe seu comentário, participe aqui com a gente. Outra coisa que você esqueceu, agradecer a quem? Agradecer aos patrocinadores. Exato! Muito bom, agradecer a Insider que está sempre com a gente. Link na descrição, QR Code na tela aí, para você estar sempre na moda e com produtos tecnológicos. E agora é a hora de você brilhar.
O que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final dessa live?
aqui, comenta aí pra gente, sabor fama. Sabor fama? A cara dos dois. Dos dois não? Eu tô ótimo. Querendo rir. Eu colocaria sabor CLT. Sabor CLT. Melhor, melhor, melhor. Adorei. Sabor CLT. Coloca nos comentários. Essa vai bombar. Fiquem com Deus ou com Lúcifer, você escolhe. Beijo no cotovelo e tchau. E que bom que vocês vieram, não é? A escola é sua. Obrigado.
E se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.
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