Episódios de Inteligência Ltda.

1850 - URGENTE! NOVO SURTO DE EBOLA: DANIEL LOPEZ

23 de maio de 20261h50min
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DANIEL LOPEZ é jornalista, professor e pastor. Nesse episódio de “Ligando os Pontos”, ele vai bater um papo sobre o surto de ebola na África e o medo de uma nova pandemia. Já o Vilela diz que o que importa ebola na rede.

Assuntos5
  • Surto de Ebola na ÁfricaDiferenças entre surtos anteriores e o atual · Atraso na identificação do surto · Nova cepa do vírus Ebola (Bundybugio) · Transmissão do vírus Ebola (fluidos corporais, superfícies, aerosol) · Estudo da Universidade de Minnesota sobre transmissão por aerosol · Organização Mundial da Saúde (OMS) e emergência de atenção internacional · República Democrática do Congo · Uganda · Variante Zaire do Ebola
  • Armas Biológicas e Experimentos GovernamentaisOperação Big Buzz, Drop Kick e Big It (guerra entomológica) · Mosquito Aedes aegypti como arma de guerra · Operação Sea Spray (liberação de bactéria em São Francisco) · Fort Detrick (laboratório do exército americano) · Smithsonian Museum e teorias sobre ossos gigantes · Arma da voz de Deus · Wired Magazine e Gizmodo · Doença de Lyme e sua possível origem como arma biológica · Justin Bieber e Doença de Lyme
  • Pandemias e zoonosesExercícios da OMS (Polares 1 e 2) · Evento 201 (simulação de coronavírus) · Simulação de Bill Gates em 2015 sobre coronavírus · SARS-CoV-1 e SARS-CoV-2 · Pandemia de Covid-19 · Doença X (pandemia hipotética) · Vírus Nipah · Vírus Marburg · Rantavírus · Bill Gates · Klaus Schwab · Fórum Econômico Mundial
  • Carrapatos e Síndrome Alfa-GalCarrapato Lone Star (Estrela Solitária) · Síndrome Alfa-Gal · Reação alérgica a carne vermelha · Carrapato Estrela no Brasil · Febre Maculosa · Carrapato Barbeiro e Doença de Chagas · Aquecimento global e reprodução de carrapatos
  • A relação humana com a tecnologia e a IALaboratório de segurança máxima biológico (BSL-4) · Sirius (acelerador de partículas em Campinas) · Inteligência artificial na pesquisa médica · Projeto Stargate e a promessa de cura de doenças · Larry Ellison (Oracle) · Sam Altman (OpenAI)
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Olá, terráqueos! Como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vilela e está começando mais um Inteligência Limitada, programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais caótica do que a mim, do que a sua. Está arrepreendido, no nome de Jesus. Caos!

Caos, cara. Daniel, se ele está aqui... Cara, vamos fazer um podcast com ele só de notícia boa e tranquilidade. Faz tranquilo. Surfe, final de semana tranquilo. Viagem com a família. Ninguém vai assistir, mas vai ser legal. Viagem com a família. Às vezes gera curiosidade. É, como que é a gente falando de coisas tranquilas. Inclusive ainda tem gente que duvida que o Daniel surfista.

Eu prometi, né? Manda para ele. Vou mandar. Coloca mais para frente, porque a gente tem a prova. Eu não vi com os meus olhos, então pode ser inteligência artificial. Vamos passar numa análise. É. E aí a gente coloca aqui para vocês. Mas pegando um tubo, cara. Vamos fazer um vlog. Vamos mandar vários. Vamos fazer um vlog? Vamos fazer um vlog do Daniel ensinando Vilela a surfar.

Eu topo, hein? Pô, lógico. Vamos? Vamos lá na Beyond, lá a gente vai lá, então. Fechou. Seguinte, então já dá like, porque hoje é dia de ligar nos pontos. E você já sabe, a gente fala de um assunto e assuntos aleatórios que, no final, você entende que tudo forma uma mesma figura, assim como o jogo, o passatempo, ligando os pontos. Então vamos ligando os pontos aí. Enquanto isso, roda a vinheta!

Estamos de volta com Ligando os Pontos. E hoje o tema promete. Daniel, eu sei que a galera te conhece. A gente tem um quadro aqui com as participações. E você já está com 36 participações. Até porque tem um quadro semanal. Mas para quem não te conhece, você apresenta para o povo.

Fala, pessoal. Daniel Lopes aqui, jornalista, professor. Minha especialização é na área de linguística. Então, a galera fala, você é aquele cara que não sabe nada sobre tudo. Mais ou menos. Eu fiz o mestrado e o doutorado em linguística, meu amigo. Então, isso aí, eu me especializei, eu tenho meus diplomas.

Estou ali de segunda a sexta no meu canal no YouTube falando sobre as notícias, mostrando o outro lado da informação, falando as coisas antes delas acontecerem, te ajudando a se preparar. E você está convidado a estar com a gente ali em meio dia de segunda a sexta. É bom porque, até onde eu sei, Vilela não faz transmissão ao meio dia, né? Não. Então não rola uma concorrência interna. Você pode assistir lá.

E depois vir para cá no dia que você está aqui. Com certeza. Então assiste lá e é importante você acompanhar no meu canal também. Porque eu repito, muita gente fala, eu te acompanho sempre lá na Velela e tal. Fala, eu tenho canal também. Sim, é um programa muito bom para você. Pega a sua comidinha, pega a sua marmita. Eu estou com a minha marmita fitness. Coloco na mesa, coloco aquele copo de suco ou de refrigerante, apoio o celular lá e vou assistindo o Daniel durante o almoço. É a melhor companhia. Então fique lá todo dia.

de segunda a sexta, meio-dia. E a gente vai falar da Arca aqui no final também. Vamos gravar um conteúdo extra. Também vamos colocar o QR Code e o link na descrição para você se tornar membro da Arca, não é isso? Exatamente, que aí tem conteúdo exclusivíssimo, porque em geral no meu canal eu falo o que está acontecendo. E lá na Arca eu te ensino como se preparar e como capitalizar em cima disso, porque eu também sou sócio de uma empresa de investimentos.

Então a gente está sempre olhando o que fazer para proteger patrimônio e multiplicar patrimônio.

Fechou. Vamos começar então a entrar no tema. A gente está vendo notícias de surto de ebola na África, em duas regiões da África. Já no passado já teve surto. Por que agora é diferente ou não é diferente? Se você quiser, a gente já começa com um gráfico que vai mostrar a diferença. Então vamos lá. Eu mandei aí um gráfico, não sei se está na mão aí.

que vai mostrar a diferença dos surtos anteriores para esse surto atual. E pelo gráfico a gente vê ali uma diferença brutal. A gente está no início ainda desse surto, mas enquanto a gente está vendo ali o surto de 2014, 2016, que foi bem pesado...

Olha a linha vermelha que é o surto atual. Como é que ele está bem íngreme. É, ele deu uma... Começou muito rápido. Pode ser que depois ele estabilize. Mas o início dele foi muito rápido. Só que tem uma explicação boa e uma explicação ruim. Vamos na boa primeiro. Ou melhor dizendo, uma explicação que tranquiliza e uma explicação que preocupa. A que tranquiliza. A que tranquiliza é o seguinte. Eles demoraram quatro semanas para identificar esse surto.

Então, quando eles identificaram, já tinha um monte de casos. Isso gera uma anomalia no gráfico, faz o gráfico ficar mais vertical. Então, por um lado, eles vão dizer, não se preocupem, não é que o vírus é mais virulento, desculpa a repetição da palavra, não é que o vírus é mais forte, é porque a gente descobriu tudo de uma vez, só por isso que o número sobe rápido. É uma explicação. Só que tem um problema, porque fizeram o sequenciamento do DNA desse vírus,

E viram que ele é um vírus de uma cepa nova. Nova em que sentido? Existe uma cepa já conhecida, mas essa cepa está com uma pequena diferença no DNA. Isso significa que, provavelmente, não é um vírus que já estava circulando entre seres humanos. É um vírus que acabou de pular do animal para o ser humano.

Então pode ser que ele tenha, apesar de pouca diferença genética, ele tenha traços ainda imprevisíveis. Pode ser que ele se espalhe mais rápido e ele tenha uma força maior para se espalhar. Porque até então, Villela, o vírus ebola, ele não é um vírus que se espalha por aerosol. Não é um vírus que você...

Respirando facilmente você transmitiria. São secreções? É, você tem que encostar, desculpa as palavras escatológicas que eu vou falar, você tem que encostar no vômito, na urina, nas fezes. Um beijo, por exemplo, pega? Um beijo poderia pegar, porque aí está relacionada a mucosa. Por exemplo... Relação sexual. Exato. Relação sexual também pode pegar.

Mas é boa sorte para quem quiser ter relação sexual. A mulher já está com sintoma de ebola. Que são pesados os sintomas. É heavy metal, não? O cara tem que estar bem animado. Vou encarar. Mas brincadeiras à parte...

Preocupa um pouco se o gráfico está com uma anomalia que não seja devido a esse atraso no alerta. Preocupa porque tem essa novidade dessa cepa. Então, pulou de um animal para o ser humano. Então, a gente não sabe exatamente qual é a força que esse vírus tem. Agora, existe um estudo da Universidade Minnesota de 2014. Eu coloquei uma imagem do artigo acadêmico também, para quem for...

corajoso o suficiente para sentar para ler. Então é claro que hoje também, vamos dar uma dica de estudo para o pessoal. Inteligência artificial, você joga o estudo lá e fala, resume para mim, por gentileza, numa linguagem mais acessível, ele resume. Gráfico, inclusive, também. Você mete um gráfico desse e fala, interpreta o gráfico para mim, para leigo, ele vai lá e interpreta. O que é esse artigo, então?

Eu traduzi para português, é claro que ele está em inglês ali, mas vai falar, transmissão do vírus ebola via contato e aerosol, um novo paradigma. Esse artigo deu muita polêmica porque eles quiseram mostrar ou trazer à tona uma terceira via de transmissão do vírus ebola. Qual seria? A primeira via é você ter contato com os fluidos corporais, as secreções que eu falei.

A outra via é você ter contato com esses fluidos corporais que ficaram depositados em algum objeto. Os americanos chamam isso de fomite. Em português, eu não me lembro como é que é. Isso é fomita, alguma coisa assim. Que é você, o cara...

tussiu e aí ficou uma gotícula numa mesa, você encosta o dedo e depois frega o olho. Então essa é a segunda opção. Primeiro é você ter contato direto com o fluido, botar a mão, deixar aquilo encostar em você. A segunda é você encostar numa superfície contaminada, só que eles trazem uma terceira e é a questão do aerosol.

Em 2014, eles começaram a identificar o seguinte. Era mais importante pontuar isso, não quer dizer que esse artigo científico diz que o ebola agora espalha igual o covid, igual o vírus da gripe. Não é isso. A ideia é que...

Para os cuidadores, os enfermeiros e médicos que forem tratar de pessoas assim, tem que tomar mais cuidado. Por quê? Porque o equipamento de proteção individual, a máscara padrão, ela te protege só das gotículas maiores. Vamos supor que o cara tossiu, jogou gotículas maiores. As gotículas maiores caem rápido, porque elas são pesadas. Então elas não ficam suspensas no ar. Tipo um spray. Você joga um spray de um desodorante.

Ela fica um tempão ali, ela desce. Agora, o problema são as partículas menores, porque elas são tão leves que elas conseguem ficar flutuando um tempo. Então, o que eles defendem nesse artigo é que, para pessoas que estão numa proximidade do doente, se ele tossir ou se ele espirrar, essas partículas podem ficar no ar e depois serem respiradas. Porque uma coisa, Vilela, e mais uma vez eu peço desculpa, galera, para o cenário meio...

meio nojento, mas uma coisa é o cara tossir e a gotícula sair dele e cair direto no olho de alguém. Outra coisa é o cara tossir e depois alguém, depois de algum tempo, passa e respira aquilo. É diferente o procedimento. Imagina você no metrô, num lugar apertado, num elevador. O cara é tosse ou espirra, aquilo ficou um tempo e você não estava perto, mas passou e respirou aquilo. Então esse artigo da Universidade de Minnesota, ele traz essa terceira opção, mostrando que o ebola foi uma criança.

Ele não apenas transmite no contato direto ou no contato da superfície contaminada, mas ele pode ficar em partículas suspensas e isso seria um pouco dessa transmissão por aerosol. Então, Vilelo, o que está preocupando é exatamente isso. Será que essa cepa nova, o nome dessa cepa é Bundybugio, só que ela não é a cepa mais comum?

Então o que aconteceu no início desse surto, Vilela, para explicar porque aquele gráfico está tão íngreme, está tão acentuado. As pessoas apareciam com sintomas semelhantes à ebola, faziam o teste, só que na hora do teste dava negativo. Porque esse teste, ele estava só... O teste estava só avaliando aquelas outras cepas. Então olha que maluque isso. O cara chegava lá doente, o cara fazia, vamos fazer um exame. Fazia o exame, dava negativo. Pode ir embora para casa. Aí ia passando por Então

por resto das pessoas. E assim ficou durante quatro semanas. Olha o problema aí de você não ter em tese esse exame detectando a cepa específica. Pois é. Então, o que acontece agora?

São quatro semanas em que o vírus ficou circulando sem restrição. Nessas quatro semanas, não são só pessoas que estão passando o vírus também, são pessoas que estão viajando, que estão saindo das suas cidades, do seu país. Então isso gera uma preocupação. Mas agora a preocupação é, será que esse vírus ganhou capacidade de se espalhar de forma mais rápida? É claro que essas doenças, Vilhela, que são muito agressivas...

Elas acabam tendo, pelo seu próprio modo de funcionamento de matar rápido a maioria dos seus hospedeiros, ela não se espalha tão rápido, né? Pois é. Porque uma doença que mata todo mundo, ela não dá tempo de espalhar. É ruim para o vírus? É, para o vírus conseguir espalhar para uma multidão muito grande é difícil. Quanto mais tempo ele ficar incubado e sem sintoma, é melhor para ele, né? Então, a grande questão é, se ele está incubado sem sintoma, está transmitindo ou não?

É, se ele tiver transmitir, é um problema. É um problema. Em geral, eles vão te dizer que só transmite quando tem sintoma. Tá. Mas já há estudos que dizem, assim como no Rantavírus, que pode transmitir sem sintoma. No caso do Rantavírus, a gente estava com uma situação preocupante porque ele estava com um período de incubação de até 45 dias.

podendo chegar a perto de dois meses de incubação. Você fala, poxa, se o cara não tem o sintoma ainda, mas não está transmitindo, beleza. Mas se o cara não tem o sintoma e transmite, aí a gente está diante de um problema maior. No caso do ebola, eles chegam a falar de 20 dias de incubação. Então isso é um grande problema também.

porque você só vai identificar o problema depois de 20 dias, você tem um cenário em que o vírus consegue se espalhar de forma mais rápida. Então, o grande ponto de interrogação hoje, Villela, é saber se essa cepa nova do modelo ali, o Bundy Bugio,

se ele consegue se espalhar e passar de ser humano para o outro mais fácil ou não. Agora, independente do vírus estar se espalhando de forma mais fácil ou não, fato é que a Organização Mundial da Saúde já declarou uma emergência de atenção internacional.

E quando ele... Existem níveis de... Tem vários níveis. Esse é o nível mais alto. O quê? É, o ebola já está no nível mais alto. Acima disso é pandemia. Cara. Então tem uma escala, tipo... Tem uma escala. Vamos prestar atenção, vamos nos preocupar e agora... É um surto localizado, um surto regional.

Passou daí a alerta de pandemia. É. Então você tem o nível... Estão controlando já a circulação de pessoas naquela região? Eles estão começando a controlar agora com quatro semanas de atraso. Caramba, velho. Porque a gente está falando ali do Congo, a República Democrática do Congo e Uganda. Então são dois países que já estão tendo esse problema. Tem uma pinha para eu ver onde eles ficam lá na África. Fica próximo ali. Começou numa província bem pequena ali no interior do Congo, mas agora já se espalhou para a Uganda.

Então, o problema é que a gente está lidando com uma variante que é diferente. A variante mais comum se chama variante Zaire. E os testes de exame para identificar, geralmente, só pegava a variante Zaire. E agora, essa outra variante de Bugio...

Não pega tão fácil. Então, ali onde você está vendo o verdinho, começou bem no extremo norte ali da fronteira entre os dois países, do Congo e da Uganda ali. E aí se espalhou porque estava bem pertinho da fronteira. O problema é que agora a gente já tem uma quantidade de centenas de mortos.

Já chegaram a falar em 200 mortos já, mais de 500 casos. Então, assim, a princípio... É gente para caramba. É gente para caramba. Inclusive, se a gente voltar para aquele gráfico que vai mostrar que o surto anterior, que foi bem terrível, estava bem mais horizontal do que esse. Esse já começa super vertical ali. Pois é. Porque o que a gente espera nesse gráfico é que ele estabilize.

Que ele fique horizontal rápido. Se ele continuar vertical assim, aí vai ser motivo de enorme preocupação. Pois é. A gente vai ter que esperar a atualização desse gráfico. Agora, parece que em 2026 a gente está vendo cenário de filme. Rantavírus, guerras. Copa do Mundo. Todo mundo falou quando apareceram esses casos de ebola no passado. Eu falei, cara...

Se esse vírus, ele... É vírus, né? É vírus. Se esse vírus, ele se transmuta... Se espalhar pelo ar, ferrou. Ferrou, cara. Porque ele é muito mortal. Eu acho que nem pode colocar as imagens de gente com sintomas, que é muito pesado, cara. É, coisa grotesca. Se achar alguma imagem que está borrada ou dá para colocar, o diretor, aí você coloca. Porque tem umas imagens...

A pessoa tem um sofrimento muito grande. Muito grande. É filme de terror total. É de dentro para fora, né? É, porque muitos têm... Muitos geram hemorragia. Interna, né? Então é complicado. Deve ser um sofrimento. É, uma coisa horrorosa. É ruim de imaginar. Mas o que é estranho...

É que o coronavírus, o vírus ranta e o vírus do ebola, eles são vírus que têm um modus operandi parecido. Eles são chamados de SS e RNA. O que é SS? Não é do Hitler não, tá? Se bem que é tão perigoso quanto. SS é single strand, ou seja, fita única de RNA. Então eles são vírus que têm uma fita única de RNA.

E essa fita, às vezes, tem uma capacidade de recombinação muito grande. Então, isso favorece também, não a mutação, mas a recombinação de DNA. Isso, por um lado, pode degradar a capacidade de perigo do vírus, mas pode fazer com que esses tipos de vírus consigam ganhar capacidades novas e perigosas de forma mais fácil.

Então, o que é curioso é que são vírus que operam de um modo semelhante. E o outro que é parente também, não parente porque vem da mesma linhagem, mas também é fita única de RNA, é um tal de vírus Marburg, que é um vírus também que a gente precisa ficar de olho porque é terrível também.

Então a gente está falando de ebola, coronavírus, Marburg e rantavírus. Todos eles têm fita única de RNA, então eles têm um modus operandi ali parecido. E agora então o que preocupa é que esse... Ali, ó, vira lá a imagem. Essa aí está mais lá. Ah, não, essa está no comecinho. Não dá para ver muita coisa estranha. Exatamente.

Eles chamam esse evento de spillover. Spillover é quando o vírus passa do animal para o homem. Então parece que em vez de ter um surto agora de um vírus que já circulava entre os seres humanos, é um vírus que acabou de conseguir passar do animal para o ser humano. Qual animal? Morcego. É uma mutação.

Morcego frugífero, que é de fruta. Então é uma versão do vírus que ainda não estava circulando nos seres humanos. Eles dizem que isso é evidência da origem zoonótica. Então como o vírus tem um ponto diferente, ele não bate com os que já estavam circulando.

Então isso é preocupante, né? Porque não tem vacina, não tem tratamento específico para isso, né? E o sequenciamento ali ajudou a explicar por que esse vírus tem um comportamento diferente e por que o vírus não tinha sido identificado nos exames anteriores, né? As pessoas foram até as clínicas lá, os postos de saúde fizeram o exame e dava negativo. Caramba! Caralho, deve ser um resfriado, né? Deve ser uma virose e tal.

E aí deu o tempo dele se espalhar mais forte. A gente tem um americano que foi infectado, que ele estava na África, e ele está, se eu não estou enganado, está sendo tratado na Alemanha. Ontem foi, nessa semana, antes de ontem, houve uma notícia estranha de um avião que estava chegando, acho que em Dallas, no Texas, e por algum motivo o avião foi proibido de pousar.

E aí desviaram o avião para Montreal. E aí começou uma... Aí daqui para frente é boato, né? Começaram boatos de que tinha alguém passando mal no avião. E aí a vigilância sanitária norte-americana preferiu não deixar o avião pousar. Então estão acontecendo algumas outras coisinhas estranhas nesse cenário. E aí se a gente volta naquela capa da...

Da Economist. A gente vê que exatamente em maio tinha uma seringa gigante. Pois é. Maio e depois julho, se eu não estou enganado. Julho e agosto. Então, será que está vindo uma nova crise aí? Outros fatos estranhos, Vilhela, que a gente pode apontar aqui, que tem gerado muito burburinho na internet.

é o fato de que em janeiro desse ano, eles já estavam pesquisando uma vacina exatamente para essa cepa, que é a Bundy Bugio lá. Então, é curioso, porque é uma cepa que não é a mais comum, é mais rara, e já estavam gastando uma grana aí, fazendo pesquisa para uma vacina para essa agente, que foi dar problema só em abril. Então, o pessoal fala, será que os caras já sabiam que já existia alguma suspeita?

Então isso sempre vai gerar uma série de teorias conspiratórias circulando. Então é um problema. Agora, além disso, a gente teve exercícios da OMS, que foi o exercício Polares 1, que foi em abril de 2025, e o exercício Polares 2, que foi agora em abril de 2026. Como que é esse exercício? Então, eles simulam uma pandemia, eles sentam assim e falam, vamos fingir que está tendo uma pandemia com essas características. E tenta conter. E tenta imaginar como conter para tentar achar uma estratégia melhor.

Na forma de quarentena, você vê onde estão o paciente zero ou as pessoas infectadas e não deixa ter contato. Exato, e você simula como vai ser a resposta do governo, do Ministério de Saúde, se os hospitais estão preparados ou não e como é que a mídia vai reportar isso também para não gerar pânico e não gerar fake news. Nunca vai ser igual à realidade.

Você está sabendo que é um exercício, né? É diferente do pânico real. É, é muito diferente. Mas o que é estranho é que fizeram um exercício dessa natureza em 2019, chamado evento 201, e eles estavam fazendo uma simulação de coronavírus. Ah, está brincando. Aí, duas semanas depois começa. E os caras não fazem isso à toa. Escolheram porque tinham uma possibilidade de ter esse... É meio estranho, né? O Bill Gates já tinha feito uma simulação dessa.

No TED Talks que ele deu em 2015. Ele falou sobre Covid? Falou sobre coronavírus específico. Não Covid porque o nome não existia ainda. Porque Covid é Coronavirus, o D é de disease, doença. E o 19? É, 19 é 2019. Então, o que existia antes eles chamavam de SARS, que é Síndrome Respiratória Aguda Grave.

Então, o coronavírus já tinha acontecido um surto de coronavírus em 2003 e depois aconteceu um surto de um parente do coronavírus, que era o MERS, que foi uma MERS, que foi um surto que aconteceu no Oriente Médio, que era altamente letal. Eu não me lembro exatamente se era 30% ou 50%.

Mas nesses primeiros surtos de coronavírus, o vírus chegou a se espalhar pelo Canadá e um pouco nos Estados Unidos. É porque não ganhou muita repercussão. Foi um negócio mais localizado. Então tinha esse negócio do coronavírus, mas não tinha o COVID, que é o nome da doença, que é Coronavirus Disease 19, que é o ano. E lembrando que o vírus é o SARS-CoV.

Dois, né? O outro seria o SARS-CoV-1, que é síndrome respiratória aguda grave causada por um coronavírus, versão 1, que foi em 2003 na China, e SARS-CoV-2, que é síndrome respiratória aguda grave gerada por coronavírus 2, que foi essa que começou na China também, Wuhan. Então, é estranho, né? Os caras fazerem esses exercícios e acontecer exatamente o que eles tinham simulado.

Não sei se eu posso perguntar agora ou se a gente deixa para frente. Se for para frente, não esquece. Depois a gente vai voltar a esse assunto. Esses laboratórios. Tem um em Campinas que vai abrir ou está abrindo, né? Para 2027. Qual que é a ideia? Cara, e é perto de São Paulo. Bem perto. E de um CERN também? É, então. Existe já o Sirius, que é o acelerador de partículas que tem lá em Campinas. Então.

O Sirius já existe, o acelerador. Por que querem fazer um encostado, as duas coisas juntas? Conectado, porque o acelerador de partícula, o que ele faz? Ele bota a partícula para... Para se chocar em alta velocidade. Em alta velocidade, bate de frente. E analisa. Aí ela quebra. Aí você olha. Eles querem fazer isso com o vírus.

O louco, cara. Botar o vírus... É por isso? É, e olhar o vírus por dentro. Que maravilha. Vamos colocar esses vírus aí. Eu achava melhor fazer isso lá onde o vento faz a curva. É, vai fazer num lugar mais escampado, no meio do Pantanal, sei lá. Pega uma ilha deserta, sei lá, né? Igual aqueles testes nucleares que eles faziam lá no meio do nada. Pois é. Naquele atol lá. De biquíni. É, que é uma covardia também, né? Porque, poxa, destruiu ali os lugares paradisíacos, né?

Loucura. Inclusive, já que a gente citou isso, a gente está num espaço muito privilegiado de conhecimento, que é o programa Ligando os Pontos, onde a gente não tem a obrigação de ficar preso ao tema. A gente circula em volta do tema, mas tem a liberdade, um jogo de cintura. Já que a gente falou desses testes, como o Cássio Bravo, que foram esses testes da bomba de hidrogênio.

Você sabia que os americanos queriam saber como é que a radiação ia afetar o corpo humano e mandaram um monte de soldado para ficar lá do lado da parada? Sem avisar? Que era um teste? Eles não avisaram que era um teste nuclear. Eles só falaram para os caras tampar os olhos. Putz. Ele falou, todo mundo de costas para lá agora e fecha os olhos. Quem estava com o olho aberto já ficou cego na hora.

Um dos sobreviventes, ele disse que ele botou a mão em frente do olho e fechou o olho. Na hora que a bomba explodiu, ele viu os ossos da mão dele toda. Cara, tipo um raio-x. Fez um raio-x. Assim, de 200 pessoas, 200 cobaias, acho que 180 morreram. Mano. E existem uns 20 que ficaram vivos ali e os caras falam... E mal, né?

Por incrível que pareça, alguns estão normais. Sério? Não tem de nada. Não sei se você se lembra da série Chernobyl. Sim. A série Chernobyl conta, não é a realidade exatamente como tal, mas ilustra o que aconteceu. Não sei se você se lembra, mas chegou um momento que o reator, ele ainda estava queimando e ele poderia começar a perfurar a terra.

E num lençol feriático. E destruir o planeta Terra. Acabar com a vida no planeta. Chernobyl poderia ter destruído a vida no planeta Terra. E aí o que eles fizeram? Eles escolheram os caras kamikaze, que os caras teriam que ir fisicamente lá para poder ligar o sistema de estiramento. E falando assim, cara, você vai ser um herói, você vai estar a sua vida para uma bem maior. O cara estava pronto a morrer. E você acredita que...

Gente que estava longe pra caramba morreu. E esses caras, praticamente todos eles sobreviveram. Então ficaram bem de saúde. Parece que Deus chegou pro cara e falou você abriu mão da sua vida pra salvar os outros. Vou te dar uma regalia. Pode crer. É loucura. Que série boa, cara. Recomendo. E é tensa pra caramba. Nível de tensão. E tem uma cena muito sinistra, que é uma cena real. Que os caras passam com o helicóptero por cima do reator.

a radiação desliga o helicóptero, o helicóptero cai para dentro do reator. Então é uma loucura. Então, Vilela, você empenhou todo desse projeto, que é o projeto Orion, que chama. Já existe o Sirius. Sirius é o acelerador de partículas que está lá em Campinas, normal.

Os caras querem criar o primeiro laboratório de segurança máxima biológico, que eles chamam de BSL-4, que é Biosafety Lab 4, que é nível 4 de segurança. O 4 é o máximo que lida com os agentes infecciosos mais perigosos do planeta.

A gente não tem nenhum no Brasil ainda. Nós temos, curiosamente, o único laboratório de segurança 4 que existe na América Latina está na Argentina. E foi exatamente na Argentina que surge esse ranta vírus diferente, o que gera uma preocupação. O Brasil teria o segundo laboratório nível 4 da América Latina, mas o primeiro do planeta Terra ligado a um acelerador de partículas.

Eu gostaria muito que uma coisa que nunca foi feita no planeta Terra pela primeira vez, eu gostaria que fosse um pouquinho mais longe, né? Ou num país onde tivesse uma tradição de laboratórios um pouco mais consolidada, né? Porque até nos Estados Unidos, o laboratório do exército americano, nível 4, que é o laboratório do Fort Detrick,

Ele já teve várias ocasiões que escaparam vírus e bactérias hiperletais lá de dentro e ele foi fechado algumas vezes. Eu não sei se foi coincidência ou não, mas exatamente no ano de 2019, quando começa o coronavírus, o laboratório do Fort Detrick estava fechado, porque o sistema de filtragem da água de descarte e ele foi fechado.

Estava com problema, ou seja, eles estavam jogando no esgoto vírus e bactérias altamente letais. Que bacana. Isso o laboratório do exército americano. Imagina no nosso querido Brasil, onde as coisas são feitas com um carinho especial. Pois é.

um nível de preocupação muito grande. A gente teve o caso do Césio, 137, os caras ficaram passando na pele. Não, não só isso, né, Vilela. Nós tivemos o caso da Argentina, professora da Unicamp, que pegou a gente desses e ficou circulando pra lá e pra cá e foi presa. Não sei se ela está presa ainda, mas...

E isso é estranho, né? Por que ela roubou isso? Qual o objetivo? Ela e o esposo são sócios de uma empresa de biotecnologia. Alguns dizem que eles estavam levando esses agentes para pesquisar na própria empresa, mas a gente não sabe, a gente mal sabe o que sai na mídia. Agora, Villela, uma coisa muito estranha. A gente, vamos supor que americanos olhem para esse caso do ebola e pensem assim...

Ah, eu não vou me preocupar com isso não, um negócio lá na África. Vilela, você sabia que um cientista famoso americano, não me recordo o nome dele, mas depois a galera da mesa puder me ajudar, o cara foi pego transportando o vírus ebola para dentro dos Estados Unidos?

Você tem noção disso? Não. Porra. Você tem noção? A gente pensa assim, esse vírus se espalha é muito difícil, é devagar. Mas aí o cara vem e traz o vírus para os Estados Unidos. Caramba. E até onde eu vi, a última vez que eu li, o cara não foi preso, não. Estava transportando vírus ebola. É porque o perigo é aparecer isso daí na Europa, em outro lugar muito distante da África. Quer dizer que está circulando essa parada já. Aí você fala, poxa, ou alguém levou na maldade, ou... Tchau!

Ou o vírus está se espalhando, adquiriu uma capacidade de se espalhar de forma mais fácil. Então, é um negócio complicado para a gente ficar de olho. Agora, outra coisa estranha que está acontecendo agora, já que a gente está num ligando os pontos meio de saúde, de doenças, você sabia que existe um carrapato?

que uma picada faz o cara virar vegetariano? Não. Você sabia disso? Não. Olha que maluquice. E você sabe qual que é o tipo do carrapato? Lá nos Estados Unidos eles chamam de carrapato Lone Star, estrela solitária. Você já ouviu falar aqui no Brasil de um carrapato que tem um nome parecido?

Carrapato estrela? É. Carrapato estrela que traz a febre maculosa, né? Tem aquele outro que fica na casa de barro que... O barbeiro? É, o... É, o barbeiro tem esse nome porque ele geralmente pica no rosto, né? Isso. E aí o que acontece? Ele suga o sangue, né? É um hematófago, né? Como chama, ema é sangue, fago é comer. É hematófago, então ele fica no rosto ali chupando o sangue.

E aí ele defeca, ele solta um barro ali. E quando o cara coça, ele empurra as fezes do barbeiro para dentro da corrente sanguínea que o cara se fecha. Caramba! Aí dá a famosa doença de Chagas, que o Carlos Chagas identificou. E ela gera a famosa e terrível cardiomegalia. O coração fica gigante. Exato. Inflama o tecido cardíaco. Chegou a... Achou? Meu pai tem um coração um pouco maior e ele até achou que estava com isso daí. É mesmo? Chagas, né?

Então, famosa cardiomegalia, né? Que fica com o coração gigante. Esse carrapato, Vilela, olha que maluquice. O carrapato, ele pica o boi, a vaca. E no boi e na vaca existe uma proteína chamada alfa-gal. Não é galcosta não, tá? Alfa-gal. E o que acontece? O carrapato fica com essa proteína na saliva.

Se ele pica uma pessoa, ele faz com que a pessoa gere uma resposta imunológica exagerada a essa substância e faz com que o cara não consiga mais comer carne vermelha, porque a carne possui essa substância alfagal.

Então, com uma picada desse carrapato, o cara não consegue mais comer carne. Ele começa a vomitar, ter diarreia. E agora, no mês de abril, eles identificaram o primeiro caso na Austrália de um jovem que morreu por causa disso.

que ele comeu lá uma carne e tal, passou mal e morreu, eles não sabiam o que era. O problema é que é um tipo de síndrome, chama síndrome alfagal, é uma síndrome muito difícil de identificar porque o efeito é retardado. O cara come a carne, ele vai passar mal 8, 9 horas depois. Então ele não associa ter passado mal com a carne. Um americano morreu recentemente.

A mulher dele falou que ele gostava muito de capinar os terrenos, cortar grama. Ele provavelmente sofreu picadas desse carrapato. E aí ele comeu uma carne com a mulher. Aí passou muito mal, teve diarreia e tal.

náusea, vômito. E aí, depois, ele sai... Na semana seguinte... Aí ele melhorou. Melhorou, caminhou oito quilômetros, fez exercício físico. Na semana seguinte ele comeu um hambúrguer com a esposa. Aí foi pra casa, a mulher saiu pra fazer compra, ele ficou em casa, o filho encontrou o cara morto no banheiro. Cara... Porque comeu carne, meu irmão. Meu Deus. Loucura, né?

E por que eu estou falando isso? Está tendo um surto desses carrapatos nos Estados Unidos agora. A galera está bem preocupada lá, porque está aumentando muito. Eles vão dizer que está aumentando por quê? Por causa do aquecimento global, que favorece a reprodução dos carrapatos. A galera da teoria da conspiração, tem circulado algumas informações, está dizendo que aviões estão passando e jogando os carrapatos. Aí você fala assim, poxa Daniel, aí já...

Aí eu não tenho como acreditar não, porque aí já é viagem demais. Cara, te dou a maior força de você não acreditar nisso. O problema é que o exército americano, desde os anos 50, já fez várias experiências dessas de soltar pulgas e mosquitos e carrapato na própria população.

Caramba, para quê? Para testar se eles poderiam usar isso como uma arma de guerra, que se chama guerra entomológica. Entomologia é o estudo dos insetos. Então, guerra entomológica é você usar insetos como arma de guerra. Então, eles queriam estudar se você soltasse...

essas pulgas e mosquitos do avião se eles sobreviveriam. E sobreviveu, todos eles sobreviveram. É mesmo? É, isso nos anos 50, tá? E não se sabe se foi usado em guerra ou não. Então, em tese não foi usado, né? Mas eu não boto minha mão no fogo, não. Nem eu. Se vocês quiserem pesquisar, se você quiser procurar aí, Luciano, é operação... São três operações. Operação Big Bus. Bus não é ônibus, não. É B-U-Z-Z.

Por causa do barulho, né? O barulhinho. Operation Big Buzz, a operação Big Buzz. Aí tem a operação Drop Kick. Kick igual de chute mesmo, K-I-C-K. E a operação Big It, que é grande coceira. It é I-T-C-H. Então, essas três operações, Drop Kick, Big It e Big Buzz, são testes que o governo americano fez sobre a própria população.

testando a guerra entomológica. Eles soltaram carrapatos, soltaram mosquito Aedes aegypti também. Fizeram um desse, acho que é o Big It, eles soltaram na Geórgia uma quantidade gigante de mosquito Aedes aegypti.

não contaminado, né? Por todas as doenças que o Aedes aegypti transporta, né? Mas eles queriam ver se o mosquito sobreviveria. Sobreviveu e gerou um surto de mosquito lá. A galera se deu mal. Ô diretor, coloca depois um gráfico que mostra quais animais... Olha só. O que é isso? O Bob Esponja.

A Dropkick, né? 58. Coloca depois aquele gráfico. Tem um gráfico dos animais que mais matam no mundo. E mosquito é muito na frente do segundo. É o ser mais letal. A gente vê aquele filme do Spielberg, né? Qual é o nome do tubarão lá?

Ah, o... Jaws. Jaws. É, o Tubarão. É, o Tubarão. Tubarão. Aí a gente morre de medo do Tubarão, né? Pois é. Tubarão não vem em casa te pegar, né? Pode crer, né? Eu não tô andando na rua e... A não ser que seja um filme que eu imagino que você gosta muito. Sharknado. Nunca assisti uma... Ah, covardia, né? Cara. É a maldade, né? Tornado com...

O cara falou que não mistura. É que nem snakes on the plane. É. Não, são paradas surreais, né? Cobras no avião. Sharknado. Pô, 725. Mosquito, 725 mil. E o ser humano é o segundo que mais mata. E só depois cobra. E o cão, cara. Cão, não sabia que era tanto. Olha só. Tubarão tá em último. Cadê o tubarão? Tá em último, pequenininho. É, lá pequenininho, lá, cara. Até crocodilo mata mais.

A Tênia mata mais que um crocodilo. O que tem barco? Não briga. Não briga. Ai, cara. Barbeiro, ó.

Mano, mano. Lobo tá lá em cima, leão. É, então eles tão muito de boa no lugar deles, né? Não, aí você pensa assim em guerra. Você fala, eu tô procurando uma arma de guerra mais potente, melhor. É só você ver quem mais mata, o mosquito. Os caras utilizaram mosquito. Pois é, cara. E barato, né? Uma arma de guerra barata. Super barata. E aí você vê o seguinte.

Esses surtos todos que acontecem, que a gente tem chikungunya, dengue, todas essas doenças, é claro que a galera vai começar a pensar, poxa, será que estão fazendo isso de propósito? Será que isso é sacanagem com a gente? Leva a gente a pensar isso quando você descobre que os caras nos anos 50 estavam usando mosquito para a guerra, entendeu? E uma coisa que é muito triste da gente lembrar...

é que o Brasil tinha conseguido erradicar o Aedes aegypti. Só que os americanos não erradicaram, então ele veio descendo de volta. Foi por causa deles? A gente fez um servicinho, show de bola. Mas o que os especialistas falam é isso, quanto mais a gente desmata, quanto mais...

Tem derretimento dos pólos e tal, vão aparecendo doenças novas. Ou tem contato com animais que o homem não tinha antigamente. Mamute, por exemplo. Alguns mamutes tinham vírus ali que a gente não conhecia. Então essa ideia de derretimento das geleiras também abre margem para doenças que a gente não conhece voltarem.

Eu não sei se... Tem um filme que trata disso, mas não é da doença. É os OVNIs que estavam congelados, que é com o Chris Pratt, né? Que eles viajam no tempo. Como é que é o nome do filme mesmo? Pô, vê aí, diretor, eu não vou... Chris Pratt aí, filme alienígena e tal. É por isso que ele volta no passado para recrutar a galera? Eu não estava lembrando. Não, eles descobrem que o negócio começa, a invasão alienígena, a destruição quase da humanidade começa.

Com essa geleira derretendo, aí a nave alienígena descongela, os alienígenas acordam. Vai um pouco nessa linha. É o The Tomorrow War? É isso aí. A Guerra do Amanhã. Você achou legal esse filme? Não. É meio tosco. É, não gostei. Meio tosquinho, né? Tem outro do Tom Cruise, que é o não sei o quê do amanhã, que é maravilhoso, cara. Que é com aquela...

Esqueci o nome da menina que vai fazer o disclosure agora. É a mesma. É o nome dela mesmo? Eu chamo ela de Katy Perry falsificada. Aí minha esposa, ela é muito mais bonita que a Katy Perry. Bem mais bonita mesmo. Aí eu falo assim, ela fez um lugar silencioso também. Eu não vou entrar nesse mérito para não dar polêmica. Você viu aí? É um que...

Ah, não sei o que da manhã. Eles ficam repetindo uma... Cara, esse filme é interessante. É cíclico, né? Dá um looping. E aí o Tom Cruise vai morrendo e voltando. Ele vai estudando, né? Vai cada vez ficando melhor, guerreiro, porque ele vai fazendo aquilo. Aí você descobre que era meio que proposital. É. Sem dar spoiler. Ele rouba esse poder dos alienígenas. É muito bom, cara. Interessante. Eu lembrei do filme Doutor Estranho, não sei se você lembra, que no final vem aquele monstrão Dormamo, né?

Aí ele fala, se você destruir a humanidade, eu vou te deixar preso num loop temporal. E aí ele, não, para, me solta. Ele falou, então para de atacar a gente. É no limite do amanhã. No limite do amanhã. E a atriz? Vou te colocar o cartaz e aparece dela também. Estou ruim de... No limite do amanhã.

E o Lugar Silencioso eu não vi não. Você gosta? Gosto, gosto. Saiu um último aí, né? Ah, ruim. O primeiro e o segundo até é bom. São três? Esse foi o terceiro? Ah, tem o terceiro e... É, não sei. Acho que o terceiro foi o último. É, o terceiro é ruim. É a Emily Blunt. Isso! Emily Blunt. Emily Blunt. Que ela fica... Agora a Alineide fica fazendo um barulhinho... É, ela... Um barulhinho meio estranho. Ela tá no jornal e começa a fazer o...

Dá uma... E o... Pelo que eu escutei, o Spielberg falou que... É totalmente proibidão...

qualquer coisa depois de meia hora do filme de sair. Ah, da galera falar sobre? Não, de imagens também. Tudo que tem no trailer é só dos primeiros. Só dos comecinhos. Então, tipo assim, a galera não faz ideia do que vem depois disso. Meu... Estratégia de marketing boa também. Total, estou louco para ver já. Não sei se é Somebody Love ou se é isso mesmo. É julho ou julho, né? Acho que é julho. Porque o verão americano é julho, né? Então é julho.

Eles têm mais época certa para lançar filme. Aqui a gente lança filme. Blockbuster de verão. Qualquer época é filme. Filme de Natal. Antigamente, Natal deixava para fazer os infantis. Os infantis. Trapalhões e tal. Mas aqui não tem muito isso. Não, não tem. Os caras soltam filme quando dá na telha.

Então, Vilela, essa questão... E tem uma outra questão, cara, que é interessante, que é o seguinte. Segundo a história da guerra, ele vai dizer, eles pararam de jogar insetos e carrapatos e mosquitos e eles começaram a jogar bactérias ressecadas.

E aí foi uma operação que eles fizeram, que é... Vê se você acha essa, Luciano, que é a Operação Sea Spray. Operation Sea Spray. O que a marinha americana pesquisou? Eles pegaram uma bactéria, que eu esqueci o nome agora, que eles acharam que era uma bactéria inofensiva. Não era. Essa bactéria eles lançaram na costa ali de São Francisco, na Califórnia, em cima do mar.

para ver se ela ia ser levada pelo vento para o continente. Foi levada para o vento para o continente. Pelos testes que eles fizeram nas pessoas, a população quase inteira da cidade respirou e inalou essa bactéria. Só que algumas pessoas que estavam imunodeprimidas, que estavam fazendo tratamento, ficaram doentes e um cara documentado morreu.

Nessa pesquisa de brincadeira, eles mataram o cara. E aí, qual foi o problema disso, Vilela? Eu estava na Flórida em 2024. Essa aí do Operation Sea Spray.

1950, é isso? Às vezes, não sei se tem matéria sobre isso, qualquer coisa, bota em inglês, Operation Seaspray, e mostrar a matéria, porque a galera mesmo falando, eles acham que eu estou inventando. É, cara, é tão absurdo que parece que é mentira. Quando eles veem a matéria do jornal, eles falam, ah, não, acho que existe. Acho que existe. Quer ver um assunto que eu falo, já é de 2007, a galera acha que eu estou inventando, que é aquela arma da voz de Deus.

Que eles têm um equipamento que faz você ouvir uma voz, só que como não é pelo ouvido, é pela caixa craniana, eles conseguem mirar na pessoa específica. Tipo assim, a gente está aqui e ele quer só que eu escute, ele mira em mim e aí eu falo, Vilela, você está ouvindo uma voz? Você vai falar, não. Vai falar, estou ouvindo um negócio falando comigo. Você vai falar, Daniel, está ficando louco, entendeu? Então, cara, se você pega a revista Wired Magazine,

Vou dar a dica para vocês. Para vocês que querem ver novas tecnologias, só coisas que parecem loucura, mas existem, é o Wired Magazine Gizmodo. Gizmodo tem Gizmodo Brasil. Então, o Wired Magazine só tem a gringa.

Então, o que aconteceu, Vilela? Tava uma história de que na costa leste, na costa oeste, em 2024, aí, olha, do Smithsonian, legal, boa referência. Em 1950, os Estados Unidos liberou uma arma biológica em São Francisco.

Tá aí, ó. Você achou que eu tava inventando, né? E é uma fonte boa, né? Que é do Museu Smithson. E apesar de que o museu, segundo alguns, mente pra caramba também esse museu. Sabe por quê? Por quê? Porque existem algumas matérias antigas que mostram ossos gigantescos.

no Smithsonian, tipo um fêmur do tamanho dessa mesa aqui. De? De gigante. Mas de humano? Humano. Humano gigante. Mas aí sumiu tudo, eles falam que não existe. Então, eu vi esse papo que tinha e depois... Tem matérias, é. Tem matérias antigas, os jornais da época mostrando aqui o osso gigante. Então, tem gente que diz que o Museu Smithsonian esconde muita coisa porque, se não... Ou porque ele... Teria que reescrever o livro de biologia. Ou o ordem do governo também, né? Também, esconde aí pra não dar bandeira, né?

Imagina ter que mudar tudo que cai no Enem aí. Ou seres híbridos também, vai saber, né? Não, você não sabe da última que eu vi ontem. Essa eu fiquei impressionado, porque foi um jornalista de respeito. Ele estava falando um escândalo de seres humanos abusando de alienígenas. Ô louco!

Que ponto chegamos, hein, irmão? E que crime é esse, né? É, caramba. Assédio intergaláctico. Assédio intergaláctico. Falei, irmão, vamos fazer maldade com os alienígenas, não, que depois o irmão dela aparece aí e vai querer se vingar, né? É perigoso. Então o mundo está muito louco. Aí o que aconteceu, Vilela? Eu estava lá na Flórida e aí estava essa história que estava vindo uma fumaça estranha com cheiro ruim. E os caras estavam dizendo que tinha nessa fumaça bactérias.

E aí, o que que acontecia? Eu tava com a minha família lá, meu pai, que já é idoso, né? Meu filho novo. E tinha um horário certo que aparecia essa fumaça. Era tipo final de tarde, assim. Então, o que que acontecia? Chegava final de tarde, a gente, ó, dava linha na pipa, ia pra casa, ficava quietinho e vinha parada. Um dia, cara, acho que eles soltaram mais cedo.

pegou a gente na rua, mas um fedor de, sabe, plástico queimado. Sei, sei. Fedor horroroso. Que é horrível esse cheiro. Horrível. E a gente desesperado, eu, pô, esse negócio de bactéria, não sei o quê. Pela primeira vez na minha vida, eu tive pus na garganta, amidalite. Nunca tinha tido. Sei. Fiquei de cama com febre, tive que procurar médico lá. Mó missão, tomar antibiótico, corticoide. E lá nos Estados Unidos é estranho. Acho que você não teve essa experiência linda já de ter que tomar antibiótico nos Estados Unidos, não. Não, por quê?

Cara, é uma coisa horrorosa, sabe por quê? Você chega lá... Na farmácia? É, o médico te dá a receita. Certo. E aí você tem que ir na farmácia certa. Não é em qualquer farmácia? Não, ele fala, você está hospedado onde? Estou aqui, então vai nessa farmácia. Aí eles mandam pelo computador, o cara fica te esperando. Você não pode ir em qualquer farmácia não. Cara, que doideira. Tem que ser naquela. Aí você chega lá e fala, estou precisando desse antibiótico.

Ele diz, tá bom, vou preparar. Preparar? Aí você tem que ficar duas horas esperando o cara preparar um antibiótico.

O que é por segurança, será? Eu não sei. Eu acho que eles... Acho que nem isso, não. Acho que eles compram antibiótico em tonelada. Ai. Ele vai botando um por um num potinho pra você. Ai, cara. Só que até atender todo mundo. É. Aí ele bota, ele vem com um potinho, com o teu nome, um monte de comprimidinho solto lá dentro. Não vem a cartelinha. O corticóide veio assim. O corticóide eu achei que foi... Tava bem organizado. Porque, tipo assim, no primeiro dia você ia tomar...

5, no segundo dia você toma 4, depois 3, 2 e 1. Aí ele vem certinho na cartela. O antibiótico não, o cara prepara na hora lá, ele vai botando dentro do potinho, tem que imprimir o negócio, botar até o nome. Sim, sim. Então eu aburro. Eu sabia não, cara. Você passando mal. Pô, irmão, manda logo isso aí que eu tô quebrado.

Espera só mais duas horinhas. Pô, a gente achando ruim burocracia aqui, negócio de, ah, pô, tem que ter receita. Lá está pior ainda. Assina aqui, tem que botar número da RG. O cara pede teu endereço, você já acha um saco. Lá é dez vezes pior. Então, Vilela, eu peguei essa amidalite aí, que eu nunca tinha tido. Uma amiga nossa que estava com a gente também teve, meu filho também teve. Três pessoas tiveram depois que nós fomos expostos a essa...

fumaça estranha. E depois saíram matérias mostrando que algumas pessoas pegaram amostras dessa fumaça, botaram no laboratório e tinha bactérias ali. Então assim, eu não sei o que é isso, mas eu fiquei doente logo depois que eu respirei esse negócio.

E a gente sabe que o governo americano já tinha feito essa pesquisa nos anos 50, a operação Sea Spray. Que acabamos de mostrar. Não é Sea de olhar não, é Sea de mar. S-E-A-C-A. Sea Spray, que é o spray do mar. Aí você fala assim, em 1969, Richard Nixon, presidente americano, ele assinou um acordo de não proliferação de armas biológicas, então nunca mais eles usaram isso. Eu falo, você acredita em Curupira, Mula Sem Cabeça e Fada Madrinha também?

Dá licença, né? Então, eu acho meio somebody love. O que você achou, Vilela, desse carrapato que pica o cara e ele vira vegetariano? Então, mas... Tá meio estranho. Tá muito estranho isso, né? Surreal, né? Total. Simplesmente surreal. Só pra concluir essa parte do carrapato, existe uma lenda urbana lá nos Estados Unidos, e eu peço licença a vocês, né? Estou dizendo que é uma lenda urbana.

De que a famigerada doença Lyme, você já ouviu falar dessa doença? É, L-I-P-S-O-M-E, Lyme. O que é essa doença Lyme? Quem falou sobre isso, né? Alguém tem essa doença e estava falando sobre isso. Justin Bieber tem. É? Várias pessoas famosas. Talvez foi falado aqui mesmo, né? Aqui no programa. Então, é uma doença que vem do carrapato. Talvez tenha sido falado. É. O carrapato pica a pessoa e a pessoa fica com cansaço, mal-estar. E parece que não tem cura, não.

Então assim, isso já gera um medo no cara de andar no mato, né, meu irmão? Você fala pra eu pegar esse troço aí. Mas o Justin Bieber pegou onde isso? Acho que andando na grama aí, né? Batendo um futebol. Não é muito no mato então? Numa graminha? Não, qualquer... Tem épocas... Tá na época agora, né? Sei. Às vezes numa graminha normal na cidade tem. Cara.

E aí o que acontece? Existe uma lenda que no mesmo Fort Detrick, que é tipo o laboratório de Wuhan, só que dos Estados Unidos, eles envolveram a doença Lyme como uma arma de guerra, colocada nos carrapatos, nesses projetos aí, Dropkick, Big It, e ela acabou escapando ali nos Estados Unidos. Então existe essa... Uns vão falar que tem as provas, eu como não me programei para falar desse assunto, não trouxe as provas aqui. Mas existem...

algumas certas provas disso aí. Nesse caminho aí. A gente está vendo uma época estranha em que doenças estão aparecendo e o que é preocupante é que quando começou a crise sanitária de 2020

O Bill Gates, logo em abril de 2020, ele já estava falando que viria uma nova crise sanitária pior do que a do Covid, porque ela teria uma taxa de letalidade de cerca de 50%. É muito estranho isso, porque naquela época que ele fala isso, é uma entrevista do Stephen Colbert.

Se você quiser achar aí, galera da mesa aí, Stephen Colbert, Bill Gates, interview, sei lá, abril de 2020. Nessa entrevista, cara, ele deixou todo mundo alarmado, porque a gente estava tentando entender ainda o que era o Covid, e ele já estava falando que estava vindo uma pandemia 2, que ele falou, já chama de Pandemic 2, segunda pandemia, e seria muito pior.

Aí, desde 2020, já tem esse fantasma que está vindo uma doença pior. Doença essa que já tem até o nome, que é a doença X. Você já ouviu falar nessa história, né? Doença X. Doença X é essa doença hipotética que seria a pandemia das pandemias, que ia gerar um grande prejuízo para a humanidade. Mais mortal, mais transmissível. Mais transmissível. O terror é isso, né? Ela tem uma mortalidade tipo ebola que é...

Qual que é a mortalidade? É 25, 50%. Não, não. A gente estava falando ontem com um biólogo. Dá uma olhada na mortalidade. Biólogo manja nada, estou brincando. Não, não. Mas chega a ser maior, viu? Tem umas que são 40% e tem umas que são maiores. Essa cepa agora é 25, 50%. Ah, essa é menor, né? Mas também se o cara estiver imunodeprimido, com morbidade, o cara estiver já...

É, pressão alta, diabetes, alguma coisa assim atrapalha, né? Mas às vezes é uma cepa diferente, né? É uma doença horrível, isso é fato, né? A única que a gente não falou das mais perigosas, a gente falou da ebola, falamos do rantavírus, falamos do covid, né? Que graças a Deus não foi tão letal assim. E o outro que é muito preocupante é o vírus Nipah também. N-I-P-A-H, Nipah vírus, esse também é.

Esse aí não é brincadeira não. O bicho é complicado. Chegou a ver aí, diretor?

Dependendo dos casos, a mortalidade varia de 25% a 90%. Então, todos estão certos. Porra, hein? 25% a 90%, porra. Todos estão certos nesse vídeo. A chance de acertar é entre 1% e 100%. Aí é fácil, né? Aí você chuta quanto? Eu chuto 35%. Acertou. Acertou. E você, 99%, acertou também? É que aqui está falando que depende do caso. Do caso, né? Do caso. Casa a casa, é.

É, 90 é covardia, né? Tipo assim, o cara deu positivo, você já... Adeus, meu amigo, foi muito bom te conhecer, né? É complicado. E aí entra um negócio interessante, Vilela, que a gente fala assim, poxa, por que o cara não faz uma vacina disso, né? Não é economicamente viável você fazer uma vacina que você vai gastar 50, 100 milhões de dólares para uma doença que mata 50 pessoas de 10 em 10 anos, né? Então...

não tem um apreço tão grande assim pelo sistema do sistema farmacêutico pra poder desenvolver isso, teria que ser um gasto público mas mesmo assim é um gasto público que não é tão justificado agora, me lembrei de um outro filme já que a gente, aqui a gente tá sempre falando de filmes, que é o Olho de Lorenzo você viu esse filme? Putz, eu vi mas não lembro, cara. Acho que é com o Nick Note se eu não tô enganado E aí

O óleo de Lourenço é uma história real. Um menino que tem uma doença? Ele tem uma doença degenerativa, né? Aqui mais cedo a gente estava falando de ela, né? Que é terrível também. Esclerose lateral amiotrófica, né? É terrível. Mas a desse menino, a doença era o seguinte. O neurônio, isso é muito interessante, o neurônio transmite as informações através de um impulso elétrico. E assim como nos fios...

O fio ser isolado é muito importante para a descarga elétrica não se perder, para ela seguir o caminho dela. Então, na minha opinião foi Deus que colocou isso. Existe ali no neurônio a famosa bainha de mielina. Bainha de mielina é uma capa de gordura onde passa o impulso elétrico para o impulso não se perder.

Esse Lorenzo, ele tinha uma doença que ele perdia essa bainha de melino e o impulso elétrico não conseguia passar. E o resultado era o quê? Ele perde a mobilidade, perde a fala, as funções, não acontece, porque os neurônios não conseguem se comunicar. E a história é muito interessante, porque na história real e no filme, o pai é obsessivo. O pai fala, mas não tem tratamento, não tem remédio, os caras falam, meu irmão, isso é uma doença raríssima. Ninguém vai querer investir milhões num troço.

Você vai vender o remédio e o tratamento para uma pessoa? É. Para gastar milhões de dólares? Aí o cara fica desesperado. O que ele faz? Ele não é médico. Ele vai para a biblioteca, passa o dia inteiro na biblioteca pesquisando. Você imagina isso, Vilela? Hoje com inteligência artificial é mole, né? É. É bem mais fácil. Não vou falar que vai solucionar todas as doenças, mas ajuda muito. Imagina o cara sem ser médico, ter que pesquisar sozinho nos livros de medicina e o cara desenvolver um tratamento sem ser médico. Caramba. Estudando lá na marra.

E aí é por isso que é o óleo de Lourenço. Ele desenvolveu uma substância que eu não sei se ele bebia ou se ele injetava, que esse óleo substituía ali de certa forma a bainha de melina. E ajudava esse caminho das informações passarem. Então, tipo assim, eu não me lembro exatamente, mas não sei se a galera pesquisa e me ajuda. O garoto que deram para ele meses de vida, ele morreu com 50 anos de idade. O cara teve...

E o pai ganhou um doutorado honoris causa em medicina. Você vê? Porque o maluco falou, se eles não querem investir, eu vou ter que... Meu filho, meu irmão, vou ter que correr atrás. Uma história interessante para caramba. Dessas enfermidades malucas. Mas a gente vê essas histórias também de...

de bilionários que têm uma doença e doam grande parte da fortuna para solucionar aquela doença, estudo e pesquisa daquela doença. Exato, isso é interessante para caramba. Ou tem um filho que tem isso. Exato. Eu me lembrei do Sandman.

Sandman, me ajuda a lembrar, eu sempre esqueço. Era o filho do cara que tinha morrido? Era a mulher? Quem morreu? Não, o filho tinha uma doença. Não, não, tinha morrido. Aí ele queria aprisionar a morte para trazer o filho de volta. Para ressuscitar o filho. E aí aprisiona, sem querer, o irmão mais novo da morte, que é o sonho. O sonho, né? E aí...

Como castigo, ele coloca o cara para... Como ele está aprisionado, várias pessoas não dormem, tem a doença do sono, né? Que realmente aconteceu, né? Durante uma época e as pessoas não dormiam mais. Entendi. E aí quando ele consegue se libertar, aí é ficção, né? Mas ele dá o castigo para o cara. O cara tem um sonho infinito. Ele acorda...

Acha que acordou, mas ele está dentro de um sonho, acorda, está dentro de outro sonho, e tudo pesadelo. Dentro de um pesadelo, acorda, e outro pesadelo, fica preso no pesadelo contínuo. No Origin Inception, tem umas cenas assim, que o cara acha que acordou ou não acordou. Você sabia que eu peguei um caso real desse, Villano? Do que? Qual deles? De sonho.

Aí, o seu Lourenço real, né? Esse é o real ou é o filme? É o real. Lourenço viveu de 78 a 2008. Morreu com a idade? Eu não fiz a conta aí. Agora você não entendeu. Rápido assim vai ser complicado. A cara dele. Eu nem tento fazer. Eu também não. E é fácil, porque tá de 78 a 2008. Mas ao vivo aqui a gente...

Então vamos fechar em 30 anos, cara. 30 anos. Acho que é 30. É isso. O pessoal corrija a gente nos comentários qualquer coisa. Então, eu não sei se depois dessa pesquisa do pai desenvolveram algum tipo de tratamento ou medicamento melhores, mais eficientes. Porque o cara fez um negócio rústico, né? Não tinha muita infra ali, não tinha financiamento. Mas a inteligência social está prometendo curar até o câncer, né? É mesmo? É uma das promessas que o Trump trouxe no projeto Stargate, que foi a primeira coisa que ele anunciou quando ele voltou ao poder.

E ele chamou ali o Larry Ellison da Oracle, chamou o Sam Altman da OpenAI, que faz o chat de EPT, e o Masayoshi Ono, que é do SoftBank. E levantou ali 500 bilhões de dólares com o argumento de que eles vão conseguir solucionar todas as doenças. E eu te pergunto, Vilela, minha curiosidade, você acha que eles vão aparecer com a solução em 2010? Eu acho, acho que sim. Tomara, né? Não, eu acho que vai aparecer a solução, não sei se eles vão contar para a gente.

Porque tem a indústria farmacêutica aí que eu não sei se vai deixar, né? Caramba, é. É aquele mesmo problema do fallout, né? É. Os caras estão brigando por energia, alguém descobre a fusão a frio lá, que resolve tudo, os caras, não, não, abafa aí, porque... Não, mas é para resolver a guerra. E é como que a gente vai ganhar dinheiro? É, e o cara vende bunker, né? Então ele quer continuar vendendo bunker, né?

Então, acho que na série eles até... Eles mesmo provocam a explosão atômica, né? Ah, não joguei. Acho que foi proposital. Mas você assistiu a série, não? Não vale? Vale a pena mesmo não jogando? Meio tosquinho. Eu achei meio tosco, sim. Eu não joguei. Assisti mais pra... Pra saber do assunto. É, e falando nisso, não consegui assistir o Paraíso ainda. Pô, cara, tá perdendo.

E já teve, já acabou a segunda temporada. Ah, já faz um tempo já. Legal. Olha lá, esse é o Fallout. É. Maneiro. Bonita imagem, hein, diretor? É, interessante, né? Vilela que manja aí, falou que tá bonito, então eu só concordo, né? Sim, tá. É, maneiro. Show de bola.

Então a gente está diante dessa incógnita, vamos ter uma nova pandemia ou não. Cara, se a gente tiver uma pandemia com um negócio que eu falei 50% dos especialistas chegaram a 90%, aí é preocupante. Aí a gente está indo na linha daquilo que Bill Gates chama de doença X.

Que é essa doença. Na verdade, a OMS tem esse... Se você for pesquisar, você vai ver que existe essa categoria doença X dentro da Organização Mundial da Saúde. Ah, é? E eles estão se preparando para isso. Agora, uma informação preocupante que está saindo nos jornais essa semana é que matérias assim... Mundo...

está despreparado para uma nova pandemia, ou tipo não aprendemos nada com a pandemia anterior, ou matérias até piores, nós estamos hoje menos preparados do que estávamos em 2020. Pô, irmão, menos é menos preparado. É a minha maldade. Não tem como. Eu falei, como pode estar menos preparado? Então, eu não sei.

É claro que guerra e doença sempre acompanha. Guerra, doença e fome. Os cavaleiros do Apocalipse já mostravam isso. A gente começa com o cavaleiro branco, que é a falsa paz. Depois você tem o cavaleiro preto, que é depois. O último é o amarelo. O amarelo é o primeiro branco. Você tem o vermelho, que é fome, morte, guerra e doença. Então isso tudo sempre...

Sempre andou junto. É claro que quando você tem guerras em regiões da África, guerra no Oriente Médio, guerra na Venezuela, falta de combustível total em Cuba, isso favorece doenças de aparecer, guerra na Ucrânia. Então é claro que situações de guerra, que gera problema de alimentação, de infraestrutura, faz as pessoas ficarem mais fracas, o sistema imunológico favorece isso. Aí os quatro cabaleiros.

Ah tá, beleza. Tem um verde, né? É um pálido, né? É um pálido. É o pale horse. Sou eu que estou daltônico ou botaram o verde? Não, é um amarelo desverdeado, né? Cor da morte, né? Então é o pale horse, né? Alguns traduzem como amarelo, mas é o pálido, né? Cavalo pálido. Legal essa imagem também. O preto está meio roxo ali, né? É, os caras colocaram... Deram um grau, né? E colocaram o Venom. É.

pilotando ele. Tá parecendo os espectros, né? É. Do senhor Zaner, né? Pois é. Você gosta de Tolkien? Pra caramba. Gosto de se amar? Leia as troças? Leio, leio. Eu gosto. Eu acho estranho. Você leu, eu li o Silmarillion, eu não imagino. Tentei, cara. Não leu não? É difícil, né, cara? É, mas eu não sei o que aconteceu. Cara, eu li Amarradão.

muitos anos atrás já né então todo mundo fala que é tão bom que preciso marilha muito e vai voltar aí negócio de sr zanet vai ter uma série nova um filme é com Peter Jackson agora é uma série de filmes é porque aquela lá a série do do Prime lado cara para que fazer isso né e com

Com uma grana infinita ainda. Poxa. Os caras gastaram... Maldade, né? É. Pega um negócio assim que é idolatrado pelos fãs e pega e sacaneia a parada. É que deram na mão de gente inexperiente, né? Puts, de grilo. É, cara. Não, aí tinha gente que reclamava do Peter Jackson. Agora tá adorando. Pô, tá venerando, cara. Falou, pô, tava bom demais, né? Pois é. Pô, esse aqui tá horroroso.

E o Arquivo X vai voltar também, né? Vai. Com novos agentes. Mas é o que? Série mesmo? Série. Ah, não vai ser a... Eles vão fazer participação especial, mas não vão ser os principais. Não tem como, né, cara? Os caras têm outros projetos, estão mais velhos. E outros. Os caras ficaram, sei lá quantos anos, 10, 15 anos fazendo, não aguenta mais, né? É, Fox Mulder. Fox Mulder e Dennis Cully. Dennis Cully. Cara, a chavela gata demais, cara. Boa.

e eu não assisto Legendado pra mim a voz deles, dublada, é a voz deles eu me acostumei a assistir na televisão, TV aberta é aquela voz, aí você vai assistir a versão original, você fala não tem nada a ver, a voz da Scania é maravilhosa é, pô

é um maneiro eu acho que eu tenho eu tenho isso aí com o Postal Wars também eu via dublado é de volta pro futuro é você se acostuma você vai ver o original você fala pô não é a mesma coisa a voz do Bruce Willis é melhor a dublada também com certeza e lá em casa é tradição o Natal a gente sempre assiste duro de matar é mesmo é

Aí tem aquelas camisetas, né? Die Hard is a Christmas Movie, né? Duro de Matar é um filme de Natal, né? E é, né? É, de Natal. É mal, né? Nakatomi Plaza, o primeiro. Poxa. Teve o... Até o 4, né? Acho que Duro de Matar teve um, dois, três e quatro, né? Tem um que depois é um filho dele, sei lá. Filho, acho que é o 4, que ele tá na Rússia. É. Tem o negócio da arma, não sei se é arma biológica também.

Você chegou a assistir Person of Interest? Sim. Pessoa de Interesse? Sim, parei no meio também. Ah, parei também. Dei uma cansada? É, porque é legal. A ideia é legal, mas não me pegou, não. É. Cara, minha esposa começou a ver Breaking Bad. Ah, só agora? É só agora. E eu, na correria, falei, assiste aí. Não vai dar para ver junto, não. Não tem tempo, né? Insiste que você vai me agradecer depois.

E falando parecido com Person of Interest, Homeland, você assistiu? Não, todo mundo fala para assistir também. Os caras falam que é. Você assistiu ou não? Não. O diretor já assistiu? Diretor, você assiste alguma coisa de série? Eu assisto séries. E aí? Mas não assisti Homeland ainda. É. Eu estava assistindo uma nacional agora. Qual? Cangaço Novo, que saiu a segunda temporada. Eu gosto muito. Entrevistamos eles lá em Imagine Land o ano passado.

Que ia sair a nova temporada e já saiu. Inclusive eu cheguei atrasado porque estava terminando o episódio. Ah!

Clímax Só isso? O que eu estou assistindo agora é isso Lembrei da série que sempre eu procuro E não acho Que acho que é From É Globoplay Está na terceira ou quarta temporada É o que mesmo? Cara, maravilhoso É dos produtores do Lost

Aí começa como a família está dirigindo um trailer ou um carro de família viajar nos Estados Unidos, um tronco no meio da estrada, eles têm que pegar um desvio, chega numa cidadezinha bem pequenininha e não consegue mais sair da cidade. Eles dão a volta e ficam lá, saindo sempre na mesma cidade, saindo sempre na mesma cidade. Aí que tem um maluco, esse cara aí, que é o xerife da cidade, ele tocando um sino uma hora e falando todo mundo vai para dentro, todo mundo para dentro. Aí rola um toque de...

Tem um toque recolher e fala, não, não vou, estou tentando... Cara, vai para dentro da casa. E aí os caras falam, ainda forçam eles a irem. E aí à noite o bicho pega, cara. Vem umas criaturas tentando entrar. E eles só entram, é que nem vampiro. Eles só entram se você convidar. É.

Entendi. Cara, e assustado. E aí a segunda temporada vai aumentando, os mistérios, é tipo lost. Você vai entendendo melhor porque essas pessoas estão aí. E você vai ficando fisgado nas próximas temporadas. Sim, tem uma mulher que consegue sair daí, depois ela volta. Lembrei do Under the Dome, que os caras não conseguem sair da parada. Verdade, né? Que tem aquele domo de vidro. Você chegou a ver aquela série? Vi, vi, vi. Olha, mano.

É Stephen King, né? É. Stephen King escreveu mais livros do que eu fiz de podcast. Meu irmão, cara ninja. Samurai. Eu lembrei do... Como é que era o nome do cara que fez o Dini é um gênio? O que? Coroa? Não, o que escrevia. É um cara falso. O meu bruxo? É Sidney Sheldon.

É Sidney Sheldon? É. Eu não sei se a Dini é um gênero ou se é a outra que é a feiticeira. É um desses dois, é verdade. Sidney Sheldon. Ele ia falando e a secretária ia escrevendo. Cara! Ele ia falando e ela... Sidney Sheldon também escreveu o livro. Escreveu pra caramba também. Sidney Sheldon tem um livro maneiro que dizem... Eu não li sobre viagem no tempo?

Não, não sei. Negócio de ampulheta do tempo. Não sei, não é muito a praia dele, mas pode ser que tenha. Vê aí, diretor. Como que ele vai procurar? É, Sidney Scheldon, máquina do tempo. Bombava muito, né? Sidney Scheldon marcou a época, né? É. Então, Villela, o negócio do ebola agora é o seguinte. Vai virar uma pandemia ou não vai?

Aí depende desses cientistas que foram pegos fazendo tráfego de ebola, trazendo ebola para lá e para cá. Aí é cobadia também. Não dá para brincar com essas. Aí a gente vê isso no Brasil, essa argentina professora da Unicamp fazendo isso. Você fala aí mesmo, parece que eu estou assistindo os 12 macacos aí. Que negócio é esse? Você criar uma pandemia proposital. Isso é preocupante porque...

Depois que começou a pandemia de Covid, o Bill Gates começou a falar sobre a segunda pandemia que viria. E lá para 2023, 2024, ele começou a falar que a próxima pandemia não seria de origem zoonótica natural. Seria uma pandemia causada por bioterroristas. Seria proposital. Alguém ia lançar um vírus mortal.

Aí você fala, cara, o maluco já acertou. Em 2015, o negócio que aconteceu em 2020. Agora eu estou de olho no que ele está falando. Virou o profeta para a gente analisar as profecias que ele está trazendo. Virou uma espécie de Cassandra. Cassandra é aquela personagem da mitologia que falava que coisas ruins estavam vindo, ninguém acreditava e acontecia.

virou o apelido até do Michael Burry, que foi aquele cara que previu a crise de 2008, que deu origem ao filme A Grande Aposta, The Big Short. Que é um filme que tem um elenco bom pra caramba. Até Brad Pitt, né? Cara, é só... É o cara do Batman. O Steve Carell. Como é que é o nome dele? Como chama o ator do Batman? Christian Bale. Christian Bale. Christian Bale. É elenco top, né? Eu não me lembro quem dirigiu esse filme. Também não.

Ele pode dar uma olhada lá. Inclusive, o filme do Michael Jackson é dirigido pelo Anthony Fuqua, né?

Esse cara dirigiu quais filmes mesmo? Quando eu olhei lá, diretor Antônio Fugo, eu falei, esse diretor... Ah, não lembro dele não. Mas não me lembro o que ele dirigiu. Não lembro dele não. Não gostei da direção. Depois ajuda a gente aí. Não gostei da direção. Você achou a direção ruim? Achei. Né? Ou é mais o roteiro que você não gostou? Tudo? Cara, é roteiro e direção. Roteiro e direção, né? Combo. Com combo. Cara, eu gostei lá só o revival da parada, né?

Ah, não. Porque lá em casa todo mundo se amarra mais com a Jackson. Meu filho pirou. Ó, tá sem a luva lá, diretor. Tá vendo que a luva sumiu?

do cenário? Tinha uma luva aqui do Michael Jackson. Meu filho veio aqui e pediu pra levar pra escola. Ele levou pra escola a luva. Ah, pra dar uma zoada lá. A luva do Rodrigo Teaser. Nunca mais voltou. Não, tá aqui. Eu esqueci de trazer. Ah, mas tá em casa. Não, tá. Senão a molecada roubava também. Tem que tomar cuidado. Como que eu vou explicar pro Rodrigo Teaser? O cara traz de presente aí pra mim.

É igual o martelo do Thor, foi o Dublê lá que trouxe, não foi? O Dublê lá do Chris Hemingway, não foi? O martelo do Thor, né? Ele pegou do Dublê mesmo, cara. Presente do Dublê. Acho que foi o Duda que trouxe. Foi o Duda Nagy. É, Duda Nagy. Abração, Duda aí. Cara, pô, ia falar um negócio aí, tinha a ver com esses filmes e séries também. Você falou, ah, Michael Jackson. Você ficou sabendo que...

a Lady Gaga que era dona das roupas todas o Michael Jackson ela teve que emprestar para fazer o filme a é a roupa era tudo dela caras usaram roupa original isso aí é maneiro né legal né o seja dá um hypezinho na história total é então Vilela é vai ter pandemia ou não cara

É estranho, porque o negócio, logo no começo, a OMS decreta surto de interesse internacional. Você fala, pô, nível máximo abaixo de uma pandemia. Então, parece que os caras estão... A tristeza, a preocupação é quando você sente que existe um interesse que haja uma pandemia. Aí vai ficando preocupante.

É porque tem gente que ganha com essas coisas, esse é o problema. Se todo mundo perdesse, ninguém tem interesse em pandemia, mas tem gente que ganha. Tem um cara que eu não vou falar o nome nem porque eu nem lembro, mas esse cara é um amigo de infância do Trump e ele estudou no colégio militar junto com o Trump.

Ele é um advogado lá nos Estados Unidos, né? E ele deu uma entrevista meados de abril falando o seguinte. Tá na Arca, tá, galera? Ó como é que na Arca e no meu canal eu falo as coisas antes. Eu dei essa aula na Arca no dia 24 de abril agora.

E o que eu falei nessa aula? Falei, esse amigo de infância do Trump disse que os democratas iam criar ou inventar uma nova pandemia para poder atrapalhar as eleições de meio de mandato para atrapalhar o Trump. Assim como, segundo ele, eles fizeram em 2020. A tese desse cara é que em 2020 a pandemia aconteceu de propósito para impedir o Trump de se reeleger. Porque aí eles fizeram a votação pelo Correio e na votação pelo Correio os caras teriam feito o maracutaia.

Então a ideia é que tem uma nova pandemia para ter votação pelo Correio de novo, para os republicanos perderem as eleições de meio de mandato e o Trump ficar sem conseguir aprovar leis no Congresso. Então é uma ideia sem fundamento, maluca, mas eu falei isso dia 24, aí o que acontece? Logo depois começa a ranta vírus e é bola.

Aí eu falo, irmão, troço que eu achei que era delírio total, meio que está se concretizando, aí bate uma certa preocupação, né? A gente fica um pouquinho grilado, porque os caras soltam uma parada e você vai vendo que vai se materializando, né? É igual quando o Bill Gates falava, a pandemia de coronavírus, 2015. Falei, ah, não vai acontecer isso, né? Quando aconteceu, eu falei, acho melhor prestar atenção no que esse cara está falando.

Eu até passei a chamar o Bill Gates e o Klaus Schwab, que era o ex-leader do Fórum Clube Mundial, de as pitonisas do mundo atual. Pitonisa é aquelas profetisas que ficavam fazendo as revelações, que tinham as sibilas. A sibila de Kuma, que fez até a profecia do... Circe também era uma sibila, não era? Sim. Aí ela profetizou, está na Eneida, do Virgílio. Ela fala sobre o ano de início da nova ordem mundial.

E aí usaram essa profecia dessa pitonisa de Cuma, que era a profetisa lá do templo de Apolo, em Delfos. E essa ideia, essa frase em latim, Anuiti Chapitis Novos Ordos Secloro, que está na Eneida do Virgílio.

Está na verso da nota de um dólar naquela pirâmide com o olho que tudo vê. Olha só. É. Então é por isso que eu estou chamando esses caras das novas pitonizas aí. O cara fala para cinco anos antes, acontece exatamente o que ele falou. Aí fica aquele debate. Ou ele sabe muito ou ele só conhece a agenda.

são duas coisas aí diferentes, né, que a gente está tentando entender e aí, Vilela, o meu trabalho é sempre esse mostrar o outro lado da informação falar as coisas antes delas acontecerem e ajudar a galera para se preparar

Então, eu sempre tento trazer isso para vocês. Ver o que os poderosos estão falando, o que os poderosos estão fazendo, cruzar os dados, ligar os pontos, o nome do programa, para a gente poder ficar sabendo das coisas antes. Essa que é a ideia, esse que é o interesse. Pois é. Deixa eu ver o que o pessoal tem dúvida aí. Diretor, manda bala.

Daniel, a Vanessa Ribeiro está perguntando aqui. Você acha que esse medo de uma próxima pandemia aproxima as pessoas de Deus de forma verdadeira ou muita gente só procura Deus quando está em desespero? A maioria só procura quando está em desespero, né? Quando está tudo bem, esquece. O problema é que tem os dois casos. Tem gente que só está na igreja quando está tudo bem. Aí se ele tem um problema, ele fica chateado com Deus, ele some da igreja. Tem isso também. Mas a maioria acho que só vai quando está... Obrigado.

pedindo alguma solução para alguma coisa, né? Vai lá, tipo, a porta da esperança, né? É o filho pródigo. É, pródigo, né? Buscando ali, agora deu ruim, eu vou lá buscar, né? Infelizmente, né? Para responder na pergunta aí da ouvinte, a maioria da galera só vai por interesse mesmo e quando recebe o que está pedindo, vai embora, some. Eu há muitos anos estou frequentando a igreja, eu vejo muito isso.

Gustavo No Signal está perguntando aqui. Hoje parece impossível saber em quem confiar. É médico brigando com o médico, jornalista brigando com o cientista. Como uma pessoa comum se prepara para o que está por vir? Pois é, em quem acreditar? Olha, a estratégia é mais ou menos o cerne desse programa, cruzar os dados.

Você tem que pegar as diferentes informações, cruzar e tentar tirar ali o meio termo. É exatamente o que a Bíblia fala. Nos muitos conselhos habita a sabedoria. Então nas opiniões diferentes e divergentes habita a sabedoria ali. Entendeu? Então você tem que ver o que uma mídia de direita está falando, a que de esquerda está falando, a neutra está falando, a mídia nacional, a mídia internacional. Você vai cruzando os dados. Então assim, é bem...

É bem difícil, eu concordo de você entender o que é fato e o que não é, mas quanto mais dados você tiver para cruzar, mais você consegue tirar um fio comum para entender uma constância entre as diferentes opiniões. Aquela velha diferença que os filósofos gregos falavam, a diferença entre verdade e opinião. É difícil de fazer essa separação, mas não é impossível não. Dá para fazer.

O Marcelo bola na rede. Só faltou correndo pra cachorro. Molhado 88. Suado. Suado 81. Suado 88, né? 88. Esses dias eles estavam por aí.

Michael Douglas, meu aluno. Ele está falando aqui. Daniel, papo reto. Qual os maiores erros e aceitos que a gente pode... Quais. Quais. Obrigado pela correção. Que a gente pode aprender da pandemia de Covid caso aconteça uma nova pandemia de ebola. O que aprendemos com a pandemia? Cara, vou tentar falar isso sem os caras acharem que eu estou querendo me vangloriar, mas...

saber as coisas antes, cara. Informação é para o conhecimento é poder. No dia 24 de janeiro de 2020, eu fiz um vídeo explicando tudo mesmo. Literalmente tudo. De onde veio, para onde que ia, o que fazer para se proteger, o que eu estava fazendo. Então, assim, a informação pode ser a diferença entre a vida e a morte.

Então o que eu expliquei? Expliquei, esse vírus já aconteceu antes, em 2003. Ele gera uma resposta imunológica exacerbada no corpo, inflama o pulmão. Isso chama tempestade de citocina. Então é isso que acontece. Dei os exemplos do que o pessoal fez em 2003 para se proteger. E falei, se em 2003 o problema era parecido...

O agente era quase o mesmo. O que deu certo naquela época vai dar certo agora. Então, eu já falei tudo. Agora, então assim, se informar. Saber se informar. Porque quando acontece uma emergência sanitária, entra a questão da saúde pública. E saúde pública é um negócio complicado, porque eles estão sempre pensando em minimizar o dano coletivo.

Só que aquilo que minimiza o dano coletivo nem sempre é bom para o indivíduo. Por exemplo, fique dentro de casa, não pegue sol, não saia na rua. Você fala, cara, e se eu estiver num lugar isolado onde não tem ninguém, no meio do nada? Eu posso pegar meu sol, fazer minhas coisas, fazer exercício físico e ter saúde. Porque às vezes você ficar enfurnado dentro de um lugar, você vai ficar sedentário, vai comer mal, não vai se exercitar, vai ficar depressivo.

A tristeza também afeta o sistema imunológico. Nem sempre é a melhor estratégia. Mas numa estratégia de lidar com as massas, o rebanho, você tem que falar isso. Já que eles não têm a sagacidade mental para poder agir da melhor forma. O cara com febre vai tossir na cara dos outros. Então você tem que falar para o cara, não, meu irmão, fica em casa e tal. Então aprender a entender a diferença do bom senso e da saúde pública.

E também você aprender a ter um lugar para onde você pode ir no caso de uma pandemia, onde você não precisa ficar enfurnado no apartamento, você pode ter um espaço aberto. Vamos supor que você tenha um sítio no meio do nada. Você ali passa tranquilo, passa ali. Você nem sente a pandemia, você só vai sentir na hora de não frequentar um shopping, um restaurante, pedir um delivery e tal.

mas no teu dia a dia você vai estar com a vida ali saudável, né? Então eu acho que a gente tem que... É isso que a gente aprende. Esses detalhes. Papo reto, papo reto. Leandro Moura fez uma pergunta interessante aqui.

Na pandemia, teve muito pastor dizendo que era castigo divino. O que você acha desse discurso? É perigoso misturar doença com punição de Deus? É, eu acho perigoso, só que... Se você crê na Bíblia, a Bíblia fala sobre isso. Fala. Várias vezes que o povo pecou, veio doença.

Às vezes vinha seca, às vezes vinha enchente, às vezes vinha guerra. Mas tem uma situação que... Mas qual é a explicação? Deus permite ou faz ou age? É como se fosse automático. Ele permite. Por quê? Vamos supor que...

o cara está com pressão alta. Aí você fala, para de comer sal. Ele para de comer sal, a pressão melhora. Aí vai ter gente que vai ouvir isso aqui e vai falar, não, Daniel, sal não tem nada a ver com pressão. Eu estou dando um exemplo. Vamos supor que realmente o sal aumenta a pressão. Então...

você começou a comer o sal, vai subir a pressão. Você começou a pecar, a presença de Deus se afasta. Ele sai de perto. Aí quando ele sai de perto, o inimigo chega. Fica aberto. É isso que acontece. Tem uma situação no livro de números, se eu não estou enganado, que os inimigos do povo de Deus contratam um bruxo, um profeta que é o Balaão. Tem aquela história do gimentinho de Balaão.

E o Balaú não consegue amaldiçoar o povo de Deus, porque na hora que ele vai amaldiçoar, na hora que ele vai jogar um feitiço, ele dá um tilt e começa a falar coisa boa, em vez de falar coisa ruim.

E aí os inimigos entendem que o povo de Deus, se eles estiverem andando em santidade, andando ali sem pecar, eles são invencíveis. Então o que eles fazem? Em vez de contratarem um cara para jogar feitiço em cima do povo de Deus, eles chamam umas mulheres sensuais para seduzir os caras. E aí os caras caem lá na gandaia com as mulheres e nessa hora começa a vir uma doença, uma peste ali, uma praga que começa a matar todo mundo.

Por quê? Porque eles abriram uma brecha espiritual e aí as setas do inimigo que não estavam conseguindo entrar, estavam batendo na blindagem espiritual, passam a conseguir acessar. Então, assim, Covid é uma punição? Eu não faço a mínima ideia. Provavelmente não. Mas na Bíblia existem casos em que um povo que está pecando muito, isso gera uma resposta espiritual na forma de doença. Isso existe na Bíblia. Para quem crê na Bíblia.

Bianca Alves está perguntando aqui, você acredita que os governos aproveitam dessas situações de crise sanitária para aumentar o controle sobre a população? Sempre. Sempre porque isso eu aprendo no livro Nosso Inimigo Estado, que ele vai dizer que de tempos em tempos acontecem crises, e sempre que acontecem as crises, o sistema aproveita para, em nome de oferecer paz e segurança,

abocanhar mais uma parte do poder social e aumentar o poder estatal. Isso é padrão, isso é controle, é uma palavra-chave hoje. Tudo que a gente está vendo de mudança no mundo hoje é para controle. Vem tudo com uma aparência de um paraíso tecnológico, mas, na verdade, o que está sendo implementado, na minha visão e de muitos autores, é uma prisão digital.

Daniel, do Vida Real OFC, Vida Real Oficial. Beleza. Daniel, depois de estudar tanta tragédia, pandemia e sofrimento humano, o que ainda te dá esperança no futuro?

Pois é, é uma coisa que eu ia te falar. É boa. Você está tão enfurnado em tanta coisa ruim, ficar vendo só notícia ruim. Como você espairesse? É, dá uma... Surf e eu sei que... Surf, né? Agora eu entendo o que você surfa, né? Acho que eu mandei alguma imagem aí. Ô, diretor, a gente está devendo a imagem do surf aí, hein? Eu mandei para o André, eu acho.

A gente solta a imagem ou espera para a gente lançar um episódio Não, solta no final O pessoal está esperando no final, quem tiver até o final vai ser premiado Uma na piscina e uma no mar para o cara achar que eu não sou sofistado Ah, mas na piscina também é tudo controlado Aí até minha avó Outro dia o cara quase quebrou o pescoço Eu vi, aquele cara todo estoura Teve esse da testa, teve um cara que bateu de cabeça Isso aqui é que eu surgi lá

Não, mas você vai surfar com orientação dos melhores professores que tem, né? O senhor fala, o cara quase quebrou o pescoço ou tomou a prancha na cabeça? Não, mas era na zona mais graúda. Ah, tá, porque eu fui lá, cara, o cara com um corte absurdo aqui, velho, na testa. Que a quilha pegou, né? A quilha. Ele quebrou a quilha com a testa. Nossa, mano. Arrancou a quilha da prancha. Feio. É, complicado. Aí você não sabe o que aconteceu comigo, Vilela, agora, já que você falou da piscina. Eu... Eu fui sair de uma onda...

por cima assim, sem querer eu dei uma ajoelhada no meio da prancha, aí afundou um pouquinho, né? Aí mandei pro conserto. Aí o cara tirou toda a parafina, consertou, ficou maravilhoso. Aí eu cheguei lá na piscina no dia seguinte que eu peguei a prancha, no tempão, passando parafina. Aí tô sentado felizão na piscininha, esperando vir a onda, passou uma onda assim, balançou, o cara de trás enfiou o bico dele no fundo da minha prancha. Abriu um buraco desse tamanho. O quê?

sentados, os dois sentados esperando a onda. Só que na hora eu não percebi, ainda pedi desculpa, porque bateu na... Falei, pô, desculpa aí, bateu na tua prancha. Como assim, cara? Bateu de baixo? É, imagina assim, ó, eu tô sentado na minha prancha com o meu bico pra frente. Ah, entrou? É, na hora que a onda fez assim, o bico dele veio embaixo da minha prancha.

Pô, é tão frágil assim, uma prancha? É muito frágil, cara. Sabia não. É muito frágil. Aí eu não tinha percebido, eu percebi só quando eu saí da água. De epóxi não é melhor? De epóxi é que quebra da mesma forma. Quebra da mesma forma. Porque tem a laminação, né? E aí, o que aconteceu? Eu surfei uma vez só, já tive que mandar para o conselho de novo. E eu não lembro quem foi, senão eu tinha cobrado dele o conselho, né, pô? Então, só para dizer que acontecem problemas maiores e problemas menores. Mas além do surf, o que você fez?

Então, além do surf, cara, é eu saber que a Bíblia está se cumprindo. E a Bíblia não fala que só coisas ruins estão se cumprindo. A Bíblia diz que o apocalipse não é o fim do mundo, é a vitória de Jesus sobre as forças do mal, vitória sobre a morte, as doenças, enxugar toda a lágrima. Então, quando eu olho a parte ruim do apocalipse se cumprindo, eu sei que a parte boa também está se cumprindo. Então, isso me dá um ânimo.

de saber que a Bíblia é real e o que ela disse que vai acontecer está acontecendo. Então isso me dá uma garra, entender que o problema é grande, mas isso já estava escrito e é o sinal de que a redenção está chegando. Pois é. A minha esperança vem daí.

E a tua esperança, vem da onde? Da próxima pergunta. Muito obrigado, meu querido. Ele estava pensando, né? Ele olhou e falou, e agora que corresponde. Ele falou, do Daniel é Jesus, é minha conta. Daniel, teve alguma coisa absurda que você viu na internet espalharem sobre o ebola?

Coisa absurda? Ah, deve ter saído já. Fotos... É, não. Quando ele falou coisa absurda, imaginei assim teorias absurdas. Ah, tá, tá, tá. Acho que a teoria que parece ser mais absurda é que o ebola foi geneticamente modificado para propositalmente gerar uma nova pandemia. Por isso que ele está se espalhando tão rápido conforme aquele gráfico que a gente viu. Espero que isso seja uma coisa absurda e não uma realidade.

Porque nós sabemos que pesquisa de ganho de função é algo que é real, que é quando você dá capacidade para um vírus que ele não tinha ainda, tornando ele mais fácil de ser espalhado e mais poderoso na hora de matar alguém.

Deus queira que seja apenas uma teoria absurda. Eu estou nessa torcida. Porque, na verdade, o que eu faço, é o que eu chamo de lógica do seguro. O que é? Espere o melhor, mas prepare-se para o pior. É o que eu faço, inclusive, como empresário, eu penso sempre assim. Exato.

A gente espera sempre pior. Tem que estar preparado. Tem que ter uma reserva. Espero melhor, quer dizer. Espero melhor, mas prepare o pior. Tem que ter uma reserva, um segurozinho. Não ficar dando sopa ali. Exatamente. Então, vamos supor, uma coisa real que aconteceu comigo.

Eu dava aula em Macaé, na Federal do Rio de Janeiro, na licenciatura lá. Eu dava aula. É 2000 e... Deixa eu ver, meu filho não tinha nascido ainda. Ah, eu não morava em São Paulo, então foi antes de 2014. Deve ter sido 2010, 2011. Eu dava aula lá.

Aí eu parava o carro num lugar que, na minha opinião, na minha leitura, era tranquilo. Porque pra mim, Macaé era um lugar seguro comparado com o Rio de Janeiro. E aí um dia um aluno me viu passando na rua ali e ele falou, o professor, não vem por essa rua não, cara, ali é perigoso. Eu falei, sério, cara, que tá perigoso? Ele falou, é, tem assalto direto. Eu falei, mas você já foi assaltado? Ele falou, não. Eu falei, mas como é que você sabe? Ele falou, não, quem assalta é meu primo.

Eu falei, pô, passa a minha foto pra ele. Ah, não, cara. Então eu falo, passa a minha placa e... É, pô, fala pra ele que eu te dei uma nota boa aí e tal, que eu sempre te tratei bem. Se falta aula, eu não te dou falta. Pede pra ele, fala, ó, o cara com cabelinho branco e tal. Pede pra não assaltar, pô. Aí não, não, beleza.

Vou falar com o meu primo. Mas por que eu contei essa história? Eu achava que era tranquilo ali. Então você vê, uma falta de informação me deixou debaixo de um perigo que eu nem sabia que existia. Que poderia me dar um prejuízo grande. Mas aí eu solucionei isso passando minha foto para o aluno. E aí nunca? Nunca, aí não teve problema. Ele falou, agora pode. É meu primo. Eu falei, pô, então eu vou continuar parando ali e você só pede para o cara não me assaltar. Fala para pegar o próximo. Né não?

Dá uma moral. Então, espere o melhor, mas prepare-se para o pior. Eu não tinha condição de me preparar para o pior ali, porque eu não sabia que tinha perigo. Então, falta de informação. Às vezes é o problema entre a vida e a morte, como a Bíblia diz em Oséias 4.6. Meu povo é destruído porque falta o conhecimento. Pois é. Mande diretor.

Deixa eu ver de quem é a pergunta, a Patrícia Moura está perguntando aqui, conheço muita gente que perdeu completamente a fé durante a pandemia de Covid, o que você diria para essas pessoas que perdem a fé em Deus diante do sofrimento grande? Então, tem um livro que foi escrito só por causa disso esse livro foi escrito pelo C.S. Lewis é claro que eu vou falar a minha opinião, mas eu quero sugerir o livro antes

O livro se chama Cristianismo Puro e Simples, em inglês acho que é Mere Christianity. Esse livro, Cristianismo Puro e Simples, ele foi escrito porque depois da Segunda Guerra Mundial, muitas pessoas ficaram céticas também com relação a Deus, diante daquele tamanho de sofrimento e maldade que eles viram ser realizado.

E aí a BBC de Londres chamou o C.S. Lewis, que era um professor de Oxford, um cristão, para ele fazer uma série de episódios na rádio BBC de Londres, explicando como a gente pode continuar acreditando em Deus diante de um cenário como esse. Então, infelizmente, a gente vive num mundo...

que é um mundo caído, segundo a teologia bíblica, um mundo em pecado, um mundo em que o homem pecou, e quando o homem peca e ele opta por ser rebelde, ele atrai um monte de coisa ruim para ele. Então, antes do pecado não tinha morte, não tinha nada disso. Então, a gente vive nas consequências.

de um mundo caído. Agora, quem conhece a Bíblia sabe que guerras, rumores de guerras, calamidades, maldades, maldades com criança, maldade com inocente, é algo que sempre aconteceu e está programado para acontecer. Mas o que a gente sabe pela Bíblia é que tudo que é feito...

vai ter a sua resposta. Quem semeia a morte vai colher morte, quem semeia a vida vai colher vida. Então está chegando, eu creio como cristão, o dia do juízo final, que é quando quem fez o certo vai ser recompensado e quem fez o mal vai ser punido.

Então, quem planta colhe. Então, todas essas calamidades já estavam programadas nas Escrituras. Então, não deveria surpreender um cristão que conhece a palavra. Então, Deus não nos promete que a gente vai ficar intocável, mas ele diz, aquele que creia em mim é que morra viverá. Então, é essa esperança que eu digo que eu tenho dado. Dentro do que eu creio, tudo isso faz parte do plano de Deus.

Fernanda Lopes está perguntando aqui, Daniel, com todas essas notícias, qual é a parte que mais te preocupa de verdade? O vírus em si ou o medo coletivo nas pessoas? Não, na verdade não é nenhum dos dois, não é o vírus em si nem o medo coletivo. O que mais te preocupa é quando há um interesse de que haja um caos.

Quando você sente que estão forçando a barra para que haja uma nova pandemia, que é o que parece que está acontecendo, né? Porque uma hora eles falam do rantavírus, aí não deu certo, aí agora fala do ebola, daqui a pouco eles vão falar do marburg, varíola, nipavírus. Você fala, irmão, para que está feio, né? Você está querendo forçar a barra para ter uma pandemia? Então, isso que eu fico preocupado, não é com o vírus nem com o medo das pessoas, é quando eu percebo que existe uma vontade que haja...

o caos, aí que eu fico preocupado e olhando para ver o que vai acontecer e o que a gente precisa fazer para se proteger. Daniel, como pastor, você percebe que essa pandemia faz as pessoas acreditarem mais ainda no fim do mundo e nas profecias bíblicas?

Então, durante a pandemia, principalmente por causa do lockdown, que a galera ficou presa dentro de casa, muita gente começou a consumir conteúdo cristão, né? E encontrou nesses conteúdos cristãos ali, conteúdos religiosos de outras naturezas, encontrou ali a sua esperança. Então eu creio que se para muitas pessoas foi um motivo de perder a fé, quando você viu ali a perda de um ente querido, no meio daquela situação terrível em que a gente não podia...

nem visitar a pessoa no hospital, era uma coisa horrorosa. Teve gente que foi enterrada sem velório, sem nada, aquilo ali realmente foi lamentável. Mas, apesar disso, muitas pessoas usaram essa situação para se reaproximar de Deus.

Acaba sendo uma situação aí que às vezes até favorece. Muitos influenciadores hoje cristãos bombaram nessa época, né? Acho que até o Lamartine, ele cresceu nessa época. A gente. O pastor André Fernandes aí, que a gente vai gravar com ele também. Acho que cresceu muito nessa época. Então, porque era uma palavra de esperança e meio caos, né? Isso era muito bom.

Diego Nascimento está perguntando aqui. Vejo muita gente falando que esse vírus foi criado em laboratório. Qual deles? O ebola? Você acha que essa teoria ainda é possível? Ou já está batido o martelo que veio dos animais? Isso que é interessante. Pode ser as duas coisas ao mesmo tempo.

Porque às vezes o vírus veio do animal, mas alguém melhorou um pouquinho o vírus ali e deu a ele uma capacidade que ele não tinha antes. O que a gente sabe, isso é fato com relação ao coronavírus. Nós sabemos que havia pesquisa de ganho de função lá acontecendo no laboratório de Wuhan, né? Então, às vezes as duas coisas são verdade. O vírus é natural, passou do bicho para o homem, mas alguém foi lá e com a pesquisa de engenharia genética fez um ganho de função no vírus.

O cancelado... O que você está rindo? Do nome do nosso querido membro. Qualquer. Cancelado em Pânico. Na pandemia anterior, quem fazia qualquer pergunta já era chamado de negacionista. Você acha que dessa vez a mídia vai abrir mais espaço para debate? Não. Vai ser até pior, eu acho. É? Vai ser pior. Porque agora tem e-mails de você rastrear muito mais fácil quem está falando o que o sistema não quer que seja falado. Acho que vai ser pior.

Por aqui foi, infelizmente. Olha lá, foram buscar então o vídeo. Toca aí, diretor. Esse é você mesmo? Como a gente vai saber que é você? Vamos ver se aparece. Dá pra ver que é muito de perto. Olha essa onda. Quantos pés, você acha? Ah, isso aí é pequeno. Tinha um metro só. Um metro só? É porque a Itacoatiara é muito tubular. Ah, cara. Dá pra ver que sou eu. Olha lá, minha careca. A carequinha aparecendo. Acho que tem na sequência.

Se você deixar, tem mais uma onda. O visual. O videomaker é bom. Cara, onde é isso? Olha esse visual. Itacoatiara, Niterói.

Capa de caderno da Tilibro, pessoal. Exato. A gente tinha que falar da revista Fluir, né? Não, ainda é capa de caderno da Tilibro. É, viu? Dá pra ver que sonhou. Rapaz, água fria? Não, cara. No Rio, a água é fria, mas como eu tô acostumado já, não é tão frio. Mas lá é mais friozinho. Mas eu agora sempre sufro com uma roupinha dessa. Às vezes eu passo calor, né? Eu fui passar com a Rema aí, semana passada passei um calor, meu irmão.

Me arrependi de ter ido com a roupa. Pois é. Calor terrível. Então aí, para quem não acredita no próximo, você pode confiar no próximo. Eu não disse que eu surfava? A da piscina está aí também ou não? Mandei a da piscina.

Piscina, cara, como explica uma coisa? A água da piscina tem uma densidade diferente da do mar. O surf é diferente também? É diferente. A prancha tem que ser... No meu caso, que me considero um cara pesado, outro dia o cara falou para mim, não, porque eu sou muito pesado. Eu falei, você pesa quanto, irmão? Ele falou 88. Eu falei, rapaz, está maluco? Eu peso 98. Sério? 98. Para você, então... Para mim, a prancha tem que ser... Eu uso uma prancha mais grossa normalmente, mas na piscina tem que ser mais grossa ainda. Por quê? Porque não flutua muito.

E rema muito na piscina. Cansa pra cá. Você tá sempre remando pra lá e pra cá, pra lá e pra cá. Olha lá. Qual a altura máxima que dá pra pegar um tubo lá? Cara... Eles fazem ronda maior do que essa? Eu achei que tava em câmera lenta. Essa câmera lenta fica bem mais legal, né? É. Consegue botar, diminuir não, metade aí a velocidade? Porque assim fica... Não, mas já tá legal, né? É.

Ele gosta de ficar na sombra, você viu? Ele não quer pegar sol. É. Fica na sombra do... Na sombria. Ó, Vilela ali, cara... Por exemplo, essa onda que é a maior que tem na piscina, eu tenho 1,76m. Ela é um pouquinho maior do que eu. Então, dentro do surf, ela seria uma onda de meio metrão, um metrinho, que a gente chama.

Um metro. Mas é um tamanho que dá pra brincar. Pô, muito. Mas existe piscina de onda que os caras conseguem fazer onda maior? Até onde eu sei, não tem. E parece que hoje ainda é como se fosse economicamente inviável. Você gastar muita energia pra fazer uma única onda. Eles preferem gastar menos energia e soltar 10 ondas, entendeu? Até pra você ter uma ideia.

A onda normal que eu surfo na piscina, que é o avançado 1 ou intermediário 2, ela vem em 10 ondas por vez. Agora, essa onda do tubo, como ela gasta muito mais energia, são só 4 por vez. Então, acho que se fosse uma maior, o cara ia soltar uma de 10 minutos. Entendi. E aí, acho que molha a máquina lá dentro, que balança muito a piscina quando você puxa muita água. Então, não existe uma piscina ainda com onda grande.

Não conheço. Se existe, eu não conheço. Parece que o investimento não vale a pena. Você botar muita energia numa única onda. Quem sabe no futuro aí... Vai ter. Vai ter. Não vale a pena colocar sal na água?

Não sei, às vezes vale. Eu não sei como é que é para... Se isso corrói as máquinas. Ah, é. Tem essa também. Eu não manjo dessa... Do maquinário. Você já surfou à noite? Direto. Surfo direto. Porque vem campeonato, os caras ligam as luzes e os caras surfam à noite. Surfam à noite, tranquilo. E para enxergar, cara.

É, moleza, pô. É? O olho acostuma, né? Não, no meu caso, que eu não uso lente, né? Eu tô pensando em começar a usar lente. Porque teve um dia que eu fui surfar à noite na piscina, tava... Ah, na piscina. Tu falou no mar. No mar, não. Ah, no mar eu já surfei à noite no arpoador, né? Arpoador tem iluminação, dá pra surfar legal.

Mas na piscina é mais controlado, né? Claro, claro. Mais cegado. Já surfei à noite. Você falou que vai ter que fazer o quê? Colocar? Botar uma lente, né, cara? Porque um dia eu fui surfar à noite, tinha uma neblina, mas não estava enxergando legal, não. Porra. Atrapalhou bem. Tá. É. Aí está fazendo falta.

Sobre o assunto então, Daniel, fechamos? É, fechamos, é só a gente ficar atento. E aí qualquer novidade também. Estão querendo forçar um medinho aí, então muito cuidado com isso, porque a galera fala assim, Daniel, você está querendo botar medo nas pessoas? Muito pelo contrário, eu estou te mostrando que o sistema está querendo botar medo e eu estou tentando interpretar o que eles querem com esse medo. Esse que é o nosso objetivo aqui.

Então nunca vou querer botar medo em ninguém, muito pelo contrário. Eu quero te ajudar a se proteger sabendo as coisas antes. Entendi. E vamos fazer aquilo, né? Muita gente falou aí de fé, de esperança, se aumenta ou não. Alguém pode estar passando algum momento de dificuldade. E assim como a gente faz em vários episódios, fazer uma oração para quem está em algum período ruim e precisa da ajuda de Deus. Vamos lá.

Senhor Deus, nós te agradecemos, Pai, por essa conversa, pela nossa vida, pela nossa saúde, glorificamos a Ti por tudo. Mas sabemos, Pai, que sem Ti nada podemos fazer, mas a Tua palavra diz que em Ti somos mais do que vencedores. Por isso, Pai, nesse dia, nesse momento aqui, eu te peço a Deus, venha com o Teu Espírito Santo nos convencer do pecado, da justiça e do juízo. Lava-nos com a água da Tua palavra, purifica-nos com o fogo do Teu Espírito, porque nós queremos que assim como a corça, se anseia por águas, nós anseamos.

ardentemente, ó Deus, pela revelação da tua palavra. Por isso eu te peço, ó Deus, vá visitando as famílias necessitadas, vá visitando as pessoas que estão em angústia, que estão ali em luto, que estão lutando contra enfermidades. Derrama cura, Pai, do corpo, da alma e do espírito. Vá trazendo sinais, prodígios e maravilhas. Envia o teu anjo, Pai, para tocar essas pessoas que eles recebam o teu toque.

que assim como a mulher do fluxo de sangue, que quando tocou o Senhor recebeu de ti poder, recebeu de ti cura. Assim nós profetizamos também, Pai, que em espírito as pessoas consigam tocar em ti e receber virtude a partir de ti, Pai. Venha curando, Pai, enfermidades do coração, enfermidades, Pai, das juntas, enfermidades neurológicas, enfermidades circulatórias, Pai. Eu te peço, em nome de Jesus, restaura colunas, coloca no lugar a coluna, em nome de Jesus.

E eu te peço, Deus, restaura as emoções, tira toda a raiz de amargura, toda a depressão, toda a síndrome do pânico, Pai, e eu te peço, traga a alegria do Senhor, que é a nossa força, aquela alegria que excede todo entendimento, assim eu declaro e profetizo em nome de Jesus. Amém. Amém. Amém. Agradecer demais, Daniel, agradecer você que esteve aqui com a gente até agora, né, Luciano? O pessoal não deu o like que tem que fazer agora.

Por favor, dá o like, se inscreve. Tem muita gente que assiste e não é inscrito. Exato, isso ajuda demais o canal. Se inscreve no canal para a gente chegar em 6 milhões aqui, que a gente já bateu 4 milhões no canal de cortes. Também se inscreve lá no canal de cortes, sempre saindo pelo menos 30 cortes por dia, vários trechos e você ajuda o canal também.

Indo para a Arca, como funciona a Arca, Daniel? Tem algum tipo de promoção ainda ou não? Está tendo. Na verdade, termina hoje a promoção. Então, 40% de desconto para você vir estudar comigo. O que você vai estudar? Geopolítica, educação financeira.

empreendedorismo, ou como acumular patrimônio, relocação estratégica, que é onde você tem um local seguro para você sair da cidade se precisar, e a teologia também, que é saber para onde você vai. Então, além disso, lá dentro da ARCA a gente tem o livro Relocação Estratégica Brasil, um e-book de 330 páginas mostrando para você os lugares mais seguros no Brasil, dentro de cada um dos estados brasileiros.

E você ter a oportunidade de acessar e praticamente com leve dois, pague um. Você vai pagar 40% de desconto, garantindo duas anuidades. Então, pegar ou largar, último dia, é só clicar no link que está aqui embaixo, aí na descrição do vídeo ou qualquer vídeo meu lá no canal do Dan Lopes. Todos eles têm o link ali para você poder acessar.

Tá certo, tem link na descrição, QR Code na tela e a gente também faz um comentário fixado aí depois com você que é um bom garoto e vai fazer a relação de todos os livros e filmes e séries que falamos aqui, que sempre tem um cara bom que faz isso. E aí a gente pede aí para o pessoal, vocês nem sempre lembram, às vezes sou eu que tenho que fixar, mas fixem o comentário da primeira pessoa que fizesse esse...

esse comentário com todos os livros. Tem gente até que coloca o tempo ainda que a gente está falando. Aí é mais trabalho ainda. Se você puder fazer isso para a gente, a gente vai fixar seu comentário, vai todo mundo curtir e falar cara, valeu, valeu amigo, você é um amigo. É isso? O que o pessoal escreve... A galera da nossa comunidade manda bem demais. Manda, manda bem. O que o pessoal escreve nos comentários, tem várias ideias hoje, para provar que chegou até o final desse papo.

Escreve aí, capa da Tilibra. Capa da Tilibra. Não só para provar que chegou no final, mas que você descobriu. Exato.

E se você já surfou, viu o Daniel surfando, escreva também a sua experiência aqui embaixo, porque eu ainda não tive e terei e direi para você se ele é um bom professor de surf. Não é IA. Não é IA. Eu como é a longboard. Vou lá experimentar as... Vai ser um prazer. As águas.

É quente lá ou na água é normal? Não é aquecida não. Não, pô. Nessa época agora tá frio. Aí já desanima. Botar uma roupinha de borracha mais importada. Eu tenho a roupinha de borracha, mas dá uma preguiça de colocar. Eu gosto que o clube fica vazio. É verdade, né? Vai pouca gente. Então talvez eu vou lá só no verão. Fazer uma figuração, né? Valeu, gente. Fiquem com Deus. Beijo no Cotouveletial. E que bom que vocês vieram. Dá o like. Se inscreve no canal. Valeu. Fui.

Opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.

Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.

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