Episódios de Inteligência Ltda.

1849 - VIAGEM PRA CHINA: LÉO LINS E LINCOLN FRACARI

22 de maio de 20264h28min
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LÉO LINS é comediante e LINCOLN FRACARI é empresário é escritor. Eles vão bater um papo sobre a China e as maravilhas tecnológicas e culturais de lá. O Vilela ficou chateado porque não encontrou comida chinesa por lá, só comida mesmo.

Assuntos3
  • Viagem à ChinaExperiências de viagem · Cultura chinesa · Tecnologia chinesa · Gastronomia chinesa · Transporte na China · Interação com locais
  • Estratégia Chinesa e BRICSDinastias e guerras civis · Mao Tsé-Tung · Grande Salto · Revolução Cultural · Caça aos pardais · A Grande Fome · Deng Xiaoping · Um País, Dois Sistemas · Shenzhen · Exército de Terracota · Qin Shi Huang · Rios de mercúrio · Zheng He
  • Humor e Sarcasmo na ChinaCompreensão do humor ocidental · Sarcasmo e piadas · Comédia stand-up · Restrições ao humor
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Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Velera, começando mais um Inteligência Limitada. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador. Hoje eu abri uma sessão, trouxe o Léo Lins também, então são dois com inteligência limitada, né? Exatamente, é isso aí. Lincoln a gente não pode incluir nessa. Não, não, não. Ele tá acima da gente. O cara é careca, ele tem cara de...

Não, o Maluca é mega empresário. Exato. Porra, tem eu falar em Santos. Deixa pra gente. Falei, eu fui conhecer a empresa dele em Santos. É um prédio, velho. Não, é Lex Luthor, né? Não, é tipo o Lex Luthor, né? Ele domina metade Santos. Foda. Metade do Neymar, metade dele. É isso aí, velho. A metade maior do Neymar, né?

Então vocês vão conhecer mais de toda a viagem que a gente fez na China. A gente conheceu lugares incríveis, tem histórias maravilhosas e fotos perturbadoras, que eu não sei se você vai colocar. Cara, é verdade. Eu não consegui checar tudo. Coloca tarja em algumas. Eu parei em uma que não dá. Lene, cuidado. Quando a gente pedir uma foto, coloca a foto que a gente pedir. Tem foto aí e vídeos que não pode. Eu vi um monte de vídeo. O Léo e eu seremos cancelados. Quer dizer, peraí.

Já fomos, né? Olha, já. Então coloca, cara. Quando é o cancelamento do cancelamento, é o descancelamento. Vamos ser cancelados, como assim? Já foi, né? Seguinte, então já dá like, porque, pô, promete demais aí essa live. Se inscreve no canal, estamos chegando em 10 milhões aí, então precisa da sua inscrição pra gente chegar até o final do ano. Exatamente. Ô, Leni, como vai ser a participação do pessoal? Precisamos de comentários, xingamentos e perguntas.

Hoje pode, hoje está liberado. Hoje pode. Se o xingamento for bom, ele responde. É isso aí. Pode ser um burraldo. Burraldo, não. Então também não pode ser palavras de baixo escalão, aquelas muito pesadas. Baixo escalão, Leni? Baixo escalão, você meteu essa mesmo?

Tá bom, não pode ser xingamento de baixo escalão. É baixo escalão? Eu sei. Manda aí como vai ser. É isso aí, você manda para cá o seu superchat, está bom, com a sua pergunta, ou o seu comentário. Já vou pedir para você se inscrever no canal. Aquilo que o Vila já disse, mas eu vou repetir só para ajudar. Se inscreve no canal, se torna membro, dá like no vídeo e compartilha o...

O link da live com o seu vizinho, aquele vizinho que você não gosta, manda o vídeo do Léo Lins lá pra ele agora participando com a gente. Vai melhorar, né? Calma, camarada. Camarada Léo. Isso aí, camarada Vilela. Camarada Lincoln. Camarada Lênin. Hoje é Lênin. Hoje é Lênin. É Lênin. Mas hoje é Lênin.

Olha o seguinte, antes de começar esse episódio, eu quero falar com você, Terracco. Aguenta só um pouquinho aí, porque eu quero te mostrar uma ferramenta que pode facilitar muito a vida de quem está de olho em concurso. Porque muita gente trava logo no começo, sem saber qual concurso vale a pena acompanhar. Você abre um site, depois outro, depois mais um, vê notícia solta, edital espalhado, um monte de informação desconecta. Aí começam aquelas dúvidas, quantas vagas tem, qual é o salário, até quando vai a inscrição. No fim, o que era para ajudar acaba te deixando muito mais...

cansado, cansado com aquela cabeça, sabe quando a mente fica tão cansada que você não sabe por onde começar. Então é o seguinte, a gente quer te ajudar, então olha isso daqui, está aí na tela, olha lá. Esse é o radar do Estratégia, na prática ele funciona como mapa dos concursos. Então, por exemplo, se você é de São Paulo, como eu e quer saber quais concursos estão rolando no Estado, quantas vagas cada um tem, qual é o salário, até quando vão as inscrições, é só abrir aqui. Aqui, né? Estou apontando para o lugar certo, Leni? Isso, isso.

e olhar. Você bate o olho e já entende melhor o cenário. Em vez de ficar juntando informação espalhada, você já entra numa página feita pra mostrar isso de forma organizadaça. Então, se você tá assistindo agora, o que dá pra fazer, Lene? Apontar a câmera do celular? Exato. Ou então o link tá na descrição.

Então, tem o QR Code na tela, você aponta a câmera. Ou o link na descrição. Exato. E aí você já cai direto no radar de estratégia. Exato. Exato. Então é o seguinte, abre agora o radar de estratégia e dá uma olhada nos concursos que estão mais perto de você. Porque às vezes a oportunidade está ali. Você só precisava de um jeito mais fácil de encontrar estratégia. Valeu pela parceria. Valeu também, Leni. Bora pro papo. Bora. A gente vai até beber aqui. Oi. Uma bebida aqui de China. Da China, olha aqui.

Bebida da pirâmide. O que vai acontecer? Seguinte, Léo, você já é velho de guerra aqui e se apresenta para o povo. Eu sou... Se apresenta em cantonês. E não em... Mandarim. Em cantonês, eu não sei. Mandarim até o Nihal. Até aí fui. É, até aí fui. Até aí fui. Nihal, saco. Como que agradeço. Obrigado. Xexê. Xexê. Xexê.

Ah, o Saini Rao, o Xexê. Pô, uma parada que eu achei interessante, eu não conheci isso. Daí eu aprendi lá com o Lincoln agora, que é pra contar até 10 numa mão, não é? É verdade, é. Porra, isso é da hora. Não, 1, 2, 3, 4, 5. Deixa eu ver se eu lembro agora. Aí era, acho que é 6, 7, 8, 9, 10. Ah, você fez aquele método de modal, né? Não é mesmo, mas ele criou na cabeça pra virar, né? Fiz uma mnemônica aqui pra mim e deu certo. Pô, é interessante isso, eu não conhecia, não.

Bom, eu tô aí, hoje não vou falar de processo, ou seja, eu vou ficar basicamente calado. E aí

Hoje o assunto é China Vou deixar com o Lico aqui O cara que manja tudo Imagina o Léo, que te deu muita ideia de piada lá Pô, vou escrever algumas coisas ainda Eu gostaria até de fazer um show inteiro Tipo, tema asiático Que aí eu já mudo minha roupa, eu gosto de trabalhar uns figurinos no show Então quem sabe Você foi lá meio infiltrado Tinha muita cena que a galera confundia ele com o chinês Que ele tava com a roupa do local Eu sou um camaleão cultural

verdade, quando eu viajo eu mergulho perdi ele lá, cadê o Léo? não dá pra diferenciar porque eu dou um blend ali com o chinês não isso, ele tava com um dia essa roupa, lembra que o chinês batia a continência os caras bateram a continência pra ele quando ele abriu o Havan eu tava com isso daqui você tava assim a roupa do partido é verde a gente desceu antes o final, quando ele desceu o cara bateu a continência o cara?

Agora Lincoln Meu novo amigo Espero que a gente faça novas viagens Nós três, porque cara Foi demais Se apresenta pro povo aqui

Bom, eu sou o Lincoln Fracari, eu fui acho que o doido que quis levar primeiro você. Verdade. E quando eu cheguei pro meu time, eu falei assim, pô, eu imagino como foi essa reunião, eu tô pensando em levar o Leo Lins pra China. O time falou, meu, vocês estão malucos, cara, não, não tem sentido, cara, não, pra quê? Falei, confia que eu acho que vai dar bom. O cara é legal, o pessoal que segue, ele pensa com a gente, vamos fazer isso. Aí você foi mais fácil.

Quando eu falei você, todo mundo ficou animado. E tem um detalhe, até para valorizar você ter acreditado em me levar, porque quando você bancou essa ideia, eu ainda era condenado. Possivelmente não. Quer dizer assim, ainda não tinha saído a minha opção. Você não era inocente. O dia da rolo, né?

Eu podia não ter ido. Na primeira reunião eu falei assim, cara, e aí? Se der ruim, dá pra viajar? Aí ele falou, cara, até onde eu sei dá. Só não dá se ele estiver atrás das grades. Aí eu falei assim, puta, vai dar mó barulho, né? Ele falou, é, não vai ser muito bom, mas vai dar certo. Aí ele falou assim, mas eu acho que vai dar bom, confia.

E deu, deu. Mas vamos falar. 2x1, virei o jogo. Eu fiquei mais barrado do que ele nos aeroportos. É verdade. Fui parado duas vezes, alguma coisa. Porque não parecia a mesma pessoa. Minha foto é antiga, sem barba. E eu tava com barba e os caras ficavam olhando pra mim. O passaporte do velho era a foto de 1980. Porra, se ferrar, né, velho? Porra, aí não dá, velho.

Umas duas vezes você ficou parado, uma das vezes ficou 20 minutos. É, ele voltou lá até o Léo. Na última até que você já não... Ah, você não estava? Você estava vindo para o Brasil? Mais uma ainda. É, uma que eu demorei o maior tempo. Eu fui para uma salinha. Ele foi para a sala. Aí eu fiz uma live e falei, ó, eu não vou ficar perto de gente que tem risco de ser criminoso, não. Foi para uma sala e falei, pronto, vou fazer um monte de perguntas.

Aí o cara olhou para mim e falou, não, tá, beleza. Porque eu achei que ia ter um interrogatório lá, né? Teve uma época que eu estava gravando bastante vídeo para o YouTube, era 2013, 14, e eu comecei assim,

Aí eu falei, cara, tem que falar mais de China, alguma coisa assim. Eu comecei a falar assim, respondendo as perguntas. A China é comunista? Aí eu respondia num vídeo mais longo, oito minutos, e comecei a explorar esses temas. Até que um deles foi que era se a China estava colonizando a África. E até um tópico para a gente trazer aqui depois, porque cruza com o que eles estão fazendo lá na Bahia, em Camaçari, com a fábrica da BYD.

Não é que é uma colonização, mas eles têm um estilo que nós ocidentais, quando a gente vai para um país, a gente gosta de misturar.

Então a gente vai lá pra Itália, poxa, eu vou pegar o macarrão dos caras, mas eu quero manter meu churrasco. Eu vou pegar, aprender a fazer o churrasco americano, mas eu também vou misturar. Eu não vou usar o black pepper, vou pôr o sal. Mistura. Os chineses não misturam. Eles são uma raça que eles vão falar assim, eu vou aproveitar um pouco da cultura brasileira, vou me misturar.

Eles vão comer o ramen deles, eles vão usar a roupa deles, eles vão só ficar na comunidade falando entre eles, vão cozinhar a comida chinesa. Mas isso são os orientais, os japoneses também, assim? Ou o chinês é mais? É mais o chinês, muito mais. Assim, um pouco do japonês, que tem a mesma cultura, que não deixa nenhum imigrante pra lá. Você não consegue se tornar japonês. O chinês também você não consegue se tornar chinês. Você vai casar com uma chinesa... A gente vai contar as histórias, por exemplo, do cara lá da churrascaria.

É verdade, esse é legal. É legal a gente contar a história dele, que ele tá, não sei, muito tempo lá. Mais de vinte e tantos anos. É, vinte e tantos anos. Na verdade, a gente falou isso, um cara discordou de você, ele tinha falado, lembra? Exato, exato, vamos falar. Aí, nesse caso, quando eu comecei a gravar esses vídeos, aí eu lembro que eu chegava toda vez que eu ia pra Hong Kong e voltava, falava, é você.

Fica aqui. Entendi. E aí ficava assim 10, 15 minutos. Eu falava, o que é? Uma hora eu falava só em inglês para fingir que é o gringo. A outra hora eu falava só em chinês para ver se o cara me falava. E ele falava, não, não. Random check. Tipo, check aleatório. E, cara, não fazia sentido. O único meu diferencial entre as outras pessoas eram os vídeos. Então, no fim, eu não sei se era eles falando, cara, a gente está de olho aqui. Nada está acontecendo, mas a gente está olhando.

Mas, Lincoln, não me enrola, não. Porque, cara, a primeira vez que vem aqui, o Léo sabe, tem que me dar presente. Verdade, verdade. Sabe o que é engraçado? Eu trouxe um, na verdade, não foi um presente. Tem um inútil. Tem um inútil. Eu trouxe um negócio que eu estava devendo para ele. É mesmo, eu pedi. Vamos começar pelo... Vamos lá. Vamos pensar que eu estava devendo para você. Tá bom. Mas, na verdade, isso aqui também poderia ser um bom, mas... Não, não, é demais, demais. Agora eu não vou te dar. Esse aqui, ó.

Na verdade, ele é... Eu vou ler aqui, não sei se depois eu vou pegar para a câmera. Só uma coisa, cuidado com o que a gente fala aqui, porque semana passada veio o pessoal da aeroportuária restrita. É verdade. E eu falei um monte de mentira para eles. Eles não viram minha mala que veio da China. Exatamente. Cheio de café, chá. Talvez tênis. Talvez, talvez. Eles usaram. Vamos lá. Você usou algumas vezes. Isso é outra prova. Uma hora eu acho que ele vai abrir uma filhela da Nike.

Por favor, eu vou usar o filhela que já tem. Acabei de falar. Os caras estão de olho aqui.

Os caras são amigos da gente, eles ficam assistindo a gente. Né, Léo? Os que eu tivemos aqui e foram sérios. Eles explicaram como é o preparado. Mas vamos lá, qual que é o... O do Léo, na verdade, ele falou assim, cara, eu queria isso daqui. Eu falei, poxa, eu nem sabia que tinha isso daqui. Aí eu fui pesquisei, pedi pro time da China, ele falou, cara, tem as impressas agora e tem os originais antigos. O que que é? Aí eu falei, o que que é?

Aí isso aqui é um livro, não sei se vai dar pra pegar na câmera. Tem uma câmera aqui em cima. Vamos ler aí o... O que que é?

Esse é um livro dos quotes, ou seja, frases do Mao Tse Tung durante o Red Army, que ele montou lá um guia de como todo mundo deveria se comportar, traduzido em inglês, em uma versão impresso em 1966.

Aí tem até uma anotação de um chinês. É um livro original daquela época. Quotations? Que legal, velho. E aí ele falou, cara, me arruma um desse. Me arruma um desse. E aí... Da onde veio? Você sabia como? Esse é original. Não, mas você lembra que a gente viu... Em vários lugares tinha vendendo um livro, Quotations do Mao Tse Tung. Quando a gente foi na Muralha da China. São os novos, né? É, os novos, os novos. Ele falou, me traz um...

desse aí antigão, o novo. Como eu tava, gosto sempre de pesquisar os lugares também que eu vou, e aí essa revolução cultural, cara, tem vários posters na galera, tudo aqui com esse livrinho, né, cara? Verdade! Vários, vários com esse livrinho. E agora, meu irmão, minha skin tá completa agora aqui, ó. É meu pinzinho. Congela. Aí ainda tem o pin. Congela, vai, faz a foto. Aí pronto. Cara, olha essa foto.

maravilhoso, pronto. Acabou, velho. Acabou. Acabou. Se alguém vier me cancelar, cartão vermelho está aqui. Agora eu posso fazer a piada que eu quiser. Ainda vou meter o pin aqui também durante. O presente inútil, eu tentei trazer uma coisa. A gente pensou, bateu bastante a cabeça porque a gente queria que simbolizar que fosse inútil, mas que tivesse uma simbologia da nossa viagem. E por que isso representa algo inútil? Porque a gente passou o maior perrengue para ir em um lugar específico, um lugar específico que você vai lembrar.

Pegou um fim de feriado barra momento que estava cheio. A gente foi carregado pela multidão. Feriado que era? Não era nenhum feriado. O feriado de 1 a 10 de outubro é o feriado nacional lá da China. Tinha gente na rua pra caramba. Não sei se é sempre assim.

Não é. Aí a gente pegou esse final e querendo ou não, foi um lugar que ele é extremamente hypado. Todo mundo fala daquele lugar. É legal. Você já até tinha conhecido. Mas a gente mal viu. Destruiu toda a experiência desse lugar que a gente foi. Porque a gente não conseguia andar. A gente era carregado. E a gente não conseguia. Aí falava, não, aqui. A gente tinha que ficar empurrando. Era uma foto merda. Cara, pra tirar uma foto com ninguém era, tipo, esperado.

Não, impossível. Teve uma hora que a gente tirou. Eu tirei sua foto e depois você minha que a galera tinha que ficar fazendo uma barreira, assim.

É, então assim, estragou a experiência. Eu nunca vi aquilo tão cheio. Todo mundo... Vai ver bizarro. E aí eu falo assim, poxa, isso aqui vai lembrar o momento inútil que a gente teve que foi ruim, porque foi difícil chegar. E você não levou nenhum souvenir. Não, de lá não. Então o que é o... Pô, se for o que eu tô pensando... Fala fera. Muito legal. Olha só. Muito legal.

Então você tem um guerreiro de terracota. Na verdade, o lugar que a gente tava falando... Não, mas ó, eu achei que você tava falando da muralha da China, que também tava muito... Não, mas tava menos cheio. Agora lá, cara, era meio tipo... Você esperava um pouquinho, chegava lá na ponta, tirava foto e depois saía já. É. Na muralha, acho que eles tiraram uma legal assim. Essa daí foi impossível. Essa não tinha como. Que legal. Muito legal, velho.

Muito legal. Depois a gente vai mostrar as fotos e vai falando ponto a ponto. Era legal até abrir um mapa da China, Eleni. Você é uma cigana, Eleni? Dá pra mim aí, cara.

É um chicletinho que estava grudado na mesa. Melhor não. Melhor não. Fica para você mesmo. Mas, Lincoln, cara, a primeira coisa que eu tenho que falar é agradecer demais, né? Cara, é uma viagem... Sem sombra de dúvida. A gente... Eu acho que todo mundo tem expectativa de viagem, mas eu não imaginava que a experiência ia ser tão imersiva. Segunda coisa, você já tinha ido para lá. Sim. Eu não tinha ido. Então, cara, em vez de formar uma ideia sobre o que é um país, eu sempre prefiro esperar eu ir lá.

cara, conviver com um tempo ainda pra você ter uma ideia. E com certeza, cara, todas as minhas expectativas foram superadas. É o lance da galera ser cordial, do povo ser legal, de tecnologia, da parte histórica, de beleza natural. Cara, tudo, tudo que eu já esperava bastante foi muito mais legal.

E foi legal que a gente teve uma pitada, como era pouco tempo e muita cidade, a gente teve como se fosse um trailer da China, para depois você fazer uma viagem, agora eu quero conhecer melhor essa parte. Então foi legal para ter uma visão geral, que eu acho que era a ideia sua. Era exatamente a ideia. Qual que é a sua ideia quando você faz essas viagens com os empresários?

Na verdade, a gente tem um grupo grande focado no varejo. Então as pessoas vão só para aquela feira que a gente ficou pouco tempo. Por que o pessoal vai para lá? Por que essa feira é tão importante? Porque pensa só, hoje o Brasil é um país que está com a indústria quebrada. Se você falar assim, pô, eu tenho muito dinheiro. Eu não vou falar nem muito. Vamos supor que alguém tenha 5, 10 milhões de reais para fazer uma indústria aqui. Que ele conseguiria montar. Certo.

Ele fala, poxa, eu vou montar toda a estrutura. Onde eu vou pegar os equipamentos? Já não tem aqui. Ele tem que trazer de fora. Vou trazer todas essas máquinas de fora, vou contratar um monte de gente para recuperar tudo que eu gastei em máquina num tempão para frente depois. E aí o cara fala assim, ou será que tem algum lugar no mundo que fabrica tudo pronto, chega aqui ou só revendo? E tem.

Ou que fabrica e eu consigo fazer as alterações para ficar personalizado. Exato, mas na verdade, se eu consigo fabricar o que eu quero pronto e eu nem preciso comprar máquina e nem consigo colocar o dinheiro, vamos tocar o dinheiro no produto pronto de algum lugar, que nesse caso é a China.

Então assim, o empresário pensa assim, aí por que ele vai pra lá? Primeiro, ele já tem um comércio, ele já tem uma empresa, e ele fala assim, pô, tô gastando demais, tô comprando de alguém que tá trazendo de lá, porque não tem onde trazer, ou você traz ou fabrica aqui. Ele fala, pô, se eu tô comprando de alguém, eu vou lá eu mesmo, compro sozinho e vou...

Comprar mais barato. É uma lógica válida. Segunda lógica válida é que as pessoas vão pra lá. Pô, eu compro já do importador e, assim, importação você tem que pagar dinheiro na frente, esperar chegar. E aí, às vezes, o importador, por mais antigo que seja, ele às vezes deu uma bagunçada, atrasou um pedido, não chegou. E aí você tem uma lojinha lá no e-commerce ou uma loja nos marketplaces. O cara que você compra fala assim, cara, acabou. Essa semana acabou, demora 20 dias pra chegar.

O que você faz? Você não faz. Se você só tem aquele fornecedor, então tem muita gente que vai pra lá, não pelo preço, pra ter o controle e ter produto. Fala assim, cara, não importa o preço, é melhor vender do que não vender. E o terceiro que a galera vai é, se você quiser, vamos supor que você quer fazer uma geladeira rosa, redonda.

E aí você fala assim, pô, eu tenho muito dinheiro. Eu vou fazer uma geladeira rosa porque eu fiz pesquisa, eu fiz um estudo, eu sei que tem esse comportamento, que as mulheres vão querer comprar isso e vai dar bom. Quem vai produzir isso? Vou lá na Whirlpool, vou lá na Electrolux. Vou lá com eles. Oi, tudo bem? Queria produzir uma geladeira. Os caras primeiro não vão te dar atenção devida, porque quem é você?

Por que você quer parar minha linha de produção? Eu vou ter que fazer um mal de novo, já não quer. Vamos supor que você seja super influente e consiga chegar. Aí você chega no final, depois que aprovar a sua geladeira rosa, você vai falar assim, não, mas eu quero com a minha marca. A Vilela Refrigeradores. O cara vai falar, meu, você quer usar a minha linha de produção? Tá maluco. Agora você chega e fala a mesma coisa pra eles, eles vão falar, pros chineses?

Ok. Que cor você quer? Redonda? Cadrada? Que formato você quer? Ah, vai ter um custo a mais aqui, beleza? Beleza? Que que você quer? A gente tem isso e isso, mas o que que você quer? É, é. Os caras querem te agradar, um produto que agrade você, se eles não tem, eles vão falar que tem e vão arranjar o jeito de fazer. E a China se especializou em fazer o que você quer.

Mas a gente pode começar, então, falando da economia. Por que a China se tornou o que se tornou? E eu não sei se você quer partir disso para falar sobre esse lance, se ela é comunista, se ela é capitalista, ou se ela é outra coisa. Porque é a grande pergunta que todo mundo faz. E a outra pergunta que me faz, não foi a China que pagou para a gente ir lá. Ah, você está elogiando muito a China, foi a China que pagou para você. Adoraria que a China pagasse...

Eu também adoraria. Vai de volta. China me pague, por favor. Patrocina esse podcast, né? Bora, velho.

Mas não foi a China que pagou a nossa viagem, tá bom? É, tem tudo a ver eles patrocinaram aqui, usar o boné, falar aí bem da gente, tem tudo a ver. É difícil não acreditar, né? É difícil esse programa que você vai entender que eles não pagaram, tá? Acho que assim, começa tudo com, sim, era um país que tem mais de 50 etnias diferentes, pessoas que são totalmente adversas. Então se você for para o Noroeste, é um árabe com barba.

Se você vai já pro sudoeste, perto do Vietnã, parece uns índios. Aí você vai pro sudeste, é um chinês mais magrinho e branquinho. Você vai pro noroeste, você pega chineses altos mais fortes, que é perto da Rússia, da Mongólia. E isso eu tô resumindo quatro, mas tem mais de cinquenta. São as etnias que eles chamam. E línguas também? É, aí tem mais de duas mil línguas.

2 mil dialetos. E aí você fala assim, pô, mas é um sotaque. Portugal e Moçambique. Não, cara, você não entende. É outra língua. Agora, assim, pensa numa lógica. Por que teve tanta guerra na China, várias dinastias? Porque são vários países. Aí chegou um cara, no final, e unificou tudo. Não tem como não ter muito sangue junto pra você unificar.

Como foi essa unificação? Vou resumir bastante. Mas houve uma guerra civil no começo dos anos 60. E houveram dois partidos, vamos falar que estavam. O que hoje domina Taiwan, que é até a linha que ainda representa um pouco o Ocidente.

O partido, o PRC, o Partido da República da China, o Partido Comunista da China, o PCC, Partido Comunista Chinês. E aí teve a briga entre eles, no final o Mao ganhou, estou acelerando bastante, ele acelerou isso e ele falou, poxa, agora vamos ser um país socialista. O Mao, como todo grande socialista, não veio de família pobre.

Ele não era um cara sem dinheiro que queria melhor pra ele, uma vida melhor. Ele veio de uma família muito rica, de pais que tinham ótimas condições e que falaram assim, poxa, deram toda a educação que ele precisava. Só que ele falou assim, eu quero dividir tudo. Acho que a maioria, como hoje, se você pegar quem prega muito mais dividir, às vezes não é tanto o empresário, porque ele já entendeu a regra. As pessoas que vieram de um berço mais rico são artistas.

E ele conseguiu colocar esse partido. Só que ele montou o Partido Comunista, inaugurou, e ele teve algumas práticas que ele quis fazer. Então vamos falar assim, alguns feitos. Primeiro, ele começou a confiscar a agricultura. Então assim, como um bom país socialista, eu pego todos os bens, os burgueses que produzem, você não tem mais propriedade, na verdade você tem, mas é minha, e tem, entre aspas, você produz aí pra mim, você divide e eu fraciono com tudo.

E aí eles fizeram isso daí. Começou a dar errado. A produção começou a cair. A produção começou a cair. Porque não tem um estímulo econômico que faz base do nosso capitalismo para você ter uma motivação. Poxa, eu quero riqueza, eu quero prosperar, eu quero dividir. Não tinha isso. Começou a dar errado. E dá errado. E aí tiveram vários movimentos. E um dos planos econômicos dele foi o grande salto que faz parte do que ele fez para confiscar essas fazendas.

Só que ele teve alguns movimentos muito errados que foram enfraquecendo ele politicamente até no país. Vamos falar um deles. Ele fez lá a caça aos pardais. O que era isso?

Ele não conseguia justificar o porquê estava produzindo menos. E ele declarou em um momento histórico, está documentado isso, que o problema eram os pardais. E ele falava assim, olha, os pardais estão comendo as sementes das plantações. Nós temos que matar. E teve uma caça isso. Assim, nacional. É verdade, não é? Tem fotos dos chineses segurando os passarinhos. Quando eles fizeram isso...

obviamente tem um equilíbrio na natureza que você não pode destruir uma espécie inteira. E os pardais comem pragas, eles comem grilo, eles comem as coisas. A consequência disso foi o início e a explosão do que se chama a grande fome. E o que é interessante entender da grande fome? A gente zoa muito os chineses, faz zomba deles, que eles comem bicho, que eles comem cachorro, que eles comem grilo. Não tinha o que comer nessa época.

Então, grande parte, hoje, se você vai para o chinês mais moderno, para a geração nova, eles comem menos cachorro, eles não querem isso, eles estão aderindo ao conceito de ser de pet. Mas a gente tem uma geração antiga, que foi a geração que, se não viveu isso, o meu pai viveu isso daqui. E, cara, não tem como você ter um bicho aqui, enquanto tem um monte de gente passando fome, a gente tem que matar esse cômico, a gente vai morrer.

Então o conceito de comer raízes, o conceito de comer grilos, o conceito de comer tudo, não é tanto gourmet, não é que é tanto um produto específico. Obviamente existem gente que acaba gostando mais do meguaria, que come mais, mas não representa a realidade. Só que porque eles comem isso, não é porque eles são maus. Os chineses são maus, comem cachorros, mas... Porque é um bicho. Ele não consegue ver com isso.

Então a grande fome passou, foi um grande movimento dele ali que moldou como o chinês pensa hoje em questão de como ele lida com comida, como ele lida com suprimentos, como ele lida com a vida. E o segundo grande movimento dele foi a revolução cultural.

Então ele quis instruir os cinco antigos e trazer os cinco novos. E aí tem lá cultura, hábitos, todos os pontos que ele quis excluir para formar a força no partido. E tem fundamento. Se você quer colocar força, você tem que tirar os fins religiosos, você tem que tirar a idolatria. Eu só posso gostar do partido. Eu só posso gostar do Mao Tse-Tung. E foi exatamente o que eles fizeram. Começaram a destruir templos. Tanto é que a gente visitou um dos templos que estava destruído.

que foi aquele de Guangzhou, que ela falou que foi restaurado em 1980, estava totalmente destruído, porque era incentivado pelo Exército Vermelho, o Red Army, para destruir a troca do Partido Comunista. E eles foram, destruíram tudo e acabaram excluindo a religião de tudo. Aí você conclui uma outra maneira do que faz os chineses serem muito diferentes da gente. Tiveram muitos golpes daqueles... Você já deve ter ouvido falar, comprei um contêiner, chegou areia. Comprei um não sei o que, veio água.

Aí você fala assim, poxa, mas por que o chinês fazia isso? Porque ele não tinha noção de longo prazo, ele achava que era um negócio a curto prazo, e não existe o conceito de karma entre os chineses. E a gente tem muita gente nova, da geração nova, que fala que é ateu, não acredita em nada, eu assim, não tem Deus, o mundo é isso. Só que o cara, o moleque, foi educado por princípios religiosos. Quando eu falo de princípio religioso de qualquer religião, ele...

perdão, agradecer, fazer coisa errada, princípios básicos dos pecados capitais. Eles sabem mais ou menos isso. O chinês não teve isso. Se você não tem karma, se tudo é só aqui na vida, o que eu fizer agora eu pago aqui e já era, e se eu for esperto eu tenho benefício, por que não sacanear um estrangeiro que está comprando aqui, que era no começo dos anos 2000?

E você fala assim, poxa, mas isso continua até hoje? Só mudou porque ele entendeu que se ele tratar bem, ele vende de novo e ele ganha mais. Porque se ele não visse e identificasse dessa maneira, não teria o porquê. Seria mais um trouxa, ganha mais dinheiro, enriquecia aqui e ponto. A concorrência, a abertura de mercado que fez reduzir isso. Então vamos pegar, quando a gente pega a Revolução Cultural, que moldou como os chineses pensam, que quando você pega assim, até no Ano Novo Chinês,

A gente fala assim, olha como é um país comunista, socialista. Quando você fala Feliz Ano Novo, que é o Ano Novo chinês, eles se celebram pelo calendário lunar. Então todo ano muda, às vezes em janeiro, às vezes em fevereiro. E a gente fala assim, Happy New Year, né? Feliz Ano Novo. Eles também têm isso, que é o Xin Yang Kuala. Só que o principal, antes do Xin Yang Kuala, que significa Happy New Year, eles falam que significa Gong Xi Fa Zai.

Gong Xi, eu te desejo. Fa Zai é riqueza. É literalmente o que eu te desejo de ano novo. Eu desejo que você fique rico. Essa é a frase que se você falar pra qualquer chinês, Gong Xi, Fa Zai, principalmente nessa época de ano novo, ele vai ficar feliz pra cacete, porque faz parte da cultura, você entende isso? Mas olha como a cultura é moldada. Você deseja pra alguém, não é que você já feliz. Não é que você já tenha saúde. Mano, eu quero que você tenha dinheiro. Mas riqueza no sentido financeiro.

É financeiro, é dinheiro, é fortuna financeira. E aí você pega e fala assim, poxa, mas isso está enraizado na cultura do país comunista que divide? E aí você já começa a identificar esses conflitos. O problema é que as pessoas acabam escutando friamente partido comunista, e a gente, ah, comunista, e é isso, isso está muito errado. Então vamos lá, ele fez o grande salto, deu esses erros econômicos, fez a revolução cultural, que começou a gerar alguns inimigos políticos.

Porque o que a revolução causou? Tudo que era poeta, tudo que tinha conceito de...

conceitos antigos, que tinha na história documentada, um professor que ia falar isso, ele era crucificado. Isso aqui tá errado, cara. Você tá maluco? O livro vermelho é a base. Sai fora. Pintava um negócio, eu sou burro, eu sou um traidor, que tem umas fotos dos chineses pintados, segurando alguma coisa. E coincidentemente, olha que legal, o pai do Xi Jinping tem fotos dele que ele foi exilado como traidor. O louco.

E aí dá até pra entrar um pouquinho na história do Xi Jinping depois, mas teve muita gente que foi aliado do mal, do começo, que é o caso do pai do Xi Jinping, tava lá, mas em algum momento falou, cara, tá pegando pesado, cara. Calma aí, tá matando o professor, tá matando os caras, calma aí. Traidor, vai pra lá. E ele saiu fora. Então ele começou a ganhar um pouco de inimigos políticos, só que era muito forte, porque ele coordenava exército, coordenava o partido, ele era o chefe de tudo. Ele fez de uma maneira humana que ele detinha o poder de todos os lugares.

E aí ele faleceu. Vamos falar assim, acelerando bastante a história, né? Ele faleceu aí e chegou um cara num hiato ali de dois anos, mas logo em seguida entrou o maior estadista da China, que esse deveria ser o pai de tudo, a referência, um articulador fantástico. É um cara, um político, que ele chegou lá, voltou, ele estava exilado também, voltou, apareceu, que foi o Tan Xiaoping, e ele falou assim, cara...

eu não quero poder, eu não quero ser igual ao mal. Coordena aí o exército, você toca isso, vamos dividir mais o poder, eu só tô aqui, eu só fico falando aqui, vamos dividir e tal. E ele começou pelas beiradas, dominar o controle ali e foi eleito.

o, vamos falar assim, o presidente da China naquele período. E qual foi o maior feito dele? Ele entendeu que ele não podia continuar fechado. Por isso que ele é o maior estadista. Por isso que ele mudou a China. E tem uma incongruência quando a gente referencia o regime econômico chinês como comunista associando ao partido.

O que ele fez? Ele pegou algumas cidades, ele falou assim, Shenzhen, do lado de Hong Kong, Hong Kong ainda era da Inglaterra naquela época, falou, pô, os ingleses aqui estão ganhando dinheiro pra cacete, cara, olha que rico esse lugar, olha Macau, os caras vão lá, investem dinheiro, é um porto, é um hub, por que a gente não faz aqui do lado que é Shenzhen, é colado com Hong Kong, vamos fazer o seguinte, pega esse mangue, mangue, essa cidade, vamos lá, ninguém quer isso aqui, vamos pegar isso aqui e fazer que ali, qualquer um pode abrir uma empresa.

qualquer um pode começar a enriquecer, vamos criar umas políticas que as pessoas podem vir, a gente vai segurar juridicamente o dinheiro do estrangeiro, vamos fazer isso? Vamos testar? Vamos testar. E aí ele criou um negócio que hoje é o reflexo da China inteira, que se chama Um País, Dois Sistemas.

E aí, conforme ele abriu, ali você podia fazer as coisas, aí veio o inglês, colocou dinheiro, veio outro cara e falou, pô, é legal, mão de obra barata pra cacete, eu fabrico aqui, Hong Kong é um porto bom, já mando pro meu país de volta, fechou, começou. Então, esse foi a sacada. Deu tão certo que ele foi expandindo pra outras cidades. Aí foi pra Tindal, foi pra Xangai, foi pra isso. Essa vila de pescador, em quanto tempo ficou que é hoje?

Hoje o que a gente foi visitar foi em 70. Então vamos falar assim, 70 começou, era uma vila de pescadores, o regime mesmo que eles falam que foi abertura foi em 80. Então assim, questão de 40 anos, um pouquinho mais, se tornou aquilo. O PIB já é maior que São Paulo. Não tem fundamento uma cidade daquilo. Vocês viram aí. É piada, né? Então assim, se você afirmar que a gente pode seguir no próximo debate que eles são... É Shenzhen. Onde eu vejo o retorno?

É lá, ele vai colocar aqui nessa TV. Quando a gente fala que eles são comunistas, é incongruência pura. Porque ninguém chegou ao comunismo. Vamos falar assim, ele é o caminho para o socialismo. E o socialismo, cara, seria legal pra cacete. Aí eles falam, não, mas a Suécia é. Não, cara, a Suécia não é uma economia de mercado com welfare state, é totalmente diferente. Mas então assim, a China é socialista? Não. Mas o regime que eles se denominam é socialismo com características chinesas.

E aí que gera mais conflito ainda. Poxa, o Partido Comunista Chinês, com um regime escrito no livro de Xi Jinping, regime socialista com características chinesas. Não existe essa nomenclatura. Aí você pega assim, mas o que é um regime socialista com características chinesas? Eu posso abrir uma empresa como estrangeiro? Pode. Mas eu posso abrir uma fábrica? Sim. Mas em qualquer segmento? Não.

Ah, então tá aí, então não é. Peraí, no Brasil você pode chegar e abrir uma indústria elétrica? Pronto. Nos Estados Unidos eu posso abrir uma petroleira? Não. Então é o mesmo conceito, só que eles declaram não. Aqui no Brasil pode? É, amigão, com um lobby você pode? Lá, não. Então tem setores que eles denominaram como montadoras, tem algumas regras que realmente aí tem que ter participação no governo, porque é um segmento estratégico que movimenta muito a economia, movimenta a cadeia de suprimentos, energia. Esses daí não pode.

Então vamos falar assim. Agora, você pode como estrangeiro abrir? Pode. Você pode contratar chinês? Pode. Você pode comprar apartamento? Pode. Você pode, então, investir no apartamento imóvel? Pode. Então, o que diferencia? O que é socialismo? O que não pode é você falar mal do governo, vamos falar assim. E como que está... Não está escrito isso. Não fale mal do governo. Aí que entra o âmbito, que eu diria que é perigoso, que eu também não concordo 100%. Até aí, até essa parte da linha, ela é capitalista, vamos falar assim.

mas tem uma lei chinesa, a tradução meio que não literal, ficaria assim, criando uma desarmonia no sistema chinês.

E isso é muito genérico. E aí você falou isso aqui, isso aqui você está causando a desarmonia. Você está causando... é disrupting. Disrupting é o que? Disruptando? Você está disruptando, perturbando a onda. O Mauro está falando, o Vilela vestindo o uniforme do regime mais terrível que a humanidade já viu. No dia que o comunismo finalmente virar crime no Brasil, as pessoas não vão esquecer dessa live do Vilela vestindo assim. Um minuto de silêncio para isso, cara.

Mauro, Mauro J1465. Realmente, o Brasil não se esquecerá dessa live. O dia que o comunismo virá crime. Obrigado, desculpa.

E tudo em cachalho, tá óbvio. Aí eu falo assim, primeiro, eu, economicamente, sou um liberal. Eu acredito no liberalismo econômico. O meu conceito pessoal... Eu também. Agora, às vezes você pega... Vamos pegar aquele, pra comparar, tentar... Liberalismo com o governo controlando setores estratégicos. Exato. Energia, educação... Isso. Então, para assim, discutir, a gente pensa parecido.

Aí você pega assim, por que eu queria usar esse exemplo? Vamos pegar a gente, consciente economicamente, você escuta todos os lados possíveis no debate aqui, e quando você vai discutir com aquele cara de esquerda extremamente militante, não dá pra você falar nada com ele. Tudo que você falar, ele vai rejeitar. E é muito parecido quando eu tento explicar, falar, cara, não é comunista assim. É sim! Não, cara, calma aí. Não! Tipo, a pessoa não consegue discutir, né? E quem garante que é capitalista, por exemplo?

Qual que é a diferença? Não é capitalista. Essa é a diferença. O que é a sacada? Se você pegar o conceito da definição do capitalismo, é quando a burguesia, ou seja, quem controla o capital, influencia o governo. Essa é a definição do capitalismo. Ou seja, tem tanta gente com dinheiro, a gente vai fazer nosso lobby e movimentar isso. É assim nos Estados Unidos? É. Elon Musk, Zuckerberg, as empresas de tech conseguem manipular decisões vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai

A favor do que eles querem, a favor do que sim. No Brasil, mesma coisa. Vamos pegar um cara, consegue manipular as decisões. Na China consegue, não consegue. O partido vai dar a diretriz e essa é a diretriz. Aí você fala assim, poxa, mas não consegue? Aí, vamos colocar assim, existe uma linha cinza. Porque se um grande empresário com muito dinheiro fizer um acordo lá com um cara do governo, que é muito corrupto o governo chinês também, como qualquer governo, é todo, não. Mas aparece a corrupção de vez em quando?

Publicamente, não. O Xi Jinping fez uma limpeza em massa da corrupção, mas por uma coincidência, a maioria das pessoas que foram punidas pela corrupção eram dos partidos contra o que ele pensava. Então, assim, pode ser uma coincidência. Pode, claro. Não existe coincidência no mundo. Que nem o pessoal que morre lá na Rússia também. Cai de uma janela, toma um veneninho aqui sem querer.

Se é frio, a neve escorrega. Muita gente cai da janela. Aí você pega isso. O partido é limpo? Não é. Será que o Estado é talvez influenciado em pedacinho? Eu acho que sim. Agora, da maneira talvez escrachada, como a gente faz no Ocidente, que a gente manda e elege o político. A gente coloca o político lá. Patrocina a campanha. Coloca ele, ele vai ter que devolver o favor. Aí já não é tanto assim.

Então, isso é o que faz a China não ser capitalista por inteiro. O Estado sempre vai ter a última decisão. Falar, cara, isso aqui você não vai mexer, não. E aí acho que um exemplo clássico foi quando o Jack Ma, o empresário mais irreverente, que mais fez a China ser popular no mundo, que ajudou o soft power chinês do lado do business, que você gostava da China pelo Jack Ma.

Power é o poder cultural, é você exportar... É quando eu não mostro o meu poder bélico e falo, cara, o Panda. Então a China usa muito isso, muito. O Panda é um deles. E aí tem até uma tese do Panda, depois a gente fala que é meio maluco. Cinema, música... Cinema, o que eles tinham? Jack Chan? Bruce Lee? Jet Li?

Isso, depois eles começaram a investir em estúdios colocando os atores chineses, mas eles foram mais inteligentes ainda. Desde 2000, quando teve uma política do Rudintown para o Soft Power, eles entenderam que chinês seria uma língua que o estrangeiro iria querer aprender. E eles criaram muitos programas de bolsa.

muitos programas, assim, não é um programinha você não paga a faculdade, vem aqui eu pago o seu voo, eu pago a faculdade, eu te dou mesada e eu te dou comida você vem aqui e estuda por um ano, tudo de graça era pra muitos países que eles fizeram isso, então pensa o moleque que acabou de formar, que foi educado que a China era de uma maneira, e a China vai lá e paga a sua passagem, vem estudar no meu país eu te dou comida, eles criaram um sentimento de gratidão muito grande por vários jovens, aqui no Brasil eles ficaram conhecidos todos todos todos todos todos todos

A instituição que fez muito isso foi o Instituto Confúcio. E essa verba foi reduzindo conforme os anos foram passando. Inicialmente era tudo. Aí depois falava assim, paga pelo menos o voo. Depois de um tempo, agora você não tem mais mesada. Aí foi mudando o programa. E as pessoas que iam estudavam um ano, renovavam mais um ano, e aí faziam um mestrado na China. O quão grato você vai ser um país por voltar com o mestrado? Então ela formou muita gente.

O maior lado, então, que chinês fizeram soft power foi através disso. É, o Brasil chama Bolsa Família. Isso aqui no Brasil chama Bolsa Família. O pessoal também vai lá e depois volta de novo para manter meu Bolsa Família. E você, qual que era a visão tua que você tinha da China que mudou lá da primeira vez ou dessa vez? É, bom, já tinha ido, né? E realmente, cara, a China...

Como você disse já na abertura. Só te cortar. Todo mundo que vê o Léo de fora, inclusive eu indiretamente, e olha assim, agora não mais. Eu acho que a melhor maneira de você conhecer uma pessoa... Quebra o personagem. Ele ganha dinheiro por isso. A melhor maneira de você conhecer uma pessoa é viajando com ela. Não fala que ele é bonzinho.

Não vou falar mais ou menos, mas assim, viajando a gente acordava junto, treinava junto de manhã, tomava café. Cada um no seu quarto. É, vamos deixar claro, né? A gente tomava café junto, saía de manhã junto, almoçava junto, tomava coisa da tarde junto, jantava junto, ia pro hotel de volta junto, comprava coisa junto, comprou roupa. Então assim, a gente se conheceu muito mais que muita gente que vem aqui.

Aí eu olhava o Léo, eu tava vendo um dia, eu tava caçando um vídeo dos vídeos que você gosta no YouTube, os antigos que eu queria caçar. Aí eu vi lá um de 2017, tipo uns shows que eu... Eu falei, caralho, cara, eu acompanho o cara de 2017, cara, uns vídeos do seu stand-up, né? E eu falei, cara, mas eu já sei que esse cara desde então, né? E você imagina que o cara vai fazer piada em todo lugar, que tipo, era o que todo mundo me perguntava.

Fala, meu, e aí, o que ele já falou de piada aí? Cara, ele não contou uma piada, na verdade. Tipo, eu postei...

Eu postava ali no aeroporto, e o Leolin chegou, e aí, qual que ele contou? Eu falei, caralho, velho, mas tipo... Aí eu falei, Léo, e toda hora eu falei, acho que eu reforcei isso na viagem. Ainda bem que você tem um proclogista junto, né? Quantas vezes, gente, eu esse dedo, quantas vezes. E aí eu falava assim, Léo, olha só, de novo, de novo, de novo, porque era um comentário recorrente que todo mundo acha quando você vai andar com um comediante, é só isso que ele faz, né?

E aí ele comparou muito com o Sérgio Malandro, depois o Otávio Mesquita, de Balanço Pia. Eu acho que eu vou ficar o tempo inteiro.

Eu fico aqui nesse punhainete, enfiando o dedo nos outros. Vamos ver se o pinto do chinês é pequeno. Não, não. Então assim, ele é muito normal, né? E aí, tirando esse lado da comédia, vamos falar assim, aí eu vou puxar um pouco de sardinha. O Léo é uma pessoa inteligente. Tipo, talvez as pessoas não achem isso, né? Talvez as pessoas... Com certeza. Eu acho que eu sou um idiota que está julgando todo mundo. É isso, pô. Esse cara é idiota que ele fala, né?

É tosco. Eu vou ir pensando quem eu vou ofender, né? Não, não é assim. Eu estudo que é pra ofender com embasamento. Exato.

E aí ele estuda, você vê, você conversa com o cara, você fala de um assunto, ele, não, já pesquisei, já falei sobre isso. Então isso é um disclaimer, um lado pessoal dele, não sei se as pessoas expõem ou veem ele dessa maneira, porque eu me surpreendi. Eu imaginei que ia ser muito mais piada, mas você falou, cara, não é possível que alguém mantenha o tempo inteiro esse papel, né? E é uma pessoa muito legal de conviver. E daqui a pouco eu falo o que eu achei do Villela. Não, deixa pro final.

E aí, Léo? Foi da hora pra caramba. Cara, eu gosto de pesquisar os lugares antes também. Eu sou o maior nerd. Eu faço uma pesquisa pra mim também. Do lugar, das coisas, enfim, bebida, comida, história mesmo do local. Vou lá desde da época, antigamente, 5 mil anos de China. Vou pesquisando, faço um resumo pra mim. E assim, de diferente, a China é muito limpa porque a galera pode ter uma impressão até...

Pelo que a gente vê aqui no Brasil, deve ser um lugar meio sujo e tal. Não, lugar super limpo. Tem uns lugares que parece que inaugurou semana passada. Pois é. A gente comentava, lembra? Não é rua vazia, um monte de gente na rua. É, exato, exato. Então, e eu também, eu acho que quando você começa a viajar muito, você vai tendo, a sua visão vai sendo mais, você vai colocando as coisas em perspectiva. E fala, não, peraí. O Lincoln falou isso, ele também já viajou pra caramba.

E realmente, às vezes, você vai para um lugar, você encontrou duas pessoas grosseiras, ah, o pessoal na Suécia é muito grosso. Não, você viu duas pessoas, cara. E aí você tira essa visão do país, não é assim. E a gente, quando vai viajando muito, isso é muito bom, porque você realmente vai colocando as coisas em perspectiva, aprendendo a enxergar diferentes ângulos, diferentes pontos de vista. A sensatez é um tipo de inteligência, né? Exato, total.

E isso se aplica no humor também Você relativizar pontos de vista Eu não acho que Todo mundo tem que gostar das piadas que eu faço Não, óbvio que não Eu não gosto de todos os filmes Eu não gosto de todas as músicas Por que eu vou gostar de todas as piadas?

de alguém. Exatamente, exatamente. E, porra, a China já era um lugar que quando eu fui a primeira vez, queria muito ir. Porra, foi demais voltar agora e conhecer outros locais que eu não conhecia. Sair também ali de Pequim, Xangai é o principal e aí Xi'an. A gente ir pra Guangzhou, Shenzhen. Conhecer um outro lado ali. Já tinha ido pro Oriente. Já, já. Então, pra mim, que nunca tinha ido pro Oriente, cara, foi um choque cultural absurdo.

Só fui pro mundo ocidental. De repente, eu vou pro primeiro país e eu vou pro Oriente.

mais oriental, assim. Cara, é outro mundo. Mas mesmo assim você tomou um choque lá. E ter esse contato com essa Canton Fair, que é porque o Lincoln leva uma galera pra lá, tinha quase 300 brasileiros na primeira. É, tinha isso. 260 ali. Dá uma ideia de tamanho.

Cara, 16 campos de futebol. 16 campos de futebol. É surreal. E aí depois desmonta, monta tudo de novo, que são três semanas. Aí vem a semana dois, semana três. Então, cara, é um negócio assim... Isso eu não tinha visto. É descomunal o tamanho do negócio. Descomunal. E tem absolutamente tudo ali. Realmente, tudo.

tudo, tudo, o que você imaginar, né? Ah, tecnologia, não, não é só tecnologia, cara, é absolutamente tudo que tem naquela feira. E até para realmente expandir a cabeça para esse lado de business mesmo, que até então eu tinha ido como turismo. E dessa vez foi legal para ter essa outra visão também e dar uma expandida na cabeça de negócio também. Vamos falar agora do Vilela.

Vamos falar assim, né? Porque quando você conhece... Eu tenho um amigo que ele fala uma coisa, eu acho legal a frase. Ele fala assim, não se torne íntimo dos seus heróis. Mata. Porque às vezes, imagina se é super fã de um Axl Rose ou de um Slash. Você fica uma semana com o cara. Você fala, meu, que cara, imagina. Tudo que você criou da imagem daquele herói, ele não é bem assim. Talvez um super homem, vamos falar assim, até ele teve os momentos de fraqueza quando ele tá sozinho. Então ele fala, nunca se torne íntimo dos seus heróis.

isso significa talvez se ver com um herói não sei se você quer conhecer bem o Vilelo um dia mas eu tava lá e assim, ele chegou primeiro, ele tem uma cara de ranzinza pra quem não conhece o pessoal me encontra no aeroporto e fala você tá bravo? não, eu sou eu mesmo e aí eu falei, cara puta mano, vai ser mó chata cara chatão, ele chegou bravão não sei o que

cirurgia, tá foda, não sei o que. Tava inchadaço. E aí você falava assim, perguntava duas, três coisas, ele era meio monossilábico, não é? Isso aí, é. Aí ele voltava pro celular, assim. Falei, porra, vai tomar no cu, velho. Cara chatão, velho. Falei, vou ter que ficar o dez dias com esse cara, mano. Eu vou deixar ele aqui. Aí, não, beleza. E ele foi quebra, assim, mas o que que é legal? O que que eu senti que você é? Talvez você, na minha leitura, você demora muito pra gostar ou se abrir com alguém, mas depois você fala, beleza, acho que tem uma casca tão... atrás pra caramba.

Você conhece tanta gente, tanta gente, que você fala meu, não vou falar com esse cara aí, calma aí. Aí foi quebrando, quebrando, quebrando.

Quando eu tinha seis dias de viagem, aí foi uma outra pessoa. Mas aí eu senti que ficou muito mais legal, porque ele tava junto, ele falava mais, ele brincava mais. No começo, cara, era difícil, cara. Porque, tipo assim, aí eu postava as coisas, eu falava assim, ei, Léo, não sei o que, gravava. Aí eu gravava o Vilela também. Aí a galera comentava, ô, mano, esse cara é chato, né? Ou ele é ruim, né? Ou tá mó ruim tá com ele, né?

Aí eu falava, não, ele vai quebrar. Porque, tipo, é a impressão que as pessoas veem, assim, ele não sorria. Eu falava, Léo, e aí tá da hora. E aí, Vilela, o que você tá achando? Não, bom, bom.

Aí você fala, cara... Mas eu sou assim mesmo, eu sou assim. Aí no fim ele foi soltando, é um cara, poxa, com coração diferente. E você pega com uma coisa assim, talvez as pessoas não lembrem disso, nem sei se eu posso lembrar, mas ele não é novinho, né? Tipo, então assim, ele já é um tiozão, né? Com 55 anos, pós cirurgia...

Não parece, né? Porque você olha, você acha... Uma imagem que demora dois dias pra chegar, nossa. Mas não parece que você olha, você acha que ele tem tipo a sua idade. Você fala, mano, o que você tá ranzinza? Mas ele tem a licença poética. A gente acordava às sete e meia da manhã, saia, rodava o dia a dia. Tendo 150 quilômetros nos primeiros nove ou dez dias. Foi puxado, velho. Foi puxado. Por isso que eu tive que comprar tênis da Nike.

E ninguém arregou o momento nenhum. Teve um dia que eu falei que o Willian tava cansado. Mas quase, a gente chegou. O que a gente falou? Aí o Lincoln fez aquele papel de córnea. Falou, campeão.

vamos lá, você aguenta mais de Ráudio eu falei, vamos indo que depois eu chego de Uber claro que eu não ia de Uber os cara não deixaram, fica lá, dorme uma hora e a gente vai, aí eu dormi uma hora eu não lembro onde era e valeu a pena era alguma coisa lá que foi legal não é onde você pulou de ele não queria ir nessa também mas ele não queria ir nessa também talvez

Que esse eu tentei fazer a galera aí também. O maior bang jump do mundo, velho. Pô, pular daquele prédio alto lá? Nunca, cara. Cara, foi demais, velho. Você gravou conteúdo disso? Oi? Você gravou conteúdo? Gravei. Pô, tem que subir. Eu tenho um vídeo. Eu tenho um vídeo dele. Vou subir, vou subir. Eu tava deixando coisa pra subir agora, como a gente ia se reunir aqui. Mas vamos então... Saímos daqui. Descemos na Suíça, certo? Certo.

Mas pensa só. Quando você vai pra China, você tem que parar em algum lugar. É. A gente ia por...

Doha. Até engraçado pra você ver como o chinês ele se preocupa muito com o que os outros pensam. Teve uma notícia, eu acho que um ano atrás, Air China lança o primeiro voo direto do mundo pra China. Aí começaram a soltar o portal, me mandar, me mandar, me mandar, me mandar. Eu falei, impossível, não tem avião que tem combustível, calma aí. Aí eu olhei assim...

É um voo direto com parada em Madrid. Ah, então não é direto. Exato. Então era um voo da Air China com uma parada rápida em Madrid. Aí eu falei assim, então não é. Então não tem. Eu também pensei, não tem combustível para chegar lá. O que eu quero deixar claro? Toda vez que o cara vai para a China, em geral na Ásia, vai ter que escolher um lugar para parar. E aí vamos supor, pô, eu queria fazer uma viagem para a China. Quais opções que eu tenho? Você pode ir para os Estados Unidos.

Tem bastante voo de Nova York, tem bastante voo de Los Angeles, tem de Chicago. Da América do Sul, não vai ter nada. Opções Europa. Antes de deixar para a Europa foi o que a gente foi, vou colocar antes. Opções ali, África do Sul. Foi uma companhia muito forte, 15, 20 anos atrás, que era a South Africa. Era que dominava ali essa rota. E ela foi perdendo mercado para outra companhia que também fica na África, que é a Ethiopian Airlines.

A gente escuta a Etiópia, que a gente lembra aqueles moleques barrigudos, com barriga não sei o que, da Etiópia, né? Mas é uma companhia aérea muito boa. Vale a pena, é um voo mais barato que os outros. Aí você pode ir pela Etiópia. E aí você tem o melhor custo-benefício. Emirates, por Dubai. E Qatar, por Doha. Essas eu diria que são as melhores. Porque são os aviões... A Emirates é o melhor, porque é o avião mais moderno. Tem os voos, assim, o melhor serviço, tudo.

só que estava tendo uma guerra. Então, se eu fosse recomendar a alguém, poxa, eu queria ir por lá. Se você está no Brasil, a Emirates provavelmente e a Qatar vão ser as melhores opções. Pô, mas eu quero ir pela Europa, porque eu quero fazer um stopover lá, quero ficar dois dias pela Europa. Mas tem várias opções. Praticamente todas por lá você pode fazer. Você pode fazer pela TEP, ele faz Lisboa. Você pode fazer a Air France, que vai para o Paris.

Aí você pode fazer a KLM, que faz Amsterdã. Lufthansa, que faz Frankfurt. Ou tem Munique, às vezes tem Berlim.

Esses são os principais voos. E um voo extremamente incomum, é uma rota, eu diria, recentemente nova, mas tem bastante pelo mercado financeiro, é a da Suíça, a Air Suíça. Então, na hora que a gente estava com o voo, chegou a companhia e eu tinha que decidir o gol ou não o gol. Falei, cara, não é um voo que eu posso deixar. Caiu de dor, né? Porque não sabia se ia ter fechado. Só para vocês terem uma ideia, se eu falar assim, ficou 40% mais cara a passagem.

Sério? Imagino. Porque eu falei assim, cara, mas não tem jeito, é garantido. A mais barata seria qual?

Vamos falar assim, mais barata, Etiópia. Vamos falar assim, Etiópia, vamos falar de primeira econômica e executiva. Econômica, o cara vai gastar na Etiópia 10, 12 mil reais. Se ele pegar uma promoção boa, talvez 7, 8, muito boa. Então vamos colocar um range de 8 a 12 mil. Obviamente que vai chegando mais perto, vai chegando a 15. Executiva da Etiópia, barato 25 até 40, 45.

Emirates. Emirates já começa, em vez de 7, não tem, é difícil achar menos que 10. E ela vai de 10, então assim, vamos pensar 7 para 10, apesar de de repente não ser muito, é mais de 30% a diferença. 40%. E aí ele vai assim, de 10 até 18.

executiva da Emirates começa em 40 vai até 70 aí vamos pegar a da Suíça Suíça foi 85 que era a cabeça de executiva porque não tem voo e é um voo extremo, assim, o serviço da Suíça é um nível muito bom o lounge que a gente ficou é animal o custo, vamos falar assim, é mais caro não vale a pena pra quem quer explorar a China só você falar assim, pô, eu queria conhecer Zurique vai vai vai vai

Queria conhecer, ficar três dias lá. E aí de lá eu vou pra China. Aí faz sentido logístico. Então a gente foi por Zurique por causa disso. Quatro, cinco horas a gente ficou rodando? A gente ficou mais, 12 horas. Chegou de manhã e voltou de tarde. A noite. Mas é o melhor. A galera acha assim, pô, eu vou direto. É muito mais rápido e direto, sentar, descansar. Porque geralmente as escalas mais curtas são três horas.

Então, pô, três horas eu já vou direto na melhor. Cara, você chega destruído. O corpo humano, apesar de você estar se cansando andando, ele entende que você está funcionando. Se você só fica lá estático sentado, você fica mais cansado, mais... É o oposto. Aí chega lá no... A gente tomou um banho ainda, tinha lá na... É.

VIP lá, tinha um lugar pra tomar banho então tomar banho vai como se fosse um novo dia lá pra outra perna o que a gente fez legal, a gente pegou lá um day tour a gente ficou lá numa praça que a gente lembrou a Praça da Sé, ficou parecida com a Praça da Sé, tinha a pomba gigante é, tem a foto da pomba gigante lembra a foto de pomba gigante de Zurique

O que você falou? Não aparecia a pomba lá, você lembra? É muito igual. Se você colocar a pomba, cracudo, prostituta, sujeira e gente te assaltando, fica igual São Paulo. Tirando isso, o Zurique é igual a Praça da Sé. Muito igual, muito parecido. Vou aproveitar. Cadê? Vamos abrir esse bagulho aí. Eu vim pra tocar o puteiro hoje. Vamos lá.

Vamos abrir esse Baidu aí, pra galera saber. Explica o que é isso aqui. Cara, isso aí eu vou deixar com o Lincoln, então, se ele quiser. Bai é branco. Jou é álcool. Então seria o álcool branco, vamos falar assim. O Partido Comunista Chinês não estava acostumado a tomar vinho.

o vinho que a gente toma aqui. A bebida de beber em negócios é o Baijou. Sempre foi presente nas mesas de negócios e o chinês é ao contrário. A gente tem que primeiro ficar bêbado, a gente tem que primeiro comer junto, tem que primeiro se relacionar, pra depois discutir negócios. É um princípio ao contrário. E isso é o que muita gente que quer vender pra China erra. O cara fala assim, pô, tô tentando vender carne, vender pé de frango, vender não sei o que.

Aí o cara chega assim, oi, bom dia, eu quero vender tal. Não vende. Você vai ter que construir relacionamento. E a maneira dessa, com o chinês mais antigo, mais de 40, que é o caso lá, até do, como é o do James, né? Do James.

Mais de 40, 50 é o Baijo. Então assim, sem fato.

O que é isso, cara? Olha só, velho. É um monumento ao Osasco. Aí o chinês tem que falar isso. O que está acontecendo? Esse mercado está caindo cada vez mais na China porque o vinho foi introduzido. É muito mais fácil. A gente vai beber essa porra aqui e é muito mais fácil beber vinho que isso. Porque isso aqui é uma cachaça de arroz. Cada país usa o recurso que tem. Então a unsa a batata, a unsa o... Qual que é o da vodka? O agave lá, né?

O gafo é da tequila. A vodka eles usam um monte de batata. É batata, tequila, cada um usa o que? Eles usavam arroz. Então ele é fermenta. Só que assim, eles se orgulham. Não, isso aqui é bom, 55%. Caralho, 55% é absinto, né? E aí eles tomam isso numa noite. É forte pra caramba. E aí até pra provar... Não vamos virar.

Não vamos? Vamos? Não, não é pra virar. Mas aí a gente vai ter que tomar vários. Sim. Não, mas não tem problema. Aliás, o James queria que a gente fizesse isso. Exato, vamos lá. Não, mas peraí, peraí. Peraí, pô. Pra gente poder comer também. O que você trouxe? Olha o que eu trouxe. Olha aqui, ó. Mostra aí. Olha o que eu trouxe aí, pai. Eu trouxe o nex.

Trouxe snacks. Lene, você vai participar disso. Aí, ó, agora sim, ó. Bigoda. Bigoda, bigoda. Todo mundo tem que provar, tá aqui. Todo mundo vai provar isso aí, mano. Todo mundo vai comer os vermezinhos, hein. Quando eu saia pras minhas andanças lá, vamos... Já pega o potinho aí. Pode virar tudo. Pode virar tudo. Vamos lá. É isso aí, é baidu, destilado do sorgo, do trigo e vamos comer verme. Vamos ver se tem quantos porcento tem aqui. Aí sim.

É um vermezinho. É verme, é verme. É verme. Tá temperadinho, velho. Tá sensacional. É um prato, alguma coisa aqui. Tá sensacional. Hum, cheirinho... Ah, cheiro de sapato. Deixa eu ver. É o cheiro de sapato. Não é? É, de fato, velho. O cheiro não é bom. Não. O cheiro não tá tão agradável, não. Não vou mentir. O cheiro... A aparência pior, mas o cheiro...

Aí, boa. Nunca teve um pote desse aqui em Villela? Não, a gente vai comer tudo. A gente vai ter que... Todo mundo vai experimentar isso aí. Não, ficou esse final que tá mais nojento. Pega um na mão assim.

É uma casula mesmo. Eu trouxe isso aqui pensando quando a gente fosse se reunir. Eu falei, pô, vocês não sabiam que eu tinha isso pra trazer. Vocês não sabiam, é surpresa. Surpresa mesmo. Vai comentar mesmo, velho. Diretor, diretor. Todo mundo vai experimentar essa parada. Ele precisa comer primeiro. Ele tá saindo. Ele precisa comer primeiro. Todo mundo vai experimentar. Passa a honra. Eu primeiro? É. Pô, vamos lá. O que ele? Ele deixou a mãozinha.

Já vou de três, velho. Vai, corta pra mim. Vai, vamos lá, né? Cara. Puxou. Mas tu vai ver que é bom, velho.

O cheiro é ruim, cara. Bom não é. Bom não é. Bom daí é foda. Você vai ver que é bom não é, né? Pra tirar o gosto, vai. E aí a frase pra gente falar é gun bay. Gun é seco, beia copo. Nossa, isso aqui é pior, cara. Olha isso aqui. Agora sim. É embaçado essa porra. Agora sim, velho.

Não, não, vem aqui, cena. Que isso? Venha. Nossa, eu não sabia de lá. Não deu pra ver? Não deu pra ver? Não cheira. É, tampa o nariz, tampa o nariz. É isso, velho. Não, tampa o nariz, tampa o nariz. Come sem respirar. Olhar é foda, velho. Mas come sem respirar que vai.

Lene, não vai fugir, Lene. É bom, Lene. Lene, vem cá. Bigoda. É bom, velho. Lene, bem perto aqui. Pegaram a câmera aqui. Vamos lá. Vou pegar um primeiro. Um, um. Agora um punhadinho. Punhadinho.

Não, é bom, velho. Olha o Lene. É bom, velho. Olha o Lene, cara. Torcida sabor barata, né? É isso, cara. É isso. É, parece aqueles... Ah, é gostoso, velho. Eu também. Ó, isso aí pra mim, ginequizinho, velho. Vai chegar em vocês aí, relaxa.

Passa lá o bigode, eu quero ver ele comendo, cara. Snackzinho, cara. Porra, isso aí eu como fácil, velho. Os caras, vai cheirinho de mofo. Vai pegar fofo. Não, é bom pra caramba, velho. Eu já... Você gostou da bebida? Eu gostei, cara. Gostou? Eu gostei. Ele falou que é bom, você achou isso é bom? Eu achei. Eu gosto também. Eu gosto também. Eu sei que eu tô bebendo perfume, porque ele é perfumado. Ele é frutado, viu? Falaram que tinha cheiro de...

Tinta, tinta e sugerinho. Não, não tem, velho. Pra mim é um cheiro perfume. Parece que eu peguei um perfume e virei um perfume. Não, eu também... É, eu não digo, mas...

Você comeu? Para de beber água aí, ó. O cara é a Leia, a Leia. Tá aí? Não, todo mundo tem que experimentar, velho. Filma esse conteúdo aí de vocês. Filmou? Vocês comendo? Já bota mais um aí. Já bota mais um aí, velho. Vamos lá, então. Vamos lá. Seguinte, vamos falar de... Então, paramos na Suíça e aí seguimos, então... Da Suíça você não foi ver relógio? Não lembro.

Perfumes. Ah, e foi aí que a gente introduziu. Mas foi o Marco Zero. Olha só, eu passei tanta... Nesse dia eu passei raiva com o Vilela, porque ele é assim. Eu falei assim, Vilela, os caras falam, tem perfume aqui, você não vai achar em um lugar nenhum. Eu falava, ah, tá, beleza. Não, primeiro é isso. Vilela, aqui tem coisa boa, aqui você não vai achar em um lugar nenhum. Não, não, eu acho. Primeiro. Falava, cara, aqui é raro.

Ah, tá bom. Aí eu falava assim, Vilela, essa marca 1, 2, 3 é boa. Aí ele falava, ele ficava quieto, ligava pro amigo dele.

O Luiz Jordão. É verdade. Passei pro Luiz Jordão. E falou, ó, essa marca 123 é boa? Falava, filho da puta. Não, mas ele falava. É óbvio. Mas eu já tinha te dito. Cadê o copo? Aí ele, tipo, não acreditava no barato. Cadê o outro? Copinho. Ah, tá aqui. Aí ele não acreditava. Aí eu falei, cara, esse cara... Aí ele não acreditava no cara que eu acabei de conhecer? Ou no cara que tem Instagram sobre perfume? Não, pensa bem. Um cara que só fala de perfume?

careca que eu acabei de conhecer que diz que o perfume... Apesar que o Léo também tava todo lá. Não, esse daqui é de notas não sei do que. Não, não. Eu manjo de café. Não, de perfume não manjava nada. Mas você ia na inteligência artificial, né? Ah, não. Eu dava pesquisada. Mas eu manjo do chá e café. Mas você levou um doido lá. Não, chá eu trouxe pra caralho. Não, não. Muitos. Muito. Chá. Chá eu trouxe muito. Não, ele não ia levar. Ele não ia levar perfume. Mas o Léo não ia levar.

Como é que eu vou dizer? O Léo é uma pessoa simples? Então, Léo é uma pessoa... É uma das pessoas mais desprendidas. Pra algumas coisas, ele é obsessivo, cara. Pra chá. Pra chá. E souvenir chinês. Coisa cultural. Agora, do resto, cara, ela vai falar assim, cara, o perfume... Eletrônico, né? Eletrônico, eu já tenho esse. Cara, roupa, eu já tenho essa camisa de 18 anos.

Você fala, Léo, você precisa de um tênis. Esgarçada, aquela camisa esgarçada. E o tênis dele, cara, ele chegava com o tênis, tipo aqueles Mizunos, profecia, que já tá tipo seis anos usado, e ele pegava um número maior. Por que ele tá querendo se aposentar? Fala, Léo, me deixa mais em casa. Ele pegava um número maior, sabe quando você dá um laço que passa assim pro lado e ficava, falava, cara, não é possível, cara. Aí tá tipo descolando o lado conforme você vai andando.

Mas é por não ligar, não é tipo economia. Tanto que, pô, quando a gente... Não, não liga. Eu experimentei, gostei. Quando eu gosto do bagulho, não interessa o preço. É, isso é. Gostei disso, Thomas. Nem perguntava. Isso, isso. Tanto que tinha vezes depois, pô, mas tu não negociou. Ah, eu gostei. É, negar dá 10 reais de desconto, velho. Ah, pô, tá bom, eu gostei. Eu gostei que, aliás...

Eu trouxe foto aí da minha melhor aquisição, velho. É. Você é a minha melhor aquisição? Ah, você trouxe ele aqui? Cara, eu não trouxe, mas eu tenho a foto. Nossa, mas a gente riu muito. Vamos chegar ali. A gente riu muito. Eu vou deixar pra daqui a pouco. Mas foi a melhor aquisição que eu fiz nessa viagem. A gente riu muito. Melhor aquisição. Não foi a mais cara? Comeu? O Kevin tava lá com a gente. Comeu? E aí? Aí. Comeu, Sabrina? Kevin gostou. Parece o quê?

Cadê a Leta aí? Mas tu come ração de cachorro? É! Agora ficou estranho. Cara, eu adoro frolic. E aí você... Aí beleza, eu falava assim... Pode botar, eu vou comer também. É bom mesmo, cara. Mas me arrependi lá, cara. Naquela loja tinha uns perfumes que eu não achei mais em nenhuma outra loja. E eu fui em Nova York agora, eu fui lá na Oswald, que é aquela mesma franquia suíça que eu fui lá. Não, eu comprei, achei bonzão. E eu falei assim, Vilela, cara, aqui tem muita coisa, cara, aproveita. Aí na China eu comecei a comprar, falei, putz, me arrependi.

Mas aí a gente vai pra China e desce onde? O que mais que a gente fez na Suíça? Viu o perfume? Despertou a semente. É, a gente rodou todo aquele centrinho lá. Tava fechado no lugar de comer. Tudo fechado, lembra? Por que que era mesmo? Era na hora, né? Eu acho que a gente rodou e tinha algumas coisas... A gente chegou no domingo, não era? Também. Não, não era não. Não era domingo, não. E quando eu voltei na volta, eu mudei a volta pra ficar lá uma tarde pra pegar mais perfume.

Sério? Ah, lá em Zurique? Em Zurique. Eu não cheguei no domingo e os caras lá não trampam de domingo. Mas não é assim, mais ou menos.

Não trabalha, cara. Eu pesquisando no GPT, assim, não, sim, nenhuma loja abre de domingo. Essa é uma política suíça. Não tem loja, cara. Aí eles abrem umas lojinhas essenciais, tipo farmácia, uns cafés, mas até aquela loja de chocolate, que eu ia pegar mais, a loja fechou. O café estava aberto. Então a política dos caras é tanto dinheiro, assim, é um estado de verão, que nem precisa, não quero comprar não. Vai lá, compra no sábado.

Ah, então eu não vou vir pra cá melhor ainda. Vai ficar lá no Brasil, a rua vai ficar mais limpa. É isso, né? O gosto do final é a casca do bicho. Não, mas é bom, cara. Porque, aliás, cachorro que a galera tem essa impressão, não tem. Realmente é muito difícil. Não é uma coisa que você vai achar quem tem em todo lugar. Os próprios bichos, que já é mais turístico pra zoar. Há muitos anos, turístico, há muitos anos, mesmo hoje... Não, a gente tentou caçar pra achar os bichos lá e não achamos. Exato, exato.

Eu lembro que da outra vez que eu fui, tinha uma rola que era o Wang Fudin. A gente tava em Fudin. A gente foi lá, não tem. O lugar onde era um mercado que, cara, lá eu comi da primeira vez, comi escorpião, comi barata, bicho da seda, cavalo marinho, estrela do mar. Cavalo marinho comi. Você trouxe, eu acho, você trouxe alguma coisa de lá que a gente comeu no seu aniversário lá, na sua casa.

Foi, teve algum bicho que eu trouxe da China que a gente comeu lá. Mas da outra vez eu experimentei um monte de coisa e, cara, dessa vez não achamos, né? O que você acha? Os caras estão cortando essa parada lá? Eu acho que é só de interesse, né? É legal tirar foto, né? O que você vai comer? Tipo, insetos e tem bife. Agora tem, tipo...

Bom, isso aqui é só proteína, se lançar um whey protein besouro, eu como. Aí a gente desce em Hong Kong? A gente desceu em Hong Kong e direto que a gente já desceu, a gente pegou um trans... Por que a gente não ficou em Hong Kong já? Qual que é a estratégia?

Porque não tinha a feira que eu queria mostrar pra vocês, que era aquela feira de tecnologia que começava depois. A gente foi um pouco antes justamente pra ir nesse lugar que a gente ia. E o que é interessante de voos? As pessoas falam assim, pô, mas vocês não iam pra China? Por que você não vai direto pra China? Porque tem poucos voos pra Guangzhou. Ou pra Xangai tem menos, pra Pequim tem menos. Hong Kong é o maior hub.

então quando o cara quer os melhores preços oferta e demanda, quanto mais voos, mais barato então o cara vai pra Hong Kong que é o melhor e Hong Kong é um ótimo lugar pra quem quer viajar na Ásia é um ponto que você pega por lá e vai e a gente chegou em Hong Kong e direto em vez de ficar lá, a gente pegou uma das estradas mais legais foi da hora, foi da hora que não dá pra saber, talvez o Vila estava tão cansado que ele nem percebeu onde estava, eu falei assim pra ele cadê?

Eu não lembro disso, o que é? Exato, eu falei, Vilela, a gente tá na estrada XXX Aí ele fez assim, aham Aquele estilo que ele ainda tava no modo Não confie em você, fale pouco comigo Aí depois ele foi soltando Mas é aquela que eles construíram no meio do oceano Ah sim, sim Tem foto aí de aérea? Uma coisa de longe? O que ele procura lá? Ponte Hong Kong Macau

Aí se você pegar assim, tem... Qual que é o lance da... Ah, a ponte foi, era um oceano, só que era um negócio que demorava 4 horas pra ir, demora 50 minutos, então pensa que eles construíram um lugar de 50 minutos, só que assim, imagina chegar no Brasil, cara, isso aqui vai custar não sei quantos bilhões. Não, esquece, demora 4 horas mesmo, pô. 4 horas. Os caras falam, não, vamos fazer. E aí tem uma hora que ficou inviável fazer por cima.

Vamos falar assim? Porque eu não sei se exatamente era muito raso, muito fundo, o motivo exato. Ah, vamos fazer por baixo? Então assim, vai por cima de uma ponte, você entra de baixo, passa seis quilômetros de baixo do oceano e volta para a ponte. Que doideira. Então a gente usou essa ponte e foi direto para Macau. Surreal.

E Macau é uma parada muito doida também, que a primeira vez que eu fui para a China, muita gente não sabe, chegou a ser meio uma colônia portuguesa. Chegou não. Foi? É, foi. Olha lá, olha lá. O nome das ruas. Vê se acha o túnel, a parte que está debaixo. Aí ela mergulha. Cara, é surreal a ponte, velho. É bizarro, bizarro o negócio. É no meio doceano, barato.

Não é no mar, é o oceano. Vamos fazer esse negócio aí. E Macau, cara, é muito doido isso. Isso aí, a gente pegou 50 minutos e aí você chega no lugar onde o nome das ruas em português, Catedral de São Paulo. Eu mostrei, não lembro. Pastel de Belém, tipo, da China, Pastel de Belém, Cantone. Cara, é muito louco isso, né, cara? É que eles chegaram lá e saem mil e quinhentos.

E lá é o lugar menos China que eu achei assim, né? Ah, não. Naturalmente. Naturalmente. Não, o hotel que a gente tava ali, o quarto ali, aquele ali que o primeiro quarto foi pancada. Bizarro aquele hotel, o quarto do Vinicius. Que era um quarto e uma antessala gigante, assim. Mas foi esse o lugar que era... No Vinicius. No Vinicius. Porque hoje lá é muito cassino e movimenta mais dinheiro que Las Vegas. Sério? Movimenta mais dinheiro que Las Vegas. Oito vezes mais que Las Vegas, né? É bizarro. É bizarro.

E lá a gente falou de... A gente falou dessa coisa de corrupção, nas minhas maluquias de pesquisar, eu vi que tinha um maluco lá que era o Stanley Ho, que era o dono dos cassinos lá, era o poderoso chefão de Macau. E depois tinha a briga de gangue lá, tinha um sujeito que era o Dente Quebrado, era o nome dele, em chinês, não em português, óbvio.

embora até poderia ser Macau cara, o cara gravou um filme que eu tô curioso pra ver então já fica a dica aí, chamava Cassino ele fechou talvez essa ponte chegando lá eu não lembro, mas eu sei que ele fechou uma ponte pra gravar a cena do filme ah, porque o cara falou, foda-se, fecha aí eu lembro, a gente comentando ele fechou a ponte e negoviu e falou tá gravando filme, né melhor deixar, né

Deixa ele gravar aí e chama Cassino. Ainda não vi, mas estou curioso para ver. O que é legal? Olha que doideira. Será que era para passar os navios grandes que eles fizeram isso? Provavelmente, para não evitar uma rota marítima. Ia ficar muito caro deixar muito alto. Ou vou fazer isso porque a galera vai ficar comentando no podcast. Mas o que é legal de Macau? Uma curiosidade. Quando eu cheguei na China, a gente pagou tudo via celular.

Então a gente cadastrou o cartão no Alipay ou no WeChat. Isso é importante falar, você não chega com o cartão e paga em qualquer lugar. Porque eles têm um gate. Porque querendo ou não, quem tem mais informação num país hoje é fluxo de pagamento. Eu cruzo com a idade, eu cruzo com o comportamento, eu sei o que eu vou vender, o que não. Então, pô, informações de pagamento não tem. Aí a China falou, é, realmente não vou liberar pra Mastercard, não vou liberar pra Visa.

Obviamente pra American Express nunca. Então eu vou criar o meu, vou criar a UnionPay.

Aí o que eles fizeram antes de existir isso? Então pré-T-Alipay, pré-T-WeChat. O único meio de pagamento quando eu cheguei lá na China era débito. Estrangeiro não podia ter cartão de crédito. Você podia colocar assim, pô, eu tenho 100 mil yuan na conta. Posso pegar um cartão de crédito? Ah, você é estrangeiro? Não.

Mas como assim? Não. Então a maior dificuldade que eu tinha lá no começo quando eu cheguei era manter meu cartão de crédito do Brasil, só que eu recebia na China, porque eu conseguia, porque não tinha como. Aí você fala assim, pô, mas eu tenho dinheiro na conta. Não, não dá. Depois de muito tempo, eles liberaram pra, se você tivesse lá visto, depois de muito tempo, de uns 5 anos pra frente, quando você já tava com visto de trabalho e você além disso...

você ia bloquear o limite. Então não era crédito. Era, toma, 150 mil, eu estou travando 50 mil, agora você pode usar 50 mil de crédito. Era mais ou menos isso que funcionava. Mas por que eu estou falando isso? Na época que eu cheguei, como não tinha esse cartão, só tinha débito, a maneira que não só eu, mas todos os chineses usavam para pagar, era a espécie.

Você usava dinheiro em espécie. Então era muito comum, até as bolsinhas que a gente usou naquelas shoulder bags que usa pro lado, tudo, os chineses andarem como a daquela, extremamente comum, com bolos de dinheiro. Bolos, bolos, assim. E como lá, seguro, nunca houve assalto...

Você ia para uma boate, você ia para um lugar, principalmente para Macau, com malas de dinheiro. E aí você abria sua shoulder bag, tirava lá um bolinho, fazia sua posse e pagava. E assim, era a maior facilidade do mundo para você lavar dinheiro, para você fazer qualquer coisa. Você saia com uma mala de dinheiro da China de alguma maneira, você não era inspecionado todas as malas, conforme você sai, tem uma amostragem, e no fim ele conseguia falar, ganhei disso, voltei, está aqui meu dinheiro limpo.

Como que a China fez pra matar tudo isso de uma vez? O Brasil começou a fazer. A gente fala que não. Mas o conceito do Pix é controle. Você rastreia tudo. A China fez um Pix através de uma empresa que se chamava Tencent. A Tencent é uma das maiores empresas de tecnologia do mundo. Ela tem, na verdade, a Riot, que tem lá o LOL. Tem a Supercell, que tem o Clash Royale, o Clash of Clans. Tem parte da Blizzard. É uma gigantesca. Tem uns aplicativos chineses também.

E eles fizeram assim, WeChat. WeChat é o WhatsApp chinês. Mas ele é um super app. É, não é só... É, além de chat, começou só como chat nessa época. E aí depois foi no pagamento. E se você tem pagamento, aí obviamente você tem que comprar ticket de avião, comprar ticket de trem, reservar hotel, fazer investimento, comprar não sei o que. Mas inicialmente era uma ferramenta de chat pra substituir uma ferramenta que tinha na China quando eu cheguei, que era o QQ, que é um pinguim que também é da Tencent. E aí é engraçado que o barulhinho do QQ inicialmente lembrava o do ICQ.

você olhava assim, não é só o barulhinho mas a estrutura, você olhava era a cópia de quem usou ICQ, ICQ é só os mais velhos então você chegava lá com dinheiro a China chegou, criou o WeChat e falou o seguinte, agora você pode transferir dinheiro entre amigos, de graça que é um Pix só que ela foi além, porque o Pix eu acho ruim porque ou você tem que escanear, ou você vai ter que logar no seu banco eu não diria segurança, mas você loga no seu banco vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai

ali com o banco logado e digita alguma coisa na frente do estabelecimento comercial. Então assim, eu diria que não é tão seguro o protocolo. O WeChat se integrou com todos os bancos antecipadamente. E aí você... Eu quero transferir 100 reais para o Vilela. Eu vou no Vilela, no chat do WhatsApp, transferir 100. Ele fala, você quer transferir 100? Autenticar... Foi.

Então ele integrava isso com o meu Pix, talvez o Pix de preferência que você escolhe, se você tivesse múltiplas contas, ia direto sem, vai direto pra você sem taxa. E ficou isso, qual que foi a estratégia chinesa pra ter controle e tirar o dinheiro? Eu tô lembrando justamente por isso, porque tinha muito controle de corrupção, dinheiro, espécie. Era tão prático, de graça. Ficou uns seis anos de graça a tecnologia subsidiada pelo governo.

Então imagina tudo isso. Aí criou o hábito, as pessoas pararam de ter dinheiro, todo mundo usava o WeChat, aí eles falaram assim, então,

agora é uma porcentagem, 0,X% da transação. E aí eu nem tenho ideia o quanto dinheiro, nem tem. Os caras fazem, porque tudo transiciona por lá. E aí eles começaram assim, pra imposto, agora quem é PJ, e tem o PJ do WeChat pra receber, imposto e desconto direto.

Então, no final das contas, o que usou pra facilitar, como qualquer governo, não usou uma desculpa não, cara, fica tranquilo, é só pra... Nunca é pra facilitar. Mas foi na hora que ele virou a chave. Então, com uma virada única de chave, como eles foram gênios. Eles tiraram todo o dinheiro de circulação errado, que era esse que era fácil de lavar, que era o dinheiro de espécie que todo chinês preferia. Não tinha como pagar com cartão.

O cara vai falar, não tenho máquina não, você não tem dinheiro? Era assim. Tiraram isso, criaram uma ferramenta de controle de tudo e ainda conseguem cobrar imposto disso.

Então aí Macau começou, vamos falar assim, mudou um pouco. Porque não dá mais pra você entrar com rio de dinheiro. Começou a ficar um pouco mais sério.

E eu queria só abrir um parênteses, porque a galera deve estar vindo e falar, cara, o Lincoln é um autista com hiperfoca em China? Ele morou lá, né? O cara, como é que ele manja tudo? Pô, 13 anos? Você morou lá? Foram 12 anos, mas acho que eu tenho um grande diferencial. Assim, eu não vou dizer que é sorte ou não. Quando me perguntam isso, eu atrelo a dois fatores. Quando eu era moleque, tinha 7, 8 anos, tinha um amigo da minha mãe que estava com um livro de budismo em japonês.

Que é aquele que tem o Nam-myo-renge-kyo, a reza tradicional inteira em japonês.

E aí ele me deu assim, falou, cara, toma um presente pra você. Eu não lembro se tinha oito, dez, não lembro quantos, né? Podia perguntar depois de exato. E aí ele falou assim, toma esse livro aqui. E eu falei, cara, tá em japonês. Aí ele falou, eu sei. Aí ele tirou da pasta assim, ó, toma. Aí ele deu uns seis livros como aprender japonês.

E aí ele falou, você tem dois braços? Você sabe ler? Não sabe? Falei, sei. Então tá aí, aprende. Eu, e aí como que era a minha maneira de cada um ter o seu método de aprender as coisas, né? Eu, desde os sete, eu entrei no Kumon, que é um método de matemática. E assim, o de matemática eu fiz até os quinhentos, fiz oito anos, terminei de português. Na minha cabeça, pra você aprender alguma coisa, repete igual todo dia, copia aí centenas de vezes que você vai lembrar. Então o que eu fiz? Eu peguei lá a parte escrita.

escrevi tudo aquilo, aí eu só treinei a escrita. Então o meu jeito tosco de aprender japonês, eu sabia escrever. Eles têm alguns alfabetos, né? Eles têm o hiragana, o katakana e os kanjis. Os kanjis são mais parecidos com os ideogramas chineses. Na verdade, os kanjis vieram do chinês. E aí eu aprendi esse hiragana inteiro, que é o que eles... Se você sabe hiragana, você consegue se virar muito bem, vamos falar assim, né? Só que pensa que eu entendi o código de como escreve um a-i-u-e-o, kaki-ku-keko, em japonês, só que eu não sabia o que era que eu não sabia.

arigato. Porque eu sabia escrever o A, eu sabia escrever o Ri, eu sabia escrever o... Só que eu não sabia, eu não sei... Então assim, a minha maneira de aprender foi burra. Sim. De alguma maneira, eu acho que talvez isso me facilitou, porque eu tive muita facilidade de aprender mandarim.

Então esse foi o primeiro indício que eu acho que é. Segundo, a minha mãe foi adotada, né? Então quando pega lá, sabe aquele teste de DNA que você manda saliva, manda para a Europa? Eu tenho 33% de japonês. Você tá brincando? 33% de japonês? Um terço eu sou asiático. Não sabia dessa não, velho. Não dá para saber se é Japão ou China, porque é inteoricamente Japão. Então assim, será que é meio Assassin's Creed? Você lembra das duas? Que tipo, existem memórias no nosso DNA?

Cara, não, essa foi foda, velho. Essa foi um plot twist, velho. Aí eu falei, cara, será que é isso? Pode ser? Então, assim, eu tenho, querendo, aprendi um estudo de japonês diretamente, eu tenho um gene que me facilitou o meu ensino no passado, mas por que eu tô falando tudo isso? Quando eu fui lá, eu aprendi muito fácil. Eu tive muita facilidade com a língua. Eu falo muito bem. E acho que por ter, gostar de música, ser uma pessoa auditiva, eu copiava sons.

E no pico, assim, no prime de falar bem, óbvio eu não moro mais lá, você vai decaindo o vocabulário, não tem como, né? Falo muito bem, mas vai decaindo. Eu falava sotaques. Então eu chegava o cara do Rio, eu trocava ideia no dialeto do Rio, e aí o cara falava, caralho, que legal. Eu falava o cara, eu trocava o capixaba, eu falaria no dialeto de capixaba. Os chineses ficavam malucos.

E eles me adoravam de uma maneira. Então eu conheci a China, não que você digita no Google e pergunta e ele te responde. Não que hoje a galera digita no GPT e ele vai te dar uma resposta pronta do primeiro ou segundo artigo que tá lá. Não do cara que viveu um ano no YouTube e gravou um vídeo. Mas tipo, eu convivi com os chineses. E a galera que convive com os chineses em mandarim, eu falo porque eu vivi os dois mundos. É diferente.

É outro mundo, é outra realidade. Porque assim, o chinês, e aí talvez quem mora lá, ou quem já foi pra lá, vê se compartilha na mesma experiência, talvez depois esse vídeo vai rodar. Cara, o chinês ele te usa muito. Infelizmente, você é o tamagoshi gringo que ele te leva pra te mostrar pros amigos. É mesmo, cara?

Olha o Léo Lins, olha, ele é loiro de olho azul, ele é meu amigo. E ele leva, fala em inglês. Tinha a cidade que o pessoal apontava pra ele, queria tirar foto com ele sem conhecer. Não é porque era o Léo Lins, porque ele era muito diferente, não é? Onde foi isso? Foi em Xi'an, Xi'an, que já não é tão turístico. Exato. Ah, tá. Já não é tão turístico quanto Pequim e Xangai.

Vamos pensar num Brasil, anos 90, se você chegasse numa reunião de negócios, um dos seus amigos da escola com seu amigo americano. Tipo, você, olha, esse meu amigo americano trocando inglês com ele assim. Você ia falar, caralho, meu amigo, ele ia ser um negócio. E você é o precursor que traz isso. Então, aí você vai falar assim, tem gente que mora há dois, três anos na China, começa a se virar chinês, não consegue sacar isso. Quando você fala mandarim e entende, você vê que você é meio utilizado como ferramenta em massa ou de negócio. Tanto é que tem uma profissão na China.

E aí quem mora lá também vai lembrar. Talvez não tá tão presente nessa geração atual. Mas assim, de 2009 a 15 era um trabalho que eu fiz. Todos os meus amigos fizeram. Você ia ter muito desse trabalho. Chamava Monkey Job. Trabalho de macaco. O que é um trabalho de macaco? Você...

branco de olho azul, vai ser o meu arquiteto italiano da noite. E aí eu fazia um jantar, eu sou uma construtora, o meu projeto é italiano, e este aqui é o arquiteto. Não! Eu te colocava na mesa, te colocava lá Leonardo Linari. E aí tava lá, tava a sua foto assim, meio photoshopada, você era o arquiteto do projeto, os chineses compradores ali não falavam inglês, e em todo caso, você não falava inglês também, porque você falava italiano.

E aí você ficava ali de poser de italiano. E aí você fala assim, não, isso é só de... Era muito comum. Sério? Muito comum. Eu já fiz esses trabalhos de fingir que era estrangeiro, de fingir que é cliente. Você tinha uns trabalhos que você ficava assim, esses são os clientes da empresa. E aí assim, como era o começo, 2009 é isso, você fala assim, a gente paga aí 2 mil yuan.

Cara, 2 mil e ano naquela época, cara, era dinheiro pra cacete pra mim. Hoje é mais ou menos 1.500 reais, vamos falar assim, né? Na época era menos. Na época era tipo 500, 600 reais, porque o campo valia menos. Mas mesmo assim, era 2 mil no dinheiro ali. Fala, vou ganhar 2 mil pra comer de graça e ainda sentar aqui e fingir. Fechou. Eu fiz vários trabalhos desses. Mas assim...

Quanto mais branco você era, mais olho claro você tinha, eles são bem racistas, eles são muito racistas. A gente acha que a gente é tudo, eles são bem racistas. E aí assim, quanto mais isso você tinha, mais chance de trabalho. Eu até brinquei lá que eu tinha um amigo, que ele era meio... Tá mais pro nego, vamos falar assim, não tava tão mulato. Era nego assim, ele tinha o cabelo, ele deixava o cabelo maior, assim, meio black power.

Cara, ele tinha mestrado em línguas. Ele não conseguia trabalho nas aulas de inglês porque os chineses olhavam e falavam Ih, cara, ele é negro. E aí chegavam uns caras que trabalhavam no McDonald's, não falavam nem tudo errado, mas era um brancão de olho azul, assim, hired, tá contratado.

Então eles faziam isso. Então os estrangeiros eram muito usados no aspecto pra fazer esses monkey jobs. Então você fazia uma amizade falando em inglês, que é a galera às vezes que a gente se aproximou... Mas também, desculpa, não vou perder a piada, botar o negro no monkey job ia dar problema. Com certeza.

Eu até não ia fazer, mas... Ia dar problema ver a Virgínia. O que deu com a Virgínia já. Eu vou ter que dar a cortar. Eu não falei essa, porque aí o meu histórico já me condena. Estão acusando ela de racismo, né? Pois é, velho. E aí você pega assim, se você entrar com um estrangeiro falando inglês com chinês dessa maneira...

você não vai conhecer a China. Você acha que conhece. Aí você grava uns videozinhos no YouTube, no Instagram, falando que você conhece, que você não mora. Tipo assim, eu não respeito. Eu escuto, não vou criticar. Mas assim, eu entendo que aquele cara tá vendo a parte, a ponta do iceberg. Ele não entendeu como os chineses pensam. Quando você fala a língua dos caras, o nível de amigo que você faz é outro.

Aí você conhece chineses muito legais de coração, que não vão ter esse interesse. E aí que eu comecei a fazer amigos da motocicleta, que eu andava de moto lá, tinha o grupo de motocicleta, que é o cara que não falava nem hello. E ele tava comigo, não por interesse eu ser estrangeiro, porque eu falava mandarim com ele e gostava do mesmo hobby.

E aí eu tinha os caras de academia, eu fazia academia e tinha os caras assim. Tinha os caras, vamos falar, do jiu-jitsu, depois... Então essa galera que você faz de amizade, que não fala, são os verdadeiros amigos, que é os que eu tenho até hoje, assim. Não tô falando que os outros você não tem, mas acaba se tornando colegas, algumas se tornam amizades verdadeiras, mas talvez... Até gostaria que quem comentasse assim, quem já morou, mandasse mensagem depois, porque esse é um reflexo de quem fica lá e tem isso.

Olha o que os caras acham de você. Já já o Léo Lins vai estar xingando o Xandão em Mandarim. Olha a ideia que os caras têm do Léo Lins, cara. Não, mas dava para ver que a galera ficava... Não sei se você lembra, a galera ficava surpresa quando o Lico falava em Mandarim. É? Porque... Eu acho que talvez... Se eu não olhar e ver que é um oriental, eu acho que pegava de surpresa. Ele não chegava, acho que de cara também falando. Ah, deixa desenrolar aí.

Não, mas tem uma estratégia pra isso. Você, quando falava em chinês, você é tratado como chinês. Você sabe as regras do país. Você sabe que isso não pode. Você sabe que isso não sei o quê. E aí, às vezes, eu era o gringo. O quê? Não estou entendendo. Tanto é que eu já fui preso na China. O quê? Eu quase fui no Brasil.

Qual foi? Eu fui preso na China. Olha só que bizarro. Era pra eu ficar 15 dias preso e na China tudo você negocia. Eu fiquei 5 na minha negociação. Então vamos lá. A regra no estado de Cantão, na província de Cantão, não pode motos acima de 250 cilindradas.

Eu, gringo, moleque, primeiros dois anos, fora da lei, faço o que quero, é meu país, ninguém entende. Eu não falo chinês, que você ficava assim, qualquer hora que um chinês viesse te encher o saco, um policialzinho, você falava assim, não, eu não falo chinês, eu quero... Tá bom, é o gringo se divertindo aí, deixa ele aí. E aí eu lembro que eu consegui meio que contrabandeado uma bandite 600 assim, e a gente pegou, a gente dividia entre os amigos, eu tinha essa moto dessa.

Andava com essa moto, sempre andava pra um tal lugar e tal, e não dava nada. Quando vinha alguém, ah, não, o quê? Ia. Louco, né? Moleque e tudo. Aí um dia, eu fui, era um feriado chinês, e eu falei, pô, vou pra praia de moto. Vou pegar a serra de moto, tudo, fui pra lá. Quando eu fui, nessa vez eu fui com uma menina junto, a gente foi, uma brasileira, a gente foi na Garufa, de moto pra lá, e ela chegou assim, tinha meio que um comando.

E, cara, se eu só tivesse... Eu já tinha passado por antes pra esse comando chinês. Era só ir reto. Tipo, o cara, ele faz assim, sabe? Ele não te perseguia, o gringo... Ia seguir a mesma linha. A menina falou, não, não, para, para. Que isso, que isso, que isso? Eu meio que fui na onda dela. Não, não, não, não. Tá bom, vai, vou parar aqui. Peguei bem um policialzinho daqueles novos. E o cara, não, não, que isso? Como assim, estrangeiro? Que moto é essa? Cadê a carteira da moto?

Aí não tinha. Cadê o documento? Porque lá você precisa ter carteira chinesa pra dirigir. Aí estrangeiro pide e não serve pra nada. Ah, é? É. E aí... Hoje eu tenho. Naquela época eu não tinha. Mas mesmo como turista? É. Você não pode alugar casa. Não vai conseguir. Aí chegou assim e o cara falou, não, não é possível. Rádio, rádio. Muito policial. TV. TV? Sai na TV. Aí assim, gringo dirige moto sem carteira e tal, não sei o que. Aí era assim, era tipo feriado.

Pensa que essa é o feriário de outubro, que é de 1 a 10, que é o parecido que a gente pegou.

Eu já recebia grupos da China. Empresários. E aí ele falou assim, cara, você vai ser preso 15 dias? E era tipo assim, final do feriado, dia 8? Eu falei, não, cara, tá chegando gente em 3 dias pra eu trabalhar. Eu vim pra cá pra trabalhar, se eu for preso, a galera que já me pagou tá vindo. Aí ele falou, não, cara, mas você fez o crime, você tem como... Eu falei, cara, pelo amor de Deus, o motivo que eu tô na China é trabalhar e se eu perder isso, não tem fundamento.

Aí tipo, fiz um loop e o cara... Aí o policial... Lá na China é muito resenha, naquela época. Hoje nem tanto. Você trocava ideia assim, né? Aí o cara olhou assim...

tá bom, vai fazer seu trabalho e volta pra ser preso depois que maravilha é que nem o Lene o Lene eu tava fazendo preso e falava cara, eu tenho um podcast pra fazer hoje vai lá, faz um podcast volta aqui você não conhece

O cara foi de boa. Aí eu falei, tá bom. Se você não voltar, eu vou te caçar. Falei, não, não, não, cara. Beleza. E aí, enquanto isso, eu fui trabalhar. Eu casei um advogado. Fui buscar. Aí eu tinha um restaurante, um pub que eu sempre ia. Quando eu cheguei no pub nessa mesma noite, todas as garçonetes neles, ah, te vi na TV. Porque eu saí na TV nacional. Que legal. O estrangeiro que dirigiu e foi preso. Aí o advogado foi e falou, não, tá bom, vamos lá.

O da Atena de lá, né? Aí eu fui lá com o advogado que eu contratei. E primeiro, no começo, quando você era moleque, já não tinha grana, você nem tem dinheiro pra pagar, você é tudo irresponsável, tudo errado, pega dinheiro, paga advogado e tal. Cheguei lá, o advogado falou, não, calma, eu vou resolver. Aí colocou numa mesa aí, quando eu fui voltar pra ser preso, então passou o trabalho, vou ser preso. Aí eu falei assim, aí o advogado, pô, policiaul, então eu falava, você é o advogado? O Vilela aqui é o delegado? Ele falou, pô, delegado. O advogado falou assim...

Cara, é um antestrangeiro, cara. Relaxa isso aí, cara. Vamos lá. E aí o que acontece muito na China? Tem um negócio que chama mienzi, que é rosto. Eu preciso dar rosto pra você dependendo do seu poder pra eu manter troca de favores. Rosto, ou como eu vou me portar, o que você vai pensar. E assim, tem muito isso. Mas qual seria a palavra em vez de rosto aqui?

Dá minha cara a tapa, minha reputação. E aí vamos falar assim. Eu não posso dar meu outro assim. E aí, pô, tá um advogado que eu contratei, que teoricamente ele é conhecido. O policial, o delegado, não pode cagar na frente do advogado porque ele quebra o rosto.

desse advogado. E o advogado, meu, não, pô, eu sei que você é um delegado aqui, muito ocupado, meu, vossa excelência, tipo, autoridade, dá um cigarro mais caro, e ele levanta a bola do delegado, porque se ele não levanta, o cara fala assim, pô, tá quebrando o rosto também dele. E aí chegou assim, o cara chegou e falou assim, pô, o delegado, cara, você saiu na TV, não tem como você não ser preso.

Vamos fazer o seguinte... Tipo, vai ficar mal, né? Vamos fazer o seguinte... Aí ele olhou pro advogado, em vez de 15, fica 5 aí. Fecha em 5. Eu não queria, mas eu negociei minha sentença. Eu faria esse acordo. Eu faria esse acordo. Eu faria esse acordo. Aí foi o advogado e falou assim, meu...

Aceita isso aí. É. Cinco dias, rapidinho. Não deve ser de uma cela ruim também. Calma que eu vou chegar lá. Aí eu falei assim, cara... Ele foi estuprado. Nisso não. Ah, eu achava que tinha um... Aí eu falei assim, cara... Não tinha o que fazer ali. Não tinha outro. Eu já tinha de 15 para 5, né? Para ganhar. Aí eu falei, não, tá bom.

Aí ele falou, tá bom, então você vai ser preso hoje, tudo bem, você não precisa nem de pertence e tal. Aí abre aquela menina... Foi Shenzen? Foi Shenzen. E aí aquela... Aí, tipo, aquela mesma namoradinha brasileira, ela falou assim, ela falou, pô, eu vou na embaixada, eu vou no consulado, eu vou ver o que eu vou fazer, tal, não sei o quê. Falando, tá bom. Tipo, aí, mó bad, né, naquele momento. Você tem mó cara daqueles filmes que o cara vai preso injustamente, sabe?

Tira que todo o mapa da prisão está no corpo dele e ele faz um motivo para escapar todo mundo. E assim, aí eu falei, pô, não deve ser tão mal. E o que é interessante saber? Para não falar que eu tenho, tipo, criminal record. Não é isso. A China tem a prisão criminal e eles têm um negócio que chama punições administrativas.

Ah, você não chega lá agora e o cara vê na tua ficha... Não, não tem o criminal record. Ah, ainda bem. E aí, qual que é essa punição administrativa? A mais grave era furto. Então, furto era uma punição administrativa, você ia ficar um mês preso. Então, mais ou menos, era o máximo ali do que ia ter. O resto, acima disso, era maior crime.

E assim, as celas eram divididas pela sagrade do crime. Se você furtou, você atacou outros caras que furtou. Se você fez isso, se você fez tal, não sei o que. E o que era engraçado? Nessa época, beber e dirigir não era crime. Como no Brasil no passado. Era uma punição administrativa. Então até onde eu tava lá, adiantando um pouco, tava o diretor China, um coreano, da LG.

Então o cara da LG, o diretor, tava porque ele foi pego dirigindo bêbado. Mas eu falei, ah, não deve ser tão ruim, beleza, cheguei lá. Aí você entra naquele lugar, o cara fala, beleza, aqui é seu supertenso. Põe nesse negocinho no armário. Aí você guarda celular, guarda tal. E aí ele fala, ó, essa é a próxima fase. Aí qual que é a próxima fase? Ele me deu uma camisetinha rosa, um shortinhos rosa.

Aí ele falou, ó, você dobra sua roupa e coloca aí. Falei, caralho, velho, pijaminha, velho, prisão mesmo. Aí fui, dobrei minha roupa. Agora vai chegar quem vai te botar pra lidar. Aí dobrei, coloquei pra dentro, coloquei tudo, fechou. Aí o cara, beleza, toma, tá aqui sua caneca, uma caneca de plástico. Tá aqui o seu pote pra comer.

pote, tipo uma... tipo uma bacia de plástico, assim, e uma... Eu falei, tá bom, aí você vai indo, não tem algema, nada, você vai andando, o cara vai te levando. E aí, quando chegou na cela, que você imagina que é uma cela, cara, tava numa cela, grade mesmo, prisão, com outros 15 caras, só que eram outros 15 estrangeiros. Nossa.

E assim, aí desses 15, 10 eram tipo uns negão africano. Eu falei, caralho, velho, fodeu, mano. Vai dar treta essa porra. Vou ter que brigar, vai ser foda. Uns caras mal encarados, olhando assim. Falei, nossa, cara, fodeu. Tem que dormir encostado na parede. Fodeu, não cabe 15 caras nesse barato aqui. E eu falei, mano, aí chega lá. Primeiro, o pior ponto pra mim, pior. O banheiro não tem... Era um vaso daquele chinês que você agacha. Vocês chegaram a ver algum lá? O vaso turco, que é o buraco.

Hoje já tá cada vez reduzindo. No meio, não tem paredes. Então era no canto. Tipo, a gente tá aqui numa sala, ali no canto. Mano, isso pra mim é o mais foda. Tipo, eu sou um cara assim, tranquilo, mas você pegar com um estranho, agachar ali no meio, é foda. Pra mim isso é o mais foda. E o chuveiro, a mesma coisa ali. Então você faz... É. Você toma banho ali, como tinha essa paredinha.

Então assim, isso era embaçado pra mim. E aí, o que que eram os outros criminosos que estavam ali? A maioria era visto. Então tinha lá um cara de Gana, extremamente intelectual, falava muito bem inglês, que ele falou, cara, o cara que me vendeu meu visto fez um visto falso. E tipo, me pegaram, você via que era um cara que não parecia ser mal, né? E aí, pô, tô aqui, não sei, ele vai esperar pra ser deportado e tal. Aí tinha um nigeriano, eu lembro dele.

Esse nigeriano, cara, você via no cara que não era um cara bom, né? E aí eu sabe, tinha uns africanos que eram conhecidos por ser trafica dealers, como em vários países que tem aí. E aí você viu, cara, esse cara é muito dealer. Ele, não, porque não sei o quê, deu um probleminha aí, não falava o que era. Provavelmente também foi um cara que veio legal, sem vista e ficou. Aí tinha três caras do Mianmar, esses caras nem falavam inglês.

Mal falavam chinês básico, porque eram uns caras que, tipo, tinha fábrica naquela época, deve ter algumas ainda, que pegava os estrangeiros de Mianmar, assim, e jogava pra fazer trabalho escravo. Então aí pegou os caras, deixava pra trabalhar na fábrica, a fábrica tomou uma blitz, apreenderam os caras pro trabalho irregular, eles estavam lá esperando pra ser deportado pro Mianmar. E aí tinha lá um cara, outro cara de Gana, que era um professor de taekwondo, que também tava esperando, maioria visto. E aí só tava, quem que não era visto? Eu e esse cara do... da LG.

Ah, da LG. É, que era o diretor da LG. E quando eu cheguei lá, e qual que era a comida? Você tinha uns chores, tipo uns chores que você ia fazer, de manhã todo mundo a gente tinha que lavar. A cela dos estrangeiros, a gente tinha o privilégio de sair, varrer em volta de todo mundo, lavar o chão de todo mundo. Então a gente tinha uns privilégios, que era isso. Só que eu não acho que era... Naquela época eles venderam como privilégio.

Só que eu vou te falar, hoje, pensando, cara, deixa os estrangeiros limpar o chão aqui. E todos os chineses viam. Era o contrário. Deixa esses caras. Era uma mena de mocas. Você pensa assim, pô, você tá saindo da cela. Era o que eu pensava. E não era, cara. Põe os estrangeiros pra lavar tudo aí que eles fazem. Eu lavava tudo, não sei o quê.

E pra dormir tinha uma regra que você não podia todo mundo dormir. Tinha que ter duas pessoas de turno acordada. E a gente fazia turno de uma em uma hora. Tipo, todo mundo tinha que estar uma hora acordado à noite. E aí o cara passava olhando assim. E se ele visse que não tinha ninguém, ele batia assim na cela. Plá, plá, plá, plá, plá, plá. Acordava, cadê o turno? E aí você ficava puto, que a galera sabia que era o seu. E você não tava lá.

E segundo, a comida era tipo assim, era uma sopa de cebola. O que é uma sopa de cebola nesse conceito? Água, joga cebolas descascadas dentro. Aquela água com a cebola cozida é a sopa.

É um chá de cebola. Como que você conseguia consumir proteína? Então olha o que a gente vê hoje. Como é o presídio lá? Esqueci o nome do cara do El Salvador lá. Como é o nome do cara lá? Será aquele que ele fez? O Bukele. É, o Bukele. Ele falou assim... Teve até o documentário novo do trailer do Brasil Paralelo. Ele chega lá no Bukele e ele fala assim... Pô, mas você não dá proteína pros caras? E ele responde assim... Mas por que eu quero deixar eles fortes?

E aí tipo, cara, já tinha isso lá. Porque era tipo... Sopa de cebola, arroz e legume.

E aí você falava assim, pô, não tem carne? Tem se você comprasse. Olha como é legal o esquema capitalista. E aí você tinha que ter um cartão, que no fim essa menina colocou um dinheiro pra mim, e aí eu saquei que o coreano lá, a galera respeitava ele pra cacete, porque ele comprava ovo cozido pra todo mundo.

E tipo assim, cara, a galera sem grana, sem vício, sem trampo, que trabalhava na fábrica, e eu comecei, quando ele foi embora, ele foi tipo dois dias depois, aí ficou eu. E aí eu comecei a comprar ovo cozido, comecei a comprar coxa de frango. Aí tipo, sei lá, eu gastei nos três dias 150 reais. Mas tipo, eu paguei os caras, por caralho, Lincoln. Então eu ganhei o meu respeito ali, meio da cela, comprando ovo cozido e frango. E aí eu fui...

Eu nem sei porque a gente entrou na sala da cadeia, mas agora eu lembro, não sei como chegou isso. Eu lembro do tempo que ele...

ficou lá, porque o cara... Eu conheço, exato. Você sabe realmente como é. Eu passei por cada pegada, negociava, não era uma época que no Google não funcionava direito, não tinha tradutor. A gente conversou isso lá quando eu fui, obviamente, mas não é que você foi pra Austrália? É meio semelhante ao Brasil, o nego vai pegar onda, surfar, mas foi em China? Por que tu foi parar na China?

Cara, eu fui porque eu trabalhava numa empresa. E aí eu vim de família muito simples. Sempre fui de família pobre. Não tinha nada. E num determinado trampo que eu fui crescendo, crescendo, crescendo. Chegou um cara que era um executivo de uma empresa. Ele gostou de mim. E ele falou assim, num almoço. Lincoln, você tem que aprender a falar mandarim. Aí a minha primeira reação, esse 2006, 2005. Eu falei, o que é mandarim? É. Aí ele falou, mandarim é o que a China fala.

China? Ali é, cara, China. China é a próxima potência mundial. Em 10 anos, 2015, vai ser um... Eu falei, caramba. E eu não tinha muitos mentores. Porque hoje é fácil falar isso agora. 10 anos atrás, né? Eu não tinha muitos mentores. 20, 2005. 2005. Aí o cara falou assim, pô, cara, estuda mandarim ao futuro.

E aí eu comecei a estudar mandarim. E aí meio efeito borboleta, em cascata. Começou a fazer isso, aparecer. Apareceu uma empresa chinesa. Eu comecei a conhecer o chinês e foi indo. E eu vi os vídeos do YouTube pra aprender chinês. Até que oportunidade, eu fui pra lá. Então esse foi o Conjú. Mas quando eu fui pra lá, eu morei num apartamento que era em cima de um mercadão de legume. Lá, o conceito de feira, que a gente tem uma feira em cada lugar, as feiras lá são fixas.

Na rua? É. Então assim, a gente tem uma feira na rua, mas assim, terça é aqui, sábado é ali. Lá, todo dia, tem a mesma feira no mesmo lugar. Porque o chinês gosta de comer muito fresco.

Então ele vai ter que comprar o legume do dia, cozinhar aquela refeição no almoço, o que sobrou de legumes ele vai cozinhar pra janta, no outro dia ele vai comprar de novo. Então é muito comum você falar assim, vê três pedacinhos, vê 300 gramas de bife, porque ele vai fazer pra aquele dia ali. Então tem sempre esses mercados. Eu morava...

no quinto andar, num prédio sem elevador, em cima do negócio. Cara, tinha muita barata, tinha muito rato, era o meu banheiro, que era aquele de agachar, era integrado o banheiro com o chuveiro no mesmo cômodo, porque não tinha espaço. Então foi muito ruim o começo, mas aí foi evoluindo. Esses perrengues, essas coisas me fazem assim, essa galera que vai pra lá agora, chegou em 2016, é outra realidade.

tipo o cara não passou o perrengue, ele já foi falando inglês já tinha ferramenta, já tinha manuais já tinha um monte de vídeo explicando o que fazer eu tive que cortar muito mato acho que essa é a diferença que eu realmente falo com propriedade de China do que outros que vão eu falo bem a língua, talvez por essa questão do DNA do Assassin's Creed ou porque eu me emergi diferente, tem vez brasileiro não é, às vezes para os Estados Unidos e eles ficam na comunidade não adianta quando eu trabalhei na Huawei, que é essa empresa chinesa antes de ir para a China vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai

os brasileiros não gostavam de mim. Eles tipo me zoavam, que é chinesinho, chinês falso, porque eu queria ficar com os chineses. Eu falava, cara, eu tenho a chance de ficar com os chineses, que é empresa chinesa, eu vou ficar com eles. E eu praticava, mandava e-mail meio que em mandarim, falava com os caras. Eles gostavam de mim, então eles me chamavam pra jantar na casa deles. E eu fui cada vez mais imergindo na cultura. Se não fosse isso, se eu fosse viver como um gringo, de novo, efeito borboleta, nada disso teria acontecido.

imagina, então vamos lá a gente chegou calma, tem tempo a gente chega em Hong Kong, vai direto pra Macau Macau é isso que o Léo falou a gente entrou em Macau porque eu falei do dinheiro falei da corrupção aí de Macau

O que a gente vê em Macau? Macau a gente vê o cassino, vê o negócio maluco, que é uma cidade absurda. A gente falou que foi o melhor café da manhã em variedade. Porque tinha ostra. Foi impressionante. Eu tentava manter o jejum, mas lá não tava. Não, não tem coisa.

Todo dia o Léo falava assim, eu vou fazer jejum. Por causa tanto de saúde. Pô, ele tem o Léo, treina, liga pro corpo. Ele falou, cara, tô engordando demais, eu vou dar um reset no corpo. Inclusive eu fiz esses dias, eu fiz 60 anos. É, porra, dá uma ideia. Aí ele foi fazer, ele falou, Léo, aqui tem que quebrar, cara. Olha esse café. Aí ele, tá bom, vai, eu vou quebrar. Aí ele, não, mas agora eu tô de jejum. Aí ele nunca conseguiu.

Não dava, velho. Hoje em dia, o café da manhã foi surreal desse aí, velho. Tinha uns bagulho indiano lá, que eu me amarro com comida indiana. Cara, demais, demais. Mariedade absurda. Demais, demais.

E aí, Macau, o que eu queria era fazer esse do Bang Jump que eu tinha ido lá e não tinha tido tempo. E o calor, né? Lá tava calor. E aí a gente pegou um perrengue do Léo, que ele falou, a gente foi seguindo o GPS dele. É. Ele saiu nas docas. Ele foi nas docas escondidas. O cara estava travado mesmo. E aí o cara querendo ajudar do hotel, falando, não, é ali. Aí o Léo, não, pô, é aqui, discutindo o mapa. Aí a gente foi ver, a gente estava errado mesmo. A gente viu a igreja de São Paulo.

A gente viu, como é o nome da casa do cara do local? Que era o início dos cassinos. É, o cara que comandava o jogo, que era as casas de Fenten, que era um outro jogo lá chinês e aí depois virou os cassinos. A gente comeu o pastelzinho de Belém. Esse é o... É São Paulo, é São Paulo. Sobrou só a frente, porque pegou fogo. Mas pra quem tá vendo, é oco mesmo, é só uma parede. Só a fachada que ficou de pé porque pegou fogo na parte de trás.

E é bizarro porque é São Paulo. Não é Sempo, é São Paulo. Ah, engraçado que na volta, quando eu tava indo pra Zurique na volta, eu sentei do meu lado um macauense, um chinês. Um chinês, né? Eu falei, pô, cara, que legal, você trabalha. Ele falou, não, todo ano eu viajo, pelo menos uma vez internacional. E assim, todo ano viajar internacional de business, no Brasil, o cara não consegue. Qualquer um consegue. É um puta trampo. Pra Suíça ainda.

Aí eu falei assim, pô, mas onde você trabalha? Ah, no governo. Eu falei, entendi. Aí como ele falou assim, eu falei, mas o que você faz? Aí ele, não, eu trabalho na Associação de Habitação. Aí eu falei, o que é Associação de Habitação? Em inglês, né? Aí eu falei, o que é Associação de Habitação? Aí ele falou, não, é quando os chineses, a população vai lá reclamar de alguma coisa de documento da casa. Então ele é tipo um poupa-tempo da habitação, assim que ele faz isso lá, né? A gente fez Macau, foi o mais legal de Macau, esse contraste português.

O que a gente comeu em Macau? A gente almoçou o quê? Macau acho que de diferente. Foi o primeiro dia que a gente só pegou comida lá no bagulho do hotel mesmo, que era aquele... A gente comeu muito no café. Eu fui pegar um chá, que era um sorvete maluco lá. Verdade. Comemos no café, acho que aí comida... Foi o pastel de Belém deles. A noite a gente comprou? Foi que a gente comprou uma mala sua já? Foi. Mas eu não lembro de comida lá, não, realmente. Eu não consigo lembrar. Era o pastel de Belém deles. Não, a noite.

Putz, no primeiro dia eu lembro que foi naquele... No Macau? Lá no hotel mesmo. Foi no Venetian. Que eu fui pegar um... Ah, é, cara? Foi. Foi no fast food. Tipo um Five Guys da vida, um bagulho assim. Ah, verdade, verdade. E aí no segundo... Ainda depois no segundo a gente já foi. Já saiu o Five Guys do outro. No segundo a noite a gente não... E não é In-N-Out. É o... Shake Shack. É, é o Shake Shack. Shake Shack. É, Shake Shack. Exato. Não, agora um detalhe. Detalhe de compras do...

é, as placas eu não vou falar dessa vez tipo, o Ranzinza com essa cara, como que ele compra as coisas, tipo, você não compra eu compro demais aí com o Vilela, como é que ele foi pra comprar uma mala

Caralho. Primeiro, ele sabia o que ele queria comprar. Ah, sim. Não, ele terminou nem comprando. Ele, ah, a mulher não me convenceu. Caralho. Depois de três horas. Eu tenho que trocar ideia com a pessoa. Como assim, vai? Caralho, vai ter que trocar ideia, vai? Se você acha que a sua mulher demora para escolher, você não comprou com o Vilela. Eu demoro. Eu demorei para escolher a mesma mala que eu já tinha comprado. Exato. Ele voltou.

Eu falei, joga um cara ou coroa aí. Olha um lado, o cara é a cinza, a coroa é a preta. Ele já comprou uma mala. Vai lá, maluco. A gente comprou umas coisas, foi comprar umas roupas, estava faltando espaço, ele pegou uma mala. Foi, foi. Vou voltar com duas malas. E uma quebrou, estava quebrando. Chegou a quebrada. E aí ele foi sair e falou, não, preciso da mala. Passou três horas e voltou com a pochete. Eu falei, mas vai caber tudo aí? Aí ainda é de... Aí é Macau. Macau ainda? Macau, é.

Ainda não tem aquela cara de China que a gente vai ver nas outras cidades. Aí tem essa mistura, tem aquela coisa... Dá pra ver que tem a parte escrita lá, meio mandarim chinês e a parte ali, canto superior esquerdo, tudo fodido português. Português, Brasil.

influência brasileira também, né? Tem muito lugar, assim, que parece 25 de março. Tem aqueles, sabe, aqueles ar-condicionados tudo pra fora, né? Muito, muito. E a gente caminhou mó cara, que a gente tava caçando um lugar pra fazer e a gente foi entrando nos becos, nada a ver, assim, por lá, pô.

Total. Não, é mó da hora. É muito legal, cara. E a grande atração, vocês não foram, que é o que eu falei, que é esse bug jump no meio da cidade, que é muito legal, porque eu já tinha ido nos afastados, no meio do mato, mas na cidade é legal, que lembra mais suicídio. Então, você vê os prédios ali, dá um certo, mas foi da hora, foi puta experiência. Ah, ir lá em frente à caneta. A gente bem vestido aí, né? Olha só.

Eu trajando o meu manto, corintiano. É, eu fazendo propaganda. Mas assim, se o Vilela embaixo estivesse com uma calça preta, com tênis preto, estaria legal. A bermuda rosa devia ser, né? Sei lá.

E aí de Macau a gente foi... Não, não foi Hong Kong. A gente foi pra Shenzhen, eu acho. Talvez. De Macau a gente foi pra Shenzhen de ferry. A gente pegou o barco. Foi Shenzhen. Lembra? A gente pegou o barco. Foi Shenzhen. Porque assim, você tá em Macau, você quer ir pra Shenzhen, você tem escolhas. Macau, a cidade... Como Hong Kong faz fronteira com Shenzhen... Hong Kong faz com Shenzhen. Macau faz com Zhuhai.

Então a gente poderia ter... Coloca no mapa aí para o pessoal ter uma ideia do que a gente está falando. Essa região que ele está falando aí. Aí tem um delta ali, vamos falar assim. Se digitar Guangzhou no Google Maps, aí dá para pegar assim. E aí a gente poderia entrar em Zhuhai, pegar um trem-bala para Shenzhen. Essa é uma escolha. Ou... A gente poderia pegar um carro e ir para lá. Ou, como é um delta, é um triângulo, né?

A gente cruza pelo mar por aqui de barco, que foi o que a gente fez. A gente pegou no meio do mar, assim, atravessou, porque é justamente mais perto. Então foi isso que a gente fez. A gente foi de ferry. O barco não chama barco, chama ferry. Extremamente confortável. Muito rápido. Chegamos lá. E aí sim, a gente deixou de estar. A gente já chegou em Hong Kong.

Tinha chegado em Macau e começou a entrar na China, que aí começou a dar problema na internet, já não tinha internet ali quando chegou. Internet, eu acho que você fez a mesma coisa que eu, né? A gente pegou um aplicativo, você chegava na cidade, já comprava o aplicativo, baixava e funcionava, não é? É, eu já tentava comprar antes até pra já chegar com ele funcionando. Mas mesmo assim, mesmo com VPN e tudo, e aí foi o Lincoln que falou isso, que dependendo do que tá rolando lá, às vezes pode estar melhor ou pior, né?

A internet, se tá tendo algum... É, mas quando você baixava o aplicativo, não precisava de VPN, se não me engano. Ele já era...

O chip funcionava de forma, né? Tá em Fochão. É. Ah, agora dá pra ver certinho. Dá pra entender aí? Você tá entendendo? Olha, Macau, Hong Kong. Esqueiro tá Macau. Olha só. Olha lá. É um triângulo, né? Isso. Aí olha que tem uma rota ali que é justamente aquela estrada que a gente pegou. A ponte barra estrada. Então entre Hong Kong e Macau tem justamente ali, ó.

essa estrada que a gente foi. Beleza. Agora, se a gente pega do lado de Macau em cima, que é o primeiro nome em chinês, tá escrito Zhu, Z-H, U-Hai. Zhu Hai. Zhu Hai. Essa aí que eu falei. Então, quando a gente sai de Macau, a gente entra no Zhu Hai. Agora, olha onde a gente foi ali, lá no canto direito superior, Shenzhen. Então, mas a gente atravessou, então, de... De mar. Muito mais rápido, né? Foi, foi. Tipo, ao invés de fazer todo esse triângulo, a gente foi direto. Então, essa foi a sacada que a gente poupou tempo.

em Chen Zen, coloca as fotos aí Chen Zen, qual que era? Chen Zen chegou foi o primeiro de pescador que em 40 anos virou ah, verdade a gente chegou na primeira noite é lá que teve aquele show de LED no prédio? foi a primeira noite que a gente foi que foi o LED a cidade em sincronia você tá dentro da máquina de fliperama no bago surreal, né? você tá lá

E os prédios começam a fazer graça. É Blade Runner do real, né? Surreal, surreal. Será que tem... Você acha vídeo pra... Foi lá? Foi Shenzhen que a gente foi na loja da Kickstarter também? Sim. Puta, aí foi legal. Foi no outro dia. Mas peraí, a gente chegou à noite, viu esse show de luzes, a gente foi no restaurante. Aí quase você pulou o italiano lá, lembra? Ali ele tava muito zumbi, que a gente conheceu o italiano naquele bar, no tour das baladas. Foi, foi, foi. Ali ele já não tava... Ah, eu já queria... Tava uma zumbiza...

A gente falou assim, o Leo falou, puta, já não tá mais ele. Você tava andando meio assim, sem falar. Tinha só carregado. A gente fez um tour pelos bares de Shenzhen. Ele apresentou que a gente tava num beco, saiu outro bar, outro bar, outro bar. Qual que é a história daquele cara? Aquele cara que é legal. Ele chegou um pouquinho depois de mim, na China. E aí a gente se tornou muito amigo. Eu comecei a ser segurança de bar. Porque no começo, quando eu abri a empresa, a empresa tava dando dinheiro. Eu fiz segurança de bar por três anos. E aí o cara precisava de um promoter.

Um cara é criativo. Ele falou, cara, você não conhece ninguém pra promover festa? Eu falei, cara, eu conheço. Porque a gente promovia festas no meu apartamento. E meu apartamento tinha inicialmente era um apartamento de dois quartos que eu dividia com um moleque, 50 metros quadrados e a gente colocava, sem zoeira, a gente colocava 60 pessoas lá dentro no apartamento de 50 metros. Eu não sei como. A gente colocava lá, eram umas festas que a gente dava. Reclamando da prisão com 15. Não cabe, não cabe. E aí...

Ele ficou famoso pelas festas, eu e ele? Eu era segurança, eu fui perdendo isso, e ele falou assim, cara, eu quero trabalhar com festa. A gente chegou a trabalhar junto na trade, a gente fez alguns negócios juntos, a gente vendeu memória RAM pro correio italiano através dele, pra HP na Itália. Então a gente fez um negócio maluco através dele, porque ele vendia pra Itália quando a gente fez as tradings. Aí ele falou assim, cara, o que eu posso fazer na minha festa de estreia?

O que eu posso fazer pra chamar atenção? O negócio que Shenzhen nunca viu, e só tinha um bar naquela época de estrangeiro.

Era tanto estrangeiro que contrataram dois seguranças pra lidar só com estrangeiro. Os seguranças chineses lidavam com chinês. Eu não podia encostar em chinês. Todas as brigas de estrangeiro, aí sim eu tinha que ir lá e separar as brigas. E aí, assim, como que ele vai fazer os estrangeiros irem mais nesse bar? Como é que eles iriam dar mais barulho? E aí ele fez o primeiro Wet T-shirt Contest da cidade. O primeiro concurso de camiseta molhada da cidade de Shenzhen. Nossa senhora!

cara, mas bombou demais a festa toca aí o show de luzes olha isso, cara é, isso aí tá pegando tipo um prédio era legal ver de longe aqui dá pra ver um prédio, agora aqui dá pra ver todos os prédios estão na mesma sincronia então ali tem azul, aí ele muda pra vermelho muda pra fogo, muda pra explosão

E não é um, deve ser dezenas E não é que era um evento nesse dia Todo dia, toda noite Toda noite, às oito da noite, fazia isso E aquilo que o Léo falou, Leni Você não vê papel de bala no chão Você não vê lixo, não vê nada

E é muita gente na rua circulando. Em motinho, né? Motinho. Também, também. Eu não sei como a gente não foi atropelada. Todas as cidades com muita vida. É isso também, não é? É que às vezes a Europa você vai e já tá cheio de velho. Por que a galera não fica em casa assistindo televisão, por exemplo? Por que a galera tá na rua? Primeiro tá todo mundo trabalhando. Não, insegurança. Não, não acontece nada na rua. É o país mais seguro.

Eu já viajei. Você andava com a puta câmera lá, filmando com tudo, né? Não sei em que...

Você mesmo roubou, né? Só você roubou. Não, não, eu e o Léo, cara, tinha uma mina dando muito mole com um iPhone pendurado na casa. Falei, cara, vamos roubar só pra ela prender, não ser trouxa. Não dá, não dá. Não dá, cara. É muito otário, velho. É muito otário esse chinês aí. Mas lá em Hong Kong, teve uma hora que eu deixei a sacola lá, fui até com vocês na loja, fiquei olhando a distância. Tipo, claramente tinha um monte de coisa eletrônica lá dentro. Cara, a galera passando nem olhando. Nada, nada.

Isso é muito legal, né, cara? É o sonho de morar aqui. O máximo é de troca, teu celular tá muito velho. Vou deixar o 17 aqui. É o contrário, né? Tá andando com 14 ainda, velho. Olha lá.

Ah, foi no dia seguinte isso que a gente foi, né? Foi, foi, foi. Cara, esse é aquela... A feirinha, a feirinha ali de rua. Nossa, que feirinha legal. Essas feirinhas de rua são mó da hora. Não, e eu levei pra vocês comerem, vocês comeram snacks de diferentes, eu escolhi de cada cidade diferente, pra vocês provando. Explique esse negócio, a culinária ela muda, né, dependendo da região. Ah, eu acho que a gente introduziu, falando que eram 50 etnias.

A gente introduziu que eram 2 mil dialetos. Então seria como você fazer a Europa toda e falar, agora vocês são um país só.

obviamente você vai ter culinária italiana, francesa aqui a gente já tem isso, né? culinária gaúcha diferente da... mas eu acho que a nossa é muito parecida, não muda tanto porque a nossa base é arroz e feijão não muda radicalmente tem pratos, lá muda radicalmente vamos pegar uma grande mudança na China meio pra baixo, arroz

Meio pra cima, massa. Então come muito mais macarrão. Porque precisa de um clima que favoreça arroz. Mais quente. E pra cima, quando é mais frio, você planta trigo no frio. Então assim, as massas, as coisas de macarrão, vão tudo pra lá. O chinês do norte consome muito mais carne. Muito mais. E é nítido pelo tamanho.

Aí o pessoal lá de Pequim, que a gente foi lá, até Xi'an, são chineses maiores. A gente começou... Lembra aquele hambúrguer chinês que a gente comeu lá em... Sim! Ou aquele macarrão mexido com ardido. Sim, sim. Eu não estou lembrado. Que comida foi essa? Essa foi uma que eu fui coletando um pouquinho de cada lugar, como se fosse num pra pesar. E era como uma comida ardida. Eu falei, olha, eu vou pedir 100 pimentas, mas vai ter uma pimenta que não tem no Brasil, que se assemelha ao jambu.

que se chama pimenta-formiga. Que adormece um pouco a língua. Aí você vai comer, tipo assim, a gente comeu, comeu, comeu, aí ardia um tempo, formigava, sumia. Não, isso é muito bom, velho. Isso é muito bom. Conheci aqui como Sichuan Pepper. Eu não sei se ela é... É isso mesmo. É isso mesmo, né? É porque é uma da culinária de Sichuan. É que tem outro nome, mas assim é daí. Tem vídeos aí, Lene?

E aí a gente foi experimentando, assim, porque acabava matando a fome porque comia um pouquinho aqui, comia um pouquinho ali. É, não, eu fui experimentando um bando de coisa. Tinha um pão também que era muito bom. O pão é engraçado que é da província de Fujim. Fujim tem uma curiosidade que, assim, a gente foi na província de Cantão. Logo na direita é a de Fujim.

E o que é legal da província? Os Chinatowns pelo mundo foram abertos por pessoas de Fujian e de um pedacinho final de cantão que se conecta com Fujian, que é os caras que não falam cantonês, que não falam mandarim, eles falam uma língua deles específica que chama Chaozhou-nis, que é a região de Chaozhou.

E aí esses são os caras mais conhecidos que são os desbravadores chineses. Eu lembro que eu comecei a entender essa regra quando eu comecei a estudar mandarim lá em 2006, 2007. Você pratica, o que você quer fazer? Poxa, onde será que tem chinês no Brasil? Eu vou na 25. Cheguei na 25, vou lá praticar o mandarim. Cara, eu não entendi nada. Aí eu voltei pro meu professor e falei, cara, o que eu tô falando de errado? Eu falava, não, esse cara nunca aprendeu mandarim na escola.

Ele de criança sai pra fazer negócio. Então esse snack, esse é o final que a gente comeu com o Sitch and Pepper, né?

É tipo de um legume, eu não vi lá direito. É várias saladas, eu peguei alga, eu peguei um monte de coisa. Cara, eu não comi nada lá que eu falei, cara, é ruim. Podia não gostar muito, mas tudo saboroso, assim, muito bem feito. E aí o primeiro negócio que é o pão, que parecia uma esfirra, que o pessoal fala, assim, uma esfirra, um pão crocante, ele usa... Nessa hora tinha um cara cantando muito louco aí, lembra? Tinha, tinha. Ficava pedindo dinheiro pra gente, né? O chachang, um bagulho assim, né?

O forno que a gente comeu esse pão é de Fujian, que é essa província que cola um pouco com Taiwan. E Taiwan foi um dos países que é muito estratégico geograficamente. É uma rota muito inteligente. Ah, o carinha cantando lá. Esse maluco, ele seguia a gente, cara. Ele tinha um barato. É porque o Vilela ainda não tinha trocado de roupa, ainda parecia mendigo. Ele falou que aqueles gringos adotaram um mendigo. Eu vou ver se eles me adotam também.

E ele cantando e seguindo a gente atrás pra ver se dava dinheiro. A gente deu alguma coisa pra ele? Não, claro que não. Nós somos brasileiros, cara. Ele tem que dar dinheiro pra nós.

Aí ele chegou lá, parou isso, entrou no BYD dele e foi embora depois. É isso, é isso. Mas uma coisa que é muito louca, cara, eu não sei como não tem mais acidente, que eu não vi nenhum acidente, é muita motinho na calçada. Todo mundo pergunta isso. E eu acho que, assim, primeiro, número um... A calçada é larga. Não, não só na estrada. Você viu que os caras dão uma freada, passa em cima. Sim, é muita moto. É muita moto. Na calçada.

Lembra que a gente cruzou que o estilo do chinês, ele não pensa em karma, ele não pensa em consequência, que lá na cabeça que eu estava explicando? Isso se reflete no trânsito. Tem muito acidente de trânsito?

que o cara tá dirigindo, tá cada vez reduzindo o que eles tão conscientes da população. Mas quando eu cheguei, uns acidentes feios de estrada... Ah, é? Era assim, você tá dirigindo, só na pista da esquerda. De carro. De carro, dirigindo. Tá. Aí o GPS mostrou que logo ali é só a pista porque você tem que virar pra direita. Quatro pistas pra lá. Sei. O cara não tá nem aí. Aí tem muito vídeo na internet. Olha lá, olha lá. Muito. A quantidade... Cara, é uma plantação de motinho, cara. É, é, surreal. Surreal, velho.

Eu não lembro, eu não lembro, tipo, tem cadeado, os caras deixam de qualquer jeito. Não, não, cara. Quando eu cheguei, uns 3, 4 anos atrás, pré-pandemia, tinha muito roubo dessas motos. Tinha. A galera tinha meio que um roubo de moto pra peça. Durou pouco essa onda. E aí, como que eles resolveram? Colocaram uma placa de identificação. Não tem mais como sair. Botaram a placa, proibido roubar. Aí, negou aí. Não, porque assim... Placa de identificação, como assim?

Porque aí as câmeras sabem a rota inteira da moto, sabem pra onde tá indo, não tem mais como. E aí, tem tanta câmera. Tem câmera pra caralho lá, né? Tem câmera pra caramba em tudo quanto é canto.

Assim, eles pegam as pessoas em até sete minutos, é a regra, né? E aí, engraçado, tem um caso, em Xangai, dessa galera que a gente tava lá dos 300, né? Dos 400 no final, na segunda fase o cara tava, ele foi em Iu, que é uma cidade específica, e aí ele foi lá no almoço, comeu no almoço, pagou com a Alipay, na hora de pagar, vocês lembram que às vezes demorava um pouco, acho que o Vilela tentou pagar uma vez e não travou, mas é porque não foi, faz de novo. A mulher achou que tinha ido.

Foi embora. Era uma confusão. O cara não olhou. Falou, meu, era 250 e o an. O cara falou, não vou perder 250 e o an. Acionou a polícia. Putz. A polícia foi. Começou a buscar a câmera. Ligou no hotel. Viu onde ela estava. O hotel bateu lá. Falou, você não pagou o negócio. Caralho.

E uma hora achou a pessoa que não pagou. Então não é mais case, eu ouvia o vídeo dele. Não, com um dos caras que estavam com a gente, aconteceu agora. Foi isso, foi pego. Então assim, não tem mais. Imagina que legal, alguém fez alguma coisa. A gente desiste, né? Ah, roubou, já era. Nem vou perder tempo. Perdi, eu fui idiota e não me prestei atenção. É isso que a gente se pune, né? Cara, então...

A feira foi aquela de startup lá. A gente foi na Kickstarter. Cara, muito louco lá, cara. A gente andou com o barato lá dançando. Cara, não comprei nada. Aquele exoesqueleto. Cara, era uma das primeiras cidades, mas era para a gente ter comprado muita coisa lá. Tinha um negócio de...

som que tinha um holograma, lembra? Eu não comprei essa merda porque ia voltar lá e não voltei. É verdade, é verdade. A caixa de som com holográfica. Bagulho doido. Então o Kickstarter pra galera se associar foi a primeira empresa, não foi a primeira, mas a primeira famosa e a maior de crowdfunding. Ah, aí ó, a caixa de som. Ah, céu.

Crown funding nada mais é do que muita gente ajudando um pouquinho a financiar um projeto. Então eu jogo na internet, essa caixa de som é um protótipo, eu não tenho dinheiro para fazer. Você acredita nela? Então você paga 500 conto, vai sair um dia. E aí você paga 500, espera, essa caixa é sua, e aí a caixa que era vendida 500, se vende é dida mil depois.

Então aí eram os projetos de flagship da China. É que aí não dá pra ver direito no vídeo, mas, cara, essa imagem é muito ferrada, assim. Não, e depois passava, dá pra você botar a opção passando a letra da música, ficava desenho passando, dançando, um monte de coisa, tudo ali, muito da hora, muito da hora.

E a gente foi, viu, exoesqueleto, viu cadeiras que flexionavam e davam massagens. Colchão que molda no teu corpo. Enfim, uns drones muito loucos. Mas o mais legal foi o exoesqueleto, que te dava uma força superior. Vê se tem vídeo do exoesqueleto do Léo. Eu acho que tem na minha página. No Instagram, se você entrar lá, deve ter o vídeo lá. Mas a gente... E assim, exoesqueleto é uma tecnologia, assim, não é nem embrionária. Imagina daqui a um tempo que vai ser.

ele pega o seu movimento e começa a replicar você dá uns 5 passos e depois acabou você para e ele vai andar ele potencializa você vai levantar alguma coisa acabou, e depois ele vai se mexendo sozinho é cara, parece que dá uns

espasmo, assim. É, acho que ele assimila o movimento, você tá andando, você deu cinco passos, ele assimila e aí ele mantém. É o que o Lincoln falou, isso daí tá na fase beta, imagina. Imagina em cinco anos isso aí? Não, isso ligado com o cérebro, com você comandando pelo cérebro. Correr mais rápido, correr mais devagar, não sei o que. Não, vai ter aqueles baratos que se surre. É, é. Olimpíada dessa parada aí, cara. Total, velho. Esquece. Já teve maratona de robô? Daqui a pouco vai ter. Já tem, né? Já teve.

Já teve, quando a gente tava lá Eu fico parado Fico parado e falo assim, velocidade 5 Vamos lá Ô Lênin, que você tá rindo, você também é velho Você vai precisar de um negócio desse Azulzinho daqui a pouco não vai fazer mais efeito A gente chegou um dia lá que teve maratona de robô Os robôs kenianos ganharam Robôs magrinhos E o primeiro é uma lata de óleo

É, porque como você incentiva o robô a correr mais? É, o robô não tem muito motivo, né? É, programa ele, né? Você tem que programar ele pra ele ganhar, mas teve a maratona de robô, cara. Pois é. E aí de Shenzhen a gente terminou, a gente foi nessa, acho que na feirinha à noite foi o último dia, né, Shenzhen? Foi, foi.

Foi. Aí no dia seguinte a gente foi na feira de Hong Kong, logo de noite fechou. Jogou a mala pro hotel em Guangzhou. Qual que era o hotel de Hong Kong? Hong Kong era o Grand Riot. É, não, foi da hora. Que era um alto pra cá, porque Hong Kong tem muito prédio alto, porque a cidade não é grande. Aquele muito alto, não? É uma das cidades mais verticals do tempo, que não tinha pra onde crescer. Então eles foram fazendo prédio muito alto.

Não, mas não era o alto. Esse era o que a gente andava e ia pra feira. A gente foi atrás.

ela tinha uma rampa, ia subindo isso, Hong Kong tem muito prédio é lá que a gente foi naquele lugar a gente foi naquele café maluco que a gente encontrou um artista que tava participando do negócio o Vilela tava nessa hora, ele também já tava desligando mas você não viu a desenhista, né? você chegou a ver os desenhos? claro, claro aquele templo de fumaça lembra que a galera sentia fumaça tempo de filme e aí fomos pro café e aí

O café foi legal. O Léo é fã de café a ponto de ver um drink diferente. A gente ia caçando. O que a mina estava desenhando? Era uma história em quadrinhos. Ela era uma artista. Isso foi depois. Esse aí já é... Isso é antes de manhã, na feira quando a gente foi. Foi a feira de Hong Kong. Isso foi no outro dia de manhã, na verdade.

Não, sim, mas é Hong Kong, né? É Guangzhou, é Hong Kong. Então a gente foi pra Hong Kong, foi lá fazer os passeios. Isso aí, eu fui dar um pau no robô, né, velho? O robô veio no boxe. Mostrou a capoeira brasileira pro robô. Falei, vem cá que eu te quebro, irmão. E eu torcendo pra ele não bater no robô. Aí o robô já desistiu, né, maluco? O robô já desistiu, cara. O robô já desistiu, viu? A capoeira brasileira.

Já meti um mortal ali pra falar, fica na toa, Robô. E ele veio pra cima de mim, depois eu que tava com a câmera desarmado. Pra tu pegar meu lugar, tu vai ter que sair ofendendo minoria. Cara, que... Mas isso, claramente, tinha alguém controlando, né? Sim. Ah, tá.

Mas a gente viu várias Essa área de robótica E era sinistra também Tinha um robô que ia no mercado Comprava as coisas, a gente viu o vídeo, lembra? O robô ia no mercado, pegava a listinha E depois a gente viu o robô no hotel O hotel de Xi'an A gente tá adiantando um pouco Mas é o robô que entrava no elevador Que a gente pegou o elevador com o robô Eu lembro

tinha um robôzinho andando, cara. Eles pegavam um robô de... Mas não do elevador, não. Ele pegava o elevador. Ele falava. Ele falava também. Eu só entendi o Ni-Hau. Mas ele falava também, cara. Ele pegava e ia levar as coisas, assim, tipo num... Foi, foi. Esse já tá em prática lá.

Onde foi que a gente pegou o drone? É porque ele não era esse robô tipo Android. Ele era um outro formatinho, né? O drone que entregava comida e café lá. Foi em Shenzhen. A gente esqueceu disso. A gente foi num parque. É. No parque de Shenzhen. Depois do Kickstarter. A gente falou assim, vamos tomar um café? Pô, vamos tomar um café onde? Ah, no parque. Pô, quer parar onde? Não, vamos pedir via drone. E aí o drone vai em pontos específicos e entrega o café via drone.

O que que aconteceu aqui no Brasil? Até aquele vídeo do drone. Léo, Léo. Vê se acha vídeo do drone, pô. Tem um lugar que entrega, tem um drone. O que que acontece aqui?

Pô, vamos ver em quanto tempo... Eu acho que em sete minutos na China eles acham uma pessoa que em três minutos abate o drone. Muito mais rápido. O máximo que ia funcionar é ser aviãozinho pra entregar droga, velho. O máximo que... Aí, ó. Chegando nessa tenda. Isso aí tu pede, o drone chega e traz um café, maluco. Tem o café ali dentro, cara. Tinha um moleque que queria roubar o café aí, lembra? Tinha, um moleque tentando pegar o café.

Eu ainda falei, eu falei, ó... Será que ele aparece? Se vocês quiserem, eu faço esse moleque caber na caixa do drone, velho.

dobro ele, o drone leva ele embora, mano. Cara, o que impediria aqui no Brasil o cara subir aí e pegar o drone lá em cima, olha lá? Não. Ele pegaria ou o café, e o drone. Ou o café, o drone, a máquina. Perdeu o café, mano. O cara leva tudo, esquece. A máquina inteira, né? Esquece, esquece. Isso aí é o que você... Assim, comida, café, o drone vai lá, leva. Tipo uma...

Pedido de delivery daqui, né? Você entra, pede, o drone vai lá, desce. Mas eles já estão nessa parte da logística, que chama last mile. E aí essa last mile, cada vez mais está tendo os carrinhos autônomos, que vão lendo o caminho, que fazem as entregas de bairro. Na rua? É. A gente passou em algum lugar, eu não lembro qual, acho que estava em Xangai. Eu falei, olha ali o carrinho autônomo. E era um carrinho de entrega. Não sei se vocês lembram.

E aí ele já tem a rota, ele lê tudo, ele sabe ler o sistema LIDAR lá, que é a mesma tecnologia mais avançada de IA para ver movimento, e ele entregava as coisas.

Não, é surreal, velho. Cara, surreal. Então, Shenzhen teve a entrega de drone, depois a gente foi para... Já tem os carros sem... O ônibus eu acho que já tem também. Eu não cheguei a ver, mas acho que já tem ônibus em algumas cidades sem motorista. Tem ônibus, tem vanzinha, tem táxi. Em Shenzhen tem táxi também, em ponto específico é carro autônomo. Então você vai lá e pede... Como você paga isso também? Aplicativo, tudo, né? Tudo check-out é via celular, né?

Porque não tinha Uber, né? Tinha o concorrente que é o Didi. É. Mas o Uber eu peguei em algum lugar.

Talvez Hong Kong. Aí fora, Hong Kong é o Macau. Exato. Macau a gente andou de Uber. Ah, que a gente pregou aí. É, Macau a gente andou de Uber. Mas aí na China eu Didi ou Didi, sei lá. Aí de Hong Kong, depois a gente ficou, viu a feira de tecnologia, brigou com os robôs. Foi. E aí sim a gente foi direto pra Cantão.

Aí fomos pra Cantão. Aí Cantão foi onde a gente ficou mais dias, a gente ficou três dias. E aí lá a gente fez bastante coisa, né? Foi, foi. Lá a gente fez, primeiro um dia de seminário lá. Sim, sim. Foi o dia de trampo mesmo que a gente... Posso dizer que eu fiz show na China, caralho. Valeu. Eu fiz o stand-up lá na China, caralho. Aí. Era o Romildo. Que? Era o Romildo, não era? Foi, foi.

A galera se apresentando, aí o maluco era pra falar o nome, pra falar de onde é. Ah, é, tinha que falar o nome, quanto faturava, não sei o que. Aí o cara faturava não sei quantos filhos e vendeu na fita adesiva. Ah, gente, você ficou puto, né? É, eu falei, porra, melhor vendendo fita adesiva. Ele deve estar vendo a gente até. É, eu falei, pô, achei, o cara falou que o ganho é o melhor vendendo fita adesiva.

Ganhou milhões. Aí eu respeitei ele. Vendendo fita adesiva, perdi o respeito. Perdi o respeito. Milionário vendendo fita adesiva? Vai se ferrar, maluco. Eu vou divulgar de graça a Superbonda pra quebrar a empresa dela. Já tem cola, caralho. O que era do Romildo? Ele falou que era de Blumenau. Ele falou que era de Blumenau. Ele falou que era de Blumenau. Eu sou de Brasília, de Ceará. Falei, amigo, no Romildo não precisava falar de onde era, né? Blumenau sei que não é. Romildo. Como chama minha amiga? Leia.

Wedeslayer. Wedeslayer. Ah, então... Wedeslayer? Wedeslayer, da onde? Serra Talhada, Pernambuco. Quem diria, hein? Quem diria? Wedeslayer? Porra, eu tava entre Zurique e Serra Talhada. Ela comeu os insetos assim, ela pegou e comeu aí, que nem...

pô, tá na jura, é bom formiga é bom, formiga é bom também formiga é bom buchada de bode, eu não sei, sei lá é da onde? Serra Talhada tem bode, não tem? aí, pode crer, tem bode tem bode

E aí tá, a gente... Aí teve o primeiro dia lá, foi o dia inteiro de... Que eu não lembro se foi nesse dia que a gente... Ô Lico, toma mais aí, cara. Só a gente tá tomando aqui. Não, eu já... Vamos lá, velho. Vamos lá. Que aliás, esse aí, esse dia à noite, a gente foi comer o pote, que é outra parada também... Foi nesse dia? Foi, como? Foi no Guanduou no primeiro dia. No Guanduou. No Guanduou. Ah, a gente foi logo atravessou o...

Que lá tinha um robô também. O que é essa parada aí do... É o conceito do hot pot.

É uma culinária que veio de Gengis Khan. Pelo menos os indícios são esses. Em que, poxa, se eu for assar um carneiro, primeiro, demora pra assar pra cacete. Segundo, sai fumaça, porque o que queima e gera fumaça é a gordura caindo lá na brasa e sai o cheiro e a fumaça pra cima. É, se tiver a imagem do hot pot pra galera ter na mente, porque é um bagulho no meio da mesa que você vai jogar. Aí ele falou assim, poxa, pra gente conseguir comer aqui disfarçado, a gente vai ter que cortar fiapinhos das carnes.

colocar pequenos potes de cobre ou do material que ele tinha naquele momento com água, ferve essa água e como é tão fininho, a gente faz uma sopa rápida, cozinha ali que já está pronto. A qualquer momento a gente come e sai fora, não fica ali e está pronto para uma guerra. Não faz muito barulho, não faz aparência, fumaça, e come rápido. Então a gente foi em dois hot pots no decorrer da viagem. A gente comeu o mongol, original com o nosso potinho, e o hot pot é, dá para traduzir na linguagem para a galera, um fundi,

Só que ao invés de fritar, você cozinha.

Cara, é muito rápido. Você coloca lá a carne e já sai. Ele escreve aqui, vocês não viram, mas quando você vai pedir a carne, está geralmente embaixo quantos segundos tem que ficar. Sério? E aí está escrito assim, esse aqui é de 5 a 15 segundos. Essa é de 20 a 30. Mas nada mais que 30 segundos. Tudo é muito rápido. Só que ali, quem gosta de comer o hot pot, você pegar o chinês raiz mesmo, tem o hot pot Sichuan, que ele é vermelho, borbulhando vermelho. E o mais amigável que a gente comeu, que é para o estrangeiro, que é gostoso.

Léo, o pessoal tá perguntando quem tá bebendo. Qual é o nome da bebida mesmo? Baidu. Baidu. E é ao vivo, tá, gente? Olha lá, cara. Cara, isso é maravilhoso. Isso é bom pra caramba. Só de lembrar, já tô com saudade, Léo. Eita, velho. Eu vou te falar que deu fome agora, hein? Eu tô em jejum, eu não comi hoje. Só comi verme e baidu.

Hoje eu não tinha comida ainda. E sabe o que foi pior? Eu acabei de comer verme. Minha mulher mandou foto do meu filho que está com verme. Ela mandou foto das fezes do cara. Eu falei, eu acabei de comer agora. Teve que dar comida para ele. Mas isso daí era um buraco na mesa, se não me engano. É um buraco com forno lá. Tem muito aqueles... Eu não sei se é termo alguma coisa. Quando entra em contato. Como é que chama?

Temmostate, não é? Indução. Aí você põe lá, então, assim, uma panelinha de indução, que você colocou o negócio. Antigamente, o da Mongólia original, que a gente comeu depois, tinha uma chama mesmo. E tinha chama queimando. É individual, né? Esse é de indução. Não sei vocês, mas eu tô começando a ficar alto. O negócio é bom. Não, mas pera, é 53% de álcool. É por isso, eu tô no terceiro já, cara. Eu bebi a gasolina, ficou sem fogo. Então vamos lá.

E aí você vai cozinhando a própria coisa e tal. Aí uma curiosidade... Mas aquelas coisas boiando, o que que eram? Eram legumes? São temperos que a gente não come. É, o branco é cogumelo, eu acho. Não, mas olha uma curiosidade de etiqueta chinesa que é engraçado. Que ali a gente pega uma comida, que a gente vai na nossa boca, enfia ali...

Come, põe na boca e pega de novo. Ah, é água fervendo, ela limpa. Mais ou menos, a gente tá tendo uma transmissão de coisa. Agora, isso aí tudo bem pro chinês comer. Tudo bem você ter um prato e todo mundo dividir o mesmo chopstick e todo mundo comer. Ok, normal. O que que não é? Estou com um sanduíche. Ah, eles não... Eu mordi. Você quer? Não, não, não. Tipo assim...

conta essa história aí conta essa história não, mas nada a gente não parava, a gente usou a viagem inteira mas é uma piada interna mas a galera que vê dorama, anime e tal tem isso é uma expressão muito asiática e a gente pegou uma real pegou isso significa

É uma expressão muito asiática. Em determinada... Eu vou explicar como é que foi. Em determinados lugares, os caras vendem um negócio... É muito bom o produto. É um sprayzinho que ele limpa o tênis. Pra tênis branco. Verdade, verdade. E aí é um spray, você paga, você trouxe, né? Aquilo é muito bom. Você espirra, deixa lá um minuto assim, fica branquinho. Eu limpo meus tênis brancos com aquilo. A parte de baixo da sola. E eu falei, poxa, isso é bom, pode comprar.

E aí a gente comprou. Eu comprei um, Vilela comprou outro. Você pegou também, Léo? Não, não, esse não. O Kevin pegou um. Aí falou, pô, legal, compramos, guardamos. É.

Ficou na bolsa. Foi, foi. E aí a gente foi pra outro rolê.

E aí quando a gente chegou nesse outro rolê, os caras... E aí, tá, olha, começaram a vender o produto deles. É porque os caras vêm, tipo, igual quando você joga migalha de pão na pasta e vê o estômago. É, aparece do nada. Eles vêm vários, assim. Limpando o pé. Limpando o seu pé, assim. Você fala, não, não quero. Aí quando você vê, tem um cara baixado limpando o seu pé. Você fala, meu, que poe é esse e tal. E aí eu já sabia o que é.

E eu falei, eu já sei o antídoto. Eu sei como funcionar e espantar esses caras. E aí a gente abriu a bolsinha e pegou o exato produto que ele tava vendendo. O que que ele...

Aí tinha três moleques vendendo. Eram três juntos, cada um esfregando o sapato dele. Eu mei o meu abaixado no chão. Quando eu levantei, eles do chão levantaram simultaneamente, espantados, e falaram... E a gente não aguentou. A gente caiu de rir, né? Porque foi muito espontâneo. Parecia um anime, cara. Eles têm essa expressão. Aí a gente ficou com essa parada, só que a gente fazia... A gente usava em tudo, né? A gente fazia em momentos que não cabia isso. Alguém mostrava alguma coisa de bem... Então você vai querer o chá?

Não casa com esse momento Não faz sentido O chinês jogou ontem, eu não pude vir Eu aprendi uma coisa com o Léo Porque os caras encheu o saco Ofereceram as coisas pra você O Léo começava a falar, não, é Cortina azul Eu falava em português Eu falava alguma coisa em português O no, eles até tipo Dá pra eu tentar argumentar Eu falava em português

Aí quando eu falava, irmão, o jacaré caiu em cima da minha avó, matou ela. O cara desistia, cara. É verdade. Só que cada vez era uma frase aleatória diferente. Isso, isso, isso. Porque assim, não, tem que, o cara continua insistindo. Não, não, mas olha isso daqui. Aí ele já chegava assim, jacaré azul de tanga vermelha. E olhando pro chinês, fica se apontando assim, né? Eu falava, irmão, beterraba ficou verde.

Deixa esse maluco embora. Eu melhoro embora. Sei lá que idioma ele tá falando. Eu comecei. Dica aí pra você, porque os caras insistem. É isso. Você manda uma palavra em português, assim, aleatório. E o outro da negociação? Os caras gostam de negociar. O cara... Quanto que é essa... Pô, eu não trouxe aquela camisa, aquela blusa da Adidas, que tá todo mundo atrás. Aquela versão chinesa. Ah!

que a gente comprou lá. Isso foi na muralha da China. Quanto é 2 mil do dinheiro deles? Quanto chegar e... Mas o Vilela foi bonzinho, que eu falei assim, Vilela, fala que é tanto. E aí as pessoas, o problema é que elas sentem dó. Porque assim, falou 2 mil, eu falei, Vilela, pode pôr 200. Fala, mano, o cara vai me chutar. Ele falou 2 mil, se eu pôr 200, vai dar problema. Aí eu falava, fala 200. Ele não, ele ficou 200. E eles batem em você, né? Já viu? Não! É muito...

barato, muito barato. Aí você falou, sei lá, dois mil, você manda quatrocentos. Ela fala mil. É, não, dois mil, eu dou cinco. É. Aí ela bate, né? Não, não. Quinhentos. O de dois mil termina em setenta e cinco. Ok, ok, ok. A gente pegou lá aquelas blusas barataças, né? Começou em dois mil, a gente pegou sempre.

E daqui a pouco o melhor item que eu comprei Quando a gente chega em Beijing Eu mostro na foto aí pra vocês Tá separado Melhor item da viagem Então a gente foi pra Guangzhou Aí ficou lá, comeu hot pot No outro dia a gente fez feira A gente saiu da feira Os jacaré caiu em cima da vó Dica pra galera que for pra China Mano, o que esse maluco tá falando Que língua é essa? O jacaré caiu em cima da vó

O cara desiste, desiste, e aí você segue. Eu vou fazer isso quando os pré-candidatos virem aqui mentindo na minha frente. Então o pré-candidato aqui, o candidato, quando virar candidato pra presidência aqui, o cara fala um puto absurdo. Eu falo... Imposto vai cair pra 5%.

Mas manda aí, Lincoln. Espera aí. Pô, realmente tá funcionando essa porra. Eu já tô funcionando. Eu já tô funcionando. Vocês vão terminar esse podcast por mim aí, cara. Ô, Lenny, você ainda vai voltar pra Zona Leste, não bebe não, cara. Não dá nem pra chegar perto. Foi comprar coisa. Foi aí que a gente encontrou. Foi do eletrônico e aí que a gente encontrou os... Foi aí que você comprou o gimbal, não foi?

A gente comprou o jogo. Foi em Shenzhen? Foi em Shenzhen. Shenzhen foi outro dia. Foi em Shenzhen ainda. Aí em Guangzhou a gente teve alguns dias. Teve o primeiro dia de feira. Que aí a gente ficou lá só imerso na feira. O dia de trabalho do seminário. O outro dia foi feira. O outro dia foi feira. O que a gente comeu no segundo dia?

Não foi esse negócio aí? Vocês foram no... Não, a gente foi no restaurante menorzinho, muçulmano, que tinha um brócolis, tinha ovo. Foi, foi. Pra mim é um dos meus restaurantes favoritos, aquele de comida fresca ali. Veio a foto. Aí a gente foi também no templo, que aí é aquela... Tinha a mina lá que não gostava de japonês. Aí a gente foi almoço. Qual tempo? Ah, ela falava muito mal de japonês. A guia que não gostava de japonês.

E ela falava mal, falava mal, mal, mal, mal. E aí o que é foda? É reforço que a galera escuta. Foi ela que mostrou foto de cara sem camisa?

é olha, olha, olha eu gosto assim eu gosto assim quando ela pegou os brasileiros falando bosta aí ela se soltou aí ela falou, eu quero ir ver os caras correndo sem camisa essa é a tirinha, foi ela ela gosta de homens musculosos sem camisa ela falou literalmente isso, foi uma tradução literal eu gosto de homens musculosos sem camisa que é muito específico se eu ouvir isso ela complementou com a foto, assim e na foto tinha um negro e um alemão

Qual eu? Ela casada É um bagulho meio repressivo Ela não pode falar Mas é que não vem malícia Ela gosta do negócio bonito Aliás, eles não tem malícia mesmo Tem uma cena que foi o Kevin Que tava lá com a gente Porque a gente foi tirar uma foto E aí tinha um espaçozinho na muralha Ele já tá rindo E aí a gente ficou ali encaixado na muralha pra tirar a foto

Eu tava sentado. Você não viu? É ele que viu. Porque eu tava em pé aqui, maluco, o Guia, que era o James, ele parou quase me enrabando. Quase, ele parou atrás. Ele tava muito colado. Sem maldade colado. Muito, é porque eu não vi, mas tava assim, quem viu você ia falar, velho, pouco de respeito aí, velho. Pouca respeito aí, maluco. Paga um jantarange, né, cara? É, pô, tá foda, velho. Cara, na moral, ele tava muito encostando. Assim, se eu sou a mesa, ele tava assim.

No ponto que assim, porra, meio passo pra trás eu já tô mal arrumada. Já quase assim, ó. O Kevin rindo pra caralho não me avisou nada. E aí quando eu... Eu bati no pé dele. Aí ele... Sem maldade. Não é que ele tava querendo fazer uma zoeira. Por que ele tá me chutando? Você tá me chutando por quê? Não é que ele fez uma zoeira. Pô, vou erradar o estrangeiro. Não. Ele tava de pau duro. A gente viu lá. Tava tranquilo. Mas eles não tem maldade, velho. Não tem, cara. Eles não tem essa maldade, velho. Não tem mesmo, cara.

E ela falando assim, eu gosto assim, mas tipo, de boa, não é? Não, ela mostrou vários caras correndo sem caminhão. That's what I'm talking about.

E a gente fez o quê? A gente já tinha unlocked esse... Já, já. Já tinha um dia com ela. Foi pós do segundo dia. Foi? Acho que foi depois. A gente não tinha essa feat ainda. Ela foi com a gente no templo lá, que a gente não acha. Foi o templo da hora, velho. A gente foi pegando os atributos. É um jogo que foi pegando os atributos novos. Foi. É verdade, foi desbloqueando. Foi desbloqueando. Tem foto do templo aí pra eu lembrar? Pô, esse templo era mó da hora. Ah, esse foi o segundo dia. A gente não tava com a grande...

ali ela é fantástica, as três estátuas do Buda dourado foi esse? só que aí ele ilumina a noite ele ilumina a noite e tem um painel que ele fica ondulando como se fosse uma água e tal tem umas fotos minhas que ele tá vermelhão e tem os beons do lado acho que a gente fez uma todo mundo, né? a gente contratou o cara cara, muito legal esse templo foi muito legal esse era o templo que foi destruído, foi reaberto hoje é um templo referência e assim é lindo, tem umas peças de pedra inteira de jade, de mármore vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai

prédio moderno, né? É muito estranho, cara. É meio conceito meio Central Park, assim, mas os caras querem colocar, tipo, alguma coisa assim no meio, tudo.

O que mais que a gente fez em Guam de Ode? Depois logo... Ah, foi isso, porque o vô era às sete da manhã, lembra? É, é, é. Tinha essa rua que é, assim... Pô, puta cidade gigante, né, cara? A gente experimentou mais umas coisas diferentes lá, uns chás meio diferentes e tal. Eles têm umas comidas com coco lá, tinha uma sobremesa de coco boa pra caramba. Ah, quebra um negócio de coco lá, cara? Puta, aquilo é bom, hein, cara? Aquilo eu não consigo entender.

Na verdade, se você olhar, eles já recebem os suprimentos, deve ser uma máquina. Ele quebra a casca e só fica a pele do coco. Mas é um negócio tão... Que...

cremoso, cara. Não, aquele ali é um pudim que eles fazem e usam o coco. Aquele. Agora, o outro que é o coco inteiro, é uma maneira de descascar que a gente não faz aqui. E eu tenho certeza que se o coco na praia é R$7,00, vai vender a R$15,00 aquilo que vende. Cara, o Brasil explora pouco essas coisas, velho. E a gente tem coco pra cacete, né? Porra, banana, velho. Jaca, durian, que é o parente da jaca, que lá tem muito também.

Na Ásia, os caras têm um monte de coisa de durian. Eu lembro quando eu fui também pro Vietnã, o cara tem café de durian, tem não sei o que de durian, doce de durian. O Brasil, tipo, explora pouco isso, velho. Pouco, banana. A gente tem, pô, diversidade pra caramba. Não tem quase nada, velho. E lá os caras... Pô, arroz? Maluco, os caras fizeram tudo de arroz. Comida, doce, bebida, bebida alcoólica. Pô, tudo, velho. E aí, no dia de manhã, o próximo dia, nem sempre se é o quinto ou o sexto ou o sétimo, a gente vai pra Xi'an.

Sim, lá mais pro centro, né? Chiano, pra trazer um contexto pra galera, é onde tem o exército de terracota, os guerreiros de terracota, e assim, aí o que eu achei legal, que eu falei como se fosse um rumor, que era uma teoria conspiratória, e no fim não era. Qual que é a história? A história é, existia esse imperador, que falavam que ele tinha, quando a gente pega aquela, sabe aquela, aí talvez você pode até cruzar depois com a galera.

Essas teorias, vamos falar assim, porque tem um ponto energético que fica ali na China e tem umas teses que o cara quis construir umas pirâmides naquela região também. E esse imperador tinha algum tipo de conexão com o divino, informações externas que ninguém sabia. E falavam que ele conseguiu manipular mercúrio líquido. E ele decidiu fazer rios de mercúrio. Ele ia pra essa... Cara...

Só que assim, é um negócio que não dá pra fazer até hoje. A gente não sabe fazer isso. É lenda, né? E eles falaram assim, não, impossível, é uma lenda. Tem documentos, tem escritas, mas deve ser viagem. Deve ser um rio com coloração vermelha. E acham que é mercúrio. Só que aí, acho que em 1980, podem corrigir aí o ano, na década que foi descoberta, falaram assim, não, peraí, tem muito mercúrio nessa terra. Nível tóxico, não tem nem como abrir.

Como é que é isso aqui? E aí viram que tinha mercúrio pra cacete numa proporção.

que não é normal. E ali é a tumba do cara. Então a tumba do cara que tem escritas que tinha o Rio de Mercúrio, tem na montanha. E ali não é aberto ao público. Ali não é aberto. A gente nem pode ir naquela parte. Tanto é que assim, acho que é dois quilômetros do exército. O cara fez um complexo que a tumba dele tá no meio, numa montanha. E devia ser um negócio, imagina naquela época se existisse e fosse real, com os rios vermelhos passando e com os exércitos protegendo. Devia ser um negócio fora da realidade.

são quantos? a minha tumba eu vou botar boneco e cada um tem uma característica não é uma cópia não replicaram ele queria eternalizar todo o exército dele e aí pra isso ele fez uma cópia de cada um da maneira exata com o rosto eu vou fazer isso Lenin, vou fazer um exército do pessoal que trabalha aqui comigo eu vou ser o general então

Esse foi o Quichuan Foi o Quichuan Foi o cara que unificou a China lá 200 antes de Cristo Mas o Olênio Na sua estátua vai ter que usar muita terracota Ou pouca terracota? Você sabe o que eu estou falando

O do bigode eu sei que é pouca. É o meu... Mas é muito legal. E, cara, esse não é o local que acharam, ou é? É, é o original. Ah, não transportaram pra outro lugar? Não, cara, é o original. E aí eles tomam cuidado, eles vão escavando. Tem um centro de reparo, porque nem todos estavam inteiro. Aí eles vão reparando.

E assim, é a própria matéria-prima da cidade, da própria tumba que eles vão fazendo. Então, teoricamente, é fácil reparar. Só que é interessante que a tumba do cara não é o lugar que está o túmulo, não é o lugar que estão os guerreiros. Porque ele colocou como se fosse a proteção. Aí tem os arqueiros de um lugar, os caras de outro, os caras de tal. Ele montou uma cidade para ir com ele no além, no afterlife. Literalmente, tinha bicho.

Alguns estavam no museu que a gente passou antes, com James até também. Tinha bicho, tinha a galera do entretenimento.

entretenimento também. Ele era mais justo, mais bonzinho, porque os caras do Egito enterravam as pessoas, né? Eu quero que todo mundo vá para... Mas o Pichuan também não era dos mais de boa, não. Sério? Também não era dos mais de boa, não. Mas o que, por exemplo? Ele era... É porque eu vi que durante a...

Ele era mais legalista, que é... O ser humano precisa ser corrigido. Na época de 700 a.C. foi quando surgiu, acho que na China veio o confucionismo, taoísmo e o legalismo. Legalismo que é meio amurabi, assim? Durante a Joe Dynasty. O povo e supercatal? É, que é o... Cara, o ser humano precisa ser corrigido, ele não é naturalmente bom, porra nenhuma disso. E o Qin Shi Huang, que era esse imperador... Aí eu não sei a pronúncia, aí é com língua. O Wang é amarelo, é isso?

Huang. Só que você não falou G no final. Huang. Huang. Então, Huang, que era o Imperador Amarelo. E ele era mais dessa linha legalista, que é linha dura. Mas foi ele que unificou a China 200 e pouco antes de Cristo. É, o que é legal? Aí, mais para frente, você falou 200 anos... Então, você é mais ou menos isso, 200 anos de Cristo? Eu quero lembrar um cara chinês que pouca gente fala, que por pouco a gente não é chinês.

Por quê? O Jianghu foi um dos que teve a maior frota de barcos. Ele foi um almirante, ele foi um imperador. E ele queria fazer exploração. A visão do imperador naquela época era temos que expandir. E aí você pega os desenhos e as proporções históricas desses navios, dessas embarcações. Os chineses eram tipo, vamos pegar assim, uma mão.

Quando você pega os ingleses, que eram... Imagina uma proporção, né? O inglês era isso aqui, ó. Então, tipo assim, o inglês é isso aqui. Você fala, meu, a maior marinha era a britânica e era um terço dos chineses. E o cara tinha muito navio, muito.

E ele tava 80 anos já com essa frota antes dos ingleses e espanhóis começarem a explorar. Circulando. Tava ali, explorando tal. Isso que aconteceu. Pessoal tá falando que eu tô louco. Vocês não viram nada ainda, rapaz. Ele já tava 80 anos com essa frota. O exército de terracota são 210 antes de Cristo. Foram 8 mil soldados. Aí, ó. Quem choveu. 130 carruagens e 670 cavalos no total.

foi bem né e aí você pega esse cara por que parou essa exploração ele teve uma morte muito rápida

E quem assumiu o próximo trono, ele falou, cara, esse cara tá viajando. Expandir o quê? Temos tudo aqui. Queimem os barcos e vamos focar aqui. E toda a estratégia de expansão do Jan-Han que ia ser esse... Cara, então assim, por alguns... Um acaso, ou o que aconteceu, a gente não ia ser um outro mundo. A gente ia ser todo mundo asiático, todo mundo falar uma língua específica e tal, ia ser bem diferente.

Dá pra fazer um filme com essa linha temporal cortada, né? Como se ele continuasse... E se... E se, né? Mas é muito louco, muito louco isso. Hein, Leni? Tem muitas questões aqui que eu quero perguntar pra você. China é mais de direita ou de esquerda? Os gays na China, segurança pública, fazer negócio? E outra coisa, o pessoal tá perguntando também. Ah, como eu faço pra ir nessa viagem? Eu sou empresário? A gente vai falar mais no final, mas... Aliás, já...

deixando o gancho aí, vai ter mais uma esse ano, né? Vai, vai. Vai, outubro. Vai ter mais uma, então já fica de olho aí, porque o bagulho esgota assim, ó. A gente vai deixar o link no comentário. Lembra disso, um comentário fixado com um link pra vocês pegarem toda a informação do China Link, certo? Exatamente. Se eu falar errado, eu já tô chupeta. Você tá licenciado poeticamente.

o Léo que vai terminar esse podcast. Ih, velho! Não, não, não! Termina antes! Estamos aqui no Inteligência Limitada. Vou botar o microfone dele. Mas a gente vai... No final a gente vai falar mais sobre isso, mas vai deixar um link depois num comentário fixado. Com certeza. Vamos lá, então. A Xion, o que é legal? O Xion, na verdade, foi o presente que você ganhou. Por quê? Quando a gente chegou lá, a gente foi ver o exército, é um ponto turístico que o chinês quer ver também. A China tem uma prática chinesa que chama Guo Chao.

Guochau é orgulho nacional. É uma palavra nova, eles não usavam isso nos últimos 15 anos. Eu diria que tem assim, com 10 anos pra cá, 5 começou a ganhar muita força. Que é o orgulho das coisas, patriotismo. E eles enfatizam. Vamos pegar assim um caso de Guochau que eles pegaram recente. Você lembra do nome do soldado, Kevin? Um soldado chinês lá? Tem um soldado chinês dos anos 60, que é um cara comum.

Mas eles reviveram esse soldado agora, falando, olha o orgulho do soldado, ele era honroso, ele fazia X. Como fizeram o Shack of Samurai no Japão. Isso, eles estão pegando esses soldados antigos para dar exemplos de como era bom ser nacionalista, como tudo. Os pontos turísticos, gente, vocês não precisam ir para fora. A gente tem aqui na China. Você não precisa mais da Volkswagen, você tem uma BYD, você não precisa mais do Ford. Então eles estão focando cada vez mais no nacionalismo.

É assim, pensa como país estratégia, todo o consumo que você tem, que é uma bala lá na China que tem muito dinheiro, maior mercado de consumo de carro, maior mercado de consumo de luxo, maior mercado de exportador de carro. Não, de cinema, cara. Os Estados Unidos, ele abre mão, faz concessões pra poder entrar no mercado chinês. Total, com certeza.

Leifon, a campanha foi promovida por Motocetú em 1963. Eles estão revivendo isso. Aprenda com o camarada Leifon. Era o trechinho deles. Ajudar os outros sem esperar recompensa. Disciplina, dedicação ao trabalho, lealdade ao país, humildade e coletivismo. É o diário de Leifon. Aí criou um personagem de como ele era leal, de como ele era legal. E aí estão revivendo isso. Então eles estão trazendo esse aspecto. Já que eles estão trazendo os pontos turísticos, estão...

Mas você também falou que tem um ódio, tem um incentivo à masculinidade do cara, do chinês, porque tava muito aquela coisa do andrógeno, do cara sensível, do... Como chama? K-pop, essa influência e... É, eu vou invadir essa porra aí no braço. Aí os caras começam a dançar e falam, venha!

Vem aqui, batalha de dança. Não, né? Tem esse papo? Teve um filme que foi feito lá em 2014, 2014 ou 2017, com orçamento chinês, que eles pegaram... Lembra o nome? Depois você levanta o nome do filme aí, que é 2014 ou 2017, que o governo chinês patrocinou isso, que era pra falar em um momento histórico parecido com esse camarada... Não foi bem esse, mas nesse momento da revolução. E pra deixar o filme popular...

eles pegaram o Chris Woo, pegaram os caras mais andrógenos, bonitões, assim, tipo daquele estilo pra promover o filme. Foi um sucesso, começou a dar certo, só que as pessoas começaram a questionar isso no futuro, falar, cara, é uma vergonha esse moleque representar o meu avô.

tipo assim, porque não tem nada a ver tipo, não é assim e aí a China imediatamente tirou o filme do ar ela tirou o filme então tudo que era o remédio pra conscientizar de algo que eles queriam mostrar foi tirado do ar e usado como um virou um veneno e aí ela teve que criar um novo remédio

Ah, já que eu criei o barulho, mostrei o awareness pra isso, eu vou fazer o quê? Não. Masculinidade. Foi um pacote de coisa que eles fizeram. Não é só disso. Então veio. Eles quebraram tudo que era... Tirava a masculinidade dos homens. Tirava tudo que era marketing de ostentação.

Isso eu vi. Eu vi. Os caras estão tirando post. Você não pode ostentar lá? Não, foi assim. Eu tinha uma mulher que a... Eu esqueci o nome dela. Que ela só saía com outfit com no mínimo 10 milhões de yuan. Tá. E ela mostrava isso pra galera. Por dia. 10 milhões de yuan é tipo 7 milha real por dia. Tá. Então ela colocava umas pedras de diamante e tal. Meu outfit. Perdeu a conta.

Aí teve um outro cara que ele só ostentava a vida de luxo ao extremo. Carrão. Não é que assim, o nosso ostentar para o chinês... Imagina que os caras são ricos. Então pensa lá e vai lá, né? Perdeu a conta. Eles baniram um montão de conta do Xiaohongshu, do Weibo, das plataformas chinesas, da noite para o dia dessa galera.

E tipo assim, pô, se o meu perfil de consumo, se o meu perfil de conteúdo era de ostentação, você não existe mais. Exato. Sua base foi pra isso. Eles mudaram. Então a plataforma falou assim, primeiro cancelou e depois ela parou de promover. E aí eu acho que é até uma analogia. Às vezes a gente cria todo o nosso conteúdo do Instagram pra viver disso. Se o cara mudar o algoritmo... Fudeu, você não tem mais... Agora isso daqui não vai mais ser... É, foi isso que aconteceu. Então isso que foi um pacote pra pegar tanto...

Qual que era o problema para eles? Era de as pessoas almejarem uma vida que não podem ter? Nem todo mundo pode ter? Eles entenderam que quando você manipula a cultura, quando você manipula o comportamento social, você manipula a população, decisões... Não, mas falando desse desejo... Assim, aqui tem várias pessoas que até falsamente alugam um helicóptero só para mostrar que tem um nível de vida para você acreditar e comprar o curso dele. Sei lá, alguma coisa assim. Lá eles não queriam esse tipo de...

Porque gera futilidade. Então, assim, qual foram os conteúdos que eles começaram a promover em troca disso para substituir? Cozinhar mais em casa, aproveitar com família, aproveitar o parque. Porque isso são coisas que os chineses comuns conseguem fazer. Você faz a população transformar o parâmetro de felicidade e desejo assim.

O desejo não é mais ter isso. O desejo é isso, cozinhar em casa. Você é feliz. Você muda o status da população em alguns anos. Para de ter vídeo, só tem isso aqui. Cara, o que é a felicidade? Fazendo o advogado diabo, vai falar o governo está controlando o algoritmo.

A Big Tech controla o algoritmo também. Se ela achar que um tipo de conteúdo não deve ser mais promovido, ela vai esconder aquela parada. No Brasil é só rage, né? É. Aqui é ódio, é. É, ele promove isso. O que é mais engraçado, o algoritmo que vai pra fora, que é o do TikTok, não é o mesmo que o do... Isso eu já ouvi falar. É verdade isso? É verdade. Primeiro, não pode nada que é... Não é o mesmo? O que é cleavage? É decote.

em geral, assim, não pode nada que é decote, sensualidade, saia curta, banido. Se a mulher lá postar uma foto com decote... É banido, fecha, você não pode postar. Perde a conta. Não pode, não vai perder a conta, tomar um ban, depois se continuar, né? Mas você não vai poder postar isso. Filmes, mulher com decote, desejo, não existe. Ele deixa cada vez mais isso, porque o desejo cria outro tipo de consumo, afavorece adultério, favorece perder casamentos, comparação.

O nifãs até saiu recente, né Kevin? A gente fechou, desbloquearam o total Acesso de VP, estão tentando fazer isso Porque eles não querem esse tipo de coisa Não quer que você favoreça esse tipo Não tem essa maldade O cara fica atrás, mas pra ele não tem maldade Até o que eu falei com um parente A gente falou dos homossexuais, tudo Quando eu cheguei lá, eu pegava Peguei muito ônibus no começo, muito Era uma hora pra ir até o centro da cidade, antes de ter metrô E aí era normal Ter um chinês, homem, sentado No colo de outro homem, abraçado

Então você tá sentado no busão, esperando o lugar, não tem lugar. Aí vai o Léo, senta no seu colo e você tipo põe a mão na sua... Você seguiu trocando ideia? Aí você fala, pô, gay? Não. É brother, estamos sentados aqui, não tem malícia. Se não existe uma malícia de eu sentar no seu colo, ter algum desejo sexual, não é. E aí não existia. E aí você via várias coisas disso, então é tanta falta de malícia a ponto disso. Essa é sobre o filme.

Ah, tá. O rosto do cara que era meio andrógeno, é isso? Você falou? É, vamos falar assim. Tá vendo como é o queixo fino? Que esse ali é o famosinho. O outro não sei o quê. Tem outros contextos, né? Esse não é o mais novo. É o ator ou a pessoa... Esse não é o mais novo, mas eles pegaram os atores mais novos que tinham estruturas muito finas. O cara falou, meu, meu, eu não era esse cara. Ele começou a questionar. E o cara que era avô do Neto, ele era um membro do partido. Tinha um poder maior quando ele colocou isso. Teve mais comentários.

E aí essa coisa que ele comentou de sentar no colo e tal, eu pergunto, porque eu falei, a gente não viu a galera de bondada. Não, peraí, você viu um monte de gente de saia. A gente viu de bondada, sim. Mulheres lá. Sim, sim. Extremamente curtas. Também. Mas muito curtas, shorts curtos. Você fala, meu, não dá. E aí, ó.

Andando na rua Não existe olhar, pra que olhar? Ela tá ali, normal Nada, de fato Eu perguntei, mas tem um casal gay Acho que talvez em lugar grande tenha mais repressão Mas no interior era um pouco mais O que eu pensei é Acho que o gay aqui é que nem o panda Você quer ver? Vai pro interior Na cidade grande é atrás da grade Como que é lá?

É uma linha extremamente obscura. E aí você fala assim, o que é uma linha obscura, uma linha cinza? É algo que existe e ao mesmo tempo não é oficializado. Então assim, existem bar gays? Existem. A gente viu. O cara comentou. O cara comentou, lá em Shenzhen. Existem bar gays? Pô, existem bar gays. Existe comunidade? Existe.

Pode casamento gay? Não pode. É criminalizado? Não. Então pode. Sai na TV? Não. Mas tem algum vídeo público? Também não. Mas se ele estiver na rua? Ninguém vai falar nada. Então tipo, não tem uma regra específica. É um passo muito cinzento. Se algum estrangeiro ficar falando uma regra e pegar um código que tá escrito, ele tá mentindo, ele tá pegando uma fotografia.

de um pedaço disso, porque no final das contas existem muitas variáveis que nem todo mundo segue a mesma regra aí viralizou esses dias acho que eu não postei esse, né? mas era um policial chegou pra um chinês, tava vestido de mulher de saia e aí ele chegou aí mesmo falou, isso é uma vergonha, o que você tá fazendo? se veste como homem, o que você tá fazendo isso? e aí você pega assim, se eu pegar esse trecho

e soltar esse vídeo, vai parecer de quem está vendo, vai favorecer quem é super contra, quem é favorável. Está vendo? China é assim mesmo. Mas não reflete. Mas é louco que qualquer postagem, qualquer comentário sobre China vira guerra ideológica. E aí você, se você for ver o que a gente acabou de falar, eles estão valorizando família.

contra expor relação homossexual é uma coisa que se aproxima muito mais do que uma galera muito conservadora o que é mais bizarro que a galera de esquerda não vai aceitar é que o partido comunista chinês é muito mais como um regime da época da ditadura do Brasil um regime militar é isso, é a fotografia

Com a Arábia Saudita, talvez? É uma mistura, mas assim, se fosse... Porque assim, não existe uma... O aspecto do poder da monarquia, lá nos países árabes, fica realmente o poder na família, e ele passa pra família, isso não vai acontecer. Mas não acontece. Ali, agora com o Xi Jinping, que ele mudou a regra, ele tá ficando mais como um ditador, mas é mais um ditador que fica, não é uma família, não é o filho dele que vai continuar, ele vai colocar provavelmente um sucessor político. E aí quando você pega na equipa da ditadura, podia falar mal do governo? Não.

Não pode falar na China. Podia fazer o que quiser? Não. Desenvolvia pra cacete o país? Desenvolvia. Tinha investimento do Estado em infraestrutura pra crescer? Tinha. Existiam decisões da cabeça de um cara porque sabia que o caminho é ali? Meu, eu sei que vai dar ruim agora. Existia. É o que a China faz. Hoje a gente fala com orgulho. Os planos quinquenais da China, eles são bons porque eles não mudam o plano. Caralho, isso é ditadura.

E aí não tem como uma esquerda apoiar esse regime só porque é a China, porque não é. E essa é a maior, assim, é bizarro a galera falar isso, de contra, a galera de esquerda defendendo e gostar de morar lá, sendo que eles não apoiam nada de direitos humanos, de criminalidade. Não existe meio termo pra isso.

polícia repressiva. É uma polícia extremamente repressiva. Aí a galera que mora talvez falam, não, mas é todo mundo bonzinho. Cara, se tiver crime, funciona. Você é preso, não tem isso? Você não vê porque não tem. Ou você não vê porque não é mostrado, porque o governo controla também porque o que vão pensar do que está acontecendo. Tanto que se a pessoa... A gente viu gente de lá comentando isso também, aquela questão do score.

Só que o que é a margem que é bugado? Que deixa a margem pra discutir? Por exemplo, meu corpo e minhas regras. É uma política muito forte do feminismo, do empoderamento feminino. Na China pode? Pode. Mas você fala, pô, não é família?

A parte do aborto, por exemplo, é muito mais focado na religião que a gente coloca como se fosse um país laico. É isso. Eles não têm isso. Então, cara, você não quer? Tira aí, mano, seu corpo. É muito comum. Eu lembro a primeira vez que eu ouvi, era a Jane. A Jane foi a primeira funcionária da China Link.

antes de todo mundo. E aí era o que? 2010. E ela chegou assim, Lincoln, eu preciso fazer uma cirurgia, agora na sexta, mas é tranquilo, eu volto segunda. Aí ela já tava comigo, sei lá, uns seis meses, já tem intimidade, é só você assistente, né? Você fica amigo. Eu falei, porra, Jenny, cirurgia, o que tá acontecendo? Você tá bem, cara? Mas eu falei, não, tô bem, é normal. Falei, mas o que você vai fazer? Ela, não, não é nada. Falei, porra, mas o que é? Quero saber agora, tô curioso. Ela, não, é só um aborto.

Então é algo muito comum para eles, para os chineses. Aí você fala assim, pô, então eles são muito mais de direita. O que é importante não misturar, direita, o aspecto tem conservador, de família e econômico. A China é muito mais no aspecto econômico, mais de direita. Agora, em costumes, é mais liberal. Aí você fala assim, pô, então meu corpo, minhas regras, então pode droga? Não.

Não pode de jeito nenhum. De jeito nenhum. É bem repressivo lá. Pena de morte, eu vou te falar uma coisa. Tem as dosagens específicas, mas é deputado. Mas é bem repressivo. É muito repressivo. Eu vou pegar um exemplo. Quando eu trabalhava no bar, uma vez por mês ou a cada dois meses, ou pré, quando tinha eventos que ia ter tipo assim, teve as universidades em Shenzhen, que é um jogo universitário.

praticamente toda semana nesse período antes, chegava lá uma blitz policial, batia na porta da balada, aí chegava muitos, fechavam todas as saídas. Todas, não saia ninguém. Você só ia sair de lá se você fizesse xixi no potinho e não ficasse azul. Que pegava metanfetamina, pegava todos os inas, né?

qualquer coisa ali. Aí você fala assim, mas você é proibido porque tem droga. Porque sempre o cara acha uma maneira de pôr essa porra pra dentro. Só que você era preso, deportado, ele fazia uma maneira, e aí começou a criar medo. A China tem uma estratégia muito inteligente de lidar com os problemas, como ela lidou, por exemplo, com a prostituição. Tem uma cidade que era perto de Shenzhen que se chama Dongguan, que era conhecida como a Cidade da Luz Vermelha.

E aí tinha lá as massagens, as prostituições, era um prostitution ring muito forte ali. Cara, não achamos a prostituta lá. Não que a gente procurou muito, viu, Leni? Mas, cara, não tinha prostituta. Acredito, acredito. Mas realmente é muito forte. Não tem mais. É muito protegido. É difícil achar isso. E aí, vamos lá. Era muito... Era muito...

O Lincoln, você derrubou a bebida só para não beber. Era muito público esse negócio. O que eles fizeram? Era tão comum que eles chegaram lá e falaram assim, é uma estratégia de um livro que é do Stephen Levitt, e esqueci o nome do outro cara, que se chama Freakonomics.

o Freakonomics tem uma tese que ele fala qual que é o erro que a gente nunca consegue pegar o tráfego de drogas porque a gente vai no traficante você nunca vai conseguir controlar todos os traficantes porque eles se reproduzem existe uma repressão econômica em que um outro cara acha sedutor e começa a vender drogas de novo e por aí vai ele tem uma tese econômica que pra você acabar com o consumo de drogas você vai no usuário começa a punir usuários, põe o usuário porque o usuário não quer mais comprar você vai no usuário

Você não vai na oferta, você mata a demanda. Vamos pegar essa mesma tese, voltando para o Prostitution Ring lá em Dongguan. Chegou a China, como é que você pega o usuário? Eles pegaram no meio dos prostíbulos, direto, datas aleatórias, câmera, blitz policial.

Entrava lá. Olha o Lenin suando frio agora. Aí você faz isso no Brasil. É, o Lenin lá aqui, ó. Entrava. Rombava quarto. E aí você tem várias cenas. Você vê, aí tem gente das cenas assim, muito comum. Você vê as mulheres assim, com um lençol assim na cabeça. Os caras cobertos. Porque assim, você tá lá peladão. E tinha cenas assim. Olá, estamos aqui.

E aí os caras, sei lá. E aí eles fizeram isso uma, aleatório outra, aleatório outra. A galera começou a ficar com medo. Nem foda, hein? Não vou lá, meu. Porque começou, não tinha um padrão de tá só quinta, tá o bar. Eles começaram a ir em todos os lugares. Então a maneira como eles acabaram com isso foi justamente... Expondo os caras. E aí você fala assim, pô, Lincoln, então não é tão liberal assim. Não é. Mas isso é pró-família?

A gente poderia falar que é para a família não ter prostituição. Só que eles veem que isso... Se você destrói a família, vamos falar assim, você destrói a economia. Porque você gera divórcio, não sei o quê, problemas. Eles querem uma família estável. Uma estabilidade emocional. Droga acaba com família? Acaba. Prostituição acaba com a família? Crime. Potencialmente acaba. Crime acaba com família? Acaba. Filhos indesejados, acaba com família?

Ixi, e agora? Você falando fora do casamento ou dentro do casamento? Em geral, um filho indesejado. Não pode destruir a família. Claro, pode. Então, isso pode aborto.

Então a lógica é diferente. Não tem muito a ver com o direito. Apesar de se assemelhar muito mais com o regime de direita, é muito mais do conceito. Isso pode prejudicar a economia e a harmonia chinesa? Pode. Não pode, então, fazer. Não, isso vai ajudar. Libera. Saquei. Essa é a linha. Os caras estão perguntando uma coisa aqui. Não sei se você sabe responder. Existe comédia na China? Quais temas são abordados? Perfil igual do Léo seriam mortos?

A gente até tentou extrair. A gente perguntou. Eu nem sabia falar o que era stand-up comedy, porque não pode. Não é que não pode, é muito perigoso. O cara tem que ser muito ligeiro. Pode ver que a maioria dos comediantes que tem sotaque asiático são americanos e eles fazem as palestras de asiáticos que moram fora.

Lá. O cara não assia... Eu não me arriscaria. Eu acho muito perigoso. Eles até mostraram pra gente. Lembra que mostrou? Acho que foi a... A menina lá queria ver a galera correndo, talvez, sem camisa. Que acho que ela... Ah, não, tem humor aqui. Mas você falou... Era um toscão. Era tipo aqueles de risada forçada e bobão. É um negócio muito... Água com açúcar ali. Muito suave, muito suave. É o que tinha.

você não vai ter um stand-up fazendo é a comédia, sabe? torta na cara é a comédia mais japonesa tem aqueles japoneses que faz escorrega bobão pastelão claro que o pessoal está perguntando não vai ter, bar de strip não tem

Tinha nessa época. Agora não. Cara, pode ser que algum estrangeiro que tá lá saiba, mas os caras são muito... Agora a China tá muito exposta. E eles tão vendo isso que tá indo muito estrangeiro pra lá. E o que eles mais se preocupam, lembra? O face, o rosto, o mend. E se o estrangeiro vai pra China pela primeira vez e volta falando que tem mendigo, prostituta, droga, é ruim pra imagem do país. Eles se preocupam muito mais com isso. Só que assim, olha como é hipócrita.

Teve até um vídeo sobre isso, muito antigo no YouTube, que eles se preocupam tanto com o Face e não a real situação, que teve uma época que começou o lance de reciclagem. Então sei lá, 2013, 14, você coloca lixeira de reciclagem, de material, e geralmente não é uma do lado da outra, orgânico e reciclado. Então assim, uma está escrito orgânico, uma está escrito reciclado, certo? Desse lado da rua, estava orgânico e reciclado. Do outro lado da lixeira,

O cara talvez, pra seguir o padrão que esquerda é sempre orgânico e da direita é reciclado, ficou ao contrário. Aqui ficou orgânico, só que ao contrário ficou, porque ele só tinha que pintar a coisa. Não é que ele quer seguir o que é orgânico. Ele quer falar assim, olha, a gente segue, filma aí.

Mas na prática, aqui tava orgânico, aqui tava reciclado, tava errado. Só que não faria diferença porque no final é o face. Quem vai pra lá e fala, caramba, olha o que é isso. Os lixos nas ruas interferem o que o estrangeiro vai pensar? Sim, tem que tá limpo. Pô, a segurança interfere? Pô, interfere e eles tão vendo que todo mundo elogia aqui, a gente tem que manter isso. Como é que a gente mantém? Mais câmera, mais isso, criminal?

Então eles se preocupam com o mundo. Porque a maneira como eles tão ganhando o coração com o soft power de todo mundo é mostrando o quanto eles são foda devagarzinho.

Cara, não tem ninguém que volta na China que não vai lá. Só que quem não vai fala mal, concorda? É, exato. Esse é o ponto. E uma coisa, não sei se você lembra, que eu até comentei. Se você pega... Poxa, maiores cidades ali. Você pega Pequim e Xangai. Cara, a gente não... Realmente... Em questão de limpeza, todas as cidades. Mas você lembra quando a gente chegou em Xi'an, que aí já começou a vir em alguns momentos... Aí eu falei, ó, você vê, a gente saiu, a gente foi para um lugar afastado. Mas você pega Pequim e Xangai...

Nada. Deve ter uma vigilância maior. Que é onde é. E aqui no Brasil, se você for ver, não. São Paulo, mendigo pá, caralho. Se você for pro interior, é que você vê menos. É. É o contrário. E aqui, Rio de Janeiro, criminalidade, mendigo, morador de rua. Lá você pega Pequim e Xangai, nada. Quando a gente foi lá pra Xi'an, já tinha um pouco.

Agora eu vou falar alguns pontos que não são permitidos. Mas curioso isso. Para mim, por exemplo, eu vou falar muito de uma maneira subjetiva, porque são pontos perigosos de falar para quem trabalha e quem volta para a China. Um deles é o que eles chamam, dá para você até trazer alguém aqui para falar disso aí, que é legal, sobre o tráfego de órgãos na China. O quê?

Então eu só vou falar isso daqui. Faustão! Não, zoeira. Eu só vou falar isso daqui. Porque se você pegar as teses... A China é o único lugar que fez o primeiro transplante de pulmão na época do Covid em menos de um mês. Caralho. Cara, pra você achar um pulmão compatível, inteiro, de alguém... Ah, tem muita gente. Ok. É o único lugar que você pega lá. Quem tem mais dinheiro consegue órgão mais rápido. Meio que num leilão de órgão.

Ah, eles são muito eficientes tem muita gente pode ser, mas quando você vê o outro lado que eu acho legal você ver, ele é bem interessante porque aí é o lado obscuro que ninguém fala, e nem pode tocar, e a China tem uma rede eu não ganho nenhum dinheiro, tem de muito influenciador principalmente gringo, que eles pagam pra ir pra Chandu, pra falar da cidade e especialmente teve um vocês já devem ter ouvido falar que na região do noroeste da China tem a região de Xinjiang

Na região de Xinjiang, existem rumores que existem campos de concentração da população uigur. O que é isso? Uigur é uma etnia árabe. E assim, eles falaram, para eles garantirem a uniformidade das pessoas, os muçulmanos não podem mais usar a burca completa, os caras não podem deixar a barba longa. Cara, eles usam por um propósito religioso, não é porque eles querem. E eles falaram, não pode agora aqui.

Não quer? Não dá pra saber como eles vão punir isso. Então não estou falando o que eles fazem, porque eu nunca fui lá pra dizer, mas existe uma grande linha de gente que fala que é óbvio que tem, óbvio que acontece isso, e as pessoas que desaparecem cruzam com aquela primeira tese maluca que eu falei do pulmão. E aí isso é meio obscuro.

Aí dá pra se explorar depois assim. Então assim, aí esses assuntos você pode mencionar ali? Você não pode? E aí dá pra ver assim que... Acho que tira o que você falou no começo que a gente não tá sendo patrocinado esse vídeo. Exato. Aí já dá pra perceber que não é patrocínio, né? Eu vou fazer um xixizinho. Aproveita a pergunta que tem a galera. Cadê o Leninói? Lê minhas perguntas aí. Lê uma ou duas aí.

Pois é, o pessoal está aqui mandando várias perguntas. Tem uma da Duela Zulis. Ela perguntou qual comida ou bicho vocês comeram que era estranho, mas surpreendeu pelo bom sabor.

Eu lembro, a única coisa que você não gostou. Teve uma que eu não gostei. Você lembra o que era? Eu lembro, mas eu nem lembro de escrever o que era, mas tirando essa que foi em Pequim no final. Essa não foi boa. A gente comeu algum bicho estranho? A gente comeu culinárias diferentes, coisas diferentes. Eu acho que a gente... Os insetos a gente até não achou. Eu não lembro, nem grilo. Pepino do mar, você não comia pepino do mar? Pepino do mar eu comi. Só que você gostou, né? Ninguém gosta disso.

ok, ele não era nem ruim nem bom, não é uma coisa que eu ia falar que eu ia repetir, e ele não é um pepino, pra alguém não achar, é um bicho mesmo, joga aí, pepino do mar, pra galera ver o que que é, ele não é um pepino ele é um bicho, ok, gosto meio neutro, gosto de quase nada muito nervo assim, parece um negócio, gosto de quase nada fora isso, nada né todo o resto foi normal, nenhuma carne específica, nada, geralmente nos hot pots dá pra pedir cérebro vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai

Só que eu não pedi nada A gente comeu muito lamb, carneiro Tinha um lugar que era só de carneiro Carne bovina, muita carne bovina Os chás Agora foi você Bebemos vários chás diferentes Mas nada também Agora, teve um Eu lembro qual que é esse Ali o Pepino do Mar

Cadê? Aí, ó, isso é o pepino do mar. Foi isso aí. Isso é um bicho. Isso é um bicho. Quando eu vi na foto, falei... É. Cara, isso é isso que eu acho ruim, cara. Tô nem com fome, mas... Não, mas o Léo era assim. O Léo era assim, ele falava assim, porra, é estranho, eu quero.

Mas, Léo, isso aqui... Não, não, não, eu quero. Vamos lá, nunca comi. Bora, bora, bora. É muito fácil me ganhar, velho. É só falar, olha, você tá... Quer beber isso aqui? Não. Não, mas é um suco de cogumelo com... Que nem tem aqui no meu... Bora. Que é tradicional. Me dá aí que eu vou experimentar. Você está respondendo a pergunta que a gente comeu estranho. A gente comeu... Pô, vamos fazer um desenho desse que não era bom. Ó, cada um lembra. Você lembra alguma coisa que não foi boa? Eu lembro. Eu lembro uma.

Não, o negócio que você pediu lá É, isso, isso aí O que era aquilo? Era um leite fermentado de um bebicho Feijão fermentado Era uma bebida de feijão fermentado Eu falei, olha Essa aqui ficou boa não, viu Ali deu ruim Não, aquela ali não deu certo, velho Cara, olha É difícil eu lembrar outra coisa assim que eu tomei E falei, isso aqui é horrível Foi essa bebida de feijão fermentado Cara, você comia tudo Obrigado

O que me der é o experimento. Essa você provou um gole e falou, cara, não dá. Eu joguei fora. Foi a única coisa que você jogou fora? Eu joguei fora. Você na culinária parece a vida sexual do Lenny. Ele riu porque é verdade.

Lenny viu o pepino do mar e falou, parece Carlinha. Mas eu não comi, né, mãe? Não comi ainda. Manda aí, Lenny. Tem uma pergunta do Gustavo. Ele está pedindo para o Lincoln falar um pouco sobre as guerras do ópio na China. Caramba, saudades do ópio. Zueira.

Cara, eu acho que assim, eu não sou um historiador, eu acho que tem pessoas mais preparadas pra falar por isso, mas foi, tem teses, que foi como os ingleses queriam dominar os chineses, não era um valor econômico, era muito mais pra deixar eles independentes, enfraquecidos. Dependentes.

Isso, dependentes, mas enfraquecidos, e aí eu dominava o país da maneira que eu queria. Explorava mais recurso, tinha poder de dominar um povo fraco, que não ia brigar nunca. Tipo, essa é a estratégia, esse é o aspecto mais econômico que eu falaria sobre isso. Mas eu não lembro de datas, eu não lembro do porquê sobre isso daí, não.

Tem uma pergunta aqui pro Léo, do Paulo. Ele fala o seguinte, você já fez piada com tudo praticamente. Depois de conhecer a China, o que mais te surpreendeu? A tecnologia, a cultura ou o comportamento das pessoas? Ele carregou com piada e levou pra tecnologia. O começo não tem nada a ver com o final. Qual piada você vai ver? Tu já fez piada contigo, contudo. O que achou da tecnologia chinesa?

Você toma banho todo dia, né? Como você achou da tecnologia? Eu gostei da pimenta de xiã. Esse responde algo não, ele não perguntou, né? Caralho, o bagulho não dá a ver. Foi meio isso. O bagulho não dá a ver, velho.

O que mais espantou de tecnologia só ou tudo? O que mais espantou foi a tecnologia, a cultura, o comportamento. O que mais me espantou... Vou tirar a tecnologia. O que me espantou, cara, o que eu achei curioso... Me chamou a atenção que, assim, a entrega de drone ali, quando a gente parou no meio do parque pra pegar um café com drone... É que você voltou pra tecnologia. É uma coisa que, tipo assim, não tava esperando. Embora se você for ver, ah, pô, você tem táxi autônomo...

Não precisa estar tão longe para ter uma entrega de drone com café. Mas é porque essa eu não tinha ouvido falar. Talvez por isso me chamou a atenção. O táxi autônomo já tinha ouvido falar. Então acho que essa é a entrega do café. Vou com essa aí.

Tem mais uma pro Lincoln aqui, ele tá perguntando qual foi o maior choque cultural que você teve nos primeiros meses morando em Xinzhen. Cara, o principal choque que eu tive foi quando... Vai parecer uma besta, mas banheiro, cara, é embaçado. Hoje em dia, você vê na internet, todo mundo já vai lá preparado mentalmente que vai ter um buraco no chão.

Mas não existia muito YouTube na época, né, cara? E quando eu cheguei, a primeira vez que eu tive que fazer, que não tinha escolha mesmo, cara, ali foi um choque, falou, meu... E assim, eu tava num trem. Eu tava num trem fazendo uma viagem. Eu tava num trem com viagem. Falei, cara, não tem como. Quando tem que ir, tem que ir, né? Você segura, mas não dava. E aí o trem, nesse caso, o buraco, era o buraco, você viu o trilho.

E aí eu falo, cara, eu acho que aquilo ali foi um choque assim. Aí eu digo assim, é um choque. Mas peraí. Sim. Mas é número um e número dois? É? Você não viu isso lá? Sim. Aí depois, não, mas eu acho que não vai ter. Não tem mais. Igual tipo uma vaca andando no meio do pasto e... Não, você está no trem, ele está em movimento. Não, sim. Você sentou, está o buraco, você está vendo que o trem está andando. Vai ali no trilho mesmo.

Que doideira, mas eu não sabia, não lembrava. Naquele período daqueles trens que não são mais os de hoje. Sim, sim. Eu tenho certeza que se pegar os trens da Índia, Bangladesh, a maioria também, com certeza, deve ser essa pegada. Eu acho que nesse aspecto é o que mais... Porque você está tão acostumado com uma coisa, o resto, comida.

Quem é um pouquinho aberto hoje em dia não sofre impacto, não sofre. Quem mais sofre, que eu vejo que eu levo muita gente pra lá, é assim, é o cara do interior de São Paulo, mais velho, que não come comida japonesa, que não come nada cru. O que ele come de dia de semana? Ele volta pra casa, almoça com o esposo, arroz, feijão, salada de alface e bife. E o que ele come na janta? Arroz, feijão, salada de alface e bife. O que ele come de quarto?

Macarrão com carne moída. E final de semana, o churrasquinho dele com a cerveja. Esse cara sofre.

Agora, qualquer cara que vai em restaurantes comer alguma coisa, esse cara, porra, ele vai lá e absorve alguma coisa, porque a comida é muito boa. Ele só precisa estar aberto para isso. A maioria é o preconceito do medo. Mas vamos continuar a viagem, porque a gente não chegou ainda em Pequim, né? A gente parou em Xi'an. De Xi'an a gente foi para Xangai. Foi Xangai. Xangai, como a gente foi?

Vou. Vou? Vou. Ah, tá. É longe. Pegaram todas as minhas baterias. Aliás, quem tiver lá na China é recente isso daí. As baterias, Lenny, tem um sinalzinho que nem sabia. Tem três Cs. Só essas baterias. Hã? É uma cidade voação da China. É. Só lá na China tem isso. Qualquer coisa que não seja... Esses três Czinhos, você não pode andar com essas baterias. As minhas eram mais antigas. Deixei umas seis baterias lá.

E aí tive que comprar essas baterias externas, né? Era da hora, a sua era fininha. É, fininha. Mas eu comprei da... Eu não vou comprar essas aqui, porque a minha é mais fina, a minha é melhor. Em Pequim eu tive que comprar uma fininha lá da Xiaomi. Tá saindo agora, uma colorida fininha, cara. Mas... Xangai foi aquele que a gente foi nos prédios que a gente tirou nossa foto, que é os três prédios, que cada prédio representou avanço econômico chinês. E aí cada um é mais alto, assim, né?

Coloca essa foto aí de baixo pra cima. É, porque Xangai tem uma parte antes e depois, é isso, né? Um outro lado do Rio que, assim... Assim, Shenzhen, o que é legal, é uma cidade de 40 anos. Xangai tem milhares. Então, assim, obviamente foi invadido várias vezes, já foi destruído, mas você vê uma parte muito nova e você vê uma parte muito velha. E é uma mistura em questão de dois quilômetros. Do nada tá tudo novo, passou, ficou tudo velho.

A gente viu muito mais o lado só novo. A gente não viajou tanto, assim, né? Acho que a única coisa que a gente viu de diferente é que a gente foi no Jardim de Yuan.

aquele jardim inteiro que é preservado que era uma casa de campo do cara tinha um monte de indonésia lá e aquilo ali, você olhou pro lado você vê os prédios, então você tá num jardim preservado antigo de 500 anos no meio de Xangai que do lado tem prédio alto isso aí é legal pra cacete e lá a gente fez um matchmake com a Alibaba então teve uma experiência de comprar de negociar, como negocia com o chinês e o que eu percebi lá é que os caras eles colocaram um monte de gente novinha né

É que eles parecem novos. Ah, é? Parece muita molecada lá. Só filha. Tinha uma filha de alguém lá que tava traduzindo. Mas, em geral, a galera parece nova. Você fala assim, olha quantos anos você tem? 34. Você fala, caralho, 16. É, parece a cara de 18, 19 filhos. Depois de Xangai, que match? Viu Xangai? Foi no jardim? Foi no matchmaker do Alibaba?

A gente primeiro foi no Match Make, aí depois a gente foi dando a volta pelo... Aquele... Não é French Quarter, mas é uma parte francesa. Esse foi o evento que ficou pra história. Porque vocês que conheceram o Vilela antes... Ah, sim. E depois de viajar comigo. Cara, não, mas peraí. Extreme makeover. Foi, foi, foi. Cara, mas assim, eu juro que eu não olhava... Dava uma certa vergonha alheia. Ele andando na frente, a gente deixava a gente pra trás. Você percebeu, cara? É.

Porque assim, o Léo tinha um motivo, tinha uma licença poética por ser o personagem, por ele estar gravando. Agora o Vilela não tinha nenhum motivo pra fazer isso. Depois vai pegar uma foto minha na muralha da China que eu mandei pra vocês ver. Olha como é que eu andava. Parecia que o Vilela fazia de propósito o que combinava menos.

E tipo assim, uma era a lista pra cima. Inimigo da moda. Eu falava, cara, não é possível que esse cara... Não tem como, cara, alguém ter escolhido isso. Eu olhava assim pra ele, e aí ele colocava um tênis mais bizarro ainda, ele comprava os mais coloridos ainda, né? Eu falava, mano, onde é que ele vai misturar isso, cara? E aí ele... Aí eu falava, não dá, cara. Aí eu falei assim, aí eu tentava falar com ele, ele não ouvia. Olha lá, olha lá.

Pô, tu lembra quando eu apareci com essa roupa no rodo? Foi legal, foi legal. Todo mundo, é. O Lincoln desceu e falou...

Por que não? Tá certo, tá certo. Meu nome falou, é... Por que não, né? Porra, cavalei o controlador. Mas todo mundo se amarrava em você. O pessoal tirava foto. É, porra, eu andava... O chinês achava da hora que eu andava assim, velho. Esse chapéu você comprou lá? É, porra. Cada dia eu tava com um outfit. Você trouxe pra cá o chapéu? O chapéu eu comprei lá. Não, você trouxe? Não, o chapéu.

O chapéu trouxe. Você tem? Trouxe, tenho, tenho. Pô, podia ter trazido. Trouxe esse chapéu. Pois é. É, não. Eu tava só com a camisa. Essa camisa eu comprei lá. Camisa de Hong Kong, que eu já tinha da outra vez. Aí eu levei e falei, vou surpreender os caras, maluco. Vou chegar no café da manhã, igual de aqui. Vou surpreender, vou surpreender. Porra!

Eu surpreendi uns guia. Uns guia. Pô, tem a outra que eu tirei com a chinesa. Pega lá também. A galera veio tirar foto comigo. Foi na cidade proibida. Aí, ó. Olha minhas roupas, velho. A galera da China... Essa aí eu não posso contar o depois. Zoeira, briga-se. Mas ele totalmente misturado lá. Eu misturava. Galera, olha assim, pô. Quem que é ocidental aqui? Não dá pra saber. Vai lá. Até por causa do sol ele tava com o olho mais fechado. Não dá pra saber quem é ocidental aí.

Não tem como, velho. Eu sou um camaleão cultural. Então eu levava meus outfit, era da hora. Do Vilela, realmente era mendigo. Mendigo chique. Não, mas aí em Xangai, a gente entrou numa loja assim, ele foi durão até o final. Mas ali que foi que eu senti que ele não tava dando moral. Aí eu falei, Léo. Aí eu falei, nem vou ajudar o Vilela, que ele não quer. Aí eu falei assim, eu peguei uma roupa pro Léo. Eu falei, Léo, prova isso aqui. Quando o Léo saiu, aí o Vilela falou, porra.

tio Léo isso aqui eu comprei eu comprei nesse dia eu lembro, lembro aí você colocou aí você colocou assim aí eu vi lá e ela falou pô Lincoln essa aqui tá legal olha que legal essa foto qual que é o hotel aí? aí a gente tava num Grand Riot também

Não, mas o hotel da gente é esse. É esse no prédio que fica na Jimmall Tower, que é esse primeiro, que foi a torre mais antiga, que é a mais baixa. Só que a mais baixa, o nosso lobby era no 55. Cara, era doido isso, né? O lobby era no 55. O lobby do hotel era no 55, né? Começava no 55. O quarto, acho que você estava no 62. Eu fiquei no 70 e pouco. Ah, eu fiquei no 62, acho que 64, 70. Surreal. E aí dava uma agonia de você olhar pra baixo, assim, nos quartos, né?

Dava uma vertigem. Ah, não, eu curto, né? Eu achei... Não, mas foi... É surreal, velho.

E assim, é um bagulho tudo muito recente. É aquilo que a gente falou. Essa parte antiga, a parte nova. A parte nova, sei lá, em 30 anos, era também um nada. É, aquela parte lá tem 30 anos. Aquele boom de quem tirou as fotos. Parece cyberpunk, assim, gravando. A gente gravou o vídeo do... Se é comunista ou não. Bateu um milhão aquele vídeo, né? Bateu um milhão. Bateu um milhão esse vídeo. Que a gente pegou aquela rua principal com aqueles pés de tudo de fundo. Vê se acha isso daí, cara. Aquele skyline bonito pra caramba.

B-Bundi. É falar, não, não, é Copa B de inglês. Amigo, tem Disney. É. Disney. Não precisa falar mais nada, velho. Os caras vendem boné do Mao Tse-tung. É, pô, tem o Mickey lá. Já viu o Mickey comunista? Exato. Porra. Caralho. Galera ficou brava. Mas nesse dia, então Vilela se trocou. Foi, foi. Falou, pô, gastou um dinheiro. Tem um dinheirinho lá. Foi bastante, você pegou umas 12, 15 peças, eu acho.

Pô, cara, não. Três blusas, não sei quantas camisas, três calças. Eu comprei coisa pra caralho. Essa é de lá? Esse é de lá. Esse não, esse não. Mas é o estilo de lá, né? É. Não, esse é meu. A camisa, a calça. A calça também. O tênis vai ter mais... Isso veio full. É, eu comprei lá. Tudo lá, velho. Não, e você vê com tênis ok, né? Tipo, não com...

Esse aqui eu já tinha, mas a calça, a camisa, tudo comprei lá. É vídeo ou é foto, Leni? Você pegou uma qualidade boa, hein? Você foi na pior qualidade possível, né? Ele pegou uma foto de quando inaugurou, na 93. Nossa, 93. Um pixel. Nossa, Leni. Era o chinês que conseguiu uma conexão pirata pra subir essa foto quando inaugurou.

Foi tipo, internet de escada, né? É, internet de escada, velho. Tá, mas se ele passar pro lado, tem a foto da última prostituta que trabalhou na China também.

Tinha aquela... O The Pearl, que era a pérola, que é aquele que tem uma parte redonda em volta, e aí tem os outros prédios ali, que é dessa área nova de Xangai. A gente gravou um vídeo nessa rua ali, comentando essa questão de comunismo, capitalismo na China. Esse vídeo tá lá também, a gente subiu em colab, o vídeo... Eu vou pedir ao Kevin, lembra? Pra sempre de cortar esse momento aqui, pra sempre, quando vocês verem o Vilela bem vestido...

Eu vou colocar o link desse vídeo, porque foi o Marco que ele começou a ficar cheiroso. É isso que eu ia falar. Ele começou a se vestir. Mas cheiroso. Comecei a comprar perfume lá. Porque eu falei assim, meu, dá uma olhada em perfume. E começou a testar relógio. Entramos nas lojas, provamos relógio. É porque, cara, olha aqui. Olha aqui, olha só. Está de Cartier Santos aí. Cartier, olha aqui. Meus amigos da Dio. O Dio que...

Aqui não dá, eu já tô bêbado. É querer demais. É querer demais. E, cara, eu tinha o meu Sauvage, que eu usava há anos. E aí eu fui perguntar pro cara, o especialista em perfume, ele falou isso, é perfume de ex. Eu falei, cara, mas por que? Ele falou, o cara normalmente usa 2&2 e depois vai pro Sauvage. Eu falei, exatamente o que eu fiz. Ele falou os dois. Ele falou os dois. Era 2&2, mudou pra Sauvage. Ele falou, então, toda mulher tem um ex que fez esse caminho aí. Caralho, é mesmo, velho. É, aí eu parei de usar.

cara vidente também, né? Você pegou o quê? Pegou uns dois lá, né? Dois, três. Pegou o Ex Nihilo, né? É, eu peguei o Edonist e peguei o... Cara, esse é o mais porrada, é muito porrada. E o Reflection 45 do... Também é muito porrada. Da Amoage. Já tô com três do Amoage. Eu peguei um desse do Amoage também, lembra? O Rony ao Tabaco. Porque a gente chorou, eu falei, cara, mas isso aqui... Não, Amoage é... Parece que eu mergulhei num charuto. Aí eu falei, vou levar.

Eu gostei, velho. Eu mostrava, olha, isso aqui é delicado, não sei o que. Não, isso aqui, ó, cheiro, não. Cara, isso aqui parece... É? Eu lembro que os caras viam a descrição e eu falei, eu não levaria. Não, porque era a descrição, não. A descrição que a gente falou, como que era, do Bourbon? Aquele era, o que você falou, eu gostei. Entrou numa sala e todos perceberão que você, não sei o que. Era isso. Lembra que era isso? Extremely loud.

Era isso, era isso. Mas ele era bom mesmo, era bom mesmo. Não, mas tinha um cara escrito assim, Bourbon e tal. A gente cheirou, é.

É bom e tal, né? Não quero igual, né? Entregava, realmente, velho. Então foi o Marco no Vilela, quando ele começou, foi Xangai. Xangai ali ele começou... Me patrocina aí. Sou fã. Feito em Oman. É. É, não, porra. Se precisar, divulgo, meu irmão.

Tô do lado de Homem-Bomba é da hora. O que precisar eu tô divulgando. Oman. Oman nunca foi. Mas aí, tá, a gente tava em... Xangai. Xangai. Xangai a gente basicamente viu o jardim. Viu a noite. O que a gente comeu em Xangai? Xangai encontramos... Pô, o cara... Teu amigo. Exatamente. Porra, pode... Fala dela aí. A gente comeu em Xangai? A gente... Ela vai participar de um programa aqui.

Alex, você vai gravar aqui? Ela e aquele carinha lá do China porra, tá bombando, velho gravou videoclip videoclip lá na China uma ruiva, né? ela é muito peculiar galera depois vai achar, procura o clipe aí da Alex, eu já divulguei também parece um personagem medieval pronto, né?

É. Total, total, velho. Aí a gente... O pato... Não, o pato de Pequim a gente comiu em Pequim. Pequim mesmo, né? O pato de Pequim a gente comeu. Não, não, sim. Não, mas poderia comer. Mas tipo, eu fiz questão de a gente comer pato em Pequim. Tem. Mas em Xangai a gente jantou. Foi um lugar legal também.

Você lembra de jantar em Xangai? É, que eu lembro que a noite... Eu encontrei o Anderson, que é amigo... Aliás, dirigiu o meu especial da Netflix, que hoje em dia não está mais. Mas foi piada secreta. Lancei o Peste Branca, assistam lá e estou viajando com o show enterrado vivo. Nome autoexplicativo. E aí a gente encontrou ele e a Alexia, que é a cantora que trabalha lá na China. Eles são brasileiros. É curioso isso porque eles tiveram uma experiência com o Lincoln também, que é... Lembrei que a gente come em Xangai.

Eles estão achando, tipo, carai, muito fera. E você falou isso enquanto você está na superfície. É uma coisa. Enquanto você aprende o mandarim e tal. Não, mas vocês tinham acabado de ouvir. Por que eu lembrei disso? Lembra que a gente tinha ouvido no restaurante brasileiro o churrasqueiro falando? Que já estava lá. E aí... A gente teve três experiências nesse dia, né? Que é o Lincoln que já morou e saiu. É um brasileiro que está lá há 20 anos. E uns brasileiros que estão lá...

Um ano e pouco. Nem isso, eles são menos que isso. Nem, é. São meses. É, é. E aí eu falei assim, o Beto. Eu falei, Beto, vem cá. Conta aí como é que é. E aí vocês só perguntaram e falaram assim, eu não precisei falar nada. E o que é mais bizarro é, você pega a brasileirada nova, influencer que grava conteúdo e não sabe de porra nenhuma, e o cara que tá lá há 22 anos que sabe. É. E aí ele falou uma coisa, você criou esse conteúdo e falou, acho que eu e você falamos.

Foi, foi, foi. Tinha vídeo de react falando que a gente tava errado. Caralho. Ele trabalha numa churrascaria.

brasileiro há 22 anos, cara, eu não conheço nenhum outro brasileiro que está 20 anos. A gente foi lá sem saber que tinha, e aí tinha um brasileiro, acho que era só ele. Não, eu já conheço, Beto. Ah, você conhece ele, tá. Aí ele estava falando lá, ele falou quanto ele pagava de escola, que era um absurdo, falou que, poxa, é difícil, que eles não respeitam. Conta algumas coisas que ele falou aí. Uma coisa que eu lembro que a gente comentou no nosso vídeo, que você falou, ah, então hospital, tudo é de graça. Você falou, não, paga. Alguém falou, não, paga, mas é 10 centavos.

Quando ele precisou, ele falou, gastei não sei quanto para o meu filho que precisou fazer. Já estava vazio agora. Gastei não sei quanto para o meu filho que precisou. A gente falou, carai, velho. Mas um dos argumentos, muita gente que falou no nosso vídeo, o Lacan de Flau, o Asco, é, mas a saúde é muito barata.

Porque eu falei assim, a saúde é gratuita? Eu falei, não, é paga. É, mas é barato. Não é gratuito, né? Porque o pessoal acha, não, o SUS é gratuito, e que não é também, né? Mas lá não é. É barato, mas você tem que pagar. Não tem tão um país comunista que não tem saúde. Pô, mas e se eu ficar doente? Vou morrer, vai.

Nossa, o governo não vai me ajudar. Não, cara, você tem que ter dinheiro, você tem que ter um seguro de saúde, como os Estados Unidos. Então até nessa parte de saúde é mais ruim. E aí ele falou que teve dificuldade. É um cara que não tem convênio. É um cara que se precisar de uma cirurgia, vai gastar mó grande. Ele falou que fez uma cirurgia. E é um cara que ele era meio ressentido, porque ele falou assim, cara, eu nunca sou considerado como... Não é que nem aqui no Brasil, o cara fica tanto tempo...

Porque ele tá lá há 23 anos. Ele é praticamente um brasileiro. A galera respeita ele como um brasileiro. O cara que mora aqui há muito tempo. Lá não, você sempre vai ser um estrangeiro. Não, vou contar a história. Por que eu voltei pro Brasil, né? Ele tá lá há 23 anos, velho. E aí, eu não sei se vocês lembram, mas o filho dele ia se formar. Eu perguntei, eu falei... Aí ele fala, já era e vai voltar. É, eu falei, mas seu filho...

E ele vai querer ficar aqui, ir pro Brasil? Ele falou, não, não tem opção. Ele tem que ir pro Brasil. Ah, é? Falei, mas ele tá aqui, estudou, já tá aqui há tantos anos. Não, mas não tem visto, não tem permanência, ele tem que ir embora.

2019, tipo, primeiro ponto, não existe visto de permanência, não existe residente na China, não existe pra estrangeiro. Ah, mas eu vi na internet que tem um green card e é isso. Eles fazem vistos especiais pra pessoas que eles têm interesses políticos ou militares. Então existem lá PHDs, alguns conhecimentos que eles liberam esse visto. Ah, mas eu li que tá abrindo. Não é a realidade. São escolhidos estrategicamente pelo governo.

Qual que é a realidade? O Léo Lins foi lá, se apaixonou por uma chinesa e casou.

Não é residente. Você não vira chinês. Você não vai ter passaporte. Você vai ter que ficar renovando a merda do visto todo ano de dois em dois anos. Isso é ridículo. Você tem um filho lá, você tem seu filho estudando, você paga imposto, mas você é um eterno residente. Fala, poxa, mas eu não tenho a opção de me tornar um chinês? Não tem.

No futuro talvez eles criem. Eu acho muito improvável. Porque parecido com o Japão, é muito arriscado você nacionalizar chineses que não está pró e foi educado no favor do partido. Todos eles foram educados e doutrinados de uma maneira. Quando você coloca alguém que se apaixona muito pela China, será que no momento de frustração você não abandona?

Será que num momento de frustração a China pode falar você não pode não, agora eu sou chinês, você não pode nem sair aqui, cara. Você está proibido de sair. Não, eu não sou. Será que você não pode? Será que você vai estar disposto a isso? Então não existe uma maneira de se tornar chinês. Baseado nisso, você contribui com o imposto, você fica a maior tempo, renova seu vício de trabalho todo ano, dois anos.

Ganha algum direito? Nenhum. E aí, muitos estrangeiros que ficam há muito tempo ganham essa mágoa. Porque é muito ruim você se dedicar a um país que não te abraça. E eu lembro que eu falei assim, até o italiano falou, lembra quando você estava indo embora, que você falou uma frase para mim? Por que você está indo? E eu falei...

Aí eu falei assim pra ele, eu não me sinto mais... I don't feel welcomed anymore. Eu falei pra ele, eu não me sinto mais bem-vindo. Tipo, os caras me usaram, eu tô aqui, é isso que eu me sinto. E é muito ruim, é um conflito. Você tá 12 anos num país. Obviamente me apaixonei por lá. Obviamente foi o amor da minha vida. Tipo, pô, a minha fundação e parte de pensamento, como eu penso, é chinês. Só que os caras me dispensaram. É o tipo de amor, assim, tóxico, que te usou pra cacete, beleza, você trouxe, mas agora vai embora, cara.

Toca lá no Brasil. Eu não vou te falar nada. Tô te ajudando. Tô aqui, ó. Fala aí da gente. Mas é isso. Então aí o cara que tá mais tempo como aquele tiozão, ele volta. O cara que é um... Tem uns caras que produzem conteúdo, uns caras mais bonanza, de esquerda. Cara, esse cara tá lá porque provavelmente ele é no Brasil. A gente conversou pra falar isso. As chinesas adoram os estrangeiros.

Então o cara é um toscão, bobão aqui no Brasil, não ia conseguir conhecer ninguém legal, ia ter um subemprego que não ia ter alguém... Lá ele é o rei, ele é o estrangeiro, ele é o excêntrico, o exótico, vai conhecer gente diferente, talvez numa condição social que ele nunca teria chance, ele vai ser convidado para rodas que ele nunca seria convidado aqui. E aí ele usa esse argumento de que, pô, aqui é a China melhor, eu sou bem-vindo.

E a China é legal pra cacete, só que ele nunca vai ser bem-vindo. E a qualquer momento a China pode falar, amigão, obrigado, você tem que ir agora.

Mas eu falo bem de você pra cacete. Você tem que ir agora, tá bom? E já era. E aí o que ele vai fazer? Vai se frustrar. Muitos estrangeiros que falavam 100% bem, pró, se frustraram por causa disso. Em algum momento fez. E esse é um exemplo daquilo. Só que ali ele falou em off pra gente como... E a gente tá falando publicamente na internet. Não falamos o nome. Em breve vai abrir uma vaga pra gerente de nós cascaria. É, talvez. Eu acho que ele quiser.

Porque é verdade, você se frustra, você se magoa. Eu acho que entra na parte mágoa. Você tá num país dedicado, você fica chateado, que foi o que eu senti em determinado momento. E aí hoje é tipo um ex-cônjuge que você entende, vocês têm que conviver junto, talvez porque o filho meu é a empresa que nasceu da China, e a gente tem que continuar lá, mas nunca vai ser a mesma coisa.

E essa viagem agora do Trump para lá, como você viu? Cara, o Trump saiu de lá. Mas você viu que o... Antigamente os caras faziam isso a portas fechadas, você nem sabia o que eles falavam. A gente viu o cara perguntando, ó...

Estou pensando em dar uma banda aqui em Taiwan. O que os Estados Unidos faria? Cara, o cara perguntou isso abertamente, né? É muito louco. Você acha que é um plano realmente? Não, primeiro, eles encontraram... Eu esqueci o nome do lugar lá. Bom, eles encontraram no Palácio Específico, que foi o mesmo utilizado na reunião com o Nixon. Nossa, emblemático pra caramba, então. Então, assim, olha, aqui era o momento que a gente estava se conectando, agora é Trump e Chibin. Olha esse nível.

E o Trump levou o Alomance com uma galerinha. Cara, mas olha onde a gente está. Olha o meu simbolismo pra você. A China não fez nenhum aceite de promessa e nenhuma promessa. O Trump saiu de lá. We made fantastic deals. Tipo assim, eles fizeram lá, fez acordos fantásticos. Acordos não sei o que. Vendi 200 Boings. A ação da Boeing no dia seguinte caiu.

Pô, mas ele anunciou que ia vender. Cara, o Trump falando que tem fantastic deals. Tipo, sem falar o que é. A galera... Aí você pega assim, Xi Jinping teve um fantastic deal? Não fala. E assim, o silêncio da China foi assim, mostrou que a alavanca tá com ela. E depois foi o Putin lá, né? E assim, aí o Putin foi lá mendigar apoio político e novamente...

A China está dominando A estratégia deles, política de comunicação É muito boa Eu vi você postando essa estratégia de silêncio Não sei se você vai comentar Mas em relação ao que vai começar em breve a Copa do Mundo Porque eles conseguiram também um valor Muito abaixo Eu vi você postando Os caras tentando vender a Copa os direitos Para transmitir a Copa para a China E aí? Pagaram 60

E ganharam uma Copa. E ganharam uma Copa. Fizeram o que a gente fez, né? Começaram lá em cima. Caralho, velho. Caralho, porra. Já tá batendo aí, hein? Caralho. Ainda botei aqui que eu falei. Aqui tá de baixo. Ele colocou lá embaixo, ó. Não dava pra derrubar, ó. Caralho, pra que eu fui falar com o Vilela, velho?

Fala aí, Lely. Tem uma pergunta aqui da Jupa Ganelli. Cuidado com essas junções de palavras aí. Eu dei uma freada porque eu pensei que ia dar ruim aqui. Qual que era a oficina? Tomas Turbo. Tomas Turbo. Tomas Turbo. A Gil falou o seguinte. Como estão as viagens para a China com a guerra, especificamente para a feira do Cantão? Dá para ir e voltar na de outono com tranquilidade? É o que ele falou. É onde para. O problema é...

É, porque assim, o brasileiro, o empreendedor é foda, né? Tipo quando começou a guerra da Rússia, invadiu lá a Crimeia. Não! E agora? O Brasil? Não, cara. É barato. Não, mas agora tem os drones. O louco, velho. Que drone é esse? Aí você fala, bom, então assim, a gente tem uma preocupação que os ruídos...

macroeconômicos não afetam diretamente o microempreendedor. Eu não estou julgando que ela seja micro ou pequena, mas eu imagino que ela não é corporate, gigante, JBS. Ela não é uma empresa, vamos falar assim, de centenas de milhões por ano. Então não afeta. Então partindo que um pressuposto de uma guerra internacional não vai afetar tanto assim a economia, as minhas compras, para a viagem. A China está em guerra? Não.

Vai entrar? Não. Onde está a guerra? Lá no Oriente Médio. É só eu não voar por lá. É só eu voar pela Europa, pelos Estados Unidos. E não vai fazer diferença nenhuma. A guerra vai continuar lá, que continue. Que, na verdade, não é mais interessante essa guerra. Não sei o que você escuta aí da galera. Eu acho que não vai voltar porque não é boa. Não faz sentido.

Tem uma pergunta para o Léo aqui. Eu acho que você já respondeu, mas eu vou fazer a pergunta só para apagar a pergunta aqui. A Ana Luiz falou o seguinte, você acha que o humor brasileiro funcionaria na China ou você seria preso antes do primeiro open mic?

Porra, se eu cheguei a ser condenado no Brasil? Não, fala do sarcasmo. Acho que o melhor exemplo é o sarcasmo. Eles não entendem sarcasmo. Não entendem. Acho que assim, o humor do... Olheny, eles não entendem que você está zoando a parada. O que foi que eu falei lá? Tudo que a gente invertia não funcionava. Eu estou tentando lembrar o exemplo. Você vai poder...

É tipo o bigode aqui, né? É, tipo o bigode. Porque a gente não tá falando em mandarim. Então eu não sei se... Não, eles não entendem. Não entendem mesmo. Eles não... É assim, o cérebro... O único que vai entender é o cara que começou a assistir um pouco do sitcom. Que já tem contato com... Sitcom americano. Porque assim, Big Bang Theory foi bem popularizado lá. Sério? É, tipo, assim, as pessoas... Porque é nerd, é bom estudo, engraçado. Eu lembrei.

Porque a galera que tem contato, tanto que é o que a gente falou, essa menina que se soltou, que falou mais nas paradas, ela já tinha contato mais com a cultura ocidental. Então é outra parada. O nosso amigo lá, que era mais inocente. O James. O James. Vou dar um exemplo para você ver como ele é inocente. 50 anos, não é porque era novinho. 50 anos, mas... Cheguei, James, se fosse um animal, que animal você gostaria de ser? Não, eu prefiro ser um ser humano, né? Muito melhor. Tipo...

A gente falou, não, mas é numa situação hipotética. A gente insistiu, né? Se você tivesse que voltar na outra vida como um animal. Não, mas por que eu voltaria como um animal? A gente tá fazendo uma hipótese. É. Não, mas eu ia escolher ser humano. É, tipo... Eu vou ser um bicho se eu posso ser humano. A gente fez várias de teste.

E ele, engraçado, ele falava serião, né? Não, mas é uma suposição. Não, mas a suposição não faz sentido. Aí ele mostrou. Ó, eu gosto muito dessa música. Qual que era do Village People? Why? Why MCO? Lene, eu falei. Essa música, os gays lá do Brasil gostam. Gay gosta dessa música? Não, não, não. Você falou. Essa música é associada à comunidade gay. Aí ele tava... Mas Trump? In Brazil? Eu falei, não. No mundo. No mundo. No mundo.

Trump like this music, so Trump is gay. É, a comunidade é gay gosta dessa música. Então o Trump gosta dessa música, então o Trump é gay. Ele fez todo o... Ele não tinha sentido. Sério, ele não tava tentando ser engraçado. Não, serião, cara. Ele falou, mas o Trump gosta dessa música, então o Trump é gay. Então eu acho que é interessante...

O seu humor não é que não funcionaria, eles não entenderiam. Mesmo que você cortasse o ácido e fosse pro sarcasmo, não daria certo. Não, não. E aí não tem como que você faz humor sem cortar o contrário, né? Não, teria que adaptar àquele contexto. E assim, realmente é muito diferente. Você pega... Tá, agora eu vou puxar aí, tô terminando meu livro, hein? Em breve. Compre aí, livro do Monego vai sair muito em breve. Pré-venda. E aí tem diferenças realmente culturais muito grandes.

E aí tem umas pesquisas que mostram a diferença de cultura ocidental e oriental. E tem um exemplo... Do que a gente acha engraçado? Não, tem um exemplo que é uma cena assim, é a mesma cena. E você mostra muito a diferença entre culturas. Teve uma vez que o...

O presidente americano lá, o... Qual deles? Caralho. Depois do que fizeram... Eu agora já me vi também. O presidente americano, depois do quê? Depois do que chuparam. Depois do Clinton. Ah. Quem foi? Bush. Bush. Bush filho. É, exato. George Bush. Teve uma cena que ele tava dando um speech lá, numa universidade, e jogaram um sapato nele. E aí, porra, ele desviou. Tem essa cena, não lembro exatamente o ano, mas ele desviou do sapato e...

O cara jogando sapato nele, ó, se vocês quiserem saber, é 42, tá bom?

maravilhoso, cara! Sensacional! Sensacional! Sensacional! E é uma tirada muito rápida. Boa, boa, boa. E aí, um sujeito, um chinês chamado Wen Jiabao, agora não vou lembrar qual era exatamente o cargo dele na... Não, ele é político, é um cara grande, não lembro o que ele faz. É, exato. Então foi ele, que foi dar um, se eu não me engano, na Inglaterra, se eu não me engano. Ele foi fazer um speech lá também, um discurso, e fizeram a mesma coisa. Jogaram o sapato nele. Jogaram o sapato nele. Não acertou, mas... Não acertou.

Esse tipo de atitude jamais vai influenciar os atos e a harmonia entre a China e o Reino Unido. Nós vamos continuar lutando para ter um...

Uma boa raiva, exatamente. E aí você vê, caralho, é a mesma cena e olha a reação completamente diferente. Por quê? Porque pra eles o humor não é a maneira de você encarar esse tipo de situação. Sim. Você lidar com piadinha nessa hora que tentaram te jogar um sapato. Exato, né? Não, não. Isso aqui você tem que responder de maneira séria.

Isso não é uma hora de você brincar. Cara, não é? E no Ocidente, pelo contrário, a gente pensa, olha que espirituoso, olha que foda. Lá o pensamento não é esse, não é não. O cara foi brincar nessa hora? É. Porra, isso aí é uma hora de você... Jogar um sapato em você. Essa é a hora de você falar sério e estabelecer o seu compromisso e falar o que você queria fazer.

Então são visões completamente diferentes. Não, eu vou pegar um gancho de uma visão diferente. Quando você chega pra alguém, pra um chinês ou pro estrangeiro, fala assim, caramba, cara, você é muito foda, cara. Um estrangeiro em geral, ele vai falar assim, cara, obrigado, pô. Tá bom? O chinês vai falar, não, não, não, que isso, pô. Isso aqui foi o mínimo. Ele não aceita? Não.

Então assim, você vê que é diferente, porque é o estilo de aceitar tanto o elogio, do jeito, mas assim, eu quero mostrar tanto isso como é diferente, como mais essa característica. Vamos falar a história do cara que a gente meio que fez uma mini entrevista, que ele é casado com uma chinesa, ele era cliente dela, se falaram não sei quantos anos da empresa, ele era o contato dela. Sim, sim. Você lembra da história? Lembro, lembro.

Como que era? Aliás, foi o cara depois, tem o vídeo com ele na feira lá. Como que ele acha o vídeo? Eu mandei, eu mandei para a Fabi o vídeo que...

Kevin acha aí. É, eu acho que é o único vídeo que eu mandei pra ela. E... Que ele trabalhava lá com a mulher chinesa, aí ele foi embora pro Brasil e a gente falou, mas você voltou, conheceu a chinesa e tal, não sei o quê. E... Porra, mas ele ficou junto com ela. Ah, esse vídeo aí, vai ser esse cara que aparece no fim do vídeo. Tem áudio? Tem? Tem áudio, Lênin. Coloca o áudio pro pessoal. Pera aí.

Aí a gente conta o caso dele logo na sequência, então. Entrando o áudio aí. Aliás, isso aí é na feira. É na feira. A gente está no corredor entre os pavilhões. Entre um dos 270 pavilhões que existem. Você vai mostrar esse vídeo mesmo? É esse aí. Mostra aí, Lenny. Não, pode botar, pode botar. Bota com o áudio.

Tá, tá, ele tá... Mas vai dando contexto, então. Mas aí é isso. O cara falou, não, eu trabalhava com ela e tal, vim pro Brasil, e aí ele falou, pô, tô pensando em voltar pra ir. Ela, tô sentindo sua falta, então vem, não sei o que, e eles acabaram casando e ficando juntos. Porque aí ela, pô, meio que...

Deu a entender que realmente estava afim dele. Mas a gente falou, caralho, mas trabalharam três anos juntos. Como que ela não deu uma pista? Uma deixa, é. Uma pista. Mas é porque realmente eles são contidos nesse ponto. E muitas das vezes, isso o Lincoln falou, se a mulher falar, pô, isso é muito legal, vamos sair tomar um negócio. Não quer dizer nada. É, vamos lá.

Pô, vamos trocar uma ideia e tal, vamos marcar de se encontrar hoje. Sabe o conceito de pedir namoro antes de a gente se beijar e pegar na mão? É zero interesse, né? Zero interesse. Não é que tipo... Como que é? Sabe o conceito que é muito comum na China de você pedir em namoro antes de você beijar a pessoa? Sério? Aí você pô, posso pegar na... É o que os doramas. Posso pegar na sua mão? Ao conservadorismo. É, total. Posso pegar na sua mão? Aí eu rio assim, tipo, ah, é cena.

Uma coisa que eu falei pra você, eu falei, meu, o chinês tá dando em cima de mim, lembra? Que a gente foi na reunião lá da Alibaba. Eu falei, não, isso é normal. Você tava muito elegante hoje, ou sei lá, você é muito bonito e tal. Eu falei, não, isso é normal. Eu falei, cara, o cara tá dando em cima de mim, velho. Eu falei, não, ele tá só te elogiando como se você se veste. Eu conseguia ver nitidamente. Que doido, cara. Zero, né? Zero, zero. A gente parou quem? Xangai.

Xangai, mas ele vai colocar o vídeo aí. Conseguiu colocar áudio aí? A gente não vai escutar, mas o pessoal vai escutar, porque a gente tá sem fone aqui. Ah, tá, tá. Fechou. Tá, joga pra tela. Tá. Isso é na feira lá, é. Então, mas o... Cara, a gente encontrou esse cara... Teve outra história lá de alguém que você...

Não, Xangai foi o Anderson Alex, que trabalhou comigo lá na CMT. A visão de quem tinha acabado de chegar, que era o oposto do cara do restaurante. Exatamente. Tudo lindo, é perfeito. Aqui não tem erro, cara. É o país perfeito, é a paixão. Salve para eles aí que vão assistir também. Em breve ela vai estar aí. Vão estar aqui no programa. Porra, não percam. Que é só de pessoas que estão... Eu estou enrolando a língua, vocês estão percebendo.

Pessoal que já está morando lá há um tempo. Olha lá. O pessoal está escutando. Deixa ele escutar então.

Eu já estou aqui há 48 horas e vou dar uma dica para vocês que eu já aprendi como é que diferencia. Quer ver? Aqui, o chinês tem o olho mais puxado. Está vendo? Já o nigeriano, não. Está vendo? O olho do nigeriano não é tão puxadinho. O nigeriano, caralho, eu sou brasileiro.

Por esse sinal, você não esperava, Eleni. Esse é o cara, né? É um brasileiro, é um brasileiro. Que casou com a chinesa. Que tá casado com a chinesa. Apaixonadaço, né? Morando lá também. E a gente falou, cara, você é muito lerdo. Você não viu que ela tava afim? Falou, não, cara. Eles não dão chance pra isso, né? É isso. Ele falou, não, mas trabalhei três anos. E assim, ela gostava dele. É.

e deu zero sinal. Zero. E zero abertura. Acho que é quando ele foi embora para o Brasil. Ela falou puta, me ferrei. Saudade dele. Aí ela falou, olha a saudade. Aí que rolou. Mas caralho, foi três anos trabalhando junto. Zero sinal. O pessoal está falando que você chegou no limite do humor nesse vídeo aí. Está aqui o limite do humor. Ele bateu aqui. No limite do humor.

Fiquem tranquilos, aqui é o podcast do Bora Bill. Então, né? É verdade. O Leni estava nesse dia aí do Bora Bill, um dia histórico. Fala, Leni, o que o pessoal quer saber? Ó, tem mais uma pergunta. Peraí que saiu a página aqui. Não, tranquilo, tranquilo. Ah, a Andrea falou o seguinte. Como é que os chineses enxergam os brasileiros? Ainda existe muito estereótipo sobre futebol e carnaval? Ainda existe. Ainda existe. Isso é no mundo inteiro.

Não, assim, quando você falar assim, vamos falar num aleatório, vou pegar pessoas aleatórias.

que são, quem são as pessoas aleatórias, que você tem os daily chats, assim, vai, motorista de táxi. Então você pega um táxi, ele, ó, você fala chinês, da onde você é? Geralmente é a primeira pergunta. Aí você fala, sou do Brasil. Ah, Brasil, país bom. Por que é um país bom? Porque tem uma boa relação com a China. Então esse é o primeiro reflexo. Se você falar assim, pô, eu sou americano nesse momento, ele ia ficar até meio mudo.

porque não é um país que a China diz que é amigo. E se o meu país e eu sou patriota fala que eu sou ruim, não é bom. Brasil, sempre a gente teve bom relacionamento, sempre dá certo. Aí o cara fala assim, legal. Segunda coisa que ele fala, o futebol do Brasil é bom.

Esse é o segundo passo. E quais são os nomes que eles falam mais? Os nomes mais característicos. Mudou um pouco agora no final, com o mais novo. Mas o que eu ouvi por 10 anos, todas as vezes... Ah, Brasil. Eu vou falar em chinês como eles falam, ver se você reconhece. Ah, Leonardo. Leo. Leo. Leo. Leo. Leo. Leo. Leo. Leo.

Porra, era o Leonardo. Ronaldo. Eu achei Leonardo. Leonardo. Ronaldo. Aí eu falava... É isso? Leonardo? Leonardo. Leonardo. Aí eu... Ah, Leonardo. Ah, Leonardo. Ah, Leonardo é bom. Aí tinha um que ia ser muito fácil, vocês não saberem, na hora. Kaka. Ah, sim. Aí, ah, Kaka. É, o Kaka. Então, o Leonardo. Agora. Então, assim, agora tem o novo nome. É, agora. E eles falavam o... O... O Chiaulonardo. Eu vou falar o mesmo nome, só com uma palavra antes. Chiaulonardo.

Que é? Ronaldinho Gaúcho. Ronaldo Pequeno, Ronaldinho. Ah, Ronaldinho. E tipo, esses são os nomes mais comuns. Então assim, o cara que é superficial, não sabe nada do Brasil, ele vai falar disso. Ô, é brasileiro, futebol e tal. Acabou a conversa. Segundo o cara, vamos falar assim, o cara tem um pouquinho mais de profundidade, assim, de conhecimento, talvez de geografia, de tudo. Ele fala do futebol, padrão. Segundo.

Ah, carne. Churrasco brasileiro. Você fala, é, churrasco brasileiro. Terceiro nível de profundidade. Agora, eu já não estou pegando o mesmo cara. Já está cada vez reduzindo esse universo. Ah, o café do Brasil. É mesmo. O Brasil tem café. Caramba. Quarto e último nível. Não, tem um quinto. O próximo, samba. É isso que eu ia falar. Nossa, o samba. Eu ouvi falar samba. Por que eles, né? E o último que eu vi é alguém que conhece detalhes do Brasil, que eu conto nos dedos, de novo, pessoas aleatórias que você encontra em geral.

Ah, eu tô falando com um cara que atende o mercado brasileiro e a fábrica dele vende pro Brasil. Ele vai conhecer um pouquinho mais. Agora, no dia a dia, o que os chineses saibam do Brasil é isso. E o que mudou... Não. Não? Flamengo, Corinthians? É porque futebol nem é o... O que mudou muito foi quando teve as Olimpíadas aqui. Aqui no Brasil? Aí mudou que eles sabiam o que era Rio de Janeiro.

Porque antes, quando eu cheguei lá, até nos meus primeiros, eu dava uma palestra para os chineses. Eles não sabiam o Rio, cara. Falavam que a capital do Brasil era Buenos Aires. É mesmo, cara. Mas assim, vamos pegar. A gente aqui é um grupo específico. Se a gente chegar para o tiozinho da padaria e falar qual que é a capital da China? Ah, não. China? Se perguntar qual que é o Brasil. A galera não sabe, então. Então assim, não é tão... Parece que é. O bigoda, o bigoda, o bigoda.

Você escutou? Caralho! Vai sobrar pra mim. Caralho! Bigoda! Vai lá, bigoda! Capital da China. Qual que é eles? Sem soprar, capital da China. Taiwan. Taiwan. É? É, claro, é. Capital do Japão. Aí é fácil, capital do Japão. Japão, cara.

Um monte de filme do Japão. Não veio nada na cabeça. É normal, entendeu? Capital. Facilitar. Capital da Espanha. É, Madrid. Aí! Portugal. É, Lisboa. Isso. França. Paris. Isso. Brasil.

não tá fazendo... É, tá certo. Na atualização do app. Agora, pensa o inverso. Eles falando da King, talvez eles vão saber dos países em volta, da Europa. O Brasil, muita gente não vai saber. É lá, né? É verdade. Total. Pois é. Total. E aí, Lenis? Tem uma pergunta aqui do Mauro. Ele tá perguntando pro Lincoln. Depois de tantos anos negociando com fornecedores chineses, qual foi a maior lição que você aprendeu sobre confiança nos negócios?

Ah, é? Como esse lance de... vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai

Olha, o chinês... Os caras são desconfiados? Não são, mas eu vou falar... O chinês tem um negócio que você fala assim... Qual é a sua religião, cara? Você acredita em alguma coisa? Você perguntando para ele? Ele fala assim... Ele vai parar. Aí os caras mais bem educados... Educados no aspecto que já lidaram com o estrangeiro antes e sabem dar a boa resposta que vai evitar próximas perguntas.

Não, eu sou budista. Mas assim, ele não é. Ele não é um praticante na maioria das vezes. Quando você pega intimidade, pergunta pro chinês, cara, qual que é a sua religião? Eu vou falar uma frase que eu consigo ouvir ela em chinês aqui falando, mas eu vou traduzir em inglês. My religion is money. Ô, louco. Assim, a minha religião é o dinheiro, meu irmão. Tipo, é essa aqui. Então assim, dá pra você confiar nesta pessoa?

E aí eu falaria, você não pode generalizar um país. Não dá pra você falar assim, ah, você confia nos brasileiros? Cara, tem cara que dá pra confiar, tem cara que não dá. Você confia nos chineses? Cara, eu tenho muitos chineses que eu confio. Mas tem vários que eu preveniria. Igual a todo lugar. Então não dá pra você generalizar a nação, assim, saber quem você confia ou não.

O lance da cópia lá. O governo, você falou que o governo está mais esperto agora com o lance de cópia, de copyright, de marcas e tal. Antes era uma coisa mais aberta, você achava na rua e tal. E hoje em dia não é tão assim.

Não, não é tão assim. Existem assim... Vamos falar assim, no Brasil, é a mesma coisa. É permitido contrabando na 25 de março? Não é, mas porque tem. Porque tem acordos, esquemas e continua. Na China, não pode algumas coisas lá? Pô, pode, mas bem que na hora que vai ter inspeção, ele se esconde, aí a lei é isso, então tal, então tem alguém ganhando.

Não dá pra comparar como antes. Realmente, se pegar 15 anos atrás, era escrachado total. Agora eles tentam esconder. Não é tão descarado. Só que o governo tá cada vez mais em cima. Tanto é que eu conheço chineses que vendiam produtos específicos que tiveram que pagar multas milionárias porque foram brejos. Que deveriam ter produtos falsos?

A gente foi no mercado lá. Foi no mercado lá, você tem assimilares, mas não tem a marca. É igualzinho, mas não está escrito no Louis Vuitton. Não tem logo, não tem nada. Não tem o logo e tal. E dizem aí, eu não sei disso, dizem. E não é a Prada, é a Proda. Eu não fui atrás disso. É a Proda. Eu não fui atrás disso. Mas dizem que se você perguntar para a mulher, ela fala, ah, eu te entrego no hotel.

Não que tenha acontecido comigo. Mas, por exemplo, você vai lá, você quer uma mala, quer uma bolsa, não sei do que. Não tem lá, tem a genérica. Fala assim, mas no hotel eu te dou o logotipo e tal. Brasileiros que foram lá já fizeram isso daí. Eu acho errado, muito errado isso.

Fala, Lene. Rápido. Rápido, Lê Lula. Aqui foi, aqui foi. Como aqui foi, Lene? Você vai me deixar no vácuo agora? Então eu vou falar de Pequim, Praça da Paz. É, acabou. Pequim é a última, na verdade, né? Pequim foi a última. A gente foi de trem bala, que foi uma experiência que eu nunca tinha tido. Foi muito legal. Melhor que aeroporto. Chegamos lá com as malas. Cara, vaziozão. Não sei se era a sorte.

A gente foi de first class, né? Então, assim, tem um... Respeita, né? Respeita a minha história, cara. Eu até falei que a gente tá um passinho pra ter isso. A gente já tem o trem e a bala. É só juntar, né? A gente tá quase lá, velho. Quase lá. Eu não tenho trem e bala aqui, mas tem uns ingredientes pra fazer. Tem o trem e tem a bala, não é? É só juntar, velho. Tá quase lá. Eu até duvidei que a gente tava a 300 km por hora.

Mas esse é o estilo vilé, né? Eu acordei, porque eu fui dormindo, eu falei, acordei e falei, ah, legal, mas tipo, os caras enganaram a gente, porque nunca que a gente tava a 300 km por hora. E tava a 392, tá assim, a tira. A gente tava a 60 por hora. O negócio de um treme não faz um negócio... Nada, nada, nada, nada. Qual que é a explicação? Teve gente que tava fazendo cirurgia durante o tempo. Ah, se você não especializa em treme. Hã? Tinha gente fazendo cirurgia. Tem um vagão hospital. A 30 km.

390, o cara chegou lá e já resolvi o problema da vesícula. Serviço de bordo igual avião lá. Não, comidinha, comi legal, chato. Cara, chega a quanto? 390. Mano... Cara, é muito louco. E eles estão fazendo os novos, Maglev lá, que vai bater 550. Então a gente fez em quantas horas? É que é longe pra cacete. Xangai e Pequim, dá mais ou menos São Paulo...

Sergipe? Será? É longe, cara. Vê aí, analisa aí. É, vê a distância entre eles. Eu não tenho ideia. Eu também não tenho ideia. Ou se não for Sergipe, Bahia ali pra cima. Não, não, é só ver. De que cidade é que cidade. Ponto é, não é Rio-São Paulo. Não, é mais. Mas a gente fez o quê? Cinco horas de trem. Demoraria duas horas de voo. Eu não sei vocês, mas eu chapei. Foi a minha melhor sonequinha. De first, a gente apertou o botão, é cama. E não é igual o avião que é uma cama apertada. É uma poltronona gigante.

Não tinha ninguém ouvindo funk lá, alto, de música, tava tranquilo. Essa questão é outra. 1.211 quilômetros. Mas quanto é isso no Brasil? Aqui até Porto Alegre, não é? Não sei. São Paulo, Salvador. São Paulo, Salvador. Então eu subi pra Aracaju, é um pouco antes. São Paulo, Bahia. São Paulo, Salvador. Imagina se aqui no Brasil tivesse. Fez mais rápido que Rio de São Paulo.

É verdade. É, porque é 5 horas de carro, 6 horas. 4,5, deu 4,40, foi mais rápido que em São Paulo. E confortável. Confortável pra caramba. Eu vou ser bem sincero, eu prefiro de trem porque um terço, aquela que é a First, comparado com um avião, o First de avião seria 3 vezes mais caro. O dobro, vamos falar assim, vai aparecer. E a galera usa muito o trem bala lá. Ah, muito? Porque não atrasa.

É verdade. Não precisa chegar duas horas antes. É. Então só a Dispo já foi. Tem esquema de segurança também, né? Passamos, né? Por raio-x. Mas muito rápido. Você viu, a gente passou a mala ali, já foi. Tipo, é muito prático. A gente desceu em Pequim, estava frio já, né? Foi. Verdade, foi o único lugar lá que a gente teve que usar uma blusinha. E aí Pequim, a gente foi, primeira noite a gente foi naquela rua, já começou um rolê que a gente chegou tarde, né?

Foi, foi, foi. Pode crer. Ah, é, que é onde tinha os mercadinhos, que é onde eu comprei.

Esse foi o segundo dia. Não, não, não. Esse foi o segundo dia. Esse foi o segundo. O que foi no primeiro? No primeiro a gente foi naquela rua e a gente foi comer em algum restaurante. Não foi o Pato de Pequim. O Pato de Palinho. O Pato de Palinho. O Pato de Pequim. Ô, Lenipe, depois você acha fotos do Pato de Pequim. Que ele é bom pra caramba, velho. Porra, sensacional. O restaurante Chicago. Não, o restaurante... E a gente encontrou aquele cara, outro cara famoso lá.

Tinha uns três famosos lá. Foi, foi, foi. Não, um brasileiro famoso lá, que é, sei lá. Não sei o que é carneiro lá. É, é. Ele falou que conhecia, já tinha feito isso aqui com ele. Aham.

E aí, foi grave, comemos um pato. O que é o lance do pato de pequim? Por que é um prato típico de lá? Assim, o mais famoso do pato de pequim, eu diria que não é nem o pato, é o molho. Então, assim, é um pato laqueado. E aí, eles usam um forno específico para queimar aquela... a pele do pato, que ele queima, ficar com uma gordura embaixo, de uma diferença assim. Ou ele usa um...

Maçarico. Maçariquinho, né? Então, assim, é um pato laqueado. Olha lá. Olha, Lenin. Hein? Deu fome agora, hein? Não dá água na boca esse negócio aí. Só que o nosso não era apresentado assim, né? Foi em tiras também. Ele cortou muitas tiras diferentes num papel. Aí, do lado, tinha os legumes específicos que a gente podia colocar. E tinha o pãozinho, que era aquele wrap. Que a gente pegava um wrap feito por eles. A gente colocava tudo junto, enrolava e comia.

Mas esse restaurante aí entregou muito. A gente comeu assim, era assim, era muito. E eles pegaram uma sala fechada. Não, a gente não pegou sala. A gente pegou um aberto, né? É. Muito bom, Lenny. Você ia passar bem lá, cara. E aí no outro dia, aí sim, a gente primeiro de dia... A gente foi no Muralha. Cidade Proibida. A gente pegou os dois. Pegou Muralha e Cidade Proibida. E Praça Celestial.

No mesmo dia? Não. Um dia foi Muralha. O outro dia foi pra Celestial e Cidade Proibida.

Pra Celestial, como que é? Porque a galera sabe que teve aqueles eventos. Como que é isso? Pra Celestial... Pro chinês, como que é? O chinês não sabe disso. Os mais novos não sabem. É, mas... Aconteceu quanto? 90, né? Tá. Então, assim, há bastante tempo. Só os mais antigos vão saber e não pode ser mencionado. Não tem na internet? Não acha na internet. Que é o... Pra quem lembra, é o evento do tanque. Do protesto dos estudantes.

Que o tanque ia lá, queria matar a pessoa, né? E aí o cara ficava desviando. Porque isso representa protesto.

representa a insatisfação, mostra que alguém pode se revolucionar. E assim, é uma cena icônica, os chineses não sabem disso. Por que ele gosta dali? Primeiro, é a maior praça em metro quadrado a céu aberto. Do mundo? É. Segundo, a gente tá lá em frente ao símbolo do partido, que é aquela foto do mal icônica, que ali representa Pequim. Vê se acha essa foto aí. Na outra ponta da Praça Celestial tem o mausoléu do mal. Os caras tão falando se é semelhante a Pururuca, o pato.

Não, não é. Não, acho que... Pato, achei que é panceta. É, mas não é. Cara, mas eu vou te falar. Panceta é bom. Mas eu vou te falar. O processo é ok. O processo é parecido. Só que a gente não come pato aqui. É. Só tem, acho que o mais próximo... Pato no tucupi. É isso, mas não tem nada a ver porque é cozido, né?

Ó, é esse lugar, né? Isso, essa foto é icônica. É icônica. Tiramos uma foto lá, lembra? Tiramos várias. Então, assim, aí a gente... O que é legal? A gente vai pela Praça Celestial, entra naquele túnel ali, que é uma passagem, e sai na entrada pra Cidade Proibida. Então, a gente fez essa rota. E assim, a Praça Celestial, a gente passou em três...

quatro checkpoints com raio-x, com... Segurança máxima, lembra? A gente até deixou bolsa. A gente não foi nem com bolsa. Três checkpoints ou quatro? Três checkpoints na Praça Celestial, né? E porque a gente tava sem bolsa, senão a fila a gente ia ficar lá uma hora e meia. A gente já furava a fila, mas eram três checkpoints. É, e é mó chato, tem um número específico, a gente conseguiu entrar. E mesmo quando a gente entrou, tava tendo um evento no Moçambique, que a gente não conseguiu ir lá pra praça.

Tava até a bandeira assim, China, Moçambique, lá o tempo inteiro. E a gente foi na Praça Celestial.

A delegação de Moçambique tava no nosso hotel, né? A Praça Celestial e depois a noite, aí sim a gente foi na rua. Naquela rua que eu esqueci o nome da rua. Olha lá, isso daí é a cidade proibida já? Ou é lá dentro? É a entrada. Aí é a entrada pra lá, da Praça Celestial pra lá, né? Da Praça da Paixa.

É bonita. A Cidade Proibida nada mais é que a... E cheiam também, né? Turista pra caramba. A Praça da Paz é onde tem aquela cena icônica do cara que foi protestar lá em 89 frente ao tanque de guerra. Cidade Proibida tem um limite de turismo. Coloca assim, foto tanque... Mas a gente vai poder depois voltar na China se a gente mostrar... Foto tanque... A gente não apoia a foto. Não, se é contra a foto, é um absurdo. Deve ser IA. Eu acho que tinham que ter metido o tanque de guerra em cima desse otário.

Aí, Xi, é nóis. Tamo junto aí, hein?

Aí depois a gente foi naquela rua que a gente finalizou com o supra sumo da viagem com o ícone que a gente achou. Foi, porra. Esse item é sensacional. Essa foto não foi bold. Morreu, morreu. Morreu? Deve ter morrido. O cara foi, velho. Sumiu, né? É. Enigma, Pachai. Onde está o óleo? Atrapalhou quatro tanques. Deixando claro que somos totalmente contra esse cara. Também assim, entrou na frente do trânsito, né? Exato.

Porra, tá quatro tanques. Tu vai entrar na frente pra quê, maluco? Porra, tu quer virar asfalto, né, velho? Porra, faz isso no Rio de Janeiro pra tu ver. Nossa! E aí a gente foi lá nessa... Cara, sensacional. Porque... O Rio era muito idiota aquilo, cara. Porque assim, a gente chegou no bagulho...

Chega uma hora que essas lojas de gift shop... É tudo igual. É um chaveiro, mesmo não sei o que. Lá até que tava de ficar na lojinha, até que tinha uma certa variedade. Onde a gente comprou esse boné? Nesse lugar, né? Ele comprou nesse mesmo. Não, não. Foi em outro lugar. Não, foi em outro lugar. Foi saindo daquele templo lá, tão bonito.

Esse foi naquele onde tinha o... Acho que é aquela... Onde tem o chá. Xangai. Acho que foi Xangai. Onde tem aquela parte central que tem o... Ah, no jardim e o... É, foi lá. Isso, que aí tem aquela casa de chá. As lojinhas, sim, sim. As lojinhas, sim. Isso, exato. E aí, porra, uma hora eu li essa loja e eu falei... A frase é... Essa pata é de um bicho? E eu falei... Essa pata é de um bicho? É, eu falei... Essa pata é de um bicho mesmo?

Só que a mulher não falava inglês. Falei, vou no tradutor aqui, o Lincoln estava ali. Falei, cara, isso aqui é de verdade, velho? Aí a mulher, não, é de verdade e tal. É um artesão. Ele passa dois dias fazendo. Isso. Cara, é um artesão. Que ele passa de... Assim, ele faz três por dia. Três por dia. O que ele faz? Ele pega gafanhotos chineses e coloca eles em posição de cenas humanas.

Me ganhou aí. Aí qual que é a cena da humana que você escolheu? Porra, aí é o melhor. Olha aí. Olha aí. Olha ele. Olha isso, cara. Olha aí, um gafanhoto de papa atravessando o deserto sendo conduzido por outro gafanhoto. Cara, isso é a melhor aquisição da minha viagem.

Melhor aquisição da minha viagem. Quando eu vi isso, eu falei... Isso aqui viola uns três direitos humanos. É sacrilégia, é piada com religião, é um gafanhoto de papa, é crime contra os animais. É um pelo. Isso, ele está com uma manta.

Cara, é sensacional isso. Quando eu vi, eu falei, eu preciso levar. Aí eu negociei, ela é 70. Eu falei, tá bom. Eu vou levar isso e os chás. Aí eu escolhi esse. Ela falou, não, esse é mais caro. Eu falei, por quê? Because this, two. Two grafanhoto.

Porque tem um conduzindo o cavalo. Esse era mais caro, mas eu levei esse. O cara leva dois dias de trabalho. Eu achei sensacional isso, velho. Sensacional. É uma cigarra chinês de papa sendo carregada por outra cigarra conduzindo de manto. Num camelo. Porra, é demais, velho. Ele ficou muito feliz. Pra caralho.

Fiquei muito feliz por isso. Muito feliz. Isso te ria muito, porque era muito idiota. Quando eu tô triste, eu lembro desse gafanhoto do deserto. Ele abraçou. Tirou foto com a mulher. Nesse gafanhoto, eu fico feliz, velho. Eu fico feliz. Esse gafanhoto é a alegria da minha casa. Você vê pra deixar o Léo feliz é fácil. É fácil. Não precisa muito, não, velho. Eu deixo ele num canto escondido, porque senão meus gatos têm um ver esse gafanhoto.

Eu não sei qual é a religião dos meus gatos, mas eu acho que eles são ateus. Aí eles iam matar o gafanhoto. Eles não falassem o gafanhoto do papa, eu sou contra o cristianismo. Ó, tem umas coisas que eu notei aqui, que eu já vi vídeo de você falando também, é o lance do matchmaking de casamento pelos pais. Como que funciona isso, casamento? Ah, pensa que a população chinesa tem 51,2% de homem. Tá. No universo de 1,5 bi, é muito mais homem. Tem a ver com o lance de um filho só e os caras preferirem ter filho homem?

Na verdade, o homem perpetua o nome da família. E aí você pega assim, o que é proibido na China? O aborto é liberado, ok. Saber o sexo do bebê, não. Não pode. Porque se é mulher, eles matam.

Porque a mulher, teoricamente, não vai carregar o nome da família, não perpetua, ela vai depender de achar alguém legal. Hoje, cada vez menos, reduz esse conceito, mas ainda é muito presente na tradição, na maneira como eles pensam, e ainda assim é proibido descobrir o sexo do bebê. Porque não tem mais a lei de um filho, né? Não tem, mas ele não quer ter uma menina. Se ele puder ter homem, é melhor. Dois homens e tal. Está reduzindo nas grandes cidades a população? Sim, mas ainda assim é um conceito.

Mas você pega assim, se isso é liberado e tem mais homens de muito tempo, chegou a ter um monte de menina, as meninas já podem escolher um pouco mais. É.

Se elas já podem escolher um pouco mais, elas não vão querer qualquer um. Elas vão querer um cara que tenha apartamento, que tenha carro, que tenha casa própria. E quando você pega esse conceito já no universo da China, nas grandes cidades, que é muito impossível comprar uma casa em Xangá, é impossível. Pra um cara rural que vai de fora e vai pra lá, ele não consegue comprar. Ele tem que juntar grana e voltar pra cidade dele. Ele cada vez mais tá tendo dificuldade de ter uma parceira.

E as mães, qual que é a facilidade de ter filho na China? Os avós criam 100%. Tipo, não é mais ou menos, dá uma força aí. É assim, às vezes o casal tem mais um filho pra dar pro avó, e aí ele pode viajar, cuida, ele nem cuida muito do moleque. É muito comum o avó cuidar. E é muito comum também a mãe do homem se mudar pra família.

E ela acaba cuidando. É comum morar o marido, a mulher, a sogra, a mãe do homem e o casal. Eles moram numa família mesmo, pra ele ajudar a continuar cuidando da criança. E aí, se é difícil achar um cara com casa, com isso, as mulheres às vezes não acham, acabam sendo tão exigentes que não ficam. Na China, se a mulher passa dos 24, 25, ela é velha?

caramba já começa a ficar mais velha depois dos 30 que a mulher bem sucedida que trabalhou ela é radar, passou de 60 ele tá pegando depois de 30 elas começam a ficar quase ninguém quer e aí era muito comum nessas mulheres mais velhas depois de 30

Depois dessas de 30, mais conservador de novo, 30, você pega assim, o que eles estão fazendo? As mulheres estão reduzindo o salário que elas ganham nesses currículos online, reduzindo os feitos que elas têm pra não ser tão intimidadora pros homens quererem ela. Que doideira. E aí, o que tá acontecendo? Tá ficando uma prática que as mães, sabendo desse potencial problema, elas vão e estão fazendo como se fosse um currículo dos filhos e colocam lá em umas praças.

E aí tem lá, azul é homem, azul é homem, a rosa é mulher, eles vêm, dão match e assim, conversam. E aí teve uma pesquisa, teve uma pesquisa, né? Até falei da pesquisa, né, Kevin? Eu falei assim, que os homens que não têm casa própria, 80% são descartados e as mulheres nem olham o currículo dele.

É uma coisa pra exclusão. Tipo, ah, não tem casa própria? Então nem vou trocar ideia, nem quero que minha filha converse com ele. E aí tá tendo um matchmaking por essa pressão por ter família. E aí você pega assim, ah, sempre teve a política do filho único. Eles têm um buraco previdenciário infinito. É. Infinito. Não dá nem pra falar, eles nem mencionam. E tudo que tá problema, a China nem menciona, ninguém fala, então ninguém pode falar. Mas assim, pega assim, foi liberado. Mas você não quer ter, é caro.

O chinês, ele guarda estatística. E no começo, quando eu cheguei, era mais de 50% da renda dele por mês. Puta, ele é... O brasileiro não consegue... O brasileiro guarda menos 10, né? Ele vai queimando... Como que o movimento econômico... Porque é muito dinheiro. Muito, por exemplo... Muito, muito, entendeu? O cara tem uma televisão e não vai comprar uma televisão que saiu. Essas coisas são baratas. Não. Ah, tá. Mas não ficar trocando televisão, trocando carro. Não.

E aí você pega assim, a maioria dos... Porque primeiro, qual que é essa cultura? Não tem seguro saúde. Não tem seguro saúde. Não tem droga e não enchar a cara. E não tem jogo. Não tem bet. Não tem bet, não tem nada. E aí o que é bizarro falando desse aspecto? É uma sociedade, vamos falar assim, ah, ela é patriarcado. O homem que... Não. Você conhece todos os chineses que eu conheço a fundo, que são casados, quem manda é a mulher.

Você falou que ela controla o dinheiro, né? Lá na Huawei, naquela época, eu lembro que eu falava assim, caiu o bônus, e aí, cara, como foi o bônus? 2007. Aí ele, cara, não sei quando caiu o bônus não. Falei, como você não sabe, cara? Eu nem vejo minha conta, quem vê é minha mulher. Eu falei, cara, mas como você compra as coisas? Cara, eu tenho um dinheirinho aqui que eu sei que é pra comer, mas eu não gasto mais nada, o resto é ela que administra e me manda o dinheiro.

Tem que pedir dinheiro pra... Aí eu perguntei pra outro, perguntei pra outro, e era tudo igual. É o padrão, né? Então assim, a mulher coordena o dinheiro, ela meio que manda e o homem trabalha. Mas ao mesmo tempo ela não sai gastando pra caralho. Não sai, porque ela é muito diferente. Não vai gastar, tem uma consciência de construir fortuna. A mesma forma de... Ela poupa mais que o homem, nesse caso.

E aí você pega isso com essa poupança, com tudo, os caras não querem ter. Falar, pra que eu vou gastar meu dinheiro? Eu não sei, eu não tenho SUS, não é gratuito, fica com certeza de uma merda. Meus pais estão ficando mais velhos, vou ter que sustentar eles, porque existe, por causa do conceito do confucionismo, uma dívida que os filhos vão ter eterna com os pais. Aqui a gente meio que fala assim, ah, foda-se, alguns filhos são gratos, outros falam, ah...

Você que me pôs no mundo me cria? Eles não, eles tem uma dívida mesmo com os pais de sustentar. Aquela mesma Jane que eu falei que ela ficou três dias, que ela, desculpa se eu tenho um aborto, eu lembro que ela falou assim, Link, eu queria um aumento uma vez, só que dá pra você, eu não vou falar pros meus pais, tá?

Eu falei, foda. Ué? E daí? Ela falou, não, porque eu tenho que dar 50% do meu salário para os meus pais. Eu falei, por quê? Ela, porque é a regra, né? Eles me criaram e tal. Eu falei, carai, Jane, então você quer mó, mal, cara? Então, tipo, metade... Ela, não, mas eu guardo e tal. E mesmo assim, eles guardam. Eles são muito econômicos. Muito econômicos, assim. A ponto da massa. É óbvio que a gente vê consumo naquilo ali, mas a gente está vendo ali uma pequena porcentagem da cidade. A massa não gasta.

mas tem gente rica pra caramba muito, muito, se você pegar assim tem uma classe média na China com determinado PIB per capita que tem mais chinês nessa classe que a população alemã cara, caramba é muito dinheiro

o salário mínimo já é maior que o Brasil desde 2015 o cara viaja pro mundo, você vê chinês em tudo quanto é canto turístico no mundo e não é uma família, é o bairro tadinhos, chineses, tadinhos, chineses não, tá ganhando mais a gente falava na época da Raul tadinhos, chineses, olha como ele se veste, todo ruim porque os caras iam assim, é um sapato único e um tênis

Era isso, naquela época. Aí a gente fala, tá, Jimmer, vamos pagar o almoço dos caras. Os caras ganhavam mais que os engenheiros lá, que os brasileiros. Vamos gastar com essas coisas. Outra coisa que a gente... Meio Léo Lins. Outra coisa que... Ô, Leni, você não faz ideia o barulho que os caras fazem comendo. Puxa, imagina. Dá pra imitar aqui no microfone. Tipo assim, é normal lá. O cara não tá sendo mal educado. É, é, cultural. Eu vou te falar a primeira coisa que eu vi. E arroto?

Na cara dura. Tranquilácio. Vou te falar uma coisa que eu ouvi quando eu descobri o que era isso. E cuspir na rua. E assim... Você escuta toda hora esse negócio, o cara cuspindo assim. Primeiro mês de China eu fui num restaurante macarrão. Lá, men. É o mais propício pra fazer barulho. Sim. É, é. Mano, mano. É, é isso aqui. Aí, peraí. Ele me contorceu. Não, peraí, não consigo. Aí eu fui comer. É.

Tô com um chinês que me convidou, meu amigo chinês. Vamos comer juntos um lamen. Gastamos seis yuan na época. Que assim, beleza. Impossível. O mesmo lacarrão hoje por causa da inflação chinesa custaria 20. Mas aí seis sentamos comendo. E aí ele... E olá.

Quieto, comendo assim, né? E aí passou um tempo que ele tava na metade do macarrão, ele olha assim pra mim, você não gostou, né? Aí eu falei, não, cara, eu gostei, tá gostoso. Aí ele continuou comendo, e eu comendo também. Ele, não, pô, você não precisa mentir, se você não gostou, a gente come do lugar. Você quer ir no McDonald's? Porque o estrangeiro quer comer no McDonald's. Aí eu falei, cara, eu gostei. Ele, mas e por que você tá comendo quieto e não faz barulho?

Aí eu falei... Ah, então ali foi logo no primeiro mês. Você pegou uma demonstração que tá gostoso. Cultura, né? Porque, pensa, ele acabou de colocar na boca, e aí a gente tava num restaurante, até vocês não estavam, mas a menina sentou do meu lado, e ela começou a puxar assunto comigo, praticando o inglês dela, que é muito comum que os chineses fazem. Aí eu sentei comendo, ela comia, colocava na boca. Sei. Depois que não tinha mais o que fazer, ela tava assim, ó.

Caraca. Que não tinha mais porquê. Então assim, mas porquê? Tá bom, eu estou gostando, é um hábito. E isso tem se reduzido... A puxada da escarrada lá, você falava, meu Deus, velho, quando vier essa parada aí, vai ser um negócio, aquele verdão no chão, assim. Tem se reduzido? Tem, mas ainda assim, tem bastante. O Guia que estava com a gente lá, né? Na mesa, assim, só ele fazendo barulho e ele já sabe. E a gente olhando, assim.

E aí, não sei o que. E falando, né? Com a boca... Minha mãe ia passar bem. Mãe, vai pra China que lá todo mundo é igual você. Porque minha mãe, cara, que raiva que dá. Eu ligo o som, eu ligo o YouTube enquanto ela tá comendo. Minha mãe... Eu falo, mãe...

Ah, eu tenho 75 anos, filho. Tá bom, então. Sabe aquela idade que, dane-se, eu vou fazer o que eu quero? Minha mãe é assim. Eu me vejo como chinesa. Eu nasci no lugar errado. Aliás, minha mãe ia pirar nessa viagem. Ia pirar. É só consertar o joelho, viu, mãe? Porque ela tá fazendo uma operação. Lene, não apareceu nada mais aí que eu tenho mais umas perguntas aqui. Ainda não. Se apareceu, te falo. Então mandem mais perguntas. O que é o lance do Enem chinês? A pressão que tem?

Na verdade, uma das maiores taxas de suicídio que é omitido, que não pode... Nenhum país divulga, né? Até quando tem uma notícia, nem sai na notícia, mas é nessa época. Porque diferente aqui do Brasil, a gente faz o Enem pra aparecer uma faculdade e se não der certo, você faz de novo no ano que vem, de novo no ano que vem, de novo no ano que vem e você vai numa escola particular. A China, você só pode fazer um Enem na vida. Cara, olha a pressão, velho.

Na vida. E aí essa nota vai definir em quais faculdades você pode entrar. E o teu trabalho, né? E a faculdade vai definir a sua renda pro resto da vida. Mano. Então assim, essa pressão que eles têm, aí teve várias... Teve até um... O que aconteceu acho que uns 5 anos atrás, eles fecharam uma grande instituição de ensino que era uma instituição de cursos privados. Preparando a galera pra ir? É, e aí ele falou assim, aí que tava tendo uma grande satisfação da população, porque, pô, se eu não tenho dinheiro, eu não consigo pagar o curso.

Que é o que acontece no Brasil. Quem tem mais dinheiro vai entrar na faculdade. No fim, a faculdade pública só serve para o rico, que teria dinheiro para pagar. É um doping, né? Que nenhum cara vai competir com o cara que está... Eles fecharam essas educações, essa empresa, só para nivelar. Obviamente gerou um ambiente que as pessoas no mercado negro, que continuam a aula de outra maneira e tal, mas a massa da aula foi tirada.

Então assim, esse galcal aí que é o exame, cara, imagina a cabeça de um povo. Então, de novo, como funciona o método pro cara que com 18, 19 anos, ele vai fazer um exame que define a vida dele. E se ele falhar, já era, pô.

E o lance que está acontecendo na África, essa presença muito grande. Tiveram muitos vídeos, esse foi o que até comentei, que eu acho que a China estava, porque é meio polêmico. Você chamou de colonização chinesa. Quem está lá é o ponto de vista. Vamos falar assim. Quem está lá onde? Na África. Vamos pegar assim, primeiro aqui no Brasil, vamos pegar uma pergunta legítima, que existem dois pontos, ambos estão certos. Se a gente fosse fazer uma linha de trem bala, Rio Santos. Tá.

E os caras vão vir 100% mão de obra chinesa. 100% investimento chinês. Por 30 anos é só ganho chinês. Não pode? Não. Só que não seria bom ao mesmo tempo pra gente ter um negócio desse? Não é bom pro povo? O povo não usaria? Não seria um benefício? E aí tem muita gente que é contra. Ah, não está movimentando a economia. Mas no final o resultado é bom.

E aí eles fazem muito isso na África, infraestrutura. A China usa muito investimento em infraestrutura para a dominância de geopolítica. Para fazer também um corredor, né? Também. Então vamos pegar assim, tem várias análises. Eles chegaram no posto de Mianmar. A nova rota da seda. Também, mas não só isso. Vamos pegar assim, Mianmar. País na Ásia, pobre, precisa de algum aliado mais forte, que poderia sim se aliar aos Estados Unidos, poderia se aliar a um outro. Aí a China fala assim, cara, vou construir um porto para você.

Tranquilo, não precisa de dinheiro. Você me paga depois. Deixa o que eu faço. E aí, tranquilo esse acordo? Tranquilo. Elas fizeram um acordo sabendo que minha margem não conseguia pagar. Foi bem calculado. E aí chegou na hora e falou, cara, como você não consegue me pagar, eu vou administrar esse porto aqui por 40 anos, tá? Tranquilo? Pra recuperar o que eu gastei?

Tá bom. Tem controle sobre o porto, tem controle sobre o que sai, consegue definir empresa. Aí pega os... Existem aeroporto em Paris, tem aeroporto na Grécia, tem porto em não sei aonde. Eles investem muita infraestrutura. Só que assim, a qual preço? Vamos pegar... Vamos pegar a África. Tem vários bairros que não tem mais escrito na língua de lá. Tá escrito em mandarim.

Não tem mais vendinha de coisas africanas. É chinês. Lembra que eu falei que são um povo que eles não se misturam? Então assim, se ele é um povo que não se mistura e ele segue a cultura própria dele, ele vai abrir a lojinha dele, ele vai abrir o comércio dele, ele não quer ensinar nada. Então assim, dá pra comparar um nome pesado a um parasita?

Se você não controla uma praga, ele vai se desenvolver até prejudicar o coração no país. E aí, por que eu comparei disso da... É legal falar isso da África? Porque tem gente que tá soltando fotos. Não sei se a gente postou essa foto, né, que é lá da Bahia, em Camassari. Foi uma fábrica que é o maior investimento da BID. Poxa, muito legal. Gera um monte de emprego brasileiro. Tem uma fábrica aqui que deixa o carro mais barato pra todo mundo. O fim é bom.

Agora, o meio tem muito chinês. O cara já pega o estabelecimento, já coloca lá em chinês e ponto. E ele fala, meu, é só isso. Não começa a entender brasileiro, destrata e fica uma comunidade chinesa. Pontos de vista de novo. Que merda, é o nosso Brasil, a nossa região, a gente faz o que quer. Se a gente vai nos Estados Unidos, não tem uma Chinatown que só tem China? Se a gente vai lá em Nova York, não tem a Little Italy? Não tem a Little Armenia? Então, assim...

É errado ou não é? O brasileiro faz isso também em Orlando. Então, assim, será... As pessoas estão criticando isso, mas será que é uma hipocrisia? Ou no final eu queria mais investimento chinês aqui, já que ninguém quer botar dinheiro? Pois é. Eu, hoje, assim... Ah, é ruim, não gera economia de três anos construindo. Cara, que se dane. A gente tem um trem-bala Rio-São Paulo, cara. Todo mundo ia poder usar. Ah, mas é os empregos.

Mas os empregos nunca existiriam porque não existe o investimento. E aí fica um loop que não acontece. É melhor acontecer e ter o bem. Pelo menos aqui 30 anos é de alguém e é nosso.

Então esse é o ponto da... Entendi, entendi. Fala, Aline, achou a fotinha? Tá bom. E o lance também que você deu vários pontos que a China é conservadora e alguns pontos que a China é de esquerda. E aí ela é... Eu quero que você complemente. O que você acha? O que eu acho? Qual a sua sensação? Eu acho que eles criaram um híbrido. É o que você falou, não é... Mas pende para mais para algum lado.

Depende mais pro conservador. Então, se for analisar num geral, eu acho até que talvez sim, porque eu ia falar em questão de cultura. Pô, tem repressão à homossexualidade. Tem um trabalho pra valorizar a família. Tem, pô, ah, valorizar... Masculinidade. Masculinidade. Não, isso aqui vai deixar o homem mais afeminado. Nacionalismo. Nacionalismo pra caramba.

Bandeira, Amor à Pátria, Antidroga. Exato. Antidireitos humanos. Antidroga, direitos humanos. Se você olhar tudo isso. Não tem liberdade de expressão, que é o que o pessoal fala que são os regimes totalitários de direita. Shenzhen, começou em Shenzhen, mas várias outras cidades. Capital, você consegue ter um capital aberto, a pessoa abrir empresa.

Se você olhar, pende mais de fato entre esquerda e direita. Acaba pendendo. Ah, mas tem o controle do Estado em algumas coisas. Tem. Mas tem no regime de direita totalitária. Essa é a diferença. No regime de direita totalitário teria o controle do Estado. Também. Exato. A ditadura não tinha controle nenhum do Estado. Total tinha. Se eu fosse pontuar, eu acho que...

De novo, ele é muito mais. É 80% de direita. 85%. É um regime totalmente conservador de direita. É erradíssimo tentar as pessoas de esquerda associarem o modelo econômico que deu certo à China à maneira como eles pensam. Não tem nada a ver, economicamente.

São pouquíssimas práticas de progressismo que a China aplica. A China não quer progressismo nos costumes. Ela quer conservar os costumes. A definição é básica. Você quer mudar os costumes chineses? Não. Eu quero trazer de volta os antigos e ficar mais antigo. Então, assim, é muito mais conservador. Então, é um híbrido.

Só que o que mais confunde as pessoas por o partido se chamar comunista chinês, a pessoa fecha o olho, tudo é surdo, não consigo ouvir nada depois e bate nisso. E aí se você vai a fundo e fala que é um socialismo com característica, ele se fica totalmente cego. Socialismo, tá vendo? Essa China socialista, que também não tem nada. Só que a China poderia falar que ela é capitalista? Nunca. Ela tá dando o braço, só que ela tá perdendo pro Ocidente, que é o modelo deles.

Se você olhar nome por nome, se alguém de esquerda devia falar uma vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai vai

Mas é claro que é de esquerda por causa do nome. Se você pegar o partido nazista, aliás, salvo para o monarca, teve há pouco tempo, né? É partido nacional socialista. E tem uma briga também, é de esquerda ou de direita? Então se você for olhar o nome, então é de esquerda. E a galera de esquerda fala, não, é de direita. Então assim... O partido dos trabalhadores tem trabalhador, né? A Coreia do Lote é a República Democrática. Então assim, não dá para você ir 100% pelo nome, caralho.

E tem até teorias, vocês já devem ter ouvido, eu já falei aqui no programa, inclusive, fazer um só sobre isso, que é o tecnofeudalismo. O pessoal até acredita que o capitalismo meio que está morrendo com essas big techs. A gente está caminhando e já está muito próximo de um tecnofeudalismo, cara, que é a estrutura do feudalismo, só que controlado por grandes mega empresas, entendeu? Então, o que é a China? Não sei, cara, é um híbrido lá, não dá para saber.

Cara, tem situações trazendo uma coisa, assim, colônia. Você pensa, uma coisa muito antiga. Porto Rico é uma colônia. É.

Colônia. Eles têm um outro nome lá, que é um Estado, me fugiu agora. Mas é uma colônia americana. É uma colônia americana. Os caras nascem lá americano, mas não têm diversos direitos. Eles não têm autonomia. Os caras estão falando, seria um capitalismo de Estado? Não sei, cara.

Mas de novo, lembra que a príncipe... Por que nunca daria para classificar como capitalismo? Na quebra de conceito que eles mesmos definem que quem influencia o capitalismo é quando a burguesia influencia as decisões de Estado. Então não é um capitalismo de Estado. Aí dá para falar categoricamente, não é capitalismo. Ela se assemelha sabor capitalismo. Mas não é. De fato. O que é aquilo que você achou aí, Lenin?

Sobre a... Lá em Camassari. Ah, você achou aquela foto? Deixa eu colocar aqui de novo, que é sobre os comércios, né? Com a placa em chinês. Deixa eu pegar aqui a foto de novo. E outro assunto que também gera muito, muito debate nas redes. E lá, até a gente tentou perguntar para o chinês e eu vi que eles desviaram o assunto várias vezes. É o lance da pontuação. Do score. Do score. Se existe ou não existe. Você morou lá, e aí? Cara, todo mundo se abstém de explicar detalhes. A gente perguntou lá. O cara falou... Falou com o chinês. É. Com o chinês.

Quando você fala em off com eles, eles se abrem e falam. E muitos deles sabem o score, né? Ah, tá aí a foto. Tá aí a foto, né? O efeito BID chineses tomaram conta da Bahia. Aí, porra, imagina Nova York, chineses, caralho, mano, os caras tão movimentando a economia, tão levando coisas. E os empregos, né? Senão não tem ninguém pra consumir porque não tem emprego pra... E vai.

o... quem está falando? do Score é assim, tipo, você vai pra Caco chinês e eles não vão falar só que é óbvio que existe todos falam, todos sabem já faz tempo, é público, tinha isso aí, claro aí eu lembro, vou falar um negócio bizarro tinha o...

Meu maior entretenimento na China, eu tinha um equipamento de Blu-ray falso. O que é o Blu-ray falso? Tinha lojinha de Blu-rays, de filmes e séries, falso. Então você tinha que ter que comprar um aparelho já destravado pra você comprar os filmes com a lojinha. Então meu maior entretenimento que eu tinha lá na China era assistir esse tipo de... Todos os filmes possíveis que eu assistia, as séries. Aí você pega assim, eles têm umas séries que eles promovem porque eles querem mostrar pros chineses assistirem.

Por mais que é clandestino Que é um lugar de vender lojinhas Só vendia meio que o que a China permitia passar Quando por exemplo Qual que é a série do Frank Underwood? Ah, é de cartas? House of Cards O que que fala o cerne daquilo? Mal de quem?

A estrutura do governo, né? Esse foi muito divulgado lá. É mesmo? Óbvio. Que delícia. Olha, uma série pronta pra mostrar como que... Olha como o governo é podre. E aí qual que é o filme do... Eu não consigo comprar. Mas e o filme sobre o governo chinês? Ah, esse é bonito. Esse é legal. E desses Blu-rays, quando você comprava, tinha um...

que era o Black Mirror, o episódio do Social Score. É, é, é. Quando saiu essa temporada, não dava mais pra achar Black Mirror dentro do... Nem dos DVDs falsos. Nada. Nada. Cara. Então, assim, eles entenderam que aquilo era muito sensível, que ia fazer as pessoas refletirem que talvez tenha alguma coisa errada. Cara.

E aí saiu. Então aí você fala, pô, coincidência? Pode ser uma coincidência, mas eu acho que não. E aí você pega, como é que você controla uma população em massa pra seguir essas regras? Qualquer controle de massa é disciplina e punição. Sim. E aí se você não fizer isso, você não vai conseguir fazer X. Se você não faz X, você não vai conseguir fazer Y. Então é real. Existe um score que é pra... Aqui a gente usaria... Pra gente tentar quem tá vendo, pô, então quer dizer que se eu tô com o score no Serasa, é isso?

Se você deixar de pagar propositalmente as pessoas e aí você não tá mais fazendo nada, aqui a gente perde o cartão de crédito. Lá você vai poder parar de pagar passagem, você não vai poder mais daqui a pouco pegar ônibus interestadual, daqui a pouco cancela, você não consegue usar a internet. Porque a internet é via assinatura digital, que é a sua assinatura e tal. Então assim, você não vai conseguir usar a internet. Cara, paga aí.

É parecido com aquele que a gente falou até dos celulares alugados, que se você não pagar o plano do celular alugado, a gente falou lá, o cara tem um celular alugado, não pagou, bloqueia, você não consegue nem abrir.

Uma coisa legal que tem lá é carregador portátil para tudo quanto é lado, que você pega num lugar e joga em outro, né? O Lenin, um monte de coisinha assim, um monte de bateriazinha, você pega uma, coloca no seu celular, está andando, e deixa em outra carregando lá.

E assim, querendo ou não, qual que é o melhor pesadelo de quem não tem, de perder a carteira? Eles não tem carteira, é um celular. Ninguém rouba seu celular. Logo, só não pode acabar a bateria. Então tem em todo lugar. E aí até legal do social score que você falou, como o meu social score é baixo, eu não moro lá, não faço nada, né? Aí eu fui tirar o... Eu aluguei uma dessas baterias, não sei se vocês lembram, né? Aluguei uma.

Na hora, tava assim, aí falou, analisando o social score. Aí tava zero, provavelmente, sei lá quanto o meu é. Não, você tem que pagar o depósito da bateria. Aí eu paguei lá 200 yuan. Você não é confiável. Eu paguei 200 yuan. Se eu devolver, ela me devolve 200 yuan. Se é um cara que tem um score bom, o cara não paga nada. Não vai nem cobrar. Só pega aí a bateria e depois você devolve. E aí, ó como é. Lene.

Se tivesse um social score aqui no Brasil, iam te cobrar para pegar a bateria ou não? Com certeza. Com certeza. Com certeza. Se o cara analisasse mesmo, a época lá atrás... Total, total, total. Eu perdi meu carro, meu apartamento foi para Leilão uma época, os caras falaram, esse cara aí não. Ô, Lerine. Diga. Dúvidas que você tenha, cara, sobre a China? O que você quer saber de lá? Cara, eu... Porque a gente tem uma visão de lá. Antes de eu ir, eu tinha uma visão. Eu tenho, assim, a minha maior curiosidade.

Cara, uma coisa, negros, a gente... Não é sem ser essa... Quando a gente estava chegando de algum trem, a gente falou porra, aqui tem bastante, mas esse é uma galera que estava chegando. Mas não é tão comum. Não é comum a cidade... Não, pergunta outra coisa que eu já perguntei para o senhor. Agora é outra pergunta. Desculpa, oubei sua pergunta.

Não, uma delas é sobre esse... Porque, por exemplo, se eu for como turista para lá ou se eu for trabalhar lá, que se tem diferença... Tem um tipo de preconceito, assim?

Vamos falar população. A maior população de negros na China é na cidade de Guangzhou que a gente foi. Tem um motivo? Eu acho que assim, começou alguns, depois foi outro, ficou uma comunidade. Você sabe que é lá e vai lá. Tem de algum país específico? Não. Tem várias comunidades de africanas de países diferentes ali, de nacionalidades diferentes. O brasileiro é negro, né?

Sim, sim. E tá morando lá. Mas assim, comunidade grande. Depois de... Na pandemia, eles usaram isso e expulsaram muita gente. Porque, número um, é até engraçado falar isso, que o país que criou a vacina, a vacina lá não foi obrigatória durante a pandemia.

Que doideira isso. Mas nem vou entrar nisso. Segundo ponto, você era obrigado a ser testado todo dia lá. Eles tinham jeito, você não podia sair de casa. Como que era? Teste. Nariz. Nariz? Você não podia sair de casa. Aí vamos pegar o lado contra. Eles trancaram casas de soldar portões. Caralho. E aí teve dois casos públicos que eu sei, mas vou te falar que teve mais, tá? Teve dois incêndios lá.

Que a galera morreu sufocada pela fumaça porque não conseguiu sair de casa, porque o portão não estava aberto. E aí, porque estava lacrado, porque as pessoas tentavam vazar. Então, os pontos negativos do controle. Sim. Aí, né? E aí, vamos pegar assim, nessa época, muitos estrangeiros ficaram, obviamente, traumatizados com a China.

que merda, eu gostei daqui, estou aqui um tempo e estão me tratando assim, quando puder ir embora eu vou. Saiu muito estrangeiro, inclusive muitos africanos. Muitos, muitos. Então quando a gente foi em Guangzhou, acho que a gente viu bastante naquela, numa região lá que a gente foi, tinham alguns, mas só ali. Fora aquela região de compras ali, você não vê. E aí você perguntou de turismo e trabalho. Turismo se for, você vai ser tratado muito bem, igual, não vai ter problema. Agora, como trabalho, eles teriam preconceito sim, você teria que ser o...

muitos por cento a mais capaz pra talvez ganhar vaga de um loiro de olho azul. E eu tô indo nos extremos porque eles são nesses extremos, assim, né? Eu vou me encaixar com um normal, né? Eles me põem normal, né? Nenhum, nem outro. Agora, o cara que é branco, tipo o Léo, ele vai ser mais inteligente que qualquer um, até que eu. Entendi. Eles têm essa visão, assim, meio ariana da coisa.

E é escrachado isso, não é disfarçado. Outra coisa que eu achei que eu ia ver lá e não vi, que era muita poluição. O ar, não ver o céu e tal. Eu tinha essa ideia. Quando eu fui em 2018 em Xangai, eu lembro de ainda ter... Era para estar mais. É, eu lembro de ainda ter bastante poluição, bem diferente de agora já.

Acho que a primeira política que eles fizeram, eles tiraram grandes fábricas das grandes cidades. Então, assim, grandes cidades já não pode ter, tem que ter um raio específico de quilômetro pra estar lá. Então, eles estão tentando tirar... Estão resolvendo a poluição? Obviamente não. Está fabricando igual, fabricando muito mais que os anos, só que não está onde os estrangeiros estão. Então, essa é a diferença. Ah, mas lá não vê o céu.

É um pouco poluído, sim. Não tanto quanto antes, como já foi no passado. Quando você morava lá.

Quando eu cheguei, se você ia para o norte, perto das siderurgias, era ruim. Só que ali em Guangzhou tem um fenômeno climático que o vento fica meio que circulando, não sai. Então por isso que tem sempre uma névoa ali. Em Pequim para cima, mais poluído, mais sujo. Mas eu vou contar um encontro, acho que foi o último encontro do G20 em Hangzhou.

Eu lembro desse caso, porque a gente tinha uma multicarga pra sair de lá, aí chegou o fornecedor e falou assim, cara, eu não vou conseguir embarcar a carga tal dia. Como assim? Tava marcado, cara, o cliente, por 20 dias vai estar parado qualquer carga de sair, não sei o quê. Cara, 20 dias? Como assim, cara? Não sei o quê. É uma ordem do governo. E aí a gente começou a ver um padrão em Hangzhou, que é a cidade do Alibaba, mas o 1G20 foi feito lá, em que não podia nenhuma fábrica funcionar, estava tudo parando.

Aí a gente começou a ligar os pontos. 20 dias antes do evento do G20, todas as fábricas num raio-x pararam de trabalhar para quando todos os países fossem. Não é poluído. Caramba, está bonito. Como é que falam isso? Então existem maneiras artificiais que o governo faz para continuar com essa narrativa. Os caras sabiam que o maior podcast ia estar lá.

sabiamente limparam o ar lá pra eu não contar aqui que o ar é poluído. Então, valeu, China. Obrigado pela atenção aí. Se você teve outra experiência, conta aqui nos comentários, né? Exatamente. Não é, Lene? Total. Mas o pessoal tá aqui falando da barata, do café com barata. Se o Léo Lins conseguiu tomar o café com barata...

Volta pro Amapá ainda esse ano. Os índios querem segunda sessão e outra. A China tem feitiçaria? Caraca, deixa eu ver se eu acho a foto do... Aliás, a gente tentou, eu falei. A gente tentou, hein? A gente tentou. Mas aquilo ali era muito embaçado. Cara, ele queria um... Café, eu vou procurar aqui. Café com a barra. Não, não era uma. Não, eu vou procurar. Era bizarra. Pois é. Não, era aqui, velho. Não, aquilo é bizarra. É bizarra assim, se você olhasse e falasse, não é possível.

Não é assim, ele achou e... Eu falei pros caras, eu falei, galera, isso aqui é sensacional. Eu preciso tomar essa parada, velho.

Cara, é muito fácil agradar ele, você entende? Tá na sua casa, tá suja a sua casa e fala, vem comer aquilo. Tem um baratinho lá. Apareceu aqui, ó. Pô, tá aqui, ó. Vamos ver se vai pegar aqui, ó. Tem a câmera de cima. Então, mostra aí, ó.

Olha que maravilha. Olha aí, é barata triturada. Nossa, que engraçado. Nada pra fazer. Esse é hardcore mesmo. Esse aqui, quando eu vi isso aqui, eu falei, achei um desafio. Mas é barato do laboratório.

Era no... Era no museu, no museu do inseto. Insecto-migil, era no museu do inseto. Aí eu falei, porra, maluco, vocês experimentam. Agora fala, vocês iam experimentar. Eu acho que não, cara. Sério? Tem a barata inteira. Vocês não iam, velho? Ah, talvez, só pra dizer que provou. Um bolinho, talvez, né? Um bolinho, sim. Você ia? Ia, um bolinho, aquele... Só pra fazer uma câmera.

Eu tomava fácil, velho. Eu tomava fácil. Esse aqui a gente tentou, só que era o museu. E ela tá fechada. Era duas horas pra ir, duas horas pra voltar. Era um puta de um rolê pra tomar essa parada. E assim, na hora dessa chegava lá, não tem mais hoje, que acabou a barata.

Podia ser. É, podia. Falei, ah, então deixa quieto. Mas não experimentei. Já aproveitei e deixo o recado. Você que tem um laboratório, um barata de laboratório, se você quiser fazer um café de barata, um milkshake de barata, eu serei só cobaia, viu? Eu vou com o maior prazer experimentar esse drink aonde for. Me avise, mande o convite, estarei aí.

Cara, olha só. Galera, a gente falou pouco aí. Só 4 horas e 17. Só isso, cara. E teria muito mais história pra contar, mas eu acho que é hora de a gente finalizar e faltou alguma coisa. Acho que depois de um café de barata não tem muito pra onde ir. O Lincoln, explica então o que é a China Link, qual é o trabalho que você faz com empresários. Agora é a hora e a gente vai deixar, como eu disse, um link num comentário.

Lene, não faz feio, hein? Comentário fixado. Exato. E o livro do Léo, você está vendo isso daqui, quando for lançado a gente inclui também o link para comprar o livro do Léo daqui a uns meses, certo? Se você quer experienciar a China, ou só escutou essas histórias, ou você é um empresário que quer buscar uma oportunidade para ganhar dinheiro, não tem muito para onde você ir.

Não estou falando que você não tem que ir para os Estados Unidos, porque geralmente a pessoa vai para os Estados Unidos e depois vai para a China. Muita gente está indo primeiro agora. Mas não tem muito como fugir. É um país que está em desenvolvimento e você está... É igual aquele em jogo, qualquer jogo, tem a meta do jogo, que é o conceito. A meta do nosso jogo hoje é essa, você tem que ir para lá. No mínimo, para sacar esses padrões que vão vir para cá depois.

Não é? Sim, total. E eu acredito muito, agora não falando só da China Lincoln, eu acredito muito em renovar a ambição. Sim. Eu acredito muito que às vezes quando você faz uma viagem dessa... Eu senti isso, cara. Eu voltei aqui, os caras estão malucos aqui. Falei, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo. Conheci um... Depois você vai falar, mas só te cortando. Conheci um empresário lá, já tá...

com as ideias de fazer uns quiosques aí nos shoppings com as ideias que a gente teve lá, cara. Eu nunca tinha pensado nisso. Esse ambiente, você tem um monte de ideia da hora que a gente discutiu, mas muitas que a gente viu que você... Você é um canal de venda pra muita coisa. Se pensar, você só tem a ideia pra essas coisas se você tá aberto a receber, se você tá indo pra lá. E você faz isso com dois elementos. Primeiro, estando, quero ir.

Esse é o primeiro fator. E o segundo, geralmente, é como se fosse... Aí é meio...

filosófico, mas quando você investe um dinheiro e dedica aquela energia pra algo, parece que você tá chamando, cara, é um sacrifício, né? Tipo, antes os caras sacrificavam bicho. Ah, vou sacrificar um bicho pro bem. Cara, você tá sacrificando dinheiro e sua energia pra isso. Algo vai vir. Dependendo do que você tá emanando ali, né? E todo mundo que vai, volta com alguma coisa. Então, se o cara quer ter essa experiência... Eu voltei com quatro tênis da Nike. Talvez, talvez eu tenha voltado. Eu voltei com um grilo vestido de papa.

Você vê a diferença aí, né? Não dá pra comparar, já. Muito melhor.

Então acho que assim, se o cara, se você quer ter essa experiência, clica no link, tem os detalhes, a gente liga, passa os detalhes, vê se é seu momento e aí beleza. E empresário em várias etapas de... Cara, a gente viu empresário que fatura... Bilhão. Um bilhão, um milhão. 100 milhões, 10 milhões e tá começando, não tinha nada. Gente que tá começando, gente que tá numa área e quer expandir pra outra. Eu acho que assim, eu vou usar esse exemplo, mas não é pro...

O cara, você tem um carrinho de hot dog que fatura 5 mil reais por mês. Não é seu momento ainda.

Agora, você já tem um negocinho que está faturando 50, 100 mil por mês, 200, é uma empresa constante, está rodando, já tem uma ideia formatada, vai pesquisar outra coisa. Porque, cara, imagina a dificuldade de você entender o imposto, entender quanto tempo demora. Aquilo que você falou lá, às vezes você visita uma fábrica errada, os caras, na verdade, eles não fabricam, eles dizem que fabricam, mas jogam para outro, então eles estão ganhando em cima. Então, vocês dão toda essa dica aí de você ir direto na fonte, né, cara? Sim.

E aquilo lá que você falou, você quer a geladeira? Desse jeito, desse jeito? Então a gente... Ah, isso a gente tá acostumado. Já tá acostumado. Então você que quer uma geladeira, só pra quem quer geladeira. Se você não quer uma geladeira pra fazer lá na... Os caras não entenderam nada da parada. É, se fosse um chinês, eu não quero geladeira. Eu não quero uma geladeira, cara.

Eu não queria rosa. Eu não consigo. Então tá aí, o link vai estar no comentário fixado. Léo, shows e livros e tudo mais. Tô indo amanhã pra Bauru, a Barra Bonita e a Varé. Depois vou pra Tocantins no outro fim de semana. Cara! Você voltou da China e já foi pra longe, né? Nossa, foi pra Mapa, velho.

Foi pra Amapá, Roraima. Aí agora Tocantins, depois... Já estive na fronteira lá com... Já fui pra Pedro Rocavalheiro, Ponta Porã ali, fronteira com o Paraguai. Vou pra Ciudad de Leste em julho também, Fora do Iguaçu. Manaus, Rio Branco. Vou pro Acre, velho. Pô, depois da China.

tem a China daqui duas semanas daqui duas semanas eu tô lá daqui duas semanas eu tô lá então cada semana eu tô no canto aí só olhar o Instagram o Instagram tem sua tem tudo lá tem tudo lá e o livro a gente vai colocar depois você não tem previsão ainda né cara eu tô fazendo a pré-venda dele e realmente tô na

Ah, então já tem link. Já, já tem. Então já vamos deixar o link. Vai estar no comentário. Em junho eu vou estar fazendo uma pré-venda especial com uma capa diferente só pra quem comprar na pré-venda. Vai ser uma edição de colecionador, que essa capa não vai ser repetida. Depois eu vou lançar ele de novo. Vou fazer o seguinte, Kevin, coloca um livro do link. Será que a gente consegue dar desconto pra quem ver o podcast? Dá pra fazer algum cupom ali?

Não sei se vai conseguir fazer agora, mas é o livro mais vendido de importação em China do Brasil, best-seller, eu tenho dois best-sellers, esse aí vamos colocar aí para o pessoal aprender também. Ô Leandro, sabe o que o pessoal está comentando aqui? Quem quiser aproveitar, porque realmente a gente acompanhou toda a experiência lá e não é...

Cara, nem sempre o chinês fala inglês, e aí, porra, tem gente que vai dar um atendimento, porque, assim, eu faço questão de ver, porque o cuidado deles com todo mundo que tava lá, realmente foi muito foda, velho. Quantas pessoas? 300 e... 400 e foram todas, a Sunn deu 440. 440 e, assim... 30 pessoas da equipe, 470 pessoas.

Muita gente, muita gente. E deu pra ver, assim, na galera, todos muito satisfeitos. Porque a gente interagiu com eles também. Depois vieram tirar foto. Não, tinha gente que tá aí, sei lá, terceira, quarta vez. Exatamente, exatamente. E pra quem quiser, porque, ah, tá, beleza, vou trazer. Mas, e aí quando chegar aqui, assim, velho, os caras têm... Desembaraço, né? Tudo, velho, tudo. Quando chegar em Santos pra trazer documentação. Então, assim, eu pude ver isso de perto.

Tô falando de coração porque eu vi a dedicação e o trabalho. E parabéns, velho. De verdade mesmo. De coração. Não tô fazendo de lobby, de mídia, não. Tô fazendo porque eu vi que foi um bagulho de coração que você fez e foi foda. E quem nunca foi pra China, cara, você tem que ir um dia porque você vai se surpreender com alguma coisa lá e positivamente. Então, se você tem algum bloqueio, pô, a China, não sei o que, cara, vai, vai.

Só vai. Não é? Só vai, cara. É muito legal. Sabe o que o pessoal tá comentando aqui? Diga. Caraca. Live no estilo antigo. Sabe por que eles estão falando isso?

Porque a gente fazia tempo que a gente fazia uma live tão longa. O Léo já veio na época das antigas assim. A gente ficou preguiçoso e hoje vai... Cativeiro, velho. Antigamente era cativeiro, cara. Era uma viagem pra Miami, né? Aí a gente começou a ficar vagabundo fazendo duas varinhas só. Exato.

Aí veio o nosso amigo Lincoln com várias histórias aí. Foi pra quatro horas. E eu não sei você, mas eu não vi a hora passar. O Baidu ajudou, né? O Baidu ajudou. Ajudou. Agora já tá passando efeito. Vou ter que beber um pouco mais. E não desmereçam os vermes que eu trouxe.

A Leia tava com fome. Ela meteu a mão e comeu tudo. Inclusive, ela sumiu daqui, né? Já comeu e desapareceu. Sobrou verme. Achei que tinha acabado, velho. Sobrou verme. Sobrou verme. Sobrou verme. Depois dessa frase, né, velho? Ô, Leni. Sobrou verme.

Mene, agradecer todo mundo que esteve com a gente até agora, né? Quase meia-noite. Deixa seu like aí, né? Deixa seu like, se inscreva no canal. Valeu muito essa live. Você tem que dar o like aí, cara. E não será a última vez que ele convirá aqui contar. Ele vai ser nosso correspondente da China. Com certeza. No jornal, qualquer notícia, vamos chamar ele. Só chamar ele. Chama o careca. É. Né?

Eu não consegui treinar com os caras, cara. Eu tava operado lá, não consegui treinar. Eu achei que era Miguel, sabia? Ele falava assim, olhava assim pra ele e falava assim, você treina? Ele, mano, eu treino. Agora eu tô vendo você treinar. Eu cheguei a mostrar minha barriga como tava? Tava uma bola aqui. Não, mas assim, ele falou, eu não acredito que eu falei, ah, mó caosinho, pô, que Miguel, cara, tá treinando? Aí, agora eu vejo que você treina, pô.

Mas eu não acredito que eu tinha acreditado não. Eu achei que era Miguel. Eu juro? Eu achei que era Miguel. Um velho de 55 anos com um bucho cheio de sangue. Eu treino todo dia.

Os caras não tiveram pena, 150 quilômetros fizeram dar, cara. Pois é, meu. E não vai ficar no hotel, vai andar com a gente. Ô, Lene, agradecer ao nosso patrocinador, né? Ah, o Estratégia Concurso, né? Tá sempre com a gente aqui, o radar do Estratégia. Link na descrição, QR Code na tela. É isso aí. E agora é hora de você brilhar. Eu não sei pra onde você vai, Lene. Não sei. Tem várias alternativas. É, eu vou na óbvia, né? Escreve aí, se você chegou até aqui, pra provar que você chegou até aqui, escreve aí. Como que é isso? É um monte de ovo? Um monte de ovo.

Ó, ó, ó. Ó, ó, ó. Ó, com H. Ó, com H. Ó, com H. Ó, com H depois, né? É, ó. Escreve o dia que quiser. Vários O, vários H. Já tô com o negócio aqui na veja. Já tomei muita bebida aí. Eu vou sair daqui, vou dormir até 2h. Vou terminar comendo inseto. Não, velho. Eu também vou comer inseto aqui. Não, o cheiro é muito ruim. Lene, terminei pra mim.

É isso aí, gente. Fique com Deus. Beijo no cotovelo e tchau, tchau pra vocês. Valeu. Fiquei com Deus. Até mais.

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