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1843 - BATALHA ESPIRITUAL: SARAH SHEEVA, AP. MIGUEL THOMAZ E PR. COTY

15 de maio de 20264h5min
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SARAH SHEEVA, AP. MIGUEL TOMAZ e PR. COTY são pastores. Eles vão bater um papo sobre a eterna batalha espiritual entre o Bem e o Mal. Já o Vilela tem foto de quando Lúcifer caiu do céu.

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Assuntos1
  • A batalha espiritual: velho vs. novoDefinição de Batalha Espiritual · Lei Espiritual e Jurisdição · Satanás como Tentador e Acusador · Tribunal Celestial e Acusações · Armas Espirituais e Redenção em Jesus · Relação com Deus e Alinhamento · Liberdade e Domínio Próprio · Ignorância como Arma do Inimigo · Leis Espirituais e Discernimento · Lei do Negar-se a Si Mesmo · Renúncia e Vontade de Deus · Efeito Colateral de Demônios · Pastoreamento Inteligente vs. Bombeiro · Legalidade e Portas Abertas para o Mal · Prisões Espirituais e Libertação · Causas Raiz dos Problemas Espirituais · Formação de Líderes e Cuidado Pastoral · Vitória de Cristo na Cruz (Judicial) · Tetelestai (Está Quitado) · Novo Nascimento e Regeneração da Alma · Diferença entre Salvação e Galardão · Batalha Territorial e Unidade · Adoecimento da Terra por Pecados · Depressão como Sintoma · Lei do Sábado e Descanso · Comparação e Autocobrança em Pastores · Inteligência Artificial e o Mundo Digital · Maldição Hereditária e Lei da Responsabilidade · Perdão e Consequências · Santidade e Proteção Espiritual · Hierarquia Demoníaca e Manifestação · Fortalezas da Mente e Ideologias · Laço de Alma vs. Pacto de Espírito e Sangue · A Importância do Perdão · Diferença entre Lei Cerimonial e Lei Moral · Graça como Capacitação para Obediência · Visão Conservadora sobre Relacionamentos · A Importância do Discipulado Pré-Casamento · Ataque de Demônios de Baixo Nível · Ataque de Demônios de Alto Nível (Intelectualismo) · O Papel do Atalaia na Guerra Espiritual · Evitar Paranoia Espiritual · O Equilíbrio na Ênfase sobre Demônios · A Importância da Santidade · A Importância da Humildade · A Importância da Unidade na Igreja · A Importância de Congregar · A Importância do Perdão na Lei Moral · A Profundidade da Lei Moral em Jesus · A Importância da Santidade para a Proteção · A Importância da Humildade para a Graça · A Importância da Santidade para a Proteção · A Importância da Humildade para a Graça · A Importância da Santidade para a Proteção · A Importância da Humildade para a Graça · A Importância da Santidade para a Proteção · A Importância da Humildade para a Graça · A Importância da Santidade para a Proteção · A Importância da Humildade para a Graça · A Importância da Santidade para a Proteção · A Importância da Humildade para a Graça · A Importância da Santidade para a Proteção · A Importância da Humildade para a
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Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Villela e está começando mais um Inteligência Limitado. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais guerreira do que a minha, do que a sua. Batalhadora. Batalhadora.

Sua vida ainda é guerreira ou você parou dessas guerras de final de semana? Ah, eu sou um guerreiro, né? É, mas aquele guerreiro ou guerreiro? É, eu sou um guerreirinho. Um guerreirinho. Um guerreirinho, gostei. Eu sou só um guerreirinho. Eu sou um guerreirinho. Ô Leny, para os guerreiros que estão em casa, como que eles vão fazer para participar dessa live maravilhosa? É o seguinte, você manda para cá a sua pergunta, o seu comentário, tá bom?

Eu vou pedir para você se inscrever no canal, já dá like no vídeo para ajudar a gente também, né?

E aproveita e divulga aí. Espalha a palavra. Compartilha essa live com seus amigos, vizinhos, inimigos. E para quem você achar. Para os inimigos também? Eu acho que hoje é bom mandar para os inimigos também. Exato, né? O assunto hoje aborda os inimigos também. Pois é. O que a Igreja Católica chama de exorcismo, a gente chama de o quê? A gente chama de... Libertação. É, libertação, batalha espiritual. Exato, Lene. Achei que você não estava...

Por dentro do assunto aí, foi uma pegadinha. Então já manda a sua pergunta, porque hoje tem muita, muita dúvida da galera. Eu tenho dúvida, imagina a galera, né? Exato, exato. Porque estamos vivendo uma batalha. Exatamente. E o mundo tá muito estranho. Demais. Não tá muito estranho? Tá muito esquisito. A gente vai, vamos revelar OVNI, Alin, será? Pois é, então. Cara, essa semana aqui teve altas revelações. Exato. Então já manda a sua pergunta que a gente vai ler do meio para frente, não é, Leni? Exatamente. Ô, Leni, fala.

Sabe o que eu percebi, Vilala? A galera que assiste o podcast não tem comprado as camisetas da Insider. Vamos fazer eles comprarem hoje? Porque normalmente tem aquele desconto que sempre tem, aquele cupom nosso. Mas eu falei com a Fabi, que é a nossa produtora, falar com os caras da Insider para conseguir um desconto legal. E ela conseguiu? Eu acho que sim. Eu estou trajado totalmente de Insider. E você está com aquela cuequita? Sempre, a cuequinha. Hoje, camiseta também.

E que tamanho você estava usando a cueca? Estou usando a cueca, estou usando a M. Eu era GG, passei para G e agora estou na M. Logo, logo está chegando... Não, na P não dá, na P não dá. Mas estou na M, cara. Você vai ficar, vai virar um esqueleto que nem eu, cara. Então, é, realmente, estou emagrecendo muito. Mas é aí, a Insight tem um cupom de 30...

30% de desconto. Fecharam em 30? 30%. Olha que legal. Então tem um cuponzão aí, só você usar o QR Code, deve estar na tela já, né? E o link que fica na descrição sempre. Acertei o lado? Acertou. Ah, tá. E o link é na descrição? Exatamente.

Que, deixar claro que a Insider é uma parceirona nossa e faz esses programas aqui acontecerem. Exatamente. Nossa parceirona de longa data. Você também está de blusa da Insider, de um moletomzão bonitão. Você veio, chegou o frio, hoje eu estou... Cadê meu moletom? Joga aí depois que eu estou com frio. Uniforme, né? Fechou. E agora então vamos ao episódio. Sara acabou de chegar. Chegou.

Estava esperando ela chegar, presa na marginal. Exato. Hoje eu também fiquei preso na marginal. Mas será que é uma batalha espiritual? Tem a ver também? Tem a ver. Tem a ver. Talvez essas dificuldades da vida seja para não falar o que a gente tem que falar hoje. É verdade. Eu não tinha pensado por esse lado. Mas verdades serão ditas. Verdade. Então quero dar as boas-vindas aqui. É a primeira vez que vem. O Leni tem um recado.

Pra você, pode falar pra ele ou não? Olha, o Vilela, ele é um cara interesseiro. É. Então quando a pessoa vem primeira vez, tem que me dar presente. Se apresente, sua câmera aquela. E eu quero o meu presente, hein? Presente inútil. Ok. Pra deixar no cenário. Pode dar já? Não, primeiro se apresenta. Ok. Dá um oi pro pessoal aí.

Oi, galera. Aqui é o Apóstolo Miguel Tomaz. Primeira vez que estou aqui. É um prazer poder te conhecer pessoalmente. E conhecer sua equipe. E vai ser um assunto intenso e tenso. Verdade. Porque é controverso para muita gente. Tem gente que não acredita. E polêmico também para outras. Tem muitas pessoas que não acreditam e que não conhecem o assunto.

E quanto menos conhecer, mais a pessoa apanha. Mais está sujeito. A palavra diz em Oséias 4, 6, meu povo padece por falta de conhecimento.

Por isso que é muito importante a gente conhecer esse assunto de guerra espiritual. Pois é. E tem assunto aí, né? Tem coisa pra falar, não tem? Muito. A gente pode ficar aqui a noite inteira e continuar. Temos tempo, temos jujuba, temos refrigerante e eu vou querer um café. Quer um café? Não, obrigado. Tá de boa? Tá de boa. Estamos também com o nosso convidado remoto. Seja bem-vindo.

Tá me escutando? Olá, Vilela. Tô te ouvindo aqui bem, já tô acompanhando aí o programa. Tudo bom? Se apresenta pro povo e, ó, eu sei que não tem como você mandar um presente inútil pra mim à distância, né? Mas, quando tiver aqui em São Paulo, me traga o meu presente. Você não me deu presente ainda, né? Não, ainda não. Ah, então espera só um pouquinho. Quero o seu presente aqui, ó.

Isso aqui é o Borja Arábia. Olha, só estamos falando de Arábia. É o lote das sete estrelas dos Emirados. Olha só. Eu estou te dando isso porque eu tenho mais um. É? Vai ficar bonito aqui no cenário, hein? Olha só. Obrigado, viu? Obrigado demais. Desculpa, agora pode se apresentar. E aí quando você vier aqui em São Paulo, me traz o meu presente. Com certeza. Então, gente, meu nome é Marcos.

O pessoal me conhece mais por Pastor Cote, é um apelido de infância. Eu trabalho com a organização missionária, que é a Jovens com a Missão. E para mim é um prazer enorme poder estar aqui nessa mesa aí com vocês e a gente ter esse papo aí. Tem assunto, não tem?

muito assunto é um assunto assim eu diria não só importante mas é pode ser um divisor de águas aí na vida de muita gente né

Pois é. Vamos esperar então a Sara, ela vem aqui, ela se apresenta para o povo, mas enquanto isso, eu acho que a gente podia começar definindo o que é batalha espiritual. Que batalha é essa? A gente sabe de uma batalha física, de uma luta, de uma guerra, mas e essa guerra espiritual? Bom, veja bem, a gente sabe que Deus é o Criador dos céus e da terra, mas Deus também é um Deus jurídico.

Como assim? Ó, a Sarah chegou. Pode entrar, Sarah. Aqui é tudo adaptado. Pode passar na frente da câmera aí. Aí, pronto. E aí? Tudo bom? Eu vou pedir que vocês coloquem o fone pra gente poder escutar o pastor lá. Então, os dois com fones aqui, ó. Colocar o fone de ouvido, que aí a gente escuta aí. Tá, troca. Fica com verde.

A rosinha pra Sara e o seu verde Tá com camisa do Corinthians Mas a cor é do palmeiras Tudo bem? Deu tudo certo, tá vendo? Gente, a culpa foi toda minha, tá? Mas deu certo, deu certo A culpa foi toda minha, fui eu que me enrolei toda Mas vai dar tudo certo, cheguei! Já deu, já deu Se apresenta então, Sara, dá um oi pro pessoal Se apresenta pra quem não te conhece

Olha, se você não me conhece, você está ruim da situação aí. Tá? Tem que me conhecer. Eu sou pastora Sara Shiva e sou também apenas uma humilde serva de Deus que amo Jesus e estou na Terra para cumprir um propósito e falar do amor dele para as pessoas e da salvação. Se você quiser me seguir...

É só você ficar aqui ligado que você vai ver que o babado é forte, que eu vou falar de coisas profundas aqui. Só que hoje nós temos convidados mais, vamos dizer, mais politicamente corretos relacionados à palavra, porque eu não sou tão formada dentro da estrutura teológica. Eu sou uma pessoa mais alternativa.

Então nós temos hoje pastores aqui que eu acho que quem não gosta de me ouvir vai gostar de ouvir mais eles do que a mim. Eu queria propor uma coisa, não sei se vocês topam os três aí, da gente fazer níveis de profundidade. Começar explicando o básico para as pessoas, para quem já tem uma vivência um pouco maior, tem um pouco de paciência, porque a gente tem uma audiência que nem sabe do que a gente está falando. Então a gente vai aprofundando o assunto cada vez mais, pode ser?

Porque de repente a gente começa a colocar termos e o pessoal vai ficar perdido. Então...

Eu acho que eu propus a gente começar definindo o que é uma batalha espiritual. E eu achei maravilhoso. Você começou a falar agora. Eu estava aqui chegando e achei maravilhoso. O início, o ponto de partida. Retoma, por favor, Apóstolo. Existem princípios que nós precisamos entender.

Como eu falei, Deus é um Deus jurídico. A maioria das batalhas espirituais nas regiões espirituais, elas são travadas juridicamente espirituais. O pastor Cote vai poder dizer também muito sobre isso. Por quê? Deixa eu te dar um exemplo nas escrituras para falar sobre isso. Paulo, quando estava em Atenas, ele foi convidado para falar lá no Areópago.

que era um lugar de parlamento, onde as pessoas iam apresentar suas teses, suas filosofias, suas doutrinas. E Paulo foi convidado para falar da sua doutrina, da sua fé. E ele disse assim, homens atenienses, vejo que sois muito religiosos, porque olhando os vossos santuários...

Eu me deparei com um altar que dizia assim, ao Deus desconhecido, esse que vós honrais sem conhecer, é esse que eu posso anunciar. Uau. Tremendo isso, foi uma tremenda estratégia. Tremendo. E aí ele disse assim, este é aquele que criou o mundo e tudo que nele há, sendo ele Senhor do céu e da terra.

Ele não habita em templos feitos por mãos de homens, e nem tão pouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa, porque ele mesmo dá vida, a respiração e todas as coisas. E aí no versículo 26 de Atos 17, que é continuidade, ele diz assim, Ele de um só fez todas as nações dos homens,

para que habitasse em toda a face da terra, determinando-lhes os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação. Isso chama-se jurisdição. Uau!

E é profundo demais. Posso diluir um pouquinho pra quem não tem entendimento? Só avisar pro pastor que ele não precisa pedir a palavra, não. A gente tá escutando você assim que ele quiser participar, é só falar... Pastor Cote! Pastor Cote! Tudo bem, Sarada? Que saudade! Ele tem o quê de Silvio Santos, não tem? Ele tem o sorriso do Silvio Santos, olha só.

Não parece, Lênia? E você sabe que ele é irmão gêmeo do pastor Túlio, não é isso? É mesmo? Pastor Túlio, quando eu morei em BH, eu congreguei na igreja do irmão dele, da pastora Cláudia, que eu amo muito. E a pastora Raquel, mulher dele, que eu amo muito também, ela tá aí.

Tá na área aqui. Ah, te amo, minha amiga linda. Um beijo. É um casal fora de série. Pastor Cote, que alegria ter você aqui junto com o apóstolo Miguel. E aí, tudo bem? Graças a Deus. É um prazer enorme poder estar com vocês aqui.

Que bom. Eu acho assim, é muito importante a gente fazer o que o Vilela falou, né? Nós estamos falando de termos, eu me delicio com os termos mais profundos, com a profundidade do que está sendo trazido. Mas para algumas pessoas que não sabem nada, que de repente estão chegando muito cruas sobre o mundo espiritual. Que batalha é essa? Como assim, Bovão? O que é o mundo espiritual, né?

Eu acho que você poderia comentar o que ele falou e, de repente, eu conseguir explicar como se fosse para uma criança de oito anos, que eu acho que é mais fácil para mim usar uma linguagem muito simples. Eu sou uma pessoa muito simples na minha linguagem. Mas o que você acha de complementar isso que o apóstolo falou?

Então, veja bem, o reino de Deus é fundamentado em leis espirituais e também agentes espirituais. É interessante que até na perspectiva do apóstolo Paulo, ele chega a dizer que esse mundo invisível, ele é mais real, ele é mais sólido que o próprio mundo visível.

Na verdade, o mundo espiritual é pré-existente em relação ao mundo físico, por isso que essa realidade realmente é tão sólida. Até quando a gente pensa na origem do universo, por que a gente nunca tem uma explicação conclusiva sobre a origem do universo? Porque a origem do universo, antes dela ser física, ela é espiritual.

É o disse Deus, haja luz. Então, tudo veio a partir disso, a partir da palavra de Deus, Deus chamando a existência, as coisas que não existem. Então, é muito importante a gente se certificar da realidade desse mundo, que é um mundo invisível, um mundo também interior.

e é governado por leis que precisam ser conhecidas, discernidas, como também os agentes espirituais. E a Bíblia explica bastante sobre isso, a questão dos anjos, que servem àqueles que vão herdar a salvação, a questão dos demônios.

E aqui entra realmente toda essa batalha em torno da salvação e da alma humana. Então, quando a gente fala sobre essa guerra espiritual, isso tem muito a ver, eu diria assim, essencialmente falando, com as funções que os demônios exercem.

Quando a gente examina mais cuidadosamente as escrituras, a gente pode resumir o papel daquele que Jesus identificou como sendo o nosso inimigo. E pensa num cara que sabe ser inimigo, é o diabo.

Então, Satanás tem duas funções básicas. Primeiro, ele trabalha como tentador e depois também como acusador.

a sua primeira função como tentador é exatamente enganar, seduzir, levar o ser humano a se afastar realmente de Deus, a violar as leis que governam o mundo espiritual, porque lei é lei, não é você que quebra a lei, a lei é que te quebra.

Assim como existem leis físicas, leis da química, existem leis que são espirituais. Por exemplo, se você pega a lei da termodinâmica, que fala sobre a transferência de calor, se você colocar sua mão no fogo, seja intencionalmente ou acidentalmente, você vai sofrer uma queimadura.

Não é que Deus está lá no céu e amaldiçoando a pessoa, não é isso. É a consequência natural de você violar os limites impostos por uma lei.

Então essa é a ideia de uma tentação. Qual é o propósito de Satanás como tentador? É levar você a violar essas leis que são espirituais e a partir disso, então...

você fica em desvantagem. E o próximo papel do diabo é exatamente esse, é como acusador no tribunal de Deus. Então aqui ele já exerce uma função, como foi muito bem colocado aí pelo apóstolo Miguel, uma função judicial.

Então, ele está ali como acusador, por exemplo, quando a gente vê lá no início da Bíblia e a gente observa ali, tem o primeiro tribunal, que é o tribunal de Adão, quando houve a queda da raça humana, depois você tem o tribunal de Caim e de repente, em virtude do assassinato que Caim cometeu, de repente Deus...

Deus, depois de tentar, inclusive, impedir que ele fizesse aquilo, né? Porque Deus chega para Caim e fala, Caim, cuidado, o pecado jaz a porta do seu coração, cumpre a ti, dominá-lo. Mas, por fim, Caim, motivado por inveja, acabou assassinando o irmão. Então, Deus chega e fala para ele assim, olha, o sangue do seu irmão está clamando a mim desde a terra.

Então, veja bem, olha a linguagem que está sendo usada aqui. Eu não sei se você sabia que sangue inocente tem voz, mas é exatamente isso que Deus está dizendo, que essa voz, quem que é a voz do sangue inocente de uma pessoa que foi assassinada? É exatamente o diabo.

Então o diabo estava lá no seu papel de promotor de justiça. Se você quer entender, não tenta imaginar Satanás como alguém com chifre, garfo, rabo. Se você quer a figura real, a figura que a Bíblia dá de Satanás, pensa num promotor de justiça com o terno Pierre Cardin.

uma pilha de processos debaixo do braço, uma série de argumentos sólidos, consistentes, e ele vai ser o seu adversário. Quando a Bíblia fala que Satanás é o adversário, é exatamente no tribunal de Deus.

Então, quando a gente fala sobre essa batalha espiritual, é a gente entender os recursos que nós temos em Jesus, que é o nosso Redentor, para a gente poder enfrentar essas acusações.

recebendo perdão de Deus, porque só tem um, um único nome pelo qual importa que sejamos salvos, que é Jesus, ele morreu a nossa morte, ele pagou o preço da nossa condenação, vida por vida, sangue por sangue, então a partir do sacrifício de Jesus, se nós correspondemos ao sacrifício de Jesus,

com arrependimento, ou seja, uma decisão de não praticar mais aquilo, confiança, nós podemos experimentar aí essa redenção e com isso nós podemos calar a voz do acusador.

Então, o contexto básico da batalha espiritual tem muito a ver com essa habilidade, esse discernimento de usar o que nós chamamos aí as armas de sangue, né? Lá em Apocalipse 12, a Bíblia fala assim, eles o venceram pelo sangue do cordeiro, a palavra do seu testemunho, mesmo em face da morte não negaram o seu nome. Então, existem armas...

espirituais, como Paulo também fala lá em 2 Coríntios 10, as armas da nossa milícia não são carnais, mas espirituais, poderosas em Deus para destruição de fortalezas, anulando os sofismas e todo falso conhecimento que se levanta contra o conhecimento de Deus, estando prontos a vingar toda a desobediência quando for cumprida a vossa obediência. Uau!

Então, nesse contexto da batalha espiritual, é esse alinhamento com a retenção proposta em Jesus Cristo. Quando a gente poderia fazer um resumo, inclusive, do Antigo Testamento, dizendo assim que todas as vezes que Israel virava as suas costas para Deus, os inimigos se levantavam.

Levantavam lá os moabitas, os amonitas, os jebuseus, ferezeus, filisteus. E todas as vezes que Israel se voltava para Deus, se humilhava, se arrependia, se quebrantava, então Deus vinha e vencia aqueles inimigos.

A questão que está em jogo não é o inimigo, mas é o nosso relacionamento com Deus, o nosso alinhamento com o coração dele, com essas leis que expressam a hegemonia do seu governo. Então, essa intimidade aí com a natureza divina.

Hein, pastor? Queria aproveitar o gancho do que você está falando e do que o apóstolo Miguel falou. Queria trazer aqui para vocês, como pastores, uma visão. E que o público que também está nos assistindo, Vilela também vai concordar comigo, tenta imaginar que há 26 anos atrás, mais ou menos, eu me converti.

E eu me converti, eu era uma pessoa completamente ignorante. Então eu era Hare Krishna, minha família gostava do Krishna, do Yogananda, do Buda.

do Allan Kardec. Minha família acreditava que Deus era uma força, uma energia, que bastava você ser uma boa pessoa, que bastava você fazer o bem, que você iria para o céu. E eu, quando cheguei na igreja...

Eu não sabia nada disso, tudo que nós estamos falando aqui. Eu estou me deliciando com todas as falas, né? Mas eu não sabia absolutamente nada. E eu me lembro que quando eu ouvi a primeira vez falarem porque Jesus morreu por nós, eu fiquei num estado de crise, porque eu pensei, mas eu não pedi para ele morrer.

Eu não pedi por causa de que ele morreu por mim, se eu não pedi por que ele precisava morrer. Se ele era Deus, por que ele precisava morrer. Existem milhares de pessoas nos assistindo que talvez estejam na condição que eu estive um dia.

sem entender essas profundidades das cortes celestiais, dos tribunais celestiais, sem entender a complexidade da organização do mundo espiritual e achando que basta você ser uma boa pessoa. E eu quero compartilhar um pouquinho sobre isso aqui. Para falar o seguinte, você que, de repente, chegou aqui e está caindo de paraquedas, talvez você tenha a sua fé, a sua religião, como eu tive um dia.

Só que um dia eu abri a minha cabeça e o meu ouvido para ouvir, abri o meu coração para ouvir a versão da Bíblia da história do universo. Porque todas as religiões têm uma versão. Se você olhar cada religião, ela tem uma versão da história do mundo. Até aquela cintologia... Você falou de criação do mundo... Até a cintologia tem uma versão de como é que o mundo chegou onde está.

Todas as religiões criam alguma versão de por que o mundo está como está. No kardecismo, eu fui kardecista seis anos antes de eu ser convertida. Antes de Jesus me alcançar. Seis anos eu fui kardecista. No kardecismo, acredita-se que tudo de ruim você está respondendo por coisas que você fez erradas na sua vida passada. Cada uma das religiões tem crenças específicas.

Só que um dia eu abri meu coração para ler a Bíblia e conhecer a história de Jesus e descobrir uma coisa incrível. Faz muito sentido e coerência se você ler a história da Bíblia. Quando você começa a perceber, poxa, o mundo é lindo, a terra é linda, a natureza é linda, a humanidade tem pessoas boas. Tem gente ruim também, mas tem pessoas boas.

Aí vem aquela pergunta que é o que você falou agora. Não é Deus que está em cima de uma montanha acusando e botando as pessoas para se lascar. Deus estabeleceu leis espirituais.

que estabeleceu o mundo espiritual com regras, e Deus tinha criado tudo perfeito. Um dia... Uma ordem. Uma ordem perfeita. E um dia, um casal que representavam a primeira humanidade, a primeira natureza da humanidade, que era Adão e Eva, era uma figura da humanidade, esse casal se rebelou voltando-se às costas para Deus, como o pastor Cote falou. Eles se voltaram às costas para Deus. De que forma? De uma maneira muito sutil.

Assim como um anjo se rebelou no passado. Que é mais difícil de analisar e de estudar, por quê? Porque está tudo na esfera do mistério. Deus tem coisas que Deus não revela claramente na Bíblia e essa é a intenção dele. Porque o que eu percebo no meu discernimento é que Deus não quer ser comprovado. Porque Deus poderia comprovar a própria existência num estalar de dedo. Ele não quer, porque senão ele anula a salvação pela fé.

Então, ele quer que exista sempre um ponto de interrogação para que as pessoas, ainda que elas tenham muitos sentimentos e provas, etc., elas tenham que exercer fé para crer. Deus não vai provar a própria existência, porque essa é a pegadinha dele. Ele só quer com ele na eternidade quem está com ele porque ama, por fé e não por interesse. Porque se fosse comprovado...

Todo mundo, até quem não presta e quem é perverso, iria seguir a ele, porque ia estar comprovado. Então, Deus, na sua soberania, ele também gosta de esconder certas coisas por interesse próprio. Só que se você começar a analisar a Bíblia, foi aí que eu me converti.

você vai encontrar coerência. Coerência na história que a Bíblia conta. Deus tinha criado tudo perfeito e um dia um casal que representava a humanidade se virou às costas para ele. Que jeito que... Qual foi a forma deles virarem às costas? Foi quando eles desobedeceram uma ordem da legislação que o apóstolo Miguel falou.

O mundo espiritual não tem democracia, só tem monarquia. E há um rei que estabelece o que é certo e o que é errado. É assim que é o mundo espiritual. Aí, o que aconteceu? Quando essa humanidade fez isso... Quebrou essa regra. Quebrou, abriu a porta para o mal entrar. Então, hoje, nós temos uma dimensão que tem o bem e o mal.

Deus deixou que o mal existisse até para que todos possam escolher se querem seguir a Deus ou se querem seguir o mal. Muitas pessoas nos ouvindo vão duvidar disso, vão achar que é mais uma versão de alguma nova religião ou de um braço de uma religião. Porém, aí é onde vem a experiência espiritual da fé. Eu desafio cada um que está aqui a fechar os olhos.

sozinho no seu quarto, e falar com Deus, chamando pelo nome de Jesus Cristo, e buscar aquilo que é invisível, porque Deus não vai comprovar a sua existência até que se cumpra o tempo, os tempos e a época, e o fim dos tempos se cumpra, porque Ele não quer com Ele na eternidade pessoas perversas, Ele não está carente, Deus não é um Deus carente, que por favor me amem e fiquem comigo.

Como muitas pessoas podem ser carentes e pensarem, ah, se Deus existisse, né? E ele não é assim, a personalidade dele não é assim. Então é uma coisa interessante de eu compartilhar com vocês e com todos que estiverem nos ouvindo.

É que eu, pastor Cote, saí desse buraco da mistura das religiões. E eu tinha uma mente completamente inundada por enganos. E eu acreditava em tudo, menos em Jesus. Até porque eu achava, poxa, se ele fosse Deus mesmo, pra que morrer na cruz? Até que eu entendi que Deus havia permitido Eu acreditava em tudo.

E isso acontecer até mesmo para ele mostrar para o homem que o fim da falência de todas as forças do homem, porque nós tentamos vencer pela nossa força, mas o fim da lei, como Paulo disse, é Cristo. Eu tento vencer, eu tento conseguir ser feliz, e eu chego, dou com os burros na água, chego na frustração, porque, na verdade, na verdade, me falta a essência inicial da criação, que é a conexão com esse Deus, e aí você

que o pastor Cote falou, toda vez que o povo virava as costas, abandonava essa conexão, dava tudo errado. E não é só dar errado lá de fora, dava errado dentro, porque tem muita gente que tem tudo, vive num lugar seguro, tem dinheiro na conta, milhões, tem tudo que alguém pode buscar e tem um vazio terrível na alma.

Então é um assunto extremamente profundo falar sobre guerra espiritual, porque quando a gente vai falar de guerra, a gente vai falar de guerra de dentro, de guerra de fora. Concorda? Em Sara, algo assim muito interessante é a gente pensar sobre a liberdade.

Na criação de Deus, principalmente em relação à humanidade e também aos anjos, a gente vê que Deus se revela como um Deus de liberdade. Só que liberdade é uma coisa extremamente perigosa.

E a gente precisa realmente amadurecer para saber conviver com a liberdade. Eu diria que uma pessoa que de fato é livre é a pessoa que sabe não fazer, ela é capaz de não fazer tudo o que ela gostaria de fazer. Ou seja, quando ela é capaz de exercer um domínio próprio.

Então, essa questão aí de lidar com a liberdade, onde está o coração de toda a batalha? Foi aí que Lúcifer, como Vilela falou, a gente vê Lúcifer decaiu do seu principado. Veja bem que ele estava num ambiente perfeito, ele estava no céu. Adão também pecou no paraíso.

Então, como que as pessoas podem se decair de uma certa situação ao lidar com a questão da liberdade? Então, isso precisa de ser bastante enfatizado. E uma das principais armas do inimigo é essa, é a ignorância.

Quando a Bíblia revela Satanás como o príncipe das trevas, ou seja, é o príncipe da ignorância, porque quanto mais você desconhece as verdades, essas verdades, essas leis que governam o mundo moral, o mundo espiritual, mais sujeito nós estamos a tropeçar. O que a Bíblia fala, aquele que anda em trevas nem sabe onde tropeça.

Então, é muito importante a gente lidar, ter essa compreensão sobre as leis que governam o mundo espiritual. Por isso que Jesus, quando nos comissiona, ele nos comissiona a ensinar as nações a guardar todas as coisas que ele nos tem mandado. Porque a partir do momento que nós nos conectamos,

com essas verdades, nós entramos em harmonia com essas leis que refletem a natureza de Deus, nós vamos desfrutar de uma paz tremenda. Mas realmente isso demanda bastante maturidade. Verdade. E se a gente pudesse numerar uma lei, qual seria a primeira lei?

Então, olha só, é algo interessante, né? Aquilo que eu falei, assim como existem leis físicas, existem leis espirituais. Por exemplo, a Bíblia fala assim, a soberba precede a destruição, a altivez de espírito, a queda. Quando você vê uma pessoa agindo com arrogância, com orgulho...

Você não precisa nem ser um profeta para saber que ela vai ser destruída, porque é uma lei. Você pode observar, quando você vê um casamento destruído, um governo destruído, uma nação destruída, você pode ver que tem gente muito arrogante envolvida.

Então essa é uma das leis. Como a Bíblia também fala, viste um homem diligente nas suas obras, entre reis será posto. É uma lei. Na verdade, a Bíblia é um livro de leis. E quando você vai se aprofundando nas Escrituras, você vai tendo discernimento dessas leis. Se você vê uma pessoa que é diligente, que é leal, que é fiel, rapaz...

Eu sei qual vai ser o futuro dela. Inclusive, quando você estuda na Bíblia sobre o ministério profético, não é que o profeta está adivinhando o futuro, não é isso. O profeta conhece as leis que governam o mundo espiritual. Pelas escolhas que uma pessoa está fazendo agora, eu posso dizer o que vai acontecer com ela lá na frente. Exatamente.

Entende? Essa é a essência do ministério profético. Por isso que o ministério profético é você arquitetar o seu futuro. Não é adivinhar o futuro, mas é você tomar posicionamentos espiritualmente inteligentes e você se tornar o arquiteto do seu futuro, do seu destino. Ele citou aí uma coisa chamada maturidade. É. E como se alcança a maturidade?

Tiago, ele fala isso. Existe a maturidade na nossa vida, que é quando a gente atinge uma certa idade e você já não é mais criança, você não é mais um adolescente, e na vida espiritual. É o seguinte, ele fala assim, ele começa dizendo, seja motivo de grande alegria quando passar pelas provações.

Porque a prova da vossa fé desenvolve a perseverança. E a perseverança é que vai terminar a obra para que sejais maduros e completos, não tendo falta de coisa alguma. Então, quanto mais você perseverar, e a gente persevera quando está passando por uma luta.

quando está passando por uma tribulação, aí você vai procurar conhecer, vai procurar entender os propósitos de Deus, e aí nisso você vai amadurecendo e conhecendo as coisas espirituais. Uau. O que ele está dizendo lá. Eu, se eu pudesse nomear a primeira lei da vida de você permanecer, que envolve batalha espiritual, eu daria o seguinte nome.

A lei do negar-se a si mesmo, que envolve a soberba que você falou, que envolve a maturidade...

Ou seja, a lei número um, na minha visão, prática de vida... Renúncia. Renúncia, não fazer o que eu quero, fazer a vontade de Deus, buscar a vontade de Deus em primeiro lugar. Porque ele disse, buscar em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça e todas as outras coisas serão acrescentadas. Mas buscar o reino de Deus é buscar a vontade de Deus.

que é o quê? O número um do número um de tudo. Que o que a gente vê hoje é uma geração que muitas vezes quer até falar de Deus, mas faz o que quer. Entendeu? A própria soberba é uma adoração de si mesmo. É achar que é tão bom, é tão bom, eu sou tão bom, tão bom, que eu estou acima de tudo. Então, essa falta de renúncia...

essa confiança excessiva em si mesmo e não confiar no Senhor, na verdade, valorizar demais a si mesmo, ser humano no lugar de Deus. Uma crença, teologicamente falando, humanista, que é para o mundo o hedonismo.

a adoração da figura do ser humano, a figura da humanidade, o homem, o ser humano no centro, se adorando, se colocando como eu sou o autor da minha própria vida. E eu conheço, inclusive, alguns crentes, até líderes, que têm pregações humanistas hoje. Pregações que colocam o homem no centro, a realização do homem no centro.

pessoas que colocam suas vontades acima do propósito de Deus eu penso que a primeira lei que tem que ser respeitada e que é quebrada praticamente diariamente por todas as pessoas que a gente está vendo hoje, inclusive rebanhos inteiros sendo ensinados errado, é que as pessoas estão sendo ensinadas a fazer o que elas querem a seguir o próprio coração o que vocês acham disso? o que vocês acham disso? em sala

Eu costumo dizer que a renúncia é como se fosse uma engrenagem mestra no reino de Deus. Quando você não está disposto a colocar qualquer motivação que seja, qualquer objetivo que seja no altar de Deus, quando você não está disposto a entregar, a tendência é que aquilo vai se tornar um ídolo para você.

algo que você não abre mão. E é interessante que, é o que Jesus disse, quando você não está disposto a perder algo para Deus, aquilo vai vazar pelos dedos.

Jesus disse, aquele que quiser ganhar sua vida nesse mundo, perderá. E aquele que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse vai encontrar a vida que está escondida com Cristo em Deus. Então, esses caminhos de Deus, esses princípios, é interessante porque eles são paradoxais. O que é um paradoxo? É uma verdade escondida numa contradição aparente. Você fala, puxa vida, mas para mim ganhar, eu tenho que perder? Exatamente isso.

Tudo que você coloca no altar de Deus, tudo que você entrega, aquilo que é palha, queima, aquilo que é ouro, vai ser depurado, vai se tornar ainda mais precioso.

Então, se tem algo realmente poderoso, eu costumo dizer que quando você entrega tudo que Deus pede, você vai receber tudo que Ele promete. Porque você vai se libertar de todos os ídolos, tudo aquilo que, vamos dizer, é uma pedra de tropeço para você andar com Deus. É uma das leis mais fundamentais de Cristo.

Porque é isso que ele disse, aquele que quiser me seguir, renuncie-se a si mesmo. Uau. Tome a sua cruz a cada dia e me siga. E isso na batalha espiritual, que é um assunto que o Vilela quer que a gente traga.

Para a maioria das pessoas, elas pensam que batalha espiritual é só a gente repreendendo os demônios que querem tocar nas finanças, repreendendo o demônio da doença, repreendendo o demônio da briga do casal, da família, repreendendo o demônio que quer levar seus filhos para a droga. A maioria das pessoas está muito focada.

em guerra espiritual, nesse sentido. É meio que para si o tempo todo. Ah, eu quero que o destino vai prosperando e não quero que o demônio toque na minha finança. Ah, eu quero que o meu casamento vá bem e não quero que o demônio toque no meu casamento. Olha como enche as igrejas se a gente fizer campanhas, né? Campanhas. Pra repreender os demônios que toca no dinheiro, que toca na família, que toca nos filhos.

Mas as pessoas parecem que esquecem da onde que sai, né? Tudo, né? Pois é. Hein, Sara? É muito importante entender que os demônios, eles são colaterais. Demônio só é a fé. Explica isso, por favor. Como assim? Colaterais. É. Já sei, vou explicar, vou explicar, pastor. Colaterais fica um do lado e outro do outro. Aí são colaterais, fica um de cada lado de você.

Não, o que eu quero dizer é que a presença ou a manifestação de um demônio na vida de uma pessoa, isso só é um efeito colateral de muita coisa indevida. Ah, vê se eu entendi. Então, colateral como um efeito colateral. Ou seja, ele anda em derredor procurando a que possa tragar. É que nem quando você toma um remédio e tem o efeito colateral.

Fechou. Exatamente. Não é o efeito que você deseja para o seu remédio. Exatamente. Como você não leu a bula, que são as regras, você quebrou um... Pregou agora. Não é? Pregou. Olha o que eu achei aqui de metáfora. Pregou agora. Você não leu a bula. Tipo, se você tiver esse e esse problema, não pode tomar esse remédio. Aí o que acontece? Efeito colateral. Perfeito. Exato. Vai tomar antibiótico e bebe. Bebida ao corpo. Aí vai ter problema.

Né, o Lênin? Eu dei o exemplo do Lênin. É, exato. Duvido, você passa isso. Não, não faz, não faz. Mas é por isso que a gente trabalha com o conceito, assim, de um pastoreamento inteligente. E, obviamente, se existe um pastoreamento inteligente, porque existe um que não é. Hoje a gente fala muito desse conceito, uma medicina inteligente, uma polícia inteligente. E por que não um pastoreamento inteligente?

É muito comum, e eu não digo isso num tom de crítica, porque as pessoas andam no conhecimento, na luz que elas têm. Mas é muito comum a gente ver esse tipo, o que a gente chama assim, os pastores bombeiros. Mas apagador de incêndio. De repente a pessoa está com um problema espiritual sério, então ela vai, faz uma visita, faz uma oração, a pessoa se sente melhor, aí uma outra pessoa da igreja está com um problema, ela visita, uma outra ela visita.

E daqui a pouco ela se pega numa rotina desgastante de pastorear crises. Eu não sei se você entende a diferença entre você pastorear uma pessoa, indo nas verdadeiras raízes dos seus problemas, e você ficar só ali apagando incêndio. Entende? Daqui a pouco aquele incêndio que se apagou, ele já voltou de novo. E você tem que... Você se ver nessa rotina desgastante.

E você sabe, eu descobri por que isso acontece no meu trabalho missionário, porque eu viajo e fico ali 3, 4 meses numa cidade ajudando uma igreja de forma gratuita, servindo uma igreja e várias igrejas de denominações diferentes e cidades diferentes, estados. Então eu já vi isso acontecer em vários lugares. Eu chego e descubro...

que não existe, por exemplo, o hábito da liderança de marcar gabinetes pastorais para ouvir o marido e a mulher, de acompanhar. Eles ficam esperando a ovelha pedir socorro para poder entrar na vida das ovelhas. Ou seja, o povo não vai pedir socorro, só pede quando está em crise. É. Aí, o que acontece? Veja bem. Como é que vai cuidar do rebanho assim?

Na verdade, quando a gente fala desse pastoreamento, que é uma coisa mais íntima, mais profunda, a gente tem que entender que a gente tem que respeitar sempre a soberania da pessoa. O ideal é que a pessoa realmente consinta com isso, abra a porta.

de dentro para fora, para você poder ter esse tipo de acesso. Só contando aqui um exemplo, na verdade um testemunho, é uma história longa, fazendo uma história longa, curta, mas eu estava ministrando em uma igreja em uma cidade interior, e eu me lembro que no final...

Eu nem me lembro o que eu estava ministrando, mas eu fiz um apelo, estava orando pelas pessoas. Eu gosto muito de apelo, de orar pelas pessoas. E de repente uma senhora, ela teve uma manifestação demoníaca, assim, mas uma coisa horrível. Ela caiu tipo uma madeira no chão.

Igual uma madeira, igual um tum, morta assim. E rolava de um lado para o outro. E ali não deu cinco segundos, já vieram alguns diáconos, já pegaram ela no chão, levaram ela para uma salinha lá. E eu estava ali ministrando, terminou o culto. Aí o pastor chega para mim e fala assim, Puxa vida, Cote, isso sempre acontece com essa irmã. Ela está na nossa igreja, não sei quantos anos. Agora, você ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda ainda

Isso sempre acontece. Eu falei assim, passou, posso conversar com ela? Ele falou, por favor. E fui lá, então, conversar com ela. Quer dizer, então, que ele estava acostumado a ver ela passando mal e não sabia o que fazer.

não sabia o que fazer. E ele falava que, às vezes, tinha vezes que eles ficavam expulsando o demônio dela por horas. Às vezes, ela até agredia as pessoas. Mas eu sei que eu fui conversar com ela. Graças a Deus, os demônios já tinham saído. Então, eu falei assim, olha, querida, eu preciso ter uma conversa séria com você.

Porque isso deveria estar acontecendo com você, você está na igreja, você confessou o nome de Jesus, por que isso está acontecendo? Tem alguma coisa errada, tem alguma porta aí, sei lá, de carnalidade, de passividade, tem algo muito sério na sua vida que você precisa te falar.

Pausa, pausa, pausa, pausa, pastor. Que falando dentro do que o apóstolo falou pra quem tá nos assistindo, essa porta é no tribunal do céu a permissão por onde o diabo consegue ter o direito de agir.

A legalidade. A legalidade é realmente como se fosse num tribunal, gente. O diabo... Porque tem muita gente que não acredita que um crente que confessou Jesus possa ficar debaixo de opressão ou até endemoniado. E é muito importante... Não deveria, né? Não deveria. Não deveria, mas é aquilo que Paulo fala aos Efésios. Não deis lugar ao diabo. A palavra lugar aí no grego é topos, de jurisdição. Você dá uma jurisdição.

E ele não está escrevendo ali para pessoas incrédulas, ele está escrevendo para os santos e fiéis que estão em Éfeso. Para os cristãos. Mas só... Aí, assim, quando eu falei isso com ela, então ela desabafou, ela desabou e falou assim, passou, eu não aguento mais. E ela começou a me contar uma história. Confessou. Que ela devia ter uns 12 ou 13 anos de idade. Ela tinha muita afeição com um tio.

E ali, com o consentimento dela, apesar de ser uma coisa que eu diria até um crime, né? Mas ela começou a desenvolver um relacionamento sexual com esse tio. Meu Deus. E esse relacionamento foi... nunca parou. Inclusive, ela já tinha casado há mais ou menos dois anos. E continuava.

continuava ainda o relacionamento com esse tio. Aí as pessoas pensam que sexo é uma relação que lavou tá novo. E eu falo o tempo todo, gente, há uma transferência. Se quer ficar endemoniado, é ter vida sexual sem estar casado.

Na verdade, ela criou uma profunda dependência emocional dele também. Você vê, mesmo depois de casada, ela estava adulterando com esse tio. E ali eu falei, olha, você precisa de colocar um fim nisso. Eu falei, eu estou disposta. E a partir dali, intermediamos uma reconciliação com o marido. Porque tem que confessar, né? Abriu o coração para os pastores. Fala um pouco sobre isso, pastor. Dá para a pessoa ser livre escondendo?

Não dá. Por quê? Isso é uma lei. Vamos pegar uma das mais importantes leis do mundo espiritual. Porque eu já bati boca. Eu não vou falar nome aqui, mas tem gente grande no Brasil de nome que já entrou em debate comigo, de briga, dizendo que não, que não tem que contar para todo mundo, que é para confessar só para Deus, porque uma vez teve uma... Não, eu não diria, hein?

Hein, Sara? Eu não diria que é você contar para todo mundo, mas é você contar para as pessoas certas, né? Exato. E o Tiago fala assim, confessai as vossas culpas e vergonhas uns aos outros, orai uns pelos outros.

E também não é pra você falar de qualquer jeito no ímpeto. É pra falar debaixo de um acompanhamento pastoral. Por exemplo, teve uma pessoa que veio discutir comigo, que ela falou assim, ah, mas teve uma mulher que confessou a traição pro marido, o marido surtou, deu um tiro nela, matou os filhos, não, deu um tiro nela e depois se matou, deixou quatro filhos, sem pai, sem mãe. Ah, isso destruiu uma família. Eu falei, não, para. Eu falei, não, para.

A família já estava destruída, eles não tiveram ajuda para restaurar a família. E aí ela queria defender que a solução era a mulher esconder do marido e a mulher confessar só para os pastores. E eu briguei com ela, falei, querida, isso você está quebrando uma lei espiritual. Primeiro a João 1,7, se andarmos na luz.

como ele na luz está, aí teremos comunhão uns com os outros, e aí o sangue de Jesus Cristo, seu filho, nos purifica de todo pecado, mas a condição é, tem que andar na luz, não pode ficar com segredo obscuro, que é o que muitos líderes não sabem como ajudar, fala sobre isso. É o que a gente chama aí, essas mordaças, né, é a lei da mordaça.

quando a pessoa... Provérbios fala assim, aquele que encobre a sua transgressão jamais prosperará. Aquele que as confessa e deixa alcançará misericórdia. Isso é um consenso entre os pastores? Essa ideia de... Não, eu estou te contando que tem pastor... Não é um consenso, então. Não, tem uns que se levantam. A mulher que se levantou contra mim, brigou comigo sobre isso. Infelizmente.

horror. Mas tem base na Bíblia pra ter essa leitura? Não, pra pensar de outra forma? Tem base na Bíblia pra que justifica uma outra versão? Tem base na Bíblia, Pastor Cote, pra pessoas falarem, ah, não vamos contar, não. É.

Não, assim, o princípio básico é transparência, é verdade. Não tem o versículo, conhecereis a mentira e a mentira vos libertará. Não existe esse versículo. Não tem. Posso procurar na Bíblia inteira, não vou achar esse versículo. Não, não vai. Você vai achar pai da mentira. Ah, entendi. Mas olha só, só terminando aqui o testemunho lá dessa irmã,

Depois que a gente resolveu tudo, ela abriu o coração ali com os pastores, o marido perdoou. Foi uma coisa linda, porque essa questão, às vezes, de confessar um adultério, é uma questão muito delicada, tem os seus riscos, mas quando toda pessoa de boa fé, quando faz isso... E de baixo acompanhamento, né, pastor?

Isso, debaixo de uma coisa... Eu, pessoalmente, eu nunca vi isso dar errado. Não estou dizendo que não possa dar, mas eu nunca vi isso dar errado. Mas eu sei que depois desse processo com ela, nunca mais ela teve uma manifestação demoníaca. Olha que coisa linda, que coisa linda. Acabou, entende? É isso que eu disse, que uma manifestação demoníaca é a febre.

É a febre. O que o mundo espiritual está te dizendo? Tem algo muito mais sério. Tem uma infecção ali. Tem causas. Nós não podemos expulsar os demônios das pessoas irresponsavelmente. Ou seja, sem lidar com essas causas que estão sustentando aquele quadro de exploração demoníaca. Até porque a Bíblia diz que volta sete vezes mais.

A tendência é essa. Aí a pessoa fica mais endemoniada. Você já viu aquelas pessoas que ficam escravas de uma fila de libertação? Ela vai na igreja, manifesta o demônio, aí o pastor expulsa porque ele está usando o nome de Jesus. No outro dia, quando o pastor vai orar, a pessoa fica endemoniada de novo. E nunca se resolve aquilo.

Por quê? Porque você só está, ao invés de você tomar um antibiótico que você tem que tomar, você só está tomando um antiterre. É uma parede com vazamento que você fica colocando massa lá e vai saindo toda hora. Infiltração aparecendo. Infiltração, exatamente. Eu posso contar um caso aqui. Exatamente. Por favor. Que aconteceu conosco, na nossa igreja.

Chegou uma moça lá, e ela era gerente de vendas de uma empresa muito conhecida, não vou dizer o nome.

E ela chegou bem oprimida e eu a chamei, nós a chamamos para ela ser ministrada. E ela foi confessando os seus pecados, pecados de prostituição muito sérios. E ela foi confessando e na medida que ela confessava, se manifestava. Ô louco!

Manifestava o demônio, nós expulsávamos. Como que manifestava? Se manifestava. Vozes, corporalmente. Jogava ela no chão, corporalmente. E aí nós fomos expulsando. Foram vários, vários. Porque tinham vários pecados.

Ou seja, cada pecado, uma legalidade, uma renca de demônios. Exato. E aí, depois de tudo, ela foi ungida, ficou liberta, literalmente liberta. Começou a congregar, começou a fazer parte da dança, da dança profética que a gente tinha lá. E começou a crescer espiritualmente. Começou a servir na igreja. Começou a servir. Começou a fazer parte. Uma benção. E aí o que aconteceu? Ela voltou a cair.

Ah, e sete vezes mais. É, sete vezes mais. Sete vezes mais demônio. E aí ela ficou possessa na casa dela. E a mãe que nos conhecia nos chamou. Para que nós fôssemos lá. A gente não tinha ideia de ir, mas a situação estava séria e nós fomos. Ela tinha quebrado o demônio, tinha quebrado os vidros da janela.

A casa estava um caos. Um caos. Aí que nós fizemos, bom, vamos levá-la para a igreja. Tirar do ambiente da casa. Tirar do ambiente. E aí ela foi na frente, eu fui atrás, foi com a pastora Nancy. E a levamos para a igreja e começou um processo de libertação. Sim. E aí o que chegou a acontecer? Ela ficou desacordada. O demônio...

a deixou desacordada. Uau. Ela ficou dois dias desacordada. Ninguém conseguia libertá-la. Como se ela estivesse num sono profundo. Exatamente. Tipo, o demônio botou ela em coma, entendeu? Chamaram libertadores de vários lugares. Desculpa interromper, mas o demônio tem esse poder? Como que ele consegue tocar? Porque deu a legalidade. Se der legalidade.

É triste, né? É triste. De afetar nesse sentido. A gente também não queria que fosse verdade, não. Então, muito caso de esquizofrenia pode ser também alguma coisa relacionada a demônio. Algumas, sim. Às vezes, a esquizofrenia existe, mas ela é muito piorada. Potencializada. Potencializada por causa de uma porta de uma legalidade. Entendi. Porque o diabo, ele já sabe que a pessoa já tem aquela questão neurológica.

O diabo, ele lê, ele faz um scanner ali, ele vê, ele fala, olha, então se essa pessoa já tem essa porta, moleza pra eu colocar uma coisa ainda perturbadora nessa vida dessa pessoa, entendeu? Pra piorar, né? Bom, e aí continuando, chamaram vários libertadores pra estudar o assunto e ela desacordada. Dois dias ela apagada, como se estivesse meio que em coma, em sono profundo, ninguém conseguia, todo mundo chamando ela, fulano, acorda, e ela...

Isso não é nada. E aí a colocaram na sala, na época eu era pastor junto com outro nesse ministério, a colocaram na sala do presidente, do líder, e várias pessoas em volta, estudando, orando, e eu fiquei na sala de espera e fiquei falando com Deus. Falei, Senhor, o que está acontecendo?

Me dê uma estratégia, me fala. E aí Deus falou, Namã. E como? Namã? Sete mergulhos.

Namã, leproso. Namã. O que aconteceu com ela? Ela ficou leprosa espiritualmente. Adoeceu espiritualmente. O inimigo voltou sete vezes pior. Ou seja, ele trouxe mais sete piores do que ele. É o que Jesus falou. E aí, Namã, o Espírito falou, batiza sete vezes.

Isso é específico, não é via de regra. Ou seja, não é para as pessoas copiarem esse modelo e fazerem disso sempre como se fosse uma doutrina. Não foi, foi uma situação específica que ele buscou a Deus. Ele buscou de Deus uma estratégia para socorrer aquela pessoa. Porque você imagina, Vilela, que para você fazer a libertação de alguém, você precisa ter aquela pessoa disponível, querendo ser liberta.

A pessoa tá na igreja, ela tá buscando ser liberta. Ela já foi com as próprias pernas, ela já tá querendo Jesus. Mas um pai e uma mãe não tem uma legalidade de... Quando é criança, sim. Mas quando chega uma fase... Adulto não. Uma certa idade, a pessoa já tem autonomia. Entendeu? Então o que que acontece? Eu não...

Então, consigo expulsar um demônio de uma pessoa que ela tá na casa dela, amando adorar o demônio, eu vou lá pra quê? Vou me meter, a pessoa tá querendo o demônio. Agora, a pessoa vai pra igreja, ela diz, eu quero Jesus, ela diz, eu quero ser liberta. Ela passa autoridade pra você. Ela tá me dando direito. E quando ela começa a passar mal...

A gente, muitas vezes, no meio do processo de libertação, a gente chama a pessoa que está endemoniada. Fulano, fulano, vem. Não estou falando que você não é um demônio. Vem, eu quero fulano, eu quero fulano. E a pessoa sai no meio da possessão e vem e fala com você. E muitas vezes, para fazer a libertação, a gente precisa falar com a pessoa para que a pessoa nos diga o nome de com quem ela estava fazendo sexo, para que a gente consiga fazer a oração de renúncia. A gente precisa do nome da pessoa para fazer a renúncia.

Aí você tem acesso à pessoa, você consegue fazer a própria pessoa se posicionar em arrependimento, em oração de renúncia. Só que nesse caso, olha o que o demônio fez, olha a estratégia do diabo para não sair. Vou botar ela num sono profundo e ninguém acorda ela, porque ela não vai ter comunicação com vocês. E eu vou ficar aqui e acabou. Aí ele foi orar e falar com Deus, Deus, me dá uma estratégia. Aí Deus começou a falar para ele a estratégia para libertar a filha.

Olha que coisa tremenda. Aí Deus falou na mão. Continua, apóstolo, por favor. E aí eu pedi, enche o batistério. Aí encheu o local do batismo.

De água, né? Vamos batizá-la sete vezes porque Deus falou e me deu a passagem de Namã. A estratégia. Que tinha lepra e foi batizado sete vezes no Rio Jordão. E aí a levamos, foi colocada a roupa de batismo e ela desacordada. E aí, em nome do pai e do filho do Espírito Santo, te batizo uma, duas.

E ela não tossia? Quatro, não. Não tossia? Porque você mergulhar a pessoa. Não. E tirar a pessoa? Como é que a pessoa não tosse? É. É um coma. Seis. Quando foi a sexta. Escuta isso. Antes da sétima. Na sexta. Manifestou. Manifestou. Ele falou, eu vou sair, mas eu vou pegar o pai dela. Ó. Aí eu falei, você sabe que você vai precisar sair. E pode fazer isso?

Se tiver legalidade. Você sabe que você vai precisar sair agora. E, sétima, ela voltou acordada. Olha isso. Foi tremendo isso. E ela relatou o que ela estava... Pra ela foi como dormir e acordar. É, eu não sabia o que tinha acontecido. Pra ela foi assim, entendeu? A dormir aqui e acordei no batistério. Que loucura. Depois continuou o processo, tudo, de limpeza espiritual. E ela ficou liberta.

Que coisa tremenda. É uma coisa muito interessante, o conceito de prisões espirituais. A gente está muito familiarizado com o conceito de uma prisão mesmo. O cara foi para a cadeia e está preso.

Mas, por exemplo, quando a gente vê lá em Lucas 13, a Bíblia fala de uma mulher que estava encurvada, Lucas, descreve assim, uma mulher encurvada que de maneira alguma podia se endireitar. 18 anos. E ele já fala, porque Lucas...

evangelista, mas também médico, já tem mania de diagnóstico, então ele já dá o diagnóstico, dizendo que ela tinha um espírito de enfermidade. Ou seja, a prisão dela, aquela prisão espiritual, estava na forma de uma...

De uma doença, vamos colocar assim, de uma enfermidade. E Jesus, então, a cura, né? E depois ele explica, não convinha, não convinha, pois, libertar essa filha de Abraão que há 18 anos Satanás mantém cativa.

Jesus confirma, né? Então, veja bem, aquela mulher, por algum motivo, ela estava cumprindo uma sentença espiritual de 18 anos. O problema dela não era um problema ortopédico, ela podia fazer fisioterapia que fosse, não é? Mas ela estava dentro de um aprisionamento. E é muito interessante, porque quando Jesus dá a data, ele fala só, tem 18 anos.

Jesus, na verdade, estava num processo muito pessoal com ela.

É como se Jesus estivesse caminhando na memória dela, levando ela a um enfrentamento. Porque alguma coisa há 18 anos, que eu não sei, a Bíblia não fala o que é, mas algo que a partir dali gerou essa sentença na vida dela. Então, libertação é isso. Libertação não é só você expulsar os demônios, não é isso. Mas você levar a pessoa a um enfrentamento com...

as verdadeiras causas que estabeleceram aquela situação. Aí cada caso é um caso, isso vai demandar uma conversa mais profunda. É esse pastoreamento inteligente. E as pessoas querem simplificar, né? Elas querem que você dê uma fórmula. Elas não gostam disso quando a gente fala cada caso é um caso, a gente tem que te ouvir.

As pessoas querem uma fórmula, um comprimido da libertação. E o que eu tenho visto nessas minhas andanças missionárias é muitos pastores cansados de serem pastores, e às vezes, até, apóstolo, alguns que não têm chamado para serem pastores.

encargo os pastorais sem nenhuma paciência para cuidar das ovelhas, sem nenhuma vocação para escutar os problemas das pessoas, sem interesse real pela vida das pessoas, eu já cheguei em algumas igrejas para fazer trabalho missionário, eu atendo muitos gabinetes das igrejas para ajudar as igrejas a implantar o atendimento pastoral, e o que eu vejo muitas vezes são pessoas falando, olha, eu estou aqui há cinco anos, nunca fui atendido, nunca ninguém me ouviu.

Tem como uma igreja prosperar espiritualmente e crescer e o rebanho crescer sem que as pessoas sejam ouvidas? Você concorda com isso? Na verdade, né, Sara? Uma das coisas mais trabalhosas que tem é você conseguir estabelecer uma cultura de cuidado nas igrejas, né? Porque isso demanda, assim, muita maturidade.

Veja bem, uma coisa é o esforço para você ganhar uma pessoa para Jesus, explicando o evangelho para ela. Outra coisa é você transformar essa pessoa num discípulo, num seguidor comprometido. Uma outra situação, você transforma ela num líder, num pastor que já tem a competência de cuidar de outros.

Então, eu costumo dizer, o maior desafio no crescimento da igreja é essa formação de líderes. É você poder, e isso é trabalhoso, porque amar dá trabalho.

E muitas vezes se as pessoas não são ensinadas, se elas não desenvolvem essa competência, realmente fica... Não é que as pessoas não querem fazer. E algumas igrejas têm uma linha teológica, que é uma linha um pouco mais rasa. Não estou dizendo que isso também...

seja ruim, porque tem igrejas que elas têm uma índole mais evangelística apenas, não é? Mas estão andando na luz que elas têm. Mas quando você começa a desenvolver essa competência na vida dos líderes, estabelecendo uma cultura de cuidado, essas são as igrejas que hoje mais estão crescendo com saúde, porque crescimento não é só número.

Não é só o fator quantitativo, é o fator qualitativo. Pessoas que realmente estão conseguindo digerir a sua problemática, enfrentar os traumas do passado, as crenças irracionais do passado. E eu posso ser usada como exemplo aqui desse assunto, porque eu vi, era muito difícil uma pessoa de onde eu saí se converter, ser liberta.

Primeiro, se converter. Segundo, ser liberta. Terceiro, se tornar uma líder. Hoje, era muito difícil. Agora, como foi, o que foi feito para que eu me tornasse, seja quem eu sou hoje? Eu tive seis anos no banco, sem trabalhar na linha de frente, ou seja, eu não...

tinha permissão para trabalhar no altar, mas eu trabalhava na faxina, no Ministério da Faxina da Igreja, no Ministério de Bastidores, no Ministério Infantil, e ali eu era artista famosa, mas eu não podia cantar e estar na linha de frente, porque eu estava centratada no meu caráter, para entender que a estrela é Jesus, e que ali eu era irmã e não estrela.

E ali eu era atendida semanalmente pelos meus pastores, mesmo que eu não estivesse em crise, se estivesse tudo bem, eu ainda assim tinha sempre tempo com os meus pastores. Se eu passasse 15 dias que eu não aparecesse, a secretária já me ligava dizendo, os pastores estão sentindo a sua falta, cadê você? E não era só comigo, porque muita gente assistindo pode achar que era porque eu era artista.

Não, isso era um padrão de cuidado da igreja que eu nasci espiritualmente, que eu fiquei 16 anos, que era a igreja da nossa querida falecida pastora Ludmilla Ferber, que foi minha pastora 16 anos, e eu fui discipulada, cuidada.

E aí sim eu frutifiquei. E hoje, Pastor Cote e Apóstolo Miguel, eu não vejo esse padrão sendo seguido nas igrejas. Eu vejo muito casa de adoração, muito louvor, muita ênfase na beleza do louvor. Não tenho nada contra, acho lindo.

Pois é, Sara. Olha, hoje é muito mais igreja do que você imagina que está desenvolvendo essa cultura de cuidado, esse pastoreamento inteligente. É que no Brasil nós temos aí um contingente de, sei lá, em torno de 60 a 70 milhões de evangélicos. Então, e a igreja é enorme e muito heterogênea.

São muitas denominações, muitas ênfases doutrinárias, mas é impressionante como essa cultura de cuidado está se espalhando. Eu acho maravilhoso que você fale isso. As igrejas que mais estão na mídia, nem sempre as igrejas que mais estão na mídia, que têm muita visibilidade, às vezes são as que não praticam isso. Mas é esse o ponto, porque elas são a referência. Uma leitura errada.

Exato, elas são a referência e modelo para muitas outras, e isso me entristece profundamente, porque eu me lembro que eu era de uma igreja que a minha pastora era muito famosa, ela era uma grande adoradora, ela fazia parte de uma gravadora de muito destaque na época no Brasil, e a igreja era uma referência em cuidado, e me entristece profundamente. Eu conheço também muitos pastores que são servos, vocês são pessoas que eu estou aqui hoje.

falando que são exemplo para mim e muitos outros que eu conheço, mas observa, aqueles que são mais famosos, que estão mais em relevância, parecem não lutar por essa verdade. E isso me preocupa porque se torna, querendo ou não, um modelo a ser copiado.

Eu, pessoalmente, sou muito empolgado com a Igreja Evangélica no Brasil. A Igreja Evangélica, vamos dizer, aqui no Brasil, nós estamos saindo da adolescência e entrando na fase adulta.

É lógico, tem muito oba-oba, tem muita imaturidade, mas olha, assim, eu rodo o Brasil de norte a sul, leste a oeste, já fui pregar em todas as capitais do Brasil, sem exceção. Rapaz, é empolgante, é lindo, é lindo o que Deus está fazendo na igreja. Eu também amo, eu também amo, mas me dói muito.

Todo lugar, inclusive a igreja, vão ter, infelizmente, vão ter as pessoas falsas. A Bíblia fala sobre falsos irmãos, falsos pastores, falsos apóstolos, falsos cristos. Sempre vai ter essa turma aí. Temos que lidar com isso. Paulo fala que é importante que haja heresias para que os sinceros se manifestem. Mas é lindo o que Deus está fazendo na igreja. A igreja é vencedora.

Amém, amém. Eu creio nessa palavra. Tanto é que o joio e o trigo vão ficar juntos até o fim. Até o fim. E o lençol encardido é importante para que o lençol branco se destaque. É isso aí. Né? Você só sabe que o lençol está encardido quando você põe o branco mesmo do lado, né?

Mas citando um pouco essa área que o pastor Cote também mencionou sobre o judicial. Aham. A vitória de Cristo na cruz, ela foi em primeira instância judicial. Por quê? Pelo seguinte, Jesus foi crucificado e no mundo espiritual estava acontecendo uma outra coisa.

O que estava acontecendo? Jesus sai da condição de réu e passa a ser juiz. E Satanás, que está na condição de promotor de justiça, o acusador...

Ele passa a ser réu sem defesa. Não sei se você pegou isso aqui agora, o que ele está falando. Escuta só uma coisa. Isso é muito importante que as pessoas saibam. Muita gente não sabe. Enquanto Jesus estava na cruz, no plano invisível, não era o que estava acontecendo no plano visível. No visível é Jesus, como se fosse derrotado. Mas no invisível...

E no judicial, como nós estávamos falando, em Colossenses 2,14 diz assim, tendo ele, Cristo, riscado, quitado o escrito de dívida que era contra nós, através das suas ordenanças, olha só, os nossos pecados estavam escriturados. Uau!

Porque nós estávamos inseridos na lei do pecado. Sim. Nossos pecados estavam todos lá. E Jesus, ele quitou. Uau. Que coisa linda. Na cruz, cravando na cruz. Agora, por isso que ele disse, o penúltimo brado dele foi, está consumado.

Tem um termo em grego aí, o pastor Kote sabe disso, que é tetelestai. Tetelestai. Tetelestai. O que é tetelestai? Quitado. Então é um termo judicial. Ele disse isso, está quitado, ou seja, está consumado. Aí que ele rende o espírito ao pai, porque já estava pago.

Uau, é muito tremendo isso, né? Repete isso para o Vilela, que enquanto, no plano do invisível, que era o plano judicial, enquanto as pessoas estavam vendo Jesus ali na cruz, Jesus estava primeiro em qual posição? Ele era réu, ele sai da posição por causa do sangue, porque o sangue era imaculado.

porque não foi um nascimento normal numa relação homem e mulher, e sim foi no nascimento sobrenatural. Que Maria concebeu ele. Que Maria concebeu, o Espírito Santo veio sobre ela.

E gerou a Cristo, trouxe a semente do pai e inseriu no ventre dela. É sobrenatural, é inexplicável isso racionalmente. E ali ela engravidou sobrenaturalmente e Jesus nasceu, portanto, sem pecado. Porque se tivesse sido uma relação homem e mulher normal... Vem aqui? Vem aqui?

Jesus teria nascido em pecado. Porque o pecado está na genética. Exato, no DNA. No DNA, está na genética. Em função do primeiro homem que pecou... Todos herdaram. Todos herdaram, todos morreram. Então, para ele não nascer com essa... Tecnicamente, tecnicamente... Tecnicamente, o que nós herdamos não foi o pecado, foi a consequência do pecado, que é a morte.

A Bíblia fala assim, a morte passou a todos os homens. E a morte é exatamente essa condição de você não ter essa comunhão com Deus. É uma ausência de sentidos espirituais. Por exemplo, porque morte é falta de correspondência. Quando você vê um defunto deitado, ele...

tem olho, tem, mas o olho não enxerga o ambiente, ele tem ouvido, ele tem boca, ele não se relaciona mais com o ambiente. Uma pessoa espiritualmente morta é uma pessoa que tem os sentidos espirituais, vamos dizer...

solapados, né? Por isso que a partir do momento que você tem esse novo nascimento, que o Espírito Santo vem habitar em nós, a gente passa aí a desfrutar realmente desses sentidos que antes a gente não tinha.

Mas, assim, voltando a essa questão aqui do tribunal Que eu acho que é muito importante Porque quando a gente fala sobre batalha espiritual A gente está acostumado a entender isso de uma maneira mais mística Anjos e demônios cruzando espadas Mas na Bíblia, nas escrituras Agora, aí

lógico, isso é uma conversa muito longa, eu tenho um estudo que eu vou analisando só os tribunais na Bíblia, desde o tribunal de Adão até o tribunal de Cristo, uma série de tribunais. Já está no livro isso? Não, não, isso é mais só aula mesmo. Quantos livros você já tem publicado, pastor?

Agora eu estou lançando o 14º, que é um livro sobre os caminhos de Deus. É um livro muito bacana esse livro. Mas é muito importante a gente entender que a batalha espiritual se dá nessa sala do tribunal. E estranhamente, apesar de Satanás...

ser de verdade inimigo, né? Inclusive, assim, a gente não deve menosprezar o poder dos demônios. Jesus deixou bem claro que o objetivo do diabo é matar, roubar e destruir. Mas no tribunal de Deus, eu diria que ele cumpre um papel sagrado, que é esse papel do promotor de justiça, que seria, vamos dizer assim, o advogado da vítima.

Ele é o advogado da vítima.

Entende? Tecnicamente, um promotor, ele é o defensor da lei, mas ele também é o advogado da vítima. Ele é a voz da vítima. Aquilo que eu falei sobre Caim, quando Deus chega para Caim e fala assim, olha, a voz do sangue do seu irmão está clamando a mim desde a terra. Quem que é a voz do sangue de Abel que foi derramado? Satanás, o acusador. Então, Satanás estava ali defendendo a vítima.

Aquele que havia morrido. E tanto é que nesse tribunal de Caim, assim, Caim foi sentenciado. O tribunal é justo. Lógico, Deus foi misericordioso com ele. Deus não tratou Caim como Caim tratou Abel.

tanto é que Deus falou, olha, vou colocar em você uma marca para que ninguém te mate, tipo assim, Deus estendeu misericórdia, misericórdia é você não receber todo o mal que você merecia, Deus foi misericordioso com ele, mas ele saiu dali sentenciado. Então, como é que a gente ajuda essas pessoas num processo de libertação?

É exatamente você conectá-las com esses princípios que faz com que a redenção de Jesus, isso que o apóstolo Miguel descreveu tão bem, quando Jesus fez tudo o que era necessário ser feito para que os nossos pecados pudessem ser perdoados.

Através do arrependimento, da confissão, da reconciliação, do quebrantamento, da restituição. São todos esses princípios implícitos na morte de Jesus, no sacrifício dele. Quando a gente se conecta com isso. Então nós começamos a experimentar realmente uma nova realidade, uma realidade de uma vida perdoada, de uma consciência em paz.

E isso realmente é muito poderoso, porque o homem sem Deus é enfermo, não tem jeito. Amém, mas na prática, o que você diria para as pessoas que estão nos assistindo em relação a isso? Quem está nos assistindo hoje e gostaria de viver isso que você acabou de falar na prática?

Quando você pergunta assim, é a partir do arrependimento da pessoa. Vamos nos colocar no lugar de alguém que está ouvindo agora a gente nesse podcast, que está falando assim, olha, eu quero isso, por onde eu começo? Então, pela mensagem do evangelho.

Jesus literalmente foi essa carta de alforria para uma humanidade escrava. As pessoas precisam de ter esse entendimento, a compreensão correta do que é o evangelho. Que Jesus veio, ele se fez homem, 100% homem, venceu o pecado que Adão não venceu.

e morreu pelos nossos pecados, foi sepultado, ao terceiro dia ressuscitou para se tornar o caminho à verdade e à vida.

vida por vida, sangue por sangue, ele pagou o preço da nossa condenação, por isso hoje ninguém mais precisa de ficar num aprisionamento espiritual, numa vida sem salvação, sem esperança, sem paz. Tudo começa com essa perspectiva da mensagem do evangelho. Agora nós precisamos de interagir com esses princípios implícitos do evangelho.

porque a cruz envolve isso, a cruz, como você bem colocou, envolve a renúncia, envolve o nosso quebrantamento, a nossa disciplina realmente em nos arrepender, andar nos caminhos de Deus, desfrutar da presença dEle. Então é esse processo, é um processo de conversão, de regeneração da alma, de libertação.

Então, é uma mensagem poderosa que faz sentido para qualquer ser humano. E o mais incrível é que Deus é um Deus experimental. Não é uma religião. A gente não pode confundir Jesus com uma denominação evangélica, com um rótulo religioso. Jesus é uma pessoa. E nós podemos ter um relacionamento...

pessoal com Deus. É interessante porque o Deus da Bíblia, de todos os deuses, vamos dizer assim, que se ensinam no mundo, é o único Deus que ao mesmo tempo infinito e pessoal, é o Deus da Bíblia.

É verdade. Por exemplo, se você vai lá no islamismo, você vai ver um Deus supostamente infinito, Alá, mas ele não é pessoal. Você nunca vai ver um muçulmano falando, olha, Alá falou comigo. Eu tive uma experiência com Alá. Jesus disse, as minhas ovelhas ouvem a minha voz. Ele, além de ser infinito...

Todo poderoso, ele é pessoal. É um Deus pessoal. Que vive em nós, que se move em nós. E o que você está falando confirma a minha experiência pessoal de conversão. Porque eu até frequentei, assim, fui visitar uma igreja ou outra ao convite da mulher que me evangelizou.

e achava, tinha minhas reservas, meus pensamentos, julgava e tal. Tinha hora que eu achava legal, tinha hora que eu achava horrível, mas no dia que eu me converti, eu estava sozinha no meu quarto.

Eu chamei por Jesus, e Jesus veio em espírito dentro daquele quarto, entrou dentro daquele quarto, eu senti uma presença que eu nunca tinha sentido, eu ouvi a voz dele, que atravessou todo o meu ser, e eu me converti sozinha dentro do meu quarto. Ou seja, o primeiro passo é esse que você está falando, para quem está nos ouvindo, crer nele, acreditar nele, buscar Jesus Cristo, independente de uma placa de uma igreja.

Exatamente. Exatamente. A igreja tem a sua função, mas a função da igreja não é nos salvar. Quem faz isso é Jesus. Mas a igreja tem uma função muito importante, porque é onde nós vamos desenvolver o nosso serviço, expressar o nosso amor. Então é importante que nenhum cristão seja uma pessoa isolada.

inclusive os próprios problemas e imaturidades de uma igreja têm um propósito. É dessa forma que a gente cresce.

Agora, o novo nascimento é um processo. Sim. Eu comparo com uma gravidez. Sim. Um encontro lá do espermatozoide com o óvulo. Ali é a concepção. Quando a pessoa confessa Jesus como Senhor e Salvador, é com uma concepção. Verdade. Ali vai começar um processo de novo nascimento. Não podemos dizer que ali ela já nasceu de novo. Exato.

É como você falou sobre o teu caso também. Passa por todo aquele processo de conhecer, de ouvir a palavra, a fé vem pelo ouvir, ouvir a palavra de Deus. E aí ela vai conhecendo. A própria palavra fala em Filipense, se não me engano. Desenvolvei a vossa salvação com temor e tremor.

Até porque nós somos espírito, alma e corpo. Então, no espírito humano, eis que tudo se fez novo. Nova criatura é em um segundo quando o Espírito Santo te vivifica. Porque como o pastor Cote falou, todos herdamos a morte espiritual. Ou seja, após a queda de Adão e Eva, toda a humanidade passou a nascer com o corpo vivo, a alma, que é a mente, a mente viva, porém o espírito morto. Então, se converter é o toque da vivificação do espírito. O espírito que te vivifica...

Você respira no teu espírito, você nasceu de novo, porém na alma que é a mente... A candeia que acende. A candeia que acende. Porém na alma que é a mente, o processo é dia após dia, negue-se a si mesmo, dia após dia, tome a sua cruz, quem quiser.

Andar comigo, negue-se a si mesmo. Ou seja, na alma, o processo não é instantâneo. E no corpo, também não é instantâneo. Porque o corpo e a alma juntos formam uma equipe que a Bíblia chama de carne.

e que milita contra o Espírito. Ou seja, dia após dia, enquanto vivermos, estamos em um processo, ainda que a gente chegue a um patamar melhor de leveza. Eu levei dois anos, eu, Sara Shiva, posso testemunhar aqui, dois anos do dia que eu nasci de novo até o dia que o Espírito Santo entrou em mim para morar, que foi um marco da mudança.

Por quê? Porque esses dois anos foi praticamente o tempo que eu, não é pra todo mundo padrão, eu levei. Cada casa é um caso, como você falou. Eu levei dois anos pra ser liberta, porque tinha muito demônio morando em mim, pra transformar realmente

O mínimo do mínimo pro Espírito Santo morar. Porque o Espírito Santo não é obrigado a morar em casa suja, não. Entendeu? Porque tem muita gente que pensa assim, ah, aceitou Jesus? Já tem o Espírito Santo automático. Não é assim. Queria que fosse também, mas não é. Porque Deus não é obrigado a morar em casa suja. Eu não durmo em uma cama cheia de barata? Por que que Deus vai morar numa casa cheia de demônio?

Então eu estava ali num processo de libertação Levei dois anos Aí fui batizado com o Espírito Santo dois anos depois Aí é uma diferença absurda Quando o Espírito Santo vem morar Porque aí você recebe Como se fosse uma injeção de força No teu querer No dia após dia

É uma coisa linda no processo de libertação, é quando a gente tem um relacionamento verdadeiro com o Espírito Santo, ele se torna realmente o nosso ajudador nesse processo. Sim ou não? Eu diria, hein, Sara, assim, falando de uma forma diferente do que você está falando, que a questão maior não é...

o tanto que você tem do Espírito Santo, mas o tanto que o Espírito Santo tem de você. É maravilhoso, é isso mesmo. Então, a partir do momento... A liberdade dele, né? Que a gente nasce de novo, o Espírito Santo está em nós.

E quanto mais problema você tem, mais o Espírito Santo vem. Lembra quando lá em Gênesis a Bíblia fala que a terra tornou-se caótica e vazia? E fala que o Espírito Santo pairava sobre a terra. Pois é, é isso aí que eu ia falar. Às vezes ele está ali, pairando, mas quando ele vem morar, eu me lembro que isso foi uma das coisas mais impactantes para mim.

Eu me lembro de eu sentir o toque do espírito antes. Eu sentia literalmente ele pairando. Eu sentia a presença. Mas ele morando dentro de mim. Eu ouvia a voz dele. Eu senti como se eu tivesse superpoderes.

os dons, o dom de discernimento. Isso só aconteceu, essa virada de chave, só aconteceu quando eu fui batizado com o Espírito Santo e comecei a fluir em línguas. Ali eu vivi uma virada de chave, que é uma das coisas mais complexas, porque está na esfera dos mistérios. A gente não tem todas as respostas sobre isso.

É algo assim tremendo, porque o nosso Deus, o Deus da Bíblia, é um Deus vivo, é um Deus que se manifesta, é um Deus pessoal, amoroso, cheio de bondade, de compaixão, um Deus justo. E a gente vai caminhando nessas experiências. Eu tive muitas experiências com o Espírito Santo.

Mas uma das que realmente eu não me esqueço, inclusive eu devia ter, sei lá, uns três meses de convertido. E eu vim com a vida meio louco, né? Eu era meio que um rebelde sem causa. Você era, não acredito. Eu me converti mesmo e comecei a buscar Deus com toda intensidade. Eu lembro que um dia eu cheguei da escola, da universidade.

E eu cheguei um pouco mais cedo, porque nessa época eu acordava às 5 da manhã porque eu queria ter meu tempo com Deus. Então eu acordei e fui descansar um pouco. Sabe quando você dorme e você tem um sono profundo? E eu tive esse sono profundo. E nesse sono eu comecei a sonhar. E eu sonhei que eu estava tendo uma visão. Eu lembro que eu olhei para o céu e lá no céu eu vi uma pomba.

E de repente essa pomba foi vindo na minha direção. E assim, intuitivamente eu pensei assim, não, é o Espírito Santo e ele está vindo, ele vai me tocar. E de repente ele me tocou. E foi quando eu fiquei assim, estarecido pelo poder de Deus. Com êxtase.

Nunca tinha experimentado uma coisa igual na minha vida inteira. É maravilhoso demais. Aí eu acordei e eu fiquei ali por horas, nesse êxtase, assim, submergido na presença de Deus. Rapaz, depois disso, eu pregava o evangelho até pra poste.

tão fulminante, aquilo assim, destruiu todas as minhas dúvidas existenciais. E é uma coisa que se você... Por isso que a gente fala, a pessoa precisa de ter uma experiência com Deus. Exato, que é uma coisa que se alguém chegar e questionar, a pessoa pode vir com qualquer argumento, mas você pode pegar essa sua experiência e falar, explica isso.

Você pode falar, a pessoa pode vir questionar racional, mas explica isso. Ninguém consegue explicar o que é aquela visitação que você sabe, naquele momento, que nada dessa vida é capaz.

de se igualar àquela presença. Não, é a presença de Deus, essas experiências, assim, é um gozo. É uma alegria. Assim, rapaz, você está conectado com um sentido maior da existência. É algo muito poderoso. Muito, muito. E a gente não consegue explicar, né? Eu acho muito interessante que Jesus, que o Senhor, o Todo-Poderoso, Deus Todo-Poderoso, ele não permitiu...

que a gente conseguisse tocar um no outro e fazer uma transferência desse sentimento. Ele deixou que... Sim, porque é pessoal. É pessoal. Porque, justamente, ele quer saber quem quer e quem não quer.

Agora, Deus é tão multiforme sabedoria que não existem duas experiências iguais. É impressionante. Mas uma coisa que eu acho que é importante a gente falar aqui sobre batalha espiritual é isso. É a gente poder levar as pessoas a experimentar uma vida cheia do Espírito Santo.

Porque para você vencer o pecado, para você se alinhar com o coração de Deus, a gente precisa de cultivar uma vida cheia do Espírito Santo. E a questão, porque aquilo que nós falamos, batalha espiritual, às vezes a gente tende a enfatizar muito os demônios, diabos e não sei o quê. Mas veja bem, gente, não existe uma batalha de poder entre Deus e o diabo.

Não existe essa batalha. Se existisse uma disputa de poder entre Deus e o diabo, não tinha nem fumaça do diabo. Como é que você vai comparar o criador não criado, o Deus que não tem início e fim, com um ser criado e decaído, que foi transformado em cinza sobre a face da terra? Então não existe nem uma disputa por devoção.

E foi isso que o Vilela perguntou aqui. Porque ele falou, o diabo pode fazer isso? Pode tocar, né? Ah, como é que ele pode tocar? O diabo, é o que nós falamos. O diabo, ele, de certa forma, ele não deixa de fazer parte do reino de Deus. Ele não ser criado por Deus. E por incrível que pareça...

Deus está tendo um propósito temporariamente para ele. Até porque... Ele se tornou servo. Até porque... Vamos lá. Jesus não é bobo nem nada. Jesus chegou para pegar os doze discípulos ali, escolher pegar um por um aqui, fazer parte da sua equipe ali. Jesus, estrategicamente, sabendo que somente um perverso poderia entregá-lo.

Ele estrategicamente escolhe um cara com coração perverso, que é uma característica do diabo, que era Judas. E ele bota um cara perverso na equipe dele, que era o único maluco que poderia entregar ele. Ou seja, até o mal acaba trabalhando pro propósito.

Isso. Hein, Sara? Uma coisa muito importante de entender é que, veja bem, Deus deu à humanidade autoridade sobre a terra, o domínio sobre a terra. Foi legado por Deus à humanidade. E o que a humanidade fez? Entregou isso para Satanás.

Deus poderia chegar e resolver por conta própria. Mas Deus nos incluiu nesse processo de redenção. Ele nos incluiu. Então...

Nós, a igreja, como corpo de Cristo, a Bíblia fala assim, o Deus de paz em breve esmagará a cabeça de Satanás debaixo de vossos pés. Então agora é uma humanidade redimida que vai retomar essa autoridade que foi perdida. Deus nos incluiu no processo.

de retomada, de guerra, isso vai envolver essa batalha. É uma batalha que tem que ser travada, não são com as armas carnais, as armas da nossa milícia não são carnais, mas são espirituais, poderosas em Deus. Nós temos que discernir a natureza da nossa batalha, não é contra carne e sangue, não é contra as pessoas, porque Deus ama todas as pessoas, mas a nossa luta é contra os...

Os principados, as potestades, as hostes espirituais da maldade, que muitas vezes estão prevalecendo com as suas tentações na vida de muita gente. Sim.

Os céus pertencem ao Senhor e a terra lhe deu aos filhos dos homens, justamente por isso que nós temos que lutar. Sim. Para reconquistar o que foi entregue. Eu vejo que o que nós estamos falando aqui, eu gosto muito de trazer para a vida prática.

Porque no dia após dia, sabe quando o pessoal vai falar de casamento e o pessoal fica falando e romantizando, romantizando? Aí eu falo assim, não, gente, casamento é a louça na pia, é a roupa suja para lavar, é o dia após dia. Não é só a parte romântica. E a vida cristã e a guerra da vida, do dia a dia, a batalha espiritual da vida e do dia a dia, ela envolve as pequenas coisas da nossa vida.

E eu acho lindo o quanto Deus é triunfalista, o quanto nós, a igreja triunfa, né? O Senhor triunfou e a igreja está com Ele para triunfar. E eu acho lindo também, Pastor Cote, o quanto você é positivo, sabe? Eu preciso muito de pessoas positivas perto de mim, porque tem hora que eu fico assim, ah, eu fico estressada, sabe?

Porque me dá uma tristeza, por exemplo, agora, nós estamos aqui, o Vilela está também aqui com o celular dele, e quem estiver assistindo, eu faço um desafio, se você tiver a oportunidade também de colocar aí os comentários para você ler, eu trouxe até meu celular aqui para a gente ler os comentários se a gente quiser.

Quem aqui está assistindo e pode escrever nos comentários se você é uma pessoa que não encontrou uma igreja, que você se identifique, você se sente sozinho nessa caminhada, você se sente sozinha, você não se sente acolhido. Por quê? Porque no dia após dia, por exemplo, eu vim de uma família de artistas, super famosa, eu era uma artista já famosa na época.

E eu não tinha nenhum entendimento de nada da Bíblia. Se eu não tivesse ido para uma igreja boa, que foi a igreja que eu fui parar, se eu não tivesse ido sentar todo domingo ali para assistir o culto e ouvir ensino bíblico, se eu não tivesse começado a fazer parte da escola de Bíblia da igreja.

se eu não tivesse começado realmente a estudar a Bíblia com professores bíblicos ali que tinham naquela igreja para me ensinar, talvez eu nunca tivesse rompido, porque era muito forte a exposição que eu tinha de estímulos de conhecimento maligno.

naquela época nem chegava aos pés do que está hoje. Hoje, a forma que as pessoas se relacionam à pracinha de antigamente, à baladinha, ao barzinho, ao restaurante que a gente ia hoje à rede social. Então, hoje, as gerações de hoje, elas estão vivendo dentro da internet. O celular ocupou o lugar do nosso despertador, ele ocupou o lugar do nosso telefone com fio, ele ocupou o lugar do telegrama, de tudo.

Então, nós estamos num tempo que a vida das pessoas está conectada direto com a internet, com a realidade das redes sociais e o estímulo que foi criado através das redes sociais. A quantidade de informação que a gente recebe em 20 minutos assistindo ali os stories, assistindo ali os reels, assistindo ali alguma coisa do YouTube, é uma quantidade de informação muito grande. A nossa mente está sendo bombardeada de maneira violenta.

Agora, eu fico imaginando, se eu estivesse me convertendo hoje, eu me coloco no lugar das pessoas que estão aqui. Eu quero que essas pessoas possam comentar para a gente ler depois.

Quem aqui nunca se sentiu acolhido, se sente só, ou sente necessidade de ter um local que você ainda não achou, um local que você confie para você sentar e aprender? Por exemplo, eu mesma posso falar aqui, Pastor Cote, eu escuto você, eu escuto o Apóstolo Miguel, eu tenho alguns pastores que eu... Eu...

escuto e eu respeito e eu considero e eu falo são pessoas que estão no mesmo casamento há anos, não são pessoas que abandonaram seus casamentos são pessoas que tem uma vida realmente real de renúncia que não estão no evangelho por dinheiro

que não estão nisso por engajamento. E isso, para mim, é uma força para eu continuar. E são pessoas de quem eu quero beber, que eu quero continuar ouvindo e aprendendo. Mas tem pessoas aqui que talvez estejam conhecendo vocês hoje. Eu já tinha a oportunidade de conhecer vocês. Mas tem pessoas aqui que vão comentar aqui nos comentários. Estão comentando ou não? Sim, claro. Estão comentando. É pouca gente ou é muita gente? Muita gente. Muita gente. Comentando o quê?

que não tem aonde ir aprender, que não tem aonde buscar ajuda. E o que eu gostaria de deixar aqui claro, nós precisamos abraçar o projeto para as redes sociais. Líderes como você, Pastor Cote, líderes como você, Apóstolo, e outros que são maravilhosos, vocês precisam estar mais presentes nas redes sociais, porque...

infelizmente, quando a gente acaba se ausentando disso, é por isso que eu estou tão presente hoje na rede social, porque eu vi isso, eu percebi isso, a gente acaba dando espaço, sabe aquele ditado? O problema não é a voz dos maus, o problema é o silêncio dos bons.

O problema é a nossa descrição. A gente que tem mais o que fazer, a gente que trabalha mesmo na obra de verdade, a gente acaba... Eu estou falando isso aqui, talvez tenhamos pastores, homens e mulheres de Deus honestos nos assistindo, que estão vivendo a vida deles sendo quase uns analfabetos digitais, que não sabem nada de internet, pelo amor do Pai Eterno. Parem, aprendam, entrem, criem seus estudos bíblicos.

estejam na internet, são tempos difíceis, nós precisamos falar dessas coisas, e precisamos ter vozes de relevância, de santidade, de referência para nós, nós precisamos disso, é um clamor meu para começo de conversa.

Eu acho que de uma forma bem prática, quando a gente pensa na igreja, é importante a gente entender que onde tem gente, vai ter problema. E onde tem muita gente, vai ter muito problema. E como eu disse, às vezes os problemas de uma igreja...

é que nos ajudam a crescer, a desenvolver. Eu sempre falo, olha, se a sua igreja tem problema, não saia dela. Você nunca deve sair de uma igreja porque ela tem problema. Você só vai provar que você foi vencido por aquele problema. De repente é lá que você vai ter que ter um posicionamento mais profético, querigmático, às vezes até...

Porque não importa se é o pequeno, se é o grande, se é o pastor, se é o líder. Se o cara está fazendo uma coisa errada, ele precisa ser confrontado em amor. E esse é o povo que Deus ama. Mas a gente tem que entender isso. Porque não tem solução, né, pastor?

Porque, biblicamente, a igreja não é perfeita. Ela está sendo aperfeiçoada. Aquela história lá do cara que chegou para o Billy Graham e falou Billy Graham, qual é a igreja perfeita? O Billy Graham olhou para ele e falou Rapaz, olha, eu já fui em muita igreja, mas nunca achei essa tal igreja perfeita. O dia que você achar, não entra nela que você vai estragar tudo. É isso aí. Até porque não tem solução. Não existe ninguém perfeito.

Então, assim, a gente tem que ter esse coração de saber lidar com esses desafios de uma forma construtiva. É lógico, como eu disse, às vezes tem pessoas, infelizmente, que são pessoas malignas mesmo que estão infiltradas na igreja. Exato. Falsos pastores mesmo, falsos apóstolos mesmo, e que precisam de ser confrontados, denunciados.

Mas assim A gente tem que entender Que vão ter pessoas imaturas E a Bíblia fala A sinceridade dos sinceros Endireitará o seu caminho

Aleluia, que tremendo E eu estou vendo aqui os comentários das pessoas Algumas pessoas falando De vários Eu conheço irmãos, muitos irmãos que estão Afastados por causa da desilusão E o que eu mais Vejo hoje, o que mais chega Até mim, são pessoas falando Isso, falando, poxa

Eu achei que não existisse pastores de relevância, realmente que não... Porque as pessoas, quando elas ficam sabendo, pastor Cote, que eu vou fazer trabalho missionário sem cobrar, elas ficam escandalizadas. Porque...

Elas não escutam essas histórias de alguém que faça um trabalho nas igrejas, ajude igrejas sem cobrar dinheiro das igrejas. Eu faço outros tipos de evento, pessoal me conhece, eu faço evento de entretenimento, aí são eventos que a gente tem bilheteria. Mas, quando eu vou servir de forma missionária, aí muita gente vem, eu não cobro nada, muita gente vem perguntar, quanto você cobra para ir pregar? E eu sempre fui assim, eu sei que você também não cobra.

Eu me sinto insultado quando alguém pergunta se eu cobro. Eu também me sinto insultada. E a minha secretária, que cuidou há anos... A linguagem do reino de Deus é oferta. Exato. Se a pessoa quer te dar uma oferta...

a minha secretária ela era treinada por mim pra atender os pastores que ligavam perguntando quanto que é o cachê e eu me ofendia, aí eu falei pra ela eu quero que você se ofenda, e eu quero que você mantenha a calma e diga pra ele não tem cachê, é o valor que o senhor puder, e aí eles ficavam tentando de qualquer jeito arrancar dela um valor aí ela falava, é o valor que a sua igreja puder aí diz que tinha pastor que do outro lado começava a chorar aí aí

Chorar compulsivamente no telefone com a secretária, porque ele há anos não via isso. Isso tem mais de 15 anos atrás que acontecia, né? Porque depois eu parei de ministrar da forma como eu ministrava, comecei a trabalhar só realmente fazendo os trabalhos missionários, não atendia mais igreja de final de semana. Mas o que eu tô vendo, olha, eu tô vendo que muitas pessoas aqui contando, né? Muitas pessoas se identificando com o que eu pedi pra eles falarem.

Por quê? Porque a verdade é que a gente vai entrar num processo que a gente precisa educar o povo para saber. Vai ter gente boa, vai ter gente ruim, não dá para generalizar.

É verdade. E a Bíblia fala, olha, de Deus não se zomba, aquilo que o homem semear, ele seifará. Quem semeia na carne, da carne seifará corrupção. Quem semeia no espírito, do espírito seifará vida e paz.

Toda pessoa que começa a viver uma vida dissimulada, quebrando o espírito de Cristo, rapaz, essas pessoas não vão longe, mais cedo ou mais tarde, é escândalo, e daqui a pouco está, infelizmente, deixada para trás.

É, vai colher, né? Agora, isso que você falou, é um princípio. É melhor dar do que receber. De graça receber e de graça dar. Sim. É um princípio. E muitas pessoas acabam se ferindo, que eu vejo hoje, eu quero hoje tentar...

dentro da minha, uma gota no oceano, o meu trabalho, tentar socorrer o máximo de pessoas possíveis, né? O que realmente movia o coração de Deus, o que movia o coração de Jesus? Pessoas, né? Deus morreu por pessoas.

Então, dentro desse trabalho que eu tenho feito missionário já há alguns anos, eu chego nas igrejas e busco falar isso para as lideranças. Falar, olha, a gente precisa gerar no nosso coração uma vocação pastoral. Parece que o Ministério Pastoral está em extinção. Não sei se vocês percebem isso. A gente tem muitos pregadores, a gente tem muitos evangelistas.

mas a gente tem poucos pastores. E há uma seara gigante e poucos são os ceifeiros. Eu entendo que os pastores são os ceifeiros, porque eles vão realmente cuidar das ovelhas. Quantidade de líderes hoje que são pastores verdadeiros, que ninguém conhece...

E não tem como você ir recorrer. Eu passei por uma situação quando a minha igreja fechou, minha pastora faleceu, minha igreja fechou, fechou o CNPJ da minha igreja. Todo mundo que me acompanha sabe que eu falo abertamente disso. Eu sofri muito. Eu levei uns quatro anos para reencontrar uma igreja para eu congregar. Eu, pastora Sarachiva.

Eu fico imaginando, então, uma pessoa que, de repente, está numa situação... Não é conhecida. Se eu, uma pessoa conhecida, eu chegava nas igrejas, eu tinha dificuldade. Então, assim...

Hoje, o que a gente poderia, vocês como líderes, poderiam dizer para os pastores que estão nos assistindo? Qual conselho, qual palavra? Porque o que eu digo, humildemente, pela minha experiência, eu digo assim, gente, nós precisamos reavivar o chamado pastoral, porque ele é vocacional. Você concorda comigo que é uma vocação?

Então, olha só, Sara, sabe que é muito mais gente que você imagina que tem uma identificação com essa vocação pastoral. Eu sempre digo, não é você que escolhe o seu dom, é o seu dom que te escolhe. Nem todo mundo, como você falou, tem um perfil motivacional.

de pastor, de cuidar de gente, de ouvir as pessoas. Mas, normalmente, eu diria que 50% das pessoas têm isso. Elas só precisam de ser ativadas, treinadas. Eu trabalho com uma escola, que é uma escola...

Apesar de ser uma escola curta, é uma escola exatamente de ativação pastoral. E você não está aqui hoje por isso, né? Promover esse pastoreamento inteligente. E conta para o pessoal, você não está aqui presencial hoje por isso, né?

Isso, inclusive agora no sábado, que eu cheguei da Coreia agora, foi na segunda-feira, e sábado já a gente começa aqui a escola, né? Então uma semana aqui bem corrida, né? Mas é impressionante a quantidade de pessoas que apesar de não ter um título de pastor, porque pastor não é título, Sara, é função.

Entende? Às vezes você tem várias pessoas na igreja que elas estão ali cuidando de gente, visitando, orando, ajudando as pessoas. Aquele coração realmente pastoral. E quem levanta é Deus. Quem levanta os pastores são Deus. É Deus.

Uma coisa bem interessante é porque, nessa questão, antes, o treinamento teológico, quer dizer, o cara fazia lá um seminário de quatro anos, quando ele terminava os quatro anos, ele saía condenado a ser um pastor, mesmo que ele não fosse vocacionalmente.

Como assim condenado? Talvez você já viu uma pessoa que tem um perfil motivacional mais profético, ou apostólico, ou evangelístico, no lugar de um pastor, pastoreano? Já vi várias vezes.

Você vê que não é o lugar do cara. Não é. Entende? Mas como ele fez o seminário, ele saiu de lá condenado. Então ele está tentando ser uma coisa que ele não é vocacionalmente. Ele não tem essa índole nele.

O profeta, quando o cara prega, você só vê pelo de ovelha subindo. Entende? Aquelas palavras mais diretas. Porque o profeta é assim. É preto no branco, principalmente se ele não é muito maduro. Se não tiver um pastor depois pra juntar os pedaços, a igreja acaba dividindo.

Mas é muita gente hoje, porque às vezes eu tenho um olhar, como eu estou muito nessa área, e na Jocum, nós somos uma missão interdêmio nacional, a gente treina uma média, na nossa base passa uma média de 1.500 pessoas por ano. Então é muita gente que a gente treina. E como que essa...

Essa competência, vamos colocar assim, essa competência pastoral, isso tem avançado demais aqui na igreja brasileira. É impressionante. E é por isso que muitas igrejas realmente estão crescendo assim, tremendamente. Por exemplo, você pega a igreja da paz, o pastor Eib Ube. Ah, eu amo ele. É uma igreja que zela por uma cultura de cuidado.

e tantas outras. Igrejas que, inclusive, usam o nosso conteúdo, eu diria que são centenas de igrejas hoje. É muito animador. Eu estou muito empolgado com o que Deus está fazendo com a igreja brasileira. Eu acho lindo o seu otimismo. Agora, o que você falou sobre a internet, sobre a internet, o que acontece? Muita gente que deveria ter visibilidade não tem,

E muita gente que não deveria ter tanta visibilidade acaba tendo. Isso. Porque, assim, a internet é democrática. Se o cara é meio esperto, ele sabe manter a pose, ele é carismático, né? Então, essa coisa é mais plástica, mais da aparência, mais Instagram. E, normalmente, as pessoas mais genuínas...

elas não ficam muito à vontade com isso. E elas acabam não tendo, sei lá, tanta visibilidade. Mas sempre vão surgindo as oportunidades, mas eu estou muito animado com o que Deus está fazendo.

Apesar que a internet é uma ferramenta também que você vai usar para o bem ou para o mal. Quero ver se o Lene usa para o bem a sabedoria e pegue uma pergunta boa enquanto eu vou ao banheiro. Vamos lá. Tem uma pergunta aqui que é da Grazi. Ela falou o seguinte. Por que as pessoas cometendo, às vezes, o mesmo tipo de pecado, em umas o demônio manifesta e em outras não? Por que a pessoa cometendo o mesmo pecado e aí você ainda não mora ainda?

Ah, fulano pecou, mesmo pecado a outra, mas um ficou endemoniado, o outro não. Então, veja bem, tem uma série de fatores que podem estar por trás de um endemoniamento. Um dos principais é passividade, quando...

a passividade é uma tolerância, é uma situação absurda. Então, a pessoa, se ela não reage, é aquela pessoa que não reage. É aquela pessoa que se acomoda.

É. Então, esse é um aspecto, mas muitas vezes tem a ver com... A ocultação, eu creio. Um propósito. Porque, assim, normalmente, quando uma pessoa sofre um endemoniamento, ela está tomando uma pisa do mundo espiritual.

Entende? Ali é uma mensagem muito clara que tem uma desordem significativa na vida dela. A questão não são os demônios. É aquilo que eu falei. Demônio só é a febre. Não é a infecção. A infecção não é o demônio. Demônio é só a febre. E às vezes aquilo está sendo, vamos dizer assim, está sendo um confronto espiritual

Por que Deus permite isso? Uma pessoa sofrer um endemoniamento? E tem endemoniamentos horríveis. E normalmente essas são as pessoas que mais vão ser transformadas lá na frente.

a pessoa entende o recado que o mundo espiritual está dando, e daqui a pouco ela alinha o coração dela com o reino de Deus, ela conserta o que tem que ser consertado, mas é difícil a gente generalizar uma resposta para isso. Eu diria que cada caso é um caso, que teria que ser analisado com seus detalhes.

E você? O que você acha? Eu entendo que essa situação que ele colocou é ocultação.

Eu também entendo assim. 1 João 1, 7. Se andarmos na luz, não está andando na luz, então o sangue de Jesus Cristo só purifica. Está lá, condicional. O sangue purifica quando a gente anda na luz. Que é o que muita gente quer falar assim. Ah, não, mas é porque Deus já é poderoso, Ele já está soberano, maravilhoso e reinando. O problema é você não estar parecido com Ele. Está andando nas trevas, no oculto.

Aí você tá abraçado com um capeta querendo dizer que pertence a Deus. Fica difícil, né? Uma hora toma uma pisa, né? Uma hora vai ser humilhado. Uma hora toma uma pisa dessa e se converte de verdade. Ou não, né? Às vezes vai ser humilhado cada vez mais. Porque tem gente que quer continuar fazendo as coisas erradas e continuar insistindo. Não, mas eu sou de Jesus.

Mas olha só, hein, Sara? Aquilo que eu falei sobre a passividade

normalmente, assim, isso, estou dizendo mais na prática, porque a gente, vamos dizer, a gente convive com os bastidores de muita gente. No aconselhamento, você tem que ter acesso aos bastidores da vida das pessoas. E muitas, normalmente, as pessoas que mais manifestam demônio são pessoas que desenvolveram passividade. O que eu falei, a gente precisa ter uma conversa mais longa sobre isso, porque é um assunto profundo.

Mas a passividade vem de uma tolerância a uma situação absurda. Talvez a principal raiz de um quadro, de uma estrutura de passividade, tem a ver com, por exemplo, casos de abuso sexual na infância, caracterizado por ameaça. Então, imagina uma criança lá que começa a ser abusada sexualmente.

E ela é abusada uma vez, é outra, é outra, é outra. Esse quadro vai se estruturando. E daqui a pouco, aquilo que no início era um absurdo, que fazia ela se sentir suja, que fazia ela se sentir a pessoa mais indigna do mundo, ela acostumou com aquilo.

E ela acha normal. Ela já acha normal. Às vezes já não é mais o abusado. Ela se tornou uma coisa, aquilo para ela se tornou uma coisa indiferente. Isso. Já não é mais o abusador que procura o abusado. É até o abusado que procura o abusador. Isso é a passividade. É você aceitar como normal uma situação que é dilacerante, que destrói você por dentro, que mutila a sua autoestima.

E essa passividade começa a migrar para outras áreas da vida. Então a pessoa não sabe mais dizer não. Ela não sabe reagir ao pecado. Ela não sabe mais colocar limites.

Agora, quanta gente que está sem? Isso. Então, essas são as pessoas mais vulneráveis aos demônios. Então, quando vem um demônio, em vez dela posicionar e reagir, ela não reage, ela cede. Entende? Por isso, até... Você lembra que você comentou aí que algumas pessoas endemoniadas, você chama ela pelo nome? Exatamente. Por causa da passividade. É uma maneira de você gerar um estímulo para a pessoa poder reagir.

Sim, tirar a pessoa daquele comodismo, né? Isso. E tem pessoas que ficam assim a vida inteira, que às vezes no leito de morte que elas vão se abrir e vão confessar. E vão ser salvas, né? Vão ser salvas. Mas poderiam ter falado isso logo no começo. Você vê que a própria falta de confissão... Precisava viver escravizado.

Você vê que essa falta de confissão tem a ver, às vezes, também com a facilidade. A pessoa fica com aquela mordaça, a famosa lei da mordaça, e quanto mais a pessoa cala, mais ela adoece. Isso é até um princípio da medicina, quando você cala, o corpo fala.

Você vê que muitas doenças têm a ver com o silêncio do pecado. Salmo 32, enquanto calei o meu pecado, os meus ossos desmereceram. A pessoa entra num processo crônico de adoecimento.

e que hora que você vai ver tem muito a ver com as estruturas de facilidade. Sim. Você ia falar alguma coisa, Apóstolo, sobre isso? Nessa resposta, né? A pergunta foi essa, enquanto você estava no banheiro. Por que que às vezes a pessoa está com o mesmo pecado? O mesmo pecado. Mas um fica endemoniado, o outro não.

Está dentro disso, da passividade, justamente porque a pessoa oculta. Ela acaba convivendo com aquele pecado, achando que é normal. Que é o que também a gente chama de iniquidade. É quando não incomoda mais, você vai virando uma coisa de estimação, vai virando estilo de vida. O pastor Cote falou algo no início sobre raiz. Quanta gente...

Está combatendo o efeito e não a raiz. Está indo na causa e não na raiz. Sempre, para qualquer coisa que eu soube. Está indo no sintoma, né? Está indo só no sintoma e não na causa. Não vai investigar a raiz.

E quando a pessoa investiga a raiz, a pessoa é curada, a pessoa é liberta. Exato. E eu acrescento também uma coisa que eu, pela minha experiência de campo missionário, pela minha experiência das andanças, de tantos lugares que eu já fiz congresso de libertação, expulsando muitos demônios, o que eu já percebi é o seguinte. Existem pessoas que a categoria de demônios que atua naquelas pessoas são demônios de mais baixo nível.

Quanto mais baixo o nível do inferno, mais eles manifestam e fazem escândalo. São menos poderosos. Quanto mais alto o grau do demônio, mais difícil ele manifestar. Os territoriais. Porque existe uma hierarquia. Sim, que nem os anjos. É de principados, potestades. Tudo vai descendo até chegar lá embaixo, na ralé.

A ralé é o que mais manifesta. O que é mais difícil manifestar? Os demônios acima mais pro satanismo, desse nível mais violento. Por quê? Porque geralmente eles não trabalham em possessão com a coisa de fazer escândalo. Eles trabalham muito com fortalezas da mente. Os demônios trabalham com fortaleza da mente, eles...

muito com sofismo, intelecto, sofismo é engano. Eles trabalham muito com trava no intelecto, na mente, no pensamento. Então, eu me lembro que eu tinha muitos desses demônios. E eu ficava... Eu ia para a fila de oração e falava, não, hoje eu vou manifestar. Não, eu tenho que manifestar. E eu não manifestava.

É isso que, hein, Sara? É o que Paulo chama lá as fortalezas da mente. Que no grego a ideia é essa. São prisões construídas por raciocínios contrários à sabedoria de Deus. E era bem claro.

Então hoje você vê, por exemplo, pessoas entenebrecidas por ideologias nefastas, inclusive que propõem uma inversão total de valores. Exato, eu tinha isso. Eu me lembro de eu estar sentada dentro do culto e aqui vai ter gente que vai se identificar. Eu estava sentada enquanto o pastor pregava a Vilela. Eu me lembro dentro da minha cabeça, pastor Cote, as vozes falavam assim, como que ele pode ter certeza disso?

Questionava tudo o que o pastor falava. Eu já tinha me convertido. Eu já tinha aceitado Jesus.

Eu já tinha crido, já tinha sentido a presença de Deus, mas esses demônios falavam, e era muito nítido o questionamento, era muito forte o questionamento, e aí o pastor falava, vem aqui, quem quer oração? Eu ia correndo pra frente, eu falava, não, hoje eu vou endemoniar, não, hoje eu vou manifestar, porque não é possível. E aí com o tempo eu fui entendendo, quanto mais alto nível, e a minha família foi envolvida com coisa muito pesada, coisa tipo de ufologia, que são os capetas mais alto nível.

Não é os demônios mais baixo nível, não. É mais alto nível. Então, eles mexem muito nessa esfera do intelecto, do racional. Eles travam o teu racional. Você não consegue flexibilizar e questionar.

E eu me lembro que o processo de libertação que eu passei foi lento, que era um processo dessas fortalezas serem quebradas. E a única vez que eu fiquei endemoniada, que eu manifestei, eu não manifestei na inconsciência, porque tem gente que cai endemoniado, fica inconsciente, acorda e fala assim, o que aconteceu? Eu não vi nada. Eu não, a única vez que eu fiquei endemoniada, eu fiquei presa dentro do meu corpo.

Eu vi tudo acontecendo e eu não conseguia me mover. Foi quando eu fui fazer a renúncia da aliança sexual. Já contei aqui outra vez em outra participação que eu fiz do podcast. Eu já contei. Quem não assistiu, assiste. Depois dos outros episódios, você vai saber. Que foi a primeira vez que eu vim e eu contei essa experiência. Foi quando eu fui fazer a renúncia...

do relacionamento com o cara que eu caía sempre. Era um namorado do mundo que eu tinha, que eu acabava caindo no pecado sexual com ele. Então, eu não conseguia deixar esse cara ir. No dia que a gente foi fazer a oração de renúncia das alianças sexuais, quando eu fui renunciar a esse cara, o demônio que estava nele...

Através da ligação que eu tinha com ele, veio e travou toda a minha boca, meu corpo. E eu fiquei possessa, de modo que a minha mão fechou, minha mandíbula travou. Eu comecei a fazer força pra tentar falar e eu não conseguia. Ele travou e congelou todo o meu corpo pra eu não orar, pra eu não renunciar.

Porque se eu renunciasse, ele perderia essa ponte, dessa conexão que ele tinha para vir até mim. E ali foram duas tentativas dos meus líderes, que fizeram o pastor Sérgio e a pastora Cíntia, que me discipularam, fizeram a libertação comigo dentro do gabinete pastoral. E ali, na segunda tentativa, foi que eu consegui fazer a oração.

na hora que eu falei o nome do cara, aí eu berrava, era aquele choro gritado, aquele visceral que era bem nítido de uma manifestação, de uma libertação misturada com manifestação. Nunca mais eu voltei pra aquele relacionamento, nunca mais eu caí com aquele cara, nunca mais eu senti saudade do cara.

Então ali foi uma coisa sobrenatural que eu vivi. Mas foi a única vez. Desligou a alma. Desligou o espírito e a alma. Porque eu tinha uma conexão com ele que ia além de laço de alma. Então o que é muito difícil para explicar para algumas pessoas é porque na nossa teologia a gente fala muito do laço de alma.

Mas tem o espírito. Mas tem a conexão de espírito. Por exemplo, o cara que dorme com a prostituta, ele não faz laço de alma, porque o laço de alma é sentimento. O cara que dorme com a prostituta, ele faz pacto de espírito e pacto de sangue. Porque ele troca fluido e ele troca espírito. E ele não faz o pacto de alma. Ou seja, se a gente for só fazendo quebra de laço de alma, a pessoa que fez pacto com o prostituto, a gente não consegue fazer a quebra.

E aí eu comecei a entender isso e vi que em alguns casos, realmente a pessoa não tem a mesma manifestação. Às vezes por causa da categoria de demônio. A categoria de demônio também muda a forma de manifestação. Eu fiz uma libertação num menino que estava envolvido com satanista, com satanismo, ele estava como satanista. Ele caiu endemoniado igual uma pedra no chão.

igual um morto e ficou meio que em coma também. Buf, caiu no chão. Ali nós vimos uma articulação demoníaca diferenciada que é bem da categoria de demônio que ele se envolveu. Tem isso também na experiência de vocês? Tem, após? Eu vi uma manifestação do demônio do intelectualismo. Você viu? Vi.

Foi uma reunião numa casa, uma ministração. Não fui eu que ministrei, foi uma pastora. Ela tinha sido espírita, passou lá pela macumbaria e tal. E ela via muito o reino espiritual. E ela detectou que era o demônio do intelectualismo no homem. Ela foi direto e ele caiu duro.

seco no chão. Duro, duro, duro. Igual a pedra. E ele gemia assim. Mas ele foi liberto. Mas não é aquela manifestação, aquele escândalo. Não. E você, Pastor Cote? Você já percebeu que também existe diferença de acordo com a categoria de opressão, com a categoria de espírito que está operando?

Provavelmente sim. É difícil a gente afirmar como isso funciona exatamente. Eu trabalhei mais ou menos uns 20 anos com evangelismo e no evangelismo você vê muita... Eu normalmente faço uma diferenciação, sabe, Sara, entre expulsão de demônio e libertação. Sim.

São coisas assim Um pouco diferentes A expulsão de demônio Ela está muito relacionada com o ministério evangelístico Às vezes você está pregando Num lugar que tem muitas pessoas incrédulas Que ainda não conhecem a Deus Aí elas entendem o evangelho Quando elas vão aceitar

um apelo, por exemplo, acontece uma manifestação demoníaca. E aí, lógico, você vai expulsar aquele demônio. Qual é o propósito disso? Que a pessoa esteja livre para fazer a decisão que ela tem que fazer a favor de Jesus.

Sim, porque aquele demônio não quer que ela vá à frente, não quer que ela seja Jesus. Eu já vi muito isso acontecer, e lógico que a expulsão de demônio, ela acaba fortalecendo a mensagem evangelística. Quem está ali e vê o que está acontecendo, fala, puxa vida, deixa eu aceitar. Jesus também vai sair dele e entra em mim, né?

Agora, libertação, que é o que eu trabalho mais hoje, libertação não é você lidar com demônios. A gente não lida com demônios. Nós vamos lidar com inimizades, amarguras, estruturas de passividade.

As feridas da alma. As feridas da alma. Iniquidades geracionais. Então, você vai lidar com o lixo da alma. Você vai lidar com o lixo. A libertação é você tirar o lixo. Você deve conhecer aquela ilustração do lixo, né? Imagina, numa sala, o pessoal escolhe um canto e começa a julgar lixo. Se acumulou lixo, principalmente se é lixo orgânico...

ele vai começar a produzir parasitas. Vai vir mosquito, vai vir barata, vai vir aranha, vai vir rato. De repente, corre uma barata, você mata. Para cada barata que você matou, já nasceu mais dez. Entende? O que é libertação? Não é você ficar matando barata, expulsando demônio, entende? É você chegar e remover o lixo.

Exatamente. Quando você remove o lixo, junto com o lixo, as parasitas vão embora. Então, na libertação, o que a gente faz é isso. E eu te digo mais... Os homens são colaterais. Exato. Não é um problema. E eu te digo mais, hoje em dia, eu nem faço certas orações se eu não tiver uma oportunidade para tratar o povo.

Exatamente. Porque eu já sei que vai manifestar e que se manifestar eu vou expulsar, mas se aquela igreja não estiver preparada pra cuidar, eu vou jogar aquela pessoa no sal.

porque aquela pessoa vai voltar para a prática, vai receber sete vezes mais. Algumas pessoas perguntam para mim, ah, pastora Sara, por que você não faz assim nas lives algumas orações de libertação? Eu falo, ué, mas que irresponsabilidade. Quer dizer, eu pego no meio de uma live, sem saber quem está ouvindo, faço uma oração de libertação com a pessoa, aí a pessoa que não tem entendimento, que está com o ninho do lixo guardado.

Não tem um facilitador pra ajudar, ainda não tá congregando numa igreja, não tá num lugar que ela pode ser ajudada. Eu não tô ali pra ajudar aquela pessoa. É um perigo, né?

Por isso que é muito importante, assim, quando a gente trabalha com libertação, o ensino, né? O ensino bíblico. Lógico, nós estamos comentando algumas coisas aqui de uma maneira, assim, um pouco mais abrangente, superficial, mas quando a gente tem oportunidade de conciliar o ensino com a libertação, é algo muito poderoso. Porque a Bíblia fala, o justo é liberto pelo entendimento.

Até nos... a gente tem alguns cursos que na verdade são imersões, então a pessoa fica ali, a gente fica ministrando, ensinando, à medida que a palavra de Deus vai entrando, que o entendimento é renovado, e é impressionante, quando você vai fazer o atendimento da pessoa, a libertação dela flui assim quase que naturalmente, sem precisar de expulsar demônios, sem precisar de nada.

Sim. Entende? Por isso que eu costumo dizer, a maior crise hoje da igreja é a crise da ignorância. Não tem nada mais maligno do que a ignorância. A gente precisa tirar as pessoas da ignorância em todos os sentidos. Principalmente no sentido espiritual. Principalmente, pastor, que eu vejo que quando a gente teve há mais ou menos uns...

Uns 25 anos atrás, 30 anos atrás, a gente teve o boom da visão celular. Eu nasci, espiritualmente falando, numa igreja da visão celular, que era o modelo dos 12, que botava todo mundo como líder. Todo mundo era líder, todo mundo era líder. Eu nasci numa igreja assim, eu sou apaixonada com a visão. Só que eu vi também muitos aproveitadores. E aí houve um boom, um levantar de muitos líderes despreparados.

E eu vejo que nós, como igreja na Terra, especialmente no Brasil, que eu não vi muito isso tanto nos Estados Unidos nem na Europa, lá eles parecem que têm outros problemas. Mas aqui no Brasil vi um crescimento e muita gente sem conhecimento, que é isso que você falou, a ignorância, a falta de conhecimento. Então, muita gente foi levantada como líder, já foi assumindo, já foi assumindo a igreja.

e não tinha conhecimento do básico. Por exemplo, os cursos que você faz, a escola é a Eifol, certo? Acertei o nome? Isso. Fala um pouco para as pessoas, por exemplo, que estão nos assistindo, porque eu acho o máximo esse trabalho que você faz, é um trabalho... Você só recebe pastores, a pessoa para fazer, qual é o critério? Só líderes? Como é que funciona isso da Eifol? Então, veja bem, o nosso público-alvo principal são pastores.

É uma escola que se propõe a formar pastores nesse padrão de aconselhamento da libertação. Mas é uma escola, assim, no andar da carruagem, a gente percebeu que a gente tem um público mais heterogêneo.

Porque às vezes a gente tem pastores, tem novos convertidos. A gente acaba tendo mais a ganhar do que a perder. Obviamente que se vem um novo convertido, porque a escola também fundamenta muito em termos de discipulado, de colocar os alicerces mesmo para uma vida espiritual responsável. Que maravilha.

Então, ela vai servir, seja para o novo convertido ou seja para um pastor já experiente. E quanto tempo dura? Eu sei que vocês têm um curso, uma escola de 30 dias, não tem?

Na verdade, isso está modulado. O módulo 1 é uma imersão. É uma imersão. São 30 dias? A primeira tem de 12 dias. Mas tinha antigamente 30, que o pessoal ficava lá internado. Não, não. Mas nós mudamos, porque 30 dias era muito extenso. Nem todo mundo conseguia, né? Moisés ficou 40 dias no monte. Quando ele voltou, o povo já tinha feito o bizerro.

O pastor fica 30 dias fora da igreja. Quando ele volta, rapaz, é um piseiro de ouro para todo lado. Exato. Então, nós criamos um cronograma, assim, um pouco menor. Compacto, né? Um pouco mais compacto, mais modulado. Hoje são três módulos. Sim.

Que maravilha isso. E aí as pessoas que quiserem, elas têm esse acesso, se elas entrarem no teu Instagram, se elas... Tem, né? Lá tem a nossa agenda da IFOL, né? É a Escola Integral de Formação de Libertadores. Eu gosto muito de palavras que são bíblicas, né?

E até uma das coisas que a gente faz nessa escola é redimir o conceito de libertação. Porque libertação ficou resumido só a expulsão de demônio. É só expulsão, é só descapetamento. Exato, eu gosto muito, pastor Corte. Mas a gente precisa de redimir isso. Exato.

É muito lindo esse conceito da libertação. Eu acho muito legal. Já falei aqui num podcast de um exemplo que é seu, que é da sua autoria, pelo menos até hoje, foi só você que eu vi, falando que é a história das moscas na ferida do lombo do cavalo. Não tem essa história? Ah, sim. Você pode falar um pouquinho sobre isso, professor?

Não, porque a Bíblia denuncia uma entidade demoníaca chamada Paal Zebub, que está lá em 1ª Reis, que o significado é isso, é o senhor das moscas. Quer dizer, é uma entidade maligna cuja função, cuja tarefa é parasitar as feridas das pessoas.

se alimentar da amargura delas, do ódio irracional delas, o ódio ideológico delas. Então, são entidades malignas que elas, vamos dizer, aprisionam as pessoas na amargura e ficam parasitando essas feridas da alma, essas feridas do coração. Eu não fecho a ferida.

E eu expulso as moscas. É, porque veja bem, assim como Deus habita nos louvores, esses demônios habitam nas feridas das pessoas. Inclusive, assim, um ensino que a gente aprofunda muito a conversa, porque a gente tem várias aulas sobre isso, que são onde a gente vai discernindo e tratando das principais feridas sociais. As feridas sociais.

como às vezes o divórcio, a depressão, toda essa síndrome da concepção de um filho fora da aliança, desprotegido porque não teve uma aliança de casamento, aborto. Tudo isso cria feridas, tudo isso.

Ah, com certeza, né? Com certeza. Inclusive feridas que elas vão ter impactos geracionais. Por exemplo, essa questão da bastardia, né? Porque o que protege uma pessoa é o casamento dos pais. O que é o filho bastardo? É o filho ilegítimo, o filho desprotegido, que foi concebido sem que os pais fossem casados.

Então, essas pessoas vão ter uma série de desvantagens. Elas, normalmente, estão mais susceptíveis a abusos sexuais na infância, abusos emocionais. Tudo tem uma causa, tudo tem uma história. Aí, é esse discernimento não só das escolhas pessoais, mas do sistema familiar. Aí, você começa a ter um paradigma mais completo para poder ajudar as pessoas.

Sim. Lenny, o pessoal está reclamando que o apóstolo está falando pouco. Eu acabei de ler. O que você acha disso, apóstolo? Vamos fazer uma pergunta agora. Tem uma pergunta aqui que chegou agora. Uma pergunta do Lucas. Ele está falando aqui, o conceito de batalha espiritual muitas vezes gera dúvidas até dentro das igrejas. Na prática, como ela acontece no cotidiano das pessoas? É uma pergunta que mandaram para o apóstolo aqui.

Ok. O pastor Cote falou muito sobre isso, sobre as legalidades. Um demônio, uma situação espiritual maligna, ela só pode atuar quando há legalidade, quando ele recebe a legalidade. Sim. E aí acontece, muitas vezes, essa batalha diária.

porque a pessoa ainda não detectou e não sabe o que é. E aí que precisa de uma investigação para saber a brecha que foi dada. Uma investigação, essa palavra é importante. Uma investigação espiritual na vida da pessoa para saber aonde está a brecha.

que tipo de legalidade aquele espírito, aquele demônio recebeu para atuar na vida daquela pessoa. É só mesmo uma investigação. E precisa procurar o pastor que entende sobre isso. Precisa de ter ajuda, né? E ajuda, justamente.

para que a pessoa seja liberta e para ela vencer essa guerra. Mas nós falamos pouco sobre guerra espiritual mesmo. Principalmente territorial. Territorial. Questão territorial, que é uma das coisas que o povo não sabe nada. O que eu vejo de gente que não entende nada de questão territorial, até líderes.

que eu falo, o senhor sabe como é que é, é questão territorial, aonde você está, você já teve consciência de quais são os espíritos territoriais daquele lugar que você está, qual é a ação do espírito principal que está ali naquela, toda vez que eu vou fazer missões em um lugar, a primeira coisa que eu faço é passar 15 dias em oração, jejum, orando para Deus me mostrar contra qual espírito territorial eu vou lutar.

Porque, veja bem, tudo tem uma origem. E um estudo que é importante ser feito, qual a origem de determinado povo daquela região? Que povo veio habitar primeiro ali? Porque, geralmente, essas pessoas consagram a uma entidade...

Aquela terra. Então aquilo ali já tem história de consagração. Estudar a história. Eu fiz isso uma vez em Portugal e fui estudar a história de uma cidade lá. E aí fui ver que uma coisa era muito antiga. Tinha uma igreja, tem uma igreja, que é milenar. Ela tem mais de mil anos. E em volta dessa igreja tinham túmulos.

onde as pessoas eram sepultadas ali. Então, aí eu fui investigar, fui numa biblioteca para pegar as origens e fiz todo um estudo de todo o histórico para que se descobrisse que espírito que agia ali. É uma coisa impressionante. Vinha da Idade Média, antes até da Idade Média, porque aquela igreja tinha sido fundada no ano 1000.

Não, no ano 1100. Meu Deus. Isso foi em Portugal. Então, para a gente saber como guerrear, primeiro precisa descobrir as origens. E aqui a entidade foi consagrada. E uma coisa importante que a gente fala muito é sobre a unidade.

Você não vai entrar numa guerra espiritual sem que naquela localidade, naquela cidade, se proponha uma unidade dos pastores. Até porque a Bíblia não diz que as portas do inferno não prevalecerão contra um, e sim contra a igreja. Ou seja, se você está sozinho e você vai de frente com o principado, com a potestade, vai marrer, como diria o Tiririca.

Vai marrer, porque tá de brincadeira. Assim, só abrindo um parênteses, você volta. Eu fui uma vez a Washington com os amigos passear.

No meio do passeio, na frente da Casa Branca lá, um deles falou, vamos agora orar, vem aqui, Sara, vamos estender a mão e orar contra o Principado. Eu falei, como é que é, meu filho? Falei, você tá mais perdida que segue em tiroteio? É ruim de eu ir aí levantar a minha mão? Primeiro, Deus não me mandou fazer isso. Segundo...

Você está doido? Você tem alguma noção da patente espiritual que você tem que ter? Você está aqui com algum líder de alguma igreja, com um corpo de Cristo aqui, que tem a patente territorial, para você entrar em uma oração contra o principal daquele território? Aí ele ficou todo sem graça, achando que eu tinha pouca fé. Fala, apóstolo, por favor.

E aí, mediante essa unidade, o que é essa unidade? Se faz um jejum de 40 dias, eu já participei disso. E nesse jejum, os pastores se encontram todos os dias, numa determinada igreja, não precisa ter um líder, mas sim, como eu falei, uma unidade. E eles se encontram, e ali eles oram juntos, pedem perdão pelos pecados.

que foram cometidos por aquelas gerações anteriores.

E vão pedindo perdão a cada dia, pedindo a libertação, pedindo perdão. E essa unidade, juntamente com esse jejum, vai fazer com que Satanás, esse principado, comece a soltar as pessoas. Sim. Porque o maior problema para Satanás, a arma mais potente contra Satanás é a unidade. Verdade, que é o corpo, né? É o corpo.

É o que é ser igreja. Você sozinho não faz muita coisa, mas em unidade. E daí a importância de congregarmos. Que muita gente é desigrejado hoje em dia. E acha que não, eu busco a Deus na minha casa. Você pode começar, mas você tem que lutar para congregar. Até porque, é o que o pastor Cote falou, há um crescimento muito grande quando a gente se reúne.

Eu ouvi uma vez um pastor dizer que é uma lixa. A gente lixa um ao outro, vai ficando todo mundo lisinho. Que a gente vai se lixando, vai se tratando. E no livro de Hebreus, presume-se que Paulo escreveu o livro aos Hebreus. Ele fala lá em Hebreus 10, 25, que é errado não congregar. Ainda mais quando você vê que aquele dia está chegando.

Verdade, temos que nos preparar. E essa questão territorial, vamos falar um pouco mais sobre isso, pastor? O que você acha sobre essa questão territorial? Então, olha só, os mesmos princípios que você usa para libertar uma pessoa, você também usa para libertar um território, seja uma cidade, uma nação.

A Bíblia fala assim, se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, orar, se arrepender dos seus maus caminhos, buscar a minha face, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.

Então, veja bem, tem pecados, Sara, que eles ferem a terra, eles adoecem a terra. Esse conceito do adoecimento da terra é um conceito muito bíblico. Inclusive, aparece essa terminologia, não sei se você se lembra.

Quando Deus fala assim para Israel, olha, se vocês continuarem praticando os mesmos pecados dos cananeus, assim como a terra vomitou os cananeus, a terra vai vomitar vocês. Porque o princípio de conquistar a terra é mansidão. Jesus disse, os mansos herdarão a terra. Exatamente.

Então, quando tem pecados, inclusive a Bíblia, você vê lá em Ezequiel, a Bíblia fala sobre quatro pecados que ferem a terra, que é o derramamento de sangue inocente, o adultério, a idolatria e a apostasia. Em Levítico 18, ele dá mais alguns outros pecados, falando sobre perversão sexual e etc. É, em Jeremias 3, ele fala muito...

muito em Jeremias capítulo 3, é muito intensamente sobre vocês estão me adulterando, profanando a terra, adorando o pau e a pedra. Então ele fala muito sobre isso em Jeremias 3.

Quando uma sociedade começa, você vê muito derramamento de sangue inocente, muita imoralidade, muita destruição de família, a terra começa a adoecer. Até no inglês é o termo sick, de ficar enjoado. A terra fica enjoada. Como é que você sabe que uma terra, que uma cidade está doente, que uma nação está doente? Ela começa a vomitar os moradores.

Por exemplo, Venezuela está vomitando os moradores. A Síria está vomitando os moradores. A Califórnia está vomitando os moradores. As pessoas não querem ficar lá mais. Então, quando você vê esse tipo de sintoma, as pessoas querendo ir embora de um lugar, você pode saber, isso é um sintoma claro, é um chamado.

a lidar com essas desordens que causaram todo esse adoecimento. Precisa de uma libertação territorial. Não sei se você citou Nova York, quando você falou. As pessoas estão indo embora de Nova York. Nova York! Nova York já tem tempo que estão indo embora. Não, as pessoas estão indo para a Flórida, estão indo para o Texas.

Nova York, depois do 11 de setembro, nunca mais foi a mesma Nova York. Foi um negócio, ali foi profanada a terra porque foi pulverizado os corpos. Cinco anos depois encontraram pilhas de ossos.

em pó, em cima dos telhados, alguns prédios, cinco anos depois, foram achar resíduos de ossos. Então, você imagina, a cidade foi pulverizada por osso, o pessoal ingeriu, respirou osso. No 11 de setembro. No 11 de setembro, teve gente que respirou o osso, porque todo mundo inalou aquele pó de osso de gente. Imagina quanta profanação aquilo ali. Então, Nova York começou a ter um declínio depois dali.

E você vê uma multidão. Mas são questões bem sérias, né? Por isso que, assim, quando você estuda na Bíblia sobre o sacerdócio, né? É muito importante que, no exercício do sacerdócio, a gente precisa desenvolver um apetite pela investigação.

a gente poder descobrir realmente essas histórias, né? Histórias que envolveram muito assassinato, derramamento de sangue, aborto, adultério, quebra de aliança. Porque são pecados que nessa geração...

eles estão normalizados, eles estão normalizados. Mas por que os níveis de depressão, de falência psicoemocional, pessoas em colapsos de identidade, uma verdadeira inversão, pessoas se identificando com animais, pessoas se identificando com sexo oposto. Cara, é uma coisa assim bizarra.

Então, é um quadro que, vamos dizer assim, para quem sabe fazer uma leitura espiritual do que está acontecendo, nós temos aí um chamado, um grito, a terra clamando por redenção e aguardando com expectativa a manifestação dos filhos de Deus.

Agora, Pastor Cote, queria te fazer uma pergunta. Dizem que a depressão é o mal do século XXI. Muita gente fala sobre isso. Agora, a pergunta é a seguinte. Na sua ótica, qual seria a principal origem da depressão?

Eu tenho um livro sobre isso, apóstolo Miguel. É uma conversa bem longa. Como é o nome do livro? Porque eu normalmente, quando eu escrevo um livro, eu vou entrando nessas lacunas da nossa geração, as brechas da geração. A Bíblia fala, procurei alguém que estivesse na brecha.

Então, quando você converge o discernimento da brecha da geração com a sua competência vocacional, você começa a se tornar relevante. Então, uma das principais brechas dessa geração é a depressão. E o título do livro são Raízes da Depressão. Porque, na verdade, a depressão não é o problema. A depressão...

ela só é o sintoma de que algo está morrendo de dentro para fora nas nossas vidas. Nós estamos vivendo sistematicamente de uma maneira que agride a nossa própria natureza. Então, a gente tem que entender que é uma construção.

A pessoa não fica deprimida do dia para a noite. Ela pode ter uma tristeza. Faz parte. Tristeza faz parte da vida. Mas quando você fala num quadro depressivo, onde você já tem a somatização, quer dizer, a coisa já se tornou...

psicossomática, somatizou, já se tornou orgânico. Então, tem uma série de raízes que precisam ser consideradas. No livro, eu falo, eu abordo as sete principais raízes que normalmente frequentam a construção de um quadro depressivo.

ali, por exemplo, eu começo falando sobre a quebra, a violação da lei do sábado, né? Que são os extremos de ansiedade ou ociosidade. Você pode observar, normalmente, a pessoa depressiva é uma pessoa extremamente ansiosa. E, inclusive, a ansiedade dela pode vir da própria ociosidade.

um outro ponto que a gente fala é sobre... Explica melhor essa coisa da lei do sábado relacionada à ociosidade, por favor.

Não, porque a lei do sábado estabelece o equilíbrio entre trabalho e descanso. Bíblicamente, seis dias você trabalha e um você descansa. O descanso só tem sentido com o trabalho. Imagina, se você descansa seis e trabalha um, vai dar ruim. Quebrou. Quebrou a lenda. Ou se você também não descansa.

Aí tem burnout, né? Exatamente. Só que esse descanso, vamos dizer assim, ele tem muito a ver com o seu estilo interno de vida, a maneira como você gerencia as suas emoções. É interessante porque a lei do sábado na Bíblia...

A revelação plena da lei do sábado na Bíblia é o próprio Jesus. Lembra ali Mateus 11, 28? Quando Jesus faz aquela comissão dizendo, vinde a mim todos vós que estáis cansados, sobrecarregados, eu vos aliviarei, aprendei de mim, somance humilde de coração e encontrareis descanso, sabá.

Contrarei o descanso para as vossas almas. O que Jesus estava dizendo? Que o sábado não é só um dia que você guarda, mas é um estilo de vida. E um estado espiritual. Ele estava dizendo, eu sou o cumprimento absoluto de todo esse cerimonialismo que vocês têm guardado por séculos. Eu sou o sábado. Aleluia. E com relação ao ano sabático? É um ano de descanso. O sábado pode se aplicar também a uma semana de anos.

mas o mais importante é que o sábado, como eu disse ele não é exatamente um dia o que adianta você ter um dia de folga mas você é uma pilha de ansiedade, você vive de colapso nervoso você está aguardando o sábado? não está nem disso vai destruir você

Isso vai destruir você. Entende? Então, o sabá tem muito a ver com uma vida de entrega. Porque você só descansa quando você entrega. É isso aí. A Bíblia fala, entrega o seu caminho ao Senhor, confia nele, descansa e o mais ele fará.

Então, quando você aprende a ter uma vida de entrega, você vai encontrar esse lugar de descanso. E é no descanso que você ouve a voz de Deus, que a voz de Deus vem de maneira nítida para você. Esse é um lugar...

habitável, né? Inclusive o salmista fala, aquele que habita no esconderijo do Altíssimo, a sombra do Senhor Deus Onipotente descansará. Então, o descanso é isso. Ele é um lugar habitável, ele é um lugar escondido. Não é muita gente que encontra, não. Hoje, em média, 70, 80% da sociedade está estressada. Você vê que as pessoas não têm uma vida de paz.

Então esse é um tema também, é um tema muito importante que está na base da construção de um quadro depressivo. Tem uma série de outras coisas também. Se Deus não edificar a casa, em vão trabalhos que edificam. Será inútil se levantar de madrugada e ganhar o pão das dores. Aos seus amados, Deus dá o seu renovo.

Isso. Inútil vos será bem cedo levantar também, né? Porque aos seus amados ele dá enquanto dorme. Essa é a verdade. Exatamente. O descanso é um lugar poderoso. Descanso não é passividade. Exato. Esse equilíbrio é desafiador. O Hudson Taylor, que foi missionário na China, Hudson Taylor, ele falava, o meu trabalho é descansar em ti.

Você vê que os milagres de Jesus eram feitos no sábado, porque milagre não é resultado do seu trabalho, é resultado do seu descanso em Deus. Fantástico. Tremando. São os paradigmas de como o reino de Deus funciona. Verdade, como Deus é demais.

Porque eu conheço muitos pastores que estão depressivos. Sim. Impressionante. E olha, uma das profissões mais estressantes que tem, por isso assim, como eu trabalho muito com pastores, eu ouço muito o coração dos pastores, rapaz, tem muito pastor suando sangue, cara, no jet-sen. Eu sei que tem. Os caras não fazem ideia do que é pastorear uma igreja. Não.

Porque é muito fácil você chegar numa igreja e ficar jogando pedra em pastor. É muito fácil. Mas quando você vai considerar o preço que esse cara vem pagando... Rapaz, você lidar com pessoas não é um negócio simples. As pessoas criam expectativas em você que nem...

que você nem faz ideia, que elas criaram aquelas expectativas, e depois elas vão acusar você que você foi o motivo da frustração dela. Pastor, e pior... Esse é o povo que Deus ama, entendeu? E as pessoas que chegam com a projeção de pai e mãe em pastor. Tem igreja que as pessoas chegam a chamar o pastor de pai.

Que eu sou totalmente contra, porque se a alma humana já tem uma tendência a projetar o histórico de infância, quando você ainda valida isso, tem pastor que valida. Chamar o pastor de pai. É verdade.

Cara, isso é uma coisa perigosíssima. Eu entendo o coração dessas pessoas, mas eu não gosto disso. Honestamente, eu não gosto. Inclusive, Jesus disse, a ninguém chameis de pai, senão aquele que está no céu. Entende? Tem uma proibição na Bíblia sobre isso.

Ainda tem respaldo, né? Mas assim, o que eu também percebo nessas minhas andanças é que nós temos uma classe de pessoas que não estavam preparadas para toda essa revolução digital, líderes que nunca se prepararam porque ninguém tinha como se preparar. Nós somos uma geração que está vivendo algo que nenhuma outra geração anterior viveu, que é toda essa ovação da tecnologia.

E muitos líderes caíram de paraquedas em uma situação de comparação. Eu vejo muitas histórias de pastores que entraram num processo depressivo, apóstolo, por comparar-se a resultados. Comparar que a igreja dele não tem a quantidade de membro que a igreja ali tem, que é a outra lá que está famosa. Não tem a quantidade de seguidores. Aí o cara entra num processo de autocobrança.

E muitas vezes ele não tinha um conhecimento para preparar uma equipe que o ajudasse, que o ombreasse. Tem muitos pastores que sempre fizeram tudo sozinhos. E aí eles não têm como crescer...

Porque se ele crescer, ele vai tirar do tempo dele, da família dele, para dar conta. Ele não aprendeu como formar pessoas para dividir o peso. Aí ele entra num processo que é uma bola de neve, que aí ele começa a se cobrar porque ele vê o outro ali crescendo e ele não cresce igual. E eu vejo muitos bons líderes com coração apaixonado por Deus, apaixonado por vidas, mas nessa crise, nesse labirinto emocional.

E principalmente, Sara, quando o pastor é centralizador, ele começa a achar que ele tem que carregar a igreja nas costas. Eu costumo dizer que alguns pastores precisam devolver a igreja para Jesus. Precisam devolver, porque os caras já tomaram. Eles querem fazer tudo.

Entende? O cara bate o escanteio e cabeceia. Pior que é verdade. O cara acaba querendo... E eu vejo que essa comparação é uma comparação real. Eu já ouvi da boca de muitos pastores falando é, a gente fica triste que a gente está perdendo ovelha para a igreja tal que é famosa, para a outra igreja tal que é famosa. E eles ficam deprimidos. Eu já vi muitos casos. Você já viu isso? Já. Muitos. Muitos casos que eles ficam deprimidos.

Tem até um jargão que diz assim, quando Jesus voltar, muitos pastores vão falar assim, as ovelhas são minhas, o senhor não pode levá-las.

Pois é, é triste. Mas o que eu vejo, assim, é que essa situação que a gente vive nos dias de hoje, a gente precisa falar mais sobre essa questão da era digital que nós estamos vivendo. Agora, o salto da inteligência artificial, que poucos crentes estão falando sobre isso. Eu não vejo, pastor, muitos influenciadores cristãos, líderes cristãos, falando da inteligência artificial.

Esse salto que a gente está dando é irreversível. Assim, é uma situação que a gente, em 100 anos, a gente evoluiu muito mais do que nos últimos 3 mil, 4 mil anos. Em 100 anos... Nos últimos 30 anos, nós evoluímos mais do que em 4 milênios.

Daniel falou, o saber se multiplicará. Pronto. Agora, o que parece é que com a inteligência artificial, em um ano, a gente vai ter evolução de um milênio.

é um salto que a gente não tem ideia do que vai acontecer. E eu vejo uma urgência, uma necessidade de nós, líderes, e os influenciadores cristãos todos, nós falarmos sobre isso com as nossas ovelhas, falarmos com o povo... Eu ouvi alguém dizer que a inteligência artificial...

é a melhor coisa e, ao mesmo tempo, a pior coisa que pode acontecer com a humanidade. Assim, há soluções muito fáceis, né? Eu me preocupo um pouco com isso, mas não tem jeito. O que você falou é irreversível. O mundo digital hoje, assim, essa geração já é uma geração totalmente diferente, uma geração totalmente digital.

Mas o problema é esse, são as soluções muito fáceis. E isso está um pouco na contramão da formação do caráter.

porque as pessoas querem mais vivendo em torno da autossatisfação, do hedonismo, do que antigamente. Hoje está mais difícil você formar caráter nas pessoas.

Mas a gente, realmente, esse é um tema aí que nós vamos ter que conversar bastante, entender os perigos, as vantagens, porque tudo é assim, é ferramenta. A ferramenta pode ser bem usada, mal usada. É, mas só que não tem equilíbrio. Eu acho que nada vai substituir aquela comunhão ali do culto na igreja.

Mas a gente precisa de realmente afiar o nosso entendimento nesse sentido. Oleni, prepare perguntas finais boas. Tem uma pergunta aqui. Na verdade, eu vou juntar duas perguntas que acho que tem muito a ver uma com a outra.

Alice Correia, ela fala, o que vocês dizem sobre maldição hereditária? Que alguns dizem que vem até a quarta geração. E aí ela fala aqui, pelo que entendi, na Bíblia Jesus se fez maldição por nós. E o Anderson, ele fala, vocês acreditam que traumas emocionais podem abrir espaço para opressões espirituais? O que é maldição hereditária?

Tem uma passagem na Bíblia que foi com relação ao pecado de Davi, porque além de ele ter adulterado, ele cometeu um assassinato, colocando Urias, que era esposo de Betseba, na frente da guerra, porque ela ficou grávida.

Isso causou um celeuma e ele precisava tomar alguma atitude, então ele acabou indiretamente, ou seja, ele foi o autor intelectual do assassinato de Urias. E aí o que aconteceu? Para que o pecado viesse à luz, Deus manda o profeta Natan até Davi e disse assim, Davi teve um viajante.

Olha, o espírito hereditário. Teve um viajante que veio à casa de um homem muito rico, ele tinha muitas ovelhas, ele tinha muitos bens, e para oferecer aquele viajante, ele pegou a ovelhinha do seu servo e ofereceu ao viajante.

E aí Natan pergunta para Davi, o que se deve fazer com uma pessoa assim? Não, tem que destruir e tal. Pois é, Davi, este homem é você. Porque Deus te deu tudo. Tudo que você queria, Deus te deu. E se você quisesse mais, Deus também te daria. Agora, o que eu quero dizer é sobre o viajante. Da onde que veio esse viajante?

Isso aí ilustra bem um espírito hereditário. E de onde você acha que ele veio? Porque Davi era da tribo de Judá. E Judá, que foi o líder da tribo, ou melhor.

Da onde veio a tribo de Judá, um dia ele saiu da sua família e foi lá entre os cananeus e conheceu uma mulher chamada Sua. E ele teve uma relação com aquela cananita, gerou dois filhos e eles desagradaram a Deus. Deus primeiro matou um e o outro porque jogou o sêmen em terra.

Só que ele deixou a esposa, que era Nora, de Judá. E aí ele falou assim, ele tinha outro filho mais novo. Ele falou, eu não posso te dar esse filho, ele tem que crescer. E aí quando ele crescer, eu vou te dar. Porque ele já achou que ela estava amaldiçoada, a Nora, né? Aí ele manda a...

a Tamar, que era Tamar, Nora, para a terra dela. Olha, quando ele crescer, eu vou te dar como marido. E aí ele saiu um dia e foi lá para as terras, lá onde vivia a Nora. E ela se vestiu de prostituta cultural para seduzir o sogro.

Quando ela soube que o filho mais novo já estava adulto e ele não estava dando a ele como marido, ela viu que era de propósito. Ele estava achando que ela era amaldiçoada pelos filhos morrerem. Só que ele não sabia que os filhos eram perversos. A Bíblia fala que eles eram perversos. Aí ela vai e se veste.

E ele a vê e é atraído por ela e vai ter uma relação.

Ele não reconhece ela. Não reconhece. Entendeu? E ela cobra pela relação. É, mas eu não tenho aqui, depois eu te mando. Mas o que você tem? Eu tenho o bordão e o cordão, que significa autoridade, e o cajado, que é o ministério. E dá para ela. E depois ele descobre que era Nora.

Só que ele dá pra ela e ela fala assim, ó. Então, ela fala, deixa isso aqui comigo, como é que eu vou ter garantia que você vai me pagar? Aí ele, então, amanhã eu mando alguém vir buscar e pagar você. Só que quando chegam, não existe essa prostituta. E ninguém nunca ouviu falar dessa prostituta. E essa mulher some com o cajado, com as provas que eram dele. Então, ela tava roubando a autoridade.

E o ministério. É isso que significa espiritualmente. E o que aconteceu? Ali começou... Ali nasce o viajante. Nasce não. Ali o espírito tem uma entrada. Por causa da legalidade que ele recebe. O cordão, o cajado e o cinete. É. Cinete. Por causa do ato dele. E aquele espírito vem viajando na descendência. O espírito hereditário. Uau. E pega Davi.

Sim. O pastor Cote, quando uma pessoa chega pra você e fala que não existe isso de... Já ouvi vários falarem, não existe isso de maldição hereditária, não existe. E a gente sabe... Eu vejo bem.

Esse tema da maldição é um tema muito importante na Bíblia, mas é um conceito que tem sido muito distorcido. Eu costumo dizer que 80% do que as pessoas acreditam sobre maldição tem mais a ver com animismo do que com uma revelação bíblica de fato.

Mas, no aspecto da maldição hereditária, a gente pode entender isso através de uma lei básica. Quem não perdoa, repete.

Por isso que essa é a mensagem que une o Antigo ao Novo Testamento. Se os pais não se converterem aos filhos e os filhos não se converterem aos pais, a terra vai ser ferida com maldição. Então, quando a maldade dos pais, a imoralidade dos pais, o abandono dos pais é correspondido com a rebelião e a desonra dos filhos, os filhos...

provavelmente vão fazer pior do que aquilo que o pai fez. Quem não perdoa, repete. Esse é o princípio da maldição hereditária. Agora, é muito importante entender o que é a maldição. Na Bíblia, a maldição não é colocada como uma coisa fatalista. Aquela pessoa é amaldiçoada, aquela pessoa tem uma maldição. Não funciona assim.

Tem uma palavra, não sei se estou pronunciando correto, porque eu não falo hebraico, mas é a palavra alau. E tem esse sentido, o que é o alau? O que é a maldição? É o castigo que vem como consequência de você violar os limites impostos por uma lei ou por uma aliança.

Aquilo que a gente estava falando sobre a lei, como que a diferença, toda lei por definição, toda lei por definição, ela carrega uma maldição. Toda lei. Por exemplo, tem uma lei de trânsito sobre o sinal vermelho. Se você avançar o sinal vermelho, o que você vai ganhar? Você vai ganhar uma multa.

Qual que é a maldição de avançar o sinal vermelho? Uma multa de 500 reais ou mil reais, não sei quanto. Então, toda lei, por definição, isso está na estrutura e na definição, no conceito da lei. Toda lei carrega uma maldição. Se você tirar a maldição da lei, você desconfigura o conceito.

Entende? Se você fala assim, não, agora você pode avançar o sinal que ninguém mais é multado. Você desmoralizou o conceito. Então é aquela diferença entre lei e conselho. Qual que é a diferença entre uma lei e um conselho? Como Paulo fala, a força da lei é a maldição.

Então, toda lei, tudo aquilo que você pode elaborar como uma lei, quando violado, por exemplo, nós falamos aí sobre a lei da termodinâmica, se você colocar a mão no fogo, você vai sofrer uma queimadura. É a consequência natural. Entende? E espiritualmente vai ser, então, a mesma coisa. Se você falar que não existe maldição, você está dizendo que pecado não gera consequência.

Mas a Bíblia enfática em dizer, o salário do pecado é a morte. E dependendo do pecado que você comete, essa morte vai se expressar de maneiras diferentes. Por exemplo, em Provérbios fala assim, pode um homem trazer fogo aos seus peitos e não sofrer uma queimadura? Assim é o homem que adultera, não sairá ileso. Então o pecado não deixa ninguém ileso.

E a maldição é simplesmente isso. É o castigo que vem como consequência de você violar os limites impostos por uma lei. Mas é importante entender que a maldição é didática. E ela é até uma expressão da correção de Deus. Talvez a palavra no português mais correta para você entender a maldição é a palavra correção. Se você substituir a palavra maldição pela palavra correção, e a maldição.

você vai ter um entendimento mais bíblico. Então, independente de quebrar a lei, você não pode entender muitas coisas, não digo que isso é via de regra, que nem no caso de Davi, por uma revelação. Sim, é porque a maldição é a mestra da obediência.

Imagina, por exemplo, uma criança que nunca estudou eletricidade, ela coloca os dois dedinhos na tomada. O que ela vai sofrer? Vai tomar um choque. A imaturidade dela não impediu ela de sofrer as consequências de violar os limites impostos por uma lei. Ela sofreu a consequência. Uma criança que não conhece a lei da gravidade, caiu do terceiro andar da casa, ela vai machucar.

Entende? Porque existe uma lei, a lei da gravidade. Não é você que quebra a lei, a lei é que te quebra. Então, tecnicamente, quanto mais você conhece as leis que governam o mundo espiritual, mais fácil é de você evitar a maldição. Porque a maldição sempre está associada com a lei. Quando você começa a sofrer...

em alguma área da sua vida, pode ser que isso está sendo resultado de você estar até pecando por ignorância em relação a alguma coisa. Justamente eu entendo que ali Davi quebrou uma lei e isso começou... As consequências não vieram só sobre ele, mas sobre os filhos. Não, foram dramáticas. Dramáticas. As consequências.

A gente percebe ali que Davi, na própria história de Davi, ele ficou um tempo ali onde, por ter escondido o pecado, a vida espiritual dele foi destruída. Esse filho, que foi o filho do adultério com Betseba, adoeceu, morreu. Rapaz, vieram consequências muito sérias sobre a vida e a família de Davi. E depois o outro filho estuprou a irmã?

Isso. O Aminon estuprou Atamar e depois o Absalão assassina esse Aminon. Rapaz, é uma trilha de morte. E se rebela também contra o pai. Mesmo porque não foi só o adultério. Na verdade, para esconder o adultério, Davi assassinou o Rias, que era o esposo da Betseba.

Então, você vê lá quando o profeta fala para Davi que a espada não se apartaria da sua casa, porque não foi só um adultério, foi um adultério seguido de assassinato. E mesmo assim, depois de tudo isso, devido ao quebrantamento de Davi, aí que a gente vê o poder da redenção. Davi foi restaurado, apesar de tudo isso. Lógico, sofreu os prejuízos. Sim, as consequências vieram.

Por isso, eu não gosto muito desse conceito de quebrar maldição, porque maldição tem a ver com consequência.

Às vezes você pode amenizar algumas coisas, mas não é uma chave liga-desliga. E tem consequências que vão deixar sequelas irreversíveis, lesões permanentes. Tem linha que você cruza, tem escolha que você faz. Rapaz, que o prejuízo vai ser grande. Deus te perdoa, te restaura, mas o prejuízo, cara, não é brincadeira. Lidar com a maldição...

é uma das coisas mais importantes no Ministério do Aconselhamento. É você saber como lidar com a maldição. Verdade. E uma coisa, pastor, que eu não sei se vocês... Se há uma coisa que me ocupa muito a mente, eu não sei se vocês têm isso, mas é uma coisa muito pessoal, isso minha.

Eu, às vezes, tento encontrar formas de resumir coisas complexas. É muito difícil explicar para a maioria das pessoas que, às vezes, a teoria não funciona na hora da gente fazer um trabalho realmente de socorrer pessoas, de ajudar. Tem muita gente que quer pegar um conceito teórico, teológico, e que a gente fala, cara, a minha experiência de campo não é essa. Por exemplo...

eu encontrei uma forma de explicar para as pessoas sobre essa questão da maldição hereditária com uma frase, né? Que é essa frase aqui. Jesus é simples, ele simplificou o caminho, ninguém vem ao pai a não ser por Jesus. Mas o mundo espiritual das trevas não foi simplificado. O mundo espiritual continua sendo complexo.

Ou seja, Jesus é simples, mas o mundo espiritual é complexo. O tribunal é complexo. As cortes espirituais são complexas. E aí as pessoas querem falar, não, mas Jesus resumiu tudo. Ele levou sobre si todas as maldições. Verdade. Mas não pense que se o diabo encontrar...

uma brecha, uma argumentação, algo não renunciado, algo que não foi pedido perdão, não foi arrependido, ele vai vasculhar o que ele puder e graças a Jesus é que nós não somos consumidos, porque se o diabo pudesse, se o poder de Deus não fosse tão grande, né?

Em Sara, uma coisa importante, assim, a gente entender, tudo bem, o diabo é um agente da maldição, não deixa de ser. Sim, verdade. Mas a maldição não vem do diabo, a maldição não é do diabo, a maldição vem da lei, vem do conceito de lei. Exato, essa é a dificuldade.

Quando você viola os limites impostos por uma lei ou você viola os termos de uma aliança, é sério. Vão vir consequências, vão vir maldições. As consequências referentes a isso, a Bíblia chama de maldição. É o castigo da quebra da lei. E que são as complexidades. E é didático, e tem uma didática nisso. A brecha é da pessoa ou é hereditária?

Segura aí, segura rapidinho, rapidinho. E são as complexidades das leis, né? As complexidades. Jesus, ele é o fim da lei é Cristo. Ou seja, Jesus, ele simplificou. Ele simplificou. O fim da lei é Cristo. Jesus é simples. Ninguém pode questionar isso, né? Ele é simples. Mas olha só, Sara. Mas continua sendo complexo. O mundo espiritual continua sendo complexo. As pessoas querem...

Não é tão complexo. É, mas não é tão complexo. Olha só, inclusive, é importante a gente saber classificar as leis na Bíblia. Quando a Bíblia fala que o fim da lei é Cristo, está se referindo às leis cerimoniais. Sim, verdade. Toda aquela didática do cerimonialismo levítico, as luas, os sábados, os sacrifícios, o tabernáculo, tudo é Jesus. Sim, sim. Quer dizer, são sombras.

Dele. Dos bens futuros. Dos bens futuros. Então, essa lei, esse cerimonialismo levítico, ele se cumpriu em Jesus. Mas quando você fala na lei moral, aquela que é absoluta, por exemplo, se eu cometer um assassinato hoje, ou se esse cometer um assassinato antes de Jesus ter vindo,

Rapaz, as consequências, talvez hoje, sejam até piores do que antes. Bem piores, é verdade. Porque você está violando uma lei moral. Entende? Não é um cerimonialismo religioso que tinha uma conotação mais didática, né? Sim, perfeito isso. Essa explicação é tão clara, né? Porque as pessoas querem colocar tudo farinha do mesmo saco, pastor.

Porque, inclusive, a briga, se você vê a briga de Paulo com os gálatas, era esse. Porque haviam os judaizantes que queriam impor a obediência ao cerimonialismo levítico. E Paulo fala, essa lei já se cumpriu em Jesus. Uau. Essa lei, agora, a lei moral...

nós temos que continuar cumprindo ela. E se você cruzar linhas como adultério, homicídio, mentira e por aí afora, rapaz, a maldição, o castigo vai comer solto. Vai comer solto. E Deus não se zomba. Exato. E para quem não está entendendo, o que você está falando, me corrija, por favor, se vocês acharem que eu estou exagerando, tá? É porque...

O caráter está ligado à lei moral e a santidade é o caráter de Jesus em nós. Então, quando uma pessoa quebra as leis morais, ela está quebrando o princípio do caráter santo, de uma vida correta. Está correto? E automaticamente ela vai sofrer a respectiva consequência dessa violação. Exato. Porque você não separa a lei da maldição.

Se você tirar a maldição da lei, como eu disse, você está desconfigurando o conceito. Deixou de ser lei. Você está falando para todo mundo da lei moral. Da lei moral. Exatamente. A graça é muito mais profunda do que essas leis cerimoniais. Porque Jesus falou, por exemplo, viste o que disse os antigos.

Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. E odiarás, amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. Eu, porém, vos digo, amai os vossos inimigos e orai por aqueles que vos perseguem. É completamente o que você... Na verdade, se você vê, Jesus aprofundou a lei moral.

ele trouxe para o nível do coração. Ele fala assim, está escrito, não assassinarás, eu, porém, vos digo, aquele que no seu coração matar alguém já assassinou. Por isso que é mais profundo. Então veja bem, vamos dizer assim, na nova aliança...

A coisa foi aprofundada, a lei moral foi aprofundada nas motivações. Exato, na vontade, na intenção, nos desejos. Antes era olho por olho, dente por dente, depois é se o seu olho te leva a um pecado. Arranca, arranca ele.

É muito mais difícil, né? As pessoas pensam, agora eu tô no tempo da lei. Querem tornar, agora eu tô no tempo da graça. Não tô no tempo da lei, tô na graça. Querem tornar a graça, porta larga, né?

Mas é importante entender isso muito claro, que a maldição não vem do diabo. A maldição vem da lei. E a lei vem de Deus. Então, a maldição é uma expressão da correção divina. Maldição tem a ver com a paternidade, com a correção de Deus. Por que Deus te permite sofrer as consequências de um pecado?

Exatamente para que você possa aprender obediência. Aprender obediência por aquilo que padeceu. Tem muita gente que se converte por causa disso. Rapaz, o cara entra numa vida de criminalidade. Ele só toma na cabeça. Chega uma hora que o cara fala, cansei, eu preciso é converter. Eu preciso é converter. E quer dizer, a maldição levou ele o quê? A um...

reedição da história. E isso me lembra aquele texto que fala assim, se vocês estão sem disciplina, vocês não são filhos e sim bastardos. Ou seja, é uma forma de disciplina, né? Que é uma expressão do amor do pai, né? E ele fala, também, melhor obedecer do que sacrificar.

Sim. Tremendo. Que tremendo isso. Que tremendo essa clareza para as pessoas entenderem. Eu entendo claramente que o mundo espiritual continua complexo, mesmo Jesus...

simplificando tudo, ele simplificou a salvação, uma pessoa está morrendo no leito de morte, aceita Jesus, arrepende dos seus pecados, não deu tempo de descer as águas, não deu tempo de fazer oração de renúncia, ela vai ser salva, porque Jesus é maravilhoso, ele simplificou, mas quem quer viver o dia após dia aqui em paz, sem que o diabo tenha direito, sem que essas maldições tenham direito, vai ter que entrar pelo processo,

pela santificação, que no meu entendimento, pelo menos a minha vida prática até hoje, comprovou, que a coisa mais poderosa para nos proteger das guerras espirituais, as batalhas vão, virão, vão acontecer, mas a coisa mais poderosa que eu aprendi na minha vida pessoal, é que a proteção está ligada à santificação.

ao caráter de Cristo em nós. Ah, todo mundo vai ter guerra espiritual, todo mundo vai ter luta, vai. Mas se você é uma pessoa que entendeu essa questão das leis morais, a questão da santidade, do caráter, o diabo, o mal, odeia a santidade.

E a proteção da santidade é uma coisa muito poderosa. E quando você começa a andar nessa santidade, é inevitável. Vai afunilar para você entrar num processo de mudança, de cura, de libertação. Você concorda com isso, pastor?

Isso, veja bem, o que está em jogo, às vezes, nem sempre é a salvação da pessoa. Às vezes a pessoa até está salva, mas é a questão de qualidade de vida. Jesus disse, eu vim para que tenhais vida, vírgula, e vida em abundância.

Então, às vezes, você conta nos dedos hoje os cristãos que têm vida abundante. Às vezes o cara tem vida adoecida, tem emoção adoecida. O cara está cheio de pereba. Exatamente. Entende? Exatamente.

Exatamente porque ele não está experimentando a graça de Deus na dimensão desse compromisso que nós estamos falando. Porque a graça de Deus não é licença para pecar. A graça de Deus é a suficiência de Deus para você obedecer a lei moral. Você tem uma vida de obediência. O pecado não terá domínio sobre vós porque está debaixo da graça.

E não da lei. E a lei aqui é o cerimonialismo levítico. É a força para obedecer. A graça te traz essa força, né? É a capacitação. É o poder da ressurreição de Jesus se manifestando em nós. Não sei se você vai concordar. É uma capacitação sobrenatural para você quebrar a gravidade do pecado.

Não sei se vocês vão concordar com isso, mas isso para mim é claro. Por exemplo, você falou da pessoa ser salva lá no último segundo. Sim. Confessar os pecados e aceitar Jesus como Senhor e Salvador. Coração, né? Foi salvo. Foi de coração, né? Certo, foi salvo. Tem aqueles que vão ser salvos...

mas não vão reinar porque não frutificaram. É, salvação e galardão, aí já é outro nível, né? E tem aqueles que vão reinar porque tiveram uma vida de frutos, frutificou. Você concorda com isso? Vocês concordam? É difícil a gente saber como é que vai ser.

tudo isso na eternidade. Agora, realmente, a Bíblia fala sobre um galardão. A Bíblia deixa muito claro sobre isso.

E pode ser que esse galardão, eu acho que isso tem uma base bíblica para isso, tem a ver com o reinado mesmo. Inclusive, tem uma versão da parábola dos talentos que os talentos são cidades, vão reinar sobre cidades. Sobre cidades, é isso aí. Então, faz sentido. Isso aí que você está falando, apóstolo Miguel, faz muito sentido. Porque aquele ladrão que se converteu... Sim, foi salvo.

Foi salvo. E ele falou assim, Senhor, lembra-te de mim quando entrares no teu reino. Jesus não falou reino. Ainda hoje estarás comigo no paraíso. Perfeito. E aí, eu tenho... Ele falou que é reino. Exatamente. Eu tenho uma percepção disso também, relativo à parábola do filho pródigo.

que alguns detalhes da parábola do filho pródigo não são explicados, e eu vejo que Deus tem a intenção de deixar algumas coisas assim mesmo, ponto de interrogação. Por exemplo, o filho que sai, que vai embora, o filho que é infiel, ele pede o que para poder ir embora? O que ele pede para o pai?

Uma parte da herança. Então, por que ele pede a herança? Porque eu não quero mais estar com você, eu quero a minha parte por direito. Me dê a parte que me cabe. Que me cabe, eu vou para o mundo. Essa é a analogia da parábola. Eu vou para o mundo, eu não vou te servir, eu não serei mais seu filho, eu quero viver a minha vida para o mundo.

E a Bíblia é bem específica quando diz que o filho que se perde, ele gasta com prostitutas, com noite, com bagunça, com coisa errada. Não, mas diz que ele gastou dissolutamente. Exato. Ali a gente entende que é com coisa errada. Não foi com coisa boa. É, porque a palavra no original ali é porneia. Porneia. Dissolutamente é porneia. Porneia. Fazendo referência a uma vida totalmente decadente.

de pornografia. Indescritivelmente decadente. A pornéia é a palavra que originou a palavra pornografia. Ou seja, é pecado, é uma vida errada. Tá claro isso ali. Então ele vai e ele pede a parte dele. Aí vamos entender, nunca a gente reflete sobre isso.

Ele vai com a parte dele e o filho fiel não gasta. O filho fiel fica firme. E a herança do filho fiel continua lá com o filho fiel. O filho fiel continua fiel ao seu pai, servindo. E o filho fiel tinha outros problemas de alma.

O filho fiel também não era muito resolvido, não. Ele também tinha uns problemas de alma. Só que o filho que se desvia, quando ele tá comendo a comida dos porcos, na disciplina da vida, que ele quebrou as leis morais...

Ele tá lá sendo humilhado até o ralo. Ele lembra que os empregados do pai comem uma comida maravilhosa. E ele pensa, vou voltar. Eu não sou mais filho. Já renunciei meu patamar de filho. Gastei toda a minha herança. Não tenho mais direito à herança. Mas eu volto e eu peço. Pai, me aceita, me recebe como um dos seus empregados. Trata-me pelo menos como um dos seus empregados. Eu aceito.

Ele se humilha. Ele se humilha. Só que o pai... Ai, nem ouve isso que ele fala, né? O pai amorosíssimo dá a ele, restitui a ele a categoria de filho, que a gente vê na veste, que é o cuidado, a autoridade. E a gente vê também na autoridade do anel, que era o anel da autoridade.

Então ele dá pra ele a roupa nova, ele manda preparar, manda trazer e o filho é recebido novamente como filho. Mas em nenhum momento Deus divide a herança do filho fiel. Ele realmente não tem mais herança. Que a diferença entre salvação e galardão tá bem representada nessa parábola. Porque em nenhum momento você vai ver Deus dizendo, agora filho fiel, tu vai ter que repartir com ele. Não tem esse texto, pelo contrário. Quando o filho fiel, que também tinha seus problemas de alma, né? Sim.

vê ele fazendo uma festa pro irmão, ele tá com ódio do irmão, porque ele tinha os seus problemas e ele fica com raiva e se recusa a ir. A Bíblia diz que o pai vai falar com ele, porque fica sabendo, lógico, né, que ele não quer ir, ele tá com raiva.

principalmente eu fico enfeitando na minha cabeça, imaginando ele falando, esse safado, eu fico enfeitando o texto, eu fico imaginando ele falando, esse safado desse meu irmão que fez um monte de coisa errada, porque diz o texto que Deus mandou, o pai, que representa a figura de Deus, o pai mandou matar o novilho cevado para dar uma festa, que era um novilho maravilhoso, era o melhor churrasco.

E aí ele vem, irado, fica lá, não vou, não vou, e vem o pai. E aí o diálogo é o seguinte, pô, pai, não acredito, lógico que eu tô enfeitando aqui pra todo mundo, tá? Não acredito que você resolveu fazer uma festa pra esse safado, não tem safado, tá, gente, no texto. Eu tô aumentando, eu tô enfeitando como eu entendo. Pô, tu fez essa festa pra esse safado e tu mandou matar o novilho melhor do churrasco que tem?

pra mim que sou teu filho fiel, que sempre te servia, você nunca essa é a reclamação dele. Não transgredi nenhuma das coisas. Nunca transgredi você nunca, ele reclama o seguinte Vilela, você nunca mandou matar o novilho cevado pra mim. Aí a resposta do pai

pouca gente pega. Eu fiquei revoltada, eu era nova convertida quando eu li isso a primeira vez. Eu fiquei com raiva de Deus. Eu confesso aqui publicamente. Eu falei, Deus, eu não acredito. Porque é parecendo que a gente é trouxa por obedecer. Só que muita gente não lê o texto. Olha aqui, a profundidade do texto. O pai vira pra ele, pro fiel, e fala assim, filho... Você sempre teve aqui. Tudo que eu tenho... Todas as minhas coisas são tuas. O pau quebra aí, na cabeça do engano.

Quebra na cabeça, olha aqui, ó. Tudo que eu tenho... Quem era o dono de tudo agora? A herança inteira. Tudo que eu tenho é teu. Olha a herança. O que voltou, não tinha direito a mais nada. Se o pai não dá roupa, nem roupa, ele não tinha. Se o pai não dá anel, nem anel, ele não tinha.

Mas o filho fiel achando que ele não podia. Em outras palavras, a resposta de Deus, do pai pra ele, que representa a Deus, é o seguinte. Tu podia matar o novilho cevado a hora que tu quisesse. Era teu também. É tudo teu. Tudo que eu tenho é teu. Eu penso, minha interpretação é que essa parábola é a parábola perfeita pra falar a diferença entre galardão e salvação.

Porque um recebeu salvação, seu filho estava perdido, teu irmão estava perdido, os empregados falam, e se foi encontrado. Ele estava morto e reviveu. Ele estava perdido, então ele ia para o inferno, mas ele foi salvo. Agora, esse não, esse aqui tem o galardão, esse aqui tem o reino, esse aqui tem tudo que o outro abriu mão.

A minha ótica é igual. Não é? A sua. Porque assim, o cara... Isso, Pastor Cote, o que eu vejo hoje, muitas pessoas sendo setadas pelo diabo, o diabo lançando setas, colocam que Deus não é justo. Porque você sabe que quando os satanistas querem comissionar pessoas para o satanismo, a argumentação deles é que Deus não é justo, é que tem incoerências. Eles vêm com essa conversa, sabe? Quando eles querem arrebanhar os jovens para o satanismo, eles vêm com essa conversa.

Então, uma das coisas mais importantes que eu vejo, na minha visão evangelística em si, é que nós temos que falar muito sobre as coerências do comportamento de Deus ali. É extremamente coerente quando você começa a entender que Deus jamais dividiria a herança do filho fiel. Então, dê graças a Deus você que se desviou e voltou, glória a Deus, mas não queira ter a mesma bênção de quem nunca se desviou.

Eu, pastora Sara Shiva, tive uma vida do mundo, horrorosa. Eu tô correndo atrás do prejuízo pra ter um com galardão. E aí também tem a motivação. Exato. Porque esse filho mais novo, ele não voltou por causa do pai. Perfeito. Ele voltou por causa do pão. Do pão, da fome, da falta, né?

Enquanto o outro, ele falou, tu sempre estás comigo. Exato. Todas as minhas coisas são tuas. Exato. Aquilo é mais do que os bens. Mais do que os bens. E o filho fiel era fiel de verdade. Agora, a gente não pode esquecer que o filho fiel também tinha suas perebas. Porque ele podia ter perdoado o irmão, podia estar mais maduro, né?

Mas só que ele não tava, né, pastor? Tão maduro assim, né? Se desgraçado. Claro que não tem a palavra desgraçado, tá, gente? Sou eu que tô aumentando no texto. Mas é impressionante como o pai valorizou a humilhação desse filho pródigo, né? Deus dá graça aos humildes. E é o que ele tentou explicar pro filho que ficou, né? Esse meu filho estava morto e reviveu, estava perdido, foi achado.

Então, é graça. Deus dá graça àqueles que se humilham. Que coisa linda, né? O coração quebrantado o Senhor nunca rejeitará. É lindo demais pertencer a esse Deus maravilhoso. Eu acho que a gente poderia deixar, pelo menos, mais uma pergunta sobre se há alguma coisa sobre batalha espiritual que não ficou claro. Tem alguma dúvida? A galera tem alguma dúvida sobre isso?

Hein, Sara? Só fazendo um insight rápido aqui sobre essa questão da herança, que eu acho que foi a pergunta que foi feita. Tem duas leis na Bíblia que elas são como espinhas dorsais, literalmente. É a lei da responsabilidade e a lei da herança.

A lei da responsabilidade é isso. Se você semeia um pensamento, você colhe um feito. Se você semeia um feito, você colhe um hábito. Se você semeia um hábito, você colhe um caráter. Se você semeia um caráter, você colhe um destino.

As nossas escolhas determinam o nosso caráter, o nosso caráter determina o nosso destino. É a lei da responsabilidade. Essa é a lei que prevalece sobre qualquer outra lei. Mas a Bíblia fala também sobre a herança.

E quando a gente estuda sobre essa lei da herança na Bíblia, aquilo que eu falei, querendo ou não, os pais estão entesourando algo para os filhos. Os pais entesoram para os filhos.

E lá no decálogo, lembra? Quando a Bíblia fala assim, eu, o Senhor, faço misericórdia até mil gerações em relação àqueles que me amam, que guardam os meus mandamentos, e também visito a maldade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração.

Então, a Bíblia deixa claro isso, que vai haver uma influência, uma visitação, tá? Influência não é obrigação. Lógico que se você é uma pessoa que diligentemente ouve a voz de Deus e obedece, né? Como tá aí nesse texto, olha, Deus vai fazer misericórdia por causa disso.

Deus está empenhando uma palavra com os seus filhos, com os filhos dos seus filhos, com os filhos dos filhos dos seus filhos, até mil gerações. É difícil a gente dimensionar isso. Pode ser que tenha coisa que está acontecendo para mim e para você que tenha a ver com o entesouramento de promessas de alguém lá atrás. Por que nós somos abençoados hoje?

Por causa da obediência de Abraão. A descendência de Abraão, estrela do céu, areia do mar. Uma descendência física, areia do mar, mas uma descendência espiritual, as estrelas do céu, que somos nós. Mas também...

Fala, eu, o senhor visita a maldade. Ou seja, Deus está explicando que a maldade dos pais vai refletir, vai influenciar a vida dos filhos. Então, os pecados não redimidos dos nossos pais autorizam uma influência espiritual de natureza correspondente na vida dos filhos.

Por isso que às vezes você vê um esquema de propagação de iniquidade. O pai alcoólatra, o filho alcoólatra, o neto alcoólatra, o idólatra. E aí também existem demônios que vivem naquela família. Também existe uma hierarquia demoníaca que permanece geracional.

Isso, exatamente, porque é o que eu falei, todo pecado não redimido vai exercer uma influência espiritual de natureza correspondente. Para cada pecado há um espírito.

de natureza correspondente, que vai influenciar. Mas uma influência não é uma obrigação. O que eu quero dizer com isso? Que eu não posso fazer dos pecados dos meus pais e antepassados um pretexto para a minha irresponsabilidade moral. Meu pai pode ter sido um alcoólatra e eu, em Cristo, falo, não, eu perdoo ele, eu não vou repetir essa história.

Entende? E de repente, assim, tem um novo começo, estabeleceu um novo céu e uma nova terra sobre minha descendência. Entende? Então isso é assim, é muito importante. Agora, é o que eu falei, para você não repetir a história pecaminosa dos seus pais, você precisa de perdoá-los. Quem não perdoa, repete. Você vê lá, quando o Aminon...

O Absalão assassinou Aminon, eram filhos de Davi. E, na verdade, por que Absalão assassinou Aminon? Porque ele estuprou a irmã. E Davi, sem moral nenhuma, adúltero, não fez nada, então ele fez justiça com as próprias mãos. O pecado que ele não perdoou, que o Absalão não perdoou, lembra quando Davi deixa o palácio com as dez princesas? Ele estupra as dez princesas do pai.

Então, o que ele não perdoou, ele fez dez vezes pior. Meu Deus. Quem não perdoa, repete. A amargura te conecta com o fútil legado dos pais. Meu Deus, que doideira. A amargura te conecta com o fútil legado dos pais. Muito forte isso. Ou seja, quando Jesus falou, se perdoardes...

as ofensas, o Pai te perdoará, é uma coisa muito mais profunda. Quando ele fala em Mateus 6, mas se não perdoardes, o Pai não te perdoará. É muito mais profundo aquilo ali. É interessante que isso Jesus fala quando vocês estiveram orando. Exato. Mateus 6. Se perdoardes, o Pai te perdoará. Se tem um pecado que é imperdoável,

é a falta de perdão. Esse é o pecado de perdoar. Jesus falou, se do coração você não perdoar as pessoas, tampouco o vosso Pai Celestial te perdoará. Então, nós não podemos oferecer aos outros uma graça aquém daquela que nós recebemos de Deus. Se Deus nos perdoa de tudo, como é que nós vamos falar, eu não perdoa o fulano?

Então a justiça da cruz é o perdão. É só da cruz que a gente pode dizer, pai, perdoa-os porque não sabe o que faz. E foi o primeiro brado de Jesus. Pai, perdoa-os porque eles não sabem o primeiro brado. E uma coisa tremenda que eu acho que...

é o desafio para a maioria das pessoas, é que por muito tempo o perdão foi colocado junto com você aguentar, você continuar, você permanecer sendo abusado.

ou sendo roubado, né? Tem muitas histórias de pessoas que foram agredidas, roubadas, abusadas, e aí a pessoa, ela fala, não, tem que perdoar e voltar a conviver. Eu enfatizo muito isso, olha, perdoar não significa voltar a conviver. Existem situações que, infelizmente, tem que se afastar.

Tem que manter uma distância. Tem que manter uma distância. Isso não te obriga a caminhar com a pessoa. Mas isso aqui é uma polêmica, porque para muitas pessoas, não, perdoar tem que ser sim conviver junto. Aí o que eu digo para todo mundo, dentro da minha visão, principalmente de aconselhar as pessoas que estão vivendo o período de antes de casar.

que é uma configuração totalmente diferente do aconselhamento para quem já está vivendo o período de depois de casar. Quem vive no período de antes, o que eu falo muito é, faz uma escolha muito consciente, com muita calma, com muita cautela, sem pressa, sem ficar na emoção, na fantasia, pisa na terra e faz uma escolha, porque a única vez que, depois de perdoar, você é obrigado a conviver, é com a pessoa que você casar.

Nem pai, nem mãe vão ser obrigados a conviver, porque Jesus disse que o homem deve deixar pai e mãe para se unir à sua mulher. Ou seja... Tem relacionamentos que às vezes são tão tóxicos, que você tem que manter uma distância inteligente. Você perdoa a pessoa, 70 versete, se for necessário. Ao dia, hein?

Mas você vai ter que manter ali uma distância emocional, às vezes até física, preservar aí até para você poder...

Se manter nesse relacionamento. Exato. Mas a única relação que a pessoa não consegue, não pode fazer isso, é casamento. Para você permanecer casado, você terá que conviver.

Por essa razão é que é a maior decisão, depois de aceitar Jesus, é a pessoa com quem a pessoa vai casar. Que é uma das coisas mais complexas e que eu tenho sido uma voz nessa nação lutando para falar sobre o período de antes, o discipulado que as igrejas estão negligenciando, acerca do período de antes de casar. Eu vejo muito ensino, pastor, sobre o período de depois, para salvar um casamento que já está em crise.

Pouco discipulado e pouco ensino sobre o período de antes. Recentemente fiquei muito escandalizada, logicamente não vou falar o nome aqui, de um pastor famoso no Brasil, anunciando uma conferência de solteiros, onde um dos preletores é um cara...

que marcou a data do casamento dele, sem conhecer nenhuma mulher, anunciou para engajar na internet. Olha, vou casar daqui a um ano, estou pagando até o buffet, só não tenho a noiva. Agora, você imagina, você imagina, se um ano é pouco tempo para você conhecer o caráter de uma pessoa. Um ano, você não conhece o caráter de ninguém em um ano.

O cara conheceu... Porque a menina tem que ser maluca tanto quanto ele, né? Então, o maluco atraiu a maluca. Meses, sei lá, um mês, dois meses antes da data. Casou. Se tu ver a foto dos caras, os dois, o casal, os dois têm olho de louco, os dois. Aquele olho de louco vidrado, assim, ó. Um sorriso, assim, de psicopata. Gente!

O cara, o líder, convidou esse casal para ser palestrante na conferência de solteiros, como se fosse uma referência. Eu quero vomitar. Eu não dou conta disso de jeito nenhum. Vou te contar por quê. Como que você coloca como referência uma pessoa?

que faz uma insanidade dessa, a maior decisão da sua vida, você tem que conhecer os defeitos da pessoa, você tem que, antes de entrar em Canaã, você tem que tirar os eus, remover os eus, Deus não manda entrar em Canaã de qualquer jeito, você não pode entrar de qualquer jeito num relacionamento, e é o que mais se vê, até grandes nomes do evangelho no Brasil.

brincando com o período de antes, achando que pode espiritualizar, e milhares de pessoas entrando em casamentos condenados. E por que isso é tão grave? Porque um casamento pode se tornar uma liderança de uma fundação de uma igreja. Cada vez que um casamento é feito errado, pode ser que uma igreja esteja condenada.

e não está sendo observado no tempo da internet, no tempo da revolução digital que a gente está vivendo, da IA, não está sendo observado, eles estão querendo fazer ainda uma coisa medieval. Ora para Deus revelar e dar um sinal para você ver se você casa com alguém.

essa insanidade. Isso eu estou vendo acontecer de maneira massiva nas igrejas, ainda no nosso tempo. O que deveria ser algo... A gente deveria estar rechaçando esse comportamento do nosso meio e todo mundo usando a inteligência, que você falou da inteligência.

Que é a coisa muito importante a gente usar a inteligência, um aconselhamento inteligente, um relacionamento inteligente. Igreja, vamos acordar. Povo de Deus que está aqui com a gente assistindo, quem é da igreja, pastores estão assistindo a gente, vamos acordar, vamos trabalhar com a prevenção. Não adianta só depois que casou. Tem casos que a gente não...

consegue salvar. Eu sei que você sabe, pastor, você sabe, apóstolo, nós como líderes, pastores, nós sabemos, teve casos que eu tentei socorrer e não consegui, que você deve ter tentado, pastor, não conseguiu, que você deve ter tentado e não conseguiu. Todos nós, como líderes, temos alguma história que nós lutamos para ajudar e não conseguimos salvar aquele casamento.

Mas por quê? Porque entrou sem fazer as coisas da forma certa, com pressa, orando, espiritualizando. Orar é um estilo de vida, tem que orar todo dia, tem que orar como ar que você respira, tem que ser a sua oração. Agora, gente, vamos acordar. Vamos corrigir os erros, né? Vamos lutar pra gente impedir o pior.

Porque eu acho que na guerra espiritual, se nós tivermos a postura do Atalaia, que fica em cima da torre, eu acho que essa é a melhor postura para a guerra espiritual. O Atalaia, ele vê lá de longe o exército inimigo. Ele não fica esperando chegar para poder, ele já está derrubado e tentar se resolver. Ele, de longe, ele já levanta um exército, de longe, ele já levanta a interseção. Ele não fica apático.

mas ele tem uma postura realmente inteligente de guerra. Amém? Vocês concordam? Amém. Tá ligado. Tá ligado. Tem alguma pergunta sobre guerra pra acabar? Tem uma pergunta do Renan aqui, ele tá falando o seguinte, como evitar que pessoas entrem em paranoia achando que o diabo está em tudo?

Tem gente que você não vai conseguir tirar isso, né?

Essa é aquela visão desequilibrada, animista. Porque se você... Quem já leu a Bíblia inteira, se você for considerar qual é a ênfase que a Bíblia dá para o diabo, pequena, média ou grande, você vai ver que é uma ênfase pequena. Eu não estou dizendo que a gente tenha que menosprezar o diabo, mas a Bíblia dá muito mais ênfase para a responsabilidade humana do que para os demônios.

É uma ênfase relativamente pequena. Então, quando você começa a dar um lugar de muita autoridade para os demônios, essa ênfase só em demônios, você está potencialmente desequilibrado. A sua teologia está totalmente desequilibrada. Se você quer ser uma pessoa biblicamente equilibrada, você tem que dar a mesma ênfase que a Bíblia dá àquele assunto.

Se você começa a dar uma ênfase a mais ou a menos...

Você se desequilibra Mas infelizmente Assim, isso Às vezes acontece muito, não é por mal Às vezes, porque às vezes a pessoa Aprendeu esse tipo de conceito De batalha espiritual Que é só demônio, demônio Vê demônio em tudo Tudo é culpa do demônio É, exatamente Mas o que está mais em pauta Bíblicamente na batalha espiritual É a responsabilidade humana É, exatamente

Maravilhoso. Que é uma coisa que a gente quase não ouve falar, né, pastor? É, mas que eu, pessoalmente, empatizo demais. Eu sei disso. Por isso que eu amo o teu ministério. E, assim, é uma coisa que eu queria muito ter essa oportunidade de a gente estar aqui.

porque muitas pessoas precisam conhecer pastores e ministérios que às vezes não estão tão no hype, como a gente usa esse termo, não estão tão populares, mas que são de uma verdade. E eu tenho aqui hoje, posso falar isso para você, Vilela, dois pastores que eu admiro muito, respeito muito, e que são para mim uma referência na minha vida.

E são pessoas que têm casamentos sólidos e uma vida real. Não é gente que se faz de santo, né? A gente não se faz de santo, né, pastor? A gente não se faz de anjo, não. Porque tem muito líder que se pinta de anjo, né, Bóstolo? Tem uns que eu recebi uma vez um cartão de visita. Eu fui num café de pastores.

Ele me deu um cartão. Era vice-querubim? Vice-querubim. Como é que você sabe? Você tá brincando. Como é que você sabe? Eu chutei. Isso só pode ser brincadeira. Ou revelação.

Isso só pode ser brincadeira. Vice-queiro-be-conquê? O que é isso? A agenda do reino de Deus é a agenda da vida interior, do coração quebrantado. O reino de Deus não vem com aparência exterior. Essa foi a famosa síndrome dos fariseus, que por fora, cerimonialmente, eles eram impecáveis, mas por dentro...

era só rapina e osso podre. Exatamente. Então, normalmente, quem enfatiza muito um padrão externo de santidade está compensando as misérias interiores. Normalmente é assim. É triste essa síndrome dos fariseiros. Tudo que é em exagero é para esconder o oposto. A pessoa é exagerada demais, quer arrotar muita santidade.

E aí, Vilela? É isso, agora é a hora dos recados Agradecer demais a vocês e cada um passar Seu recado, quem começar? Quer começar, Apóstolo? O Apóstolo tem uma igreja maravilhosa Que eu já preguei lá várias vezes Já fiz até o culto das princesas lá É isso

Foi, não foi? Foi bom. Em Alphaville, maravilhosa. Quer falar, poxa, os horários dos dias do culto? Bom, estamos lá em Alphaville, o nome da igreja Icap, Igreja Cristã Apostólica e Profética. Os cultos são os mais importantes, podemos dizer.

De quinta às 20 horas. Culto de jovens aos sábados às 19 horas. E de domingo, culto da família às 10 da manhã. Uau, que benção.

E aí é uma igreja... Fala um pouco, pastor, apóstolo, da visão da igreja de vocês. Fala um pouco para as pessoas que quiserem que se sentirem, às vezes, com desejo de conhecer, que às vezes não estão congregando em lugar nenhum. Deus me deu uma visão para que pudesse ser fundado o ministério, que é de reforma espiritual. Inclusive, tem um livro.

Deus me deu a visão e disse, escreve num livro. Me deu aquela passagem de Abacuque 2. Eu tenho um livro seu. É esse que eu tenho? Reforma espiritual? É maravilhoso. Eu tenho cinco. Ah, então você já tem cinco, eu só tenho um, eu tenho que ter os outros agora, eu tenho que ir lá visitar logo de novo. Tem aí. É esse que eu tenho, Reforma espiritual, maravilhoso. Quer mostrar? É. Vamos mostrar. Esse aqui é o que eu tenho. É esse aqui. Estou mostrando, sabe? Está mostrando, está mostrando. Está.

Eu esqueço que você tem essa câmera aí do teto. E aí, mediante a visão de reforma, reforma ministerial, reforma de vidas, reforma de casamentos, reforma, enfim, reforma de almas, mediante essa visão, nós fundamos o Ministério e começamos nessa linha de reforma. E estamos aí até hoje, já são 23 anos.

23 anos. Nós temos vários pastores, vários ministérios, na igreja, ministério de cura e libertação, ministério de intercessão, ministério de louvor, ministério de mulheres, ministério de famílias, ministério de mordomia, de integração, ministério dos grupos familiares, nós chamamos de MUVI.

Por que move? Multiplicando a visão. Então nós ministramos muito sobre o caráter de Cristo nos grupos familiares. Deus também me deu uma apostila sobre...

para ministrar nos grupos familiares. Enfim, é isso. A gente tinha que fazer um congresso de santificação de novo, nível 1 lá, que a gente fala sobre libertação sexual, libertação da música do mundo, lembra que eu fiz? Isso é muito bom. Vamos fazer de novo? Muito bom. E o pastor Cote podia ser um dos preletores, a gente podia fazer um congresso de libertação enorme com ele, com a pastora Raquel. O que vocês acham dessa ideia? Boa.

Não é uma boa, Pastor Cote? É um sonho, hein, Pastor? Ele ri porque ele já sabe que eu já fico assim, quando que a gente vai fazer um congresso junto? É ou não é? Já tem mais de 10 anos que eu falo isso pra vocês. Pois é. Quando a gente se encontra, é aquela alegria, mas cada um pro lado é uma correria. Mas imagina, pessoal que tá assistindo até essa hora, quem acha que seria uma boa, escreve aí, né? Fala você um pouquinho também, Pastor. Tem os seus livros aí pra você mostrar pro pessoal?

É, são... Agora está indo para o décimo quarto, né? Aquilo que eu falei, normalmente os livros que eu escrevo, eles sempre entram numa lacuna. Então, tem livros, diversos assuntos.

tem livro nessa área de sentimento, liderança, o pastoramento inteligente, depressão. Então, qualquer coisa, é só entrar lá na nossa editora, editorajocum.com.br. Tá bom, pastor. Que maravilha. E numa próxima oportunidade, você tem que vir presencial, hein?

Se Deus quiser, vai ser um prazer. É só combinar direitinho, com antecedência, né? Que a agenda sempre é uma saia bem justa, né? É verdade. Eu já estive lá visitando, ele sabe, o pastor Cote. Você está no mesmo lugar ainda? Sim. Ok.

Lá em Curitiba, né? Não. É, Curitiba. Nós somos na região metropolitana de Curitiba. Ah, não. Então você mudou. Você foi onde? Você estava em Minas. Não é isso? Não, não. Curitiba. Ela falou em Curitiba. Curitiba, ela está falando. É. Mas é... Dá para confundir. Curitiba com Minas dá para confundir. É ali. É logo ali. É quase. É logo ali. É logo ali. Eu sou de BH, né?

Eu sou natural de IH, mas isso não é isso. Eu não quero pegar um voo com ele, né? Eu não quero estar indo no aeroporto com ele, porque eu vou entrar em avião errado, né? Eu vou ficar na fila errada. Olha lá, ela está fazendo positivo. A pastor Nancy e a mulher dele concordando. Exato. Perdão. Então, ele te encontrou em Belo Horizonte, capital de... E de lá nós fomos para Curitiba. Ah, tá. Então tá certo.

Ai, que maravilha. E aí você, Sara? E eu, a gente... Tá de pé ainda que a gente vai fazer o programa? Ah, e o Pastor Cote já pregou na nossa igreja. Já pregou lá? Já. Então, olha só, já tá o mistério, já tá feito. A gente tinha que se programar. Que tal a gente fazer na Páscoa que vem? Topa? Você já tem agenda pra Páscoa, gente? Como é que eu sou cara de pau? Eu só faço agenda pro ano, né?

Eu já tô querendo fechar uma agenda que é ao vivo. Depois a gente conversa. Eu quero muito fazer. É um sonho meu fazer um congresso com ele. Com o Pastor Cote, ministrando esse jeito dele equilibrado, calmo. Assim, totalmente diferente de mim, né? Que sou totalmente tempestuosa. Você tá com calminha, Sarah. Eu tô querendo aprender. Eu tô recebendo. Eu tô, ó.

Tô na postura de aluna aqui. Mas eu queria aproveitar pra falar que nós vamos ter um episódio do podcast que eu queria muito fazer lá do outro lado. Por favor. Ainda não dá. Por favor. Live não dá, só dá pra fazer gravado lá.

Ah, dá pra fazer assim, live Não dá não? A gente não cata os microfones Não, live, transmitir ao vivo Não dá, dá pra gravar Parece que a gente tem que montar as câmeras Não, todo esse equipamento teria que ir pra lá Não, é só virar É muito cara de pau É, né? É fácil Ô, Lene, fala pra ela que é fácil Não, mas Lene, você não pode ficar de costas Se fosse fácil, a gente fazia agora Desliga tudo o estilo daqui Mas a gente não pode, Lene, puxar umas extensões E botar as câmeras Vem, Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem Vem

Coloca aquelas extensões, né, Coco? Vamos arrumar do lado da outra, assim, o varalzinho. Pode botar uns pedestais. Faz com o celular mesmo, né, Lê? Isso. Faz com o celular. Não vai ficar tão bonito, né? Olha só. Não dá, não, pra gente fazer lá? Um dia dará. Um dia? Em breve dará. E se a gente botar uma câmera só, fizesse só plano aberto? Não dá. Olha, eu tô me metendo na vida das pessoas. Mas tudo bem, volta pra terra.

Semana que vem, a gente tá combinado de fazer uma live especial só pra falar dessa área que eu falei aqui no final, que é o período de antes. Uma visão conservadora, independente da sua igreja, você que acompanha a gente aqui, uma visão conservadora. Uma visão que nem todo mundo que é da igreja, às vezes, tem gente que não é da igreja, mas é conservadora.

Tipo assim, eu conheci já mulheres que casaram virgens e que nunca frequentaram nenhuma igreja. Ela era simplesmente conservadora e queria se guardar até o casamento. Isso é um papo hoje, pra nossa geração, da época que nós estamos vivendo, completamente louco, né? Total. Totalmente anacrônico. Anacrônico. E aí, semana que vem, eu separei alguns casais muito especiais.

que eu tenho um carinho muito grande, inclusive uma cantora que é uma das maiores cantoras gospel do Brasil, que é a Gabi Sampaio, que ela já confirmou que ela quer participar também online, como o pastor Cote está participando, para ela falar um pouco, contar um pouco do testemunho dela. E a gente separar vários casos de pessoas, situações de pessoas que hoje estão casadas.

E que fizeram a coisa certa e que podem testemunhar. Porque muitas pessoas chegam pra mim e falam assim, não, mas pastora, você é solteira, você não é casada. E não querem ouvir, né? E eu falo, não, então eu vou trazer pra vocês histórias que eu conheço de pessoas, principalmente pessoas jovens, que pagaram um preço e que...

E vão contar o diferencial na vida delas, principalmente os maridos, né? Porque os homens... Mulher fala, mas homens geralmente não falam tanto. Tem uma história muito legal que eu quero mostrar pra vocês. Eu acho que vai valer muito a pena falar sobre isso. Porque hoje eu tenho sido essa pessoa, né? No Brasil.

e nas nações da Terra falando sobre isso. Quero aproveitar pra divulgar o meu evento dia 30, mas eu vou falar também semana que vem de novo, meu evento presencial dia 30. Você tá convidado? Você tá convidado. Você leva seu filho e vai, por favor. Eu vou, eu vou. Vai, Lene. Lene, eu te convidei pro meu baile, Lene. Ô, Lene. Não me liberaram aqui.

mentiroso, cara! Lênin, tu fica de graça? Deus tá vendo esse negócio. O nosso diretor não me liberou aqui. Você nem vai pro meu baile com esse Black Power. Diretor nem tava aqui ainda nessa época. Ele tá levando culpa, ele nem tava aqui nessa época. Não vem, não. Poxa, Lênin, tu ia brilhantar meu baile com esse Black Power aí, bonitinho. É, rapaz.

Nem pra ir no meu baile. Bom, vai ter meu próximo baile esse ano, na Inglaterra, durante o Festival Jane Austen, na cidade da Jane Austen. De repente, na semana que vem, eu falo um pouco mais sobre isso, tá? Mas, dia 30 desse mês de maio, nós vamos ter um único evento do Cine Realeza do ano. É o sexto evento que eu realizo, que é um evento...

de entretenimento conservador, cristão, mas conservador principalmente para a família. E vai ser liberado de sete anos em diante. Os pais podem levar seus filhos e tem um ingresso de 50% de desconto especial para crianças de 7 a 12 anos. Se vocês quiserem ir, é uma experiência imersiva dentro do universo da Jane Austen, de quem foi essa grande escritora. Eu vou fazer análise espiritual do filme ao vivo, então quem quiser ir...

Eu vou disponibilizar para vocês também hoje mais tarde lá embaixo do meu... Lá no meu Instagram. Mas está lá. Se você colocar lá na bio do meu Instagram, você vai achar Cine Realeza, dia 30. É inesquecível e imperdível essa experiência. É uma experiência...

que você nunca teve nada, viveu nada igual. É de meio-dia às seis da tarde. Estão todos convidados, ok? É muito maravilhoso. Vá, porque se você gosta das minhas análises dos filmes, você sabe que eu tenho um canal de análise espiritual dos filmes, né? E aí, tá bombando o meu canal. Se você quiser assistir ao vivo uma análise espiritual, eu vou compartilhar muitas coisas legais lá. Vá nesse evento. E até semana que vem, né? Vai ser ao vivo, então, na semana que vem.

Vai, a não ser que você queira fazer lá, a gente faz gravado. Terça-feira, ao vivo. Quer fazer lá? Eu queria fazer lá, ia ser muito legal. Mas aí se for gravado tem que editar. Você não edita? Não, não edito. Deixa também como se fosse ao vivo? Sim, é pique de ao vivo. Vai. A gente decide aí, vamos decidir. A gente decide, a gente decide. Obrigado demais aí, obrigado ao Lene, obrigado ao...

Bigoda que tá quietão. Bigoda tá quieto hoje, né? Tá, tá quietinho. Tá quietinho aí. Tá com medo. Tá com medo. Obrigado a todos vocês. Lênia, agradecer ao pessoal que tá aqui com a gente. A Insider, parceirona de longa data. Exatamente. Hora de você brilhar agora. O que o pessoal escreve nos comentários pra provar que chegou até o final desse papo.

Escreve aí, descaletamento. Não, é descapetamento. Descapetamento. É que acho que trocou a letra ali. É, a letra que você foi anotar aí. É, descapetamento. Não é? Descapetamento. É, o pessoal tá escrevendo nos chats. Descapetamento. Descapetamento. Então escrevam aí. É difícil aí. Descapetamento. Ó, o pastor tá rindo lá. Ó a risada do Silvio Santos. Olha lá. Oi, não parece o Silvio Santos? Olha lá.

Valeu, gente. Fiquem com Deus aí. Beijo no cotogone. Tchau. Até semana que vem. Sara tá aqui de novo. Até mais. Deus abençoe.

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