1842 - RICHARD, TIO LÉO E ÁVILA: UM BIÓLOGO, MANEJADOR E UM ADESTRADOR
RICHARD RASMUSSEN é biólogo, apresentador e embaixador do ecoturismo pela Embratur, TIO LÉO é dono da Petwork Travel e WAGNER ÁVILA é adestrador. Eles vão bater um papo sobre animais, sua locomoção e como fazê-los obedecer. Já o Vilela se locomove com dificuldade e é teimoso.Saiba mais sobre o G4, a Bússola de quem quer mais! https://on.g40.co/inteligencia_rasmussen_Encontre o concurso mais próximo de você #EstrategiaConcursos - https://bit.ly/4sQUX5P UOL: há três décadas conectando os brasileiros. - https://www.uol.com.br/30anos/
- Transporte de AnimaisLei Joca e transporte de animais na cabine · Regulamentação da ANAC e IATA · Cães de serviço vs. cães de suporte emocional · Riscos e segurança no transporte aéreo de animais · Condições do compartimento de carga (porão) · Impacto do estresse e preparo do animal · Casos de acidentes e incidentes com animais · Hotel para animais em aeroportos · Transporte de animais exóticos e selvagens · Jumentos e sua utilidade · Manejo de pombas e outras pragas · Abolicionismo animal e inversão de valores · Orelha (cachorro) · Dona Mara (Bacabal) · Javali · Búfalo · Animais silvestres em áreas de preservação · Caça de subsistência · Políticas públicas para causa animal · ONGs e financiamento para animais · Transporte de cavalos · Transporte de girafas · Transporte de falcões · Transporte de hamsters · Transporte de jiboias · Transporte de dragões barbudos · Separação de brigas entre cães · Cães comunitários · Manejo de animais exóticos · Abate de animais exóticos · Controle de pragas urbanas · Macacos como pets · Curso para donos de animais · Humanização de animais · Comportamento animal · Animais peçonhentos como pets · Expedições e riscos · Manejo de animais em áreas de preservação · Geopolítica e conservação · Pobreza e abandono de animais · Cavalos apreendidos de carroceiros · Jumentos e sua exportação para a China · Consumo de carne de jumento · Consumo de carne de cavalo · Pirarucu · Conservação como negócio · Debate sobre caça de javali · Veganismo · Políticas públicas e legislação animal · Eleições e causa animal · Combate à raiva · Transporte de animais em voos comerciais · Transporte de animais como carga viva · Transporte de animais em voos de passageiros · Aeroportos e infraestrutura para animais · Segurança em voos · Despressurização em aeronaves · Transporte de animais peçonhentos · Transporte de aves (falcões) · Transporte de roedores · Transporte de répteis (jiboias, dragões barbudos) · Animais de estimação e suas necessidades · Adestramento de animais · Ferramentas de adestramento · Peitorais para cães · Coleiras enforcadoras · Coleiras eletrônicas (de choque)
Você está pronta para sua próxima obsessão? Off Campus acabou de chegar no Prime Video, uma série de romances envolvente e viciante, naquelas que você nem sabia que precisava. Off Campus, nova série original. Assine já e assista só no Prime Video.
Olá, terráqueos! Como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Velero e está começando mais um Inteligência Limitada. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Você vem me tratar com pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais selvagem do que a minha e do que a sua. É isso aí, muito mais. Você tem cara de ser selvagem. Eu sou um anjinho, cara. Não, você usa bom ar em vez de desodorante. É que é mais barato, né?
Então, sabia que ele usa bom ar debaixo do braço? Mentira. Verdade, olha aí. É que a Axona custa R$12,00 e tem 350ml, né? O bom ar tem 500ml e custa R$6,00. Você vê? É mais barato. É inteligente. Você vê um cara que... Economia, já manja, né? Mulherada deve adorar, né? Não, é que tem várias fragrâncias também, né? E a Ana Júlia gosta disso?
Aí é outra cena. Você viu a cara dele quando eu falo o nome Ana Júlia, a expressão dele muda. Já passou uma semana, cara. Você lembra ainda? Claro que eu lembro. Você se declarou. Ela aqui falou que está... Ela está na live hoje assistindo? Eu não sei. Hoje eu não sei. Eu confesso que eu ainda não sei. Ana Júlia, queremos você aqui, hein? Queremos conhecer, ver se a gente aprova, tá? Logo mais, logo mais. Que é o nosso menino aqui.
O nosso menino. Nosso garoto. O cabelo melhorou. Melhorou. Porque ele chegou aqui e tinha aquele cabelo de papacapim. Lembra o papacapim? Nossa, não sei.
Tigelinha, né? Tigelinha. Seguinte, como vai ser a participação do pessoal nessa live maravilhosa? É isso aí. Primeiro, eu vou pedir para a galera deixar o like, tá certo? Deixar também a sua inscrição. A gente está se aproximando da marca dos 6 milhões. Então ajuda a gente aí. 6 milhões aqui, 4 milhões lá. 4, 10 milhões. 10 no total. Então a gente precisa da sua ajuda. Ajuda a gente aí. E para você participar dessa live muito especial hoje, eu vou pedir que você envie a sua pergunta via superchat e eu vou aqui selecionar as melhores, tá certo? Tá certo.
Fechou, então já manda a sua pergunta, porque vamos responder várias dúvidas aqui. Mas antes de começar, eu quero falar com você, Terrac, eu quero falar que seu livro de história mentiu para você. Já parou para pensar que ensinaram a gente a decorar nome de políticos e revolucionários, mas apagaram os nomes de quem realmente construiu riqueza para o país? Ô Bigoda, me fala o nome de três grandes empreendedores da história do Brasil. Vixe, três.
1. Júri Alberto. Júri Alberto? Júri Alberto. O jogador? Reconstruiu o Corinthians, pô. Rápido. Fica quieto. Ó, difícil, né? Não é por acaso que a escola foca tanto em público, foca tanto pra gente saber...
de público, de político. Eles só falam de político, não falam de empreendedor. Não é, bigoda? É isso aí. Exatamente. Quem está no poder, controla a narrativa e escolhe quem é o herói. O G4 está puxando o Brasil para conhecer a verdade sobre os heróis do Brasil. Por isso, o G4 está disponibilizando a Bússola, que é um curso gratuito de gestão e inteligência artificial aplicada e focada para donos de empresa.
É isso aí. Então, não se trata de história, se trata de dar direção, voz e poder para os empresários marcarem seus nomes no legado do Brasil. Escaneie o QR Code que está na tela, certo, Bigoda? É isso aí. Ou o link na descrição. Fechou. Então, já se tem a... Isso é para a pré-inscrição, né? É isso aí, pré-inscrição. E aí, o galera já garante a vaga. Já garante a vaga lá. Porque isso é só para quem quer mais.
Muito mais. Valeu, G4. Valeu. E vamos falar também com o pessoal um outro recadinho, pode ser? Vamos lá. Outro dia eu me peguei pensando uma coisa curiosa. A gente resolve praticamente tudo pela internet hoje, né? Desde coisa séria, tipo se informar, até decidir o que assistir, acompanhar o jogo, ver o que tá rolando no mundo. Tá tudo ali, há um clique.
O UOL é uma plataforma que cresceu junto com esse jeito de viver. Em abril, o UOL celebra 30 anos acompanhando o Brasil. Mais velha que você, rapaz. Você tem quantos anos? Eu completei 21 sexta-feira, cara. Você vê? 21 aninhos, cara. O UOL já está aqui na nossa vida há três décadas. Os caras estão celebrando 30 anos. Eu lembro desde o começo. Eu e o Richard somos dinossauros também da internet.
Olha, é o seguinte, o legal do UOL é que ele está evoluindo junto com a internet e ampliando o que oferece. É meio que um desses lugares que você entra por uma coisa e acaba resolvendo várias. Então fica esse registro aqui antes da gente começar. Parabéns, UOL, são 30 anos fazendo parte da rotina digital de milhões de brasileiros. Agora sim, né?
Tem presente? Tem presente. Olha aqui, um pro Richard. Só tem dois? Não, tem mais um aqui. Achei que só tinha dois. Ele ia ficar de fora, mas não. Tinha que ser por idade, então. É, por idade? Quantos anos você tem? Eu vou fazer 62 de outubro. 62? Você? Eu tenho 20... Ah, para? 39. 39? Parece mais, viu? E o Richard tem 41, né? 41. Só na televisão. Tá certo. Eu tô com 39 também.
Ó galera, rapidinho antes da gente continuar o episódio, deixa eu te mostrar uma parada que pode ajudar bastante. Principalmente se você já pensou em fazer concurso, mas ainda tá naquela fase meio travada, sem saber direito por onde começar. Porque isso acontece com muita gente. Às vezes a pessoa até quer entrar nesse mundo, mas trava em uma dúvida básica. Tá, mas qual concurso eu procuro? Será que tem alguma coisa perto de mim? Por onde eu começo? E foi pensando nisso que o Estratégia Concursos... Mal
que é o nosso parceiro, criou o Radar do Estratégia. Ele é basicamente o quê? Um mapa dos concursos. Então, em vez de ficar caçando informação solta e tentando montar esse quebra-cabeça sozinho, você entra lá e consegue olhar as oportunidades de um jeito mais claro. Está na tela, amigo? Está na tela aqui. Está na tela. Dá uma olhada. Este é o Radar do Estratégia, um mapa que reúne concursos do Brasil inteiro. Se você está assistindo, é só apontar agora.
a câmera do celular para o QR Code que está na tela, ou você também cai direto, você entrará pelo link também, vai direto para a página do Rádio. Vai lá direto, vai lá direto. Já tem o link na descrição também, bigoda. É isso aí. Vamos para o episódio. Vou começar com o nosso sócio aqui do podcast, que é o Richard. Se apresenta para o povo aqui nessa câmera, Richard, se é que tem alguém que não te conhece ainda.
Buenas, eu sou Richard Rasmussen, sou biólogo. Posso botar para fuder? Claro. Eu sou economista e jornalista. E? E guia de turismo. E? Turista? E? Jornalista? O que é esse presente aqui da UOL? Eu não entendi. É para quê? Isso daqui eu também não sei, hein? Eu não ganhei esse presente. É para pendura. Acho que é para...
Você põe dentro da capinha do celular e segura, sei lá, alguma coisa assim? Pode ser, hein? Cara, eu só perguntei porque eu realmente não sei. Descubra, cara. Vamos ler o manual, né? O resto é muito legal, viu? O caderno vou usar. É, é isso daí mesmo. Coloca isso aqui dentro da capinha e aí você tem um negocinho de celular aqui, de segurar celular. Essa bolseta aqui também é muito legal, bem bacana. Bolseta é uma bolsa pequena, só para avisar o pessoal.
Se você escutar um... Não, isso é verdade. Vai lá no dicionário. Exige a palavra bolseta, né? Mal dicas!
Você sabe o que é isso? Bolseta? É. Acho que é uma bolsa pequena. Pequena. Exato. Entendi. É que às vezes eu falei um dia a Luciana Gimenez. Ele falou, quem que é a Luciana Gimenez? Quem que perguntou? Ele não faz nada, nada. Agora eu já conheço. Ela foi esposa do Mick Jagger. É Mick Jagger. Você sabe quem é Mick Jagger.
Não! Mentira! Rolling Stones! É do basquete? Do basquete! Do basquete, cara. O segundo está perdido, mano. Cara, como assim? Rolling Stones, ele acha que é um time lá de Nova York, basquete. Rolling Stones? Não, tem nome de jogador da NBA, né? Quem? Mick Jagger? É, Mick Jagger. Só porque é inglês. Ele pode ser qualquer coisa, né? Verdade. Michael Jackson, você sabe quem é? Não. Não é da NBA.
Não é, definitivamente não Mas Michael Jackson você sabe Eu conheço É Thriller Mas meu filho sabe também, ele tem que saber Beatles Beatles eu conheço Não sei cantar, mas eu conheço
Em Jerusalém, nenhum de nós sabe do que eu estou falando? Não, não sei. De abelha. Vamos voltar para o Michael Jackson, que eu conheço. Fica no Michael Jackson. Fica no Michael Jackson. Está apresentado, então? Estou apresentadíssimo. Quem quer se apresentar? Porque é a primeira vez. Vamos, Barba. Vamos lá, primeira vez. Para lá, e eu quero o meu presente inútil, porque quem vem aqui, eu sou interesseiro. Vamos lá, trouxe inútil e inútil.
Fala, galera, sou o tio Léo da Patchwork. Ele bateu na mesa. Ele ensaiou isso. Eu vou me apresentar.
Saiu isso! Na verdade o Richard pediu pra fazer assim que tá legal. Beleza. Vamos lá. Tio Léo da Patchwork Travel, especialista em transporte aéreo internacional de animais, formado na IATA e na Ipata. São 20 anos de experiência na aviação e 11 com a Patchwork Travel. Tá certo. E um presente. Primeiro o útil.
O útil é uma garrafinha milagrosa que segura a água gelada por 36 horas. Ele pegou o Daewol e está te dando... Ah, está devolvendo o presente. Ah, tá. Achei que era o presente. Aqui, olha. Olha.
Não, esse é The Pet Work Travel. Cara, bonitona. Segura. Essa aí segura bastante. Deixa eu ver. Tanto quente quanto... Se ele está te enganando. É, dá uma olhada. Deixa eu olhar. Tanto quente quanto o gelado segura bastante. Tem um pezinho aqui. E o inútil? Cara, eu tenho dois. Esse aqui, eu estava indo mês passado para a Holanda, participar de uma conferência de pet shippers. E eu passei na loja... O que é pet shippers? Pet shippers.
O que é pet shippers? São embarcadores de animais. São empresas ao redor do mundo que fazem parte de uma associação, a IPATA.
E no caminho eu parei na loja da Lufthansa e achei isso aqui muito interessante. Isso aqui é uma peça, é um pedaço real. Tem uma câmera aqui em cima, por isso que eu mostro aqui, tá, gente? Pedaço real de um avião que foi desmontado, aposentado pela Lufthansa. É um item de coleção. Cara, que legal. Então não é inútil, é útil, cara. É inútil porque não voa, né, cara? É, mas vai pro cenário aqui, tá? Vou pendurar aqui depois, cara.
Que legal. Se você ver que tem um buraco numa fuselagem, você pode colar esse pedaço. E funciona. É um pedaço de avião. Tem a tiragem dela e o número da sua peça. Não é um avião que caiu, não. Eu acho que não. É.
Põe perto dessa caixinha que tá aqui, o bilhão. É, agora o Wagner, né? Tem mais um. Tem mais um? Esse aqui é especial. Talvez seja inútil pra você. Muito legal. Mas isso aqui é a regulamentação do transporte aéreo de animais no mundo. Cara, eu vou ler. Até amanhã e te faço o resumo, tá?
A IATA é a Associação Internacional do Transporte Aéreo que regulamenta a aviação civil. Então existem diversos manuais para vários tipos de... Tudo isso para animal? Tudo isso para animal. Tudo isso para animal. Então todo transporte aéreo de animal no mundo inteiro tem que cumprir isso aqui. Mas é todo tipo de animal. A gente não está falando só de cachorro. A gente pensa em cachorro e gama. Tem tudo. Tem cavalo, tem girafa, tem tudo a transportar.
Tem uma seção aqui que é só de caixa de transporte. Então você vai ver aqui caixa de transporte para vários tipos de animais. Como que eu transporto peixe? Tem aí também? Tem. Ah, não tem, cara. Não, mas o peixe é mais fácil. É o mais fácil, né? É uma coisa de... É um saco plástico, oxigênio. Com ar e dentro de uma coisa de isopor. Isso é fácil. Mas depois você tem um índice lá na frente. E esse capítulo é todo de caixa de transporte.
Então o primeiro é o cão e gato. Aí fala especificações, como que a caixa tem que ser construída. E animal maior assim, que tem bigode?
Como que transporta um cara de 20 anos que fez 21, né, bigode? Se não tiver peçonha... Se não tiver peçonha, dá pra gente amarrar e mandar embora. Fechou. Vamos mandar pra longe. Que legal, cara. Bom, a gente vai falar sobre isso daqui. É. Muito. Wagner, agora é contigo aí. Toca e merece daqui e depois eu quero o meu presente.
Eu sou Wagner Ávila, sou adestrador de animais. Cara, profissionalmente desde 1992, mas antes de ser profissional a gente é amador, né? Então tem mais uns 10 anos de amadorismo, deve dar mais de 40 anos.
Hoje eu sou diretor da Federação Brasileira de Adestradores de Animais e mais algumas entidades. Então, mandar um abraço para o pessoal do Curiol, o pessoal do adestramento, criadores de cães, criadores de pássaros nativos, são lá os meus queridos amigos. E a minha pegada é essa, cara. Eu sou profissionalmente um adestrador de animais de várias espécies. Eu trouxe para você, cara, um presente... Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal
que me foi muito útil, foi um presente que me deu a minha esposa. Esse aqui é o São Miguel Arcanjo, ele está com a asa quebrada. Eu vou lá para Águas de São Pedro e fico paquerando um São Miguel lindo.
mas eu não ia substituí-lo até que esse encontrasse uma nova casa. E essa questão de quebrar essa asa tem uma história. Bom, primeiro que eu nem conhecia o São Miguel, não conhecia. Eu tive um sonho com a minha esposa, eu fui alugar um carro.
Peguei o carro e ela veio me acompanhando lá atrás. E eu vi que ela derrapou. E a hora que ela derrapou, eu desci do meu carro e fui socorrê-la. E vieram duas pessoas tentando contê-la. E uma dessas pessoas tinha uma seringa e queria aplicar nela um inoculante ali, que era um experimento lá em 2020.
E eu, cara, eu dei o... Eu falei, o que é isso, cara? Eu falei, o que é isso que está acontecendo? Já dei uma porrada num e já dei um chinelo no outro, né? Já passei um rodo, o cara caiu. Eu coloquei o pé na cabeça dele e eu me vi com uma espada. Na época eu tinha barba...
cabelo comprido, até tem umas imagens aí. Gandalf. É, eu tava o Gandalf, né, cara? E eu me vi com uma espada, assim, ameaçando o cara. Eu falei, não encosta na minha mulher. E passou aquele sonho e a gente tava dando um rolê lá em Tambaú, que é a cidade do padre Donizete. E eu me deparei com essa imagem e falei, caramba, velho. É exatamente o que eu estava fazendo.
protegendo a minha esposa e usando uma espada. E ela falou, ah, pode ir. Pega aí, presente. Eu vou te dar esse anjo, que é um anjo protetor, um anjo guerreiro. E desde então eu venho aí com São Miguel. E a asa quebrada, né? O que aconteceu? Nós acordamos no meio do verão aí, uma tempestade, cara, isso veio...
Eu falei, a casa vai cair, cara. Teve um trovão gigantesco, um estrondo. E ele caiu da prateleira. Acho que ele estava transando e bateu... A cama bateu no criado. Eu acho que a tempestade é mais provável. Eu acho que a tempestade é mais provável. Esse cara... Não, amor, vem cá testemunhar. Não, não precisa.
Sempre me trouxe muita alegria, sabe? Eu não sou uma pessoa assim de ficar idolatrando, mas, cara, me trouxe muitas alegrias e agora ele vai ficar com você. É pra do Trump e do Pato de Borracha ali. É, espero que você seja feliz com ele. E eu tô indo pra Águas de São Pedro buscar o outro lá. Já vai encomendar o outro. Tem um lugarzinho dele lá especial.
Senhores, sejam bem-vindos então. Então, Richard, faça as honras, cara. Você propôs esse assunto por onde a gente começa. Tem muita coisa para falar, né? Eu gosto, porque é um assunto... Eu vi uma notícia esses dias.
Vilela, que aí eu procurei maiores informações aqui, porque eu fiquei meio assustado no seguinte. Aquela da morte do... Não, eu vi um... Festa, estamos todos felizes, não sei o que, era uma publicação de alguém, dono de um... Não, tutor, no caso, porque dono eu te obri perfil. Mas, enfim. Agora podemos levar uns cachorros até 50 quilos, uma PL que está em trâmite em país. Parece que já tinha sido, sabe?
até 50 quilos na cabine do avião. Um cachorro de 50 quilos. O seu cão de assistência emocional, alguma coisa assim. Não, o que estavam divulgando era geral. A geral, geral. Você tem um cachorro, é, porque há uma grande discussão de que levar o cachorro no porão, porque tem esse nome péssimo, porão. Então é ruim para o cachorro, e que o cachorro vai ficar muito mais feliz se ele for dentro da cabine. E isso gera...
Vilela, vários questionamentos e problemas. Porque, em primeiro lugar, eu vou jogar só todas as coisas, depois a gente vai entrar em detalhes, mas em primeiro lugar, você está levando um cachorro de até 50 quilos, então eu tenho um Rottweiler que pesa até 50 quilos, como é que ele vai dentro da cabine?
segundo, esse cachorro está preparado para estar, quer dizer, independente de se tem 50 quilos ou 30 ou 20, esses cachorros que estão levando nas cabines, estão preparados para estar na cabine? Porque você tem outras pessoas que estão convivendo ali, ele vai sentar onde? Junto? Um cachorro de 50 quilos, você não enfia embaixo do...
Que nem uma mochila, né? Coloca debaixo de coisa. Não dá. Então, isso começa lá, né? Tem um vídeo aí que eu quero mostrar para vocês depois. Que o cara está socando um animal dentro de uma bolsinha de transporte. Dá para colocar esse vídeo aí? Só para caber. Ele afunda a cabeça do cachorro. Quantos questionamentos. E outra coisa. São cachorros, esses cachorros...
Quer dizer, no caso do pane do avião, eu às vezes sento na saída de emergência, eu sempre sento na saída, eu gosto de sentar na saída de emergência, a mulher dá um briefing, olha, em casa não sei o que, faça isso, faça aquilo, olha pra lá e do lado de fora, quando for abrir, meu, quando for abrir, é um pega pra cá, pá fudido. Eu tive já um acidente com um avião pequeno, mas enfim. Olha lá, olha lá. Essa imagem? Então, olha lá.
Olha o tamanho, olha o tamanho. Ah, coitado. Não, não cabe aqui, eu não vou ficar...
Vai sim! Ele me tira daqui! Animal não é mala, só o meu. O meu é. Então isso aí é uma judiação, você colocar um animal numa condição dessa para fazer um voo às vezes de 8, 9, 10 horas. Então isso aí não é ideal. Não faz sentido. Então assim, nossa, olha isso. Então, esses questionamentos que a gente... E nós temos um pessoal que defende isso fervorosamente.
dizendo que não é lugar, e aí começam as discussões, e eu já participei de algumas, os caras dizendo, se meu cachorro estiver lá e tiver um incidente, foda-se quem vem atrás, eu salvo o meu cachorro, mas foda-se, problema de quem vem atrás, porque eu vou salvar o meu cachorro. Será que esse cachorro, quanto vai atrapalhar? A gente vai contar de alguns acidentes que tiveram cachorros, pessoas que, inclusive, não tiveram cachorros, mas a pessoa está preocupada em tirar a mala?
E aí atrasa o cara de trás e morre o cara de trás, porque você tem 90 segundos. É só que você tem 90 segundos para abandonar um avião. Todo mundo tem essa premissa. Se demorar mais que isso, tem risco. Uma aeronave é certificada, ela passa por teste de evacuação em 90 segundos. Então eu trouxe esses caras para falar sobre o aspecto do cachorro. E esse cara do aspecto do transporte, porque são pessoas que têm notório saber, que nem o pessoal do STF, tem notório saber. Então eu trouxe os caras que sabem o que estão falando,
E vamos poder discutir isso melhor. Tá certo. Quem quer começar? Vamos lá. Vamos falar dessa notícia primeiro. Posso carregar meu Hotmail de 50 quilos? Não. Por que não? É assim. Primeiro, a gente tem que fazer algumas distinções dentro desse assunto. Estão divulgando como se a lei tivesse sido aprovada.
E já está todo mundo comemorando. Tem uma PL, só que a PL do Lei Joca, ela não fala do limite de peso. E um texto foi aprovado no Senado, vai retornar para a Câmara dos Deputados, e no texto não está falando de limite de peso. E lá no artigo 7º diz que quem vai legislar sobre essa lei é o Executivo. Ela chama como?
É o PL 1322, Lei Joca. É muito importante que o Vilela e os telespectadores aqui, enfim, quem está assistindo agora, possam entender o que foi o Joca. Exato. Porque senão a gente não amarra as pontas. Exato. Vamos lá. O que foi o Joca? O Joca é um cãozinho da raça Golden Retriever que embarcou de Guarulhos e deveria ir para, se eu não me engano, Sinop. E aí uma companhia aérea, infelizmente, mandou ele lá para Fortaleza, no Ceará.
E esse cachorro, no retorno, ele faleceu. O cachorro chegou em Guarulhos, ele estava morto. E no calor da emoção, porque, convenhamos, a gente tem que trabalhar por melhoria, o transporte aéreo precisa de melhorias, mas se instaurou aquela comoção nacional.
E aí vem um monte de deputado, um monte de oportunista para surfar no capital político, oferecendo um monte de projeto de lei sem saber as circunstâncias que tinham acontecido. Dizendo que o porão, vamos dizer que é esse nome, o lugar onde vai. O cachorro não é lugar adequado. Exato. Então assim, quando morre um passageiro dentro de um avião...
O primeiro reflexo nosso é, putz, teve um ataque cardíaco, teve um mal súbito, tadinho, morreu de morte natural. E sempre que morre um animal dentro, durante o transporte, a culpa é automaticamente da companhia aérea. E nem sempre isso é verdade. Então, para resolver um problema, é necessário conhecer o problema, para você poder apresentar uma solução. E no caso da Lei Joca, a lei foi feita...
antes de você ter uma noção do que realmente aconteceu. Com o Joca. Com o Joca. E qual era o problema do Joca? Então, eu não tive acesso aos laudos detalhados, tá? A gente teve acesso a algumas informações e a gente vai conjecturando. Eu, na minha opinião, isso é uma opinião, diga-se de passagem, tá, pessoal?
não foi investigado a fundo a maneira como deveria. Por quê? O laudo de necrópsia do Joca deu choque cardiogênico. E uma série de fatores pode ter contribuído para isso. Por exemplo, o Joca já possuía doença mixomatosa valvar e hipertrofia ventricular esquerda. Isso foi divulgado lá no G1. Então, isso é algo que potencializa um risco. Então, veja bem, o Joca não tinha uma caixa de transporte.
ele alugou uma lá no dia do embarque. Então isso pode gerar um estresse para um animal que não está condicionado à caixa de transporte, não está acostumado com o embarque, ele alugou. E uma falha muito ruim da companhia aérea, que é ela que disponibilizou a caixa para alugar. Então quando a companhia aérea disponibiliza uma caixa para alugar, ela está desestimulando você a preparar o seu animal.
E errou também o destino. E errou. Absurdo mandar o animal... Não, isso é um absurdo. Isso é inaceitável mandar para um lugar errado. Duas falhas aí gravíssimas. Só que mandar para o lugar errado não é suficiente para matar um animal, porque senão todo desvio de voo morre alguém no avião.
Então, alguma coisa a mais aconteceu. Então, isso que ainda não ficou muito claro, porque eu vi uma reportagem, uma das primeiras que passou numa grande emissora, de que o animal ficou lá por 40 minutos, lá no aeroporto de Fortaleza, e durante esse tempo, supostamente, ele teria ficado abrigado das condições climáticas, e o dono recebeu algumas informações.
a respeito do animal. Então, ainda ficou um pouco obscuro de quais foram as condições. A pré-condição de saúde contribuiu para um erro da companhia aérea também? Então fica uma coisa que ainda a gente não tem uma certeza tão grande. E mesmo assim, antes do laudo de necropsia, já tinha o PL lá rodando, a ANAC fazendo consulta pública. O julgamento é sempre feito antes, que depois a gente vai falar um pouco também do Orelha, o que vocês sabem, mas o julgamento é sempre feito antes, entendeu? A internet é cruel, né, Vilegar?
E eu sinto, desculpa, eu sinto muito pelo dono do Joka, porque teve uma perda grandíssima, irreparável. Talvez porque a companhia aérea também poderia ter passado informações para ele antes de como preparar o animal, ele não recebeu. Ele é uma das vítimas principais, só que ele foi cooptado por uma galera que militou em cima dele, surfou no capital político.
colocou um monte de projeto de lei, agradou a militância e aí a gente lida com essas consequências. Então, hoje, a Lei Joca não fala nesse limite de peso e ela deixa para o executivo legislar. E a ANAC já tem uma portaria que está legislando, que é a 17.476, que daqui a pouquinho a gente pode se aprofundar nela.
Eu acompanhei o caso, não só esse caso, mas vários casos, eu gosto de acompanhar, faz parte da minha pauta. E são pouquíssimos acidentes envolvendo animais e toda vez causa emoção. Causa emoção, a gente tem o tribunal da internet e o tribunal da internet tem pressa, ele é imediatista.
Então ele vem, as pessoas... Quem é o culpado? Nossa, e as pessoas parecem que têm informações privilegiadas. E aí eu pergunto, falo, mas o que realmente você sabe sobre o assunto? E eu nunca me entregam. Eles têm uma opinião. É uma opinião, mas não têm informação. Não têm embasamento. E eu sempre que cobro isso, eu provoco as pessoas a pensarem sobre isso. Hoje eu publiquei um vídeo falando sobre o caso Orelha.
E parece que eu vou sempre contra a maré, né? Todo mundo está indo no sentido, aí eu chego lá e falo, olha, eu acho que não é bem assim, hein, gente? E aí acaba, no final, você tem experiência, velho, de 40 anos com o negócio? Chega no final, o cara, você acaba tendo a razão. Isso faz parte da vida, né, meu? Você fica...
sempre trabalhando, sempre acompanhando, você chega lá no final, pô, tá vendo, eu falei, eu te disse, aquela história, eu te disse, eu te disse. No caso do Joca,
Eu fico chateado, o cachorro faleceu, mas o cachorro faleceu por uma sequência, como é que é, os sucessivos insucessos de incompetência. Primeiro, sim, o cachorro nunca, até onde eu sei, nunca tinha entrado numa caixa de transporte e ele foi praticamente enfiado numa caixa de transporte e ao invés de viajar duas horas, viajou dez horas.
Ele tinha um problema cardíaco, então ele era um cardiopata, desculpa, você não treinou o animal, você não preparou esse animal e você enfiou ele numa caixa, ele fez uma viagem de 10 horas. Ele era obeso.
Uma insuficiência renal, não foi o caso de insuficiência renal, mas uma insuficiência renal, nesse caso, de um cachorro obeso, passar por calor, isso pode acontecer. Mas o estresse é muito importante. E como é que você elimina o estresse? Preparando.
Então, se você... O cachorro está acostumado a entrar numa caixa. Ele encara a caixa como sendo a casinha dele. Um pedaço da casa dele. É, então. Esse aí é o pai de pet. Mas corta o coração, velho. E saber que o animal poderia estar aqui. É muito triste. Mas o menino tem a sua culpa.
O pai de pet ali tem a sua culpa e ele precisa assumir. Falta de informação também mata. Falta de informação. Então ele teria que ter preparado esse animal. Demora um tempo. Eu sugiro todo mundo que tem cachorro ter a caixa de transporte do seu cachorro. Já vai lá.
Na década de 90, era muito comum a gente ter cachorro e as casinhas de madeira no quintal. Eles amavam isso. Exatamente. E mais pra frente de plástico. Exato, mas as pessoas hoje falam, eu jamais vou colocar o meu cachorro numa caixa de transporte. Se o cachorro pudesse falar, ele ia falar, pelo amor de Deus, eu quero. Eu tenho cachorro de estrada em casa, que fica na porta de casa, ele tem o canil.
ele tem um outro lugar que ele pode ficar e na porta de casa ele tem um tapetinho e eu tenho uma caixa de transporte aberta, que ele entra e sai a hora que ele quer, sabe onde ele fica? na caixa de transporte, porque é uma toca pra ele ele adora, a porta tá aberta ninguém vê que ele é protegido é isso?
Se você for observar em mais selvagens, você vai ver a raposinha, vai ter a sua ninhada, ela cava um buraco e tem a sua ninhada no buraco. Muitas vezes as pessoas veem a cadelinha dentro de casa, faz um buraco no sofá. Já vi. E tem a criança dentro do sofá. Não é o lugar natural, não é na sua cama. Você pode levar o cachorro na cama. Ninguém escute isso, seja feliz. Mas ele vai debaixo de um...
de um óleo, de baixo da cama, do carro. É um lugar seguro. Eu vejo duas coisas muito importantes. Primeiro que as pessoas estão se distanciando da natureza e perdem essa noção do que é natural, do que é lógico, do que é sábio.
do que traz bem-estar para o limão. E aí se distancia do que é o bem-estar. Então hoje você... A pessoa fala, o cachorro vai lá no porão. Cara, o cachorro se tiver. Se for o meu cachorro, eu tenho quatro cães. Os meus cães eu vou lá, eu começo a preparar o pratinho deles, cada um já pula para dentro da sua caixa.
Se eu fechar a caixa e passar o dia inteiro fora, eles vão passar o dia inteiro dentro da caixa dormindo, porque ali ele se sente confortável. Se eu colocar ali dentro do avião, vai embora de avião e vai ficar lá quanto tempo for. Não vai fugir da caixa.
Pelo contrário, fora da caixa ele vai se sentir estressado ou vai se sentir desconfortável e vai voltar para dentro da caixa. Então, esses casos são raríssimos. Agora, quando acontece aquela emoção popular, aquela comoção, e aí o pessoal fala assim, mas toda hora morre um animal. E a gente está falando do caso Joca. Quando foi o caso Joca?
2, 3 anos. Quantos cachorros que morreram nessa última? Porque tudo é noticiado. No Brasil, depois nenhum. No Brasil, depois nenhum. O Brasil, ele não tem um índice igual nós temos nos Estados Unidos. Então, a gente pega os Estados Unidos como exemplo. É um país maior, tem muito mais voos, mas muito mais animais sendo transportados. Em 2023, que é o último índice que eles fecharam completo, ou 2024, preciso checar, foram transportados 167 mil animais com 10 mortes.
Então isso dá 0,006. Aí eu já ouvi gente falar assim, mas se tem índice de 0,00 alguma coisa, não é seguro, não vou transportar meu animal. Pô, na aviação, cara... Não, não, não, no carro. Qual é o índice de acidente de carro? Você sabe que morre mais animais atropelados no quintal pelo próprio dono do que no transporte aéreo? Na garagem. Na garagem. Exato. Mas os caras não gostam desses índices. Esse não cabe na narrativa. Nossa, não é?
Então vamos fechar todas as garagens de casa. Exato. Vamos proibir as pessoas de ter carro. Ou para destacionar dentro de casa. Então você vê, 70%, isso são dados da IATA, da ICAO, cerca de 70% dos acidentes aéreos são causados por falha humana.
Mas o avião permanece sendo o meio de transporte mais seguro do mundo. E para o animal também. Morrem muito mais animais, como eu te falei, de ataque cardíaco lá no tufão, no pet shop, do que dentro do avião. Mas o Léo traz sempre um dado importante, que as mortes de animais em transporte aéreo não são, na sua maioria, uma causa de incompetência, ou do transporte, ou de manejo.
São outros fatores. O uso de medívio sedativo, a pessoa alimenta o cachorro, ele vai ficar 12 horas viajando e ela superalimenta o animal para ele não passar fome. Então, de novo, aquele pensamento distante do que é o natural, distante do conhecimento do comportamento natural do animal.
Então você não tem que dar água, você não tem que dar comida. Você pode até dar água, pulverizar a água, mas não encher o bucho do bicho de água. Mas é porque é assim, Wagner. Não é assim. Toda vez que a gente vai falar de tecnicidade, parece que é insensibilidade. Toda vez que fala de tecnicidade, os caras te atacam lá. Fala, pô, vocês não gostam de cachorro? Porque, veja bem, se eu falo que o animal, a natureza do animal é gostar de toque, a caixa de transporte traz um bem-estar...
Aí o nego fala assim, vai você na caixa de transporte então. Vai você no porão. Se você me der uma cápsula que eu fique em pé e dente, me pôr lá no porão longe de gente chata, pelo amor de Deus, eu agradeço. Mas essa humanização, cara, e tentar transformar o cachorro em gente. Vem cá, eu te con... As pessoas acham que cachorro é igual pessoas, é igual gente, beleza. Eu vou conhecer pela primeira vez o vilé. Não, não, não. Não vai fazer igual cachorro, por favor. Não, por favor. Vem cá.
Isso é o que dois humanos fazem. Eu não cheiro o cu do Vilela. Exato. Oi, Vilela, tudo bem? É isso que o cachorro faz. É assim que se apresenta. Deve ter gente que faz isso aí, mas não é normal. Não é normal. Então assim, a gente não é. Se você deixa uma fêmea com o filhote dela e o filhote está já maduro, ele vai comer a mãe, cara. Entende o que eu quero dizer? Então assim, não tem como você dizer...
que é cachorro cachorro na gente não é coisa mas não é gente e ele pensa diferente e já falei isso várias vezes é essa coisa de bem-estar animal as pessoas confundem que é colocar uma roupinha e falar isso não é cara eu faço isso com meus cachorros às vezes olha aqui
mas meu cachorro é meu cachorro eu que mando em casa, eu sou o alfa se eu deixo ele subir na cama sou eu que deixo ele subir e eu determino a hora que ele desce a gente está sendo tomado por conta achando que são nossos irmãos não é filho, não é irmão
Mas vale lembrar, Richard, que nós não somos contra o transporte de animais na cabine. Nós somos contra a banalização. Porque, veja bem, como a gente estava falando quase agora aqui de evacuação, quando você tem um ou dois cachorrinhos pequenos que cabem dentro da bolsinha, por isso que muitas das vezes a companhia aérea limita um ou dois por voo. Porque imagina um avião pousando, pegando fogo, tem imagem aí de...
Vamos dar uma olhada aqui para vocês entenderem o que eu estou falando. A aeronave precisa ser certificada para evacuar em 90 segundos. Então, você tem que deixar as coisas para trás. A Avianca decolou um tempo atrás um avião com 25 cães de suporte emocional. E você imagina 25 cães. Isso é inteligência artificial? Não, isso aí é um acidente que aconteceu em 2019 em Moscou.
Eu tinha certeza que era inteligente artificial também. Isso aconteceu em Moscou em 2019, da Aeroloft. Tinham 78 pessoas, 41 morreram. Dá uma olhada na galera lá com mala. Cheia de galera com mala. Está vendo? Então os especialistas dizem o quê? Se essas pessoas tivessem deixado essas malas para trás, mais vidas teriam sido sólidas.
O cara quer pegar computador. Por isso que não dá para colocar 10, 15, 20... Imagina o seu cachorro. Você vai deixar o seu cachorro? Eu jamais deixo o meu cachorro. Eu também. Estou eu, o bigode e meu cachorro. Salvo o meu cachorro.
Bigode, cara, foi legal te conhecer Valeu Eu ainda dou um E as pessoas pensam exatamente isso Quando a gente discute sobre isso Exato, eu já ouvi gente falar assim pro Wagner O cara falou assim, mas se eu tiver que Morrer alguém, eu salvo Meu animal e morre seu filho, se alguém for chorar Você que chore, falou isso pro Wagner
Então você vê que é delicado, porque o nosso instinto, eu falo o meu instinto, eu com o meu cachorro lá em cima, meu amigo, eu vou tentar salvar meu cachorro. Agora, imagina um voo com 10, 20, 15 com um cachorro grande, porque, como o Richard falou, evacuação, não é todo mundo sentadinho ali igual no filme da Disney. Não, é aquele pânico, cara. É pânico. O animal surta.
Ele surta, né? Surta, vai entrar embaixo do banco, vai pular. Aí você vai tentar tirar o cachorro, aí vai não sei o que, e aí briga pra cá, briga pra lá. Então nós, ressaltando, não somos contra o transporte na cabine, mas deve haver regulamentação, e não é como nos filmes da Disney, porque o pessoal fala, pô, tinha que liberar, toda companheira tinha que colocar, todo cachorro tinha que ir na cabine.
Seria muito legal se funcionasse. No mundo ideal seria maravilhoso. E tem várias coisas envolvidas. Você está comendo lá dentro. Tem comida, tem a parte higiene. Se o cachorro foge. Defecar. Depende da pessoa que está do lado e tem medo de ir animal. Como faz? Porque tem gente que tem... O pessoal fala assim, procura outro voo. Fala, o pessoal fala.
E no ano passado, um cachorro... Tem gente que tem fobia, não tem? Tem. Claro que tem. Cachorro, alergia. Alergia também, né? Gato. Não, sinofobia. Sinofobia. É um fato. É uma fobia de cachorro. Já aconteceu comigo... E pode ser cachorro até pequeno, né? Cara, uma vez eu fui levar um filhote de boxer. Eu estudava lá em Viçosa. Fiz o Tecnia lá em Viçosa.
E a minha namorada morava numa república com outras meninas. E eu fui lá, levei um filhotinho de dois meses de boxe, ele escondia atrás, assim, né? E as meninas falaram, eu trouxe uma surpresa que juntaram cinco meninas, assim, ó. Eu peguei, tirei o filhote e coloquei no meio. Uma delas caiu, velho.
PUM! Eu falei, nossa, o que aconteceu, cara? Ela entrou em pânico, velho. Ela simplesmente entrou em choque, desmaiou, porque eu coloquei um filhote de boxer de dois meses no meio da... Tem autista que tem pânico. Eu não sei, desmaiou. Não, cara. Não, tá com o pão de cachorro. Não, tadinha. Tem autista que tem pânico. Você lembra lá na NAC, que a gente foi na consulta pública, tinha um autista se manifestando lá, dizendo que ele e outras pessoas que ele conhece têm fobia de cão.
Há alguns... Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal
Gostam, inclusive há uso terapêutico de cães de serviço para autistas. Mas depende. Por exemplo, meu filho não gosta de cachorro com pelo grande. Ele gosta de cachorro com pelo curto. Mas sabe o que eu acho que essa viagem é ótima? As pessoas não estão percebendo. É o que você começou a falar da ANAC aqui, da IATA.
é que ela fala de transporte de todos os animais, de todas as espécies. E a gente, quando a gente começa a abrir um precedente de carregar cachorro, alguém vai dizer, então eu posso carregar meu gato. E alguém vai falar, eu posso carregar minha serpente, eu posso carregar meu porco, minha aranha. E aí a tendência disso é virar uma esbórnia.
Existe no jurídico aquele princípio... Poxa, eu esqueci. Mas se um cachorro pode, o juiz vai falar assim, qual é a diferença de um cachorro e de um porquinho? Se a pessoa pode levar um cachorro, então pode levar um porquinho.
E aí a coisa descamba. O que hoje se permite, Vilela? Hoje se permite um cachorro até 10 quilos viajar na cabine, beleza? Eu já transportei o meu cachorro até 10 quilos. É um bulldog francês pequeno. Eu tenho um spitz alemão. Uma fenda de bulldog francês. Deve ter isso.
Se não for muito grande, porque alguns podem passar 10 quilos. Então é isso aí, é isso aí. Mais ou menos, para ter ideia. É isso aí, é isso aí, é isso aí. Pode, você pode levar. Como ele falou, não pode ter 10 cachorros mesmo. Ou eles regulam, porque você tem que fazer a reserva antes. Então eles regulam isso. Aí você quer, já tem 10, você já não pode levar seu animal. Quando você for comprar sua passagem, quer levar? Isso, já tem 10.
Agora, abre-se uma exceção para cachorros, cães que são de apoio emocional. Cães de serviço. Cães de serviço, desculpa. Cães de serviço. Não, aí está. Você sabe como foi cortado o apoio emocional? Um cão guia, por exemplo. Um cão guia, por exemplo. Pode ser. De alguém que tem deficiência visual. Aí pode ser mais que 10 quilos.
E esse caso de assistência? Então, vamos lá. Antigamente... Porque eu posso querer, eu tenho assistência. Isso! Você já chegou lá! Você já chegou lá! Esse é o movimento! Eu estou passando uma fase difícil da minha vida. Vocês não sabem o que eu estou passando. Eu preciso do meu cachorrinho. Se você falece de novo, vai ter empresa amanhã te ligando. Eu transformo seu cão em cão de serviço. É isso. É isso. Isso é uma máfia. Começou com cães de suporte emocional.
Então a galera falava assim, pô, eu não quero levar no porão, porque o nome assusta, né? Porão é um ambiente escuro, úmido, frio, cheio de terra de aranha. É um lower deck. Não, a gente tá no porão aqui de casa e vocês sabem que é muito legal. É, olha lá, olha que porão legal esse. Então a galera falava assim, pô, é a judiação levar lá embaixo e eu não quero levar na bolsinha. Então eu vou levar como um cão de suporte emocional.
Declarava lá que tinha um pânico, uma ansiedade e levava como suporte emocional. E valia. E valia.
O adestrador emitia... Não, não. Ele não precisava de adestramento. O suporte emocional, não. Aí o DOT, lá nos Estados Unidos, o Departamento de Transporte, notou que a galera estava levando... O mini cavalo. Ele fez um react desse. Pônei. Porco. Pavão. Um pavão. No avião. Galinha. O meu animal. Canguinho.
Eu entrando no avião e vendo o cara com pavão, eu ia dar muita risada, cara. Tem na pasta aí um vídeo de sátira aí. Virou arca de Noé. Não, não, você acha que está entrando no avião do Noé, né? Noé é o piloto. E aí o Dott cortou, falou, peraí, avacalhou.
O cão de assistência, o cão de suporte emocional, não é mais um cão de serviço. Agora o cão de suporte emocional, ou ele viaja conforme as normas da Yato, fica em casa. Aí, todos os cães mudaram de profissão, viraram cães de serviço.
E é fácil fazer isso? É fácil. Olha que coisa linda. Esse é o seu cão de serviço? Esse aqui é meu apoio emocional. Nossa. Que coisa linda. Eu precisava dela aqui para poder me sentir seguro no meio desse bando de maluco. Que bom. Estamos felizes por você, Magno. Que legal. Então... Qual chama?
Isso aqui é um chihuahua, um filhotinho de chihuahua. Não, não, nome, nome. Não, a gente não sabe o nome ainda. O pessoal pode sugerir nome, porque ainda não tem nome. É uma fêmea de chihuahua. O nosso amigo Vadê trouxe de Santos. Ele é criador dessa raça. Eu tenho uma lá. Tem pés de 1,3 kg. E está indo para a nossa veterinária. 1,3 kg. Nossa, é a gotinha. Tem cara de... Que massa, cara.
Esse aí, o Wagner está treinando para ser o cão de serviço dele, né, Wagner? Vai ser guia de cego. Mas como que a galera falava que era cão de serviço? Hoje, o que acontece? O cão, para viajar solto na cabine, ele tem que ser um cão de serviço. O que é um cão de serviço?
Cão de serviço, ele presta um serviço, uma tarefa para o seu condutor. Então, pode ser o cão-guia. Aliás, o cão-guia... Meu cão é meu contador. Posso falar isso? Não dá ideia. Fala que presta um serviço. Não dá ideia. Contador. Contador. Não dá ideia. Contador.
Então a galera faz o quê? Hoje o cão-guia é o único cão reconhecido por lei como cão de serviço. Mas existem dezenas de outros cães que fazem um bom trabalho. Isso é fácil de provar. O cara é deficiente visual. Puts, cara, daqui a pouco tem laudo falso de seguir. Ah, estou te falando. Vamos chegar lá. Eu vou estreitar o caminho. Então, hoje existem muitos cães de auxílio psiquiátrico que fazem um alerta médico quando a pessoa vai ter uma crise, uma convulsão. Isso é convulsão.
busca remédio, tem cão que detecta pelo hálito da pessoa a questão da glicemia, da diabetes. Então esses cães são funcionais e extremamente necessários, fazem um trabalho muito bonito. Aí agora virou o modo seguinte, você procura algumas empresas, alguns escritórios de advocacias especializados, eles transformam o seu cão em cão de serviço e você leva um cão na cabine totalmente despreparado.
Resultado, há pouco tempo um cão lá nos Estados Unidos de serviço mordeu uma criança de 10 anos na genital. O quê? E o avião foi desviado. Ai, cara.
E o cão de serviço não faz isso. É isso que eu ia falar. O cão de serviço faz isso. Não teve um que fez cocô também? Também não faz. O cão de serviço... Eles são muito treinados. O cão de serviço não faz. Só faz o número 2 e o 1 sob comando. Enquanto está trabalhando. Então você vê um cão de serviço no aeroporto, numa peitoral, puxando o cara.
Não é contra o colete. Cagando no terminal não é contra o colete. Na verdade, o cão de serviço... Na genital. Essa questão do colete é tão ligado ao trabalho que o animal com o colete não se sente à vontade para fazer qualquer coisa. Então, quando você quer liberar o seu cachorro, você tem que tirar atrelamento dele. Você solta, ele vai lá na grama e faz o número 1, o número 2. E quando volta, você coloca a trela de novo. O cara...
Está em serviço. Quando você coloca o colete, o cachorro entra em prontidão mesmo, sabe? Ele sabe que vai trabalhar. É impressionante. É assim. São cachorros bem treinados, não é de qualquer jeito, sabe? Tem algum... O Richard comentou de alguns históricos... Mas a gente está falando só do cão que auxilia o deficiente visual. Tem algum outro cão que... Então, esses que, por exemplo, que poder... Hoje, eu não sei se esses são considerados como cão...
Não, de outra deficiência eu estou falando. Tem, tem. Intelectual. Por exemplo, de deficiência intelectual.
Tem cão que acompanha o autista Tem autista que tem pânico de sair na rua E não sai sozinho Mas é um treinamento É um treinamento diferente Mas o problema é que Quando você abre a porta Para esses caras que fazem errado Você tira o direito de alguém que realmente está precisando Esse que é o negócio Isso aí é o Brasil que é campeão Nessas coisas
as coisas serem fraudadas, entendeu? Porque alguém quer viajar com seu cajou. Dentro de uma demanda justa e necessária, a galera abre um precedente. Então, judicializando, teve uma matéria agora na televisão recentemente, uma advogada lá no Rio de Janeiro, ela foi pega em flagrante pela reportagem.
Fazendo o quê? Ajudando falsificar, ela tinha uma indicação de psiquiatra, indicação de adestrador, e o adestrador fala assim, não, pode ficar tranquilo que a doutora fulana já me passa o gabarito de tudo que tem que fazer. Aí ela entra com um processo na justiça, seu juiz, o Vilela tem síndrome do pânico, agorofobia, não sei o que lá, ele não pode ficar longe do cão dele.
Como não tem uma lei específica, vamos aplicar a lei do Cão Guia por alusão? O juiz vai ver laudo seu de psiquiatra, vai ver laudo de terreno de gajor. Vai ficar com medo de falar não e dar algum problema e vai para as costas dele? Ou vai se compadecer mesmo. Vai falar, não, vou para a gente, tadinho, ele precisa.
E vai lá e consegue essas liminares para levar o cão na cabine. Isso virou uma indústria. E a companhia aérea é obrigada a respeitar ou não? Teoricamente não, porque é o seguinte, existe um código aeronáutico de que o comandante é a autoridade máxima no avião. Ah, faz sentido. Então ele decide... Mas ele pode estar sujeito a levar um processo.
É? Pode. Pode. Classe de terminação. Pode. É verdade. Pode. A TAP recentemente recusou o embarque de um cão de serviço. TAP é a portuguesa. Exato. Lá no Rio de Janeiro e tomou um processo de 60 pau. Qual que era o motivo? O cão negou. A família tinha uma liminar para levar o cão de serviço na cabine lá para Portugal. E a TAP... Você não sabe se era real a parada ou não. Eu não sei. Mas assim, o assistido do cão já estava em Portugal. Então o cão não estaria trabalhando no trecho.
Exato, entende? Não estaria trabalhando Então ele poderia ir no porão de certa forma Todo cão de serviço que eu já vi Eu conheço muitos treinadores fantásticos Os cães são acostumados em caixa de transporte Se o cão não estiver trabalhando Ele é apto para viajar em caixa de transporte E o cão, não sei se tem a ver também Porque a gente teve semana passada O pessoal do aeroporto área restrita E tem aqueles cães
do aeroporto que fazem... Detecção. Detecção. Esses cães, quando são transportados, eles têm direito também? Se estiver trabalhando, sim. Mas se não, ele pode viajar embaixo. Claro, existe uma cortesia com as companhias aéreas. Muitas das vezes o cara é militar, ele tem um cão lá que é um cão de fareja, sei lá, explosivo, droga. Explosivo, né? Às vezes tem algum problema.
Agora é importante falar um pouco também do que é ser ir lá embaixo. Porque a gente não... Explica isso. Eu não faço ideia de como é esse ambiente. Como que você imagina? O porão. Vou passar vergonha. Usa a imaginação. Eu vejo filme aéreo que tem aquele negócio que os caras ficam lutando, onde tem as bagagens. Já viu, né? Os caras se escondem na bagagem, aí desce o cara por uma escadinha, aí fica os caras lutando. É um monte de mala, um ambiente frio, assim, sem...
não é sem oxigênio, mas com menos oxigênio, mais rarefeito, e os caras ficam lá e não podem ficar muito tempo. É isso ou não? Não. Em questão do... O que ele faz para achar uma foto? Eu quero ver esse lugar. Põe o vídeo, mas não dá o play ainda, que eu vou falar só uma coisinha. As condições atmosféricas...
na altitude e pressão, não são favoráveis nem para a gente. É mesmo? Então, enquanto nós estamos no avião, você não reparou que a umidade é bem baixa, seca, mas o corpo vai se adaptando àquilo e você consegue passar um tempo ali. Então, tem uma quantidade menor de oxigênio? Tem. Por isso, os animais precisam estar saudáveis. Não é qualquer animal que está apto para viajar. Mas você tem a mesma condição do porão? Você tem lá em cima? A mesma condição.
mesmo que eu achei que não. O mesmo ar que você respira, que ensina na cabine, você respira lá embaixo. A temperatura, o comandante pode fazer o setup diferente. Tem três níveis de temperatura para porão. Eu não sei se é verdade, eu já escutei o comissário falar o seguinte.
Por que você não sente frio na ponte aérea e quando você vai para um voo cruzeiro você fica com frio? Porque dizem que os caras tucham o ar para você voltar para o seu assento e ficar cobertinho lá. Não sei se isso é verdade. Faz sentido. Faz sentido. Faz sentido. Os caras estão circulando muito. Tucham. Para não virar bagunça. Faz sentido.
Mas no compartimento inferior há o setup de temperatura. Então é pressurizado, não haveria como não ser pressurizado. Precisa ter essa... Existe uma válvula que faz essa compensação da pressão em cima e embaixo. É climatizado. Então é um ambiente favorável para o transporte animal. Agora veja bem, na cabine, quantos estímulos um animal tem?
que ele pode se estressar se ele não estiver preparado. Anúncio de cabine, pessoas falando, cheiro de comida, cheiro das pessoas, aquela barulheira toda. No compartimento inferior, ele vai numa caixa maior, porque ele não está enfiado embaixo do banco ali da frente, numa caixa maior, que ele pode ficar em pé, na posição natural, pode deitar em posição natural. Não está jogado, as pessoas acham que eles vão jogar do solto lá com as malas. Galera, nada pode ir solto no compartimento inferior. O que é isso aí?
Porque esse aqui é o lower deck onde vai aqueles containers de alumínio. Eu já imagino o Tom Cruise correndo para saltar no avião, não é, Richard? O animal só vai nesse container se ele estiver paletizado naquelas plataformas de aço. São chamadas ULDs, Unit Load Device. Mas normalmente eles vão em um outro compartimento. Ah, não é esse? E é aquele do... Isso está embaixo da... A gente está sentado em cima aí? Exato.
É porque, vamos lá, fica feio porque o animal não precisa de janelinha, mas não precisa de janelinha. O outro compartimento, esse aí é normalmente uma aeronave muito grande, vai fazer voos intercontinentais, tem esses compartimentos. Os aviões menores, eles só tem um compartimento de carga-vulsa, onde vão as bagagens. Então, o mesmo compartimento que viajam os animais, viajam as bagagens, mas eles viajam em sessões separadas normalmente. Não pode tudo junto.
Pra vocês terem uma ideia, existe tabela de segregação. O cão não pode ir com material perigoso porque é transportado. Vocês não fazem ideia de quanta coisa é transportada dentro do avião. Plasma humano, órgão... Caixão com defunto. Defunto e cachorro não pode ir no mesmo compartimento, porque ele sabe que tem um defunto ali. E aquilo ali pode deixar ele... É mesmo, cara.
Gelo seco, porque às vezes tem medicação com temperatura controlada, que precisa ter aquela temperatura. O gelo seco não pode ir junto do animal. Porque veja bem, se você colocar o cachorro em cima do gelo seco, beleza. Se você pôr o gelo seco em cima, ele fica com aquela... O dióxido de carbono, ele desloca o oxigênio. E aí pode dar asfixia no animal. Então existe um planejamento muito rigoroso na hora de transportar o animal.
Não é esse vídeo ainda, é um que está... Vê se está como porão. Esse é o cachorro dentro da caixa? Não, na pasta que você fez o download. Mas aquele ali é muito interessante. Aquele vídeo eu queria mostrar ali na sequência. Um cão preparado, como ele se comporta dentro da caixa de transporte, depois um cão despreparado. Deixa eu ver se eu acho aqui, que a gente baixou bastante vídeo. Tá. Vai lá, monopoide. Eu vou lá.
Enquanto isso, eu queria dar um toque que a Jau ela não transporta mais animais. Ela com essa... Jau? A Japan Airlines. E ela pode fazer? Pode. Por que vai chegar o momento que esses caras, esses arrombados...
Vai chegar um momento, essa coisa, entendeu? Que estão criando, etc. Vai chegar um momento que as companhiais aéreas, eu até perguntei para vocês, vão falar, não vou transportar e acabou. Não quero mais saber dessa brincadeira. Agora vocês transportem nas costas dos seus cachorros, entendeu? Isso é um problema, um prejuízo muito grande para quem realmente precisa transportar um cachorro.
Entendeu? Então, essa banalização, entendeu? E achar que o teu filho tem que ir junto com você, porque é teu filho. Vou fazer uma pergunta para vocês.
Empresa existe para dar lucro, só para isso. Companhia aérea transporta você porque você paga, porque ela gosta de você. Então, será que as pessoas nunca pensaram que a companhia poderia falar assim, vamos liberar geral, a gente cobra 3, 4 vezes o valor da passagem. Você não acha que teria público? Teria. Se a companhia fala, libera aqui, todos os cachorros vão no assento, eu vou cobrar 3 vezes a passagem aérea. Ia vender demais. Por que eles não fazem isso? Porque existem questões de segurança por detrás.
A pessoa lá de casa pode falar assim, a vida do meu animal é mais importante do que de alguém que eu não conheço. É direito dela pensar assim, não tem problema. Para a companhia aérea, a prioridade são vidas humanas. Para a companhia aérea sempre vai ser vidas humanas. Então eu vou mostrar aqui para vocês, depois eu falo desse acidente da Japan Airlines. Volta só um pouquinho, você vai ver aqui, dá uma pausa para as bagagens. Aqui é a seção onde vai bagagens. Ali elas não podem, todas soltas, é passada uma rede de contenção.
porque no pouso, decolagem e turbulência, se estiver solta, pode avariar a aeronave, causar acidentes, inclusive, graves. Então, na seção da frente, você vai ver que já está com uma lona passada, o animal está isolado do outro setor, e aqui é um setor onde viaja ele. Então, ele está amarrado, com uma corda fixada, o cachorro está bem, está até balançando o rabinho lá, está tranquilão o cachorro, numa caixa maior, num compartimento sem um monte de estímulo.
Mas muitas pessoas que não vão olhar com a tecnicidade, vão olhar e falar, nossa, mas o meu animal vai aí embaixo sem ninguém estar vendo. Mas o animal está muito mais confortável aí embaixo do que ele estaria lá na cabine.
Então aí tem a temperatura normal a princípio, mesmo a quantidade de ar, pressão de onde a gente está. Tudo igual. Tudo igual. O barulho, normalmente, o avião faz muito barulho na sua decolagem. A fuselagem é a mesma. Obviamente, em cima você tem um pouco mais de revestimento acústico. As pessoas são revestimento acústico, poltrona, carpete. Isso diminui bastante. Mas ainda assim, a fuselagem segura bastante.
E durante o voo as aeronaves não operam com potência máxima nem para o pouso. Então é um barulho mais do ar passando pela fuselagem. E o que é prejudicial normalmente para o animal são barulhos agudos, estampidos agudos. Esse barulho do ar passando na fuselagem para o animal é super tranquilo.
É isso mesmo? É isso mesmo. Só uma coisa, o que o pessoal tá querendo saber enquanto isso aí? Tem alguma pergunta sobre o que a gente já falou? A galera tá elogiando bastante a live. Sobre esse assunto específico eu não tenho nenhuma, mas eu tenho algumas separadas aqui, mas são de outros temas. Quer mandar uma só pra ver se tem a ver? Vamos lá. Ó, deixa eu mandar uma aqui. É o Carlos Henrique, ele perguntou o seguinte. É verdade que alguns animais têm um QI mais alto que muitos humanos?
Puts, sem dúvida. Eu falei que ele não tava relacionado. Se fizer um teste nessa mesa aqui, é capaz que ele seja reprovado. Porra, sacanagem. Você começa com essa?
Eu falei que ele tinha a ver com o tema. Mas e aí, para onde a gente vai agora? O que mais vocês querem falar? Olha só, eu acho que toda essa questão do transporte, ela passa por questões ideológicas. Então nós temos hoje uma movimentação que eu estou sempre repetindo, que é o tal do abolicionismo animal.
O abolicionismo animal, ele vem com uma capa de bom menino. Nós queremos libertar os animais do sofrimento, porque nessa relação do animal com o homem, o animal sempre é escravizado e isso determina o sofrimento desse animal. Então, veja só, o que a gente estava falando aqui é que...
Nesse sentido, vamos colocar os cães para dentro da cabine do avião. E são só os cães, quando se fala em animais, eles não estão falando em todas as espécies. Estão utilizando o cachorro. O gato até que passa. É, mas chega num momento que a Japan Airlines fala assim, não vou transportar mais. Então, ou seja...
O jogo é feito em cima de uma emoção sem consideração técnica alguma, sem racionalidade alguma, e que parece que vai promover o bem-estar, mas o resultado é sempre uma cagada. Então, a Japan Airlines parou de prestar o serviço. Você lembra por quê? Porque teve um caso. Teve um acidente em Haneda.
Eu acredito que fazia uns dois ou três anos atrás, o avião da Japan Airlines estava pousando e tinha um avião da Marinha taxiano e eles colidiram. E aí o avião pegou fogo e tiveram que fazer uma evacuação de emergência. A evacuação de emergência precisa ser feita em 90 segundos com as portas que tiverem disponíveis. Certo? As vidências sempre têm todas.
E eles evacuaram 379 pessoas em 90 segundos. Só que tinha dois animais no compartimento inferior que, infelizmente, morreram. Estamos falando aqui de uma catástrofe. Você...
Está dentro de um avião pegando fogo é um acidente, é uma catástrofe. Então a companhia aérea priorizou as vidas humanas. E eles disseram que se os animais estivessem na cabine, talvez não teriam salvado todos os humanos por conta desse tempo de evacuação. De largar para trás, etc. E tem uma informação. Não foi esse que teve... Foi um choque com outra aeronave? Foi um choque com outra aeronave. Foi um avião da marinha. Presta atenção. Teve um choque com outra aeronave. Onde nessa outra aeronave morreram...
Cinco pessoas, mas só se falaram... Ninguém quis saber dos cinco caras. Só interessava os dois cachorros que estão embaixo. Eu sentia muito por todo mundo. Todo mundo aqui é um animal muito. A gente vive para isso. Eu vivo disso. Todas as vidas são muito importantes, mas tem uma prioridade.
A vida humana. Por exemplo, se aqui tiver algum incêndio aqui, a gente vai salvar as mulheres primeiro. Mulheres, crianças e idosos primeiro. Eu sou idoso. Eu sou idoso. Agora, onde entra? Eu vou primeiro, porra.
Não, pra que? Mulheres, crianças e idosos primeiro. É, mas não faz lógica, porque o idoso tinha que fazer, ele já cumpriu o papel dele. Não, não, não. A mulher ainda tem, né? Você tem que ficar pra trás. Não, tem muita coisa pra fazer ainda, caralho. É, teve um cara que falou que eu já evacuei de emergência aí. Isso acontece. Deu um delay de dois segundos aqui. E ele sabe como é desesperador, né? É muito desesperador aqui.
Mas eu insisto na questão dessa inversão de valores, porque o que nós estamos falando aqui é só uma ponta do iceberg da questão da inversão de valores. É no segmento de transporte, mas a gente se abriu o leque... É, nós temos aí, a gente tem um negócio que está hypando aí, que é o caso Orelha.
O caso, orelha, os caras falaram que o cachorro foi... O cachorro saiu hoje ou ontem, né? É, foi ontem, né? Você acompanha desde o início, o tribunal? É, você vê que no... Quer dar um contexto geral? É, faz um mês aí, mais ou menos. Faz mais aí? É, dois meses, vai. Foi esse ano, né? Tá. O pessoal lá em Santa Catarina tinha um cachorro comunitário, que nós técnicos chamamos de cachorro abandonado, né? Cachorro de rua.
e aí o pessoal está chamando de cão comunitário, aquele cachorro que tem muitos donos e não tem dono nenhum, na hora do prejuízo não aparece ninguém. Mas esse cachorro morreu e pintou ali um barulho, uma senhora, aí já vou entrar no processo, uma senhora disse que havia um vídeo onde adolescentes lá de Santa Catarina torturaram esse cachorro até a morte.
Depois a polícia chegou junto, a mulher falou, não, não é que eu vi o vídeo, é que uma vizinha minha falou que viu o vídeo e eu publiquei na internet que existia um vídeo onde adolescentes torturaram esse cachorro até a morte. Depois na investigação apareceu gente falando que ele foi empalado, pregaram três pregos na cabeça dele e ele morreu dois dias depois. Para quem sabe o que é empalado, qualquer ser morre.
no processo da empalação. Não existe. O cara foi empalado e foi morrer dois dias depois. E aí foi feita uma campanha nacional pela orelha, a justiça pela orelha, teve passeata na Paulista e já alguns defensores dos cães. Eu sou um defensor dos cães, mas eu sou um defensor da verdade, acima de tudo. Enfim, depois...
Começaram a dizer, um delegado que foi o primeiro lá, eu não lembro o nome dele, Ulisses alguma coisa, foi o primeiro a dizer que foram os adolescentes e uma semana depois esses adolescentes foram para a Disney, aí disseram que eles foram para a Disney para fugir, aí eu até brinquei, né? Eu falei, pô, os caras fizeram uma sacanagem com o cachorro, depois foram lá no aeroporto e falaram, me dá uma passagem para a Disney, né? E foram embora, fugindo para a Disney. Voltaram duas semanas depois.
Enfim, eu fui sempre alertando as pessoas de que novamente o sentimental, foi sequestrada essa penalização, a vitimização, né, cara, sempre...
sendo apropriada por pessoas que tinham interesses outros. Então, o prefeito aqui de São Paulo mudou o nome do hospital lá da Zona Norte, o hospital veterinário agora, o hospital veterinário Orelha. Teve um deputado aqui de São Paulo dizendo que ia lá em Santa Catarina para forçar o Ministério Público a fazer uma investigação e agora o Ministério Público chegou à conclusão que não havia nexo causal entre...
a morte do cachorro e uma possível tortura desse cachorro por esse grupo de adolescentes. Ou seja, esse cachorro também tinha, segundo o processo finalizado agora, ele já tinha problemas ósseos e ele veio a falecer.
por motivos que não foram determinados, mas que não houve o nexo causal, ou seja, não chegaram a colocar esses meninos numa situação onde eles poderiam ter provocado a morte desse cachorro através de tortura.
E a internet está aí, já tinham julgado os meninos, queriam lá linchar esses meninos, e agora existe uma decepção em relação a isso. Não que não aconteçam casos assim. É claro que acontece, tem que ter lei para proteger. Lógico, lógico. Não estamos discutindo. Mas olha só, nós temos um outro caso na sequência, lá em Bacabau, no Maranhão, onde um cão, supostamente um pit monster,
mata uma senhora, a dona Mara, e a internet vem dizendo que foi feminicídio, que foi o marido. Isso é outra coisa estranha. Na verdade, a estranheza é o tribunal da internet. De cara, apareceram alguns especialistas dizendo... Conta, conta. A mulher estava com o cachorro, dando banho no cachorro.
É um pitbull. Pitmonster. E o marido fora de casa, certo? O marido saiu 7 horas da manhã, meu amigo, usando um celular, viajou 40 quilômetros para fazer um serviço que ele estava fazendo. Ele é eletricista, então ele estava a 40 quilômetros. Ele estava com o celular dele, tem uma câmera de vigilância na entrada da cidade, mostrando que ele saiu, mostrando a hora que ele voltou. A mulher, isso foi numa segunda-feira.
A mulher estava fora viajando. Ela chegou às 11 horas, ligou para o marido e falou, maridão, eu cheguei em casa e vou dar banho no cachorro. Foi dar banho no cachorro? O cachorro atacou essa mulher no banheiro.
E ela foi a óbito. Ele chegou no final da tarde, 18, 19 horas, encontrou essa situação. O cachorro atacou o seu jacaré, vou dar nome aos bois aqui. Atacou o seu jacaré, o seu jacaré se enfiou dentro do quarto, se trancou dentro do quarto, ficou gritando até que um vizinho conseguiu ligar para a polícia, para o corpo de bombeiros. E quando eles chegaram lá, o cachorro atacou o bombeiro e a PM estava lá.
atiraram no cachorro e cessaram a agressão, ou seja, eliminaram esse cachorro, mataram esse cachorro no tiro. E novamente o tribunal da internet queria um feminicídio. Acusaram que o cara tinha um ator, na verdade, não um cachorro. Só que está cheio de mordida a mulher. Aí disseram que foi facada.
É, nesse caso aí, o biólogo Henrique foi o primeiro a levantar isso, ele me mandou uma imagem, mandou essa imagem para o Leandro Silveira, do Instituto Onça Pintada, que é um especialista em mordidas. É especialista em mordidas por experiência, cara. A gente está aí há 40, sei lá quantos anos o Leandro também tem nessa estrada. Toda hora eu já enviei várias imagens para o Leandro para ele analisar, porque...
O cara me manda uma foto lá de uma ovelha que está toda arrebentada. E eu mando para o Leandro. Eu falo, Leandro, isso aqui foi onça. Ele fala, não, isso aí foi cachorro. Já viu várias fotos, já viu várias imagens. E ele consegue fazer essa análise. André Poloni também analisou a imagem lá de Bacabó e falou, foi o cachorro, cara. Ah, e aí, à noitezinha, alguém fez um vídeo de um celular à noite.
do cachorro andando na varanda, andando que nem leão, assim, sabe? Indo e voltando, leão enjaulado. E as pessoas falam assim, mas o cachorro está limpinho, como é que ele pode ter matado a dona Mara? Aí tem alguma coisa errada, isso aí tem cara de feminicídio. Mas, cara, todas as marcas que ela tinha, era de mordida de cachorro. Quando conseguiram entrar na casa, levaram essa mulher para o hospital, lá os médicos...
Fecharam. É mordida de cachorro e que levou essa mulher a óbito. E o tribunal da internet continuou atacando, dizendo que o marido tinha matado essa mulher para negar a possibilidade do cachorro ter matado uma pessoa. E eu...
Digo sempre, cachorro não é anjo de quatro patas. Cachorro é um predador carnívoro com autocapacidade de abate. Eles abatem búfalos, eles abatem animais selvagens de grande porte. Então nós estamos, por conta dessa inversão de valores, por conta desse abolicionismo animal irracional, nós estamos tentando humanizar os cães. E a consequência disso é que você pega um animal com o poder de matar uma pessoa.
pessoa e fala que você é pai de pet, mãe de pet, e o cachorro vai e mata uma pessoa. Então, precisamos voltar à realidade. O pessoal não está feliz que o Ministério Público chegou à conclusão que os meninos não torturaram o orelha?
Cara, o Ministério Público não está lá para agradar a opinião pública. Tem um político, já que já morreu lá, o Enéas, ele dizia que vai chegar um momento no país, ele falava isso lá 20 anos atrás, vai chegar um momento no país que um médico para fazer uma cirurgia vai ter que perguntar para a população o que a população acha, se deve ou não fazer a cirurgia. E a gente está vivendo isso.
O Ministério Público foi, investigou e chegou à conclusão que não há um nexo causal que ligue os meninos à morte do cachorro-orelha. E aí vem lei, orelha, tem que punir mais. E a gente continua sem conhecer os problemas. E sem conhecer os problemas, não conseguimos...
elaborar soluções. Então nós temos aí 20 milhões de cães soltos no país, atacando animais silvestres, atacando animais de produção.
E a galera não quer saber da solução, a galera quer saber de romantizar. Porque muita gente vive do problema, né? Olha, tem gente que recebeu a Polícia Federal hoje, pela manhã, ou foi ontem, acusado de desviar 200 milhões em emendas que deveriam servir à causa animal. Voxa!
Então, na verdade, a gente tem uma inocência. Foi hoje isso? Foi hoje. A gente tem uma inocência. Eu mandei o link. Foi hoje. Eu fiz um vídeo falando sobre isso. Conservation as a business.
Isso aí o Richard fala sempre, né? O que é? Você precisa de grana. Conservation is a business. Você precisa de grana para fazer as coisas. Você precisa de grana para fazer as coisas. Um negócio do cachorro. Muita gente vive disso, cara. Muita gente vive disso. E olha só. O Richard participou de um... Como é que é que é o negócio? O Richard contra 30 veganos. Era um 24. Não conseguiram 30. 24. Teve seis que arregaram, né? Estava internado por desnutricião.
Era o melhor que isso. Não acharam 30. 24 veganos e pais de pet. Aí, pô, deu. É isso.
Aí o Richard perguntou para a menina lá, você é contra a caça do javali? Ela falou, não se resolve com violência. Sim, se resolve com violência. O abate desses animais tem que ser feito em defesa do meio ambiente. Sistematicamente. Tem que erradicar.
Cara, em defesa dos animais da nossa fauna. Falei, então leva um pra casa. Ajuda nós. Eu patrocino o transporte, se ela quiser. Pronto, tá aí. Pronto. Já resolvemos. Então veja só que a gente tá falando... Ele captura, você patrocina, e eu vou dar o crédito e fazer uma música. Fazer todo...
Vou dar o crédito no meu vídeo. Vila e eu vão fazer vídeos sobre as comissões legais. Mas eu queria que vocês entendessem que tudo isso aí está linkado. É, exatamente isso aí. O deputado Marcelo Queiroz está lá, investigado por suspeita de fraude de 200 milhões de castração de alimento. Dá para castrar bicho para caramba, né?
Agora, eu quero que vocês percebam que tudo isso está relacionado. O que tem a ver o Orelha? O que tem a ver a morte do Bacabal? O que tem a ver o transporte de cães na cabine? E o que tem a ver esses 200 milhões aí? Está tudo dentro do mesmo pacote. E o que tem a ver com o abate do javali? É a mesma coisa. O processo é o mesmo. Que lá no final, se você...
Pesquisar, você vai ver que não importa quantos animais silvestres estejam morrendo, não importa quantos animais de produção estejam sendo caçados por esses cães, por esses javalis, porque o objetivo, velho, que eu vou falar aqui, pode parecer, para quem não acompanha isso, mas o objetivo é detonar o agro. A pecuária é a grande vítima mundial.
da geopolítica, do mercado internacional. Então, se nós mantivermos o javali detonando as nascentes, eu participei de um evento lá em Bonito, caçador mais que legal, e uma das pautas ali era a destruição das nascentes. Então, você sabe que, bonito, o turismo ali é você nadar nas águas cristalinas lá do Rio Prata. É porque parece que é um problema só do agro. Então, foda-se. É, o agro...
que se foda. Exatamente. E não é... A gente não gosta do agro. O agro é de rico. O agro destrói. É um problema ambiental. É um problema sanitário. Porque esses animais também carregam patologias. E é o mesmo gênero do nosso porco doméstico. Ou seja, totalmente compatível.
E olha só, lá na Itália, os caras estão transformando essa questão do javali numa questão milionária. Tem concurso de presunto de javali, meu amigo. Os caras estão fazendo eventos gourmet com javali. E aqui os caras estão falando, não, o javali é tudo doente. Se você comer o javali, você vai morrer. Eu estive lá na Noruega, uns dois anos atrás, e, cara, é...
pros nativos lá é liberada a caça da rena, né? Rena, que é uma carne muito boa, né? Se fosse aqui, a galera ia falar coitado, a rena, né? Coisa bonitinha puxa o treinador do papai no royal vocês vão comer. É, nós temos... Não, lá tem muita rena, os caras tem que... Você ia ver a ONG protetora dos direitos tem um excesso lá, os caras podem matar Então, acha a foto do servo Axis, coloca aí Ah, é, bem lembrado. Que é bonito, que é um invasor que tá entrando agora, que é o Bambi, mano Tchau
pintadinho vai matar o bambi vai matar o bambi tem que matar é um bicho que tem que ter percebe que tudo isso é um sequestro emocional é um sequestro emocional como é que você vai dar um tiro nesse é pois é é o bambi
Nós temos o problema do búfalo lá no norte. Os caras estão falando em 5 mil búfalos. Eu conversei com o Cristiano Furtado. É muito, né? Cara, 5 mil já é muito. Dentro de uma rebio em Rondônia tem esse número de búfalo. 5 mil já é muito.
é uma unidade de conservação é muito mais estrita que Parque Nacional e dentro dessa Rebio tem 5 mil búfalos é um bicho exógeno, exótico não deveria estar lá e a gente está discutindo se a gente vai acabar com eles ou não, coitadinho do búfalo, não, cara isso está na nossa lei de meio ambiente nem pode ter esses caras lá, não sei
Uma norma do ensino bio. Você pode tirar de dentro de uma área... Agora, o ser humano, você pode tirar. Ser humano, você pega um cara que está vivendo há 40 anos na mesma área, pequeno produtor rural na Amazônia, aí você estende uma terra indígena ou uma área de conservação, você bota fogo na casa dele, sequestra todo o gado dele e beleza. Agora, o búfalo estão com... O Richard foi lá, velho. Foi lá, já ganhei isso lá.
E olha só, de novo, esses animais, em nome de uma ideologia de conservação, esses animais foram tirados das propriedades rurais, foram levados pelo ICMBio, pelo IBAMA, por mais sei lá quem, e agora tiveram que devolver 350 boas por força jurídica, 157 morreram de fome e de sede sobre os cuidados do Estado. E você não vê ninguém falar nada sobre isso.
mas você vê um clamor em cima de um cachorro. Um cachorro morreu... Lembra do cavalo na enchente também? Você vê isso. Falaram que era uma égua, depois é um cavalo, mas o importante era a comoção em volta daquilo. Hoje nós temos o Rio Grande do Sul, as maiores patifarias da causa animal, meu amigo.
Tem cachorro até hoje preso em corrente, amarrado em corrente, lá da enchente de dois anos atrás. Estão na mão de ONGs que recebem emendas, e aí voltamos lá no deputado dos 200 milhões, né? Esses cães estão em ONGs que ficam pedindo dinheiro, recebendo dinheiro de deputado, recebendo dinheiro de emenda e não resolvem o problema, porque os caras vivem do problema.
Pois é. Fala, Bigoda. A Luva Play, é isso, Luva Play, ela perguntou se a pressão do avião prejudica o animal. Vamos lá. Se o animal já tiver alguma condição, pode potencializar. Por isso que é importante, porque assim, eu trabalho com o transporte internacional de animais. É o meu foco.
Normalmente as pessoas se preocupam em microchip, vacina e serologia, porque é uma exigência para adentrar naquele território.
Porque cada país tem uma norma diferente para receber animais para preservar a saúde local. Então, o país que erradicou a raiva vai exigir que os cães demonstrem que é livre de raiva para você não levar umas zonas para lá. Então, as pessoas vão viajar e falam assim, ah, meu cachorro tem microchipo, eu tenho cirurgia. E acham que isso é o suficiente. E não é. Então, a questão juntar, estresse...
Falta de preparo, doença, pressão e temperatura, claro, isso pode, tudo junto, pode ser um problema agravante. Agora, o que as pessoas deveriam fazer e não faz? Um check-up no animal. Faz um exame de sangue, faz dar uma função renal hepática, uma bioquímica célica, raio-x de tórax, faz um check-up. O animal está bem para viajar? Porque veja bem...
O sucesso do embarque é alicerçado em três pilares indispensáveis. Se você tirar um, desmorona o outro.
Primeiro, perfeito estado de saúde do animal, porque senão você pode embarcar um animal, às vezes cardiopata, e ele pode não aguentar a viagem. O animal tem que estar preparado para o embarque, porque não adianta você pegar o seu cachorrinho lá na sua casa, comprar uma caixa de transporte no dia do voo, socar ele lá dentro, entregar ele no porto e virar as costas, o animal vai ser muito estressante.
E o manual da IATA, que é aquele livrinho que você ganhou hoje. Tem que ser cumprido o manual da IATA na íntegra. Então são os três pontos que sustentam a segurança do animal. Bem-estar, saúde, condicionamento e o manualzinho da IATA. Então sim, sozinho... Manualzinho, foi bonzinho o manualzinho. É, manualzinho. De forma objetiva, a pressão atmosférica por si só, ela não é prejudicial. Ela com outros fatores ela pode ser.
O importante ali é o condicionamento também, né? As pessoas são contra o condicionamento, contra o adestramento, contra você estabelecer regras e que o cachorro tenha alguma disciplina, né? Então, o animal indisciplinado não tem educação nenhuma, não está preparado para ir no boteco, tomar umas biritas com o dono, e o cara enfia o cachorro dentro de uma caixa e bota para viajar 10 horas.
horas no avião. Eu costumo usar o exemplo do cão policial. O cão policial quando está fazendo uma incursão, não pode mais falar o nome, tem que ser comunidade. Está fazendo uma incursão lá na comunidade, ele está suscetível a estampidos, barulho de tiro, de fogos, cavalo, um monte de coisa, e o animal está ali focado na tarefa dele. Por quê?
Porque ele foi preparado. O polícia não cata um vira-lata na rua, um animal qualquer, pega aquele animal, vamos ver se você é bom mesmo. Chega lá na hora de uma operação, cachorro... Eu fui esses dias visitar a polícia militar montada aqui. Muito legal. Em São Paulo. Muito legal mesmo. Ali perto da rota tem unidade. E aí eles fizeram uma simulação de...
convulsão ali, distúrbio popular, fogo de artifício, fogo.
e barulho, uma coisa não é bomba. Eu fiquei intimidado, eu fiquei intimidado. E o cavalo é um ser muito sensível. É uma presa. Muito sensível, é uma presa. O cavalo é um ser muito sensível. E eles botaram pamuê ali, cara. Pegaram os cavalos ali com todo aquele papo, papo, papo. Os cavalos não piscaram, não arredaram o pé. Foram trabalhar, foram treinados para isso, cara.
E as pessoas acham que transportar um animal no avião não precisa de preparo, porque é bonitinho, é fofinho, eu coloco lá e o animal vai viajar tranquilo. Ele precisa de preparo. Assim como o cão policial que vai entrar numa favela, numa comunidade, ele tem que ter preparo pra enfrentar aqueles barulhos, esses estímulos, como o cavalo. O cavalo é usado lá no choque pra quê? É pra motim. É briga de torcida organizada na porta do estádio, é manifestação quando estão queimando ônibus na rua, e o cavalo tem que estar lá...
focada no trabalho dele. Então, tudo isso é uma adaptação. Então, até para você mudar de casa, muitas das vezes, é legal você fazer um trabalho de sensibilização do cachorro. Isso aplica, eu acho que eu falei isso com você aquele dia. Um dia que eu fui passear com o meu filho na casa de um casal de amigos.
que ele chegou lá e a criançada tudo brincando, e meu filho ficou lá quietinho no canto dele, porque ele não queria brincar naquele momento que ele chegou, porque ele não estava acostumado com aquele ambiente. Se eu largo ele lá, viro as costas, vou embora, meu colega vai me ligar, ó, o Nicolas tá chorando, vem pegar o Nicolas. Então, a criança quando chega num ambiente novo, ela vai se familiarizando, vai se ambientalizando, e daqui a pouco ela tá lá no meio. Ah, deixa ele acostumar pra você ver.
O cão é a mesma coisa. Se eu vou transportar um cão, eu vou tirar o meu cachorro do Brasil, levar o meu cachorro lá para Portugal, quais são os estímulos que ele vai enfrentar daqui até lá? Ele vai ser manuseado por pessoas que ele não conhece, ele vai passar pelo aeroporto, vão colocar ele dentro do avião, vão tirar ele dentro do avião. Então eu preciso preparar o meu cão para quando ele ouvir aqueles estímulos, ele não se assustar e, opa, peraí, eu já conheço esse barulho aqui, eu estou de boa, que é o que acontece com o cavalo lá.
Então você vê, o Wagner falou aquela hora das causas de morte, a gente está falando de cerca de 0,006 de cachorros que morrem. E desse número, mais da metade é por uso inadequado de sedativo, e outros é por condições que o animal já tinha. Aí você junta uma condição de saúde que o animal já tem, uma condição de estresse por não estar preparado, é uma bomba.
Relógio. Não estou falando que não há negligência de companhia aérea. Tem um caso interessante que a gente pode citar, que depois foi abafado porque poderia ter sido, se não soubessem a verdade, filmado, teria sido, é aquele cachorro que escapou. É um bom exemplo. Lá em Congonhas? É um bom exemplo. Em Congonhas, é. Parou o aeroporto de Congonhas por 10 minutos porque tinha um cachorro correndo na pista e fugiu. Na pista? Então, aí você vai pensar, fugiu como? É.
de quem da onde da onde aí que falaram fugiu coitado porque ele estava no juro do porão do avião coitado porque foi não
Primeiro foi isso. Primeiro a internet já julgou. Julgou. Já julgou. É isso que aconteceu. Mais um que sai do porão. São os especialistas e os caras que têm informações privilegiadas. Está cheio de gente com informação privilegiada. Nunca vi. Está cheio de gente. Eu entrava nas publicações e a galera assim, tem que acabar com carga viva. Não pode mais colocar cachorro no porão. O cachorro fugiu da cabine. O cachorro fugiu da cabine. Como?
Tem um vídeo aí Tá escrito Ansiedade em casa Aí todo mundo calou a boca porque tinha um vídeo mostrando Que o cachorro tava na cabine Eu trabalho na aviação desde a extinta Variglog Trabalhei na logística da Variglog Fiz diversos cursos lá, fiz curso na IATA Fiz curso na IPATA, uma porrada de curso Trabalho com isso há muitos anos Já transportei mais de 10 mil animais Como carga viva, zero óbito E aí
Zero fuga, zero acidente, porque tem planejamento. Aí eu vou lá na internet falar alguma coisa, o pessoal vem lá... Você odeia cachorro. É, você não sabe o que você está falando. Esse cachorro aqui está sendo adaptado na casa dele. Adaptado não, o dono colocou lá na bolsinha, na casa dele. Aí põe no avião, o cachorro tem um piripá que morre, a culpa é da companhia aérea. Então você vê, a falta de preparo, ele está no ambiente dele, na casa dele, e não está sendo bem adaptado na caixa de transporte.
Então o problema não é o compartimento onde o animal viaja. É um pug, né? É, ele vai transar com a caixa. O meu é assim. O meu bulldog. O problema é o preparo, não é o compartimento onde o animal viaja. Tem um outro vídeo aí que é aquele do... É aquele do animal comportadinho dentro da caixa. Olha a diferença do animal comportado, treinado e adaptado para estar dentro de uma caixa de transporte.
Tem aí, Bigoda? Vamos lá. Pode adiantar para o minuto 5, que ele vai estar lá na pista, lá do lado do avião. Está sossegado. Está sossegado.
Olha o cachorro lá do avião, o pessoal abastecendo a aeronave, carregando a aeronave, barulho de parte, o cachorro está tranquilaço. E aí tem gente que olha e fala, jamais, olha a judiação, eu vou pôr meu cachorro na caixa. Ele está lá na toca dele. Deixa eu só chamar a atenção um detalhe, que no pescoço dele ali é um colar tipo enforcador, tá? Aí eu vou falar sobre isso. Legal.
Se você passar um pouquinho só pra frente, vai ter uma parte que vai mostrar o pessoal colocando ele dentro da aeronave. E você vai ver que ele tá tranquilo mesmo. Ele vai ser manuseado por estranhos e o animal tá tranquilo. Qual que é a chance de um cachorro desse aí, Wagner, se estressar no embarque, ter uma hiperventilação?
Ele está super tranquilo ali. Ele está acostumado. Está na caixa dele. Ali, com certeza, ele está na caixa dele. Caixa dele, não alugada, não ajeitada. Está ali, estou em casa. Está em um pedaço da casa dele, do lar dele. Agora eu trouxe um outro vídeo também, um cachorro na cabine com a proprietária dele.
A tutora. A tutora? Num estresse. O Vilela tem cara de que fala tutor. Não, você não conhece o Vilela. Eu nem sabia que agora tem que falar isso. Não, não pode. O Conselho Federal de Veterinária aboliu o nome tutor.
Graças! O Wagner vai explicar o porquê, eu gosto dessa explicação. Agora então ferrou, eu não sei mesmo. Agora você pode ser um responsável. Esse do estresse na cabine... Ah, esse é interessante, não era esse, mas esse é interessante. Olha só, o Villelo, um animal de suporte emocional. Tá.
agressivo, querendo atacar o pessoal no corredor. Na verdade, esse cão que precisa de um cão de suporte emocional. Eu ia falar, ele precisa de outro cão de suporte emocional pra ele. Emotional support. Suporte emocional. E o cão agressivo. É um pitch, né?
Tem um outro do animal que está em uma bolsinha de transporte. Ele está em um nível de estresse que beira o sofrimento. Na minha opinião, é maus tratos. O animal está na cabine com a sua proprietária, dentro da bolsinha, mordendo. Esse é outro. Nossa, esse não é aquele. Olha, a caixa é outra, a caixa é de madeira. O cachorro até parece, mas ele está usando a colininha de couro. É outra história. Esse aí é um cão que não está adaptado.
adaptado não foi feito uma adaptação aí se ele com o virado que nem o giraia ela já tá destruindo a caixa ele engolir e aquilo ali perforar ele de quem que é a culpa no transporte aéreo na companhia do fabricante da caixa
Vê se você encontra um na cabine. No começo mostra... Interessante. Olha lá, olha isso aí. Olha o sofrimento desse animal dentro da cabine. Nossa, cara, coitado. Então, cabine não é sinônimo de conforto se você não preparasse o animal. Acho que ele está se masturando ali. Está loucão lá. Ai, caralho. Cabine não é sinônimo de conforto se não houver preparo com antecedência. Quem sofre é o animal.
O Vilela perguntou o negócio do cachorro lá. Como que o cachorro fugiu? Hoje, cara, nós temos um PL que quer proibir o uso de ferramentas de adestramento. Então, coleira enforcador, o prong, que é uma coleirinha de garra, colar eletrônico, que eles chamam de colar de choque, o pessoal que é contra fala colar de choque. Eu fui outro dia fazer um curso, inclusive, de colar eletrônico.
Lá com o Fábio Brito, que é um especialista, e, cara, é fantástico. Os resultados que você tem é fantástico. Mas o que é importante, imediato, aqui, para as pessoas entenderem? Peitoral, que é o que virou moda, que está todo mundo usando, não é ferramenta de condução, de contenção. Peitoral é uma ferramenta de tração. Coloca o que é o peitoral para...
Eu estou pensando num tipo de... É o peitoral. Isso aí é extremamente inseguro. Então quando você tem um cachorro que você tem o domínio, que você treinou ele, você usa um colar enforcador, uma guia integral, unificada, que é uma cordinha que vai no pescoço do cachorro, você dá um toquinho nele e você constringe um pouco ali o...
o pescoço dele, mas é uma linha de comunicação. Não é pra você enforcar o cachorro e matar o cachorro sufocado. Então, esse colete aí, se o cachorro der um golpe pra trás e tem cachorro que aprende a fazer isso, ele dá olé, velho. Ele foge por trás e sai correndo e dá olé. Então, as pessoas com medo das opiniões, né? Aquela necessidade de fazer parte de um grupo que se auto-intitula tutor, né?
eles acabam acreditando que se você, primeiro que se você se auto-intitular tutor, você cuida melhor do seu cão do que o cara que trabalha a vida inteira com isso. E os acidentes acontecem, e os acidentes vão aumentar, porque quando o cachorro está no peitoral, ele tem a cabeça dele, o pescoço e a cabeça dele livres para ele articular para um lado e para o outro e catar outro cachorro.
Nós temos hoje um aumento de acidentes com cães, cachorro que mata cachorro, cachorro que pega pessoas, cachorro que pega crianças, porque os caras aí, voltando a falar do amolecionismo animal... Não pode usar as ferramentas que são indicadas para isso. Tem ferramentas. Esse cachorro, você falou, ele fugiu da cabine?
Ele não tem manejo, não está condicionado. O cachorro meu não vai fugir de lugar nenhum. Meu amigo, você abriu o portão da sua casa, seu cachorro saiu correndo, fugiu de você, que porra de relacionamento é esse que você tem com o seu cachorro?
Eu abro o portão na minha casa e ele não te ama. Com certeza ele não te ama. Eu tenho um cachorro adotado lá que... Abriu, ele vaza. Escala o muro. Qualquer relação com a gente. Mas você fica olhando de novo, faz igual a ele. Tem um gato aqui também que ele vem aqui, fica um dia, fica cinco dias fora, volta. Vem de vez em quando e ainda fica bravo, quer comida e depois... Você quer ver outra coisa que eu lembrei? Que ninguém falou. Uns dois, três anos atrás, teve uma aeronave da Gol lá em Belém.
Acho que foi em Belém. E deu um problema no ar-condicionado antes da decolagem. Então ficou muito quente ali. O pessoal acabou tendo que sair do avião. Um cachorrinho estava na cabine. Morreu, infelizmente. Porque ficou calor na cabine. Dentro da cabine. Dentro da cabine. Mas aí ninguém fala nada. Mas teria morrido no porão também. Provavelmente sim.
Mas aí a repercussão no porão ia ter e na cabine não teria. Mas no caso de despressurização, você não tem máscara pra cachorro e o cachorro... Não tem. Toda fileira tem uma máscara extra. Até porque se você tiver com o seu neném de cola, você consegue colocar. Mas vamos lá. Numa despressurização, primeiro que é pânico. É pânico. É gente clamando... Ateu virando cristão. Ateu falando em nome de Jesus.
E não tem máscara de oxigênio para todo o tamanho de focinho de cachorro. E o cachorro não vai ficar parado quando você vir com aquilo ali na frente dele. Então a chance de você... É possível você salvar um cachorro de repente em uma despolicilização? É possível, mas as chances são bem pequenas. Na maioria dos casos não. Você pode fazer uma respiração boca a boca. Boca a boca. Talvez mais eficiente. Está vendo? Já fez uma inspiração boca a boca em algum animal?
Com cachorro não. No cachorro não. No peixe. No animal você já fez a respiração boa. E numa cabra. E nenhum. Atualmente não. Espero continuar assim. Já vi algum filme, tipo Jim Carrey, um filme de comédia, o cara fazendo respiração boa, acabou com um animal. É, fazendo um...
Cobra pode levar na cabine? Não. Olha. Nem roedor pode. Você viu o pássaro. O unipode é cachorro. E cachorro e gato. Nos Emirados Árabes é muito forte a falcoaria lá. Então lá é permitido. A Emirates, por exemplo, se põe um puleirão lá, tapa os olhos do bichinho e você transporta falcão. Que específico, né? A Emirates, tem um bar lá na Emirates.
Na primeira classe. Chuveiro. Chuveiro. O Richard ia falar dos ratinhos. É interessante, porque às vezes o pessoal quer levar hamster. É. Não pode. Não pode. Aí a galera quer tirar no voo. Tirar. O cachorro. O hamster. Pum. Foge. Pelo tamanho dele, ele tem acesso a locais que ele pode roer. Fios de comando, por exemplo. Putz, é mesmo. Pode derrubar um avião, velho. É.
Exatamente. É verdade. Você viu essa semana o cara no interior de São Paulo passeando com uma jiboia no shopping? Opa, você fez um vídeo muito legal, gostei. O cara passeando com uma jiboia no shopping. E aí o pessoal falando que é um absurdo o cara passear com uma jiboia no shopping. Mas...
É o pet do cara. Então, você tem o cachorrinho, ele o gatinho, ele o coelhinho. Eu tenho na minha mesa, no meu escritório, eu tenho um dragão barbado que trabalha no recinto dele na minha mesa. Não, você pode andar com ele pendurado aqui. Ele vai ficar super confortável. Vai ficar de boa. Por que eu não posso levar o meu dragão barbado no avião comigo? Porque ele é meu pet. A serpente do Wagner, a pet do Wagner. Então, assim, qual que é o limite? Quem que dita esse limite? Entendeu?
Então o pessoal achou... A gente que conhece, está vendo que o bicho está confortável, está estabilizado, está apoiado. Qual o problema, cara? E o fato de ter muita gente, é tranquilo? Cara, o estresse tem a ver com adaptação. Então você fala, pô, você colocar o cachorro no avião, numa caixa de transporte, ele estressa. Ué, o Joca morreu. Eu tenho umas... Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal
pitombol, por exemplo, que ela se enrola no pulso, você pode passear com ela quando você quiser, ela vai ficar enroladinha no pulso. Então, nessa publicação, o Léo publicou e chamou a atenção das pessoas essa variação, essa variabilidade de possibilidades de pet. E aí alguém falou assim, pô, mas isso aí não é um... Exatamente a pergunta do vilégio, mas isso aí não é um estresse para o animal? Cara, o estresse é assim, se você...
promove experiências para esse animal, quanto mais experiências ele tiver, melhor ele vai poder lidar com as situações. Porque o pessoal quer proibir os fogos de artifício. Existe hoje uma campanha contra os fogos de artifício. Eu dou o exemplo das pombas no milharal. Primeiro dia, as pombas vão lá, a pomba viração, chega lá, 500 pombas, aí o agricultor solta o rojão e elas... Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal
Aí elas, dali duas horas, elas voltam, ele solta o rojão, cara, no dia seguinte, ele solta o rojão, elas nem saem. Porque elas ouviram o barulho e deram uma voada, ouviram o barulho e deram uma voada. Daqui a pouco elas ouviram o barulho e falam, pô, mas não está acontecendo nada, é só barulho. Podia ser trovão. E ela continua ali comendo e ele tem que tomar outras atitudes para espantar.
Essas pombas. Então, você vê que elas já não sofrem mais o estresse. Então, quando você... Falou dos cães de polícia. Quando você prepara um cachorro desde pequenininho, com estampido, com barulho, com água, ele passar por... Tem pistas hoje de filhotes, quem cria malinois, quem cria cães de guarda. As pessoas não conseguem nem fazer o cachorro cagar no tapetinho. Imagina fazer tudo isso, cara.
E aí, cara, o cachorro, mas o cachorro desde filhotinho, passando por várias situações, ele se dessensibiliza. E a partir do momento que ele dessensibiliza, ele não tem mais o estresse. Você pegar um cachorro e submetê-lo a uma condição sui generis. Então o cachorro está preparado para aquilo.
E a gente tem hoje essa coisa de não pode sofrer estresse, não pode ter medo, porque o animal é sensiente, sente frio, fome, não sei o que. Mas, cara, se você preparar... Nós também. A gente também. Nós também. E assim, você não tem que estar o tempo todo bebendo água, o tempo todo comendo, principalmente os animais da natureza, que tem dia que tem comida, tem dia que não tem, tem dia que tem água, tem dia que não tem. Então, se você entender isso, que a vida...
Ela é cheia de frustrações. Você vai ser mais feliz. E gente feliz, o que faz? Não enche o saco. Por exemplo, a mãe do Bigoda ligou para a gente um dia reclamando dele. Deixa eu falar, não vai falar da mãe dos outros. Não, reclamando da gente, porque ele tem um cachorro e deixa dormir na cama.
e aí fica dando mal exemplo ao animal. É, um dia acordou, estava lá mijado o negócio, porque ele fica dando... Aí o cachorro vê e vai mijar também, porque viu ele mijando, vai mijar também na mesma cama. Ele mijou na cama, o bigode? É, o bigode. Cachorro, acho que dá um exemplo. Porque ele é inseguro. Mas a gente falou do shopping. Tá.
Mas só uma coisa, você falou da mordida, teve um assunto da mordida e eu vi passando aqui no chat, não sei se vocês querem desvir um pouco do assunto, mas isso é uma coisa que eu tenho dúvida também, como você, um cachorro vem te morder, qual é a melhor forma de você sair dessa mordida? Porque deve dar um pânico, não sei se chacoalha...
Cara, eu publiquei um vídeo do Padre Marcelo, né? Nossa, essa foi sensacional. Sensacional. Ofereça o outro braço, senhor. Ele foi purado do altar, né? Ele falou que, olha, primeiro ele fez um vídeo dizendo assim, olha, se um cachorro te atacar e você ficar calmo, e você olhar para o céu e orar...
você vai se safar disso. E na sequência, tem um corte e ele falando, olha, eu fui lá visitar minha mãe e o cachorro me mordeu. Ah, não, cara. Então é assim, cara. É legal a sua pergunta, porque hoje a gente tem uma multidão de cães soltos nas ruas.
E os acidentes estão cada dia mais frequentes. É, na verdade, matilhas, né? Matilhas. Ou de javan. Não, mas alcatéia, alcatéia não é de lobo? É. Ah, então. Tá, mas de cachorro é matilha. É, é, é. Uma manada. Virou não, virou alcatéia. Você tem uma manada de cachorro ali e o que acontece? Olha só. Matou meia de cachorro. Olha só.
Olha só, cão comunitário. Isso é um negócio legal. Isso é bonito, cão comunitário. Então tem um bando de canalhas patífes fazendo casinhas nas praças para os cães. Tem muito vereador aí defendendo isso e fazendo propaganda. E agora nós estamos em ano de eleições e nós vamos falar um pouco de eleições, se você permitir.
Os caras estão ali fazendo a propaganda. Olha, eu amo os animais, então eu estou construindo casinhas para os cães comunitários na pracinha. O que acontece? Você acaba criando um território. Cães são animais territorialistas. É por isso que nós somos amigos, nós e os cães. Porque ele tem essa característica de determinar um território e proteger esse território. É por isso que a gente tem cachorro.
aconteceu lá atrás, né? Aconteceu há 30 mil anos, sei lá quanto tempo. Exato. Em pequenas comunidades, assim, alimentavam os cachorros, eles foram se aproximando, protegendo, um ajudava o outro. O Vilera, existem teorias que dizem que o homem começou a dormir mais de 8 horas por dia porque os cães entraram na vida deles e começaram a proteger. É aquele papo que o cão desmiticou o humano, e não ao contrário. É, muito legal isso.
Mas faz sentido isso, né? Lógico, faz. O seu humano não podia dormir muito tempo, se eu morria. Não, ele era presa, né, cara? Era uma presa. Aí você começa a ter um animal que ouve melhor que você, que enxerga melhor que você, que tem um faro muito melhor que você, e começa a te ajudar a te defender. E aí você coloca esse cachorro numa praça, e aí ele começa a formar o clã dele. Aí tem um, tem dois, aí, gente, apareceu mais um. Daí a pouco esses animais começam a dominar a praça.
Você não pode mais passear com o seu cachorro, que aquele grupo vai lá, estranha o seu cachorro, ataca o seu cachorro. Passar de moto. Passar de moto. É legal esse negócio da moto, porque é o seguinte, é cão comunitário, você tem que respeitar o cachorro comunitário. Mas quando o cão comunitário derruba o motoqueiro, ninguém aparece para pagar o prejuízo.
O cara quebra uma perna, fica seis meses sem trabalhar, ninguém aparece, o cão comunitário. Então, assim, nós vamos ter que saber como nos defendermos desses animais. E olha, talvez você tenha uma postura passiva, pode ser que você se safe de ser mordido por um desses cães aí. Porém...
dependendo do temperamento do cachorro, do líder ali, você não vai se safar, meu amigo. Você vai tomar umas mordidas. O que vai acontecer é que você vai poder fugir. Mas evitar de tomar mordidas é complicado. A maioria dos cães equilibrados, devidamente domiciliados, não morde à toa.
Então você não vai ter que se safar. É só você não pular o muro, irmão. Você fica do lado de fora do muro que você não vai tomar mordida. Agora, se você pular o muro, você pode conseguir se defender. O que dá para ensinar aqui é como você separar uma briga. Se dois cães estiverem brigando, um cachorro maior vai matar um cachorro menor, você pode dar um mata-leão no cachorro maior.
Ah, mas eu não tenho como dar um matelhão. Você pode tirar o seu cinto e ir lá, passar no pescoço do cachorro e sufocar esse cachorro, o agressor. Mas existem um monte de coisa antes de acontecer isso. Hoje, você tem o cachorrinho pequeno atacando o cachorro grande.
E aí o cara, o dono do cachorro grande, é o culpado se o cachorro grande matar o pequenininho. O cachorro grande está na guia, o outro pequenininho, mas ele não faz nada para ninguém. Solto, aí o pequenininho feroz vai lá, encheu o saco do grande, o grande dá um sacode e mata o pequeno. Isso é muito comum nesses parcão. Quem é a culpa? Nesses parcão é muito comum. Pois é. Então nós estamos vivendo isso aí no nosso dia a dia. O cachorro está virando o animal sagrado brasileiro.
Então, norma do ICMBio, animais exóticos dentro de áreas de preservação, é abate. Está certo, biólogo? Essa é a norma. Não, a norma do ICMBio é o abate. Eles têm que ser eliminados, não é nem ser retirado, eles têm que ser eliminados.
Então, vai chegar um momento em que a conservação vai chegar e falar assim, olha, animal exótico, todos, javali, búfalo, lebrão, seja lá qual for a espécie, cachorro, gato, vai ter que ser eliminado das áreas de preservação. Aí o ruralista, o pecuarista também vai falar, pô, eu preciso defender a minha subsistência, isso aí também é lei.
Ele pode, para defender a sua subsistência, matar uma onça. Mas não pode matar um cachorro. Não. A coisa está ficando nesse nível. Se você for... Você depende das suas galinhas para alimentar a sua família. Entra uma jaguatirica lá e mata as suas galinhas. Se você pegar essa jaguatirica...
Por lei você pode abater esse animal, porque é da sua subsistência, da sua existência, da existência da sua família, para você alimentar os seus filhos.
E aí, hoje, a Embrapa lançou uma matéria aqui no Nordeste. Você não pode matar onde eu acho que você entra na tua propriedade? Pode, pô. Lobo Guará. Pode. Não, Lobo Guará que já comeu uns galinhas lá duas vezes. Cara, para a sua subsistência, para a sua existência, para a sua autoproteção e preservação, você pode. Você vai estar em maus lençóis.
Você vai teimar os lençóis porque hoje nós estamos numa situação de inversão dos valores. Porque a vida do animal importa mais do que a vida do ser humano. É isso que nós estamos vendo. O acidente da Voipés lá, que a gente comentou. Caiu o avião da Voipés. Morreu 60 ou 70 pessoas. Foi uma fatalidade, uma tragédia.
E as pessoas, depois que souberam que tinha um cachorro lá dentro, que, nossa, agora eu fiquei triste. Pô, já tinha morrido 70 pessoas, só ficou triste depois do animal. É triste o animal também. Mas eu já estava triste antes. Mas vamos voltar a Bacabal. Bacabal teve três crianças que sumiram, se perderam, sei lá, foram sequestradas. E eu acho que essa...
Essa linha de investigação é bem razoável. Uma criança voltou, duas sumiram. E elas não tinham como sumir dali de Bacabal sem que alguém promovesse esse sumiço. Mas hoje, quando se fala de Bacabal, só se fala do pit monster que matou a dona Mara, mas que o pessoal desconfia que foi feminicídio. E das crianças ninguém fala nada.
A cada dois minutos uma criança sofre violência sexual no Brasil. A gente não vê nenhuma passeata na Pauliça em prol da defesa ou justiçamento em relação a essas crianças. Mas você teve aí uma comoção nacional em cima de um cachorro. É engraçado porque a gente está com profissionais...
que vivem dos animais, como adestramento, transporte, são pessoas que amam os animais, entendeu? Mas, falando isso, entendeu? E são atacados constantemente pelas pessoas que são doentes, isso é doença. Sociopatia. Sociopatia e que a vida do cão importa mais do que a vida...
do próximo, cara. E assim, acho que cada coisa é no seu lugar. A gente não está fazendo juízo de valor, mas acaba fazendo juízo de valor. A gente não pode. Que amor é esse? Que mundo nós estamos vivendo? Se quem ama cuida para cuidar, você tem que conhecer. Tem que amar tudo. Tem que amar o ser humano. E tem que ter uma escala. Na condição de escolha.
né e a gente espera nunca que tem essa condição de escolha como a gente nunca tenha a condição de ter que escolher se vou salvar um filho meu filho minha filha e nunca tem que essa condição mas se tiver essa condição e tiver que escolher você vai ter algum tipo de de de de de
preferência. Eu vi o Barbante falar uma coisa muito legal lá no podcast do Richard. Richard recebe, tá? Quem puder aí. Aliás, o Felipe Massetti falou que quer ir no seu podcast, hein? Depois você chama o Felipe Massetti aqui também, que é bacana pra caramba. Esse cara... Esse cara...
Ele mora no Canadá. Ele cruzou as Américas em cima de um cavalo. Não fala assim em cima de um cavalo, senão o pessoal te crucifica. Foram vários cavalos. Ele tinha uma tropa e ele desceu lá do Canadá. O cavalo subia em cima dele, às vezes, também. Não, porque você falava a exploração, que só ele subiu no cavalo. Mas eu perdi o fio da meada agora.
Você estava falando no podcast dele. O Maurício Barbante, o professor doutor Maurício Barbante, que é um pesquisador, um cara que manja muito, fez uma pesquisa sobre estresse, e ele começou a falar sobre conservação, e ele falou assim, cara, eu gosto de passarinho, você gosta de gato, só que o seu gato pula um muro da minha casa para matar meu passarinho. Como é que nós vamos resolver isso?
Então, meu amigo, é assim, vou voltar lá na norma do ICMBio. Animal exótico, ele não pode ter vida livre. Animal exótico não pode ter vida livre. O javali tem que ser erradicado. O lebrão tem que ser erradicado. O caramujo africano tem que ser erradicado. O bagre africano tem que ser erradicado. Opa!
E os cães e gatos? Vão continuar causando prejuízo no meio ambiente, na pecuária? Se nós tivermos aí uma epidemia de raiva, nós vamos ter sérios problemas, meu amigo. Com esse monte de bicho, os Estados Unidos tem 7 milhões de javalis em vida livre. Eu não sei quantos tem no Brasil, você sabe? Não.
Cara, a gente nem sabe, porque não tem esse levantamento. Mas eu tive acesso a um dado outro dia, que por ano nascem um milhão de filhotes de javali.
Cada cria é uns 10, se não me engano. 10. É umas 4 reproduções por ano, 10 filhotes cada cria. Então, os caras estão falando que nasce 3 mil filhotes por dia de javali. Então, nós estamos falando de 1 milhão todo ano. E nós não estamos abatendo 1 milhão de javalis por ano. Nós estamos abatendo cerca de 800 mil. Ou seja, 200 mil estão fugindo da caça, meu amigo. Então, essa população está aumentando e nós temos que tomar providências.
Nós estamos vendo todo dia, sai uma notícia sobre raiva. Cara, raiva é mortal, velho. Se você pegar a raiva, muito provavelmente você vai morrer. E se você tiver esses animais transmitindo a raiva, aí não vai ter piedade, meu amigo. Vai ter que tomar uma atitude drástica.
E aí é o seguinte, chegou num ponto que eu gostaria de agora dar aquela cutucada aqui no auge do negócio. Isso só tem uma solução. Tudo isso que nós falamos aqui só tem um caminho na direção da solução. E esse caminho é a política.
Nós precisamos eleger pessoas altamente comprometidas com as soluções. Porque hoje nós temos pessoas altamente comprometidas com os problemas. Então um cara que manda 200 milhões de emendas para castração e não traz resultados, esse cara não quer resolver o problema, ele vive do problema. E nós temos, falei do Rio Grande do Sul, mas o Brasil inteiro tem um monte de ONG.
que não faz absolutamente questão de resolver o problema.
Nós estamos vendo casas de criadores sendo invadidas, os caras invadem, chama de canil clandestino. Não existe canil clandestino. Criar cachorro não é... Existe maus tratos. Vender cocaína. Existem canis com maus tratos. Como existe também abrigos com maus tratos. Não, eu vou te falar que...
Menos de 10% desse problema está na origem dos canis chamados clandestinos, os canis que promovem maus tratos. Mais de 90% do problema é a falta de políticas públicas para solucionar os problemas. E de novo eu volto.
Os caras vivem do problema. Quem vive do problema, meu amigo, não quer saber de solução. Então, nós temos que trabalhar politicamente. Nós temos que ter pessoas comprometidas com as soluções. E o Brasil é o maior país em termos de preservação, em termos de conservação. É o celeiro do mundo. É o maior produtor, o segundo maior produtor de proteína animal do mundo.
E nós estamos sendo atacados. A geopolítica nos condena. Diz que nós não somos conservadores, que nós não temos preservados os nossos biomas. Então, nós temos que ter uma postura de conhecer os problemas e determinar soluções. E, para isso, a gente precisa atacar na política. E aí eu estou muito feliz aqui, porque o meu amigo é pré-candidato a deputado federal.
Você não sabia disso? Richard, pré-candidato a deputado federal e assim. Não, mas tem um grupo que está entrando, não é só porque sozinho uma noite, tem o Henrique que está entrando também. A gente está se organizando, tem o cara na Amapá, o da aldeia está entrando também.
Tem muita gente boa se pré-candidatando e são candidaturas naturais. São pessoas que sempre trabalharam na preservação, na conservação. O Richard sempre teve uma postura crítica, sempre falou que a gente tem que resolver as coisas com grana, com técnica.
Eu li uma matéria hoje que no Nordeste a pobreza é o maior causador do abandono de animais. É óbvio, e eu sempre digo, país pobre não preserva nada, não conserva nada, não promove o bem-estar. Você não tem como promover o bem-estar do seu cachorro se você passa fome.
Nós temos aí, hoje, pessoas reclamando. Lá no Rio Grande do Sul tem uma galera lá do abolicionismo animal perguntando onde é que estão os cavalos que foram apreendidos das carroças. Meu amigo, viraram mortadela.
Porque ninguém vai cuidar de cavalo se o cavalo não tiver uma função. Os jumentos estão sendo exportados para a China. Isso é interessante. Olha, eles estão virando carne, velho. O Richa comprou piroca de jumento lá na China. Eu vi lá que tinha meio chocante que veio a piroca de jumento. Ficou meio solto esse comentário. Não, não. Porque os caras estão exportando a piroca do jumento. Na verdade, estão exportando o jumento inteiro. Uma qualidade gastronômica alta.
Isso aí o Richard depois vai falar com mais detalhes. A questão da China, eu fui lá, passei uns dias na China, como o Chia tinha falado, fiquei impressionado com a China. É, eu também. Mas assim, o que eles têm? Eles entendem, eles têm 24 raças diferentes de jumento. O jumento aqui no Brasil está desaparecendo.
o jumento nordestino. Tem motivo. Não, tem motivo. Peraí, peraí. Não, você já falou pra caralho. Não, caralho, deixa eu só... Deixa eu só... Deixa eu só... Deixa eu concluir essa foto mesmo. Você não para, você está concluindo há 40 minutos. Daqui a pouco nós vamos embora pra casa e ainda está falando. Mas só uma questão do jumento, caralho. O jumento perdeu a função. Essa história de jumento não pode carregar a mala de turista.
Perdeu função, meu amigo. O animal é abandonado. O cara fica pobre. Não vai ficar sustentando o jumento vagabundo. Tá, vou lá. Vou começar agora. O jumento não pode carregar a mala de turista.
O jumento, o jumento, o jumento, ele já perdeu a função no Nordeste. Aquele jumentinho que tem lá em casa, inclusive, tem aqueles lá, deve ter conhecido o Virgulino. Então aquele jumento perdeu a funcionalidade, porque os caras substituíram por moto, substituíram por, enfim, outros meios. Então não serve mais jeito. Então já começou a declinar aí. Aí também o uso do jumento para outros fins. Tinha, por exemplo, tinha lá em Jericoacoara, os jumentos que levavam a mala do turista.
Ali do estacionamento, até os hotéis. O animalismo tirou. Porque não pode. Coitado do jumento que está trabalhando ali. Está sendo escravizado. Está sendo escravizado. Aquela história toda. Mesmo que, veja, o jumento é um bicho de carga. Se você dá água, banha bom alimento, ele tem horas de descanso, não sei o que, ele vai estar na sua atividade. Enfim. Então, agora estamos comendo o jumento. A China se come o jumento.
E honestamente falando, pode ser um excelente meio para o Nordeste brasileiro, porque o jumento transforma uma vegetação pobre em proteína animal rica. Tem jumento na China que pesa 450 quilos. É um boi, cara.
E eles comem 24. Nunca vai ser extinto o jumento na China. Por quê? Porque ele agora tem uma nova utilidade. Estão comendo o jumento. Oh, meu Deus do céu, não sei o quê. Quem vai dizer, oh, meu Deus do céu, você que come uma vaca? Porque o jumento é mais fofo do que uma vaca.
Não. Então, quem come? Uma vaca? Pode comer um jumento. Você pode até não querer comer o jumento e falar, não vou comer. Não coma. Não tem problema. Não coma. Mas assim, fazer esse julgamento de valor do jumento, comparando por exemplo, com uma vaca. Ah, mas eu não como jumento, mas eu como sei lá, ovelha. Eu não como...
Qual que é o jumento é menos fofo? Mais fofo? Então, assim, é para ser carnívoro ou nívoro. Ou uma paca, come uma paca. Tem gente que come paca. Tem gente que come paca e tudo bem. Se vem uma paca que é criada legalizada, não tem problema nenhum. Eu aplaudo. Está certinho, está maravilhoso. Eu acho que a gente poderia criar todos os nossos animais silvestres e comer eles, cara. Não tem problema.
Qual o problema? Quando a gente começar a criar todos os nossos animais silvestres, aí nunca mais vai faltar um animal silvestre na vida. É o que aconteceu com o Pirarucu. O Pirarucu estava na lista de ameaçada de extinção, com a desaparecer da Amazônia, não sei o quê. Agora saiu da lista de extinção. E por quê?
saiu daquele valor emocional para o valor econômico. E quando você tem valor econômico, é isso que preserva. As pessoas não entenderam ainda, que só falam, não preserva nada. Eu brinco, beijar uma árvore não salva uma floresta, nunca vai salvar. Às vezes cortar uma árvore salva, se você estiver manejando e souber o que você está fazendo num plano de manejo.
né perfeito então assim as pessoas vão começar a sair desse mote de que seu amor resolve tudo até porque não resolve por nenhuma não estaria ainda no primeiro casamento eu tô no oitavo resolve tudo o amor só não faz isso então a gente tem que sair disso e realmente a gente quer resolver problemas nós temos que resolver com inteligência
com escolhas, escolhas o mundo não é perfeito, vai ter que escolher pra que amanhã vá, a gente vai, mas certamente não é criando um santuário de jumento que a gente vai salvar o jumento, porque a gente vai ter que fazer sentido econômico mas você vê que toda vez que a gente fala de novo de tecnicidade que é o que traz o bem estar você leva porrada, certamente tem alguém agora nessa live e que está emocionado leva tudo pro coração e normalmente quando você pesquisa a vida dessa pessoa no Instagram, eu adoro fazer isso Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal
Eu adoro. Eu não faço, eu não costumo, minha mulher fica brava e ela pega mais fogo que eu. E ela fala, olha só o que falou essa menina. Eu falei, Lucy, aí vai no Instagram da pessoa. Primeiro, muitas vezes se encontra. O nome da sua mulher não é Janja?
Eles estão sabendo disso? Como é que é essa história? Agora, se ela estiver assistindo isso, ela vai me foder. Acabou o casamento dele. Acabou o meu casamento. Quem falou? Foi você que deu? Não, foi a primeira vez que apareceu, chamaram ela, porque ela estava com óculos, estava aparecendo... E aí, ela falou do Janice, e ela ficou muito magoada, muito com quem falou. Não, porque não sei o que, olha para mim e eu falei, Lucy...
Vamos tirar pra ver. Eu fiz uma foto com ela, assim, ó. Desse jeito. Do lado dela. Levanta a mão, levanta a mão. Do lado dela. Do lado dela. Falei assim, eu amo a minha janja, não sei o que. Assim, desse jeito. Foda-se. Porque eu entro na onda. Eu não me irrito. Gente, se vocês acham que os comentários vocês vão me dar, eu falo, comentem. Comentem à vontade, porque isso dá engajamento. Eu acho ótimo. Eu durmo a noite tranquilo. Passei por tantas já. Depois de uma idade, você fala, cara... O que é que se...
Eu não me ofendo. As minhas opiniões são baseadas na minha experiência e no meu conhecimento. A gente erra. Erra, claro que erra. É natural, mas assim, eu não vou sair muito do meu trilho no meu erro. Então assim, nem vamos falar mais desse assunto. Assunto delicado. Eu vou dormir na sala hoje.
Mas é isso, então assim, às vezes para a gente preservar, se a gente quiser que o jumento continue a ser parte da nossa sociedade, talvez a gente tenha que arrumar outra função. E não seria uma má ideia pensar que no Nordeste é isso que os chineses fazem. Onde ele cria o jumento? Onde tem uma vegetação pobre. Você não poderia criar uma vaca, porque é custoso. A vaca tem que beber muita água. Então em algumas regiões mais áridas você não consegue criar vaca.
mas pode criar o jumento e come o jumento. Eu lá comi o jumento. E aí, boa? Você comeu o jumento? É excelente comer a carne de tomelo. Não deu dor nas costas? Não. Deu comer carne de cavalo lá. Cavalo já comi. Eu comi também. Inclusive na Europa se come carne de cavalo. É bom. Mas eu morri, né? Eu morei na Itália e lá na Itália. A gente romantizou. E essa minoria de pessoas que não comem carne está tentando transformar o jumento. Olha lá a foto lá.
E a gente já entrou na piada É isso mesmo Vamos ser engraçados É isso aí Eu sou um piadista Acho que a vida é muito curta Para ficar irritado com as coisas E é isso Mas é isso Fala, o Bigoda O Giovanni perguntou o seguinte As pombas são consideradas pragas Em quase todo mundo Existe alguma forma de eliminá-las de uma só vez?
Então, existe uma forma de eliminá-las de uma só vez. Eu acho que a questão não é eliminar de uma só vez. É uma questão de manejo. Concorda, Richard? Manejo, né? Nós estamos falando de pombas exóticas, né? Que não são silvestres no nosso país. Nós temos acho que 12 espécies de pombiformes. Columbiformes. Columbiformes.
E aí, assim, nós estamos falando de pomba doméstica, aquela que está na praça, aquela que está competindo alimentação com as aves silvestres. Levando doenças. E que também levam patologias, zoonoses, né? Então tem que controlar. Pode controlar já desde os ninhos, onde elas formam ninhos. Aliás, quem já viu uma pomba bebê?
existe já na varanda da minha parte que fez um ninho é o que tem que fazer é eliminar os ninhos eliminar os ninhos então até colocar obstáculos para os ninhos mas isso dá muito trabalho né mano
É melhor abrir uma... Engraçado porque não tem um santuário de pomba, não tem santuário de macaco prego, não tem santuário só de bicho foda. Não dá dinheiro. Dá dinheiro de elefante. E a gente está precisando de santuário de macaco prego. A gente precisa, tem muito macaco prego que está em péssimas condições, que precisa de um espaço, de cuidados, mas ninguém monta um santuário do macaco prego.
Não interessa. Nós temos mais de 150 espécies de primatas no Brasil. E aí quando alguém fala para mim, você já falou, o biólogo Henrique está falando ali também, macaco não é pet. Aí eu falo, qual macaco?
Porque nós temos mais de 150 espécies, você precisa conhecer essas 150 espécies para ver como é o temperamento de cada um. E aí a gente precisa ver cada espécie para você ter como animal de estimação.
Como que se comporta cada espécie? Lá no Instituto Onça Pintada, eu vejo o manejo dos macacos-aranha, que animal dócil, que animal agradável, tranquilo. E não foram tirados, provocados. Não, mas ele está no contexto de um grupo. O macaco não é pet.
É, então. A gente não concorda nesse sentido. Para mim, tudo é pet. Peixe é pet. Eu não estou dizendo que você não possa ter um macaco prego. Acho que o ilegal não é pet. Só que você não pode ter um. Você pode ter um grupo de macaco. E eu acho que a gente poderia fazer uma política diferente. Ao invés de ter criadores hoje de macaco prego, a gente tem um monte de macaco prego que estão aí sem pai nem mãe, jogados em setas, sem condição nenhuma, porque setas também não tem dinheiro nenhum. Entendeu?
Então esses poderiam, de repente, fazer pessoas que se interessam em fazer recintos, cuidar. Exatamente, e cuidar. O problema é que o cara hoje, quando monta um mantenedor, sabe qual é o problema? Ele fica refém do Estado. Ele tem medo, cara. Porque o Estado, ele vira... Quando você tem algo que não é seu, você tem a tutela daquele anual, e aí...
Você vira vítima do Estado. Você vira escravo. Você tem um sistema que você não sabe. O cara entra amanhã com uma arma na cintura, apontando para aquilo, para aquilo, não sei o quê, dizendo como você tem que ser ou não. Na tua propriedade, você está ali promovendo bem, cuidando de algo que o Estado não tem condições de cuidar. E não cuida, porque dentro de setas... Olha o que aconteceu lá em Seropédica. Seropédica. Entendeu? Não tem condição de ninguém falar nada.
Porque aí, quando é o Estado que faz uma coisa dessa, todo mundo fica quieto. Agora, quando um indivíduo, um cidadão faz... Então, assim, enfim.
Mas é isso aí. Esse momento vai ficar muito longo aí. Já saiu do transporte de bicho. Nós estamos em outro lugar. Esse cara não para de falar. Nunca mais convida ele. Vai se... Vamos falar de transporte. Tiraram os cavalos das carroças lá em Poços de Caldas em São João del Rey. E aí já estão perguntando. Onde é que estão os cavalos de Poços de Caldas? Onde estão? Foram abandonados. Lá no Nordeste tem um pessoal que eu tenho trocado ideias.
Os cavalos foram proibidos da carroça, aí o cara vai e apreende o cavalo da carroça e aí os caras encontram o cavalo sendo vendido numa feira, numa cidade a 100 quilômetros de distância. Ou seja, o Estado vem, sacaneia o cara da carroça e manda o cavalo ou para o abate, para virar mortadela, ou é vendido lá em outra cidade.
Então, falamos de transporte. Em breve, eu com o Richard vamos acompanhar um embarque de cavalo lá em Viracopos. Você sabe que eu acompanhei um transporte de girafa, anos atrás, quando veio da África para o Beto Carreiro. Que legal. E eu acompanhei dentro do porão, para poder ter acesso.
No porão. E você sobreviveu ao porão? Eu sobreviveu ao porão. Eu viajei dentro do porão. Para poder gravar ela o tempo todo. Aí as pessoas falam, vai você no porão, o Richard já foi. Eu tinha esquecido, eu viajei dentro do porão. Gravando coisas. E lá dentro do porão, nesse caso, que era o transporte de um animal maior, tinha um cara, tinha banquinho com cinto de segurança. É o jump, é o cinto de jump. E é legal, por exemplo, o transporte de cavalo, tem que ir um veterinário junto.
Porque ele vai administrando ali doses de sedativos. Então é bacana. Então ele tem ali o espaço.
dependendo da aeronave, por exemplo, no 747 combinado, a parte de cima, que é o upper deck, as poltroninhas de executivo, embaixo é tudo cheio de cavalo. E o trânsito de cavalo no mundo é grande demais. Nós vamos fazer isso? A gente vai fazer uma matéria sobre isso. Em Campinas. E está para sair um lá dentro do aeroporto de Guarulhos, que agora estão lançando um hotelzinho dentro da pista do aeroporto de Guarulhos. Isso é legal. Para condicionar os animais em trânsito. Que tipo de animais?
Cães e gatos. Ah, também? Ah, vai ter isso. Mas o que acontece? Hoje é uma parte sensível do transporte, porque, por exemplo, existem três modalidades de transporte para você levar um animal para outro país. Ou viajar de avião na aviação comercial. Tem o PET-C, que é o cabine. Tem o AVIH, que ele está no compartimento inferior vinculado à sua passagem. E o AVI, que é o carga-viva.
É difícil explicar isso pra galera, mas, cara, é dois universos diferentes a companhia aérea, par de passageiro e par de cargo. Par de passageiro é treinado pra atender o passageiro. O cargo é pra atender a área de cargo. Então, por exemplo, eu que já trabalhei na Varig Logística, eu fiz muitos cursos na área de cargo. Então, o manejo de animais dentro da companhia aérea na parte de cargos é maravilhoso. É sempre pessoas certificadas pela IATA, treinada, uma porrada de checklist.
Você vai lá no terminal de passageiro, o pessoal não sabe o que é o manual da hiata. E é onde acontece muito dos incidentes. Cão vinculado ao passageiro que viaja no compartimento inferior. Então, existem pet hotéis em aeroportos no mundo inteiro.
Se você puder colocar assim no YouTube Animal Lounge Lufthansa, você já viu, Vilela? Cara, é maravilhoso. Enquanto a galera fica procurando o carregador de celular na conexão, o pet fica lá num hotelzinho. É um hotel para animais. E esse da Lufthansa recebe cavalo, jacaré, peixe. Ô, louco. Tudo que você imaginar.
E o PET fica fora da caixa de transporte, ali no canil, no gatil, recebe avaliação médica, alimentação, limpeza de caixa de transporte. É um serviço muito bem feito. E nós não tínhamos isso no Brasil. E vamos passar a ter agora no aeroporto de Guarulhos.
E aqui eu estou arrumando para a gente ir lá também, viu Richard? Já estive lá na Alemanha, você fica na Alemanha. Legal. Já conheci lá. É o que você está vendo aí. E eu estou conseguindo uma autorização para a gente acompanhar um cachorro daqui lá e filmar o terminal lá. Pô. Olha que legal. Ah, gente.
Cara, como eu falei um tempo atrás, vocês não fazem ideia do que são transportados dentro do avião em geral. Animais... A gente nem sabe, né? Está lá em cima, nem está sabendo o que está aí. Carga de dinamite no porão. Explosivos são transportados. É, tem que transportar. Claro, existem quantidades, né? Existem níveis de segurança para transporte de material perigoso. Como diz o Murilo Gama, a melhor forma de você...
Viajar seguro não ter um terrorista levando uma bomba dentro do avião e você levar a sua própria bomba. É porque a chance de ter uma bomba no avião é 0,00 alguma coisa. Se tiver duas bombas no avião, é praticamente zero. Se você já está com a sua bomba, não vai ter outra pessoa com a bomba. Não façam isso, gente. É brincadeira.
Então o que acontece? Eu não sei se já abriu, até preciso verificar, mas eu vi o projeto de um motelzinho dentro do aeroporto de Guarulhos, porque o problema está nas conexões. Você vê, dificilmente acontece um problema com o animal dentro do avião. Muitas das vezes no manejo incorreto, às vezes a gente vê isso acontecendo. Então agora nós vamos ter dentro do aeroporto de Guarulhos um local onde o animal vai poder esperar pela conexão.
Legal, legal. Com acompanhamento veterinário, banho e tosa. Cara, sensacional. E a gente vai lá filmar. Top.
Fala, bigodá. Vamos lá, deixa eu pegar aqui a próxima. Ah, você tá dormindo? Não tá? Pegando pergunta aí? Não, eu tava no vídeo aqui, né, que ele pediu aí. Ah, tá certo. Ó, o Zero Cellot, ele falou, comentem sobre o macaquinho que foi mandado para o espaço pelos Estados Unidos.
Cara, esse eu não acompanhei. Eu faço transporte aéreo internacional, mas não entregue. Tem que falar com o Sergião. Manda outra aí. A Juliana, ela falou assim, animais selvagens serão sempre selvagens ou se eu cuidar de, por exemplo, uma onça desde bebê, ela nunca vai me atacar?
Não tem essa de nunca vai te atacar. Nem o seu cachorro tem essa de nunca. Se você voltar ao ancestral do cão, até um certo momento você vai enxergar no animal seu pai. Não, ela pode. Se é uma resposta, ela pode te atacar sim. A Fernanda falou, qual foi o transporte de animal mais tenso que vocês já fizeram e quase deu errado?
Olha, eu nunca tive um transporte tenso. Eu já tive situação tensa, né? Uma vez, um cara me ligou bravo, bravo mesmo, procurando quem é o Léo Cachorro. Cara, a minha esposa, que tá aqui atrás, ela teve que intermediar o cara bravo porque a mulher salvou o Léo Cachorro e o cara achou no celular da mulher e ligou, queria saber quem era o Léo Cachorro. Ah!
Cachorrão! Nossa, cachorrão! Aí nasceu o tio Léo, eu precisava de um nome pra substituir o tio Léo. Tio Léo ninguém fica preocupado, né?
Nossa, isso aí, cara, eu não sei explicar isso aí, né? A Paula, ela estava cuidando de um cãozinho que ficou na nossa casa, não ia dar tempo de conectar no hotel lá por conta do horário, a gente levou para a nossa casa. E o cachorro estava agressivo, estava tenso, aí a dona falou assim, liga, eu vou gravar um vídeo ou ligar aí, foi ligar? Hã? Foi no aeroporto?
E ela fez um vídeo, né? Falou, vou gravar e você põe pro cachorro aí. Ah, a gente precisava tirar a coleira do cachorro. Não tava conseguindo, porque o cachorro, o show show, é um cachorro muito imprevisível. E é difícil de fazer a leitura do cachorro. E a gente não tava conseguindo tirar a coleira nem a pau. E não pode viajar com a coleira. Aí a mulher gravou um áudio, a Paula foi com o áudio lá do lado. E o cachorro ouvindo o áudio e a Paula foi lá e conseguiu tirar a coleira. Que encantamento que tinha lá no áudio, eu não sei. Mas foi interessante.
Agora, a situação de estresse a gente não tem porquê. O transporte é muito bem planejado. Ele é muito bem planejado. Tem lá na patchwork, quando a gente fecha um processo, a gente passa uma lista para o cliente. Olha, faz esses exames, leva no seu veterinário, verifica a questão de saúde, contrate um adestrador para fazer a parte de adaptação em caixa de transporte, de sensibilização, ou a gente ensina às vezes. Então, os nossos cães chegam muito bem preparados lá.
E existem diversos artifícios que as pessoas usam dentro de casa para dessensibilizar. Por exemplo, aspirador de pó, barulho de aspirador de pó, de aquecedor de gás. Isso simula o barulho do motor do avião funcionando. Então, normalmente os transportes são muito bem feitinhos. Eu não consigo me lembrar. Você consegue se lembrar de algum mais tenso? Eu não consigo me lembrar.
Acho que não. Assim, tem alguns... A aviação, Vilela, existe um princípio da segurança em primeiro lugar. Então é comum, às vezes, a gente lidar com imprevistos. Então, por exemplo, o avião decolou e teve um problema na aeronave e o avião retorna. E aí o que a gente faz com o animal? Fala assim do piloto, cara.
É outro animal, né? O animal teve que retornar. E aí, às vezes, três horas da manhã, a gente recebe uma ligação de que o avião está voltando e a gente precisa ir lá prestar cuidados. Mas situação tensa, graças a Deus, nunca tivemos. Afinal, como eu falei, são mais de 10 mil transportados, sem morte, sem acidente, sem fuga. Isso é um número muito bom. Fale, bigoda.
O Tiago Barros, ele falou, matar pomba ou ratos com tiro de pressão ao fogo é proibido? Isso é psicopatia, né? Que específico, o cara, olha só, mano. Tá planejando algo, mano. É. Tá planejando algo. Ou quer escapar da lei, né? Não, mas vai ser, vai ser maus tratos, né? Crime ambiental, inclusive. É crime, é.
A Camila, vocês já comentaram bastante sobre esse assunto, mas ela perguntou assim, vocês também acham que as pessoas estão humanizando demais os animais hoje em dia? Deixam de ter filhos para virar mãe e pai de pet? Não deixa ele falar, pelo amor de Deus. Mas é um filme homem, né? É assim, eu vivo de animais, eu amo os animais, mas é notório que as pessoas estão tendo cada vez mais filhos. Você ama os animais, mas come eles. Que tipo de cara que é você, entendeu?
Quão fofinho tem que ser um negócio para proteger ele, né? Próximo, próximo. Vai, bigota. Toca outro. Essa é para você, Richard. O André perguntou, qual foi o momento que você achou que podia morrer numa expedição?
Em todas. Em todas. Quando o Vilela falou sobre Janja, agora eu estou fodido. É, agora é porque ele está mais com medo de hoje. Com medo mesmo. Eu vi o vídeo de você lá tacando o pau lá, o cabelinho estava até assim. Falei, esse cara vai virar mesmo. No gás, né? Ali eu achei que ia morrer. Falei, o postor está vivo. E o Marcelo perguntou se existe algum animal que não deveria virar pet de jeito nenhum.
Cascavel. Mamba negra. Não, o que é? Mamba negra? É uma serpente pirulosa. Animais peçonhentos, né, velho? Isso é complicado, você transformar um animal peçonhento em pet. É, se a gente considerar o pet, que é animal de estimação, uma...
Eu não sou contra nada, eu só acho que o macaco, quando eu falo do repete animal de difinação, porque se tem um animal desse aí, você não poderia ter. Você pode ter um grupo desses animais, inclusive licenciamento, você pode abrir o mantendor da fauna, enfim, mas eu não sou contra nada, não. Eu só acho que, eu acho, sabe o quê? Que todo mundo que quer ter um animal deveria fazer um curso.
bravo, isso é excelente eu tava quase lançando eu tava lançando, querendo lançar um curso de adestramento pra donos
Adestrar o dono. É, porque no transporte aéreo, que é o meu segmento, o cachorro é de boa. O problema é o dono. Mas dá para entender, porque tem uma carga emocional muito grande, mas precisa do preparo. Então a gente passa muito tempo na patchwork preparando o dono. A gente diminuiria muito os problemas. Estou falando do básico, nem estou falando do... Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal Mal
de um macaco que é para você ter um grupo, talvez você precisa ter um grande conhecimento. Estou falando de um cachorro. Um curso básico para realmente deixar o seu cachorro feliz. Porque o que as pessoas acreditam que seja felicidade para o cachorro, porque transportam as suas emoções para o cachorro, é um erro. É um erro grande. O que faz você feliz não faz o seu cachorro.
Eu falo isso na Pet Shore, que as pessoas falam assim, ah, mas a caixa de transporte não é bom pra mim. Mas cumprimentar os seus amigos, eu brinco assim, você cumprimenta com o aperto de mão, seu cachorro não cumprimenta com o aperto de mão. O cachorro come ração de quatro num pote, eu não.
Cachorro saimijano no poste. Eu parei de fazer isso já tem uns 20 anos. Eu gosto de ver os térreos. Sabe aqueles térreos? Já viu os térreos? Os térreos são as pessoas que se vestem de cachorro. Ah, sim, sim. Travessando a rua que nem a cobra. Não, e aí eu vi um desses dias um cara, um compêndio de térreos sendo atacados por cães. O cara sendo cachorro e querendo brincar com o cachorro.
o cachorro deu uma surra. Eu adoro isso. É prazeroso pra mim. Eu gosto de ver isso. Um térion de cachorro tomando um pau de um cachorro. Mas você acha uma ideia? Acho legal quando o pessoal entra no negócio de térion e fala assim, tem que castar.
Mas a ideia do Richard resolveria mais da metade dos problemas de quem tem cachorro em casa. Primeiro que diminuiria a quantidade de pessoas interessadas. Porque o cara fala, nossa, eu tenho que fazer um curso para ter cachorro. Eu não quero mais cachorro. Pronto, já uma parte já vai embora. Eliminou quem não vai cuidar bem. Já eliminou a parte que realmente não vai cuidar bem. Já vai embora.
A outra parte que realmente se interessa vai sentar e entender num curso rápido, de duas horas, que é obrigado pela internet. Você está lá, tem a tua cara, sei lá como faz esses sistemas que identificam a sua cara, hoje que o tempo pode fazer tudo, o foguete dá dando ré, entendeu? Que identifica que você assistiu o curso.
Duas horinhas para você entender o básico de bem-estar animal. O que é um cachorro e o que ele precisa para ficar bem. Ponto. Seria realmente muito bom. E lá a gente procura fazer esse trabalho de conscientização, porque o trabalho começa realmente no proprietário. O cachorro é o mais tranquilo. É sempre muito mais fácil. Dificilmente a gente encontra um cachorro, porque aí você pode ter um cão que às vezes foi resgatado e sofre a violência, ele vai ter um trauma maior do que um outro.
ou uma questão genética, mas a maioria dos cães são muito fáceis de preparar para o transporte. Band, por aqui foi, viu? Foi. Senhores, é com vocês agora, recados finais, alguma coisa que ficou faltando. Obrigado demais por essa reunião. Se vocês forem filmar aí o transporte do cachorro, quero ir junto, quero ver como que é os bastidores, se a gente puder entrar lá dentro do... Eu sempre tive a curiosidade de como que é.
Depois que as malas vão para aquele negocinho lá. É aí que a gente vai. Exatamente. Vou gravar também com os caras do aeroporto lá no Fós-Iguaçu para ver os caras como que é na fronteira. Você já fez? Não, vamos fazer. Isso é legal. Vamos comigo lá. Quando que você vai? Estou marcando com eles. Você está lá na fronteira de Fós-Iguaçu para ver como que é o lance do contrabando. Fiscalização. Vamos para saber o que eu tenho que fazer.
Mas é por isso que eu vou. É por isso que eles não sabem, mas é para saber o que não fazer.
que nem aquela velhinha que passava de moto todo dia uma motinho lá e os caras falavam essa mulher tá contrabande e revistava ela e não tinha nada dentro da bolsa e tal, e ela tava contrabandeando as motinhos todo dia passando a motinho e os caras, cara, essa velha tá enganando a gente e era a motinho que elas passavam como é diferente, né então vamos sim, então obrigado redes sociais, o que você quiser divulgar aquela tua câmera, vamos lá arroba patchworktravel e aí
Seu animal não é mala. Sua mala você prepara ali, às vezes até no dia da viagem. Coloca tudo dentro, fecha e vai para o aeroporto. Seu animal precisa de preparo. Quem ama, cuida. Quem cuida, prepara. Transporte internacional de animais é Patchwork Travel. Ele já veio pronto. Nossa senhora. O Patchwork Travel, agência de viagens do seu pet. O pet é seu, o work é nosso. De uma finalização dessa.
Duvido que você chegue perto de uma filha. Não, lógico que não. Eu vou fazer um discurso. Se precisar, ele não. Não, ele foi rápido. Agora vai ter um encerramento. É meia hora só, tá? É rápido o encerramento do bar. Fidel Castro. Seis horas aqui. Vou começar a falar. Bom, o negócio é o seguinte. Eu sou um especialista em comportamento animal. Eu treino animais de várias espécies. Outro dia fizemos um trabalho. Eu e o Richard, super importante.
para a Prefeitura de Curitiba, como é que é? Maio Laranja. O cara conseguiu uma coruja ficar no meu ombro, dentro de um carro, esse cara conseguiu. Não, completamente confortável. Não, e eu vou te falar, cara. E a coruja não reclamou do cheiro. Falou nada. Não falou nada, estava tudo certo. Dodosão.
Mas o que eu quero dizer é o seguinte, enquanto especialista de comportamento animal, eu digo que cada espécie tem o seu comportamento e esse bem-estar você só promove entendendo e respeitando o comportamento de cada indivíduo. Então não dá para você tratar cachorro como gente porque ele não vai ser feliz. Então procure sempre um especialista, no caso eu mesmo.
Que Deus nos abençoe, ó. Nos ilumine. No caso, eu mesmo. No outro dia ele foi falar... Estamos juntos, estamos juntos. Sigam, então, o canal do Richard. Está com alguma periodicidade? Tem um podcast? Que dia que sai? Podcast. A segunda e quinta sai o podcast. Nós estamos com esse negócio de IRL. Muito legal. Estou amando, cara.
Eu fiz agora uma pequena experiência de dois dias. É um reality show da vida real mesmo. Estaremos juntos com o Vilela indo para o Pantanal Norte. Meu sonho. Ver Onça Pintada e estaremos transmitindo isso ao vivo. Tem risco? Em breve. Não, para ela só. O Richard te conhece todas. É, então. Eu vou dar por isso e vai correr risco. É, correr risco. Estaremos lá. Está certo. Estaremos lá daqui a pouco. Estou junto lá também. Top.
Daqui um tempo eu vou levar meu filho, quando tiver maior. A gente foi naquela excursão, a expedição lá pra Manaus, meu filho até hoje. O meu é louco pra ir lá. Tio Richard, né? Tio Richard. Meu filho é louco pra ir lá na sua casa. Doido, doido. E aí toda vez que eu vou, ele tá na escolinha lá, mas manda um abração lá pro Nicolas, vai ficar tudo feliz. Nicolas, um abraço pra você, filhote. Tamo junto, mano, velho.
Os caras vão pegar isso e vão achar que é o Nicolas Ferreira. Já recebi meu cachê. Tá certo, então. Obrigado a todo mundo que esteve aqui com a gente até agora. Dá like, se inscreva no canal. E o que mais, Bigoda? E se você não deixou o seu like? Ah, você acabou de falar isso, né? Acabei de falar, né? Você não está prestando atenção, né? Agradecer aos nossos patrocinadores, né? A G4, se você quer se tornar um empresário de sucesso. Ao Estratégia, se você quer passar um pouco de bravo.
e a UOL que está completando 3 décadas de aniversário aí. 3 décadas é igual a quantos anos? 30 anos, mais ou menos. Não, não, 3 décadas. Exato. E agora é hora de você brilhar, estou aqui com o meu, ele me passou uma bala, o que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse papo?
Coloca aí, não é a Janja. Bigota, seu bigota desgraçado. Escrevam não é a Janja nos comentários, só quem assistiu vai saber o que a gente está falando. Fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau e que bom que vocês vieram, valeu!
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.
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