Episódios de Inteligência Ltda.

1848 - A TRINCA: JOEL JOTA, CAIO CARNEIRO E FLÁVIO AUGUSTO

20 de maio de 20262h11min
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JOEL JOTA e CAIO CARNEIRO são palestrantes e mentores, e FLÁVIO AUGUSTO é empresário. Eles vão bater um papo sobre negócios, empreendedorismo e vontade de vencer. O Vilela tem muita vontade de vencer, desde que foi vice-campeão paulista de Jiu-jitsu.Encontre o concurso mais próximo de você #EstrategiaConcursos - https://bit.ly/4sQUX5P Inscreva-se no Vestibular 2026/2 UNISA, acesse o link - https://www.unisa.br/vestibular-medicina/Saiba mais sobre o G4, a Bússola de quem quer mais! https://on.g40.co/inteligencia_joel_carneiro_flavioaugustoRegularize seu trabalho. Abra seu CNPJ com a Contabilizei Tudo 100% online: abertura de CNPJ, notas e impostos em um só lugar.Use o cupom INTELIGENCIA e ganhe 2 meses de mensalidade grátis. Comece agora: https://bit.ly/inteligencia-ctbz-14052026

Assuntos3
  • Vendas e empreendedorismoA importância da habilidade de vendas · Mitos sobre vendas · Vendas como ferramenta de mudança de vida · O papel do vendedor na economia · A ambição como motor para o empreendedorismo · A necessidade de se reinventar e pivotar · A importância de identificar e resolver problemas de mercado · Estratégias de precificação e modelos de negócio · O conceito de caórdico (caos e ordem) · A importância do storytelling em vendas · Engenharia reversa no desenvolvimento de produtos · O papel da inteligência artificial no futuro dos negócios · A importância da experiência e do artesanal · O risco de empreender vs. o risco do CLT · A importância de não levar o fracasso para o lado pessoal · A saída da pobreza através das vendas · A diferença entre trabalhar duro e trabalhar de forma inteligente · O conceito de ganhos assimétricos · A importância de se manter curioso · A relação entre o fundador e o negócio · A importância da saúde mental no empreendedorismo · O papel da espiritualidade e da fé nos negócios
  • A Trinca: Joel Jota, Caio Carneiro e Flávio AugustoOrigem da "Trinca" · Formação da Mentor League Society · Fundação da Vente-se · Experiências de treino para Ironman · Projeto de liga de educação · Expansão internacional da Mentor League Society · Metas de receita e IPO nos EUA · Projeto com a CBF para pequenas e médias empresas · MLF Festival
  • Desafios do EmpreendedorismoInfluência da macroeconomia nos negócios · A importância da microeconomia nas trocas voluntárias · Navegando contra o vento: a destreza do empreendedor · O impacto da instabilidade política e jurídica · A pandemia como catalisador de mudanças · A diferença entre o risco de empreender e a "certeza da desgraça do INSS" · A importância de olhar para o prêmio, não apenas o risco
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Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Velera e está começando mais um Inteligência Limitada. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais de sucesso do que a minha e do que a sua.

Você venceu na vida, cara? Eu tô vencendo na vida. Você já chegou lá, né? Seu desodorante vence mais do que você? Ah, o meu desodorante vence muito mais do que eu, cara. Eu tenho... Tem que usar o... A minha mulher. A minha mulher me chama de pano de pia. Pano de pia? É, sexo da hora da manhã já tá fedendo, né?

cara, eu nunca tinha ouvido pano de pia, gostei seguinte, hoje é papo de negócio, de sucesso, de empreendedorismo só pra quem quer chegar lá só pra quem quer chegar lá e vamos de programa mas a gente quer participação do pessoal com perguntas como que vai ser o esquema? hoje é uma live especial que é dedicada para pessoas especiais que são os nossos membros

Que são... Olha, tem Mike Baguncinha, tem Naldo Bene, tem Henrique Cristo. Henrique Cristo. Quem entrou outro dia no nosso grupo de membros? Olha, foi o Elon Musk, cara. Elon Musk, ele nem entende português. Pois é, cara. Ele mandou mensagem e não conseguiu ler. Exato. Então torce-se membro porque você recebe a nossa agenda com antecedência e pode mandar pergunta para os convidados antes que todo mundo, certo? É isso aí. E eles passam na frente. Com certeza. Também pode mandar o superchat, mas a prioridade são...

Os membros, não é isso, Romer? É isso aí. Isso, antes de começar esse papo, quero falar com você, Terráquios e Terráquias. Dica boa para você que trabalha por conta, recebe no Pix, mas ainda não abriu um CNPJ. Enquanto está tudo no boca a boca, beleza, mas imagina se aparece aquele cliente novo, aquele que você está prospectando há um tempão e ele pede nota fiscal. Aí já complica, né, Romer? Você sabe como que é a parada. Eu sei.

Fica sempre aquele pensamento, putz, vou ter que mexer com contador, papelado, imposto. Eu sei, só de ouvir essas palavras já dá vontade de sair fora, né? Mas eu estou aqui para dizer que tem um jeito muito mais simples de resolver isso. É só contratar a Contabilizei. A Contabilizei faz tudo online para você. A abertura do CNPJ ajuda a entender qual tipo de empresa faz mais sentido para o seu trabalho, emissão de nota fiscal e organização dos impostos num lugar só.

E não é aquelas plataformas que te largam sozinho tentando entender burocracia, não. Se precisar, você fala com uma pessoa de verdade pelo WhatsApp até às 22 horas. Nem eu estou acordado até esse horário, Homer. Pois é. 22 horas eu já capotei. Mentira, eu estou aqui trabalhando. Para quem eu quero enganar, cara? Pois é, não vai colar essa daí. Está louco. Então, para você que quer parar de fazer tudo no improviso e começar a deixar o negócio mais profissional, vale muito a pena conhecer. Sabe o que é melhor?

Ô, Romero. O quê? O valor. Tudo isso por R$195 por mês. E, ó, tem cupom, não tem? Tem cupom, cara. É o seguinte, usando inteligência você ganha dois meses de mensalidade grátis. Então aponta o celular pro QR Code que tá na tela ou... Link na descrição. Tem um link na descrição e fala com a Contabilizei. Também vamos falar, tem muito a ver com o tema de hoje, né, ô... Com certeza, hein.

Seu livro de história mentiu para você, você sabia disso? Você já parou para pensar que ensinam para a gente a decorar o nome de políticos e revolucionários, mas apaga o nome de pessoas que realmente conseguiram riquezas para o país? Homer, me fala o nome de três grandes empreendedores da história do Brasil.

Ih, rapaz. Vai, tempo. Um só, vai. Um só? Puxa, caralho. Meio. Não sabe, tá vendo? Por que será que a escola foca tanto em político e tão pouco em quem gera emprego, né, Homer? Quem tá no poder controla a narrativa e escolhe quem é o herói. O G4 tá puxando...

o Brasil para conhecer a verdade sobre os heróis do Brasil. Por isso, o G4 está disponibilizando a Bússola, um curso gratuito de gestão e inteligência artificial aplicada e focada para donos de empresa. Isso não se trata de história, se trata de dar direção, voz e poder para os empresários marcarem seus nomes no legado do Brasil. Escaneie o QR Code que está na tela ou clique no link da descrição para...

inscrição e garanta a sua vaga no G4, pra quem quer mais, muito mais. Agora, você que tem o sonho de fazer medicina, não é qualquer sonho não, né? A gente está falando de uma das profissões mais importantes que existe. Justamente por isso, escolher onde estudar faz toda a diferença. Eu conheci a Medicina Santo Amaro e tem alguns息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息

pontos que me chamaram a atenção. Primeiro, são quase 60 anos formando médicos e num cenário cheio de opções novas surgindo o tempo todo, isso pesa porque mostra consistência, experiência e formação de qualidade ao longo do tempo. Outro ponto importante, lá o aluno não fica só na teoria. Desde o primeiro semestre já tem contato com a prática em laboratório, em hospital escola próprio com estrutura de ponta. Inclusive conta com um dos maiores acervos de peça de anatomia humana do estado de São Paulo, Homer.

Olha só, hein? É legal, hein? E tem mais. O curso tem Acreditação de Qualidade do Conselho Federal de Medicina do Campus de Interlago. E não é só discurso, não. Tem reconhecimento oficial de um dos órgãos mais importantes da área. Agora, se você está pensando em dar esse passo...

As inscrições para o vestibular de Medicina 2026 do segundo semestre já estão abertas. Dá para entrar por prova pela nota do Enem Segunda Graduação e Transferência Externa. Mas atenção às datas. As inscrições vão até o dia 24 de maio e a prova acontece em 14 de junho. Se esse é o seu caminho, comece com a escolha certa. Acesse medicina.unisa.br e inscreva-se. Tem toda a informação aí na descrição também, não é? É isso aí. Fechou.

E rapidinho, antes da gente continuar o episódio, deixa eu te mostrar uma parada que pode te ajudar bastante, principalmente se você já pensou em fazer concurso, mas ainda está naquela fase meio travada, sem saber direito por onde começar. Porque isso acontece com muita gente. Às vezes a pessoa até quer entrar nesse mundo, mas trave em uma dúvida básica. Tá, mas qual concurso eu procuro? Será que tem alguma coisa perto de mim?

Por onde eu começo? Eu tô fazendo voz de outras pessoas, você sacou, né? Eu saquei. É que não sou eu, eu interpretando... É você interpretando outras pessoas. É, eu tenho DRT, cara. Esse aqui é o meu nível de atuação. Por onde eu começo? Ó, tô fazendo um velho. Por onde eu começo? Entendeu? Uma pessoa mais velha aqui, ó.

Pode fazer também. E foi pensando nisso que o Estratégia Concurso, que é o parceiro nosso que criou o radar do Estratégia, ele é basicamente um mapa dos concursos. Então, ao invés de ficar caçando a informação solta e ficar tentando montar esse quebra-cabeça sozinho, você entra lá e consegue olhar as oportunidades de um jeito bem mais claro. Você já colocou na tela, ô, Homer? Ó, tá aqui. Estão vendo isso?

Isso é o radar do Estratégia, um mapa que reúne concursos do Brasil inteiro. Se você está assistindo, é só apontar agora a câmera do celular para o QR Code que está na tela ou o link na descrição também que você chega direto lá na página, não é isso, Homer? É isso aí. Vamos para o papo então, Homer? Bora para o papo. Seguinte, temos...

temos pessoas aqui que já vieram e temos um debutante, alguém que vai estrear aqui. Eu vou começar com o Joel, que eu acho que é o que veio primeiro aqui. Joel, tua câmera quer, ela se apresenta pro povo. Oi, gente, tudo bem? Bom, prazer estar aqui mais uma vez. Vilaela, obrigado pela oportunidade. Eu sou o Joel Jota, eu sou empresário, sou escritor, também sou podcaster.

Sou hoje cofundador da Mentrolix Society, que é um ecossistema de educação para empresários. Vai ser um prazer falar com vocês aqui no Inteligência Limitada. Flávio, tua câmera é aquela. Muito bem, prazer. Flávio Augusto, empresário. Toco violão e faço churrasco. Gostei, gostei. Você gosta de relógio também? Gosto de relógio também. Todo mundo aqui gosta de relógio. Vamos colocar aqui na câmera de cima. Corta para a câmera de cima.

De cara, assim? Vamos lá, vamos mostrar. Que isso, hein, meu? Olha, todo mundo bem trajado aqui. Muito bem trajado.

Aí, Fabi. Aquele meu Apple Watch. E você sem, né? Meu Apple Watch, o diretor já roubou de mim. É a joia do homem. Exatamente. E você, como é a primeira vez que está aqui, você tem que se apresentar nessa câmera e eu fico sem graça de falar, Homer. Fala para ele aquele negócio lá.

O que é romano? Não, é que eu... Fala real. É que ele é muito interesseiro. Exato. Eu sou interesseiro. Eu só chamo pessoas aqui pra me darem presente e deixar aqui nesse cenário caótico aqui. Pô, eu trouxe uma coisa que combina com o papo de hoje. Eu trouxe o primeiro livro que a gente escreveu nós três juntos, cara. Mas aí não é presente inútil. Não, mas vai ser útil de alguma maneira. Não, que é útil, olha. Ali, ó. Vai ficar ali. Vai ficar de alguma maneira. Vai ficar legal. Isso eu vou ler. É.

Mas vocês devem sempre lembrar que a gente viu junto nesse podcast. Você está me devendo... Você está me devendo alguma coisa que você não usa mais, depois você traz e a gente faz com o cenário. Pô, cara, o nosso livro é presente útil? Não, mas era aquela coisa que eu não tinha como lembrar, gente. Eu acho que essa bola foi muito fora, João. O que você acha, João? Na largada.

Então foi isso, o papo foi isso, não vou... Esse papo é inútil, pronto. Quebrar o protocolo. Mas tá sério, isso aqui eu vou considerar útil e depois você me manda um chaveiro de um carro que você perdeu. Qualquer coisa aí a gente coloca...

ele não é mais o açúcar tem um adotão mais açúcar Joel já virou agora se apresenta pro povo aqui meu nome é Caio Carneiro, empresário gosto de falar que sou vendedor porque foi onde me abriu as portas pra empreender sou fundador da Mentor League Society fundador do Vente, que é uma das empresas da Wiser Educação, grupo fundado pelo Flávio de uma maneira brilhante, mais de 30 anos, né? Wiser, Flávio?

E muito feliz de estar aqui também no podcast, que eu gosto, escuto. Verdade. Escuto pra caramba. Por ter um podcast, eu não só gosto do teu conteúdo, como... Como copia. Não. Não, caramba. Não, me inspiro. Ah, boa. Inspirar, a palavra é inspirar. Inspira, isso, é isso. Como você fez isso, a gente gosta, sabe? A gente gosta, a gente sempre está olhando. E é legal porque a gente está numa fase muito boa, cara. A gente hoje é o maior podcast em número de views. Então...

Uma coisa que a gente foi construindo com o tempo e é difícil, né? Vocês sabem como que é. Conseguir convidado, pauta. E você ficar relevante. A gente vai para o sexto ano agora, em novembro, e completa seis anos. E você faz todo dia? Todo dia. É admirável a tua frequência e o teu volume, cara. Mais de dois mil programas. Cara, é admirável. E aqui...

Eu acho que é o podcast que mais... A gente chama o espectro do mais esquerdo ao mais centro. Todas as religiões. A gente abre o leque de um jeito que poucos podcasts fazem. E é difícil, né? Porque a gente sofre hate uma semana de um lado, hate de outro. Mas com o tempo a galera vai se acostumando, né? Então sejam bem-vindos.

E eu estou começando a falar muito agora também sobre empreendedorismo, sobre educação. A gente está tendo vários programas. Então, eu quero muito saber, primeiro, o que é a trinca. E da história de vocês, você falou sobre vendedor. Acho que todo mundo, mesmo que não queira, tem que ser um vendedor da própria imagem, da sua história, para conseguir alguma coisa. Vocês concordam com isso ou não?

Vou começar a bola, tá? Fica a vontade. Aí eu levanto para vocês cortarem. E vendedor tem uma... Tinha pelo menos uma pecha meio ruim, né? Ah, o cara está tentando se vender e tal. E não é isso, né? Existem alguns mitos dentro de vendas, cara. Algumas coisas, por exemplo, a habilidade de venda para a gente desqualificada. Ou vendedor.

É, o cara não consegue alguma coisa melhor. Virou vendedor. Então, geralmente, a mãe, quando quer arrumar um trabalho para um filho, chega para um amigo. Você tem um trabalho para o meu filho? Pode ser qualquer coisa, até vendedor. Verdade, cara. Quando eu era moleque, era assim. Você tem qualquer coisa para mim? Até vendedor, até vendas. Tem gente que acha que vendedor. Então, eu acredito que existem alguns mitos em torno da área de vendas.

Eu acho que prejudica muito a gente. Porque quando o cara começa a empreender, ele se vê por necessidade de desenvolver a musculatura da venda. Verdade.

Com rede social hoje em dia, está todo mundo se vendendo na rede social. Você escolhe o canal, o formato que vem da ciência, é uma mistura de ciência e arte, porque é arte que envolve ser humano na alta ponta, né bicho? Contorno de objeção, gestão das emoções, lidar com ansiedade, expectativa.

E técnica porque é um conjunto de etapas. Existe um processo lógico ali de vendas, desde a prospecção até o pós-vendas. Parece que é uma coisa fácil, né? Quem está de fora fala, qualquer um pode vender. Quando eu fazer comédia e stand-up também, conta piada, todo mundo conta. Agora você ser um exime, um cara bom de vendas, um cara que sabe fazer o negócio é diferente, né? Não é qualquer um que sabe fazer, né? E tem gente que acha que é o contrário.

Às vezes acha que vendas não é para mim, eu não nasci com isso. Ah, é? Tem gente que acha que vendedor é um bom.

Tem gente que quando vê um cara vendendo bem, fala, pô, essas coisas é pra ele, não é pra mim, não. Mas por quê? Por causa de vergonha? Ah, porque eu acho que é mais fácil acreditar numa força fora de você pra você não ter que desenvolver uma competência. Porque vendas é um pouco assustador. Na verdade, pra mim, mais assustador é a desenvolvedibilidade. Mas é uma atividade de confronto. É uma atividade que vai se expor. É uma atividade que você vai buscar um não.

Tem muita rejeição? Você tem, obviamente. Você tem esse regimento de expectativa. É que nem o sangue para o médico. O médico tem que se acostumar a ver sangue, o mecânico graxa, e o vendedor tem que tomar não. Só que tem gente que começa a confundir objeção com rejeição. Se o cara falou não, será que ele não gostou de mim? Será que eu fui invasivo? Então existe um pouco da gestão das emoções que em vendas muita gente tem muita dificuldade, cara.

Muita dificuldade. Foi daquele dia que, cara, você fez uma porrada de ligação. Mas a tua história, depois eu vou querer saber de vocês também. Mas como é a primeira vez que você vem. A tua história, quando você se viu vendedor? Ou você foi obrigado? Eu fui recrutado para ser vendedor, eu tinha 19 anos de idade. Dentro do porta-a-porta, a famosa venda direta. E alguém me mostrou um caminho. Aquela venda de porta-a-porta ainda? Venda de porta-a-porta, cara.

Vendia, tinha um catálogo de produtos nutricionais. E um cara me mostrou um caminho. Se você vender tanto, chega tanto. Podendo até tanto. Esse é o seu índice de comissão.

E eu era um cara muito sonhador, muito ambicioso. Eu precisava de um caminho. Eu acredito que quem não tá ouvindo agora, tem muita gente que eu acredito, tá? Não tem como segurar alguém que quer mudar de vida. Esse cara só precisa de um instrumento, bicho. Esse cara só precisa de um caminho, cara. É uma força meio incontrolável, né, cara? Muito empreendedor começa a empreender por necessidade porque ele não achou um caminho, então ele vai construir o dele.

A própria história do Flávio é essa, né, cara? Então ele quis encontrar um caminho, o cara vai lá e começa a desbravar. Você sempre se viu como vendedor, não?

Todo mundo é vendedor. A gente chegou aqui e você estava gravando, estava vendendo ali os seus patrocinadores, a estratégia de concursos, enfim, todos. Cada funcionário de uma multinacional ou de uma pequena empresa ou de uma empresa pública é um vendedor. Todo mundo é vendedor, porque ele está vendendo o trabalho dele em troca de um salário. Ele vendeu o tempo dele.

A CLT prevê 44 horas semanais. Então você vende suas 44 horas semanais em troca de um salário. Então, na realidade, toda a economia, tudo que acontece na economia hoje, acontece através de troca de voluntárias, porque alguém vendeu alguma coisa.

Então, no fundo, todo mundo é vendedor. Agora, é óbvio que culturalmente existe um preconceito sobre o que é ser vendedor, porque é uma coisa meio feinha, sabe? Igual você comentou aqui no início do papo. Está lucrando com alguma coisa... Como se o lucro fosse ruim. O lucro é maravilhoso. O mundo só está de pé hoje porque as empresas têm lucro. Os impostos são recolhidos porque as empresas têm lucro.

Os programas sociais são pagos porque alguém teve lucro, pagou imposto e o governo arrecada. Os trilhões de reais que o governo arrecada é porque as empresas têm lucro. Então, tem aí uma contradição conceitual que paira na sociedade, o que faz com que muitas pessoas não sigam esse caminho de aprender a vender. Ou demonize. Ou demonize. Agora, o fato é o seguinte, quem aprende a vender...

domina a única forma de gerar receita.

A única forma no planeta de ganhar algum dinheiro é porque alguém vendeu alguma coisa. Eu estou pensando se existe outra forma realmente. Não pensa, pode pensar. É, né? Tudo, tudo, tudo. Nunca tinha parado para pensar nisso. Tudo foi resultado de uma venda, entendeu? Ou seja, se o McDonald's não vender, ele quebra. Uma doação antes... Teve uma venda para gerar aquele... Aquela doação. Uma das profissões mais antiga do mundo. E até mesmo a doação, a ONG tem que vender a ideia que ela é um bom lugar para o cara dar a doação. Exato. Porque senão ele vai doar em outro lugar.

Então, venda está presente em todos os lugares. Agora, quem domina a venda, domina a receita. E quem domina a receita enriquece. Esse é o algoritmo da economia que é baseado em trocas voluntárias desde a Revolução Industrial até hoje. E, Joel, quando você se viu como um vendedor? Eu me vi como um vendedor quando fui demitido.

Eu era professor universitário, então minha carreira toda foi desenhada para a parte acadêmica. Então fui atleta e fui muito estudioso. Me tornei professor universitário muito cedo. Entrei na trilha de ser professor universitário. E aí fiz minha primeira pós-graduação, depois eu fiz meu mestrado, depois entrei em grupos de pesquisa, depois fui para congresso, virei professor de pós-graduação. Então eu tinha encaixado, eu tinha encontrado o meu caminho.

Sempre ambicioso, uma ambição de ex-atleta, de querer ganhar, de querer bater recorde. Mas eu colocava essa minha ambição dentro da empresa que eu representava. Então eu queria ser o melhor professor da faculdade, eu queria ganhar os prêmios, eu cheguei a ganhar prêmio na faculdade. Eu queria ter os alunos que tiravam as melhores notas no trabalho de conclusão de curso, eu tinha, eu queria ter os artigos publicados nas revistas indexadas às melhores do mundo. Então eu competia ali dentro.

Só que aconteceu duas coisas que foram marcantes na minha vida. Em 2004, eu estava na frente do meu clube e um professor meu passou para uma picape vermelha. Uma L200, Mitsubishi L200. E eu estava segurando numa mão um pé de pato, na outra mão a sacola de treino, a minha mochila. E eu estava de bicicleta, que eu sou de Santos. E a turma em Santos anda de bicicleta.

Onde você mora lá? Eu morava no Canal 5. Meus pais moram em Baré. Isso, em Baré é Canal 4. Então eu estava a um quilômetro dos seus pais. Lá é tranquilaço, plana, melhor cidade para bicicleta. Cidade bike. E aí aquele professor para, a esposa dirigindo, Ana, o professor Dilmar Pinto Guedes, ela dá uma beijoca nele, ele sai e entra na faculdade. E eu me perguntei, como é que ele tem essa bicicleta?

O pé de pato cai no chão, o rácero solta o pé de pato. Ele tem essa picape, eu sou educador físico, ele também, tudo bem, ele é mais velho do que eu. E eu atravessei a rua e fui falar com ele, eu tinha 23 anos. Você foi perguntar? Perguntei, professor, todo atrapalhado, todo embabocado. Professor, tudo bem? Oi, Jô, tudo bem? Deixa eu te fazer uma pergunta. É que eu estou falando bonitinho agora, mas eu fiz uma pergunta toda pontuda, mas basicamente a minha pergunta foi, como é que você tem essa picape dando aula na faculdade?

E ele falou, você acha que eu só dou aula na faculdade? E ali eu falei, uai, não é só isso? Ele falou, não, eu dou aula nessa faculdade, eu dou aula em outra faculdade, eu dou aula nos cursos, eu escrevo livro, eu tenho uma academia, eu tenho uma pousada, eu tenho múltiplas fontes de renda. E ali eu falei, múltiplas fontes de renda.

Eu só tenho uma fonte de renda. Então eu preciso desenvolver múltiplas fontes de renda. Ali foi o primeiro insight. Então se ele falou que ele escreve livro, eu também tenho que escrever livro. Se ele falou que ele dá curso, eu também tenho que dar curso.

Então eu fui seguindo o caminho do meu professor. Você achou um rumo, pelo menos. Você falou, eu tenho uma meta. Eu tenho uma meta. É mais fácil. Aí tinha um congresso, tem até hoje, Fitness Brasil. Falei, então vou dar curso nesse Fitness Brasil, porque o professor ganha por hora. Eu ganhava R$38,00 a hora. Então eu fui ganhar R$72,00 a hora num curso que eu fui dar. Porque eu fiquei três anos buscando essa oportunidade. E quando eu entrei nesse curso...

Quando eu pisei lá, que era tudo que eu queria, eu vi o congresso, eu tinha 5 mil pessoas, eu com crachá de professor, eu tive outro clique. Falei, quem ganha dinheiro não é o professor. Quem ganha dinheiro é o dono do curso. É o dono do congresso. É o dono do cassino. Aí cabe a ficha, ele me paga em hora.

Mas ele não cobra em hora. Ele cobra uma solução. Ou seja, ele vende um curso por R$ 800,00 e me paga R$ 72,00 para dar o curso. Eu preciso ficar bom de vendas. Eu preciso aprender a vender. E em 2011, que eu entendi que o que iria me levar para a minha ambição de enriquecer, e foi muito clara a minha ambição. Sempre foi muito clara.

Você viu o que você precisava e você não tinha isso. Eu não tinha. Como você foi atrás disso? E aí eu descobri que eram duas disciplinas. Eu descobri isso em 2011. Marketing e vendas. Quando eu entender isso aqui vai dar certo. Eu sei que é isso. Agora acho que vale lembrar aqui, Villela, que no caso dele está muito claro

que o que despertou ele para esse caminho foi o desejo, foi a ambição. Certo. E aquilo foi materializado... Que ambição é outra palavra também demonizada. É outra palavra demonizada, porque... Você tem ambição, coisa feia... É associada à ganância. É, ganância é totalmente diferente. Completamente diferente. A ambição é desejo, é apetite, é libido. Se você não tiver ambição, você nem acorda. Você nem acorda. E aí é muito interessante que para o jovem, principalmente o homem, o jovem do sexo masculino, ele...

gosta muito de carro. Então o carro foi o que chamou a atenção dele. Foi o símbolo. É verdade. Foi o carro. E aí ele, como todo jovem, muitos jovens, ele está em busca de achar o seu próprio caminho. Então ele foi lá perguntar. Ele foi humilde. Ele foi lá, chegou para o professor e perguntou. Como é que é isso aí? O professor falou. E a cara dele, como foi? Foi tranquilo? Tranquila. Ah, é? Mas quando o professor falou...

ele abriu novas janelas na cabeça dele. Começaram a cair aquelas letrinhas do Matrix. E aí duas coisas acontecem quando o cara enxerga um caminho. Ele pensa assim, cara, eu não consigo fazer isso aqui, isso aqui não é pra mim. Ou ele pensa, peraí, se esse cara consegue, eu também consigo. Ele era mais velho, né? E perceba que isso não é inveja. Inveja é quando ele tem raiva, porque o fulano tem.

Não é isso. Ele percebe, poxa, esse cara é professor como eu, tem a mesma formação que eu. Deixa eu perguntar para ele como é que ele fez. Ele abre múltiplas fontes de rendas. Foi ali o que abriu as janelas da mente dele. Isso fez ele buscar...

se preparar e aprender, etc. Ou seja, a origem de tudo é ambição. Você quer matar um povo, é tirar a ambição dele. A gente pode chamar, quer uma palavra mais bonita? É sonho, né? Sonho. Sonho é uma ambição. Só que na história do Joel fica muito legal, porque ele descobriu, perguntando para o professor dele, aquele professor, que o caminho que ele estava seguindo não batia com as ambições que ele tem.

Muito bom. Muito bom. Isso é muito... Ele estava numa caminhada... Ou seja, ele viu uma incoerência. Ele viu uma incoerência. Ele estava no caminho... Porque, assim, eu não acredito em caminho bom ou não. Você tem que estar num caminho que bata com as suas ambições de vida. Se você não sabe para onde você está indo, todo caminho está certo, né? E naquele dia meu, que eu acredito que foi uma mistura de decepção...

mas também de alegria. Aquela decepção, não é onde eu estou que vou chegar onde eu quero. Por outro lado, acendeu uma luz. Acendeu uma luz de um alerta. Mas em algum momento você teve alguma coisa que fala, será que eu consigo? Ou você tinha certeza que ia conseguir? Bateu aquela coisa de, será que é para mim? Bate. Bateu.

bateu, mas não foi suficiente para eu desistir, mas bateu. Será que dá? Tá, vou lá ver se dá mesmo. E aí meu lado ex-atleta, meu lado atleta na época não permitia que eu desistisse antes de testar aquilo, de tentar. De pôr a prova. E aí eu tinha certeza que eu enriqueci com o esporte. Então eu falei, então eu vou enriquecer com o esporte. E depois foi revelado, eu entendi que não seria com o esporte. Mas eu fiquei um tempo, abri negócio do esporte. Isso é uma coisa que muita gente que está em casa pode estar nessa dúvida.

Será que eu estou seguindo um caminho que eu sou muito bom? Ou eu acho que eu sou muito bom? Mas será que é o caminho certo? Como que a pessoa sabe? Deixa eu contar uma dessas aqui também. Eu...

Eu acredito que quando a pessoa descobre que aquele caminho não dá mais certo, ela tem que parar. E fim de conversa. Porque tem um papo de não, de você insistir. E às vezes a pessoa fica a vida inteira insistindo em uma parada. Porque você ama. É. Em 2007 eu encerrei minha carreira como nadador. Você tinha quantos anos? Eu tinha 26 anos. Cara, com 26 anos eu estava no auge da minha força. Eu estava no auge da minha disposição física. Mas para esporte não...

Não, daria pra ir um pouco mais longe. Mas foi nítido. Eu vou pra Olimpíada? Não vou. Eu tô perto? Não tô. Se eu abaixo a 10 centésimos, vai mudar alguma coisa na minha vida? Não vai. Vou parar de nadar. Entendi. Ainda bem. É, mas isso porque você tinha claro o que você queria alcançar. Você já tinha feito uma reflexão daquilo que você queria conquistar na sua vida e percebeu que você não conquistaria naquele caminho que você estava.

E grande parte das pessoas, Vilela, infelizmente, às vezes por falta de opção e por falta de conhecimento, não é por mal,

Não é porque ela, ah, não estou nem aí, eu estou preguiçoso. Não é por isso. É por falta de conhecimento. Ela simplesmente liga o piloto automático, entendeu? Como que é? Meu povo padece por falta de conhecimento? Falta de conhecimento. Então, ou seja, por falta de conhecimento, ele liga o piloto automático e vai. Quando você vê, você passou 50 anos e você está dependendo do INSS. Eu vejo muitos amigos, muita gente que passou pela minha vida que o cara está numa...

Num caminho de acorda e dorme. E ele está tão anestesiado que ele não consegue. Não percebe. Nem pensar no que ele poderia pensar. Ele não consegue. Ele não vê outra... E ele acha, em algum momento ele pensa. Não, cara, isso aqui a vida reservou para mim. Como se fosse um karma, entendeu? Exato. Você tem que ter uma limitação, talvez. Ele se colocou. Ele experimenta uma limitação. Ele está num caminho que não vai dar fruto para ele. Isso, lamentavelmente, grande parte das pessoas vive essa situação.

E ele não sabe o que fazer e em algum momento ele opta nem pensar nisso. É uma espécie de negação, porque sofre, entendeu? Não é agradável. No fundo, é preciso ter um pensamento difícil de se ter. É preciso ter uma conversa difícil consigo próprio. Mas tem também o salto da fé, não tem aquela coisa de você dar um passo. Mas você só salta quando o primeiro deseja.

Segundo, quando enxerga o caminho. Porque às vezes o cara deseja, mas não enxerga o caminho. E aí ele vai saltar para onde? Aí ele vai fazer um investimento numa coisa que não tem nada a ver. Aí vai se ferrar. Por isso que a maioria das pessoas perde dinheiro. Eu estou falando isso. Porque em algum momento o Joel, cada um de vocês, apostou numa coisa, colocou tempo, dinheiro, ou colocou toda a sua vida numa coisa que poderia dar muito errado. Mas você acreditava tanto que deu certo.

É, mas é que a gente não é só acreditava e depois deu certo. Primeiro a gente acreditou em alguma coisa que a gente já enxergou que dava certo para muitas pessoas. E aí a conclusão de nós três, porque nós três vivemos esse mesmo clique, é que quando nós enxergamos que a venda é o caminho, é o início do caminho.

Porque quem não sabe vender, ou empresa que não vende, ela vai quebrar. Não adianta pensamento positivo, acreditar, passo de fé. Não adianta nada disso se o cara não tiver de maneira pragmática um caminho. Um mais um, mais um, mais um, é igual a tanto. Certo. Mas fala uma coisa, o que une vocês é isso. Eu queria saber, então...

Essa união veio de onde? Vocês se conheciam? A trinca nasce de que desejo, de que vontade? Como que a história de vocês se esbarra? A trinca nasce assim. Primeiro a gente se conhecia. Em evento, palestra, internet. Internet. O Caio foi o escritor mais vendido da nossa editora.

E o nosso editor pediu para eu fazer o podcast dele. E a gente se conheceu no podcast do... Ah, é 2018, eu acho. É, 2018. E aí, na nossa conversa no podcast, eu vi que ele tinha uma origem da área de vendas. O Caio liderou mais de 120 mil vendedores na equipe dele. Uma equipe de venda direta. Era um cara top mundial de vendas. E como eu venho de vendas também, eu valorizo muito essas conquistas na área de vendas.

e fiz algumas provocações para ele sobre empreender. Uma das provocações que eu fiz para ele era que, cara, você está ganhando bem, acho que esse é o seu problema. Porque às vezes quando a gente está ganhando bem, a gente não quer dar um próximo passo, ou parece que não vale a pena dar o próximo passo. Eu já passei por essa dúvida.

E deixei essa provocação com ele. O Caio é um cara ambicioso e ele ficou pensando muito nessa provocação. Quem é mais novo aqui? Ele é mais novo. Quantos anos? Eu faço 40 esse ano. 45. É 54. Cara, eu sou mais velho daqui.

Sério? O que é isso? Faço 56, ensino. É mesmo? Olha aí. Tá bem, verdade. Mas tudo bem. Vamos tocar, vamos tocar daí. Vamos tocar. É, vamos tocar. 1970, nasceu na... Nasceu na Copa. Na Copa. Bom, aí a gente começou a conversar. Aí veio a pandemia. Quando veio a pandemia...

o Caio falou para mim, isso foi dois anos depois, que ele falou, Flávio, poxa, acho que aquele papo que a gente teve, talvez agora fosse a hora da gente pensar. E eu falei, cara, ótimo, então estou contigo. E a gente fundou...

o que hoje se tornou a maior escola de vendas do Brasil, se chama Vente-se. Nós fundamos o Vente-se. E eu acompanhei o treino dos dois. O que é uma escola de vendas? É uma escola que ensina a vender. Sim. Hoje a gente tem 65 mil clientes, tanto os produtos B2C como... Que tipo de cliente?

tanto pós-graduações, cursos livres, imersões e também a gente tem contas corporativas. Hoje o Vendice treina grandes forças de vendas como BMW, Cerela, iFood, Mercado Pago. Então tudo que é capacitação da área comercial desde o vendedor até o diretor comercial a gente resolve. A gente tem, é. E é uma grande dor das empresas que é desenvolvimento da área comercial, capacitação da área comercial. Então lá no Vendice a gente resolve tudo isso. Nós fundamos a CEMPREZ em 2021.

Pós-pandemia. Não, no meio ainda. Para o final da pandemia. Só que eu também acompanhei o treino dos dois para o Ironman. Eles estavam fazendo um treino para o Ironman. Em que ano? Por aí. Em 2022, né? Terminou em 2022, mas a gente começou a treinar em 2020. Foi em 2020, em 2022. De onde veio essa doideira aí? Não, tudo bem. É a culpa dele. É a culpa dele. É a culpa dele. É a culpa dele. É a culpa dele. É a culpa dele. É a culpa dele.

É a culpa dele. Aí eu puxei o Joel. Aí ele falou topo. Eu não soube dizer não. E aí eu sempre quis subir essa montanha. Eu achava que ia ser uma jornada de um desenvolvimento. E eu sempre gostei de esporte também.

E aí a gente fez uma boa dupla de treino. E eles treinavam e registravam isso nos stories, ali no Instagram, e eu acompanhei e vi a relação dos dois. Eu observo bastante, Vilela, essa questão da relação entre as pessoas. Pessoal? É, relação pessoal. Porque o fit de uma sociedade é como um casamento, entende?

Ela precisa ter uma boa química, uma boa relação para que isso seja produtivo. Eu observei bastante, eu passei alguns meses observando essa relação dos dois e aquilo ali ficou registrado. Foi quando nós criamos um projeto que estava ali, incubado ali antes da...

da pandemia, que era de criar uma liga de educação, porque eu fui dono de um clube de futebol nos Estados Unidos, acionista de uma liga nos Estados Unidos, que é a MLS nos Estados Unidos. Quem quiser saber mais tem no episódio que a gente fez com ele. Fizemos lá, isso. E aí o que acontece? A gente queria criar um modelo desse para a educação no Brasil.

E aí eu troquei essa ideia com o Caio, a gente fortaleceu esse projeto e eu me lembrei do treino de Ironman e falei, o que você acha, Caio, do Joel? Acho que o Joel é um cara para estar com a gente nesse projeto. O Caio falou, cara, é isso aí. O Joel tem que estar nesse projeto, porque é um projeto que tem uma competência, os três são bons de vendas, mas precisa de outras competências além de vendas. E o Joel é um cara excepcional, é um cara de grande inteligência social e o Joel.

É um cara de comunidade. Aí nós formamos ali a Trinca, formamos esse time. Começamos ali um primeiro programa, que é o Clex Club, que é um programa de desenvolvimento de empresários. E agora a Liga já está com mais de 200 programas desses. E qual que é a ideia? Qual que é o plano daqui para frente?

Você disse da Mentor League Society? É. A primeira, a gente está muito feliz. A gente acabou de voltar de Nova York. A gente foi celebrar um marco incrível. Em dois anos de operação, a gente faturou o primeiro BID de receita. Então, isso para o setor de educação foi algo incrível. Então, quando você acerta no modelo... Obviamente, quando você fala dois anos, a gente também tem que gerenciar a expectativa da turma, que é toda a vivência.

Acho que é toda... O projeto tem dois anos, mas a nossa experiência transcende. Exato. A experiência toda transcende.

E a nossa visão é muito clara. O grande professor de um empresário é outro que está um pouco mais na frente. Hoje a academia, no geral, não tem espaço para o empreendedor. Por exemplo, o cara que fatura um milhão por ano, se ele quer faturar 10, ele vai fazer uma pós-graduação de dois anos? Quem tem 10 colaboradores, o cara quer ter 20, vai fazer a faculdade de RH?

Então existe uma lacuna. E o empreendedor é muito solitário. Esse cara é solitário. Esse cara está na guerra. Às vezes na família não tem nem com o que ele trocar ideia. Às vezes até para fazer amigo fica difícil um momento. Então a gente validou esse desafio no mercado. Que o grande professor de um empresário é outro empresário. Não é só uma dor do Brasil. A gente viu que é uma dor global.

E o nosso objetivo é expandir internacionalmente, não só continuar crescendo muito no Brasil, que tem muito espaço, mas expandir internacionalmente, que é uma dor gigantesca. Esse projeto é um projeto realmente que cresceu muito rápido, sabe? Porque eu lembro que na WiseUp a gente levou 15 anos para bater o primeiro bilhão de receita. E esse projeto, em apenas dois anos, a gente bateu o primeiro bilhão. Tem a ver com essa lacuna que existia? Tem, tem muita correlação. Ou o momento também que a gente está vivendo.

Eu acho que são as duas coisas. O empresário hoje está cada vez mais entendendo que... Cara, hoje o caixa médio de uma empresa brasileira é 28 dias.

Então você vê a apneia financeira, o seu empreendedor... Como que era antes? 10 anos atrás, 20 anos atrás? Cara, na verdade sempre foi uma realidade. Por isso que o índice de mortalidade das empresas são altíssimas. 80% das empresas que são abertas hoje quebram. Antes de 10 anos. 80%, cara. Para ter uma comparação, nos Estados Unidos é...

É grande também, é 76% nos Estados Unidos. Ah, por isso que é uma dor global. É uma dor global. Não é por causa de incentivo, não é por causa de imposto. Aqui tem uma série de dificuldades que os Estados Unidos não têm. Mas você vê que no final das contas, o que define... Não é fácil. É que não é fácil empreender. É isso aí.

E por isso que esse projeto cresceu muito rápido, porque o empresário encontrou o caminho para ganhar know-how, conhecimento, porque cada um de nós aqui na sua área tem uma experiência prática de empreender que pode contribuir com o empresário.

E ao mesmo tempo, quando você está dentro de um ambiente que você consegue trocar, porque o empresário fica muito solitário, e ele acaba dentro do relacionamento dele não tendo com quem trocar. Então você encontra um bando parecido com você. Um grupo, e ali você troca ideia. Eu sou tão estranho assim, os caras têm os mesmos problemas.

Exatamente. E aí, rapidamente, a Mentoring League Society se tornou o maior ecossistema de educação empresarial do Brasil, com mais de 11.500 clientes e com o ticket médio mais elevado. E, por conta disso, a previsão é a gente bater 1.4 bi de receita em 2026.

Antes de começar o programa aqui, eu estava perguntando para vocês se o cenário político, quem ganha ou perde a eleição faz diferença. Porque eu e Flávio, mas vocês também, a gente passou por muita coisa. Desde a adolescência até aqui, a gente viu o plano real, a gente viu o fiscal do Sarnay, congelamento, viu um monte de coisa. Inflação, né? Inflação. Cara, num país louco que nem esse, cara, como... Como...

Como que alguém ainda se mete a empreender como a gente, cara? Não é? É realmente... Você falou que eu queria entender por que nos Estados Unidos, que é um lugar que incentiva tanto o empreendimento, tem tanta gente que quebra. E aqui é porque a gente é melhor mesmo? O que acontece?

É que empreender não depende diretamente da macroeconomia. Não? Não, ela depende mais da microeconomia. Então explica essa diferença. A microeconomia é a economia real, é a troca voluntária de produtos. A macroeconomia define o mercado financeiro, os investimentos, as taxas de juros, etc. Ela tem influência sim, não é que não tem influência. A macroeconomia tem influência sim.

Mas, por exemplo, se eu quero fazer um IPO, a macroeconomia que manda. Se eu quero fazer um M&A, a macroeconomia que manda. Agora, se eu quero apresentar o meu produto e vender o meu produto para eu poder crescer, a microeconomia manda mais do que a macroeconomia. E o que influencia a microeconomia?

A microeconomia é a influência da macroeconomia no longo prazo. Você tem pequenos intervalos na microeconomia. Vou te dar um exemplo. Na época da inflação doida, de 86% ao mês que a gente viveu. Superinflação. Hiperinflação. Hiperinflação. Que era mais barato. O pessoal falava que valia mais a pena você pegar um táxi do que um ônibus. Sabe por quê?

Porque o táxi você pagava quando saía. Já tinha desvalorizado. O único que você pagava quando entrava. Então é melhor você pagar o táxi, porque já tinha desvalorizado tanto dinheiro que saía barato. Isso é uma piada da época. Você ia no supermercado, estavam os caras remarcando o preço. Você tinha que pegar o negócio logo, senão o cara ia... Eu tenho esses flashes só. Vagamente, eu tenho só esses flashes. Eu tenho de remarcar os preços.

Isso, é incrível. Minha mãe no mercado, minha mãe pegava alguma coisa, o cara remarcava, minha mãe trocava as coisas da cesta do carro. E os preços absurdos. Os números eram grandes. Você ia comprar um gibio... 5 milhões.

Quanto está hoje, turma da Moura? 5 milhões. Tá bom aqui. Mas então, você falava de microeconomia. Quando a inflação era 86% a um mês. Uma doideira, cara. Doideira. Aí eu te digo, é mais fácil dar certo hoje ou naquela época? Hoje? Hoje. Fato. Hoje é mais fácil dar. Mas hoje tem gente quebrando. E naquela época tinha gente dando certo. É. Então tu percebe que a microeconomia, ela influencia.

Mas como é que funciona? É como um barco. Pensa num barco, a vela. E você está navegando e quer ir para aquela direção. Mas aí o vento está contra.

O que você tem que fazer? Eu não sei velejar. Eu também não sei. Espero que você não pergunte para mim. Não, mas eu vou te falar a teoria. Você vai ter que posicionar a vela de uma forma, de maneira que você consiga velejar contra o vento. Então você vai ter que ajustar as velas. Talvez até dando uma volta. Talvez até dando uma volta. Você tem uma forma de navegar contra o vento. Quando o vento está a favor do barco, é mais fácil.

Então hoje o vento está mais a favor. Mas mesmo assim você pode fazer coisa errada e naufragar. Mesmo assim você pode afundar. Você pode naufragar. Então para cada tempestade existe uma forma diferente de você navegar. Então a destreza do navegante...

conta mais do que a microeconomia. A micro e a macroeconomia vão influenciar, mas a destreza, ela é que vai definir. Perfeito, perfeito. Por exemplo. Porque a galera fica muito nessa, putz, quem vai ganhar eleição? O empresário, cara. Putz, se ganhar esse, talvez seja pior para mim.

Mas, cara, a gente já passou por tanto governo e a gente tem que fazer a mesma coisa. É louvável esse sentimento? Porque, assim, o empreendedor, cara, acorda cedo, fica longe de casa, volta à tarde, é um leão por dia. E ainda ele vê que o governo com coisas que joga contra. Isso, ele... Mas eu acho que o que o Flávio está resgatando é que o maior protagonista dessa decisão, se vai dar certo ou não... É quem tem um leme na mão.

É quem tem um leme na mão. Porque, nossa, eu acho que todo mundo que está ouvindo aqui, todo mundo deseja um país...

Com ventos favoráveis, né? Claro. Cara, com ventos favoráveis. Eu prefiro. Eu prefiro. Céu azul, né? Essa insegurança política, essa insegurança jurídica. Muito ruim, né? Você se sentir isso e no geral. Mas tem, às vezes, o céu está azul em algumas economias.

E tem gente não dando certo. Aqui é a prova disso, né? No pior momento que o país passou, esse negócio começou a funcionar, que foi na pandemia. Eu só estou fazendo isso porque meus shows foram cancelados. Foi no caos. Foi no caos. Eu fui obrigado a fazer outra coisa. Talvez você não tivesse tido pandemia. Não, não iria, não. Você não tinha começado. E você hoje é um grande sucesso. Com certeza não. Eu tinha, sei lá, 40 shows, não sei quantos eventos, empresa, caíram.

De um dia para a noite, por causa da pandemia. E esse convite, que obviamente é essa provocação que a gente faz, é para todo mundo retomar o senso de protagonista e, cara, não vamos deixar a Brasília acabar com a nossa esperança. E vamos olhar para frente. Independentemente do imbecil que esteja lá, a gente tem que saber trabalhar. Eu estou falando com essa ênfase dela, porque assim, eu comecei a minha empresa na década de 90, Plano Real.

E aí a gente cresceu lá com duas mandatos lá do Fernando Henrique, a gente cresceu. Aí entrou o Lula. Aí nós crescemos também com o Lula. Aí ele foi reeleito. A gente continuou crescendo. Aí veio a Dilma. A gente cresceu com a Dilma. Dilma foi reeleita. Nós dobramos a meta. Aí veio o Temer. Depois veio o Bolsonaro. Agora veio o Lula. A gente está continuando crescendo. Então, independentemente de quem está lá...

tem uma forma de navegar diferente. E aí, esse é o ponto que a gente procura ensinar para os empresários. Que cada tempestade tem uma maneira de você navegar diferente e que é muito ruim quando o empresário acha que se o fulano ganhar, eu estou ferrado. Se o Beltrano ganhar, o Brasil vai ser uma Suíça. Mas tem um nível ainda maior do que esse, que é a geopolítica ainda. Que além de tudo ainda tem guerra. Aí a gente não controla. Aí é o carro.

principalmente esse ano, né, cara? Por isso que tem um certo ponto até do empreendedor se manter antenado, cara, e tomar cuidado para as interferências do mundo não distrair o cara do que ele tem que fazer. Por isso que o cara trabalha com importação e exportação, o cara fica maluco, né? Mas ele vai ter que se reventar. Por exemplo, a questão aqui vendas, né? Vocês estavam falando, pandemia, zero controle a gente teve.

Eu vou te falar a cena. Você encontrou e zero previsão. Você não sabia que isso vinha. Nada. Eu tinha um escritório em Santos, 2020. Eu tinha sete funcionários. Eu estava na internet. Empresa muito escala. Muita margem. Muito dinheiro. E aí, pandemia. Meu irmão entra. Ele tinha uma agência de marketing. Ele falou que 50% dos meus clientes saíram. Em uma semana. Eu, caraca, meu.

O motivo é simples. Pandemia. Acabou. Derrubou um monte de empresa. E a minha empresa ficava em frente, no escritório em frente ao mar. Aí passou um navio na minha frente. E eu fui para lá, fiquei olhando. E eu falei, vou criar um projeto. Vou chamar de A Travessia.

Vou na internet, muita gente tá machucada, muita gente tá com problema. E eu vou ensinar a turma a fazer renda extra. Foi isso que eu fiz. As pessoas estão em casa. Eu vou fazer live três vezes na semana. A live era meio dia. E eu vou ensinar as pessoas a fazerem renda extra. E eu lembro. Joel, eu sou barbeiro. Eu lembro nos comentários. Joel, eu sou barbeiro. O que eu faço? É o curso de barbearia. Opa!

Uma amiga minha, Tânia, Joel, eu trabalho na Mitsubishi. Eu falei, o que você gosta de fazer? Ela é brigadeiro, então abre uma brigadeirinha. E aí eu fui ensinando as pessoas a fazerem renda extra. Eu comecei a medir o resultado. E na primeira semana, a turma acumulada fez 1 milhão e 800. Eu falei, uau. Depois a turma fez 3 milhões. Bom, resumo da ópera, 6 semanas... Não é que tá certo? 6 semanas depois, a turma fez 15 milhões de reais.

Então, naquele momento de mudança de vento, ele teve que aprender, ele teve que reestruturar a cabeça dele, mas teve uma disciplina ali, uma habilidade que fez ele, além da mentalidade, fez ele conseguir se reinventar. Vendas? Pois é.

vendas. Foi muito importante isso. Desculpa. A gente começou falando de vendas e é que o que eu acredito, tá? Eu acredito que a habilidade de vendas vai ser talvez, se não a maior fonte de coragem para você empreender e você pivotar qualquer tipo de caminho.

Entendeu? Quando você aprende a vender, você fica muito mais confiante de uma nova estrada. Você empreender, às vezes você querer ser mais protagonista do teu próprio caminho, porque a gente fala muito de sonho, né? Eu acredito que a grande diferença de sonho e delírio, delírio é um sonho sem viabilidade nenhuma.

O Joel acordou do delírio dele. Ele tinha sonhos e ele falou assim, cara, não é como professor. Não estou falando que o caminho era ruim como professor. Tem gente que tem vida digna como professor. Ele é um trabalho louvável. Mas para a ambição que ele tinha de vida, aquele caminho não levava o que ele quer. E eu acredito que a habilidade de vendas, ela torna uma pessoa mais corajosa para usar. Porque ela entende o fluxo de receita. Ela entende como nasce um cliente.

Ela entende... Por que ele te paga? Ela entende essa jornada de compra do cliente, o ciclo de tempo, as etapas, a taxa de conversão. Ela entende a lógica do jogo do nascimento de um cliente. Porque um negócio, basicamente, você pode abrir com três dinheiros. Ou o teu, ou do banco, ou do cliente.

Como que abre com o do cliente? Quando o cliente, por exemplo, eu comecei o meu negócio vendendo um produto terceiro. Eu era um representante comercial. Eu identifiquei um produto que eu acreditava, vendia para o consumidor final e pegava a minha parte. Entendi. Entendeu? O ganho que você tem dessa atividade é que financia a tua expansão.

Entendi. Quem abriu a segunda escola da WiseUp foi a primeira. Então o sucesso dos alunos na primeira abriu a segunda. E como entender essa coisa de, para algumas pessoas é vender mais, para algumas pessoas é vender menos e cobrar mais, é escassez. A gente está falando do universo do relógio, por exemplo.

O universo relógio parece que os caras não querem vender para você. Eles dificultam a tua compra para deixar aquilo escasso. E tem produto não, que o cara vai ganhar na escala. Ele está competindo com o preço. Como decidir essa... Como que é a minha venda? Como que eu precifico a...

Você tem que escolher a sua estratégia. E é caso a caso. É caso a caso. E não existe padrão. Não? Não existe padrão. Cada caso é específico. Não pode ser no piloto automático. Aliás, de novo, essa história do piloto automático é um grande problema. O que é o piloto automático? É o empresário fazer porque o pai dele fazia, o avô dele fazia, o mercado faz, o concorrente faz, todo mundo faz igual. E aí ele faz igual porque ele acha que é assim.

Eu vou dar um exemplo aqui para você. Quando eu falo a palavra supermercado, o que vem na sua cabeça? Pão de açúcar. Sem ser marca, em termos de modelo de negócio. Você chega em um lugar, um galpãozão com gôndolas, no final, você pega teu produto, no final você passa onde? No caixa. Isso é um modelo de negócio? Mas esse é o único modelo de negócio no supermercado? Não.

Pode ter um supermercado que você compra por telefone e ele entrega na tua casa. Tem um supermercado que tem lá uma estantezinha no estacionamento do seu prédio, você pega ali o produto e paga. Pode ser por assinatura. Você pode ser por assinatura. Vou comprar produtos recorrentes, tipo feijão, arroz, carne, óleo, manteiga, compro por assinatura. Existem infinitos modelos de negócio e outros que você pode criar. E aí, dependendo de como você cria esse modelo, você pode ter mais margem ou menos margem.

E aí, justamente na possibilidade dessa criação, é que alguns chegam mais longe e outros não saem do lugar. Porque um está no piloto automático e o outro foi o cara que está atento e teve uma sacada. E detalhe, o que é bom agora, daqui a um ano pode ser ruim.

Cada vez está menor esse espaço que você tem que reavaliar o negócio. Mas cada vez mais curto. Antigamente você acreditava num negócio e cinco anos estava tranquilo. Hoje em dia, internet. Cada dois anos, sei lá, totalmente diferente. Inteligência artificial e por aí vai. E a pessoa não pode se abater com esse tipo de situação, essa incapacidade de se adaptar. Tem um termo chamado caórdico, que é a união de... Caórdico? Caórdico. Caos e a ordem.

O caos e a ordem, quando se junta, se chama caórdico. Então a pessoa precisa se sentir bem no caórdico. Ih, vai ter que mudar de novo? Vamos ter que parar pra pensar. A gente teve uma vez que a gente... Já sabe o que eu vou falar, né? A gente queria fazer um projeto de mídia. Nós tínhamos a certeza, a convicção de um plano incrível. Acertamos. Esse é o caminho. Vai dar certo. A gente vai unir. A gente vai, poxa, vai controlar a narrativa.

Vai ter alcance. Vamos fazer pesquisa. Pesquisa um, pesquisa outro. Vê dashboard. Vê no Brasil. Vê fora do Brasil. Vê indicativos.

E marcamos uma reunião formal. Final de semana. Final de semana. Para dar o start. Para dar o start. E a gente começou a apresentar, a gente começou a ver aquele projeto que nós estávamos convicto. Nosso nível de convicto não era tão grande que era assim, cara, a gente já vai abrir a empresa, já vai ter nome e valendo. Depois de tanto olhar, a gente chegou à conclusão que o negócio era ruim.

Vocês mesmo. Sem apresentar para outras pessoas. A gente primeiro construiu, depois a gente faz um exercício oposto de destruir. Se ele sobreviver à nossa destruição, é porque é bom mesmo. Não sobreviveu. Naquele dia a gente saiu para jantar e a gente comemorou a morte. A morte do projeto. Ou seja, não perdemos tempo, não perdemos dinheiro. Tem que tomar. Uma das coisas que eu... Eu aprendi muita coisa com o Flávio. Aprendo e aprendi. Mas eu vou te falar uma das que eu mais aprendi. Essa é.

que é a maturidade dele, que ele tem os anos de experiência, a cancha, tem cancha. Ele tem uma habilidade, que é uma habilidade de sempre encontrar um caminho melhor daquele caminho que já era melhor. Ele, até um tempo atrás, eu achava que, até uns três anos atrás, eu achava que ele pensava demais, mas não é que ele pensa demais, ele refina o pensamento dele e ele desmonta a tese que ele criou.

Então é antinatural. Ele monta a tese. Aí vende a tese. Aí, gente, gostei da tese. Tá boa. Agora vamos montar ela inteira. Pô, mas a gente já comprou essa tese. Agora vamos desmontar ela toda. Vamos olhar pro viés, os pontos cegos, o problema que pode acontecer, os riscos. Só que ele vai numa camada de risco, que eu falo assim, não, não é possível que você foi aí. Dele, é.

Eu fui aí. Não sei se eu estou certo, mas eu quero deixar esse ponto aqui, nessa camada aqui, nesse nível aqui, que pode ser que aconteça. Tem a lei de Murphy, se algo pode acontecer, ele vai acontecer. Isso me ensinou muito. É quase um método científico, de você ter uma coisa que...

Está todo mundo acreditando que aquela teoria é a melhor, mas ao mesmo tempo está todo mundo tentando destruir aquilo, pondo a prova a todo momento para ver se aquilo se sustenta no decorrer do... E o pensamento, falando do Flávio ainda, porque eu também aprendo muito com ele, ele tem um pensamento contra-intuitivo. Eu acho que isso vale para falar para a galera. O que é contra-intuitivo? Geralmente a pessoa fala isso daqui. Cara, gostei dessa jujuba, vou vender.

por quanto que eu vendo, e no final ela descobre qual é o lucro que ela tem vendendo Jujuba. Quando o Flávio vai definir assim, qual margem de lucro eu quero ter? Independente se é Jujuba. Qual margem de lucro que eu quero ter? Para isso, qual seria um bom storytelling que é vendável, uma dor real, que tem um mercado endereçável grande? Mas serve para tudo.

Para isso, qual seria o melhor produto que encaixe nessa história, dentro desse mercado que me gera uma... Aí eu vou definir qual é o produto. Então você viu só um jeito de pensar de trás para frente... Engenharia reversa. Engenharia reversa. Então sempre pensando ao contrário, porque o empreendedor tem que ter esse nível de questionamento, tem que ser o rebelde, é o cara que naturalmente questiona.

E eu vejo por experiência também. Nenhum empreendedor, quando o cara vai fundar um negócio, ele fica pensando em arquitetura de negócio. Às vezes ele começa na necessidade, cara. Mas deveria estar pensando na arquitetura. Mas ele deveria pensar nisso, né? Muita gente, sabe, na estrutura jurídica, na estrutura tributária, na estrutura de canais de venda, na estrutura de margem. A gente está num país que, cara, você lê que é quase 5% ao ano. Pois é.

Então, empreender... A gente conhece pessoas que têm margem operacional de 2%. 2%, cara. Imagina o cara com 50 facas no pescoço. 2%, cara. A gente conhece pessoas que erraram, aí depois melhoraram, deu certo, erraram de novo. Aí depois passou um tempo no limbo, subiu um pouquinho.

encontraram a gente, a gente orientou, mas por alguma questão, errou de novo. E aí ela fica nesse sobe e desce, nesse altos e baixos. Parece que ela pega hábitos antigos, não renova esses hábitos, não atualiza sua identidade, e ela comete falha atrás de falha. Vamos dar um exemplo.

Não olha para custo, infla equipe, não precifica certo, não contrata da maneira certa, não utiliza tecnologia para facilitar, não olha todas as tarefas antes de contratar, porque se depender de muitas pessoas nas empresas, precisa contratar mais um, contratar mais um, contratar mais um. A pessoa daqui a pouco quando vê, está lotado de gente. E tudo isso afeta o caixa. Se tem uma coisa que deixa o cara de cabelo branco, é caixa, falta de caixa.

E aí ele fala que não tem um caixa, não tem um lastro. E aí ele entra num lugar de desespero, o pensamento dele fica enviesado, fica mal-humorado, afeta a família. E essa é a realidade do empreendedor. Mas, na minha opinião, não tem nada que frustra mais alguém que está na batalha e quer trabalhar, trabalhar, trabalhar e sentir que não sai do lugar. O cara fala assim... Aí às vezes ele vê alguém na internet e fala assim...

Trabalhe duro. Ele fala, porra, bicho, eu estou acordando 5 horas da manhã, cara. Eu estou voltando para casa 9 e meia da noite. Eu estou fazendo força. Então não é só trabalhar duro. Não, porque uma pessoa muito esforçada no modelo de negócio ruim sente que trabalha, trabalha e só enxuga gelo. É tipo assim, né? Se a gente quiser plantar uma semente de soja aqui nesse chão aqui, vai nascer? Não. Por mais trabalho que eu tenha.

Mas se eu trabalhar muito, vai nascer? Não. Mas se eu tiver pensamento positivo, vai nascer? Não. Se eu for muito inteligente, vai nascer? Esforçado. Se eu for muito esforçado. Então não adianta ser esforçado. Não adianta ser inteligente.

Não adianta ter pensamento positivo. Não adianta nada se eu plantar a semente no lugar errado. Então, por exemplo, um posto de gasolina. Não tem o que tu faça para que ele não tenha uma margenzinha de 4%, 5%. É ruim mesmo. O ponto é, não tem o que você vai fazer. Você está vendendo com a moda. Legalmente, o cara começa a misturar com outras coisas. Legalmente. Mas se o cara for pilantra, ele vai aumentar um pouquinho.

Mas ainda assim, até um posto de gato, pilantra é ruim. Que dirá um honesto. É ruim mesmo. Mas nesse seu pensamento, como ganhar então com... Ele tem que vender essa porcaria e fazer outra coisa. Esse é o ponto, cara. O cara não é escravo. Todo mundo tem um programa vendendo posto de gato de gato. É ruim. Esse é o ponto, cara. Tem negócio que é muito ruim. Não tem o que tu faça que ele vai melhorar.

E aí ele não tem que lidar com isso como se fosse um karma na vida dele, entendeu? Eu herdei esse posto. Cara, tu é livre. Por isso que eu começo a pensar da margem. Eu começo a pensar da margem até o produto, até o storytelling da estratégia para vender o produto. Então, por exemplo, eu não olho para negócios que não tenha pelo menos 30% de margem na última linha.

E 30% de margem é o mínimo assim para achar meia boca. Para achar meia boca. Para ele ser desejável é de 45% a 50% para ser desejável. De margem na última linha. Pô, mas isso é possível. É possível.

Agora, não adianta eu pensar, eu quero vender amendoim. Amendoim talvez não vai dar essa margem. Você vai ter que pensar em alguma estratégia, em algum outro produto, em algum outro segmento. Tem que pensar na parte tributária. Você tem que pensar em vários aspectos. E isso tudo é uma coisa que se aprende. É uma coisa que é possível o cara aprender. É por isso que a gente faz esse trabalho. E onde entra o storytelling em tudo isso?

O storytelling, quando a gente fala de vendas, todo produto... Primeiro, o produto bom não se vende sozinho. Isso é um mito de vendas. Não, o produto bom se vende sozinho. Não, isso é uma mentira. O produto não tem boca, o produto não tem perna. Mas não significa que um bom produto não te ajuda a vender mais. Porque você tem um alto grau de satisfação, um alto grau de recomendação. Então, o produto bom, ele vai ser um acelerador para quem faz um bom trabalho.

Mas o storytelling é a história que você conta, porque as pessoas compram na emoção e justificam na lógica.

Entende? Quando eu comprei esse telefone, eu comprei porque, cara, isso aqui se identifica, o que carrega a Apple. O preço dele não é o preço de custo. Tem outros que é metade do preço que fazem a mesma coisa. É o que ele falou aí. A margem é muito alta para um celular. Então, o storytelling é a história que você conta para chegar na persona que você atrai.

Então as pessoas, tudo é a história. Toda marca conta uma história para um público de pessoas e atrai uma base de clientes. Uma parte desses vai se transformar em fãs. Então o storytelling é você pensar nessa história. Por exemplo, quando você perguntou da Mentoring Society, você viu que a gente, de uma maneira rápida, aqui começou a contar a história. O empreendedor é um cara muito solitário. Geralmente a academia não tem espaço para esse cara.

E na verdade o empreendedor fala, pô, é verdade mesmo, cara. O cara vai se colocando nesse lugar. Tem um determinado momento da vida que é difícil até fazer amigo, às vezes você descola da família. Às vezes se você tem uma mobilidade social, às vezes até a tua família te dá umas cutucadas.

Então, isso tudo faz parte da história que você conta da solução que você vende. Então, pensar nessa história é fundamental. Você pega aqueles famosos vídeos do Steve Jobs lançando o iPhone, cara. Ele era um contador de história, mas de um jeito assim. Vendedor de futuro que alinhava todo mundo e criava um desejo absurdo das pessoas sobre um produto.

Então a história de tela é importante. É um desejo que você nem sabia que você tinha. Essa história que você conta. Então acho que pensar nisso, mas eu estava falando que eu tenho. E é importante, inclusive, quando você detecta um gap no mercado, um buraco no mercado, e essa história, você adapta o seu produto à história.

A maioria das pessoas cria uma história para o produto que primeiro criou. Ele cria um produto, ele passa anos criando um produto. Depois ele pensa, como é que eu vou vender esse produto? Ah, entendi. Na minha visão, tem que ser o oposto. Você enxerga uma necessidade de mercado. Essa necessidade de mercado traz um storytelling. Esse storytelling, você vai ver, cara, o que é mais vendedor, o que é mais matador nesse storytelling?

Para cá ou para lá? Não, é para cá. Pronto, agora eu vou desenvolver um produto que se encaixa no storytelling.

Não ao contrário, o storytelling que se encaixa no produto, entendeu? Ou seja, esse é o mundo ideal para você desenvolver e criar um produto. Mas você percebe que não é óbvio? Não, claro que não. Esse jeito de pensar. Esse jeito de pensar, não é óbvio. O mais óbvio é fazer do contrário. Porque eu... Vamos pensar primeiro na jujuba, porque a jujuba é legal, acho que a galera vai querer comprar. Não diz a ideia de confirmação, né?

Eu sempre pensei... Isso é uma outra coisa que eu estou começando a pensar agora, mas eu sempre pensei...

que eu tenho uma facilidade de reconhecimento de padrão. De você olhar o cenário, reconhecer padrões e a partir disso você sair desse padrão. Baita habilidade. Que é difícil, muita gente não tem essa habilidade. Mas essa é uma outra habilidade. Mas essa tua habilidade é a habilidade que eu chamo de questionamento. É. É a habilidade que dá origem. Vou dar um exemplo. A percepção do buraco.

Vou dar um exemplo, podcast. Eu começo podcast um pouco atrasado. Tem três grandes já. Eu estou lá atrás. Eu começo alguns meses atrasado. Eu falo, como eu consigo quebrar esse gap? Eu estou vendo. O padrão do podcast são dois apresentadores, uma mesa, uma cortina e uma televisão.

E podcast, naquela época, era uma conversa solta de bar, sem roteiro, sem estudar o convidado. Eu falei, legal, eu vou entrar nessa, mas eu vou fazer um apresentador, um cenário totalmente diferente que você olhe e seja marcante. Eu vou fazer entrevistas longas, estudar o cara mais profundo, com coisas fixas. E outra, eu comecei no final do ano. Todo mundo eu sei que para no final do ano.

Eu vou gravar episódios e quando... Tava uma demanda muito grande, todo mundo em casa, sem fazer nada, queria assistir podcast. Eles estavam em férias, o meu tava lá. Todo dia, Natal, Novo, eu tava lá. Então assim, rapidamente... E eu tinha relacionamento. Eu conhecia...

Danilo Gentili, conhecia comediantes, conhecia empresários. Então, eu tinha convidado os bons, mas mesmo assim não era garantia de que a galera ia me assistir. Então, nesse final do ano que só tinha o meu, você dava uma busca e aparecia o meu. Vi um cenário diferente e falava, cara, o que é isso? Então, assim, eu reconheci o padrão e depois eu tentei criar alguma coisa única.

Podia não dar certo, mas era um caminho que eu já tinha replicado em outras coisas. Quando eu fiz o Mundo Canibal, quando tinha a produtora e outras coisas que deram certo. Por isso até que eu acho que... Eu concordo quando as pessoas falam que o erro... Você aprende com os erros, mas os acertos também se aprendem pra caramba. Quando você acerta numa área, mesmo que você mude totalmente, você consegue replicar aquele acerto lá.

Não sei se vocês concordam. O acerto te ajuda muito. A pessoa aprende com o erro, João? É acertando que se aprende. Eu também acho. Não é errando que se aprende. O erro... O que...

O rei eu te mostro uma maneira de não fazer. É, então, é só isso. Só que tem mais o caminho. Mas tem mais duas mil maneiras de fazer. Então eu vou errar duas mil vezes. Não. A gente aprende a fazer certo fazendo certo. Não fazendo errado. E vendo o que os outros estão fazendo certo. Tem uma frase do Caio que eu gosto muito, que ele fala assim, treinar não vende, mas vender treina. Ou seja... Não é isso? Vou treinar para vender.

Tá, mas você fez a venda? Não, mas eu estou treinando aqui no espelho. Tudo bem, mas você fez a venda?

Eu treinei, eu li. É, eu tô preparado. Tá, mas não vendeu nada. Agora, vende uma. Opa, treinou. Vende outra. Aí acertamos. A repetição não tem jeito. Você aprende. Você viu? A gente aprende um com o outro aqui. Tempo inteiro a gente aprende um com o outro. Tanto é, a última vez que eu vim aqui, eu tava 40 quilos mais pesado. Depois que eu comecei a andar com eles, eu fiquei mais leve. 40 quilos mais leve. E eles mais ricos.

Você vê? Gostei dessa troca. Nada mal, né? Nada mal. Levaram os pesos dele e ele devolveu com dinheiro. Aí você fala, cada quilo, então, saiu quase o que. Meu grande professor de equity é o Flávio, cara. Era um jogo, eu sempre, e eu falo isso com muito orgulho, eu mudei minha vida com comissão.

Eu mudei a minha realidade. Não foi fazendo app, vendendo uma empresa. Não, eu mudei a minha vida. Por isso que eu sou um cara que me identifico até hoje como vendedor. Eu gosto de falar isso. Eu gosto de resgatar a minha história. Eu gosto de lembrar daquele cara e o vendedor. Eu gosto de ser um cupido das pessoas da habilidade de vendas. Porque eu acho uma porta de entrada para você mudar a sua vida incrível, cara.

independentemente de qual setor você vai se escorar depois. Mas você desenvolver a habilidade comercial é como se você colocasse o motor de polpa na tua lancha. Você vai sair do lugar, bicho.

Você vai sair do lugar se você desenvolver a competência comercial. Para vender uma jujuba, uma água, você gosta de serviço, você gosta de produto. Aí, cara, é a tua preferência. Chegar um problema no mundo e falar assim, cara, isso aqui eu vou deixar menor do que eu encontrei. Agora, habilidade comercial de você entender, identificar um cliente, os canais de prospecção, fazer uma primeira abordagem, qualificação, uma apresentação de vendas poderosa, um follow-up, um acompanhamento, negociação, fechamento pós-vendas. Eu só fiz a representação visual de um funil comercial. Isso é animal, bicho.

Então ele vai te dar uma autonomia, você vai entender o jogo do dinheiro. Você vai ficar muito mais confiante caso você queira empreender, que foi o que eu fiz. O Flávio me convidou para vir para o setor de educação, a minha confiança, eu nunca tinha vendido serviço.

Até que quando ele me convidou, e a ideia foi assim, eu dou todo o mérito para ele, eu não enxerguei essa dor. Quando a gente estava falando da área de vendas, de uma escola de vendas, ele falou assim, cara, você já pensou no setor de educação? Eu falei, cara, nunca pensei. Ele falou assim, cara, você tem um know-how de rua.

E você sabe que a área comercial é um gap. As empresas têm uma dor danada de capacitar. A turnover é muito alta na área de vendas. Você já pensou numa escola de vendas? Eu falei, escola de vendas? Cara, existe isso? Nunca ouvi falar? Por que você acha que eu estou lhe convidando? Pequeno gafanhoto.

ele já enxergou isso daí, que é uma das habilidades dele, de enxergar espaços vazios e ótimos modelos de negócio. Mas o que me deu a segurança de dar uma pivotada na minha vida, ir para a área de educação, obviamente dentro de uma zona de potência que a minha era vendas, é a minha habilidade de vender. Essa é uma pergunta também. Qual é a hora de você dar essa pivotada? Qual é o momento? Porque muita gente coloca algumas metas e atingem, e isso gera um...

O que eu faço agora? Eu queria isso, eu queria essa meta de grana, ou essa meta de alguma meta da empresa dele, ele consegue, cara. E aí, muita gente entra em desespero também e fala, para onde eu vou daí, cara? Geralmente. Ou eu tenho que ir para algum lugar, ou simplesmente eu me satisfato? Eu vou jogar a bomba aí e a gente divide. Por observação.

Então, tá, você pegou essa referência da onde? Vozes da minha cabeça. Essa editora é boa. Eu percebo que a maioria das pessoas toma a decisão de pivotar a vida quando a circunstância que está está insustentável. Essa é a tendência. Pessoal ou empresarial? Cara, não dá mais. Ela não aguenta? Ou ela começou a passar necessidade, ou a família ficou vulnerável. Porque quando é uma coisa econômica, é fácil de entender. Ela tem que virar, senão eu...

O cara, de alguma maneira, aí eu não sei a circunstância, mas assim... Pra mim sempre foi uma coisa pessoal, tipo, não aguento mais fazer isso ou eu tenho que fazer outra coisa. Vendo, eu não aguento mais. Então, é tipo assim, o cara às vezes vai começar a empreender quando é demitido.

Pois é. Na minha avaliação, o melhor momento de você pivotar é quando você está em alta. Quando está tudo bem. Quando está tudo maravilhoso. E aí o cara, onde inclusive ele tem medo. Você tem gordura, né? Não, mas o que eu quero dizer é o seguinte. Imagina, o cara está ganhando... Vamos lá, você topa falar os números aí. Quanto você estava ganhando quando eu te fiz esse convite? Por ano, em dólar? É Brasil, hein? Pode falar. 10 dólares.

Mas eu ganhava mais de milhão de dólar por ano. Ganhava mais de milhão de dólar por ano. Você põe, o cara estava ganhando bem. É.

Então a gente tinha que largar uma coisa que estava boa para algo que ele acreditava que era melhor. Grande parte das pessoas não tem essa coragem. Porque na hora que está tudo bem, o cara pensa, deixa eu aproveitar isso aqui. Mas esse é o melhor momento de virar. Eu, por exemplo, estava ganhando bem também quando eu larguei e abri a minha própria empresa.

Ah, é arriscado? É arriscado, mas é o momento que você está com colchão de liquidez, tem dinheiro guardado, é o momento que você está autoconfiante, é o momento que você está performando, e é o momento que certamente você enxergou alguma oportunidade.

Aí, o que vai definir o cara fazer essa virada é a coragem. Tem que ter coragem. Não é fácil tomar essa decisão. Mas o Caio tomou. Caio tomou essa decisão. E melhorou, né, Caio? Percebe? Tá, mas o que a pessoa que está em casa tem que analisar para ver se vale a pena ou ela deve dar essa... O Joel acho que tem uma boa frase. Ele fala assim, o que mata muito empreendedor é um salário ok. Um bom cargo e um bom salário.

Então é isso meio que... Cara, você fala assim, bom, eu não tenho o que eu quero, mas também não me falto necessário. Então esse ponto é um ponto muito difícil das pessoas ousarem. Quando o cara se vê encurralado... Então, o que a pessoa precisa para mudar, primeiro, é uma ambição maior do que o que ela tem. Ela precisa ter, beleza, não me falto necessário, mas eu quero muito mais. Eu quero isso.

Eu quero aquela L200 vermelha. Eu quero aquele apartamento. Eu quero aquele nível de vida que eu sei que existe. Eu quero um prêmio. Eu quero um prêmio. Eu quero aproveitar mais a vida. Ou seja, ela precisa querer alguma coisa. Então, em primeiro lugar, ela precisa querer alguma coisa. Dois.

Ela precisa dominar vendas. Por que ela precisa dominar vendas? Porque quando ela abrir a empresa dela, o que geralmente mata uma empresa é falta de fluxo de caixa. E o que faz uma empresa ter baixo fluxo de caixa é falta de quê? De vendas. Ou seja, se ela dominou vendas, ela já se garantiu na receita. Percebe? A chance dela é 10 vezes maior se ela domina vendas.

E o terceiro ponto, ela precisa enxergar um problema que ela vai resolver. Algum problema. Quando a gente abrir o curso de vendas, a gente entende que as empresas têm dificuldade de contratar vendedor, têm dificuldade de liderar time de vendas. Quantas empresas a gente treina lá? Cara, grande a gente tem uns...

Uns 700, 800 contratos ativos. 800 contratos ativos de empresas, grandes contas, ou seja, a gente treina time de vendas, porque a gente viu que isso era uma necessidade.

Aí a gente tem que investir, tem que trabalhar essa ideia, vender, contactar os clientes. Nosso produto é bom, mas cara, mas você tem que falar com a pessoa, né? Você tem que apresentar o seu produto. Então, basicamente, a pessoa tem que ter ambição. E a ambição faz ela enxergar a realidade. Ela é grata pelo que ela tem. A gente não quer que a pessoa fique ingrata. Claro. A pessoa está grata, mas assim, eu não estou conformado. Uma coisa é grato, outra coisa é estar conformado.

É porque eu acho que é um problema também quando a pessoa nunca está satisfeita com o que já construiu. Ela precisa estar sempre satisfeita, mas não conformada. Com fome. Ela precisa ter fome, libido. Libido. Um Viagra... Tem que ter libido. É, Viagra mental. Viagra mental. Na mente. Tem que ter libido. Por que você está concordando aí, Homer? Você está pensando no Viagra aí, cara? Falei Viagra... Eu estou falando Viagra para o negócio, não é? É, o Viagra realmente é para o negócio.

É o gênio, né? É rápido. Ele é muito rápido, cara. Miserável é o gênio. Miserável é o gênio. Mas é, é isso mesmo. Ó, deixa eu te contar uma história. 2013, eu terminei meu mestrado. Eu fiz na USP. Era o meu sonho. E realizei meu sonho. Liguei pro meu pai, liguei pra minha mãe, todo mundo feliz.

Dá uma satisfação quando você mira em uma coisa e consegue. Consegui. Beleza. Depois do mestrado, vem doutorado. Esse era o meu caminho. Caminho natural. E aí eu resolvi, Vilaela, ter a curiosidade de perguntar quanto um doutor ganhava. E aí eu descobri quanto um doutor ganhava. Aí eu desisti de fazer doutorado. Por quê? Porque os meus professores doutores, todos que eu tive acesso, todos brilhantes.

Pessoas incríveis, inteligentíssimas, pessoas da maior categoria. E quando eu vi o preço que eles pagaram...

E o prêmio? Eu falei, eu quero um prêmio maior. Então, eu não vou mais ser doutor. Só que eu não larguei a educação. Eu larguei o modelo da educação tradicional, que me pagaria de um outro formato. Por hora? Por hora. Eu não larguei a educação e fui fazer o doutor. Eu falei, não, eu vou encontrar um modelo de negócio melhor, onde a educação esteja alinhada com a minha ambição. Eu achei muito pouco.

A paixão pode atrapalhar os negócios? Ela pode porque pode fazer com que a pessoa deixe de ter esse raciocínio pragmático. Esse foco. É bom a pessoa ter... Mais importante do que fazer o que você é apaixonado é se apaixonar por aquilo que você faz. Porque o que acontece? É fundamental... É falando de casamento, né? Casamento também é isso. Também. Não é? Também, claro.

Você tem que se apaixonar todo dia por essa mulher. Se não... Você tem que se apaixonar por essa mulher. Ah, acabou a minha paixão. Não existe essa mulher. Não tem isso. Você tem que fazer aquele negócio dar certo. Que negócio é a mesma coisa. O grande ponto é de novo o piloto automático.

É quando as pessoas não questionam. Quando as pessoas, elas... Será que as pessoas se fazem a seguinte pergunta? Olha, fazendo o que eu estou fazendo daqui a 20 anos, eu vou estar no lugar que eu desejo? Isso é uma coisa que eu sempre tento colocar. Coloca 5 anos. Quando sempre foi minha... Isso. Não sei se hoje em dia tem que aumentar.

Pode ser 5, pode ser até 1 Daqui a 5 eu vou estar do jeito Fazendo o que eu estou fazendo Eu vou ter o mesmo pique que eu tenho de fazer 7 por semana A estratégia que eu uso é a mesma Porque esse questionamento É normal ficar fazendo toda hora esse questionamento É meio doido, cara Mas é uma doideira que faz a gente crescer Porque quem cresce Faz esse questionamento, Vilela Quem está na pista Para poder evoluir, ele está toda hora Questionando

se aquilo que ele está fazendo vai levar ao lugar que ele deseja. E se a resposta for não, ele precisa ter coragem de mudar a trajetória dele. E isso talvez tenha que acontecer na nossa vida umas 10 ou 20 vezes na nossa vida. Pois é. Agora, tem um cara que faz... E dói, né? O que o cara faz às vezes? Liga o piloto automático e deixa a vida levar.

É porque tem dor ainda esse processo. Não é fácil. Mas você sabe qual é a dor maior? É não fazer. É chegar no final da vida e depender do INSS. Essa é a dor maior que tem. É o cara ir para a filinha do INSS e sabe se lá você vai ter dinheiro para pagar. É. Você entendeu? Então essa, na minha opinião, não fugir desse confronto.

Vai, talvez, evitar uma dor imediata, mas o fim da vida do cara é aposentadoria estatal. E, então, vamos falar de projetos da trinca, que vocês possam revelar, né? Porque eu imagino que deve ter muita coisa aí, né?

Vai lá, Flavio. Elas são muitas emoções, cara. Tem um Roberto Carlos aí. Tem um Roberto Carlos de fundo aí, né? Não tem DJ, não. Canta aí, velho de fundo aí. Bom, aí o que acontece, Vilela? Bom, primeiro assim, a gente está super empolgado com a Mentoring League Society.

Cara, 1.4 bi de receita em 2026. É um negócio que a gente pretende fazer IPO em 2028 nos Estados Unidos. Como que faz? É quando a gente vai expandir, começar a nossa expansão esse ano nos Estados Unidos. Já estão com o pé lá? Já estamos com o pé. Já temos dois clubes lá. Qual é o caminho para se fazer essa transição? É importante você ter um negócio que seja escalável e globalmente escalável.

E aí isso atrai investidores. Obviamente, quando você joga nessa primeira divisão, a Nasdaq é a primeira divisão do mercado financeiro, você tem acesso a capital com múltiplos maiores, com maior valorização. E uma concorrência também maior. Concorrência maior, mas...

Nós temos aí um modelo único, nós já estamos com 200 clubes escalando, crescendo bastante. Já o Brasil é um mercado muito importante para nós, mas já lideramos o Brasil, já estamos à frente e crescendo em alta escala. E já botamos o pé nos Estados Unidos, já começamos a desenvolver esse trabalho. Você também tem essa...

vantagem já de ter atuado lá. Já atuei nos Estados Unidos, a gente está estruturando lá toda a parte estrutural para a gente ter toda a estrutura corporativa necessária para a gente estar pronto para o IPO em 2028, a partir de 2028. Então, esse é o, eu diria para você que esse é o nosso principal projeto hoje, que está em pauta.

Agora, a gente está no mercado e gosta de ajudar o empresário, o pequeno e médio empresário, que esse é o nosso público. Esse pequeno e médio empresário é onde a gente faz diferença e consegue fazer diferença. Por que não o grande?

É porque o nosso foco, a gente está mais segmentado. Ah, tá. Uma escolha. É uma escolha. É o pequeno e médio empresário que a gente ajuda esse pequeno e médio empresário a crescer, a dobrar, triplicar o faturamento dele, a receita dele. Então, com ferramentas, com aquilo que a gente ensina, com networking entre os próprios clientes. Então, tem uma série de avenidas que determinam esse cliente poder crescer.

e um projeto que a gente está começando, que é uma novidade que você perguntou que tem a ver com isso, tem a ver com a Copa hoje é dia 19 e ontem tivemos aí a convocação da seleção e nós também fomos convocados que posição você joga? eu não vi seu nome lá ele é o treinador ele é o treinador? ele é o dono é o cartola foram convocados com então então

Então, eu recebi um convite da CBF para ser um conselheiro para pequena e média empresa. Nós vamos desenvolver projetos com as pequenas e médias empresas junto à seleção brasileira. Como que é essa junção? Funciona assim. Nós vamos estar na Copa recebendo um grupo de 60 empresários lá na Copa.

De onde? Do Brasil. 60 empresários do Brasil. Isso faz parte da iniciativa da CBF se aproximar da pequena e média empresa. Uma pequena empresa, só para você ter ideia, ela fatura até 150 milhões por ano. Isso é considerado uma pequena empresa. Abaixo disso é microempresa. De 5 a 150 milhões é pequena empresa. 150 milhões até mais ou menos 250, 300 é média. E grande é acima de 300 milhões.

Aí você tem as microempresas, são aquelas que faturam até 4 milhões e 800 mil por ano. Hoje, por exemplo, os pacotes de patrocínio da Seleção Brasileira são para grandes empresas, são valores acima de 100 milhões de reais.

E por que eles querem se aproximar? Porque existe um grande mercado aqui, que é o mercado de PME, que eu tenho uma grande representatividade dentro desse setor. Tanto eu, Joel e Caio, a gente trabalha nesse setor. Nossos clientes são, em grande maioria, pequenas e médias empresas.

Ela se comunica com eles constantemente na rede social. Mas eu queria saber, a CBF imagina o que com eles? Então, a CBF quer criar produtos que aproximem a pequena e média empresa da seleção e pacotes de patrocínio que estejam entre 5 a 10 milhões de reais. Então, a gente enxerga um potencial de 500 milhões a 1 bilhão de reais em cima desse projeto. Caramba! Então, aí eu recebi esse convite da...

da CBF, justamente para poder desenvolver essa proximidade com esse setor. Então esses empresários vão acompanhar a seleção, vão ter reuniões com vocês, vão ter palestras, fazer networking, fazer negócios. Entendi. Porque essa coisa de juntar empresários num local, e aqui especificamente num produto oficial da seleção brasileira, juntar esses empresários, então a gente vai fazer o tour, a gente vai assistir todos os jogos, vai ter...

Pessoal da CBF junto com vocês. Junto com a gente, claro. É um produto em conjunto. Me leva? Olha o que a gente fala aqui. Alô, alô. Eu falo vivo. Né, Romer? Porque se ele fala assim, os caras têm palavras. Eles não vão voltar atrás. Se eu forço ele a falar assim, ele vai ter que levar. Vai ter que levar a mala do Milena lá, cara. Pode contar só 59, né? Olha aí. Vamos lá. Se tiver um espacinho aí, eu vou, cara. Então.

Então é isso, a gente vai estar fazendo um tour na Copa, juntamente em todos os jogos. Começa em Nova York, né? Começa lá em New Jersey, né? Depois Philadelphia e depois Miami, se não me engano. Isso, acho que é. Primeira fase. Isso, e aí vai ter toda uma programação, vamos visitar a CT, comissão técnica, jogador, as Legends vão estar lá também apoiando, e a gente vai, enfim.

Aí vai ter conteúdo, conteúdo de desenvolvimento de empresas. Tem nada a ver com a FIFA, é com a CBF? Não, é com a CBF. Nada a ver com a FIFA. Isso aí é um produto da CBF. E não vai ter o pessoal lá dos Estados Unidos também nessa etapa? Só brasileiro. Só brasileiros que nós estamos levando lá um grupo de 60 empresários.

Muito legal. E esse projeto se estende para depois da Copa também, mas aí já é um outro capítulo e aí a gente fala depois. Com a CBF. Com a CBF. Muito legal. Muito legal. Mais alguma coisa? Ah, tem. Tem mais uma coisa, sim. Conta, Joel Jota. Esse ano a gente vai fazer um evento. 16 de agosto. Que espetáculo.

No estádio, o antigo Allianz Parque, que agora... Mudou o nome? Agora é do Nubank, né? O Nubank pegou os direitos. E eu acho que vai ser um dos primeiros eventos depois da mudança de fachada. O que vai ser esse evento? Esse é um evento que a gente vai colocar todo o nosso ecossistema de empresários. Não todos os donos de clubes, que é assim que a gente chama os mentores.

Eles vão levar os seus mentorados, vão levar suas famílias, vão levar público em geral. Colaboradores. Colaboradores. E nós iremos fazer um evento de um dia inteiro para a gente falar de negócio. Também vai ter música, também a gente vai lançar coisas. A gente vai falar sobre os resultados, tudo da Mentor League Society. Então esse é um evento que vai acontecer dia 16 de agosto aqui em São Paulo. 40 mil pessoas.

Como é que está o número aí de vendas agora? Tem flyer já? Quanto a gente já vendeu? E é tudo fechado. Tem um flyer? Coloca aí na tela, Homer. MLF Festival, que vai acontecer no dia 16 de agosto, praticamente... Ele está sold out, né? Sold out. É? É sold out. E sabe qual é a boa? Hã? De graça. É mesmo? De graça. Porque esse ano a gente tomou uma decisão sobre...

o que oferecer para o público em geral. Então a gente tomou uma decisão de uma lei dos extremos, vamos dizer assim. Como a gente tem um negócio que é muito focado em empresário, que já tem robustez, que já tem estrutura, que já tem musculatura, e eles pagam high ticket, a gente sabe que tem muitos empresários, Vilela, que estão no começo da jornada, que estão no momento iniciante. Então para eles a gente oferece tudo de graça. Então curso de graça. Cara, a gente não veja mais nada.

evento, curso a gente está fazendo várias iniciativas agora direitos autorais de livros semana passada você fez um baita curso sobre influência em redes sociais 115 mil pessoas para ser redondo 113, 113 113 mil, 113 pessoas cabe quanto a gente nesse evento?

A gente quer botar um milhão de pessoas. Mas é online. É um evento lá. Para os cursos gratuitos que a gente está fazendo. Esse evento no estádio vai ser para quantas pessoas? 40 mil. É gente, hein? Vai ser legal isso daí. Uma banda legal. Vamos registrar. Música e aula. Sim, tudo registrado. Música e aula. Quero ver também. Vai ser bonito. Quero ver, quero ver. Vamos embora. Registrar, a gente vai. Leva, leva. Pessoal para filmar, vai ser legal, cara.

A gente é um movimento empreendedor, um movimento de educação, um movimento de comunidade, um movimento de referência, de identidade. Todos nós trezemos de baixo, família simples, construímos as nossas carreiras, nossas vidas, nosso negócio de baixo.

que é o cenário da maior parte dos empreendedores. O empreendedor é um herói no Brasil. Então, a gente fala muito sobre isso, mas tem o que a gente já falou um pouco aqui, mas esse preconceito em relação ao empresário aqui, que pelo menos está 70 vezes ou outras colocado. A culpa no empresário, a culpa é tudo do empresário. Mas isso é resultado dessa balela da política. É uma balela. Mas você acha que pega isso? Não pega nada. Meu amigo, olha só, a real é o seguinte.

Vocês sentem isso? Não, a gente nem liga, não dá mínima para isso. Porque o ponto é o seguinte, Vilela, o cara fala ter essa briguinha para cá, mas sabe qual é a real? Se todos os empresários parassem de trabalhar, acabava o Brasil. O que carrega o Brasil é empresário. Quem gera emprego não é político. Político não gera emprego, isso é balela. Quem gera emprego é empresário, é o cara que acorda cedo, é o cara que bota o dinheiro dele, que contrata.

Entendeu? Esse é o cara que gera emprego. Então o empresário é que mantém o país de pé. Agora, vai contar uma historinha, vai ficar essa briga de historinha, essa briga de narrativa, isso não leva a nada. Não leva a nada. Então a gente não liga para isso. E eu acho que cada empresário tem que ter isso claro, bater no peito e poder dizer, cara, eu carrego o Brasil.

Vocês não sentem, às vezes, o empresário com medo de falar que é empresário e ser mal visto? Não existe isso? Não, gente. Eu também não vejo. É mais rede social, alguma coisa que você vê. Não, não. A rede social é um mundo paralelo. Estamos lá. Mas é um mundo paralelo. Como vocês lidam com redes sociais?

Eu lido bem. Eu vou bem também, cara. A gente começou a produzir conteúdo há muito tempo. Então talvez... O Flávio é Pedro Álvares Cabral. Comecei em 2010. Comecei em 2010. Comecei no final de 11. Já tem casca já. 11 para 12. Abri minha conta em 11, mas assim, fui levar a sério mesmo. Lá para 14. Eu fui em 2012. Eu comecei com internet discada. Olha aí.

Opa, dial-up. Eu aprendi, por exemplo, nas redes sociais, a ficar dentro da minha zona de potência, sabe? O que é zona de potência? Ah, zona de know-how, né? Eu sou o cara que não fala de tudo na internet. Eu falo daquilo que eu domino, daquilo que eu sei, daquilo que eu posso contribuir. Então, eu acho que todo mundo que está gerando um tipo de conteúdo, você tem que ter uma linha editorial. Não significa que você não tenha sua opinião, não significa que você pode falar o que você quiser, porque a rede social é sua, você fala o que você quiser.

Eu sou muito da... Ah, o cara está falando besteira. Não ouve, pô. Claro. Não ouve.

mas eu na internet eu vejo é um jogo que você precisa aprender a conviver com sal e açúcar, entendeu? É muito legal, você deve pegar vários feedbacks, obrigado esse episódio que você pegou e aí vai ter gente que falou merda você dá palco pra tal pessoa você tem que ter um filtro, mas eu acho que é a realidade da vida de quem se expõe e essa moda ou essa levada agora de muito empresário então então

estar na frente da empresa, ser a cara, ser a... É o movimento Sem Volta. É Sem Volta? Sem Volta. É mesmo? É Sem Volta. As pessoas procuram, vocês também querem... Porque nem todo mundo nasce com esse talento. As pessoas podem se preparar para isso, para mostrar o rosto e ser... Nós tivemos uma visão antecipada...

que não existe melhor embaixador do próprio negócio do que o dono, do que o fundador. Só que isso lá em 2012, 2013, quando a gente produzia conteúdo, ah, o blogueiro. O blogueiro. Porque não tinha uma consciência coletiva disso. E até o próprio mercado não reconhecia. Achava que quanto maior era a figura do fundador, menos valor a companhia tem, porque dependia mais do cara.

E aí o mercado foi se reeducando e hoje é o contrário. Hoje, a empresa, quanto mais forte a figura do fundador, mais ela vale porque tem uma cultura forte, tem uma base de pessoas que se identificam, pessoas que se identificam com o rosto. Então o mercado também foi se reeducando nesse sentido. Mas tem alguém que fala melhor da tua empresa, mais apaixonado, com mais abril no olho do que quem fundou o pai da criança? E se ele não consegue? Se não é a praia dele? Tudo bem?

Está tudo bem, eu acho que ele não é um pré-requisito para a empresa ser vitoriosa. Eu acho que não é um pré-requisito. Mas, obviamente, ele está deixando uma locura ali. É uma vantagem competitiva, né? Eu acho que não existe muito essa de ele não consegue, com toda franqueza. Eu acho que ele vai se posicionar para ajudar as pessoas do jeito dele. O que pode existir, ele não está afim de fazer isso. É, isso tem.

E tem gente. Tem muita gente que não tá afim. E a gente respeita, mas uma coisa... Não quer mostrar o rosto, não quer. Isso, ela não quer e tá tudo bem. Até porque também nem todo mundo aguenta o ônus disso daí, né? Sim. Enfim, é que depende, cara. Eu não sei, você sente muito da pedrada? Eu não sinto com toda franqueza. Ah, tem um pouco, Flávio. Muito pouco. Não, mas eu digo tem no sentido pra aquela pessoa, porque a vida é valor, né? É.

Tem gente, bicho, é da toca da caverna. E assim, é da alegria dele para se recarrega no silêncio. Eu tenho um amigo meu, cara, é grande, empresa dele muito bem, e toda hora que ele vai pra mim, ele pergunta, sabe como ele meio que é ensaiado no Instagram? Ah, tá, tá. O que você acha dele? O que você acha? Eu tô com essas ideias. E ele não vai há 3, 4 anos. Esse dia ele chegou pra mim e falou assim, Cainão, conversei com a minha mulher? Cara,

Não é meu caminho. E tá tudo bem o dinheiro que eu vou deixar na mesa, cara. Eu conversei com ela. Isso tem que estar bem resolvido. Tá tudo bem o dinheiro que eu tô... Ele sabe o que ele vai perder. Tá tudo bem, eu sei. A gente se acordou. E, cara, tirei esse peso das minhas costas. Não é meu jogo. E, assim, eu sou um grande influenciador, mas eu sou um cara... Um influenciador interno ali.

E está tudo bem. Achei muito legal essa maturidade do cara. Você tem o reconhecimento de estar deixando na mesa? Mas é importante a pessoa ter claro que está perdendo dinheiro. Eu sei disso que o cara trouxe. Por essa escolha. Ele sabe que ele está deixando na mesa. Porque, no final das contas, você imagina. Eu entrei na internet em 2010. Eu era um cara absolutamente anônimo no Brasil. Eu tinha uma empresa que já valia perto de um bilhão de reais. E ninguém me conhecia. E está tudo bem.

Quando eu decido fazer conteúdo, eu tinha um motivo claro, eu queria contribuir com as novas gerações.

Não tinha nem ideia de que a internet ia virar o que virou. 2010. Pois é. Era no iniciozinho. Enfim, é óbvio que eu acho que eu batia o meu objetivo de contribuir com as pessoas. Tem uma geração aí de empreendedores que se alimentaram do conteúdo que eu produzi, dos livros, podcast, posts e por aí vai. Mas isso se tornou hoje uma potência muito grande. Nós três juntos temos 33 milhões de seguidores.

E atingimos aí centenas de milhões de alcance todos os meses, em várias plataformas. Isso se tornou uma grande potência, e a tendência é isso se tornar uma potência ainda maior, porque a publicidade online está ficando cada dia mais cara. Daqui a cinco anos, vai estar duas, três vezes o preço que é hoje.

Quanto mais você demora para começar... É melhor você começar. Então eu recomendo... Mas chega-se um fardo para vocês? Não, para mim é um prazer. Para mim é um grande prazer. Grande prazer. Eu não acho que isso é... Ah, tenho que gravar, tenho que fazer. Não, não, não. Adoro.

Adoro fazer, gosto de fazer Agora, nós temos uma vantagem A gente não faz podcast diário Mas e o limite para vocês? É que diário é pesado Eu já pensei umas duas, três vezes Você faz podcast? Eu faço podcast toda semana É um por semana? Eu já pensei Vou fazer diário Não vou

Porque eu acredito que a decisão inteligente é aquela que você já... Se você sabe que você não vai terminar uma coisa... É, nem começa. Você nem começa. E eu sei que você faz diário. Sim, mas a ideia também é ir diminuindo e ir colocando outros programas. É, porque esse é o preço, mas é o preço de você estar onde você está. Você está agora, né? É, porque eu... Da tua relevância. É, como eu tenho dois mil programas, eu pensei assim.

O que eu pensei? Eu quero que se alguém te der uma busca sobre alguma pessoa ou sobre algum assunto, vai sair um corte meu. Legal. E é isso que tem hoje. É impossível você procurar alguma coisa que não tenha.

Agora eu já posso diminuir o ritmo e colocar outros apresentadores. Mas o que eu estava falando mais é da parte da pessoa física de vocês. O quanto vocês... Falar de hate? Não, não. Equilibrar os pratinhos? É, o quanto vocês dividem com as pessoas a vida pessoal ou se misturam um pouco? Ou vocês não dividem?

Com as pessoas, né? Com as pessoas nas redes sociais. Eu já dividi mais, Vilela. Hoje eu divido menos. Eu divido pouco isso na minha vida. É isso que me incomoda, não é fazer conteúdo. Eu não mostro mais do que 5% da minha vida na internet. Eu procuro produzir conteúdo que ajude a pessoa. Ou seja, a pessoa é o centro do meu conteúdo. Não sou eu que sou o centro do meu conteúdo.

O meu foco também é sempre gerar valor. Não é falar sobre mim. Eu não gosto. Eu prefiro... Se aquela viagem que você está fazendo vai gerar valor, você vai falar daquela viagem, mas não é só sobre a viagem. Para mim, é sobre audiência. É sobre como que eu posso contribuir. Não sobre como que eu posso pegar vantagem. Então, eu gosto de preservar minha intimidade. Por exemplo, sou um cara que eu não fico postando eu na minha cama, de pijama na minha casa. As pessoas não sabem onde eu moro. Eu não gosto de ficar postando.

Eu preservo a minha intimidade. Tem uma preocupação com segurança também. E eu gosto de gerar valor. Esse conteúdo eu penso, como é que vai ajudar alguém a ter um dia melhor? Com isso que eu estou postando. Se eu não sei responder, para mim é insignificante esse conteúdo. Aí não faz. E como eu posso contribuir com isso que eu estou colocando? A gente está voltando no contexto. Estou lembrando um dia que a gente tem uma casa.

Porque a gente é lá em Angra, né? Então a gente vai pra casa algumas vezes. E acho que foi uma das primeiras vezes que a gente foi pra casa. E a casa é bonita, bacana. A gente chega de helicóptero, pousa em cima. Aí eu filmei chegando, helicóptero e tal, aquele negócio todo. E eu comecei a filmar. E no meio das filmagens eu mandei uma mensagem. Gente, deixa eu falar pra vocês. O trabalho devolve. Isso aqui é fruto do trabalho. Eu coloquei o conteúdo dentro do contexto. Porque só mostrar por si só...

que não tem nada errado, mas para nós, para a nossa estratégia, para a nossa característica, a gente acha que a gente consegue fazer mais. Isso aqui é fruto do trabalho. O trabalho, o que a gente ensina. E aí as pessoas... Eu lembro que eu perguntei.

Quer que eu continue mostrando os caras? Pô, lógico que é importante você mostrar. Porque as pessoas querem mesmo. Querem se inspirar. Mas a gente vai lá e explica. A gente vai lá e contextualiza. A gente tem um cuidado muito grande de ser criador de conteúdo. E não ser a criatura.

Porque o que acontece? O algoritmo da rede social, ele te dá um biscoitinho. Ô, Carlos, gostei disso aqui. Entreguei mais agora. Faz mais. E aí ele está te dizendo assim, eu quero que você faça mais. Daqui a pouco o cara está fazendo coisas que ele acha que vai ter mais like. Ele deixou de ser o criador. Ele passou a ser agora a criatura. Ele virou refém, né?

E aí isso gera, no longo prazo, conflito de identidade. Sim, foi sequestrado pela audiência. A saúde mental vai para o saco. Com certeza. Então a gente tem claro o que a gente faz, por que a gente faz, para quem a gente faz. Vocês estão pensando realmente sobre a mudança desse paradigma que vai ser a inteligência artificial daqui a cinco anos? Ou o lance é no processo tentar entender? Porque vai mudar muita coisa, muita relação.

Cara, tem muitas visões de futuro. A real, na minha opinião, é que ninguém sabe. É isso, é verdade. Eu trago especialistas e cada uma que tem uma visão, inclusive que são... Antagônicas. Antagônicas. Muitas apocalípticas. Sim, e outras só também não. Não vai acontecer nada, relaxa.

Então, eu penso que a nossa identidade continua sendo um grande valor. Número dois, experiência. Por exemplo, a inteligência artificial não vai te substituir a tua experiência de assistir um jogo de futebol.

Não. Um teatro ao vivo. Um teatro, uma queima de fogos, uma experiência entre empresários. Isso está salvo. Então eu penso que experiência é uma coisa que a gente também foca. E vai ser cada vez mais valorizada. Mais valorizada, exatamente. O artesanal. Por outro lado, algumas coisas vão ser dizimadas. Esse é o problema, né? Exato. E eu acho que não tem jornada sem trauma nisso, em qualquer cenário, entendeu?

Eu decidi não sofrer por antecipação, até brinco. Se você acredita num cenário mais apocalíptico, cara, tu tem cinco anos para ficar rico, cara. Trabalha aí, depois a gente não sabe o que vai acontecer. Eu decidi assim, ir para o caminho da minha identidade, ir para o caminho da experiência, que é uma zona segura nesse formato. Experiência é aprender com o que...

viver com a experiência, experimentar, comprar, por exemplo, essa nossa viagem com esses 60 empresários na Copa do Mundo é uma baita experiência. Com certeza. Você imagina, você está acompanhando uma Copa, o Brasil tem chance de ser campeão, e se for, você está lá, naquele ambiente, aprendendo, convivendo com outras pessoas, com outros sonhos. O que nós estamos vendendo aqui? Uma baita experiência. Comigo, eu vou estar lá também, vocês vão conviver comigo. Aí, João.

A gente está indo por aí Sem sofrer por antecipação Tem essa palavra do fígital agora Que a galera tentando misturar o físico e digital Eu tive na China E eu queria trazer isso para vocês É um mundo tão diferente Pelo menos para mim, que eu nunca tinha ido para lá

que me parece que muitas das coisas lá vão desdobrar para cá em um ano, dois anos, três anos. Não sei se vocês têm essa coisa de ficar olhando para fora e vendo o que pode ser trazido para cá. Vou pegar um paralelo com o que você falou de IA, o que eu falo para o meu time, o que a gente conversa, o que eu falo para amigos também. Eu acredito muito no que o Flávio falou.

A gente não tem como prever 10 anos. Se tem alguém vendendo para você, nem vai ser 10 anos. Nem 2. Cara, 2 anos atrás não se falava de IA? Não. Talvez um pouquinho mais. Não, acho que... Chate PT, né? Quando começou a explosão aí da IA é, obviamente, mais antigo. Não, IA é dos anos 70. É. Mas eu estou falando assim, esse UAU, né? Se mantenha curioso.

se mantenha curioso, cara quando chegou a rede social isso é essencial, cara você se manter curioso ali cara, eu acho que não desligar esse botão da curiosidade não é que eu sou velho pra isso não, aí você acha que não vai dar nada cara, se mantenha curioso

É aquela percepção de turista. Quando você é turista e você está em outro lugar, você não tem uma curiosidade? Fala, olha o copo dos caras aqui. Eles usam isso aqui. É a mesma coisa. É como eu estou fazendo. Com a IA. Com a IA. Eu me mantenho curioso. Eu também. Estou maravilhado. Estou vendo o que serve para mim. Eu sou aquele cara que, obviamente, também controla. Porque, cara, cada dia se lança mil ferramentas novas. Putz, é impossível acompanhar.

É impossível acompanhar. Então, eu sou um cara que eu me mantenho curioso. Eu me mantenho sempre antenado. Eu converso sobre o assunto, mas não estou sofrendo.

E obviamente sempre, como que a gente consegue fazer do nosso trabalho uma entrega melhor pensando no ponto de vista do cliente e de uma eficiência operacional. E usar essas ferramentas. Mas eu acho que se manter curioso é a melhor estratégia. Eu acho que você não erra se você não se mantém curioso. Quantas pessoas fecharam a porta para a rede social quando estava?

Quando estava chegando a rede social, o cara se fechou. Ou para a internet, o cara se fechou. Grandes mudanças tecnológicas. O e-commerce, né? O e-commerce. Aí chegou a pandemia. O cara foi dragado para o online. Então, acho que você se manter curioso é uma estratégia para você não sofrer por antecipação. E também você não ser pego de calça curta numa grande mudança ali de...

de era. E a gente está vivendo isso, a gente não está estudando uma coisa, aquelas mudanças que aconteceram na Revolução Industrial, aquelas coisas, a gente está vivendo isso agora, e de dentro é muito difícil de saber. Fala, você que está num turbilhão aí também de perguntas, escolha uma boa. Então vamos lá, primeira pergunta aqui da Mariana Ribeiro, o que vocês diriam para quem olha para a própria vida hoje e sente que trabalha igual um condenado e continua sem sair do mundo? Ô, Homer!

É uma pergunta sua, você colocou o nome de outra pessoa, não vem não, hein? Eu acho que ele... Será que fui eu? Foi a pergunta de um amigo dele. É, o amigo meu. É, não, é um amigo de um amigo. Trabalha como condenado aí? E continua sem sair do lugar.

Pergunta da Mariana Ribeiro. Manda aí, Joel. Manda aí, né? Bom, tem umas frases, uns paradigmas que a gente precisa revisitar, né? Um deles é que o trabalho duro é o caminho para o resultado, para o sucesso. Então, essa pessoa que perguntou, Mariana, né? Isso, Mariana. Mariana. Você, Mariana, entre todos que estão assistindo.

Muito provavelmente ela conhece alguém que está trabalhando duro há 15 anos e não mudou de vida. Porque se trabalhar duro e mudasse de vida, todas as pessoas que trabalham duro mudarem de vida. O que faz a gente mudar de vida é o trabalho inteligente. Eu acredito, piamente, com todas as minhas forças, que o que ela quer não está no trabalho duro. O que ela quer está no risco. Que ela não está disposta a correr.

E o risco, quando a gente... Porque é da natureza do nosso cérebro. Nosso cérebro não foi desenhado para correr risco. É o nosso cérebro desenhado para procriar, para se alimentar e para estar seguro. Aí quando você fala, arrisca. Ele fala, cara, isso não é da minha natureza. Então o risco é antinatural.

Então ela vai ter que remodelar, ressignificar a cabeça dela e fazer uma pergunta melhor. Pô, mas e se der certo? E se der errado, né? A pergunta geralmente que as pessoas fazem. Mas refaça a pergunta. E se der certo? Porque os ganhos, eles são assimétricos.

A pessoa tem que olhar ganhos assimétricos. Então, sim, tem um risco desse tamanho. Mas tem um ganho desse tamanho. Quer ver uma coisa? Você é casado? Você já foi casado? Já. Você arriscou ali? Pô, claro. E deu certo? Deu, durante 14 anos deu. Pois é. Então o maior risco, talvez, aqui, que a grande parte das pessoas que são casadas tiveram, foi o casamento.

Eu arrisquei. Eu olhei para minha esposa, se eu olhei para sua esposa, se eu olhei para sua esposa, se eu olhei para sua esposa, a gente arriscou. Mas naquele momento que a gente arriscou, a gente não olhou porque ia dar errado. A gente olhou...

A gente olhou com o olhar do que vai dar certo. Então, o que vai fazer ela mudar de vida mesmo, ela ter um lugar onde ela vai se arriscar e vai ter um ganho assimétrico. Ela tem que se colocar. Mariana, você tem que se colocar em um lugar onde você tem ganhos. Vou te dar um exemplo mais prático.

Ela olha para o futuro dela e vê que o lugar onde ela mora não tem os hábitos, as competências, os comportamentos para ela chegar lá. Aquilo já é um fator limitante. As pessoas ao redor já são fatores limitantes. A conversa são fatores limitantes. Então, o que limita ela é o próprio ecossistema dela. Você é do tamanho do seu ecossistema. Do ecossistema que você está envolvido. E aí, jovem, vou ter que fazer o quê? Eu vou ter que tomar um risco?

Vou ter que mudar depois de uma análise? Porque se ela percebe que ela está num beco sem saída?

Porque, pô, tô no beco sem saída. Você vai ter que mudar. Uma pessoa, vou dar um exemplo também, ó. A pessoa vai pra academia, treina todo dia, não emagrece ou não fica forte. Alguma coisa ela tá fazendo errada. Sim. Por quê? Pô, eu vou todo dia. Eu vou todo dia. Treino pesado, por que não tá dando resultado? Por que não tá dando resultado? Portanto, as pessoas trabalham duro e que não trabalham inteligente, essa relação é muito importante.

Falando em Copa, tem um jogador também, que é o cara esforçado e não se destaca.

Está correndo errado ou está treinando errado. O fundamento não está certo. Deixa eu falar uma coisa de Copa que eu lembrei aqui. Uma lição. Nunca falei isso para vocês. Eita. É bem legal. É bem legal. É bem legal e é filosófica.

Eu, durante quatro anos, trabalhei como coordenador geral do Instituto Neymar. É um projeto social, trabalhei de 2014 até 2018. E era muito frequente as pessoas irem lá. Conhecer o Instituto era bem bacana. Algumas eu apresentava, outras o Neymar apresentava. E nesse dia específico, o Romário foi lá.

Eu não lembro se foi 2016 ou 2017. Eu acho que foi 2016. Ó, o Romário tá chegando aí. Aí chegou o Romário. Aí chegou o Neymar Júnior, que tava lá, também, na Baixada. Chegou o Neymar Pai. E aí foi o Romário, Neymar Júnior, Neymar Pai e falava lá aqui é o campo. E eu tava atrás. Aqui é o campo, aqui é a quadra, aqui é a sala de inglês, aqui é a sala de espanhol. E aí...

Aí tinha um cinema assim, aí na hora do cinema minha que tinha lá, eles entraram, aí o Romário olhou pro Neymar Júnior e falou assim, ó, vou te dar dois conselhos. E eu ouvi de canto, ele falou, primeiro, nunca divida a bola com o goleiro. Porque quando o atacante divide a bola com o goleiro, a chance de você... De se machucar é muito grande. Em outras palavras, ele estava dizendo, nunca se coloque numa situação de risco iminente. E a segunda coisa que ele falou é, nunca perca gol fácil.

Ou seja, quando a oportunidade bater na sua frente... Faz de qualquer jeito. Faz. Do jeito que der. Chuta para o gol. Isso a gente consegue trazer para a nossa vida? Quantas horas? Muito bom, né? Demais. Até arrepia. O primeiro risco da ruína, né? O risco da ruína. Que é aquele risco, cara, se der, zeta, o cara arranca com a perna e caba com a carreira. Outro risco que te traz ganhos assimétricos. Chuta.

E acho que principalmente quando chega essa pergunta de alguém machucado também, e o empreendedor é uma figura que às vezes, pô, quanta gente aí está machucada, né? O cara vem de um ano que, pô, às vezes o cara entrou esperançoso pra caramba em 2026, falou, pô, esse ano agora vai, aí o ano está difícil pra caramba. Eu acredito que também uma... Não sei se... Não tem o nome, né? De quem perguntou? Não tem o nome. A Mariana, né?

A Mari. Eu não gosto, uma recomendação de não levar um fracasso para o lado pessoal.

O que é você não levar um fracasso pro lado pessoal? Tem gente que quando cai Leva o fracasso pro lado pessoal Pô, eu não sou capaz, não devia ter perdido mesmo Aí às vezes vem aquele, entre aspas Eu te avisei

Porque tem gente que tem um prazer na vida, é só falar, eu te avisei. Qual é o teu esporte? Falar, eu te avisei. E te pega machucado, castra a tua vontade, assim, os teus sonhos de futuro. Então, cara, se você está ralando e não está conseguindo, coloca a visão para fora. O que eu estou fazendo errado? O que eu não estou enxergando?

Sabe, qual peça dentro do meu jogo, eu ainda não entendi, porque aí você coloca se você é orientado a solução. E não a destruição da esperança. Porque tem muita gente machucada, Vilela. Tem muita gente machucada. Eu agregaria aqui também a resposta pra Mariana, mas não só pra Mariana, mas pra outras pessoas que estão acompanhando.

às vezes muitas pessoas falam assim cara, mas e o cara da favela? e o cara da periferia? o cara que anda 5 horas de ônibus por dia? é fácil falar na situação de vocês é muito fácil falar cara, casualmente nós três aqui viemos de situações bem adversas eu morei na boca da favela então, boca da favela no Rio é a parte mais nobre da favela no início, na entrada

e não é fácil o cara que pega 5 horas de ônibus por dia 2 horas e meia pra ir trabalhar 2 horas e meia pra voltar o dia dele tem 5 horas a menos tem 20% a menos de tempo é muita coisa a cada 5 anos ele passa 1 ano dentro do ônibus é absurdo

Entendeu? E é desse lugar que eu venho. Então, eu entendo bem quem está nessa situação. O teu programa tem audiência de diversas faixas sociais. Eu entendo bem quem vem dessa situação. Agora, vendas é o caminho. Vendas é a saída. Não tem outra saída. Ele vai fazer o quê? Ele vai arrumar um emprego. Cara, vai arrumar um emprego com um salário mínimo? Vai mudar nunca de vida. Nunca. Vai passar a vida inteira lá na favela e não vai sair de lá. Nunca. Como muitos acontecem.

E a única saída, por isso que muita gente entra no tráfico, muita gente entra no crime, porque ele não vê saída e apela e vai para um caminho ruim e no final acaba preso ou morto. Então, o caminho da saída é a venda.

Mas vender o quê para quem? Cara, tem muita gente na favela que prospera. Vai lá em Paraisópolis agora, você vai ver gente que começou do zero, já tem 10 barbearias em Paraisópolis. Então, tem que começar pequeno, pensar grande e começar pequeno. Pensar grande e começar pequeno. Começa pequeno, começa vendendo produtinho. Cara, na boa.

Qualquer produtinho que a pessoa se propuser a vender só para os amigos, só para as pessoas em volta e se dedicar a isso, vai ganhar mais do que um salário mínimo. Então, pensar que o cara vai arrumar um emprego para ganhar um salário mínimo, não tem nenhum cabimento. Vai vender, aprende a vender. Daqui a pouco essa habilidade de vendas pode ser instrumentalizada para um pequeno empreendimento que o cara vai montar. Ele vai juntando uma graninha, porque quando você aprende a vender, acabou a pobreza. A pessoa que aprende a vender não fica mais pobre.

A pobreza acaba quando ele aprende a vender, porque ele vai gerar receita. Quando ele escala vendas, ele pode até construir uma pequena riqueza. Liderando pessoas, formando time de vendas, depois montando o seu negócio. Não é da noite para o dia, vai levar uns 10 anos aí. Mas ele muda de vida. Hoje, estudo de mobilidade social no Brasil diz que uma pessoa sai da classe... Eu não息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息息

da pobreza à classe média, em média, em nove gerações. O quê? É assustador essa pesquisa. Você leva nove gerações... Eu fiquei que nem você, falei, não é possível, cara. É, nove gerações, ou seja, uma pessoa dá certo, o filho dele, o neto dele, o bisneto, na nona geração, ela saiu da pobreza para...

para a classe média. Você distorce esse tempo. Eu saí da boca da favela, já transacionei mais de 5 bilhões de reais em M&A. Cara, nenhuma geração. Estou falando de 30 anos.

Então, é claro que eu sou ponto fora da curva, não estou pregando aqui que todo mundo vai ficar bilionário, não é o caso, mas todo mundo que se propuser é aprender a vender. Porque, cara, só tem dois caminhos. Ou tu aprende a vender, ou tu vai arrumar um emprego. E se arrumar um emprego, vai ser um salário mínimo. E com um salário mínimo, você não vai sair dali. E se ganhar cinco salários mínimos, vai trabalhar 50 anos, não vai resolver a vida e vai terminar no INSS. O que é uma desgraça.

Então, se a pessoa entender isso, e aí a gente falar dessa relação de causa e efeito, cara, vendas é o caminho. E quando eu falo isso, eu não estou aqui para vender nem curso, nem para vender, prospectar vendedor. Não, cara, cada um arruma o seu caminho. Na verdade, a gente quer vender uma ideia, né? A gente quer vender uma ideia. É que você compra essa ideia. Conceito. Aliás, a gente quer desvender, antes de vender uma ideia, a gente quer desvender uma ideia.

Que ideia eu estou desvendendo aqui? A ideia de que você arrumar um emprego e viver no INSS está bom. Não está bom, é uma desgraça. Às vezes a pessoa tem medo de assumir um risco que pode dar errado, mas ela não se dá conta que o caminho que ela está já deu errado.

Você está no emprego, ganhando um salário, dois, três, quatro salários, vai trabalhar 40, 50 anos, vai viver no INSS. Isso resolve a tua vida? Para 99% das pessoas, não vai resolver a vida. Então, eu gosto de botar esse senso de urgência, e inclusive fazendo... Não passar a mão na cabeça. Não passar a mão na cabeça, inclusive dizendo, cara, de onde eu vim. Eu lembro que eu passava em frente a bancos e tinha uma fila, eu tinha 18 anos de idade, indo para a escola.

E eu perguntei para uma pessoa o que era aquela fila, é fila de aposentado. Eu falei, nunca na minha vida eu vou entrar nessa fila. Nunca vou entrar nessa fila. Porque é a fila de quem hoje depende do Estado para receber uma pequena esmola do Estado para sobreviver. E eu falo isso com muito respeito a quem depende disso.

E falo em defesa dessas pessoas. Não falo desprezando essas pessoas, não. Falo em defesa delas. Porque entendendo isso, se eu aprendo a vender, eu complemento a minha renda, eu vou ter renda extra e eventualmente eu fico bom em vender. Aí, cara, é assim que funciona. A pessoa vai progredindo quando ela vende, vende, vende, vende, abre um negócio, vende, vende, vende. É vendendo. É vendendo. E talvez é o risco que a pessoa foge.

É isso aí. Não se coloca numa situação de risco. E a vida privilegia as pessoas que correm risco. Ela gosta, a vida gosta de quem toma risco. Que é diferente de... Inconsequência. Inconsequência, correr perigo. Totalmente diferente. Entrar na dividida com o goleiro. Entrar na dividida com o goleiro. Pois é. Mas é não perder gol fácil. Romer, tem alguma pergunta que não seja a sua? Tem sim.

Acho que muitas perguntas aqui, na realidade, são minhas. Talvez. Talvez sejam minhas. Tem a pergunta do Lucas Cordeiro da Silva. Ele colocou o seguinte. Tenho 100 mil para investir e quero sair do CLT. O que vocês fariam com isso? Eu? Pode ir lá. Eu, honestamente, não mexeria nesse dinheiro antes de você aprender a competência de vender. Eu acho que seria contra todo o nosso papo agora.

Eu tenho uma política, por exemplo, eu sou um cara extremamente conservador dos meus investimentos, porque eu sou mais arrojado dos meus negócios. Tá.

Então, por exemplo, eu falo, pega esse 100 mil e abre um negócio. Cara, se você não sabe vender, a margem de você perder esse capital é enorme. Então, a primeira coisa... É o mais provável. É o mais provável. Cara, aplica esse 100 mil, sabe, numa renda fixa. Aproveita a renda fixa, está pagando um padrão. Aproveita a renda fixa, não sei o quanto você entende de investimento, mas eu tenho uma filosofia de vida, eu não invisto nada que eu não domino, que eu não conheço, que eu não entendo. E você aprende a vender. E vai estudar.

Vai aprender. Aí, aprender a vender com essa competência, olha para um problema, caça os problemas em que você vai encontrar as oportunidades. Eu acredito nessa filosofia também. Muita gente fala assim, vou empreender com o quê? Cara, começa a caçar os problemas. Siga os problemas e achar as oportunidades. Mas eu acho que é vendendo. Acho que qualquer outra resposta seria um desprezo com o nosso papo aqui. Querem completar?

Acho que é isso. A minha resposta é essa também. Então, o investimento aí seria de tempo em você, para você aprender a vender. E o 100 mil aplica. E o único complemento que eu faria é dizer, mas isso é meio repetitivo. A vida é repetitiva mesmo. É isso mesmo. Eu estou há 31 anos vendendo. Eu sou empresário há 31 anos. 70% do meu tempo há 31 anos.

É venda. É porque eu já vi essa história acontecer e dá muita pena das pessoas. As pessoas conseguem, a duras penas, juntar uma grana, tipo 100 pau, 200 pau, e você vê ela perdendo em meses. É porque ela acha que é a grana, é o investimento da grana que vai fazer ela fazer mais grana. Não, é o conhecimento sobre vendas que faz você ganhar mais grana.

Quando eu tiver 100 mil, só aí eu vou conseguir... Tem aquela meta, né? Putz, eu preciso de tanto para daí eu fazer um negócio novo. Ou escolher o produto. Ela vai lá e enfia 100 pau num produto que ela gosta. Sei lá o quê. Paleta mexicana. Aí vai lá, quando ela ficou 100 pau num produto que ela gosta, aí ela fica assim, valendo.

E aí ela fala, e agora? Não pesquisou o mercado, não sabe se aquilo era viável e tal. Tem que apostar no jockey. Não no cavalo. Não no cavalo. Você tem que apostar no jockey, cara, em você. Pois é. O negócio é o cavalo. Jockey, somos nós. Você percebe, Vila, a quantidade de conceitos...

anti-intuitivos, contra-intuitivos que a gente tem aqui. Se alguém perguntar assim, quero abrir um restaurante. Bicho, vai trabalhar aí um primeiro, rápido. Só pra você entender os problemas por dentro. Pois é. Você vê como é que as buchas dentro, como é que é a operação, como é que é a arquitetura. Vai lá, tem essa experiência de campo. Aprende a vender. Vê qual é a margem. Porque talvez você tá muito emocionado, porque as pessoas também, elas são orientadas muito pela paixão.

Por que você quer abrir um restaurante? Porque eu amo cozinhar. É louvável isso. Mas não pode ser apenas isso.

Nós aconselhamos ela, então. É uma pessoa? É uma menina? É ele, né? Tudo menos posto de gasolina, tá? Pois é. Fala aí. Fala, Romer. Pergunta da Bia Castro. Ela mandou o seguinte. Qual o maior objetivo ou sonho que o sucesso proporcionou a vocês?

Pois é. Vou dar uma resposta genérica, aí vocês ficam à vontade. É liberdade. Quando você enriquece, você ganha opcionalidade. Pode falar não para várias coisas. Pode falar não. E sim também, dá para falar muito sim. Ou só não, ou sim. Você passa a não trabalhar mais porque precisa para pagar a conta.

Você imagina, você olha para a sua conta bancária, vê que tem ali uma quantidade de dinheiro, que aplicado você vive com uma fração da aplicação e você as próximas 10 gerações já não precisa mais trabalhar. Imagina esse cenário. Tem gente que não está preparada para isso. Tem gente que simplesmente para de trabalhar. Para de trabalhar, não produz mais nada, não faz mais nada, tem todo o direito de fazer se quiser. Só que daqui a um ano, dois anos, três anos, quatro anos, está deprimida. Está gastando dinheiro com antidepressivo.

Então, esse é o ponto. O dinheiro te dá liberdade. É isso que ele dá. Ele não compra felicidade, ele não compra nada, mas ele te dá liberdade. Então, essa liberdade, na minha opinião... Mas imagino que tinha algum sonho de infância ou de adolescência que vocês... É o lance do carro, não sei o que... Quando começou a ganhar dinheiro. Quando começou, primeiro começa com um carro, depois com um apartamento. Também foi carro? Uma viagem.

Não comprei a L200? Não. Passou para outro sonho. O meu era um Fusca. Era um Fusca? É mesmo. Eu tinha um vizinho que tinha um Fusca branco. Ele ficava lavando ele todo sábado.

E do terceiro andar do meu prédio ali, que morava num conjunto habitacional, eu ficava olhando ele, lavando o carro, e eu pensei, cara, um dia eu vou ter um Fusca branco. E teve? Também não tive, né? Pô, que história chata! Eu achei que vai finalizar... E finalmente eu fui lá e comprei o... Comprei o Fusca do tiozinho. É dele? É que rápido é que, assim, a história é mais legal. Nossa, cara, ele preparou e... E o gancho... Quando eu tinha grana pra comprar o carro, eu comprei um carro melhor, entendeu?

Eu entendi. Você sobe a tua referência, você sobe a tua régua. É, a gente tem esses milestones, né? E você? Rapaziada.

Cara, para falar um ponto fora do Flávio Angular... Uma coisa boba que eu vi em série americana, que era aquela geladeira de duas partes, assim, que você abre e eu falei, um dia eu vou ter uma geladeira dessa prateada aí, com o negócio de... O meu, assim, liberdade é uma coisa muito forte que o Flávio falou, mas para mim foi proporcionar um ambiente muito legal para a minha família, assim. Você poder... Sabe, eu acho que todo pai, né?

Minha filha está vendo o podcast ali, né? Eu da escola direto, eu vi o pai no podcast. Então...

Você poder dar uma educação de qualidade. É verdade o que você está falando? Você poder dar uma educação de qualidade. Não sei. Você poder dar uma moradia legal. No nosso país, infelizmente, segurança. Você precisa gastar para ter segurança. Então, você poder dar acesso.

acho que você garantiu um ambiente legal, acho que todo mundo que é pai, você pode pagar uma escola legal para os teus filhos, você se sente cara, você trabalha com muito mais. Então, eu lembro quando eu comecei a ter esse sentimento, que, puxa, minha família vai crescer dentro do ambiente.

com acesso a um estilo de vida muito bacana, poder dar experiências. Então, acho que isso é muito legal. Acho que quando você pode fazer as pessoas que você... Eu tenho aquela pergunta, né? Quando você vence, quem vence junto contigo? Então, fazer as pessoas que você ama vencerem junto contigo é uma coisa que sempre me marcou muito. E uma das coisas que me motivou naquele momento de sair do zero é cara, eu não posso falhar.

Tem gente que depende de mim. Porque se eu cair, também quem cai junto comigo. Então, eu acredito que compartilhar com as pessoas que a gente mais ama no núcleo familiar é uma coisa que sempre me pegou muito, cara. Me pegou muito. Fale, Homer. Tem uma pergunta aqui da Malu dos Santos. Ela quer saber o seguinte. Ela quer sair do CLT para investir, mas ela não conhece o ônus de quem investe no nosso país. Ela quer saber quais são os riscos de empreender no país.

Quer que eu fale? Vou dar bala. Olha só. Empreender é arriscado. Tem bastante riscos. A maioria quebra. Mas a maioria quebra porque não sabe fazer. Eu empreendo há 31 anos, nunca quebrei. Abri inúmeras empresas e fui muito bem sucedido. E reporto, reputo.

A venda. Enxergar produto, enxergar produto, enxergar uma oportunidade, desenvolver esse produto, vender para caramba, ter um bom planejamento tributário, enfim. Agora, empreender é uma atividade riscada, mas eu gostaria de apresentar um outro ponto de vista. Eu acho que empreender...

Se a pessoa souber empreender, pode ser muito menos arriscado do que ela permanecer no CLT. E aí eu vou te falar o outro lado. O cara trabalha 20 anos numa empresa, a empresa é vendida. O novo dono entra e manda ele embora. Esse risco acontece todos os dias. Sim. O cara trabalha numa empresa há bastante tempo, a empresa quebra. Ele quebra junto. Isso acontece todos os dias.

Ou o cara trabalha numa empresa e fica nessa empresa por 50 anos e se aposenta no INSS. É uma merreca que ele vai receber depois de velho. Meu pai fez isso. E o seu teto do INSS é R$ 8 mil. Meu pai ganha menos do que minha mãe, que foi professora a vida inteira. Pois é. Então, o que acontece? Nesse cenário, não é que é arriscado. É certo que vai dar errado.

Então, o ponto de vista que eu ofereço aqui para que as pessoas pensem é que tudo tem risco.

É a frase que eu costumo dizer. Estabilidade não existe. Viver é arriscado. Viver é arriscado. Então, ou tu vai ter o risco de empreender, ou você vai ter o risco da CLT, ou a certeza da desgraça do INSS. Você tem essas três possibilidades. Então, nesse cenário, o que eu digo para a pessoa é que olhe para o prêmio. Qual é o prêmio?

O prêmio de uma carreira inteira de 50 anos na CLT é o INSS. Qual é o prêmio de empreender? Tem risco de empreender. Eu acho que a pessoa não pode olhar apenas o risco. Ela precisa olhar o risco e olhar o prêmio. O Joel, quando foi fazer o doutorado dele, perguntou quanto vai ganhar o doutor. Ganha tanto. Ele olhou para esse prêmio e falou, cara, não vale a pena o meu esforço.

Ele fez uma conta pragmática, que muita gente não faz, porque liga o piloto automático. Quando ele ligou essa conta, não vale a pena, então vou escolher outro caminho. Eu sou jovem, eu posso escolher. Cada um pode escolher o seu próprio caminho. Então, a minha recomendação é, risco vai ter em todos os lugares, na CLT e empreendendo. A pergunta que fica é, qual é o prêmio? Isso é que tem que nortear a decisão da pessoa.

Aqui foi. Foi. Senhores, alguma ponta solta? Alguma coisa que faltou? Gostei pra caramba aí. Foi demais. Você manda muito bem. Você devia trabalhar com isso. Você devia trabalhar com o podcast. Eu vou resumir o podcast. Eu vou resumir. Investe nisso. Eu vou investir, mas eu vou resumir. Você vai resumir? Copa do Mundo? Não, não. Não vou ter posto de gasolina.

Se eu aprendi uma coisa, né, Homer? Não tem posto e vai vender. Exato, a margem é tão pequena. Eu não vou ter posto de gasolina. Se um dia eu pensei em ter posto de gasolina, não vou ter mais posto de gasolina. Posso fazer uma pergunta? Quantas fontes de renda você tem aqui no teu podcast?

Ai, cara. Só para a gente adicionar umas três, quatro. São duas grandes, né? Que é o AdSense e a publicidade que vem. Sim. E linhas de produtos que eu estou começando agora. Sim. São três, então, né? Tem produto de educação? Não. E é o meu sonho. Você acredita que as pessoas pagarem junto para você ensinar o que você sabe? Claro. Tem essa demanda. Tem, não tem? Tem. Principalmente de podcast, hein?

Podcast, audiência, artista. Eu me reinventei várias vezes. Vou falar comendo essa jujubinha vermelha, que é a minha preferida. Está valendo o programa ou já é uma assessoria? A gente liga as câmeras. A jujubinha vermelha é a minha preferida. Você acha que essa jujuba tem o quê para você ficar?

Tem uma coisa aí que a gente coloca Tem uma droguinha Que a gente coloca O pessoal começa a soltar as coisas Mas eu quero a ajuda de vocês Daqui pra frente tem que calar Não sei com o microfone desligado, né Jó? Tem

Mas você já percebeu isso? Que você desliga o microfone e aí você fala cara, olha quanta coisa que a gente está falando que podia ter ido para o ar de coisas legais. Que é o lance do papo de bar, o lance de você estar num restaurante, numas viagens dessas, da Copa. Essência de Podcast nasceu assim, né? É, exatamente. Você sabe quantos dinheiros existem? Já ouviu essa? Não, como sim? Existem três. O dinheiro que entra, o dinheiro que sai. Esses são os mais óbvios. E tem o dinheiro que fica na mesa.

Quando eu desligar esse microfone aqui, a gente vai te mostrar alguns que estão na mesa para você. E eu imagino que é uma graninha, né? É. Costuma ser o maior dinheiro. Costuma ser o maior dinheiro. Mas o dinheiro que está na mesa é um dinheiro que é de alguém ou é um dinheiro que era para ser meu? Não, alguém. É uma oportunidade. Ah, é uma oportunidade. Ele está aqui. Isso. Se eu não pegar esse dinheiro, alguém vai pegar? É um dinheiro que era para ser seu, mas se você não pega, outro pega.

O Homer, certeza. Eu, vamos falar... Fica moscando aí, fica. Fica moscando. Vai. Não, e para colocar mais pimenta ainda, depois que a gente vai falar, tem um conceito de Taleb que chama previsibilidade retrospectiva. Qual que é o conceito de Taleb? Uma coisa se torna muito óbvia, mas só depois que alguém mostrou. Pois é. Se você vai falar assim... Puts, mano. Exato.

Os caras que fazem... Os imitadores, o pessoal que vem aqui, que é imitador, eles fazem isso. Ninguém consegue imitar o Gil Soares. Aí alguém consegue, acha um caminho. Todo mundo fala, cara, era tão fácil. Aí tem um monte de imitador. É isso, é isso.

Então vamos ser imitadores de Silvio Santos. O pessoal que não entende a mensagem. Obrigado demais, sério mesmo. A gente adorou. Não só o papo foi bom, mas já estou falando aqui, acho que já falei para o pessoal, a gente vai ter um programa novo que eu vou apresentar naquele novo cenário, que é a inteligência de negócio.

Que é exatamente essa minha curiosidade e esse meu caminho para entender melhor a cabeça de vocês, a cabeça de CEOs, a cabeça de gente que faz esse Brasil se movimentar. Obrigado demais. Obrigado a você. A gente que agradece. Recados agora, cada um. Se é que precisa, mas redes sociais, recados. Acho que o recado a gente deixa sucesso para todo mundo que acompanha esse podcast, cara. Segue firme no seu objetivo, não desiste do seu sonho. A gente não falou de uma coisa que talvez para mim é muito importante.

Mas a parte espiritual pra vocês é importante? Porque pra mim ela... Se a minha parte espiritual não tá balanceada, pra mim faz diferença, sim. Ah, pra mim eu coloco sempre Deus à frente de qualquer coisa que eu faço. E eu não falo não só de Deus, porque pra cada pessoa, sei lá o que é, mas você tem uma coisa que não é o material também pra contrabalancear, né? Totalmente. O que você acha, João? A gente também. Bom, vou falar por mim, eu também, né? Esse lado espiritual muito desenvolvido.

também Deus sempre nas minhas estratégias, na minha vida, na minha família. A paz também é muito legal. Quando eu me sinto em paz, eu sei que essa mensagem é o jeito que Ele fala comigo. Então o lado espiritual sempre desenvolvido e sempre priorizado.

E é bíblico o lance dos talentos, de não enterrar o seu talento, de você multiplicar o talento. Mas, por outro lado, e aquela parte de você deixar na mão de Deus, isso não quer dizer você não fazer a coisa, sabe? Porque, às vezes, é um... Tá, mas será que é a minha vontade e eu faço ou eu espero? Qual é esse... Essa é a eterna dicotomia entre a predestinação e o livre-arbítrio. Isso aí é...

os arminianos e calvinistas já discutem isso há muitos anos. Eu já fiz um debate aqui, tem, sei lá, 6 milhões de views. E é isso, cara. É o quanto a coisa está determinada e o quanto é a minha... E eu acho que esse é um jogo infinito, né? Claro. E o grande fato é que a gente não tem controle por tudo, mas algumas coisas nós temos o controle.

E aí vamos... Do que a gente tem controle? O que nós temos controle está na nossa mão, a gente tem que realizar e realizar multiplicando os talentos. E aquilo que não está no nosso controle, não adianta a gente sofrer por antecipação. Escoicismo. Uma delas é a inteligência artificial, e por aí vai, né? E eu acho que essa busca de a gente desenvolver cada vez mais intimidade com Deus é, no final das coisas, para a gente saber se a gente está andando sobre os caminhos que Ele tem para nós, né? Pois é.

Eu acho que todo mundo que busca essa intimidade quer para saber se... Todo mundo, todo mundo não, vou corrigir. Quem busca, né? Quem busca já passou aquela sensação de cara, eu encontrei por que eu estou aqui. Eu sei qual é a parada. E esse alinhamento dessa convicção faz você ter aquilo que o dinheiro não é capaz de comprar. O dinheiro compra uma cama, mas ele não compra o sono.

Ele pode comprar até uma garota de programa, mas ela não compra o amor. O dinheiro, ele pode comprar muita coisa. Ele pode comprar o melhor plano de saúde, mas ele não compra a tua alta da UTI.

Então o dinheiro não compra tudo Então quando você tem claro e alinhado Toda essa questão Você trafega melhor Inclusive nos fracassos, nas perdas Porque tudo faz sentido Para você, até mesmo uma derrota Verdade, faz sentido demais esse papo ter acontecido Nesse momento E com você aqui, Romer Então faça o sentido final do programa

E é isso aí. Agradecer demais para você que chegou aí no final desse vídeo. Se você ainda não deixou o seu like, você está pangando. O cara não deu o like, agora merece e agora é um like. Merece muito o like, né? Se inscreva no canal, para receber. Isso aí. Agradecer também os nossos patrocinadores. Temos Contabilizei, G4, a Unisa e o Estratégia Concurso. Que moral dos caras, hein? Todo mundo quis vir nesse programa aí, né? É que a gente limita o número de patrocinadores, senão tinha 10 aí, né? É verdade. Todo mundo quer. Então, ó.

Seguinte, então se inscreve no canal, como ele falou, dá like, faça comentários aí, façam perguntas, a gente depois leva pra eles também as melhores dúvidas aí de vocês, mas a gente vai ter um programa recorrente sobre esse assunto também. E agora é hora de você brilhar, querido Homer, o que o pessoal escreve nos comentários, tem várias ideias aí. Pra provar que chegou até o final desse papo. Pra provar que chegou até o final desse papo, coloca aí Viagra pro negócio.

Ah, e eu tô te devendo um presente inútil. Nossa, que susto. Eu achei que ele ia me dar Viagra. Não é? Eu tô te devendo Viagra, né? Ele fala isso. Senão ele consertou bem. É, cara. Nossa, você acaba de falar Viagra. Aliás, eu tenho que te dar um presente. Ele vai me dar Viagra. Eu tenho que levar um presente pro Vilela. Talvez. Mas levei um útil. Talvez tenhamos alguém aqui que precise muito de Viagra. É, talvez eu dou uma caixinha, porque pra mim é inútil. Eu dou pra você, entendeu? Mas eu vou passar pra aqui.

Pro Lenny, né? O Lenny é o cara que usa o Viagra aqui. Pelo menos assumido, né? Então valeu, gente. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. E que bom que vocês vieram. Valeu. Valeu.

As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.

Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.

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