1847 - NAMORO E CASAMENTO CRISTÃO: SARAH SHEEVA E CASAIS
SARAH SHEEVA é pastora. Ela vai bater um papo sobre como manter um casamento saudável e duradouro, com depoimentos de muitos casais felizes e radiantes. Já o Vilela me proibiu de fazer piadinhas com ele sobre o tema.
- Relacionamentos e CasamentoImportância da amizade antes do namoro · Diferença entre paixão e amor · O papel da fé e da identidade em Deus · Escolha de parceiros com propósitos alinhados · A importância de não se apressar no relacionamento · O valor da virgindade e da pureza · Lidar com o passado e as memórias · A influência do lar de origem nos relacionamentos
- Desafios nas amizadesAmizade como base para o casamento · Conhecer o outro sem interesses românticos · A importância de não se apressar no relacionamento · O homem como conquistador de algo valioso
- Honra e comunicação no casamentoCompartilhar tentações e medos com o cônjuge · A amizade como base para a intimidade emocional · A fidelidade como um pacto de fé · O papel do cônjuge como sacerdote e conselheiro
- Superando a incredulidade e a desistênciaA identidade em Deus como base para o recomeço · A pureza como um presente, não uma perda · O perdão divino e a chance de um novo começo · Lidar com memórias e tentações
- Relacionamentos e PrioridadesA esposa como presente de Deus · O homem de Deus busca Deus, não a mulher · A importância de testar o parceiro e os princípios · Valores inegociáveis e a construção do casamento
- NeurodivergênciaLidar com TDAH e outras neurodivergências em relacionamentos · A importância do autoconhecimento e amor próprio · Aceitar o parceiro com seus defeitos
- Matrimônio em crise contemporâneaCasar rápido para não pecar · A exceção de casamentos rápidos bem-sucedidos · A responsabilidade sobre o aconselhamento dado
- Cinema e CulturaO padrão do 'bad boy' e da 'menina boazinha' · A atração por pessoas perversas e a falta de amor próprio
Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Sou o Rogério Vilela e está começando mais um Inteligência Limitada. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais cristã do que a minha do que a sua. De 0 a 10, quanto sua vida é cristã?
Olha, eu acho que tá ali entre 8, 9... 9.2... É, 0.000... 8, 9... Agora você vai ficar roubando piada, é isso? Sempre que tiver oportunidade, eu vou roubar essa piada. A piada é minha, tá? Fique claro, aí se não daqui a pouco eu faço essa piada, fala, é do Homer essa. Pois é, né? Ô, Homer, você que tá com frio, que tá com uma blusa aí, né? Fale pro pessoal, não tá com esse frio todo aí que você tá vendo. Olha... Ontem o Lenny tava de toca, cara. Rapaz!
Parecia aqueles caras que ficam com o carrinho de supermercado na rua falando sozinho, sabe? Ele parecia aqueles caras. É a vida mesmo, não sei o quê. Tem que parar com esse negócio e vai andando sozinho. Será que hoje também eu estou nesse time? Se eu tivesse de touca, sim. E aquelas luvas furadas, sabe? Toda furada. Só as pontas dos dedos de fora.
Fala, Homer, como vai ser a participação? A gente precisa muito da participação com perguntas e dúvidas e comentários. É isso aí, hoje nós teremos uma live supimpa, então já deixa o seu like, se inscreva no canal, torne-se membro e também compartilha esse vídeo, já vai esquentando essas perguntas. É isso aí, então já manda agora, porque do meio pra frente a gente vai perguntando aqui pro pessoal, escolhendo as melhores de vocês.
Hora do pessoal se apresentar, lembrando que vai ter uma troca de cadeiras aqui muito intensa, né? É isso aí. São vários casais, vamos ter troca de casais, é isso? É isso aí.
num episódio cristão é melhor a gente não utilizar esse termo é, com certeza mas é uma troca de posição tá piorando a gente vai ter um revezamento
Revisamento de convidados. Revisamento de convidados, tá? Não é troca de casais, é revisamento de convidados. Então, vai entrar gente, vai sair gente. A Sara sempre fica com a gente e vai apresentando todo mundo e vai explicando por que essas pessoas estão aqui. Então, vamos começar pela Sara. Ô, Sara, fala lá por que você sugeriu esse episódio e por que essas pessoas que você me indicou, que eu estou muito feliz com a sua seleção.
Olha, em primeiro lugar, muita alegria de estar aqui mais uma vez com você, Vilela, que abre o seu podcast para a gente falar de valores, princípios, coisas que são tão importantes na nossa geração, no nosso tempo, um tempo que tem tanta destruição, tantas pessoas infelizes, tantas pessoas perdendo a vida e até mesmo com depressão, suicídio, por conta de decepções amorosas. Então, esse é um episódio que...
No meu coração, eu desejo contribuir para que vocês conheçam pessoas que já são casadas e que viveram o que eu ensino. Todo o meu ensino é baseado para o período de antes, baseado na Bíblia, para o período de antes de casar. Mas hoje eu trouxe convidados que já estão vivendo o período de depois.
E que estão vivendo o período de depois felizes. E que fizeram tudo o que eu falo para vocês fazerem. Que o pessoal fala, isso é uma utopia. Não existe namoro começando sem beijo na boca. Não existe isso de namorar sem fazer sexo. A maioria não acredita que isso seja possível. Então nós trouxemos aqui hoje casais e principalmente homens para testemunhar. E dizer se é possível ou não. Se eles conseguiram ou não.
Se eles conseguiram casar sem nunca ter provado do bolo antes da festa. Entendeu? Ah, bolo! Entendi. Entendi. Ou seja...
Hoje nós estamos aqui para falar desse assunto que eu acredito que seja um assunto importante para o nosso tempo. E é um tabu, né? É um tabu. Pouca gente fala disso. E é um assunto que, assim, quem não é cristão, quem não é conservador, despreza totalmente. Mas as pessoas cristãs e que querem obedecer a Deus e que são conservadoras, geralmente essas pessoas estão tendo dificuldades.
É um problema para essas pessoas, porque elas não se encaixam, não encontram testemunhos. Elas acham que não existe. Eu queria ter trazido também mais um casal que acabei não conseguindo trazer, mas eles vão em uma outra oportunidade, que eles namoraram, noivaram e casaram durante três anos e deram o primeiro beijo no altar. Depois de três anos. E eu fui no casamento deles e filmei o primeiro beijo. Você fez isso? Fala comigo.
Você fez isso? Não, isso é muito. Quanto tempo você ficou namorando antes de casar?
ele nessa minha linda. Namorando, noivando, quanto tempo você enrolou a sua digníssima? Não faz isso com ele, coitado. Quatro anos. Vocês se beijaram? Claro, ele não tinha entendimento. A maioria das pessoas não é ensinada sobre isso, porque é uma cultura do mundo que entrou dentro das igrejas e que a gente abraça essa cultura. E a gente precisa restaurar a nossa cultura segundo a Bíblia. Beijo na boca é preliminar pra sexo.
E o beijo na boca faz você se apaixonar antes de conhecer o caráter. Mas o pessoal faz o contrário no casamento, né? Beija e transa antes. E no casamento já não beija mais o casamento. Esse é o processo. Agora já não tem mais. Esse é o processo, porque se você beija, muitas pessoas que não combinam com você vão combinar com o beijo. O que a Fabi tá rindo lá atrás, hein? Não foi indireta pra você não, Fabi. Você tá rindo?
pessoas que não combinam pro convívio podem combinar num beijo. Então, quando você começa pelo beijo, você automaticamente combina no beijo, você ignora, por exemplo, todo o mal-estar que vai ser conviver com aquela pessoa. E aí você vai morar junto, depois de casado, vai dividir a casa e começa a ficar insuportável.
Mas o beijo não era bom, só que o beijo não sustenta. Mas, cara, a gente já está entrando no assunto. Eu queria que eles se apresentassem primeiro, então. Vamos lá. E aí eu já tenho várias dúvidas aí, várias perguntas, porque eu estou nessa daí e eu quero saber como vai ser daqui para frente. Quer começar você? Então, aqui, ó, tua câmera, se apresenta para o povo. Eu sou Johnny Gandra, eu sou pastor, terapeuta e casado com a mulher mais linda do mundo, que é a Thalita Gandra.
Sou apaixonado por ela, mas ela não começou assim, né? Ela não começou apaixonada por mim, não.
Ele vai contar, você vai contar essa história. Que maravilhosa a história. A sua câmera aquela? Eu sou o Nelson Junior, casado com Angela há 28 anos. A única mulher de toda a minha vida. A única, que falou em beijo na boca, a única boca que eu beijei em toda a minha vida. Nossa! Tá livre também. Nunca beijei outra, né? Nunca flertei com outra. Então, a Angela foi a única mulher da minha vida.
Somos Pai Jana Carolina e Milena. E foi justamente por conta da minha história que eu me senti um extraterrestre na minha adolescência, porque fiz uma escolha diferente dos meus amigos. Em 2010, nós começamos um movimento chamado Escolhi Esperar, que era a história da minha própria vida, para ajudar outros adolescentes e jovens que queriam se preparar para o casamento. E para minha surpresa, o Escolhi Esperar viralizou. Acho que foi uma das primeiras coisas evangélicas, alguns dos primeiros temas e perfis que viralizaram na internet. Em 2010, é logo ali atrás.
Mas era naquele momento o Orkut que estava terminando. O Twitter estava surgindo nos Estados Unidos, no Brasil. E nós não tínhamos Instagram, WhatsApp, nada disso tinha. E aí o Escolha Esperar explodiu, porque tinha o Trend Topics, que era o que pautava a imprensa naqueles dias. E aí não tinha influenciadores, não tinha lives, não tinha nada disso. E o Escolha Esperar era um tema que por si só era muito sugestivo. Então a gente ficava, às vezes, dois, três dias no Trend Topics Brasil.
E foi com essa temática que a gente, por conta da nossa história, da minha história, a minha e de Ângela, a gente hoje, desde então, temos tentado ajudar os solteiros nessas temáticas aí que a pastora Sara falou. Mas, Vilela, a gente também viu, começamos a escolher a esperar, na verdade, por conta dos casados. É? É, porque até ali, eu e Ângela, nós trabalhávamos com pessoas casadas e víamos que não tem faculdade para casamento, né? Não.
Ninguém está preparado para casar. Ninguém é treinado para casar. E quando atendimos os casados, quando vinham em crise conjugal e matrimonial, nós percebemos que todos os problemas no casamento que eles estavam tendo, ali 80% do problema no casamento teria sido bem resolvido se eles tivessem sido bem orientados quando solteiros. Porque, na verdade, os comportamentos... Tudo começa lá?
Tudo começa no tempo de solteiro. O tempo de solteiro é a semeadura que a gente leva para a vida de casado. Faz muito sentido. É, porque no casamento, quando a gente casa, a gente não muda, né? Só muda o estado civil, mas a pessoa continua mesmo com todas as suas tranqueiras, com todos os seus defeitos. E as pessoas se casam pelo mesmo motivo que elas se divorciam.
A paixão. Elas se casam porque estão apaixonadas, mas quando a paixão passa, também é um motivo que elas acabam se divorciando. E a paixão passa. A paixão passa. Ela é feita para passar. Ela é um coquetel hormonal que é feita só para conectar as pessoas. A gente vai falar dessa diferença entre paixão e amor. E eu acredito que o amor é uma escolha. É mais uma escolha do que um sentimento. Você escolhe amar uma pessoa. Isso. Eu estou muito alinhado com o que você fala, que eu transmito mais ou menos assim. A paixão é aquilo que você sente.
O amor é aquilo que você faz. O amor são atitudes. O amor é servidor, né? É verdade. Você ama servindo. Então, quando você está se relacionando, você está servindo ao outro. Quando você para de servir no casamento, a paixão acaba, o desejo acaba.
Eu gostei de um comentário aqui. Esperar para beijar virou desculpa para os feios. O cara não consegue beijar e falar, não, não, eu estou esperando o casamento. Não, às vezes é só porque é feio. Só hora vai chegar. Só hora vai chegar, mesmo para os feios.
Chegou a mim, eu sou a prova exa disso Ah, você não é feio Eu casei com a gata Não, você não me conheceu antes Quantos quilos você engordou? Eu brinco que a Angela, minha esposa Ela comprou na planta? Na planta, era só mato Ela fez um investimento Era só mato Só pra você ter uma ideia, eu era 30 quilos mais magro Do que você tá me vendo hoje Eu era só pele e osso Eu não pari de fora, só tinha cabeça
boneco de Minecraft eu era um vale de ossos secos eu era uma coisa muito feia eu era tão feio, tão feio que quando a gente tava seis meses de namoro um dia ela olhou assim pra mim e falou assim você sabe o que eu achei bonito em você? ou seja, ela levou seis meses pra achar uma coisa bonita em mim e ela falou que era até que ela achou algo bonito o que foi Angela? ela falou assim, o cílio dos teus olhos eu falei que eu falei eu falei que eu falei eu falei que eu falei eu falei que eu falei eu falei que eu falei eu falei que eu falei eu falei que eu falei eu falei que eu falei eu falei que eu falei eu falei que eu falei
Então esse era o meu nível de beleza. Ela procurou... Procurou, né, Homer? O cara aqui não é, aqui não é. É os cílios. É os cílios dos seus olhos. Então assim, é bom que eu já tô até cavando. O branco dos seus olhos são lindos. Pastor Assara, já tô até cavando o pênalti pra um dia, quem sabe, a gente contar a nossa história aqui no Inteligência Limitada. Porque aqui, eu não tinha só Inteligência Limitada, eu tinha beleza limitada também.
É o famoso cara aplégico, né? Sabe aquele... O famoso cara aplégico. O rosto não ajuda, né? Exatamente. É que o homem ainda tem, que nem ele, a gente tem ainda a opção de colocar uma barba pra dar uma disfarçada, né? A barba é a maquiagem do homem. É, dá aquela disfarçada na lata. Mas olha, tem muitas questões aqui. Tem muita gente comentando aqui. A gente já mudou o nome da live, porque o nome da live era Como Evitar o Divórcio. A maior parte das pessoas tá falando é não casando.
Se você não casar, é 100% de chance de não separar também. Mas não é isso. A gente mudou o nome para namoro e casamento cristão. Ou cristãos, né? Que é o que a gente vai falar agora. Como que é um namoro e um relacionamento cristão? Eu tenho muitas dúvidas, porque a maioria das pessoas, nesse momento, está pensando assim, tá...
Mas se eu não beijar, se eu não transar, e se depois for ruim, e aí, como faz? Essa é uma questão. A segunda é, como eu vou, que é o lance do experimentar antes, né? Tipo, eu vou comprar um carro, eu passo um test drive. É o test drive, né? Vou comprar um celular e eu dou uma mexida na loja. A outra questão que o pessoal tá falando aqui e tem muita dúvida é...
E como evitar o... Depois que passa essa paixão, né? Aquela coisa daquela chama e não sei o quê. Sei lá, o pessoal fala em sete anos, quatro anos, sei lá. Tem uma data que... Aí vira outra coisa. Vira amizade. Como continuar gostando da pessoa? Então temos duas questões, Sarah. Lembrando que a Sarah tá aqui como co-host. Então ela vai me ajudar a apresentar. Eu tô como co-host, eu sabia. Sim, eu ia.
No outro dia aqui também eu deixei você. O povo me xingou até. O pessoal não está entendendo. Eu chamo ela para conduzir aqui comigo. Então, Sara, começando por você. Como acreditar que vai dar certo mesmo testando, não tendo essa experiência antes? Primeira coisa, existe uma questão de fé que a gente precisa pensar. O que é a fé? A fé é acreditar sem ver.
É o que eu falo pra minha namorada quando ela quer ver meu Instagram. Deixa eu ver as mensagens do seu WhatsApp. Eu falo, fé é acreditar sem ver. Você não tem fé? Tô brincando. Eu acho que tem que ser tudo aberto. Você não acha? Todo mundo tem que olhar tudo, né? Vamos lá. Tem níveis.
Se você não é casado, você não é obrigado a nada. Ah, tá. Mas você tá namorando, sério. No período de antes, você ainda não é obrigado a nada. Caso, imagine uma linha do tempo. Vamos pegar aqui esse... Segura aí. Segura aqui. Isso é a linha da vida da pessoa. Aqui no meio, nós temos um marco.
A linha, aqui nessa linha, aqui é o... Bota aí, você vai ser o começo, eu vou ser o... Vai mais pra lá pra aparecer na câmera, vai mais pra lá. Você vai ser o começo, eu vou ser o fim. Aí, agora tá. Você vai ser o começo, eu vou ser o fim. Estica, estica, estica bem. Mas estica, aí. Aí. Aqui no meio vai ser o marco da nossa vida, o dia do nosso casamento. O começo, vida de antes, aqui tudo antes. Antes, o dia do seu casamento é um dia que define agora o período de depois de casado.
E aí, o que muda? E aí, se você entender isso aqui... Quem cortou para mim? Eu estou com uma cara de idiota segurando nada no ar. Baixa, baixa, baixa. Não, na sua câmera está boa, mas ele cortou a minha, estou eu levantando o braço e não aparece nada. Olha que ridícula essa imagem. Volta para você. Não, na sua câmera faz sentido agora. Valeu, bigoda, valeu. Ah, não, não é o bigoda, é o diretor. Ah, tá, pior ainda.
É um cara que sabe. Então vamos lá. Feito de propósito. Volta pra terra. Tá. Volta pra terra. Aí casou. Casou. O marco do dia do seu casamento, ele separa o período de antes e o período de depois. Sim, sim. Antes você não é obrigado a...
Nada. E quando você... Nem fidelidade? Não, calma. Calma. Boa observação, Fidel. Não é? Calma. Calma, calma. Tá. O antes não é pra você beijar. O antes não é pra você fazer sexo. O antes não é pra você ter comprometimento ainda. Mas o antes... O do beijar é uma coisa nova pra mim, porque eu achei que era só sexo. Deixa eu falar até o fim. Não é?
Mas deixa eu falar até o fim. O antes, ele não é um dia, uma situação só. Ele é uma etapa atrás de outra. Por exemplo, você não acabou de conhecer a mulher, você sendo cristão. Tô falando dos homens do mundo não, hein? Tá. Em nome de Jesus, tu não vai fazer igual os caras do mundo, pelo amor de Deus, hein? Talvez. Acabei de conhecer a mulher, oi, beijou na boca, lambeu as beijas. Não vai fazer isso. Isso é gente do mundo. Mas é tão bom...
Bom pra quem? Pra carne, né? Pro teu espírito é um perigo, porque ela pode ser linda e serrônio. Mas o beijo também? Até o beijo.
Ué, meu queridinho. Meu cachorro me beija. Dá umas lambidas em mim. Isso não é aconselhável. Não, não. Vai casar com a sua cachorra. Não é uma coisa muito vigente. Não somos da mesma espécie. Não, eu tô brincando. Eu também não gosto. O cachorro vem lamber a boca, já não é. Mas ele vem dar umas lambidas. Com os verme do bicho. Volta pra terra. Eu amo bicho, tá, gente? Mas volta pra terra. Aí, você não acabou de conhecer a pessoa e você já sai beijando igual o povo do mundo.
Você sendo cristão, você vai conhecer, vai fazer amizade, vai ver se a pessoa é legal, se a pessoa é agradável de conversar. É assim.
É uma etapa... O período de antes é uma etapa atrás da outra. Conheceu a pessoa, ela vem beijar, você faz assim, ó. Para de palhaçada. Resumindo, até você começar a namorar a mulher no período de antes de casar, você tem que ter um período de conhecer a pessoa. É diferente do mundo. Que é a conversa. A conversa. Sai pra jantar. A conversa e também vê se você aguenta a pessoa. As pessoas...
Mas é na conversa que você vê, né? Se você não aguenta conversar com a pessoa meia hora, como você vai aguentar? Não é só na conversa, é no tempo. Você tem que dar tempo ao tempo. O tempo é um protocolo importantíssimo. Existe um tempo padrão? Existe um mínimo de um tempo. Você precisa de pelo menos seis meses de amizade. Tá.
Faz sentido. Porque você não conhece nenhum amigo com menos de seis meses de amizade. Porque nessa de não poder beijar e transar, tem cristão que também quer casar logo, também fica desesperado. Então, antes de você começar a namorar, você não tem compromisso, você não tem fidelidade a ninguém. Você não é namorado da mulher ainda. Sério? Você não obrigata nada, você está conhecendo a pessoa.
E aí, o que acontece? Muitos homens na igreja, eles ficam em pânico na igreja, porque se ele sair pra tomar um sorvete, bater papo com uma menina, o pessoal da igreja já fala que eles estão namorando. E eu brigo contra isso, porque eu falo o seguinte, ué, então, peraí, então a gente tá quebrando a oportunidade das pessoas se conhecerem, a gente já tá botando um compromisso no meio, que é a sua pergunta. O período de antes, você não é obrigado a nada.
Se você quiser desistir da namorada, você pode ir no período de antes. Casou, você não pode desistir de alguém que você jurou no altar de Deus.
A não ser que tenha agressão, tenha violência doméstica, tenha alguma coisa grave. Tá óbvio, mas partindo do princípio que a pessoa, que você conheceu ela antes, que você descobriu que ela era uma boa pessoa, que não é uma maluca. Ah, eu acho que não é. Não é assim, né? Não existe isso. Faz dar certo, né? Você ter certeza, você realmente fez um juramento diante de Deus que aquela mulher é a mulher da sua vida, ali quando você jura pra Deus com consciência, é até morrer.
E isso está em extinção, esse ensino. Aí depois que você casa agora, você é obrigado a tudo. Inclusive, obrigado a comparecer no sexo. Ou seja, sexo, para depois de casado, precisa ser uma função que você precisa levar ela a sério. O período de antes, não fazer, precisa ser levado a sério. E o período de depois, fazer, tem que ser levado a sério. Aí o que as pessoas fazem? Nós temos uma geração rebelde. Todo mundo quer fazer antes, todo mundo quer tudo diferente.
E depois todo mundo quer usar o relacionamento assim, ah, enjoei, tchau. E está errado. Isso está destruindo as pessoas, destruindo famílias. Filhos estão sendo criados em lares destruídos. Nossos filhos estão crescendo, muitas vezes vendo os pais separados. A gente não está dando a eles uma herança por causa das nossas escolhas erradas no período de antes.
O período de antes vai definir o dia do seu casamento. Muita gente pensa assim, a gente não se dá bem, mas a gente vai casar e no dia do casamento vai baixar uma magia em cima da gente, da glória do Espírito Santo. Vai ser tipo uma mágica que vai fazer a gente se dar bem a partir dali. Não vai acontecer isso. No dia do casamento, a única coisa que vai mudar é o que o pastor Nelson falou, é o seu estado civil. A pessoa vai construir o período de depois no período de antes.
E isso não está sendo ensinado. Até mesmo lideranças ordenam as suas ovelhas a casarem em seis meses para não pecar.
E eles estão aqui, então, eles vão contar a experiência ou eles querem acrescentar o assunto? O que você acha, Sarah? Eu quero que eles falem o que eles pensam sobre isso. Só respondendo aqui, o Rave Celestial, esse assunto é bem sério, o Vilela fica desvirtuando. Batalha espiritual pesada, tá na cara que ele já fez tudo antes da hora. Então, queridos, isso aqui não é um podcast gospel, não é uma pregação, você não tá na igreja. Exato. Pode mudar de podcast, ok? E o papel do...
Acusador é do satanás, não teu, né? Exato. A minha ideia é fazer o papel da pessoa que não é cristã, que tá fora. Eu faço as perguntas mais básicas, mesmo sabendo da resposta, querido. Então, ou fica aqui no enche-saco, ou vai pra outro podcast. Tá bom, Ravis Salicial? Valeu. Esse é limitado mesmo. Vamos lá. A experiência de vocês, então. Porque não é fácil. Eu falo, mesmo sendo cristão, e eu falo, não é fácil. E respondendo a pergunta do cara. Como fazer essa? A mesma pergunta pra eles. Ah.
Como fazer quando a gente tem aquela crise? Ah, como é que você vai casar com alguém que você não provou, que você não fez o test drive? Porque foi essa a pergunta. Então eu comecei respondendo falando, pra mim é uma questão de fé. Eu acho que você tem que crer que Deus vai te dar alguém, porque se o diabo te deu umas pessoas que te surpreendiam no mundo, quanto mais Deus. Sim.
Eu, quando eu me converti, eu não era cristão. Eu não vim de família cristã. Então, pra mim também era tudo diferente. Nossa, cara, teve mais essa, então. Quando eu conheci a Thalita, minha esposa, ela era filha de pastor. E a gente acabou estudando juntos. Então, eu vi a postura dela. Uma postura muito mais centrada, contida. Uma menina que eu falei assim, diferente.
Já o radar, assim, já deu aquele alerta. E quando eu vim convidado, né, pra ir pra igreja, eu não era cristão. Qual que era o teu preconceito? O que você pensou? Porque eu também, a primeira vez que fui na igreja, falei, putz, vou chegar lá, vamos me pedir dinheiro. Sim, tinha diversos preconceitos. Não quero sentar lá na frente. Todos esses, todos esses. E eu vim com uma cultura. A gente vem com a ideia que, tipo, vou entrar lá, vamos me pedir dinheiro. Vamos tirar tudo. Vamos tirar tudo, exato. E eu cheguei.
E quando eu comecei a ver a cultura, uma cultura diferente, que ela vivia, né? Ela, especificamente. Então, eu vim com toda uma cultura do mundo. Então, eu tive que me adaptar, entender como que era essa nova cultura. E ela já tinha uma mentalidade muito focada em Deus.
E eu vim focado, quando eu olhei pra ela, eu vim focado nela. Então, apaixonado por ela, despertou aquele desejo, então vim com aquela vontade e com aqueles dizeres, tudo do mundo, como se fosse um relacionamento do mundo. E ela que me deu o...
Rumo. Rumo. Ela falou assim, não, aqui é diferente. Então eu comecei a ter uma... Como assim diferente? Até mostra se você realmente gosta da pessoa. Porque se você não gostar, você fala, tá bom, então tchau, né? Sim. Se você não gosta da pessoa, você não vai ter essa paciência. Mas tem o que é o inconsciente coletivo. Que é o quê? Tudo aquilo que é caro, que é difícil, tem algum valor. Com certeza. Então quando eu vi que ela não era fácil...
Como as meninas do mundo eram fáceis, eu falei assim, tem alguma coisa diferente, tem um valor aqui. Então eu comecei a olhar ela com um olhar diferente. E ela não me dava bola, ela me chutava mesmo. Ela não tinha papo na língua. Ela me colocava no lugar. Então toda vez que eu... Mas não te tratava mal, de ser firme. Tratava mal. Tratava mal? Mas eu quero que você termine de contar essa parte quando ela chegar.
Não conta essa parte sem ela Que eu quero que ela conte a versão dela Quero saber o que é tatamal Tapa na cara não Mas ela me colocava no lugar Eu entendi que era uma cultura diferente Pra ela, principalmente pra ela Mas isso não é tatamal, é ser direta Não, sim, ela era Princesa Tudo que eu ensino ela fazia sem a gente se conhecer Princesa Que é?
Que não é ser cachorra. Não é ser migalhenta. Não é mulher fácil oferecida. Fácil. Uma mulher fácil. Fácil One. Oferecido One. Você chega com um papinho e a pessoa já vai liberando tudo. Liberando beijo, vai liberando toque, vai liberando o próprio corpo. Oferecido One. Homer, você é um cara fácil?
Olha, depende. Se me pagar bem... Mas não funciona pros homens. Não funciona pros homens. Os homens têm o papel de... O dele você quer segurar a história, então, pra quando ela sentar aqui, certo? Com certeza, porque aí ela vai contar os detalhes. Então vamos agora à tua história, então. Então, você levantou uma bola, né? Que é uma pergunta que muitas pessoas fazem. Como escolha esperar um movimento que é sexo só no casamento? Imagina você falar com adolescentes e jovens. Nossa!
pra esperar pro casamento, né? Então é grande desafiador, mas eu e Ângela casamos virgens, experimentamos isso e como você falou, ah, é difícil, realmente, eu namorei dois anos e meio e quando nós fomos casar, o meu sogro, seu Bira, beijo, seu Bira.
ele ficou chocado, porque faltando seis meses antes de casar, ele perguntou, e aí, como que é vocês dois lá, né, no xereguedé, na cama, como é na cama e tal, e aí a Angela falou, não pai, nós nunca tivemos relação, meu sogro
Ele ficou chocado e ficou perplexo. Ele perguntou, mas como assim? Aí vocês vão casar e daí vocês... Como você vai casar sem experimentar e se não for bom? E uma das coisas que a gente mais ouve através desse trabalho que a gente desenvolve é isso aí, gente, olha só, vocês estimulam a esperar, mas e se depois do casamento não for bom? Até porque se experimentar fosse certeza que o casamento não tinha tanto divórcio e a gente experimenta. Obrigado pela contribuição. Mas é meio lógico isso, né? Entregou.
E aí uma vez uma jornalista, ela até me perguntou isso, ela falou assim, vamos lá, você casou com a sua esposa, você nunca experimentou, e como é que você pode dizer que é bom se você não teve nenhuma outra antes? Você não tem parâmetro de comparação. Você não pode dizer que é bom com ela porque você não experimentou com outra. Eu falei assim, olha, eu sou tão convicto e posso dizer que valeu a pena, porque com ela foi tão bom que eu nunca mais precisei de outra. Só ela me basta.
Então, realmente, quando você se preserva, que é um dos temas que nós estamos trabalhando aqui, paixão, amor, se guardar, o beijo e tudo mais, a gente traz esses conceitos e, na verdade, quando a gente fala isso, é uma proteção.
Porque foi tremendo, Vilela. Eu e Ângela, a gente não tinha parâmetro realmente com nenhuma outra relação. E essa é a grande bênção de você se guardar. Porque quando você vai para a cama com o seu parceiro, você não se compara com nenhum outro. E vocês dois se descobrem juntos. Então, hoje são 28 anos que nós estamos juntos, na melhor idade que nós estamos. Com um relacionamento maduro, eu estou com 49. E ela?
Ela é com 45. Então estamos assim muito bem casados e a gente se descobriu junto, o que foi formidável. Eu admiro, admiro mesmo. Foi formidável. Mas concordo com você, eu me guardei e reconheço isso. Não é fácil. Nós nos dois anos e meio de namoro, rapaz, vontade me faltava? Não, eu tinha muita vontade. O que me fez me guardar? E por que não se alegrou o casamento, por exemplo?
Por amor... Ah, porque também esse não é o caminho. Concordo com você quando você levantou a bola aqui anteriormente. Tudo bem, mas você teve a consciência na época ou só hoje? Não, tive a consciência de que eu não podia adiantar o meu casamento só porque eu não conseguia segurar a onda. Mas por causa de grana, de estar estruturado? Não, também, também. A gente tem os fatores financeiros, a programação. E também a gente já tinha o entendimento que a gente não podia se casar porque a gente não conseguia segurar a onda.
Porque se a desconcordar comigo, se eu não consigo segurar a onda quando solteiro,
Quem garante que eu vou segurar a onda quando eu conhecer alguém interessante? Porque são 28 anos, 30 que nós estamos juntos, namoro e casamento. 30 anos beijando a mesma boca. Eu vou falar que é bonito, todo mundo aplaude, mas é fácil? Não é fácil, né? Você aparece sempre, eu sou um homem como qualquer outro, como é difícil para as pessoas, é difícil para mim também. A fidelidade é uma escolha que você faz, porque nós, tanto eu quanto ela, já tivemos oportunidades.
de poder atrair um ao outro, né? Porque nós somos jovens, nós lidamos com pessoas. A oportunidade vem com rede social então, viu, Lela? Direct, né? De abordar. É um menu, né? É um menu. É um cardápio, né? Hoje encurtou. Então, assim, hoje eu escolhi estar com ela. Então, imagina, 30 anos beijando a mesma boca, também não é fácil. Mas o que que me treinou? Foi 30... Se eu pude esperar dois anos e meio ali, né?
controlando os meus desejos era um treinamento para um exercício que eu ia fazer ao longo de uma vida inteira. Porque quando eu falei com ela 28 anos atrás, Lela, sou fiel até a morte, né? Pra vida inteira. A vida inteira já foi 30, mas eu ainda tenho mais 30. 60 anos é uma vida inteira pra bastante. Pois é. E as pessoas como falam nos comentários, ah, a melhor maneira de não divorciar é não casando. Não. A melhor maneira de não divorciar é você fazer a escolha certa antes de você casar.
Você não pode usar as experiências negativas que você tem pra pautar as escolhas erradas. As escolhas erradas. Que é um outro tema de programa. Só como escolher a pessoa certa já dá um programa inteiro. Eu tentei responder isso em cinco minutos. Não, escrevi um livro de 350 páginas, pastor. Não consegui responder. Como?
Tem protocolos específicos. Fica à vontade. Eu não vou fazer isso. Você vai falar quando vai trocar as pessoas, tá? Tá, tá. Daqui a pouquinho. Daqui a dez minutinhos a gente precisa trocar. Na verdade, na verdade, eu comecei... Só uma coisa. O pessoal tá perguntando muito da sua roupa, do que você tá usando no cabelo. Explica pro pessoal. Eu estou em homenagem hoje. Hoje eu estou em homenagem...
A Jane Austen, o meu projeto, trouxe, inclusive, aqui, pra gente lembrar, dois livros lindos que eu comprei na Inglaterra, da obra da Jane. São livros da obra da Jane que eu comprei na Inglaterra, edição especial. Olha que coisa linda. São bestsellers.
Dessa escritora, dessa autora, que viveu nessa cidade. Aqui está o prospecto da cidade dela. Onde será o meu baile esse ano. E esse é o filme do evento do dia 30. Razão e sensibilidade. Nós vamos assistir e fazer análise presencial desse filme. Isso é uma coisa que as pessoas nem sabem mais o que é. Exato. Isso se chama DVD. Eu trouxe porque justamente eu sei que ia dar polêmica.
que é uma coisa que nem todo mundo sabe. Como os egípcios usavam lá na época das pirâmides. Sabe que minha esposa também me chama de DVD. Por quê? Deita, vida e dorme. Muito bom. Então eu estou vestida com um fascinator ou casquete para algumas pessoas. Casquete, falaram aqui casquete. Que é um adereço usado na realeza em vários países que tem a monarquia como regime de governo.
Por que é tão importante falarmos da realeza celestial? Porque no céu não tem democracia como regime de governo. O céu só tem monarquia. Deus é o rei da eternidade. E existe uma cultura da monarquia celestial que nós precisamos trazer para a nossa vida. Por isso que a palavra de Deus diz que venha a nós o teu reino, Senhor. Nós precisamos chamar essa cultura do reino eterno para vivermos o nosso dia a dia dentro dessa cultura. Então eu uso alguns adereços, algumas coisas para trazer essa visão.
para trazer esse gancho de falar desses assuntos. E também eu usava isso muito no Culto das Princesas, quando eu comecei em 2011. O Culto das Princesas, que foi um grande viral no Brasil inteiro. Até mesmo fora do Brasil, a BBC de Londres veio filmar, uma TV espanhola veio filmar. Chegou fora do Brasil. Naquela época não tínhamos tanta internet quanto a gente tem hoje.
e foi um viral naquela época, várias TVs vieram fazer documentário, e o Culto das Princesas depois se transformou no Culto das Princesas online durante a pandemia, eu transformei e hoje ainda está aberto, quem quiser fazer ser minha aluna dentro do curso das princesas, ainda está aberto para você se inscrever, vai fechar depois daqui da nossa participação.
Mas o que você tinha perguntado, você queria que eu falasse sobre o que o pastor Nelson estava comentando? Quer pegar o gancho? Como escolher a pessoa certa. Dentro do culto das princesas, eram 12 aulas, 12 sessões diferentes. Então a gente fazia 12 cultos durante um ano. Um culto por mês.
Quando eu fiz online, finalmente, eu pude gravar isso em 12 protocolos, 12 aulas. E esses 12 protocolos são todos com base bíblica, justamente sobre como descobrir se o cara é príncipe ou cachorro. Sobre como se portar relacionado ao comportamento de um príncipe ou de um cachorro. Por exemplo, todo o comportamento da mulher princesa vai denunciar se o homem é príncipe ou cachorro.
O homem cachorro, ele não tolera alguns limites que a mulher princesa coloca. Por isso, o cara, quando ele é cachorro, ele não consegue se relacionar com uma mulher princesa. Porque a princesa fala pra ele, ah, não vai rolar beijo, eu quero conhecer você primeiro. O cachorro fala, não, mas eu só quero te usar.
Então vai acabar que não vai prosperar aquele cara, aquele ficante dela. Se ela for princesa e o cara quer ser um ficante, ele não vai conseguir ficar com ela, porque ela vai dizer, olha, não vai rolar.
Então, da mesma forma, o cara, quando é príncipe, se ele tem uma postura radical, a mulher cachorra também não consegue seduzir ele. Porque a cachorra vai chegar se oferecendo e o cara príncipe, ele olha e fala, poxa, essa mulher está se oferecendo. Eu identifico nela um comportamento de oferecida.
Não é princesa. Então, o protocolo de como escolher a pessoa certa está diretamente ligado a esses ensinos para que a pessoa treine a visão, a mente, a cultura da pessoa tem que ser mudada. E você tem que começar a valorizar os princípios e os valores bíblicos para você entender, identificar alguém. Infelizmente, tem muita gente falsa. Não é toda mulher.
que parece ser princesa, que é mesmo. Tem muita mulher que tem um discurso, mas ela tem um coração de cachorra. Até porque esse discurso vende, né? É bom na rede social e tal. E na prática ela não consegue ser santa. Sabemos de multistórias. Exato, exato. Então eu não estou falando aqui que toda mulher que tem cara, que fala com discurso, não. Tem muitas que tem...
um discurso e não estão vivendo. Mas o tempo mostrará. Por isso que o protocolo do tempo, ele é um protocolo básico pra você descobrir quem é a pessoa certa. Toda pessoa que tiver pressa pra se relacionar, tem 90% ou mais de chances de errar na escolha. A pressa é inimiga do acerto. Você vai errar se você tiver com pressa. Ah, eu quero muito beijar logo. Vai errar. Porque isso vai te trair. Ah, eu quero muito provar logo. Vai errar.
Então, a pergunta que tem que ser feita por cada um aqui, ela é a seguinte. Qual é o seu objetivo? Seu objetivo é só curtir o momento, tua vida, tuas escolhas, ninguém vai ficar no seu pé. Seu objetivo é encontrar alguém para construir uma família e casar, aí você tem, sim, um protocolo a seguir. Então, as pessoas precisam se questionar. Quem está aqui na live, agora assistindo, você precisa se questionar. Meu objetivo é só provar cada hora o sexo com uma pessoa diferente. Cara, essa live não é para você. Meu objetivo é provar as pessoas...
Fala assim, Sarah. Essa pessoa pode ser convencida no meio que isso é o certo. Não, não, não. Sabe por quê? Fica aí que a gente vai falar pra você. Sabe por quê, Vilela? Vamos falar a verdade pra essas pessoas. Porque a pessoa que quer bagunça, quer zoeira...
Cara, ela vai perder o tempo dela. Aqui nós não vamos ensinar zoeira. Mas ela pode estar querendo ver os argumentos. Um ponto de vista diferente. Para mudar de ideia, ela tem que querer. O querer está lá dentro da pessoa. O que você quer para a tua vida? Mas se ela está nessa live, já não é o primeiro passo. Você. Você quer bagunça ou você quer construir uma família? Romer, como que eu saio dessa agora? Como é que eu saio dessa ao vivo, cara?
É simples assim. Não dá pra querer as duas coisas, né? Eu sei que não é fácil. Porque eu quero bagunça e quero família. Pois é. Você vai ser um cara de família bagunceiro. Exato. Não, existe. Muito bom, muito bom, existe. Ô, Romulo, você tá comigo ou tá contra mim? Não, tô com você. Tô tentando te tirar da sua jogada. Não, mas foi muito bom.
Olha só, é porque você não consegue acreditar que isso é possível. Por isso isso te bloqueia. Porque provavelmente sua história de infância... Não, eu tô brincando. Sua história familiar, você não viu esse exemplo em casa. Quando a gente não tem esse exemplo em casa, a gente tem muita dificuldade de acreditar. Eu também não tive.
apesar de que meus pais eram maravilhosos do jeito deles, mas eu também não vi esse exemplo. Eu não venho de uma família tradicional, eu não venho de uma família conservadora, então eu também não vi esse exemplo de um lar super estável. Eu não tive isso. A gente tem muita dificuldade de acreditar que é possível. A gente fica, não, isso não existe, eu não vi isso na minha vida, eu não conheço. Não, claro que existe. Viver um relacionamento, você tem que escolher o que você quer. Pra onde você tá indo? Qual é o seu destino? Qual é o seu objetivo?
Você quer o quê? Você quer casar, ter uma família, uma mulher que te ama e que nunca te trai, que nunca te abandone, que envelheça com você? Ou você quer só curtir a vida, cada hora uma mulher diferente? Qual é o objetivo? É o número um.
Porque eu não quero falar, por exemplo, pra quem não quer me ouvir. Não tem esse tempo pra perder, entendeu? As pessoas precisam entender isso. Nós estamos aqui falando pra quem quer isso. Quer uma família? Esse é o discurso. Pra quem quer uma família, ninguém é obrigado a nada. Vocês concordam? Sim. Quando eu vim, como eu falei assim, de uma cultura totalmente diferente...
Eu falei assim, eu preciso aprender. Então, a primeira coisa é você precisa estar aberto para aprender essa nova cultura. A gente está falando de um público também específico. Quando você se converte, você tem um processo de conversão, você vem com muitas bagagens. Quando a gente vai para um relacionamento, a gente vai com muitas bagagens. Cada um tem as suas bagagens.
Então, dentro dessa bagagem tem traumas, tem memórias, tem N coisas individuais. Então, assim, cada pessoa vai levar a sua bagagem, a sua maneira como vê o mundo, a sua lente.
Mas existe algo que a gente precisa voltar, que é como Deus vê o relacionamento e como Deus olha, e como Deus quer construir isso em você, com duas pessoas. Então foi uma das coisas que me chocou nesse sentido e eu falei assim, eu preciso aprender de novo. Eu preciso realmente me abrir para entender o que é um relacionamento cristão. E você, Pastor Nelson, o que você acha disso?
Então, na busca de encontrar a pessoa certa, muitas pessoas nessa busca acabam se perdendo. E também se esquecem, todo mundo quer encontrar um amor para a vida inteira, mas ninguém está disposto de pagar o preço de esperar por ele. Eu sempre digo para as pessoas, as pessoas falam muito assim, ah, o amor machuca, é uma das expressões que nós mais recebemos através das nossas redes sociais.
Ah, já me machuquei muito, já me decepcionei muito. As pessoas, a maioria que podem estar assistindo esse programa, já não acreditam mais no amor por conta das experiências negativas. Só desculpa te interromper, mas uma coisa que a pessoa falou aqui, eu achei legal. Falou, cara, a pessoa pode escolher o que ela quiser, ela só tem que arcar com as consequências, porque tudo...
Tem consequência. Tudo tem a responsabilidade dos seus atos. Isso, toda escolha tem uma consequência. Até o não escolher também tem consequência. Você é livre para fazer qualquer escolha? Sim, mas todas tem consequência. Tem até uma frase que fala isso. Porque a pessoa fala, mas eu sou obrigado. Não, ninguém é obrigado a fazer nada, concorda? É, tem a lei da semeadura, né? Então aquilo que você planta, você vai colher. Então não tem como você falar assim, eu vou plantar aqui melancia e vou colher laranja.
Quer farrear? Tem uma consequência. Tem uma consequência. E não é só uma consequência. O diretor é casado também, né?
Quanto tempo? São 11 anos de relacionamento já Mas eu sou noivo O quê? Não, vamos bafar o casco Depois você senta aqui, diretor Tá enrolando a menina Mais que cora guioio
E por que você está todo vermelho agora? Por que você ficou vermelho? Esse é o assunto que eu sou favorito. Fala do ditado que você ia falar. O ditado também que ele estava falando, eu não sei como é a frase exatamente, mas nós somos livres para fazer nossas escolhas, mas seremos eternamente escravos das consequências de cada escolha que a gente faz.
E no relacionamento, no romance... Tem. Vai te alcançar. O boleto chega. Pode demorar, mas vai te alcançar consequências. E a vida é feita de escolhas. E até o não fazer escolhas tem consequências. Porque quando você não escolhe nada, você já escolheu. Até a omissão tem consequências. E no que diz respeito a encontrarmos alguém, todo mundo quer encontrar a pessoa certa, a pessoa ideal, mas as pessoas se esquecem de serem a pessoa certa para quem vai encontrá-la. Ela só quer que a outra pessoa se encaixe no padrão para ela.
Exatamente. E aí eu vejo que as pessoas acumulam muitos amores ao longo da vila, Vilela. Eu costumo dizer que quem teve vários amores, nunca teve nenhum. Verdade. Porque o amor é pra vida toda. Nós não fomos feitos pra ter múltiplas relações. Ah, não concorda se é religião. Não, gente, isso é inteligência.
apesar da minha ser limitada e o programa também, mas os espectadores não são, porque eu falo que é questão de inteligência você que está assistindo o programa olha quantas feridas você já acumulou com romances, se nós fomos feitos para ter vários amores, você não sofreria tanto por aquele último que você teve
Então é uma questão de escolha, não é uma questão de religião, ah, tá aí essa pastora, cheia de regras. Não, é uma questão de inteligência. A vida é feita de escolhas. Quando você acumula relações amorosas, o que sobra não é uma pessoa experiente. É uma pessoa ferida, complexada, incrédula, machucada, cheia de complexos.
que nada mais é o resultado de escolhas erradas que você fez nos últimos romances que você teve. Aí você leva tudo isso para uma bagagem, num relacionamento novo. Para o próximo. E você acaba não só repetindo os erros do passado, mas também projetando no outro todas as experiências negativas que você teve. E aí a conta não fecha, a equação não bate. Ele fala exatamente que eu...
O que é... Ele fala de um jeito muito fácil de entender. Gostei aí. Porque não é uma questão, às vezes, a pessoa fala assim, vou sair desse programa. Vou ter que mudar de vida, homem. Não adianta a Sarah me falar, porque a Sarah... Demorou, hein? Porque a Sarah fala gritando, né? Ele fala com essa vozinha calma, é mais fácil. Até convence, né? Ela liga pra mim, ela grita.
Eu vou ligar pra ele agora. Pedi conselho pra ele. Vilela, não! Vilela, não! Quantas vezes eu já falei que não. Eu falo, calma, pastor. A gente tá no restaurante. Tá todo mundo olhando pra gente. E é diferente quando você tem uma figura feminina falando pra você.
Porque a primeira figura feminina da sua vida foi a sua mãe. E quando você tem uma figura masculina, a figura lembra a figura do pai, que geralmente lembra de um companheiro, de um amigo. Para o homem, um outro homem falando, é muito mais fácil de absorver do que aquela mulher que geralmente fala pô, parece a minha mãe chata pra cara.
tá falando no meu ouvido. É normal a alma humana, né? Já aproveita que o pessoal tá muito perguntando pra você, porque você teve dos dois lados. Você teve nessa outra vida e você tomou uma decisão. Eu fui perdoada de uma vida muito errada. Ah, mas pra ela é fácil, porque ela foi promíscuo e tal. As pessoas acham que tipo assim, que eu me dei bem por eu ter vivido. Se elas soubessem o quanto isso me prejudicou e o quanto eu me arrependo de ter vivido.
Porque se eu não tivesse tido nenhuma memória com o meu passado, eu teria vivido o que o pastor Nelson está contando, que é você não ter nenhuma memória para te assombrar, para te atormentar. Eu não, eu tive que vencer, além de todo o meu desejo de obedecer a Deus, de seguir a Jesus, eu tive que vencer as memórias que não eram poucas.
as saudades do passado, os flashes que eu tinha de relações sexuais, que não era brincadeira, entendeu? Os caras que eu namorei, a coleção de homens que eu tive. Tudo... Só top! Você ia falar só, mas top. Só top, só alfa. Aí o que acontecia? A minha memória, aquilo me visitando, me perturbando como um fantasma.
Aí as pessoas acham, ai, fez tudo. Agora, meu, se você soubesse o que é você... Se eu pudesse voltar no tempo. Se eu pudesse voltar no tempo, nunca teria tido nada com ninguém. Pra não dizer que eu não teria tido nada com ninguém, porque eu tenho uma filha como eu fui mãe solteira, que é uma bênção...
Que Deus transformou o meu erro, minha ignorância Numa bênção que foi a vida da Hannah Mas se não fosse isso Se eu pudesse ter parado ali e nunca ter me relacionado Eu teria se eu tivesse oportunidade de voltar no tempo Entendeu? Por quê? Porque a verdade é que o assombro das memórias É uma perturbação que nem todo mundo vence Muitas pessoas que vêm até me pedir socorro Não conseguem romper Porque falam, mas eu não consigo esquecer meu ex Mas eu não consigo esquecer meu ex
Ou o homem. Mas eu não consigo esquecer aquela mulher com aquele corpo escultural. Porque ela fazia assim, assim, assim. E, poxa, é muito difícil. Será que a mulher que eu vou casar da igreja vai ser igual a ela? Vai ter aquela performance que ela tinha?
E a perturbação que te assombra. Não é quando ela falou que vai ter aquela? Eu falei, nossa, calma. Não falo, não falo. Palavrão, não falo. Mas isso é muito importante. O pastor Nelson continuar falando sobre isso. Eu queria trazer para a mesa até um gancho dentro do que ela está falando. É porque a pessoa está falando assim, mas eu sou assim.
assim, eu posso mudar? Todo mundo pode mudar, como a Sarah mudou. Sim, sim. A grande questão é que ela trouxe toda a bagagem que um traz. Agora imagina quando duas pessoas se encontram. Toda a bagagem de um, toda a bagagem do outro. Feira aquele lixo todo junto. Que deságua nesse contexto de divórcio. A questão é que...
Trabalhando com casados, tentando ajudar casais em crise, Vilela, não há nada mais assombroso. Pior do que o nosso próprio passado é a gente aprender a saber lidar e conviver dentro do casamento com o passado do outro.
Porque a sombra, o ex, entende? Um caso, porque quando tem um ex que ainda a família tem ligação, que ainda gosta, que você precisa conviver, fica sempre aquela eterna incógnita, quando encontra alguém do passado do outro, será que já ficou com esse? Será que já namorou aquele? Então, além do seu próprio passado, que foi o que a pastora Sara trouxe aqui, nós precisamos também considerar como eu aprendo a lidar, que eu acho que o maior desafio é esse.
As pessoas acabam tolerando seus próprios passados por uma questão de conveniência, mas elas não toleram o passado que o outro também tem. E aí elas trazem, muitas vezes, dentro de um aconselhamento de casais, ela começa a trazer acusações a respeito do outro, não soblidar e superar com o passado do outro. E isso também é uma questão que a gente precisa considerar muito.
Então as pessoas se esquecem que uma história é feita de duas vidas diferentes. Então a gente tem o nosso próprio passado. E aí imagina, os dois vêm rodado, os dois vêm nocauteado, machucado, ferido.
Quem não é um bom ímpar, jamais será um bom par, Vilela. O pessoal está falando, ex-bom é ex-bloqueado. Quem não é um bom ímpar, jamais será um bom par. Você não constrói um relacionamento saudável com pessoas doentes. Se você não é feliz solteiro, você não vai ser feliz casado. As pessoas querem encontrar no casamento a felicidade. O casamento não traz felicidade. Felicidade é um bem pessoal, Vilela. Ou você é feliz ou você não é.
Ou entra dentro do casamento para falar assim, eu vou ser feliz. A gente está numa sociedade muito hedonista. E a gente quer encontrar a felicidade no outro. Eu caso com a outra pessoa para ser feliz. Então eu vou com a intenção e a motivação errada dentro do relacionamento. A tendência disso dar errado é grande. É grande. E aí a gente vem com essa questão. As pessoas desconsideram que se eu não sou um bom ímpar, um bom partido, uma boa opção, se eu não sou uma pessoa bem resolvida...
eu não vou ser bem resolvida quando casada. Eu não sou isso e aí eu quero encontrar a pessoa certa. Eu quero encontrar o melhor. Eu quero encontrar a pessoa... Melhor pra mim, mas eu sou a tranqueira. Eu sou um trambolho. Eu venho cheio de ranço, de traumas. Eu venho cheio de marcas emocionais. Eu venho cheio de feridas. E aí eu quero que meu relacionamento a dois dê certo.
E essa conta não baixa, essa conta não fecha. A equação não bate, Vilela. Então esse é o grande desafio. E eu pedi para eles jogarem aqui uma imagem, aqui nessa tela, para você ver. Essa notícia é fresquinha, acabou de sair. Está abalando aí uma notícia de um cara numa igreja que dez dias, onze dias, separam o dia que ele pediu. Era em casamento no altar da igreja, tudo filmado, até o dia que ele matou ela a facadas.
Isso é resultado do que você acabou de falar. Homens que não estão preparados para lidar com o passado da mulher...
entram num relacionamento sem lidarem com o próprio passado. Sim. Eles têm uma memória violenta do passado, das promiscuidades que eles fizeram. Eles se assombram pelas promiscuidades que eles fizeram. Então, eles projetam esse assombro na mulher, porque se ela não é virgem, ele pensa, pô, ela também deve ter feito o que eu fiz. Sim.
Então aquele assombro assombra ele, o passado dela assombra ele também, gera uma insegurança, um ciúme doentio. Porque ela projeta nele aquilo que ele é. Exato. Projeção, né? Projeção. Exatamente. Projeta nela aquilo que ele é, né? Ele projeta nela aquilo que ele viveu, ele acha que ela viveu também, ele acha que ela fecha também. Ela vai fazer aquilo com ele.
E aí ele vai mostrar pra gente, eu pedi pra ele, põe essa matéria pra vocês verem o que foi isso. Numa igreja, o cara pediu a menina no altar em casamento. Mas por que que isso tá acontecendo? Por que que as pessoas tão enlouquecendo? Isso é notícia, isso é estatística.
A verdade é que a maioria das pessoas nas igrejas, não estamos falando aqui só de gente neutra, não, estamos falando do povo na igreja, porque a igreja deveria ser um lugar seguro para a gente se relacionar. E, infelizmente, há uma carência de instrução. O Ministério de Escolha Esperar foi muito, muito importante para...
para o Brasil. É muito importante falar sobre o seu ministério. Eu fui em alguns eventos do Escolhi Esperagem. Fizemos juntos também eventos. Fizemos alguns juntos. Eu vi um que você fez, eu fui, que eram mais de 2 mil jovens dentro do evento. Eram jovens, adolescentes. E assim, pessoas que estavam sendo assediadas na própria igreja para ficar, para ter uma vida imoral.
E é uma coisa muito séria. Olha aí. Olha aqui a matéria. Eles estão jogando na tela. Todo mundo está vendo, né? Olha aí. Uma semana antes do crime, diante de uma igreja, havia joelhos no chão, emoção, oração e um pedido de casamento que parecia cena de filme gospel. Diante de fiéis, o mecânico fulano de tal, de 47 anos.
e prometia amor eterno a fulana de tal, de 33 anos, música, alianças e aplausos, a imagem parecia perfeita de um casal abençoado, unido pela fé, mas apenas sete dias depois, o romance terminou em horror. A fulana foi encontrada morta dentro de casa, na cidade de Rio Branco, no Acre, assassinada com cerca de dez facadas. O homem que dias antes lhe oferecia uma aliança, passou a ser acusado de feminicídio.
Ali a foto dos dois no altar da igreja.
Então isso que a gente está falando aqui é uma realidade. Milhares de pessoas não conseguem. E como é que eu sei que eles têm um passado? Porque ela tinha um filho de um relacionamento. Eu li a história inteira. Ela tinha um filho. Ela não era uma moça virgem da igreja. Entendeu? Aí o pessoal fala, ah, é machismo. Não é questão de ser machismo, sexismo ou feminismo. É uma questão de que as pessoas, seres humanos, tenham seu passado, suas histórias. Que é o que você está falando.
E as pessoas não sabem lidar com o seu passado. Antes de ir para um relacionamento, tanto de começar a namorar ou casar, a pessoa precisa ter um conhecimento de si mesma, muito profundo. Por quê? Porque você vai levar tudo isso dentro de um casamento, num relacionamento. Então você vai levar todas as suas feridas e acontece isso. E você tem que digerir o que você viveu, pra você não repetir automático. Se você não digeriu o que você viveu, você repete no automático. Agora, melhor ainda é o que vocês viveram.
sem aquelas memórias. Por isso, gente, a coisa mais maravilhosa que existe é casar virgem. Ah, gente, quem casar virgem? E eu vou contar uma coisa para vocês, é o maior tesouro, porque uma vez perdida a virgindade, não há dinheiro que compre ela de volta. Virgindade é só uma vez na vida, você nunca mais vai ter outra chance. É a coisa mais linda que existe. Eu já recebi muitos e-mails de mulheres dizendo que estão chorando diante de assistir o curso das princesas online, porque agora assistindo eu entendi.
que eu joguei fora para um cara qualquer a coisa mais preciosa, que era a minha virgindade, que eu ensino muito para elas, o valor de se guardar. Mas por que existe uma cultura, Vilela, que odeia o valor da virgindade? Porque existe uma cultura de homens canalhas, que não querem se esforçar pelas mulheres, que não amam as mulheres, são os verdadeiros misóginos.
Mas isso vem também, né? O caráter do homem é muito mal formado. Desde a sua infância e a sua adolescência. O homem sempre foi muito jogado pra esse lado mais sexual. Até os índices de divórcio, antes era mais em homens. 70 homens e 30 mulheres. Agora tem invertido na geração Z.
Não índice de divórcio mesmo. As mulheres agora. Quem traía... Aliás, quem quer café? Vou pedir café pra mim? Alguém quer café? Eu aceito. Eu aceito. E, Sara, tem mais gente pra entrar ainda. Vai controlando aí. É, não. A gente precisa... Já temos uma hora de podcast. A gente precisa encerrar, fazer um... Um rodízio. Daqui a pouco vocês voltam de novo. Tá bom. Eu tô quase saindo pra ver a pastora Thalita. Não, você fica. Você fica.
Nós temos que arrumar mais dois microfones Bom, então assim, eu vou fazer o seguinte Ela estava falando sobre virgindade Aí de repente, como a gente realmente O programa é dinâmico, né? E aí eu queria aproveitar esse gancho pra falar, por exemplo, de virgindade Que é um assunto que é tabu na sociedade E é uma questão Complicada a falar, eu lembrei agora Vou até contar aqui, Vilela, porque pra mim é um privilégio estar no seu programa Do qual eu sou Assido, e aí não é conversa Piada, minha família está aí, elas sabem Você fica chateado quando...
trago gente que fala contra a igreja porque as pessoas ficam chateadas aqui. Pô, Vilena, você é cristão. Eu fico. A Sarah, eu sei que fica porque ela me manda mensagem. Eu sei, Sarah. Você não precisa falar. Ah, tá. Pensei que você ia falar nomes. Não fala nomes. Nunca vou falar palavrão. Não, não. Falar nome das pessoas. Nunca.
A gente precisa aprender sempre a ouvir o contraditório, aquilo que desagrada. Exato, eu faço isso. Você só fica 28 anos casado com a mesma pessoa porque você tem que aprender a lidar com o contraditório. É saber ouvir aquilo que você não gosta. Você fala, tá, eu amo essa pessoa, tem que escutar. E aceitar que é verdade, mas não tem mundial.
O segredo do casamento é você aprender a lidar com o contraditório. Você saber conviver com o outro que não concorda com você. Então, eu gosto muito do programa, mas eu queria contar que o programa, por exemplo, uma vez eu estava dando uma entrevista, e eu não falo isso publicamente nas igrejas, não deixe isso vazar, seu programa tem pouca audiência, então acho que vai ficar entre nós. Ninguém está vendo, ninguém está vendo. Ninguém está vendo, ninguém está vendo.
Mas eu dei uma entrevista para a revista Playboy, quando a revista Playboy ainda era periódico, era a revista impressa. E a jornalista me fez uma pergunta assim... E vendia pra caramba. Vendia pra caramba. E aí, na entrevista, eu saio na Playboy, mas com roupa, tá? Fica tranquilo.
Essa foi a única exigência que eu fiz na Playboy. Eu só saio na Playboy com roupa. É um pastor na Playboy. Então, assim, eu falei, a única exigência que eu faço pra sair na Playboy é de roupa. E aí ela me fez uma pergunta, falou assim, mas você perdeu a sua virgindade com a Ângela? Eu falei, eu nunca perdi minha virgindade.
Ela regalou um olhão, né? Eu falei, é porque virgindade não é o que a gente perde. A virgindade é um presente que você dá. É verdade. Eu fui um presente na vida da Ângela. Então eu não perdi a minha virgindade porque eu entendi o valor e o presente que é a virgindade que a pastora Sara falou. Então, claro, nós temos muita gente aqui na live que não é mais virgem. E às vezes diz assim, ah, não sou mais virgem, mas como é que vai a minha situação? Nunca é tarde pra gente recomeçar.
Pra escolher esperar. Pra escolher esperar. Exatamente. Porque as pessoas acham que o escolher esperar é um movimento pra virgens. Não. Então, assim. E eu não queria encerrar minha participação assim. Não, não. Eu queria que você fosse e voltasse daqui a pouco. É mesmo? É o que eu queria. Não, tem que saber se o Vilela deseja.
Mas é bom que você fica com a próxima. Agora, a gente precisa chamar a Gabi Sampaio, que ela vai entrar com a gente remoto. Então, se vocês puderem já ver se a Gabi vai entrar, já vai avisando pra gente, enquanto a gente vai falando. Eu queria que você falasse um pouquinho, contasse um pouquinho. Eu queria não quebrar a tradição do programa, né? Porque eu falei assim, pra mim é uma honra, obrigado por me receber na sua casa, pastora.
Obrigado pelo convite, mas eu não queria quebrar a tradição do programa. Eu trouxe um presente inútil.
Eu não queria... Falei, ah, não vou quebrar a tradição do programa, né? Ah, desculpa, desculpa eu. E o que que é? É um livro? Código Civil. Ah, desatualizado. Desatualizado, não é um código civil. É queiroso o livro, ó. Ele é um código civil desatualizado, né? Ah, tá por isso que é. Ele é o que ele tem de... Ele é só de Daniel de Honora. Então assim, trouxe...
Então a Tua Cê saiu presente. Queria muito que você contasse como foi a... Porque assim, eu tenho um carinho tão grande por você e pela Angela, pelas meninas. Especialmente porque eu morei quatro anos em Vila Velha e a gente tinha uma conexão tão forte. Eu estava sempre com vocês. Vocês me ajudaram tanto. Foram tanto apoiadores do meu ministério ali.
E aí eu descobri, um dia você contou pra mim, e eu fiquei chocada. Ele contou a primeira entrevista que eu dei, depois que eu me converti, eu dei uma entrevista que eu não queria dar essa entrevista de jeito nenhum, que foi no programa quando começou do Super Pop da Gimenez. Isso. E a Gimenez, ela conhece minha família há muitos anos, que é todo mundo meio artístico.
E ela foi e me convidou em 2008 pra dar o testemunho, pra contar a minha história. E fizeram aquela entrevista com imagens de sexo, falando do meu passado. Aquelas coisas bem pra viralizar, tipo assim, um monte de cenas imorais, um monte de cenas picantes.
E eles enfatizavam, botavam bem grande embaixo. Ela faz abstinência há anos. Ela é ex-nifomaníaca. Eles botavam assim, tudo bem bizarro pra poder dar audiência. E eu dei essa entrevista assim, eu fui arrastada pelo Espírito Santo, porque eu não queria de jeito nenhum.
nenhum voltar pra televisão. Eu não queria estar fazendo isso que eu faço hoje. Eu queria ficar na minha, ser uma pessoa comum, uma dona de casa, porque desde que eu era criança, eu sou filha de dois grandes artistas, eu nasci numa família de grandes artistas. Eu tive uma infância. Minha mãe já esteve aqui. Minha mãe esteve aqui. Eu tive uma infância que minha mãe não podia me buscar na escola, minha mãe não podia ir um shopping comigo.
Então eu fui uma criança que odiava a fama. Eu era artista, sempre fui artística e artista. Mas eu não queria seguir esse caminho. Então quando eu saí do SNZ, da banda, falei, não, finalmente agora eu vou ser uma pessoa reclusa. Eu vou ser uma pessoa que tem uma vida comum. E aí Deus falou comigo, não, você não vai nada, você vai.
Agora, pra televisão, como pastor. Eu falei, ah, não vou não. E eu levei meses brigando com Deus. E o Espírito Santo me acordava e dizia, você vai ter que aceitar. E aí eles me mandavam convite. E eu não queria ir. E eu falei, eu não quero ir nesse programa. Eles vão botar um monte de... Botavam assim embaixo, ex-nifomania, cara. Nossa! Era uma coisa horrorosa.
E eu não queria ir no programa. Vamos colocar aqui na ex-ninfomaníaca. Eu não queria, não queria de jeito nenhum. Mas colocava ex-ninfomaníaca. Isso, e a gente pode fazer um programa só sobre isso, se você quiser um dia. Que eu sou boa pra falar desses assuntos. É mesmo? Porque ninfomaníaco? De ninfomania, dessas coisas, vícios em sexo, tudo isso eu sou boa pra falar desses assuntos. Sei muito desse assunto. Volta pra terra. Aí eu fui...
Ela falou, fala! Volta pra terra. Aí eu fui no programa. Tá. Muito a contra gosto. E aí? Valeu?
Fui, a Luciana fazia aquelas perguntas pra mim. A gente foi, acabou, depois que a Luciana, muito maravilhosa comigo, me convidava sempre. Mas assim, foi uma coisa, assim, ela ficava, mas como é que consegue? Mas quanto tempo? Entendeu? Cutucando. Cutucando. E eu respondendo e tal. Mas fui. Aí, anos depois, eu conheço o pastor Nelson.
Olha o que... Conta pra eles. Como é que foi que você falou? Você falou você não sabe aquela tua entrevista. É, profundamente impactante. Tá vendo? Às vezes a gente não tem noção, né? Mas aí ele me contou um detalhe. Que o auge do Escolha e Esperar tava assim bombando o Facebook. Tava com mais de 3 milhões de seguidores. Era uma coisa incrível. Ninguém tinha 3 milhões de seguidores no Facebook. Naquele momento, não tinha. Ninguém tinha.
E aí o Escolha e Esperar explodiu. E ele falou pra mim, naquela entrevista. Como é que foi que você me contou?
Que você chegou lá, que você assistiu e que você teve o insight, não foi isso? Foi, porque ali eu via que ninguém falava do assunto, porque eu acho que na internet, para o público cristão, você abriu esse caminho. Não só na entrevista, mas depois você foi a primeira a usar as redes sociais.
para comunicar aquilo que hoje muita gente fala, existem muitas pessoas falando sobre relacionamento na internet, mas você era a única pessoa que falava sobre uma ótica, um contexto completamente diferente. Sim, naquela entrevista, eu fui a primeira pessoa na história do Brasil a falar de abstinência sexual em rede nacional. Nunca ninguém tinha falado eu faço abstinência.
Ninguém. Nunca, ninguém tinha coragem de dar a cara a tapa. As pessoas tinham vergonha. Eu recebi mais de 4 mil e-mails dizendo assim, eu também faço e agora vou ter coragem de falar. Porque as pessoas tinham vergonha, elas eram humilhadas ao falarem. E eu fui lá batendo no peito, toda bonitona, toda novinha, batendo no peito falando, faço e daí? E aí o pessoal tomou coragem, né?
É verdade, eu fiquei muito impactado, naquela época não tinha nenhuma escolha a esperar, porque a escolha começou em 2010, 2011. Que época foi isso? Foi no ano de 2008. 2008, essa entrevista bombástica. Bombástica. E você acha foto aí desse dia, por favor? Eu achei lindo, porque imagina, eu entendi que eu tinha uma participação indireta no Ministério. Total, total. E escolhi esperar. Mas qual foi a resposta nos dias seguintes, assim, para você?
Eu recebi 4 mil e-mails em 24 horas. Positivos. Positivos, dizendo, olha, que bom que você foi lá falar, porque eu também faço abstinência, nunca tive coragem, nunca vi ninguém falando, obrigado por ir ali se expor. Porque as pessoas tinham muita vergonha. Era muito humilhante você chegar numa roda de amigos e dizer, sou virgem.
Era muito humilhante você dizer quero casar virgem, quero encontrar uma pessoa e quero namorar. Não só humilhante, como você virava motivo de chacota. As pessoas zombavam pela escolha que você fazia. Olha você lá em 2000 e... Não, esse não. Esse foi depois. Esse aí nós estávamos juntos, eu acho. 2008, eu estou com uma franja. Eu estou muito diferente.
Esse aí acho que tem isso. Você foi também. Você foi também. Mas esse aqui... Aí você tá falando faz mais de 10 anos que eu não vi. É, mas esse é mais recente. Se você jogar no YouTube, aparece um... Porque a RedeTV tirou. A RedeTV tirou. Ele coloca Sara, Luciano Gimenez... Só botar Sara Super Pop, que vai aparecer. Mas só tem gente que filmou da TV. Mas é uma imagem que não tá tão bonita. Não, ele acha. Eu tô de franja, você vai ver. E de roupa escura.
Pode entrar, Leia. Aqui é de casa. A Leia fica esperando aí, né?
Tranquilo, tranquilo A Gabi tá pronta? Queria muito que a Gabi entrasse Aí se vocês quiserem Se você quiser voltar daqui a pouco Nesse momento que a Gabi tiver, troca com a Thalita E a gente pode ser? E quem vier, traz o celular por favor Pra gente se comunicar Traz o celular do Johnny, Thalita Deixa o celular aqui
Vamos lá, então. Olha aí que coisa mais linda, meu Deus do céu. Peraí, Peraí, Sari. Você está falando muito alto. O pessoal está reclamando aqui. Eu perro, é. Deixa eu tirar, deixa eu tirar. Peraí. É voz de cantora, gente. Perdão. Vou abaixar meu fone aqui também. Minha família cantava no trio elétrico. Aí vocês sabem como é que é, né? É muito forte a pressão. Manda, manda, manda. Tirei bem longe agora.
Peraí, deixa eu abaixar meu fone. Agora tá bom. Já estamos ao vivo? Estão ao vivo, sim. É, você não vai escutar eles. Só que o meu casquete vai atrapalhar. Vamos lá. Agora eu não berro tanto, tá, gente? Como vocês estão? Vocês estão bem? Estamos ótimos, estamos bem, graças a Deus. Se apresenta para o povo. Estamos felizes em conversar com vocês. Se apresenta para o povo.
Eu sou Gabi, Gabi Sampaio. Sou cantora, né? Evangelica. E esse é o Pedro, meu marido. A gente, inclusive, conhece a Sara Shiva... Muitos anos. Muitos anos. Eu nem sei por lá. Quase 20. É, exatamente. Então ela viu a nossa historinha ali. Acompanhou cada detalhe. Acompanhou cada detalhe da nossa história até a gente chegar aqui hoje. Inclusive, nesse culto que ela citou de 2010, a Gabi estava. É verdade. Um dos cultos foi na igreja de Sampaio. Olha só, Sara.
Olha, eles são, eu sou muito apaixonada por esse casal. Esse casal, eles são uma referência na minha vida. E eu acho que pra milhões de pessoas que... Não é só você muda a vida das pessoas, mas eles também mudam a sua vida. Porque eles edificam a gente mostrando, na prática, o que eu falo, o que muita gente fala assim, ah, mas ela não é casada. Veja a vida de quem fez. É a crítica de muita gente que tá no chat.
Mas ela não é casada. Só que nós estamos falando do período de antes. Uma coisa legal de falar da Gabi, que eu queria que a Gabi e o Pedro contassem, é que a gente se conheceu, a Gabi tinha 12 anos, quando eu fui ministrar a primeira vez na igreja do pai dela, pastor Daniel Sampaio, pastor Ivone Sampaio, Igreja Batista Central do Barreiro, que eu amo muito essa igreja, amo muito esses pastores. E ela tinha 12 anos e ela fez uma aliança com Deus, não foi, Gabi? Conta essa história, Gabi.
É, assim, eu sou apaixonada por Jesus, acho que Jesus é meu primeiro amor, então, sou apaixonada por Jesus desde muito nova. E ali na minha adolescência, pré-adolescência, eu decidi fazer um voto com Deus, de que eu não ia namorar até fazer 18 anos, e eu pedi a Deus, assim, que o meu namorado, o meu primeiro namorado, fosse já o meu marido, eu não ia ficar gastando meu tempo namorando.
sofrendo por amor, eu não queria isso, né? Então eu fiz uma aliança, meu pai me levou numa loja, a gente fez uma aliança que era a minha aliança com Deus. Você também tinha a aliança do Escolhi Esperar. Tinha? Por isso que eu conheci o pastor Nelson. Olha que risada da Sara, que boa! Pastor Nelson, você ouviu isso? Vocês ouviram? Cadê? Ouviu? Não, a gente tem história. Ele tinha a aliança do Escolhi Esperar. Com os dois aí, né?
Que legal. E aí foi assim, eu cresci desse jeito na igreja, sempre amei Jesus, sempre amei cantar, minha família toda assim, toda servindo a Jesus, e o Pedro veio para a minha igreja. Isso.
E aí, ali... 2008, 2009. 2008, 2009. Eu lembro, quando eu fiz 18 anos, virou, tipo assim, um evento na igreja, porque todo mundo sabia que eu tinha um voto com Deus, e só depois de 18 anos que eu ia namorar. Então, foi um evento na igreja, meu pai falava no púlpito, todo mundo, meu Deus, agora ela pode namorar. Foi uma confusão.
E aí, eu e Pedro, a gente brincou, porque nós éramos já nesse momento melhores amigos. Foi a época que a gente se aproximou. Eu tocava no seu grupo de louvor. Ele entrou para o grupo de louvor. A gente era muito envolvido na igreja e o Pedro era parecido comigo. De amar, servir na igreja. E a gente fazia os eventos de jovens de acampamento. Tudo juntos. Todos da igreja a gente estava. Todos os eventos da igreja a gente estava. Ou tocando ou trabalhando. É.
A gente amava isso. E aí a gente ficou muito próximo, muito amigos mesmo. Então, antes de tudo, a gente era muito amigo. E aí, com 18 anos, inclusive na minha festa de aniversário, você brincou que colocava um anel no meu dedo. E a gente era só amigo mesmo. E a gente tirou uma fotinha, tipo, de anel, mas assim, sem nada mesmo. E eu acho que nesse mesmo ano, nos meus 18 anos, só que no final do ano, em dezembro, foi quando a gente começou a namorar.
Mas aí você tinha 12 anos, quando eu fui ministrar, e depois a gente se reencontrou, 10 anos depois, você estava, acho que com 22. Vocês começaram a namorar, você tinha quantos anos? 19? Eu tinha, eu estava no final dos 18, indo para 19. Vocês começaram a namorar, isso. Aí vocês já estavam namorando há dois anos, quando a gente se reencontrou.
Você estava mais ou menos com 22 anos. Eu sei que levou 10 anos pra eu voltar. Porque a primeira vez que eu fui, eu fui pregar sobre defraudação emocional. Sim. Aí você veio falar comigo... E nós dois estávamos no evento. E vocês não eram namorados, vocês eram adolescentes. E aí você veio falar comigo 10 anos depois. Sara, que eu falei pra você, eu sou tia Sara pra você. Você falou, Sara, eu...
Fiz uma aliança naquela pregação sua com Deus. Eu entendi o que era defraudação. E aí, agora eu estou namorando. Aí você veio me contar. Aí eu falei, não brinca. Toda a nossa história que é super diferente, né? Aí eu falei assim, não brinca. Aí eu falei assim pra você, vamos fazer uma sabatina. Não sei se você vai lembrar. Na porta da igreja, a gente... A igreja vazia. Aí eu, vamos fazer uma sabatina que eu vou fazer os testes pra ver se você está acertando. Se ele realmente pode ser o cara certo, lembra?
Aí eu comecei a perguntar Quanto tempo de Sem beijo na boca, foi a primeira pergunta que eu te fiz Quanto tempo sem beijo na boca Vocês estavam há dois anos Aí você me contou que vocês até tinham dado Um selinho ou outro, mas que você Começou a achar que o negócio tava ficando Meio esquisito e que você botou Ele de castigo e falou Conta essa história O que é meio esquisito Como que era esse beijo aí
Era de ponta cabeça, era... Tipo a minha aranha, Mary Jane. É, ele lambia o teu ouvido, lambia o cotovelo, sei lá. Como que era um beijo estranho, assim, esquisito. Bom, ó, é o seguinte. Quando a gente começou a namorar, eu tinha umas coisas, assim, comigo. Porque meu pai era pastor. Ele era muito forte, assim. Os meninos tinham medo do meu pai. Musculoso. E aí... Forte, musculoso.
E aí os meninos tinham muito medo do meu pai, e eu ficava assim, nossa, eu queria que a pessoa de Deus pra mim, assim, o meu marido, né, a minha pessoa, fosse um homem que conseguisse conversar cara a cara com meu pai, que chegasse nele e falasse, olha, eu quero namorar sua filha, porque os meninos vinham e conversavam comigo ao redor, né, aquela coisa assim.
Então, o Pedro já começou a fazer essas coisas sem ele saber que isso era importante para mim, porque ele já foi no meu pai, quando ele começou a ter interesse em mim, a gente conversou ali que a gente tinha algum interesse um no outro, e aí ele foi no meu pai e falou...
Pastor Daniel, eu gosto muito da sua filha, quero sair com ela, quero levar ela pra jantar, a gente vai conversar e tal. Eu já olhei e falei, gente, ele é diferente, tá diferente. Ele tá levando essa coisa aqui a sério, né? E aí a gente fez o nosso primeiro date, que inclusive foi o primeiro date da minha vida, né?
E aí, pra eu ir nesse encontro, o meu pai sentou comigo e ele escreveu, tipo assim, ele fez uma lista de coisas que eram muito importantes se eu fosse namorar o Pedro. E aí eu levei essa lista, mas eu tava tão sem graça, tava com tanta vergonha, embora a gente era muito amigo, mas eu tava com muita vergonha. Inclusive até hoje eu me arrependo, porque a carne tava muito boa e eu fiquei sem graça pra comer.
E aí, quando eu fui falar as coisas, fazer as minhas exigências, né? O Pedro começou a falar as coisas que eram importantes, eu nem precisei dizer. Então, assim, olha, a gente vai orar pra ver se é isso mesmo. Eu não acredito nesse negócio de ficar orando e enrolando ao mesmo tempo. Eu quero que isso seja sério, meu objetivo é casar, eu não namoro à toa. Então, ele foi conversando todas essas coisas comigo e ali a gente começou, né?
Esse aí foi conversar com meu pai. Meu pai fez ele ler livros. E resumir. Vai ler, vai estudar. Vai estudar. Gostei dessa. Tinha que fazer resumo escrito. Vou fazer isso com o pessoal que trabalha comigo aqui. Vai estudar, vai ler. Ô, Romer, vai ler. Vou te passar três livros pra ler.
Nas lives que a gente faz aqui. Pedro aparecia lá em casa com o resumo dos livros. Muito engraçado. Mas, Gabi, quanto tempo... Quando vocês namoraram, vocês já eram amigos há muitos anos. Sim. Ou seja, vocês já tinham feito o protocolo da amizade. Que é o que eu falo para as pessoas solteiras. Façam primeiro um período de amizade sem você ter nada com a pessoa.
sem você beijar a pessoa, para você conhecer quem a pessoa é, sem um interesse por você. Porque as pessoas só relaxam quando elas não têm um interesse. Não é verdade? Exatamente. Eu acho que isso faz, inclusive, toda a diferença em relacionamentos, assim, de você conhecer a pessoa...
pela pessoa, por quem ela é, sabe? Antes de tudo. Inclusive foi o que você falou comigo. Você falou assim, ó. Eu não quero que a gente fique orando pra ver se isso é certo, mas orando e andando de mão dada, e fazendo carinho, e mandando mensagem. Porque senão a gente vai, o que a Sarah ensina, se defraudando, né? A gente vai fazendo a emoção tomar conta e a gente tem que tomar essa decisão de uma forma...
Não é racional, mas ao mesmo tempo é, né? É racional, é racional. Porque é o culto racional de Romanos 12. Que a gente precisa entregar o nosso corpo para Deus como um culto racional, as nossas vontades, que é o que é mais difícil. Parece que a gente está anulando o espiritual, mas não é. Porque a presença de Deus estava com vocês o tempo todo, desde a época da amizade.
Sim, e é legal porque a gente se dava muito bem em tudo, então eu observava isso, eu ficava observando, porque eu tinha meus sonhos, eu sabia o que Deus queria fazer na minha vida, por exemplo, eu sabia que eu ia cantar, eu sabia que eu ia cantar em vários países, eu tinha sonhos muito grandes, entendeu? Então não podia vir um cara que é mais pra trás, não dava, eu tenho uma coisa pra realizar.
No meio do namoro, ela foi morar um ano nos Estados Unidos. E eu super incentivei, eu sabia que aquilo ia ser determinante pra vida dela em todas as áreas, na área da música, na área teológica, em tudo, né? Então eu super incentivei, ela já achou diferente, porque muitos ficariam com ciúme, nossa, não...
E eu fui a pessoa que mais incentivei ela aí, ela ficou um ano. E o outro detalhe também é sobre os meus pais. Porque a gente fala muito das experiências ruins que as crianças têm, né, com divórcios e casamentos tóxicos. Mas no meu caso, graças a Deus, eu sei que eu fui um privilegiado. Eu tive um exemplo ótimo dentro de casa. Eu queria ter a história que meu pai e minha mãe tiveram. O namoro dele foi incrível, o casamento foi incrível.
Então, isso acho que ajudou eu querer uma pessoa legal, que fosse um casamento de acordo com a palavra de Deus. Então, ver o exemplo dos meus pais me incentivou muito a... Vale a pena esperar, tipo assim, porque vai ser um casamento bom, vale a pena ter uma família, vale a pena pagar o preço que for, e para ter uma mulher incrível. Então, é isso, né?
A gente tinha valores inegociáveis, sabe? Aqueles valores que, assim, é isso que eu quero para a minha vida. Eu não caso para divorciar.
Eu não caso pra isso, então eu preciso ter certeza de com quem eu tô casando. Não é só a parte do romance e da química e do fogo, porque isso não mantém o casamento. Não é isso que mantém. Então, às vezes, a pessoa conhece toda a parte emocional do outro, mas não conhece a parte racional, o que você gosta, o que você quer da sua vida, como é que você se comporta em tal situação. Então, assim, o namoro, eu acho que a gente, no nosso namoro também,
querendo ou não, a gente ia fazendo esse teste de tipo assim, vamos ver se o que a gente quer pra nossa vida combina pra gente viver pra sempre juntos. É, porque um casamento, a gente vai dividir uma vida com uma pessoa pra sempre. E eu falei, eu quero dividir minha vida com uma pessoa incrível. Que eu amo estar junto, que eu amo ela, que eu acho ela maravilhosa, que eu acho ela linda. E eu achei essa pessoa. Eu falei, eu vou pagar o preço que for pra dividir uma vida incrível com uma pessoa incrível. Uau!
Aí aqui claramente entra a parte de que nós dois tínhamos muito claro o valor inegociável de casar virgem, né? Então, a gente beijou, normal, mas a gente não ia pra esse outro lado de jeito nenhum. Então, se algum dia a gente estivesse lá no nosso momento, talvez beijasse e ficasse estranho...
Na hora, a gente mesmo cortava. E eu acho que essa é a coisa de ter liberdade em você mesmo. De escolher o que você quer pra sua vida. Então, não é que a gente tava vivendo uma coisa religiosa. Não, é o que eu quero pra minha vida. Eu quero ter o orgulho de subir no altar e falar.
eu esperei, e a minha lua de mel vai ser um momento conto de fadas, porque vai ser nosso primeiro momento juntos. E realmente foi, porque foi especial, não foi uma coisa que eu já fazia, não foi uma coisa que a gente já fazia, foi único, eu esperei para aquele momento, entendeu?
E virou um exemplo. Tanto que a gente está aqui hoje. A Sarah acompanhou toda a nossa história e cada detalhe, né? E ela já passou o Natal com a gente depois disso. Não sei se você lembra, Sarah. Oi, eu lembro. A gente fez até baile na sala da Carta. Fizemos baile. Meia-noite.
Foi muito bom. Eu amo muito vocês. Mas o que eu queria lembrar, que eu não posso deixar de falar, é que eu me lembro da gente conversando e eu fazendo o checklist com a Gabi. Isso. Não, Gabi, vamos ver. E você não tava nessa hora que tava só eu e ela, sem você. E na porta da igreja. É, na porta da igreja. A gente tava dentro, mas a igreja já tava vazia. Aí eu comecei.
Mas quanto tempo sem beijo? Aí ela me contou que vocês fizeram um período, né, bem radical depois. Vocês beijaram. Aí ela me falou que de vez em quando o beijo ficava muito quente. Ela falou, de vez em quando eu mando ele pra lá, eu falo, sai de perto de mim, porque eu não tô querendo hoje não. Porque hoje não dá. Ela é, tipo assim, bem firme, bem princesa, como tem que ser. Aí eu me lembro que eu perguntei, tá, e aí? Foi fazendo as perguntas, de repente ela veio com a cereja.
E nessa hora eu me sentei, eu não sei se você vai lembrar, Gabi, eu sentei, cruzei o braço e falei, querida, você vai casar com o homem de Deus. Ela me contou isso aqui de você, Pedro. Ela falou, olha, eu vou te contar uma coisa que ele fez. Ele foi até o meu pai, marcou com o meu pai sem eu saber.
E depois o meu pai veio conversar comigo, dizendo que ele fez a seguinte pergunta pra ele. Pastor, quanto eu preciso ganhar para dar pra sua filha a mesma vida que você dá a ela? Ali eu sentei... É muito bom, tem essas coisas. Gousadia, né? É mesmo. Ali eu sentei e eu falei pra você...
Pode casar, você tá no caminho certo, porque o homem que vai até o seu pai se preocupar em cuidar de você como o seu pai cuidou, querida, esse cara te ama. E nunca me esqueci, Pedro, dessa tua atitude de homem, de príncipe, que pra mim foi muito impactante. Depois desse dia eu falei, Jesus também quer igual.
mesmo eu tendo mais de 50 anos, claro que hoje não é assim, né? Não precisa pedir pro meu pai. Mas falei, Jesus, que caráter desse homem que o Senhor deu pra Gabi. E que lindo a história de vocês. É muito impactante, me impacta muito. E eu tenho certeza que vai impactar muito as pessoas. Hoje, conta um pouquinho como é que vocês estão hoje. Vocês têm duas crianças lindas. Tia Sara é bombó.
Conta pra mim. Você tem que conhecer meus filhos, hein? Pois é. Aliás, eu tenho que passar um final de semana aí com vocês pra gente ir fazer baile de novo. Vamos fazer isso. Fala pros seus pais, hein? Que eu quero aquele quartinho pra lá. O quartinho do Eliseu lá pra ficar lá na casa.
Vocês podem falar isso fora do ar, então? Vamos continuar o programa aqui? Estão combinando as coisas aí, né? Conta um pouquinho de hoje, como é que vocês vivem. Valeu a pena? Conta pra eles. Só uma coisa, vocês podem também fazer perguntas, comentários. Eles estão aqui na mesa de avulso, não. Vocês podem participar da conversa, tá? Ótimo.
Eu lembro dessa vez que eu perguntei para o pai da Gabi como se fosse hoje. É naquele restaurante que não tem mais onde é a sua prefeitura do Barreiro. E eu fiz outras perguntas também. Eu lembro como se fosse hoje. Você falou para ela. Hoje nós vamos completar 10 anos casados. Agora em 2026. Temos dois lindos, maravilhosos filhos. O Péu e a Alice. Mas estava tanta bagunça que pelo bem desse podcast a gente mandou para a avó. Imagino.
Mas fala pra eles, vale a pena? Valeu a pena? Como vocês hoje se sentem tendo filhos lindos? Como é a vida de vocês hoje? Vocês olham um pro outro, vocês têm, assim, aquela convicção? Como vocês se sentem hoje depois de tudo que vocês viveram? Qual é o sentimento? É? Valeu a pena? Fala pro pessoal.
Olha, eu acho que valeu muito a pena, porque é um desafio para todo mundo. A gente foi muito zoado, debochado, enfim. Mas eu acho que, por amor a Deus, para viver aquilo que a gente prega, valeu tão a pena. Isso dá tanta credibilidade, tanta autoridade para a gente hoje, como jovens casais. Inspira muita gente, porque do mesmo jeito que algumas pessoas são referências para um lado ruim, a gente é uma referência para o lado bom. Então, geralmente quem anda perto da gente...
acha que o casamento é legal, que vale a pena. A gente tenta, né? É um padrão de Jesus a família. Então a gente acredita muito nisso. E nós vivemos isso. Não foi fácil, mas nós vivemos. Vivemos isso intensamente de valorizar esse pilar. E a gente tá aí, né? Com dois filhos lindos. A gente ama estar junto. A nossa vida acabou que é muito junta porque a gente trabalha junto, a gente faz tudo junto. Então eu acho que realmente a gente nasceu pra isso.
Tipo, ter esse contexto antes, a nossa vida como casal, como família. A gente se olha, né? A gente fala assim, gente, a gente realmente nasceu um pro outro. A gente dá certo. Porque pra viver tudo que a gente vive, a forma como a gente pensa, dá muito certo. E é legal, porque eu lembro que o pessoal falava assim, iam conversar com a gente recém-casados e falava, nossa, o primeiro ano do casamento é difícil, né? Até acostumar, eu e Pedro a gente olhava, tipo...
Não foi difícil, gente. Desculpa, não foi difícil. Exatamente. Foi muito divertido. É a história dos felizes no meio dos infelizes, né? Tem muitas mulheres que elas falam... A gente quer que você tenha graça. A roda das casadas infelizes, todas falando mal do marido, eu fico calada, porque eu sou feliz, vou falar o quê? Sim, a gente se divertia. A gente se diverte até hoje, né? Então, assim, a gente... E eu acho que tem tudo a ver, porque ao invés da gente estar focando só na parte... É...
emocional e corporal, sei lá, não sei uma forma melhor de falar isso, a gente tava gastando tempo se conhecendo mesmo, então nós somos muito amigos, a gente é amigo de verdade. Do tipo assim, se eu tiver uma fofoca pra contar, eu quero contar pra ele. Entendeu?
Que maravilhoso, meu Deus. Existe. Gente, existe. É isso que as pessoas precisam saber, né? Existe. Eu tive que ir pra um evento, eu viajei, fui pôrlando, e ela não foi. Tem dois anos isso. Gente, não tinha graça nenhuma.
ir num restaurante ou fazer alguma coisa sem ela lá. Mas, gente, eu tenho conseguido dar pastagem pra voltar antes. É o que eu passo aqui com o Homer, assim. Quando eu vou viajar sem o Homer, que paz que é, cara. Quem não fica fazendo piadinha de quinta série. Eu adoro quando o Homer não tá junto. É o contrário aqui. Mas você vai sentir falta, hein? Quando ele tá junto, eu falo, meu Deus, eu quero ficar sozinho. Aí, quando eu tô sozinho, eu falo, que bom que ele não tá aqui.
Então, eu arranjo coisa pra ele fazer aqui. É o contrário do relacionamento de vocês, tá vendo, Homer?
Então aí, pro povo que tá ouvindo a gente Pras meninas, tira os caras Da friendzone, gente O que que é isso? É de ficar nas ondas de amizade só Dá chance pro cara Dá chance pro seu amigo, gente É muito legal você estar com a pessoa Que além de tudo, é muito seu amigo É porque tem mulher que tem preconceito Não sei se homem também tem esse preconceito Ah, ele é muito bonzinho Ele é legal pra ser amigo Homem não tem, né Até
Você tinha, tá vendo? Daqui a pouco a Thalita vai falar. Pô, mas se o cara é bonzinho, se o cara é legal, é esse cara que você tem que casar. Não é assim? Exatamente. O seu pretendente é o seu melhor amigo. Exatamente. Esse é o seu pretendente. Não, mas pretendente tem vários. Pretendente, o cara, o best pretendente. Que se destaca ali, né? O melhor pretendente, o cara certo, é o seu melhor amigo.
Porque até mesmo você não pode casar com seu inimigo, né? É. Mas explica isso, então. É difícil. Explica isso das mulheres não gostarem do... Então, a mulher leva um padrão. A gente traz alguns inconscientes, assim, né? Já tá gravado. É, já tá gravado. A gente vê a partir dos filmes que a gente assiste, a partir das referências que a gente tem. Então, eu... A gente cresce vendo os filmes lá de Hollywood. Então, aquele cara, o bad boy, e a menina boazinha que consegue salvar ele.
Ela sempre acha que vai mudar o cara. É isso, eu vou mudar o cara. Ele é machão com todo mundo. Mas não vai, né? Ele é carinhoso. Então quando você olha praquele cara bonzinho, amiguinho, você fala, não, esse aqui não. Você quer o cara mal. Mas isso não é consciente. Isso é inconsciente. Verdade. Isso é o padrão que você carrega. Você fala, eu quero alguém pra salvar, pra cuidar, pra mudar. Meninas.
Eu posso parecer bad boy, parecer um cara... Mas eu sou legal. Você não é bad boy nem aqui, nem na China. Não me estraga o meu visual. Eu estou tentando vender aqui que eu sou esse cara. Você é um cara maravilhoso. Não, eu sou... Você é um cara especial. Eu não valho nada.
Você não é nada disso, para com essa medida. Ela tá me estragando aqui. Tá repreendido em essa palavra. Não, depois a pessoa me conhece, aí vê que eu não sei. Gabi e Pedro, pra gente encerrar. Obrigado demais aí, né? O que é que vocês querem deixar pro pessoal que tá assistindo? É, uma mensagem, né? Alguma coisa legal. Tem alguma coisa no coração de vocês que vocês creem que é importante pra esse pessoal ouvir? Ah, eu acho que, eu diria que...
Ter um propósito na vida e encontrar alguém que carrega o mesmo propósito, que está indo para o mesmo lugar, que deseja as mesmas coisas, é muito importante. Então, às vezes, a gente tem que parar de olhar com a emoção e olhar um pouquinho com o racional, de tipo assim, eu tenho um lugar que eu quero chegar e eu preciso encontrar alguém que vai para esse lugar comigo, que a gente vai junto, sabe? Eu acho que o casamento que dá certo é um casamento que nasce nesse lugar.
Eu acho que é isso que eu teria pra dizer. Maravilhoso. O que eu tenho pra dizer, gente, a vida é tão louca, tem tantas aventuras, e o tempo hoje é talvez a coisa mais valiosa, né? Então, eu escolhi ter a minha vida, dividir a minha vida com uma pessoa maravilhosa, com uma pessoa incrível. Obrigada. Valeu a pena esperar. Que lindo!
Hoje tem! Hoje tem! Pagamento! E o Brasil escute isso. Isso é um desperdício seu tempo. É. Gostei do sotaque, né? Amo muito vocês. Obrigada pela participação. Que honra pra vocês, gente. Que Deus os abençoe muito. Gabi tá com a música nova?
Tem muita coisa boa aí, gente. Vai lá me ouvir. As músicas mais lindas. Uma música boa pra vocês ouvirem. A voz mais linda. Parece o Rostinol de Jesus. Maravilhoso.
Te amo. Um beijo. Valeu, obrigado. Se apresenta, né? É. Como você fala antes de me apresentar, né? Vamos começar com um presentinho? Vamos. Porque aí fica fácil. Se eu falar, né? Vai lá, vai lá. Daqui a pouco eu vou fazer o Gigi. Esperar para estar com o Gigi. Não, não faz aqui, né, Sarah? Vai ao banheiro, né? Esse é um presente inútil. Dá para aguentar um pouco. Aqui, ó.
Já percebeu, Romer? Sempre quando eu vou mostrar aqui, a pessoa quer pegar o prêmio da minha mão, né? Quase. Tem que falar que tem uma câmera. Olha que legal. Tem que imaginar que tem uma câmera no tempo. Olha que legal, hein? E ele tem um significado por trás. Que bonito. Vai ficar bonito no cenário, hein, Romer? Vai, dá pra ficar penduradinho. Se passar a mão, ele muda. Porque foi assim a nossa história. Começou de um jeito, passa a mão pro lado. Aí, ó, fica de outra cor, prateado, tá vendo?
Começou de um jeito... Não, ele vai contar. Se é seu coração, você pode machucar o meu coração, quando você passa com você. E aí, qual é o significado? Esse foi o primeiro presente, não foi esse, porque era bem maior. Bem maior mesmo. O que? Um coraçãozão? Um coraçãozão. De pelúcia enorme, com lantejouro escrito I love you. I love you. E foi o meu primeiro presente pra Thalita, mas tentando conquistá-la.
Você falou que amava sem amar ainda? Sim, já olhou e falou, preciso amar. Acreditou. Ele era do mundo. Então eu pensei assim, vou trazer esse presente, tô achando que tô arrasando, né? Então assim, um presente grande, eu falei, precisa ser exagerado. Então eu trouxe um coração bem grande, com um boquê enorme de flores, de rosas, e ela falou assim, ah, vou conquistar ela.
Na jogada daquilo que achava que era do mundo mesmo, né? Certo, certo. Aí eu cheguei pra ela, entreguei o coração, entreguei o buquê de rosas. E ela foi, pegou ele, olhou, toda sem graça. Falou assim, ah, tá, tá bom.
Leva lá pra mim, lá dentro. Estava na rua com as amigas. Coloca lá no banco, porque a gente tava em frente da igreja. Coloca lá no banco, lá. Ela destruiu o seu coração, rasgou o seu coração. Rasgou o meu coração. Quebrou. Pegou assim ele e amacetou o meu coração.
E eu... Mas aquilo me despertou. Por quê? A gente tem o inconsciente, né? De... Olhei aquilo e falei assim, vale a pena. Vai valer a pena. Porque aquilo que custa muito caro, você dá valor. Verdade.
Então eu comecei a valorizar ela a partir daquela atitude. Era algo que, para me fazer desistir, mas na verdade, só atiçou o caçador em mim. Por quê? Porque o homem é caçador. O homem quer buscar algo que é valioso para ele. Aquilo que é fácil, que está aí para todo mundo, o homem não vai atrás. Mas aquilo que é precioso, o homem tem um instinto natural, que é ser caçador mesmo. Então eu falei assim, vale a pena eu investir aqui, porque vai dar bom.
mesmo, assim, decepcionado ali naquele primeiro momento mas eu falei assim, vou investir aqui porque eu vim de uma cultura do mundo, como eu falei eu não tinha, eu não era cristão então eu falei assim, mas aqui mas tem algo que é inerente ao homem, né que é o que? essa vontade de, aquilo que é difícil eu vou conquistar, o homem é conquistador então eu fui lá e falei assim, agora eu vou conquistar essa mulher, foi a partir daí eu falei
Eu me apresento aonde agora? Se apresenta, gente, a Barbie mais linda que existe. São seus olhos, sabe? Bom, eu sou a Thalita. Aqui? Olhando para vocês mesmos. Eu sou a Thalita. Eu me identifiquei muito com o que a Gabi e o marido dela falaram de ser casar, teve um casamento na amizade. Nós trabalhamos juntos. Nós somos pastores e trabalhamos com pessoas no seu desenvolvimento tanto espiritual como emocional.
E nós fomos casados há 18 anos, vai fazer agora. 18 anos. 18 anos. Pensei que você tinha 18 anos. Nossa, eu ganhei meu dia hoje. E assim, quando nós nos conhecemos, a gente era muito diferente. Nós somos muito diferentes. E eu tinha uma base cristã muito forte.
E tudo que a gente tá falando, eu tava vendo os comentários, o pessoal falando, nossa, mas isso é impossível. Como? E a Sarah falou uma coisa muito legal pra você, ela falou, você não acredita que isso é possível. E tudo, todo pecado, falando pra cristãos agora, né? Sexo antes do casamento é considerado pecado.
A gente está falando para cristãos. E todo pecado tem uma base que é da incredulidade. O pecado sexual, você consome a pornografia, você faz sexo antes de casamento, você pega todo mundo. Porque no fundo você não acredita que é possível ter uma vida diferente. Você não acredita que você tem um pai que realmente chamou para viver uma coisa diferente. Então não tem como tomar essa decisão de, ah, eu vou me guardar. Se você não entender que você é filho de Deus.
Eu acho que tudo tem a ver com paternidade. A Gabi falou de propósito. Você tem um propósito, mas antes de um propósito, você tem uma identidade. Quem não sabe quem é, nem de onde veio, põe a boca em qualquer lugar. É verdade.
E eu, eu tinha essa... Quando você tem o senso de pertencer a Deus, você tem um olhar diferente sobre si mesmo. Eu nunca tive mal-estima assim, nossa, eu sou top, então qualquer um vai me querer. Não, mas eu tinha certeza que eu era filho de Deus. E que Deus tinha o melhor pra mim. Então, esse reconhecimento da paternidade, Deus me fez tomar uma decisão. Eu era muito jovem, e assim, desde 12, 13 anos eu falei, eu vou me guardar e eu quero beijar a pessoa que eu for me casar.
Olha que lindo. E aí foi uma decisão que eu tomei. Não foi meu pai, não foi meu pai era pastor. Vai ser um coração gigante que vai fazer mudar de ideia. Eu vi toda esperança. Qual que ela tá falando? Não foi o pai que foi isso? Não foi o pai, não foi a religião. Porque muitos pais querem por causa de filho. É verdade, não adianta, né? Não foi, mas eu tive uma revelação da paternidade de Deus sobre a minha vida. Nem era cultura na época, né?
Na igreja, a cultura é casar virgem. E aí eu olhava os casamentos na igreja, todo mundo tinha casado virgem, a grande maioria, mas tava passando perrengue no casamento. Ou seja, casaram.
Cumprindo um protocolo obrigatório, mas sem um relacionamento realmente desenvolvido, que foi o que eles fizeram. Exatamente, casaram com muita pressa. Então, crente quer casar virgem, aí faz o quê? Crente quer casar virgem, faz o quê? Não, vamos namorar rápido. Quanto tempo que a gente aguenta sem transar? Aí um ano, aí casa, e casa e não se conhece. Aí quando casa...
Tem o prêmio todo do sexo, mas descobre muitas outras coisas que o outro trouxe na bagagem e a gente não sabia. E aí eu falei, não, não quero fazer desse jeito. E aí eu tive uma decisão muito mais radical até para os crentes na minha época. Eu falei assim, não, eu não quero então namorar sem a relação sexual, eu quero namorar sem beijar.
E foi uma decisão que eu tinha. Não tinha a Sara Shiva falando sobre isso na época. Então todo mundo falou, nossa, que menina doida. Não tinha ainda o movimento Escolha e Esperar. Então ficou assim, nossa, que exagero. Minha mãe falava, nossa, você é muito radical. Que exagero. E eu falava, não, mas é que eu quero me envolver e me beijar. E falar, eu te amo pra pessoa certa. Que for o meu marido.
Então foi uma decisão minha. E aí foi quando eu conheci o Johnny. A gente estudou junto. Era um cara do mundo. Não tinha nada a ver comigo. E ele já chegou falando comigo. Ah, você fica comigo? E eu falei, não. A primeira coisa que eu falei pra ela, Vilha, ela falou assim, eu vou casar com você.
Na escola ainda, ele já chegou e falou, eu vou casar com você. E isso me irritou profundamente. E te irritou? Muito. Eu estava sentada, ele chegou na cadeira de frente para mim e falou, eu vou casar com você. Eu falei, cai fora, menino, nem te conheço. E isso me irritou muito. Eu considerava ele um colega, eu não conhecia ainda. Quando ele recebeu um convite para ir na igreja que eu frequentava, pela minha irmã...
Eu falei, agora eu vou ter que aguentar esse cara aqui na igreja? Que saco, agora eu vou ter que tratar ele bem, porque ele tá vindo na igreja que eu sou a filha do pastor, eu vou ter que ser pelo menos sociável ali com ele, né? E aí a gente começou a se conhecer como amigos, e nesse tempo ele foi investindo já de cara, eu já sabia que a intenção dele era...
Namorar comigo, ficar comigo. Mas nesse tempo, quando ele decidiu estar ali na igreja, a princípio por esse motivo, ele teve um encontro real com Deus. Por isso que eu falo, não adianta a gente pensar em tomar decisões drásticas, assim como o sexo só depois do casamento, porque isso é drástico para o mundo, isso é um exagero para o mundo, se você não entender que você é filho de Deus. E que isso é uma proteção para a sua vida.
E eu olhava assim a postura dela, eu falei assim, o coração dela, eu tentei conquistar o coração dela com o coração. Não deu certo. Então eu entendi que o coração dela não estava nem na mão dela. O coração dela estava na mão de Deus. Então o que eu precisava fazer? Também ter um coração na mão de Deus. Eu precisava ter Deus como meu pai.
Eu precisava entender a paternidade de Deus. Então eu comecei a buscar também esse desenvolvimento espiritual, se tornar realmente um cristão verdadeiro, uma pessoa de Deus, buscar a Deus na sua intimidade, entender o que Deus queria. E nesse processo de... eu vim da forma errada por ela, mas nesse processo eu encontrei Deus. E eu senti Deus começar a transformar o meu coração também.
Então eu falei assim, se o coração dela está na mão de Deus, então eu preciso conquistar esse pai. Então eu comecei primeiramente a conquistar o coração de Deus. E isso faz muito sentido para quem vive uma vida na igreja, cristã. Mas eu vi que tem muita gente ali que está, nossa, mas para mim já era isso, aí já foi. Vocês estão falando de uma fase que eu já passei. Tem um comentário ainda que eu achei interessante, que a pessoa falou assim, assistindo.
E quem foi garota de programa e fez tudo errado e agora aceitou a Cristo, faz o quê?
E a gente fala de virgindade, mas a gente fala também de pureza. Quando você decide entender Deus como seu pai, e você fala, não, agora eu vou me guardar, tudo se faz novo. Você não volta a ser virgem, mas você é pura novamente. É igual o seu filho. Você fez, eu tenho uma filhinha de dois aninhos, ela fez cocô na fralda, quem que eu jogo fora?
A frauda. A frauda. Eu jogo minha filha fora? Não. Não jogo. Então não importa a sua história, não importa se você já foi garota de programa, se você já passou por tantas situações, se você decide entender a sua identidade em Deus e recebe essa revelação de filha...
você tem uma história nova, você tem uma chance nova. É claro que você vai ter que lidar com o que você traz na bagagem. As memórias, as experiências, mas tudo isso é possível. A gente teve uma história de pureza. A gente ficou aí, se conheceu e aí fomos amigos. Nesse meio tempo eu comecei a namorar com outra pessoa.
E aí eu propus toda a minha ideia de eu quero namorar sem beijo pra essa outra pessoa, que era cristão, filho de pastor como eu também. E ele achou uma loucura. Ah, é? E ele já era cristão, ele já tinha... Ele falou, não, isso é ridículo. A família dele falou, isso é ridículo, essa menina é louca. E eu falava o quê? Não, o beijo mascara uma situação. O beijo, ele é totalmente íntimo. Você, como a pastora Sarah fala, né? É mais íntimo, né?
Se for pensar tanto, tem prostituto que não beija, né? Exatamente. O beijo é uma ligação de alma.
Gente, tudo isso que eu aprendo com filmes, essas coisas. Porque eu fico olhando isso e falo, nossa, ele sai com o próximo... Não! É só assistir uma linda mulher. Exato, exato, né, Romero? Deixa claro aí. E aí eu falei, não, quando você entra numa relação já romanticamente, a pessoa que quer te conquistar, ela vai esconder todos os defeitos dela. Verdade, claro. Ela vai falar assim, não, eu vou mostrar a minha melhor parte, que assim eu vou conquistar essa pessoa. E aí depois eu ia casar.
Ia fazer o quê? Ia descobrir uma outra pessoa que eu não conhecia antes. Eu falei, não, eu quero mostrar o meu pior lado agora. Eu quero mostrar quem eu sou agora. E se eu começar pelo beijo, a pessoa já vai se apaixonar, eu também vou me apaixonar, vou me envolver, e entre beijar e conversar, o que é mais gostoso.
Beijar. Conversar. O seu cérebro vai querer... Conversar, tanto que eu fico aqui três horas conversando. Não beijando. Mas num relacionamento romântico. Eu adoro conversar, desculpa. Mas num relacionamento romântico ali. É o beijo. Você fica ali horas beijando, se deixar quando você está namorando. Mas conversar é bom também.
É, mas se a gente começa pelo beijo, a gente conversa muito menos. A gente conversa sobre coisa gostosa, sobre coisa legal. Você não conversa sobre aquele defeito, aquela dificuldade que a pessoa tem, aquilo que você observa. Você nem observa os defeitos quando você está romântico já. Então eu falei, não, eu não quero começar um relacionamento romanticamente. Eu quero começar pela amizade. Porque amigo não engana. Amigo, você já... Não precisa mascarar, não precisa enganar quem ele é.
O amigo vai mostrar quem ele é. Então eu quero começar pela amizade. Então eu propus esse plano mirabolante pro meu namorado e falei, olha, eu quero começar pela amizade. Então eu não quero beijar até eu ter certeza que eu vou me casar com você. Fala a verdade, é a primeira vez que eu tô ouvindo esse lance do beijar. Porque pra mim era só sexo. Mas é assim... Nem beijar é uma coisa nova pra mim. Fica mais difícil ainda!
Já era a mais desafiadora, né? Não, não, não. Observa por que foi tão importante trazer a Gabi pra falar. Porque eles não tiveram um namoro sem beijo até o altar. Algumas pessoas... Sim, foi uma opção minha. Foi uma opção dela. Eu, por exemplo, fiz uma escolha. Se algum dia eu... Jesus rejou, vou ir se me cajar. Eu iria beijar só no altar por causa do meu passado. Porque eu não vou arriscar. Sim.
Eu não vou arriscar com as coisas que eu vim, da onde eu vim. Agora, não é uma doutrina pra todo mundo seguir. Qual é a doutrina? Que aí é bíblica. Não comece pelo beijo. Essa é a doutrina. Ah, tá. Ou seja, não se começa pelo corpo. Não se começa pela carne. Porque qual é a doutrina? Aquele que semeia no espírito, do espírito colherá. Mas aquele que semeia na carne, da carne colherá. Ou seja, não comece pela carne. Não comece pelo corpo. Comece pelo espírito. Semeie pelo espírito. Exatamente.
Aí você pode até beijar depois. Mas primeiro comece conhecendo, porque o beijo é o que ela falou. Maquia o caráter. Você já falou da sua frase? Não, ainda não. Deixa eu falar antes dela continuar. Eu tenho uma frase que todo mundo ouve eu falar. A frase é assim. Já falei em várias entrevistas. Se não serve pra ser amigo, não serve pra ser marido. E todo mundo pensa que essa frase é de minha autoria. Porém, essa frase é de autoria de Thalita. Eu tô quase nessa experiência. Thalita Gandra. E aí...
Ela me contando essa experiência, porque eu sou uma pessoa pesquisadora dos relacionamentos, e quando eu fui pregar na igreja deles, eu perguntei, como vocês se conheceram? Vocês são tão lindos. Aí ela me contou essa história que ela tá contando agora pra gente, que eu tô interrompendo aqui no meio, que ela vai continuar. E quando ela contou a frase que ela falou pro cara, foi essa frase, eu fiquei tão impactada, que eu falei, eu vou levar essa frase pra todos os lugares que eu for na minha vida.
Porque é uma das maiores verdades que quase ninguém elabora essa verdade. Continua contando a história. E aí eu falei pra esse meu namorado, né? Eu não queria beijar no altar. Eu queria beijar quando eu tivesse certeza. Não, eu vou casar com ele, eu amo. Então agora eu já libero o contato físico. Então foi uma opção minha. A igreja não pregava isso, meus pais também não. Foi algo que eu quis por segurança minha. Eu falei, eu não quero conhecer a pessoa de verdade.
Eu quero ver como ela é, quais são os defeitos dela pra eu casar. Porque eu, Crista, vou casar, não vou casar pra me divorciar. Então eu fiz esse propósito, falei com ele e ele aceitou, porque senão não tinha outra opção. Ele falou, tá bom, mas eu acho uma loucura, mas vamos lá. E a gente começou esse namoro com muita conversa e sem contato físico. No máximo, pegar na mão, às vezes, eu até deixava. Eu falava assim, não, intimidade é um caminho sem volta. Não dá pra eu dar intimidade e depois falar, devolve aqui?
Então eu falei, não, vamos ser amigo. Mas a gente tinha muitas brigas, porque é difícil de alguém aceitar isso quando a pessoa não entendeu a identidade dele. Então ele falava assim, não, a gente brigava o tempo todo por conta dessa regra.
Do namoro. E aí teve uma vez que eu falei, não, eu não quero. A gente tem que ser amigo. Eu quero ser seu amigo. Eu já terminei por causa disso, hein? Eu poderia não falar dos meus defeitos, das coisas que eu fiz no passado. Mas, pô, hoje eu vejo que coitada da menina. Mas ela veio com esse mesmo discurso. Só que a gente já tinha começado errado, vai. Aí é um pouco mais difícil. Mas ela se sentia incomodada. Sim. E ela falou, putz, eu acho que devia ser assim e tal, tal, tal.
Eu falei, não, então vamos terminar. Então terminei por causa disso. Não é todo mundo que aceita. Sim, claro.
Mas ali eu fui bem honesta, assim. Vai ser assim, você quer que seja assim? Se for assim, eu aceito. Pra eu te conhecer, eu não te conheço ainda. Nisso, o Johnny tava ali de bastidor. Ele já tinha se declarado. Você tá entendendo ou não a dinâmica? O Johnny tinha tomado um fora e tava ali de longe, olhando e orando, Senhor, essa Barbie. Eu amo essa mulher, essa mulher é linda, eu quero essa mulher. E dá o coração dela. Dá o coração dela. E ela namorando o outro.
E este outro, Carnal Até o Teto,
E ela começou, cara, olha só. Tá me incomodando. Toda hora tu quer pegar, abraçar, beijar. Não foi isso? Sim. E aí eu falei, a gente tem que ser amigo. Mas eu não quero ser seu amigo. Eu falei, mas se não serve pra ser amigo, não serve pra ser marido. Porque o amigo, você casar com o seu amigo, é a melhor coisa do mundo. Você pode expor suas fraquezas, você pode falar quem você é. O amigo não leva pro pessoal, pro peito. Ele não vai te atacar, ele vai te acolher.
E aí foi quando a gente passou um tempo com muito, muito conturbado, um namoro muito conturbado, porque a gente conversava muito e discutia muito. E aí ficava nisso de beija, não beija, beija, não beija. Beijei, né? O ex, tudo isso é o ex. O ex, beijei o meu propósito. Eu queria beijar no altar, assim, o meu marido. Não consegui, beijei, me envolvi com uma outra pessoa, assim, nesse sentido só físico, até aí só. E mesmo assim, os problemas não paravam, porque a gente tinha valores muito diferentes, né? E aí
É, esse é o problema. Pensamentos muito diferentes. Então não ia dar certo. E aquele papo de os opostos se atraem até certo ponto, né? Exatamente. Isso é muito oposto. E nisso o Johnny ficou aí. Esses anos, isso passaram-se alguns anos, o Johnny nesse tempo não se envolveu com ninguém porque ele piamente acreditava que eu seria a pessoa que iria casar com ele. Você conseguiu entender isso ou não? Ele ficou em abstinência, se guardando.
Mas você ficou em abstinência ou não conseguiu ninguém? Fala a verdade. Isso é isso.
O cara tenta e não consegue entrar. Eu era feliz. Não, ele tinha umas pretendentes. E eu falava, porque nesse tempo, nesse tempo a gente ficou muito amigo. No começo eu não gostava dele, depois a gente ficou muito amigo. A gente trabalhava junto na igreja. A gente trabalhava junto na igreja, nos ministérios. Então eu conhecia muitos defeitos dele. Essa é a estratégia da conquista que os homens, que foi a mesma estratégia que o Pedro da Gabi usou.
Que os caras não entendem que essa é a estratégia. Exatamente. Ficar amigo. Ficar amigo. Colega. Andar junto. Ficar amigo da família. E o Johnny, ele complicou muito minha vida. Porque ele... Minha mãe era apaixonada por ele. Porque ele viu que não conseguia me conquistar. Conquistou minha mãe. Ah, mandava pra mim. Meu irmão. Conquistou o pessoal da igreja inteira. E o pessoal da igreja inteira sabia que eu tinha namorado. Foi, claro.
Esperto, né? O pessoal da igreja inteira sabia que eu tinha namorado. Mas torcia pelo Johnny. Ficava um coitadinho do Johnny.
Olha lá o Johnny esperando. Olha lá o Johnny. E eu virei a ruim, porque, poxa, dá uma chance pro Johnny. Mas eu não gosto do Johnny, o Johnny é meu amigo. Eu falava, o Johnny é meu amigo. Eu vejo ele como um irmão. Imagina, não tem nada a ver. Ai, o Johnny vai ficar você com ele.
Eu falava, tinha uma amiga que gostava dele Eu falei, poxa, por que você não fica com a fulana? Ela gosta de você, eu queria Tudo que eu queria, queria que a gente já se namorasse Sim, pra pararem de me culpar No dia que eu anunciei meu namoro Ele tava viajando, eu falei, graças a Deus o Johnny tá viajando hoje Eu vou anunciar meu namoro aqui na igreja Que a gente tinha esse costume de lançar pra igreja Eu falo que ela esperou viajar
Pra anunciar o namoro dela. Não, porque eu ficava com dó. Eu falava assim, poxa, é meu amigo. Eu sei que ele gosta de mim há tanto tempo. Agora eu vou namorar com outra pessoa. Eu não vou dar a chance pra ele. Mas pra fazer o quê? Eu não gosto dele. Eu gosto como amigo. E assim, nesse tempo, passaram-se seis anos. Então foram seis anos que ele ficou esperando. E eu via como... Nossa, seis anos é muito tempo. Olha isso. Seis anos.
Olha isso. Mais do que uma copa e outra, né? Uma copa e meia. Só que aí é que vem a reviravolta. E aí? É.
Eu pensei que esse coração tinha ido pro lixo. Não, tava guardado. Não era tão ruim assim. Tava guardado mesmo? Tava, tava guardado. Então havia esperança. Esse coração foi parar na almofada da nossa cama quando a gente se casou. Então você vê como as coisas mudam, né? Por isso que esse coração tem duas faces, né? Vermelho e a prata ali. As coisas mudam. A gente ficou amigo por seis anos. A gente se conhecia muito bem.
E aí eu tive esse namoro conturbado, terminamos esse namoro, passou um tempo, e aí eu percebi que tudo que eu queria que meu namorado fosse, o Johnny era.
Eu falava, por que você não faz mais assim? Ele ficava muito incomodado. Eu admirava a comunhão que o Johnny tinha com Deus. Eu acho que a maior segurança que a mulher precisa é a segurança espiritual. Você olha para o homem e fala, nossa, olha como ele conversa com Deus. Olha como ele é um homem que tem a presença de Deus. Isso era lindo. Eu admirava muito o Johnny. Mas eu não tinha esse... Ainda faltava o físico, o desejo. Eu achava ele bonito.
Eu achava ele um galã. Hoje ele é mais bonito. Ele era muito magro, mas eu achava ele bonito.
Mas aí, quando a gente terminou, eu fiquei ferida, foi um namoro bem difícil, e eu fiz um voto com Deus. Eu falei, Deus, tá muito complicado esse namoro, muita briga. Então, de duas, uma. Ou é muito de Deus, de um inimigo, tá furioso, ou não é de Deus esse namoro, e eu tô insistindo. Mas eu não consigo terminar. Então, eu vou ficar na minha, e se for da sua vontade de a gente não ficar junto, que ele termine. Uau!
E fiquei observando ali só. E ele terminou o namoro comigo. Terminou num impulso. Depois se arrependeu. Voltou, pediu pra voltar. Mas foi o gancho que você precisava. Mas aí eu falei, não. Agora eu tenho uma resposta de Deus. Como que eu vou voltar? E eu gostava muito dele. Eu gostava muito dele, mas eu não tinha falado nem eu te amo. Porque eu falava assim, eu quero falar eu te amo pro meu marido. Até porque quando você beijou, os sentimentos começaram a se envolver. Sim, totalmente. Eu gostava dele. O gostar aparece muito quando você beija.
Porque o beijo ele cria uma coisa chamada aliança de alma. Que é também conhecido como aliança de sentimento. Tem um filme de Hollywood chamado Uma Linda Mulher com a Julia Roberts. Que a primeira sequência de cenas no roteiro é uma prostituta conversando com a outra. E uma aconselha a outra. Ela e a amiga. A amiga aconselha ou ela aconselha dizendo assim. Não beije na boca do seu cliente. Porque você se apaixona. Vai se apaixonar. Isso está no roteiro de um filme de Hollywood. E isso é uma verdade.
que até Hollywood sabe. Quando você beija, começa com beijo, o beijo vai ser melhor amigo dos casados. O beijo é inimigo dos solteiros, mas é o melhor amigo dos casados. E o diabo, ele trabalha contra a família. Ele quer que você beije no namoro, porque o beijo é teu inimigo no namoro. E ele quer que você não beije depois de casado.
Então ele quer tirar de você essa etapa para inverter o processo e queimar o cartucho e você não ter isso depois. Porque quem muito beijou antes não tem vontade de beijar depois. Quem se guarda, quem se conserva, você tem um eterno fogo pela pessoa. E quando você casa...
Não é nem que não dá vontade de beijar. Se você não conhece a pessoa direito, você vai querer conversar. Você vai querer, não, vamos discutir isso aqui. Isso aqui não tá legal. E aí você, como que você discute e tem vontade de beijar? Você não consegue. É incompatível. É incompatível. Então eu pensava assim, não, a gente briga agora no namoro. Mas quando a gente casar, a gente não vai brigar. E eu tive a mesma experiência da Gabi. Todo mundo fala, ah, o primeiro ano é muito difícil, né? E eu, nossa.
O primeiro ano é o céu pra você. Porque a maioria dos problemas que os casais têm nos primeiros anos de perceber o defeito do outro que você não sabia, eu já sabia. Eu já sabia. A gente tinha seis anos de amizade. Aí, o meu propósito de beijar no altar, quando eu falei pro Johnny, quando a gente realmente comecei a olhar ele diferente, eu falei, não. Tudo que eu falo que o fulano tem que ter, ele já tem. De repente, virou a chave.
Aí virou uma chave, mas aí meu propósito era beijar quando eu tivesse certeza. Mas no caso dele, eu já conheci ele muito bem. Eu tinha seis anos de amizade. O que faltava descobrir? Se tinha a química, se ia ter o romântico. Aí, neste caso, eu tive um namoro com o beijo. Aí a gente beijou. Por quê? Porque tem casos que o beijo é um sinal determinante para prosseguir.
Eu já atendi casais em aconselhamento, de namorados, que eles vieram até mim assim, estamos namorando há dois anos, sem beijar, em santidade. Ué, é mesmo, que lindo. E aí eu senti aquela energia fria, assim, no canal. Esquisito. Aí, ó o meu conselho, isso é importante falar aqui, pra ficar registrado. Vocês já beijaram na boca? Não, a gente só queria beijar no altar, mas os dois eram virgens, super puros. Falei, não, vocês precisam beijar na boca. O quê, pastora Sarastiva? Só faltaram fazer o sinal da cruz pra mim.
Não estamos te conhecendo. Eu falei, não. Cada caso é um caso. Não uma doutrina rígida religiosa. Cada caso é um caso. Vocês são virgens. Vocês estão parecendo irmão sem desejo. Vocês estão parecendo irmão de sangue. Vocês não estão com a energia de irmão Cristo que vai se casar. Precisa colocar o Eros aí. Cadê o sentimento, o amor Eros, o amor erótico? Cadê? Aí, esse casal começou a beijar na boca pra despertar, porque tava muito tranquilo.
Exatamente, até pra ver se Realmente tem aquela Não, é legal, aqui dá certo Tem casais que a gente vê Que fizeram sem orientação E realmente é um Prejuízo para o relacionamento Porque a vida sexual No período de depois, ela é fundamental Sim
E aí, se você vai pra dentro de um relacionamento sem isso, e é esse o medo da maioria, né? E as pessoas têm muito medo, as mulheres principalmente, de casar e não ter depois o desejo sexual. O homem também, ah, vamos fazer um test drive e tudo. Mas a maioria dos divórcios...
que a gente vê hoje, não é porque a gente não se dava bem na cama. É por incompatibilidade de gênio. A gente tinha valores muito diferentes, a gente brigava muito, a gente pensava diferente. Ou a gente pensava diferente sobre o dinheiro. A crise financeira é uma das maiores causas de divórcio. Então, pou...
Quantíssimos casos, muito pontual, é um problema de... Porque não tinha química. Sexual. É um problema sexual. Então, o teste drive que tem que ser feito mesmo é na conversa. É realmente conhecer aquela pessoa. Porque o sexo também, o bom sexo, ele é construído. Você não vai casar e na sua luz de meio, praticar o sexo com aquela pessoa já vai ser maravilhoso. Você vai construir. É um treino. E no casamento, a gente precisa pensar sempre nisso.
Depois que você casa, antes de você casar, o amor é o prêmio. O que eu tenho pra entregar é isso. E...
É só antes de casar. O amor é um prêmio. Casou, agora você tem que amar. No cristão, que não vai se divorciar, né? Só em extremos casos. Agora o amor é uma premissa. Eu amo você primeiro. Independente de você merecer. Independente dos defeitos. Antes de casar, não. A carta que você tem, principalmente a mulher, é antes de casar.
Tudo é antes de casar. Casou, decisão, eu costumo falar que a gente pensa no desejo, começa no desejo de você gostar do outro, depois na ação e depois na decisão. Casou, é inverte. É decisão primeiro, ação e desperta o desejo. Por isso que no casamento, ah, mas agora não tem mais paixão. É normal. 17 anos, a paixão não dura tudo isso. Nós temos, vamos fazer 18 esse ano. Paixão não dura tudo isso, dura no máximo 3.
Mas a paixão a gente consegue despertar de novo. Exato. Tem ciclos da paixão. Porque a paixão tem a ver com a admiração. O quanto você vê o outro. O ciclo da paixão leva até três anos. Porque é o período que você está apaixonado. Você não consegue ver os defeitos. Sim.
Esse é o efeito mental da paixão. A paixão é uma química tão forte que você não consegue. Você viu gente apaixonada que você... Às vezes a pessoa não é legal e os amigos todos falam, cara, mas essa mulher... Você já viu? E o cara não consegue... Não consegue enxergar. Todo mundo fala e a pessoa não... Ele não consegue, não é por mal. É uma química que cega. Sim.
O problema é quando a química passa, que cai a cegueira. Aí o que você vê? Você já estava preparado para o que você está vendo? É igual aquela historinha da moça que ia casar, estava namorando, e falava, ai mãe, ele é tão romântico, ele é tão maravilhoso. A mãe falava, abre o olho, filha, abre o olho. Ai mãe, mas ele é tão forte, ele me trata tão bem. Abre o olho, filha, abre o olho. Aí casa.
Mãe, ele é tão grosso. Fecha o olho, filha. Fecha o olho. Agora é a decisão. Então, você vai ter que escolher amar aquela pessoa com quem você se casou. Perfeito. E isso é muito chocante para algumas pessoas, porque as pessoas acham que a gente está endossando permanecer casada a qualquer preço. A gente está indo contra a palavra lá da pastora Helena Raquel. Sim, não. Eu sou super a favor da palavra da pastora Helena Raquel. Eu sou super, deixo bem claro aqui, eu sou super apoio o que ela falou lá na congregação dela, que viralizou nos Gideões.
Eu sou super a favor, inclusive. Acho que você deveria trazer ela aqui, porque ela é muito maravilhosa. Enfim, só que o que a gente precisa deixar claro aqui para as pessoas é o seguinte. A maioria das igrejas que estão tendo problemas nos casamentos são as mesmas igrejas que empurram para casar em seis meses. Para casar rápido, para não pecar. Casar rápido para não pecar. A destruição, o divórcio começa num namoro rápido.
Aí vai ter um monte de gente que vai vir aqui e dizer assim, Vilela. Ah, mas eu... Vai querer dar o tristemunho. O livramento munho. Tristemunho. O tristemunho e o livramento munho. O que é o livramento munho? A pessoa teve um livramento e ela quer fazer disso uma doutrina. Tipo, ah, mas eu casei em seis meses e estou casada há 20 anos e com meu marido muito bem. Infeliz. O que eu digo pra essas pessoas? É uma exceção, né?
Obrigada. Eu digo pra essas pessoas o seguinte. Boca de siri, fecha o bico, põe o seu rabinho em transverma, fica bem quietinha. Guarda pra você essa história, porque você teve um livramento. Se você publicar isso aos plenos pulmões, sair falando pra todo mundo, eu casei em seis meses. Sabe qual o perigo? Uma pessoa imatura escuta...
imita você, vai casar em seis meses em cima da sua história, sabe o que vai acontecer? Vai ser destruída e no dia do juízo, quando vier no tribunal... O sangue dessa pessoa tá nas suas mãos. Vai ser requerido de você, que deu o seu tristemunho de livramento munho? E você quis fazer da sua história de livramento uma doutrina, um padrão?
A sua história não é padrão. Boquinha calada. Eu sei que vai doer muita gente ouvir isso aqui. Porque você queria bater no peito e dizer, meu casamento é maravilhoso. Casei em seis meses. Cala a boca. Quietinha. E faça o seguinte, ó.
Deus me livrou. Não aconselho ninguém a fazer o que eu fiz. Corri um risco muito grande, né? Corri um risco. Hoje eu tenho consciência. Nunca defenda isso. Pois qualquer jovem, qualquer solteiro, solteira, que te ouvir e se lascar, é tu que vai responder pela desgraça na vida dessa pessoa. Então, tema a Deus, queridinho. É só o meu recado pra essa galerinha. Porque a galerinha vem falar na cancada. Porque você é uma exceção. Uma exceção.
É como eu chegasse pra todo mundo e dissesse assim, você tem que ficar que nem eu, vinte e tantos anos sem casar, sem pensar em casar. Esse é o meu chamado. Eu recebi um chamado. Deus, quando me chamou, me disse, você vai ficar solteira e vai ser solteira por anos e anos. Foi o meu ministério. Deus não quer que vocês fiquem solteiros por anos e anos. Deus quer casar logo vocês. Deus quer que você encontre logo a pessoa certa pra sua vida. Ele tem pressa na sua vida. Agora, o tempo de Deus existe. Existe.
Não dá pra você conhecer uma pessoa em menos de dois anos Conhecendo, conversando Não dá A gente se conhecia há seis anos E quando a gente começou o namoro mesmo O amigo olha pra mesma direção Não olha um pro outro, né Quando a gente começou a namorar, agora é hora de olhar um pro outro Então vamos namorar com intenção E aí foram mais dois anos Uau
E aí nós nos casamos, né? E assim, a melhor coisa, eu falo, a gente aconselha muito casais. E eu sempre falo, começa pela amizade, que isso é o máximo você ser casado com um amigo. Porque vai ter momentos no seu casamento que você vai passar por situações, por tentações. E se você guardar segredo do seu marido, o segredo é o pior inimigo dos casamentos. Existiu uma experiência na minha vida, eu vou contar aqui já que ninguém vai ficar sabendo, quando o Johnny, a gente tinha três anos de casados, e ele foi fazer um intercâmbio na Austrália.
e ficou lá por seis meses. Uau. Já depois de casado? Depois de casado. A gente estava casado, a gente conversou muito, falou, nossa, surgiu essa oportunidade agora, você me apoia, e agora? A gente é casado? Não, pode ir, mas a gente ia. E na época, a gente não tinha essa facilidade de fazer uma chamada de vídeo no celular, a gente tinha que combinar o horário.
Se eu soubesse, você está sabendo que eu não ia deixar. E eu não aconselho, eu também falo. É uma exceção. Porque olha só como o inimigo é sujo. A gente é... Você é carne e osso. Se você cortar aqui, vai sair sangue. Não vai sair óleo ungido, né? Então, por mais que você tenha os seus valores bem firmados, a gente passa por diversas tentações.
E o homem e a mulher tem um relacionamento, mas ele, muita gente fala assim, ah, traiu, não tem caráter. Não, eu não acredito nisso. Aliás, nós todos somos mau caráter. Se não for Cristo em nós, né? Somos pecadores. E muitas vezes o homem trai porque ele tem uma paixão repentina por alguém, mas ele ama a esposa, mas ele traiu. Como que explica isso? Ele tem um deslize.
Ele teve um deslize, mas ele ama a esposa, ele tem um amor pela esposa, mas ele traiu porque teve uma paixão por outra pessoa. Nesse tempo que a gente esteve longe, foram seis meses, a gente conversava muito, mas só via Skype uma vez por dia. Então eu tinha que combinar, era meia noite pra mim, pra ele era meio dia, e conversava pouco. E eu lembro que eu trabalhava, e aí, olha só o poder da amizade. E comecei a trabalhar próximo a um homem.
Que virou meu amigo, meu colega. E aí eu ali estava sozinha, três aninhos de casado, marido longe.
o diabo é sujo. Eu poderia ficar ali uma tentação, né? Ali eu, meu Deus, uma pessoa, meu amigo, aí eu comecei a perceber... E o cara bateu o olho em você, viu? Essa beleza toda que você é. Começou a arrastar uma asinha pro teu lado. Não, e eu percebi, como que eu percebi que eu tava um pouquinho mexida? Que, ó, eu era uma pessoa de Deus, uma vida com Deus, então às vezes a pessoa fala, não, eu sou infalível. Não, ninguém é infalível. Sim.
Sabe, você ser uma pessoa de Deus não te impede de ter tentações, de ter desejos, e você tem que vigiar nisso. E eu comecei a perceber que eu ficava com vergonha do amigo. Eu, ai, meio sem graça. Aí eu falava, nossa, a gente não tem vergonha de amigo. Por que eu tô sem graça com essa pessoa? O que eu tô sentindo? Eu comecei a me perceber. Hoje a gente percebe que a gente quer conhecer o outro pra casar, mas a gente nem se conhece ainda.
E eu comecei a me perceber. Eu falei, por que eu tô sentindo isso? Por que eu tô com vergonha do amigo? Esquisito, é.
E aí eu podia contar pra uma amiga, e a amiga podia falar, mas é que seu marido tá longe, né? Amiga também. Podia fazer com diversas situações. Eu fui falar com quem? Com meu amigo. Pro meu marido. E era, naquela altura, o seu sacerdote. Exatamente. Eu contei pra ele, olha, Johnny, eu tô sentindo alguma coisa por uma pessoa no meu trabalho.
Eu tô, não sei, meio mexida. Eu fiquei com dó dele, porque imaginei ele lá na Austrália, eu aqui. E eu contei pra ele, assim, com toda abertura. Porque um amigo, ele vai usar de misericórdia, ele não usa de justiça. Muito bom. Por isso que ser amigo num casamento é tão importante. Porque se você é só marido e mulher, muitas vezes você vai usar de justiça.
Como assim? Então eu tô aqui, eu tenho uma amiguinha aqui também, você vai ver. Eu vou pagar na mesma moeda. Eu poderia fazer isso, eu vou pagar na mesma moeda. Isso é uma lealdade, né? Lealdade é mais ou menos isso. Eu vou conforme a lei. Se a pessoa faz isso pra mim, eu vou fazer isso também. 50-50. Mas no altar a gente escolhe ser fiel.
Porque Deus é fiel. Fidelidade é um pacto em cima da fé. Não é em cima da lei. Então eu dou meu 100%. Eu faço 100% por você. E vou torcer. Vou crer que você vai fazer também. E esse nível de intimidade emocional. Que poucos casais conhecem. Que não é você ter intimidade sexual física. É você ter entrado na alma do outro.
E o outro ter entrado na tua alma e as almas estarem desnudas uma diante da outra. E você não tem medo. O nível de comunhão, isso a maioria não sabe, triplica a relação sexual, o desejo sexual do casal. Muitos pensam que isso mata o sexo.
É o contrário, especialmente para as mulheres. Para as mulheres, essa conexão é uma conexão bombástica e afrodisíaca. Que muitos homens têm medo da mulher e ele virarem amigo, acabar o desejo, acabar o sexo, acabar a atração.
E o que eu mais pesquisei nesses anos todos que eu trabalho com relacionamento, foi que eu descobri que o segredo do desejo da mulher era esse. Era a intimidade emocional com o marido. Você se sentir segura ali. Eu falei assim, eu vou contar pra ele. E desnuda nas emoções, sem nenhum segredo.
Tanto ele quanto ela. Tanto o homem quanto a mulher. E eu não tive medo dele me julgar, dele me condenar. Nossa, não acredito que você está fazendo isso. Eu falei, estou sentindo alguma coisa por um colega de trabalho. Eu não sei, eu fico sem graça com ele. A gente começou a se aproximar.
E aí eu contei antes de virar, se eu não tivesse contado e tivesse guardado isso comigo, na fantasia ali, pensando no meu marido longe, eu teria virado um adultério. Ou seja, quem não confessa a tentação, vai confessar um pecado. Confesse a tentação. Mas quantos aqui estão nos ouvindo, que já ouviram, ouviram isso aqui que a gente está ouvindo?
Isso aqui é uma coisa muito difícil você achar. Eu conheço alguns casais que vivem isso. Que é o nível de intimidade emocional, de integridade entre um e o outro, que não tem limite para a intimidade emocional. Eles são tão amigos que eles estão desnudos, eles não têm segredos. Primeiro é João 1,7. Se andarmos na luz, sem segredos. Terão, então, comunhão um com o outro. E o sangue de Jesus te purifica de todo pecado.
Eu não sei como foi pra ele ouvir isso lá da Austrália. É, claro que é difícil, mas, como eu falei, quando você casa num casamento com a sua amiga, você vai usar, porque com um amigo, quando um amigo vem contar alguma coisa, você não usa de justiça, você usa de misericórdia com ele.
Então você acolhe. Claro que você direciona. Fala assim, não é bom. Um verdadeiro amigo vai falar assim, não. Para onde você está indo. É, foi isso que ele fez. Ele me orientou. Ele falou, você precisa se afastar. Porque senão você vai se envolver. Então assim, se afasta. Já estou chegando. Estou voltando. Calma aí, eu vou voltar. Pega as malas.
Ainda bem que tava já no finalzinho. Mas se afasta, toma cuidado, porque não é só sobre mim. Quando a gente decide ser fiel no casamento, não tem a ver só com o outro, tem a ver com o seu relacionamento com Deus. E eu sempre senti isso. Um homem que ama muito a Deus, ele não vai te trair. Não é por causa de você, porque por causa de você ele trai. Porque ele te ama, mas se apaixona por outra pessoa. Mas continua te amando. Isso é possível.
Mas se ele ama a Deus, ele não vai te trair, porque ele ama a Deus. E eu tinha a convicção disso do Johnny e ele de mim. Mas quando eu me senti tentada, eu falei... De novo.
hum, tá estranho isso aqui, eu falei isso pra ele ele me orientou, não, você vai sair de perto você não vai ficar junto, porque senão você vai cair, e aí você vai impactar não a minha vida com você, porque eu posso te perdoar e a gente seguir, mas vai impactar a sua vida com Deus. E você não pediu demissão? Não. Você apenas saiu de próximo de aproximar do caso. Não, eu me afastei e toda conversa ele perguntava, e aí como que tá aquilo lá que você me contou? Olha, ele entrou. Ele foi meu discipulador ali.
E eu perguntei, e aí, com você, aconteceu alguma coisa assim? Tem alguém que você... Aí ele, não, da minha parte não. Eu falei, não, pode me contar, né? Eu vou saber. Ele, não, medo, né? Mas ele não me... Ele falou que não, que como ele tava tranquilo, que era difícil. Eu fui muito focado, assim. Então, eu tentava me esquivar ao máximo, ali, de tudo. É, e a mulher tava ali, eu tava sozinha. E a mulher precisa, às vezes, de uma segurança, de um amigo. E eu tava sozinha há alguns meses.
Mulher é muito emocional, né? Exatamente. Olha que eu sou uma pessoa, bem, me considero uma pessoa racional, assim. Mas não, na amizade. Na amizade, o outro vai acessando suas emoções. E tem uma coisa que é muito importante nos relacionamentos, que é a inteligência emocional. Mas a inteligência emocional, você perde nos relacionamentos. Exato.
Quando Deus falou pra Salomão assim, o que você quer? Me pede tudo que eu vou te dar. Ele pediu sabedoria. Sabedoria é inteligência emocional ou intelectual? Emocional. Mas ele começou a vida tomando as melhores decisões e terminou a vida fazendo as piores decisões. Ele perdeu aquela inteligência emocional. Como? Nas relações, nas conexões dele. Ele se conectou com... Nos casamentos. Nos casamentos que Deus falou que não era pra ele ter alianças com os povos estrangeiros que tinha ali. Ele foi perdendo isso.
E eu poderia estar perdendo também nas relações ali, nas conexões. E aí eu pude contar tudo pra ele, ele me orientou. E a gente passou por essa fase. Graças a Deus não aconteceu nada. Mas eu tive um amigo pra contar, assim, pra descobrir totalmente o meu coração e mostrar a escuridão que tava ali. Descobrir é tirar a coberta, né? Exatamente. Descobrir. Tirar o véu, né? Tirar o véu. E que lindo, né? E de lá, aí quando ele chegou...
A gente, assim... Quando ele chegou, imagina, ele estava meses fora. Aí eu falei assim, ó, você nem vai voltar em casa. A gente se encontra no aeroporto e a gente vai viajar uma segunda lua de mel. Então a gente se encontrou no aeroporto sem ele ver mãe, irmã. Todo mundo ficou bravo comigo. Nossa, mas ele não vai nem vir em casa deixar as malas, não. O marido é meu. A gente vai direto para o aeroporto. Eu já fui lá com ele nas malas.
A gente se encontrou no aeroporto e já embarcou no avião. Já deu aquele chupão no caro.
a noite foi boa já deu aquele chupão que vai chegar em nome de Jesus e beijou e já fomos direto viajar e o que acontece na hora que você chegou lá você nem lembrava mais que existia aquela tentação dos infernos quando eu olho pra trás eu falo, meu Deus de onde que tava, meu Deus que vergonha de mim mesma mas é muito importante mostrar pras pessoas que o coração Jeremias 17, 9 diz é enganoso 16, 11 diz é 16, 11 diz é 16 diz é 16 diz é
E a gente aconselha casais, às vezes o casal chega com uma demanda de tentação. Não adianta falar que não. Toda mulher é tentada sim e todo homem é tentado sim. Mas você não tem coragem de falar pro seu cônjuge. De repente, seu relacionamento não tem condição de saber disso. Às vezes eu falo pra minha esposa, não tem como. E aí eu não tenho como falar assim, ó, conta pro seu marido. Não dá. Senão o casamento acaba.
E ela fala, não, as meninas falam, não, imagina se eu falar isso pro meu marido, ele me mata. Ele surta. Ele me mata, ele surta, ele sai de casa. Mas eu conheço alguns casais, um desses casais é a minha irmã e meu cunhado, pastor Anani, pastor Brinco, eles conseguiram construir essa intimidade porque eles foram discipulados por um casal que tem essa intimidade, que conduziu eles.
E os ambos contam que quando eles têm sonhos eróticos, eles acordam, contam sonhos com pessoas de fora. E que, por exemplo, a mulher conta pro marido, o marido põe a mão na cabeça na cama, antes de levantar, e começa a repreender já o demônio. Fora, agora sai. E a mesma coisa, o marido conta pra mulher quando acorda. Meu bem sonho, ele que tava fazendo sexo com a cantora, não sei das quantas aí do mundo. Aí demônio. Às vezes é uma pessoa próxima. O diabo tá setando já com uma pessoa próxima. Aí a mulher põe a mão na cabeça.
E ora e repreende aquele mal, aquela seta. E quando você casa com um amigo, você não tem vergonha de falar assim. Não tem medo de falar assim. Igual eu já falei várias vezes. Amor, tá muito frio. Eu não tô me sentindo apaixonada por você mais. Eu te amo, mas eu não tô apaixonada. Eu falei várias vezes. Vamos arrumar esse negócio. Aí ele, sério? Eu falei pra você, tá bem? Pro Johnny, eu falo assim, meu Deus do céu. Ele deve ser muito apaixonado por mim.
Porque eu acho que ele sofreu tanto. Eu esperei bastante. Eu falo, mas você não tá sentindo isso? Ele, não, pra mim você tá maravilhoso.
filhosa, não sei o que lá. Eu faço uma listinha do que eu preciso fazer. Ele não tem nada. Aí eu falei, eu tenho uma lista enorme. Mas que bom que tem a comunicação. Sim, e eu falo, amor, mas eu não tô me sentindo apaixonada. Não tô. Aí ele, não, então tá bom. Aí ele já percebeu que ele vai se dedicar um pouco mais, vai despertar o quê? A paixão.
Aquilo que no casamento você pode despertar. Você vai usar e abusar daquilo ali. Das armas que você tem. Agora, isso aqui é muito importante. Eu nunca teria, se eu fosse uma conselheira na vida de vocês, ali naquele momento, eu nunca teria deixado você viajar. Que é uma das coisas que eu ensino antes de casar. A Bíblia é muito clara, manda você não se apartar da pessoa.
Hoje, você aconselharia? Você faria de novo isso? Não, jamais. Deixa bem claro aqui pra todo mundo. E eu falo, ó, eu passei por isso, deu tudo certo, mas eu não aconselho. Eu consegui lidar com isso. Eu consegui lidar com isso porque eu casei com um amigo que pôde me ajudar, me orientar, me cobrir ali espiritualmente, em oração e tudo, me aconselhar, mas eu não aconselho. Não dá certo. E em 99% das vezes. É muito perigoso. É muito perigoso.
Fala um pouquinho qual é a igreja de vocês pro pessoal que tá assistindo a gente. Eu vou pedir pelo horário, a gente já tem que mudar. Fazer o... É, vamos lá. O rodízio. Vamos lá. Nós somos pastores ali na Casa da Benção, uma igreja que fica ali no Taboão, em Bu, é uma rede, né? Tem bastante... Taboão da Serra. Isso, Taboão da Serra. Em Bu das Artes. Então, bastante gente aqui assistindo.
E obrigado, então, Vilela, por nos receber aqui. Foi muito bom. A gente é fã aqui do podcast, a gente assiste bastante coisa. Muito obrigado mesmo. Obrigado, obrigado a vocês. Obrigada. E eu amei também que vocês... Obrigado, professora Sara, por ter me chamado. Você é amiga. Vocês são uma referência para mim.
E eu espero que a gente possa sempre estar juntos e, assim, medificam demais. Demais, demais. Ai, que bom, Sara. Ficamos muito felizes. Enquanto a gente faz essa troca aqui, vamos por uma pergunta aqui. Aí a gente dá tempo de trocar. Obrigado demais. Obrigada. Sejam felizes e voltem. Vamos fazer alguns programas especiais aqui. Manda, Homer. Vamos lá. Tem a pergunta aqui, ó. Da Deiseliane Leite.
Obrigado, diretor, por cortar nessa câmera colada no convidado saindo apareceu a orelha dele, muito bom muito bom esse take, ficou mais artístico Obrigado pelo reconhecimento Desiliane Leite, ela perguntou aqui pra pastora Sarachiva se ela acha apropriado já no primeiro encontro falar sobre o passado ou se ela deve esperar mais um tempo. Ótima pergunta, hein? E agora? Conta tudo ou segura? De cara, não Não, não, não
Já assusta também, né? De cara não, porque é o que eu te falei. Você precisa entender que o período de antes tem várias etapas. O período de antes de casar, ele não começa já... Por exemplo, vamos imaginar uma situação prática. Você saiu aqui conversando com a menina. Vocês estão batendo papo. Vamos jantar, vamos comer alguma coisa.
Você não senta naquela mesa e abre a vida. Fala assim pra ela, 168. Não vira terapia. Não é pra ser uma terapia, uma noite terapêutica. Você não pode sair com a pessoa que você acabou de conhecer porque você está indo contrário à amizade. Como é que você sai quando você conhece uma pessoa como amigo?
Conversa sobre assuntos aleatórios, coisas engraçadas, coisas leves, gostos. Eventualmente surge algum assunto mais profundo, mas não é uma obrigação. Muitas pessoas... Até desligando você sair perguntando também. Exato, e fica grosseiro. E o cara passa o papel de maluco, passa o papel de psicopata. A mulher também faz um papel de obsessiva. Agora, você vê a diferença da história quando a Gabi e o Pedro contaram. Já eram amigos há seis anos. Sim.
Então, quando as pessoas já são amigas há muito tempo, aí já teve esse processo todo. Então, os defeitos, as qualidades, as coisas, as diferenças, você vai conversando aos poucos. Você não pode chegar e trazer um caminhão de problema na cabeça da pessoa. Eu não iria querer continuar saindo com um cara que na primeira saída já me conta a vida dele toda, quer me usar de terapeuta, me abre os problemas todos dele.
Ele queima o filme dele na hora comigo. Eu falo, esse cara é um desequilibrado. Ele já tá querendo me fazer de terapia pra vida dele, não é por aí. A gente precisa ter uma lucidez de equilíbrio. O relacionamento bom tem que ter equilíbrio. E o equilíbrio, muitas vezes, não é propício, porque a gente tem aquela história do passado, que a gente falou. As pessoas chegam com suas cargas, elas não estão prontas. Uma das coisas mais comuns dentro dos aconselhamentos que eu faço, Vilela, e eu falo, eu falo, eu falo.
É as pessoas entrarem no aconselhamento e no final do aconselhamento elas estarem assim, eu não tô pronto. As pessoas chegam, quero casar. No final elas estão assim, eu não tô pronto. Cheguei à conclusão que eu não tô pronta, eu não tô pronta. Ou seja, de 100% dos solteiros, 20% só tá pronto pra casar. Tá pronto pra até começar um namoro. A maioria, 80%, não está pronto.
Está querendo alguém porque está carente, com vontade de fazer sexo, com medo de ficar sozinho, altas motivações que não são algo que capacite a pessoa para viver um relacionamento saudável. Então, assim, número um de tudo, a pessoa precisa estar pronto. Quem é que está pronto? Quem está bem? Quem está estável? O que é o que foi falado aqui várias vezes? Se você não é feliz com você mesmo...
Você tem que entender que o relacionamento não vai trazer a felicidade. O relacionamento não vai fazer você se amar através do outro. E esse é um engano da paixão. Ai, quando eu estou com essa pessoa, eu me sinto tão vivo, eu me sinto tão viva. Isso vai durar um tempo, daqui a pouco essa droga não funciona mais. Daqui a pouco esse efeito não tem mais, não surte mais o efeito, a droguinha. Então, precisamos estar prontos para um relacionamento, para conseguirmos ser alguém.
que é aquilo que foi falado também muito pelo pastor Nelson, a gente, às vezes, quer muito a pessoa certa, mas a gente não é a pessoa certa. A gente quer muito alguém maravilhoso, mas a gente não é uma pessoa maravilhosa. E aí, como é que a gente vai escolher e ter realmente uma cabeça legal se a gente não tem nem isso pra oferecer? Então, eu creio que isso é o número um. Tá respondida a pergunta dela? Vê se ela tá satisfeita com a minha resposta. Vamos apresentar nossos próximos convidados? Vamos!
Meu teacher e a minha teacher. Manda, manda, manda. Que eu chamo eles de teacher porque ele é o pastor do inglês. Ah, é? Do Brasil. Vamos lá, se apresentem. Tua câmera que é lá. Eu sou Felipe André, marido da Jéssica, pai da Isabel e da Sofia, pastor da comunidade evangélica Sara Nossa Terra e professor de inglês.
E eu sou a Jéssica, casada com o Felipe. Nós vamos fazer 14 anos. 14 anos esse ano, né? 14 anos de casado. E é um prazer enorme estar aqui com vocês, falando sobre esse tema tão importante, né? Você estava falando sobre o programa da Gimenez. Até hoje eu assisti ao vivo esse programa. Foi? Até hoje isso me marcou. Foi muito, realmente, foi muito impactante. E eu lembro como que foi.
importante na igreja, assim, né? Eu lembro, eu tinha uma prima que ela tinha esse mesmo problema, e eu lembro que ela assistiu o seu programa e trouxe a luz. Nossa, eu sou isso aqui! Eu realmente, eu vivi isso aqui, eu realmente tenho essa dificuldade aqui.
Então, é muito interessante, né? Como que a sua voz foi uma luz ali naquele momento, e aí abriu um caminho, e até hoje é muito difícil as pessoas falarem sobre isso. E por falar nesse testemunho, antes deixa eu só dar o meu presente inútil. Sexta-feira o Roberto Cabrini esteve aqui e contou de um jogo de tênis que ele ganhou do Ayrton Senna, e que o Senna tinha uma reunião com a McLaren, mas uma bolinha caiu no meio do mato e ele não conseguiu. Esse aqui é o tubo que ficou faltando uma bolinha.
você tava lá claro que não mas é maravilhoso se torna mas é isso é uma das melhores coisas que eu descobri mandar um abraço pessoal do fominhos Open minha tribo de tênis lá de São José eu queria fazer uma falar uma coisa
Ao contrário do pastor, Nelson, eu vim da bagaceira. Eu perdi minha virgindade com 14 anos. Eu perdi minha virgindade com 14 anos, com uma garota de programa, matando aula porque todos os meus amigos estavam fazendo isso e só faltava eu. Nossa, o que eu sou de Deus?
E eu me converti, Vilela, no auge da bagaceira do mundo, carro importado, tinha passado para a Engenharia Elétrica na Federal de Brasília. Eu dava aula de cálculo 1 para os meus amigos. Eu estava no hype, passava o voo do geral, como diz, né? E eu saio, armário em cima, escondido, um ciclo de anabolizante. Eu tinha acabado de secar, feito uma lipoaspiração. Nunca te contei essa história, né? Não.
Você fez uma lipa de pedaço. Eu sequei, fiz uma lipo e ia começar a tomar um ciclo de anabolizante. Devia ter uns 10, 15 mil reais, valores de hoje, de anabolizante no meu guarda-roupa, lança perfume. E eu tinha, quem é da época do Torrent, eu tinha uma pilha desse tamanho de DVD de filme pornô.
Então essa era a minha vida Eu era num contexto que a gente saia pra pecuária E disputava, fazia aposta Quem que pegava mais mulher, quem que transava com mais mulher Quem pegava mais bonita, mais feia Teve um dia que fizeram a aposta da mais feia E aí me tiraram bêbado Falaram assim, era brincadeira da mais feia
A mulher era muito feia. Não precisava ouvir isso. Mas eu saio desse... É melhor ouvir isso que ser surdo. Eu saio desse extremo para um casamento, onde a gente casou e a nossa primeira relação sexual foi dentro da noite de núpcias. O que eu quero falar? Essa conversa toda que está tendo o Dash Drive, eu queria trazer um ponto.
Essa pergunta só existe na cabeça de uma pessoa que não está alinhada com aquilo que Deus tem na vida dela. Porque, Vilela, a Bíblia fala em Provérbio 19, versículo 14, que a esposa é uma herança de Deus. O versículo fala assim, casa e bens são herança dos pais. Ou seja, o pai trabalha e constrói um legado de casa e bem para dar para o filho.
Mas a esposa, quem dá é Deus. E quando a gente vai ver Gênesis, em nenhum momento Adão pede uma esposa. Verdade.
E pelo contrário, Deus faz uma esposa para Adão enquanto Adão estava dormindo. Ele não pede? Em nenhum momento a Bíblia fala isso. Deus olha para Adão e esse é o ponto que eu quero trazer. Esposa é um presente de Deus. Que Deus olha para um homem que está cumprindo a missão que foi criado. E fala, está na hora desse homem que não está buscando mulher. E eu estou falando isso por quê? Porque todo mundo estava conversando aqui.
E eu comecei a me lembrar que em nenhum momento do meu relacionamento com a Jéssica, que ela vai contar a história já já, em nenhum momento eu me perguntei, e se eu não gostar do sexo? Essa pergunta não passou na minha cabeça. Olha que interessante. Nunca passou essa pergunta na minha cabeça.
Nunca foi um medo seu. Nunca foi um medo meu, mas eu comecei a me lembrar que eu aprendi na igreja com os meus discipuladores homem de Deus não busca mulher. Homem de Deus busca Deus e Deus manda pra ele uma esposa. E aí eu perguntar, e se eu não gostar do sexo? É como se fosse o equivalente a eu ser filho do presidente mundial da Toyota?
E quando eu faço 30 anos de idade, ele fala assim, filho, esse carro eu fiz pra você. Tem 100 pessoas querendo comprar, mas esse carro eu fiz pra você. E eu viro pra ele e falo assim, mas e se eu não gostar da mídia do carro? Gente, pelo amor de Deus, não existe. Eu sou o dono da... Tô dando os anos na TSM do Toyota, BYD. Eu sou o dono. Eu conheço você desde que você nasceu. Eu fiz esse carro aqui pra você. Pra você. É meu presente pra você.
Então assim, a pergunta do test drive, ela, na minha opinião, ela não existe na cabeça de uma pessoa, de um homem, que está cumprindo a missão de Deus para a vida dele. E que se sente filho, né? Porque se você sabe que você é filho de Deus, você sabe que ele está cuidando disso.
que se sente filho. Eu nunca tive essa dúvida com a Jéssica. Conta um pouquinho da história do nosso relacionamento. Eu, a primeira vez que eu vi o Felipe, eu tinha 13 anos. E a gente tem 9 anos de diferença, né? Então ele tinha 22. E eu me lembro como se fosse ontem, a primeira vez que eu o vi. Ele estava dando tipo um treinamento, assim, para alguns homens na nave da igreja, numa tarde, assim, de dia de semana.
E eu entrei, assim, escondidinha, fiquei vendo ali, assim, de longe, falando. E aí eu fiquei... Imagina, 13 anos, né? 13 anos. Teve uma época que eu fiquei afobado. E aí, um dia, o meu pastor falou assim, velho, quieta. Que carnalidade é essa? Esquece, mulher. Vai buscar Deus. Vai buscar a tua missão. Quando eu desencanei... Aí eu... Aí ela, com 13 anos, viu você. 13 anos. Eu vi lá...
pregando e ele, né, desse jeito enérgico e falando e tal, não sei o que. Eu fiquei de longe, ele não me viu. Fiquei bem de longe, escondida, assim. Fiquei pensando, nossa, que máximo esse cara. Que cara maravilhoso. Ou seja, primeiro olhar de admiração, você tinha 13 anos. Nem passar pela sua cabeça nada. Não, nada. E ele nem a viu nesse dia. É, ele nem me viu. Eu não sabia quem ele era, não sabia o nome dele, nada. Eu só fiquei vendo de longe.
Pronto, passou. Eu não morava na mesma cidade que ele. Foi um dia que eu tava viajando.
E meu pai era líder dele. E um detalhe aqui que eu conheço os bastidores da história, que ninguém conhece, que eu não vou contar, mas é importante vocês prestar atenção nesse detalhe que ela está contando aqui, porque ela vai contar um pouquinho de como é que ela era, que ela não era brincadeira. Que a gente se ama muito, que a gente é muito parecido, que a gente é forte.
E a razão de Deus ter permitido você ver ele faz todo sentido quando a gente vai analisar essa história inteira. Sim, lá na frente. Lá na frente? Porque geralmente Deus mostra primeiro para o homem a mulher. Só que em alguns casos Deus faz isso.
Porque dependendo do temperamento daquela mulher ou da teimosia daquela mulher, Deus precisa deixar um link na memória para que aquilo seja usado lá na frente. Continua, vai. Verdade, verdade isso que você está falando. Interessante.
E aí ficou aquilo na minha cabeça, passou o tempo, e eu não sabia que meu pai era líder dele, porque meu pai tinha uma vida bem promíscua no mundo, meu pai tinha boate em Brasília, era promoter, então ele vivia na noite de Brasília, tinha de tudo que a noite oferece. Então quando ele converteu, foi quando o Felipe converteu também, porque o Felipe ia nas festas do meu pai, e eu não sabia de nada disso, então o Felipe era discípulo dele, e eles foram me visitar, em Barreiras, que eu sou de Barreiras, no interior da Bahia.
Você falou de ir para a igreja, né? Como é que vai com a cabeça? Eu ia para a igreja porque minha mãe encheu meu saco demais e eu ia para ela parar de encher meu saco, me dar alguma coisa, dinheiro, carro, para eu poder sair depois. Quando ela falou que o pai da Jéssica, que era muito famoso em Brasília, o Helio Kessler, tinha se convertido...
Eu falei, não, isso aí eu tenho que ver com meus olhos. Duvido. O Hélio... O cara era promoter de balada, o pai dela. E aí ele tá contando quando ele ficou sabendo. Mas e aí? E aí? Vamos lá, porque nós somos... Deixa eu te contar, nós somos três TDAH. Então a gente, quando eu vou pra casa deles, a gente fica se cortando e conversando e rindo. Aí vem a presença de Deus. E todo mundo entende tudo.
Daqui a pouco a gente começa a rir, daqui a pouco a gente começa a se emocionar, as crianças juntas. É um mistério, assim, é uma das minhas casas favoritas, sabe? De passar, assim, o prazer da minha vida é estar com os amigos hoje, né? Então eles são um dos casais que eu mais amo de estar juntos.
É uma paixão que eu tenho com eles. Mas continua, vai. Por isso que eu sei. A gente se corta. Vai, vai, vai. Então vamos lá. E aí ele, meu pai, foi me visitar em Barreiras e levou três discípulos, os três mais próximos. E o Felipe era um deles. E eu tava na fazenda, nossa família tem uma fazenda lá, na hora que ele entra na fazenda, que eu olho e falo, meu Deus, aquele cara que eu vi lá na igreja. 13 anos, né? Fiquei toda, mas eu fiquei na minha, fiquei calada, mas dentro de mim, assim, meu Deus, que máximo e tal.
E aí ele falava, e aí ele marcou, e ele conversava sobre Bíblia com a minha mãe, né? Minha mãe é muito estudiosa, e eu pensava, meu Deus, ele entende muito de Bíblia. Aquilo ficou na minha cabeça, mas o tempo passou. Quantos anos passaram?
Até os 18 anos, né? Aí eu vim morar em São Paulo, me distanciei completamente, não soube de mais nada do Felipe. Mais ou menos uns 4, 5 anos passaram. É. E aí, quando eu volto pra Brasília, eu reencontro o Felipe. Só que eu já tava com outra cabeça, né? Eu já tinha desencanado. E aí o jogo virou. Porque aí ele... Como é que foi, amor, quando você me viu? Aí você com 18, linda, na flor. Uma mulher já, né? Da beleza. Aí ele te viu. Foi.
Eu realmente não tinha prestado atenção nela, assim, era uma criança. Sim. E aí ela volta pra Brasília e os pais dela, que voltaram a ser meus pastores, me chamam pra conhecer a casa. Vem cá visitar a gente, vem comer um bolo. Sexta-noite, eu me lembro até hoje. Eu fui, cheguei lá, sentei na sala e ele servindo um bolo. Tinha um corredor aqui, um quarto lá no final. E a gente comeu, tomou um pedaço de bolo, não sei o quê e tal. De repente eu olhei, assim, ela saindo do quarto. Isso.
Ali foi paixão à segunda vista. Amor à segunda vista. Esse sinal é um dos sinais mais poderosos que Deus dá. O quê? O homem tem que olhar e mexer com ele. E você vai ver isso praticamente em todas as histórias de amor verdadeiras.
O homem tem que ter uma virada. Nem sempre a mulher dá uma virada tão rápido. Mas o homem tem que ter esse olhar. Que é uma das características que eu digo. Não prossiga para um casamento se você não teve isso. Tá. Se a mulher não... Se não teve uma chave que virou em você. Uma coisa de... Uma atenção especial. Mexe diferente, né? Uma luz acendeu dentro de você. Continua.
Não, eu vi. É, e aí ele ficou, só que a gente ficou muito amigo. Eu não tinha esse, realmente, eu não tinha esse olhar mais pra ele, né? Só que a gente ficou muito amigo, aí ele me levava pra sair, a gente batia papo. Só que ele não estava com a intenção de ser amigo, entendeu? Eu ia como amigo porque era o que tinha. Era o que tinha. Estava disponível pra mim. Isso.
Mas, agora, cara, porque o pai dela foi o cara que me... Foi ele que me formou. Foi ele que me ensinou a orar. Ele que me ensinou o que é vida com Deus. Discipulado nível Jesus, assim. A gente, cara, ia pra casa dele, ficava três, quatro, cinco horas mergulhado em Deus.
Eu frequentava a casa dele. Como é que eu chego pra esse cara e falo assim, eu acho que eu quero casar com sua filha. Que você acha que ela nunca vai querer. O problema não é nem eu quero casar com ela. O problema é eu quero casar com ela, ponto, final. Você consegue entender? Ia cagar, ia melar o relacionamento. Ia estragar tudo. Ia estragar tudo. Eu nunca mais ia pisar o pé na casa deles.
Então era um medo de perder toda a família. Inclusive a mãe dela tentou me colocar como outra menina da igreja. E aí eu, pastora, não. Aí ela, mas por que? Eu acho que tantas vezes vão dar certo. Eu tenho uma outra pessoa em mente. Ela, quem? Eu falei, pastora. Eles saíram no telefone. Eu falei, vamos conversar sobre isso depois? Vamos continuar essa conversa depois? Porque eu tinha um tiro, sniper. Eu tinha um tiro. Se eu errasse, eu era morto.
Então eu só tinha uma chance de fazer dar certo. E aí a gente foi conversando. A mãe dela às vezes, você pode levar a Jéssica no shopping que ela tem que comprar um computador pra faculdade? Sua irmãzinha? É, a gente falava, eu sou irmãzinha. Aí eu falava, cara, eles me veem como irmão mais velho dela. Nunca vai dar certo.
Mas é a chance que eu tenho de estar perto dela. Como irmão, então vamos. Vamos. E aí ele entrou naquela Friendship Zone, né? Que as pessoas falam. É, a Friend Zone. E aí a... Como é que fala? A zona da amizade ali, né? Que os homens têm medo. E foi isso mesmo que aconteceu. Ele virou, sim, meu melhor amigo. E a gente conversava muito. A gente conversava no MSN na época. O tempo inteiro querendo impressionar ela. Ela fazia tecnologia. Foi na época que lançou o iPad. O primeiro iPad do mundo.
Eu mandei trazer de fora. Falei assim, hoje... Tinha festa junina na igreja. Falei, hoje eu vou mexer com essa mulher. Cheguei na festa junina e falei, olha o que acabou de chegar para mim. Ela faz tecnologia. iPad. Na época que o primeiro iPad, assim, foi uma revolução. Aí ela pegou o iPad e falou, Oi iPad. E me devolveu.
Eu comprei um Civic, na época que o Civic era o carro. Falei assim, hoje eu mexo com essa mulher. Cheguei lá, falei, olha o meu carro. Ela falou, por que você não comprou o X35? Eu falei, pô, velho, tá de sacanagem. Erra tudo. Nada que eu faço mexe com essa mulher. Só que enquanto isso acontecia, o caminho era o caminho certo, que é o caminho da amizade. Ninguém tinha te contado que você estava fazendo o caminho certo. Hoje a gente conta para as pessoas, mas a verdade é que falta muito instrução.
Porque você teria tido muito mais confiança se você tivesse sido orientado por alguém que te dissesse esse é o caminho, continue nesse caminho. Hoje eu estou falando, muita gente fala para mim, graças a Deus, ainda bem que no meu tempo não tinha alguém para falar o que você está falando. Que é, vai pela amizade. Esse é o caminho. O caminho não é o chaveco do mundo.
O caminho é a amizade. Você, sem ninguém te orientar, pela porta que você possuía, você entrou. Mas é que você estava fazendo o caminho certo. Fala sobre o que você estava comentando comigo. Nem eu sabia o que mexeu com você na nossa amizade. E quanto tempo durou também, esse tempo de amizade? Há uns dois anos.
Dois anos de amizade de friendzone? Desde que ela chegou em Brasília. De friendzone? É, foi. Foi isso mesmo. Pra eu ter coragem de conseguir um de... Nossa, meu Deus. Não, então tá. Então a gente muito amigo. E ele me levava muito pra sair. Mas ele nunca tentou nada comigo.
Aí uma vez, minha prima falou assim, ô, Jéssica, até quando você vai ficar enrolando o Felipe? Não. Aí, como assim, enrolando o Felipe? Aí ela, não, porque você tá enrolando o Felipe. Todo mundo sabe que ele é apaixonado por você. Eu falei, você tá louca? Eu nunca tinha me tocado aquele... Nem tinha pensado. Não, nunca tinha passado na minha cabeça. Mas tem que vir alguém pra dar um tapão. Aí ela falou, todo mundo vê o jeito que ele fala com você, o jeito que ele te trata, que ele é apaixonado por você, você vai ficar enrolando ele? Ele não merece ser enrolado. Se você é outro cara, tudo bem, mas ele não.
Aí que eu comecei a olhar, comecei a perceber que ele realmente ficava muito bobo quando chegava perto de mim, sabe, aquela pessoa que fica tentando impressionar e tal. Aí eu comecei a notar, aí eu falei, é, realmente, eu acho que ele gosta de mim mesmo. Só que, o que que acontece? Dos meus 14 anos, até aquele momento ali, eu tinha tomado uma decisão diante de Deus, de que eu ia separar minha adolescência pra Deus. Sim. E meu pai, como a dificuldade dele era essa, era sexual...
porque ele vinha de outro contexto, ele me ensinou muito isso, desde nova, desde essa época da pré-adolescência. Se conheça, use esse momento da adolescência para você se conhecer, porque era a dificuldade dele, ele tinha dificuldade de ficar sozinho, ele sempre tinha que estar rodeado de pessoas, sempre tinha que estar namorando com alguém, e ele falou, não cai no que eu caí, então você precisa sair sozinha, vai assistir filme sozinha, vai jantar sozinha, e eu fazia exatamente isso, eu ia para o cinema sozinha.
Eu ia pro restaurante sozinha e eu ficava intencionalmente prestando atenção nos meus pensamentos. Eu saía comigo mesmo, durante toda a adolescência. Então, eu não tinha esse meu radar ligado. Eu não olhei pra ninguém durante a minha adolescência. Tinha outros caras que se interessavam e tudo.
Mas eu sempre... Eu não me lembro de ter cogitado a possibilidade de... Nossa, sabe? O adolescente fica sempre apaixonado por alguém. Eu não passei por isso. Então, mas a gente sabe como que o homem é apaixonado. Fica, né? Ele fica ali. Ele quer satisfazer você o tempo inteiro e tal.
E aí o Felipe, ele ficava muito diferente comigo, e ele, né, aquela coisa, o olhar, o jeito bobo, só que ele não me dava mole. Tipo assim, vou dar um exemplo. A gente morava em Brasília, quem é de Brasília vai saber. Eu morava em Águas Claras, mas eu trabalhava na Asa Norte, na quadra que ele morava. E é muito longe, eu tinha que pegar um ônibus e um metrô pra ir pro trabalho e pra voltar pra casa. E o Felipe morava na quadra que eu trabalhava, e eu pedia carona pra ele, eu pensava assim.
Claro que ele vai me dar carona, né? A oportunidade está comigo. Aí ele, não, não, não, agora eu não posso, eu estou ocupado, estou malhando. Mas por dentro era o quê? Você estava fazendo um joguinho ou você não percebia? Cara, não, intencional não. Você nem percebia, era o TDAH que atacava. Não, era intencional. Pode ter sido, mas não foi de propósito. Entendi.
Porque aí você tava assim, você tava voando, né? Porque ela tava, de certa forma, testando você. É, exatamente. Mas ele não caía nunca. Nada das coisas. É o Espírito Santo. Era o quê? Era Deus. Era Deus me guiando, sabe?
Qual é o que é desse cara? Ele tá apaixonado por mim? Eu não tá. Não pode me dar uma carona. Gostava nada pra ele. O cara tinha que ter carro, eu não tenho. Uma dinâmica que mexe com a gente. É, exatamente. E aí, ao mesmo tempo que ele me levava pra jantar, por exemplo, ele não tentava nada comigo. Ele não tentava pegar na minha mão, no dedinho. Ele me dava... Eu encostava aqui no carro e falava tchau. Eu não fazia.
Tchau. Nem chegava perto. O temor, né? E não passava pela minha cabeça. Sim, o temor. Porque tudo que você considerava, né? Não era só ela, é ela e toda a família. Todo o amor e o respeito que você possuía por essa família. Não é só por ela. E eu tinha uma crença muito grande. Essa é a mulher da minha vida, que Deus me deu.
Eu não vou estragar o resto do meu futuro por um momento de prazer. Então, um temor com aquilo que eu acreditava que Deus tinha preparado pra mim. Mas tá tudo isso que ele tá falando. Pausa. Você lembra quando você falou agora há pouco assim, ah, porque é uma menina que eu namorei e ela até falou pra mim que não tava querendo continuar beijando, eu desisti, eu não quis continuar.
Estou falando de 27 anos atrás. Tudo bem, lá atrás, não importa. 25, talvez. Mas você não tinha... Ela não era a pessoa que você olhou e falou assim, é a mulher da minha vida, entendeu? Ah, se fosse, com certeza. Porque quando vier a mulher da sua vida, quando você tiver certeza, falar assim, e tiver esse nível de convicção que essa lucidez da amizade traz, você paga o preço que for.
Qualquer homem que está aqui nos assistindo, uma vez que esteja diante de uma oportunidade com a mulher, que ele fala, cara, essa é a melhor mulher que eu acredito que possa surgir na minha vida, é a mulher da minha vida, qualquer homem que está nos assistindo, paga esse preço.
Isso qualquer um que tiver essa consciência, que estiver diante dessa mulher, paga esse preço. Que é o que é mais difícil convencer as mulheres, que elas acham assim, ah, mas ele não está aceitando continuar namorando comigo porque eu estou dificultando, porque eu disse que eu quero beijar só mais para frente, por isso, se eu não beijar, eles não vão querer namorar comigo. Não, não é verdade. É que você não é a mulher escolhida dele.
E é difícil para você enxergar que você não é a escolhida do cara. Se o cara realmente olhasse para você, que é o que a gente mais ouviu aqui hoje.
Se o cara olhasse para você e falasse, cara, você é a mulher mais maravilhosa que eu conheci dentro dele, ele paga o preço que for. Que é o que a gente ouviu em todas as histórias aqui. Cada homem que veio aqui falar, você está confirmando mais uma vez, paga o preço que for para estar com essa mulher que é a mulher da minha vida. E eu vou falar mais para as mulheres que estão ouvindo. Imagina que na cabeça do homem tem um gráfico que tem o valor da sua ação.
Cada vez que você cede, seu valor cai. Perfeito. Cada vez que você se curva, ele dá um passo para trás. Perfeito. E isso é neurociência. O doutor Lucas Scudalek já esteve aqui várias vezes, já explicou isso. Isso é bioquímica do homem. Ele pede, ele tenta. Mas na hora que a mulher cede, ele literalmente usa. E a vontade dele é...
Agora sai. Sim. E talvez mulheres que estão assistindo já sofreram com isso. É bioquímica do homem. Tem uma frase. Desculpa, vou falar essa frase e te passo a vez. Se você tem alguma intenção de ter alguma coisa séria com este homem, a sua melhor escolha é...
Play hard. Joga duro. Exato. Joga duro. Ah, mas é porque eu quero conquistá-lo. Então é por isso. Seja difícil. Se esconde. Seja difícil. Se esconde. Foge. Foge. Foge. A pior coisa que você pode fazer é ceder. Vai.
Não, eu tenho uma frase, não sei de quem quer, mas que eu gosto muito, que é é justo que muito custe o que muito vale. Uau. Eu gosto muito dessa frase. Eu acho que é sobre isso, né? É justo que muito custe o que muito vale. Gente, só deixa eu pegar perguntas do pessoal que a gente já está encaminhando para o final. Manda aí, Romer. Vamos lá. Tem uma pergunta aqui, ó, da Bia Sacamura. Ela mandou o seguinte, ó. Fiz a corte na igreja por mais de um ano. Fiz a corte?
A corte é o namoro em santidade. Chama corte. E ela fala o seguinte, eu fui abandonada, eu fui traída e sinto que eu perdi muito do meu tempo. Eu saí ferida e desonrada por acreditar em alguém que dizia que tinha o mesmo propósito que eu. O que queriam para tantas pessoas que também passam por isso? É uma realidade também. Só uma pergunta, quanto tempo mesmo eu perdi o tempo?
Ela falou que ela fez o tempo Por mais de um ano Fez a corte por mais de um ano Com o cara na igreja E ela acha que ela perdeu um ano Ainda bem né Ela acha que ela perdeu um ano Vê se eu entendi Peraí, você não perdeu um ano Você deixou de perder 40 anos Porque você poderia ter casado com o cara
se você não tivesse feito a corte e descoberto que o cara não era o cara pra você. Depois do casamento, né? Você entendeu? Na verdade, esse um ano foi o tempo que você levou pra perceber que não dava certo. E você evitou de casar errado. Perfeito. E ou ser uma divorciada ou passar um infeliz 40 anos no casamento.
Só que o inimigo é sujo, vai na cabeça dela e fala o quê? Você perdeu tempo. Nunca se perde tempo fazendo a coisa certa. Mas tem um detalhe muito importante aí. Os testes que têm que ser feitos durante o período de oração. Perfeito. Então, por exemplo, a Jéssica me testava o tempo inteiro. Sim. Ela chegava para mim e falava assim... Tem que testar. E se eu sair da igreja? O que vai acontecer com o nosso relacionamento? Teve um dia... Eu acho que eu já te contei isso, Sara.
Eu levei a Jéssica pra jantar. Foi o dia que eu falei assim, o negócio ficou sério. Levei ela pra jantar na churrascaria. E ela conta que esse dia mexeu muito com ela. Churrascaria de Brasília é top. O jantar, né? O jantar. E ela fala que quando terminou o jantar, ela pensou assim... Um cavaleiro, assim. Fazia tudo, imagina. E ela falou quando terminou o jantar... Aí eu pensando assim, nossa, esse cara tá muito na minha. Quando acabou o jantar, eu cheguei a cadeira pra trás, olhei e falei assim, agora me fala uma coisa, o que você quer da sua vida?
Aí ela tomou um susto. Como assim? Eu falei, o que você quer da sua vida? Eu quero ser pastor. O que você quer?
Isso aí a gente já estava orando, que seria a corte, né, que ela fala. Ou seja, já tinha passado os dois anos da friendzone. Já tinha. Já tinha passado o medo de falar. Já tinha falado com meus pais. Já tinha rompido em tudo. Já estava ali prestes a realmente entrar num namoro pra casar. Isso, exatamente. E aí eu fui fazendo perguntas e ela me testando, foi falando o contrário do que eu queria ouvir. Ela, não quero ser pastora.
É. Falei, vixe, complicado, hein? Você ouve música do mundo? Ela, de vez em quando. Eu falei, você ouve música do mundo?
Ela de vez em quando falou, peraí, peraí, peraí, quer dizer que se a gente casar um dia, eu vou chegar em casa e vai ter ouvido a Adele? Eu falei sim, provavelmente sim. Agora faz sentido pra todo mundo que tá assistindo, lá atrás o porquê que Deus fez ela anotar ele com 13. Porque ela não era brincadeira, ela era bonosa, entendeu? Ela tinha um pezinho na rebeldiazinha, entendeu? Aí ele assim... E ele converteu num grau muito maior do que o dela.
Ela estava na igreja já antes dele. Mas ele fez o que eu ensino para as mulheres. O homem tem que passar você espiritualmente para se tornar o seu sacerdote. Foi o que te aconteceu. E aí? Não, aí foi isso. Aí ele falava, e você acredita em horóscopo? Eu, demais. Cara, foi nesse nível. Eu falei, você acredita em signo? Ela, sim.
E você nem acreditava. Não, não acreditava. Eu tava fazendo isso pra testar ele. Porque, primeiro, quando ele fez, e ele mudou a postura. Na hora que ele veio com esse papo, ele mudou a postura. Entrevista de emprego de você, Roberto Justus. Quem que esse cara pensa que ele é pra ficar aqui me interrogando? De graça.
Eu me senti assim numa armadilha, entendeu? Eu falei, cara, não acredito. Esse cara fez tudo isso pra chegar aqui e ficar me interrogando? Não. Aí eu fiquei testando ele pra ver até onde que ele ia com esses princípios dele. Se ele tava disposto. Porque é o que eu falei. Na prática, era pra mim claro que ele gostava de mim. Eu tinha certeza que ele gostava de mim mesmo. Aí eu ficava, mas será que ele tá disposto a me perder? Aí eu comecei a falar, não. Eu ouço música do mundo, sim.
Eu gosto sim de horóscopo. Mas você gostava? Você ouvia a música do mundo? Não, eu não gostava. Até hoje eu não entendo nada de signo. Mas eu queria testar ele. Não, não quero ser pastor não. Quer dizer que se a gente casar um dia, eu vou chegar em casa, você vai estar ouvindo a Adele lendo o signo dos horóscopos da Capricha. Eu falei, provavelmente sim.
Aí ele falou, não, então realmente acho que não vai dar certo nós dois, não. Falei, então acho que realmente não vai dar certo, não. Ela me perguntou, você está dizendo... E até o final. Que é o que ele falou de play hard. Ela falou assim, você está dizendo para mim que se eu não quiser ser pastora e for ouvir música do mundo, você não quer ficar comigo. Eu falei, exatamente isso. Muito bom. Eu falei, então realmente não vai dar certo.
Eu fiz os meus testes e ela fez os testes dela. Muito bom. Os pastores falaram sobre isso.
Isso, a química sexual se constrói. Agora, princípios do que é inegociável na vida, se não tiver alinhamento, cara, não tem química sexual que vai fazer o negócio durar. Sim. E é como foi falado aqui.
Isso deveria ser o centro da discussão do pré-casamento. Sim. Igual quando você vai fazer um exame de sangue, você não tem que ficar em jejum. Porque se você comer e beber, você adultera a taxa. Adultera o resultado. A química pode adulterar a leitura do relacionamento e você não presta atenção naquilo que realmente é inegociável. Exatamente isso.
Para a pessoa, né? A pessoa precisa ter essa pureza do exame. A clareza. Isso. Sem nenhum entorpecente. Exatamente. É porque a paixão já entorpece, né? Exatamente. E a pessoa entra sem sentir, né? Sim.
E aí vocês, o que eu queria que vocês falassem um pouquinho? Porque a gente ouve, viu muitas histórias de pessoas que têm uma vida muito linda e muito perfeita, quase um conto de fadas, né? A Gabi e o Pedro falando, eu tenho vontade de chorar meu olho e encher d'água, porque é um...
sonho, né, o que eles vivem. E muita gente não acredita nesse sonho, que isso exista. Nós temos, vocês são pais de duas lindas meninas, que vão crescer, vão florescer também. Então, nós sabemos a importância para muitas mulheres, moças jovens, que vão assistir o podcast, ouvirem um testemunho tão lindo, tão puro como o deles, né.
E como o do pastor Nelson e da Angela, que também tiveram essa oportunidade de casar em virgens, essa coisa da pureza. Eu não tive essa sorte, talvez vocês não tenham tido a mesma sorte. E às vezes as pessoas têm essa ideia de que a gente tem que ser muito perfeito.
pra gente viver a promessa de Deus num casamento feliz. E eu posso testemunhar, porque eu frequento a casa de vocês. Teve um dia que eu fui fazer uma live lá da casa de vocês, e eu fiquei rindo, porque enquanto vocês trancaram a porta da cozinha pra eu fazer a live, porque eu sou barulhenta...
Eu comecei a ouvir os dois dando gargalhada na cozinha. Os dois rindo. E a Jéssica rindo. E os dois se divertindo. Uma noite de sábado comum. Ninguém estava com nada de novo na vida. Com os problemas da vida normais. A gente com nossos problemas. Eu lá na minha live, ouvindo os dois dando gargalhada. Tinha alguma visita? Não. Era eles dois juntos. Dando gargalhada. As crianças dormindo, né?
E ali, eu sou testemunha de que vocês são melhores amigos e vocês são apaixonados e felizes. Não quer dizer que vocês não tenham lutas. Todo mundo tem lutas. Mas vocês casaram certo. E esse é o ponto que eu acho que é muito importante falar. Você falar, Jéssica. Começa você falando sobre isso, que eu acho que é muito importante, né?
Muitas pessoas olham pra gente e pensam, olham pra gente falando tudo isso e pensam, eu já me destrambelhei todo na minha vida, não tem mais jeito pra mim. Isso é muito importante. Desses 14 anos que vocês estão vivendo, vocês eram as pessoas, porque daí vocês estão contando, conta esse desfecho, né? Pra poder a gente chegar no que você vai falar. Desses 14 anos, vocês sabem daquele momento ali que vocês se atritaram?
Como foi pra... O pessoal tá falando, conta como terminou a conversa. Exatamente. Como foi? Qual a conversa mesmo? Aí vocês se atritaram. Como é que vocês conseguiram chegar à conclusão que vocês iam se casar? Porque a gente ouve muita gente falar. Vai pra esse caminho pra gente ver. Não era perfeito, vocês dois.
É, vamos lá. Então vamos terminar primeiro. E não é até hoje. Ninguém é, né? É verdade. Primeiro ano de casamento, a Jéssica pegou o carro uma vez, foi embora. Três e meia da manhã. Sai fora! Mandou... Vai pra estar. Tirou a aliança. Eles falaram que o primeiro ano deles foi maravilhoso. Nossa, foi péssimo. Tirou a aliança e jogou em mim. Eu saindo de casa, ela... Sai daqui!
que jogou aliança em mim. A gente é muito intenso, né? A gente é muito forte, nós dois. Então, vamos lá. Voltando lá pra churrascaria. Eu fiquei confrontando ele, e eu acho que a gente foi pra casa empurrado. Eu não abri mão naquele dia. Mas aí depois eu tive que abrir mão. O Felipe me dobrava muito, né? Como? Como? O Felipe me... E aí foi aí que eu... Irredutível. É. Nos meus princípios, irredutível. Irredutível, cara. Ele não tinha medo de me perder. Ele não tinha medo de me perder.
E aí eu vi que era diferente. Eu falei, esse cara é diferente. O jeito que ele lida com os princípios e valores dele. Ele não te bajulava, né? Não, ele gostava muito de mim. Eu lembro até hoje, uma vez que ele me levou no cinema a primeira vez. E ele não tentou nada, não tentou pegar na minha mão, não tentou me abraçar. Sim. Mas aí me levando de volta pra casa, lá em Brasília tem aquelas tesourinhas, né? E eu lembro ele virando o carro assim, tesourinha, me olhando.
Ele quase bateu o carro, porque ele não conseguia parar de me olhar. Sim. Ou seja...
o cara tá apaixonado por mim, mas na hora que eu testava ele, ele não abria mão, ele tava realmente disposto a me perder. Ou seja, não estou disposto a beijar na boca, não estou disposto a namorar em pecado, não estou disposto a entrar numa sedução com você, não vou ir pelo caminho da carne, estou irredutível em manter esse relacionamento dentro do protocolo mais radical possível. Exatamente, e aquilo mexeu muito comigo. Eu falei, cara, esse cara...
Esse cara é pra casar, sabe? Quando a gente tava nesse período, já sabendo que um gostava do outro, só que em amizade, eu não queria contar pro meu pai. Meu pai não sabia de nada, nem minha mãe. E aí ele me botou um dia e ele ficava sempre, não, tem que contar pros seus pais. Você não vai contar pros seus pais? Aí teve um dia que ele me botou na parede. De hoje você não passa. Hoje você vai contar pra eles, porque ele queria falar com meus pais depois que eu já tivesse falado.
Aí eu falei, como assim? De hoje não passa? Ele, não, de hoje não passa. Falei, então não vai ter mais nada. Aí ele, então não vai ter mais nada. Aí eu falei, então tá... Isso por MSN. Aí eu falei, então acaba aqui. Ele, então, acabou aqui. Tchau, tchau. E a gente desligou. E eu pensando assim, cara, ele tá realmente disposto a me perder se eu não falar com meu pai. Aí eu tive que ir lá falar com meu pai. Ou seja, eu sempre cedia, no final das contas. E também, de uma certa forma, ele tinha uma postura com você e...
que não era querer mandar em você, era uma postura correta. De firmeza. E correta. Os valores morais estavam sempre muito em alta. Ele defendia isso muito forte. Então, ainda que você tivesse... Que cara abusado, quer mandar em mim? Que dava essa irritação, né? Mas você tinha que se dobrar porque ele estava certo no valor moral que ele estava dependendo. Então, no fundo, no fundo, é putz, eu não queria fazer o que ele quer, mas eu vou ter que aceitar que realmente o que ele está querendo é o que é o certo.
E essa firmeza dele me dava muita segurança. Porque pra uma mulher casar, é muito sério, ainda mais pra mulher. Porque nós que somos cristãos, a gente acredita que a mulher, o papel dela é de submissão. Submissão de estar debaixo da mesma missão. Como é que você vai estar debaixo da mesma missão de um homem que negocia o tempo inteiro quando o negócio tá difícil? E você vai perder a admiração, porque você vai olhar e você vai falar, esse cara é um banana.
exatamente, exatamente você tinha certeza que ele não era um banana isso era uma coisa que você tinha convicção eu fiz vários testes pra saber até onde que ele ia, e ele não cedeu em nenhum deles, porque Adão cedeu a Eva e Jesus nunca cedeu a nenhuma mulher Jesus morreu virgem para que a gente pudesse ser resgatado então Jesus é chamado o último Adão porque ele venceu o que o primeiro Adão fracassou, já que você tocou nesse ponto eu tenho uma teoria que é a seguinte para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido para que eu fique parecido
Deus botou eles no jardim e falou, até aqui pode ter o que você quiser, só não toca nessa. Perfeito. E eu acho que é o mesmo princípio que Adão feriu, é o mesmo princípio que Davi feriu, é o cara que trans antes do casamento fere e é o cara que adultera fere.
A linha é até aqui, ele fala assim, mas deixa eu só ir só à próxima casa. Sim. E eu acredito que quando José sai correndo, que é o exemplo bíblico, como é que se lida com a tentação sexual? Não tente lidar.
Se você é homem, deixa eu te falar uma coisa, você não é mais forte que a sua química masculina. Vai perder. Só ganha quem aceita e faz igual José fez. Foge. Só que a frase de José é muito forte. José fala assim para a mulher de Potifar que tentou deitar com ele na cama.
O teu senhor, o meu senhor que é o teu marido, ele me deu tudo nessa casa. Menos. Menos você. Pra mim é um paralelo com Adão e Eva no jardim e a árvore da vida. Perfeito. Por que eu ia querer? A única coisa que Deus me falou pra eu não tocar. Você acha que eu sou louco? Exato. Eu acho que naquela hora Deus falou assim, era isso que eu queria ter ouvido de Adão. Exato. Essa resposta eu queria ter ouvido de Adão. E o cara que negocia... Exato.
Mulher. O cara que tenta botar a mão no teu corpo antes de casar com você, ele vai fazer isso dentro do casamento com outra mulher. Exatamente, vai. Porque é um padrão de caráter. É o jeito que ele é. Conectando com a coisa que você falou. Antes de casar, eu jogava pra perder. Então eu falava, vira e mexe, eu dava uma... Então não tem conversa, então não tem casamento. Porque eu sabia que se eu casasse...
Acabou. E ia ser bagunça. Acabou. Não, não é nem isso. É assim, eu tenho até o dia do casamento. Entendi. Porque a sua decisão era depois do casamento. Para ela se revelar e se for para perder, perdeu. Entendi. Então assim, eu era apaixonadíssimo por ela. Mas eu tinha até o dia do casamento para jogar para perder. Sim. Porque se fosse e passasse, era para o resto da vida. Não tem negociação. E assim estamos e assim ficaremos. Aleluia.
Nosso tempo está quase acabando. Eu sei que o Vilela vai ter outro episódio daqui a pouco. E eu fico preocupada. Tem perguntas ainda também. Tem perguntas? Mas uma coisa muito importante que eu acho que é uma coisa que não foi falada. E o termino da churrascaria que o pessoal está falando aqui. Uma coisa muito importante você terminar de falar o assunto lá. Mas eu quero também que você entre no assunto que tem a ver com essa questão da churrascaria ali.
Você tem que terminar que tá todo mundo esperando. Como é que foi o desfecho? Não, não, mas na churrascaria foi isso. Eu fiquei firme, turrona até o final. E vocês foram embora. E fui embora com raiva dele. E ele com raiva de mim até o final. Eu não cedi naquele dia. Naquele dia. Eu cedi, mas demorava. Comeu o coração? Hã? Você pediu o coraçãozinho pra comer? A pessoa quer saber.
Só que depois você acabava voltando atrás. Eu acabava cedendo. Nesse dia depois eu tive que falar, não, eu estava brincando, eu queria te testar. Aí você falou pra ele, confessou. Mas uma coisa importante. Outro dia o pastor Felipe postou nas redes sociais dele, eu acho isso muito legal nele, que eu tenho muitas dessas características. A gente é muito parecido, né? A gente tem essa coisa de ser transparente, andar na luz. E ele postou a experiência dele com o remédio.
Para a TDAH. Ele compartilhou. Achei o máximo de você compartilhar esse seu texto. Eu até repostei. Não sei se você viu. Eu repostei no meu... Inclusive, o que me abriu o olho para a parte de tomar o Venvanse foi uma entrevista que você fez com a doutora Maria Beatriz. Maravilhosa. Ela falou o que era o Venvanse. É.
Falei, vixe, esse negócio vai me matar, cara. É, mas é... Você compartilhar a forma como você compartilhou foi muito legal. Você contou o seu testemunho, como você chegou num estado... Não tinha mais acompanhamento, já estava... Perdeu a linha totalmente, estava tomando uma dose, se automedicando, dose altíssima, estava entrando no estado de droga. Já estava de 220 miligramas. Estava entrando no estado de droga. Aqui nessa mesa a doutora Ana falou, 140, eu falei pro cara, você vai morrer, eu estava em 200.
Você entendeu? Então ele contou isso se expondo no Instagram dele, público, falando isso aqui no Instagram dele, público.
E é muito importante para as pessoas que muita gente vem para mim e fala assim, poxa, eu, por exemplo, eu sou TDAH e tal, tive um diagnóstico tardio, mas parei a minha vida para me tratar um ano e recomeçar a vida entendendo que eu era uma pessoa neurodivergente e mudando totalmente o estilo de vida, porque eu entendi que eu era uma pessoa que tinha outras limitações que a maioria não tem. E vocês dois têm também um quadro neurodivergente, cada um do seu jeitinho.
E muitas pessoas vêm falar, eu sou muito difícil em relacionar, porque eu tenho TDA, eu tenho TEA, eu tenho isso, eu tenho TOC, eu tenho não sei o quê, eu tenho transtorno obsessivo-combustível, eu tenho isso, eu tenho aquela...
E a verdade é que Deus faz o sol nascer sobre todos, né? E vocês com também suas neurodivergências, você contando aquele testemunho incrível que você contou, que você falou que a Jéssica chegou para você e falou, não te aguento mais desse jeito ou você muda. O negócio foi muito feio. Foi feio, né? Muito feio. Eu estava insuportável.
Fala um pouquinho para as pessoas sobre isso, né? O que sustenta vocês, que eu vejo, né? O que sustenta vocês é essa base que foi construída em vocês. Vocês são muito amigos. Então pode vir o que for. Existe uma aliança, né?
O negócio é o seguinte. Eu não sou bipolar, mas eu pareço demais. Eu não sou autista, mas eu pareço muito um autista. Eu não sou border, mas eu gabarito a lista do border.
Tipo assim, se tiver uma consulta aí, quem sabe? E foi assim, que eu fui parar em 200 miligramas de vingança. E há três anos atrás eu passei uma situação muito difícil na minha vida, em que a gente perdeu a nossa escola, que a gente dedicou dez anos da vida para construir a escola do inglês. E a gente teve recomeçar do zero. E nessa tentativa de recomeçar do zero, que foi muito difícil, foi o pior momento da minha vida. O pior momento da minha vida.
Eu falei, cara, eu não vou dar conta, eu preciso de alguma coisa. E quando eu estava afundado nesses remédios, e ela me deu esse ultimato, eu falei para ela, mas se eu não tomar o remédio, eu tenho esse defeito, eu tenho esse defeito, eu tenho esse defeito, eu tenho esse problema.
E eu não vou conseguir produzir o tanto como eu estou produzindo. E ela falou, eu quero você com seus defeitos. Eu não quero uma versão diferente de você. Eu não quero uma versão adulterada de você. Eu casei com você com seus defeitos. Eu conheço todos eles e eu te amo desse jeito. Glória a Deus. E você acha que um dia eu vou largar uma olhada nessa minha vida? Você acha que um dia eu vou fazer a maluquice?
De vacilar. Eu já falei isso pra ela uma vez. Eu falei assim, cara, qualquer coisa que inventarem o meu respeito, talvez você possa até acreditar, mas se alguém disser pra você que eu te traí, você pode rebater de cara, que isso nunca vai acontecer. Eu morro, mas eu não te traio. Exatamente. Eu morro, mas eu não te traio. Porque eu não vou perder a coisa mais importante que Deus me fez na minha vida.
que não tem nada nesse mundo que pague essa aliança. É uma aliança. Que ela é inquebrável. É uma coisa muito linda que hoje as pessoas acham que não existe. E que vocês, com todos os seus desafios, limitações, se encontraram um ao outro. Deus fez o encontro de vocês acontecer.
E talvez a gente tinha tudo mesmo pra dar errado. Porque realmente eu sou doida, ele é doido. Eu descobri o TDAH depois que eu casei, porque a gente fez um combinado depois que a gente casou. Eu cuido das finanças, e ele cuida das finanças da empresa, e eu cuido das finanças da casa. Só que eu esquecia de pagar a luz. Minha mãe é contadora.
Trabalhou 40 anos na Caixa Econômica Federal procurando divergência. Minha mãe não esquece de nada e eu caso com a mulher que não lembra de nada. Nada, nada. A gente surtou, surtou. E aí descobriu-se o DDA e eu tive que tomar uma decisão. O que eu vou fazer? E eu falei, cara, eu tenho essa habilidade, eu vou completar. Assim como ela me complementa em...
300 milhões de debilidades. Só avisando o pessoal, o pessoal falando deixa o Instagram deles, fiquem tranquilos que a gente vai fazer. Eu peço pra fazer isso, às vezes vocês não fazem, tá gente? Aí o pessoal fica me enchendo o saco. Comentário fixado com o Instagram de todo mundo. Eu prometo isso no programa, aí todo mundo, cadê o Instagram? Então, ó.
Foi o negócio que a Sarah Colo falou do meu vídeo que eu postei. Todo mundo quer saber. Eu quero ver esse vídeo. Então coloquem o arroba deles aí. E vamos para perguntas. As perguntas. Perguntas, querido Romer. Você encerrou o que você estava falando? Eu acho que ela que estava falando. Você encerrou o que você estava falando. Posso só complementar o que ela falou? Não, claro que não.
Claro que sim, você manda o programa, vai. Não, só isso que eu vou falar rapidinho. Você falou assim, como que vocês conseguiram, né? Continuar mesmo com tantos defeitos. E eu acho que é você, aquilo que a gente estava falando antes, você se conhecer e você se amar do jeito que você é, mesmo com seus defeitos. Perfeito.
Eu acho que quando você não se ama, você não é amada. Perfeito. Eu acho que muita mulher, ela não se ama e ela espelha isso pro casamento. Meu marido precisa me amar. Por quê? Porque eu não me amo. Meu marido precisa me validar o tempo inteiro. Por quê? Porque eu não consigo me validar o tempo inteiro.
Então, eu estava até comentando isso com ele. Quando eu descobri, por exemplo, que eu era TDAH, eu nunca tinha ouvido falar isso na vida, né? Naquela época, quando se falava sobre isso. Verdade. Então, quando eu descobri, para mim, eu não sofri. Você me contou que você sofreu na época, foi muito difícil. Para mim, não foi um sofrimento, para mim foi um alívio. Falei, nossa, que legal! Mas para mim também, em parte, foi alívio. Mas em parte, foi um choque.
Pois é, pra mim foi Nossa, que legal, vamos aprender a lidar com isso daqui? E eu acho que isso é muito importante Você se amar Porque quando você se ama Fica muito mais fácil pro outro te amar É muito difícil você amar alguém Que não se ama e fica te cobrando, cobrando
O que a gente faz quando alguém está devendo você? Se você está devendo alguém, a pessoa vem te cobrar. O que você faz? Você quer fugir. Você não quer estar perto da pessoa. Perfeito. Que analogia perfeita. Ou seja, alguém está te cobrando amor. Alguém está te cobrando me dar carinho. Alguém está te cobrando me preenche o meu vazio. Eu não me sinto amado. Perfeito. Essa é a cobrança nesse sentido. O que é que Deus, Deus quando cria Eva, para Adão...
A Bíblia fala isso em Gênesis 2. Deus faz Adão dormir, sono profundo, retira um pedaço da costela de Adão. Sim. Qual a próxima frase? Cria Eva? Não. Completa o buraco. Isso. Fechou o lugar com carne.
Não existe essa coisa de você é a metade que me faltava. Não, Deus não deixa faltando nada. Quando Deus tirou a costela, a primeira coisa, ele completa Adão de novo. Porque a mulher não é para você ser completo, você é completo em mim. Exato. E completo de novo, toma aqui tua esposa.
Perfeito, e que é o segundo mandamento. Amar ao próximo como você se ama, amar ao próximo como você se ama. Nem você ama o seu marido se você não se ama. Você não consegue amar ele. E é isso que é fundamental. Você sempre se amou. Você sempre teve esse trabalho na sua cabeça. Você trabalhou isso em você. Exatamente. E foi uma das coisas que fez ele se apaixonar por você.
Porque ele não viu você aquela carente. Ai, por favor, eu que me dá carinha. Aquela mulher carente é insuportável. Porque teve uma outra doutora que veio aqui, eu não lembro o nome dela. Ela fala isso. Rejeição é uma energia que é mandada. Exato.
Quando uma pessoa é rejeitada, ela é carente, você sente aquela energia. É chato demais. Demanding, always demanding. Demanding always. Pesa. Isso nunca teve nela, nunca. Então, definitivamente, isso aí foi... Foi determinante. As perguntas. Pronto, fechei. Fechei o raciocínio. Então, vamos lá. Tem a pergunta aqui do Vinícius Abreu. Ele mandou o seguinte.
É possível recuperar o casamento que começou carnal? Não tive instrução, pois sou católico, mas estou admirando muito esses casais e querendo ser melhor. Que maravilha. Eu sempre quis ver a cara dele, ficava ouvindo a voz dele. É possível restaurar um casamento que começou carnal? Foi essa a pergunta? Isso. Sim, é possível. Só que aí você precisa que os dois lados queiram.
É como um barco a remo. De um lado está sentada uma pessoa, do outro está sentada outra pessoa. Cada um tem um remo na mão. Se só um remar, o que acontece com o barco? Ele fica girando em círculos. Ele não sai do lugar.
Mas se os dois remarem juntos, o barco vai pra frente. Então existe possibilidade. É o que eu acredito em vocês. Eu também acredito totalmente. Mas os dois têm que querer. Os dois têm que querer a maioria das vezes. A mulher não sente que o homem quer, mas eu ainda acredito que você pode vencer isso no altar. Sim. Não manipulando, porque eu acredito que a mulher, quando ela está nessa situação, ela quer manipular o cara. Ela quer convencer o cara. Fica ele enchendo o saco. A mulher sabe ser chata quando ela quer.
Então eu acho que quando a mulher, ela acredita que ela é filha de Deus e que ela pode vencer aquilo no altar, ela não fica tentando manipular o homem. Ela vai se tratar, porque quando a mulher, ela é inteira, ela se restaura em Deus, ela muda o ambiente da casa dela. Verdade.
Quando ela, porque é muito fácil eu, como esposa, jogar responsabilidade pro meu marido. Ah, é porque o Felipe não muda, porque o Felipe tem esses defeitos. Mas quando eu paro de controlar, tentar controlar, porque a mulher ama ser controladora, né? Quando eu paro de tentar controlar aquilo que não tá no meu controle, que é ele, eu começo a controlar a mim mesma os meus defeitos, aquilo que eu preciso restaurar em Deus. Então, quando eu me restauro, eu mudo.
automaticamente o meu lar. E é muito impressionante que a mulher tem o poder de mudar o homem. Só que não manipulando. Porque tem o Espírito Santo. A Bíblia fala que quem convence é o Espírito Santo. Não é a mulher. Então, a mulher tem o poder de mudar o ambiente da casa, de mudar o homem. Então, o que eu vejo muito, por exemplo...
Vou dar um exemplo aqui. Porque meu marido é um banana. Porque o meu marido... Hoje em dia, as mulheres feministas estão falando muito isso. Porque o meu marido não faz. E eu vejo o seguinte. Quem faz o homem ser um líder, um rei, é a mulher. E quantas mulheres eu vejo... Ela forma o cara, mas não forma manipulando.
Quantas vezes eu vejo mulheres falando assim, ah, porque eu que mando no meu marido, ele faz tudo o que eu quero. Que saco isso, cara. Ainda bem que meu marido não faz tudo o que eu quero. É, que chato. Mas é a forma que eu olho pra ele. E eu, de verdade, eu olho pro meu marido até nos momentos mais difíceis que ele contou aqui. E eu olho com uma admiração muito grande. Então, quando eu olho pra ele como rei...
Ele se vê como rei. Agora, se eu trato ele como um banana, você não faz nada certo. Você fica aí deitado nesse sofá. Você não sei o quê. Aí o cara vai ser um banana. Exato. E o que ele está falando ali na pergunta dele é tem como consertar um relacionamento que começou carnal? Ele, como homem querendo, já é um ponto para ele. Com certeza. Inclusive porque essa dinâmica que eu aprendi com o bispo Gabriel. Os filhos olham para a mãe.
Exato. A mãe olha para o marido. O marido olha para Deus. Exato. Então ele está em vantagem.
E a minha resposta para essa pergunta é Vinícius, né? Que perguntou. Romanos 8, 28. Deus faz com que todas as coisas cooperem para o bem daqueles... Pausa. Faz sentido eu falar essa frase se eu estiver falando dos seus acertos? Faz sentido eu dizer que Deus faz os teus acertos cooperarem para o teu bem?
Não tem sentido nenhum. Essa frase só faz sentido quando a gente está falando dos teus erros. É verdade, é verdade. Das falhas. Então, aí vem a continuação da frase. Que o povo hoje em dia, né? Igual eu vi uma brincadeira falando, você posta versículo no Instagram, mas rouba no jogo, né? Então hoje em dia está comum isso, né? O povo é crente no Instagram, mas na vida...
Da que Deus faz com que todas as coisas cooperem para o bem, daqueles que o amam, que são chamados conforme o seu... Propósito. Propósito. Então, Vinícius, que me parece uma pessoa que falou, cara, eu estou tomando uma decisão de amar a Deus e buscar o propósito de Deus. Amém. O que Romanos 8, 28 fala? Na hora que você toma essa decisão, Deus pega os teus erros... Amém.
E começa a arrumar uma estratégia de fazer com que os teus erros virem. É como se você errou o caminho do ex, errou a entrada. Ele recalcula a rota. Como é que eu posso fazer esse erro dele, fazer com que ele chegue melhor? Faz um caminho melhor. Faz um caminho melhor. Uau.
E uma coisa que tem que levar em consideração, Vilela, é que nós estamos falando aqui de pessoas que ainda têm condições de se relacionar. Infelizmente, é um assunto que a gente pode trazer um outro dia, num outro episódio. Existem pessoas perversas, más, ruins, psicopatas, malucas, pessoas no sentido da maldade. Existe. Claro que existe. Então, esse grupo de pessoas está infiltrado no meio das pessoas boas.
tudo isso é possível se a mulher dele não for uma perversa por exemplo, você falou tem que play hard mulheres, sejam difíceis, mesma coisa ser difícil tudo tem um equilíbrio, não significa você não deixar o homem perceber que você tem um interesse por ele porque você foi deixando ele perceber o seu interesse por ele, de modo que ele foi tomando coragem, foi sendo encorajado porque você foi dando sinais, então não seja oferecido de ânimo para vermo que pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas pessoas
mas também não seja um general carrancudo que fecha a cara e o cara nem desconfia que tem alguma chance com você. Então existe também um equilíbrio, porque existem situações onde a gente vai falar isso e uma mulher, um homem pode estar ouvindo aqui, mas está se relacionando com alguém perverso.
que entra dentro daquele assunto da pastora Helena Raquel que pra mim, aquela fala da pastora Helena Raquel lá nos Gideões que viralizou, pra mim ela estava falando dos perversos ela só não usou esse termo mas quando ela fala de homem que bate mulher quando ela fala de abusador
Ela tá falando da classe de seres humanos perversos. Já escutei a doutora Ana Maria Betas falando várias vezes aqui nessa mesa. O psicopata dá sinais. É, isso eu ia falar. Eu queria falar sobre isso. O perverso dá sinais. Só que a mulher, aí a paixão, a paixone Ane. Ela quer fingir que não vê. Mas eu acho que até falando sobre, exatamente sobre isso, até falando sobre os perversos, eu acho que é importante a mulher olhar pra ela. Perfeito. Por que que ela se atraiu por aquele perverso? Muito bom.
Por que que ela quis? Porque tem mulher que fala, né? Ah, eu tenho o dedo podre. Não é que você tem o dedo podre, você tá ferida. Obrigada. E você ainda não se curou, você não curou seu coração. Então você sempre vai procurar pessoas perversas. É um imã de atrair coisa ruim. Por isso que eu falo, a gente tá muito numa era que as pessoas só olham pro cara. Ah, porque eu estou do lado do narcisista. Ah, porque eu estou do lado de um perverso. Mas por que que a sua alma...
Se atraiu por isso. Que buraco que é esse? Que tá no seu coração que você ainda não curou isso e tá só em busca de pessoas perversas. Você acha que eu, do jeito que Deus já me curou, me tratou e me encheu do amor dele, tanto que eu tenho convicção de que eu sou filha de um eterno rei. Você acha que eu vou sentir atração por um perverso? Você acha que eu, Sarah Shiva, você vai me ver achar atraente um narcisista?
Você vai me ver achar atraente um homem desequilibrado? Never nunca. Eu não estou nem falando assim, porque pode ter gente que fala mas você está culpando a vítima. Não, não é isso. Estou falando de antes. Estou falando do momento da atração. Por que você se atraiu por isso? Por que você achou interessante essa pessoa? Por que você achou interessante isso? Falta de amor próprio. Falta de amor próprio. Você está buscando...
preencher o vazio então acho que a gente precisa falar muito sobre autorresponsabilidade as mulheres precisam olhar pra dentro delas e se curar antes de achar que ela tá pronta pra olhar pra dentro do nada parar de preencher o vazio com o outro tem mais perguntas? tem aqui a pergunta da Cristina ela perguntou o seguinte no caso de uma mulher que cresceu em um lar tóxico e que o pai foi negligente como ter referência de um homem príncipe?
A mulher cresceu num lar tóxico sem referência de um cara legal. Do pai. Isso, e o pai foi negligente. Como ter referência de um homem príncipe? Vamos lá, quem quer falar? Primeira coisa que eu acho importante, porque eu ia falar sobre isso que ele disse aqui na sua colocação. Da onde vem a mulher que, pela décima vez, está ela lá apaixonada por um cara que não presta?
Porque neurociência, o cara que não presta, ele tem uma postura corporal, ele tem um jeito de falar que a gente lê antes dele abrir a boca. E ela viu a mãe dele, a mãe dele ou a mãe dela, sofrer na mão desse cara, mas estava lá.
Então ela é programada... Pra aceitar. Pra aceitar e ocupar esse lugar de novo. Ou pior, desejar. Credo. Desejar. São ciclos familiares, né? É familiar, né? O mal-estar é familiar. O que em mim é familiar. Aquela coisa carregada ali é familiar. É o que ela conhece, né? E o que lhe é familiar acaba lhe atraindo porque não é desconhecido.
Não tenho medo do desconhecido. É onde ela se sente em casa. E eu vou te falar, eu e o Felipe, nós viemos de lares quebrados, né? O Felipe não teve pai presente, a mãe solteira, e eu também vi, meu lar foi restaurado. Mas você lembra do testemunho, posso contar rapidinho aqui? E meus pais se conheceram... O testemunho dos pais deles...
Dos pais dela. Dá pra você fazer um podcast... Pais deles, eles são irmãos. Dos pais dela. Dá pra... Dá pra você fazer um podcast inteiro só com histórias de gente que tava destruída e foi restaurada. É uma das coisas mais lindas que eu já ouvi. Vamos lá. Um beijo. Estou com muita saudade de vocês. Eles estão assistindo. Tomara que eles estejam assistindo a gente. E aí? Então, meus pais se conheceram na noite, na boate. E minha mãe... Eles tiveram relação sexual. E eu...
Nasci, estou aqui. Então, eles tiveram... Minha mãe tinha 18 anos, se não me engano, 19 anos, quando ela engravidou de mim. E eles se casaram, porque meu pai assumiu a gravidez, etc. Mas no dia do meu aniversário de três anos, eles se divorciaram. Então, eles se divorciaram e ficaram divorciados. Meu pai no mundo, né? Vivendo aquela loucura de noite, de balada e etc.
E aí minha mãe, em determinado momento, se converteu. Quando eu tinha cinco anos, ela se converteu na presbiteriana, que é bem, né, tem muita doutrina e etc. E ela foi entendendo ali o que Deus queria fazer no lar dela. E ela sentiu que em determinado momento Deus falou pra ela, eu quero restaurar o seu casamento. E ela já estava separada dele há quanto tempo? Divorciada dele há quanto tempo nessa época? Há uns quatro anos. Ou seja, a mãe dela já estava divorciada há quatro anos.
Quando ela, convertida, começou a ouvir o Espírito Santo dizer quero restaurar seu casamento. E meu pai não queria saber da minha mãe nem pintada de ouro. Meu pai separado, assim, de mim. Não tinha um relacionamento. Não tinha um relacionamento constante. Nem de amizade. Não, nem de amizade. Só formal pra resolver problema de criança. Sabe aquela coisa, assim. E meu pai no mundão. E Deus começou a falar isso com ela. Ela se separou. Depois que ela converteu, ela não namorou mais ninguém.
E ficou orando por isso. Entrou em santidade. Entrou em santidade 100%. E ficou orando por isso. Olha. Até... Ela ficou 12 anos orando. 12 anos só em oração. Eu não sei se você está entendendo essa história. É uma história incrível. 12 anos orando e o marido no mundo. O cara fazia festa na balada do mundo. É.
Depois de 12 anos. Aí, nesse período, meu pai se converte, na Sara Nossa Terra, foi aí que o Felipe converteu também e tal, mas continuou sem querer saber da minha mãe. Nem pintada de ouro. E aí, em um determinado momento, já, acho que ele tinha uns 5 anos de convertido, aí ele chegou pro líder dele e falou ah, eu quero namorar fulano de tal.
Que era uma mulher aleatória lá. Uma mulher de Deus, uma mulher santa também, certinho e tal. Mas aí o pastor dele falou assim, olha, Hélio, Deus tem falado muito comigo sobre restaurar o seu casamento com a sua ex-esposa.
Meu pai deu um pulo desse tamanho e falou, Deus me livre! Repreendeu. Não, ela é passado, não fala sobre isso, não sei o quê. Aí ele, não, não, tudo bem, vamos fazer um combinado? Ora uma semana. Se Deus não falar com você durante uma semana, aí você ora com a fulana de tal e aí a gente conversa sobre isso.
Ele orou uma semana. E ele falou que ele orou com raiva. Ele orou por obediência. E ele voltou pra casa. Aí orou o primeiro dia assim. Deus, tu sabes, né? Aquela coisa. Deus, não quero nem mencionar o nome dela. Mas tu sabes.
Aí o segundo dia, ele já orou de verdade. Aí o terceiro dia... Foi quebrantando o coração. O terceiro dia, eu já falei pra ele, ah, porque tem um cara lá na igreja que tá interessado na minha mãe. Ele ficou com ciúme. Aí o quarto dia, ele sonhou com ela. Aí foi passando. No sexto dia, ele já tava com saudade dela. É louco pra encontrar com ela. No sétimo dia, ele tinha marcado de conversar com o pastor, né? Pra ver o que tinha acontecido. E ele falou, cara, não sei o que aconteceu. Tô apaixonado por ela de novo.
Uau. E aí ele se reencontrou com ela, pediu pra orar juntos e refez, imagina, dois mais velhos, acho que eles tinham 40 anos talvez. Uau. E aí eles fizeram o protocolo direitinho, oraram juntos. Santidade. Santidade, não caíram, namoraram, casaram, hoje eles estão com...
18 anos casados. Depois de 12 anos ela orando, eles voltaram a namorar em santidade, se casaram em santidade. E estão há 18 anos juntos. Estão há 18 anos juntos. Poxa vida. É a coisa mais linda. Podia fazer um podcast, quem achar bom, comenta. Só sobre histórias que eram improváveis. Então não tem como. Isso dá um podcast legal, histórias improváveis. Histórias improváveis, hein?
Vamos arranjar os casais. Vamos fazer candidato tipo o Silvio Santos. Coloca aí nos comentários. Manda uma cartinha pra cá e a gente vai selecionar. Gente, desculpa. Três horas e meia de papo, hein? Vai ter que continuar outro dia. A gente tem que fazer aquela de oito horas. Virar a noite. Fazer uma vigília. Uma que a gente comece assim, meio dia, vai até a meia noite. Não, eu prefiro...
Às sete e aí vai a madrugada. Mas a gente pede pizza, tem comida. E a vigília? Você gosta da vigília? Ah, eu gosto. A gente faz aí um dia. Eu também gosto, mas só se for assim, né? Se for na oração, eu começo a ficar na presença. Não, mas aí coloca a oração no meio também. Não só a oração, mas tem a oração no meio. Você sabe que eu não sou fã de vigília de oração? Sério? Porque eu vou entrando na presença, eu vou sentindo um sono, um relaxamento.
Se fosse antiga, eu ia falar que era maconha, tá? Eu nunca usei maconha, tô acreditando. Sério? Nem no passado? Nunca fumei maconha porque eu acho que eu fiquei traumatizado no inconsciente. Por causa do cheiro? Eu acho que tudo isso, do cheiro. Eu não gosto do cheiro também. Eu tenho pavor, eu acho que tem o cheiro de sovaco do...
Do gorila lá. Do saci pererê. Do saci pererê. Do gorila do... Do King Kong. Do King Kong. É uma coisa horrorosa. O suvaco do King Kong deve ser um cheirinho, né? É o cheiro da marijuana, com certeza. Tá aí. Agradecer demais a presença de vocês.
querido Homer, faça a boa aí. Bom, agradecer demais para você que chegou no final desse papo. Se você ainda não deixou o seu like, tá panguando, então deixa o seu like. Se inscreva no canal, torne-se membro. Compartilha também esse vídeo aí com toda a sua patotinha. E pra provar que chegou no final desse papo, coloca aí. Olha, tem bastante opções, hein? Qual é a palavra? Qual é a palavra? O que o pessoal escreve? Mas coloca aí. Vilela Bad Boy. Vilela Bad Boy. Vilela Bad Boy.
Só quem acompanhou esse papo vai saber do que está acontecendo. A Sara tentando destruir minha reputação. Ele é bonzinho, ele é bonzinho. Você é uma pessoa maravilhosa, para. Sou bad boy. Todo mundo que te conhece sabe que você é uma pessoa maravilhosa. Isso é verdade, isso é verdade. É que eu sou um cara muito sério. Tem gente que me encontra, eu estou no restaurante, estou no aeroporto, sairia uns caras e falam Nossa, você é sério, você é quietão.
Eu falo, eu sou assim mesmo. É, mas meu marido também tem cara de bad boy. Eu não sou de ficar rindo assim.
Eu estou imaginando você com Jaquita Guicouro, montado no balacão. Exato. Falando. Valeu, gente. Então é isso, né? Sara, passa o recado aí. Quando vai ser? Que dia que vai ser? Tem link? Como que é? Estão todos convidados para o Cine Realeza, o sexto evento dessa categoria que eu faço, que é um evento cultural, todo inspirado na obra da Jane Austen. Dessa vez, nós vamos assistir...
a esse filme aqui que eu trouxe, o Jurassic DVD para mostrar a capa, que era o que eu tinha aqui para mostrar para vocês. Vamos assistir e vamos ter uma análise espiritual e emocional em tempo real comigo nessa edição, dia 30 de maio. Só que os ingressos vão encerrar dia 22. Então, se você tiver agora...
assistindo, tem inclusive um cupom de desconto, se você quiser usar o cupom, cupom tudo maiúsculo, CINE30, um cupom de 30% de desconto, se você quiser ir, crianças a partir de 7 anos, podem ir, e é incrível para a sua criança, para o seu adolescente, porque nós vamos ensinar ali valores, começa ao meio dia, será na Zona Sul de São Paulo, num cinema, dentro de um shopping em Santo Amaro, então você tem que ir.
Vale a pena participar, é um investimento cultural na sua vida, leve seus adolescentes. Eu sei que o pastor Felipe e a pastora Jéssica foram, vocês gostaram do último que vocês foram? O que vocês acharam? Eu gostei, eu amei, foi sensacional. Foi sensacional? Surreal. As pessoas não tem ideia de como é maravilhoso, né? Vale a pena?
E muito único, né? Nada parecido com nada que você já viu. É totalmente diferente. É muito diferente. E a personalidade dela, ela coloca tudo ali. A nossa filha mais velha foi e amou. Que é criança. De nove anos. Então assim, você tem que levar teu filho, Vilela. E quem acha bom o Vilela aí, coloca aí pra boa.
Ele tem que ir, que ele tem uma viagem. Eu falei, cansa essa viagem aí, muda essa viagem aí. Ela tá fazendo de tudo pra essa viagem dar errado. Ela tá torcendo pra dar errado. Vilela Bad Boy no Cine Princesa. No Cine Realeza. Gente, então, ó, todas as informações, não só o link da Sarah, mas também os arrobas aí do pessoal, pro pessoal seguir. Pediram muito, pediram muito aqui, né? Pô, coloca o arroba dos convidados pra gente seguir no Instagram.
A gente vai deixar num comentário fixado. Não vai, Homer! É isso aí. Ah, ele deu a palavra dele, hein? Não vai? Pois é.
Então, já está escrito aí. Vão no link da Sara, que vai ser logo agora. Já está pronto. Vai acabar dia 22, porque a gente vai preparar as listas. Hoje é dia 19. Uma super estrutura de segurança. Então, tem lista. Tudo bonitinho, entendeu? Então, vocês precisam fazer a inscrição, comprar o ingresso de vocês até...
dia 22, mas o nosso cupom encerra hoje, depois dessa live, então aproveita o cupom, tá bom? Lembrando, gente, que é muito importante falar sobre isso, esse tipo de evento não tem crente, não sabe muito se divertir, sabe? Divertimento de crente é sair pra comer. É? Só.
Crente não tem, assim, entretenimento. Então, eu criei para o público conservador, cristão, e não importa a placa da sua igreja, é um evento interdenominacional, muitos católicos vão. Porque é um evento cultural com valores conservadores. É lindo, vale muito a pena ter tudo linkado com essa questão cultural do reino. Nossa, tem que ir, vai. Tem que ir, e eu também tenho que ir, porque meu filho, eu tenho cinco minutos para pegar meu filho.
Tchau, gente, fiquem com Deus, beijo no cotovelo, tchau. Que bom que vocês vieram. Vilela Bad Boy nos comentários para provar que chegou até a final. Valeu.
Fala!!
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.
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