Episódios de Inteligência Ltda.

1798 - TOM CAVALCANTE E JONATHA E CRISTIANO

27 de março de 20262h39min
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TOM CAVALCANTE é humorista, ator, imitador, apresentador, radialista e dublador, e JONATHA e CRISTIANO são cantores sertanejos. Eles vão bater um papo sobre comédia, música sertaneja e família, já que Cristiano é genro de Tom. O Vilela é fã de música sertaneja, especialmente da parte da sofrênci

Participantes neste episódio4
R

Rodrigo Cáceres

HostHumorista
L

Lene

Co-host
C

Cristiano

ConvidadoCantor
J

Jonatha

ConvidadoCantor
Assuntos5
  • Comédia e Música SertanejaTom Cavalcante · Jonatha e Cristiano · Humor e Entretenimento · Traição e Relacionamentos · Cultura Nordestina
  • Trajetória de vida e origemTrajetória de Jonatha e Cristiano · Experiências no Circo · Desafios na Música
  • Indústria MusicalStreaming e Distribuição Musical · Impacto das Redes Sociais
  • O Papel da Fé e EspiritualidadeExperiências Espirituais · Relação com a Morte
  • Cultura nordestina e tradiçõesVaquejada · Forró e Sertanejo
Transcrição424 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, Terracios. Ô, Lene, eu tô bebendo água. Começa aí pra mim. Olá, Terracios. Como é que vocês estão? Aqui é o Lene e tá começando mais um Inteligência Limitada. Um programa. Um programa que... Onde a limitação da inteligência. Exatamente. Isso é parte da nossa, né? A nossa inteligência limitada, mas a dos convidados não. Não, que sempre tem uma vida muito mais ligada ao entretenimento, ao humor, não é? É verdade, é verdade. Hoje tá bem... Sua vida, Lene, tá mais pra humor ou pra terror aí?

Olha, eu acho que é uma mistura dos dois, viu? Eu consigo ir do terror ao humor. Sabe aquela coisa assim? Sei. É o terror. É, o fantasma que vem me atazanar, ele tá contando uma piada antes de falar comigo. Mais ou menos isso. Troca fantasma pro Garotas e você vai entender com o que tá a vida dele, né? Olene, como vai ser a participação do pessoal nessa live maravilhosa?

É isso aí, você manda pra cá o seu superchat, tá bom? Com a sua pergunta ou com o seu comentário. Já vou pedir pra você se inscrever no canal, se tornar membro, deixar o seu like, que é muito importante o seu like pra ajudar a gente. Aproveita, compartilha o link dessa live com quem você gosta ou quem você não gosta também. E aproveita pra ativar o sininho pra receber as notificações. É isso, então se inscreve no canal pra gente chegar em 6 milhões e vamos que vamos, né?

Bora lá. Ó, antes de falar com o pessoal, eu quero falar com o pessoal... Posso falar com os terráqueos aí, ó?

Ó, terráqueos e terráqueas, quem aí já parou pra fazer as contas de quantos feriados a gente vai ter esse ano? Pois é, é porque esse ano tá generoso, né, Helena? Feriado atrás de feriado. É verdade. Ou seja, várias oportunidades perfeitas pra dar aquela escapada, viajar um pouco e mudar de cenário, ó. E quando pinta a viagem com família ou com amigos, uma coisa que faz muita diferença é onde você vai ficar, né? Aí entra o que?

O Airbnb. Dá pra escolher um lugar que realmente combine com o estilo da viagem.

E se você quer acordar olhando pro mar, tem opção. Tem. Se você quer ficar numa P ou numa casa pertinho da praia, também tem, né, Lê? Também tem. Ó, é o seguinte, prefere o campo. Eu prefiro montanha, você tá ligado, né? É, eu também. Cidades menores, também é a minha. Daquelas boas pra caminhar, conhecer restaurantes e explorar a cidade, também tem. Agora, se a ideia for sumir um pouco, pegar um chalé na montanha com lareira e silêncio...

Tem também. O legal do Airbnb é justamente isso. Você encontra espaços diferentes com mais liberdade, mais privacidade e aquele conforto. Então, já aproveita que o próximo feriado prolongado está chegando e começa a organizar a viagem. Junta a galera, escolhe o lugar que combine com vocês e faz a reserva logo. E no Airbnb ainda dá para pagar com Pix ou em seis vezes.

Sem juros no cartão. Assim vocês dividem o custo e fica bom pra todo mundo. Feriado liberado é no Airbnb. Total. Além disso, eu aconselho a fazer um grupo de WhatsApp com os amigos pra ir mandando os links das acomodações e vai todo mundo votando. O nosso grupinho já tá fechando. O grupinho do carnaval fez sucesso. Tá bombando.

Sejam bem-vindos então. Tom aqui já veio ao programa. Vocês são a primeira vez. Eu quero introduzir nele. Eu quero introduzi-lo. Então se introduza e depois introduza neles. Não, não. Neles. Foi alto falho aqui, desculpa. A alegria muito grande estar de volta aqui ao Limitada.

é limitada também não só do apresentador comer informado de alguns convidados no caso você também se inclui na inteligência de ver o Brasil perder de dois anos para nós aqui joguinho feio joguinho feio então assim esse é o Jonathan e esse é o Cristiano esse aqui é casado com a minha filha no caso é meu genro

E eu sou o sogro dele e esse aqui é irmão do Genro, que é o Jonathan. Jonathan e Cristiano. E sempre tem que ser nessa posição que a gente fala, Jonathan e Cristiano. É uma regra, assim. É uma regra. O sertanejo, as duplas, sempre não tem isso, é verdade. Então aqui é Vilela e Tom. Se a gente for fazer uma dupla sertaneja, é Vilela e Tom. Estamos apresentados. Vilela e Tom. Se bem que um faz primeira voz, o outro também faz primeira voz, o outro faz segunda voz, o outro faz segunda voz. Não tem essa? Não tem? Não tá definido? A gente brinca muito.

A gente faz uma troca, né? Lá ele. Lá ele. Olha lá. Vai pra lá. Mas é o seguinte, não sei se te avisaram aí, eu sou um cara interesseiro. Quando vem a primeira vez aqui, tem que me dar presente inútil, uma coisa pra deixar no cenário. Opa, trouxemos aí, hein? Posso pegar? Claro. Não é nada que vai... Não, tem uma história bem legal. Compramos esse chapéu aqui.

Lá em Juazeiro do Norte. Pega ele aí, segura aí. E tem uma história legal, que era uma época que o Jonathan Cristiano cantava muito forró. Fizemos vários vídeos com o Coelho Chapéu. Só que no dia que eu comprei ele, um cidadão chegou e me disse assim, olha, eu tenho uma mensagem pra passar pra você e um dia você vai ter que passar pra outra pessoa.

E eu quero passar agora pro meu sogro essa mensagem. Eu me sinto muito honrado em receber essa mensagem simbolizando esse lindo chapéu. É uma imagem... Vindo de você, meu genro, eu tô aí aberto a receber com muito carinho. Pode falar. Aberto, né? Não, pode falar. Hoje vai ser difícil hoje, hein? Tudo aqui é quinta série aqui. Lá ele, lá ele, meu bem. As coisas do negócio do chapéu ou não? Três chapéu. Não, não, mas o negócio do negócio da hora. O quê?

Aí, Lerense! Essa chegou sem avisar, mano. Boa. Vou passar a mensagem pra ele agora. Deixa sua mão aqui, que é muito importante. Pois não. Câmera aqui de cima. Lá no Juazeiro, no Ceará. Aí. E o cidadão pediu pra me passar pra uma pessoa que eu amasse muito. Não, eu não tô acreditando, não. Peraí, peraí. Aqui o microfone, peraí.

Passar pra uma pessoa que eu gosto muito, eu tinha que passar pro Sogrão, né? Tá certo. Fazer aquela moral. É, fazer uma moral, né? Ó. Qual é como um agradecimento por eu ter trazido os dois de programa de maior sucesso do Brasil, que é o podcast do Vileiro. Pode falar. Ó, Sogro. Eu te livro de quem vai e de quem fica. O corpo fechado pra bala e faca e o cu aberto pra pica. Olha a minha nossa...

Pra mim, né? O diabo de recado é esse, mano. Rapaz, eu achei que era uma oração. Rapaz, respeita teu sogro, rapaz. Não, cara, mas é sério, é sério isso aí. Eles falam? É, eles fazem essa onda, faz. Como que é? Que livro, como que é a frase?

Eu te livro de quem vai e de quem fica. O corpo fechado pra bala e faca e o cu aberto pra pica. É? Pois eu acabei de receber uma mensagem também pra ele agora. O que é isso? Acabei de receber uma mensagem que um rapaz lá do interior do Rio Grande do Norte mandou pra você. Lá vem, lá vem. Se o Brasil for pra guerra e tu for convocado...

Se o Brasil for pra guerra e tu for convocado, vai ser uma destruição total. A tua defesa é ir agarrado no meu pau. Desculpa. Boa, boa, boa, boa, boa. Desculpa. Boa. Foi ele que começou, viu? Quinta série aí. Total. Faz na hora, é nojento. Sejam bem-vindos aí. Ainda bem que não veio recado pra mim, viu? Cara, esse chapéu vai ficar bonitão aqui no cenário. Legal, né? E ele tem um significado, né?

É feito do quê? É bem típico da região? Cara, é de porro mesmo. Os vaqueiros. A gente cantou muito forró de vaquejada também, os vaqueiros usam muito pra pega de boi, né? Você sabe que o chapéu do vaqueiro nordestino, ele tem a referência do kipá judeu. Sério? É. Essa parte aqui...

Essa parte aqui, ela é toda inspirada... Coloca aqui na mesa. Ela é toda inspirada exatamente no Kippah, essa partezinha de cima. Como no Nordeste o sol é uma coisa muito forte. Escaldante, né? Aí teve essa adaptação de ter essa aba em volta do... Mas a essência dele, você pode olhar aí no Google, que vem da referência da colonização dos judeus no Nordeste.

E um detalhe muito importante, por ser de couro, também tem um dibão que é de couro, e muita gente pergunta, ah, por que não tem de outro material? É porque às vezes tem a pega do boi, o boi na mata, que eles entram na mata e eles não podem se cortar, que às vezes se tacam assim nas árvores, nos espinhos, e o couro é justamente pra defender o corpo e a cabeça. Você sabe, Vilela, que no Nordeste ainda há essa prática, esses campeonatos estão ali valendo, eles estão...

Muito forte, né? Mensalmente eles estão entrando dentro da mata pra pega de boi e tem os campeonatos. Tem os campeonatos. É uma coisa mais linda do mundo. É o boi na moita que fala lá. É o boi na moita. Tu já pegou algum boi atrás da moita, tu? Rapaz, ainda não mais pretende, acredita? É isso aí. Mas obrigado demais aí, Lênin. Legal, hein? Não roube meu chapéu, Lênin. Opa!

Esconde aí. E qual que é a história de vocês, então? Conheceram só por causa disso? Ou você já conhecia? Não, eu vou abrir aqui os trabalhos contando a história desses dois de uma forma muito resumida em três horas. Esses dois, eles são artistas no Nordeste. Um nascido no Rio Grande do Norte, esse aqui nascido no Ceará. Depois esse se tornou cearense de coração porque foi morar em Crateus. Enfim, a dupla de Jonathan Cristiano nasce no circo.

Nasci no circo, os pais circenses, a mãe palhaça, o pai palhaço. Primeira palhaça. A primeira palhaça do Brasil é a mãe viajando o Nordeste todo, se caracterizando de palhaça, Dona Tânia.

E ao final dos números, ela cantava, vejam só, que história boba eu tenho pra contar. Ia tirando a maquiagem e as pessoas ficavam surpreendidas ao ver que era uma mulher, uma mulher, não sei o que não, era um homem fazendo, às vezes, de palhaço. E esses caras aprendem dentro do circo toda essa relação com o público, as grandes dificuldades que se passam nessa vida assistente, saindo de um lugar pro outro, cidade pro outro.

E eles aprenderam a malabares, fazer malabares, contorcionismo. Trapézio, voador. Se tornaram dois caras que trabalham o corpo com muita facilidade. São dois atletas, até hoje são dois atletas. Esse aqui vira de ponta cabeça. Esse aqui, enfim.

E, cara, eles começam a aprender instrumentos ali, esse aqui toca acordeon, nossa sanfona, esse aqui toca violão, esse aqui toca violão. E eles vão para a luta, atrás de ganhar dinheiro no Nordeste, fazendo as vezes de cantor, ele aprende a tocar teclado e vão para a porta das lojas.

buscar o pão de cada dia deles. E vão para a porta das lojas e aí eles podem continuar. A história é muito bonita. A vida não foi fácil, não. Desde o circo, porque o circo já tinha uma vida muito difícil, né? Porque era um circo bem pobre, a gente vê, né? Uma situação bem complicada.

E que a gente chegava numa cidade, às vezes não dava ninguém no circo, só, sei lá, eu via meu pai e minha mãe desesperados pra fazer a mudança de um circo uma cidade pra outra, então era bem complicado pra estudar. Às vezes de bate-chuva, né, Cristiano? Nossa, muito sofrimento. Mas, sem falar que é uma vida gostosa também, né? A gente ama o circo. Cara, demais, demais. Mas, pra mim, eu falo por mim assim, na minha época eu não trago boas recordações, não porque eu não gosto da cultura, eu gosto de todo tipo de...

cultura, eu amo circo, mas pra mim foi muito difícil, porque eu vi meus pais numa situação difícil, entendeu? E a primeira oportunidade quando eu comecei a tocar teclado, eu tinha 9 anos de idade, a primeira vez que eu peguei no instrumento, e meu pai tinha comprado pra ele aprender e tal, aí eu apontei umas músicas ali, ele, não, já tem que começar a cantar, minha mãe gostava de cantar, e era nossos pais que começaram a cantar.

Eu tocando, fazendo barzinho. O rapaz, dá pra ganhar dinheiro com esses meninos. O primeiro show que o meu pai fez show pra gente, se eu não me engano, foi 30 reais num restaurante. Uma coisa bem pouco mesmo, assim.

E eu só sabia tocar três músicas. E era quatro horas de show, pô. E aí? Era a mesma música. Aí deixava na bateria do teclado, aí o pai pegava o microfone, alô, meu prefeito, alô pra esse cara que tá aí tomando uma cerveja. Só um malandro, viu? Mas é bem difícil, cara. Eu lembrei, sabe de quê? Do cara que... O Luiz Gonzaga fazendo sucesso no Rio de Janeiro, né? Lá do Exu. E aí um cara se traz, vai ao Rio de Janeiro lá, um cantor, vê o Luiz Gonzaga.

imita Luiz Gonzaga e começa a fazer show no Nordeste todo como Luiz Gonzaga. Só que ele não sabia as letras das músicas, não. E onde ele chegava, ele botava o povo pra cantar. Chegava nos clubes, Luiz Gonzaga já estourado, tocando nas rádios do Nordeste todo. Lá está o cara de gibão, de noite, naqueles clubes sem luz. É sério isso? É sério. Quem me contou essa história foi até o Chico Anísio. O nosso Chico Anísio, que Deus o tenha. E aí o cara chegava no clube, né? Contratado como Luiz Gonzaga, e ele começava.

Quando olhei até vocês. A fogueira vira de São João. Eu perguntei a Deus do céu. Aí eles assim. Após essa estratégia até hoje, a galera usa. Até chegar numa cidade que o cara foi acompanhando, que tava desconfiando dele, ele disse assim, canta a Tris Partida. Aquela que... Como é que é a Tris Partida? Que fala...

Triste Partida, é. Triste Partida, que é aquilo que o... De manhã muito cedinho. É essa? Não, não, não. Triste Partida é outra. Eu canto já, que é do Norte da China, que vai embora pro Sul. Enfim, quando ele começa a cantar... Setembro passou, outubro e novembro. É, setembro passou, setembro e novembro. É legal. Meu Deus, meu Deus. É legal, Divaldo. Aí, quando o cara diz, canta esse Triste Partida, ele não sabia a letra, ele diz, eu não vou cantar, porque eu lembro da minha mãe, que já faleceu.

Aí o cara cirmou com ele Pô, seu filho do Água, você não é Luiz Gonzaga não Eu vou lhe enfiar a faca no bucho Essa é uma história verificada Ai cara, legal demais E aí ele conhece E aí ele Morando lá em Crateus

Através da internet, num grupo, ele começa a conversar com a minha filha, com a Maria. Começa a conversar. Assim, dentro de uma perspectiva de coincidência, de probabilidade, seria zero...

a esquerda e mais zero, porque não tinha como. E a Maria, quando viu esse cara lá pelo vídeo, falou pra mãe dela, pra Patrícia, mãe, eu vou casar com esse cara. Nossa. Brincando assim. E ela de cara já falou. Ela sentiu essa força. O que você mentiu pra ela? Qual foi a mentira? Fala aí, não, fala aí. Mas o pior é que eu minto pra caramba mesmo. Eu minto, eu gosto. Tem um submarino. Só que foi muito engraçado porque com a Maria eu não menti, cara.

Foi sério, eu liguei pra ela, eu mandei mensagem. Você usou a sua foto mesmo, de verdade.

Opa, que é isso? Não, né, Lili? Eu quero saber, eu tô solteiro, eu preciso ver as estratégias, né? Foi, foi, foi. Aí, cara, eu mandei mensagem, como foi que aconteceu? Eu vi ela fazendo entrevista, tem um canal, eu disse, nossa, cara, que bacana, mas eu não sabia que o Tom era pai dela. Eu juro pela minha mãe, pela minha filha, pela minha esposa, porque eu mais amo, não sabia. Porque eu saí olhando assim, meio por cima assim...

Eu vi ela entrevistando o Wilson Nunes, o Tio Lili. Estamos apresentando como nasceu o amor. Faustão. Aí um dia eu conversando com ela assim, eu sem camisa assim na cama, rolê saindo do futebol ali e tal. Aí do nada ela, peraí que eu vou lhe apresentar meu pai.

Cara, aí entra o cabeçudo aí. Entrei de cara, assim, ó. Ela já tinha me falado, tava conversando com o cara, eu vi a cara desse vagabundo. Aí eu disse assim, boa noite, tudo bem com o senhor, cidadão? Aí ele disse, ah, então Cavalcante... Ah, eu não sabia, cara! Cavalcante, eu digo, sou eu, Elvis Presley. Sou eu.

E de cara, cara, bateu assim uma sintonia, uma energia de espiritualidade muito, muito forte. Rápido eles vieram para a nossa família, né? Rápido a gente criou assim esse elo de amizade. Hoje é um filho que eu tenho, é uma amiga, é um irmão. Extensivo a esse outro também, que é o Jonathan. E é muito interessante quando Deus coloca essas pessoas na vida da gente. E eu como fui um cara que busquei...

acontecer de uma forma também muito, muito difícil até chegar. Quando eu vi eles dois, eu digo assim, esses caras vão receber todo o meu apoio, minha força, para que eles possam acontecer. A história deles remete a...

Há uma previsão de que eles serão sucesso no país. O conhecimento deles, musical, Vilela, eles conhecem tudo da música. De samba a forró. Tudo. E são duas bailarinas dançando, viu? É impressionante.

Ele tem demais ainda. Qual que é a referência de vocês? O que vocês escutavam? Cara, é engraçado porque a gente que veio do barzinho, a gente tocava Seresta, MPB, Brega. Até internacional, minha mãe não sabe falar nada inglês. Eu cantava na época lá porque a galera pedia.

A nossa referência é muito aberta, assim. Mas do sertanejo, a gente fala do... E toca... Mas toca muito sertanejo pra lá também? Começou a tocar, né? Começou a tocar. Começou a tocar. Toca bastante, mas é fato que o forró é bem mais forte. É bem mais forte, né? Por isso que a gente fazia muito forró lá pra ter que faturar, né, cara? Porque...

A gente ama a música em geral, né? O sertaneio de forró, mas lá a gente tinha que se virar do forró. Eu quero que eles trabalhem, é difícil, já falei pra eles, mas que seja feito cada batente, cada degrauzinho, feito com muita consistência pra poder acontecer. O sucesso acontece de uma forma muito difícil, mas quando ele acontece é porque ele foi bem estruturado. O sogro fala muito isso, que tem a música, hoje não só a música, acho que muita coisa, tem muita coisa comprada e que dá pra comprar.

mas você não cria uma identidade, você não é duradouro, entendeu? Algo assim que aparece e logo some. E a gente quer fazer de uma forma mais... Com calma. Com calma. Eles rompem uma carreira de sucesso no Nordeste, acabam com aquilo por orientação minha e da Patrícia, é de vamos zerar a carreira de vocês. Porque vocês estão vindo pra São Paulo e aí a gente quer, dentro do nosso escritório, trabalhar vocês de uma forma, de um novo produto, colocar um novo laço nessa caixa de sucesso.

Até por conta da região, né, Soro? Porque lá era forró e a gente mudou a identidade pro sertanejo. E aí eles estão se adaptando a esse novo modelo. Já gravaram um CD já pesado lá em Goiânia com músicos de grande renome aí, da música sertaneja. Já apresentei eles a Gustavo Lima, já apresentei eles a Chororó. Se tu ver o áudio de Chororó, tu não acredita. Porque ele fala assim, olha, eu sou muito exigente, Tom. E eu fiquei encantado com os dois meninos.

Mas era o Chororó Ou era ele imitando o Chororó Era o Chororó O áudio era do Chororó Eu quero que ele faça o sucesso do Chororó E do João Gomes Que canta assim Quero te beijar de novo Tudo que a gente já fez

Ele imita mesmo, cara. Sertaneiro, você imita mais? Cara, isso é uma pergunta muito boa, Vilela, porque nos últimos tempos, as vozes não têm uma característica, né? Não tem. Imita o safadão. Imita a Anitta.

Como? É, tem que ser uma voz. O Roberto Carlos tem uma voz bem característica. Isso. Aí você vê uma seleção de grandes artistas. Calbi Peixoto, João Nogueira. Todo mundo tinha que ter uma voz muito específica. Bem marcante. Tô tentando lembrar mesmo alguém que tem uma voz marcante. Hoje eu penso no João Gão. Como é que é essa letra?

Tô pensando te beijar de novo. É isso mesmo. Tudo que a gente já fez, se tocou. Como é que é? É isso mesmo. Não, mas o restinho da frase, você lembra? É, o pedaço de pecado, de corpo colado, renaça comigo. É, o pedaço de pecado, pecado, renaça comigo. Essa parte é mais rápida. Mas é isso. Aí tem um... Ah, é. Mas é, então, o Nordeste traz essa força dele com o João Gomes e aí é a vez deles fazerem também trazer esse tempinho.

o Ribeiro Nordeste, um sertaneiro de fazer essa mistura boa. E hoje em dia como que faz? Porque antigamente você tinha todo aquele processo, acha uma gravadora, lança o disco, o CD, hoje em dia mudou tudo, né? Não se compra mais CD, é play, você tem que jogar na internet, é música a música, é um disco inteiro que você trabalha. Como que é a estratégia? A chegada dos streams, né?

O artista, claro, precisa de uma distribuidora, né? Precisa ter ainda. A gente já assinou agora com a... Ele tá com a Sony. Mas tem que ter. É um braço da Sony. Pra você receber, se a música estourar, tem que ter. Tem que ter. Mas não pelo fato de...

Tem gente que compra ainda CD, disco? Não, acho que o CD já saiu do mercado. Hoje, não só duplo, qualquer artista. Hoje é muito single, que é uma música, eles lançam uma música ali. Outros artistas gostam de lançar álbum. A gente lançou um álbum porque foi de um DVD, mas logo depois do nosso DVD que a gente gravou em Goiânia, já com o meu sogro como empresário...

é a gente já lançou uns três singles não foi isso João depois de ver aí hoje como como você falou que não tem mais a questão do CD porque antes a a gente tava na rádio né esses dias né fizemos visita o Neneto lá o Neneto mesmo falou rapaz os caras chegavam nessa altura de CD para distribuir para sair dando na rua hoje não tem isso hoje é lá ele você vai na rua

o que que faz com o CD? a gente saia dando na rua os CDs a gente via depois do fazia mas eu que sou de uma geração um pouquinho mais pra trás assim eu fico observando a mecânica, a dinâmica que é hoje colocada pra um cara estourar

por causa dos Spotify que tem que estar nas cabeças. Tem que ter clipe ainda? São muitos fatores. Tem que ter clipe, tem que ter o tráfego na internet, tem que estar no YouTube. Tem que ter os influenciadores pra divulgar também. E isso, tem que ser bem trabalhado. E os caras... Mudou tudo, né? E os caras cobram por isso e tem que cobrar mesmo e tal, pra poder entregar o que eles prometem. É uma dancinha que faz a música virar, né? Cara, mas é louco. É, você tirou a minha da boca, é realmente.

a dancinha puxa muito não, você tirou a palavra que estranho porque a dancinha viraliza muito então tem muita gente que não trabalha

É moleque demais, cara. Pelo amor de Deus. Não, mas é sério. Mas existe várias formas ainda de você distribuir a música. Tem gente que vai mais pro YouTube, tem outros que usam o Spotify. Outros artistas, quando vai mais pra aquela questão da dancinha, vai pra TikTok, Instagram. Já é outro tipo de distribuição. Mas e vocês? Vocês pensam em fazer o quê? Qualquer estratégia. A gente tá...

Tá usando todas as ferramentas. A gente vai misturar bastante, né, Cristiano? O estilo do nosso musical Dedo Sertanês, né? Um mais com dança, outro mais com romantismo. A gente tá usando todas as ferramentas, mas é assim. Tem música que se direciona melhor pro Spotify. Tem música que é melhor você trabalhar no Instagram, no TikTok. Tem música que já é pra YouTube. Então a gente vai... Então muda o direcionamento. Vai sentindo o calor de onde a música tá acontecendo melhor, né?

Será que eu estou percebendo aqui que eles estão colocando uma questão, que é a questão de milhares de artistas, milhares de profissionais que estão buscando esse sucesso, e eles estão falando exatamente dessa estrada que está sendo pavimentada devagar. Então, muita gente que está assistindo agora está se vendo nesse processo. Isso é muito legal. Então, a dica, a minha orientação é essa. Esperem, tenham resiliência, tenham paciência que vocês vão...

vocês vão acontecer. Diferente daquele músico que meu pai contava, ele tocava baixo e foi pra banda lá do Ceará e quando chegou lá, que o maestro foi aproximando dele e disse meu amigo, você não tá tocando nada de mais baixo do que isso.

Me falaram pra eu tocar baixo. Eu não consigo. Então, assim, tem que ter muita paciência. É, vai. Eu não consigo. Prepara só pra fazer um sonzinho, só pra galera ter uma noção do tipo de som de vocês enquanto a gente vai trocando ideia. É isso. Tom, o pessoal tá falando, você falou de seleção, o pessoal tá falando pra você narrar o gol do Brasil sendo campeão da Copa. Eu vou acrescentar duas coisas, pode ser? Pode acrescentar.

O Hugo Souza faz uma defesa de pênalti. Tá. E aí o Brasil retoma contra-ataque. Aí Neymar e... Neymar com... É. E com o... Vini. Vini. Neymar e Vini faz o gol da vitória. Tudo bem, então. Vamos lá. Brasil e quem na final? Alemanha ou França? Brasil e Alemanha. Alemanha. A gente vai ganhar de 8 a 1. Exatamente. Vamos lá, então, Leni.

Clínicas, uma governança da TV, que nasce a travar o país modo que é esse Brasil, é o Brasil em campo, direto da inteligência limitada, com o Vilela, com o Jonathan, com o Lene, com o jogador Cristiano, com o Dino, com a Maria, que está ali do lado, todo mundo presente na programação, sucesso, é o maior podcast do Brasil, oferecimento com um milhão de reais, você ganha um Pix do Milhão, você pode, você ganha, tome agora a sua chuva.

Cumpeta, chupe, porque você vai precisar. Aonde você quer que esteja, a cerveja que chega. Tudo em quatro vai caber, não sei júri, sem mais nada. É o grande diário de tentação. É jujupa do seu raro, Brasil. Vamos falar aqui. Vai de futebol agora, nem batocando agora. Pelo petado gramado, tocou para a vinha. Derrubo.

Derrubado o Vini, a falta! Falta derrubado o Vini! Atenção, Brasil! Daqui a pouco os comentários daquele que nunca foi uma Copa do Mundo, Geraldo Mancio! É partido difícil, o futebol brasileiro precisa melhorar, a Celote já comeu oito chiclete, não tá resolvendo nada, hoje perdemos pra frente, mas estamos na final com a Alemanha! Bora tocar, tocar, tocar, vira apertado, tocar, tocou da ponta direita, vai se embora, agora vai bater no cante e gol! Gol!

Estourou o microfone Dentro do podcast Puta que pariu Coitado do Lene lá Ai, ai, ai É só luzinha vermelha

Beijão pra galera que tá nos acompanhando aí. Já vamos tocar isso aqui quando tiver Brasil, Alemanha, na final, já tocar isso aqui. Ele tá recém-operado, ele fez uma cirurgiazinha. Ele tá agora se recuperando rindo aí dessas palhaçadas. Cadê a câmera aqui? Aí, ó.

Vamos estar de colete aí. Colete! Ele tem uma música chamada Colete. Colete. Explica por que colete. É sério? A letra é mais ou menos assim. Eu não nasci para ser colete a prova de saudade. Vamos fazer um pedacinho para entender? Ah, boa. Fazer o refrãozinho aí. Vamos fazer o refrão, né, João? Bora. Acontecer.

O humorista contou a piada, todo mundo tá rindo e só você tá quieto, pensando na morte da bezerra. Xiii, tá desconectado, né? Experimente a deliciosa Delvale Limonada e se reconecte. Agite seu dia com uma das incríveis versões limonada sabor pink, tropical ou clássica. O toque cítrico que te reconecta. Clique no banner e saiba mais.

Eu me doando por inteiro e você só metade Eu sendo para-choque pra tua saudade Se só me quer pra isso, não seja covarde Olha nos meus olhos e fala a verdade

Eu me doando por inteiro e vou ser só metade Eu sendo para o choque pra tua saudade Se só me quer pra isso, não seja covarde Olha nos meus olhos e fala a verdade

Porque eu não nasci pra ser colete, a prova de saudade. Porque eu não nasci pra ser colete, a prova de saudade.

Cara, como que é? Quem sabe faz ao vivo, meu. Quem sabe faz ao vivo. Cara, que ideia boa essa dele. Legal, né, cara? Colete à prova de saudade. O cara, ele não quer o colete à prova de saudade, é isso? Ele disse que não nasceu pra ser colete. Porque, tipo assim, a pessoa tá sofrendo, quer aquela pessoa de volta, só que tá usando outra.

pra ficar bem. E na verdade ela queria estar aí. Então a outra tá sendo usada. Ele queria estar com a figura. A pessoa tá sendo usada, entendeu? Eu entendi tudo. Só fazendo aqui uma metáfora, eu lembrei de um amigo meu, o Fernando, que ele trabalhava na concessionária lá em Fortaleza e ele se colocou numa situação muito difícil porque o Júnior tava pegando a esposa do diretor da empresa. E chegou o Fernando e combinou com ele. Fernando, eu...

Tô passando a mulher do patrão aí, do seu Júlio. Eu vou ter que sair. Tu fala pra ele que eu fui levar o menino pro dentista. Ele disse, tu é louco, cara. Faça isso, porque se ele perguntar por mim, o que tu vai dizer? E inventa uma história aí disso. E aí, já tava com um mês essa história. Cadê o Fernando?

Aí o Júnior diz, ele saiu que a esposa dele está grávida, ele teve que levar ela lá no médico para fazer o exame. A terceira vez ele disse, doutor, eu quero falar com o senhor, eu quero abrir o coração. E entregou, entregou o Fernandes. Olha, o Júnior entregou o Fernandes para o seu Júlio. Não tem nada disso. Ele está tendo um caso com a sua senhora, no caso Colete, nesse papo aí. E ele está comendo a sua esposa.

Ele disse, aí disse que o cara levantou, né? O Júlio levantou, pegou no ombro dele assim, Júnior, a minha esposa já morreu faz quatro anos. Você vai pra casa agora. Antes que ele engravide a sua mulher.

Aconteceu, cara. Essa daí é porra. Não esperava esse final aí, não. Esse final também me pegou. Então ele era o colete lá. Ele que tava aguentando as porradas lá. Mas é isso. Falou.

Como vocês escolhem as músicas? Cara, isso é um processo trabalhoso. Junta todo mundo aqui. Eu, Tom, Cristiano, Patrícia, Maria. A gente tenta... Cada um tem, tipo, colete. Quem escolheu foi o Jono. Eu escolhi uma chamada Calma. Faz só um pedaço da Calma, pra ele ver. Vai no começo. Se menor.

Eu era playboy da cidade, curtia a balada, piscina e tomava chandon. Andava de carro importado, era roupa de maca e perfume do bom. Então conheci vaquejada, comprei um cavalo e virei vaqueirão. Agora elas falam comigo, querendo empinar a rabetando o meu alazão. Calma novinha, tenha...

Calma, que o vaqueiro gosta Quando ela encosta a rabeta Calma, novinha, tenha calma Que o vaqueiro gosta Quando ela encosta a rabeta

Aí a gente cada um bota um pouquinho do que gosta mesmo. Essa daí já é uma coisa assim meio que... Já tem um calorzinho, um temperozinho do Nordeste. É, do TikTok, essas coisas de internet. Eu acho que essa aqui já vai mais por esse lado aí também. Aí tem as composições também, né? Que a gente compõe também. Aí às vezes a gente tira pra... Tom agora tá compondo com a gente também. É mesmo? Tem duas, quatro que tá vindo aí que já tem a... Eu dou minha opinião. Já tem a mente do homem aí. Mas não escreve? Escrevo.

Porque toda a vida eu fui roteirista e redator e fiz muita paródia, né? Então eu dou umas ideias assim, às vezes são mais de humor, assim, não pega bem. Não, mas é legal. Mas a gente vai dando ideia, cara. Eu tenho aprendido muito, cara. Cidade pequena, a gente... Não que a gente não tinha como aprender lá, só que quando você tá num ciclo de amizade que não te ajuda, que não te incentiva a você procurar ser mais, você fica meio que estagnado ali, entendeu? Depois que eu vim pra São Paulo, principalmente...

Então me passou muita coisa, aprendi muita coisa. Ei, Vilela, eles têm muita história engraçada da vida deles, cara, assim, dessa luta deles. Por exemplo, eu já falei isso e fica na minha cabeça. Eles tocando crianças na porta de loja...

Eles tocando na porta da loja. E aí no interior, lá vem a mulher reclamar do liquidificador que não tava funcionando. A primeira lapada que dava era na cara deles. É, era mesmo. É, cara. Ela chegou, jogou assim na minha cara, embora se vira, vai ajeitar. Eu digo, não, tô aqui tocando no tecladinho. Tocando no sol. Ganhando dinheiro lá. Cara, é. Como é aquela história do pai de vocês lá, que botou uma roupinha nova em vocês lá pra vocês?

Cara, meu pai é muito engraçado. É resenha, meu pai. Pai, isso aqui vai pra tu, viu?

Ele, todo final de ano, ele vai, ele escolheu as nossas roupas. Escolheu a calça, blusa, sapato. Aí tava na moda um sapato, cara, desse tamanho assim. Um bico bem quadradão, brilhoso, sabe? Ele chegou com três para aquele sapato. Era meio-dia, eu lembro quando se fosse eu tinha tomado umas, o pai, né? Aí chegou o pai, sacola da roupa nova. Sempre fez tudo pela gente, isso é muito massa. Ele disse, ó, veste agora aí pra ver se ficou boa.

Aí eu coloquei o sapato, né? O Jantar colocou também. Ele colocou, colocou as blusas social meio-dia.

Vamos ali na bodega agora. Porque ele queria mostrar as roupas, né? Rapaz, era mais ou menos, sei lá, um quilômetro, sabe? Um barro quente assim. Só que o sapato tava... Tava brilhoso. Ele disse, não, cara. Peraí que eu vou dar um grau nesse sapato. Aí foi lá e pegou a lata de manteiga, né? Aí ele pegou, passou uma colher de manteiga assim no sapato. Aí passou uma toalhinha e... Cara, mas ficou... Pra dar o brilho. Brilhou muito, cara.

Brilhou muito. Mas quando a gente chegou lá na bodeguinha, cara, vergonha grande.

Cinco cachorros lambendo nossos pés. O tempo todo, cara. Os cachorros sentindo... Coitado dos cachorros. Olha o que eu estou fazendo. Cara, isso ficou marcado na minha vida, cara. E o cachorro seguindo a gente, porque achou uma manteiguinha lá, cara. Aí começou a derreter, cara. E tu sabe que o cachorro segue o outro por causa do cheiro no cu dele, né? É. É. Mas não foi nada a ver isso aí, mano. Foi a manteiga, né? Foi a manteiga. Tá certo.

É, rapaz, esses caras têm história pra contar. No sertão, quando o cara é menos, vamos dizer assim, ele mora numa casinha de taipa mesmo, o banheirinho é separado. O banheirinho fica. Ah, meus pais falam que na época deles também, o banheiro sempre foi fora de casa, no interior de São Paulo. É, no interior, fica lá fora de casa, no interior do Ceará. O que é mesmo?

Rapaz, é porque não tem saneamento básico. Não, fazia um buraco, depois tampava e fazia em outro lugar. Não tinha... Buraco? Ah, é. E aí, não sei se vocês pegaram isso. E aí... Até tampar o buraco. Meu pai falava, só ia fazer o número dois com um pedaço de cipó na mão. Porque os porcos, né? Os porcos. Você tá ali. Tá entregando os porquinhos. A cocorada, o porco pra comer o ovo de uma pessoa é daqui pra mim. Nossa, que desespero, cara. É verdade, cara. Você fazendo força lá e os porcos querendo. É verdade.

É loucura, loucura. Ah, mas agora na música a gente passou muito, tá doido, muito perrengue, cara. Eu lembro de um show que a gente foi fazer, acho que era, eu tava tocando de ontem, em cima de um caminhão, né? Tinha muitas vezes ondas lá. Aí eu desci, tinha uma meninazinha lá e dizia assim, Cristiano, quer dançar uma música comigo? Eu digo, não, você não sei muito, sou muito bom na dança não. Aí eu dançando, só que antes disso, cara, eu tinha ido no mato, né?

Fazer o cocô, né? Sim. Aí eu nas pressas, rapaz. Cocô, queima, foi cagar, foi ela.

Aí eu deixei lá, né? Deixei a bateria, o Janto ficou falando, né? Eu com dor de barriga, cara. Aí eu me limpei meio errado. Aí eu passei a mão aqui, sabe? Ah, não. Rapaz. Aí eu passei a mão aqui. Uma barba marrom. Aí eu cheguei no palco, aí dançando lá. Aí eu tocando lá, né? Eu já ia com a dica de merda da porra aqui em cima, macho. Foi o que aconteceu. Alguém, né? Aí eu fui dançar com a minha, tinha me chamado.

Tinga de merda aqui também, cara, que é isso. Aí fui lá pro outro lado, eu peguei a tinga de merda. Aí terminou o show, desmontou dentro do carro. Peraí no mundo todo. Por que será, né? Cara, muita hora. Uma história de show ruim. Você chegou a pegar também pedrada de fazer show em lugar ruim? Pra caramba. No começo da carreira tem, né?

Tem e eu... Hotel ruim. Eu fui, eu fui em 86, convidado para fazer a campanha do governador, do candidato ao governo do estado de Roraima. Tá. De Roraima. Lá vai eu para Roraima, Boa Vista.

acompanhar nos palanques, fazer um show. Acompanhar, fazer um show. Só que as cidades são cidades indígenas. Nossa. São as ocas lá. Tem estrutura, né? Tem estrutura. E eu, cara, passei por cada uma, porque seis da noite é o horário que o mosquito, o Carapanã, que é o mosquito da Malara, ele aparece. Nossa. Quando me disseram assim, vamos pro comício, eu digo, não, mas não tem a história aí do Carapanã?

Era cinco e meia, aí eu falei, deixa dar seis horas aí. Eu só saía depois de seis horas. E aí veio bronca de produtor do local e tal. E o que era o carapanã? Mas tinha a ver mesmo? Tem, tem. O carapanã, ele te ataca seis horas da noite lá em Roraima, nessa cidade. Carapanã? É, o carapanã é um musque tão grande assim. E eu não queria pegar a malária. O que é que acontece? Eu subia no palanque e aí eu fazia o show pros indígenas.

para os indígenas ali, porque o cara me viu lá no Ceará, fazendo shows, e disse, não, esse cara dá certo lá, e eu tive que me virar. E eu contava minhas histórias, e os índios olhavam para mim assim, os povos originários, né, que tem que falar. Eles olhavam para mim assim, e no final eles falavam assim, ó.

assim? é, se tivesse assim foi daí que eu peguei pro Ribamar Ribamar é a palma diferente é, Ribamar só bate a palma assim não sai de bala sério, cara? é, e aí eu achei interessante e tal, e eu naquele meio de mundo

Um, eles me colocavam a disposição, um monomotor, um monomotor, pra pousar naquelas aldeias ali. Eu lembro, muitas vezes, a gente tendo que dar rasante pros cavalos, bois saindo da estrada, e arriscando a vida naquele negócio. De terra mesmo, a pista de terra. De terra, é. Aí desce naquele veredazinha. Nossa. Sobe e desce. Tu é piloto de avião, sabia? Ah, para.

Eu tenho um prevê, não é brevê não, eu tenho um prevê. Vou já te contar uma história de um piloto que você está dando a volta ao mundo pra você trazer ele aqui. É sério? Legal. Ele chama-se Frotas. Ele fez a assinatura dele lá no Instagram. Frotas pelo mundo, depois dá uma olhada. Ele está saindo do Ceará, está com 15 dias. Aviãozinho? Ele vai dar a volta ao mundo. Quando ele voltar, ele vem aqui no programa. O engraçado é que na primeira parada dele ele estava...

Apertoando assim uma porcazinha do avião Do tanque de combustível com a chavinha Com a chave bem pequenininha, com alicate aqui do bolso Ele se parece que afoxou um parafuso aqui Do combustível, é louco, cara Esses caras são tudo loucos Eu lembrei dele agora, falando dessas minhas viagens Pelo interior e já passei Por muito sufoco, cara, muito sufoco Teve uma situação minha Que eu não vou citar o nome da cantora

E a mãe dela estava do lado dela e eu estava no palanque em Fortaleza fazendo o show. E eu querendo fazer graça. Na época do... não existiu o politicamente correto. E eu... aquela multidão de 60 mil pessoas. Estava o Fernando Henrique no palanque, Tassu Jerez Sá. E eu falei assim, até... porque estava tendo um tumulto. E eu digo, eu vou dizer alguma coisa para o povo parar para prestar atenção. Eu digo, atenção! Atenção, pessoal!

E a cantora que ia entrar bem aqui, famosa, com a mãe aqui. Perderam um cabaço agora aí no meio da multidão? Ô, meu Deus. Rapaz, o pessoal... Aí a mãe da cantora disse, ela não entra mais. Ah, meu Deus. Não, só se esse rapaz sair do palco. Conversa, cara. Eu disse, eu falei um cadastro de um sapato, um cadastro. Meu Deus do céu. Na começo a mulher deu uma confusão.

Juízo zero, né? É, cara. Juízo zero. Eu já fiquei no... Falaram de hotel, essas coisas. Eu já fiquei no hotel que... Cara, sabe o hotel que fiquei? O cara falou, não, é que o hotel é temático. Falei, só se o tema for pernilongo. É isso. Teve um hotel que eu me hospedei em Juazeiro. Ah.

época dos comícios, eu virei o cara, né, das campanhas e tal. Fiz campanha pro Tassio Eressat, pro Ciro Gomes, aí o Fernando Henrique soube, fiz a campanha presidencial do Fernando Henrique, viajando no Brasil, fiz a campanha do...

do Mário Covas Nacional, junto com ele. Tem história, viu? Meu Deus do céu, cara. Mas sempre no Ceará, ele não saía nunca do Ceará, cara. Ah, eles chamavam quando era pra lá. Viajava pro Brasil todo, aí voltava de novo pra... Mas aí você já tinha conhecido o Chico, não?

Não, não. Eu conheço antes. Eu conheço o Belchior. Já tinha ido ao Rio várias vezes, mas não tinha conseguido encontrar com ele. Aí eu encontro o Belchior. Belchior vai no chão meu em Fortaleza. Ele tá se perdendo aqui no Ceará. Ajude, meu irmão, a me encontrar. Como é que faz isso? Conheço o Fagner também. Aí engancha um pouco e tal. Mas, enfim, o Fernando Henrique...

Eu lembro na campanha dele, ele sobe no palanque, quando eu ouço a voz dele, o Tasso disse, tu consegue imitá-lo? Olha que interessante, um cara lá em Sobral, chamado Zé Monte, tinha a mesma voz de Fernando Henrique. Eu já tinha no meu HD aquela voz. Eu te conheci lá no interior do Ceará. Quando ele falou, ele disse, é a voz do Zé Monte, imita, sim. Aí o Tasso falou, vai ali na frente, fala como ele aqui. Fernando, o Tom vai te imitar aí. Eu quero agradecer ao povo cialista. Eu acho que eu pedi pela gente, cara.

uma alegria muito grande como eu surava de estar aqui. Nesse interino, eu passo a viajar com ele, ele no começo, aquele tom professoral dele, né? Ele era professor. Intelectual. Muito intelectual. E aí, o próprio pessoal da produção, disse, você tem que conversar com o Tom, porque o Tom tem uma linguagem de povo aberta aqui, com o Cearense. Então, você viajar ao Nordeste, pelo menos, falando pro povo, porque o Tom povo não entende. E realmente tava acontecendo. Ele chegava e dizia, ah... E aí

Em 64, eu fui instando a ir ao Dói Cláudio, né? E lá na frente do delegado, o delegado teve a impáfia, né? De me chamar de uma pessoa pífia. E o povo... Impáfia, pífia, o que isso? E o povo olhando, né? E naquele instante que ele me chamou de comunista, eu perdi a cátedra.

Eu perdi a cátedra e parti para o senhor mesmo e aquilo foi difícil. Quando o Fernando Henrique desceu do palanca, eu vim atrás dele, um senhorzinho matutinho ali da região, falou assim, Doutor...

Não fique triste, não. A minha filha, com 18 anos, perdeu a cátedra também. Ficou buchuda, marrominha, ginástica. Eu gosto tanto dessa criança hoje. Eu gosto de ficar também outra coisa. Virgindade é alguma coisa. Nossa, cara, é verdade. Mas passamos já por muito perrengue. E essa experiência, eu quero passar pra ele no sentido de...

dos altos e baixos da vida, que a gente tem que ralar muito pra chegar. Mas vocês estão na estrada já. Estão na estrada, né? Ah, muito tempo já. Aí qual é a fase agora deles? A banda tá sendo organizada pra começar a atacar em São Paulo. Até então a gente tava no Nordeste, a gente tava numa produtora lá, fazendo um show pelo Nordeste, nordesteiro. Só que agora a gente formatou a imagem porque a gente fazia muito forró e agora vai cantar sertanejo, outros estilos também.

Estamos agora fazendo algumas regravações também nos próximos projetos. É um projeto novo que a gente vai trazer agora aí. Tem a mão do Tom no meio também. Regravar o quê, por exemplo? Cara, vamos trazer esses sucessos antigos do forró no sertanejo com a nova roupagem ali, sabe? Porque tem muitas letras bonitas ali do forró. O forró romântico, não aquele forró, né? Carta a evidência aí pra galera. Vai, faz capela. Pode ser com violão.

Não tem o suporte do violão? Deixa aqui já atrás deles. É, a gente tem um suporte.

Porque eu falo pra eles que no show deles tem que ter as novas e tem que ter as... Tem, tem que ter. Tem que ter as músicas bacanas. Eu acho até que a evidência tinha que ser trocada e ser o hino nacional do Brasil, né? É, eu concordo. Tocar na Copa do Mundo, na Olimpíada. Pode faltar não, viu? Não um pouquinho, mas dá pra ir, vai. Vai prozinho, né? É.

E nessa loucura de dizer que não te quero, ou negando as aparências, disfarçando as evidências, mas pra que viver fingindo se eu não posso enganar o meu coração?

Eu sei que te amo Chega de mentiras De negar o meu desejo Eu te quero mais de tudo Eu preciso do teu beijo Eu entrego a minha vida Pra você fazer o que quiser de mim Só quero ouvir você dizer que sim

Diz que é verdade, que tem saudade, que ainda você quer viver.

Ô, Molda! Olha o Lene aí, hein, Lene? Olha as lembranças, hein, Lene? Um das, né, João? O Lene foi lá no passado dele. Essas antigas todas. É, rapaz. Hoje o Lene tá casado, não pode mais nem pensar nessas coisas. Que nada, que nada. O Lene tá na vida aí, né? Sou solteiro. Sou solteiro. É, chegou uma garota... Não, ele tava na Augusta lá, teve uma garota de programa, chegou pra ele e falou, vou tirar você desse lugar. Ó.

falou, eu vou tirar você desse lugar eu vou tirar você desse lugar e vou levar você pra ficar comigo não interessa além do que os outros vão pensar

Eu vou tirar você desse lugar E vou levar você, Lene, pra ficar comigo Não me interessa o que os outros vão pensar Mas o Lene falou agora que ele tá xoxoteiro, tem um...

O que? Xoxoteiro. Olha, aconteceu há 15 dias atrás, um dos nossos câmeras mens ali, um dos nossos cabo mens, ele é fanho. Ele é fanho. E ele fica no controle das câmeras ali, câmera A, B, C, D, vai até a J. E eu ouvi no ponto, porque eu fico ouvindo tudo ali. O fanho é o fanho, né? E ele falou assim...

A câmera Jota, né? A imagem desapareceu e ele falou Elefão, a Jota caiu. Em vez de Jota, a Jota caiu. Mas isso é verdade, viu? É sério? Foi, foi. A Jota caiu. Isso é verdade mesmo. Cara, eu parei o programa. Eu tava gravando. Eu tava nessa gravação. Você tava lá, né? Eu tava lá na gravação. Isso é verdade mesmo. Eu digo, aí eu falei assim, a Jota caiu.

Tinha um safoneiro lá na minha cidade, que era até UZ, que ele era assim também. Um dia um cara tinha esquecido os pratos da bateria e disse, ó, vai lá no meu interior lá e pede à minha esposa lá quatro pratos. Aí ele balança e não falava o R, cara. Ele chegou e veio me buscar quatro patos.

Aí a mulher, pô, aqui não tem fato Do mesmo jeito Quando a festa dava ruim, a festa deu boelhão, deu faca Ele não falava o R, entendeu? Mas o negócio de caiu a chota Tem a história famosa da televisão na cobertura do Do carnaval, né? Fecha na Prochasca Fecha na Prochasca Tinha uma repórter que chamava Uma sobrenome de uma apresentadora É Prochasca E tal, aquela negócio de baile de carnaval E o diretor fala pro câmera E aí

Fecha na Prochás, cara, pra fechar na... É mentira, mentira. Aí o cara fecha no biquíni da Mifoia. Caraca. Ele entendeu o Prochás, cara, aquilo. Meu Deus, velho. Meu Deus do céu. É famoso, né, cara? Ó, um nome bem diferente também, né? É, Prochás. Eu tenho um primo, o Paulo Sérgio, ele tira de boa, ele é fanho. Fanho. Mas nunca tinha encontrado, né? Nunca tinha encontrado.

E ele foi no motel com a menina, e estava com a granazinha, ele trabalhava como gerente de uma farmácia. Ele arranjou uma grana e levou a gata, né? Convenceu a entrar no motel lá em Fortaleza. Aí lá do quarto ele ligou para a recepção. Ele engula e logo sabe que eu não seguro. Alô, pois não, senhor.

Na sessão, eu iria pedir um inagosto, né? Pode ser camarão. Eu iria pedir uma foda. Uma foda?

A mulher disse o quê? Uma foda, uma foda. Um limãozinho também, um gelo. A mulher ficou puta, né? Chancé. Olha, só me respeita, eu tô trabalhando aqui desde 4 horas da tarde, são 12 horas da manhã, só vai falar foda pra sua mãe. Caramba! Coro pra delegacia e o delegado fala, vagabundo, que você falou pra ela de novo assim. Não vem foda, limonada.

Foda limonada. Uma soda, cara. Uma soda. Uma soda, cara. A chota caiu. A chota caiu. O Lirico, o povo quer saber, Helene. Vamos lá. A Luana perguntou aqui o seguinte. Perguntou para vocês. O que pesa mais? A fama pessoal ou a profissional de vocês?

Como assim? O que pesa mais? A fama profissional ou a fama pessoal? A profissional é o que a gente busca é ser o máximo conhecido. Mas eu não vejo um peso nesse lado, não.

E a pessoal também não. Até porque nessa fase da minha vida, falando por mim, eu tô muito família. Então eu tô mais em casa. É o show, é estúdio, é lançamento. Tô mais em casa. Pra mim eu tô bem tranquilo com essas partes. Eu prefiro a profissional. Acho que... A profissional pra mim. Porque a pergunta você tem como uma preferência do peso? É, o que pesa mais. Profissional pra mim. É, né? Com certeza. Eu é tranquilo. Eu acho que pra mim eu tô de boa.

É tudo um blend, né? É um blend. É um blend. É saúde. É isso. O Roger perguntou aqui, como é ser empresário do próprio genro, o Putom, misturar família com negócios? Dá para separar bem? Não, porque nunca dá certo essas coisas de brincadeira. Eu já tentei trabalhar com a família e não deu certo, não. É complicado, é. Na verdade, a gente tem um escritório e o escritório deles dentro...

do mesmo prédio lá. Mas essa parte administrativa é feita pelo pessoal dele. Não tem a minha ingerência dentro do processo financeiro, no sentido de que as contas são todas muito claras dentro dessa relação. Partindo daí, não tem problema. Porque o que dá muita confusão em relação a familiares trabalharem juntos... É a parte da grana, né? É a parte da grana.

A história da grana. Não é a parte criativa. Não é a parte da grana. Na hora que é uma dupla dessa história aí, que eles começaram a ganhar muito dinheiro aí, então poderia vir da confusão, como eu sei de artistas que já separaram, estão separados agora por conta disso, mas a nossa não. Por conta disso, a gente faz uma gestão assim bem profissional, dividida. O advogado deles tem advogado do escritório nosso, e assim, não tem erro. É verdade.

Eu acho que o mais difícil é escolher uma música, escolher o repertório, ver como vai fazer o lançamento, mas essa questão de dinheiro nunca foi o problema, até porque quando o Tom resolveu ser o nosso empresário, ele foi muito bacana com a gente, sabe? Foi muito transparente, fez algo muito bom com a gente, algo bem justo, que a gente ficou muito feliz, né, Jonathan? Então, cara, é bem tranquilo, a gente não tem nenhuma dificuldade, não.

E espero que quando estiver entrando mais dinheiro ainda, aí é que não tenha medo, porque aí vai ser só para... Não é isso? Pois é. É outra preocupação. É outra preocupação. E tem que ser logo, né? Porque o mundo está acabando. Tem que fazer... Tem guerra para tudo quanto é lado, né? Exatamente. Você não sabe que o ano que vem vai existir ainda qualquer coisa. Então aproveita para fazer o trabalho. Se você for convocado, você sabe o dia que será agarrado, né? Convocado? É para guerra. Ah, não. Bichona aí, né?

Nessa cabeça de tartaruga, velho. Imagina o Brasil entrar numa guerra aí. Meu Deus, Deus me livre. O cara invade a gente daqui a pouco. Vocês sabem que eu fico temeroso porque as pessoas estão cada vez... Os países de ponta aí, Estados Unidos, Alemanha, Rússia, França, esses caras estão... China. China, Coreia do Norte, esses caras, meu Deus do céu.

Sabe? Pra eles, uma guerra, eles vão se esconder lá no bunker deles, lá, e o povo que se exploda, então, pra eles, não custa nada. Não custa nada pintar. Mas eu acredito muito...

no consenso aí nessa... Mas tá complicado. Mas a gente não tá preparado pra uma guerra, né? Nada. Os caras falaram que a gente tem munição pra três horas só. A gente não tá preparado. Se a guerra durar três horas, a gente tá preparado. Não, aí não, velho. Hoje o general sendo entrevistado lá no Congresso americano, ou foi ontem...

Ele falou, os senhores têm alguma coisa em relação ao Brasil, alguma animosidade em relação ao Brasil? Ele falou, não, nossa parceria vem já há muito tempo, mas aí com esse ano nós prefirmos não entrar nos exercícios, né? Que eles fazem sempre no Brasil, porque os chineses estão no meio da parada. Então a gente não... Estão acusando a gente de ter base secreta aqui. É, tá tendo um bocado de historinha dessas aí. É, e lá no Nordeste, né? Nordeste. Na Bahia, não? Na Bahia. Foi na Bahia. Acho que é Recife e Bahia, né?

Ô geração doida essa minha, meu Deus. Pandemia, guerra, que é isso, cara. Eu fiz essa reflexão, nossa geração passou por uma pandemia. Nossa geração passou por uma pandemia, coisa que foi dos nossos pais e avós.

O que? A sua geração? Outra pandemia? Não, não. A gripe espanhola, não sei o que. É, lá atrás. E a gente nunca poderia imaginar dar de cara com o que a gente passou numa pandemia. Era inacreditável. Ninguém tá preparado. Você tava onde na pandemia? Ficou preso onde? Eu saí do Brasil pra fazer a quarentena no México, fiquei em Cancun e peguei...

Peguei Covid lá. Lá no México? No México. De boa? Não, a minha interneia. Confusão. Nossa, ainda em México? É. É, vamos aos fatos, a história contada, como ele sobreviveu. Cara, no México estava tudo bem.

Cancun, e de repente a gente vai fazer um passeio no quinto dia lá de lancha, pra conhecer lá umas ilhas, e eu tomei uma cervejinha e tal, eu chupei um limão e me incomodou o cheiro do óleo da lancha. Muito forte. Muito forte ali, aquele cheiro de querosene. Aí eu falei pra Patrícia, eu digo assim, eu tô enjoado pra caramba, deve ser esse cheiro do gás aí, do querosene. Não era não, já era o bicho atuando.

dentro de mim, né? Sério, já tava... Só falo dengue, o Covid atuando dentro de mim. É porque hoje eu tava escrevendo sobre dengue, porque eu acho que o Brasil tem uma solução contra os Estados Unidos, que é jogar dois aviões de dengue lá em cima dos americanos. Eu acho que é preciso... Ô, Lê, é nisso que a gente ganha. É só mandar uns mosquitinhos pra lá. Guerra biológica. E aí, cara...

Eu voltei pro hotel, a noite ok, quando foi de manhã, desce pra praia, tinham feito até uma cabana bonitinha lá pra gente, tudo, e nada, eu me enjoado, ia no banheiro e passando mal, passando mal, passando mal. Vomitando ou não? Vomitando bastante, vomitando bastante, e aí quando foi na noite, assim, eu digo, tô mal pra caramba, fiz o teste.

né? Compramos lá e fiz o teste, tava com covid e tal, já pus o oxíno e tava baixando rápido o negócio. Aí eu digo, a gente tem que sair daqui urgente, urgente. Vamos logo pra Miami, aí foi o tempo exato pra ir pra Miami. Quando a gente chegou no aeroporto à noite, o voo saía meia-noite.

Quando a gente chegou lá, estávamos sentados, a gente foi em barco. Consegui passar com Covid pelas câmeras, porque nos aeroportos tinham as câmeras para detectar a temperatura da pessoa. Está brincando. Ficava uma câmera de temperatura, de calor. Quando eu passei...

E passei. Mas tudo dentro de um clima. Parecia aquele filme de terror. Aí sentando. Todo mundo embarcando. Quando a gente chegou, chegou uma profissional lá da aviação mexicana e disse você não pode embarcar.

Aí eu digo, puta merda, descobri que eu tô com Covid, ó. Não era. Precisava mais de um dia pra completar a quarentena. Era isso. Ah, mas já tava no fim, então. Tava no fim. Aí, não, não, não. A quarentena, quarentena minha no México. Pra sair do Brasil, você tem que, antes de entrar nos Estados Unidos, ficar 15 dias. Quarentena que são 15 dias. Ah, tá, tá. Entendi. Na quarentena, eu pensei que era 40 dias, mas são 15 dias. Aí, graças a Deus que é isso, mas eu me sentindo mal, voltamos pro hotel.

de manhã fomos de novo consegui passar de novo pela câmera por trás da Patrícia, cheguei em Miami cheguei em Miami, fomos pro hotel fiquei lá no hotel, de repente no segundo dia a Patrícia saiu com a Maria pra ir lá na loja comprar umas roupas, não sei o que aí eu fui na geladeira, peguei um abacaxi tô comendo abacaxi aqui, aí faltou fôlego faltou fôlego aí eu disse assim, puta que pariu, o abacaxi me fez mal

abacaxi me fez mal, já era o pulmão já tomado pelo Covid. Caraca. Aí quando a Patrícia chegou, eu disse, Patrícia, abacaxi comi aí, mas eu senti de novo, ela disse, que estranho, será que é do Covid? Começou a prejudicar teu pulmão? Eu disse, não sei. Aí, à noite, ela disse, vamos lá no hospital. Eu digo, não, eu não gosto do hospital, como muita gente não gosta, eu digo, não, eu vou não. Hospital Miami, sabe? Doideira. Esquisito.

Aí eu digo, não, não vou não. Aí essa noite eu não fui. Mas quando foi três e meia da manhã, eu fui no banheiro, aí faltou a literalmente. É horrível a sensação. Você não conseguia respirar assim? Não, não consegue. Então foi pesado o teu Covid, né? Escuta aí. Ele foi entubado, não. Não, escuta aí. Aí eu senti aquela falta de amêmes pesado, eu digo, não acredito.

Eu fazia assim, puxando a Patrícia, deitada aqui, acordou assim. Tu tá fazendo exercício? É de respiração? Porque eu faço muito por conta de voz, né? Por exemplo, eu grito um gol, meu gol é longo. Meu gol é longo. Eu faço... Agora a Vila nunca chutou. Gol! Aí eu vou. Gol!

Cuidado, velho. Tu vai pra apagar, velho. Vilela! Então, sempre... Nesse dia, era só gol. Não, foi só gol. Gol. Aí ela disse assim, o que é que tu tá puxando? Você dá um gol desse também, eu diz mais, bem-vindo. É, tipo galopeira. Aí eu falei, não, eu tô assim. Aí, hospital. É muito interessante aquele momento. Hospital em outro país. Porque você chega... Cheguei no melhor hospital ali de Miami. Ali era onde, aquele bairro?

Era Coral Gables. Em Coral Gables, tal, não sei o quê. E eu assustado, espantado, assim, meu Deus do céu. Quando você chega aqui e diz que tá passando mal, eles já tiravam lá pra dentro. Não precisa nem mostrar cartão, nada, não. Já recolhe, depois te cobra. É. Depois vai te cobrar. Eu, quando o enfermeiro veio pra mim, vamos. Aí eu fui passando naquele corredor, a minha sensação, por saber que já tinha morrido muita gente, ele disse assim, acho que eu não vou voltar mais não. Ah, para. Aí fui pensando, pensando.

Vileira, eu cheguei numa sala, a sala dos ambulatórios lá são muito interessantes. É caixa de remédio aqui, parece isso aqui. É caixa de remédio, é um ambulatório. Eles me deitaram na cama, trouxeram aqueles contatos de coração, já puseram aqui pra mim, plugaram todo, tá? Pô, oxigênio no meu nariz. Eu fiquei, assim, encantado, força de expressão. A rapidez que eles detectaram que eu tava mal, sabe? Aí pá, oxigênio.

Aquela coisa fria no meu nariz. Aí, pá, uma injeção no estômago pra evitar trombose. Era o procedimento deles. Aí deu logo uma quintura no meio do olho da minha goiaba, porque dá uma quintura dentro do corpo. E pá, e aplicaram. Me ligaram todo. Me ligaram todo ali. Aí eu fiquei... Comecei a me sentir melhor um pouco. Me deram outro remédio pela boca, não sei o que. Comecei a me sentir bem. A Patrícia e a Maria não podiam mais entrar ali.

Eu fiquei 15 dias isolado. E o pessoal tudo de máscara, tudo protegido. Tudo montado, os robôs. Sogro, pensou em algum momento que ia... Não, aí o que é que é o que é o que é? Aí eu tinha um mantra que eu dizia assim na minha cabeça. Sério mesmo, eu dizia assim, o William Bonner não vai dizer meu nome no Jornal Nacional. O William Bonner não vai dizer meu nome no Jornal Nacional.

serve até de piada, mas era como se eu ficasse pensando assim, pô, já tô vendo lá o casamento morre nos Estados Unidos, o comandante ele não vai dizer, vai perder o emprego dele como perdeu agora, mas não vai e aí cara, eu rezava toda noite me agarrando com Deus o médico do Brasil, Zé Ballo, me ligava foi quem me salvou você podia atender? Podia, podia podia falar pro celular, a Maria Patrícia apareceu lá embaixo, eu fazia assim

E elas olhavam pra cima e pronto, era só isso. E nada de... Não podia receber remédio. Tu é doido. Não podia entrar ninguém, ficava isolado. Aí a médica chegou e disse, porque eles queriam tirar uma espécie de placenta pra fazer um teste, pra reaplicar em mim, que era um procedimento que tava tendo nos Estados Unidos. Ah, é? Aí eu liguei pro meu médico e falei, meu médico ia falar com a senhora. Aí o médico, ela disse assim, falou, falou, falou com ele lá, e disse assim, seu médico sabe muito.

E médico brasileiro, vamos tirar o chapéu, né? Os caras dão... Dão show. Dão show. Eu tenho um respeito muito grande pela medicina brasileira. É tanto que a nossa cientista agora recentemente, né? Não sei se ela já viu aqui. Não, não. Que descobriu aí, ó. Tem que trazê-la aí. Que descobriu aí a... Poli... A vacina aí da poliminanina. É, eu não sei falar direito. É um nome complicado.

Enfim, cara, eu passei por esse sufoco todo. Eu sei que muitos se foram. Ficou com o tempo lá. Eu fiquei 15 dias internado. Nossa, que desespero. Elas queriam que eu vestisse o pijama. Eu pegava minhas mudas de roupa e ficava sempre de agasalha. Você tem que vestir o pijama.

Você não queria porque... E eu dizia assim, não, eu vou embora amanhã. Ela disse, não vai não, querido. Não vai não. Eu digo, não. Tomorrow, tomorrow, tomorrow, I'm going to my house. Não vai e tal. E eu não tirava roupa e numa crença, cara. Que vai ser amanhã. Numa crença que eu vou sair desse tempo. Consegui sair de lá. Amém. Pela minha fé, por tudo que é sagrado. Pela minha fé. Às vezes você se agarra com Deus. Ele tá ocupado com o que tá mais sério. Você vai embora.

Se fosse agora, tá cheio de guerra, dá mais trabalho. Puxa vida. Mas se preocupar com o Tom ou tem a guerra no cano e tem a guerra no... Com as crianças que estão morrendo. O bom é quando você vai pro hospital, quando não tem muita coisa acontecendo no mundo. Foi isso aí. Cara, eu sei que eu consegui sair dali, eu sou grato a Deus. Todo dia eu ponho meu joelho no chão agradecendo pela vida.

E ficou sem ver ninguém esse tempo todo? Quinze dias? Ou no final podia entrar gente? Não, aí eu saio numa cadeira de roda, eu lembro que eles me levam até fora, tem uma nossa... É o Mercy, fica em Coral Goebbels, esse hospital, um hospital maternidade também, que tem...

Tem uma Nossa Senhora gigantesca, Nossa Senhora de Fátima, lá na frente. Lá? É, na frente do hospital. Que estranho, porque é católico? É um hospital, tem essa coisa, Mercy, né? Que é a mãe de Deus e tal. E aí, quando foi agora, recentemente, eu voltei lá. Aí falei assim pro porteiro, digo, boa tarde. É porque eu estive internado aqui.

um tempo, parece que ele sentiu ele olhando meus olhos ele disse, o que é que você quer? ele queria só fazer uma oração perto daquela santinha ali aí fui lá me ajoelhei agradecendo pela vida porque quem entrou nesse corredor que eu entrei, muita gente não voltou cara, né? eu acho que o maior problema é estar fora do Brasil ainda, né? aí foi difícil teve uma hora corre

Trinta quilômetros, eu acredito. Teve uma hora que dava aquela... Trinta km. Eu fui atleta, né? Mas atualmente você anda... Corre linda. Tem umas corridinhas, é. Quando começou a faltar aquela memória que o Covid consegue, né? Traz essa demência lá em você, eu comecei a... Então, dentro do hospital, o médico chegava e dizia, House of Women. Olhava pra ele assim, ó. Não sabia o que ele tava falando, não. Entendi. Aí chegava um espanhol. Deixa eu entender.

Diga o seu cu. Cara, eu tava noutras. Tava mal, cara. Aí tem que subir. Aí faltava fôlego, eu pedia pra moça subir lá. Mas você não chegou a esquecer quem você era, essas coisas? Não, você tava... Não, não. Memória... Não, mas dava umas falhadas. Falhada? Falhadazinha. Dava uma falhadazinha? Isso aconteceu. Pode perguntar pra quem teve Covid forte. E o pulmão voltou 100% ou não volta? Aí chega o médico pra mim e diz assim... Ele diz assim, seu pulmão está 30% tomado.

pelo vidro, que era a expressão que eles usavam. Por que vidro? Por que vidro? Porque é o catarro que fica, a secreção que fica presa no pulmão e a imagem é realmente de vidro. É tanto que no final do Covid, quando eu tô no hospital, ainda no toalete, eu fui me assuar e você não tira uma secreção, você tira um pedaço de uma coisa dura que sai do seu nariz.

Sai um pedaço assim, parece vidro mesmo. Aí, daí, eu fico mais 40 dias em Miami, mais 50 dias em Miami, me recuperando com um tubo de oxigênio desse tamanho, oxíneo todo dia. Um grande amigo nosso, que é o Pedro Albuquerque, que é uma figuraça dos grandes cirurgiões de espaço do Brasil, me cede o apartamento dele lá em Miami, vai para o meu filho, doutor Pedro Albuquerque, e eu sou grato eternamente por isso. E eu fico lá na casa dele 40 dias, olhando só para o mar, assim, aquele marzão, mas...

Bem quietinho. Bem quietinho. Foi difícil. Graças a Deus, né? Graças a Deus. Deus seja louvado, cara. Eu não tinha nem conhecido esse vagabundo. Tá vendo? Viveu pra isso, né? Não tinha nem casado com a minha filha. Levou eles lá pra cair no buraco lá no programa? Já levei. Já. Foram bem ou não? Foram bem. Acerte o cara. Fui bem. Fui bem pra caramba. Fui bem. O João Daniel foi líder ainda. Não conseguiu ser líder ainda.

E agora tem o BOOM, que é o novo programa que a gente lançou. Como que é? O BOOM são bombas. Coloca na tela aí, Helene. É, o BOOM é interessante, é um formato inédito no Brasil. Trata-se de várias bombas que você tem que cortar as respostas, os fios das respostas erradas.

Ao invés de você cortar a resposta certa... Contrário, né? Como assim, então, Isê? E acaba que confunde sua cabeça, né, cara? Assim, você perguntar assim, o jogador Neymar jogou no Santos, essa daí acerta, você não pode cortar. Pode cortar. Mas aqui do lado tem mais sete que diz assim... São afirmações, aí você corta errado, é isso? Tem que cortar errado. Errado, porque acerta que mantém a bomba intacta, né? Acerta, vai mantendo a bomba intacta.

Então vem sete fios, vem mais dez fios, e aquilo tem um fumacê que sobe na tua cara... Mas confunde a galera, hein?

Poxa Às vezes você quer responder rápido Você vai na certa, né? E o sogro zoou demais a gente lá, pelo amor de Deus Eles zoam em todo lugar, né? Todo lugar É, o cearense, né? O cearense tem essa brincadeira De tá fazendo essa aprocha Aí, ó Aí, ó Aí, ó Aí, ó Aqui, ó O Instagram é muito massa, cara

Três jogadores que não estiveram na Copa do Mundo de 94. Aí bota dez jogadores. E cada um tem uma cor aqui, ó. Cada fio tem uma corzinha. E tem a cor dos nomes aqui. Cara, que ideia boa, cara. É um programa de... Tem 25 países. Quero ir lá, hein?

Aí você leva no seu time quem você quiser, você leva três convidados. Fui lá no Tom, você lembra? A pessoa não queria me chamar, cara. Você já entrevistou um monte de gente inteligente, você deve ser inteligente. Porque lá você não quer um cara inteligente, você quer pegar os mais bons pra você não cair, né? Aí eu fiquei eu no final lá. Você no boom tem que levar vai você, Lene, mais dois convidados.

Pode o Alfredo também. Mas não é gente inteligente que eu tenho que levar? O que é o nome dele? Alfredo, agora é Alfredo. Agora é Alfredo, eu levo Alfredo. Tem cara de Alfredo, né? E aí você... É bem legal o programa. E quando explode a bomba, o que acontece? Fumaceiro, barulho... Bastante, 100 mil reais na parada, né? E aí tem a bomba final, que é essa complicadona aqui, que são 14 fios, você tem que... Vale 50 mil reais. Se você conseguir, você...

Leva os 50 mil, mais o que você juntou lá no final. Durante o programa, né? Na verdade.

É, trabalheira, mas assim, o resultado tem sido muito positivo, cara. É. A gente fica em segundo lugar em todo o Brasil. A disputa em São Paulo é mais acirrada, né? A SBT já tem uma tradição maior dentro desse horário. Com certeza. Com o Celso, mas a gente incomoda, viu? Poxa. E agora apareceu a Eliane lá do outro lado. Como que tá a TV aberta hoje? O que que você vê que, se a gente for colocar daqui cinco anos, o que que vai virar a TV?

Tá indo pra uma conversão com internet? O que vai acontecer? Eu acho que a TV aberta, a TV aberta, ela vai... Não vai acabar, né? O rádio não acabou. Não, o rádio não acabou, não. O rádio se adaptou, né? É. O rádio se adaptou. E a TV também tem que se adaptar, né? E a TV tá se adaptando com esses games. A TV hoje, ela já é interativa. Já? A TV já é interativa. O cara já faz a compra dele ali. É. Pelo site ali do troço lá do... Do QR Code. Do QR Code. Então, acho que vai por aí. Acho que vai por aí, cara.

É isso. E o humor, hein? Como que tá o humor? Porque a gente quase não tem mais programa de humor, né? Não tem. Tem a praça. Só a praça. E aí? É o medo da galera, você acha? Por causa do cancelamento? É o cancelamento é um mundo que eu tô até fugindo mais dele no sentido de tentar entender porque tudo é problema. Por exemplo, outro dia uma amiga minha, a Nélia, falou assim, eu acho tão bonito você caminhar...

pelo mundo que você escolheu para você e para a sua família, que é a não intromissão nesse mundo tão complexo, a não opinião.

Porque você vai dar uma opinião sua, você vai ser contestado. Qualquer coisa, eu gosto de uva. E a banana? E o caju? Exatamente. Qualquer coisa que você fala, o pessoal já vem com pedra. Vai ser contestado. Então nós estamos vivendo agora uma fase que eu estou recolhido nos meus estudos, estou escrevendo bastante, tenho vários sketches de humor.

Vem aí as eleições, eu vou voltar a fazer os esquetes das eleições. Na época da eleição, você estava bem atuante. Estava bem atuante. Bolsonaro e Lula, eu lembro. Nos shows, os meus shows têm viajado o Brasil. Tem uma receptividade gigantesca que a gente fez agora. Qual é o show que você está fazendo agora? É o Tom Taon 2026. Então, eu fiz agora Rio de Janeiro. E o que é? O que é o show? 1h40 de show, você vai ver um show atuando com stand-up. Personagens? Personagens. Então, entra... Tem meu pó de tom.

O que é o Poditor? Poditor, são vários entrevistados. Eu abro esse quadro dizendo que um dos mais bem-sucedidos segmentos hoje do mercado é o podcast no Brasil. E um dos mais importantes, falo de você, falo do Limitada, e eu pretendo ter, eu digo assim, é um faturamento muito grande em grana, isso é muito bom porque a voz do brasileiro está sendo ouvida.

Em faturamento, só pede mesmo pro pó de coca, eu falo. Porque isso aí é embatido. Esse pó de coca não tem como bater, né? E aí eu faço, eu digo, eu tenho vontade de ter um podcast. O Leandro entendeu só agora, cara. Demorou pro pó de coca, né? Eu tenho vontade de ter meu podcast, vai se chamar pó de tom. E ali eu chamo todo mundo no pó de tom. Estamos recebendo aqui... Você faz os dois? Vou fazendo, vou fazendo. O entrevistado e o entrevistador. Estou recebendo aqui a ministra Marina Silva. Como é que está a Amazônia?

Mas onde está bem, está... Nunca mais pegou fogo. Você pode ligar no Jornal Nacional. Você não vai ouvir uma notícia de queima. Está tudo correto. A senhora se incomoda de chamarem a senhora de magrinha? Não, nasci pequena mesmo.

Nasci bem magrinha, minha mãe me tirou três vezes da boca do gato, eu não me imposto que não cheguei magrinha. E ela teve aquilo, é muito pequenininha, eu falo assim, meu. Aí vai embora, estamos recebendo aqui o ex-presidente Michel Temer, o senhor foi representado na avenida lá de uma forma muito pejorativa, o senhor roubando a faixa da diva, eu gostei devido ao processo, à democracia.

que deixem fazer as milhares é muito bom eu roubei farta de que eu apenas atuei como diz a legião e a coisa da política a liturgia estamos agora conversando com o pastor Malafaia o senhor chamou o Flávio de burro é isso? chamei meu irmão te chame de novo chamei meu irmão o cara burro é também podendo abrir igreja lá dentro do salão oval rapaz com acze... com...

Posso contar os bastidores aqui? O Malafaia vem aqui. O Lely, coitado, ele lê a pergunta do chat. Ele lê a pergunta do chat, ele ficou tão puto com o cara do chat, mas eu olhava pro Lely. Irmãozinho, tá pensando o quê? O Lely, tipo, não tô eu que me dando pergunta. Não, ele sabia que não era o Lely, mas ele falava com o Lely e o Lely tudo assustado, né? Fala pra esse... Esse cara aí, Lely, que não sei o quê. Ele é zangado. Mas ele é zangado e depois volta ao normal, né? Volta ao normal. Irmãozinho, você... Então, porque aí Deus... Não sei o quê.

Como que é? Toma, faz essa mudança. Irmão, o cara fica lá dentro da situação dele, dentro do amigo do Trump, não consegue tirar as coisas daquela dificuldade do Brasil. E eu falo isso. Você tem que fazer.

essa amizade ele vai aqui aí nesse podcast aí vamos colocando personagens como foi o carnaval aí coloca aquele comentarista lá que é o nome dele, Maria? Milton Cunha escândalo a maravilha mexida desfilando babilonicamente

É muito bom, cara. É muito bom. Você tem um número de quantas votos você faz nesse show? Você sabe? Cara, não. Mas é muita coisa. Ah, muita coisa. 50? É muita coisa. Aí vem a Ana Maria Bela, que é a Ana Maria Braga. Como que é a Ana Maria? É. Acorda, menina. Acorda, menina.

E Lula e Bolsonaro, cara. Muito bom. É um prazer estar recebendo vocês hoje no programa. Novos amigos, velhos amigos, né? Mais velhos amigos com cara de novo, de lidar as plásticas, né?

É muito bom, cara. Aí vem Lula, prazer desgraçado estar aqui com vocês. Você sabe que quando venho a São Paulo, nessas minhas visitas que eu faço ao Brasil, eu fico... Me dá uma saudade muito grande. Eu tinha um amigo meu, o Zeca. Era metalúrgico com eu na fábrica de ferro. E ele não tinha um olho, ele usava uma prótese.

É tanto que ele dizia que ele perdeu o olho no dia que eu perdi meu dedo lá na ferragem, que quando cortou meu dedo voou e furou o olho dele.

É uma brincadeira comigo. Ó, você pode fazer o que... O Lula... Você viu a bola fora que o Lula deu hoje? Olha o que ele falou assim, ó. O Brasil será um dos países mais respeitados no mundo do crime organizado. Ele falou isso. Não, não, não. Ele falou, juro por Deus. Eu pensei que era Iá. Eu pensei que era Iá. Não é. Ele falou isso. Eu acho que ele deve ter se atrapalhado. Não, com certeza. Se atrapalhou, claro. Era pra ele falar, o combate é o crime organizado. Ele se esqueceu e falou... Meu Deus, mano.

Como que é o Lula falar? O Brasil será um dos países mais respeitados do mundo no crime organizado. O Brasil será um dos países mais respeitados dentro do crime organizado. Ele esqueceu de falar no combate só.

Que maravilha. Aí tem Trump também. Agora você vai ter que acostumar com o Flávio e o Bolsonaro. Porque não é a mesma coisa que o Bolsonaro. Por exemplo, você começa a assistir vídeo. Chega lá o Bolsonaro também. Chega lá com vestimenta, caneta no bolso.

agradecer aí a presença de vocês. Mas você tá mal, né? Tá mal na prisão do obsiliar, como que é? Aguenta? Ó, pra caralho. Mas você parece que tá bem, tá falando tranquilo aí, tá xingando. Tô xingando porque a gente tem que xingar essa porra aí desse sistema que a gente, ok? Tô indo pra casa, tô tranquilo, tô consciente, tô orientando o Flávio a fazer as coisas que eu tenho que ser feito. O pau tá quebrando lá fora.

Tem gente se matando aí no tocante aí, pra me chamar de tudo que... Outro dia eu fui fazer, outro dia eu fui acusado, dentre as várias acusações que eu tive, de ter dado o Ivermectina lá pra porra dos arvestruis. Eu não dei arvestrui. Eu não dei Ivermectina pra porra dos arvestruis. Tanto que o Ministério Público agora me liberou.

Eu ia comprar a porra da ração lá do bicho, porra. Tanto que não é uma vez que eu fui comprar, ok? Quando eu tava saindo, o dono da loja disse, o senhor vai levar a ração? Eu digo, não, eu vou trazer os abestus pra comer aqui.

Vamos pegar uma imitação, por exemplo. Você vai ter que fazer o Flávio, porque ele é um dos candidatos principais. Aí você fica ouvindo a entrevista dele, ele falando e tal. Começar a ouvir o cara, entendeu? Aí você pega alguma coisinha assim. Eu sei que ele fala rápido. Ele fala mais rápido assim, o Flávio, então... E vamos ver o que é que vai dar. É, pode crer. O Ciro tem um jeito meio característico. Fala lá um pouquinho, meu irmão.

Ele é tranquilinho também, né? Não se trata disso não, rapaz. Ele fala difícil também. Não, isso é difícil. O que acontece é que jogaram a pecha, meu irmão. Porque eu sou grosseiro, porque eu sou... Tem um pavio curto. Pavio, pega aqui no pavio.

Muito bom. Vamos cantar mais uma música. Vamos lá. Qual que vai ser agora? O pessoal está comentando aqui no chat e é improvisando. Tem o quê? Improvisando. O pessoal comentou aqui no chat. Ah, caramba. Ah, é o nome da música? Eu achei que era para improvisar uma música. Vamos ver a minha dessa logo, né? Bora.

Porque essa música aqui é bem interessante. Essa canção o Cristiano fez, aliás, a gente botou no repertório do DVD e foi especialmente pra minha cunhada, pra Maria. Foi pra Maria, que foi assim que a gente casou, no nosso casamento. Aí a gente tocou essa música. Só o refrãozinho, né, Jô? Bora. Vai. Você não tem uma mulher dessa, gente, o nome da música. Reclama. Vai. Desafinar, pita-gota, mas vai. Quem colocou ali, aí vai... Mas vai assim mesmo, vai.

Reclama que eu tô sumido, não saí nem vou pras festas Mas cês não tem uma mulher dessa Reclama que eu não tô perdido, não trai nem dou conversas Mas cês não tem uma mulher dessa

Reclama que eu tô sumido, não sai nem vou pras festas Mas cês não tem uma mulher dessa Reclama que eu não tô perdido, não trai nem dou conversa Mas cês não tem uma mulher dessa Pra lá, pra cá, pra lá, pra cá

Mas vocês não têm uma mulher dessa. Esse é o cara que a rapaziada do futebol chega na casa dele, né? Vamos, vamos! Ele diz, não, não. Vocês não têm uma mulher dessa aqui não. E essa ficou top 7, a música mais viral no Instagram. Top 7 lá. Top 7 é a mais tocada lá no Instagram. Isso é legal, hein? Foi muito massa, cara. Viralizou muito essa música. Muito legal. Se a gente for pra guerra...

Os pingus em si já são armas de fogo. É só dar uma caixa de cachaça pra gente que a gente resolve essa parada, porra. Eu não tenho medo da guerra, não. O presidente Lula disse que ele tem o sangue de lampião. É na peixeira, cara. Mas se vier os caras com um míssil na sua cabeça... Aí eu sou um patati patatá. Aí pode tudo.

Eles têm a mulher, a mulher América, tem o Capitão América. Nós temos pata de patata. É isso, versus o Hulk. Eles têm o Hulk, a gente tem o quê? Tem Hulk, tem os caras. Nós é pata de patata. Manda aí, Lely. Tem uma pergunta aqui do Anderson. Eles estão perguntando para a dupla se vocês já pensaram em misturar comédia com sertanejo em algum momento.

Ah, cara, é o negócio desse vídeo, hein? Olha, a gente sentou ontem porque tem um personagem que o meu sogro faz que é meu preferido. Eu, particularmente, gosto da Jarylene, cara. A Jarylene tá gravando uns conteúdos muito interessantes com a minha filha, Antonella.

Entendeu? Cara, é muito... Mostra aí, então eu não sei como você ia mostrar. Babesitter, passou a ser a babá da filhinha dele, da Antonella. Já reconhece a voz, já. No primeiro momento ela estranhou, porque o Metaperuca e tudo, né? E essa pergunta foi muito interessante porque a gente sentou hoje e falou sobre isso, gravamos conteúdos assim. 11 milhões, ó. Nossa! 2 milhões e meio, 3 milhões, é desse jeito. Tem virado demais, cara, de Arlen Guarra. É impressionante, que é essa personagem aqui, ó.

Não, só da família de vocês. Vilela. E a Oliva. Depois a rapaziada e a galera podem ver aí no meu Instagram. Tom Cavalcante. A gente foi pra Londres e Paris. O que é que eu fiz? Levei a caracterização.

É verdade. Levou na mala? Botei. Que doideira. Imagina o cara na alfândega, veio na mala dele e falou, meu senhor, aqui, sem julgamento nenhum aqui. É, exatamente. Eu me identifico como Jair Lênin. Exato, né? Cada um. Aí lá vai eu, lá vai eu pra dentro da Harold.

Chiquérrima Herod de Londres. Então não tem medo, cara. É problema. Ele perturba. O que você fez? Não, eu entrei e fui pras compras. Vestido de janeiro. Não, botão de janeiro. Aquelas madames, a coisa mais chique do mundo. O pessoal ali, teve uma velha que passou a mim e fez assim. What is this? O que é isso? Oh my God! Eu digo, vai se fuder. O que foi? Falou, cara. Falou. Falou. Eu digo, vai se fuder, a senhora.

Ice food! Ice food! Aí, pra passar na segurança, o batom dela é muito exagerado, eu tava mandando a boca aqui pra passar pela segurança, mas cara, eu digo, chegava assim, vocês vão ver aí no Instagram, caviar de belugas, 700 reais, euro, só a caixa.

Eu digo, o que é isso aí? E eles ficam, ele e a Maria fazem o contraponto, né? Jarlene, isso é caviar. Ai, do Zeca Pagodinho, que nunca viu caviar, não sabe o que é. E o povo ria, sem entender nada. Eu com a neném no braço, os seguranças olhavam e diziam, parece que é babá mesmo dessa criança. Não posso falar nada. Fui pra frente do Palácio de Buckingham, cheguei lá no Palácio de Buckingham, fiz uma confusão. Nossa, esse cara...

Insulta, cara. Ele não tem medo de conversar. Depois que eu me... Vai até ser preso, né? Eu coloco... É ser preso e ia dar um... Ia dar uma visualização. Ia ser igual o irmão da Anitta, né? Mandar um... Me solta. Irmão da Anitta... Ele tem a mania de bater no pé da galera? Dar umas talbinhas no pé da galera? Se esconder. Como assim? Bater com a mão? É, ele vai por trás assim, sabe? Eu lancei isso e já tá na Itália. Tem um cara no Instagram... Tem um cara que tá fazendo isso. Tem um cara que tá copiando.

O cara copiou igual. Só que aí a gente tava... Eu acho que era na Disney. Rio de cara, aqui não dá certo. Aqui a segurança aqui é louca. Mas eu não tava de Jary Lane, porque não pode entrar. Não pode. Só que a gente... Cara, o cara é grande, gigantesco. O cara aí, vou na porra do pé desse cara aí, tu segura a bronca aí. Se ele se zangar, eu digo, eu mesmo não, tu vai me matar aqui hoje, rapaz. Não vai arrumar a confusão pra nós.

Mas não tem medo, cara. Ele chega e faz a onda. Onde chega desse jeito. Cara, outro dia lá no Villacal, outro dia lá, o Tom... Aí a Jary Lane aí, ó. Pessoal, aí, ó.

Enfim, eu sei que é uma personagem Que eu tenho o conhecimento Geral do linguajar dela A história dela Muitas meninas passaram Colaborador passaram pela minha casa Na minha infância Então eu trouxe toda essa referência A Jarlene sabe tudo

Cara, e a criançada se apaixonou também pela Jari. A minha filha acho que é a maior fã. Minha filha é a maior fã da Jari. Cara, se você falar. Mas sabe que é ele fantasiado? Não, né? Sabe. Sabe. Entende, né? A dele já sabe que é maior fã. Ah, tá. A menorzinha nem entende, né? Não sabe. Agora é interessante, cara. Eu tava lá numa loja. Várias lojas lá em Londres e Paris. Aí o povo chegava.

E o Tom nem tava. Chegava, olhava pra Maria. Ah, vocês é o casal que contracina lá com a Jary Lene. Os brasileiros lá. E já mudando o Tom. Agora o Tom também é uma figura que é conhecida, cara. De um jeito, a gente... Na Suíça, Londres, o povo para ele na rua. Tom Cavalcante, Ribamar, cara. Meu irmão, cara, tu não tem ideia do quanto esse cara...

Na Suíça. Na Suíça, as camareiras, cara. Mas sabe o que é? A Record atua dentro de 120 países. Sai de baixo, né? Sai de baixo também. Sai de baixo que elas falaram. Então, o povo que é da Suíça, aliás, da África, todo que fala português, né? Aquela ilhazinha, não sei se é Macau, que fala português também, lá no Japão. É impressionante. É por aí. Por aí.

E a Jarelene lá na bagunça. É isso. A Jarelene é maravilhosa. Mas mesmo assim, ainda chega uns pra mim, olha assim e fala... Mãe, o Didi!

Não é Didi não, Piscite Tom, meu nome Didi tá lá no Rio de Janeiro Eu tive com ele lá na casa dele Que história Que cara legal É, a gente foi lá, tomou café com a família Ficou de tiro lá Deixa eu te falar E a gente num Réveillon lá

Não, rapaz, deixa de papo. Agora conta, né, Lênico? Começou. Essa aí é molecada. Então conta. A gente estava lá no... Mas não dá aquele barquinho lá, hein? Lá em Veneza. Gôndola. Na gôndola.

É gôndola, né? Estava eu, a Maria, a minha sogra Patrícia. Não é na gôndola, não. A gôndola é aquela do cara remando. A gente estava no barco grande. Era no barco grande, é verdade. No Reveillon. Em Veneza ou não? Verdade, confundi. Cara, aí deu vontade dele... Aludei a lancha, fomos ver os fogos, as lanchas todas paradas. Vai mais para o mar aberto? Mar aberto. Linda a queima de fogo, como se fosse copo acabando ali, aquela coisa e tal. Resumindo.

Deu vontade dele fazer xixi, só tava eu, a Maria, ele e a Patrícia. Na lanche. Na lanche. Acho que ele falou com o cara, e aí, Igor, vai ter que voltar. Eu falei assim. Não tinha banheiro lá? Não, não tinha. Eu falei pro cara, porque é o seguinte, você tá apertado. É. Eu tinha tomado champanhe e vinho lá no hotel. Não podia colocar pra fora e colocar na água? Eu falei pra ele. Exato. Ele disse assim, se você fizer isso, você vai preso.

Não, polícia. Sério? Cheio de polícia na água lá. Não é Brasil, né? Márcio, agora eu imagino tanto que o tom tava apertado. É, devia estar apertado. Aí eu cheguei nele... É champanhe pra caramba. Meu Deus. Eu digo, meu irmão, meu irmão, vou fazer na calça. Eu te faço nas calças. Eu digo, não, não vou não. Aí eu cheguei nele e disse assim, o que que tava pegando aí, Tony? Esse cara mexeu com a pessoa errada.

ele não conhece vai falar não eu te juro, eu já fiquei assim que eu sei que ele é meio perturbado segura a onda cara, a gente vê a metade da queima e a gente volta, segura a onda ele, ele, fica aqui do meu lado tu vai ver a resenha aqui, o de cara

Aí, leva a Maria lá pra fora, fica vendo os fogos. Fica na frente dele, fica na frente dele. Faz uma, faz uma. Eu boto a Patrícia aqui do lado. Dois baldes de gelo assim, limpo. Pô, aí chegou. Não, tu não tem noção. Aí chegou o balde, cara. Os dois chamam assim, as taças. Cara, eu aqui com a Maria, não era que eu olho pra trás. Ele não acreditou. Cara, dentro do balde.

Aquela fumaça levantando, né, Du? Aí eu... Eu digo, Maria, não olha, não olha. É a Maria. O que é que ele tá fazendo? Não olha, não olha. Cara. Eu não... Eu juro, cara. Eu não sabia que ele era capaz. Quando o barco voltou, eu derramei, eu derramei. Eu peguei o xixi e joguei. Você queria me servir o champanhe, você é sem vergonha. Cara. É, mas não tinha... O xixi tava na... Quando tava dentro da garrafa. É, não tava dentro da garrafa. Não, mas não dá, cara.

O cheiro. Champanhe quente, né? Aquele luxo os caras descendo com os baldes de champanhe. A gente chegou no hotel levando. Mal sabia. A gente tava levando um bocado de xixi naquele balde. Eu vou ser apertado e não tenho. Mas eu faria a mesma coisa. Cara, mas foi uma resenha assim. Nunca vou esquecer aquilo ali. Pô, mas que visual deve ter sido. Em Veneza vendo os fones. Cara, foi lindo demais. No meu show, desculpe. No meu show eu faço o Caetano Veloso.

quando ele canta, né? O Caetano, ele ultimamente, no carnaval, ele entrou com a roupa do Shazam. É, eu vi, eu vi. Shazam ou do Flash? É do Flash, do... Era do Shazam, Maria? É porque o raio é do Flash, mas eu acho que é... Vem aí a foto, agora eu fiquei na dúvida também. E eu tô com a mesma... Eu fiz a mesma figurina. Você fez a mesma roupa, o mesmo figurino? É, o mesmo figurino e entra o palco.

E faço uma apologia À falta de ética De regra Que o Brasil vive hoje Da realização Eu acho muito massa As pessoas, peruca, óculos Quem for a Belo Horizonte Agora dia 11 vai ver Eu entro cantando Eu entro cantando Você poderia levar no violão Aquela música Não vejo mais você faz tanto tempo Eu entro cantando

Que vontade que eu sinto. Vai quebrar a luz. É, vai que destruir o cenário aí. Não vai. Não, não, não, não. Não vê. Não vê mais você. Você faz tanto tempo. Que vontade que eu sinto. Você no violão tá olhando.

pro meu pinto... Não, mas não, tá bom. Essa parte eu também não conheço, não. Achou aí, Leni? Eu achei... É que assim, eu tô tentando ver se eu acho uma imagem com os dois juntos. Não, mas é flash ou é... Então, os dois têm o raio. Só que um é um pouquinho diferente do outro, assim. Mas os dois têm... Que cor é a roupa? É vermelha. Ah, os dois são vermelhos também. É vermelha e o raio amarelo também. Tem a capa. É. Se for a capa, é Shazam.

É Shazam. É a diferença... Exatamente, a diferença é isso. Cara, quando eu entro, quando eu entro, as pessoas acham...

Interessante aquela imagem.

E Caetano fala, canta, né? Então, o Caetano, ele é um... intelectual. Total! Então, eu trouxe isso pra dentro do show. Ele falando sobre Nietzsche, falando sobre Sófocles. Tem aquele meme dele, você é burro, cara. Já viu aquela... Você é burro, cara. Você é burro, cara. E as pessoas curtem muito, cara. É muito legal você estar retratando essa brasilidade. Ele já falou contigo sobre a agitação? Já, meu amigão. Sério? O Tom, filho dele, você vai lá e comenta, curte muito. Que legal.

dentro dessa coisa. Caetano, queremos você aqui, né? É. Imagina um papo com ele. A história dele precisa de umas horas e horas aí pra contar. A Baby já veio aqui, né? Pô, a história dela também, a Baby... É. Eu digo, quando eu fui exilado, que eu entrei na Inglaterra, eu entrei com passaporte de Betânia. É? É. E Gil com de Marina Silva. É.

Ele tá virando o Gilberto Gio, não tá? O Lili tá ficando a cara do Gilberto Gio aí, ó. Seu Jorge. Seu Jorge, é verdade. Manda o seu Jorge aí, qual é? Vai pro cabeleireiro. Aí, ó. Vai pro estexista. Estexista. Vai no dia inteiro. Você sabe, Leni, que eu tenho uma história que eu conto no show, que é o seguinte, como eu faço vozes, né? Então, o seu show é humor, tem um pouco de história, tem entrevista, você conta. Porque o pessoal quer escutar também as histórias, né?

histórias, eu conto várias histórias, assim, minhas de particulares, eu faço uma menção ao novo programa, que é o Boom da Bomba, e falo assim, quantas bombas na vida você tem que desarmar, né? E aí conta, assim, três histórias minhas, assim, particulares, assim, que...

Que são muita atenção. Que é de momento delicado, você está falando? Dá um exemplo. Desarmar uma bomba no sentido de você... Uma polêmica. Uma polêmica que você tem que... Foi acusado de uma coisa, você tem que desarmar essa bomba. Nesse sentido. Mas a... Você nunca foi cancelado não, né, Tom? Ou tentativa? Já. Já tentaram de cancelar? Você também? Já. Já. Algumas vezes já.

Mas você não liga pra isso mais, né? Não, não, não. Já percebeu, né? Que estão tentando crençar uma pessoa, daqui dois dias já é outra pessoa. Já é outra. Não dura mais. Antigamente você ficava desesperado. Nossa, parece que todo mundo me odeia. Aí você anda na rua, todo mundo... Tem gente que procura polêmica, né? É. Tem gente que vive disso. Tem gente que vive disso. De fazer o post dele e ir lá... E sabe já que vai ter a repercussão. Vai ter retorno. Mas o seu foi por quê, assim?

Cara, eu fui cancelado uma vez porque eu coloquei, inocentemente não sabia o trato da internet, coloquei uns cachorros lutando com um javali lá na Indoméia. Não, não, não, Tom. Lá na V, né, cara?

Lá na Indonésia. Aí acabaram. Foi. A Luísa Mel. Vamos prender o tom. Vamos prender sem vergonha. E aí, meu irmão, o mundo caiu, o mundo caiu e pau e porrada. Você tomou um susto, não entendi esse mundo. Aí eu apaguei. É, né? A Patrícia falou, apaga. Eu digo, não, é lá na Indonésia. Não, mas estão acusando você. Como se você fosse o cara que botou o javali pra brigar com os cachorros. Não interessa, a pessoa quer saber. A pessoa tá entendendo isso aí. É.

Eu só compartilhei, então não pode. Mas voltando à história lá do... Ele falou assim, Gilberto Gil e tal, eu conto no show que eu começo a imitar vozes, né? Tô caramba, não tenho que beijar de novo e tal. E aí, o que é que acontece? Eu digo que tem músicas que você às vezes canta de manhã e elas permanecem no seu ouvido. Você repete às vezes à noite, aquela música fica no teu inconsciente. E comigo aconteceu de um trechinho da música do Gilberto Gil que eu comecei a cantar e ficou só esse refrão na minha cabeça.

E eu pensei que aquilo fosse só durante o dia. Não, foi para o outro dia. Foi para o terceiro dia. Isso fica, cara. Eu na cama com a minha mulher na hora de transar. E ela disse, o que é isso? Eu digo, aaaah. Estou aqui tomando banho, me esfregando.

Fui na Fortaleza, no velório. O meu passou a ser uma coisa psicopática mesmo. Uma audição mesmo. Aí eu fui pro velório de um tio meu em Fortaleza. Na hora que o padre tá lá no cerimonial, diz assim, que o teu corpo seja recebido pelos anjos cantando. Ele dizia amém, né? Apareceu e eu fico...

Cara, fui expulso do velório, tudo. E essa é uma história que eu conto. E aí eu fui para a psicóloga, tentar reverter isso aí. Com uma semana que eu estava com a psicóloga, que eu entrei na sala dela, ela estava parada no meio do tapete lá.

É contagioso a parada Falou de música, eu lembrei Vou dormir, vou com esse negócio da cabeça agora Leni A Joana perguntou aqui O seguinte, horrível ser teu ex E ainda te amo Tem uma pegada a mais de sofrência Vocês vivem essas histórias Ou são mais composições Pensadas pro público

Quem foi que perguntou? Joana. Os caras estão falando, Tom não envelhece, é bizarro isso. Ele fez pacto, né? A mesma cara mesmo, né? Total. As pessoas falam muito isso de mim. É vaidoso, cara. Não, mas é vaidoso. 20 anos, 30 anos. Eu vou responder pra vocês que estão aqui me questionando. O Lene, Jonathan, o Alfredo. O segredo, o segredo, tem que pegar e se cuidar.

Tá vendo, Leni? Tem que pegar e se cuidar. Entendeu? É só isso, cara. Lá é de Bromax. Acho que eu vou envelhecer mesmo, viu, Leni? É só isso. Tem que pegar e se cuidar, cara, porque você vai... Mas as pessoas falam muito isso. É bizarro mesmo, né, Leni? E aí eu vou te falar. Eu não sei se faz parte do meu DNA intrínseco mesmo, da minha alma.

Mas você falou da última vez, você veio aqui, você não se estressa muito. Isso ajuda. Não é, Cristiano? Olha lá, olha lá. Sua filha falou. Vem aqui no microfone aqui. Raramente, cara. Eu tenho que seguir na mesma linha. O mundo pode acabar, mas a gente tá lá, tranquilo. Mas como que faz isso? Durante minha gravidez, quem mais sofreu foi o Cristiano e minha mãe. E você? Ele era tão perfeito. Tudo certo. Ah, isso é uma maravilha.

A pessoa chega pra mim e diz assim, o Vilela caiu ali, ajuda. Diga assim, calma, vai levantar.

vai levantar mas você tem que ajudar eu digo, eu estou indo é assim mesmo bateram no meu carro eu tenho um carro igual, tem um pretão que está ali parado é, eu tenho um eu ia descer, já ele não desce eu estou aqui na Rebouças estou aqui na Rebouças com a neném, a neném estava atrás de papadíssima

Atrás do carrão O carro desse é caríssimo Bateu, desce, não sei o que eu digo Desce ninguém, calma Bateu, bateu, pode ser assalto Pode ser assalto Aí eu liguei o pisca alerta Serve pra todo mundo Liga o pisca alerta A moça que bateu, ela veio aqui do lado Ele abriu aqui o vidro Aí falou, estava no celular, né? Ela estava, desculpa Sabe o que o Tom disse? A senhora vai passar? Foi, a senhora pode passar A senhora vai passar?

Pega só a placa dela. O carro dela, o carro dela não tem condição de pagar meu conserto. É, vai me estressar com... Ela deve estar sabendo agora que eu era o motorista daquele carro. Ela nem se ligou? Não, eu que peguei o telefone dela pra ligar, pra cobrar. Mas ela tava errada, cara. Não sei lá, total. Não, mas eu não tenho coragem, eu não tenho coragem. É, né? Não se estressa. Eu mesmo pago lá a parada, entendeu? É isso, Lini.

O segredo é não se estressar. Total. Mas como eu consigo não me estressar aqui no podcast? É, né?

Hoje? Hoje? Não, hoje à tarde. A gente tava gravando aqui e vem aquele recado de calamidade, sei lá, né? Aí começa a piscar a luz aqui. Aqui acaba. No São Paulo acaba a luz. Com qualquer coisa, acaba a luz aqui. A Enel é maravilhosa. Aí como você não vai estressar? Falei, o Tom vai vir aqui à noite. Liga o gerador. Aí o gerador ligou.

Eu aprendi com o meu pai, cara. Meu pai que tá no céu, o Hugo. Também era calmão? Ele era de uma tranquilidade enorme, assim. De uma tranquilidade... Então é genético. Genético. Parece até uma lezeira, mas não é não. E sua mãe? Minha mãe era nervosa. Minha mãe também é muito tranquila. É uma mãe. Muito tranquila. É aquela história da cobra, né? Tá vindo uma cobra aí, né? Que a pessoa começa a fazer piada. E eu com medo de contar pra ele que a Maria... No dia que a Maria descobriu que tava grávida, né?

Foi, foi. Por que medo? Cara, porque... Foi recente, assim, ele engravidou a menina, e aí ele chegando, né, o novo membro da família... É, já tem que dar uma notícia dessa. Caramba, cara, a gente não... A melhor coisa que aconteceu na nossa vida, a gente não planejou, né?

Aquela confusão, o pessoal circulando dentro da casa, olhava pra mim e ia parar. Aí você já entendeu. Aí eu digo assim, entendeu? Então eu vim aqui no quarto, ele tava branco, amarelo, roxo. Foi, cara, muita emoção, muita coisa. Olha, a Maria tá grávida. Parabéns, cara.

Vamos comemorar, abriu a garrafa de vinho. Pronto, sabendo. E você não sabia como ele era. Você sabe uma coisa que eu sempre estou me cobrando, Vilela, e que as pessoas não conseguem, às vezes, parar para pensar? É dessa coisa efêmera que é a vida. É. Então as pessoas... Ela é...

A gente chega numa idade que a gente vê como ela é. É efêmera. Efêmera, é. Parece... O pessoal quer mais ou menos falar. É, passa rápido, é um piscado. Mas é, cara. É muito rápido a vida, gente. Então, sim. Procure não se desgastar com coisas pequenas, sabe? Você lembra do estresse seu de 10 anos atrás? Você não vai lembrar. Um dia, tipo, nervoso com uma coisa boa. Que loucura. Não vai ficar.

Um questionículo, sabe assim? Eu, como sofri muito na vida, que perco mãe aos 13 anos de idade, sem ninguém me avisar voltando de escola, eu sei, como muitos que sabem desse sofrimento, o que é sofrimento. Tá louco. Então, cara, relação com a Patrícia, minha mulher, eu ensinei a ela, ela mesmo fala, o Tom me ensinou a não discutir, a dialogar, a ser calmo, entendeu?

Porque são coisas que a gente perde tanto tempo. Você tem que escolher a briga que você vai entrar hoje em dia. Exatamente. Tem que ser uma coisa muito importante. Escolha as suas brigas, cara. É, essas lutas aí. Eu vou lá brigar, eu vou lá brigar porque... Porque a mulher olhou no celular e bateu no carro? Não vou mesmo, não vou mesmo, entendeu? Não briga é por nada, é nada mesmo. Nada tira ele da... Não, não, vai tirar do meu aqui. É de jeito direito. Tá tirado do meu aqui. Eu me sinto bem, vai tirar do meu...

Sabe, tem situações assim, são N situações que eu não tô nem aí. E vou viver na vida brincando, curtindo, repito, porque essa vida é muito rápida. Estou com 64. Vai viver 200. Vou fazer 64. Vai passar do 100, né? Vou fazer 64. Meu avô morreu com 110. Não. Morreu, morreu, morreu. É sério?

Morreu se masturbando. Mentira, cara. E ele não teve nem ataque cardíaco, não. Foi um raio que caiu na cabeça do pai dele. 110, ele se masturbando, hein? Olha a vontade. O Caio sabe, ó. Cara, isso aqui é interessante. Tem um tio do Tom no Ceará.

Que tá sendo canonizado, cara. Virar santo. É, o cara vai virar santo, mano. Sério, cara. Aí é um papo federal. Para. É, juro pra ti, cara. Eu também não acreditei. Eu pensei que era zoeira, cara. Monsenhor Valdir. Monsenhor Valdir. É, a galera já tá colocando as traseiras de caminhão e já a foto dele. Sim, o Vaticano veio ao Brasil, foi ao interior do Ceará, fez o estudo, já levou... Nossa, você tá me zoando. Não, não, estudo.

Não sei se é pegadinha. Não, não é pegadinha. Sério mesmo, mano. É sério. Pode pesquisar. Monsenhor Valdir, o servo de Deus. Achou.

E é um estudo, é longo, não é algo simples. Você chega lá e diz, ah, é santo, não é assim. Vai ver a história de vida, os milagres. Tem que ser comprovado. Você já vai ver caminhão já, já tem caminhão com foto dele com o nome dele já. Sabe lá nas tazas dele de caminhão, a galera, os caminhões deles põe. Não, os romeiros lá, antes dele falecer...

durante um período ele tá aí, parece comigo Mons. Valdir minha benção, ele... Conheceu ou não? Conheceu? É avô? Conheci, não tio? Ah, tio! Ele morreu, tá com uns 10 anos que ele morreu. Ah, então como diabete tu faz esse negócio ligeiro desse tanto aí, machucava ligeiro e você pegou uma foto, parece que é de 1940, não é? Não, é mais recente, mas enfim ele constrói uma catedral esse cara ele constrói uma catedral em Cidade do Mar, com o interior do Ceará E aí E aí E aí

Bem lembrado, Cristiano. Marco. É? Conheço o Marco. E eu fui visitar... É bem interior assim mesmo? Bem interior, cara. Bem pequenininho. É da cidade onde nasceu Belchione, nasceu Renato Aradão. Isso. E a vida dele foi de conciliar as famílias, trazer os... Mas tem milagres, né? Tem milagre na história. Muitos milagres. As pessoas lá da região, a gente que vai lá.

O Vaticano veio lá e pegou tudo e levou. Teve uma missa antes de levar o trabalho, teve uma missa campal, fui até convidar, mas não pude ir, mas enfim. Tomara que tenha um santo do Nordeste aí. Tem Frei Damião também. Nossa, e um santo na família, cara. Chega mais rápido a oração. Tem uma...

corta caminho mas ele realmente em vida, do que eu posso testemunhar que eu tive com ele várias vezes ele era um homem muito calmo, muito calado muito culto, né? Falava cinco idiomas lá, morava naquele lugarzinho sério, cara? morava naquele lugar, falava alemão, inglês francês, e uma vida simples

Vida simplérrima. Eu jurava que tu não tinha conhecido ele. Não, Padre Valdir. Eu chamo ele de Padre Valdir. Hoje é chamado de Mons. O servo de Deus. Quem aí do Ceará está nos ouvindo aí do Marco, um beijo. E morreu do quê? Ele morre atropelado. Poxa. E existe aí uma... Suspeita. Existe aí um... Levantaram a suspeita de que ele foi morto. Foi homicídio. Foi homicídio. Proposital? Foi proposital. Assassinado. Assassinado.

Por conta da presença tão forte dele dentro da cidade. Um incômodo. É incômodo. Pra caramba, ele dirigia aquela massa que tá ali. É, né? E aí tem uma coisa muito linda que saía, a senhora, eu tive a oportunidade de ouvir da própria senhora, que foi socorrê-lo, né? Que chega pra ele, ele já nos últimos momentos de vida diz assim, Mons. Valdir, meu Deus. Ele fala, calma, eu já estou com Nossa Senhora.

e ele falou que dizia era calma já estou com Nossa Senhora morre ali mesmo na areia ali me arrepio todo dia agora você tá sentindo isso também né Tom uma busca dos jovens por pela fé voltando às igrejas né porque quando a gente era mais novo né Lene

molecada tudo fugindo das igrejas e tal. E agora, não sei porquê... Os movimentos são muito fortes. Muito fortes. Frei Gilson aqui. Maravilhoso. 60 mil pessoas, 70 mil pessoas. 2 milhões de pessoas acordando às 4 da manhã pra orar. Pra rezar com ele. Cara, é um movimento que... Tem tanta coisa ruim no mundo, mas tem coisa boa acontecendo. Eu vou te falar uma experiência minha, agora com o nascimento da Antonella, da filhinha deles, porque eu tive a oportunidade de... Deles lá, né? Eu e minha esposa. Eu tive a oportunidade de acompanhar...

de acompanhar todo o processo todo o processo de ultrassonografia eu fui a todos a todos assim, cancelava o programa fez questão de acompanhar tudo que você puder imaginar e fui conversando, fui fazendo amizade com e acompanhei o parto do lado com os médicos eu vou chegar lá e aí o que é que acontece

Eu fui vendo a formação... A primeira outra sonografia da Nenê, da Antonella, foi feita na Itália. A gente estava viajando, ele engravidou ela aqui no Brasil e foi para a Itália. A gente procurando uma clínica e lá eles ficam receosos, sabe? A política lá é outra. Por que esses caras querem fazer esse exame aqui? O que é isso aí? Saber se é casado mesmo, não sei o que. Não dá bronca, pode ser um...

Deus o livre, um golpe, um estupro, sei lá o que. E aí a gente conseguiu fazer com a médica lá em Verona e eu vi um carocinho de arroz.

Eu vi aquele carocinho de arroz, também no carocinho de arroz. Aí voltamos pro Brasil, começou o processo de ultrassonografia, aí chegava lá, o médico disse, você tá vendo essa linha aqui? Começando a formação da perninha dela. Você tá vendo aqui, aí no ultrassonografia, essa partezinha aqui é a cabecinha dela que vai vir pra cá. E esse aqui já é um dedinho da mão. Aí pá, pá, pá. Aí eu digo, doutor.

Como é que é essa formação desse... Como é que cada coisa sabe o que tem que fazer, né? Ele disse que é um computador, fazendo a metáfora, aqui está o computador, que você vai colocar tudo o que você quer nesse computador. As informações. As informações e os teus plotzinhos lá, os teus ícones lá do que você quiser, de Word, de YouTube, sei lá o quê. Então você vai formando. Só que...

Essa respiração que vai vir desse pulmão que não existe ainda, ela vai nascer. Então, o pulmão, o coração é o primeiro órgão a ser formado. O primeiro. É? É o primeiro. É o coração. O coração. E pi, pi, pi, começa aquele negócio de fazer assim. Ah.

Coração. Dali ele ramifica, aí nasce a pálpebra do Vilela, aí nasce a unha do Vilela, aí nasce a genitália, aí nasce o cotovelo. Uma boa genitália do Vilela. Cara, é. A genitália de respeito. Eu sei. É tanto que quando ele nasceu, a primeira coisa que o médico pegou foi na cabeça do pinto dele.

pegou na cabeça do Pinto ele tá sorrindo mas nasceu com um olho só não, é o Pinto dele enfim, cara você vinha no cara da coisinha formando eu digo, doutor

médico experiente, um dos mais importantes profissionais aí dos laboratórios. Doutor, como é que explica? Ele disse assim, só Deus. E ponto. Aí você fala de fé, se você entender... Tem um lugar que a ciência chega e para, né? A ciência parou. Se você quiser entender que mistério é esse, chama-se mistério da fé. Anunciamos, senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinte, senhor Jesus. Cara...

É o espírito de Deus, é um milagre da vida. É que nem, o que que veio antes? Veio isso aqui, o que que veio antes? Aí você chega no Big Bang, o que que veio antes? A ciência fala, não sei. Não sei. Antes disso, não sei. E aí? Então ele disse, só Deus, Tom, porque ninguém... E foi feito uma captação de uma imagem, tem até na internet, até pedi pra ele ver, depois eu não soube da opinião dele.

que na fecundação, quando o óvulo é fecundado, que pegou ali, tem uma explosão de luz. Tem uma explosãozinha de luz. É, já vi isso daí. Que louco, cara. Tem um flashzinho de luz. Tem um flashzinho de luz. É, cara. Então é essa luz. É de arrepiar essa parada. Então, cara, quem quiser...

Espírito Santo. Acreditar que acredite. E todo mundo já... A maioria das pessoas já viu uma pessoa que você conhecia e depois ela morta. Não é a mesma pessoa. Não é. Tem alguma coisa que foi embora lá. Tem alguma coisa que é verdade. Tem uma pessoa deitada num velório que você não reconhece mais. Não é não. Foi embora, cara. Já foi. Já foi. Tem uma coisa lá que já foi embora. É incrível, cara. A vida... Ninguém entende o que é a vida.

E ninguém quer morrer, né? Não. Eu tenho uma tia, quando a mamãe morreu, foi a que deu mais escândalo, ela já tá no céu junto com a mamãe, e quando ela, lá no velório, no enterro, tão colocando aquela areia ali por cima, horrível aquela cena, que eu transformei isso em humor, por conta da minha sobrevivência, e ela diz assim, ela começou a dar escândalo, eu vou, eu vou contigo, eu vou contigo, eu quero ir, ela escorregou o pé assim e ia cair dentro do barranco.

Me tira daqui, pelo amor de Deus! Quebra, mas não quer muito, né? Não, não quer morrer não, mano. Que tem umas que estão tão velhinhas que você levanta a mão e Jesus já puxa assim, né? E o que mais implica é...

que você constrói aqui, você não leva nada, né? Não leva nada. Nothing. Nada. Mas você deixa muita coisa, né? Deixa. Deixa a memória, deixa o legado. Exatamente. É aí que tá a relação da vida com essas pessoas que foram. Eu aprendi com a morte agora da minha sogra, né? Que é uma pessoa jovem, morreu. E aí, conversando com uma amiga, ele disse, a vida dela vai continuar agora com... A presença dela vai continuar agora com você rememorando tudo isso. Você falando assim...

Ah, eu estou com febre. Ah, a Suzana usava isso aqui. Ela ensinou pra gente isso aqui. São os ensinamentos que ficam da pessoa. É por isso que no México tem o Dia dos Mortos, pra manter viva a memória dos antepassados. Eles acreditam lá que a gente morre três vezes.

A primeira vez é quando você descobre que você vai morrer. Eu lembro quando criança, assim, eu falei, putz, eu vou morrer um dia. É a primeira morte. Quando você tem noção que você vai morrer, seus pais vão morrer, todo mundo vai morrer. A segunda morte é a sua morte mesmo. E a terceira morte é quando a última pessoa que te conheceu que lembra de você morre. É a última morte. Então por isso que eles ficam contando as histórias dos antepassados, porque quanto mais a história sua for contada, você continua vivo na memória. É muito forte isso, cara. Então a relação espiritual...

Com a minha mãe, intensa, intensa mesmo, assim, com a Suzana, minha sogra que faleceu, com o meu pai. E gosto disso, e me sinto bem em estar me relacionando espiritualmente, em pensamento, nas orações com eles, né? E a última coisa que eu quero ouvir, assim, ali na beira do meu caixão, é chegar um de vocês e olhar pra mim e dizer assim, olha, ele tá se mexendo.

era bom, hein? tá se mexendo era bom demais é uma boa fala, Lene você mandou uma pergunta e nem responderam, né? a pergunta é da Joana, que ela fala de duas músicas aqui, que é Horrível Ser Teu Ex e Ainda Te Amo tem uma pegada mais sofrência fala aí, responde aí, cara Horrível Ser Teu Ex, né? cara, pelo menos a gente vive as músicas, né? essa música Horrível Ser Teu Ex ela não...

Não sei se eu falo. Eu não tenho um problema com minhas ex, não. São tudo gente boa, tudo bacana. Eu acho que é música. A gente faz com carinho, com amor e representa outras pessoas. Por enquanto, para mim, não estão de boa com minhas ex. Cara, tem músicas que me representam. Outras, não. A gente escolhe o repertório não só para a gente. A gente quer falar, porque além de... Pode até representar vocês. A gente conta histórias. Para cada um...

música fica pra ela. A pessoa leva pra vida dela. Tem música que eu viajo no tempo. Eu escuto uma música e falo putz, essa música eu tinha 14 anos, eu morava em tal lugar. Justamente. Deixa de ser de vocês e... Quando a gente vai compor, pelo menos eu quando vou compor, eu quero uma coisa mais alegre, falar um pouco de balada.

Aí eu procuro ir pras baladas, ver o que tem que estar lá na balada. É viver, né? O que escreve, né? Viver pra gente poder escrever uma realidade, né? Passar uma verdade. Mas assim... Como que quando a gente tá sofrendo também, a gente escreve umas bolas também românticas, relacionadas. É mais fácil escrever quando tá sofrendo, né? Nossa!

Nossa, mas... Cara, no 2019, só te cortando. 2019 a gente gravou um DVD, cara, de 10 faixas. Acho que foi a época que eu mais sofri na minha vida, assim, de chifre e tudo mais, sabe? Chifre? Tu tomou chifre? Já tomou chifre? Rapaz, cara... Dói? Como que é? Vou te contar uma coisa, é uma dor tremenda, é terrível. E aí você vai e escreve. Tu tomou chifre em 2019. Você não sabia? A conversa é essa, mas tu tomou chifre. E aí a gente fez essas músicas, tipo, em dois meses, né, Cristiano?

Esse cara é moleque, homem. Por que sabe? O cara tomou chifre e ele ri, cara. Esse cara é a razeia, cara. Chifre é a coisa mais normal do mundo, amigo. É coisa que colocaram acho com a cabeça também, né? Se você não tomou, você só acha.

Lene, já tomou? Olha lá, olha lá. Uma hora chega na vida. Olha lá, já tá fazendo assim, ó. Cruza, amor, cruza, pelo amor de Deus. Tá amarrado, tá amarrado. O lance é não descobrir, né? É, não, mas já tomei já e tranquilo. Já tomou também? Já tomou?

Todo mundo vai tomar o chifre. Ou tomou, ou tá tomando, ou vai tomar. O chifre, ele incomoda. Mas é preciso que você tenha a fé pra reverter o processo.

Eu acho que X soldou o primeiro. Olha! Eu acho que é também. Irmão, se no caso de quem te traiu com a tua mulher, o que tens que fazer é dar uma chifrada nele, amém? Resolve isso! Porra.

porra, ei macho, vou te contar quando o cara é mais novo assim sofre mais né é muita dor, vou te contar acho que é o final do mundo e as vezes macho, a pressão, o amor é tão grande assim, os laços quando o cara é mais jovem, o amor é tão entranhado que o cara leva o chifre e o cara rapaz, eu penso que é mentira isso é mentira, não pode ter acontecido isso não

E aí o cara passa por cima ali e segue achando que não aconteceu, sabendo que aconteceu, mas bola pra frente. Tem um cara que pega a mulher traindo ele no sofá e ele vende o sofá, né? Vende o sofá. O problema é o sofá. Mas dessa época saiu alguma música boa ou de sofrência? A gente fez um DVD lá. A gente fez um DVD de 10 modos aí. O cara era tão corno que ele foi assaltado na rua, levaram o relógio e deixaram ele pelado.

Quando ele entrou em casa, a mulher dele tava transando com o cara, o dois nu na cama, ele idiotão, cornão, assim, ah, esse é o senhor assaltado também. Ponto, tá? Eu paro toda a coisa. Rapaz, vai que pôde. Porque isso é um corno mesmo convicto, né? Eu vi o vídeo de um comediante hoje fazendo assim, falando...

Ah, e Android é muito pior que a Apple, né? Que o iPhone. Cheguei no motel, o celular da minha mulher rapidamente já conectou no Wi-Fi e o meu Android não conectou. Olha como a Apple é boa, né?

Chegou no motel dela, já conectou no Wi-Fi. Porque com a tecnologia da Apple é avançada, né? Meu Deus, cara. Demais, viu? Aí, hein, Lenny? Você chega no motel dela, já conecta no Wi-Fi. Aí tem, né? Vamos mais uma, então? Uma de sofrência?

Ah, tem uma boa aqui. Falando de motel, tem uma boa aqui. Ah, é? Cama de cimento. Como? Qual? Cama de cimento. Cama de cimento. Cara, essa música... Qual que é a história? Explica aí. Ela deixa um duplo sentido, né, Cristiano? Na verdade, essa moda... É um casal na cama, só que na mente de um deles tem outra pessoa.

No relacionamento? No relacionamento. Tipo, tem um casal aqui deitado na cama, só que vamos supor que o cara tá pensando em outra mulher. Então tem três pessoas na cama. Tem três pessoas na cama. Conhece o Murilo Lugano, conhece o comediante? Sim, sim. O Murilo Lugano chegou pra mulher dele um dia e falou assim, amor, se eu transar com outra mulher, se eu transar com você pensando em outra mulher, é traição. Eu falo, claro que é. Ah, então se eu transar com outra pensando em você, não é, né?

Caramba E isso dá música, viu? Dá, né? Bora dar nota aí, bora fazer essa moda Eu quero ouvir essa música com mais detalhes Porque me veio agora a ideia de se o cara tá transando Acha que tem Mais uma pessoa na cama A cama é de cimento O cimento é duro Cimento é duro, né?

Será que ele tá com inveja do cara que tá de pinto duro e o... É. Uma coisa assim. Cimento é uma analogia. Tem a ver também. E é mais um sentido aí pra você. Mas cama de cimento é dólar, hein, Renan? Não, eu imagino que seja assim, cara. Porque tem duas pessoas, uma no pensamento. Então a cama tem que ser mais forte, tem que aguentar, entendeu? Porque tem três pessoas, não só duas. Entendi. Faz um refrãozinho pra eles entenderem.

Cara, e pior, Cristiano? Os caras que falam cama de cimento é coisa de presidiário. É verdade. É mesmo, né? Vai, cama de cimento, vai. Cama de cimento.

Olha o refrão. Tá bem desafiado. Tá, vai assim mesmo. Que putaria esse teu relacionamento Esse teu quarto já tá ficando pequeno E troca a sua cama em um anjo de cimento Pra ver se aguenta os três ao mesmo tempo Que putaria esse teu relacionamento Esse teu quarto já tá ficando pequeno Troca a tua cama em um anjo de cimento

de cimento pra ver se aguenta os três ao mesmo tempo vocês na cama e eu no pensamento legal, legal o desejo do cara é que tem uma cama de cimento realmente pros três ou seja, tem uma traição aí no meio ela lembra muito casais de mentira da internet que não começa a falar tá cheio disso na internet demais, cara qual é essa música?

É a Côma de Cimento, ela começa. Tô vendo o anel no seu dedo, mas será que tem amor no peito? No feed eu vejo um casal perfeito, mas na rua aparece um casal de solteiro. Viu? Tem esse papo de fingir ali, entendeu? Na internet é uma coisa, mas na vida real é outra totalmente diferente. Aí está, tem demais, tem casal demais assim. E, cara, tem muita história, cara, que...

pega um ouvinte, pega outro, pega outro. Mas agora a gente tá trazendo um projeto novo, que a gente quer fazer algo que tenha a nossa... Identidade, né? A nossa identidade. E também, tipo assim, algo que a gente vai gostar muito. Isso, cara.

Porque tem a ver, né? Tem a ver, cara. Mas vocês estão vivendo um momento diferente aí. Contamos histórias. Nem tudo é nosso não. Que cama de cimento. Não tem muito a ver com a redão, mas conta a história de muita gente. O que tem a ver? A gente estava no Nordeste fazendo forró, fazendo piseiro. Sim. A gente sempre gostou de cantar. Canta o piseiro aí. Canta o piseiro aí. Como é piseiro? Ah, o piseiro aí. É, pega a gente. Você manja de piseiro, Lenny?

Eu não manjo muito não. Muito pouco, muito pouco. Piseiro tem tanto... Piseiro é uma variação do quê? Ele vem de onde?

Cara, o piseiro é uma variação do forró. É uma variação do forró, é um forró eletrônico. Forró eletrônico. Perdeu a ideia do forró eletrônico. É um piseirinho que a gente faz, hein? Pode fazer uma vaquejada aí. Vaquejada, piseiro. É o meu piseirinho. O tom daquela gota, que eu não lembro.

Essa, cara, a gente cantou muito nas vaquejadas lá do Nordeste. Essa não é nossa, mas a gente cantou muito. Você já foi pra vaquejada? Não, então como que é? É tipo derrubar o boi. Derrubar o boi. Derrubar o boi numa faixa. Digamos que aqui é a vaquejada. É uma arena? Você vem de lá pra cá com batisteira. Dois cavalos, o boi fica no meio. O batisteira vai te entregar o rabo lá, ele. O rabo do boi, né? O rabo do boi.

Ficou animado com... E aí? Pega o rabo do boi... Aí você tem que derrubar o boi na faixa. Cara, que coisa estranha, velho. Aí começa muito estranho esse negócio. Isso, aí você tem que pegar o rabo, né? Ele vai te entregar o rabo, lá ele de novo. Aí tu pega o rabo do boi, você tem que derrubar entre as faixas aqui de cal. No braço? É, no braço. Muita força na mulher.

O boi não deve gostar muito também. No rabo do boi eles colocam uma proteção, uma borrada. Cara, essa cultura é muito, muito forte. No Nordeste é muito forte. E tem música, tem... Ah, essa daqui foi o que ele tocou muito lá na época.

Vai. Cavalo selado com Luiz fora, balanço com o Raul meia vez é agora. Bora Batisteira, me entregue esse rabo na marca do carro. Quero ver boi deitado. Cavalo selado. Vai. O combustível do vaqueiro é um litro.

de tré tem que beber no gargalo que é pro boi não ficar de pé o combustível do vaqueiro é um litro de tré tem que beber no gargalo que é pro boi não ficar de pé tocar no violão é complicado ligeiro isso aqui é rapaz piseiro é nesse ritmo então você quer um forró de vaquejala aí tem a questão dos aboio também né que faz você entrou vai fazer fazendo o que é

Você entrou na minha vida como estrela da manhã, como uma joia preferida, minha flor de flamboyant.

É como nuvem passageira No inverno da ilusão Choveu apagando a poeira E de repente fez verão É o cantador, né? O violeiro, o cantador com o aboio do sertão É, cara, tem muito isso, cara

Tem os... O coco também, que é muito do Nordeste. O coco? A gente não faz o coco. O que é o coco? O coco é a embolada, né? A disputa de embolada. O Tom faz aí. Ah, é? O coco é aquele... É o... A embolada, né? A embolada do... Castanha e cajou? É, exatamente. Já trouxe eles aqui? Já, claro. Mas o coco é o estilo? Isso. O coco é o estilo. No pandeiro ali, a gente fazia muito essas coisas, tal.

Já faz um tempo que a gente não faz. Geraldo Amâncio é o grande cearense dos repentes, assim, um homem culto que fala de tudo. Aí a cantoria, que já é outro nicho. Cantoria o quê? Como se fosse uma música mais profunda do Nordeste, com mais tristeza, entendeu? Mais só violão. E tem os galopes à beira-mar, né? Os galopes também. Os galopes à beira-mar.

Que aí já é o cantador de viola. Canta uma rima aí, uma rima. Pô, Tom, é de lascar, hein? Naquela que tu cantou pra mim. Cantar rima. Não, uma que tu cantou pra mim, eu te digo. Não é rima, não. Que tu cantou, assim, umas coisinhas que tu cantava lá no circo. Tu cantou? É, da época do circo. Pô, de onde foi que eu cantei isso aí? Tu tá doido? Eu não cantei isso aí pra ti, não, macho. Pô, cara. Vai, começa aí. Fala uma embalada aí, vai. Fala que eu tinha. Tô aqui, mais um Vila...

limitada conversando com vocês e toda rapaziada tem o Leni tem o Caio que eu chamo de Alfreio o homem mexendo o vídeo fazendo a edição para que daqui a pouco ele jogue no estudo

É um negócio assim, mas pra quem ele joga no espaço é essa gravação. Manda aí, Leni. O que o pessoal tá pedindo, tá falando, tá perguntando? O Lucas perguntou o seguinte pro Cristiano. O que dá mais nervoso, cantar no palco ou encarar o sogro bravo? O que falou que o sogro não é bravo? Eu sou de boa.

A sogra é brava. A sogra é brava. A risada dela. Mas é sério ou é zoeira? É sério. A Patrícia é mais pragmática nas coisas dela. Ela é razão. Não, mas ela só é doida. Mãezona, cara.

A pessoa é incrível e a melhor avó do mundo, pode ter certeza. E sem falar que a gente tem um privilégio muito grande de ter a genialidade da Patrícia na nossa carreira, porque ela sabe tudo, conhece tudo certo mesmo. A gente tem aprendido muito. O DNA da Patrícia vem da mãe, a mãe trabalha há 35 anos com o Roberto, quase 40 anos, e falece agora há um ano e pouco.

É um momento muito triste. A mãe conhecia tudo do mundo musical, nesse nível de Roberto Carlos, fazendo...

Trabalhou no início com Chitão Charoró. RPM, né? Um monte de gente. Ah, é? No começo dela, a RPM vem de Belo Horizonte. E numa escala com o Roberto, ela era a mulher que coordenava os shows de Nova York, do Carnegie Hall, que vai junto na frente pra fazer a logística lá na Itália, dos shows dele. Enfim, esse Roberto gigantesco aí. Suzana aprendeu tudo e passou pra filha dela. A filha dela tem essa noção de mercado e tudo.

Mas assim, mais as broncas que às vezes ela pega comigo, assim, cara, mas é um negócio muito assim de filho mesmo, cuidando, sabe? A gente sente. Claro. É tanto que não tem atrito nenhum, é só paz, é só amor. Só cuidado mesmo, né? É, mas é cuidado. Eu sinto que ela tem um cuidado enorme.

Valeu, sogra. Beijo, sogrão. É maravilhoso. Manda, Lenny. A Andrea quer saber se o Tom, teu no Tom como empresário, se ele interfere nas músicas, no repertório ou se ele deixa vocês à vontade.

Ele ajuda nas escolhas, né, João? Ele ajuda demais, sabe? Então eu tenho um... Fui de rádio, né, cara? Feeling, né? Eu fui de rádio, trabalhei em rádio muito tempo, lançando sucessos, então tem um pouco de conhecimento nesse sentido. E um gosto musical também é excelente também, Antônio. Então a gente faz as audições digitais, né? A galera manda as músicas, a gente passa, tipo, eu escuto em casa, Cristiano escuta também o Tom, depois a gente faz a peneira e escuta juntos e a gente decide junto que lança.

Acho que a gente respondeu aí direito a pergunta. Como é aquela música? Inclusive, estamos acendendo um repertório novo aí. Compostores, é uma das modas pra nós. Como é a música do Grelo lá, aquela que fez sucesso? Só preciso de dinheiro pra comprar um mel. Um leitinho das crianças. Essa daí? E o mojo da mulher. O mojo da mulher. Eu cantei no show com vários cantores. Bethânia, Fagner. Foi.

Só preciso de dinheiro pra comprar o mé O leitinho das crianças e o mod da mulher A Betânia Só preciso de dinheiro pra comprar o mé O leitinho das crianças e o OB da mulher Caetano Só preciso de dinheiro

pra comprar o mer meu, esses treininhos é muito massa, não é só a voz, sabe? é, o jeito é isso aí, cara não dá pra você fazer show quando tá gripado, por exemplo, né? não dá, não dá já aconteceu de você ter que cancelar show por causa de voz? já, eu tenho muito cuidado com garganta

assim no sentido de tomar água aqui natural, de boa vai no campo, não grita não, não precisa ele e os demais cantores não gritem as pessoas querem ouvir uma coisa agradável é verdade quando teve um momento da minha carreira que até meu pai estava vivo ele falou, meu filho

Tira essa imitação aí do T.T. Espíndola aí que você vai se arrebentar. Eu quando era criança... Nossa, as novas. Eu quando era criança eu cantava com a garganta. Assim, fazia solo fino. Outro dia eu consegui tirar um. Eu tava em Londres. De manhã assim acorda. Fino? Bem alto? Assim, eu... Aí eu tô em Avaletina disputando os gritos. É? A minha filha. A minha filha também... Aí eu não vou fazer o que eu fazer. Mas eu, cara, eu chego num agudo assim. Se eu quiser... Mas dói? Não dói não. Não dói não.

Aí vai pro refrão, né? É. Pesado.

Pessoal com taça em casa, agora quebrando as taças em casa. Nossa. Estou fazendo TT e... Aí vem aqueles pipipi... Eu não vou fazer tudo. Eu fico rouco, mano. É o cuecão. Nossa, é falsete? Como que chama isso? Você fazer o agudo? Não sei, cara. Eu tenho esse privilégio de ter essas... Você puxa de onde a voz? Do peito? Ou cada voz é...

aqui do diafragma, por aqui. Mas cada imitação vai de um lugar ou é da cabeça? Vai, vai, vai, vai. Qual que é a da cabeça, por exemplo? Fica aqui. 98 anos. Tá aprendendo, né? 98 anos de idade. Gosto de um prequito. Não tenho o talher pra comer, mas eu gosto. Toma das azulzinhas ou não? Eu já tomei, mas tive um infarto.

Essa então é a voz mais aqui. E no peito, quais que são? Do peito Fagner, né? Eu canto Fagner, sai daqui. Quando eu tenho que... Eu já cheguei a atrevimento de cantar caruso, assim, cantando alto. Puxa da onde? Aí vem do diafragma mesmo. Também? Diafragma. E vai por aí. Vai por aí. E nunca fiz, assim, curso de...

Tudo meio autodidata. Autodidata. É engraçado isso. Estrada, muito estrada o tom. Mas você aprende também, por exemplo, convivendo com o Chico Anísio, você via o jeito dele fazer e só de ver, você já sabe como ele está fazendo? O Chico fazia de uma maneira muito flat, muito soft, muito levinha.

Ele deixava que o som que a mesa, o Lenny operasse... Ele também não forçava. E desse potência lá, porque com ele aqui era tudo baixinho aqui, tudo normal. Os tintones dele faziam... Mas podem correr na sacolinha. E eu aqui do lado mesmo, 1927, que era o pantaleão. Sentado lá, eu matei um peixe casiscando.

Cobrir a casa com telhado, tá? Qual personagem que você gostava mais que ele fazia? Do Chico, cara. Coisa boa pra caramba. O Chá Bonitinho, o Popó, né? Pobrinho, não seja idiota! O velhinho. Eu tô confundindo com o Tavares. Qual que era o Popó? O Tavares era o bêbado, né? Como é que ele diz?

Mas quem não é? Biscoito? Biscoito? É, mas quem não é. Ah, legal. Sou, mas quem não é? Sou. O Popó qualquer. Vê, você acha aí foto do... Tá vários. O Popó é chiconizinho. O visual dele não tô lembrando. Aí tem o Lingote, que era quem falou. Ah, é? Que era bem ligado.

E o jogador de futebol? Era o Qualhada. Eu tô jogando aí no Vasco da Grama. E o Messi? Quem é Messi? Ah, era esse, Popola. E aí, vamos ali, você é idiota. Ele é pequenininho, né? É o velhinho, cara. Idiota, idiota, idiota. Muito lindo.

Ele fez agora 14 anos, né? Antes de ontem da partida dele. Mas eu tenho a foto dele lá em casa. A gente teve com o Boni, o Boni, eu entrevistei o Boni lá no Rio, quatro horas de papo, ele fala do Chico, fala de toda a história. Eles eram amicíssimos. Era muito amigo, cara. Amigo e irmão. Eu lembro, outro dia, eu tava lembrando de uma situação com o Chico, que ele vai à Fortaleza, e dessa vez eu corro lá pra saber onde é que ele tá e consigo entrar no camarim dele no teatro.

E eu já tinha estado com ele em Fortaleza. Quantos anos você tinha, mais ou menos? Eu estava com uns 26, 26 anos. E aí, fica ali eu e aquele astro ali dentro daquele camarim, olhando pra ele, ele tomando água aqui e tal. Aí eu disse, Chico, posso te falar uma coisa? Aí ele diz, pode falar, meu filho. Pode falar, meu filho. Eu digo, um dia eu vou ser um Chico Anísio. Soltei essa.

atrevimento, claro. Total, né? Atrevimento. Meu Deus. Aí ele olhou pra mim e disse...

Depende de você. Só vai depender de você. Ah, só vai depender de você. É, só vai depender de você. Olha, eu gravei isso na minha cabeça e é. E é, né? Não é? Ele podia dizer assim, vai te aguentar, garota. Vai, vai, vai. Não, depende de você mesmo. Ele só depende de você. Aí, cara, eu fiquei com isso na minha cabeça e hoje eu entendo mais um. E é uma verdade, né, Tom? Total, total. Na época você entendeu? Não. Não, né? Não, não. O vai depender de você, se você for analisar, ele é muito profundo.

Ele tem várias camadas de entendimento, porque você fica... Você pode levar pra um caminho, como pode levar pra outro. Mas o fulano fez sucesso assim, assim, assim. De não jogar a culpa no outro. Não, depende de mim. É você. É uma corrida sua com você mesmo. Você é o seu maior concorrente. Não é tentar ser melhor do que o outro, é tentar ser melhor do que você era. Você é o seu maior concorrente. Então, com o tempo eu entendi. Aí o que acontece? Aí eu parti pra...

ao invés de ficar três horas no computador, eu passei a ficar oito. O texto que eu faço fazia em dois dias, eu passei a fazer em sete dias pra ficar melhor. Você vai escrever pro Chico várias coisas. Então era isso, cara. E cada vez mais você vai se aprimorando, se aprimorando. Você deve ter escutado já.

Um jovem também falou pra você que queria seguir teus passos. Pra caramba, né? Pra caramba. E esses caras eu trago. É um ciclo, né? É um ciclo, é a vida que gira. São os nossos antepassados que fizeram sucesso. A geração de hoje não tá entendendo ainda essa nomenclatura.

Qual? Eles acham que o mundo é hoje e agora. É. Que querem reinventar a roda. Não, tudo já foi feito. A gente vem trazendo o que foi feito. A gente tá sempre no ombro de gigante, né? Exatamente, exatamente. E o Chico também tava nas pessoas que influenciaram ele. Isso, no Zé Vasconcelos que ele conheceu, no Haroldo de Andrade, nos grandes comediantes da chanchada. Isso aqui é bonito, né? Cada um tá...

Empurrando um pouquinho mais pra frente. É isso que eu peço que as gerações mais jovens entendam. É. Entenda, sabe? É impossível criar uma coisa do nada. Não existe. Mesmo que ela não saiba, ela tá repetindo alguma coisa que já foi feita. E não tem problema nenhum, né? Não tem problema nenhum. Tá pegando o que já foi feito, mas com toda a bagagem dela, que nem vocês. Vocês têm uma bagagem cultural e musical. Vocês pegam isso, colocam a tua vida no meio e sai outra coisa, né? Sim. Exatamente isso. Com certeza. É uma evolução.

É que é até impossível fazer uma melodia tão autêntica que não tenha nada de outra música hoje, cara. É verdade. É muito complicado, porque tem de tudo já. Por mais que seja imperceptível, às vezes tá no seu consciente. É, cara, mas é muito complicado. É tanto porque a galera tá começando a fazer versão de tudo que é música, e versão internacional, né, e trazendo pros estilos, pros sertanejos, pro forró e tal. É isso.

O Lenis, manda. Ó, tem uma pergunta aqui do Reginaldo. Ele tá falando aqui... Reginaldo Rossi, Reginaldo Leme. É o Reginaldo RTR 2024. Vamos lá cantar o do Reginaldo aí. É. Ele tá falando o seguinte, manda um grande abraço ao Tom. Aí ele fala, por favor, façam a minha pergunta. Aí ele tá... O pessoal tá falando muito do Shaolin, né? É. Pra você imitar o Shaolin. Mas você não imita o Shaolin, gente. Imita? Não.

porque o Shaolin era um imitador como eu. Ah, mas o galera fica aqui no chat. Fala pra ele imitar o Shaolin, não, né? O Shaolin, ele é aquele sotaque ali dele, de João Pessoa, mas o Shaolin é um cara que, como ele imitava muito, não tem o Shaolin. E bom, né? É maravilhoso, maravilhoso. Shaolin não tem assim que imitar. Ele falava rápido demais assim, né? É o que eu posso fazer, imitando.

Ele dizia assim, toca o alcante, rapaz. Ele falava assim, rapidinho. Mas Reginaldo Rossi, a gente pode cantar do Reginaldo aqui. É. Fazer uma memória. Vai, Cristiano. Reginaldo Rossi aí. O quê? A música do Reginaldo. Eu canto, bicho. Vai deixar que eu canto. Canto, bicho. É. Qual tu quer? A raposa e as uvas. Mais baixinho, mais alto. Como é que eles fazem? Lembro com muita saudade daquele. Aqui, ó. Aqui, ó. Alto, né? Vamos aqui.

Lembro com muita saudade daquele bailinho, onde a gente dançava bem agarradinho, onde a gente ia mesmo só pra se abraçar.

Você com o cabelo cheirando Gente é Chanel Eu não lembro a letra E o papel É isso aí Reginaldo Rossi, cara Continua sendo assim um ícone Uma figura

Ele era demais. Queria muito ter conhecido desse cara. Puta merda, não conhecia ele. Foi muito próximo meu. É mesmo? É, muito próximo mesmo, assim, de chegar em Recife. O Reginaldo tem uma página da vida dele, que ele se aquieta lá no Recife, fica meio que, dá uma pausa na carreira, e eu chego no Faustão.

E canto a música dele, eu canto essa música, não, Garçom, com o João Canabrava. Garçom, aqui nessa mesa, tipo, ah! Ele tava lá? Não tava, mas só que a audiência foi muito grande.

E o Fausto pergunta, de quem é essa música? Ele dizia que é do Reginaldo Rossi, o nosso... É o rei, o rei, rei Reginaldo do Recife lá e tal. Aí o Fausto chama ele pra vir no programa. E no programa ele me agradece. Tava lá no Recife, parado, vi essa homenagem, não sei o quê. E tá aí ele veio. Que maravilha. Reginaldo Rossi. Tem músicas lindas. E o Roberto, Roberto Carlos? Roberto me ligou agora no meu aniversário.

Eu tinha dito pro Cristiano Eu tava lá hospedado no Rio Fui fazer o show e eu digo Cristiano, o Roberto todo ano me liga Esse ano ele não me ligou Fechei a boca Que época que era? Agora, dia 8 de março Era assim, meia noite Todo ano me liga, mas esse ano não ligou Mas fechei a boca Foi, ligou

Parabéns pra você Nossa data Falou isso? É, ele é amigo, irmão Aí ele diz assim Eu digo, obrigado, irmão Você tá onde? Eu cheguei agora aqui no México Não sei nem que cidade é essa que eu cheguei

Acho que é Guadalajara, não é isso? É Guadalajara. Ele tava chegando pra show em Guadalajara. Depois eu fui ver no Instagram no outro dia o show dele lá. Meu Deus do céu. Chapado de gente. E ele não esqueceu de te ligar. Não, não esqueceu. Não sabia nem que cidade tava, mas... É outra... Eu tenho... Esse tipo de amizade não é o lance de ser todo dia, se falar... Não precisa. Amigo mesmo não precisa.

Você quando pensa numa pessoa amiga, só em você pensar, tipo assim, espero que ela esteja bem na sua cabeça, tenho certeza que aquilo já chegou lá nela. Porque ela está pensando em você também. Concordo, concordo. Tenho certeza. Nesse momento agora eu sei que muita gente boa... Você sabe o que é que equilibra esse mundo? São as pessoas de bem. Também acho. As pessoas de bem. Eu tenho encontrado tanta gente generosa, desprovida de...

E ao contrário do que muita gente pensa, tem mais gente de bem do que gente do mal. É porque a gente do mal aparece mais. Aparece mais mal. Faz mais mal.

Mas o que tem de gente nesse país, de gente do bem, generosa, humilde, meu Deus do céu. Trabalhadora. Eu fico encantado. Trabalhadora, eu vou embarcar no aeroporto. Trabalha com felicidade, né? Felicidade. É muito lindo, é muito lindo. E eu faço questão de cumprimentar todos, aonde eu chego, porque é essa turma que está segurando essa onda espiritual desse país. Pois é. Você é otimista ou pessimista em relação ao mundo?

Eu sou da opinião que a gente, como eu falei, comece a fazer o seu mundo. Comece a transformar o seu ambiente em um ambiente salutar. Você não vai conseguir mudar o mundo em geral, mas o seu ambiente...

Isso, a gente não vai conseguir mudar esse mundo, esse mundo que a gente abre aqui na internet e vê crimes por cima de crimes, feminicídio por cima de feminicídio. Pai matando criança, criança matando pai. Meu Deus do céu, meu Deus do céu. A única coisa que eu falo para o Brasil é que a gente deveria mudar essa Constituição de 1888.

Feminicídio, por exemplo Chega, cara Pelo amor de Deus Vai estar solto no outro dia, chega O outro mata o outro lá na rua Paga fiança, sai Para com isso Isso incomoda muito Em relação ao mundo, eu sou pessimista Acho que não melhora mais não É muito novo pra ser pessimista

Cara, em relação ao mundo... Não, mas a gente tem que ter... Cara, tá complicado o jeito que tá, hein? Tá difícil mesmo. Tá difícil. Melhor acho complicado. É, o mundo precisa mudar bastante, bastante. Muita coisa precisa mudar na cabeça das pessoas. Vou complementar aqui o resto da pergunta do Reginaldo, que ele tá perguntando se você tem algum projeto na TV pra ter um programa de humor. Estamos precisando de um programa com você, é o que o Reginaldo mandou. Obrigado, Reginaldo. Tem saudade? Tenho bastante. O brasileiro...

O brasileiro não tem culpa, na verdade, dessa polarização, no sentido dessa briga. Então, essas pessoas querem humor. Eu faço aqui os vídeos da Jarlene, que dão 11 milhões, e as pessoas falam obrigado por fazer esse humor na internet, essas novelinhas verticais aqui.

Porque as pessoas estão precisando de humor. Qualquer país tem o seu humor. Tem rir de si próprio, cara, sabe? Com leveza. Sem maldade. Sem maldade. Está vivendo um clima tenso. Então, assim, Reginaldo, nós, comediantes, estamos preparados para atuar, fazendo humor. Eu vejo pelos meus shows que lotam, lotam, porque as pessoas querem rir. É inerente ao ser humano querer rir, porque...

É medicinal, literalmente? Pois é. É medicinal. Não é frase feita. Ah, o humor é o remédio. Não, é remédio sim. Ele mexe com milhões de músculos do teu corpo. Ele te coloca serotonina dentro do teu corpo. Te faz leve, o teu fígado fica de bem. Teu coração fica bom. Sabe, é por aí, cara.

saudade que eu tenho do Bop de Elite, ó cara é muito gostoso quem poderia achar ruim seria o pessoal do Bop, né, mas eles autorizaram pode fazer, pode botar aquele alíquo inteiro era incrível, não tinha mais ou menos, a galera toda lá do Tom o show do Tom, cara, show do Tom também

Era o Boff de Elite lá, né? Deixa eu achar foto do Boff de Elite aí, pessoal. Eu fico vendo aí, eu continuo na minha... O Amin, cara, o Amin. Era muito massa, cara. Eu continuo nas minhas pesquisas na internet vendo quais são os humoristas desse país, entendeu? Os comediantes. Então, eu descobri agora um vendedor de sorvete no Maranhão que eu vou tentar entrar em contato com ele. Cara, ele faz... Teve um vídeo na internet, hein? Peguei, assim...

Ele fazendo tiririca, cara. A imitação tiririca a gente conhece. Um aqui faz, o outro faz. Quem é o cantão? E tal. Mas ele não, ele é... A graça dele, além de imitar o tiririca, ele é muito engraçado. Ele tem texto próprio, sabe? O cara tá falando assim... E é pastor, né? Não, esse já é outro. Esse é do Maranhão também, mas esse é vendedor de sorvete. Tem um lá que é pastor. E tem um que é um pastor. Aí esse diz assim... Olha lá.

Esse é o Alexandre Frota com... Ai, bom demais. Com o 01. Com o 01 lá. Nossa, meu amigo, a P eu comi aí. É. Era muito... Aí era a parada, era difícil. Ele consegue achar esse comediante do Maranhão? Não, mas eu vou colocar só a voz dele aqui, o áudio aqui, pra tu ver ele imitando o Tiririca. Ele é muito engraxado. Meu Deus do céu. Engraxado é muito bom. Vamos falando aí que eu vou achar ele aqui. Ô, Leni, manda aí.

Deixa eu pegar, pera aí rapidinho aqui. Peguei você no pulo, hein? Pegou, pegou. A Lígia está perguntando como é que foi para vocês gravar um DVD em...

em Goiânia, que é a capital do sertanejo. Lá o pessoal já nasce em dupla. Eu acho que gravar uma TV em Goiânia é um sonho pra qualquer artista do sertanejo. É um sonho. É verdade. A gente se tornou muito realizado depois de ter gravado esse projeto aqui agora com a parceria do Tom lá em Goiânia. Acho que foi...

Foi lindo, foi tudo incrível A equipe foi toda de Goiânia Lógico que a gente levou também A galera do Marques de fora, do Brasil Foi muita gente Mas cara, foi uma experiência muito massa Porque quem mora lá em Goiânia Sabe o que é sertanejo E só escuta sertanejo, porque ele é o celeiro Então foi muito massa Pra gente foi muito massa gravar esse projeto Olha o Tiririca aqui Eu vou pôr a voz, tá? Eu tô aqui no Maranhão, no meio da rua Encontrei esse vendedor de sorvete Vai!

Vamos lá. Igual. É assim, né cara? São Luís do Maranhão. N », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », », »,

Tiririca Puto. Olha a cara. Olha a cara. É muito engraçado isso. É muito bom, cara. Tiririca Puto é engraçado. Engraçado, cara. Repetindo, a gente está aí, aberto. As televisões realmente que têm receio de colocar um programa de humor. Pode ter alguma citação política que venha implicar numa perda de um patrocínio, alguma coisa. Então, nós estamos vivendo esse mundo, né?

Que acho que é transitório, é uma transição, nós estamos em evolução. Vai pra lá, vai pra cá e o meio... Uma hora dessa a gente se organiza e se acalma, sabe? O Chão Doutor dava muita oportunidade pra essa galera, né? Pô, bastante, muita gente... Tanto o humorista que foi super bem apresentado. Apareceu nacional, né? É isso, é o que o Chico fez comigo e com muitos, então aprendizado vai passando pro outro. É isso. Fala, Lênia. Aqui foi.

Vamos fechar com a música? Oh cara, que é a última que a gente lançou.

A Cama de Cimento, eu queria antes imitar o Zé Ramalho. É? Sinônimos. É muito atrevimento. A esposa dele foi no meu show lá no Rio e eu esqueci de imitar o Zé, rapaz. Vamos falar com o Zé para ele falar para essas lendas vim para cá, né? É verdade. Começa aí, vai. A primeira parte com vocês, vai. Vai. Até chegar no Zé Ramalho aí vocês cantam Cama de Cimento.

Leva pra saber Vai, valendo Quanto tempo coração Mais baixo, mais baixo Quanto tempo coração Leva pra saber Atenção Brasil, olha o limitado aí Que o sinônimo de amar É sofrer

O aroma de amor explonde a fé, espinhos. É como ter mulheres e milhões e ser sozinho. Na solidão de casa, descansar.

E o sentido da vida Encontrar Quem pode dizer onde a felicidade está O amor é feito de paixões E quando perde a razão

Sabe quem vai machucar, quem ama nunca sente medo de contar os seus segredos. Sinônimo de amor é amar. Quem revelará o mistério? Que tenha fé.

E quantos segredos traz o coração de uma mulher? Ah, ladrão. No podcast do Vivlela, pode haver caminhos. Aqui se serve pizza, água e jujuba, pra você não ficar sozinho.

Juntos agora, o amor. O amor é feito de paixão e quando perde a razão não sabe quem vai machucar quem ama nunca sente medo de contar os seus segredos. Sinônimo de amor é amar. O amor é feito de paixão. Emenda a cama de cimento e vamos embora. Vai, vai. Cama de jumento. Cama de jumento.

Vai. Agradecer demais vocês que estiveram até aqui, ó. Cara, essa live merece um like, hein, Mene? É verdade. Não custa nada aí, pô. Momento histórico. Dá o like aí. E o repelente? Repelente. É, não, mas é outra vez que a gente vier, a gente canta repelente. Ah, não, quero o repelente aí, cara. Antes do ir da cama aí. O que é repelente? Deixa eu fazer aí. Ah, então vamos lá. Repelente, é? Repelente.

Fala de que, repelente? Cara, aliança é o repelente que o homem usa pra... Ah, para... Pra gata não encostar, é? Aliança era o meu repelente. Eu usava pra espantar gente. Não sei se é assim não, hein, Nene. Quando tinha aliança, atraía mais, viu? Agora que eu tô sem aliança... Ah, paz. Não vai, puxa. Só o refrão? Vamos lá.

É, mas vai, chegou, puxa aí, ó O problema O problema não é você ter traído O problema não foi suas pilantragens Sabe o que machuca de verdade? É ver o tanto de oportunidade Que eu deixei escapar pela minha mão Um tanto de cor delicioso Que nem chegou a ver a cor do meu...

O problema não é você ter traído O problema não foi suas pilantragens Sabe o que machuca de verdade É ver o tanto de oportunidade Que eu deixei de escapar pela minha mão O tanto de cor delicioso Que nem chegou a ver a cor do meu colchão E o anel entrou É, deixou de entrar no anel, eu acho, né? Faz um comecinho pro Tom, pra falar a parte do anel, pai? O anel? É, onde é que entrou o anel aí?

O repelente, né? Que porra é essa? Que porra é essa? O começo da música, né? O começo da música como é? Repelente? Repelente, pô. Cama de cimento, cara. Ah, então vai. Ah, é. Cama de cimento. É. Tô vendo o anel no seu dedo Mas será que tem amor no peito? No feed eu vejo um casal perfeito Mas na rua aparece um casal de solteiro Vai!

Uma hora ele pergunta, por que você só faz amor de luz apagada? Porque quando acaba você nem olha na cara. Vocês tão com as transas contadas, que putaria esse teu relacionamento? Esse teu quarto já tá ficando pequeno, e troca sua cama em um ande e cimento. Pra ver se aguenta os três ao mesmo tempo.

Que putarinha esse teu relacionamento Esse teu quarto já tá ficando pequeno Troca a tua cama em um andecimento Pra ver se aguento os três ao mesmo tempo Vocês na cama e eu no pensamento

Pra fechar, o Chave de Ouro. Obrigado demais, trio aí. Que legal. Que papo gostoso, hein? Não, papo, parece que a gente tá em amigos num churrasco. E por acaso tem câmera ligada, né? É isso aí. É legal quando o papo é assim. Obrigado demais. Obrigado, irmão. Obrigadão pelo convite, tá, maninho?

obrigado cara, eu gosto quando é assim quando a gente não sabe como vai começar o papo nada combinado fala de uma coisa, vai pra outra maravilhoso, obrigado demais obrigado Caio obrigado LeneLene U? Caio Caio agora

Valeu, Caio. O que foi o nome dele? É Luciano, mas você tinha chamado... Luciano, valeu, Luciano. Qual é o outro nome que ele tinha falado? Alfredo. Alfredo. Alfredo é muito bom, né? Ô, Lene, o que você tem que falar aí, Lene? É isso aí, se você não deu o seu like ainda, corre que ainda dá tempo de deixar o like. Aproveita, se inscreve no canal, já se torna membro, já faz tudo aquilo que a gente falou lá no comecinho, né? De ativar sininho e tudo mais.

Agradece a quem? Agradecer também aos nossos parceiros aí, o Pix do Milhão. Exato. E também a... Beleza. O Airbnb, exatamente. É o Airbnb. Legal.

Esse ano tem feriado pra caramba, né? É verdade. Você entra lá no Airbnb e já vai pegando os links. É isso aí. E de vocês, links, redes sociais? Ah, cara, segue Jonathan e Cristina no YouTube. Lá no... No Instagram também, gente. No Spotify, tudo Jonathan e Cristina. Jonathan, J-O-N-A. Não, é como tá escrito no título aí.

é, Jonathan Christian é Jonathan coloca aí, do jeito que tá aí você vai encontrar a gente no Spotify, no Deezer qualquer plataforma de música preferida que você gostar de ouvir você vai encontrar os vídeos lá você vai ouvir as nossas músicas e também acompanhar o nosso dia a dia, que a gente posta muito muito nosso dia a dia, então vai ser bem legal

Eu saio de entrar entrando com o carro alcante só. Tá lá, tô com o carro alcante do Instagram. Meu Instagram não sobe nunca, não sei porquê. Falou em 4 milhões e 200 e não sai. Coloca a viaga pra ver se sobe aí. Tá, um viagrino dele. Valeu, um beijo. Valeu, gente. Fique com Deus aí. Olene, hora de você brilhar. O que o pessoal escreve nos comentários pra provar que chegou até o final dessa live? Escreve aí, patati e patatá. Patati.

Só quem assistiu tudo vai entender, né? Exatamente. Tem guerra com nós? Mete um patati patatá. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. Que bom vocês vieram. Valeu, gente. Valeu, gente.

As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.

Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.

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