Episódios de Inteligência Ltda.

001 - O FUTURO DE STAR WARS + NOVO SPIN-OFF DE O SENHOR DOS ANÉIS + DECISÕES DO MCU

22 de maio de 20262h11min
0:00 / 2:11:04

AFFONSO SOLANO é escritor de fantasia e TIAGO REX um super-herói da vida real. Eles são os âncoras do programa de cultura pop do Inteligência Ltda., e vão comentar, junto do Vilela, PETER JORDAN, EDUARDO SPOHR e ÉRICO BORGO, as notícias recentes do cinema e da cultura pop. O Vilela é nerd desde a época das pinturas rupestres.

Participantes neste episódio5
R

Rogério Villela

HostEscritor de quadrinho, roteirista, ator, dublador
A

Afonso Solano

ConvidadoEscritor
É

Érico Borgo

ConvidadoNerd profissional, escritor
P

Peter Jordan

Convidado
T

Tiago Rex

ConvidadoDiretor de arte
Assuntos4
  • O Futuro de Star WarsMandaloriano e Grogu · Trilogia da Rey · Legends (Universo Expandido) · Rogue One · Clone Wars · Dark Empire · Sequels (Trilogia) · Tio Ben
  • Novo Spin-off de O Senhor dos AnéisStephen Colbert · O Silmarillion · Os Anéis de Poder · A Caçada por Gollum · Hobbits · Elfos · Anões · Valfenda · Lauterbrunnen
  • Adaptação da Odisseia de HomeroChristopher Nolan · Odisseu · Ulisses · Penélope · Ciclope · Calipso · Lestrigões · Guerra de Troia · Verossimilhança · Mitologia Grega
  • Decisões do MCUHomem-Aranha · Tio Ben · Tia May · Vilões do Homem-Aranha · Demolidor · Justiceiro · Homem-Aranha: Sem Volta Para Casa · O Incrível Hulk · Vingadores
Transcrição350 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Leve e refrescante, intensa e encorpada, dos sabores tradicionais às novidades do momento. No Pão, você encontra uma curadoria especial de cervejas nacionais e importadas, em parceria com a Ambev, para brindar em qualquer ocasião. Cervejeiros do Pão. Tudo de cerveja com quem é especialista em sabor.

Olá, terráqueos! Como é que vocês estão? Sou o Rogério Vileira e está começando mais um Inteligência Limitada. Hoje com um quadro novo, apesar do nome ser antigo, o quadro é novo porque tem novos integrantes que vão estar aqui com você toda semana, não é, diretora? É isso aí, semana ou noite. E é o seguinte, a gente vai falar a dinâmica aqui durante o programa, porque esse é o primeiro, também chamado de piloto. Não sei se vocês sabem, piloto é um programa quando a gente faz para testar o formato. Mas como a gente é ousado, a gente já testa e bota no ar, não é isso?

Isso não significa que os nossos convidados pilotam alguma coisa. Às vezes pilotam, cara. Às vezes pilotam. Pode ser que sim. Mas não necessariamente. Ô, diretor, então é o seguinte. A gente vai... Já tem vinheta para o programa novo, diretor? Temos vinheta. Temos vinheta. Então vamos ao seguinte. Eu vou me apresentar, então. Eu sou o Rogério Villela. Sou deseista de quadrinho, roteirista, ator, dublador e aeromoça. E quero chamar os meus amigos de bancada aqui. Rex e Afonso Solano. Sejam bem-vindos ao programa de vocês, inclusive.

O que que é isso? Não foi a foto... É o plantão nerd. Ah, tá. A piada do plantão nerd. Porque eles mandaram... O diretor, eles mandaram a foto do estúdio, ó. A gente fez... Mas não tinha uma planta. Era só os bonequinhos. Não tinha? Não tinha. Quando a gente mandou? Não tinha. Foi uma surpresa. Não, tira a planta. Entendi. Tira a planta pra mostrar o resto. Tira, tira, tira. Por favor, então.

No próximo programa, a gente acha uma planta melhor ou um lugar melhor pra colocar. Mas eu gostei, gostei da piada. Piada de tiozão, gostei, gostei. Eles não queriam dar spoiler. Fotossíntese, fotossíntese. Fotossíntese. Você não sabe o que eu tive que dar pra ela pra ela crescer. Olha lá ele, olha lá ele. Se apresentem pro povo.

Olha aí, galerinha, eu sou o Afonso Solano, estou aqui representando os escritores de fantasia, os podcasters que adoram falar mal das obras que nós amamos. Não é isso, Rex? Sim, e eu sou o Rex, eu sou praticamente um agente secreto sem dinheiro e sem governo.

Mais com músculos. Mais com músculos. Com o porte de herói. Ator, dublador futuramente, tem que lembrar disso. Futuro fisiculturista também. Não tá bom, não, né? Diretor de arte. Já fui dublê. Então eu tô... Já foi morto pelos talones. Já fui... Não, louco. Você sobreviviu. Você sobreviviu no filme. Sobrevivi no filme. Mercenários.

Enfim, eu sou a representação nerd do Bane brasileiro, entendeu? Do nerd que quis usar coisas ilegais pra crescer, e cresceu. Então eu sou essa representação. Porque eu sou o único. Pois é, dito isso, roda a vinheta, diretor.

Está começando o Plantão Nerd de hoje, que vai contar tudo o que está acontecendo no universo nerd, da cultura pop também. É o seguinte, a gente vai falar tudo sobre o filme do Mandaloriano e do Groku, que já assistimos. E no Mundo da Fantasia, nós temos aí um novo filme do universo de Tolkien, que está sendo escrito por Stephen Colbert e seu filho. E a pergunta que fica é, estamos tão desesperados assim por uma nova adaptação de Tolkien?

E estamos também desesperados ao ouvir das bocas soviéticas dos irmãos russo que, aparentemente, o tio Ben não morreu pelo descaso de Tom Holland e Peter Parker no MCU. Tá mudando? Tá virando bagunça agora, Villela? É isso?

Vamos falar de tudo isso e já começamos de Mandalorian. Mandaloriano, Mandalorian, Mandaloriano. Como vocês preferem? Mandaloucos. Mandaloucos. Pascal. Pascalorianos. Tá certo. Creio que somos todos. Todos. Roda um trechinho aí do Mandaloriano para o pessoal saber do que a gente está falando. Nós todos ouvimos histórias do Mandalorian Bounty Hunter.

E um filho. Eu só procuro criminosos de guerra imperial. Eu vou tirar todo o cara ruim na sua caixa de guardas. E, senhores, quem tá com a gente aí, apresentem o nosso amigo nerd. É, eu fiquei tão animado, olha só. Olha o que cresceu aqui na minha mão, Villela. Para, rapaz, para. Não é? É isso mesmo? Nossa. Como é grande o seu lightsaber.

Olha como ele é grande e vermelho, gente. Tem que fazer. Amarelo. Amarelo. É, será que é chinês? Não sei. Lá do Ligo da Futa. Sim, melhor evitar. Desculpa. Exato. Perdão.

Mas sim, estou aqui com o meu sábio de luz porque ele, que estava aqui antes do Império começar, meu querido Vilela, Peter George! Venha, Peter! Cadê, Peter? Fala, galera! Obrigado pelo convite aí pra todo mundo, Vilela, Solon e Rex. Bacana, o sábio de luz brasileiro, né? Imagina um Jedi brasileiro, né, cara? Seria legal isso.

Nós temos alguns, né? Sabe-se que o Jorge Lucas empregou um brasileiro tempos atrás lá na Lucas Filmes, por isso que tem o Conde do Cu, né? Tem... Capitão Panaca. Capitão Panaca. Se Fodias. Se Fodias. E aí tem um brasileirinho lá, né? Eu nunca botaria um Jedi brasileiro, tipo, sei lá, Marcos Antônio. Não tem como, não combina.

Não combina? Mas a gente é cheio de nome composto. Hum... Pode ser. Afonso Solano. Mas é um nome que combina com toda essa magia de Stallone. Quais seriam os nossos nomes jedis? Começando com o Vilela. Vilelius... Mas está muito romântico. Viu-ela. Viu... Viu-ela. Vile... Viles...

Rogárias. Tem cara de Sith, hein, Vilela? Acho que você seria mais um Sith, assim. Meio que nem o Yoda pulando pra lá e pra cá, sabe? O Vilela seria Yoda total, né? O nosso Yoda. Ou um Yoda aqui, Jedi. Ah, sim, um Yoda. Tentando cozinhar os nossos heróis, Vilela? O que você acha? Você tem bem cara que gostaria de comer um Jedi.

Começamos bem. Talvez eu seria um Luke depilado. Você é um Luke... O Luke é a pior espécie espacial, hein, Peter? Pra ser fisiculturista. Imagina você se depilar. Ninguém sabe que você é forte. É. Se ele crescer mais, é o diabo. E eu provavelmente vou falar que eu sou o Palpatine, né? Já sei.

Sim. Unlimited power! Exatamente com seus poderes ilimitados, Peter. A gente trouxe aqui o seguinte. A Disney, gentilmente, eu não sei se ela vai se arrepender disso, mas ela nos convidou para assistir a nova obra de Star Wars aí, né? O Mandaloriano e... E Grogu. Grogu ou Grogu? Grogu. Grogu, né? Grogu. É Grogu? Grogu. Você fala Grogu? Eu falo Grogu.

É Peter, Peter, Grogu, Grogu... Meu Deus. Vamos chamar de pequeno Yoda? Baby Yoda. Baby Yoda. Baby Yoda, tá bom.

E aí eu assisti o filme, né? Vocês estão, só para medir a sala, que é a temperatura, vocês não assistiram ainda? Vocês estão ansiosos? O Peter não assistiu. O Thiago viu 20 minutos? Eu vi 20 minutos acreditando que eu ia ver o filme inteiro. Ah, foi essa? É, eu recomendo a todo mundo, quando vocês receberem um convite, leiam o e-mail todo. Eu não li, eu só vi o endereço, o horário, quando eu cheguei, era só 20 minutos e eu fiquei... Olha só. Que ódio.

Você é do tipo que aperta quando aparece uma imagem na tela? Você gostaria de... Você aperta sim? É por isso que eu tive muitos problemas com o meu computador. É, Micreiro tem essas coisas. Mas, Vilela, tá animado ou não tá? Você é tracker, né, Vilela? É, eu sou mais do Star Trek, cara. Star Trek é minha paixão e Star Wars sempre foi assim. Ah, legal, tem lá. Vou ver quando der. Não vou estar nas primeiras sessões, não. Você e Peter são trackers, né, Peter?

Cara, eu, na verdade, eu sempre... Cara, eu acho que Star Wars, pra mim, sempre foi tipo igual a pipoca, sabe? Tipo, eu coloco na minha frente, eu não sou fã. É tipo um rondão, sabe? Agora, Star Trek, eu sempre acho que tem uma história mais bacana, uma história isolada, com início, meio e fim. Star Wars é tipo assim, mas tem mais tipo Faroeste com Muppet Show.

Mas temos uma coisa que os dois têm como hoje em dia. Tanto Star Wars quanto Star Trek. Nenhum dos dois está indo bem. Exatamente. Isso parece que a gente está no mesmo nível ali. Mas Star Trek é porque não tem nada. O quê? E o Starfleet Academy? Foi um desastre. Não tenta defender o teu Star Trek, não. Não, está escrito Star Trek e é Star Trek. Está ali no meio. Os últimos do J.J. Adams a galera gostou, mas talvez não tenha sido...

Eu não sei, o fato é o seguinte, há rumores de que a Disney está considerando eliminar do cânone, na timeline oficial, a trilogia da Rey, do Finn, toda a sua turminha ali, do Han Solo, trespassado pelo próprio filho. Leia Super-Homem? Leia Super-Homem, Luke...

o leite de alienígena na boca porque não foi muito bem na crítica e foi aquém do que eles esperavam na bilheteria. Enquanto isso, o Mandaloriano abalou na Disney Plus. Todo mundo gostou. Era uma série que o próprio estúdio não estava meio que... Faz aí tua parada. Não acreditou, né? Verdade é essa. E aí, jogaram agora para o cinema e rapidamente, para não ficar aqui no monólogo de vilão, eu achei o seguinte, galera. Se você não liga...

pro fato do Baby Yoda ter encerrado o seu arco perfeitamente, quando ele foi entregue ao Luke na série, né? Quando o mando entrega ele, finalmente encontrei um Jedi pra entregar esse alienígena aqui e tal, e chora, tira o capacete, beijo, tchau. Foi lindo, foi maravilhoso. Só que aí a galera falou, não, não, tem que trazer de volta o Grogu, e eles voltam com ele na série, nada a ver, nada a ver.

E o filme é essencialmente isso. É o Mandaloriano com o Grogu no ombro em cenas de ação maneiríssimas, na minha visão. Excelente, divertidíssima, é uma baita aventura. Como é que você falou, Peter? É que você definiu Star Wars, é um velho oeste? É um faroeste com Muppets, né? Muppets Show. Cara, essa é uma das melhores definições que eu já ouvi de Star Wars. E não sei se a intenção foi assim... Eu acho que é isso mesmo, é uma coisa leve.

O próprio George não pode fazer a favor. Não, não, não. Desmerecer, não. Não, não é quase... Não, não.

É um universo maravilhoso. Eu acho incrível. Tem várias obras ali que eu acho incrível. Rogue One, para mim, é uma das melhores coisas que eu já vi ali. A própria série do Mandaloriano também, eu gosto demais. Mas essa coisa da Disney estar querendo tirar do cânone o sequel, acho que a gente vai fazer. Por quê?

A Disney entrou com um sequel já tirando do Cannone tudo que era do Legends, cara, que era bacana demais. Eu entendo essa questão de tirar do Cannone o Legends, quer dizer, vamos dar liberdade criativa para os caras lá, para fazerem o que eles quiserem no sequel, porque o Legends está muito grande. Dá para fazer.

Cara, mas o que acontece, por exemplo, com o Marvel? Eles adaptam, tem que adaptar, tem que pegar alguma coisa ou outra ali porque está funcionando. Mas não é nem questão deles não adaptarem, eles simplesmente inverteram tudo no ciclo.

O ideal teria sido fazer o que eles fizeram, porque acontece, o Lucas foi um cara muito esperto. O Lucas? George Lucas, Mr. Lucas. Brasileiro Lucas. Mr. Lucas. Ah, Luquinhos. Ele falou assim, vocês querem escrever sobre Star Wars? Vocês querem fazer produtos? Façam. Isso na época que ele era dono do... Eu só vou ganhar uma porcentagem em cima do que foi feito. Então muita coisa foi escrita em cima do universo de Guerra nas Estrelas, principalmente com os três, o Han Solo, o Luke e a Leia.

Mas assim, era muito solto, era muita coisa. E quando a Disney compra isso do Lucas, ele pegou toda essa galera que escreveu o matéria e falou assim, não, não vou dar dinheiro para vocês, eu não vou comprar o Royal de vocês. A partir daqui eu encerro e a gente vai continuar só em cima do que o George Lucas fez. Acabou. Obrigado por tudo que vocês fizeram. Tchau.

E foi isso. E jogaram fora as anotações dele, que ele sugeriu, outras histórias novas. Exato. Não, vamos fazer de novo. Enfim. O ideal seria pegar aquele Dark Empire, que foi uma saga muito maneira, e tentar adaptar aquilo, que foi o mais próximo ali de você ainda ter os três juntos. Mas assim, tem um fator também que o Dark Empire se passa logo depois do Retorno do Jedi. Sim. Então a galera já tá mais velha.

Mas podiam trazer elementos como a Mara Jade, entendeu? Os filhos do Luke Aleia, que não era só. Dava pra você tentar, sabe, criar ali, pegar pequenas coisas e avançar com isso. E tudo foi ignorado. É engraçado porque eles fizeram um sequel que, lógico, a mim não tinha como agradar quem tava acompanhando Legends e é impossível agradar até quem não acompanha nada. Porque, cara, mostraram o frio. Primeiro que não juntava os três, né, cara? Pra mim, não tinha uma bosta que fizeram lá.

E segundo que botaram os três amargurados, cara, sabe? Situações de decadência e tal, achei muito ruim. E cara, eles estão expandindo, né? Para frente e para trás. Com as pontas, acho que o Interacel decolagem também é...

É, cara, é meio que isso. E aí a gente fica se perguntando, com o filme agora no cinema, e o filme acabou de estrear, então, será que esse é o... This is the way? Foi sem querer até que eu fui. Esse é o caminho, quer dizer, você pegar um personagem que é muito menos ambicioso, é uma obra menos... Assim como o Rogue One, que o Peter trouxe agora. É um filme que é muito legal, mas entende quando eu digo que ele é um pouco... Eu acho um pouco menos ambicioso.

Ele está contando uma história que aconteceu entre as histórias mas ela não tem muita coisa, mas ela não tem muita coisa, mas ela não tem muita coisa,

E foi muito bem contadinha. Sim, e encaixa muito bem, né? O Mandaloriano é aquilo, beleza. Você sabe que a parada treta toda aconteceu. Você está trabalhando no pós-queda do Império. Mas não é um Jedi. Apesar de ser o Iodin, aparece uma pessoa ou outra. Tipo, cara, talvez menos seja mais, Peter.

Cara, você não precisa de Jedi para contar uma história de Star Wars. Você pode contar uma coisa bacana sem ter esses elementos principais. Você vai, inclusive, somando na lore da história. Rogue One é isso também, eu acho um pouco. Quer dizer, não tem um Jedi como elemento principal, eu acho, mas...

Tem alguns elementos ali, cara, que tiraram o hype, eu acho, de Star Wars. Como, por exemplo, essa questão de subverter as filmas principais. Eu acho que hoje você perguntou assim, pô, a galera tá no hype pra ir pra ver o cinema, pra ver o filme do Mandaloriano? Eu acho que não. Eu acho que não tá no hype. O filme pode ser bom, mas, cara, primeiro, vem de uma terceira temporada que não é tão legal. A segunda... A segunda eu não lembro direito. A segunda também já tinha caído um pouco, né?

era a segunda que ele entrega o Grogu pro Luke aí fecha cara, a primeira temporada foi absurdo de boa aí foi dando uma caidinha e aí vem essa questão do Mandaloriano, que é tipo um prequel pro sequel

Então, já vem de uma terceira temporada que não é tão legal. Já é um prequel para um ciclo que a gente sabe que não é legal. Então, não sei se a galera está no hype, cara. E Star Wars é nichado, eu acho. No Brasil, eu acho que é. Nichadão. É, bem nichado. Eu acho. Eu acho que o que vai acontecer, se eles seguirem... Acho que o Mandaloriano e o Grogu é um teste. Vamos pegar esses dois elementos que fizeram bastante sucesso aqui na série da Disney.

Que por sua vez, desculpa, já é um público mais limitado do que esse que o Peter está falando. Exatamente, bem limitado. A galera que viu série. A galera que acompanhou e ouviu dizer, e falou assim, pô, é uma visão diferente de The War, você pega aquela coisa do Faroeste do espaço, uma coisa meio lobo solitário e filhote, sabe? Lono, Wolf and Cub. Traz esses elementos.

A galera que viu a série gostou. Aí, o que a gente tem a partir de agora? Se der certo, se pelo menos atingir um público bacana, eu acho que se eles seguirem usar o Mandaloriano pra fazer uma sequência de Star Wars, você consegue limar os outros seis. Então, por exemplo, o Luke aparece. O Luke tá construindo o Templo Jedi. A Leia tá ali organizando a Nova República. Você tá falando que nenhum dos personagens ali, amigos da Rey...

aparece no Mandaloriano. Pelo que eu lembro... Não, só aparece o Luke. Mas todos eles estão em certos pontos. Por exemplo, Han Solo é general. A Leia tá cuidando da república. O Luke foi construir o templo Jedi. Se você seguir o Mandaloriano que se passa cinco anos depois do retorno do Jedi, você consegue estabelecer uma nova sequência de filmes

Deixa a galera ali na periferia, digamos. Ou participando de pequenas situações, como o Luke apareceu ali no Mandaloriano, você pode botar a Leia numa sequência de... Por exemplo, tem os pilotos. Podia fazer um filme de Star Wars com os pilotos. O Esquadrão... O Gold Esquadrão, né? O Esquadrão que era o do Luke, que era aqueles pilotos...

Não, esqueci o nome agora do Esquadrão do Luke. Mas o Esquadrão do Luke é um esquadrão dos melhores pilotos da força, do Império. Caraca, perdão, da República. Da resistência. É, da Nova República. Então, se você pega uma sequência que você pega ali e bota talvez um Han Solo, um Lando Carison ali, coordenando a galera. Mas tudo com AI. Mas tinha que ser, né? Porque a partir do momento que eles pegaram o Mark Hamill e botaram ele novo...

Vai distoar muito você botar um outro ator ali. Cara, mas o problema, é o que a franquia fez com o personagem. Porque a gente sabe que Mandalorian Grogu precede o sequel. E eu acho que o sequel destruiu o personagem. Destruiu. O próprio Mark Hamill não tá feliz com isso. Então, a gente não vai pro cinema pra ver algo. É como se fosse, por exemplo, pro cinema pra ver um prequel de um filme ruim da Marvel.

Exatamente. Aí tu vai um filme, sabe? Você tem que ter uma... Acho que a gente deveria ter tido algumas atitudes da Lucas, de filme da Disney, com relação a Star Wars, como, por exemplo, essa de tirar isso do cano, me falar oficialmente que tirou do cano, algumas obras ali, e, de repente, até postar, de repente, no manoverso, o David Filoni, alguma coisa já para construir.

Porque a gente já sabe como é a Mandalorian e o Grobo. A galera já viu. Já está nos streamings. Entende? Então, sei lá. É como de novo, por exemplo. A gente vai agora e vai para o cinema para ver. Eu sempre vou fazer as analogias, tá, cara? Mas vou para o cinema agora para fazer um filme do Demolidor? Não vou, eu sei. Eu não iria.

Eu fico me perguntando se o grande público, a galera que não viu a série, que a gente sabe que é a maioria, se eles vão lá para ver... Ih, até saiu um novo filme de Star Wars. Aí os caras vão ver um maluco, um capacete, voador... E Boba Fett já foi ruim.

O Boba Fett foi péssimo, mas foi sério. Eu estou pensando o seguinte, por exemplo, sei lá, meu pai... Mas o cara do capacete fica na mente do coletivo, cara. Exato. O meu pai, se for assistir o Mandaloriano e Grogu, ele lembra do Boba Fett, o cara que prendeu lá o Han Solo, foi comido pelo... Pelo Sarlac. Pelo Sarlac lá de Duna e tal.

Ele vai falar assim, aquele cara, o Yoda encolheu, essa galera não vai... O filme novo não se dá ao trabalho de explicar o que diabos é esse iodinho. O Mandaloriano você entende, era um caçador de recompensas que está ali ajudando a Nova República. Agora o iodinho é tipo assim, o que esse cara está andando com esse gremio no ombro? Eu fico pensando, sabe, nesse...

Esse grande público, Peter, não sei. E o meu medo é que a Disney acabe fazendo o que eles costumam fazer, né? Tipo assim, aquela brincadeira que até que eles fazem no Wolverine Deadpool, né? Você vai fazer o Wolverine até os seus 90 anos. A mesma coisa é você pegar o Grooku, que é da raça do Yoda, que vive 900 anos, e você fazer um zilhão de filhos, porque o personagem é fofinho, e você consegue botar ele em tudo, sendo uma criança.

Sempre, sabe? O Peter Pan, criança que não cresceu nunca mais, que é o que eles vão fazer com o Grooku.

E eles vão continuar fazendo, quando eu estiver vendendo brinquedinhas, eu vou botar isso aqui, me roda em tudo quanto é lugar, cara. E é muito louco. Peter, você tem seu filhão. Eu estou com um filhinho de dois anos agora, o Afonso. O filme do Mandalorian é como se eu fosse, sei lá, fosse subir uma favela, fosse para o Vietnã e levasse o meu filho junto comigo, entendeu? Tipo, atirando, atirando em mim.

E ele do meu lado... Aí eu falei assim, pô, eles vão dar uma desculpa, né? Tipo, ele vai usar a força, agora ele vai ajudar. Tipo, um papagaio mágico, entendeu? Não, tipo o Neo em Matrix, né? Segurando as balas, assim. Pronto, pelo menos o Neo tentou fazer alguma coisa ali no último e tal. O Yoda, não. Ele literalmente, ele pula. O Grogu, ele pula pro candelabro dos lugares e fica tipo... Sendo fofinho. Enquanto o cara tá lá, piama, piama, piama, atirando, tomando bomba. Eu falei, caramba!

Bomba? Desculpa, perdão. Eu sei que a gente tem que ter essa desconexão com a realidade, mas eu não sei, eu acho que... Para mim é muito difícil descolar esse arco do que já aconteceu, e eu jogo para o Peter o seguinte, cara, você que manja bastante de anime e tal, você acha que o Ocidente, comparado ao Oriente, ele tem realmente essa dificuldade de deixar as coisas irem embora, de deixarem os arcos fecharem, os personagens morrerem,

Será que a gente sabe se desligar do look da Leia, do Han Solo? Não era a hora da gente tipo... Cara, eu acho que não é nem questão de ser parte do mundo, Oriente, Ocidente. A gente gosta dos personagens da gente, a gente quer que os personagens sejam eternos. E, porra, como que a gente não vai querer que um personagem em 1979, sei lá, 78, não sei quando, como que a gente passou gerações, gerações... Irmão, eu assisti Star Wars.

Aferrou, agora vou falar onde eu assisti, mas foi muito bem. Mas no drive-in. Ah, entendi. Dos Flintstones, no conjunto dos Flintstones. Meu pai parou com o cara, era garotinho, cara. Meu pai parou com o cara, eu tenho flash de memória daquilo. Meu pai, bate que o Ryan Layser sai da parada lá. Aquilo não perpetuou por gerações, cara.

É como se hoje, cara, você vai no cinema, você vê um filme e você não se sente mais prestigiado por ser daquela geração. Porque o personagem que, entre aspas, é teu, você consegue, porra, um personagem meu, da minha geração, né, cara? Aquela sensação de pertencimento, você foi colocado de fora porque, cara, o personagem que você aprendeu a amar, hoje ele é melancólico, é desajustado, fracassado.

a coisa que você não queria, você queria ver o cara, se você acompanha o Legend, você vê o Lucas que é o Rock, o Jedi do objetivo, o cara que tá enfrentando entidades e de repente o cara tá lá isolado numa parada, meu, porra, caçando Tatooine na praia, não dá, cara.

Cara, isso é muito merda. Você viu os filmes antigos, tá lá o Hitler do espaço, né? Darth Vader é praticamente isso, né? Um genocida biruta, um ciborgue samurai, que todo mundo é apavorado. Aí chega o Luke e fala assim...

ainda há o bem nele. Eu vou converter esse cara. Isso é foda, isso é uma grande alegoria. O arquétipo do cavaleiro que não desiste nunca nessa coisa Aragorn e tal. Aí chega no novo filme... É o Naruto, é o Naruto do jogo. É o Naruto, bem lembrado. Aí chega no filme lá da Rey, aí o sobrinho dele tá dormindo, tem um pesadelo, aí ele fala, quer saber? Vou matar. Eu vou matar esse guri.

Só porque meu sobrinho está tendo um sonho molhado, eu vou matar ele. Cara, é Minority Report do mal, cara. Isso, caralho, é isso, Peter. É o Minority Report do mal, não faz sentido nenhum. E eu acabo me lembrando também... Vilela, você já foi em Comic Con já, em Comic Con lá fora, não foi? Sim, sim, já foi em duas ou três já.

Pois é, eu lembro, cara, que eu fui em 2008, cara, na Comic Con de San Diego, hein, Peter? Em Rex. E aí eu vi, cara, uma molecada de tipo 8, 9, 10 anos.

vestidas de personagem Star Wars, só que eles agora se vestiam do Anakin. Isso era muito maneiro, sabe? Sim, por causa do Clone Wars. Por causa do Clone Wars, por causa das prequels que eles viram quando criança. E os pais estavam lá de Obi-Wan, de Darth Vader. Eu falei, cara, essa é a máquina inteligente.

da propriedade intelectual que renova o seu público. Por mais que as prequels, né, Peter, tenham os seus problemas, elas tinham uma alma, elas tinham uma coisa que, beleza, você quer conquistar a galera nova, mas o público antigo que a gente está falando aqui, nós, você tem que passar essa tocha. Eu acho que quando você não respeita essa galera que é o que o Peter está falando,

Você perde essa força, você não acha? Ah, perde muito, cara. Perde muito. Você entregar uma obra que tem toda uma lori, que tem uma receita no hambúrguer de Siri, que tu tem que seguir, cara. E de repente tu entrega pra... E dá licença poética pros caras fazerem da forma que eles quiserem. DJ Arvids, Rian Johnson. Faz da forma que vocês quiserem. Sem respeitar a lori. Em vez de deixar, sabe, tipo um Kevin Feige. Sei lá, ou Dave Cymone. Kevin Feige. Bota esse cara pra...

para monitorar tudo, para gerenciar, dizer o que é certo e o que é errado. Não tinha alguém que pudesse chegar... Não, isso aí tu não pode fazer, cara. Não está errado. Aí aconteceu isso, cara. Foi dispersando a galera que já tinha... Que entende do assunto, que vivia aquilo, sabe? Sim. Sabe o que queria. É outra parada. Porque você falou, sabe, a Prico tinha algo que tinha alma e tal. Cara, se não tivesse, nem seguiria para frente. Você está cheio de trilogia aí que, pô, fracassou no 1, 2 e o 3.

Pode até ter sido bom no primeiro, meu irmão, no dois, no três, de quatro, porcaria. Mas o Star Wars foi bom, cara. Acho que os seis primeiros episódios foi legal. Eu gostei pra caramba. Sim, sim. O problema de tudo isso... Foi maravilhoso, cara. Clone Wars foi impressionante. É. Então, esse também é uma questão, cara, pra ser discutido, porque...

durante essa última leva do sequel, tinha coisas boas acontecendo também no meio. Então, confundiu a galera, né?

Porra, excelente, Thiago. Olha aí, quanta coisa boa, que mesmo que seja dessa turma nova... Não, foi bem dessa turma nova. Porque aí, eu acho que o Clone Wars tinha uma direção, eu acho, de uma galera mais fã. O Filone, pô. Tinha, tinha. Entendeu? Tinha uma direção de uma galera que, tipo assim, que entendia o que era Star Wars, sabia, tinha paixão pelo produto, e fizeram uma coisa boa. Tanto é que a Mandalorian foi assim, né? Eles focaram tanto em vamos fazer série dos personagens grandes.

E o cara lá no fundo falou assim, eu tenho uma ideia aqui, eu posso fazer ela? Vai fundo, vai brincar de Star Wars. E aí, mandaloniano, deu muito certo. O problema foi que tinha uma pessoa que era pra ser o comando de tudo, que era a Kathleen Kennedy.

Que o próprio Lucas falou, vou deixar aqui na mão de vocês a mulher que acompanhou tudo e sabe tudo que eu quero fazer. E a mulher cagou tudo. Tadinha da Kathleen. A culpa, às vezes eu sinto que a culpa toda cai em cima dela. Se ela é merdeira, convenhamos, ela é merdeira, mas não foi só ela. Tanto é que ela ignorou o Mandaloriano 1 e 2 e entrou na terceira temporada. Entrou na terceira temporada, foi o quê? Foi ruim.

Tem que trazer o molequinho. Entendeu? O molequinho de volta. Tem que trazer quem é fã. Você tem que pegar o cara que é fã, que é a raiz, que cresceu com aquilo, que viveu aquilo, que quer explorar aquilo, que sabe tudo que o cara sabe. Os grandes blockbots deviam ter aprendido com isso, cara. Exato. A série do Darth Maul que saiu agora. O Shadow Lord, o Senhor das Sombras. O Lord das Sombras. Está todo mundo elogiando.

Porque é quem está tomando conta da situação. Fã. Os caras que sabem escrever. O cara que dubla, que também é fãzão de Star Wars, que ajudou a criar da índice de personagem. Sabe? Então, quando você bota na mão de gente que sabe, gosta, tem paixão pelo produto, entende o produto, tem alma no produto, ele vai fazer isso bem sim. Eu ainda acho que, por exemplo, a série Darth Maul, eu não assisti. Essa foi uma coisa legal. Mas ainda assim, eu acho que é um pouco dessa dificuldade da gente deixar...

o que foi pra trás, o Darth Maul, ele serve a um propósito. Inclusive no próprio lore ali... Só pela metade, né? O Paul Patel, o personagem que fica pela metade, você acha que faltou? Faltou, tá? É, porque assim, ele é um cara, coitado, ele é um capanga.

Ele não fala assim. Ele é feio. O objetivo dele, ele é só um arquétipo. Ele não é um cara. Eu acho que essa obsessão, hein, Peter? De você ter que fazer... Vamos explicar por que o vilão é mau. E por que o pai dele não abraçou ele. Meu Deus, ele não pode só ser mau. Morreu. Ele morreu. Acabou.

Eu acho que o propósito, cara, é o grande medo que todo fã tinha quando a Disney comprou o Lucasfilm. É fábrica de filmes, é fábrica de produções. É o que fizeram com a Marvel, cara. E não aprenderam. Então agora a gente vem. Daqui a pouco vão colocar, meu irmão, alguma obra entre o Andoley Rogue One. Eu tava colocando micro-obras ali, sabe? Caraca, sim.

Eles querem fazer cada vez mais filmes para ter mais dinheiro. O que aconteceu? Agora acho que eles aprenderam. Agora acho que eles vão botar o pé no freio um pouquinho, vão postar em qualidade. Foi uma fase do cinema geral essa questão de apostar em quantidade. E isso está acontecendo agora, um fenômeno, que não sei se vocês estão acompanhando.

que é justamente o filme de super-herói, incluindo até, digamos, Star Wars, essas franquias grandes, elas estão perdendo força para adaptação de games. É uma coisa que ninguém está percebendo. Mas isso está acontecendo, cara.

Porque, diferente de quadrinhos, por exemplo, que não é todo mundo que lê e você tem aquela experiência da leitura, game a família toda jogou. E agora que as adaptações estão legais, a galera está indo para lá. E não é só uma questão de você chegar para ver o universo do seu game que você jogou ali, referência e tal. É a sua experiência de ter, por exemplo, Minecraft. Você ter quebrado um bloco ali, construído uma casa mal feita ali. Aquela experiência com a família. Isso é legal você ir no cinema para ver.

Então os caras estão pegando isso, porque eu não estava dando para apostar em adaptação. Os caras estão apostando em fábrica, em rede de produção. Pô, tu está falando aí de game, Peter, eu jogo para caramba também. E você me lembrou justamente o Fallen Order, que é essa série de jogos recentes aí do Ruivinho. É bom ter um ruivo, um garoto ruivo, porque é sempre uma ruiva, né? Ruiva abalando, Horizon Zero Dawn, adoro a Eloy correndo. Tem sempre uma ruiva foda atirando. Cadê os ruivos?

O Ruivo está sempre sendo zoado. O Ruivo nos Tawars é o nazista lá, na nova tecnologia. No South Park, os Ruivos não têm alma. Aí tem um Ruivinho aí, hein, Peter, hein, Villela, no Fallen Order. Cara, são jogos muito divertidos. É tipo um One Charted, tipo um Indiana Jones do espaço, onde o cara vai assim, beleza, aparece lá o Dash Vida, tem que mencionar, beleza. Tá vendo, tá vendo. Mas você foca...

no cara indo lá nas espécies que descobriram a força, essa coisa arqueológica, tem novos vilões. É um pouco isso que a gente está falando de beleza, você pode honrar o que veio.

Não é? Acho que tem mais isso pra Lória, agregar mais essa... Quando um elemento é bom, tem que agregar. O Legends foi muito isso, né? Livro, HQ, jogo. É, senão você faz isso que o Peter acabou de falar. Tipo, daqui a pouco... É no Império Contra-Ataca que o Han Solo chega lá junto com ele. Esse aqui é o Lando. O Lando fala, eu sou o prefeito da Cidade das Nuvens aqui, eu sou o administrador. Vamos jantão tomar um café, Han Solo. Bora?

Aí abre a porta, tal Darth Vader numa sala de lanche, né? Um mesão. Todo mundo lembra dessa cena. Jantar. Aí o Hansola vai atirar nele, ele defende com a mão, pega a pistola e caramba. Daqui a pouco o Peter falou, daqui a pouco vai ter um filme que conta esse jantar.

O Darth Vader vai ter um papo com a galera. Fable for two. Adivinha quem veio para jantar. E aí é o Darth Vader, entendeu? Você fala, caramba, peraí. O clima ficou pesado. Eu vou ter que fazer sala para o Darth Vader. Imagina o estagiário que é obrigado. Você está rindo daquele frango robô?

mostra essa cena. Sério? Tem um episódio do Frango Robô que mostra a cena do jantar. Eles lá tentando comer, mas todo mundo desconfortável com a situação. Tem? Cara, perfeito. Dá pra fazer uma série, cara. Mas é o que eu tô te falando. O Star Wars tem apostado em séries, em obras que a gente já sabe onde vai dar, né, cara?

Isso aqui é meio ruim porque eu concordo contigo. A gente vai acompanhar se eles fizerem uma continuação do Mandaloriano e Groku, pegando os elementos do Star Wars. Mas você sabe que lá na frente o Luke vai virar um velho que pega o lightsaber e joga. A Leia vai virar uma mulher que voa no espaço. E o Han Solo vira um cara, tipo assim, frustrado. Vai ausente. É.

que adianta eu ver você agora. Mas é isso que eu tô falando exatamente. É triste, é triste. Se liga, Peter, Vilela, Rex. Eu tenho ideia, galera que tá com a gente aqui, plantão nerd. Eu tenho ideia pra um personagem, vale um filme solo desse cara. Pra mim é o personagem mais fodão...

de todas as trilogias. Lando Carison. Não é o Lando, não é ninguém que vocês imaginam. Vamos lá, vocês lembram no primeiro Star Wars, primeiraço. Tem a reunião ali, tem aquele velho assustador lá, tem o Darth Vader, que eles estão falando sobre a construção da Estrela da Morte. E o Darth Vader está ali do lado do... Granoff Tark. É, exatamente, do Tark.

E aí os caras estão falando uma parada, não sei o quê. Aí, meu irmão, tem um funcionário, não sei se você lembra, que ele está do lado, assim, quando o Darth Vader vira e fala assim, vocês têm que entender que a força está guiando tudo o que está acontecendo e tal. Aí vira esse cara que está assim e fala assim, você com essa tua religião aí...

Essa religião merda aí, meu irmão. Cala a boca, brother, que os adultos estão falando na sala. Meu irmão, o cara olhou para um ciborgue samurai. Mágico, um feiticeiro mágico. É o cara mais macho de toda franquia que tem. Meu irmão, o mais macho falou assim, quer saber, brother, por que tu não vai tomar no cu?

E o cara enfoca, tipo assim, será que era o último dia de trabalho desses caras? Eu fico sempre pensando sobre ele. Será que ele queria ser demitido? A mulher deixou ele, ele fez alguma cagada, ele falou assim, vamos me prender, então eu vou em grande estilo. Eu vou embora, esse cara vai cortar minha cabeça. Irmã, antes da foto, vamos dar uns 80, apresentar uma pessoa poderosa pra gente. Falar assim, quem vai pegar de bode expiatório aqui, de idiota? É aquele maluco lá.

Você sabe que dá uma cheirada no banheiro antes de ir pra reunião. E agora? Você sabe que tem um jeito de você impedir o Darth Vader ou qualquer pessoa de usar esse poder do pescoço da força em você, né? É quando ele começar a te apertar, você falar assim, mais forte. Ai, eu tenho certeza que o Jedi é o cívercamente consertável. Opa, irmão, para aí. Se ele mandasse um... Ai.

Ai, tenho certeza que o que ele vai... O Tarque ia ficar assim, chega, chega, chega. Mais forte. Isso é um jeito de você conseguir quebrar um pouco isso. Envergonhar o vilão. Envergonhar o vilão. Imagina quando ele manda as gemidas, oh! Na hora. Mas você sabe, cara, que tipo, quando eu assisti, por exemplo, a série do Obi-Wan, eu gostei da série do Obi-Wan, que não foi pra mim, a mena de todos, mas eu gostei.

Peraí, peraí. Estou sempre ficando com isso na cabeça, estou assistindo uma série que eu sei que uma louca vai morrer, cara. Vai pra puta. Tem vontade de ver, cara. Tem isso também. Sim. E vem cá, a parte favorita que você gostou da série do Obi-Wan, eu tenho uma parte favorita, Peter, você que representa quem gostou. Eu gosto muito da parte que tem uma cancela fechada, assim.

E aí o Obi-Wan e a menininha, em vez de darem a volta, eles ficam tipo o Golf de O Game. Tipo, como é que eu vou passar por cima disso? Aí ele tem que atirar no controle, né? Pra poder passar do lado. Não acredito, Peter, que você gostou, cara. Me ajuda a gostar. Não, não é uma série ruim, cara. Tipo, assim, vamos colocar a nota dela pra mim é polite, ok?

porra não é isso aí não tem se baixa é muito bom baixo aí você tá querendo comparar o horroroso com pior que eu gosto muito do ator sabe do obi-wan cara ele é bom eu adoro o irmão gregor não quer dizer que ele faz é bom tá eu encontro dele com o anakin ele foi só ele foi só o do lado do uso foi só com é quando ele abre lá gente o itaú e fala lá quebrou a casca do ovo né tá ele lá deformado

E foi uma série que foi a redenção do... Como é o nome desse ator aí? Do Jumper? Do Hayden Christensen. É. Hayden Christensen. Hayden Christensen. É, exato. Porque na época falaram malzão dele, né, Peter? Você que era mais adulto do que a gente, você e Vilela, né? Quando assistiram o Crickles. Eu não era mais adulto você também, não. Não era tão assim, não? Pô, a gente chama o cara pra ofender. É isso mesmo?

Ah, eu tô dando experiência. Não, vocês já estão numa fase Obi-Wan. Vilela só participa quando é pra me dar uma patadinha, né, Vilela? Eu não, tô te defendendo, cara. Eu sei, eu sei. Continua, então. Mas, coitado, o Hayden Chris, eu fico triste por ele, porque ele realmente é empenhado. Ele continuou treinando espada depois. É. Cara, ele tá até hoje ganhando dinheiro pro evento, cara. E aí o que acontece? Quando eles foram gravar a Soca...

que ele foi lutar com ela, pediram pra ele, que já não é um rapaz novo, já tá com seus 40 anos, né? Sim. Pediram pra ele falar... Não, porque a gente tem a visão dele moleque no filme, né? Moleque no filme. Olha aí, tá vendo? Conta isso com todos nós, tá, Pedro? Ele era apenas um garoto juvenil sendo seduzido por uma senhora do Senado.

Isso é verdade. Então, lembra disso. Gosta da roupa que ela escolhe. É, para terminar com ele, né? É maravilhoso. Bota na tela, por favor, a roupa que a Padme fala assim, preciso terminar com ele, ele é um sacerdote espacial, sacanagem. Anaquim, precisamos terminar. Um decote, irmão, que parece festival, sei lá do que. É quase um carnaval antecipado. É.

Aí o que acontece, quando ele foi treinar com a atriz, com a Rosario Dawson, ela falou, cara, não consigo acompanhar ele. O cara ainda é rápido, o cara ainda tem jeito, o cara ainda sabe lutar muito bem. Ele continuou treinando. Então, você vê os caras falando, não, tem um making of. Não, mais devagar, dá para reduzir um pouco para entrar no teu ritmo. O cara continuou ainda nesse espírito.

É meio triste, hein, Peter, hein, Villela? Um cara que fez um papel há, sei lá, 30 anos atrás, aí alguém passa pela mansão dele, vê uma janela, o cara lá com sábio de luz de brinquedo, que nem assim, tipo... Tremos grima, cara. Não esqueceu.

Porra, eu acho que... Como você brincando aqui com a sua idade, com o Light Saber até hoje? Mas eu posso, eu não sou o Manaquim. Fala, Pedro. Cara, eu acho isso muito maneiro, cara. Você poder ver que o ator gostou do que ele fez, sacou, respeita a obra que ele fez, vive disso. O ator vive disso até hoje, cara. O cara vai ganhar dinheiro pra caraca com esses eventos que ele vai. Eu acho legal. Ele fez alguns filmes depois, né? Ele fez um...

Ele fez o Jumper, eu gosto de Jumper. Eu gosto de Jumper também. Que tem o Mace Windle, né? Samuel Jackson. Samuel Jackson. Feel the Force, motherfucker! Exato. Eu gosto desse filme, acho bacana, mas depois ele fez um filmeco ou outro, assim, e... Mas eu gostei quando ele subiu no palco lá de algum evento pra anunciar que ele tava de volta sendo Anakin, e a galera, meu irmão, ovacionando o cara, e ele meio emocionado, tipo assim, pô, vocês sabem fazer um cara ficar feliz e tal. Achei maneiro, porque achei que na época pegaram pesado com ele, assim.

ele mandou bem, ele é um cara limitado também é foda né cara, acho que, deixa eu pegar pesado então chamar o Pedro Pascal fazer o mandaloriano o Pedro né mas o Pedro só aparece na série do mandaloriano com um tiro no capacete que não é ele na maioria das cenas é só o que eu tiro no capacete

Eu ia falar isso. Nesse novo filme também. Ele demorou para chegar na gravação. Ele chegou? Ele chega. Uma hora ele chega. Você até lembra. Fala, é ele que está. Pedro! Pedrão, quanto tempo. Mas está com o bigodinho, não?

Ele tá com o bigodinho, que deve ser colado também. Acho que o máximo que ele faz é... Ele tá pior do que o Harrison Ford, né? Pra trabalhar, né? Harrison Ford também. Você vê que todo filme do Harrison Ford ele tá de camisa branca e calça jeans. Ele não se esforça. Blade Runner, todo mundo com jaqueta, né? Sobretudo, roupas do futuro, cyberpunk. Aí chega lá o Harrison Ford encontrando o Ryan Gosling.

De camisa. Camisa branca, tipo... Mas ele tava em casa. Ele tava em casa, de pijama. Deu sorte estar de calça. Tu acha que filmaram na casa dele? Não, porra. Deu sorte estar de calça. Na sala dele, sei lá. Eu estaria sem calça. É. E meia. Você estaria sem calça agora, ninguém pode ver.

A gente já mostrou aqui só. Mas, Peter, então quer dizer que você não vai no cinema ver Mandalorian ou não vai no cinema ver Mandalorian no Grobu? Cara, não, eu acho que eu vou. Acho que eu vou ver. Respirada aí. Mas não estou no hype. Sendo completamente honesto, não estou. Essa franquia me tirou muito hype, né, cara? Vai ter que construir. É um papel amassado. Vai ter que se desamassar e vai demorar bastante, cara. Eu acho que não é só eu. Tem muita gente que não está no hype.

E os caras... A Disney foi bem corajosa em ter lançado esse filme. Por mais que seja de John Farrow, que eu sou fãzão, gosto pra caraca do cara. Acho que o cara fez um ótimo trabalho justamente em Star Wars, com a própria série Mandaloriana, mas... Apostar num filme, cara, que já tinha três temporadas numa série, numa franquia que está um pouco em baixa, acho que foi arriscado.

Olha aí, Vilela, tá animado? Vai levar seu sabre duplo pro cinema? Vou, sem muita pressa, mas vou. Não tem aquela pressa assim, mas vou. Vai montado num... AT&T, então? Num banta, quem sabe? É bem lerda, é bem devagar. Sem muita pressa, né, Vilela? Eu tava mais animado pro Michael Jackson e me ferrei, então eu vou com cautela pra isso. É? Voltou de costas pra casa? Voltei fazendo Sunwalker.

E você Rex, depois dos 20 minutos aí... Pô, eu gostei das cenas que eu vi de ação e agora eu quero terminar de ver o filme. Sim. Eu não consigo sair de um filme...

Sabe, quando ele não acaba. Eu fico até o final. Ficando bom ou ruim, eu fico até o final. Você é desse tipo. Eu sou. Olha, eu sou do tipo que abandona, mas pra não terminar na nota ruim aqui, eu acho que é isso. Se você não liga pro não fazer sentido o Grogu com o Mandaloriano, acho que é cena de ação seguro. Tem uma cena maneiríssima que homenageia a nossa geração porque faz um efeito...

Não vou dar spoiler, eu sei que pode dar spoiler, não quero dar. De stop motion, senhores. Ele faz uma parada lá com um personagem que claramente é uma movimentação homenageando o stop motion dos filmes velhos. Acabou com homenagem, né? Não, mas é maneiro, que você olha e fala assim, puta que maneiro, cara, essa ideia. Então assim, pelas cenas de ação e tal, quem não liga pra esse tipo de coisa, eu acendo meu sabre aí pra vocês. Mas você gostou do filme? Você não falou.

Eu estou tentando dizer que eu... Eu acho que é um filme meio sem alma, mas... Mas dá para ver. Eu entendi. Eu não quero perder o patrocínio da Disney, entendeu? Essa é a verdade, Pedro. Que patrocínio, cara? Tu só foi convidado, para! Eu quero continuar a ser convidado. Eu quero continuar sendo convidado. Eu quero continuar a ser convidado por George Floyd, entendeu? Disney não leva para o coração, não. Eu não me lembro, cara.

O Walt Disney não leva para o coração. Ele não leva, né? Está um pouco congelado, mas ele não liga para isso. Parou no tempo. Entendi. E agradecer demais a presença do Peter, então. Vamos ver se está mais semanas aí com a gente, hein, Peter? Assim que você puder, avisa a gente aí. Obrigado, galera. Valeu. Valeu, queridão. Valeu, Peter. Obrigada a você. Vinda logo para o Esperança. Eu ia falar isso, eu não falei, Rex. Olha o seu.

Valeu, queridão. Valeu, cuidado com o Superbonder aí.

E vamos de uma paixão mundial, paixão nacional, paixão mundial. Quero falar de Senhor dos Anéis. E eu acho que todo mundo aqui quer falar de Senhor dos Anéis. Senhores Rex e Afonso, vamos falar de Senhor dos Anéis ou não vamos falar de Senhor dos Anéis? Claro que temos que falar. Temos que falar porque Tolkien está rolando dentro do seu caixão que nem jacarena lama. Pois é, Tolkien não tem paz. Por quê? O cara... Os caras não deixam ele em paz? Não deixam ele queimar em paz. Não deixam.

Mas é, Vilela, olha só, em vez de um roteirista tradicional que não tem dado muito certo depois que o Peter Jack não saiu do jogo, o Stephen Colbert e seu filho Colbertinho, um grande apresentador de talk shows. E um roteirista que só tem um filme escrito, parece? É, está ali no meio, exato. Será que os caras pensaram assim, talk show, talking show?

Será que foi essa a ligação? Vocês não pensaram nisso. Tolkien Show. Talk Show. Não sei, acho que não. A gente só pensou nesse nepotismo. Meu filhão... Meu filho gosta, eu gosto. Meu filho vai ser o roteirista. Meu filho está em casa tomando maconha, não faz nada. Eu vou dar para ele um filme de milhões de dólares para escrever. Uma franquia milionária para ele fazer uma história. Essa é aquela forma...

É aquela famosa versão do publicitário que contrata, aliás, o publicitário não, o cara da agência que contrata o sobrinho pra fazer a campanha dele, não é mais ou menos isso? Ah, meu sobrinho desenha aqui, deixa ele fazer o logo e tal. Não, meu sobrinho faz mais barato. Meu sobrinho sabe mexer no Corel. Exato. Sempre um sobrinho.

trouxemos a pessoa certa para bater papo aqui com a gente, porque o cara está fazendo um documentário já faz um tempo, já entrevistei ele aqui no podcast algumas vezes, inclusive sobre esse documentário. Quem é a pessoa? Olha só, meu querido amigo Érico Borgo! Cadê, cadê, diretor? Está aí? Olha o Érico Borgo. E aí? Se apresenta para quem não te conhece, Érico Borgo. Quem é você?

Eu sou um nerd profissional aí há 26 anos nesta terra devastada chamada internet e me meti aí...

E faz tempo mesmo, hein, Vilela? Caraca, velho. Eu já peguei umas quatro vezes pra fazer esse documentário. Eu não aguento mais. Não ia ir, mas eu não aguento mais fazer esse documentário, velho. Pois é, cara. O Borgo tá demorando mais do que o... O Borgo tá demorando mais pra fazer o documentário do que o Tolkien pra escrever. O Tolkien publicou com, sei lá, 45 anos o Borgo. Olha aqui, ó. É aqui, filho. Revisando aqui. Então vocês me pegaram revisando o...

Você não começou a ir a filmar ainda? Não, então obrigado, Borgo. Não, tá pronto. Eu tô... Eu tô...

Não, tá tudo pronto, cara. Tá pra estreia esse ano. Mas eu tô na revisão final do livro, que vai sair junto. Ah, tem um livro também. Não basta fazer o documentário, tem que ter um livro pra honrar. O legado de Tolkien, né? Tem esse livro aí. Eu tô animado, mas...

É, basicamente. Estou tentando acabar o conto inacabado aqui para ver se... Eu tenho até amanhã para entregar essa versão, a última revisão. Minha última revisão. Está pegando pouco tempo que você tem, mas é por uma boa causa. Exato, gente. É por uma ótima causa. Então, a obra do Tolkien não tem cheirado muito bem nas últimas adaptações, ou pelo menos, eu acho, não sei de você. Vocês gostaram dos anéis do FEDER?

Não, não. Érico? A segunda temporada me ganhou um pouquinho ali, eu achei que ela melhorou.

É, sauron bonitão, um afer com galadriel. Eu achei um pouco... Faltou uma coisa de spice latino ali. Faltou uma coisa meio... Um sauro meio sem camisa. Talvez uma galadriel meio mais molhada. Eu acho que faltou um pouco. Você acha que o... Faltou essa interação. Mais calor entre os protagonistas. Você acha que se fosse o Pedro Pascal, o...

Agora sim. Você está me pegando. Já compro essa ideia. Se fosse o Pedro Pascal, porque ele está em tudo, né? Daí você coloca... A pascarização. Verdade. A pascarização do entretenimento. Quem vocês acham que aparece mais em obras nerds? Henrique Vio, Pedro Pascal, Zendaya ou Carl Urban?

O Carl Urban tá, tá, tá, tá concorrendo bem agora, tá em várias coisas. Porque o Pedro Pascal tem um leque bem grande aí. Pascalzinho já. Pascal vai série, filme. Pois é, ele tá onipresente, cara. Onipresente. Eu acho que ele vem. Teve até um meme que mostrou que o cara tava indo num cinema dos Estados Unidos e ele mostrava assim, quatro posters, os quatro filmes todos eram o Pedro Pascal.

Uma máscara de feio. Você não sabia o que escolher. Então vamos a uma memorabilidade. Teremos um quadro com o Pedro Pascal aqui no Inteligência Limitada a partir de semana que vem. Entra aí, Pedrão. Vamos lá. Já pensou? Entra aí, Pedro. Já pensou? Obrigado.

Inteligencia. Inteligencia é a mirada. Exato. Brasil. Mas, Borgão, explica pra gente o seguinte. O Stephen Colbert, ele nunca escreveu filme. Ele é um nerdão. Isso a gente tem que aceitar. Ele é. Tá. Ele puxa muito esses temas lá. É o late show dele, o late night show. Eu já confundi quantos leites tem nesse way aqui.

ele fala muito de Senhor dos Anéis ali ele segurou bem a entrevista com com Robert Flandt sim, perfeito puxou o tema pra caramba e aí quer dizer Senhor dos Anéis ali, quase a entrevista inteira foi

Ele manja. Ele manja. Eu acho também. E assim, numa era em que os podcasts estão virando escritor, ou seja, está uma bagunça, né, Vilela? Esse negócio agora, que é um escreve livro, né? O apresentador de TV, o Borgo, você acha que pode fazer um trabalho melhor do que os roteiristas tradicionais de Hollywood estão fazendo? Vamos botar ali, um fã como ele. Não um apresentador, mas um fã como ele.

consegue entregar um material melhor do que muito roteirista. A gente sabe que tem muito roteirista que a gente fala assim, não li o livro ou não li os quadrinhos porque eu quero dar a minha visão. Então eu vou inventar uma coisa aqui e só vou pegar o nome. Você sabe que acontece muito, eu já vi muita entrevista de diretores que falam isso. Não são fãs e não dão service, porra. Exato. E esse é que é o problema. Você acha que um fã vai entregar bem?

Cara, eu acho que ele deve... O que me parece é que ele e o filho tiveram essa ideia aí.

dessa timeline aí, eles tiveram essa ideia, que é uma forma de você criar um filme baseado num pedaço do Senhor dos Anéis que não apareceu nos filmes do Peter Jackson, eles pegariam aquela parte ali das colinas dos túmulos, dos cousas tumulares, aquela coisa, aquele pedaço que não foi para o cinema,

O cara fala, pô, como é que eu pego algo que foi cortado, jogo pra frente? Pode ser que tenha algo aí, sabe? Uma forma de encaixar algo que o Tolkien escreveu, mas... Ao mesmo tempo, cara, eu não faço a menor ideia. Eu nunca li nada do cara, não faço ideia. Eu acho que eles vão precisar de um roteirista profissional junto ali pra criar a lógica, a estrutura da história e tal. Eu acho que eles tiveram uma ideia e a Warner comprou.

O Peter Jackson e a Filipe Abowans, que já são familiares com o universo cinematográfico, estão na jogada, pelo menos, para dar uma temperada. Mas, realmente, o cara não... Não sei. Vilela, você... Me parece que eles vão focar mais nos Hobbits, como o Borco está falando. Você quer saber mais de Hobbits? Só um minutinho. Você fez alguma insinuação? Você fez alguma insinuação? Você pensou em Hobbits, você olhou para mim e falou ele parece um Hobbit?

Porque eu mostrei semana passada meu pé peludo aqui, no vídeo, coloquei o pé em cima da mesa e parecia um pé de hobbit. E talvez seja por isso que você está falando. Mas vai depender de quantos cafés da manhã você tem. É. Eu não sou o cara do café da manhã, não. Mas qual a pergunta? Então vamos... O lance do hobbit, o que é? Quando você pensa em seus anéis, você fala assim, cara, eu tô com saudade dos seus anéis. Você pensa assim, quer ver mais hobbit? Não, cara. Sinceramente, não. Penso mais em elfos do que em hobbits.

Mas em anões... Anãos, né? Anãos, como eles dizem. Anões, anões, anões. Aqui não se fala, o povo vai resolver. Não começa, Solano, não começa. É anãos ou anãos? É anãos.

Anão, sim. Com certeza, anão. Ah, não. Aqui, galera. Isso não entra. Mas na tradução colocaram anãos. Colocaram anãos. Isso aí foi uma tradução moderna, suspeita, de pessoas que não sabem. Pelo contrário, pelo contrário, pelo contrário. Ela vai, ela remonta.

Vamos brigar agora por causa de anões. A gente vai brigar por causa dos anões. Anãos, anens. Toda vez que eu tô falando com o Solano é isso, velho. Toda vez que essa discussão. Toda vez. Abre qualquer coisa que a gente se encontra na rua dessa briga. É anéis, então. Não é nem anões, nem anãos. É anéis.

É a Nancy. Então vai ser o quê? A Noels. A Noels. A Noels. A Noels é bonito. Mas assim, uma dúvida, gente. Vamos lá. O universo Tolkien é muito rico. A gente sabe disso. Pois é. Ele tem vários contos, vários personagens. Por que as pessoas não largam o osso? Que eu não entendo só até hoje. A gente queria fazer sempre uma coisa, parece que voltado só em cima.

da trilogia do Senhor dos Anéis. Ah, entendi. Porque é tipo assim, vamos fazer um filme da caçada do Gollum, que se passa durante a trilogia. Vamos fazer a história das tumbas, porque se passa durante a trilogia. Parece que tem um medo que eu vejo das pessoas de quererem inovar e tentar trazer outras coisas dos contos. Por exemplo, contar a história do Melkor, contar a história do próprio Sauron.

Contar a história da primeira era, da segunda era, do Cimarilho. Tem tanta história para contar, tem tanto para enriquecer. Por que você não deixa essa história que já está contada, pronta, entregue? E aí você remonta isso, conta o que aconteceu antes. É uma questão de direitos, né, Borgo? Tem, mas dinheiro, meu amigo. Dinheiro compra qualquer coisa. Dinheiro, o dinheiro... Ah, eu não vou vender os meus livros. Mas senhor, eu tenho aqui um cheque de alguns bilhões para te entregar. O Paulo Coelho não vendeu nada até hoje.

Mas quem é Paulo Coelho perante? O Tocão? É, um livro de alta ajuda de um químico, ou eu vou falar sobre o senhor alto da Néstima Trigente? Desculpa, desculpa. Eu respeito os químicos, meu corpo é todo baseado nele. Rex cagando todo na agenda do plantão nerd aí, estragando a possibilidade de chamarmos o mago. Pois é. Amigo, nem o Gandalf é mago.

Porque eu não vejo Gandalf soltando bola de fogo. Gandalf é um grande bardo. Eu tenho essa teoria até hoje, vou sempre sustentar essa história. Mas voltando... Olha o Borgo, olha a cara do Borgo. Voltando aqui à pergunta. Vocês não acham que podiam explorar mais do universo original do Tolkien e deixar o que já foi contado pra trás? Porque, por exemplo, Star Wars fez isso, né? Você tem a trilogia anterior, a depois, e deixaram aquela parada. Eu tenho. É que eu tenho certeza absoluta.

E todos os estúdios gostariam disso. Porque se você pegar o Silmarillion, cara, você tem história, você tem lobisomem, você tem dragões do tamanho de montanha. Vampiros. Você tem de tudo ali, cara. Você tem de tudo ali. E cada capítulo do Silmarillion daria um filme. Exato. Tem muita coisa que explorar ali. Mas é que os direitos de...

da obra do Tolkien, eles são complexos, né? Porque eles venderam, eles venderam todo o corpo da obra do Tolkien, mas eles colocaram ressalvas nessa nessa venda, colocaram várias ressalvas ali. Então tem um monte de coisa que não está na mesa. Silmarillion não está na mesa. Tem muito fã que sonha em ver uma adaptação de Silmarillion. Mas o cara que negociou isso tudo, que foi o Christopher, filho dele,

ele tinha uma ressalva muito grande com relação ao Silmarillion, porque foi a obra que o pai nunca acabou em vida, ele morreu escrevendo Silmarillion, quem organizou a coisa toda, quem levantou todos os documentos, quem organizou a melhor versão de cada conto, que tinha dezenas de versões de cada conto, inclusive que elas iam mudando entre si e tal.

O cara que pegou aquilo tudo, que organizou e colocou aquilo dentro do Silmarillion, falou isso aqui é o mais próximo do Silmarillion que meu pai chegou, foi o Christopher. Então, esse processo pro Christopher era absolutamente pessoal, era paterno. Era a memória do pai que ele tava lidando ali. Então, o negócio que ele não queria era ver o Silmarillion...

Eu acredito, ninguém sabe, ninguém leu esses contratos, mas pelo que se fala, é que ele deve ter travado durante muito tempo essa possibilidade de adaptação do seu marido. Então, eu acredito que um dia, como você disse, com dinheiro, com tempo, o tempo era uma constante na obra do Tolkien, tudo era sobre tempo, sobre passagem de tempo, o tempo e o dinheiro vão fazer virar isso aí.

Por enquanto, os caras se viram com qualquer parágrafo que está ali solto. Então, tipo, o anéis de poder é todo baseado em lacunas que estavam ali nos apêntes. Lacunas de contrato. É, não sei. O que eu sei é...

E você vê como é que o Silmarillion é uma obra maravilhosa, indiscutivelmente, mas ela é de fato tão chata que até o autor morreu escrevendo. Nem ele conseguiu. Eu assumo que da trilogia original...

O Duas Torres, que o meu favorito é o Retorno do Rei e o primeiro. Mas o Duas Torres, todas as cenas dos Hobbits com os Trends, tipo assim, botaram o meu sono em dia. Era soninho. Nossa, cada duas páginas uma cochilada. Era muito, foi muito difícil ler, mas meu sono agradece. Mas assim, o Retorno do Rei é incrível agora.

Vilela, você tem alguma técnica de sono que você pode passar pra galera? Galera que tem insônia, que não consegue dormir? Algum livro que você lê? Não, não, cara. Eu coloco um podcast... ASMR Sex? Não, eu coloco um podcast do Sérgio Sacani, cara. Cara, a voz do Sacani... A voz do Sacani. É a melhor coisa pra dormir. Aconselho vocês. Coloca um podcast que veio aqui de duas, três horas. Ele falando. Você dorme rapidão. Tem uma vozinha, né?

Tem no YouTube. Complicado isso, cara. Complicado isso. Tem no YouTube. Complicado.

A galera faz um compilado do Sacani, que é para dormir mesmo, tem um compilado dele. Pois é. Eu arrisco dizer que a voz avelotada do nosso querido Érico Borgo, lendo o Silmarillion, também dá uma tranquilidade. Acalma as feras, eu diria. Acalma as feras.

Em breve vocês vão poder ver, porque eu vou... O meu livro, O Cê é Criativo em Busca de Tolkien, ele vai sair em versão áudio também, então ele pode... Maravilha! Sim. Que maneiro. Vai sair em versão em áudio. Ou virei pra treinar. Dá pra treinar? Como é construindo músculos com Tolkien? Como é que é? Não. Construir músculos com Tolkien? Como é que é o nome do áudio?

Malhando com o Zuruk Rai. Exatamente. No Uber, o pessoal no Uber também escutando... Gente no Uber escuta muito podcast, muito audiobook também. Sim. Mas, Borgo, a gente tem um trailerzinho já do documentário, não tem um trailer?

Tem um trecho, o trailer tá... Acho que mais 15 dias aí sai o trecho. Maneiro. A gente tem uns trechos já. Então vamos colocar... Vamos colocar também um trechinho agora. Se tiver, vamos colocar? Pode colocar? Claro. Então beleza. Ô diretor, põe aí, rola o vídeo aí, por favor.

E aqui nos Alpes Suíços, o Tolkien passou pelo vale de Lauterbrunnen. Lauter B? What? Que é esse lugar cercado de montanhas com 72 cachoeiras. E é uma visão tão impressionante que ele transformou isso na cidade élfica de Valfenda. Inclusive tem uma ilustração dele, uma pintura dele de Valfenda, que é muito parecida com Lauterbrunnen.

O que a gente viu aí, Borgo? Que parte do documentário é essa? Essa parte foi a viagem para a Suíça e é um trecho em que a gente visita a inspiração de Valfenda. Que é a cidade real. E o lugar existe, fica nos Alpes Suíços, que é a cidade de Lauterbrunnen.

fale de Lauter Brunen.

Até o nome é meio toqueano, né? Love, Love, Love, Love Caramba Ironicamente não tem chocolate, né? Na Terra-média, eles não mencionam Mencionam, Borgo, chocolate? Ou canivete São duas referências pra mim da Suíça Não? Só dá um recado aqui É o primeiro programa Então o Rex não sabia, mas vazou seu áudio Falando, ai minha bunda, bem sussurrando Assim Eu disse que eu também

É porque eu tô numa cadeirinha de madeira. Ele falou baixinho assim. Ele falou baixinho. Ai, minha bunda. Mas a gente escutou. A gente escutou. Bom, inclusive eu vou aproveitar que a gente tá falando dos glúteos do Rex. Eu vou mandar agora no grupo, se o nosso editor puder colocar no ar. O Rex, ele insiste em andar por aí. Com um short.

Muito menor do que deveria ser o número dele. Nossa, cara. Olha no grupo aí, não sei se o editor pode colocar no programa. Mostra para o Borgão. A dificuldade que a gente tem de dividir um espaço pequeno entre eles. A dificuldade do Thiago... E minha defesa são belas coxas.

Eu sei, mas só porque você tem as coxas fora do comum, não quer dizer que você precise ficar mostrando o tempo todo. Cara, tem um canal. Olha aí, Borgo, olha o seu WhatsApp aí. Coitado do Borgo. Parece que o Hulk cresceu sem querer na rua, sabe? E agora ele tem que...

Tem que lidar com isso. Vamos colocar ao vivo? Vamos colocar ao vivo. Olha lá. Olha a foto. Vocês chamaram o Borgo para ter que passar por isso. Não aceitava. Borgo, em minha defesa, eu sou muito seu fã. Por favor, continue mostrando de mim. Não perca esse espírito.

Ficou mais difícil. Eu recomendo ter um canal no Instagram que eles fazem uma zoeira com musculação e o mundo do Tolkien. Ah, é? É, e aí eles pegam a voz igual da Galadriel e fazem toda aquela narrativa da Galadriel, só que com o mundo de academia. Então a gente fala assim, In the land of the lord of the way...

É muito engraçado, em português não tem como traduzir I can't feel it in my biceps The Naturals and the Harmonical Cara, é muito bom, eu vou tentar achar ali Que eu vou mandar pra vocês depois verem É, mas tá aí, é só duas barbá-rvores aí Pra galera Ficar animada Mas o pequeno galho não apareceu Mas é pra galera se empolgar Com o documentário do Borgo E quem sabe se empolgar com a obra do Chifre em Colbert, tá empolgado O Borgão, com o Chifre em Colbert Você deposita, aí você bota uma semente E aí

Não, ainda... eu ainda tô no... Aqui... aguardando novidades, assim. Ainda não sei. Entendi. Você tá que nem a gente, né? Não sabe o que falar, só o que sentir, né? Porque não tem muito a não esperar, né? E vou te falar, não sei nem direito sobre esse Rant for Gollum, sabe? Tipo, a caçada de Gollum. Eu também não sei.

Eu assumo que a caçada de engola me pega um pouco, porque a gente não vai ter todo o elenco, né? A gente vai ter parte do elenco porque o Viggo Mortensen não estará no elenco. A cabeça dele cresceu demais nos últimos 20 anos. E aí? Legolas, bora mesmo! Legolas. Então, como a gente não vai ter ele ali, vai ter o cara que fez de 50 tons de cinza.

Jamie Dorman. Isso, e isso me preocupa. Ele é muito parecido, eu assumo. Você olha assim, tem uma certa semelhança. Será que ele é muito parecido com o amigo? Eu acho que se botar o cabelo, a roupa, ele vai ficar bem próximo. Vai até você. Pois é, não, eu não. Eu tô mais por Uruk-hai, tentando se passar por um humano do que qualquer outra coisa. Parece que a Waze tá de volta, mas nunca, rapaz.

E aí a minha dúvida Como a gente vai ver agora O Aragorn e não pensar Nas coisas que ele pode fazer com a Arwen Porque vai ficar aquela coisa dos 50 tons De cena muito marcante ali Quanto de sensualidade Tolkien permite Borgo, é uma pergunta sincera Eu não faço sexo, eu frodo forte Como é que fica isso, entendeu? O nível de trocadilho O Borgo até tirou o óculos O nível de trocadilho desse mundo Beleza hein, Vilela Vou te falar um negócio

Começamos bem, hein? 50 tons de Mordor. Eu não sei o que a gente pode esperar disso, entendeu? Você está apostando no Jamie, Borgo? Cara, eu nunca assisti 50 tons de Cis, mas eu não tenho essa preferência. É? Felizmente, tem coisas que eu optei.

não atira na minha vida. Com a pena. Tem uma série dele muito boa com a Gillian Anderson, a nossa querida agente Scully. Tem uma série dela com ele chamada The Killing. Eu acho que é da Netflix. Ele é um psicopata. Ela fica perseguindo.

Ele tem esse grávitas mais para a pessoa sombria e tal. Eu me pergunto, hein, Villela, se ele tem essa presença do patriarca, líder, essa coisa que o Viggo Mortensen conseguiu encarnar. Você acha que ele puxa isso, Villela e Borgo? Pelos filmes que eu assisti, não dá para saber isso. Não vi essa faceta nele, mas, cara, ele é um ator bom, né? Eu acho que ele consegue. Ele é. Olha só, pelo que você disse aqui, É.

Se a gente lembrar que esse caçada por Gollum, ele se passa mais com ele passo largo do que ele fez, né? Porque é naquele momento ali, ele tá na caçada, ele tá numa parada ali dos Rangers, né?

Ele tá naquela Skin Ranger. Verdade. Verdade, verdade. É o mais interessante, porque quando ele aparece, inclusive mesmo no Senhor dos Anéis ali, do Peter Jackson, ele é sombrio, ele tá ali nas sombras, ele tá ali oculto. Com o cachimbinho. Com o cachimbinho, ele ainda tá naquela... Ainda não é rei, né? Ele ainda é o batedor, né? Ele não é ainda... Exato. Ele não assumiu o manto de paladino que ele vira no final.

Ele ainda está naquele processo de aceitação de quem ele tem que se tornar. Entendi.

O Aragorn, inclusive, é o protótipo do conceito do homem, que demora muito a amadurecer. O cara que virou rei depois de 80 anos. Assim, só saiu de casa aos 60. Só saiu, exatamente, só saiu de casa aos 60. Então, tipo assim, é um personagem que tem muito disso, com a figura masculina. Uma alegoria um pouco essa, né, Borgo? Da dificuldade do homem a aceitar a responsabilidade também, o dever, né, Borgo? Agora, tentando trazer um pouco a seriedade dele. Porque os primeiros 40 anos de homem são o pior da sua infância. É.

Dizem que sim. Você para pra pensar então que ele só andava com elfos, meu amigo. Que tipo, pra ele, pros elfos, ele é uma criança, né? Pois é. Um moleque que joga Fortnite andava pra gente. Mas depois ele mostrou pra Arwen que a criança cresceu. A criança de fato cresceu. O que é, se você parar pra refletir a respeito, realmente é sempre esquisito, né? O Arwen, 3 mil anos ali e tal. Pois é, isso não levanta uma questão? Ah, verdade.

Ela é tipo uma Guilf. Não, não levanta questão nenhuma. Ela não é uma Guilf? Você acha que o Elrond olhou pra filha dele e falou assim, ô filha, ô filha, não. Só tem 80 anos, filha. Você se lembra dos seus 80 anos? Não, filho.

Porque a galera fica em cima do... Da Arwen, do tipo assim, pô, tu vai casar com o mano, o cara não sabe o que é viver ainda, não sei o que, não tem essa percepção da vida, das coisas que passam e tal, da urgência. Mas ninguém fala sobre os amigos do ar agora.

Falaram tipo assim, broga, você já contou quantos anos ela tem, né? Pois é, cara. Seria Arwen uma Nilf? Não, o Gilf que eu falei, eu falei Gilf. Uma Gilf? Gilf já é mais... Uma Elfic? É, Elfic, né? Enfim, Borgo, eu lamento que você esteja aqui ouvindo esse tipo de... São dúvidas do mundo nerd, né? É, quem é especialista... São dúvidas do mundo nerd e, cara, e o mais maluco, né, que tipo, você tem essas discussões em vários níveis, mesmo entre os tocanistas.

Eles discutem como que é o processo do amadurecimento do elfo, eles discutem essas diferenças, tipo, porque são conceitos complexos e interessantes, mas isso tudo fala muito sobre a qualidade do trabalho do Tolkien, porque o cara era um contador de histórias tão formidável .

e colocava tanto detalhe, tanta pesquisa, ele se preocupava com tanta coisa, que as pessoas, obviamente, vão querer entender como ele pensava coisas que talvez ele não tenha pensado. Sim, esse é o pego, né? Porque o cara passou quase 50 anos da sua vida escrevendo a mesma coisa.

O mesmo mundo. O que é, de fato, algo a se considerar nesse sentido, assim, de... Existe um perigo em você. Ele mesmo falava sobre essa questão das alegorias, né? De que as pessoas ficavam, apesar dele ser cristão e tal, mas, assim, super interpretando. Ah, o anel é Jesus, Frodo é, sei lá, Sam e Maria. Faziam essas, né? E ele insistia que... Ele detestava isso. Ele detestava alegorias.

Mas aí, ao mesmo tempo, você vai estudando a obra do cara e a gente aqui que escreve, você coloca, muitas vezes, subtextos, emoções que nem você mesmo concluiu. Você não sabe exatamente o que você está colocando e, às vezes, você só vai descobrir anos depois quando as pessoas estão debatendo a sua obra. Isso acontece.

Então esse equilíbrio entre superinterpretar uma coisa que o cara escreveu ao mesmo tempo que não tratar como algo superficial é uma coisa que o documentarista tem que mandar bem pra caramba. Foi um grande desafio pra gente entender isso aí e até colocar o que a gente não entendeu também. Ele, como você disse, ele não gostava de alegoria, ele gostava de um outro conceito que é a aplicabilidade.

E a aplicabilidade, ele defendia que qualquer pessoa que fosse ler a obra dele, traria ali sua própria bagagem e faria interpretações superentes com essa bagagem. Então você vem com a sua mochilinha ali ler a obra do Tolkien e você coloca as suas referências ali. E, cara, elas encaixam. E é por isso que você tem extrema esquerda, extrema direita, centro.

Todo mundo, galera religiosa, galera que não acredita em nada, todo mundo gosta. Isso é prova do objetivo cumprido dele, que é fazer uma obra focada na aplicabilidade. Claro que os valores, que seria aquele lá no fundo, quando você pega a força motriz da história, eles são extremamente católicos.

Sim, sem dúvida. Mas é... Aí que tem a galera que começa a querer criar as estruturas, achar a Bíblia dentro do negócio. Aí eu acho que ele mesmo não gostaria disso. Passa um pouco do ponto. Borgon, deixa eu ver muito aqui. Seu personagem favorito desse universo? Ousado. Ousado, mas assim, em que você olha assim, como você falou, é uma coisa de interpretação, de bagagem de vida, cada um traz isso pra você. Qual foi o personagem nesse aspecto que te trouxe mais essa emoção? Você se viu assim, porra... Porra...

senti isso, porque isso me passou uma lembrança, uma história, algo do tipo. Cara, meu personagem favorito é o Theoden. Olha aí. O Eddie Rohan, né? É meu personagem favorito, porque eu acho que o arco dele, ele tem uma história de redenção, né? De ter...

ter sido corrompido, depois ter se redimido, ter uma vergonha em relação ao seu passado, a ter falhado ali, ter acreditado naquelas coisas que o Grima foi enfeitiçando. Então ele tem aquela porra, eu morrer, vou estar em desgraça perante os meus ancestrais. Digo que isso tem uma... soa comigo, que eu não tenho uma história parecida de forma nenhuma.

Mas eu acho uma das histórias mais bonitas dele, sabe? Tipo, essa... Eu, pra mim, cara, eu... Quando eu revejo O Senhor dos Anéis, eu revejo muito por causa do Theoden. Eu adoro a história de Rohan, adoro os cavaleiros de Rohan. Ela é o que mais me pega, sabe? Excelente, Borgão. Excelente. Muito personagem dali.

Querido Borgo, saudade de você. Quero te agradecer pela sua presença aqui na estreia do Plantão Nerd e por você ter colocado dois plantões aí no seu cenário para homenagear o conceito do programa. Eles estão ali, Vilhela, que legal. Convidado de primeira é profissional. Tem até um trend ali. Tem até um trend ali.

é demais, exato vai ser um trem de topics, tá vendo? tem um trem de... tchau, tchau Borgo antes que piore, tchau, tchau obrigado aí pelo convite um excelente programa pra vocês vida longa e próspera a esse plantão, né? beijão, meu queridão valeu tchau, tchau

Vislumbrem, vislumbrem o horizonte, pois os navios da Odisseia de Cristóvão Nola. Nola?

Não, senhora, professora de história. Me enganou, me enganou. Eu estou aqui para isso, tá? Porque Christopher Nolan está prestes a navegar aqui, trazer, aportar. Aportar em águas turbulentas? Turbulenta, exatamente. A Odisseia de Homero está acumulando muitas controvérsias.

E nós trouxemos um homem que não é controverso. Pelo contrário, ele se esquiva de controvérsia. Exato. Nada em águas rasas. Às vezes em águas rasas. Ele não sabe nadar. A coisa mais controversa desse nosso convidado, para a gente debater a Odisseia, é o irmão dele, meu querido Vilela. É mesmo? Então que entra aí. Viva o nepotismo. Também. Se o Colbert pode trazer o filho...

Por que eu não posso ser meu irmão? Por que o Rex não pode ser meu irmão? O Rex, apresenta teu irmão, então. Vai lá, faça. Então, para o convidado de hoje, teremos ele, o nosso escritor angelical, o nosso homem dos astros, dos anjos, dos guerreiros. Romanos. Eduardo Sporne. Dos romanos. Eduardo Sporne. Aê, grande dor. Seja bem-vindo de novo.

Fala aí, pessoal. Beleza? Primeira vez aqui que eu estou online com vocês aí, já tive algumas vezes aí no Vilela. Verdade. Obrigado pelo convite. Obrigado, Rogério, pelo convite. Tiago Rex, meu irmão, Solano e a turma toda aí. Vamos trocar uma ideia hoje aí. Ospor, antes de tudo, conta pra gente quantas vezes você pensou no Império Romano essa semana.

Eu vou puxar essa... Eu vou dizer que a gente fez um excelente programa com esse mote aí, um programa que tem muita visualização. Eu, Solano, né, Vilela? E o Daniel Lopes, né, fizemos um programa muito bacana aí e já convido todos a procurar esse link aí no Inteligência Limitada pra conferir. Pois é. Excelente.

Dudu, como você já está aware, para usar aqui uma palavra moderna, porque vai ser um pouco do nosso tema... Atento! É isso, porque o Nolan está adaptando a Odissé de Homer, um clássico. Contudo, entre as...

diversas controvérsias polêmicas envolvendo o filme uma das mais recentes foi a linguagem né muita gente comentou que a linguagem tá muito modernosa tá muito atual da obra e você que é um colega escritor aqui a gente queria começar o papo seguinte

Se você também colocar como ela era cantada, como ela foi traduzida algumas vezes, você vai se... É um poema, né? É um poema, exato. Você vai se desconectar do público grande que a indústria precisa. Ao mesmo tempo, se você modernizar demais, fica uma coisa meio anacrônica, fica um negócio meio esquisito. Qual o seu ponto de vista sobre isso?

O feirão do BV entrou em campo com uma seleção de ofertas imperdíveis. Financie seu veículo, seja moto, carro ou caminhão, com o banco especialista no assunto e receba até mil reais em benefícios na conta BV. Acesse bv.com.br e marque um golaço. Consulte condições do site.

Esse negócio de modernizar necessariamente a obra, eu não vejo muito problema. Eu não acho que seja... O problema, na verdade, é que é impossível você fazer um filme, até mesmo três filmes, sobre a Odisseia. A gente tem que considerar que a Odisseia, são três partes, literalmente, completamente diferentes uma da outra. Só tentando não me estender muito aqui, mas a primeira parte é a telemaquia, quer dizer, a história do telêmoco, a história do filho de Ulisses ou de Odisseu, como vocês prefiram,

que está lá no castelo dele, está na Inédita, que está lá esperando o pai, e aí precisa enfrentar as pessoas que vão lá querendo tomar a mãe dele. Depois tem a história do próprio Odisseu, não sei como ele vai ser chamado de Odisseu ou de Ulisses, voltando para casa, onde tem grandes aventuras, inclusive a famosa aventura do Ciclope, que a gente até pode detalhar se vocês quiserem.

A terceira parte que é o Odisseu, já na Híria de Ítaca, ele precisa entrar no seu reino novamente e ele se fantasia de mendigo e ele e o seu filho entram no castelo para poder realizar a vingança contra aqueles homens maus que tinham tomado seu reino.

Então você vê que são três atos que são impossíveis. Por exemplo, só nesse segundo ato, onde tem várias aventuras, o segundo ato é o que a gente chamaria mesmo de Odisseia, onde tem aquelas histórias todas.

a história do Ciclope, a história da ira da Cersei, a história dos canibais e tal, só nesse ato tem várias aventuras e cada aventura seria um filme. Então essa é a grande questão. Agora você simplesmente adaptar, colocar o cara com armaduras mais brilhantes, isso eu não vejo problema, porque na realidade essa história já é mitológica, essa história de fato não é histórica.

Podemos dizer que historicamente não se pode dizer que existiu mesmo. Então, não sei, né? Eu acho que o maior problema é você fazer adaptação do roteiro em si, encaixar tudo isso num filme só. Eu não tenho a menor ideia de como o Nolan vai fazer isso. Pelo que eu vi no trailer, que dá a entender no trailer, o trailer começa com o Ulisses, ou o Odisseu. Vamos estabelecer o nome só e explicar um pouco. Porque o Odisseu é o nome que ele tinha no grego, e o Ulisses foi quando foi pro romano.

Ele vai ser chamado no filme. A gente pode estabelecer por isso. Vamos estabelecer o que é o Odisseu, pelo grimo. Na história que mostra o trailer no começo, o Odisseu está falando assim, eu me lembro de uma guerra, eu me lembro de um ato. E o Nolan tem essa pegada de tentar fazer as coisas de uma forma mais real. Tinha, né? Tinha, mas o que eu acho que dá para entender ali, eu acho que o filme vai ser baseado no terceiro ato.

Porque tem o Telemaco, tem a ilha, você tem lá os pretendentes da esposa dele. Não, calma, calma, vou explicar por quê. Ih, briga de irmãos. Calma, briga, briga, briga. Não, vou explicar por quê. Porque pelo começo do trailer, quando ele fala eu lembro de uma guerra, eu acho que vai ser o terceiro ato e ele contando pra alguém...

Porque quando ele chega na ilha, ele é recepcionado por um antigo servo dele. Tanto que tem um cachorro e tudo mais, e aí sim que vem a coisa dele se fantasiar. Até, se eu não me engano, foi a Atena que faz ele aparecer um mendigo para que ele passe despercebido e tudo mais. Então eu acho que você fica 10 anos no mar.

Você sabe que você 10 anos no mar, sem água potável, você bebendo água do mar, você fica maluco. Então eu acho que o filme talvez vai mostrar ele conversando sobre a batalha. Acho que o foco do filme não vai ser a guerra. Acho que vai ter relances da guerra, relances do cavalo. Vai ser ele contando a história para o cara, que aí você vai ter as cenas de ação, que foi o que exatamente falou. O segundo ato é a aventura.

Mas ele conta talvez de uma forma fantasiosa pela loucura de estar muito tempo no mar. Parece que seu irmão discorda. Não, eu concordo. Mas pelo que eu entendi do trailer, é isso que dá a entender. Porque está muito fantasioso para uma coisa realista que ele quer mostrar na história. O trailer entra em conflito com o fantástico e o real.

Então, peraí, vamos lá. A guerra que a gente está citando, no caso, ela não é mostrada na Odisseia, ela é mostrada na Elíada, que é a Guerra de Troia. A Guerra de Troia é outro poema, cujo protagonista não é Odisseia, o protagonista é Aquiles, e a gente já viu o filme lá com o Brad Pitt, que fala sobre, de fato, a Guerra de Troia. Belíssimas coxas, por sinal. É, muitas coxas.

Se eles vierem falar da Elida, aí vai ser brabo, porque os caras vão pegar muito mais coisa do que deveria. O que ele pode estar querendo dizer é que, de fato, pode começar no final, pode ser o início, pode ser essa terceira parte, o retorno, ele retomando o seu reino, e tem essa cena de fato.

na Odisseia, que ele volta pro seu reino, encontra o cachorro, o cachorro inclusive morre da ataca do coração, o cachorro tá velho já, quando ele vê o Odisseu, o arco, quando ele vê o Odisseu ele fica emocionado, não sei como é que vai ser no filme, mas é só na Odisseia. Mas se acertar que eu vou chorar. Quando o cachorro morre. Bota um cachorro, você vai chorar, você tem a certeza. É um cachorro bem velho mesmo, é.

E aí talvez ele realmente esteja focando nisso, dele conversando com a Penélope, e aí lembrando do que ele passou para chegar até de volta em casa. Mas existem vários trechos que mostram no trailer, o Ciclope, por exemplo, o que me parece ser a luta contra os fiássios, os fiássios, não tenho certeza, que são os canibais também, tem uma outra aventura que é essa, a mostra também a...

a Chalisteron, que é, na verdade, o nome da ninfa, agora estou te lembrado o nome da ninfa, na verdade, o segundo ato do Odisseia começa nessa ilha, e a ninfa não quer que ele saia da ilha. Ah, não é a Circe? Não é a Circe, Eduardo. Não, não é a Circe, não. Porque a mulher que prende ele na ilha, a feiticeira, que é a mulher que prende ele na ilha e transforma os amigos dele em animais?

inclusive tem um episódio aqui especial sobre Odisseia com Clóvis de Barros que ele comenta se não me engano foi a Calypso, não é? não Calypso da banda né? não, não, não Chimbinha e não, não, não tem nada a ver não, não

Até a letra. Eu vou pra Maui. Tá, tá, cá. Eu vou pra Edita, cá. Presunto o nome dela. Tem aí, tem aí. Joel Macalipso. Não, com certeza. Joel Macalipso. Não, com certeza o Homero se baseou na banda pra escrever essa parte do livro.

Então, o segundo ato da Odisseia, ela começa na ilha da Calypso e o Odisseus está lá. Ela está lá e ela não quer que ele saia, é uma nilfa, na verdade. E aí começa, ele resolve sair, inclusive ele faz uma pequena jangada, uma jangada simples para poder sair da ilha, depois que ele consegue o barco, etc. Então, isso aparece no trailer.

Então, olha só quanta coisa. Então, talvez esse formato que o Rex esteja sugerindo, por exemplo, vai ser o único formato possível, ele escolhendo algumas lembranças dele para poder encaixar na história. Não sei. Mas deve ser um filme muito longo. Enfim, é o que se pode dizer. Além disso, não se sabe. O que a gente sabe é sobre o poema original. Sobre o filme, a gente sabe muito pouco.

É porque a gente falando aqui sobre esse equilíbrio entre a fidelidade literária, cultural, geográfica de determinadas obras que estão sendo colocadas em xeque aqui com a Odisseia do Nolan, você tem, por exemplo, obras como 300 de Esparta que vão para um caminho muito mais fantasioso do que histórico. Sim. E aí, claro que...

argumento é, pô, mas o cara pegou isso, ele pegou o que o Frank Miller estilizou, por sua vez, a partir lá dos das obras artísticas, como é que é? Das pinturas, não é isso? O Frank Miller meio que pegou a partir daquela estética das pinturas dos 300 e a partir daí criou uma estética

muito fantasiosa, né, Dudu? Funciona como filme, mas Cherches não era a Vera Verão, um abraço pro... Eu adoro ele no filme, né, e adoro a Vera Verão também, por isso que a gente faz essa brincadeira. Mas, cara, o Cherches era um cara que não tinha nada a ver com aquele negócio. E também não tinha muito sentido os caras irem pra uma guerra só de tanga de couro.

Isso aí tava mais um carnaval do que uma... Tudo bem que eles estavam na carneia, até justificaria muita coisa. Mas não tem muito a ver com a armadura dos caras. Mas é um filmão, Dudu. Eu acho que é tudo uma questão de você encontrar o tom, né? Quando você falou de 300... O tom era bronzeado, eles estavam bem...

Eu sou o piadista aqui. Eu sou o piadista. Mas foi isso, né? Quer dizer, o 300, ele encontrou um estilo estilizado, olha só pra dar uma... Esse é o nosso escritor.

Mas existe uma coisa na ficção que é muito importante que se chama verossimilhança. Não sei se já ouviram falar sobre essa peça. O que é verossimilhança? A verossimilhança não é ser real. É parecer real. Isso que é importante. Quer dizer, você tem que... É sabor real. Sabor real. Sabor real.

É, tanto isso serve para literatura, para o cinema, qualquer coisa que seja, quer dizer, você tem que convencer o teu público de que aquilo faz sentido, né? Na medida que você não consegue convencer, fica mais difícil. Então, é importante você escolher o tom, né? Tem uma... Eu falei até no dia que a gente foi aí na Fala sobre Roma do paradoxo de Tiffany, vocês já viram falar. Vou falar rapidamente aqui.

Tiffany é um nome muito comum nos Estados Unidos. E também é um nome muito comum na Inglaterra medieval. Só que os filmes que falam sobre a Inglaterra medieval nenhum personagem se chama Tiffany. Por quê? Porque está na mentalidade do americano que aquilo é um nome moderno.

Então, por mais que seja plausível o termo atifo na Inglaterra medieval, fica estranho, não parece real, não fica verocida. Então, esse é o lance. É a mesma coisa. Então, tem que encontrar o tom certo para poder chegar no resultado que vá convencer o público. Eu acho que é isso. Será que daqui a 200 anos a gente vai ter um filme de não teremos ensos?

Evolua. Porque é a mesma teoria do Tiffany. É um nome muito comum na década, no período que a gente vive hoje, mas será que no futuro teremos o Enzo como o novo Tiffany? O novo Tiffany. Ele desapareceu das crônicas. Exato. É, a história é escrita pelos vencedores.

Quem vai escrever a história da humanidade? Agora, uma coisa que me confundiu um pouco no trailer da Odisseia é que você tem ali uns caras meio de armaduras metálicas no meio da floresta, parecendo meio que uns... Não sei se são... Umas gigantes, né? Muito gigantes, jogando os caras nas árvores. Eu não lembro disso na história. Não tem gigantes? Não, tem o ciclope. Os ciclopes são filhos de Poseidon. Eu acho que são ciclopes ali, hein, Dudu? Não, ali não. O ciclope é um só, que é na caverna.

que são os canibais. Eu acho que se chamam Fiasso, se eu não me engano. Acho que esse povo, se eu não me engano... E eles eram gigantes no poema? Eram maiores, sim. Então pode ser eles mesmo. Pode ser isso, mas ali não dá para perceber muito bem.

Falando em monstros, e o Villela é um ilustrador também, um nerdão que gosta de cajus e etc. Eu queria trazer um pouco de monstrologia aqui, porque o Ciclope também gerou uma curiosidade, uma revolta por alguns anos. A produção pode colocar o Ciclope aí da Odisseia, no improviso aqui, porque a cena do Ciclope...

ela trouxe um personagem que ele não parece, vou ser bem nerdão tá, de fisiologia de monstro. É um homem gigante. Não então, ele é ciclope porque ele parece que teve uma má formação na cara, ele não parece um ciclope de uma criatura que teria evoluído para chegar naquele lugar. É que na verdade o ciclope não é uma evolução.

Então, é uma criatura mágica. Não, é uma criatura mística, sim, concordo. É um monstro. Ele é um dos filhos do Possê. Então, eu acho que o Possê tem três filhos. São três ciclopes. E é realmente a coisa do olho central. É a formação deles. Não é uma deformidade, entendeu? Não é como mostrou no trailer. Que é uma máfia. Mostrou no trailer. Dá para colocar na tela que a gente vai olhando.

Olha só o nariz dele, cara. Tá vendo? O nariz dele parece um nariz que... Não, mas esse não é o Ciclope. Esse é o Ciclope. Não, é o James Madison dos X-Men. Esse não é o Ciclope. Scott Summers? Ah, é. Porra, botaram o Ciclope errado. Multiverso. Quer dizer, debaixo do óculos tem esse... Mas olha só, cara. Tá vendo? Ele parece uma pessoa que teve um problema de formação. Sim, que não teve essa... É que parece que ele teria um espaço, né? A cavidade pro olho. Isso, e o olho dele tá... E o olho tá na testa, né?

meio vertical. Eu achei mal feito. Você achou tosco? Eu achei, achei. O que vocês acharam do Ciclope aqui? Um momento... Achei que podia ser um carão mesmo, só o olho centrado. Mas anatomicamente correto. Sim, mas... Vilela, você que é ilustrador. Porque vendo por um ponto de vista só, fica difícil. Você viu o que ele fez, Vilela? Ele fez isso de novo. Ele fez isso de novo. Mas dá uma olhada, o que você acha da caroça? Gostei. É, mesmo torto assim? Gostei bastante, bastante, sim.

Dudu, perdemos o vilão. Olha, cara, na verdade, assim, eu achei maneiro, achei maneiro. Isso é uma questão puramente do filme, né? A gente tentar encontrar os porquês. É bacana que a gente é nerd e tal. É só uma escolha, a estética do cara. É, uma escolha estética. A gente tentar encontrar o porquê, esse cara deformado. Mas tá errando muito, né?

se tentar encontrar o porquê. Na mitologia grega, não tem isso. Os eus transavam com a nuvem. Então, não dá para se tentar encontrar uma lógica por trás disso. A questão do Ciclópolis é mais narrativa, essa aventura do Ciclópolis é mais para mostrar o quão o Odisseu é o astuto. Não sei se vocês conhecem a história. Posso falar brevemente aqui?

Por favor, conta pra galera. Vai da spoiler, Dudu? Vai da spoiler? De um livro de mais de 3 mil anos? É isso mesmo? Vai lá, vai. O Odisseu é pego lá, eles são capturados pelo ciclope, um dos ciclopes ele leva pra caverna, a tripulação dele vai morrendo a cada noite, o ciclope devora um dos tripulantes e tal, e aí o Odisseu oferece vinho pro ciclope, começa a conversar com o ciclope.

E aí ele vai perguntando qual é o nome dele, e o Odisseu fala, meu nome é Ninguém.

É ninguém que sempre fala isso. E aí, à noite, ele pega a espada, consegue furar o olho do ciclope e sai correndo. E aí ele corre em direção ao barco, né? E aí o ciclope grita. Não sei se vai ser mostrado no logo, mas ele grita pros outros ciclopes. Ninguém me atacou! Ninguém me atacou! E tal, sem saber o que fazer. E o Odisseu, enfim, no final, ele volta pro barco e aí ele fala. A coisa é meio Tolkien, né? Tolkien que pensou nisso.

Fala o nome dele, eu sou Duceu, e consegue fugir. Então essa aventura toda é para mostrar a esperteza do Duceu, que é de fato o personagem mais esperto e mais inteligente, também um grande guerreiro desse ciclo grego, que tem Líder e Oceia, tanto é aquele que tem a ideia de fazer o Caval de Troia, por exemplo.

Ele que faz o juramento do cavalo lá na Elida, que é outra parada que ele não está tentando falar, porque se você não se vai se embolar, ele geralmente vence pela inteligência, pela esperteza e tal. É, mas você vê que há um tema, uma ironia, quer dizer, enquanto em casa estão querendo furar o olho de Odisseu, ele está furando o olho do Ciclope.

Você acha que isso foi proposital, Vilhena? Com certeza, cara. Você acha que o Homero quis mostrar uma... Ele quis fazer uma... Como que é hipócrita? Para usar o grego, entendeu? O olho do ciclope é refresco. Exatamente.

Porque ele, na verdade, pode mostrar que o Odisseu não sabia. Então, enquanto ele estava furando o olho do Ciclope, estavam tentando furar o olho dele e ele só descobre quando volta. Furar o olho dele. Então, tudo que você faz, é o karma, tudo que você faz volta com você. Essa é a grande lição da Odisseia, eu acho. É. Nós estamos reinterpretando como Nolan. Não furarás o olho do próximo.

Do Ciclope. É. Sim. Que você vê que é, de certa maneira, uma maldição, assim. Nos X-Men, o Ciclope também fura o olho da Jean Grey. Não. É. Com a gelada lá. Não, mas ele faz isso quando eles separam.

Ah, they were on a break? Exatamente. Não foi uma coisa que aconteceu quando eles estavam ali juntos. Não é que nem o Wolverine que tenta pegar ela ali, enquanto o cara está ali do presente do lado. Porque sabe por quê? Porque os olhos não veem, o coração não sente. Exato. Está tudo entre os quadrinhos, a literatura e os cantos. Porque a Odisseia era isso. A Odisseia era cantada. O Thiago Braga estava me lembrando outro dia. A Odisseia era...

Era cantada outra coisa. Pra tu ver também como é que é uma coisa, né? O Odisseu até tava sarado no filme, né? Se o filme começa com a Calypso, a ninfa e o cara fugiu, o cara tem que fazer um barco pra cair fora dali, né? O cara tava magro. Sim. E o que ela não deve ter feito com ele? Emagreceu o rapaz. E falando em crescer e emagrecer, Dudu, Gilela... Só pra puxar rapidamente, bem rápido aqui. Vamos embora.

Isso é uma questão central do poema, a questão da inteligência. E aí não estou falando só do Edicinho, não, estou da família. Vocês falaram de furar o olho dele, aí você lembra da Ilha de Itaca, que ele está lá guardando por ele e a esposa dele, Penélope?

E os pretendentes ficam forçando ela a desistir. Não, o senhor vai voltar e você tem que escolher um de nós para se casar e tal. E como é que ela faz? Ela usa uma estratégia que, por um evento, inspirou as mil e uma noites. Mil e uma noites, é.

que ela começa a fazer uma tapeçaria, se não me engano, e ela fala que quando a tapeçaria, quando esse tecido estiver pronto, eu vou escolher o meu pretendente. E, na realidade, à noite ela desfaz o fio que ela fez. E aí vai prolongando, prolongando, prolongando, quer dizer, também puxando por essa coisa da inteligência. Então, a família do Odecião se destaca por isso, na verdade.

Será que foi daí que surgiu o termo friendzone? Ela friendzonou. É, porque a galera que foi lá, parece que o que eu lembro, assim, é que o reinado sem um rei não conseguia se sustentar. Esses pretendentes chegaram e ficaram, não, tudo bem, a gente ajuda aqui, a gente ajuda, eu trago presentes, eu trago coisas, ficavam tentando conquistar ela, cada um com seus interesses, até pra também pegarem o reinado do Odisseu. O casamento era político.

também tinha isso mas também eles também tinham as suas coisas oferecer isso é muito já chegar até ajudar também se eu não me engano a administrar a região que a gente não quer só com pretendentes ali sem sim eles ficaram naquele lugar por dez anos o marido tem que fazer uma coisa dele é quanto mas ela não escolheu nenhum deles não não 20 anos foi 10 anos da guerra e 10 anos da viagem né então assim mas acho que os pretendentes não chegaram nesses 20 anos

porque ele tava vivo, acho que foi no período que ele morreu, que ele foi na embarcação, nunca mais voltou, e aí teve a coisa, seu marido não vai voltar mais, tem 10 anos que o cara tava na guerra, ele tava vivo. Então, tipo assim, nesses 10 anos, os caras ali, tentando, tentando, tentando, e ela deixando os caras na maciota, não, fazer aqui meu negocinho, deixa eu fazer meu tricô, tricô.

tricotando virou o famoso friendzone deixou os caras ali ajudando a reino ajudando a lavar por favor cala a louça você pode varrer entrada da casa e os caras lá pegar a primeira os primeiros arrozes estão aí da história são na Odisseia aqui a gente aprende muito história né Vilela é um problema tem muita conexões curiosidade exato já o político já o política história

Tudo. Outra coisa que tem muito aqui no Plantão Nerd, a gente que está estreando hoje, é homens fortes. O pessoal pode notar. Por favor, é hora da flexão. Todo mundo, por favor, flexionando. Vamos lá, Dudu. Exatamente. Esse é o grande frame. É uma... Tem que começar. Eu estou começando. Força aí, Vilela. É, pois é. O problema é que do lado... Força, Vilela. Olha aí. Olha aí. Isso, hein, Vilela. He's coming back. De braça e de respiro. Está voltando.

Não, já voltou, a Vila já voltou e está bem pra caramba, cara. Parabéns aí. Ele está crescendo que nem planta, rapaz. E aqui... Nem planta cresce natural. Nem planta cresce natural. E aí a gente quer fazer um rápido momento testosterona. Flexão, flexão para o quadro. Exatamente. Momento testosterona, senhores.

Eu gostaria que vocês escolhessem o momento de testosterona no trailer aí da Otisseia. Começando pela maior testosterona do grupo aqui, tá indo pelo teto. Thiago, o seu momento de testosterona? Meu momento de testosterona da série, eu acho que é... Não vai falar em Spade. Não, não, não. Apesar de ter testosterona também agora. Parabéns, fez aí, sucesso, deu tudo certo. Mais testosterona para todos. Tamo junto. Tinha que ser uma campanha isso, né?

Mais testosterona para todos. More power to you. Mas não foi elas. Pra mim, o momento de testosterona são os caras no barco.

Os caras ali na remador, sabe? Fazendo costas ali, puxando um bíceps junto, um ombro, entendeu? Ah, entendi. É difícil você fazer um remador desse e não ter um ganho de massa, de qualidade assim, sabe? A academia da época era o labor. O labor. Trabalho. Excelente. Dudu, algum momento que se destacou para você, que te deu vontade de malhar? Quando você viu homens suados, molhados pelos respingos do mar, revolto?

aí eu tenho vontade de não malhar, né, lembrar que vai caber e ver a porrada de gente suada. Não sei, cara, eu não vi o trailer pensando com essa chave de treitura, não, cara. A partir de hoje você vai começar, mas talvez um momento da Odisseia de Si que você acha que representa a força masculina aí que você possa ilustrar pra gente. Força masculina? Eu vou pensar, cara, fala o seu primeiro enquanto eu penso no meu aqui.

Vamos lá. A galera tá zoando, mas a armadura do Agamemnon, a armadura do Batman... Mas... Vai, continua. Ela é uma armadura testosterônica, eu diria. E o nome é de respeito, que é Agamemnon, H de homem, né? H de homem. Hemenão, né? Você vê que tem uma coisa ali que enaltece, né? E as colunas vertebrais ali atrás. Que simbolizam de H.

GH. E simboliza o GH, porque o GH era tirado da medula do... Inicialmente era tirado da medula do morto, né?

Tu tá de sacanagem. Sério? Conta um pouco a história do GH pra gente. O Romônio, nos anos 50 e 60, o GH, né, que aquela galera dos anos 70 usou muito, era tirada da epófise do morto ali, tirada ali da lombada. Tu tá de sacanagem. É. O único efeito colateral que dava, né, um dos efeitos colaterais que dava, era que a gente podia dar uma vaca louca de vez em quando. O que é uma vaca louca? Quando você tá gigante. É o que importa, né?

Não, é de ouvir, ela era o primeiro adenocromo, né? É. Isso, sim. Exato. Tirava do...

Galera do Papel Lumino, gostou. Lembrei aqui no momento. Lembrou? Qual? Lembrei. Eu acho que o momento mais do seu sorteio não é mesmo, é a hora da vingança, na verdade. É quando o... Como eu falei, vestido de mendigo, o Odisseu e seu filho invadem o castelo, e aí a carnificina é desenfreada, solta todos os demônios, mata tudo, mata geral. Que loucura. Mendigo doidão, invadindo... Invadindo...

Mendigo é um perigo. É, rapaz. Tu dá uma faca na mão do mendigo. Pô, isso é... Isso quando eles estão furando o olho dos outros por aí também. Pois é. É o caso famoso do... É, o caso famoso do mendigo furando o olho. A mão no carinho, a mão no... Uma no volante, uma no carinho. Uma no volante, outra no carinho. Uma mão no cicloque.

A outra no navio Uma mão no agamerão Outra no... Mas aí vem uma coisa grega que eu queria comentar com vocês Uma coisa grega Fez coisas muito boas Beijo grego O beijo grego A gente sabe disso Que na classe se chamava beijo Sim

Na Grécia, quando alguém fala posso te dar um beijo? Eu falo não. Ou sim, né? Ou sim. Depende de quem tá dando beijo. Mas você falou aí do Nolan, a gente sabe que o Tennant tem uma coisa ali que ainda não conseguiu encantar todo mundo. É ruim. Meu medo do Nolan é...

Será que ele não está voando perto demais do sol? Pode ser. Trazendo aí uma coisa meio ícaro. Um projeto grande demais. Uma tragédia grega, exatamente. Olha aí, Vila, o que você acha? Queria trazer barcos vikings, armaduras escuras, coisas esquisitas aí, diálogos confusos. Você acha que talvez não foi grandioso demais ainda ser um cara como ele? É a pessoa certa. Ou ele ou o Villeneuve seriam as pessoas certas para fazer esse tipo de adaptação.

Mas ele pode errar, né? Quem mais? Ah, o Zack Snyder tá de bobeira aí, ó. Não! Imagina a câmera lenta, o horizonte ali, o mar. Se liga, Dudu, você já escrevendo aqui, ó. E os barcos em chamas, sem razão alguma. Nenhum motivo pra eles estarem em chamas. Mas em câmera lenta. E aí os caras saindo dos navios em chamas. Eles também, pegando fogo. Você tá esquecendo de um diretor que faria isso com uma perfeição incrível. Michael Bay.

Nossa, flash de luz câmera girando slow motion o tempo inteiro os barcos quando atingem os bancos de areia eles se transformam em transformers e lutam junto com o Odisseu na praia eu acho que Michael Bay é sempre a minha opção pra diretor, pra qualquer filme JJ Abrams com flares, com luzes

Ninguém vai ver nada. Ninguém vê nada. Sol. O que aconteceu? Um alienígena do nada. O filme, o final é uma merda. Ele sai do meio da produção. Ele abandona. Não sei. Dudu, suas considerações para a gente se despedir de você.

Você está regando esta planta ou está podando? Estou inventando termos aqui. Plantão nerd, é. É horrível. Deixa a planta crescer à vontade, porque eu não sou muito fã do Lola. Vou confessar para vocês. A coisa mais polêmica dita hoje foi essa.

Tudo que a gente falou, tudo conseguiu. Fala isso com toda humildade. Não é... Humildade de dizer que eu não consigo, muitas vezes, entender os roteiros do Lolo. Acho muito confuso. Então, enfim, acho muito poluído, assim, os filmes dele e tudo. Mas, enfim, é uma questão de gosto, simplesmente. Queria lembrar aqui que eu chamei os canibais de fiaços. Não tem nada a ver, me confundir. São os lestrigões.

que são um povo canibal, maior um pouco que o homem, que certamente são esses de trailer. Só para me corrigir que eu falei uma besteira no início. Está perdoado, está perdoado.

e é isso, né, cara, eu quero ver como é que vai ser feito isso, como é que vai ser essa adaptação, porque os três atos como eu falei no segundo ato, cada história tem um início, meio e fim entendeu? Sim. Então eu fiquei até curioso pra assistir o filme que saiu já, com o Ralph Fiennes né, que é o retorno, que me parece isso, isso o retorno do músculo, porque ele tá enorme velho de 60 anos, meu irmão cheio de GH uau

velho de 60 anos, eu tenho quase essa idade tá de sacanagem, então porra é? Mas não falei que você tá mal você tá bem pra caramba, a gente viu o seu braço agora a pouco

E aí o que parece que é esse filme do Ralph Farnes, que se chamou Retorno, parece que é justamente só o último ato da outra série. Vamos ver o que vai acontecer. Tomás, que seja melhor que O Tempo de Osses, que não faz sentido nenhum aquele filme, aquele Iron Maiden doidão. Enfim, é outra... Dudu, quem quiser continuar a conversar com você na literatura, como é que faz?

É só me procurar nas redes sociais, ver meus livros. Escrever, para quem não me conhece, o Batalha do Apocalipse, a trilogia Filhos do Éden, a trilogia Santo Guerreiro, que estão aí nas livrarias. E meu Instagram é arroba duduspor. Pode conversar comigo lá, chamar por DM, trocar uma ideia. Temos vários projetos aí bacanas. É só a gente conversar por lá.

Show, meu queridão. Uma beijoca pra você aí. Teu navio tá chegando já ali, pode pegar. Obrigado. Pode sair pela direita ali. Valeu, Dudu. Valeu, pessoal. Valeu, filhão. Até a próxima. Valeu. E vamos agora de MCU. O que que tá rolando no MCU? O Aranha tá envolvido? O que que é?

E lá vai teia! Exatamente. Tom Holland e seu cabeção vem com o Homem-Aranha aí, né? Balançando mais uma vez. Eu gosto do Tom Holland, mas é meio cabeçudo. E ele tá... Você pensou em cabeção. Ele ia fazer uma piada sem graça com o cabeção do Tom Holland. É porque uma crítica que teve muito em relação ao Tom Holland agora...

já que estamos falando de comércio de testosterona não, não é isso não, é porque em relação ao primeiro e o segundo filme ele no terceiro agora, ele está um pouquinho mais redondinho está um pouquinho um corpinho de pai mas também ele está com uns 48 anos o Tom Holland

né, Vilela? Ele não parece que envelhece, ele é um... Verdade, verdade. Um desses abençoados. Verdade. Que o pessoal criticou muito quando viu, comparado aos outros filmes, e quando vê ele agora com essa roupa, que é uma roupa mais lycra, né? Tá. Que é uma... Dá a entender agora que nesse terceiro, ele não tem mais o Tony Stark, ninguém lembra dele. E a roupa dele é costurada por ele, né? Sim. E aí, parece que a roupita que ele está usando, que já não tem aqueles muscles todos, né? Sim.

Cadê? Tem imagem? Eu quero ver imagem. Tá um pouquinho mais chambizinho. Parece que ele tá um pouquinho mais cheinho, assim, meio que comer uns donuts a mais, assim. Ah, entendi. É, o Tom Holland, pra quem não sabe, ele é um atleta de verdade. Ele é bailarino. E boxeador. Ele é boxeador, exato. Ele é um desses atores, assim, um achado. O cara é bom ator, o cara tem carisma e ele sabe se movimentar pra esse tipo de... Dançar, cantar.

Ele foi o... como é que é o nome do... Aquele filme dele, Billy Elliot? Maneiríssimo. Chorei nesse filme. Filmaço, filmaço. Porque o homem também chora. Eu quis fazer balé pra todo esse filme. Você fazendo balé me lembra o Schwarzenegger no Pumping Iron. Lembra quando ele faz umas...

Ele faz umas aulas de balé para a movimentação. A imagem. Tá vendo? Exato. Aí a galera tá falando que ele tá com corpo de pai. É isso, Rex? Tá meio pançudinho. Tá meio largadinho. Tá meio demais. Peraí. Peraí também. Ô, Guilela, você não acha que pro Rex todo mundo tá meio gordinho? É. Óbvio. Qual é o padrão pra ele? Qual é o padrão pra ele? Mas olha só. Vamos lá, vamos lá. É igual... O Rex é igual o Hulk. Ele chama todo mundo de pequeninos. Beauty human, né? Beauty human. Pequenos homens. Pô, não tem graça, cara.

É a Xuxa chamando os outros de baixinho, né? Baixinhos. Pois é, mas o que acontece? O primeiro e o segundo do filme, ele estava com um físico mais lean, estava mais definido, mais seco. Entendi. E quando tem outras fotos dele também, de lado, com a roupa, você vê que ele está um pouquinho mais cheinho. Justo. Acho a sua observação.

Eu não sei, mas aqui, lembrando que ele passou por uma depressão profunda. Tá aí. Não sabemos quanto tempo isso aconteceu no tempo de gravação. Tem uma época que ele se afastou das redes sociais. Ah, o ator. O ator, o ator Tom Holland. A gente tá falando, sem sacanagem, achei que você tá falando do Aranha, porque no filme ele tá triste, porque ninguém lembra dele. Ah, não, tem isso. Mas o ator Tom Holland passou por uma depressão séria. Ele...

Aí os milhões dele não... Não, não foram, não foram. Não foram insuficientes. O Rex, mas nós temos no trailer uma cena dele sem camisa bastante trincado, tá? Vamos fazer uma avaliação desse físico. Eu não sei se isso acontece. A avaliação do físico com o Thiago Rex no plantão Nerd. Vou dar uma... Mostra aí, por favor. Bota o Tom Holland sem camisa. Me preocupa a pesquisa que o diretor fez pra achar essa cena.

Olha essa dorsal, Rex. É o mesmo. A tela dorsal, ombro. Rex. Mas olha só, vamos levar com a traça que essa cena pode ser 3D? Pode. Pode. Pode ser CGI. Pode ser CGIzinho aí bonito. Mas ele realmente está trincado, dá pra ver, dá pra ver que ele está seco. O seu ponto é a questão de massa muscular. Não, não é isso. Eu acho que talvez pode ser narrativa da história também. Porque, por exemplo, na história o personagem está depressivo porque ninguém lembra dele. Ele está sozinho. Pode ser que ele tenha...

exagerado, compensado na comida. Comeu muitos donuts. Mas pelo que o trailer está mostrando, ele está numa transformação de alienígena, do contato com a aranha radioativa meio que está alterando o DNA dele de novo. Ele está fazendo uma nova transformação, tanto que isso é mencionado até no trailer. Falou que é uma evolução, parece que ele está com a terra orgânica, e você não dá para entender se isso é uma...

É adolescência. É. Tá acordando de noite. O lado adolescente e aranha dele tá florando, não sei. Sim. Acorda de manhã com polução aracno... Isso. Aracno, polução noturna lá, as teias saindo dos punhos dele, né? Uma coisa que eu até prefiro, eu não sei de vocês. Eu sempre gostei mais do nosso... Da T orgânica? Isso, de T orgânica. É.

Mas a audiência pode estar se perguntando, então o tema do debate é esse? É o físico do Tom Holland? Não, não, o que eu quero dizer é o seguinte, talvez, é muito comum a gente ver quando vão lançar um filme, eles botam fotos e gera comoção, gera perguntas. Então talvez seja parte da história, ele mais cheinho no começo e depois ele vai ficar forte de novo. Entendi. Renascido de novo, sarado de novo.

Mas não foi só massa muscular que o Homem-Aranha perdeu nessa nova obra aí, senhoras e senhores. Ah não, ele perdeu o tio, a tia, a namorada, a memória, tudo. Só que na hora que perdeu o tio, pelo que os irmãos russo estão falando, né, os diretores aí dessa adaptação, não foi o Peter Parker que foi responsável...

pela morte de tio Ben, como o clássico, o cancioneiro já dita. E aí a gente se pergunta, poxa, você vai mudar uma coisa que é muito estrutural, hein, Vilela? Você que veio dos quadrinhos. Até quanto que a gente pode modificar da estrutura de um personagem sem modificar a alma deste personagem? Eu sou bem...

Bem light em relação a isso. Eu acho que quanto mais velho é o personagem, mais a gente tem que experimentar. Por exemplo, Batman, Super-Homem. Cara, eu gosto daquelas versões de What If, sabe? O que aconteceria jogar ele numa época medieval? Ele de vampiro, ele...

O super-homem se tivesse nascido na Rússia, etc. Pra caramba de ficar viajando. E se o personagem fosse isso? Porque depois de um tempo, cara, as histórias ficam tão parecidas que eu, como autor, queria falar com... Gostaria de falar com...

Tem os direitos de falar assim, posso viajar? Posso criar uma versão que ainda ninguém criou? E aí, com certeza, vai dividir os fãs, né? Vai falar, pô, cara, mas você não está pegando a essência. Talvez o lance é você entender qual é a essência do personagem.

E isso não mudar. E algumas partes, algumas características, você mudar. Eu acho que essa é a questão. Mas isso, claro, vai variar. É fã. Para fã, vai falar, não, você tirou a essência aqui. Porque eu percebo que a essência do Batman, por exemplo, é uma. Você pode ter outra versão. O cast pode ter outra concepção do que é a essência do personagem. Ele é um cara perturbado, eu posso achar. Outro pode falar que, não, ele é um cara...

que ele tá em busca de vingança, outro ele, na verdade, é um rico mimado que quer bater nos outros, essa é a essência, e aí cada um vai partir dessa essência e criar uma história, entendeu? Então é esse o problema. Se o autor não tá vivo e fala isso pode, isso não pode, aí fica pro cara que tá pegando emprestado aquele personagem e brincar. Vale tudo, Ren.

Mas vem cá, aí que vem a pergunta. A gente sabe que boa parte das histórias, todas elas, a verdadeira se mudar, vampiro, outro planeta, outra terra, outro estado, o Core é sempre o mesmo. Outro estado. É, porque, por exemplo, o Super-Homem... Mudou de estado é uma grande diferença. Tem uma história no Super-Homem que ele não cai no Kansas, ele cai em outra região e ele é criado por uma família de Ames. Tem uma história do Super-Homem que ele cai na Rússia.

Mas no Core da história é sempre o mesmo. É um alienígena de outro planeta que cai na Terra.

O Batman, apesar de você mudar 500 histórias diferentes pra ele, acho que a única que mudou um pouco isso foi o Absolut Batman, ele perde os pais e isso leva ele nesse objetivo de se tornar o que ele se torna. Então, tipo assim, você até pode mudar certos conceitos, mas algumas coisas têm que ser o cerne daquela criação.

São as colunas que sustentam o que fez ele chegar onde ele chegar. Exatamente. Então se você tira os pais do Batman, você não tem o Batman. Se você tira a Krypton... Na verdade é o contrário. Você tem que tirar os pais do Batman pra ele virar o Batman. Se você deixa os pais do Batman, não tem o Batman. Se você deixa a Krypton, você não tem o Super-Homem. Então, tipo, se você tira... Eu vou dizer que o tio Ben... Eu não digo nem que é culpa do Peter Parker.

Porque, tipo assim, mostra que o tio Ben... Em todas as histórias que recontam a história dele, é...

ele tomou uma atitude e o tio tomou a dele e a consequência foi a perda do tio. Mas Marcos Aurélio, vou trazer um pouco de filosofia aqui para vocês. Marcos Aurélio dizia que a gente podia fazer o mal mesmo na ausência de ação.

Foi exatamente o que Peter fez. Ele falou, não vou me meter. Pode ser, concordo. Ele tinha um poder para prender aquele bandido. Não vou me meter, não é problema meu. E aí esse cara mata o tio dele. Eu acho que essa morte, ela é um dos pilares do Homem-Aranha. Ela é mais importante do que o lançador de teia, por exemplo. Concordo. E eu acho legal o que os russos fizeram. Eles não recontaram a história do Peter Parker. Já estabeleceram ele como um herói urbano ali no Brooklyn.

Porque, cara, já contaram a história dele. Todo mundo já sabe a história dele. Não tem que ser contar de novo uma coisa que todo mundo já sabe. Por exemplo... Pra contar diferente... O Batman do...

Do Snyder? Não, o novo agora, do... Do Pattinson. Do Pattinson. Tá. Eles não mostram o Bruce perdendo o pai, como todos os outros mostraram. Já mostram o Batman estabelecido. Mas você sabe que eles morreram. Sim, mas você sabe que eles morreram. É comentado. Você tem sua história. A mesma coisa do tio Ben. Agora, uma coisa que a gente conversou aqui, que a gente reparou. Nenhum momento foi falado se o tio Ben morreu. Não tem em nenhum filme do Homem-Aranha falando, quando o meu tio morreu... Entendi. Ele pode ser só um... Ele abandonou o lado. Pode ser um tio ausente.

Foi, foi comprar. Porque, não sei se você lembra, Vili, nesse último filme, quem diz a frase dos poderes, com grandes poderes, vem grandes responsabilidades, é a tia May, né? Tia Hot May. É, é a Hot May. Tia Hot May. Quando ela morre ali, cara. Então, assim, eles transferiram a lição...

Para ela, só que assim, não foi a abstinência... Abstinência não é a palavra correta. Não foi a ausência de ação que fez com que a May morresse. Logo, não tem lição a morte dela, é só dor. É verdade. Essa é a minha crítica parada, não sei com vocês. Não, faz total sentido. Saca? Eu fico nessa...

Eu fico nessa dúvida, sei lá, eu fiquei pensando em outros super-heróis que a galera muda demais, você acaba perdendo um pouco dessa, justamente, dessa estrutura, assim, me incomoda um pouco, sabe?

É, eu não sei, mas assim, os irmãos russos têm crédito também, convenhamos. Os irmãos russos têm bastante crédito. Eles fizeram os melhores filmes do MCU. É, mas aí a minha dúvida é, uma coisa que a gente vê muito em filme é, quando você coloca um antagonista, você tem o herói e o vilão. A gente sabe que aquele vilão é o que vai ser o desafio do herói.

E agora, nesse filme novo do Homem-Aranha, que me preocupa um pouco, é o excesso de vilões. Parece que eles estão querendo pegar toda a gama de pequenos vilões que o Homem-Aranha tem e estão querendo colocar num filme só.

Já fizeram antes, né? Eu não sei se isso é pra gerar um estresse no personagem, o que leva ele a essa evolução, né? De fazer muita coisa pra eu tomar conta. Eu preciso evoluir. E aí ele começa a gerar a ter orgânica, mais sarado, né? Por aí vai. Dá pra entender. Porque eles colocam a mão. Eles colocam o The Hand, né? O tentáculo. Ah, o tentáculo. Eles colocam o tentáculo. A mão é do Tartaruga Ninja. O pé. É o pé, o pé. É o clã do pé, do Tartaruga Ninja.

E a mão é do Demolidor. Do Demolidor, isso. A gente coloca um tentáculo ali. Aí você tem um monte de pequenos vilões que já tem fotos deles aparecendo ali no filme. Tem até o Justiceiro também. Então, tipo, não deixa de ser um vilão?

Por um lado, eu gosto disso, hein, Vilhela? Porque nos quadrinhos você tinha uma questão do Homem-Aranha. Ocasionalmente ele lutava contra coisas maiores, ameaças a Nova York. E até cósmicas, mas ele estava com outras pessoas. Mas o lance do Homem-Aranha, ele é um amigo da vizinhança. Então, assim, é muito episódico, né? Ele está passando por Nova York, tem o Rino. Aí ele vai lá, luta contra o Rino, vence o Rino. Verdade. Aí ele, três dias depois, ele está lá o Electro. Aí passou um tempo, tem outra pessoa. Talvez eles queiram...

trazer essa questão mais cotidiana. Urbana? É, urbana, cotidiana do cara, sabe? Fazer parecido com o que fizeram com Demolidor, por exemplo. Isso. Mais um local.

que é um herói semelhante. Eu acho que eles são irmãos ali, inclusive vizinhos até. São heróis de bairro, né? São heróis de bairro. Que Hell's Kitchen é um bairro, Brooklyn é um bairro, né? É uma coisa meio setorial ali, assim, né? É, eu inclusive... Apesar de Demolando não reparar muito nisso, ele não olha pra esse tipo de coisa. Ele não... Eu não... Eu não tinha que olhar. Eu, inclusive, quando tive a oportunidade de visitar a Cozinha do Inferno, hein, Vilelê, hein, Tiago? Lá em Nova York, eu fiquei extremamente decepcionado. Por quê?

porque eu não fui assaltado, eu não sofri nenhum... Ah, entendi. Porque o demolidor estava presente. Ele limpou. Você achou que ia ser atacado, mas você não viu que ele te defendeu. Mas o que eu vi em Nova York foi um mendigo vomitando na lixeira do metrô. Eu achei maneiro. Eu vi ratos no metrô, vi vários ratos no metrô. Ratos no metrô, um clássico também. Tinha uma tartaruga com eles, não?

Não, só. Eu vi corridas de carros policiais. Muito bom. A gente viu filme, sabe? Passou uns três, quatro carros. Só um minutinho. O que é o barulho da sirene lá nos Estados Unidos? É parecido com o que aqui também. Só que aqui tem... Tem uma diferença. Caramba, que bacana. E eu também tomei um empurrão no metrô.

que o cara, na hora do rancho lá, abriu a porta e o cara virou e falou assim, Get the fuck out of my way! E me empurrou, brother. Ô louco, velho. Aí quando ele me empurrou pra sair, um baixinho assim, devia ser, sei lá, japonês assim, aí quando ele me empurrou, aí eu olhei assim, falei, o que aconteceu? Aí tinha uma mulher sentada e ela falou assim, Welcome to New York, baby! Juro por Deus! Juro por Deus!

Ela falou isso também. Cena de filme. Cena de filme. De filme. De filme. Nova York é... Crocodilo Dandy chegando em Nova York, né? Cara, total. E quem sabe com esse novo prefeito vamos voltar a essa época aí, super confusa, né? Coisa lenta aí, Nova York. Estamos torcendo para que retorne a época de novo. Que volte os heróis. É. Olha aí. Né? Não sei. É, senhores. Eu arrisco dizer que os irmãos russos têm crédito.

Existem outras obras que mudaram coisas estruturais E, como o Spur falou Ficam bacanas Watchmen mudou coisa estrutural E ficou uma coisa legal Para rimar aqui Exato É impossível O mundo dos quadrinhos é muito difícil de adaptar Porque na página impressa vale tudo Dá para você colocar

trocentos helicópteros, todo o universo de super-heróis voando ao mesmo tempo. Agora, os caras têm limite de orçamento, às vezes. Então, às vezes, não dá para fazer tudo em CGI, às vezes o ator não pode e fica essa limitação. Mas, assim como o Nolan, você acha que eles têm crédito também? Você confia? Eu acho que tem crédito. Você dá crédito? Os irmãos russos têm crédito. Sabe quem não tem crédito? O Homem-Aranha, que está sempre endividado. É verdade.

está sempre endividado. Sabe quem não tem mais crédito também? É Vorcaro. Vorcaro acho que nunca mais vai ter crédito. Ele não consegue. Entrou o Matheus. Ele trazia o Matheus. Tem que trazer. Para o plantão. Esse também está muito sem crédito. Vorcaro seria o nosso homem de ferro brasileiro, né? Não, acho que é o carinha lá, o que foi o sétimo homem mais rico do mundo. Como chama?

O Você Está Despedido, como é que é o nome dele? Não, não é o Justus, não. Estou falando do... Ah, o Wake Batista. Wake Batista. Wake Batista. Wake Batista era para ser o Homem de Ferro naquela época. Era o cara perfeito. Homem de Ferro.

Homem de Ferro não, é Tony Stark Todos eles tiveram uma vida de Tony Stark Já o Vorcaros está vendo o ferro Na frente dele Estamos chegando ao final do programa E temos aí um quadro Que vai ter todo o programa Que é de recomendações, não é isso? Sim

Exatamente, porque se sobrou um crédito no seu bolso, então você vai consumir uma coisa, vai comprar um quadrinho, vai ver alguma coisa, vai ouvir alguma coisa. Pois é. Tiago, você tem alguma recomendação? Comece com você. Comece a sua recomendação. Caramba, olha só, estou assistindo uma série muito bacana do Steve Carell.

que apesar da chamada não parecer uma série nerd, eu considero nerd porque ele é um escritor de obras de ação, tipo Robert Ludlum, obras de espionagem, chama-se Rooster, uma série muito bacana.

que ele é esse escritor que é, enfim, conhecidão, mas tem lá os problemas dele de casamento, a filha dele também está tendo umas tretas lá e tal. E não esperava que fosse bacana. Está aí Steve Carell na série Rooster. Eu acho que é uma recomendação do Afonso Aluno para vocês. Vou trazer uma recomendação de quadrinhos. Por favor. Que eu estou lendo, estou gostando, porque vai um pouco do que a gente falou aqui, que é de se expandir o universo, certos conceitos, que é o Absolute Batman, o Batman absoluto.

O Batman do Machado? Eu gostei, eu achei legal. Não sei nem porque ele tá enorme, entendeu? E aí personagens desse padrão assim... Ele tem um machado. Não é um machado, é o bat-símbolo que ele tira numa situação. Da mesma forma que as orelhas são adagas. Tem uma explicação ali interessante, assim, uma reconstrução desse universo da DC.

E eu achei bem interessante, cara. Desses absolutos todos, assim, foi o que eu mais estou gostando. Tá bom. Olha aí, Vilhela, tem lido alguma coisa bacana? A minha recomendação é de livro. Pode ser? Literatura aqui? Claro. Um livro que eu estou terminando de ler, que recomendo demais, chama Nós Já Moramos Aqui.

Um thriller é um livro que você fica extremamente incomodado. Uma garota está esperando o marido ou o noivo ou o namorado, alguma coisa que saiu e chega uma família muito simpática tocando a campainha dela e fala, ah, querida, a gente já morou aqui. Ah, que legal. Tenta dispensar os caras e fala assim, meus filhos, eles que não conheciam a casa, será que você deixaria entrar? Vocês deixariam entrar uma família toda bonitinha, simpática para conhecer a sua casa? Eles dizendo que já morou há um tempo lá e você acabou de mudar naquela casa.

pra aquela casa, vocês deixariam ela entrar? Eles entrarem? Aqui no Rio de Janeiro... Isso é mesmo MST, né? É. Eu não deixaria não, cara. Eu não deixaria no Rio, não. Talvez a galera do Sul, né? Minas. Minas. Minas. Minas, Minas. Faz pão de queijo, né? Eu deixaria muito. Como representante mineiro, eu deixaria demais. Você deixaria? Então, aí que tá. Tem um pãozinho de queijo agora que eu fiz aqui. Porra, aqui no Rio vai ser... Vaza, irmão, vaza.

A menina, a menina acho que é mineira, porque ela deixa a família entrar e eles começam em cada cômodo e coisas estranhas começam a acontecer. Gente, bom, não vou dar mais spoiler. Mas, cara, é bizarro o que acontece. Esse livro está fazendo muito sucesso. Foi recomendação de um amigo e, cara, você fica lá grudado. Estou terminando. Acho que hoje mesmo, hoje à noite, eu termino de ler.

recomendo aí pra vocês, depois contem aí nos comentários o que vocês acham quero agradecer já demais quem esteve aqui com a gente já deixa o like, se inscreve no canal esse programa vai ser semanal, mas depende de você também, né? Tá assistindo, compartilhando aqui, não é garotos?

É isso aí, Vilela. Obrigado pela oportunidade aqui. Espero que vocês tenham curtido. Reguem bastante este plantão nerd para que a gente cresça tanto quanto o Thiago cresceu. Por favor, ajudem a adubar este programa. Vamos botar bastante adubos radioativos, esterco naquela água de Chernobyl, na água de Tóquio, para deixar isso aqui virar um Godzilla, um plantão gigante gostoso, para que vocês possam acompanhar aqui com a gente e crescer com a gente também.

É isso aí, Vilela. Pois é, agora eu vou pegar o diretor desprevenido. Eu acho que ele não faz ideia do que eu vou pedir agora. Eu queria saber, diretor, o que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou ao final do primeiro plantão nerd aqui. Ufa! Ai, minha bunda! Ai, minha bunda! Ai, minha bunda! O sussurro...

de Rex o ASMR do Rex assim que você falou isso, Rex o diretor me mandou aqui no Whatsapp ele basou no áudio aqui ai minha bunda por favor, me diz que isso vai estar no programa claro que vai estar no programa, é óbvio já está, escrevam então ai minha bunda nos comentários fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau valeu, até mais

001 - O FUTURO DE STAR WARS + NOVO SPIN-OFF DE O SENHOR DOS ANÉIS + DECISÕES DO MCU | Castnews Index — Castnews Index