Episódios de Inteligência Ltda.

1785 - A GUERRA DO IRÃ E O GRANDE RESET: DANIEL LOPEZ

12 de março de 20262h39min
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DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Neste episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre a guerra dos EUA contra o Irã e sua relação com o fim dos tempos e o “Grande Reset”. O Vilela já comprou todo o estoque de miojo do Chico Bento, sabor caldinho de feijão, e estocou no porão.

Assuntos15
  • Grande ResetKlaus Schwab · Fórum Econômico Mundial · Capitalismo de stakeholder · Reconstrução após crises · Nova ordem mundial · Controle estatal aumentado
  • Conflito Irã-EUAAtaque de mísseis iraniano · Resposta aérea americana · Bloqueio do Estreito de Hormuz · Preço do petróleo · Bases militares americanas · Israel como aliado
  • Tecnocracia e controle digitalInteligência artificial · Vigilância de compras · Crédito social · Cidades inteligentes · Renda básica universal
  • Economia GlobalRegra baseada em regras · Globalização · Blocos econômicos regionais · Dólar como moeda de reserva · BRICS e multipolaridade
  • Conflito EUA-Ira PetroleoPreço do barril em alta · Embargo de combustível · Contagem regressiva de diesel · Crise de suprimentos · Impacto na economia
  • Geopolítica de Trump, Xi e PutinDonald Trump e isolacionismo americano · Doutrina Monroe 2.0 · Rusia como aliado potencial · China como rival principal · Controle de recursos naturais
  • Combustível diesel e logísticaMatriz rodoviária · Greve de caminhoneiros · Importações · Subsídios · Cadeia de suprimentos
  • Moedas digitais dos bancos centraisCBDCs · Stablecoins · Controle programável · Fim do dinheiro físico · Vigilância financeira
  • Terceira Guerra MundialCenários de escalada · Armas nucleares · Envolvimento de potências mundiais · Divisão em blocos · Colônia de países
  • Desmatamento AmazoniaAquífero da Amazônia · Água doce · Terras raras · Biodiversidade · Controle geopolítico
  • ESG SustentabilidadeCritérios ambientais · Créditos de carbono · Restrições agrícolas · Proteção ambiental como controle · Governança corporativa
  • Inteligência ArtificialQuarta Revolução Industrial · Drones e mísseis · Robôs militares · Automação de empregos · Tecnologia bélica
  • Eleições PresidenciaisEleições americanas 2024 · Eleições brasileiras 2026 · Trump e candidatos · Influência internacional · Negociações geopolíticas
  • Ocultismo e MisticismoMarina Abramovic · Magia cerimonial · Aleister Crowley · Arte como magia · Rituais e cerimônias
  • Armas NuclearesIrã enriquecendo urânio · Destruição de usinas · Uso estratégico · Distância de segurança · Evacuação de cidades
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Aterráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vileira e está começando mais um Inteligência Limitada. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais catastrófica. Resetada. Resetada do final do mundo, cara. Nunca estivemos tão perto do final do mundo como estamos agora. É verdade, cara.

Ainda bem, vocês estão ferrados. Todo mundo vai correr para o meu sítio lá na montanha e eu não vou...

Não vai abrir a porteira. Não tem problema, cara. É que nem aquele filme lá que os caras correm pro vizinho, que ele ficou todo tempo se preparando com arma, com alimento. O mundo é depois de nós. Kevin Bacon. Você se esqueceu que eu trabalho num bunker? Verdade. Mas eu deixo aqui pra vocês. Eu vou pra montanha. Você vai pra montanha e a gente vai se abrigar aqui, cara. Fica você e o morcego aí. Porque, Daniel, é melhor ir pro meio do mato ou é melhor ficar na cidade onde tem mais recursos? Jesus falou, Mateus 24, quando aconteceram essas coisas do apocalipse,

saiam das cidades, vão para as montanhas. Acabou. Segui o mestre. Como vai ser a participação do pessoal, querido Romer? Bom, já começa já deixando o seu like, se inscrevendo nesse canal, torne-se membro, ajuda a gente a bater aí os 6 milhões de inscritos, compartilha esse vídeo também aí com toda a sua patotinha e já vai preparando a pergunta, né? Exato, já prepara a pergunta, já manda no superchat e eu quero preparar você também para ser milionário. Você quer ser milionário, Romer? Com certeza. Quem não quer, né?

Você sabia que eu sonho em ser milionário que nem meu pai? Porque seu pai foi milionário? Não, porque ele também sonhava. Cheio de graça, né? Nem parece... Não vou falar do Jota aqui. Falo do Jota ou não? Pode falar. Teve gente que mandou aqui no chat, qual foi a palavra? Sugestão. Sugestão do Jota. Aí ele falou, escrevi rápido, ele falou. Bom, eu vou falar aqui se a sugestão é minha, eu escrevo o que ele fala. Tá certo. Tem gente aqui que falou truce.

É verdade. Que no estúdio falou, ah, eu trouxe não sei o quê. É inteligência limitada de todo mundo. Pois é. Mas eu estava falando aí, quem quer ser milionário é em casa, você que está assistindo a gente. Agora você tem sua chance toda semana com o novo parceiro do Inteligência Limitada, que é o Pix do Milhão, o maior clube de benefícios do país, com várias premiações toda semana. Prêmios de 20 mil reais na hora com o Achou, Raspou, é Pix. E durante a semana, sorteios pela Loteria Federal, que dão prêmios de 40 mil,

mil e até um milhão de reais. É só comprar pontos e torcer. Quanto mais pontos, comprar mais números para concorrer no sorteio. É tudo bem simples e legalizado pela SUSEP. Vai na fé e na responsabilidade. Então é agora que é a sua chance de ficar milionário, hein? Vai no link da descrição, cadastre-se e compre seus pontos para concorrer mais. Só para quem tem mais de 18 anos, não é, Romer? É isso aí. Agradecer também quem agora? Nossa parcerona de sempre. Todo programa a gente agradece a Insider,

especialmente agora, semana do consumidor, não é? Olha só. Meu cupom do inteligência, presta atenção, tá dando quanto? 50%. Repita. Ou até 50% deles. Juntando, combando os descontos no site, chega até 50%, então usa nosso cupom. Liga na descrição, QR Code na tela. É isso aí. É isso? É isso aí, meu cara. Então roda a vinheta que lá vem papo aí. Vamos lá. Estamos de volta agora com o Ligando os Pontos, um programa que você sabe que a gente começa com o assunto principal e liga vários pontos.

aleatórios, como filmes, livros, séries e até... Tem até música. Não, até fofoca. Até fofoca. Piada de quinta série. Piada de quinta série. Está fazendo sucesso aquela do Bot, né? Está fazendo do MacGyver? Está. Da cobra do Bot. É, a cobra do Bot. Mas se apresente para o povo que não te conhece aqui, o dono do canal vai falar agora. Valeu, valeu, Vilela. Daniel Lopes, jornalista, professor, tradutor, escritor, surfista. Depois eu vou deixar no banco de dados

umas imagens de mídia de surf. Verdade, já vi fotos, não é mentira. Não é mentira, não. Não é montagem. Eu tenho provas recentes, documentais. Então, eu estou ali no meu canal no YouTube, de segunda a sexta ao meio-dia, fazendo uma atualização das notícias, não apenas fazendo o que eu estava conversando aqui com o Vilela antes, uma análise reativa. Aconteceu, vamos entender. Não, a gente faz uma análise preditiva também. Não é bola de cristal, não.

É leitura pesada, cruzando dados ali. Quem aprende com o passado, não tem como... Quem conhece história,

conhece a história, está fadado a repetir os erros do passado. Só que, como a gente aprende lá com o Asimov na fundação, você pega Big Data, bota para rodar, você consegue prever a tendência. Quanto mais população, mais gente envolvida e mais tempo, mais fácil de você prever. Você não consegue prever a ação de um indivíduo. Agora, de uma manada, de uma galera grande, é imprevisível. Já com a Big Data hoje, inteligência artificial, então fica um filé. Você fala para ela, cruza os dados e acha a

padrões, ele acabou. Mas sabe o que que acontece? No Asimov e no mundo real, às vezes um louco no meio bagunça tudo. Estraga tudo, é um ponto. Um Trump é um cara que bagunça todo esse jogo, ele é imprevisível, né? Sim, mas aí, já que a gente entrou nisso, a Marina Abramovic, lembra dela? Aquela artista. Não, antes da gente começar o assunto, você já se apresentou, né? Já me apresentei. Então quero falar também, deixa também. Acho que já, né?

Ah! É, falei aí, ó, acompanha minha live aí de segunda a sexta aí. Quero falar também pra colocar

Depois o QR Code, o link da Arca, que a gente vai falar mais no final. E a gente sempre vai gravar um trechinho aqui de coisas que são proibidas de falar no YouTube pelas palavras e temas. E a gente grava dez minutinhos depois direto para a Arca, que é esse clube tipo um Netflix de conhecimento. Com vários vídeos, vários links e vários livros indicados. É, o cara fala que a Arca é um curso. Eu falo, cara, dentro da Arca já tem 25 cursos. Não é só um curso, né? Fora as lives. Então é mais do que um curso, né?

que estão querendo estudar as tendências para não ser pego de surpresa, como o mundo foi pego de surpresa na pandemia. A gente não quer que o cisne negro nos pegue de surpresa de novo. Essa que é a ideia. Vamos então ao tema. Desculpa, agora vamos começar sobre Reset. Reset, claro. Quem que é essa mulher? Marina Abramovic, você falou que dentro desse mundo de pessoas, da multidão, inclusive Multidão é um livro muito interessante do...

Antônio Negri. Tem o Império e o Multidão. São livros interessantes que têm a ver com o que a gente está vendo hoje. Opa, dica já de três livros. Série, Fundação, Império e Multidão. São dois livros. E o que trata? O Império vai falar do Império Norte-Americano, como é que ele se expande e tem tudo a ver com o que o Trump está fazendo agora. E o Multidão é como as multidões podem fazer frente ao Império se elas estiverem unidas. Spoiler bravo dos livros, mas é claro que lendo o livro,

vai ter vários outros insights importantes. Então, você falou que na multidão, com Big Data, a gente consegue prever os movimentos, mas às vezes tem um cara que é um coringa. Um outsider, alguém que pensa diferente e acaba mudando. Na verdade, o nome dele, Trump, é trunfo. É como se fosse um coringa. O próprio nome do cara já é o trunfo. Apesar de que a família era Trump, que era alemã. O avô dele era imigrante alemão. E aí, por que eu falei da Marina Abramovic? Quando o Trump surgiu,

ali na política em 2017, 18, a Marina Abramovic, ela deu duas entrevistas dizendo que o Trump era um mago da mais alta ordem que veio instaurar o caos para despertar o mundo para uma ordem nova. Então você vê, é uma mulher que é uma artista contemporânea, né? Faz muito aquelas artes performáticas e tal, né? É, coloca essa, é ela? Isso, Marina Abramovic. O pessoal está perguntando se é gravado ou não, gente. É live. Estamos ao vivo.

24 agora e vamos comentar as últimas coisas que estão acontecendo na guerra, então fica ligado. Só fazem ter que mostrar um jornal de hoje, né? Lembra aqueles? Exato. Pra provar que isso aqui é hoje, mostra um jornal. O pessoal tá falando que minha voz tá baixa e vocês deram uma aumentada aí? Boa, boa. E essa é a mini, essa é a mulher. É, aí ela tá bem, ela tá mais coroa já. Essa mulher, ela faz um negócio que é muito interessante, a gente já, não era o meu plano original, mas a gente começa no Grande Reset já pelo lado esotérico,

Ela faz um negócio que o Crowley meio que inaugura, porque o Crowley tem um livro que é Magic Theory and Practice, Magia, Teoria e Prática, e ele vai mostrar que a magia cerimonial, que é aquele tipo de magia que não é mágica do mágico que some com as coisas, é magia cerimonial, que é chamada também de alta magia, onde você tem toda uma estrutura ritualística, iniciática e tal. É complexo, a doutrina.

Você tem graus de iniciação, tipo OTO e por aí vai. A magia cerimonial... Magia do caos também? Magia do caos. A magia do caos é o inverso disso, que ela simplifica. Ah, é? Tipo o ritual que na alta magia demora seis meses para você preparar, eles fazem seis minutos. É um negócio tipo magia fast food ali, né? Você faz um sigilo e você joga para frente. Mas a ideia do Crowley é que a magia cerimonial, a parte cerimonial da magia,

Então, o Crowley vai associar a arte com a magia. Ele vai dizer que a pintura pode ser magia, porque é uma performance também. O teatro também é uma magia, porque a cerimônia, se a gente pensar de olhos bem fechados, aquele ritual que está acontecendo, é semelhante a um teatro, uma coreografia. Então, Marina Abramovic é uma artista que faz magia também, se alimentando desse conceito do Crowley.

autístico e ocultista, quando ela fala que o Trump é um mago da mais alta ordem que veio para trazer o caos, eu acho que isso foi meio profético, né? Porque o Trump volta agora e instaurou o carro no mundo. Primeiro com tarifas, né? Tarifas é um negócio que já rompe, já dá uma resetada no sistema, já que a gente está falando de grande resete, daqui a pouco a gente aprofunda de onde veio isso. O mundo estava caminhando, numa época, para um grande mercado mundial, sem fronteiras, sem tarifas barrando isso ou aquilo.

Ele foi cortando isso. Ele foi impondo tarifas em aliados. Isso destrói a ordem internacional. Lembrando que depois da Segunda Guerra Mundial, surge uma ordem internacional nova. Os Estados Unidos se consolidam ali. Para quem quiser uma bibliografia legal sobre isso, é o livro do Henry Kissinger, Ordem Mundial. Ou o livro do Ray Dalio, que é Princípios para uma Ordem Mundial em Transformação, porque as nações crescem e caem, algo assim.

nova ordem mundial, em 1945, e a regra é o seguinte, todo mundo comercializa com todo mundo, o mundo se abre para uma verdadeira globalização das comunicações, das viagens, do trânsito livre de pessoas, surgem os mercados comuns, como a União Europeia e tal, mercado comum europeu, e o dólar é a reserva de valor global. Então, essa é a ordem mundial, chamada ordem mundial baseada em regras. Em inglês, eles chamam de

É a ordem que o Trump está derrubando agora. E que está trazendo esse grande reset. Então, quando a gente vê um mundo se fechando em blocos, um bloco eurasiano comandado pela Rússia, um bloco asiático comandado pela China, um bloco ocidental. O Trump fala América para os americanos, a doutrina Monroe 2.0, que virou doutrina Don't Row, de Donald com Monroe. É, doutrina Don't Row, Monroe 2.0. Ele fala, eu estou preocupado

com as Américas. Então, o Trump está olhando o eixo norte-sul. Ele quer incorporar a Groenlândia, o Canadá, o México, a Venezuela. Então, o Trump está olhando mais o hemisfério ocidental e ele tem falado isso. Eu estou preocupado com o hemisfério ocidental. O resto do mundo, vocês se virem e montem os impérios que vocês quiserem. Então, ao invés de a gente ter aquele mundo todo unido, está sendo instaurado o caos em cima dessa ordem mundial, que é todo mundo comercializa com todo mundo usando dólar. O dólar está deixando de ser a moeda de valor.

países dos BRICS, que se você for somar todo mundo, já tem 40% da população que está querendo deixar de usar o dólar e está querendo rivalizar com os Estados Unidos, criando essa ordem mundial multipolar. Então, quando a Marina Abramovic fala isso, que o Trump veio para instaurar o caos, para despertar as pessoas para uma ordem nova, cara, ela foi muito certeira e muito profética, porque isso é o grande reset, isso é destruir a ordem antiga para ter um cenário favorável para construir uma ordem nova.

e dizer, olha só como é que esse mundo não funciona. Veja como é que a gente tem tantas guerras. Veja como é que você tem ali um pequeno estreito no mar de 30 quilômetros de largura. Ele fecha e acaba com o planeta. Isso está errado. Temos que mudar isso. A gente não pode mais depender da energia vir lá do Oriente Médio. A gente tem que ter tudo aqui. Se eu fosse acrescentar o Trump falando, por isso que a gente invadiu a Venezuela.

Ou assumiu o controle da Venezuela. Eles querem ter tudo o que eles precisam nos arredores do Estado.

Estados Unidos. Greenlândia. Greenlândia, Canadá, que tem minério pra caramba, tem terras raras pra caramba. Isso é aquilo que tava lá naquele plano, que é o Tecnato da América, que é o plano da tecnocracia, que é criar tecnatos, ou seja, grandes grupos conglomerados e regiões que são independentes do resto do mundo. Então, em vez da gente ver o mundo se abrir, o mundo tá se fechando em zonas controladas. Antigamente, esse controle, essas taxas, era só pros inimigos ou pra fazer alguma sanção, não pros amigos, né?

Exato. Você fazia um protecionismo e tal. O protecionismo sempre foi criticado, né? Pô, a gente está numa ordem neoliberal. Antes tinha briga por causa da laranja, a laranja da Flórida, a laranja do Brasil, mas era pontual, né? Exato. E era um negócio que todo mundo criticava. Fala, pô, isso está fora do nosso combinado, né? Era todo mundo comercializado com todo mundo. Aí o cara fala, não, mas o teu governo bota subsídio na agricultura.

Aí é desleal. Aí você está, poxa, aí é uma concorrência que não é legal, porque você está ajudando o cara a ganhar na concorrência, né? Pois é.

Então é aquela ideia do neoliberalismo, que é o Estado mínimo. A gente está vendo isso acabar, porque agora é o Estado super presente. Você vê o discurso, porque era um discurso da esquerda, um discurso da direita, da esquerda o Estado forte. Forte, grande. E agora até a direita quer também o Estado forte, nacionalista. Na verdade, é uma unanimidade, todo mundo quer agora. Essa mudança por que, você acha? Então, é essa mudança de mentalidade que foi implementada pelo Fórum Econômico Mundial.

A ideia de grande reset vem do Fórum Econômico Mundial e o Fórum Econômico Mundial surge como uma implementação de algumas visões de mundo do Henry Kissinger. Qual que é essa história? Henry Kissinger, dá para a gente fazer um programa só sobre ele, se você quiser. Vou fazer mais para frente. Porque esse cara, meu irmão, ele era muito poderoso. E o Henry Kissinger, que na verdade não era Henry, o nome dele é Heinz, Hein Kissinger, que é lá da Floresta Negra da Alemanha, de onde vem várias,

idade secreta, né? Os próprios iluminados, os iluminantes da Bavária vêm dali, né? Então, o Henry Kissinger, ele é um jovem alemão de origem judaica, ele aí morreu recentemente com cento e poucos anos, sempre foi amigão do Trump. O Henry Kissinger, ele vem da Alemanha para os Estados Unidos, estuda em Harvard e ele se torna ali professor em Harvard, só que durante a Segunda Guerra Mundial, ele participou da Segunda Guerra Mundial como soldado e aí o que acontece? Quando termina

Segunda Guerra Mundial tem a Operação Paperclip, que são os Estados Unidos querendo levar para o seu território os maiores cientistas. Inclusive o Werner von Braun, que era major da tropa de elite alemã da SS e virou o pai da NASA, né? Amigão do Walt Disney. Nasistas são ruins, a não ser que eles tenham alguma coisa para passar para a gente. É lógico. E o Walt Disney passava a propaganda a favor do nazismo na Disney. Por que o Walt Disney se aproximou desse cara? Qual era a vantagem?

tinham uma afeição muito grande pelas explorações espaciais. O Disney era aficionado pelo espaço e o Werner Von Braun era o pai da aviação espacial. Então eles achavam que seria a nova fronteira de desbravar o espaço. Então eles tinham essa visão de mundo comum. Tem foto deles juntos assim. Não sei se você consegue achar aí, Homem. Está vendo? Segurando a aeronave. O Disney se amarrava nisso aí. Negócio de aviação.

Aquelas feiras de ciência, né? Sim, sim, sim. Ele gostava da ciência de vanguarda também, né? Os filmes e desenhos futurísticos e tal. Daí essa aproximação. É claro que as mais línguas vão dizer que o Walt Disney gostava do nazismo também, né? Claro que a galera já vai lá. Que era racista, né? Que também tinha aquela visão mais ariana. Aí eu já não me aprofundei muito. Porque ele entregou uma galera no macartismo. Que deu uma caguetada, né? É, deu uma caguetada. Tem essa história também.

essa história do caguete. Mas que o corpo dele está congelado é verdade. Até onde eu sei, sim. Criogenia. É. Ele e vários outros, né? Timothy Leary, né? Timothy Leary é uma figura interessante. Então, o que acontece? O Henry Kissinger, como ele era alemão e falava alemão fluente, ele foi escolhido como o cara para ser o organizador desse projeto secreto da OSS, que depois virou CIA, para trazer secretamente os alemães para os Estados Unidos, mudando a identidade dos caras, né? E visualmente o alemão consegue se

passar por norte-americano, anglo-saxão, caucasiano. É só você mudar o nome do cara e ele começar a falar inglês fluente. Você não vai dizer que o cara é um nazista que mandou gente lá para a morte. Então, vários políticos hoje que você tem no Congresso americano, muitos deles são descendentes de alemães na época do Hitler e que mudaram de nome. O nome do cara era Heinz e virou Harold.

Stuart. Você vai dar uma adaptada. Então tem o Bastardo de Inglórias. Nem o Vampeta. Fala como é que é, holandês. Mas sabe por que o nome dele é Vampeta? Tinha negócio vampiro com capeta. Exato, porque ele era tão feio que era mistura de vampiro com capeta. Os caras achando que era... E o nome dele não tem nada a ver. Depois vê o nome dele, não tem nada a ver. É apelido, né? Edson era antes do nascimento. Você está confundindo. É o Pelé que você está confundindo. Edilson.

Edilson, Edilson. Acho que não, hein? É isso, vê aí. Edilson é o Capetinha, você tá confundindo. É sim, tem o Capetinha, o jogo do Corinthians, né? Edilson é o Capetinha. Então, cara, aí o Henry Kissinger, ele se torna um dos caras mais poderosos do planeta porque ele tá envolvido nos projetos mais sigilosos, né? Então, esse cara, ele tinha acesso aos níveis mais impressionantes de informação. O nome dele é Marcos André

artística do Santos. Você estava chutando, então. Não, eu confundi com o Edilson Capetino. Exato. Impressionante que não tem nenhum J no nome, né? Não. Não tem sugestão. Sugestão. É, berinjela, né? Berinjela. Berinjela é com J. Então, o que acontece? Depois da Segunda Guerra Mundial, o Henry Kissinger era alemão nos Estados Unidos, estava super poderoso, e aí um jovem alemão chamado Klaus Schwab vai fazer uma visita aos Estados Unidos.

Segunda Guerra Mundial, o alemão não era tão bem quisto nos Estados Unidos, né? No mundo inteiro. Era meio persona não grata, né? E aí o Klaus Schwab, ele chega lá em Harvard, querendo assistir umas aulas ali como aluno ouvinte, né? Ninguém quis dar oportunidade pra ele assistir a aula. Falou, sai daqui, seu alemão. Só um professor o recebeu pra assistir as suas aulas, que foi o seu conterrâneo Henry Kissinger. Então ali, nos seus passeios pelos Estados Unidos, o Klaus Schwab, que é o criador

do Fórum Nacional Mundial, ele começa a andar com o Henry Kissinger e com outro cara bem fraquinho aí no mundo, que é o David Rockefeller. Então ele começa a virar peixe desses caras. E vira um pupilo desses caras. E esses caras passam pra ele essa ideia de transformar a sociedade. De uma sociedade dessa ordem global aberta, em que todo mundo comercializa com todo mundo e tal, para uma ordem mais fechada, um Estado maior,

mais controlado. Porque essa galera ama o controle, né? É claro que quando o cara chega no topo da cadeia alimentar, o maior medo dele é ser destronado pelas multidões que estão embaixo. Daí, voltando ao livro Multidão do Antônio Negri, né? Antônio Negri é italiano, tá? O cara às vezes escuta Antônio Negri, acho que é baiano, sei lá, né? Carioca. É italiano, inclusive se eu não tô enganado, ele tá preso até hoje por um atentado terrorista lá na Itália, né?

Mas a obra é interessante. É marxista, né? Pra quem não surpreender, eu falo, pô Daniel,

Você me indicou, achei que era um cara neoliberal, o cara é marxista. É, eu sigo o preceito e examio em todas as coisas e retenho que é bom, né, cara? Então, eu leio as coisas para me informar e retenho aquilo que eu acho que é favorável. Então, voltando aqui, é daí que começa a ser gestada essa ideia de grande reset. E essa ideia de grande reset, ela é trazida ao mundo pelo Fórum Econômico Mundial. Então, para implementar as ideias que Klaus Schwab aprendeu com Henry Kissinger e com David Rockefeller,

Fórum Econômico Mundial, em que vira ali um grande think tank também, um grande grupo de especialistas que estão pensando como melhorar a sociedade. Eu me lembro de um, se eu não estou enganado, um livro do Luiz Felipe Pondé, Contra o Mundo Melhor. Porque sempre que nego fala assim, vamos fazer um mundo melhor, sempre vem uma ditadura. Vamos dar uma melhorada aqui. Vamos botar aqui, antes a gente arrancava a cabeça com o machado, vamos trazer uma guilhotina que arranca mais fácil. O mundo melhor é arrancar a cabeça mais rápido. Então,

O Fórum Econômico Mundial, se a gente for rasgar o verbo, assim, eu falar logo o que eu penso e que muitos pensam, na verdade é uma proposta que parece linda de trazer um mundo mais sustentável, mais igualitário, mas que por trás disso tem um efeito extremamente tirânico de aumentar muito o poder estatal e trazer... Aí, ó, o livro do Luiz Felipe Pondé, Contra o Mundo Melhor. Sempre que o cara vai falar vamos trazer o mundo melhor, você toma cuidado, tá, meu amigo? Você fica de olho aberto que foi

Foi aí que surgiram as grandes tiranias, tá? Você acha que Hitler não ofereceu para todo mundo, vamos fazer uma Alemanha, vai ficar linda, vamos fazer um mundo melhor. É sempre assim, né? A Bíblia diz, há caminhos que aos olhos dos homens são bons, mas que conduzem à perdição, né? Então, sempre foi assim, sempre vai ser. E aí, é um plano extremamente bem bolado para transformar a democracia numa tirania, só que com uma roupagem de paraíso distópico.

aparência de paraíso. Você olha assim, cara, eu não vou precisar trabalhar porque eu vou ter renda básica. Tudo vai ser digitalizado para evitar crime financeiro. Eu não vou precisar pegar um carro porque eu vou viver numa cidade de 15 minutos, tudo está a 15 minutos a pé de distância. E eu não vou precisar escolher os políticos para governar porque eu sou burro, político é burro também, então deixa os inteligentes escolherem. E vai ser tudo legal. Daí vem aquela tese da deputada federal dinamarquesa

Ida Alken, que ela escreveu um artigo para o site do Fórum Econômico Mundial chamado Tendências para 2030. E a primeira tendência era você não vai ter nada, mas vai ser feliz. Que deu tanta polêmica que eles mudaram o título do artigo, depois tiraram o artigo do ar. Hoje você só consegue achar esse artigo naqueles archives da vida, que recupera os textos antigos. O artigo sumiu.

se a gente for resumir, é uma prisão fantasiada de um paraíso. É como se fosse a casa de doces da bruxa lá, chamando João e Maria. Pois é. Falando, vem, vem que tem muito docinho aqui. Aí quando você entra, meu irmão, aí dá, ok. É você que vira o docinho, né? Pra quem acha que esse negócio de você não vai ter nada mais, vai ser feliz, é teoria da conspiração. É, já tá acontecendo isso. É uma teoria da conspiração do Fórum Mundial.

Tô falando até o nome da mulher que escreveu o texto. É só você perceber. Antigamente você tinha os DVDs, você tinha os CDs. Sim.

Você paga uma assinatura pra poder ouvir os discos, pra poder assistir os filmes. Isso. Você não é dono mais das coisas. Os livros, né? Não, não guarda nada no celular. Pra quê? Deixa na nuvem. É, você é mó furada. Deixa na nuvem. É, vai comprar livro físico pra quem? É. Porque os caras não leram Fahrenheit 457. 457? 451, né? 451. 451 do... Ray Bradbury. Ray Bradbury. Um gênio também, né? Fica aí pra galera. O cara... Meu autor preferido.

O cara enxergou. É, o cara enxergou antes. E geralmente a literatura enxerga antes, né? É, principalmente na ficção científica.

a gente pensando. Com certeza. Só que sempre eles estão falando de algum problema atual que eles exageram e pensam isso no futuro, né? 1984. Sim. O próprio Minority Report. É, Admirável Mundo Novo e tal. É, Westworld. Westworld. Westworld, que é interessante. Lembra que era uma série antiguana? Era um filme. Era filme? Foi um filme que girou série. Que aí eles fizeram a série, entendi. Um filme com aquele careca famoso, ator lá. O antigo? É. Putz, agora você me pegou, hein? Vê qual que é.

Westworld, filme, anos 70, 80, Will Brenner. Então, quando o Elon Musk começa a falar, ah, eu me inspiro nesse livro, naquele livro, meu irmão, você sabe que aquilo que está nesses livros de fixos, a fundação, ele se inspira. Eu vejo nele uma... Ele quer ficar para a história, ele quer deixar um legado de qualquer jeito e ser maior do que a história. Eu acho que não é só isso.

pega a biografia dele lá do Walter Isaacson, o cara vai dizer que ele se sente iluminado, vocacionado, nasceu para levar a humanidade. Cojac, né? Pinta de Cojac. Eu sei, tô zoando. Coloca o Cojac. O Cojac é o que tinha o pirulito na boca? Sempre com o pirulito. Eu lembro que a gente jogava Ninja Gaiden, joguinho, você lembra desse jogo? Aí tinha um vilão que era Jekyll.

ou, sei lá, as caras, as criançadas não sabiam ler e entender. Os caras, olha o Kojak aí, o Kojak. Virou Kojak. É, o Jack ou virou Kojak. É, antigamente quem era careca era Kojak. Careca era Kojak, acabou. Não tem muita conversa. Então, o que é estranho, depois a gente vai entrar nas propostas do Grande Reset, o que é estranho é que... Aí, ô, Kojak. O que é estranho pra muitos é que você sempre viu o Donald Trump pregando contra o Deep State. Porque, fora que o Nome Mundial, para os apoiadores

o Trump era considerado Deep State, né? George Soros era considerado Deep State, né? Complexo Industrial Militar, né? O Trump falava Big Tech, Big Media, Big Money, Big Pharma, são os nossos inimigos. E tem o pântano, que a gente precisa drenar o pântano, né? A gente vai drenar o pântano e tal, tirar esse Deep State do poder. Pô, Mossambari Love isso, né? Porque o Trump sempre foi amigo dessa galera, sempre andou nesse círculo e ele propõe as mesmas coisas. Propõe as mesmas coisas. Você vê que

A galera apoiadora do Trump sempre falou, poxa, a BlackRock é um perigo, são os globalistas e tal. Dono de tudo. Deep State, controlado. O Larry Fink é amigão do Trump há anos. O Trump foi agora no Fórum Econômico Mundial. Você tinha que ver o discurso e de introdução que o Larry Fink fez. Que agora o Larry Fink é do comitê diretor do Fórum Econômico Mundial. O que ele falou? Ele falou, eu conheço o Donald Trump há muito tempo, mas a gente se aproximou muito na época da pandemia.

quando ele fez um trabalho brilhante para salvar os Estados Unidos, acelerando com o projeto Warp Speed, as vacinas e tal. Aí você vê, o Trump sempre foi

crítico ao Deep State, ao Big Money, dizia que era crítico de vacina e tal. Ele patrocinou tudo. Ele tirou milhões de dólares da OMS, Organização Mundial da Saúde, e deu para fundações, uma delas controlada pelo próprio Bill Gates, que a galera que apoiava o Trump achava que era inimigo dele. Pois é, inimigo nada. Você fala, pô, esses caras estão enrolando a gente. Aí você vai ver, se você anda para trás, o Trump também era meio filhotinho

o Henry Kissinger. É? É. Então, assim, o Fórum Econômico Mundial... Em que sentido? Ideologicamente você está falando? Ideológico. Se você pega Trump Kissinger White House, você vai ver as conversas dele. Os dois sentadinhos ali na Casa Branca, ele falando, sou amigo do Kissinger há muitos anos. Isso. Aprendi muito com ele. É um grande amigo, uma admiração. Cara, não tem ninguém mais deep state do que o Henry Kissinger. Ou tinha, né?

Porque ele faleceu. Então, assim, se você vai cavucando, você vai conectando os pontos.

vendo, ah, o Trump está pensando parecido com o Fora Econômico Mundial, porque os dois se inspiraram no Henry Kissinger, que é o traço em comum. E aí você vai ver, cara, o discurso do Trump hoje, de um Estado maior, os Estados Unidos se empoderando, é um discurso que vai muito na linha do Fora Econômico Mundial. Tanto que ele foi recebido com louvoros lá. O discurso do Elon Musk. Então a gente acha que o Trump é lobo solitário, que ele age muito pela cabeça dele, mas não

tanto assim, não. Ele fala muita coisa, mas ele tá seguindo um plano maior. Tá seguindo o script. Tá no script. Até porque se ele não segue o script também, a galera tira ele fácil de lá, não é não? Exato, exato. Tem muita coisa contra. Tem. E já tentaram tirar algumas vezes, né? É. Eu não sei se você viu essa, mas semana passada, se eu não tô enganado, mataram um cara lá no Mar-a-Lago lá. Uma quem? Um cara que tava, um maluco lá, um...

Ah, sim, sim, que tentou entrar no hotel dele, alguma coisa assim? Acho que é, mataram o cara, né?

Queimar o cara. Tem sempre alguém querendo matar ele. Tem alguém ali que está chateado com o negócio. Então, isso que você falou é muito interessante, porque aí eu vou pedir licença para o pessoal, vou entrar num tema mais conspiratório. E aí a galera sempre fala assim, o Daniel vem com essas teorias de conspiração. Mas eu estou falando que é teoria de conspiração. Pois é. Quando é teoria, a gente fala que é teoria. Será que está difícil de entender?

É igual eu falar... Obrigado, eu não bebo café, não. Não? Não, pode mandar brasa aí, velho.

Se eu tomar café, cara, eu fico... Acho que eu fico dez dias sem dormir. É mesmo? Porque eu nunca tomei, cara. Não tenho costume de tomar café. Se tiver um ribotril aí, um sal grosso, uma ruda, você joga aqui em mim, que é para dar uma acalmada, né? Camomila. É, maracujá. É, maracujina. Isso aí, se você jogar, eu pego. Já comeu maracujá ou... Tem que dar descalibrado. Você quer que eu responda? Maracujá, maracujá. Mara não. Não, responda, não responda. Tem um pastor aqui, não responda.

Só que aproveitar aqui o gancho, o pessoal aqui tá falando, a live é gravada, a live é gravada. Poxa, gente. Ao vivo. Vocês ainda tem dúvida? Ah, é zoeira da galera. Estamos aqui ao vivo às 19h49 dessa quarta-feira, dia... Que dia que é hoje mesmo? Chico Espingarda mandando. Dia 11, dia 11 de março de 2020. Chico Espingarda mandando. É gravado, gente. Estamos ao vivo. Mas com esse nome aí ele respondeu que ele ficou com medo, né? Chico Espingarda. Chico Espingarda. Uma vez eu tava dando aula, cara,

testando a aula, não sei o quê. E eu não sabia quem era esse cara. Aí eu vi ele sentado do lado de um aluno e eu falei pra ela, o que é esse cara aí que tá causando? Falei, não, esse cara é um assassino profissional que tá foragido lá do sul do Brasil. Veio aqui pra Niterói e aí ele tá morando do lado lá de casa. Eu chamei ele aqui pra essa aulinha na igreja pra ver se ele recebe Jesus na vida dele. Falei, agora que você me fala, eu não teria contestado as coisas que ele tá falando.

Eu ia falar, com certeza, é exatamente isso. Eu peitei o cara, falei. Assassino o cara leva. Não, a teoria dele é que

todo mundo que morre vai pro céu. Independente se o cara era bom ou ruim. E aí eu entendi que isso era uma espécie de muleta que ele usava, de tipo assim, eu matei o cara e mandei ele pro céu. Entendeu? Só que eu falei, não, não é isso. A Bíblia diz que o espírito, todo o espírito volta pra Deus, mas a alma pode ir pro inferno ou pro céu. Eu fiz essa diferença. A gente crê que existe corpo, alma e espírito. O espírito volta pro céu, mas a alma não.

Dependendo do caso. Aí ele não concorre, pra mim todo mundo vai pro céu. Aí depois que eu entendi.

mandando todo mundo pro céu. Tô agilizando o processo. Tô ajudando, tô promovendo o cara, né? Só pra voltar aí, mas não era Chico Espingarda não, esqueci. É Chico Espingarda que era o nome do cara? Chico Espingarda. Chico Espingarda, né? Cadê o Michael Douglas aí? Michael Douglas com W. Vai mandando um superchat já pra gente saber que você tá vivo aí, rapaz. Bora. Então, Vilela, voltando aqui, eu ia falar umas coisas de ocultismo, eu esqueci que era, que eu ia falar, mas não tem problema, depois a gente volta. Então,

Essa ideia de... Porque a gente não falou da guerra no Irã ainda. É, a gente vai entrar nisso aí. Vamos entrar nisso. Até tenho notícias novas aí para te dar. Tem? Quer puxar aí já? Puxa aí que eu tomo. Depois a gente fala. Depois? Tá bom. Então toma uma aguinha depois. Quando é que surge isso? O Klaus Schwab do Fórum Ecrônico Mundial, ele não surge do nada e fala, ah, queremos um grande reset. Temos que resetar o sistema. Isso foi uma coisa que ele foi construindo no decorrer dos anos. E ele formaliza isso em alguns livros. Ele tem um livro...

Quarta Revolução Industrial. Depois ele escreve o livro Capitalismo Stakeholder. E depois ele escreve o livro Covid-19 e o Grande Reset. Inclusive, esse livro tem na minha livraria. Pode fazer o jabá aí? Pode. Hoje, a gente está na Semana do Consumidor. Eu consigo hoje 45% nesse livro. Ô, Romer, vê se você acha ele em português. Covid-19 e o Grande Reset. Que a galera vai ver que é da editora Vid, que é a mesma editora que publica meus livros. E lá na minha livraria eu consigo para a galera com 45%.

sem desconto. Aí os caras falam assim, pô Daniel, como é que você fala as coisas antes de acontecer? Você tem uma bola de cristal? Eu falo, não, eu tenho o livro Covid-19, o Grande E7, onde eles falam o que eles vão fazer. Existem vários livros que os caras falam, nós vamos fazer A, B, C, D. Aí eu leio o livro e falo, caramba, o cara falou antes. Olha lá, a versão em português. Tem lá na livraria.danieloft.com.br Dá uma olhada nas outras livrarias lá e compara com a minha. Eu tenho uma impressão que você vai achar um preço legal lá, tá? Porque é a

minha editora que publica meus livros também, a gente tem uma parceria. Então, ele foi construindo essa ideia e aí, nesse livro, o que ele fala? Em vez dele falar ó céus, ó vida, milhões de pessoas morreram na pandemia, não. Ele diz que a pandemia foi uma chance maravilhosa para resetar tudo. Porque crises são os momentos que as fragilidades do sistema se revelam e que mostram que o sistema, ao contrário de ser perfeito, ele é altamente imperfeito e problemático. E a gente vê

que está ruim e quando a gente vê que está ruim, a gente tem uma chance de melhorar. Toda vez que aconteceu isso durante a história, alguns grupos se aproveitaram para acender. Dar a volta por cima, exato. Se você pegar o George Soros, ele ganha bilhões apostando contra o Banco da Inglaterra, o Banco Central inglês, a Libra, a Esterlina, e quebrou, ganhou uma fortuna quebrando a Inglaterra, depois ganhou uma fortuna quebrando os tigres asiados, depois ganhou uma fortuna quebrando

quebrando o Japão. E agora o assessor dele, Scott Bassett, que ajudou ele a quebrar o mundo e ganhar bilhões, agora está quebrando o planeta Terra inteiro, trabalhando para o Trump na Secretaria do Tesouro. E os caras sempre falando, poxa, Trump é o arco inimigo do George Soros. O Trump escolheu para ser secretário do Tesouro o braço direito do George Soros. Você fala, cara, não é possível. É tipo o Lex Luthor colocando o Robin para trabalhar com ele.

Você fala, não estou entendendo nada. Robin mudou de time, mas esses caras são amigos e não sabiam.

Está muito estranho. Então o cara diz que a crise sanitária mostra que o sistema tem muitos problemas e em vez da gente voltar ao que era antes, a ideia é aproveitar que está tudo ruim para construir um sistema novo. Aí você vai perguntar, sistema novo como uma ditadura das elites tecnocráticas? Não. Sistema mais justo. Sistema mais igualitário. Um sistema mais aberto. Você trabalha menos. É, você vai trabalhar pouquinho. Fica tranquilo. É tipo assim, ganhar o preguiçoso.

O governo vai te ajudar. Eu tinha conhecido que ele falava, cara, eu não ligo de ficar preso, não. Se tiver comida, uma caminha, está tranquilo. Então, acho que é essa a lógica do cara achar que é interessante, que ele está tirando vantagem disso. É tipo aquele cara que fala, meu padrasto me espanca, mas pelo menos ele paga a minha faculdade. Pois é. Tem um lado bom. É total controle do Estado, das big techs. Total. Se você não joga o jogo do jeito que eles querem, não come.

Literalmente. Então, a proposta é aproveitar as crises para dar uma volta por cima no sistema, mudar o capitalismo. Então, ele quer mudar o capitalismo de acionista para o capitalismo de parte interessada. São termos complicados em inglês, que é capitalismo de shareholder e mudar para capitalismo de stakeholder. O que é shareholder? É acionista. Então, qual é o conceito por trás disso? Em vez das empresas se preocuparem só com os seus acionistas,

empresa também tem que se preocupar com o meio ambiente, com a educação, com a segurança. Então, isso parece muito lindo, né? Você chega e fala, ó, vocês estão ganhando fortunas dentro do nosso país, você tem que contribuir com a sociedade? Parece bom isso, mas a ideia é que o governo vai sendo substituído por empresas privadas. A função do governo deixa de ser uma função de um cargo público, de um cargo escolhido pelo povo e começa a ser como se

fosse uma empresa comandada por um CEO. Então, eles mudam a ideia de presidente para a ideia de CEO. Eles mudam a ideia de você ter um governo em que representantes do povo estão ali gerindo a nação, para você ter os mais inteligentes e preparados governando. Aí você fala, ué, mas quem que vai escolher esses que vão governar? Não é o povo. Porque o povo não vai participar disso. Porque assim como o povo não participa da escolha de quem vai ser o CEO da Apple, também não vai participar da escolha de quem vai liderar o Brasil.

tecnocrático. Claro que não. Entendeu? Então parece... É o governo dos melhores, só que os melhores, que parâmetros são para esses melhores? Exato. Isso era um problema que na Grécia, foi muito legal você ter falado isso, na Grécia eles já tinham vivido esse problema, né? Porque virtude, em grego, se escreve areter, mas fala arite, né? Arite dá origem aos ariste, escreve em grego aristoi, só que oi em grego é esse de tongo, né? Ômicron iota fala ariste.

Aristói ou Aristi são quem? Os melhores ou os virtuosos. E o governo deles é a aristocracia. Aristocracia, então, o governo dos virtuosos ou o governo dos melhores. E aí, o contrário da aristocracia, que é o governo dos melhores, é o governo daqueles que moram nos lugares mais altos na Grécia, né? A Grécia é o contrário do Rio, né? No Rio, o povão mora no morro e a elite mora embaixo. A Grécia era o contrário. A elite morava no morro e o povão morava embaixo. Então, por isso você tinha Acrópolis, né?

eram os deuses que moravam mais alto ainda. Acro é alto. Acrofobia, o cara tem medo de altura. Então Acrópolis é cidade. Acrópolis é a cidade alta. E você vai lá, você vê exatamente as ruínas, você vê que é no ponto mais alto mesmo. Então o povo grego já tinha tido esse problema. Ao contrário da aristocracia, que é o governo dos melhores, eles propunham a democracia, que é o governo do Demos. Demos é o povão. Só que agora a democracia é o governo do Demo mesmo, porque é o demônio que controlou tudo.

Porque é claro que existem maneiras de você perverter a democracia. A primeira maneira de você perverter a democracia é com o domínio da retórica. Porque se você tem que votar as coisas e o povo tem que votar, aí é importante a gente lembrar que na Grécia só era cidadão homens gregos acima de 21 anos de idade. Então, mulher grega não votava, estrangeiro não votava. Então, a democracia da Grécia, esse povo era um grupinho menor.

época o que eles entendiam por democracia. Eles tinham a Câmara, como se fosse a Câmara dos Deputados, que era a Eclesia, que dá origem à palavra igreja. Eclésia, que dá origem à igreja. E tinha o Boulay, que era o equivalente ao Senado. Só que era uma elite que governava, mas tinha uma participação maior. Tinha uma galera que estava votando, então tinha que votar as coisas. Só que se você domina a arte do convencimento, que é a retórica, e você tem aulinhas com os filósofos que não estão nem aí

a verdade ou a mentira, mas estão só preocupados com o convencimento, que são os sofistas. Não são os surfistas não, tá? Eu lembro um amigo meu falando, pô, estava na aula de filosofia, o cara falando dos sofistas. Eu falei, cara, o que tem a ver filosofia com surf, meu irmão? Não estou entendendo nada. Sofistas. É, está com cera no ouvido. Quem eram os sofistas? Então, os sofistas eram o seguinte, eram os caras que se tornaram mestres da argumentação e do convencimento. Então, o que eles faziam? Eles cobravam para dar aula para a elite grega,

chegar lá na Sembra e convencer todo mundo que você quiser. Então você ia convencer os caras das coisas mais loucas, assim, ó, vou convencer todo mundo a aumentar os impostos, esses impostos vai pra uma empresa que é comandada por mim. Se o cara tiver a lábia, né, dizem que com, como é que é, com lábia, com saliva e um pouco de jeito, você chega no bolso do sujeito. É isso, né? Então, o que que acontece? A democracia grega, ela foi sendo pervertida pela arte retórica, que os caras que,

Os caras falavam tão bem que eles se tornavam... Lembra que o povo é demos, né? E agogo é o condutor. Então você tem pedagogo, pedos é a criança. Pedagogo é o cara que conduz a criança. E aí surgem os demagogos, que são os caras que conduzem o povo. Entendeu? É o condutor do povo. Porque ele chega para o povo e fala... Vem daí demagogia. Precisamos fazer isso, é urgente. Aí convence os caras, usando a arte retórica lá do Aristóteles,

um dos livros de persuasão mais interessantes que existem. Ele vai dizer que existem três, é claro que o livro é um tijolo, mas se você for resumir os três argumentos, é etos, patos e logos. O que é o etos? É você que vai convencer a plateia a investir na sua imagem. Você está bem vestido, você fala bem. Imagina, você chega lá, você quer convencer os outros, mas você está todo murcho, todo caquético, todo mocorongo, para usar um termo do homem. Nas antigas. Está todo mocorongo,

falando, pessoal, eu gostaria que vocês fizessem isso, que você é o melhor. Meu irmão, esse cara não expressa confiança. Então, o ethos é você se apresentar bem, você ter uma imagem persuasiva. O pathos, que dá origem à paixão, paixão de Cristo, patologia, o pathos é você controlar ou manipular as emoções da plateia. Então, você saber pilotar a plateia pelas emoções. Vamos supor, falo a vocês,

aqui como um pai. Você está se colocando a sua imagem de pai. E como um pai ama o seu filho, eu estou aqui entregando a minha vida por vocês. Eu não precisava estar aqui, eu sou uma pessoa bem sucedida, um empresário, mas abandonei a condução dos meus negócios para vir aqui me sacrificar por vocês. Aí o cara se emociona e fala, poxa, que legal, né? Então você vai usando a imagem, a emoção da plateia e a estrutura do discurso que você vai fazer. A estrutura é o logos. Então, por isso que tem aí

tripé dos três argumentos, etos, patos e locos. Então, Aristóteles não foi o primeiro a ensinar a arte da persuasão, mas ele formaliza isso na arte retórica. Na verdade, Aristóteles inventou quase todas as disciplinas que tem hoje, que é física, química, biologia. A metafísica ele consolida. A arte retórica está tudo ali no Aristóteles. Por isso que é o organo, que é a obra aristotélica.

grande resete, o que eles estão fazendo? Eles não querem mais pilotar o povo usando a retórica, usando o pão e circo. Eles querem acabar com isso, deixar o povo completamente controlado pelo Estado e controlado por um Estado super poderoso, ao contrário do neoliberalismo ali, e esse Estado super poderoso que é governado por pessoas que o povo não escolheu. Então você vê ali uma retórica muito bonita de trazer um novo mundo mais justo e igualitário, mas na verdade é uma destruição da democracia

que até então, creio eu, que a gente olha com bons olhos. Pô, a democracia é uma coisa boa. Melhor do que você ter um leviatão, um tirano, um absolutismo, você ter ali um governante autoritário. Então, a democracia representativa é o quê? O povo exerce o poder através dos seus representantes eleitos. No Grande Reset não tem mais isso. Então, é a mudança do capitalismo de acionista para o capitalismo de partes

interessadas, em que você tem um governo que você não escolheu, e que eles fazem o que eles quiserem, a única coisa que você tem que fazer é obedecer, se não obedecer, não recebe a mesada, porque não existe mais emprego, porque a inteligência artificial vai tirar o emprego de todo mundo, tem só uma mesada, e se não se comportar, não ganha a mesada, a mesada é cancelada, o cara aperta um botão e cancela, porque sejam as CBDCs, que são as Central Bank Digital Currencies, as moedas digitais dos bancos centrais, ou seja, as stable coins, que são as moedas digitais

gastriadas em moedas estáveis como o dólar, ambas são programáveis. E aí vem todo o discurso da sustentabilidade, da proteção do meio ambiente, que é lindo também, é maravilhoso, proteger o ambiente é fundamental. A própria Bíblia fala que a natureza expressa a glória de Deus, então todo cristão teria que ver a destruição do meio ambiente como a destruição de uma parte da palavra revelada de Deus. Mas a gente sabe que, voltando àquele versículo,

que conduzem a perdição. Então, usar os critérios ESG é uma das propostas. Ou seja, não basta só você ver a prosperidade de uma nação, segundo o Klaus Schwab, pelo PIB, o produto interno bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no período de um ano. As empresas têm que ser avaliadas também se elas são responsáveis com o meio ambiente, se elas são responsáveis com a sociedade, se elas são responsáveis com a sua governança, ou seja... Tem crédito de carbono, tem aquele...

Tem aquela classificação, se você preenche várias coisas, você tem notas. É, como se a empresa tem que ter um ISO 9001 ambiental. Diversidade, coisas relacionadas à acessibilidade. Tem um monte de notas que você vai recebendo. Exato. Então, aí polui pouco, trata bem as pessoas, está sendo bem administrada. Começa assim. Só que, na verdade, isso leva à ideia da multa de carbono. Porque o nome certo do crédito de carbono é multa de carbono.

Porque ele te dá um crédito pequenininho que acaba rápido e depois começa a meter multa. Então, em vez do cara falar assim, vamos colocar uma multa de carbono, ele fala, não, multa é uma palavra muito pesada. Vamos usar um crédito, que é o inverso. Em vez de multa, multa é um negócio que se arranca de mim. Crédito é uma coisa que eu recebo. Então, bota crédito. Só que é aquele crédito que não dura cinco minutos. Igual antigamente, o cara está quebrado de grana e ia botar crédito no celular. Aí vai ligar para a mãe, no meio da conversa acaba.

bicha do orelhão, né? O crédito curtinho, não dá pra falar com ninguém. E aí vem toda essa história de que temos que salvar o meio ambiente. Aí começa esse discurso. Esse discurso começa a se consolidar com o livro Limits to Growth, Limites para o Crescimento, que é um dos livros, assim, garoto propaganda do Clube de Roma. O Clube de Roma está diretamente relacionado a isso com estratégias de controle através da pregação da proteção do meio ambiente.

e aí isso evolui para, não sei se você lembra do Al Gore, que ele fez aquele documentário, uma verdade inconveniente, ganhou o prêmio Nobel e tal, e aí começa esse negócio, precisamos proteger o meio ambiente. Mas disso aí vem o seguinte, o que polui o meio ambiente? Como é que a gente protege o meio ambiente? Aí vai entrar o petróleo e a gente vai entrar na guerra no Irã. Como é que polui o meio ambiente? Quem está destruindo o meio ambiente?

Se você for olhar, quem destrói o meio ambiente são os caras que usam jatinho particular, porque uma viagem de jatinho...

The Limits to Growth, né? São vários autores e tal, né? Foi a galera lá do Clube de Roma que escreveu. Isso aí foi o início, o germe dessa ideia ESG, que é da mesma galerinha do Henry Kitchen e do Klaus Schwab. Mesmo grupo. E aí, os caras, em vez deles falarem, ó, quem polui o meio ambiente é a China, que polui pra caramba, a Rússia. E os caras que andam com jatinho particular, porque um cara fazer um passeio com jatinho particular, ele vai liberar mais gases do efeito estufa

ser humano andando a vida inteira com seu humilde carrinho, seu humilde automóvel. Então, teria que combater mais os jatos particulares do que o automóvel, a combustível fóssil. E aí, não é isso. Quem polui o meio ambiente é a agropecuária. O grande vilão dentro dessa teoria é quem produz comida. Então, em nome de proteger o meio ambiente, a gente vai atrapalhar a produção de comida. E aí a gente começa a ver o Sri Lanka, que estava prosperando muito lá com o fertilizante químico, eles proibiram o fertilizante

anti-química, o Sri Lanka começou a passar fome de novo, acabou a energia no país, virou uma guerra civil. A Holanda, um dos maiores produtores de alimento da Europa, começou o governo holandês a falar que a evaca estava poluindo muito o meio ambiente, aí tinha que reduzir 30% do número de cabeça de gado, senão o governo holandês ia obrigar a empresa a vender a fazenda. Aí você fala, vai vender a fazenda, vocês vão comprar a minha fazenda para quê? Para melhorar a produção de comida? Não, comprar a fazenda e fechar a fazenda.

Ela está poluindo muito. Então você vê que se antes era falta alimento no mundo, vamos produzir mais alimento, agora tem que reduzir a produção de alimento, deixar a gente comprometer a segurança alimentar para proteger o meio ambiente. Isso é tese básica do Fora Econômica Mundial. Produzir alimento polui muito. E aí, o que acontece? Tem a teoria até que essas canetas emagrecedoras vão diminuir o consumo em supermercado, em restaurante, tudo. Você já ouviu esse papo? Eu já ouvi esse papo, só que tem a reação.

as empresas alimentícias. Sério? É, eu não sei se você vai achar aí, Homer. As empresas alimentícias começaram a tomar prejuízo por causa disso. Com certeza. A galera tá comendo menos. Comi um terço. Então, restaurante, fast food, essas empresas todas aí de alimento processado. Sim. O que aconteceu? Eles desenvolveram, junto com os seus químicos e cientistas, substâncias que eles estão colocando no alimento que cancela o efeito da canetinha.

Maquia, maquia, engana o organismo. Deleta. Deleta o efeito. Tu fica com fome de novo.

Os caras não brincam em serviço não, né? Vê aí, Romy, se você acha, né? Empresas alimentícias começam a colocar produto que cancela efeito das canetinhas emagrecedoras e por aí vai. Você vê como é que o jogo é tenso. Então, o que acontece? Quem está poluindo o mundo? As fazendas. Mas assim como alguns dizem que quem financia o comércio de drogas é quem consome, eles também começaram a falar que a culpa não é só das fazendas, a culpa é de quem come carne vermelha. Então, é tipo assim,

vilão do mundo, o comedor de carne. E aí começa essa campanha, não apenas seja vegano, mas começa a campanha como inseto. Que o inseto é muito nutritivo e não polui o meio ambiente, né? Que pode parecer assim, você fala, ah, não é possível. Cara, você tem vídeos da Nicole Kidman comendo insetos e passando os filhos, dando na boca do filho. Sério? Várias celebridades fazendo isso. Inclusive, eu não sei se você reparou, a Nicole Kidman tá com uma pinta de vampirazinha, não tá não? Como visual?

Ela tá meio estranha. Você não sentiu, não? Faz um tempinho já. É. É claro que depois de olhos bem fechados, eu comecei a olhar pra ela de uma forma diferente. Mas ela parece que ela tá meio na substância, assim, também, né? Tá muito magra, né? A própria Demi Moore, que fez o filme A Substância, ela tá meio estranha. Nossa, Demi Moore tá bem estranha, cara. Tá com visual estranho, né? Pareceu aí esses dias. É, parece que a galera tá num formal bravo ali.

Ou então, naquele suquinhozinho proibido. Vai saber, né? No açaí do capeta lá, né? Então, o vilão,

quem come carne. Então é tipo a Nicole Kidman. A Nicole Kidman é australiana, tem cabelo cacheado. Quem viu os primeiros filmes dela, lembra? Essa mulher é grande pra caramba. Ela tem 1,80m. Aí o Tom Cruise foi querer andar com ela. Ficou meio ruim. Ela botava uns saltos altos para tentar compensar. Ela com salto ainda. Ninguém é perfeito. Eu não me lembro se foi minha tia Rejane que falou. A gente vendo o filme Top Gun. Ela falando

tá coroa, mas tá gostosa ainda, né? Sem camisa, aquela cena. Aí ela falou, mas ninguém é perfeito, né? Lindão, bonitão, mas é baixinho, né? Ele é baixinho, né? Ninguém é perfeito, né? Tem altos truques pra ele ficar na altura. O Brad Pitt é um cara mais alto, né? Ele tem 1,80m e tal. O Brad Pitt, pra quem acha, né? Se ele fica olhando esses galões, ele ganha um pouco na altura. E tá bem... Esses caras tão bem pra caramba pra idade, né?

Depois confere aí pra mim, o Homem, a idade do Brad Pitt. Cara, eu acho que ele passou de 60 já. O Tom Cruise, acho que é mais

velho que ele. É, acho que é mais velho. Aí tem aquela comparação do Top Gun original, o Tom Cruise com a atriz, que era a namorada dele. Ela era um pouquinho mais velha, né? Mas a mulher tá vovozinha e ele tá garotão, né? Apesar de que nos últimos tempos ele prejudicou um pouquinho, tá um pouquinho mais... É a diferença de um ano. O Brad Pitt tem 62 e o Tom Cruise tem 63 anos. 63 e correndo que nem um moleque. O cara tá rasgado, né? Abdomen é rasgado.

até me sentindo mal quando eu vi o filme Era Uma Vez em Hollywood. Sei, sei. Que ele tira a camisa, o cara trincado. Eu falei, maluco, 60 anos trincado. Eu tô aqui com 40 e pouco já todos toporados aqui. Vou ter que correr atrás do prejuízo. O cara vive só pra isso também, né? É, faz parte do métier dele ali, né? Mas dá um incentivo, né? Por um lado. Porque ficar chorando e se lamentando não vai resolver nada, né? Não adianta.

Tem que dar um gás. Então o vilão é quem come carne. Então é aquela ideia, né? Temos que descobrir quem tá comendo carne.

A gente pode descobrir quem está comendo carne, não pode comprar com dinheiro físico. Senão eu não vou saber quem comprou carne para eu meter uma multa. Então tem que substituir o dinheiro físico pelo dinheiro digital. E aí se eu tenho toda a sociedade, a economia digitalizada, eu sei quem está comprando o que polui e quem não está comprando. Para eu premiar quem está sendo sustentável e punir quem está comprando carne para fazer o churrascão na laje no sábado. Então daí você vai desenvolvendo todo esse sistema de controle,

monitoramento da compra, da venda, do consumo através da digitalização da sociedade, que é um dos aspectos do grande reset. Só que aí eles querem investir mais em coisas verdes, sustentável, o governo vai ficando maior, como a gente está falando, vai atuando na saúde, na educação, na defesa. A quarta revolução industrial com a inteligência artificial, robô, a biotecnologia, nanotecnologia genética, robótica. As próximas guerras vão ser com robôs e drones.

A gente está vendo agora, né? Já está iniciando esse processo. Exato. E aí eles querem repensar a globalização, ou seja, acabar com a globalização, fazer grandes feudos ali, por isso que a gente fala de neo-feudalismo. Tecno-feudalismo, né? Tecno-feudalismo, que é um livro do Yannis Varoufakis, que é fundamental. Depois, se quiser pegar aí, Homer. Tecno-feudalismo. Do Yannis Varoufakis. Esses nomes assim é grego, né? O cara tem Yannis Janakis, não sei o quê. Galphianakis, lembra? Galphianakis, o cara.

descendente grego. Se beber, não case, né? E aí, vamos ao ponto que nos interessa. O que esse grande recess tem a ver com essa atual guerra no Irã? Ou como essa guerra no Irã acelera esse processo? Podemos estar vivendo... Toma uma água, porque podemos estar vivendo... Para a gente é complicado, porque a gente está dentro do momento histórico. Mas no futuro, a galera pode estar estudando esse momento, como se a guerra já começou. A terceira. Porque quando a Segunda Guerra começou,

Os caras não sabiam que era uma segunda grande guerra mundial. Aí depois o pessoal analisou, não, não. Começou aqui, depois foi esses conflitos aqui. E pode estar acontecendo agora, que esses pequenos, esses pequenos não, mas esses conflitos, guerra da Ucrânia, guerra do Irã, tensão...

na Venezuela, tudo isso criou um ambiente pra China entrar e Rússia entrar e virar uma grande guerra. Que aí, segundo o pessoal da geopolítica, só vira grande guerra quando tá envolvido grandes nações. Grandes players. E eu acho que você já tem Estados Unidos já envolvido. Tem Rússia em um e tem Estados Unidos em outra. Pra isso se juntar e virar uma coisa mundial, não vejo muita... Não falta muito. Mas pode haver um catalisador.

Unidos, não sei se ele quer adiantar a entrada da China, porque ele sente que a China não está preparada ainda, e não quer esperar a China estar preparada para entrar numa guerra, porque ele está estrangulando a China com Venezuela e agora Irã, parece que está chamando para a briga, não está não? Na verdade, é aquela história, quem não conhece, é aquela história não, deixa eu mudar a frase, é aquela situação, quem não conhece história, está fadado a repetir os erros do passado.

A grande pergunta que a gente faz... O pessoal está falando em qual momento o Thanos vai aparecer,

Ainda bem que a gente tem o Tony Stark aqui pra resolver. Mas ele entregou a própria vida pra resolver. Então tá disposto, Villela, a se sacrificar pela humanidade. É o pessoal falando que eu tô mais pra Wolverine agora com esse cabelo aqui do que pra Tony Stark. Você é o Tony Stark? Tony Stark. Você lembra que tinha um lutador que o apelido dele era Wolverine? Não. Meu pai chegou pra mim nessa época e falou hoje vai ter luta boa lá no UFC. Eu falei, quem vai lutar?

Aí o Bombeirinho? O que é Bombeirinho? Era o Wolverine. Ah, Bombeirinho! Bombeirinho! Bombeirinho, Bombeirinho. Aí tinha o lutador Anthony Pérez. Hoje aquele Anthony Pérez vai lutar também. Ele ia traduzindo. Olha o Bombeirinho, Bombeirinho. O Wolverine, o lutador. Tem um jeitão mesmo de Bombeirinho. É, o Wolverine da Barbinha. Então, Villela. Cara, esse comentário que você fez foi muito interessante. Até me atrapalhou um pouco aqui porque surgiu umas 10 ideias.

caneta pra anotar aqui, mas não precisa não, não precisa não que tá no HD aqui. A grande pergunta pra quem quer entender o que que tá acontecendo. Por que que o Japão atacou Pearl Harbor? É. Entendeu? Você sabe, Homer? Por que, Homer? Fala aí pra gente, por que que o Japão atacou os Estados Unidos lá no Havaí em Pearl Harbor? Ah, eu não sei. Acho que é porque tava mais próximo deles, né? Não, também, né? Porque tinha ali uma frota naval poderosa americana, mas o que que leva os caras a fazer isso? Sabe por

Porque, e se entende que foi uma das motivações do Japão para atacar os Estados Unidos, os Estados Unidos fizeram embargo de petróleo contra o Japão. Exatamente o que eles estão fazendo com a China agora. Exatamente o que o Bidela acabou de falar. Isso levou o Japão a chegar num problema extremo de desabastecimento de petróleo e falou, cara, vou ter que ir por tudo ou nada, meu irmão. Vamos supor que você está numa floresta e você foi encurralado por um urso. Aí você fala, cara,

Não tem mais o que fazer. Eu não tenho como andar para frente, para trás, para cima, para baixo. Você fala, cara, vou ter que partir para cima do urso, né? Então, o Japão aconteceu-se com eles. E a história se repete. O Japão atacou os Estados Unidos porque os Estados Unidos fizeram embargo energético de petróleo contra eles. Os Estados Unidos estão fazendo a mesma coisa. E aí, me lembra de uma tonelada de outras coisas que você falou, porque lembra também o problema dos três corpos. A ideia era os alienígenas interromperem o desenvolvimento tecnológico

para quando eles chegarem a gente não ter... Putz, eu não tinha feito essa relação. É a mesma coisa, né? Vamos atacar a China. Estados Unidos fez um cálculo que a China... Daqui a tanto tempo. Daqui a tanto tempo vai ter um exército, está construindo porta-avião, drone, não sei o quê, mas daqui a um tempo vai suplantar. Vai ficar invencível. Vai ser invencível, até porque os caras têm um exército trocente às vezes maior. Então vamos forçar ela a entrar na guerra antes.

Que eu quebro as pernas dele agora. Que aí eu tenho desculpa para destruir tudo lá. É igual você... Aquela história, né?

descobrir que o Adolfinho Hitler ia fazer o que ele fez, você elimina ele antes. Lembra que ele estava se afogando e um padre salvou ele? Verdade. Então, aí tem aquela história, vamos voltar no tempo e eliminar o Hitler. Imagina uma linha temporal que o padre não salvou. Agora você imagina o padre, esse padre, rapaz, deve ter vivido uma crise existencial ferreira. Mas é uma história parecida com aquela, eu acho que eu já te contei a história do Monster. É um mangá. Um mangá japonês que tem um animal.

É um neurocirurgião, o melhor da cidade, acho que ele mora na Alemanha. Se chamava Stephen Strange? Não, não. Aí ele namora com a dona do hospital, com a filha da dona do hospital, chega pra ele uma criança e ele tá operando a criança. Só que aí um pouquinho depois chega o prefeito da cidade, o governador, muito mal, e o dono do hospital fala assim, você não vai operar a criança. Ele é mais importante.

Chegou antes e tal, tô aqui. Ele desobedece, desobedece, morre o prefeito, a criança sobrevive e ele é mandado embora e perde tudo. A filha larga ele e tal. Só que o pior, depois você descobre na história que esse moleque vira o maior serial killer da região e agradece ele por ter salvado a vida dele, cara. Então o lance dele é ir atrás desse serial killer aí. Aí o serial killer falou pra ele, só não vou te matar por consideração. Cara, não conhecia essa história não. Maneiro, hein?

certeza vai virar alguma série, algum filme mais pra frente, porque a história é muito boa. Gera essa reflexão existencial, né? E isso que é interessante, cara, porque eu vou fazer uma notinha de rodapé aqui, peço licença pra galera, mas afinal o programa é Ligando os Pontos, né? O cara chega e fala assim, como é que Deus pode ser bom se ele permite o sofrimento dos inocentes? É, é a grande questão. Aí você fala assim, cara, às vezes você salva uma pessoa, o cara é o Hitler.

Exato. E às vezes você não salva uma pessoa e uma coisa boa acontece em consequência disso.

Talvez até para a pessoa que morreu, a gente não sabe exatamente. Cai em um avião, você não sabe quem está no avião. Exato. Na Bíblia... Não que tenha essa relação também. Não, claro, mas é para você saber, para você fazer... É uma conversa filosófica de filosofia moral. Para você fazer um juízo de valor, o que é um juízo de valor? Isso é bom ou isso é ruim? Você está fazendo um juízo do valor daquele fato. Para você fazer um juízo de valor perfeito, você teria que ter tempo infinito e conhecimento infinito. Pois é.

falar, eu tenho certeza que isso é bom e eu tenho certeza que isso é ruim. E aí que entra o problema do argumento ateísta contra Deus, usando essa ideia moral, de que como é que Deus é bom se ele permite sofrimentos inocentes. Aí a pergunta que filósofos como Alvin Plantinga fazem é, você não tem como ter certeza que Deus não tem algum motivo bom para permitir isso, porque você não tem o conhecimento total de tudo que aconteceria em todas as linhas temporais. Entendeu? Então, para você,

dizer que a coisa é boa ou ruim, você teria que ter esse conhecimento finito e tempo infinito. Então, só uma pequena reflexão, já que a gente falou que o padre salvou Hitler e você lembrou aí do monstro, né? Mas a gente está entrando, então, colocando agora essa guerra como a terceira guerra e responsável por esse grande reset. Grande reset. Vai resetar tudo. Por quê? Porque, olha só, vamos fazer uma análise... A segunda guerra que transformou os Estados Unidos no que ele é ou a primeira mais a segunda? A segunda consolida, né? Consolida, né? Porque a primeira

guerra, a grande transformação foi derrubar dois impérios. Um império turco-otomano e um império austro-húngaro. Esses dois impérios acabaram na primeira guerra. E isso abre margem para que os Estados Unidos comecem a crescer. Porque os Estados Unidos, eles estão fora da Europa. E fora da Europa, eles não tiveram guerra no continente, no seu território. Então, eles mandam os aviões, mandam equipamento e voltam. Mandam equipamento e voltam.

Tanto na primeira quanto na segunda. Apesar de que quem estuda a história sabe que

alguns balões explosivos foram lançados do Japão para os Estados Unidos, né? Os caras estavam na Califórnia e vinha voando um balãozinho lá do Japão e começava a explodir. Ah, mas o efeito é mínimo, né? É, efeito pequeno. E também os americanos fizeram a sacanagem com os japoneses porque teve campo de concentração de japoneses nos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial. É mesmo? Teve. Então, assim, a gente não pode esquecer que a Segunda Guerra Mundial, você tinha Rússia junto com os Estados Unidos e do outro lado você tinha o Japão, a Alemanha e a Itália, né?

Italiano ficou mal visto. Alemão também, japonês. Os caras meteram um japonês em campos de contratação. Campos de contratação nos Estados Unidos. É uma coisa louca que a galera fala. Nunca imaginei, né? Que é land of the free, home of the brave, né? Terra dos livres e lar dos corajosos. Mas teve isso. Agora, então, crise energética e petróleo caro, o que eles estão fazendo? Eles estão forçando a transição mais rápida. Transição energética.

Ou seja, a guerra fechando ali o Estreito de Hormuz faz o preço do petróleo ir lá em cima.

Agora, antes de vir pra cá, eu tava vendo uma conversa na... Chegou a 120, baixou pra 80, subiu pra 90, tá quanto agora? Cara, não sei. Depois dá uma olhada no preço do barril. Toda hora que eu falo tá tanto, ele já mudou, aí é fogo, né? O Irã falou que vai fazer chegar a 200. Então, aí eu tava vendo uma entrevista... E tão bombardeando pra cá. Depois eu mandei uma imagem. Tão explodindo Dubai, meteram o míssil Dubai. Entre 92 e 93,80. Que já é bem salgado, né? Aí, o que que acontece? Os caras...

o Irã falou que vai chegar a 200 dólares o barril, aí a entrevistadora perguntou lá para o especialista na Al Jazeera em inglês, que é aquela emissora do Catar. Qual o impacto, qual é a novidade da gente ter um petróleo a 200 dólares? É ele. É claro que a novidade nunca aconteceu. Assim? Sabe qual é a novidade? É que é uma novidade, nunca aconteceu. Novidade porque é novidade. Então assim, cara, quando a gente tem coisas que nunca aconteceram, dependendo do impacto dela, ela é classificada lá

como o cisne escuro, que é aquela coisa que pega todo mundo de surpresa, tem um impacto gigante na economia, na tecnologia, na guerra, e depois que passa, eu não falava, eu já sabia, era óbvio. Essa é a teoria do cisne negro lá do Nassim Taleb, no livro, acho que é a teoria do cisne negro, alguma coisa assim, que escreveu também o Antifrágil. É um cara meio nojento, eu acho ele mentido pra caramba, mas o livro é interessante. Então, preço do petróleo vai lá em cima, gasolina, energia, tudo fica mais caro no mundo inteiro,

os governos e as empresas a arrumar outra solução. Imagina, velhela, que o Homer, de repente, chega aqui e fala, quero um aumento. Aí ele fica mais caro. Daqui a pouco ele fala, quero um aumento. Daqui a pouco... Aí você fala, vou começar a pensar num substituto por Homer. Não é não? É o que está acontecendo com o petróleo. O petróleo pode ficar tão caro que o mundo vai ter que falar, não dá mais para usar petróleo, meu irmão.

A gente vai ter que usar outra parada. E é isso que o grande reset quer. Ele quer que o petróleo fique insustentável,

para o mundo fazer essa transição. Mas não é o mundo que vai fazer a transição, é o povão. O povão vai ficar sem petróleo e sem energia e as elites vão usar o petróleo todo para alimentar os data centers. Você está entendendo a ideia? É uma jogada de convencer a população que é bom a gente jogar toda a energia para os data centers e convencer a população que a melhor coisa para eles é ficar com energia eólica e fotovoltaica. Só que aí os caras vão lá, escurecem a atmosfera e ferram com tudo.

energia fotovoltaica. A ideia é essa, então. Petróleo muito alto favorece o Grande Reset, porque o Grande Reset quer o Green New Deal, o novo acordo verde, a mudança da matriz energética com a matriz renovável e sustentável. Então, isso pressiona o governo e as empresas a acelerar essa saída do petróleo, sair do carvão também, sair do gás natural e investir pesado nos renováveis, no hidrogênio, nas baterias, exatamente o que o Grande Reset quer. Quer reconstruir o mundo melhor,

com uma pegada de carbono baixo. Então, se você entende o nível de perigo para as liberdades que o grande reset traz, essa guerra está favorecendo o aceleramento desse processo de concentração de poder e concentração de renda. Mas aí não seria bom para a China, que está mais adiantada na matriz elétrica? Então, a China está investindo pesadamente nessa transição, porque ela sabe que depender do petróleo é uma arma ocidental contra ela, como está acontecendo agora,

fazer isso ainda. Está naquela teoria lá do problema dos três corpos. Eles não chegaram no ponto de falar, aí petróleo, foi bom. Não preciso mais de você. Foi bom enquanto durou, adeus. Não, eles são muito dependentes do petróleo ainda. Então está dando um prejuízo terrível, tá? Outra coisa que essa crise global agora ajuda. É bom para a Rússia, né? Porque aí ela volta a vender mais petróleo para a China, não tem nada a ver. Então, aqui tem um problema, porque agora a Rússia está, por incrível que pareça,

mais próximo dos Estados Unidos do que da China. Por quê? O Putin está falando, eu quero fazer aliança com a Europa, eu quero ajudar os Estados Unidos a vencer os seus problemas, porque nós estamos vendo aquilo que é chamado de Kissinger invertido. Porque o Henry Kissinger, nos anos 70, ele inventou uma ideia de fortalecer a China para combater a Rússia. Agora é o Kissinger invertido, é fortalecer a Rússia para combater a China.

Então a Rússia está se alinhando com os Estados Unidos e fazendo uma frente contra a China,

pareça. Por incrível que isso possa parecer. Então, é claro que Putin, ele enxerga nisso uma vantagem. Não porque ele vai vender mais petróleo para a Rússia, mas talvez ele fazer mais alianças com o Ocidente. E conseguir o que quer. Conseguir o que quer, obviamente. Inclusive, o Donald Trump ontem teve uma conversa de uma hora de duração no telefone com Putin. Eles falaram sobre a guerra no Irã e a guerra na Ucrânia também. Ele estava acusando a Rússia de ajudar a localizar os alvos americanos e ajudar

Passando informação privilegiada. Mas, na minha singela e humilde opinião, briga de comadre. Esses dois são chapas quentíssimas. Tem uma coisa que desaparece da internet, que é o forte vínculo de Donald Trump com a Rússia. Donald Trump novo, você vê fotos dele lá na União Soviética fazendo negócio com os russos. O Trump é antigo já nessa aliança com os russos. Esse cara é igual o Forrest Gump, meu irmão. Esse cara já fez tudo que você...

duvida, ele já fez. A história dele é estranhíssima. Se você quiser ver um pouco dessa história, eu já indiquei. Veja a série do Roy Cohen, que era o advogado dele, que foi o mentor dele, e o filme O Aprendiz, que apesar de ser uma obra de ficção, tem inspiração e fatos reais. Vai te ajudar a ter uma base de como Trump sai do... Ali, ó. Essa amizade aí, meu irmão, vai muito além do que você pode imaginar. O meu antigo... Esse foi o Encontro no... Foi o Encontro no Alasca, é.

o antigo xará já dizia, os dois são membros do clube de golfe. Mas não tem o papo que nesse encontro o Putin provou que tentaram matar ele? Que tentaram matar o Trump? Não, que tentaram matar o Putin. Levou provas de restos de, sei lá, de míssil, alguma coisa que eram feitas da Palantir. Só que foi no governo Biden, né? No governo Trump, entendeu? É tipo assim, olha a sacanagem que os caras fizeram comigo. Estou me aproximando você porque com o cara anterior aí. E o Trump sempre falava,

tivesse no poder, eu não tinha tido guerra na Ucrânia. E realmente eu não teria tido, porque os caras são chapas. Entendeu? Por que que começa essa guerra na Ucrânia? Porque com o apoio dos Estados Unidos, a OTAN estava partindo para cima da Rússia. Cada vez mais perto. Cada vez mais perto. Puxaram a Finlândia, a Suécia. Todo mundo com a arma voltada ali para a Rússia. No quintal da Rússia. Aquela história. Aquela história não.

Aquela questão. Quem não conhece a história, está fadado a repetir os erros passados. A gente vai estudar, por exemplo, a crise dos mísseis em Cuba.

Lembra dessa história? Sim. Bahia dos Porcos. Bahia dos Porcos também, né? Toda essa época do John Kennedy, né? Que ele tentou frear, a Rússia não conseguiu e tal. Então, o que acontece? Os caras dizem assim, poxa, os russos vêm e botam mísseis nucleares em Cuba e apontaram para os Estados Unidos. Isso é um absurdo, né? Mas aí a pergunta que a gente faz é, por que os russos fizeram isso? O que motivou? Porque os americanos colocaram mísseis na Itália e na Turquia voltados para o Brasil.

pra Rússia, pô. Aí ele fala, vai botar a missão na minha cara, eu vou botar na tua. Entendeu? A gente tem que entender de onde que vem as coisas. Essa escalada. Exatamente. Então tem tudo a ver com o que a gente tá vendo agora também. Sempre tem um agente provocador provocando o cara a entrar no jogo. O que você tinha falado antes. Será que esse embargo aí ali do Estreito de Hormuz não tá ajudando os Estados Unidos a atrapalhar a China, fazendo com que o petróleo não chegue na China?

Também tá. Entendeu? Então eles falam assim, não, isso é um absurdo. A gente tem que liberar logo o Estreito de Hormuz. Mas talvez por trás lá, eles estão

falando, a China está se ferrando, se deu mal, deixa fechar mesmo, que agora eu já garanti meu petróleo aqui na Venezuela. E eles também têm petróleo para caramba? Tem petróleo para caramba. Os Estados Unidos, né? É, a maior reserva de petróleo do mundo é a Venezuela, e o maior produtor de petróleo no mundo hoje é os Estados Unidos. Então, os caras estão tranquilos de petróleo. Com esse petróleo aí, não só o petróleo da Venezuela, mas a gente, é pouco falado, petróleo da Guiana também.

Também? Também. Lembra que tinha aquela, teve uma tentativa do, ia falar do Chaves, do Maduro,

invadir ali a Guiana. Aquele trecho. Ele tava querendo... Hein? O subuco é outra coisa. É, o subuco é outra coisa. É parecido com esse nome, mas não é. Esqueci o nome também. É pra não falar errado. Pra não mandar um sugestão com o Jota aí, eu vou deixar o Homer ver pra gente aí o nome do lugar. Então, assim, os Estados Unidos já tem o controle de petróleo da Guiana, que é petróleo pra caramba. E agora com o da Venezuela, meu irmão, dá pra montar o Tecnato das Américas ali, que o

avô do Musk sempre quis. Então, olha só, isso está gerando não só um aumento do petróleo e o mundo falando, olha como é que é ruim depender do petróleo. O petróleo sobe e desce pra caramba e quebra a gente. Vamos fazer a transição da matriz energética. Mas a inflação global também, recessão, estão criando justificativas ali para mais intervenção estatal. Por quê? A guerra está gerando inflação alta. Isso impacta a energia. Se impacta a energia, também impacta alimento. Então, isso gera queda de cadeia de suprimento, o que é terrível.

e risco de recessão mundial. Saiu a matéria da BBC... Essequibo. Essequibo. Parecido, você tinha falado como osso buco. Ossoquibo. Ossoquibo, ossobuco. Tá tudo ali, né? É, tudo parente, né? Ossoquibo, obsequio. Essequibo. Como é que é o que você falou? Truce, né? Truce. Sugestão com joga. É, truce em inglês é trégua, né? A coisa que a gente tá precisando. Essequibo, a galera tá colocando aqui no chat. Essequibo, é. Ossoquibo, né? É quase um trava-língua, né?

É o trava-língua, trava-língua. Então, cara, você tem... Se a energia ficar alta, o alimento fica alto. Aí você tem quebra da cadeia de suprimento, risco de recessão. BBC... Eu vi uma entrevista essa semana, jornalista da BBC falando que as agências lá de investigação estão considerando 70% ou 80% de chances já de uma recessão global se a guerra acabar hoje. Então, acho melhor a galera apertar os cintos aí. Então, o que acontece? Os governos já estão gastando uma fortuna em defesa, trilhões em defesa,

Subsídios. E isso, o que? Abre espaço para mais controle econômico. Mais impostos sobre ricos, renda básica universal, gasto público massivo nessa agenda verde, igual ao que o Grande Reset defende. O que ele defende? Governo maior e mais ativo. Mais interferindo na sociedade. Acaba aquele negócio do Estado mínimo neoliberal e volta um Estado forte. Só que não é um Estado forte que você escolheu um líder. É um Estado forte que você nem participa da gestão.

fica só ali acomodado e esperando pingar na tua conta seu token da sua moeda digital. Eu ia falar real digital, mas real digital foi para o espaço. Porque o Trump falou, acabou o negócio de moeda digital dos bancos centrais. O Trump chegou ao poder, ele emitiu uma ordem executiva, uma medida provisória falando que está proibido produzir, o Banco Central produzir uma moeda digital. Porque era o que estava todo mundo certo. Porque ele não quer que a moeda digital esteja no controle dos bancos centrais. Ele quer que a moeda digital esteja no controle

galera que botou ele no poder, que é o Vale do Silício. Então, não vai ser o Banco Central que vai controlar a nova economia digital. Serão as stablecoins. Vai ser o Tether, o Circle, a stablecoin lá do PayPal. Lembrando que PayPal também. A gente está falando de Peter Thiel também, Elon Musk, que fundaram. Então, essa desestabilização do Oriente Médio também reforça essa necessidade de uma governança global. A gente precisa de uma confederação de nações para impedir

que isso aconteça. A gente não pode ter China, Japão, Estados Unidos, o mundo inteiro, a Europa, dependente de um pequeno estreito de hormuz ali de 30 quilômetros. Como é que um espacinho de 30 quilômetros de largura que dá para atravessar nadando, fechou, aquilo acaba com o mundo. Então, isso reforça a construção de uma nova dinâmica global, que é tudo que o grande reset quer. Então, o conflito já está se espalhando ali, o Líbano com o Hezbollah já está na guerra, já tem encrenca no Golfo inteiro. E aí, isso mostra ali, segundo eles,

fala, olha como é que o mundo é frágil. Como é que o mundo ser interconectado transforma o mundo num cenário de uma house of cards, de uma casa de cartas. Porque se você constrói um sistema global todo interconectado, você puxa uma carta e você derruba o sistema. Então eles estão pregando já que o mundo não seja tão interconectado. Cada regiãozinha tem que ter sua própria comida e sua própria energia. Tem que ser autossuficiente para não ter que interagir com as demais. É exatamente o que a gente

vê no 1984. Três grandes blocos tirânicos. Eurásia, Lestásia e Oceania. Lembrando, Eurásia é controlada pela Rússia, Lestásia pela China, Oceania, Estados Unidos. Então, para alguns teóricos do Fórum Econômico Mundial, isso prova que é mais necessário uma coordenação internacional, regras globais para energia, para clima e tal, em vez de você ter ali essa liberdade para todo mundo, cada país fazendo

bem entende, né? E é claro que a destruição, ela vai acelerar essa ideia da reconstrução sustentável, que é um negócio diabólico pra caramba, né? Porque os caras estavam tomando míssel na cabeça lá na faixa de Gaza, os caras já estavam apresentando projeto imobiliário pra fazer virar um... Um resort, um grande resort. Poxa, sacanagem, né, irmão? Espera um pouquinho pra apresentar o projeto, porque você não espera nem a pólvora esfriar, você já tá falando que vai ganhar grana em cima da desgraça alheia.

Pô, espera um pouquinho, aí entra essa família muito misteriosa do mercado imobiliário, assim como a família Von Trump, que era a família original do Trump, a família Kushner, que é o Jared Kushner, que é o gerro do Trump. Ele que está encabeçando isso tudo, inclusive tem umas teorias malucas dizendo que o novo Jeffrey Epstein é o Jared Kushner, é o gerro do Trump, vamos ver. Então, se você destrói uma região inteira do Oriente Médio,

reconstruir do jeitinho que você quer. Dentro dos moldes ali do grande reset. Você pode impor ali as condições de que seja tudo verde. A gente não vai reconstruir as usinas de petróleo nem de gás natural. A gente vai colocar agora tudo energia solar e eólica. Olha o Jared Kushner aí. Eu sempre que eu vejo ele, o cara fala que ele não consegue rir. Você vê que ele tem um sorriso estranho. É, parece que ele força o sorriso. E eu sempre lembro do Joe Rogan falando, cara, esse maluco é

Ele parece o Damien, né? Daquele filme A Profecia, né? Nossa, como um boneco. Leva, leva. Parece que é uma parada meio sem vida, né? Total. Uma coisa estranha, né? Então, além disso tudo que a gente já falou até aqui, essa guerra aí, ela traz, aumenta o medo dessas guerras, desses atentados, né? Que os Estados Unidos estão em alerta total agora. Das sleeper cells, das células dormentes ali iranianas dentro dos Estados Unidos. Ameaçaram atacar a costa oeste, né?

Um drone, mas falando em Costa Leste, Nova York, está em alerta total. Nova York, Austin, Texas, o sul da Flórida, está tudo em alerta total. O governo americano passou para as polícias estaduais esse alerta, fica em alerta total e alerta para as pessoas também. Chegou até uma notícia preocupante durante essa semana de que a Casa Branca bloqueou um relatório de segurança

nos Estados Unidos. Tipo assim, eles acharam que ia assustar muito a população, ou seja, está pior do que parece. Porque os caras estão até segurando informação. Então esse medo de mísseis, de drones, faz com que os governos investam mais em inteligência artificial, aumenta o rastreamento digital, a cibersegurança, esse conceito de precisamos espionar o que está todo mundo fazendo para evitar um problema de ataque nosso. Exatamente o que aconteceu depois do 11 de setembro. Eu não sei se a galera vai lembrar disso,

mas andar de avião antes do ano de setembro era muito mais tranquilo, né? Se desse mole, o cara entrava armado, entrava com escopeta, metralhador, bazuca. Não tinha esse lance de líquido, de que eles parem com líquido, com barbeador, com lâmina. Putz, você entrava com qualquer coisa mesmo. Outro dia eu tava viajando com meu pai, cara. Aí a mulher falou, ó, tem um negócio aqui na sua mochila. Aí ele não tem nada não. Aí ela mostrou no raio-x, né?

Falou, isso aqui. Ah, não, isso aí é minha chave de fenda. Chave de fenda desse tamanho. Não pode, né?

espada nesse samurai, falou, tem problema entrar com isso aqui? Ela falou, lógico que tem problema. Aí ele, e agora? Aí ela falou, vai ter que descartar. Aí ele ficou todo triste, né? Ele falou, tá bom. Aí descartou e falou pra mulher, falou, mas também se der pane no avião, não vou poder ajudar. Aí ele, botei a mulher pra rir, mano. A mulher riu. Meu pai, quando trabalhava na metalúrgica, falou que você... Filho, a gente teve uma briga lá, no chão da fábrica lá, um cara enfiou uma chave de fenda no umbigo do outro cara. Aí pergunta. Pra quê? Não,

Morreu? É. Morreu? Não. Desparafusou o umbigo, caiu a bunda. Olha as ideias, velho. A piada do meu pai. Nossa, filho. O cara teve uma briga lá no chão da fábrica e tal. O cara enfiou chave de fenda na barriga do outro. E aí, pai, morreu? Não. Desparafusou o umbigo, caiu a bunda. Eu ria pra caramba. A piada do meu pai. Galera... Eu mandei uma hoje pra minha esposa também, cara. Cuidado. Dá pra falar? Não, tranquilo. Que eu peguei a foto do seu...

Ele falou pra esposa, então. Ah, então tranquilo. Eu tirei a foto do seu pula-pula lá em cima?

Aí eu mandei para minha esposa e falei assim, ela pediu para eu levar isso daqui para a Antártica. Ela ficou olhando assim para mim. Por quê? Eu falei, é para o urso polar. Para você ver que não é só aqui. Isso é sério ou você inventou? Não, é sério. Você falou para ela mesmo? Eu mandei no WhatsApp. Vambora. Você lembra do que? Onde a gente parou? Lembro, pô. A gente estava falando como é que o 11 de setembro ferrou com a viagem. Hoje você vai viajar, cara. Eu fico impressionado, né?

Tem até aqueles ventinhos lá que você tem que ficar assim. Tem um ventinho que para ver se você tem risco de porro. Tem umas paradas ali que dá para ver as partes íntimas das pessoas. Os caras quando chegam, dependendo de quem passa, fica todo mundo ali. Então mudou o mundo completamente. Mudou no sentido de mais controle, mais cerceamento das liberdades. Então o que eles falam também? A guerra é muito prejudicial, gera pessoas ali que ficam em situações de calamidade.

Pessoas aumentam a pobreza, isso gera desigualdade. Então, eles falam que eles querem resolver a desigualdade. Mas é muito legal, legal assim, brincando, como é que eles querem resolver a desigualdade. Porque, deixa eu contar uma história que eu contei lá hoje. Vamos supor que você tem uma pequena cidade no interior do Brasil. É todo mundo meio igual, em termos de classe econômica e tal. De repente, chega um bilionário lá naquela cidade. E esse bilionário, ele começa, para ter um serviço melhor,

num hospital melhor, numa escola melhor. Ele começa a investir nas estradas, no saneamento básico, na segurança. Então, esse cara está abençoando a região. Só que ele trouxe desigualdade, porque antes você tinha todo mundo mais ou menos igual, de repente você tem um bilionário e o resto de pessoas classe média. Então, você trouxe...

olhando os dados friamente, se aumentou a desigualdade no lugar com a chegada de um bilionário, mas a cidade está melhorando, porque ele está investido ali. Então, a solução que geralmente se propõe para acabar com a desigualdade não é fazer quem está embaixo subir, é fazer quem está em cima descer. É puxar todo mundo para baixo. Todo mundo igual, não vai ter mais desigualdade, mas todo mundo igualmente dependente da renda básica universal da mesada.

Todo mundo igualmente miserável. Entendeu? Então, a gente tem que tomar muito cuidado com esse

discurso de vamos combater desigualdade, porque a desigualdade em si não é o problema. O problema é você ter a pobreza. Porque você pode ter pobreza e não ter desigualdade. Você fala índice de desigualdade, zero. Está todo mundo igual. Igualmente ferrado. Não resolveu. Então tem que tomar muito cuidado com esse discurso dessa negócio. Precisamos resolver desigualdade. Agora, Vilela, se você quiser, antes das perguntas ali, a gente deixar para depois de insight,

A gente tem umas contagens regressivas acontecendo no Brasil e no mundo. Ah, é? É, por causa dessa guerra. Se você quiser, a gente continua aí. Vamos lá. Não sei como é que está aí. Tem pergunta aí? Tem. Quer já passar? Você que sabe. É? Pode ser. Dá uma goladinha. Manda aí. Então, vamos lá. A primeira pergunta aqui do Futebol Sem Foco. Ele mandou aqui. Vocês acham que governos tendem a expandir poderes estatais durante crises internacionais? E como isso impactaria para o reset?

Bom, deixa eu indicar mais um livro. Vê se você acha aí, homem. É Nosso Inimigo, o Estado. Esse livro é do Albert J. Nock. É um dos livros fundadores do libertarianismo e do conservadorismo nos Estados Unidos. É um livro de 1958, se eu não estou enganado. E nesse livro, eu estudei esse livro no meu clube de leitura com meus alunos, ele tem uma frase que assim me marcou, que é o seguinte, exatamente esse, vídeo editorial, a mesma editora que tem os meus livros.

de desconto na minha livraria também. Só hoje aí pra vocês. É só visitar livraria.danielopes.com.br Nesse livro tem uma frase que responde essa pergunta aí do nosso amigo internauta. De tempos em tempos acontecem crises e durante essas crises o governo aproveita para abocanhar mais um pedaço do poder social, aumentando o poder estatal, prometendo liberdade e prometendo que vai devolver esse poder de volta em breve. Mas quando ele abocanha, ele nunca mais

devolve. Claro que não. Entendeu? Então, crise é ótimo para concentração de poder de renda e transferência de riqueza. O que rolou em 11 de setembro e depois não voltou atrás? Essa vigilância que eles começaram a fazer. Ah, a mesma coisa. Tá desse jeito. E às vezes eu acho estranho, né? Eu não sei se você viu isso, Vilela. Às vezes os caras encasquetam mais do que você entrar nos Estados Unidos e você sair. Não sabia disso, não.

Não, eu pensei que o maior problema é entrar. É, então, não. Eu tô indo no aeroporto. Também? É.

nas últimas vezes que eu fui para os Estados Unidos, até para a Europa também, para a Espanha. Estava na Espanha, saindo da Espanha. Entrei na Espanha tranquilo. Na saída, meu irmão, teve que todo mundo tirar tênis. Quase que eu falei, irmão, eu estou indo embora. Você está preocupado com isso? Aí meu filho, poxa, tem um negócio na mochila. Pô, o Nintendo Switchzinho. Aí minha filha, tem um negócio na mochila, o Kindlezinho dela.

Falei, pô, o Kindle também está entrando no script. Agora tem que mostrar também Kindle. Caraca, meu irmão.

Isso é aquele negocinho de... Aquele bloquinho. Não chegou ainda pra mim. Mas você comprou? Comprei, mas não chegou ainda pra mim. Entendi. Eu não comprei ainda não. Falei, vou deixar o Vilela fazer o test drive. Deixa eu testar antes aí. É, depois eu vou... Já que ele se empolgou, já comprou, né? É. Mas eu também sou meio early adopter, né? Também sou. Suja tecnologia, eu fico já neurótico querendo... Tem o preço. É. Inclusive, o teu aparelho aí, você conseguiu naquelas parcerias lá ou não? Qual aparelho? Esse aqui. Sim, sim, sim. É?

O cara sumiu. Ele dá umas sumidas, cara. Estamos esperando umas coisas aí. O cara é mestre dos magos. Estamos esperando a iluminação, umas coisas aí. O cara sumiu, velho. O maluco meio mestre dos magos. O cara aparece. Né? Você estava conversando. É, cadê? Some e aparece do nada. Estou vendo outros amigos aí para a gente fazer umas parcerias. Me avisa, me avisa. É, pô. Tem parceiros bons aí. Então, continuando aqui. A resposta para a pergunta. Cara, de tempos em tempos eles abocanham o poder.

E isso, abocanhar o poder é uma das teses do grande reset, que é o quê? Aumentar o estado. A gente já viu isso, o Villela até deu um spoiler. Ele falou, cara, a gente está vendo uma tendência de até a direita querendo um estado maior. Está todo mundo... Hoje a diferença da esquerda e para a direita, ela cada vez está diminuindo mais. Porque se antes você tinha pauta de costumes e tal, agora você vai ver que os dois querem essa transição energética, os dois querem a substituição do dinheiro físico pelo dinheiro digital,

ideia de uma renda básica universal, aí você vai ver que o sistema está tão poderoso que ele englobou os dois lados do espectro ideológico. Ficou um negócio meio homogêneo. E aí eu me lembro quando perguntaram para o Larry Fink, e aí Larry Fink da BlackRock, você prefere que quem vença o Trump ou a Kamala Harris? Ele falou, até hoje vocês não entenderam que para a gente não importa quem vence, que a gente tem bom relacionamento com os dois lados.

Claro que os caras financiam os dois lados da parada, quem ganhar eles ganham. Eles ganham também, não tem erro. Tem uma pergunta aqui do Alan Jund,

Ele mandou aqui, ó. Daniel, você já pensou que a ilha de Epstein poderia ser igual à do Round 6? Ligue os pontos. É, exatamente. Faz muito sentido. Não só a ilha de Round 6, mas a ilha também do Blink Twice. Pisque duas vezes, lembra? O filme vai muito na linha do Epstein, né? E tem aquela ideia que é padrão no Epstein. Tanto no Epstein quanto no P.D.D.

na bebida do cara, o cara passa dois dias e ele volta e não lembra de nada que aconteceu. E ele fica completamente vulnerável. Tipo assim, ó, meu irmão, passa a sua senha do cartão, você passa. Faz isso, faz aquilo, o cara faz. A pessoa fica dócil. E é por isso que essas substâncias, né, que eu não vou dar, não gosto de ficar muito dando dica qualquer, a gente conhece no Brasil como Boa Noite Cinderela. É. Que o cara tá na boate, a menina, vem aí gatão, vem cá, vamos compartilhar um drink aqui. O cara bebe, ele acorda na sarjeta três dias depois,

todo estoporado, arrebentado, sem carteira. Onde estou? Quem sou? Porque botaram a parada na bebida. Então, no filme Blink Twice é assim. Começa a festinha, as meninas apagam. Quando acordam, o que aconteceu ontem? Não sei. E aí eles filmaram tudo, barbarizaram tudo. Então, é a realidade mais estranha que a ficção. O Degui Parro, ele mandou aqui, ó. Daniel, o que você acha da saída do Irã, da Copa do Mundo, e acha correto manter a cegue nos Estados Unidos,

risco de terrorismo existente no evento? Cara, eu tô grilado com isso aí, meu irmão. Principalmente por causa daquela capa da Economist, lembra? É, você coloca aí. É, que o mundo é uma bola e tem um cara dando um chute no mundo e essa capa é misteriosíssima, velho. É, eu vou te mandar aqui porque os caras dividiram que nem uma pizza e falaram que já tá acontecendo por meses. Eu vou te mandar aqui, ó. Ó, a gente analisou isso aqui num programa bem na época e...

Fala com essa imagem pra ele dar uma olhada depois. Se a gente olha isso como se fosse um relógio,

rodando no sentido horário. É, no sentido horário. O começo seria para cima no zero. É. Aí vai rodando para a direita. Aí você tem janeiro, fevereiro, março. Estamos em março aqui. É. Aí você vê que entre fevereiro e março tem um naviozinho. Pois é. E esse navio tem dois caras. Aí é exatamente essa imagem. Vamos lá. Eu não sei se você consegue dar um zoom. Zoom out. Porque está cortando. Não, não. Ao contrário. Zoom out. É. Primeiro para estar no máximo. Zoom aproximar. É para afastar. Está no máximo.

horizontal e coloque ali no meio. Sabe aquela que tem o horizontal? É essa daí. Vamos lá. Agora dá pra você dar um zoom mais. Então. Aí. Olha lá. Baixa um pouquinho, Homer. Aí, ó. Janeiro e Fevereiro você tem entre janeiro e Fevereiro lá o barco e duas figuras aí. O que são essas figuras? Esse cara que dividiram isso aí são petistas, né? Porque o cara botou 13, né? Era só 12, né? É, então. O que é esse 13 aí? Deu uma sacaneada com esse 13 aí.

Às vezes se dividir só em 12 ficava melhor. Mas tudo bem. Esse barco, vê se eu consigo

Não no barco que tem um container, no que está o barquinho que tem a vela. Isso. Quando você olha essas figuras que estão no barco, você vai ver que esse capacete é um capacete persa. E o que significa isso? Irã. Irã, claro. Como é que os malucos mandaram essa parada em dezembro, cara? Acho que foi em dezembro, né? Que essa capa era edição de previsões para 2026. Ou seja, já estava dizendo que ia ter alguma coisa no Irã, cara. No início do ano, se a gente parte do princípio que o ano está começando,

ali. Agora, o que acontece? No final de fevereiro ali, a linha está passando em cima de um cara de azul. Esse cara de azul é o Zelensky. Então, isso tem alguma coisa a ver com... Vai ter alguma coisa a ver com a Ucrânia. Vamos supor que a gente está tentando interpretar a imagem aqui de forma preditiva. Porque... Nesse post que eu te mandei, o cara está fazendo essa análise também. Esse daqui no meio é o Trump. Está vendo o bonelzinho vermelho?

Tem o Narenda Modi, que é o da Índia. E tem uma loura ali. Cadê? A loura de vermelho ali. Ah, tá, tá, tá. A dama de vermelho. A dama de vermelho. Tem gente que acha que é a Erika Kirk. É mesmo? É, ou então a Giorgia Melone da Itália. E tamo em março, né? Só que a Melone não tem um cabelo grande assim. Março, tamo vendo o dinheiro voando. O tanque de guerra. O tanque de guerra, ou seja, guerra. E atrás tem um míssel. Onde tá escrito março, atrás tem um míssel lá. É, tem um míssel.

estranho ter o Irã e ter o tanque. É, então, o tanque que eu tô... Que eu tô pensando aí, porque o tanque significa exército no... Boots on the ground. Exército desembarcando. Que pode ser que aconteça ainda. É, o Trump falou que não, mas eu vi notícias de... Ele tá mandando gente pra lá. E tropas entrando em treinamento já pra vir. Já, já. Pra vir, não pra ir, né? É, eu tenho um amigo lá da... Você acredita que vai? Eu acredito que é possível. Porque dizem

em que não tem como você derrubar um regime se não tiver... Boots on the ground. O ideal seria eles usarem aquela estratégia da Revolução Colorida, que é incentivar o próprio povo a derrubar o governo, que é o que o Trump falou. Eu já matei o líder, agora é com vocês aí. Vai lá, campeão, resolve aí. Só que a galera não está resolvendo. Então pode ser que ele tenha que partir para... É claro que antes de você entrar boots on the ground de tropas americanas, tem a guerra por procuração, que são os curdos, que a CIA está patrocinando para fazer o serviço.

serviço sujo, né? Então, curdos já podem começar o serviço de boots on the ground. Porque o território iraniano é grande, o país é grande dentro daquelas proporções. É claro, você comparar com o Brasil não é tão grande, mas é um país grande pra caramba. Assim como a Ucrânia é um país grande também. E são várias etnias, cara. Você não tem todo mundo ali igual. Você tem vários grupos e um não guarda o outro. Você tem o persa, mas você tem o curdo.

Você tem vários outros grupos que os Estados Unidos estão querendo mobilizar pra derrubar essa galera aí. Agora, o que é ali,

março, então, a gente tem o Trump, o líder da Índia e talvez a Georgia Meloni, que é essa mulher, ou a Erika Kirk. Então, em tese, vai acontecer alguma coisa com a Índia também. Na verdade, a gente está vendo já uma encrenca entre Paquistão e Afeganistão, que começou um pouquinho antes do ataque dia 28 de fevereiro ao Irã. Então, já tem algo esquentando ali perto da Índia. Agora, o que preocupa um pouquinho para baixo ali,

seringas ali, né? Sem preocupar. Afasta agora, em maio. Maio, seringa que pode estar... Depois tem mais seringas ali. Tem mais? Tem. Mas isso aí preocupa porque tem gente que está especulando. Será que é uma pandemia nova? Pô, aí é sacanagem, né? Aí é maldade. Aí tem o gelo derretendo, né? Tem várias interpretações ali. Tem a luta de boxe, né? Aí você vê... Em abril. É, uma bermuda azul e uma bermuda vermelha. O azul e

vermelho é republicano e democrata, né? Pode ser. Porque tem as disputas de meio de mandato, né? Mid Terms Election. E aquele, é um negocinho de comprimido lá? Aquela, uma cartelinha de comprimido? É, parece que é uma cartela de comprimido aquilo, né? Não é um controle remoto, acho que é um... É, parece uma cartela de comprimido. Tem muito, tem, parece que tem desenhos de comprimidos também. Tem, tem. Tá vendo? Verdinho, vermelho e branco.

Então, eles estão achando que isso pode estar relacionado. Eu não sei se é fácil de achar essa notícia, Homer, mas tem um

professor de Harvard que está pesquisando profundamente retardar o envelhecimento. Ele tem dado palestras falando que eles encontraram a solução. Então a galera está achando que no meio dessa confusão toda vai aparecer um cara falando aqui, achei a pílula da fonte da juventude. Ou a seringa pode ser também. Ou alguma coisa grandiosa. Sim, algo extremamente impactante ali que poderia trazer essa mudança toda. Eu não sei se quiser botar

Volta ali? Quer continuar analisando? Quero lá. Volta lá, por favor. E aí dá uma afastada. Junho, que a gente estava falando. Abril, maio, junho. Julho tem o robô. Tem o cifrão. Crise econômica chegando. Batendo forte. Esse dinheiro, o papel voando, está em todos os lugares. Esse papelzinho azul. Tem umas folhas também. Ficou um pouquinho difícil de interpretar isso aí. Não deu para entender direito.

seringa lá. Dinheiro azul. Seringa, mísseis ou foguetes. O que o cara está imprimindo? É votação em agosto, talvez? É, parece que aquilo ali é uma votação. Eles chamam de mailing ballots, que são aqueles formulários de votação que o cara manda pelo correio. Parece que é isso. Isso é estranho, velho, porque a votação pelo correio, ela ganhou força durante a pandemia. Então, será que a seringa diz que vai

ter uma nova pandemia e as votações de meio termo terão que ser por correio pra não ter aglomeração, é preocupante, né? Preocupante, porque, poxa, acho que ninguém aguenta mais a outra pandemia, né? Que aí é maldade. Não, tá louco, cara. Aí já é covardia. Então a gente tá ali agosto, né? Agosto que é... Eu tô pegando minha cola que eu fiz um estudo sobre isso. Então ali a gente tem também muitas imagens de satélites. E aí os caras tão falando de uma guerra espacial. Star Wars, guerra no espaço.

Porque a gente sabe que hoje tem muito equipamento bélico no espaço, né? Então as antenas também seriam uma referência. E os mísseis vão para a estratosfera e voltam. E vai, sai, né? Tem o misterioso projetor. O projetor é aquela barra de tungstênio, que é tipo um poste de luz, só que de ferro, que os caras soltam lá de cima. Ele cai, ele não tem explosivo. É um ferro que bate na Terra com a força de uma bomba atômica, só que não tem radiação. Então é uma bomba atômica sem radiação. Ô louco!

pedaio de ferro lançado lá do espaço, né? Que é o projeto Torque, é o martelo dos deuses lá, né? E aí, o que tem também ali nos satélites e laser também, seria um laser anti-satélite, né? Essas máquinas estranhas ali, seria, a galera especula também de uma queda global da internet. Então, está no radar também um ataque cibernético contra os Estados Unidos feito pelos hackers iranianos. Aí é aquele dia zero, aquela série.

Eu te mandei uma notícia que eu vi sobre testes de ondas para fritar o cérebro da galera. Então, isso é a síndrome de Havana, né? Então, mas onde que estavam falando que viram esse efeito? Isso ser usado? É agora. Na Venezuela. Ah, na Venezuela? É, que os caras caíram vomitando e saindo sangue pelo ouvido, pelo nariz. É isso. São as armas de micro-ondas, né?

É V2K que chama, né? Que é Voice to School. Isso aí, aí os Estados Unidos. Realmente, os americanos descobriram arma russa que gera problemas neurológicos. Você fala, pô, irmão, a gente sabe disso aí há quantos anos, né? Eles não descobriram, não. Eles usam isso também. Pô, tá maluco? Tem documentário do 60 Minutes, é longo sobre isso. A mulher fala, poxa, a mulher trabalhava no consulado americano na Rússia. Ela falou que estava no apartamento dela e começou a ouvir um zumbido forte no ouvido.

ficar tonta, sentir dor de cabeça. A mulher foi fazer uma ressonância e o cérebro dela tava todo estoporado. Todo fritado, tá louco. Pô, loucura. Maluquice. Vai passando só pra gente ver o resto do círculo da pizza. Containers, né? Isso, aí guerra. Ali você tem... E o aniversário de 50? É, aniversário de 250 anos. Foi no início. Foi no início do ano, né? Aniversário... No início não, 4 de julho, né? Nos Estados Unidos, 250 anos, ano passado. Só que aí tem um navio de container mandando um míssel

cima do bolo de aniversário, né? Tipo assim, vou amelar a festa. E tem o foguete lá do Bezos, aquele foguete lá, que no formato de piroca, né? É esse daqui, ó. É o Consolo... É, esse aí, Blue Origin. É esse mesmo. Esse aqui é Consolo do Espaço, né? O quê? Consolo do Espaço. Que nome maravilhoso. Estamos aqui no Capitão Kirk, no Consolo do Espaço. E aquela mão com a algema, uma mão, tipo,

poder assim, né? E a bandeira dos Estados Unidos atrás. Cara, eles estão chamando de um outono global. O que é outono global? Outono é a prévia do inverno, né? Então seria revoltas em 40 capitais contra o racionamento digital e contra a falência dos governos, né? Então seria a população tentando se rebelar com essa concentração de poder vinda em consequência das guerras. Coloca a imagem, essa daqui já vimos, coloca a imagem do Elon Musk,

que eu te mandei, com o tweet... Virando banco? Não, o tweet dele a gente vai ler junto aqui. Esqueci, rapaz, agora fiquei curioso aqui. Não, o enigmático. O cenário está sendo preparado para o que está por vir. O que Elon Musk sabe que a gente não sabe? Eu sei, eu sei porque ele já falou. Falou? Falou várias vezes. Foi evento geofísico, né? É? É, foi evento geofísico. Então, é aquela mesma história que a gente falou, Vilela,

problema dos três corpos. Arrebentar teu inimigo antes dele estar fortão. Se os caras sabem que vem um evento geofísico e que vai atrapalhar muito a produção de comida, vai gerar um caos na sociedade, uma disputa por energia, seria uma espécie de Mad Max. Vamos imaginar um cenário Mad Max. Não seria muito melhor antes de acontecer o mundo virar Mad Max, você já assumir o controle das regiões onde tem energia,

água e comida. E a gente teve nessa semana a notícia da descoberta do que tem embaixo da Amazônia que dá pra abastecer a terra inteira de água, não sei por quantos... Acho que é 250 anos. É, 250 anos. É muita água, cara. Imagina o quanto isso vai valer lá no futuro. Então, a gente vai rever tudo isso que a gente pode, hipoteticamente, especulativamente, rever tudo isso que a gente falou do Grande Reset, pensando as elites estão aproveitando para assumir o controle das regiões mais

abundantes em água, comida e energia. E mais do que isso, Villelo. É o Sistema Aquífero Grande Amazônia, que chama. Saga. Isso aí é num cenário de caos. 1.2 milhão de quilômetros quadrados sobre a base amazônica. Maluquice, né? 150, 160 trilhões de metros cúbicos ou 4 trilhões de litros de água doce. É considerado suficiente para abastecer a população mundial por centenas de anos. Cara, isso tem um valor tão grande, mas tão grande.

impossível de você botar um... O que a galera fala? É só dessanilizar a água. Não é fácil pegar água salgada. Você sabe qual é o problema disso? Você joga um míssel nessa usina de dessalinização e acabou. A galera morre de sede. Ali não, né? Pra tu destruir isso aí com um míssel, só uma bomba toda. Olha só, cara. É muito grande, né? Então assim, na minha opinião, repito, se você não olha o PIB, mas você olha a riqueza natural, é o país mais rico do mundo. Com certeza. Terras raras.

tamanho do terreno, para pecuária, para cultivo, água, a gente tem tudo aqui. Não tem vulcão, não tem terremoto. É aquela história que ela fala, né? Deus fez um país maravilhoso. Aí ele falou, mas olha o povinho que eu vou. É, vou colocar um povo lá. Sacanagem, né? O povo brasileiro é bom pra gente. Isso aí é operação psicológica para baixar nossa autoestima. Porque se a gente entender o nosso poder, ninguém segura. Não segura mesmo. É, não segura. Mas acho que nunca vai entender, não.

vai ficar nessa. Depois eu quero também a gente falar sobre a eleição desse ano e Trump vai negociar com os dois candidatos e imagino pra saber quem vai dar mais coisa pros Estados Unidos. E aí ele vai postar todas as fichas. Quem dá mais? Você viu que autorizaram o enviado do Trump vir aí conversar com o Bolsonaro? Sim, cara. Muito estranho, né? Eu não achei previsível. Por quê? Qual que é a lógica da parada? Vai querer peitar?

Ah, tudo que está acontecendo, né? Foi o Bolsonaro que pediu, mas é o Trump que está querendo. É melhor não mexer com ele agora, né? Só para fazer uma visitinha. Aí se você lembra também o Lula quando estava detido, ele recebeu visitas importantes também, né? O Chomsky veio visitar. Sério? Aí nos documentos do Jeffrey Epsom dizem que o Chomsky conseguiu fazer uma ligação para o Jeffrey Epsom e para o Lula conversar com ele. E aí todo mundo, a própria esposa do Chomsky falou,

Sem condições, como é que a gente entra naquela cela da Polícia Federal com o celular. Então falou que é mentira, que era o Jeffrey F. tirando onda, né? Mas que o Chomsky veio ao Brasil e fez uma campanha ali contra a prisão do Lula e dizendo que foi um golpe, isso aí é fato, né? Então, eles estão sondando, né? Você vê que aquela lua de mel que estava tendo do Lula com o Trump meio que deu uma esfriada, né?

não chamou o Lula, aí já fez algumas coisas lá que não convidou também o Lula, não convidou o Brasil. E o Lula tem falado umas coisas altamente preocupantes. Essa semana ele falou, numa reunião com o líder lá sul-africano, ele falou, a gente precisa se preparar, porque se a gente não investir na nossa defesa, qualquer dia eles invadem nós. Alguém invade a gente. Quem é que ele está falando? Alguém invade a gente. Não, eu vi uma comparação das forças do Brasil.

Contra os Estados Unidos é brincadeira, velho. Não dá nenhum... Acho que a gente não dura quatro horas. Eu acho que tirando bomba atômica, a única... A parte que a gente tem mais habilidade seria a guerra na selva, que a galera conhece muito bem a selva. Pintar meio fio e fazer meme. Em guerra de meme a gente ganha pintar meio fio e coisa de selva, né? Cara, guerra urbana, você pegar uma polícia do Rio de Janeiro que tá acostumada ali, os caras são... Se o PCC enfrentar os soldados mariners... Se eles entrarem...

Aí já fica mais diferenciada. Esse cara de chinelo e fuzil. Fica diferenciada. Havaiana, é. Não, mas eu já vi o policial falando que, pô, cara, a gente vai dar tiro no bandido, a arma trava, a bala não funciona. A dele nunca trava nem uma bala. Pô, os caras têm as melhores. Pô, a melhor equipamento. A gente que tá capenga ali, né? Pois é. Então, cara, ó, essa guerra aí no Oriente Médio tem um impacto monumental nas eleições brasileiras, cara.

Ah, com certeza. Por quê? Por causa dessa contagem regressiva que eu te falei. Qual dela?

Eu vou deixar para a gente falar. São duas. Mas o que está em jogo? Cara, vamos supor. Deixa eu já entrar numa. Mas só coloca nessa conversa também essa pressa do Trump de colocar a PCC e o Comando Vermelho como terroristas, grupos terroristas. Se isso tem a ver nesse tabuleiro, para frente ele tentar alguma negociação com alguma coisa. O que ele quer? Ele quer... Não chamar o Brasil naquela reunião contra o tráfico.

Sim. O que ele está querendo? Ele está querendo uma legitimação para uma ação direta dele aqui. O que ele usou... Vocês não dão conta? Alguém tem que fazer alguma coisa. Não, é a mesma coisa que ele fez com a Venezuela. Os caras estão mandando droga para o meu país, matando um monte de jovens. Se vocês não pararem de fazer isso, eu vou começar a explodir os navios, as embarcações. Aí o Flávio Bolsonaro até falou, explode aí, ia ser legal e tal. A galera reclamou para caramba, falou que absurdo. Mas o mesmo

a mesma retórica que ele usa na Venezuela para justificar, se não parar de mandar droga para cá, eu vou ter que invadir. Ele está usando com o Brasil agora. Então, isso dá a ele o quê? Uma tentativa de legitimar uma ação mais direta contra o Brasil. Ele já tem falado que a própria Carolyn Levitt, que é a porta-voz do governo americano da Casa Branca, ela falou, cara, todas as opções estão na mesa para a gente combater o tráfico na América Latina. Inclusive, repetiu o que a gente fez na Venezuela. Então, você imagina,

passando aquele B2 stealth, aquela aeronave passando e jogando um míssel no Brasil. E assim, uma cena grotesca. Porque até hoje o brasileiro olha essas notícias na televisão de guerra na Ucrânia, guerra no Irã, ele fala, isso aí é lá do outro lado do mundo. Graças a Deus aqui a gente não tem essas paradas não. Pergunta para o venezuelano se aqui a gente não tem essas paradas não. Pergunta lá para o pessoal do Equador, porque lá no Equador dizem que o governo do Equador pediu para os Estados Unidos bombardear os traficantes. E eles bombardearam.

Então vai que começa a galera daqui a pedir, vai, chega aí, Estados Unidos ajuda aí. O próprio governador do Rio, Cláudio Castro, ele mandou documentos lá para os Estados Unidos pedindo ajuda, falou para dar uma força para combater o crime aqui. Porque foi negado para ele também o uso de algumas coisas que precisavam, não me lembro, algum equipamento pesado que só poderia ser usado se o governo do Lula liberasse. Se eu reconhecesse o crime organizado como terrorista e tal.

Então, cara, o que acontece? A gente está numa situação, Vilhela, que um problema que começou 10 meses atrás. Qual o problema? Na época, todo mundo achou lindo. O governo falou assim, nós vamos tirar a paridade do nosso petróleo com o preço internacional. A gente não vai ter o nosso petróleo aqui dentro acompanhando a oscilação do preço internacional. Então, o que acontece? A gente está há 10 meses sem ter um aumento do petróleo no Brasil. E é falso.

É subsidiado. Tá forçado. Tá maquiado. A Dilma fez isso e deu no que deu, né? Deu no que deu. Aí, porra, eu lembro até ela andando de bicicleta na época que todo mundo tava falando que ela tava fazendo pedalada. E ela andava de bicicleta. Aí a mulher, pô, pedalada. Pra que que a pessoa vai andar de bicicleta numa época que tá todo mundo dizendo que você tá pedalando? Cara, aquilo foi muito mal. O cara pede. Foi muito mal. Orientada pela parte de marketing, né? Ela até xingou a mulher filha. A mulher, você.

Então, voltando. Cara, 10 meses sem reajustar o preço. Só que estava tudo bem até acontecer essa guerra que o preço foi lá em cima. Porque estava uma diferença pouca. Agora está uma diferença monstruosa. Se não baixar logo, vai ser um problemão. O que acontece? Porque combustível alto ferra. Ferra com o governo. A galera não quer saber se tem guerra. Não, combustível alto tudo fica alto. Que nem pandemia. A galera não quer saber se é culpa do Bolsonaro. Não, quer nem saber. Ele fez um monte de medo.

Sim, sim. Mas independente... A economia está ruim. É culpa do governo. Você tinha que fazer alguma coisa. É isso. Então, isso para o atual governo que tem pretensão de continuar, cara, é um problema muito grande. Favorece a oposição. Porque a oposição tem argumento. O oposição está sempre torcendo para o mundo virar um carro. Não lembro na época do Trump, o Bill Maher, o apresentador, ele falava só tem um jeito do Trump ser derrotado. A gente tem uma recessão nos Estados Unidos.

a galera torcer. Recessão, receção. Aí veio a pandemia e arrebentou tudo. Então, o que acontece, Vilela? Surgiu um problema porque existe uma associação chamada Abinco, Associação Brasileira de Importadores de Combustíveis. A Abinco está desesperada. Sabe por quê? Eu vou tentar explicar isso da forma mais mobral, simples para vocês. Bem tosca. Imagina que o cara importa diesel pagando 10.

E aí chega aqui, o preço aqui está 5. O cara fala, pô, eu não vou pagar 10 para vender por 5. Eu vou ficar com prejuízo 50%. Eu não vou importar mais. Então, sabe o que aconteceu? Com essa disparidade agora que deu mais ainda, com o aumento do preço do petróleo por causa da guerra, já estava defasado o preço aqui dentro por causa desse subsídio, desse tal. Sabe o que aconteceu? Os caras pararam de importar diesel. E a gente só tem reserva.

Por que eles pararam de importar? Eu vou comprar por 10 para ter que vender por 5 aqui? Uma preju na cabeça. Não vou.

É a mesma coisa que acontece... Mas aí vai faltar uma hora, né? É isso. Se ficar nessa de os caras pararem de importar, só tem 15 dias de reserva de diesel. Por isso que a gente está na contagem regressiva, são 15 dias. Aí o governo tem uma decisão dura aqui, uma encruzilhada. Se eles não aumentarem o preço, para o preço ficar justo, teria que se aumentar R$2,50 o litro. Galera, eu ia chiar para caraca, não ia não? Fala sério.

diesel que seja, todo o frete fica mais caro. Aí a comida fica mais caro, tudo que é transportado fica mais caro. Então, eles ou vão ter que aumentar o preço do diesel e fazer tudo ficar mais caro e o povo ficar irado num ano de eleição, ou eles vão ter que segurar o preço artificialmente e aí vai faltar diesel, porque os caras não vão importar mais. Então, é uma situação difícil de resolver e que a gente não está sentindo no lombo ainda, porque tem um delay,

tempo pra isso começar a aparecer. Mas olha só, não sei se você ficou sabendo, Vilela. Dizem que no Rio Grande do Sul já tá faltando combustível em alguns lugares. É mesmo? É, porque lá tá afastado das áreas de refino, né? Era aquilo ali? É. O tamanho do orçamento dos Estados Unidos, 750 bilhões e o Brasil 27 bilhões. Diferença pouca, né? Caças de combate, 715 versus 78. Nem estamos falando da qualidade dos caças, só a quantidade. Aviões de transporte,

245 versus... Bastante até. Agora, helicóptero. 5.700 e alguma coisa para 222. O tanque está bravo. Mas o tanque, se for que nem aquele que foi no 7 de setembro, que saia fumaça, lá também não adianta, lembra? Estava com o carburador bichado. Parecia uma areia, né? Isso é uma areia que os caras só colam metal em volta, né? Maré, fumaça. Maré, maré. Meu sogro teve uma areia. Lançadores de foguetes.

portas-aviões. Quantos nós temos, Homer? Eles têm 20. A gente tem quantos? Zero. Vai ser uma guerra bem justa. Mas estão dizendo que se o Brasil entrar na guerra, vai tacar maré lá no Irã, viu? Eu vi um vídeo de um porta-aviões, um avião brasileiro abrindo e jogando um monte de maré lá. Eu vi um vídeo de um cara no tapete, um voador com a metralha. Cara, você já viu isso? Muito maneiro.

perguntando, é real ou é fake? Aí os padrão Aladim estão chamando. Aí tem um emojizinho que é um dinossauro nas costas de um tubarão com um míssel. Já viu? Aí escrito assim, parece real. Se tá na internet, é real. Dá vontade de mandar esse emoji, parece real. Os caras perguntam se é real. Mas a gente tava falando do quê? Depois eu quero falar do professor Jiang também. Também, a gente tem que conversar com esse cara aí. Cara, vamos tentar falar com ele.

Esse cara tá acertando várias coisas. Mas a gente tava... Cara é ninja. Você tava falando dos...

Ainda não chegou nas contagens regressivas, né? Não, eu estava falando que a gente só tem... Se os importadores de diesel pararem de importar e continuarem não importando... Com a reserva que a gente tem, não deve dar muita... 15 dias. Ah, é isso? 15 dias calculado... Falar do diesel, que é o que move o país aí nas estradas, né? Tudo, porque a nossa matriz é majoritariamente rodoviária, né? Então, o caminhão usa diesel. E aí, o que acontece, Vilela?

Outro problema. Você lembra em 2018, quando teve a greve dos caminhoneiros? Lembro. Cara, imagina o diesel...

subindo pra caramba, os caminhoneiros ficaram chateados e falavam, não transporto mais. E parar e travar as estradas. Parar e falar, pô, não tá sendo mais rentável transportar as coisas com esse preço. Você já imaginou ter greve de novo? Aí que entra a importância de você ter uma casinha na montanha, né, velho? Porque aí tu sai dos grandes centros urbanos e você ganha uma sobrevidazinha. E os caras tão me zoando aí, né? Depois você vai bater lá na porta.

Aí ele falou, ah, eu venho aqui pro banco. Falei, deixa você sozinho, eu vou lá pro meio do mato, cara. Aqui no banco daqui a pouco tem um monte

tricolor aí querendo entrar. É, a galerinha aqui do Morumbi toda querendo entrar aqui. É por isso que eu não passo o endereço daqui pra ninguém. Ah, você acha que a galera não descobre? É. Então, o reloginho tá rodando. Tá rodando. E eu tô só de olho no Escape. Lembra do Escape from L.A.? Escape from New York, né? Como é que é em português? Fuga de Nova York? É, com Kurt Russell. Kurt Russell.

Mad Max, fuga de Nova York, fuga de Los Angeles, a gente está indo para esse naipe. Se continuar desse jeito. Mas é uma encruzilhada, porque tem que aumentar o preço. Se aumentar, pode arrebentar tudo. A galera fica irada, caos social. Se não aumentar, o diesel some, que a galera não vai importar mais. E agora? O teu é diesel também, né? É diesel. É o meu também. E agora? Como é que fica? Um amigo meu falou, cara, acho que vou comprar um carro elétrico. Eu falei, porra, será que resolve também, né?

com a limitação de distância. Você acha que é um plano? Eu fui até buscar elétrica. Não, o ideal tem dois. É, um de cada. Um de cada. Ou então um que pegasse os dois na moral, né? O híbrido. O meu antigo era híbrido. É. Mas era híbrido com plug? É, plug-in. Ah, dava pra... Dava. Entendi, entendi. Então, eu tô pensando nisso aí, sabia? Mas se os caras quiserem ferrar mesmo, não vai ter eletricidade também. É. Ou só se você tiver uma usina fotovoltaica tua e carregar o carro na tua usina.

É um jegue, viu? É um jegue. Jeguinho, né? Jegue, jegue. Uma bicicletazinha boa. A alta do preço do jegue agora que você falou. Os caras tudo... Temos que arranjar jegue, velho! Jegue! O T-Car fecha a loja dele, abre uma jegaria. Em vez de ser web jegue, web motors, web jegue. T-Jegue. Jeguezão. Não é mais T-Car, é T-Jegue. Jeguezão 70, né? O 2025 modelo 2025.

Eu comprei um Jag modelo 24. Coloquei ferradura que liga leve. O bicho tá atinindo. O cara lá na Marginal, ele tá dando 20 km por hora. Garantia de dois anos, né? Pois é, come pouco. Dá uns gritos de vez em quando, né? É tenor também, canta, né? Dá um agudo bonito. Pois é. No escapamento é perigoso.

risco de coice. Tá bravo, tá bravo. Pois é. Que webjag os caras estão falando. Vamos para mais perguntas ou para a próxima, para as outras contagens regressivas? Não, a outra contagem eu vou deixar para a Arca. Tá bom. Porque senão é covardia. Mas só dá um spoiler. Um spoiler? É. Cara, eu vou... Na verdade, eu falei isso já abertamente para a galera. O cara pensa em petróleo, ele pensa só em combustível. Só que... Não, pô. Do petróleo refinado vem sabe o quê?

Enxofre. Do enxofre vem o ácido sulfúrico. Do ácido sulfúrico você tem a extração de cobalto, prata e níquel. Nossa. Que são três produtos inevitáveis para a tecnologia, para o setor bélico e para a inteligência artificial. Também. Meu irmão, você já imaginou acabar esses três produtos que são vitais para a indústria? Sem isso a indústria vai para o espaço, meu irmão. Então, se a galera entender o tamanho do problema que isso é para a cadeia logística,

Como é que você fechar os treitos de hormônios e arrebenta o planeta inteiro? Você estaria já fazendo o seu dever de casa, fazendo umas orações, pedindo perdão a Deus pelos seus pecados, né? Tentando ver se Deus te aceita lá no céu, tentando carimbar teu passaporte. Isso tudo é uma contagem regressiva também. É, e pensando em tudo isso, a gente precisava ser autossuficiente no petróleo, né? Tem refinaria, que a gente fica dependente desse... O que adianta a gente extrair se a gente não tem... Não refina.

Isso é maluquice, né? Aí entra outra coisa. O cara pensa só em petróleo, mas e o gás natural? Gás natural é o combustível prioritário da indústria. Se você não tem gás natural, para tudo, irmão. Onde que era? No Qatar? Taiwan? Taiwan, dos chips. Não, de gás natural. Se não tem gás natural, você não tem o chip. Vê se é isso. Tem alguns dias só... Está racionando, né? E Taiwan tem...

Eles estão com a reserva pequena também. Acho que são 10 dias só de gás natural que eles têm. Você já imaginou o mundo sem chips? Não é uma chips, não. É. Vê se são 10 dias. Eu acho que eu vi isso daí também. Então, o reloginho está... E a galera não se ligou ainda no nível do problema. O pessoal já está dizendo. Lembra da crise do petróleo? Eu não era nascido não, mas você era dos anos 70? Foi nos anos 70, mas é 70 e quanto. Porque eu devia ser muito pequeno. 74.

Ah, eu tinha 4 anos só. 74 é o milagre. Lembra do milagre brasileiro? Que a gente estuda, né? Milagre econômico.

É, Médici. Viu como é governo militar? É bom, milagre. Milagre acabou com a crise do petróleo, com a crise do Yom Kippur quando atacaram Israel. Então, já tem analista dizendo que nós já estamos vivendo uma crise pior do que a crise do petróleo dos anos 70. Pior. Que foi um negócio que quebrou. O Brasil quebrou nessa época. O Brasil estava indo bem e de repente quebrou tudo. Só porque subiu o preço do petróleo. Então, mas é claro, né, Vilela? Aí entra outra estratégia. Tem sempre gente que tem a sabedoria suficiente,

para vender o lenço quando está todo mundo chorando e guarda-chuva na hora que está chovendo. Então, se você entende como é que os poderosos estão jogando o jogo, tem muita oportunidade do cara se fazer nessa época também. Com certeza. Aí, eu nem vou falar hoje. Aí você entra lá na arca que a gente dá essa dica. Eu te mandei umas imagens. Você pode colocar que são prováveis resultados dessa guerra do Irã? Está na mão? Ou se não, leia uma pergunta enquanto você coloca no vídeo para a gente. Olha lá.

vai acabar. Vai terminar. Vamos lá. Os possíveis cenários. Não, aí é um vídeo aí. Probabilidade de 25% é uma longa guerra, guerra mais regional. Ela não virá global, né? Irã, tal... Irã quer que os americanos abandonem suas bases e outros ativos na região. Os Estados Unidos querem manter sua dominância. O Irã intensifica a guerra econômica e os Estados Unidos, junto com Israel, a parte militar. É uma guerra de drones e mísseis, né?

Essa troca de mísseis e hidrantes continua. A fronte do Hezbollah intensifica. O que é isso? O óleo vai ser weaponized? Vai ser instrumentalizado para a guerra. Vai se transformar em uma ferramenta. Vamos para o próximo slide. Probabilidade de 45% é um sujo, um cessar-fogo sujo. É, isso. É um cessar-fogo, mas que...

Os caras destroem as reservas de petróleo. Mandei uma mensagem aí para você, velho, para o Homer, que tem um cara aí que está falando algumas coisas desagradáveis, meio chatinho. Bloqueia aí o carinha. Sobre esse cenário. Então, essa probabilidade menor, 15%, sentimento contra o Ocidente aumenta no Irã,

amplos ali nos países alinhados com os Estados Unidos na região ali do Oriente Médio. E esses países são forçados a sair da defensiva para ofensiva. Nesse sentido, é tipo assim, Catar, Arábia Saudita, está tudo levando míssil e eles têm que entrar na guerra. Entendeu? É um cenário de que mais países ali entram na guerra. Então você tem uma escalada regional. Probabilidade pequena está 15%, né? E alguns dizem que é isso, né? Que o Irã está bombardeando Arábia Saudita, Oman, Catar, né?

Emirados Árabes, pra tentar puxar esse pessoal pra dentro da guerra. Você fala, mas pra que aconteceria isso? Aí que entra a teoria das ataques de bandeira falsa. Tipo, os Estados Unidos tá jogando míssel nos amigos dizendo que é o Irã pra forçar o cara a entrar na guerra. Próximo, cenário 4, probabilidade de 10%, terceira guerra mundial. Não, o cara olha e fala, graças a Deus, não é pouco, né? Pô, 10%? Cara, era zero há um tempo atrás. Se acontecer, ferrou. Não, Corinthians,

para ele chegar na Copa do Brasil em 24, era 0, não sei o que por cento. Conseguiu chegar na Copa do Brasil? Acontece. 10% para baixo também acontece. Então, o pessoal mais linha dura no Irã assume o controle do governo. Eles atacam vários alvos ali no Ocidente, incluindo países, membros da OTAN, como é o caso da Turquia.

para dentro dessa guerra, porque a Turquia faz parte da OTAN também. A China e a Rússia também entram e ajudam o Irã. Aí é aquele cenário que você falou, que é o dos especialistas. Entrou as potências, é a guerra mundial. Vira a guerra mundial. Acabou. Tem mais um, esse é o último. E 5% do regime. Cara, é baixo, então, do regime do Hezbollah, do Zayatolás. Mas você vê ali, a pressão interna força o regime ao colapso,

E os Estados Unidos e Israel utilizam armas nucleares. É isso que eu estou falando. Ninguém falava disso. Eu estou falando isso desde 2025, 2024 também. Então, qual é o cenário, Vilela? Olha uma coisa estranha que aconteceu e isso é legal de comentar rapidinho. Relatos estão chegando lá do Irã, principalmente da cidade de Qom. Q-O-M, Qom. É uma cidade muito importante porque é uma cidade onde os ayatolais estudam durante anos para virar líderes religiosos.

chancelados. E a cidade de Como fica muito perto das usinas de enriquecimento de urânio de Fordov. E o que eles estão dizendo que aconteceu? Aviões estão passando em cima da cidade, soltando panfletos, igual no filme O Mundo Depois de Nós, soltando panfletos dizendo saiam imediatamente da cidade e fiquem no mínimo a 17 km de distância da cidade. Se isso for verdade, porque são relatos que chegam e a gente não sabe nessa era da inteligência artificial, a pergunta que a galera faz

Por que eles estão falando para ficar 17 quilômetros distantes? Os caras estão querendo usar arma nuclear para destruir as usinas de enriquecimento de urânio e destruiria a região onde formam os ayatolais, meu irmão. Entendeu? Então, assim, dentro dessa agenda está previsto o uso de armas nucleares no Irã. Eu creio que vai acontecer. Isso é... É trash. É escalar de verdade a parada. É sinetrash. É absurdo. Fala, Romero.

Vamos lá. Pergunta aqui do Soldado Ryan. Resgataram o cara. Resgataram o cara. Só que será que resgataram o Soldado Ryan, certo? Não, com certeza foi o falso. Vamos lá. Boa noite, Daniel. Você acredita que o grande reset pode demorar ainda mais uns 200 anos? Já que a nova ordem mundial é uma ideia que existe desde o século 18, no mínimo? Olha, segundo o Ray Dalio, que não é teórico da conspiração, um dos caras mais ricos do mundo,

Associates, que escreveu livros importantes como princípios para uma ordem mundial em transformação, a nova ordem mundial já começou. O Trump já destruiu a ordem mundial anterior. Então, se a gente toma como referência a palavra de um cara que aparenta ser sério e é um dos caras mais ricos do mundo e não é um teórico da conspiração, é um analista econômico, macroeconômico de finanças, já começou a nova ordem mundial. Já botei na conta do Ray Dalio. Boa noite aí para o soldado Ryan.

O Gabriel Martínez, ele mandou aqui, ó, Daniel, o Rick Batista está desenvolvendo com a, está envolvendo com a produção de baterias de sódio. O que ele sabe que nós não sabemos? Ele e muita gente está tentando achar a bateria perfeita, né? O santo grau aí das baterias. O santo grau das baterias, né? É. Porque a gente tem um limitador aí nas baterias. Sim, sim. Imagina se o cara acha algo barato, que seja fácil e dure muito. Tem matéria-prima local aqui, né? Que não precisa importar com essa crise logística aí.

Não sei, não sei, mas assim, o cara não é bobo não, né? O cara é visionário. Deu uma zebra lá no conglomerado de empresas dele, mas ele não é bobo não. Alguma coisa ele enxergou aí. É um cara que manja da área de minério, né? Então, não sei o que é que ele viu, não. Mandi. O L. Daniel Rogui, ele mandou aqui, ó. Primeiro Venezuela e agora Irã. Se os Estados Unidos estão usando a desculpa de fazer um favor para o mundo com esses ataques, será que o camarada Kim Jongo pode receber uma visita em breve?

Ele é um player aí que tá... Tá meio quietinho, né? Tá meio quietinho, mas deve tá doido pra participar, né? Tá doido, tá doido pra ter um holofotezinho. Você viu aquela foto dele olhando pro horizonte? É. Esse cara é muito figura, né? Muito, cara. E leva a filha dele pra tudo quanto é coisa, testes e tudo mais. A irmã também, que... Ele matou o irmão, né? Então acho que a irmã, que se ele morrer, é a irmã que assume, né? Ou o Trump chama ele de Rocket Man, né? Rocket Man. Musiquinha do Alton John, né? Eu chamaria de Rocket Boy, né?

o bicho é grande, você já viu? Ele parece que ele é pequeno. Você vê ele do lado do Trump, ele é quase da altura do Trump. É o pingão, né? Eu acho que chama ele de pinguinho ou pingão, né? Ou quase um Zé Gotinha, né? Já viu o tamanho do Zé Gotinha? O cara mete um míssil pra cá. Só não vou querer visitar a Coreia do Norte. Porque tem uns caras malucas que não vão fazer turismo. Tá maluco. O cara cisma que você olhou pra filha dele, pra irmã dele. Tanto lugar pra ir.

Vai cortar o cabelo igual a minha agora. Agora imagina você com um carimbo no teu passaporte. Você foi pra Coreia do Norte querendo entrar nos Estados Unidos. Não entra. Esquece. Não entra. Os caras vão na emoção, né? Quando eu fui pra Cuba, já eles dão carimbo o passaporte, sabia? Não carimbo não? Não, é um separado. Então corta essa parte aí. Corta essa parte que o Vilela aguarde pra ir pros Estados Unidos. É. Nem fui pra Cuba, você acha?

Não fui não. Esquece. Deleta, deleta. Eu não sabia dessa não. Passa direto? É. Passa direto. Maneiro, maneiro. Então, cara,

A Coreia do Norte vai desempenhar um papel fundamental nesse cenário de Terceira Guerra Mundial. A Terceira Guerra Mundial não acontece sem a Coreia do Norte, porque você tem poucos países que têm bombas atômicas. Eu não sei se são 11 ou 13. Tem alguns que têm que dizem que não têm, né? Mas a Coreia do Norte tem bomba atômica, cara. Um país daquele. Imagina, do lado da Coreia do Sul, esse cara vai participar do cenário do caos da Terceira Guerra Mundial.

Tanto naquele filme, que eu sempre esqueço o nome desse filme do Idris Elba, que ele é o presidente dos Estados Unidos,

tem um ataque nuclear, que aí é o filme tenso pra caraca. Você fica até com pressão alta quando eu vi o filme. Não é a Casa de Dinamite? Acho que é a Casa de Dinamite. Que tem um míssel que tá chegando. Que aí todo mundo acha que é de onde? Coreia do Norte. No livro também da jornalista... Tá indo pra Chicago, não é esse? É a Casa da Dinamite. Da Anne Jacobs. O livro da Anne Jacobs é Guerra Nuclear, que já tem tradução pra português também.

É um cenário de Terceira Guerra Mundial, nuclear. É um míssel que vem de um submarino iraniano.

norte-coreano. Então esses caras, infelizmente, eles vão participar. E a dica que eu dei pro Daniel, segunda temporada de Paradise, e tá incrível, é que aquele que tem um bunker no meio de uma montanha, depois de uma erupção de vulcão, que deixa a terra toda no escuro, era glacial, detonações de bombas atômicas, porque muita gente se aproveita pra um atacar o outro, e aí agora os caras começam a sair dos bunkers,

e quem sobreviveu na segunda temporada pra ver qual que é. Ah, tem os remanescentes lá, né? Tem muito remanescentes. A galera que ficou lá no Salve Quem Puder, né? Sobre sobrevivencialistas que estavam preparados. Ah, aí ó. A dica aí, ó. A dica, cara. Na arca é papo esse. E é legal porque lá nos Estados Unidos eu não sabia disso. Tem alguns correios que são preparados pra cenário de ataque nuclear, né? As paredes são grossas e tal e são meio bunkers.

Entendi. Um dos caras sabia disso e ele sobrevive dentro do correio. Ele trabalhava no correio. Hum, entendi. Aí sim.

interessante. Me empolguei de voltar a assistir. O Otávio estava me entrevistado e não consegue focar em um assunto somente TDAH nível rádio. O cara é novo aqui. Ele ainda não entendeu como é que funciona o nosso programa aqui do Liga os Pontos. Preconceito com o pessoal do TDAH. Totalmente. TDAH. Eu vou te processar, hein, cara. Manda aí. Vamos lá. O The Old Oxider mandou aqui. Daniel, comente sobre o filme recém-lançado pela Netflix chamado

de Máquina de Guerra. Pô, não vi esse filme. Não vi esse filme. É com Brad Pitt, não é? Não, não. Eu vou só continuar aqui, mas você já respondeu, né? Que é a história gera em torno de um robô alien que vem de um cometa extremamente parecido com o Três e Atos. Ah, é? Você viu agora o que estão falando do Três e Atos? É, tá soltando não sei o que ainda. Ele tá cheio, tem muito álcool. É. Tá chapando. Já tá no goró já. Já coloca ele no Alcoólicos Anônimos, né? Vamos usar.

Três Tricolores mandou aqui, ó, Daniel, não sei se ter nada e ser feliz pode ser vista como a imitação satânica do paraíso bíblico, onde os salvos serão felizes na eternidade sem as preocupações terrenas. Exato. É a vitória da preguiça. É a escravidão da preguiça, né? Fica aí no comodismo, né? É mais cômodo, né? É o desenho lá, o Wali, né? Lembra do Wali? Wali, é.

as naves são gordos, come pra caramba, só se diverte. É uma vida... Como chama? O cara é só pra prazer? É hedonista. E esse ser feliz, a galera acha que o pessoal vai ser feliz porque a vida vai ser boa, não é isso não. São substâncias que o cara vai injetar na pessoa e frequência de onda cerebral que ele vai jogar. O próprio você ter alguns jogos onde você tem imersão total, você vive a vida que você quer, você tá lá drogado com aquele jogo.

Onde você tá num second life, tem uma vida boa. O jogador número um, lembra? É, jogador número um, você tá lá. Que o mundo é toda uma favela e ali o cara se aliena ali e tal. Não duvido, não. As redes sociais já são meio isso, né? Já. Vamos lá. O Ian Rodrigues, ele mandou aqui, ó. Daniel, você viu a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de inverno? Quando acenderam a chama, eles ligaram um pentagrama vermelho. O quê? Seria o sinal do segundo cavaleiro do apocalipse? Isso eu não tô sabendo, não. É estranho, né?

Porque na Olimpíada veio o Cavaleiro Branco, né? É. E agora veio o Vermelho, né? Então, tá estranho. Tá na ordem? Agora você me pegou. Branco. Branco, acho que é amarelo. O segundo acho que é amarelo, né? Não, não. O amarelo, o Pale Horse, é o último. É o último? É. Vê aí a ordem dos Cavaleiros. Agora eu misturei a bola toda. O branco é o primeiro, com certeza. É. O segundo acho que é vermelho mesmo. É o vermelho? Então ferrou.

Lembra que o Papa apareceu com o Cavalo Branco, que ele ganhou de presente? Sério? É. Vamos lá, a ordem dos Cavalos.

Conquista o anticristo branco, guerra vermelho, fome preto e morte, o amarelo pálido. Primeiro branco, segundo vermelho, terceiro preto e o amarelo pálido. Ferrou então, que é guerra mesmo, já está tendo guerra. Então está certinho. É muito sinal. Cerimônia é ritual, ritual é cerimônia. Por isso que é magia cerimonial. Não sei se foi no CERN ou naquele ritual que fizeram também.

túnel na Suíça. Mas não é do CERN não, né? Acho que não. Acho que era só a inauguração do túnel. Fizeram um teatro sinistro, cheio de demônio, de monstro. Uma coisa estranhíssima, cara. Fala aí, Romer. Depois vamos falar um pouco do professor lá, do cara que está acertando tudo. Tem a pergunta aqui do Coveiro Cristo. Ele mandou aqui, Daniel, você acha que... Cristo ressuscita os difuntos. Ele mandou aqui, Daniel, você acha que Rússia e China vão se juntar contra a Europa?

os Estados Unidos? Cara, a terceira guerra mundial vai ser os Estados Unidos contra a China. Ninguém tem dúvida. Mas antes disso vem uma pandemia e antes disso tem arma nuclear no Irã. Já avisei pra galera ficar sabendo. Ah, de onde você tirou isso? É da bola de cristal da mãe de Iná? Não. Isso foi falado em uma reunião em 2005 que vazaram. Uma reunião em um lugar misterioso aí, muito importante no planeta. Então, eu acho que a Rússia vai desempenhar um papel

fundamental, mas eu ainda não entendi de que lado que ela vai jogar esse jogo. Uma coisa que parece que vai acontecer vai ser a Rússia ficar contra Israel. Mas parece, e agora eu vou falar um negócio que talvez você nunca tenha colocado na equação, você ter os Estados Unidos contra Israel. O quê? Esse cenário eu não consigo imaginar. Vai chegar um momento que vai... O que poderia acontecer pra quebrar essa aliança bem forte, né? Sim. Não, já em alguns momentos a gente teve brigas entre

Trump e Netanyahu. Isso já aconteceu, né? Primeira briga foi quando Netanyahu foi o primeiro cara a reconhecer a vitória do Biden. Na hora que o Trump tava falando que tinha sido roubado. O Trump ficou chateado pra caraca com ele, né? E aí entra aquelas histórias, né? De que a galera tem documento comprometedor do Trump, porque o Jeffrey Epstein passou pro pessoal lá de Israel os documentos. E a galera fala, ó Trump, joga o jogo aí se não te arrebento.

Pode ser que nesse jogo aí de eu tenho documento comprometedor de você, eles briguem, né?

Mas é algo, olhando hoje, é impensável. Mas para o cenário do que a Bíblia fala do apocalipse, Israel vai lutar sozinho contra vários países. E é possível que os Estados Unidos esteja, por incrível que pareça, contra Israel. Isso é loucura, né? Que doideira. E tem o Gog e Magog, né? O Gog seria a Rússia, né? Rússia e China, dependendo. Fale, Homer. Aqui foi. E esse professor, coloca a foto dele aí, vamos falar um pouco dele. E a gente vai tentar, de qualquer jeito, entrevistar esse cara.

Fala com esse cara aí, né? Eu acho que ele é meio espião, esse cara, né? Será? Pelo nível de informação que ele tem, você acha? É, não só... O cara pesquisa muito. Mas ele também tá falando muito da parte espiritual, né? Da parada. Tá falando que quem controla o mundo são os iluminados. É. Que eles são mações, satanistas. Aí o... Daqui a pouco esse cara some também, né? Não, ele fala isso dentro da China e criticando a China. Pois é, cara. Ele tava dando aula falando, ah, tá sendo construído no mundo,

tema totalitário. Vocês conhecem, né? Que vocês vivem aqui na China, né? Eu falei, rapaz, esse cara tá... Ou ele tá blindado com salvo conduto, né? Ou não vai durar muito não, né? O professor Jiang é um chinês. Parece que Jiang é um sobrenome de elite na China. E ele estudou literatura na Universidade de Yale, tá? Só que o professor Jiang, ele tem uma conexão muito... Obviamente, estudou nos Estados Unidos e na Universidade de Yale. Mas ele tem uma conexão muito forte com o Canadá.

Então ele está sempre no Canadá

E surge um boato, uma lenda urbana, de que o professor Yang teria vínculo com a inteligência canadense. Então, pode ser que exista onde há fumaça fogo, ou então não, né? Apesar de que hoje a gente até descobriu que amigos nossos aí, youtubers, eram também espiões, né? O Glauber, né? O Glauber. Fala Glauber, né? Então, não sei, às vezes o professor Yang, que virou youtuber, também tem o seu pezinho. Também tem o seu pezinho na inteligência, né?

O homem, cara, ele tem muito jeito de ser infiltrado. Ele tem uma pinta meio estranha, né?

manja de helicóptero, manja umas coisas, sei lá. Aí finge que não sabe das coisas, fala sugestão com o Jota. Ah, eu sou meio burro. É lógico, né? Tem que fingir em demência, né? Tem que fingir, é. Se eu falar aqui de tudo que eu sei... Tô de olho, cara. De olho. Tá passando todas as informações aqui. Meu pai, quando ele foi dar uma cantada na minha mãe, ele mandou que era agente da CIA, né? Ah, para. Mandou. É claro que ninguém acreditou.

Claro. Só que meu pai, cara, ele não sabia quem era o avô dele, não conhecia boa parte da família,

e não tem impressão digital. Meu pai tem hoje. Sério? Ele diz que é porque ele trabalhava com revelação de foto, aí a química comeu. Só que aí um dia eu estava conversando com meu irmão e falei, cara, será que tem algum fundamento isso? O cara ficou meio Jason Bourne, né? Não lembro de nada. Não tem impressão digital, não sei o quê. Vou dar uma zoada no meu pai aí que está assistindo lá. E esse cara, então, ele... Cara, o professor Jiang, ele usa, ele desenvolveu um projeto. Ele é professor de inglês.

Ah, não tem nada a ver. Não, o cara é professor de inglês na China. Só que ele dá aula para a elite, para os filhos da elite. E esse cara, ele dá aula de inglês comentando sobre esses assuntos. Então o que ele fez? Ele estava dando aula de literatura. E ele percebeu que até a elite chinesa não conhecia os grandes clássicos. Não conhecia Homero, não conhecia Elida, Odisseia. Então ele falou, pô, tem uma defasagem terrível do conhecimento dessa galera de literatura.

aula de literatura, ele deu uma aula de história universal junto. E aí ele acabou a misturar essas aulas de história com aulas de geopolítica. E daqui a pouco ele começa a desenvolver um projeto chamado Predictive History, História Preditiva. E aí nesse projeto ele usa a teoria dos jogos e aquele método preditivo da fundação do Isaac Isimov. Ele mistura aquela... Psico-história. A psico-história com

teoria dos jogos e ele cria a história preditiva, predictive history. É o nome do projeto dele. E aí ele começa a cruzar dados e prever as coisas. Ele previu a vitória do Trump? Sim. Tudo bem? Isso aí eu também acertei. E também só tinha duas alternativas. É, 50%. O ataque da guerra no Irã, ele falou bem antes. E ele fala sobre a derrota dos Estados Unidos nessa guerra. É, também. E ele diz que o projeto é os Estados Unidos serem derrotados e retirarem as tropas do Oriente Médio e Israel assumiu o controle dessas

bases e Israel virar uma potência do Oriente Médio, criando o que ele chama de Greater Israel, que é o Grande Israel, que é indo do atual Israel até o Rio Eufrates, que seria pegando uma parte ali do Oriente Médio e ainda tem um pedaço do Irã. E ele fala muito sobre um negócio chamado Pax Judaica, que seria Israel fazendo o que os Estados Unidos fez no mundo com a Pax Americana e Israel fazendo lá no Oriente Médio. É uma teoria muito louca, difícil

acreditar, mas eu não acho impossível, não. Vamos ver como é que isso vai terminar, né? Pois é, a gente vai acompanhando aqui o desenrolar da guerra e todas as questões que envolvem isso, que são econômicas. Agora, cara, o Trump, ao mesmo tempo que está se metendo lá no orante médio, está se preocupando com a América do Sul de uma maneira até intensa, né? Então, muita coisa vai acontecer nos próximos meses e tem eleição para deixar tudo muito mais apimentado e os candidatos já

Estamos marcando a vinda deles aqui. A galera já tem firmado alguns aí? Os assessores já estão combinando, já estão marcando. Daniel, obrigado demais. Valeu, Vilelo. Faltou alguma coisa? Quer deixar alguma? Não, cara. Está redondinho aí. Então a gente vai terminar aqui. Vamos gravar um trechinho para a Arca. Então a gente, daqui a pouco, quem é da Arca ou quem se tornar da Arca vai ver o que a gente vai gravar aqui. O que mais, Homer?

É isso? É isso aí. Se você ainda não deixou o seu like, cara, agora é a hora. Está agora, cara. Não fica moscando.

Se inscreve, cara, não custa nada. Tem, eu acho que 35, 40% das pessoas, não, não é 40, acho que é 35 de pessoas que não são inscritas e que assistem os vídeos aqui. É maldade, né? Não custa nada, cara. É de graça, um conteúdo desse de grátis. Aí eu sempre falo, ó, pô, você não tá com tendinite, não tá com lesão de força repetitiva. Cara, é um clique. Por que não clica? Aí o maluco botou, tô com bursite e tô clicando. É, você que tem bursite, dá pra clicar também. Dá pra clicar. Tivemos aí um debate absurdo hoje,

tarde de conhecimento, então assiste lá também. Temos o Devocional todo dia às 6 horas da manhã com o Sayão, tá muito bom. E o Desmotivacional toda semana também, pra você se desmotivar. Desmotivar. Válvula de escape, você dá risada. Galera sugeriu aqui, desculpa de ter rompeu, de fazer uma oração no final. A gente sempre faz, sempre fazendo. Vamos fazer oração? Mas tá na hora dele brilhar também. Vamos brilhar aí, né? Agradecer aos nossos patrocinadores. Exatamente.

Os pics do milhão e também a Insider que está patrocinando o episódio de hoje. Link na descrição, QR Code na tela. QR Code na tela. Assim como as informações para a Arca também sempre estão na descrição. Vamos pedir também por uma alma boa que faz aquele trabalho de recolher tudo que a gente falou aqui de livros, séries e filmes e colocar no comentário que a gente faz aquele esquema de fixar esse comentário para todo mundo ter acesso.

Agradecer demais vocês que estiveram aqui e vamos terminar então com uma oração nesses tempos tão nebulosos.

importante, vamos lá. Senhor Deus, nós te agradecemos, Pai, por esse momento aqui, por essa conversa, pedimos perdão pelos nossos pecados, Pai, porque sabemos que a tua palavra diz que sem santificação ninguém verá a sua glória, por isso, purifica-nos, ó Deus, nesse momento, com a água da tua palavra, com o fogo do teu espírito, para que nós possamos acessar a tua sublime presença nesse momento. Eu te peço, ó Deus, tira todo o medo, a tua palavra diz que o verdadeiro amor lança fora todo o medo, a palavra de Deus está se cumprindo, não só a parte ruim, mas a parte boa também,

A parte boa é que Deus diz que aquele que permanecer fiel até o final será livre da grande provação que está para vir sobre o mundo. Por isso, pai, eu te peço, fortaleça a nossa fé. Sabemos que a fé vem pelo ouvir ou ouvir a palavra de Deus, que nós possamos receber a palavra e isso nos tornar firmes na rocha que é Cristo, para que vindo sobre nós o vento, nós fiquemos firmes como uma casa calcada ali na pedra de esquina que é Cristo. Por isso, nessa noite, pai, eu te peço, abençoa cada pessoa,

está ouvindo, que se realmente houver uma recessão global, ou se houver um caos energético global, falta de combustível, encarecimento de combustível, eu te peço, guarda-nos, ó Deus, livra-nos de tudo isso, porque mesmo em meio ao caos lá no mundo, o povo de Deus ficou protegido lá no Egito, protegido na terra de Gozem, numa terra que era imune a todas as aflições. Faça conosco, ó Deus, assim como aconteceu com Abraão. Abraão, mesmo em meio ao deserto, a escassez, a falta de água, a falta de

pasto para os seus rebanhos, ele prosperou ali, Pai. Por isso, ó Deus, não nos deixe faltar nada que o Senhor possa prover, dar a provisão da saúde às famílias para que possam gerar os recursos, trabalhar com honestidade e que nós estejamos escondidos no esconderijo do Altíssimo, na sombra do Onipotente, de forma que nenhuma crise, nenhuma arma forjada contra nós possa prevalecer, porque a tua palavra nos garante que nós somos mais do que vencedores em Cristo Jesus.

Assim, eu declaro, decreto e profetizo em nome de Jesus. Amém. Amém. Glória a Deus. Amém.

resto de semana muito boa. Tenha um mês abençoado e esse ano, apesar de tudo que tá acontecendo, vai dar tudo certo, né? Pra aqueles que estão com Deus. Muito obrigado e é hora de você brilhar, querido Homer. O que o pessoal escreve nos comentários pra provar que chegou até o final dessa live? Rapaz, tem bastante sugestão, mas pra provar que você chegou no final dessa live, coloca aí, Tjeg. Tjeg, tá lembrado? Tjeg. Webjeg. Webjeg, Tjeg. Escreva nos comentários Tjeg ou Webjeg.

E prove que você chegou até o final. Fiquem com Deus. Beijo no octovelo e tchau. Até semana que vem.

E aí E aí E aí E aí E aí E aí E aí

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