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1837 - AEROPORTO ÁREA RESTRITA: DE MARCO, FELIPE MENDES E RAPHA EUGÊNIO

07 de maio de 20262h26min
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MARIO DE MARCO, RAPHAEL EUGÊNIO e FELIPE MENDES são agentes da Receita Federal. Eles são integrantes do programa Aeroporto: Área Restrita, e vão bater um papo sobre casos inusitados e a cara-de-pau dos passageiros que tentam burlar a lei. O Vilela nunca fez contrabando, mas já comprou “azulzinha” do Paraguai.

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Assuntos1
  • Aeroporto Área RestritaCasos inusitados e a cara-de-pau dos passageiros · Fiscalização de passageiros internacionais · Gerenciamento de risco na fiscalização · Reconhecimento facial na aduana · Controle de bagagem e itens pessoais · Fiscalização de bens de alto valor · Diferença entre controle de segurança aeroportuária e aduaneiro · Fiscalização de saída do país · Controle de mercadorias ilícitas e proibidas · Controle de encomendas internacionais e remessas expressas · Programa Remessa Conforme · Fiscalização de medicamentos e cosméticos · Fiscalização de produtos para emagrecimento e testosterona · Destinação de bens apreendidos (destruição, doação, leilão) · Destinação de drogas apreendidas · Tráfico de drogas e contrabando · Lavagem de dinheiro e organizações criminosas · Importação irregular de combustível · Golpes em viagens e aeroportos · Tax Free e reembolso de impostos para turistas · Admissão temporária de bens · Fiscalização de armas e munições · Treinamento e uso de cães farejadores · Aposentadoria de cães farejadores · Fiscalização de alimentos e catering aéreo · O trabalho da Receita Federal e a vocação para a carreira pública · Concursos públicos para a Receita Federal · O papel da Receita Federal na proteção da sociedade · Comparativo da fiscalização brasileira com outros países · Eficiência da Receita Federal em relação custo/arrecadação · Diferença de tratamento entre residentes e não-residentes na aduana · Tecnologia na fiscalização aduaneira · Importação de peças de armas e 'Ghost Guns' · O que fazer ao perder a nota fiscal de bens · O que fazer ao trazer bolsas e relógios de alto valor · Itens mais inusitados apreendidos pela Receita Federal · Mudança de volta para o Brasil e isenção de impostos · Erro mais básico que entrega uma pessoa em abordagem · Fiscalização de tripulação e comissários de bordo · Cota de isenção de mil dólares a cada 30 dias · Golpe do amor e fraudes financeiras · Comunicação oficial da Receita Federal · O que fazer se alguém pedir para levar uma mala · O que fazer se alguém esconder algo na sua bagagem · O que fazer se alguém esconder algo no seu corpo · O que fazer se alguém esconder algo em objetos pessoais · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de entretenimento adulto · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de látex · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de borracha · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de plástico · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de metal · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de vidro · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de madeira · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de cerâmica · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de tecido · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de couro · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de papel · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de plástico · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de metal · O que fazer se alguém esconder algo em objetos de vidro · O que fazer se alguém
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Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vileira e está começando mais um Inteligência Limitada. O programa de limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais restrita do que a minha, do que a sua, querido bigode. Muito mais, muito mais. Hoje temos um concorrente aí, cara. Tem um bigode de altura aí.

Bigode de altura, né, cara? Eu quero deixar o meio igual dele. Cara, ele tem 20 anos. É, 20 anos. Para você... Já tem 27. Então.

Seu bigode está quase um código de barra aí, o bigode. Está me deixando mais homem agora. Você viu? Eu deixava fininho antes. Mas isso, quanto tempo demorou? Quantos anos demorou para você criar esse bigode? Vixe, foram uns dois anos, cara. Dois anos? Um bigode assim, bigode você não deixa crescer. Você conquista um bigode.

Ele te escolhe. É um símbolo, né? É assim. O bigode te escolhe. Vê se alguém bateu em bigode aqui. É, cara. Não é pra qualquer um. Me escolheu, viu? Tá me escolhendo. Ô, bigoda, como que o pessoal vai participar dessa live? Precisamos muito... O pessoal vai ter muita dúvida, muita pergunta. Como que eles mandam? É isso aí, ó. Hoje, pra você mandar a sua pergunta, você vai enviar ela via superchat, tá certo? Enviá-la. Enviá-la via superchat. E eu vou aqui selecionar as melhores, tá certo? Ok.

E já deixa aí o seu like, a sua inscrição também. Você vai ler todas, mas vai selecionar as melhores. E deixa aí o seu like também e ajuda a gente com a inscrição. A gente está pertinho da marca de 6 milhões. Marca de 6 milhões. Exatamente. Então ajuda a gente aí. 10 milhões é o total, né? 4 de cortes e chegando de 6 agora. Já pensou? Olha lá. Vamos saltar de paraquedas e chegar em 6 milhões? Vamos. Eu vou na frente.

Mesmo? Vou. O Lênin não tem coragem. Não tem não, Lênin. Olha lá. Não tem não. O Lênin... Pular de paraquedas sem chance. É. Não rola? Não, não rola. Bung jump nem pensar. Eu já estou na metade da vida. Um escorregadorzinho daqueles de shopping. Aí vai. Aí vai.

Então fechou um tubogã. Lênin vai de tubogã e a gente salta de paraquedas. Já era. Tá certo. Antes de falar com esse pessoal fera aqui, quero falar rapidinho com vocês. Deixa eu te mostrar uma parada que pode ajudar bastante. Principalmente se você... Se o... Não sei. Eu posso falar para o pessoal aí? Pode. Esse recado. Pode.

principalmente... Eu não vou falar agora, vou falar depois. Vou deixar um suspense. Fechou. Deixa o clima no ar. Vou deixar aqui... Não, vou falar agora. Vamos falar agora? Principalmente se você já pensou em fazer concurso, mas ainda está naquela fase meio travada, sem saber direito por onde começar.

Porque isso acontece com muita gente. Às vezes a pessoa até quer entrar nesse mundo, mas trava em uma dúvida básica. Tá, mas com qual concurso eu procuro? Será que tem alguma coisa perto de mim? Ou por onde eu começo? E foi pensando nisso que o Estratégia Concurso, que é parceiro nosso, criou o radar do Estratégia. Ele é basicamente um mapa dos concursos. Então, em vez de ficar caçando informação solta e tentando montar esse quebra-cabeça sozinho, você entra lá e consegue olhar as oportunidades de um jeito bem claro. Tá lá?

Está na tela? Está aqui. Está na tela aí o mapa. Está vendo? Isso aqui é o radar de estratégia. É um mapa que reúne concursos do Brasil inteiro. Se você está assistindo agora, é só apontar agora a câmera do celular para o QR Code que está na tela. Ou o link na descrição. Exatamente. O que acontece? Cai direto na página. Exatamente. Lá no radar, direto. Fechou. E também terráquio.

Está chegando o dia das mães, não está? Está chegando, hein, cara? Você já comprou o presente da sua mãe? Eu sou o presente, mas eu comprei mais um também. Ah, para, velho! Você vai me ter essa mesmo? Essa é clássica. Mamãe, eu sou o seu presente. Eu sou o seu presente. Você vai tomar o seu tesouro, cara. Se fosse minha mãe, eu ia tomar um tapão na sua cara. Ganhar um outro presente, né? Nossa, era uma baiana na sua cara.

Havaiana de pau é por causa disso, cara? É? É. É de tanto que a gente apanhava de Havaiana. Vixe, ficava marca. Ficava o número da Havaiana, do 36 da Havaiana na perna da gente. 36 é pequena, que é pé de mulher, ficava marca. Exato, ficava marca, cara. Então é o seguinte, está chegando o Dia das Mães, você já comprou presente para sua mãe? Não faça que nem o bigoda. É agora, domingo agora, né? Domingo agora.

Então está na hora de você garantir. Minha dica é Insider. Fica ligado, no site tem várias promoções. Como sempre, tem o Compre e Ganhe. Frete grátis, não é? Exatamente, frete grátis. Brindes e chega em alguns dias. Exatamente, rapidinho chega na sua casa. Você consegue mais desconto usando o Pix como pagamento. Além disso, nosso cupom dá descontos especiais.

E os descontos são maiores se for a sua primeira compra. Insider é pura versatilidade, principalmente para quem trabalha o dia inteiro e tem vários compromissos como eu. Pode ser reunião de negócios, apresentar o podcast ou até mesmo ir para a academia. Em todas essas ocasiões, Insider veste muito bem. Para quem não quer perder aquela tranquilidade usando roupas que... Olha...

Porque o pessoal usa roupa que amassa ao longo do dia. Perdem a aparência, não funcionam fora do ambiente de trabalho e exigem troca. A Insider é o contrário de tudo isso. É o básico que sustenta o dia inteiro. Então não perca tempo escolhendo que roupa usar para cada compromisso do dia. Vai até Insider e está tudo certo. O nosso cupom dá desconto, não é? Exatamente. Bacanão. Então fiquem ligados no site que tem sempre uma promoção a mais. Para aproveitar, QR Code na tela e... Link na descrição. Vai lá.

E... E... E... Presentinho, né, pai? Presentinho, pai. O Demarco vai ganhar também? Vai, vocês que viajam muito. Então, o ambiente de aeroporto, nada melhor do que uma camisa que não amassa. Muito obrigado. Obrigado.

e... O Felipe é PP, né? Agora me pegou, senão vai ficar muito grande nele. Exatamente. Se for outro número, vocês trocam entre si aí, porque não me deram anotado ninguém aí. A gente prefere inventar essa questão de trocar entre si. Você já é velho de guerra aqui e você tem o dever de se apresentar primeiro, aquela sua câmera, se apresenta pro povo. Oi, pessoal, tudo bem? Sou o Demarco, trabalho na Receita Federal faz um tempinho e prazer estar aqui novamente.

Quem quer começar? O bigode. O bigode tem preferência, né? Aqui, aqui. Passa a noite. Felipe Mendes Moraes, também trabalho na Receita Federal há uns 15 anos já. Nossa senhora. Dá pra ver, dá pra ver. O tempo foi cruel. Você tinha 27 também quando entrou? Exatamente. E hoje você tem 24. Hoje eu tenho 27 também. O tempo não passou pra você. Se você não conta o tempo, não acontece nada. Eu parei nos 37. É isso aí, é isso aí.

Pessoal, eu sou o Rafael, auditor da Receita, e trabalho lá há 10 anos. E meus presentes? Vocês trouxeram meus presentes? Então, isso a gente aborda logo. Cara, o que vocês trouxeram? Quem começa? Você, Rafael? Pode começar. É para deixar aqui, vocês estão sabendo. Me lembraram todos os dias. Você lembra do presente? Hoje eu estava esquecendo o presente.

A Lu me lembrou. O que é isso aí? Isso aqui é uma coisa inútil. Já teve sua utilidade lá atrás. Isso aqui é um abadá. Coloca aqui. Ah, você é desses, né? Era desses. Parou? Olha a data que está aqui me entregando. 2005. Salvador de 2005. Quantos anos você tinha em 2005? Eu nasci em 2005. Cara, você nasceu em 2005? Cara, que ridículo isso. Um cara que nasce em 2005 e está aqui trabalhando com a gente. Vem que me avisaram para entrar nesse presente. É trabalho infantil aqui. Não, não tem que ficar aqui. Eu não sei.

Cara, em 2005, e você ia atrás do truelétrico e tal. Isso, eu fui nesse... E cabia nessa camisa, né? Essa é a polícia que ele ficou inútil. Bem apertadinha, né? Veja o tamanho disso aqui, olha o tamanho que era. Coisa boa. Eu estava lá, Festival de Verão Salvador.

Então isso é um passado que não existe mais. É um passado que não existe, teve a utilidade para entrar e depois para dizer que eu estava lá. Agora acho que ninguém mais quer saber se eu estava lá, se eu não estava lá, então virou inútil. O que aconteceu, eu sei o que você fez com o Abadá naquele ano.

E você? Bom, eu trouxe aqui, galera, também uma camisa, é uma camisa rosa, camiseta rosa. Você sabe a história dessa camiseta rosa? Não. Acho que o pessoal aí que está assistindo deve saber, porque... Tem história, então. Se vocês entrarem aí no Instagram do Demar, vocês vão ver lá que a foto de tela é ele usando essa camisa.

que é de uma das cenas da temporada passada do Aeroporto Área Restrita. Mas ninguém sabe a história dessa camisa. E é essa aí que vai ficar aqui. Vamos revelar a história. Essa camisa é minha, sempre foi minha, todo mundo sabe. Um dia eu estava lá trabalhando, ele me ligou e falou assim, Felipe...

Hoje a gente vai ter que ensaiar aqui e filmar uma cena que eu tenho que fingir que eu tô chegando meio aqui assim e tal. E tô chegando de casa e aí eu preciso de uma roupa paisana. Falei, não, tá, o que eu tenho a ver com isso, né? Ah, eu que um dia ouvi você com essa camisa, achei que ficou legal e eu queria também...

A história só fica mais inverossímil, mas continua. Me empresta essa camisa. Não, cara, mas é 2V, vai e volta e tal. E aí foi. E aí só que fez sucesso aí, por algum motivo. Aí, ó, essa aí. Olha o galã. Aí provou sucesso. O que parece isso? Parece divulgação de uma marca de camisas, né? É, é. Coloca lá Calvin Klein em cima, fechou o anúncio já.

Tá aparecendo mesmo. Aí parece justo isso. Eu senti um deboche. Aí, não. Eu achei legal. A camisa é minha e tal. E aí nunca mais voltou. Mas aí, finalmente, recentemente, ele... Agora que já gravou a segunda temporada, a próxima temporada, me devolveu. Então, eu vou deixar aqui para evitar briga. Tem história, então. Tem muita história. Vamos pendurá-las aqui no cenário. Tem muita história. Gravou a próxima temporada já?

Dizem que já, né? Dizem as mais linhas. Você não tá nela? Uai. Eita. Sabendo que você tinha proibido a temporada? Não. Como assim? Não, não. Que história é essa? Não, isso aí acho que gravamos, né? Gravamos? Tem data? Pra estreia? Aí sim.

Quem falou o tubo aí? Quem falou o tubo? O tubo? O Rafa falou o tubo ou foi o bigode? Foi o bigode. Foi o bigode. É bigoda. Ele tá por dentro das coisas. Bigoda. Ah, é bigoda. Bigoda. É lá no final. É, parece ser diferente. É feminino. É feminino. Mas diz que vai... Depois da conversa. Bigoda, né? Mas diz que vai sair sim, a próxima temporada. Mas aí não tem camisa rosa na próxima temporada porque ela vai ficar aqui.

Exato. Então, quem espera a camisa rosa não vai ter essa camisa rosa. Vai ter outras coisas, imagino. Pode dar um spoiler de alguma coisa que vai ter? Aí é com demarca. Diferente? É. Muito diferente? Muito. Vai lá.

Vai ter uma coisa muito diferente. Dizem aí que eu vou estar na temporada, mas eu não sei não. Eu ainda estou decidindo. Ah, vamos de confirmar, né? Teremos um bigode. Botar um bigode. Ele bigodão na próxima temporada. É, o bigode não falha nunca, né? E como que foi participar dessa temporada? Foi interessante, cara. Foi bem, foi bem. Você assistia? Vinha como ganhar de... Não, eu não assistia para evitar trombar de assistir com o Demarco, porque eu não gosto muito de vê-lo, né? Pô louco, velho! Vocês são amigos mesmo? Ah, eu não.

Bom, ele é meu amigo, mas eu não. É uma amizade unilateral. É que nem o cara quando namora com a mina, mas esquece o amizade. Exatamente. Mas a gente trabalha junto, né? Já tem... Bom tempo. Ah, já tem um... Conheci o Demar com um bom tempo, né? 15 anos já, cara. 2012, 2013 foi, cara. 2012, 2013 na DBV. É. Foi 2012, 2013. Então. Na época você tinha 27, cara. Eu tinha 27 anos na época. Então faz tempo isso. Faz tempo.

Não, e de diferente a gente tem fronteira terrestre essa temporada. Nunca teve. Nunca teve fronteira terrestre. Foz do Iguaçu, fronteira terrestre. Estávamos conversando aqui nos bastidores. Eu vou lá para Foz gravar com vocês. Bora, quem vai comigo? Você vai, bigoda? Se você deixar aí, eu vou. Não, eu deixo. Sua mãe deixa. Minha mãe deixa. Ela tem que ligar para você. Não, ela vai ter que ligar no aeroporto e falar...

Ou então vai acompanhando você até a porta do avião. Quem é que está aí com ele? Esse é o Vilela, ele pode levar meu filho. Mas deixa eu falar um negócio. Você tem certeza que vai levar ele? Não, claro que não. É óbvio que não. E ele também for dois bigode na jurisdição, já não tem mais crime. A gente fala isso só para deixar ele alegre. Mas é óbvio que eu não vou deixar. Levar uma pessoa de 20 anos? Não dá, não pode. Não tem a menor função.

Que confiança que tem. É capaz de ele ficar no Paraguai e se perder lá. É perigoso, hein?

E como que é essa? Porque não tinha fronteira terrestre? Não. Era só aeroporto até então. Era só aeroporto, era só aeroporto. E aí, mostrar outras áreas de... Acho que a gente pode começar a falar sobre isso, né? As fronteiras da gente. O que diferencia cada fronteira? Quais são as dificuldades?

regiões como que é especialista em fronteira que é eu sou especialista você não foi nomeado agora você não sabia que você não considerava o sábado a especialista amor as fronteiras do brasil são muito diferentes né começando pelo pelo sul sudeste sul e centro-oeste

Você vai vendo um progresso de... Na verdade, um regresso de estrutura. Quanto mais para o sul, mais estruturado. Vai para o centro-oeste, vai para o norte. Essa estrutura vai se perdendo por conta de povoados cada vez menores. Vias de acesso também mais restritas.

Então, há muita diferença de trabalho. Foz do Iguaçu, por exemplo, a Tríplice Fronteira, Brasil, Argentina e Paraguai, todas as instituições são bem estruturadas, a cidade é bem estruturada, muito turística. Então, você percebe um funcionamento bem organizado. Agora, quando a gente vai para o norte, por exemplo, no Acre, Assis Brasil, aí há muita carência, tanto da população, da cidade, como também das instituições.

Então a ideia de levar o programa para lá é mostrar essa realidade também. Acho que nós começamos pela mais estruturada, Foz do Iguaçu, até porque é onde acontece mais coisa para ser mostrada. Por causa do volume de pessoas? Por causa do fluxo, é um volume imenso. E depois nós vamos subindo um pouquinho para o centro-oeste, norte, para mostrar também essa outra realidade. Onde os eventos são menores, mas são pitorescos. São bem diferentes do que a gente está acostumado a acompanhar aqui no aeroporto ou nas cidades grandes.

E um aeroporto é o lugar mais bem vigiado, com mais tecnologia? Hoje em dia tem fronteira terrestre também que está tão bem equipado quanto?

Tem fronteira terrestre que aplica muita tecnologia, mas há uma dificuldade, né? Porque no aeroporto as pessoas são obrigadas a ir até lá. É um afunilamento, né? É, sem passar por ali a pessoa não vai conseguir acessar um avião e sair do país ou entrar no país. Exato. Agora, na fronteira, apesar de ter uns locais muito bem estruturados, como Foz do Iguaçu, no Rio Grande do Sul também a gente tem locais muito bem estruturados, com tecnologia alta.

empregada, de reconhecimento facial, de monitoramento da passagem de veículos e essas informações circulam como se fosse uma barreira eletrônica na entrada. Mas é difícil porque tem muitos pontos em que não tem como vigiar. É uma fronteira imensa de quanto que dá? 7 mil quilômetros de fronteira? 17 mil quilômetros de fronteira terrestre. É impossível a gente ter pontos de vigilância na fronteira inteira.

Então, o que acontece é que tem várias brechas para quem quiser fazer algo errado, ele obviamente não vai tentar passar pelo local mais vigiado. Ele vai desviar para algum outro local e aí a gente tem que fazer barreiras anteriores, mais interiorizadas no país para poder encontrar.

É alguém que surgiu ali naquele ponto que não faz sentido, que não passou pelo ponto regular de fronteira, para a gente conseguir monitorar. Então é bem mais difícil na fronteira do que nos aeroportos. A gente tem números assim de quantas pessoas passam pela Foz, quantas pessoas passam pelos aeroportos. Nossa, os aeroportos a gente sabe. Os aeroportos, os aeroportos sim. A fronteira é difícil de missão. Guarulhos a gente tem 45 milhões de passageiros internacionais por dia.

A gente está batendo aí Brasil, por dia não, por ano. Brasil a gente está batendo em torno de 60.

Mas, juntando todos os aeroportos, todo o fluxo internacional, você pega uma parte, um terço disso aí, alguma coisa assim mais ou menos. Mas, como o Rafa colocou, é um fluxo concentrado.

A fronteira é muito porosa, inclusive o episódio que a gente grava no programa sobre a fronteira é em relação a essa questão da porosidade, a questão do apoio aéreo para observar, porque tem as estradas vicinais, que são as estradas que você corta ali, não passando pelas vias principais. Então, assim, é um trabalho bem interessante. É custoso, é difícil, porque é muito mais amplo, mas é bem interessante.

São formas diferentes de abordar, né, Vilela? Dependendo da estrutura. No aeroporto tem aquele ponto de afunilamento, mas você sabia que a Receita fiscaliza 100% dos passageiros que chegam internacionais? 100% dos passageiros são fiscalizados.

Você já viajou para fora. Acabei de voltar para a China. Você viu a Receita Federal quando você chegou? Claro que não. Você viu? Você sempre foi parado? Não, não vi. Mas você foi fiscalizado. Como? Vocês podem contar ou não? Ah, podemos. Mas aí a gente vai ter que assassinar todo mundo na semana. É, tem pouca gente. Tranquilo. Como que funciona? É o seguinte, cara. Quando você embarca no voo no exterior...

aquela companhia aérea manda a informação para a Receita Federal. A lista de pessoas que estão no voo. A Receita Federal pega aquela informação no sistema, na hora que fecha a porta do avião lá, que o comandante fala lá no exterior, ele fala, ó, porta fechada, cintos afivelados. E aí a Receita recebe aquela informação e aí começa um processo de análise daquela informação e cruzam vários dados.

E aí, a gente já sabe a hora que as pessoas vão chegar, e aí dependendo da hora, é alocado uma determinada quantidade de pessoas para serem fiscalizadas. Com base em que? Com base em gerenciamento de risco. O gerenciamento de risco é basicamente...

é eu assegurar que a gente vai fazer intervenção em quem precisa parar para explicar alguma coisa, passar pelo raio-x ou fazer uma fiscalização mais rigorosa. E quem não precisa, quem a gente tem baixo risco de estar cometendo algum ilícito ou de estar deixando de pagar algum tipo de imposto.

não perde tempo naquele processo. Isso chama-se facilitação ao mesmo tempo em que a gente controla melhor. Mas isso é uma coisa interessante, porque a maioria das pessoas imagina que ele é escolhido naquela saídinha de quando pegou as malas, tem aquele corredor e fala, putz, o pessoal está olhando e vai escolher, sei lá, por algum desvio de padrão ou alguma coisa. Você já sabe exatamente quem vai parar. Na hora que fechou a porta do avião, a gente já sabe que a pessoa vai ser selecionada ou não.

Mas é claro, ali naquele momento também pode ser... Se há alguma coisa suspeita, sim. Exatamente, está muito nervoso, está suando, tem alguma coisa... O cachorro... O cachorro... Deu aquela sentada, o cachorro senta... Cara, quando tem cachorro circulando lá, eu lembro desses caras, eu falo, imagina a vergonha se o cachorro vem latir para mim, ou para do meu lado, eles falaram que o cachorro para do lado, o que eu vou falar, cara? Ele senta, ele para do lado, ficou olhando assim, sentadinho.

Então as pessoas são selecionadas ali para uma fiscalização no segundo nível, depois você acha alguma coisa ali no scanner, é selecionado para um terceiro nível, abre a bagagem, assim vai. E quando tem aquele... Eu já cheguei em Guarulhos, que cara, tinha um mar de gente. Às vezes é um voo só, mas às vezes... Cara, é uma fila que faz... Exatamente.

Como vocês fazem? Então, imagina se a gente tivesse que parar todo mundo para perguntar todo mundo, saber quem é todo mundo. Mas quando tem muita gente, para menos gente ou não? Proporcionalmente ao mesmo número de gente? Para a quantidade que precisa parar. E aí fica a pergunta, mas como você acha as pessoas que você quer selecionar?

Tem um negócio chamado reconhecimento facial, que foi o que o Rafael comentou agora. Que é recente ou não? Não, já. De quanto tempo? De quanto tempo tem que ter um reconhecimento facial? 2014. O quê? Tudo isso? Já faz bastante tempo. Foi um dos primeiros. A gente foi um dos primeiros a usar reconhecimento facial. O Brasil tem um sistema de controle de viajantes e passageiros mais avançado, dos mais avançados do planeta. É mesmo?

É aqui no Brasil, é Receita Federal. Quando que tem o reconhecimento? É quando você está passando com o passaporte? Quando você está entrando?

Você pega a sua mala, né? Aí você vai por uma outra fila e você passa embaixo de um porte. Aqui no aeroporto de Guarulhos tem esse porte, mas vai para o aeroporto. Todos aeroportos internacionais têm. E aí tem umas câmeras escondidas no teto. Não está escondida, mas ela fica no teto. Porque eu fui para a China, tem câmera para tudo quanto é lado reconhecido. É mais ou menos a mesma tecnologia. Só que fica ali na aduana. E aí aquela câmera, quando ela enxerga uma pessoa que é de interesse para ser parada, ela avisa aquele servidor da Receita que está ali olhando o fluxo. Então ele já sabe. Ah, lá vem o Vilela. Então, Vilela, eu vou parar.

encaminha. O que vocês estão procurando? Droga? Contrabando? Tráfico de, sei lá, tráfico de pessoa? Não sei quais são as coisas que podem... Depende da origem do voo. Cada origem tem o seu risco específico. Europa. Eu vim da Europa. Quer dizer, eu vim da China, mas parei na Europa, troquei de avião e vim pra cá. Vale o primeiro destino ou vale aonde... Vale tudo. Vale o conjunto da viagem. Ah, você tem todo o percurso.

Isso vale o histórico da viagem. Na verdade, toda essa análise do histórico da viagem, do contexto, inclusive do antes da viagem, é o que o sistema analisa para formar o contexto da sua viagem. O antes da viagem eu fiquei preocupado. Vocês sabem onde eu fui antes da viagem? Internacional e outras viagens. Ah, tá, que susto. Vocês não estão me seguindo não, né? Não, não. Tá, eu não quero que vocês saibam onde eu estou antes da viagem. Não, não.

Do jeito que você colocou aí, nem a gente quer saber. É melhor nem ficar sabendo. Mas o quê? Onde estava antes da viagem, antes de embarcar na origem da volta? É isso? Um histórico para todas as suas viagens internacionais. Ah, tá, tá. Todas as viagens que fez antes e naquela viagem também. Você tem esse arquivo de todas as viagens? Ou das mais recentes, talvez? Desde 2014, se eu não me lembro. Caramba.

Todo histórico. E isso é importante. E o seu histórico também de atividade, de vida, atividade laboral, tudo que você faz, tudo está num contexto que você analisa naquele histórico. Então você tem um contexto de atividade de vida que faz justificativa. Mas é muito dado para cruzar? É uma inteligência artificial que faz essa, sei lá, dar uma peneirada? A Receita trabalha, sim. Não só a doana. Ela trabalha sempre baseada em dados.

em gerenciamento de risco. E risco é o seguinte, você cruza dados que podem indicar uma determinada situação e aí você averiga se aquela situação funciona ou não. Sei lá... Tem alguma taxa de acerto assim? Tem, a gente sempre avalia. O quanto aquela seleção resultou num acerto ou não... E aí vocês ajustam? Aí você ajusta a própria seleção. Justamente para que a gente interfira menos naquilo que é legítimo... E acerte mais. E acerte mais naquilo que é legítimo.

O caminho que o computador está dando, que os dados estão sendo cruzados, não está dando muita coisa. E se eu mudar aqui, começa a ser mais assertivo. A taxa de acerto geralmente é bastante alta. E não dar muita coisa também não é o contexto. Veja bem, o contexto é o que o Felipe colocou. Fazer uma fiscalização rápida e segura. O fato de você não ter arachado nada não quer dizer que você esteja fiscalizando errado. Ah, é?

Claro, pode ser que a sua comunicação e a sua taxa de assertividade tenha sido alta que você consegue passar a mensagem que não vale a pena. Ah, entendi. Você cometer algum desvio e isso é uma taxa de sucesso. Aliás, se essa taxa de acerto não vai caindo, significa que você está fazendo o seu trabalho errado.

Porque as pessoas estão sendo estimuladas a tentar. Exatamente, é o resultado daquela fiscalização. Se você passa todo o tempo e não se aplica só a aduana e nem só o aeroporto, não. Se você tem um trabalho de fiscalização e ele tem sempre o mesmo resultado, ou seja, vamos chutar um número, 50% sempre.

Você está fazendo um trabalho muito ruim, porque toda essa sua ação repressiva e educativa não está resultando em uma mudança de postura daquelas pessoas envolvidas. Então você está falhando em alguma coisa. O certo é que a curva vai caindo. Vocês viram agora, ficou muito famosa, aquela garota que foi para a França, talvez, com droga, e fez um vídeo antes.

Cara, que absurdo, né? É uma tristeza, né? Ela, me corrija se eu estiver errado, porque eu estou lembrado, ela fez um vídeo, tipo, cara, uma garota nova, ah, não aguento mais ser pobre, é a minha grande chance, e não sei o quê, se você está vendo esse vídeo é porque deu errado, porque eu acho que ela pensou assim, fazer um vídeo, se eu passar pela fronteira lá na França, ou em algum lugar da Europa,

Eu deleto o vídeo, mas se eu for pega, eu estou preso e vocês vão ver esse vídeo. Cara, que ponto chega a pessoa nova, vinte e poucos anos, arriscar, tem uma vida inteira pela frente para levar droga, cara, para a Europa. E que é uma coisa dificílima. Não é um dinheiro que vai mudar a vida, não. Não. Não é um dinheiro que vai mudar a vida. E é um dinheiro sujo, né? Vamos falar a verdade? Você quer ficar com esse dinheiro, cara? Tem um peso essa parada, né? Além de ser um... Vinte e cinco anos, cara.

É triste mesmo. Cara, 5 quilos de cocaína, que espaço ocupa isso? Ou depende? Essa não dá para engolir, né? 5 quilos, geralmente engolido vai até 1 quilo. Vai na roupa. Aí varia. Pode ser na roupa, pode ser no corpo. É mesmo espaço de uma farinha. De um saco de varinha.

E aí é o cachorro que descobre, é o raio-x. Varia, como foi lá na França, tem que ver, mas varia. A gente faz um cruzamento de todas essas possibilidades do cão de faro, da análise de risco, da vistoria física para chegar a um contexto. Mas assim, nunca é algo aleatório. Então assim, quando ela gravou o vídeo, se foi saindo aqui do Brasil...

Ela já estava condenada, entre aspas, a ser. Por causa do vídeo? Não, porque a análise de risco já tinha sido feita e ela já tinha sido apontada. Ela já estava meio... Se ela gravou o vídeo há muito tempo antes, mas se ela gravou o vídeo, por exemplo, entrando no avião, saindo, ela não sabia, mas não existia mais o se. Ela já estava determinada que ia ser, porque a análise de risco é feita. Não só aqui no Brasil, mas a França é um país também que tem um controle bem evoluído. Mas se for uma pessoa que é nova em tudo, ela nunca fez...

nunca esteve perto de alguma coisa, é uma pessoa que nenhum cruzamento de dados poderia supor ou pensar. Mas sabe o que acontece, Guilherme? O que acontece geralmente... Eu não sei se a pergunta foi correta. Não, entendi. Se você não tem um histórico... É, não tem um histórico. Exatamente. Exatamente assim. Tem nuances, mas basicamente assim... Tudo bem, eu imagino que ela esteja nervosa na hora. Também tem isso. Mas pode ser que não esteja. Mas de forma geral...

essas situações são forçadas. Por algum motivo, ela não faz sentido. E se ela não faz sentido, tem alguma coisa que é um motivo real. Porque ela está indo para a França sozinha, talvez tenha alguma coisa. Alguma coisa não faz sentido na montagem. Ah, não tenho, sei lá, nunca trabalhou. Enfim, alguma coisa não vai fazer sentido. Porque o que é para fazer sentido, ela não pode mostrar. Ou a pessoa não pode estar mostrando. Mas o aeroporto de lá, pega informação de vocês? É, também há a cooperação internacional.

Mas eles, por exemplo, você já deve ter chegado em algum voo na Europa e você vê os policiais na porta do avião pedindo passaporte. Sabe por que é aquilo? Porque eles já têm a lista de alvos, de pessoas que eles vão parar, igual a gente também faz aqui, só que eles não têm a tecnologia do reconhecimento facial, por exemplo, que nós temos aqui no Brasil. Então eles têm que ter mais gente para fazer esse controle, parar as pessoas.

Vira e mexe que você fica parado na fila esperando, aí você apresenta o seu passaporte, ele olha para você. Então, nesse sentido que eu estava falando, que o Brasil tem um sistema de controle bastante evoluído. Na China?

Eu acho, cara, em todo o aeroporto, a gente fez vários voos lá e dentro também. Sempre eu era parado para a galera perguntar o que eu estava fazendo, porque a minha foto estava sem barba no passaporte e eu estava com barba. Será que era isso que estava pegando? Será que era só isso? Que você não tem uma carinha meio suspeita? O bigode, o que será? Eu entendi o que ele disse. Bigoda, pensa bem no que você vai falar. Não entra na brincadeira, não. Eles vão embora e você fica, né?

Passava batido. Obrigado, Bigode. Mas o que vocês acham? Porque ele sempre pegava, ficava muito tempo olhando no passaporte, olhando para mim e perguntava qual é o motivo da viagem, não sei o quê. E eu estava com uma turma. Era só você. Era uma implicância. Estava com o Léo Lins, cara. O Léo Lins podia ser preso na China e os caras encrespavam com você. Com você. O Will também deu problema muitas vezes porque ele estava com dois passaportes. O vício estava em um.

E o outro passaporte, o antigo, ele tinha um antigo e um mais novo. E eu acho que o mais novo estava todo cheio, não tinha folha para colocar o visto. Isso deu um rolo também em alguns lugares. É o que foge do comum e chama atenção. É, fica perguntando ali. Não é o comum, é o padrão. Você fala, se tem uma pessoa... Mas a foto muito diferente do que a pessoa está também chama atenção ou não?

Não, para a gente não. Não? É que você consegue reconhecer, né? Se ela estiver de barba ou não, você vê que é a mesma pessoa. Se você, se o Brigoda conseguir achar um vídeo lá de 2014, você vai ver uma reportagem de um jornal em que eu estou testando reconhecimento facial de peruca, Black Power, com a nossa amiga ali. É, de barba. Bem diferente. E mesmo assim funciona? Pega, pega.

reconhecimento. Porque a estrutura do seu rosto continua. Então não era o visual. A estrutura do seu nariz, onde está a sua boca, onde é que está aqui. Eu sei que pode ser. É por causa do podcast. Eu falo muito de China. Deve ter... Será que os caras assistem lá na China? Deve assistir, mas deve ter. Alguns convidados que são contra a China, que vêm aqui, deve ter...

Pode ser? Acho que não. Tem que ver o contexto da viagem, para onde você foi, quanto tempo, se é um roteiro comum, se fez um roteiro diferente. Tudo isso é levado em conta. Você deu o exemplo aí, você tem uma pessoa nova em tudo, como é que você vai saber? Se a pessoa é nova em tudo, o padrão de viagem dela também vai ser nova. Se você tem uma pessoa nova em tudo e o padrão de viagem está sete, você fala, ué, o que está diferente? Às vezes tem uma explicação. E no caso dessa menina fazendo o caminho de volta?

dificilmente ela vai conseguir passar alguém com droga por causa de... Alguém entrando com droga entrando de fora com droga no Brasil 5 quilos, é muito difícil passar por causa do cachorro A gente faz um controle bastante apertado tem fiscalização com cão é tipo uma cebola são várias camadas porque justamente se uma não pegar você tem a próxima e tem a seguinte tem a seguinte Então eu acho que não vai ser

E o grande desafio é, como é que eu faço isso sem perturbar o resto? 99,9%... É porque parar todo mundo seria o mais seguro, mas imagina o teu sono. Não, seria seguro, mas imagina, você não está fazendo nada de errado, você está viajando, você é um viajante normal. E isso não é só...

De novo, não é só em aeroporto, não é só em voo regular, também na aviação executiva idem, mesma coisa. Tem um controle fortíssimo da Receita Federal em várias camadas, que por vezes não é visto. E aí também na fronteira terrestre, você passa a pé, se você vende ônibus, enfim.

Tudo que entra e sai do país, a gente verifica e controla. E vou mais além. Não é só no passageiro, porque é o que mais é próximo da nossa realidade, quando você viaja. Mas tem várias outras vertentes. Tem as encomendas internacionais, quando você compra um site lá na China. E tem o comércio exterior geral. Se você olhar para um porto, você vai ver milhares, na verdade milhões, 1.5 milhões de containers que entram todo ano no Brasil.

14 milhões de containers que entram por ano no Brasil, e são todos fiscalizados pela Receita Federal. Mas parando todos, abrindo tudo, olhando tudo que está lá dentro? Não, também com a mesma filosofia de gerenciamento de riscos, gerenciamento de dados, o que a gente vai olhar, o que a gente vai priorizar, o que é fraude, o que é comércio ilícito, mesma coisa com viajantes, mesma coisa com remessas internacionais, a filosofia é sempre a mesma.

O que muda são os dados, é como você faz, porque tem que respeitar a característica de cada trabalho que você está fazendo. Mas a filosofia é sempre a mesma. Ô, Vilela, eu queria voltar só no caso da menina, que eu acho importante dizer, porque às vezes ela faz esse vídeo, né? Como um incentivo para pessoas falarem, eu estou na pobreza, eu posso ganhar um dinheiro, alguma coisa. Na fronteira, a gente já pega muitos casos de meninas jovens assim.

que entraram com essa ilusão e não vai enriquecer, porque eles vão dar uma determinada quantia de dinheiro para você voltar. E quando você quer parar, você não consegue mais. A gente pegou muitas meninas... A pessoa consegue até passar uma vez e falar, era só isso que eu queria. Não, você vai continuar. Agora você tem que trazer. Então nós pegamos casos de meninas novas lá.

Em que elas disseram pra gente, olha, eu já nem sei mais o que eu tô levando. Eu recebo a informação pra vir pra tal lugar, pegar uma carga não sei aonde, que eu não sei nem o que tem, e levar pra outro lugar. E eu não tenho mais a opção de dizer não. E muitas delas, infelizmente, também são abusadas. São meninas jovens, bonitas, são abusadas sexualmente pelos traficantes lá e não tem mais como sair dessa vida. Então, definitivamente, é um caminho terrível.

Não vai ficar rico e muito pelo contrário. Pode acabar o preso ou daí pra pior. Acabar com a vida.

E a gente está falando, falaram para perguntar para você sobre drogas, né? O tráfico de drogas tem aumentado, tem diminuído, tem tativas? Como que está? Vocês têm os números? Olha, o tráfico de drogas, ele não para. Ele vai modificando o modo desoperante de acordo com o risco que ele vai percebendo. Se está tendo mais apreensão em um lugar, ele vai para outro, ele muda a forma de atuar.

O Brasil não é produtor de drogas, mas o Brasil é uma passagem. Nós temos alguns países vizinhos aqui que são recordistas de produção de droga e eles aproveitam o canal logístico que o Brasil tem, que é muito bom, muito importante, de comércio exterior, para passar essa droga com destino principalmente a Europa, a África e a Oceania. E a gente tem feito um trabalho especialmente em portos e aeroportos.

E nós temos percebido uma queda de apreensões, o que significa dizer que está havendo uma migração. Está havendo uma percepção de que esses locais estão bem vigiados, mas a droga não está deixando de sair, infelizmente. Está em outro lugar. Alguns anos atrás, a gente tinha recorde de apreensão, bateu 50 a 60 toneladas de droga nos portos.

Esse ano a gente chegou a um patamar de 17, no ano passado acho que foi 16 toneladas. Então, significa que deu uma estagnada nos portos, mas eles estão arrumando outros meios de remeter essa droga para o exterior. Então, não acaba. É um trabalho muito árduo e que também demanda atuação integrada entre a Receita e os outros.

Órgãos parceiros. E a gente tem que estar sempre também mudando o nosso modo desoperante para ir fechando as portas que eles vão chegando. Tem mais droga saindo ou mais droga chegando? Ah, muito mais droga saindo. É mesmo? Aqui é um caminho, então? Aqui é o caminho, né? É um caminho. O Brasil é o maior exportador de cocaína do mundo. O maior? Sem produzir. Sem produzir.

Eles veem a droga pelos países andinos, uma parte fica no Brasil, entra ali na fronteira esquerda, Peru, Equador, Lívia e Colômbia. São os grandes produtores mundiales. Uma parte fica no Brasil, outra parte é exportada para os mercados consumidores que pagam mais pela droga. Na Europa, o quilo de cocaína pura pode chegar a 50, 60 mil euros. Ou 70 mil dólares. E na Oceania ainda vai quase 100 mil dólares.

Então quando a gente vê, por exemplo, uma pessoa carregando 5 kg de cocaína, a gente fica, poxa, como é que pode a pessoa viajar com 5 kg de cocaína? Mas nós temos apreensões em portos brasileiros, em containers feitas pela Receita Federal, com várias toneladas de cocaína dentro do container. Qual foi a maior apreensão que a gente teve? Acho que 1,5, né? Em container. Não. Não, em container que eu me lembro foi 4.

É, quase 5 toneladas. 4,7 toneladas alguns anos atrás. Toneladas. Então, um container carrega um peso gigantesco. E você está falando, por vezes, de exportações legítimas do Brasil, que vai parar na Europa, vai parar em Portugal, enfim, nos países consumidores, que está ali contaminada pelo tráfego. Então, o tema é bastante grave. Se o clima pode bater 70 mil dólares, 4,7 toneladas, quanto que dá isso aí? Faz a conta aí. Vocês são bons de matemática. Faz a conta para a gente. É bravo. O que é a conta? 4.

4 toneladas. 4,7 toneladas vezes 60 mil dólares. Já, já o Biga traz esse dado. O que esse vídeo aí que ele vai colocar é o do reconhecimento facial? Isso, isso mesmo. Acho boa. Vamos lá.

Ah, esse é um vídeo antigo. Essa é lá da época do lançamento. Olha que beleza. Aí, olha. Ajax Câmeras de Reconhecimento. Guarulhos? Não, isso é lá no aeroporto de Brasília. Olha eu passando lá atrás. Jovem, consequente. Meio balofino. Alguns que me chamaram. Olha lá, eu reconheci. É você mesmo, cara? Sou eu, cara. Que desgraça. É. Um pouquinho, um pouquinho acima do peso na época.

A gente evolui, né? E aí é o seu sistema, que a gente trabalha por trás, desde aquela época. E a peruca? Está nesse vídeo? Pois é, a peruca, não sei se está nesse vídeo, eu não vi o vídeo inteiro, mas acho que não. Esse é um vídeo institucional. Cara, a gente usou uma parte desse vídeo, alguém tinha me dito que não era você. Sou eu, cara. Que era aquelas pessoas criadas por inteligência. Olha lá, olha lá. Como é que não sou eu?

Olha lá, que bonita. Pessoas usadas por inteligência. Inteligência é especial que é criada.

não existe um programa que faça isso. E nessa época eu tinha 27 anos, incrível, né, cara? É, incrível. Você botou o bigode, porque 100 era pior. Então, o bigode é a maquiagem do homem. Por incrível que pareça. Melhorou, viu? Deu uma melhorada. Por incrível que pareça.

E aquela história da... Acho que foi brasileiras que trocaram as malas ou teve algum problema com mala? Como que foi? Essa aí é a especialidade do Demarco aí. Em que etapa que... Trocar a mala? Não, vamos trocar a mala. Trocaram ou colocaram coisa dentro da mala dela? Trocaram as malas. Na verdade, trocaram a etiqueta, né? Pegaram a etiqueta delas e colocaram em outras malas.

Isso foi na Alemanha, né? Foi na Alemanha, elas ficaram um mês lá presas. Foi um problema que teve uma consequência de o controle ficar ainda mais restrito nos aeroportos. Porque o que acontecia antes é que eles imprimiam etiquetas. Imprimiam etiquetas e colocavam na mala. E aí a gente lá, isso lá em Guarulhos, que é o principal.

A gente fez um controle maior, proibiu e começou a criar registro de todo funcionário que tinha essa impressão. Então, antes, todo funcionário, todo exagero, mas boa parte dos funcionários terceirizados das empresas podiam imprimir uma etiqueta sem nenhum controle. Então, eles imprimiam e colocavam em qualquer mala. A partir daquele momento, a gente começou a fazer um controle de quem imprimia a etiqueta, ficava registrado e só o número restrito de pessoas.

Então você sabia que se você imprimisse uma etiqueta e fazer alguma coisa errada, iam chegar em você muito rapidamente. Aí eles começaram a roubar etiquetas das malas para colocar nas malas contaminadas deles. Foi nesse caso que isso aconteceu. Mas como você se protege disso? O aeroporto é todo filmado, isso foi rapidamente observado. Foi isso que salvou? Rapidamente observada, essa troca foi notada. E a época, isso aí tem um tempinho, já uns dois anos.

E na época a gente baixou uma portaria lá, a principal medida foi o controle de acesso e a proibição de uso celular em área restrita, que deu bastante... Problemas.

Problema, controvérsia. Problema não, mas controvérsia à época, porque foi, obviamente, por interesses das quadrilhas, foi disseminada uma informação que o passageiro não ia poder usar, que ia atrapalhar o serviço, mas é celular de uso pessoal e não é passageiro. É área de pátio e pista. Então, um servidor terceirizado, alguém que vai acessar aquilo para elaborar lá, ele está para fazer um trabalho, não tem necessidade de ficar com o celular pessoal, mas ele vai ficar incomunicável.

Não, não é verdade, porque tem todos os aparelhos das empresas, só que o aparelho da empresa deixa registro.

Então você pode continuar usando para o trabalho, só que vai ter um registro. Então, novamente, ele não vai fazer o tipo de comunicação, porque o celular dá muito a facilidade dele comunicar e fazer um fluxo muito rápido. O que? Para você abortar. Entregue para o local, deixa aqui, vai chegar até a hora. É uma comunicação muito rápida e dificulta muito você ficar. Uma parte inferior. 30 mil funcionários que tem no aeroporto, 300 mil pessoas circulando por dia.

O aeroporto é uma cidade pequena. Olha isso tudo aí. MacGyver está falando, ele parece ter 27 ainda, na moral.

Eu? É isso aí. Exatamente. É pago isso aí? Ele pagou pra alguém ficar... Obrigado, mãe. É o MacGyver. Obrigado, dona Vera. Felipe sem bigode existe neste mundo? Então. Ah, sempre bonitão o doutor Felipe. Ele tá pagando essa parada aqui. São pessoas diferentes aqui. A Sofia, Renata, Jesus, ele é bonito mesmo. Não coloca o nome de Jesus numa coisa dessa aqui.

E tem alguma coisa do Demarco aí? Não, só minha ainda. Cara, por enquanto tem do Demarco. O Magáver é só o Felipe. Quem? O Demarco. Ih, caramba. Esse é um tema delicado. Ok, ok. Achei. Isso aí a gente vai fazer cinco horas de programa, né? É, vamos deixar para o final. Então fiquem no final. Cinco horas de programa, a gente vai falar sobre isso.

Dizem. Eu botei no meu Instagram hoje, será que o Demarco vai falar? Aquele, será? Eu achei que a gente falava sobre trabalho, eu não sabia que aqui é o... Perguntaram aí nas redes, cara. As redes são soberanas. Capricho. E falaram ainda mais, perguntaram por que ele não fala tanto da vida pessoal dele. É mais profissional o Demarco? Porque ele é muito fechado, comentaram aqui.

Porque a gente está aqui representando a Receita Federal. A gente vem falar sobre trabalho. Não faz nenhum sentido eu vir ocupar um espaço aqui para falar da minha vida. Acho que ninguém tem interesse em saber na minha vida, o interesse é saber o trabalho. Eu acho que sim, viu? Nem eu sei da minha vida. O Renato falou, desculpe, me perdi, kkk.

Estou perguntando se a área recita vai voltar, já falaram que vai, né? Felipe sendo o karma do DeMarco. Caramba, os caras estão criando intriga aqui. Sendo o quê? O karma. O karma. Isso é verdade. Isso aí deve ser a minha mãe falando. É, deve ser. Deve ser.

O ar restrito nunca deixou de existir. Nunca parou. São quantas temporadas? Oitava agora. A gente gravou a oitava temporada. Cara, como tem galera que é fã disso daí. Que comenta, que faz react. O que será? Você que é um cara da mídia. Por que a galera gosta? Eu acho. Na minha opinião, não sei. O bigode aí. André também pode ajudar. Porque a galera tem curiosidade de saber os bastidores de alguns lugares. Um deles, eu sempre tive.

Cara, como que é que funciona essa parada? É aleatório, o cara não vai com a tua cara. E tem outros programas nessa linha, de fronteira. Tem um da Polícia Rodoviária Federal, que é essa fronteira, bem interessante. Um amigo meu é um dos diretores dessa série. Ah, legal. E eu acho que a galera tem essa coisa. Você acha que é por isso também?

Eu não sei, cara, porque como aquilo faz parte do nosso trabalho, eu fico sempre. É pra vocês, é o comum. Eu acho que é algo que é o dia a dia daquelas pessoas que passam, então assim, é algo que toca a vida. E tem cara de realidade, né? Mas é realidade. Então, mas tem a cara. Tirando a camisa rosa que foi ali, foi encenada ali pra ficar parecido comigo, o resto é realidade. Tirando aquela cena, quem é alguém que ia querer parecer com o Felipe?

Então aí o argumento já se vai todo. Mas o Brigaldi, o que você acha, cara? Por que você acha que a galera assistiu? Eu gosto de entender.

Sei lá, a galera viaja uma vez por ano Acho que a taxa de presença Tem gente que viaja muito mais Você viaja uma vez por semana Internamente Então acho que a falta de presença nos aeroportos Acho que gera interesse de saber Como que é o dia a dia E os B.O.s que acontecem lá Eu acho que está relacionado com isso também Para mim tem um fator importante nesse lado

Eu gosto de... concordo, mas a gente está falando de oito temporadas, né? E com a audiência aumentando, o interesse aumentando. O que é difícil, né? Oito temporadas, cara? Sim, e com a audiência da sétima temporada foi 30% maior do que da sexta. Não está cansando o pessoal? Isso, eu gosto de pensar também que eu acho que o trabalho que a Receita Federal faz, não só a Receita Federal, aparece também os órgãos parceiros trabalhando.

Eu acho que é bem visto pela sociedade, eu acho que é aprovado, mostra a seriedade, mostra que a gente devolve para a sociedade como que a gente aplica o dinheiro que a gente recebe, afinal o dinheiro vem dos impostos para manter todo o Estado. Eu acho que as pessoas se sentem representadas em ver que naquela parte o dinheiro, a contribuição dela está sendo bem aplicada e tem pessoas lá levando a sério o trabalho.

e desenvolvendo com o maior interesse possível em dar sequência, fazer um controle. No nosso caso, o controle é doaneiro, mas há vários outros tipos de controle do país e da sociedade. É o que eu sinto e é o que eu sentiria se esse. E as pessoas me abordam muito falando sobre isso. É bem comum. Vocês, se não participassem do programa, assistiriam o programa? Certamente. Ou é meu trabalho? Eu acho que é.

Não, a gente assiste. A gente assiste o programa. Eu assisto o programa. Vocês assistem? Eu assisto. Agora você vai assistir. O pessoal que trabalha no Raio-X, quando você está passando as bagagens, está subordinado a vocês? Tem a ver com o trabalho de vocês? Como que é? Depende. Existe o controle de segurança.

da aviação, que é aquele que você vai quando você vai embarcar. Aquele controle tem muito mais a ver. Tem um controle aduaneiro da Receita Federal, mas aquela questão de tira o sapato, olha o cinto. Eu tive problema com bateria, mudou a lei lá na China. Não sei aqui como estão as baterias lá, agora tem que ter três Cezinhos.

É CCC. E eu tinha umas antigas que é, sei lá, CE. Cara, deixei umas seis baterias dessas. Voltada para a segurança da aviação. É, o controle de segurança. Isso é legal da gente separar uma coisa da outra. Não tem a ver. Nada a ver. Isso é feito por um órgão responsável pelo controle de segurança aeroportuário. Mas nada que passe lá pode acender uma luzinha para vocês.

Sim, sim, vai. Porque existe o controle aduaneiro. Mas, por exemplo, o fato de você embarcar e tirar o cinto, tirar o sapato antes, não é um controle aduaneiro. Não é uma determinação da receita. Aquilo é para garantir que quando você vai acessar o avião, você não esteja carregando nenhum tipo de produto perigoso. Liga, aquele vai ser dos líquidos. Exatamente. Essa é a função primordial desse controle. É diferente de quando você chega, você desceu do avião, então assim, você não oferece mais um risco para o avião, porque você desceu do avião.

Aquele controle é um controle aduaneiro de entrada de bens no país. Então vai ser verificado se você ao chegar no país está oferecendo algum risco, trazendo contrabando, descaminho, produto perigoso, alguma coisa. Essa é a diferença dos contextos. Mas a Receita Federal também trabalha na saída. Sim, com certeza. Também tem um controle aduaneiro de saída do país. Por exemplo, você tem um limite de dinheiro em espécie que você pode levar, acima disso você tem que declarar para a Receita Federal, tem o controle de fauna, flora, de coisas que você pode tirar do país, de patrimônio histórico, etc.

Então acontece sim. Todo tipo de mercadoria, metal precioso, ouro, infelizmente, é bem comum. A exportação de ouro é ilegal, com certeza. É destruição do meio ambiente para extrair ouro e isso é exportado. Então por vezes como é metal precioso, é pequeno, de alto valor, as pessoas colocam no bolso ou fazem bijuteria, fake, colar, mas aquilo é uma exportação de ouro ilegal.

E aí tem o controle aduaneiro da Receita Federal para não deixar isso acontecer. Também na saída de pessoas e bens. Então a Receita controla exportação e importação. E a própria questão do entorpecente, que nada mais é do que a mercadoria proibida. É uma mercadoria proibida. Igualzinho um contrabando, é a mesma coisa.

arma, é tudo a mesma coisa. Então a gente faz esse controle de mercadoria, as lícitas e permitidas. Você tem alguns parâmetros, às vezes tem um tributo a ser pago, às vezes tem um controle de um órgão anuente. Por exemplo, você mencionou a questão do medicamento, tem uma anuência da Anvisa, mas se ele é lícito, ele entra. E tem as mercadorias que são ilícitas e várias categorias de mercadorias ilícitas, o entorpecente é uma delas.

E também semente, né? Exatamente. Tem várias categorias. O trabalho da receita é bastante amplo na área doaneira. Aliás, é isso que traz uma diversidade na nossa atuação e faz com que boa parte das pessoas que trabalham na doana, dentro da Receita Federal, sejam apaixonadas pelo trabalho que fazem, entendeu? Isso é bastante interessante, porque é bem dinâmico, é bem diverso. Todo dia alguma coisa diferente que você tem que controlar, que você aprende, que você verifica. É algo desafiador, mas muito legal.

Até na saída do país, tinha uma corrente antes, alguns anos atrás, que perguntava por que a Receita se dedica tanto a, por exemplo, parar a exportação ou o tráfico internacional de drogas saindo daqui, já que essa droga estaria indo para a Europa e seria um problema deles.

Só que o rastro todo de violência, de poder das organizações criminosas fica aqui. A droga passa por aqui, a cooptação dessas meninas, de pessoas, a disputa entre facções, a morte lá entre eles. Ou seja, toda a violência e as consequências ficam aqui no país. Então a gente tem sim que coibir essa passagem para lá também. E aquele caso dos relógios que saiu na mídia também?

Sobre essa definição do que é IT pessoal, do que não é. Como que a gente define o que é IT pessoal? Eu posso voltar com o relógio no pulso só? Um celular? Como que funciona isso? Estou vendo esse seu Cartier Santos no pulso. Hoje? Então. Comprei hoje. E tudo declaradinho? Trouxe lá da China? Como é que foi? Não, aqui. Te gravou hoje com um dealer de relógios. Um dealer? Daqui a pouco vai estar no nosso canal. Já faz propaganda do cara? Faço, né? Faz, né? O deal, né?

Dio. Dio? Dio, chama Dio. Comprei esse cartier aqui com ele. Mas como que é? Eu posso viajar então com esse cartier desde que eu prove que eu comprei aqui, certo? Vamos lá. Tudo você pode, você está falando saída ou chegada, você pode usar todos os seus bens. Se você pegar a legislação, ela vai falar que um bem está regular. Se você tem o comprovante da regular aquisição no Brasil, que me parece ser o caso desse cartier do Dio. Certo.

Ou o comprovante da regular importação. O que é o comprovante da regular importação? Se ele teria tributos a ser recolhido, você tem um comprovante de que você recolher. O comprovante é modo de falar que hoje o mundo é todo digital, a Receita tem todos esses... Tem esse rastro. Exatamente, esse recibo de controle. O que existe muitas vezes de confusão é porque a legislação é bem...

Não é assim muitas vezes que é visto, mas a legislação é entendida como bem permissiva em relação ao que você pode trazer. Porque a ideia não é você ir lá no exterior comprar produtos para trazer para o Brasil. Isso não é uma ideia da Receita Federal, isso é uma ideia de país. O Receita Federal não faz a legislação. Faz a legislação é o Congresso. Exatamente, a gente segue a legislação. Então a legislação posta é essa. O que existe?

Um entendimento, uma isenção tributária, que é o não pagamento de tributos necessário, se você comprou algum bem para usar no exterior e está trazendo. Então o relógio é só um exemplo. Calçado. Qualquer bem que foi necessário para a sua viagem, você está trazendo e utilizar. Então você não tinha o relógio lá, o seu relógio quebrou. E você vai ficar cinco dias, sei lá, você comprou. É perfeitamente natural você comprar um relógio.

Então, na verdade, você não está fazendo uma importação para uso no Brasil. O uso no Brasil é uma consequência. Você comprou um relógio lá, uma camisa, um sapato, o que você quiser imaginar e está trazendo para cá. Isso é uma consequência. Por isso que a legislação fala em necessário a viagem. É diferente de você comprar um bem com interesse de trazer para cá e usar. Então, você não tem necessidade. Você ficou, sei lá, três, quatro dias e aí você comprou cinco casacos. É.

Não tem necessidade de cinco casacos. Ainda assim, cinco casacos você pode trazer para você. Você não necessariamente vai vender cinco casacos. Mas você trouxe com o intuito de usar no Brasil. Beleza. Você entende que essa importação seria uma concorrência ao comércio nacional. Então, se paga um tributo para ter uma equivalência. Essa é a ideia. Então, a questão do tributo, no caso da aduana, não é arrecadar.

É um controle em relação à economia do país. E, novamente, esse controle é determinado pelo país. É determinado pelo eleitor quando ele vota em alguém que tem a proposta. E a minha proposta é essa e essa. E é um tema mais complexo que eu acho que não é o meu. Mas de maneira prática. Por que eu estou falando isso? Porque teve um problema de um cara que estava com um relógio, sei lá, um Rolex da vida, e estava com o Apple Watch.

Isso. E aí foram considerados dois relógios. E aí ele entrou com o processo dizendo que um era...

Tipo um celular, não é um relógio. Exatamente. Aí é uma outra questão, é que o Ben não seria idêntico. Então ele não estava com dois relógios, considera um aparelho eletrônico com uso diverso, que não seria somente o de Veores. Aí é uma outra questão. É um device, né? Exatamente. E o lance de caixa, você traz o Ben com a caixa?

Tem o lance da caixa e tem aquele clássico, deixa eu tirar a etiqueta, porque a receita não vai pegar, tira a etiqueta de tudo e tal. Eu sempre tive essa dúvida. Eu não vi... Eu acho legal que ele tem a dúvida e tem a resposta. É, tirar as etiquetas... Não, outra coisa, eu não sei se eu vi no programa de vocês ou algum vídeo de alguém contando essa experiência que trouxe o relógio, mas não quis tirar os adesivinhos do relógio. E isso fez a diferença.

Então. Ah, então não é o espaço pessoal. Por que você não tirou os adesivos do relógio? Sabe que eles protegem a pulseira. É bem interessante. Eu sempre tive essa dúvida, o negócio da caixa, da etiqueta. Ô, Demar, como é que funciona isso? Mas você... Explica para a gente. Você vai tomar o lugar do bigode aí. É, olha só. Ele pagou o superchat, né, agora. Vamos lá. Como funciona? Não faz diferença. A base é isso que eu te expliquei. Ah, então é lenda essa parada? Sim.

completamente lendo. É o que eu te expliquei da legislação. Se está em caixa ou não e está em uso, foi necessário para a viagem, ok. Se não foi necessário para a viagem, vai ser tributado. Então, a história dos cinco casacos. Você tirou todos os cinco casacos da caixa. Três dias você necessita de cinco casacos? Não.

Depende. Essa que é a grande questão. É, caso a caso. Depende. Você foi para um país muito frio, depende do contexto. E aí você teve um casamento que você usou um, e aí você saiu no outro dia, usou outro. Aí você verifica, porque é muito complexo você falar...

lato senso sobre as regras que se aplicam a todos os casos, porque cada caso é um caso específico. Mas você sabe que você estragou a minha fiscalização, porque eu perguntei para o passageiro aqui se precisou de cinco casacos, ele falou não. Aí você falou depende. É, aí já vai estar dando argumento para a galera. Você está trabalhando super bem entrosado, trabalhando em conjunto aqui. O lance do iPhone que eu vi no episódio de vocês, que o iPhone não tinha nem...

Ou estava sem chip ou não tinha nada, assim, não estava... Não estava funcional.

Não está funcional, exatamente. E ela falou, é para o meu uso pessoal e tal, mas claramente não estava usando. Exato. Aí não se aplica a essa necessidade. Ela pode trazer, mas se tiver tributo a ser pago, tem a isenção de mil dólares. Caso passe o valor, tem esse detalhe. E isso é um caso interessante que a série mostra muito bem.

É a questão da entrevista. Então você vai perguntando várias coisas, por vezes você pergunta a mesma coisa, em momentos diferentes, outras pessoas. Você vê que a pessoa mudou. Não, esse relógio, esse celular eu comprei, sei lá, dois anos atrás. Aí eu falo, mas por que não tem nada instalado? Exato. Ah, não, eu comprei esse ano. Aí ele até fala, você sabe que você está mentindo. Tem todo um flow. Tem todo um fluxo. Corta ele, por favor.

Ele fez propaganda do nosso cliente. Corta o meu áudio. Errei, meu lado, foi mal.

Ainda bem que é gravado, a gente... Não é, é ao vivo, cara. Estamos ao vivo. Não tem como cortar. 8 e 18. Mas tem esse... 8 e 18, não quero dar o horário. Exato. Tem esse fluxo ali. Olha os caras que estão anotando tudo, tudo aqui. Não, mas tem esse fluxo de conversa, porque, na verdade, você quer saber a realidade dos fatos. No final das contas, é isso que você precisa saber. Qual é a realidade dos fatos para você aplicar a legislação de maneira... Eles falaram aqui, se tiver dois celulares funcionais.

Não, aí de novo, depende. Depende da história. Depende. Depende do contexto de uso pessoal. E aí depois, muito pouca coisa é proibida. Então você pode trazer. Você pode trazer um presente. Você pode trazer um presente. Só que aí, nesse caso, estaria sujeito a um limite da cota. No caso, a área é mil dólares. E que acima desse limite, você tem que pagar um imposto.

daquilo que excede aquele valor. Então não é que não pode trazer, você pode trazer, mas aí você se sujeita à cota. E aí é muito engraçado a definição de cota, que isso é muito interessante. Falaram, eu posso trazer sem pagar imposto acima de mil dólares, é uma isenção que eu tenho. Não é bem assim. Esse valor é calculado...

de forma que abaixo desse valor não vale a pena a fiscalização e a tributação abaixo dele. Acima daquele valor, aí sim já passa a ser algo que vai influenciar de maneira significativa no mercado interno do país.

Só para fazer uma observação em relação a isso, que eu fiz uma continha rápida aqui para ter o número, que se acha, que se imagina que passageiro é uma coisa irrelevante. Pegando mais ou menos a média de passageiros que a gente teve... Está falando em relação ao mercado, de afetar o mercado. Exatamente. Internacional, a gente está falando mais ou menos de uma isenção tributária de 25 bilhões de dólares.

Cara, não é tão irrelevante. É que a pessoa, em geral, pensa em si. Só nela, né? É só um celular. O que deveria fazer para a indústria nacional? Exatamente. Então, assim, não estou dizendo que tem aqui ter ou tem aqui não. Estou dizendo que não é irrelevante. Então, tudo isso tem que entrar numa conta econômica que se faz. Se abre ou se fecha mais. O Felipe comentou aqui no começo sobre remessa expressa.

A gente tem a isenção, tem a questão da tributação, novamente, definido pelo Congresso, a gente só aplica. Os Estados Unidos, quanto é que era o valor isento de remessa expressa dos Estados Unidos até pouquíssimo tempo atrás? Não, era alto, era bem alto. 800 dólares. Era bem alto. 800 dólares. O que é isso? Até 800 dólares você podia comprar, se as compras internacionais pequenas, pacotes, você podia comprar até 800 dólares nos Estados Unidos, você pagava zero de imposto.

zero de imposto. A partir de dois anos para cá, é zero o valor da isenção. Ou seja, tudo que você traz tem algum imposto. Não tem valor nenhum. Não é só substituir o mercado americano pelo que vem de fora sem imposto. Porque é o seguinte, tudo que os países exportam, tudo, mercadorias, tudo, tudo que o país exporta não tem imposto no país de origem.

O conceito da exportação é você vender sem imposto. E o imposto a gente cobra no país que importa. Por isso que a gente importa, tem lá, tantos por cento de IPI, tantos por cento. E o planeta Terra funciona assim. Então a gente vai exportar soja, vai exportar um computador, ele vai sair daqui sem imposto, ele vai sair mais barato.

Para concorrer. Exatamente. Então todos os países são sem impostos. Então todo mundo teoricamente estaria na exportação, estaria no mesmo nível. E a diferença seria na sua capacidade de produzir ou não produtos mais baratos. E o imposto é cobrado no país de destino. Quando você tem, no caso da remessa expressa, que era o caso americano que o Demar colocou,

um limite de isenção muito alto e sem um limite de quantas vezes você pode comprar, na verdade você está trazendo bens sem impostos para o país. E se isso é bom ou se isso é ruim, a Receita Federal, no caso do Ana, nossa e deles, não entra nesse mérito de se é muito imposto ou pouco imposto, mas de todo mundo estar no mesmo nível de competição. Então eu não posso ter aqui do lado uma empresa pagando 30%, 40% de imposto e do outro lado eu compro o mesmo produto sem imposto.

porque é uma concorrência predatória. Então esse é o trabalho. Dado que há um nível de tributação X, que é decidido pela sociedade brasileira e não pela Receita Federal, o trabalho da Receita Federal é garantir que todas as regras são aplicadas de forma econômica para todos.

Esse é o nosso trabalho. E aí discute com a sociedade a questão tributária do país, que é uma outra questão, mas a gente participa muito dessas discussões. Eu só quis puxar o ponto aqui, porque hoje, principalmente, já falei isso outra vez em relação à rede social, o bom de rede social é que você facilita e universaliza o acesso e a troca de debate.

O lado não tão bom assim é que pessoas sem conhecimento começam a afirmar coisas como se verdades fossem e simplificando problemas e situações complexas. Problemas e situações complexas não tem solução simples. É só no desenho de criança. Na vida de adulto não é assim. Problema complexa tem solução complexa. Você está falando de alguma coisinha específica? Eu estou falando em relação a essa questão tributária. Ah, então reduz, tira tudo, não cobra nada, deixa eu trazer minhas coisas todas lá. É, mas isso influencia.

nas empresas que funcionam aqui, no salário que você ganha para depois viajar e comprar as coisas, não é tão simples assim. Tem essa concorrência que o Felipe falou, enquanto a carga tributária é tanto, aí o outro não vem, mas é mais fácil. Talvez lá seja mais barato, porque você trabalha 350 dias por ano, tem 10 dias, se é que tem 10 dias, às vezes tem um dia de folga por ano, trabalha numa jornada de 12 horas. Como é que você compete com esse custo muito mais barato de mão de obra?

Você quer fazer igual, você quer como trabalhador trabalhar 12 horas por dia e ter um dia de folga por ano? Você não quer. Será que esse é o modelo? Então, assim, são coisas complexas, não me cabe aqui defender A ou B, só estou dizendo que a situação, a discussão não é tão rasteira e tão simples assim. Ah, não cobra nada, se querem pegar um monte de dinheiro, não é tão simples assim enquanto o país.

Ô, Bigoda, tem algum assunto? Eu ia responder oi. Você tem algum assunto do que já foi falado ou a gente já pode mudar de assunto? Acho que sobre o assunto que vocês já comentaram, já acabou tudo aqui. Mas manda uma, só para saber. A galera está perguntando bastante sobre concurso. Como faz para trabalhar na Receita? Quais concursos existem? Como é edital? E quando abre o próximo? As matérias, etapas do processo, etc. Estão ligados que vocês aumentaram a procura.

na área, vocês estão ligados. Isso é uma coisa muito legal. Isso é muito legal, muito legal mesmo. Porque a gente tem um orgulho muito grande de trabalhar na Receita Federal do Brasil. Eu, pessoalmente, me orgulho muito ser agitador. Vocês demonstram isso também nos vídeos. É muito legal, apesar de como a gente estava falando no tema anterior, por vezes a alma se cobra impostos e tudo mais. E não é bem esse o trabalho da Receita.

Faz parte do nosso trabalho também, mas traz muito orgulho e um senso de muito...

um orgulho ainda maior de fazer parte da doana do Brasil, que é uma parte da Receita Federal, uma parte muito importante da Receita Federal, por causa do tipo de trabalho que a gente faz e a proteção da sociedade que a gente exerce todo santo dia. Então, eu sinto muito orgulho.

da série ou do nosso trabalho repercutir de forma positiva e isso se reverter em vontade das pessoas em se juntarem a nós. Eu acho isso é uma das grandes questões positivas desse processo de comunicação, de estar aqui no seu podcast, que é um que apesar de estar te fiscalizando ao vivo aqui, mas é o ósseo do ofício. Ele já tirou o relógio.

porque as pessoas nem sabiam dessa possibilidade elas não sabiam que podia eu acho que algum tempo atrás a pessoa não sonhava em ser auditor da Receita ou analista da Receita uma coisa muito importante que veio para o programa foi isso, você vê pessoas jovens com vocação de virem para a Receita

Qual é o perfil, normalmente, das pessoas que procuram esse tipo de trabalho? Tem? Você sabe que foi muito engraçado. Mais homem, mais mulher? Não, é bem dividido. É bastante dividido. Foi engraçado que a gente teve um tempo muito longo, sem concurso para a Receita Federal. Foram 10 anos sem concurso. É, foi muito tempo. Então, a Receita tem hoje muitas pessoas se aposentando, já saindo um quadro, um quadro reduzido. Então, a gente precisa de muitas...

Muitas... Arejar aí os quadros de pessoal da Receita Federal do Brasil, os concursos vão sendo disponibilizados na medida da possibilidade. Mas os quadros são o aditor fiscal e analista tributário da Receita Federal. Também tem os ATAS, que é um quadro do Ministério da Fazenda, que trabalha junto com a gente. Mas esse é essencialmente isso. Respondendo a pergunta específica, é concurso público?

Então, precisa ter o terceiro grau, terceira faculdade. Não precisa ser uma formação específica. Qual que eu estou? Aqui? Não precisa ser uma formação específica, então, qualquer terceiro grau. Inclusive, isso é uma característica que a gente gosta muito na Receita, porque a gente tem uma diversidade de conhecimento e de perspectivas. Acho que isso enriquece muito a instituição.

Já falei isso, inclusive aqui, da outra vez que estive aqui, a minha vida é uma antes da Receita Federal e outra completamente diferente depois da Receita Federal. Valeu cada esforço, tem que estudar bastante, tem que estudar bastante, eu estudei bastante e vale cada esforço, cada dia é uma realização, brincadeiras à parte, a gente brinca bastante, mas sempre com o intuito de ter um...

um ambiente saudável, de chamar a atenção, que os assuntos sérios não precisam ser tratados sempre de forma pesada e chata, mas a gente tem muito orgulho do que faz e é um ambiente muito agradável de se trabalhar. Eu sinto claramente um propósito no que eu faço, eu sinto esse retorno claramente. É difícil trabalhar todo dia se você não tem um propósito. É verdade. E esse reconhecimento que a gente recebe cada vez mais todo dia, ele traz muito isso.

É um prazer e eu acho que quem está nesse caminho, nesse esforço aí, eu posso garantir que vai ser recompensado. É verdade. Todo santo dia é um reconhecimento novo. É muito bom. Muito bom. Isso é bacana. E isso que o Demar colocou, cada um é formado em uma coisa diferente. É diversas... Eu sou navegador. Sou formado em Ciências Navais. Olha só.

Era da Marinha, que não tinha vocação de ir para a Receita Federal, mas depois de ter um certo contato e você ver o trabalho... Eu acho que seria legal você dar esse depoimento aí, Rafa. Quando você me viu a primeira vez no programa, você se emocionou, chorou. Entraram no programa. Lá na Marinha. O cara escreveu cartinha para mim. Estou aqui embarcado, sozinho. Eu escrevi cartinha. Se tivesse superchat, ia pagar alto para perguntar como é que entrava.

Mas eu nunca perguntei se você era solteiro. Ah, isso aí a gente vai saber. Eu percebi que ele tirou a aliança, então eu acho que... A galera percebeu os detalhes, cara. A gente está falando de Receita Federal. A gente ainda não deu 5 horas de programa. Presta atenção no papo, você que está aí. Depois você pergunta a aliança. Presta atenção no papo. Mas conta a sua história.

Essa história para contar? Posso contar? Da cartinha, claro que pode. Depois de ver o Demarco lá, eu fiquei emocionado. Na verdade, o programa não existia ainda, mas por ser da Marinha e ter contato com o Porto, aí eu pude ver o trabalho da Receita, algo que era mais desconhecido, não tinha um programa de tanto alcance quanto tem agora.

e vi o quanto que era bom trabalhar na Receita e decidi estudar. E foram alguns anos de estudo. Eu fiquei 10 anos falando que eu era do último concurso, que eu fiz o concurso em 2013. Até pouco tempo atrás eu era do último concurso. Tivemos agora um ano atrás, um ano e meio atrás.

Um ano e meio atrás. Um ano e meio. Então acho que está na hora de ter outro. Então pessoal, vamos estudar e vamos nos preparar, porque eu sinto que está chegando. E outra, aproveitando, tem o radar dos concursos, do Estratégia. Para você ficar ligado ao concurso mais perto de você. Exatamente. O Felipe já tem 72 anos, ouvinte. O Felipe está quase se aposentando. O Felipe, a sua câmera é essa aqui? O que é que tem? Acho que você tinha que pedir para o ministro para ver se ele aprova um concurso para a gente. Muito obrigado.

É o seu sapato marrom que o pessoal está falando? Ele trocou o sapato marrom. Falaram de que século é aquele... Só tem sapato de calça marrom. Por um acaso eu estou usando sapato marrom, mas eu comprei um preto. A galera fala em ser sapato de que ano. Comprou, mas não usa, né? Eu comprei um sapato preto, mas tem certa dificuldade de usar o sapato. Outro dia ele me explicou que eu estava de terno preto, ele disse para mim que terno preto só se usa em um funeral.

É isso mesmo. E eu estou errado também, então? Todo mundo sabe disso aí. Eu não sou de biana, não. Pode botar aí, vocês vão ver. Eu falei, mas qual é a cor que pode fazer com o mineral? Só marrom. Só se usa sapato e calça marrom. É, o armário dele é igual do Cebolinha. Todo mundo sabe que só se usa sapato marrom. É isso.

Tem que fazer uma consultoria de imagem aí. O Demarco precisa de gente mesmo. O Demarco, se o pessoal entrar no meu Instagram, vão ver o vídeo que a gente soltou hoje lá, e façam um julgamento da roupa. O pessoal recebeu mensagem assim, Felipe, por favor, não deixe o armário cuspir no Demarco desse jeito que estava. Qual que é o teu arroba? Eu já vou seguir aqui. Não, é pior que... Felipe M. Moraes. Pior que eu estava numa combinação um pouco, eu estava com a camisa meio amarela. Você estava com a camisa amarela, com o blazer...

De cinco anos atrás. Estava começando a fazer consulta aí. Está difícil, cara. Está difícil para você. Mas tu não imagina também. Aquele dia a gente gravou até tarde, à noite, depois do negócio de manhã. Estava meio perdido. Mas você trocou o seu sapato depois de um programa, né? FelipeMoraes.fmm. Ah, tá. Porque apareceu outro cara aqui. FelipeMoraes.fmm. FelipeMoraes. Já tem fake aí. Moraes. Não, esse aqui é o meu original. .fmm. Tá.

Ruim o nome, né? Preciso trabalhar nisso. Principalmente o Felipe. FelipeMoraes.bigode. Agora tem que assumir o bigode. Mas aí a roupa do vídeo de hoje estava complicado, mas ele está melhorando. Só comprar um sapato marrom para ele. Todo mundo sabe. Dá um up no... Eu tento ficar falando de trabalho, outro fala da minha roupa, outro fala da vida pessoal. É difícil. Bigoda, manda aí.

Vamos lá. O Lucas perguntou como é que funciona o Tax Free para diminuir as taxas em compras na União Europeia.

Que legal, cara. Dá para falar do projeto aí. Esse é um assunto interessante. Aliás, com a reforma tributária, o Brasil também vai ter um tax-free. Isso é uma pergunta boa. Reforma tributária... Eu falei exatamente isso. Isso, não. Aliás... Não, porque ele está perguntando da União Europeia. Dá para dar o gancho. Não obriga. Mas o que é... Obrigado. Estou perdido, estou perdido. Não, é o seguinte. Quando você compra alguma coisa em alguns países, e você é um turista estrangeiro,

Você paga o imposto normal, você vai na loja, vai imaginar que seja 20% de imposto. Você compra o negócio por 120, desses 120, 100 é o valor do bem e 20% é de imposto. Quando você é um turista estrangeiro, você consegue receber até tudo daquele valor de volta, daquele imposto de volta, para fomentar que você compra as coisas naquele país, etc.

E tem um processo ali. Você compra, você preenche um formulário. Vai no aeroporto. Vai no aeroporto. Tem uma banca. É, tipo tax-free. Fica lá na fita. Isso. Aí a doanda faz parte desse controle também. Porque ela assegura que aquele bem saiu do país. Porque eu estava falando há pouco tempo que tudo que é exportado não tem imposto. Então é isso. Na verdade você está recebendo o imposto de volta, mas você tem que exportar aquele bem. Você tem que levar ele para fora.

Então aquele bem chega a ser imposto no Brasil e entra nas regras tributárias brasileiras. E a gente tem uma troca de informações com vários países em que essas informações são recebidas pela duana do Brasil. Porque não significa que se você saiu sem imposto do país, vamos imaginar que você saiu de Paris. Comprei um Cartier Santos lá no Cartier em Paris, qualquer coisa.

recebi meu imposto de volta. Esse bem pode ser tributado no Brasil, a depender da regra, daquilo que a gente estava comentando. Então a gente recebe aquela informação. Ela comprou tal coisa por tantos mil euros. Se você precisar fazer a declaração e não fizer, a gente imediatamente já sabe. E o que eu estava falando da reforma tributária é que o Brasil vai ter um programa de tax-free também.

Então os turistas estrangeiros, quando comprarem bens no Brasil, vão receber de volta parte dos impostos que eles pagaram. Hoje a gente não tem esse programa. Só que eu acho que ele vai ser muito melhor tratado do que a gente é.

Não, com certeza. Como o Brasil está implementando agora esse sistema, é uma sistemática completamente moderna. Bem mais... Sem fila, sem ficar parado lá esperando. Sem papel. É tipo papel. Essa é a vantagem de implementar por último, porque você já implementa com alta tecnologia. Esses países já implementaram há muito tempo atrás. É para mudar depois que implementar. É bem difícil. É bem difícil.

Então essa é a história do Tax Free. Então a gente tem um dos melhores controles de viajantes do mundo, um dos três melhores, e vamos ter um dos três ou o melhor sistema de Tax Free. A única pena é que a gente, como brasileiro residente, não vai poder utilizar ele. Vai utilizar ele. Fala, bigoda.

Ana Júlia Carvalho, ela perguntou assim Como são treinados... Fala cantando, né? Ana Júlia Carvalho Essa é a música? Ana Júlia Ele cantou bem nada, cara É novinha assim É difícil A gente falou aqui Não, porque a Luciana Gêneis falou

Quem é a Luciana Gimenez? Não, é sério. Não é sério, Lênin? Não, ele não sabe. Não é possível. Tem muita coisa que ele não sabe, cara. Tem convidado aqui que ele, assim... Quem é esse cara? Eu falo, não, não é possível. Eu te entendo. Ah, não, mas isso ele fez mesmo. Quando o Felipe chegou aqui hoje, ele falou, quem é esse cara? É que não saiu a série. Que esfarça ainda, amigo. Manda aí. Ana Júlia Carvalho. Não, cantando.

O Ana Júlia. Que bonitinho, né? Como são treinados os cães que descobrem a presença de drogas. Ó, isso aí é um tempo rápido. E se eles têm carga horária também? Aí, ó. O cão tem uma vida muito melhor do que a nossa. Ele é bem tratado? É, bem tratado, as baixas com ar-condicionado.

Ele é viciado? Não, não é viciado. Tem essa dúvida do pessoal. Na verdade ele é viciado em brincar, em brincadeira. Para o cão, a gente tem um centro de cão de faro de treinamento em Vitória, ele treina como se fosse uma brincadeira. Então há uma associação de um brinquedo, geralmente a gente usa uma bolinha, uma bolinha aquelas de tênis, que é mais fácil de encontrar, e começa a associar o cheiro dessa bolinha ao cheiro da droga que a gente quer que ele indique, ou das drogas que ele quer que ele indique.

Ou de qualquer coisa, né? Ou de qualquer outra coisa. A gente já começou a fazer agora, preparar um cão para farejar dinheiro. Inclusive vai ficar comigo esse cão aí. Esse cão vai ficar com você? Dinheiro tem um cheiro? Tem cheiro. Aí você vai pegar de moeda. Todo o dinheiro é meio parecido?

Sim, sim, é parecido. Por exemplo, o dólar vai ter um cheiro característico. Para o cão, sério? O cheiro do cão é como se fosse a visão para a gente. É muito apurada. Então ele vai conseguir diferenciar o cheiro característico dos dólares. A gente pega dólares de várias safras, tritura. Isso com autorização do Tesouro Americano. A gente tem uma amostra.

E o cão passa a farejar aqueles dólares. Então quando ele for para o campo, ele já vai encontrar. Ele fareja e ganha um presente. E ganha um presente. Aí é que está. Toda vez que ele acha alguma coisa, você tem que dar uma recompensa para ele. Porque aí ele vai continuar caçando aquilo que ele sabe que ali ele está atrás do brinquedo.

O cão de dinheiro, o cão para farejar dinheiro, o fundamental é que ele não seja ganancioso. Porque se ele começar a cada vez querer mais presente, vai levar a gente a falência. O cão passa de Porsche, fala, aquele lá, ele... Esse cão aí, aí tem que ir para a farejadoria. Esse farejou, ele cheia dos relógios, um negócio de ouro, pingete.

Esse é o cão de dinheiro. O cão com parede a droga. Todo magrinho, pelado, tardinho. Esse é o cão da droga. Pessoal concurseiro aí, nós tivemos agora na última formatura, a maioria dos colegas que virou condutor de cão de faro é do último concurso. É mesmo? Então já entraram quem tem essa vontade. Na Receita também tem esse trabalho que é muito legal.

Como é o nome do nosso conjunto que farei de dinheiro mesmo? Lion. Eu tenho uma foto dele aqui. Se você quiser botar. Bota aqui embaixo. Tem aqui? Dá para botar? É o contrário. Aí, olha. Olha o Lion aí. Olha o Lion. Aqui embaixo. Isso aqui é a foto do condutor.

é o cachorro ninguém quer saber de cachorro ninguém sabe quando eu quero não quer saber de cachorro e ele vai uniformezinho ele tem um uniformezinho né o formato da Receita Federal que legal olha que bacana e nos aeroportos agora eu tô trocando a raça do que eu falo tem uma raça preferida mas

Mas tem algumas raças que elas têm que ter características e o cão tem que ter aquele espírito caçador, né? Você tem o pastor Malinois, tem o pastor alemão. Só que a gente percebeu que para o aeroporto, esses cães também têm aquele porte que assusta, né? A pessoa fica com medo de chegar perto, vai ser mordida.

Então nos aeroportos a gente está começando a trocar por outras raças. Uma delas o Border Collie. Que é uma raça mais amigável. Um cachorrinho pequenininho. Não sei se vocês sabem como é o Border Collie. Todo mundo sabe. Qual que é a foto que você tem aí? O Biga vai achar aí uma Border Collie. Já tem alguns aeroportos. Um Guarulhos já tem. E em Brasília. E a gente já vai começar a distribuir para os outros também.

E eles todos têm nome, né? Eles são muito bem tratados mesmo. O negócio da baia com ar-condicionado é verdade. É verdade? É, em lugares muito quentes. A última bodecora, o nome dela é Van Gogh. Van Gogh? Porque não tinha morelha? Não, porque ela é toda pintadinha lá. Parece uma obra de arte. É, então. Se o cachorro, se o cão fica na... Aí, ó. Olha lá.

Se o cão fica na viatura esperando começar a atividade, a viatura fica ligada com o ar-condicionado ligado. Vai eu ficar esperando na viatura parar de começar a atividade para ver se o motor te deixou ar-condicionado? Se quiser, abaixa o vidro e sorria. E tem uma história muito interessante do cão de faro, que é muito boa. Porque, como o Rafa falou, eles procuram o brinquedo. Ele não está procurando a droga. Ele associa aquele cheiro ao brinquedo.

O pessoal está perguntando. Não tem aquela parada... Ele não pode brincar com o cachorro.

É, porque senão você distrai ele, né? Você não pode tocar. Porque ele está ali brincando. E aí foram fazer uma operação na carga com três cães. Agora nós vamos pegar droga em carga, né? Carga, então você está falando de containers grandes, ou de carga aérea e uns pallets gigantescos. E aí sentou o primeiro cachorro. Nossa, o cachorro sentou e travou, né? Nossa, e traz o segundo para a gente confirmar. O cachorro...

Na hora, pum, ficou vidrado. Traz o terceiro. Aí trouxe o terceiro, vidrou os três. Ah, aqui tem coisa. Vamos abrir. Quando abre, era um pallet de brinqueiro de cachorro. Os cachorros não estavam errados. Imagina o dono se cagando todo. O cara falou, não pá de brinqueiro. Realmente, vocês merecem a recompensa. Mas vamos explicar. Eu sei que já foi explicado em outro programa, mas o lance de o cachorro não ficar drogado, não ficar... Ele não está cheirando a droga.

Não, não. Ele vai sentir o odor da droga, mas ele não vai ter aquele contato próximo a ponto de ele aspirar a substância, aquilo fazer mal para ele. E não é a droga que ele procura, é o brinquedo, é a bolinha. Então ele acha que a bolinha tem aquele cheiro. E como ele cheira muito mais do que a gente, então qualquer odor muito fraquinho, ele já percebe. Então ele está o tempo todo atrás da bolinha. Geralmente é um brinquedo mais usado, mas da bolinha... Porque ele acha que aquele cheiro é da bolinha.

Mas tem seus perigos também. A gente está se preparando para o fentanil, o fentanil que é muito traficado para os Estados Unidos e a gente sabe que em algum momento você vai chegar no Brasil e isso é perigoso. Isso é perigoso para o servidor, é perigoso para o cão também. Até o odor chegando próximo ali, aquilo pode matar o cão. Caramba! A gente está procurando alguma forma, alguma cópia sintética daquela substância que não faça mal para ele identificar uma distância segura.

para a gente poder trabalhar com um cão de farolá. E o servidor também, se ele abrir algo errado ali, só de sentir o cheiro, ele pode ir à falência por overdose ali na hora. É muito concentrado. É muito concentrado, os americanos já têm muito problema com isso e a gente tem que se preparar antes de chegar aqui. Mas o cachorro, para ser treinado, ele tem que cheirar a cocaína.

Para ser treinado. Não, não é cheirar a cocaína. Ele tem que sentir o odor da cocaína. A cocaína, ela vai... Ele não aspira. Ele não aspira. Vai dar o marcador lá na bolinha para pegar o odor, porque ele tem uma sensibilidade muito grande. Aí ele vê, a bolinha tem esse cheiro, ele pensa. Aí ele vai associar. Exatamente. Tanto é que quando ele acha a droga de verdade, o tratador... Só uma coisa, você que é homem...

passar cocaína em volta do saco é muito perigoso, porque o formato e o cheiro, o cachorro vai morder. Cuidado, né? É bom não arriscar. O Elisane só chegou agora. É um aviso importante. É um aviso importante, né? Quem teria essa ideia, né? É um bom aviso. Só de pensar é aterrorizante. Exatamente. Voltando ao que eu estava dizendo.

Ele acha a droga de verdade ali na operação real e os condutores têm que dar a recompensa, que é o brinquedinho que fica escondido ali. Então é para reforçar esse comportamento dele estar de fato brincando. A gente fez essa apresentação, tem a apresentação que os colegas da Receita fazem. O Felipe comentou de escola, a gente faz muita apresentação em escola, faculdade. Muito legal quando as pessoas se interessam pelo trabalho da Receita.

E tem uma demonstração que o colega faz em relação a esse apego do cachorro com a bolinha, que ele põe comida, o petisco que ele mais gosta, e aí ele põe aqui e a bolinha aqui e solta o cão no meio. Ele vai direto na bolinha. E agora o cão na receita vai ter aposentadoria.

Quanto tempo? É vitalícia? Depende de quando... Não, a aposentadoria é para ele. Quanto tempo ele vai aposentar? Ah, tá. Se tiver um cão com sete, oito anos ali, ele vai se aposentar. E depende de quando o cão chegou para a gente. O cão pode já ter chegado com quatro, com três anos, ele vai trabalhar só o restante.

E a aposentadoria que a Receita faz é um estímulo à adoção, primeiro pelos servidores, e se não tiver a gente vai procurar outras pessoas que sejam voluntárias e vai custear o cão com a alimentação, com o veterinário. Eu queria sobrar um disso aí, eu queria para fiscalizar o pessoal que trabalha aqui comigo.

O cachorro vai ficar girando assim. É um cão que ele não vai levantar. Vai ficar cheirando bigode toda hora. Você não vai se criar com esse cão aqui. O pessoal está perguntando, as refeições do catering aéreo também passam por fiscalização? Como funciona essa questão? Tem algum risco? A comida que é sergida no aeroporto. Tudo que entra no aeroporto, na área restrita, a área do aeroporto, toda que o acesso ao público não é sem nenhum controle.

Tem a área controlada, que é uma área com uma restrição de acesso, mas não é total. E a área restrita, que é a área mais de parte de pista, onde só funcionários acessam. Tudo que acessa essas áreas passa no controle. Tudo passa no raio-x, tudo passa por análise de risco, não tem nenhum acesso aberto. Tanto em relação à comida, não só de catering, como as lojas que tem dentro da área controlada do aeroporto. Tudo passa em portões específicos, que existe controle de câmera, raio-x. Tudo que entra e tudo que sai. Exatamente.

O lixo do avião quando sai, para saber se está saindo alguma coisa no lixo, etc. Até isso. E é engraçado porque quando você compra no Duty Free a sua bebida, você não poderia passar se fosse antes. Mas lá dentro você pode embarcar porque ele vem grampeado e tal. Exato. Já passou pela segurança. Já fez o controle da entrada, exatamente. Esse controle é aeroportos gerais e aeroportos executivos também. Também, com certeza. O controle é o mesmo, para voos internacionais, que a gente está falando. Então é o mesmo rigor do controle.

Fale, Viroda. A Cristowart, não sei se eu pronunciei certo, ela falou A parte de inteligência de vocês não poderia ser extensiva também a outros setores que também trabalham com programas públicos de amplo conhecimento nacional? Estamos lutando para combater e mitigar as fraudes.

Eu não entendi muito bem também. Bloqueia essa pessoa aqui. Não, bloqueia essa pessoa aqui. K9 não dá para entregar para a Civil, mas pode dar um cacete no Vilela. Olha que pessoa manda. Bloqueia aqui o Jucap. Eu não sei se o ouvinte é ótimo.

Seu telespectador. O internauta. O internauta. O internauta. Foi louco. São loucos. Não acredita nisso. O ouvinte. Essa subiga ficou perdida ali o bigode. Você já ouviu essa palavra internauta? Já num filme. Num filme. Num documentário. Sobre internet.

Nós jovens, deixa eu conversar aqui com nós jovens. Não sei se ela está falando especificamente da Receita, a gente fala de aduana porque é o que a gente trabalha, mas todo o funcionamento de fiscalização da Receita é com análise de risco, é com inteligência. A gente está detalhando aqui o trabalho específico da aduana. Mas, por exemplo, cruzamento de imposto de renda, exatamente a mesma coisa.

fiscalização de empresas, grandes empresas, empresas menores, exatamente a mesma coisa. Obviamente, a Receita não ficaria em todas as empresas, não ficaria em todas as pessoas, diretamente o que ela faz é uma fiscalização por análise de risco. Então, compara um monte de dados, de elementos que vão indicar quais são as operações, as empresas, as pessoas, os viajantes que oferecem talvez um desvio padrão, um risco maior, mas esse risco não quer dizer um risco de uma fraude, quer dizer um risco de dados.

que não estão se complementando aí. Então é necessário que você faça uma verificação mais direta para ver. Eu tive agora, dando um exemplo de novo na área de passageiros, a gente teve agora, na gravação da última temporada, uma análise de risco de um viajante que chamou bastante atenção, um grupo de viajantes.

E não estava encaixando ali. E a gente foi fazer a abordagem dele. Pera, pera, pera. Você vai falar da gravação do episódio que ainda vai passar agora? Exatamente. Você vai dar spoiler? Não, dá um gostinho para a galera querer ver. Vou dar uma paletinha. Não faça isso. Deixa o cara falar. Deixa o cara falar. Só entra a gente então aqui. É, só entra a gente. Não vai, vai. Vai sair daqui. Vai lá, vai lá.

E não estava fazendo sentido a viagem, estava alguma coisa que não estava encaixando. E quando a gente foi conversar com ele, tudo fez sentido. Fez sentido para a situação e é absolutamente chocante. É mesmo? O propósito que é a ideia que ele está fazendo. E está num episódio dessa nova temporada. Vou ter que ver agora. Chocante mesmo? Chocante, cara.

Inimaginável, assim, a proposta dele e como ele abordou e como ele entendeu as coisas assim. Mas a pergunta da Crystal White, né? Crystal White, acho que ela está perguntando por que a gente não usa a inteligência que tem na Receita no combate à fraude, passar por outros... Não, ele não é inteligente, mas a gente tem outras pessoas. A minha inteligência é limitada. Então você está no lugar certo. Está no lugar certo. No lugar certo.

Já vem o Michael Jackson, já vem o de ferro, as pessoas que vieram aqui. Estamos no Ganceta. O Mister M. O Mister M aí. Mas a pergunta dela foi importante, porque a Receita acaba sendo um órgão, porque tem a aduana junto com o tributo interno, que acaba enxergando todo o ciclo, por exemplo, de ciclo criminoso, que vai desde a importação dos insumos, seja contrabando, escaminho, tráfico de drogas, até o finalzinho onde ele vai fazer a lavagem de dinheiro.

a gente fiscalizando o tributo ou o comércio exterior acaba se deparando com vários indícios de fraudes, de crimes diversos, cuja competência de outros órgãos estão envolvidos. Então a gente já faz, sim, Crystal White, esse compartilhamento, temos acordo de cooperação com polícias, com o Ministério Público, para quando a gente enxergar esses sinais, ter alguma forma de a gente fazer essa informação chegar onde ela precisa.

Falando em compartilhamento, em lavagem, teve uma operação bem grande ano passado em relação à importação irregular de combustível. Navio mesmo. Caramba. Navio de petróleo. Não um navio, mas o petróleo. Mais de 200 milhões de litros de combustível apreendido nessa operação.

E já estava no final da linha, na parte da lavagem de dinheiro, eles tentando trazer um combustível para fazer uma mascarada, dizendo que era petróleo, óleo bruto, para fazer essa venda superfaturada e justificar a entrada de dinheiro quando, na verdade, eram atividades ilícitas, outras diversas que eles faziam. Pode ser tráfico, pode ser contrabando, pode ser...

uma série de atividades ilícitas. Fazendo essa importação irregular de combustíveis aqui, superfaturando, ele consegue dizer, olha, na verdade eu vendo combustível aqui, legal, e dá aquele ar de legalidade. Essa operação que o Rafa está colocando foi muito legal, porque demonstra justamente isso. Começou da inteligência da receita, os nossos colegas analisando dados, informações, notas fiscais, indícios concretos de lavagem de dinheiro e organizações criminosas.

e integrado com a parte física da aduana, que foi de fato a importação de navios monitorados, lanchas, helicópteros, aeronaves, para a gente fazer ali a operação, a operação cadete de carbono, essa específica, e fazer a abordagem dos navios ali no Rio de Janeiro e em alguns outros locais.

Bem interessante. Então, conecta tudo, desde a parte mais... menos física até a parte física. Tem até um vídeo muito bom do Rafael subindo e abordando um navio, que é o homem de marinha, né? Subindo. Você já viu, o navio é um paredão de...

sei lá, uns 30 metros para cima, um navio tanker daquele, um navio petroleiro e a nossa lancha parando lá. A pessoa já foi da marinha, sobe lá primeiro. Sobe lá primeiro e... A gente ficou na dúvida, né? Como é que a gente para um petroleiro, sei lá, de 100 metros, 30 metros de altura? Para em nome da lei. Aí botamos o Rafa lá. E o cara parou na hora, parou na hora e ele subiu em cima do navio lá. Aí só mandou um vídeo e depois falou, não posso filmar porque senão vai explodir tudo aqui, mas depois eu mando.

E a gente ficou até preocupado. Já pensou se o Rafa cai no mar e tudo, mas aí depois me tranquilizaram que se cair no mar ele boiava e estava tudo certo. Isso é bullying, hein, cara? Bullying ao vivo. Só está rolando bullying. O quê? Não, mas foi o que me disseram. Eu não concordo. Ele ainda não entrou no bullying ainda. Eu ia dizer que eu não concordo. Eu não concordo. Eu falei, que isso? Foi por isso que eu aceitei a missão.

Não, exatamente. Não, exatamente. Não, correria esse risco todo. Está tudo certo.

Mas são questões integradas, porque a fraude, que era no mesmo tipo de atividade, várias fraudes. Então essa questão da declaração que o Rafa falava, você tem incentivo tributário para trazer o óleo bruto, o petróleo, e refinar no Brasil. Por quê? Porque você gera emprego nessa cadeia de refino, você tem um...

o melhoramento do produto, você gera uma cadeia produtiva com emprego. Então, eles declaravam que estavam trazendo óleo bruto, mas na verdade eles estavam trazendo já o material pronto. Para vender. Exatamente. Então, eles teoricamente estariam gerando emprego, não estavam, eles tinham aquele benefício financeiro de não pagar os tributos e traziam o material pronto, fraudado. Outra coisa, eles não recolhiam tributos, CMS e por aí vai. A gente está falando de bilhões, não é milhões não, bilhões.

E aí sofreram sanções dos estados em relação, você não recolhe tributo, começa a ser sanção, e eles usavam laranja, empresas interpostas. Então, na verdade, você é o dono da mercadoria, mas contrata o Felipe para trazer para você e operar, o lucro, toda a operação é sua e o Felipe é quem está operando. Então você continua, mesmo estando sancionado, devendo, você continua operando e aumentando a sua dívida, aumentando a sua dívida.

Isso é uma parte da CAEA. E como o Rafa colocou, o crime organizado hoje, ele trabalha em conjunto. Então, assim, eu gosto muito de falar que o pessoal diz que o contrabando é um crime menor. Não, não é um crime menor. Primeiro que é um dos que mais movimenta, movimenta mais do que o tráfico de droga para as quadrilhas, o contrabando movimenta mais do que o tráfico de droga para as quadrilhas.

E ele serve para esse mesmo dinheiro que depois é lavado, depois financia tráfico de droga, arma, prostituição, tudo isso junto. Então assim, eles estão conexos, então não dá para diminuir a questão da importação do cigarro eletrônico. A mesmíssima coisa, cigarro eletrônico é proibido no Brasil e é importado por quadríbios. Não é algo que não faz, não. Não vou entrar nem na questão da saúde pública, que é seríssima. É, bem sério mesmo.

tenha a menor noção do que tem dentro, a menor noção de onde veio, se é um problema de saúde pública, mas além disso, você tem uma questão de crime, porque aquilo entra por quadrilhas, que é o dinheiro que vai fomentar todas as atividades criminosas. Fala, Bigoda. O Cauê perguntou se existe um sistema de leilão dos bens apreendidos.

É isso aí, para onde vai tudo aquilo? Isso aí é com o Felipe. Fala, Felipe. É comigo. Esse tema é comigo. Vamos lá. Existe. Os bens são aprendidos pela aduana. Eles sofrem o que a gente chama de um processo de perdimento.

Então, ali um período para quem teve o seu bem aprendido se insurgir contra aquela apreensão, fazer a sua defesa, passado aquele período, aquele bem fica retido pela Receita Federal.

bem da união e aí tem diversas possibilidades de tratamento daquele bem mercadorias obviamente são proibidas são contrafeitas são falsificadas são isso é destruído e aí você tem um processo muito específico de destruição que tem que levar em consideração questões ambientais segurança como é que você vai fazer e aí varia dependendo do produto outros podem ser descaracterizados e destinados então por exemplo tem uma camisa

que tem lá uma marca que está contrafeita, você pode descaracterizar aquela camisa. O que é contrafeita mesmo? Contrafeita é falsificada. Então você tem uma marca que é famosa e vem lá falsificar. O tênis Mike. É, o tênis Mike, por exemplo. E aí a gente vive num país pobre. E destruir esse tipo de produto, que poderia ter uma aplicação social bastante interessante, é muito ruim.

Ainda que você destrua de uma forma adequada. Então o que a gente faz? Tem hipótese legal que você descaracteriza aquele bem e faz a doação. Doação para entidades beneficentes, enfim, tem todo um processo de doação.

transforma determinados bens, por exemplo, tem um negócio chamado TV Box, não sei se vocês conhecem TV Box. Sim, sim, é para pegar aquele muito canal. Piratear canal, etc. A gente pega muito. E aquela TV Box pode ser transformada, por exemplo, em computadores bem pequenininhos, bem portáteis, e bem leves, mas que a gente pode usar e doa com muita frequência para escolas públicas, para municípios muito pequenos, pessoas que nunca viram computador na vida, por exemplo.

Então a gente transforma o produto de um crime para algo benéfico para a própria sociedade. Isso acontece muito.

E também tem a outra parte dos bens que podem ir a leilão. Então a Receita tem lá um canal de leilão em que esses bens são vendidos, vamos dizer assim, a quem der o maior lance e essa pessoa recebe esse bem e a união fica com o valor. São algumas destinos diferentes para aquilo que é a doana do Brasil.

O que, Bigode? Você quer saber o que acontece com as drogas apreendidas? É isso? Por que você quer saber? Me fala. O Lene que perguntou aqui. O Lene, né? O Lene que perguntou. São destruídas, claro, né? O Lene está ali estudando para a prova de inglês dele. O Lene coitado da Guilherme. Elas são apresentadas à Polícia Federal. Aí ela dá a destinação, ela tem a competência de dar segmento na investigação.

para descobrir como aquele tráfico está acontecendo, quem são as pessoas que estão por trás. E há uma destinação que, obviamente, é a destruição de praticamente tudo. Uma parte eles conservam para a materialidade, para comprovar lá no processo judicial, lá na frente, que de fato era droga, que estava sendo traficada e tudo. Mas essa parte eles cuidam da destinação.

E o pessoal é cara de pau, né? Eles falam, nem um fininho pode passar? Nem um fininho. 10 gramas só? Nem um dedo de macaco? Não. Tolerância zero, né? Ah, Tolerância zero. Não. Ainda bem que eu não sou desses, né? Nunca experimentei. Graças a Deus. Graças a Deus. Fala aí. Tem uns amigos meus, não vou falar, que os caras ficam 12 horas, não sei quantas horas de voo sem fumar um. Que isso? O cara fica desesperado aí. Talvez o pessoal da comédia stand-up, que já veio aqui.

já viajei com esse povo e depois fala que não é viciado não, fumo só quando eu quero eu paro quando eu quiser é que eu nunca quero tá errado? não

É que nem o Homer, não está aqui hoje, né? Ele fala que ele quase transa todo dia. Ele quase transa na segunda, quase transa na terça, quase transa na quarta. É a mesma coisa. Manda, manda aí. A Larissa Gomes falou o seguinte. Na série vemos a parte bacana da carreira na Receita. É o que faz com que muitos queiram seguir na profissão. Olhando para o outro lado, o que vocês consideram mais desafiador e cansativo nesse trabalho?

Bom, no meu caso é trabalhar com o Demarco todo santo dia. Isso realmente é desafiador e cansativo. Eu não sei vocês. Se aqui tem essa zoeira, imagina no dia a dia. Os caras se zoando. É a responsabilidade. A gente vê a parte boa aqui, mas você mexe com coisas muito sérias. De novo, a gente brinca, transformar o ambiente leve, mas você mexe com coisas muito sérias. Você pode ser responsabilizado por alguma coisa que passar o tempo inteiro.

É mesmo? Pode. No mínimo, questionado. Se alguma coisa passou e vocês não fizeram o procedimento certo. Vai ser apurado se você... Ou foi negligente ou contribuiu. Você fazer uma apreensão é uma coisa muito séria, porque você toma o bem da pessoa. Se apresentar uma pessoa para a autoridade policial para ser presa é uma coisa muito séria. Então você tem uma responsabilidade muito grande. Não pode errar, né?

Uma carga também muito grande, porque aquela pessoa que a gente deu o exemplo da moça aí, que estava servindo de transportar, popularmente conhecido como mula, a gente faz o nosso trabalho, mas eu não vou te dizer que é um prazer representar uma pessoa nessa que não passa de um soldado, não passa de alguém que é usado, é só uma matéria-prima barata, usado como se nem ser humano fosse.

Exatamente, então assim, é uma carga muito pesada. Porque os caras mesmo estão lá atrás protegidos e não estão nem aí. Ah, morreu esse, foi preso esse, você arranja outro. Se levar a droga fosse bom, o próprio traficante levava, né? Exato. Não pegava as próprias pessoas para levar. Então assim, é uma carga de responsabilidade muito grande. Isso é a parte pesada, vamos dizer assim, que é uma coisa muito a sério, influencia a vida de muitas pessoas.

A gente tem que levar isso muito a sério, separa bem as coisas, cada momento é o momento. Não sei se vocês assistiram, não sei se foi na série do Narcos.

Cara, antigamente a galera levava, porque não tinha fiscalização, a galera levava a mala dentro do avião, tipo, não tinha fiscalização lá no... Sei lá, ano 70, talvez, ano 60, não sei. Cara, era muito... Lá 70, 80. 70, 80, né? Os caras levavam droga assim, tipo... Você via até o pessoal fumando dentro do avião, né? Eu peguei essa. Eu nasci em 70. Tinha isso, é como se a fumaça respeitasse o acento, né? Tipo, até a fila...

Até o número 40, pode fumar. Depois não, e a fumaça para. Naquela época, 70, 80, o pessoal chegava até a usar bigode, com naturalidade. Cara, você faria um sucesso. Cara, eu trouxe o bigode para o Brasil agora recentemente. Você retornou e o bigode voltou a ser o... Exatamente. Você e o Sarney, né? Não, o Sarney foi o final daquela época e deu um hiato ali. A decadência do bigode e você agora... Aí eu trouxe.

Você e a nova geração. Então, aí eu inspirei essa galera aí. Você se inspirou no Fred Mercury. Os caras falaram, o Fred Mercury está aí, olha só. Manda, manda, Vigora. O Lucas perguntou como é que funciona para exportar produtos de fora do Brasil de forma online em sites como o EBAI e outros.

Isso é uma excelente pergunta. Determinados sites... Lembra essa galera aí? Antigamente, até dois anos atrás, dois anos e pouco atrás, a gente comprava coisa em site internacional, na China ou nos Estados Unidos. E a gente esquecia o que a gente comprava, porque eles diziam que estavam presos lá em Curitiba. Puts, quatro meses. Está lá em Curitiba. Quatro, cinco meses, meu produto não chega. Quando você chega uma caixa, o que é isso? Eu comprei esse negócio há um tempo atrás.

E aí chegava lá uma cobrança, o seu imposto é tanto. Certo. E isso... Comprar uma coisa para o seu bebê, ele já estava na faculdade. Já estava na faculdade quando chegava. E isso não é legal, isso não é um serviço bacana que se presta à sociedade. Então...

A Receita instituiu alguns anos atrás, poucos anos atrás, o programa Remessa Conforme, que se chama. A gente trabalha em parceria com essas plataformas internacionais, esses sites internacionais, para que quando a pessoa compre, na hora da compra já está calculado os impostos que ela vai ter que pagar, então ali não tem nenhum tipo de surpresa, ela já sabe exatamente qual é o tributo que ela vai pagar.

E a plataforma já envia aquelas informações eletronicamente para a Receita Federal. A gente já recebe. Na hora que você fecha lá e põe o seu cartão de crédito, você está pagando o produto, você está pagando o imposto, você está pagando o ICMS também, o estadual, de uma vez só. Então não vai pagar mais nada. Você sabe, não vale a pena, vale a pena. Tem uma transparência ali. E aquelas informações são enviadas para a Receita. A Receita trabalha com aquelas informações, gerenciamento de risco.

E avalia quais daqueles pacotes a gente vai parar. Antigamente, como é que era? O que demorava?

Parava quase tudo para digitar na mão. Porque as informações vinham no pacotinho. Você precisava esperar o pacote chegar para saber o que está ali naquele rótulo e digitar. A gente digitava ali e no máximo 2, 3% dos pacotes chegavam. Então isso era muito ruim. Era muito ruim para todo mundo.

Então por isso que os pacotes chegam rápido, porque a gente já sabe, é igual passageiro, quais a gente vai olhar e quais a gente já vai liberar por causa dos dados e das informações e da confiabilidade das informações que essas plataformas encaminham para a receita. Então é o tempo logístico agora de chegada. Comprou é o tempo logístico de sair do país de origem, entrar dentro do Brasil e ser entregue na casa de quem comprou.

Com todos os impostos pagos, sem nenhum tipo de surpresa. Então isso foi uma revolução. Eu falei revolução, mas é revolução. Revolução. Por que é uma revolução? Porque esse problema de comércio internacional eletrônico é um problema para todos os países do mundo. Literalmente todos os países do mundo têm esse problema. Antigamente, se você for lembrar da década de 80 ou 90, quando já existia correio, já existia carta, mas não era para se comprar.

Itens e bens. Isso começou recentemente. Então essa legislação, a forma de trabalhar é daquela época. E a gente revolucionou isso com esse programa Remessa Conforme e virou um case de sucesso internacional o Brasil. Mais um, passageiros e mais um. A forma como a gente trabalha e-commerce na aduana brasileira é um benchmark, é um padrão internacional. E também me orgulho muito de fazer parte desse processo. A aduana brasileira está em mais um ponto de vanguarda internacional.

E acho que é bom para todo mundo. Todo mundo compra e recebe. E todo mundo tem transparência daquilo que vai receber. Isso é bem legal.

O Arthur List, ele falou como é que funciona a fiscalização de monjaro, testosterona e a famosa canetinha. É, agora isso é o lance, porque dá muito dinheiro isso. Eu compro para minha mãe e agora as farmácias estão até... Tem farmácia que não tem mais estoque porque estavam sendo roubadas. Agora parece que é só de shopping, as maiores, agora com segurança. As apreensões das canetinhas emagrecedoras já estão...

começando a ultrapassar de cigarro electrônico. Falsas e reais. Exatamente. Aí você tem falsas, tem substâncias também que ainda não foram aprovadas pela Anvisa. Algumas estão, inclusive, em testes ainda que não concluíram. Aí tem todo tipo de propaganda. Algumas que prometem, não, essa daqui emagrece e você não perde massa magra. Aí o pessoal vai lá para fora, tenta comprar e trazer. Começou pelos aeroportos as apreensões, a maioria delas, e deu uma migrada para a fronteira.

principalmente com o Paraguai. E rola bastante. Bastante. É porque é pequeno, né? É pequenininho e o pessoal está dando mais dinheiro do que cigarro eletrônico. Então o pessoal passou a trazer essas canetinhas emagrecedoras. Então é fiscal. Eu gasto só uma grana para a minha mãe aí, viu? É caro. A venha está emagrecendo, mas... A grande custo. É uma grana. É uma grana.

Então, a fiscalização funciona dessa forma. No aeroporto, se a pessoa tem uma receita e está trazendo a quantidade compatível com aquela receita, ok, vai passar. Se não tem, aquilo vai ser retido. E na fronteira, geralmente as quantidades são grandes. Então, já caracteriza um crime ali. A pessoa pode ser até presa em flagrante, dependendo da quantidade que ela trouxer. A gente teve essa semana... Essa semana, né?

a apreensão na fronteira, acho que foi até em Foz, fronteira terrestre, lá de dentro de... Step, o que deu? Não, doce de leite. Doce de leite. Ah, tem um pacotinho de doce de leite fechado, lacrado e tudo, com doce de leite. É um equilíbrio, não engorda, o outro emagrece. Exatamente. Pode crer. Come o doce de leite e já toma o jato. Mas o que acontece, Vilá, que chama muita atenção...

Que quem está contrabandeando ou trazendo esses produtos de forma legal, não liga para a segurança do produto, por onde ele comprou e como é que ele é transportado. É só lucrar. Você vai ele comprar para sua mãe, como é que ele vem? Na caixinha, com gelo, negocinho. Mas você traz com gelinho, que é para não quebrar cadeia de frio, para garantir a integridade. Isso vem no Brasil em estepe, cara. De carro. Você abre o estepe e está lá. E dane-se quem vai usar. E não interessa.

Até de não fazer resultado ou fazer mal. Não fazer seria o menor do que o menos. Seria só um estelionato. Mas você está falando de dano à saúde mesmo das pessoas. Coisa muito grave. Nesse caso a gente tem que destruir. Porque houve uma dúvida, perguntaram para a Receita algumas vezes também, por que a gente não destinava para os tratamentos.

principalmente de diabetes, mas você não sabe a condição de armazenagem, você não sabe se a substância é real ou não, então tem que destruir. Tem outros, tem medicamento, Viagra, Cialis, tem de tudo, você imagina. É que agora tem genérico, não que eu saiba, não que eu consumo. O Lene tem quantos anos mesmo?

O que que ele tá rindo, Lene? Pô, você é o maior consumidor, ele compra Cialis e Viagra, bate no liquidificador, mas se um não fizer efeito, não tu faz, eu tô ligado, Lene. Ele vai na farmácia, o seu Lene, cai cá. Seu Lene, olha aqui, esse mês você tá comprando um pouco, Lene. Vamos até a meta hoje, seu Lene. Vocês tão vacinando, os caras entregam em casa. É, é, é. Eu tomo a entrega em casa. Você conhece, hein? O motovoy já sabe. O Lene fica bravo porque ele vai lá todo quietinho.

Se ales aqui para o moço, aqui, quatro caixas. Dessa vez é só quatro caixas. Já até perdeu vergonha. Mas isso deve ter... Isso também tem uma época que era muita gente trazendo e agora são as canetinhas a moda. É, a canetinha agora é a moda. Tem alguma outra coisa além da canetinha que também estão... Teve época de Botox.

que a pessoa está dizendo de fora, tinha o mesmo problema. Tinha o melzinho do amor. O melzinho do amor também foi bom, bom bastante. O que é melzinho do amor? Era uma espécie de Viagra Cialis, só que ele também dava um... Ah, tipo, meio milagreiro. Isso, era milagreiro. Só que teve gente que morreu, inclusive. É mesmo?

O Lênin chegou mal um dia aqui, então... Cambaleando. Ah, Lênin, foi o Melzinho. Olha só. O Felipe fez uma cara de surpresa aqui. Quem já usou foi surpresa. O que foi? O Melzinho era tão bom que eu coloquei dois. Se empolou.

Se empolgou. Bora na época da pandemia, né? Aqui é de máscara, né? Pois. Os caras desmanham. Tu pode ir, o Alan, que fez um programa sobre relógios aqui. Aliás, assisto esse programa que tá muito bom. Sobre perfume, relógio e moda. Ele falou assim, pergunta pra vocês. Perdi a nota dos meus relógios. Ele tá dando uma situação. Perdi a nota dos meus relógios. Perdi a nota dos meus relógios. Quero levar três relógios numa viagem.

De volta pode dar merda? Como faço para falar antes da viagem que tô levando três relógios meus, mas que perdi a nota?

Olha, esse negócio do perder a nota é um clássico da literatura brasileira. Um clássico! As pessoas têm um relógio de, sei lá, 100 mil, 150 mil, 200 mil reais e acaba... O Demarco tem muita paciência com... Com o... Mas tem que perder a nota, tem que comer a... Tem um rastro pra ele ir atrás da nota?

Olha, é uma boa pergunta. Geralmente, itens dessa natureza, desse valor, no Brasil, se ele comprou no Brasil, por exemplo, tem nota fiscal eletrônica, que é um documento eletrônico. Se você perder o papel, o papel não é nada. É só uma representação da nota de verdade, que é uma nota fiscal eletrônica, que existe eternamente.

Tem outras formas de se comprovar, mas a depender do valor do bem, você pensa, comprei no exterior, tá bom, comprou no exterior, quanto é que vale o seu relógio? Vale 100 mil dólares, não sei, estou chutando, um relógio super caro. Bom, então ele deveria ter sido tributado, posso pegar o histórico e ver, não, está aqui, você realmente pagou o imposto, isso acontece com outros bens. E aí eu não trouxe um comprovante, não tem problema nenhum, pagou para a própria Receita Federal, a própria Receita Federal sabe.

mas, eventualmente, pode chegar num momento em que não existe comprovação. E aí, a gente precisa de uma comprovação. Esse é que é o... Eu já tive um caso, falando desse tema, mas não dessa pergunta dele. Teve um relógio de um valor muito elevado, que aí a gente perguntou, cadê a nota? Aí não tinha nota.

Não, mas eu tenho em casa, eu vou pegar na loja, pedir segunda vista, aquele outro. Beleza, não tem problema, fica retido aqui. Depois ele voltou e apresentou a nota da loja. Então tinha realmente. Chamou um pouco a atenção, que não era muito lá a matéria-prima da loja. E a gente fez. Como assim? A loja não era exatamente de relógio. Ah, tá. E a gente foi levantar a aquisição da loja. Porque a loja é para vender.

Ela tem que ter adquirido a origem. Exatamente. E não tinha. Não tinha nenhuma aquisição de relógio. Então o que eu estou querendo dizer com isso? Não apresenta nota falsa porque, como o Felipe falou, é eletrônico. Então a gente puxa toda a origem e aí é fraude de quem apresentou e de quem emitiu. Aí eu falo que o Demarca é bravo, cara. Difícil. Eu estou só orientando. Está certíssimo. É porque de fato tem que ter a comprovação. Tem que ter a comprovação. Sem a comprovação...

fica muito difícil da gente de fato fazer um trabalho. Teve um caso super interessante, esse é também da nova temporada, que eu não posso dar detalhes, mas envolvia também... Bolsas também é um caso muito clássico, bolsas são super caras. Nós somos homens, não temos tanta ideia, mas é um negócio que vale mais que relógio. Pela 15 pau, 20 pau ou 15 pau. Olha, tem bolsa que vale até mais, dependendo da bolsa.

E era um casal, e aí a gente viu aquela quantidade muito grande de bolsas e relógios, a gente imediatamente abriu, mas eles tinham todas, todas as notas, tudo comprovado, aquisição do Brasil e tudo, e foi uma fiscalização super rápida. Olhamos e falamos, tá bom, tá tudo certo, pode seguir sem problema nenhum, porque justamente esses bens de alto valor...

E se a droga estivesse dentro das coisas e eles estavam enganando vocês, tipo, vai chamar atenção da maior quantidade de bolsa, mas na verdade eles estão contrabandeando outra coisa. Eu não tinha pensado nisso. É que nem aquela velhinha que passava todo dia com a motinha. Era um clássico. Aí falou, cara, o que essa velha está contrabandeando? Era a moto, cada dia era uma moto diferente.

Fala, bigoda. Ah, algumas pessoas perguntaram, aquelas perguntas meio clássicas, qual a coisa mais inusitada que vocês pegaram, a coisa mais estranha. É, é o... A mais engraçada, assim, que eu presenciei, foi durante, inclusive, a gravação, a última, foi bem interessante, que era um cidadão estrangeiro, que...

Vamos olhar sua mala. E aí não fala português. Não fala. Aí não. Put your bag here. Em inglês. Não fala. Quando abro tem lá um pacote assim. Desse tamanho. Com várias bijuterias. Vários anéis. Facilmente mais de mil. Aí eu. Opa. Achei o negócio aquele. O que?

Cara, a Receita Federal tem um... Milagre, opera milagre. Tem que operar milagre, faz os caras aprender português. Aí eu falei, você não falava? Aí eu falei assim, aqui, para que ele? Presente. Aí o presente, ele, sim. Para quem? Amiga, cheio de amiga, muita amiga.

Tem que ter muita língua mesmo. Brincadeira. A gente tem que manter ali o profissional. Foi engraçado. Já teve um deles também, um pouco mais antigo, que estava, o pessoal trouxe o acompanhante, o pessoal do companheiro trouxe na cadeira de roda. O senhor sentado na cadeira de roda.

Mas tem que abrir, vistoriar aqui, isso aqui e outro, abre, vistoriar. E isso aqui não pode não, isso aqui vai ter que tributar. Ele levantou, o que é? Todo mundo olhou na hora. O tio Paulo, lembra do tio Paulo? Outro milagre. Tem história? Na fronteira, não vai ter coisa tão engraçada, igual no aeroporto, não tem mais. Só coisa inusitada. Acho que a pior que eu já peguei foi feto de lhama.

Como assim, cara? Aquele bichinho lá da Bolívia, bonitinho. Que cospe lá, né? Fede pra caramba, dizem. Mas tem uma comunidade boliviana, me parece, aqui em São Paulo. E eles têm um ritual que utiliza feto de lhama. Eu não sei exatamente se é pra fertilidade ou boa sorte ou alguma coisa.

e estavam começando a trazer isso. Mas não pode? Não pode. É tráfico internacional de animais, e é maus-tratos também, você tirar o feto ali, mata de dentro da lhama e traz. Bem diferente, bem inusitado. A gente estava tudo rindo aqui, a Rafa falou, não, vou pesar o clima. Nossa, que limão, né? Feto de lhama, nossa. Tanta coisa engraçada, igual no aeroporto. Vamos pôr uma pergunta depois dessa. Vamos pôr lá.

A Lara Barão, ela falou o seguinte, e quem morou fora há mais de um ano e está mudando de volta para o Brasil, como faz para não qualificar venda? Sou muito consumista e estou com medo de ser taxada.

Essa do ser muito consumista também é um clássico da literatura brasileira. Não, olha, o Demar também é especialista em mudança internacional. Morou 5, 6 anos. O Demar foi delegado do aeroporto de Guarulhos há muito tempo. Isso acontece muito em aeroportos gigantescos. Como é que é lá o Demar?

O Bigoda está perguntando. A partir de um ano você pode trazer, por isso ela entende um pouco a legislação, pelo jeito ela deu uma lida antes de questionar. Você pode trazer a sua mudança, você ficou lá a partir de um ano. Tem uma questão de interrupção não, mas não vamos entrar nesses detalhes. Você pode trazer a sua mudança, basicamente entra no conceito aqui que a gente conversou sobre a necessidade da viagem, exatamente. Então você traz a sua mudança, é permitido bens novos ou usados, mas de acordo com a circunstância da mudança, então faz sentido.

Se ela é consumista, mas de produtos que tenham relação, ok. Por exemplo, o que você está querendo dizer? A pessoa morou um ano fora, não comprova renda e traz um container com 17 geladeiras.

não vai ser mudança, não pode entrar num critério de isenção por ser mudança aí você vai analisar de fato o caso real e confia em mim, acontece uns casos assim, e as vezes tem explicação as 17 geladeiras acho muito difícil, 17 geladeiras é um pouco difícil 17 geladeiras novas na caixa e no plástico

Como assim se mudou e trouxe as 17? Mas geralmente é mais tranquilo de fazer escala de mudança. Mas pode trazer como bagagem acompanhada, que é aquela que você traz na mala com você. E a bagagem desacompanhada tem um prazo aqui, talvez três meses antes e seis meses depois.

mais alguma coisa, não tenho certeza absoluta, mas alguma coisa assim. Então você pode vir enquanto a sua mudança vem como bagagem desacompanhada, mas o princípio é aquilo que realmente era seu e como o Felipe falou, faz essa análise aí na fiscalização, se tem conceito a ver com a renda, com a atividade, com moradia. Mas assim, ela de fato, ainda que ela tenha colocado essa peça de consumista, ela de fato estiver trazendo aquela dela, zero problema, basta apresentar a documentação que comprova a residência, a aquisição, zero problema.

O Marcelo perguntou qual é o erro mais básico que entrega uma pessoa durante uma abordagem. Você está trazendo alguma coisa ilegal. Isso é muito bom. É o nervosismo. Nervosismo. Na fronteira é nervosismo. Se tiver duas pessoas juntas, geralmente acontece no carro, a primeira coisa é separar e fazer as mesmas perguntas. Geralmente, alguma vai dar errado.

A gente teve um caso de um pastor que veio com uma mulher na fronteira em Ponta Porã com o Paraguai, com o Pedro João Cabaleiro. E aí quando a gente parou, eles dois, ele estava super tranquilo e ela estava congelada, olhando para frente. Você falava com ela, a senhora não olhava nem para o lado, respondia tudo olhando para frente.

Tá nervosa. Já é um sinal de que tem alguma coisa errada. Aí você separa e faz perguntas básicas. Você tava onde? Tá indo pra onde? Vocês são casados? Há quanto tempo? Não bateu nada. O cara parece que gravou a história certinho, porque ele tava tranquilo. Mas ela tava muito nervosa e começou a falar tudo errado. Não deu outra. A gente fez a inspeção no carro, levou o cão de faro, começou a procurar lá até achar a droga.

E até esse momento o pastor estava super tranquilo. Ele de fato era pastor, mostrou o Instagram dele, ele estava fazendo pregação, enfim. E foi um desses casos que ele tinha entrado há muito tempo. Ele disse isso para a gente, ele tinha ido buscar o carro e não sabia nem o que tinha lá dentro.

do veículo, ou seja, ele já não era mais voluntarioso a fazer aquilo, mas tinha que fazer. Uma vez que ele começou, pessoal, você vai pegar a carga em tal lugar e vai levar para tal lugar, e ele não tinha mais opção de ir ou não. E na hora que a gente estava levando para a Polícia Federal, é que ele começou a ficar irritado, nervoso ali, preocupado. Aí eu falei, cara, caiu a ficha, o que aconteceu? Agora você percebeu que vai ser preso, tudo.

Ele, não, cara, agora que eu tô vendo, que eu vou ter que explicar pra minha esposa o que eu tô fazendo com essa mulher aqui. A preocupação do cara era essa, não era nem que ele ia ser preso, nem nada, porque eu acho que ele deve ter a confiança que vai ficar um tempo, depois vai responder a liberdade. Era explicar pra esposa dele o que ele tava fazendo com a mulher jovem ali.

na fronteira, andando naquela hora. Mas ele tranquilizou ela. Calma, a gente estava só praticando um crime. Não precisa ficar brava. Não é nada o que você está pensando. Eu sou só um criminoso. E ele falou, pior que eu não fiz de nada. Eu falei, cara, não precisa mentir para mim. É para você ter que convencer. Você vai convencer outra pessoa.

Mas eu acho que o erro básico é supor que a gente está fazendo aquilo pela primeira vez. Essa história que você inventou, que você ficou bolando na sua cabeça, vou chegar lá, vou falar isso e aquilo, a gente já escutou um monte de vezes. A mesma história. Então, eu acho que esse é o principal erro.

E basicamente quando tem aquela entrevista, pode parecer que a pessoa está perguntando algo que ela quer saber a resposta. A gente já sabe da resposta. Sempre. Você já sabe da resposta. Então você pergunta para saber se a resposta vai ser consistente àquilo que você já sabe que de fato aconteceu. Essa é a parte interessante do trabalho. O pessoal quer saber sobre comissários. É a tripulação. Como que é a fiscalização.

normal, a fiscalização é normal contra os passageiros, o comissário tem uma diferença que como ele viaja muito e está a trabalho ele não tem a cota de mil dólares ele tem só aqueles itens pessoais isso é uma coisa que vocês explicaram na última vez que eu acho legal explicar, essa cota não tem a ver

com cada viagem, é por um tempo, né? Você tinha explicado como que é. Se eu for duas vezes aos Estados Unidos, por exemplo, e utilizei numa viagem anterior. A cota não tem a ver com a necessária utilização. A cota tem a ver com que você tem direito a ter essa cota a cada 30 dias. Então, se você foi para os Estados Unidos duas vezes, dentro de 30 dias, e você na segunda vez, está trazendo um bem, eu quero usar a minha cota, porque da primeira vez eu não usei, não tem. A sua é uma vez a cada 30 dias.

Ah, mas eu não usei. Mas imagina lá o meu número de 25 milhões de passageiros, você vai todo mundo parar lá no aeroporto para mostrar para você que não usou. É inviável, é impossível. Então, na verdade, isso é um benefício legal. A legislação dá o direito de você não pagar imposto sobre mil dólares e determina para ser viável a fiscalização. É uma viagem a cada 30 dias. Se você for nessa primeira viagem, você tem 30 dias. Se você fez mais um em menos de 30 dias, você já não tem direito a essa cota.

Isso é bom, a galera não deve saber disso. Manda. A Manuela perguntou, com alto nível de tecnologia e fiscalização na remessa expressa, como mercadorias ilegais ainda conseguem entrar no país? Isso é uma pergunta muito interessante. São mais de 700 mil pacotes que chegam ao Brasil todo santo dia. 700 mil pacotes. Então...

É muito mais do que passageiros, muito mais. Então se a gente fosse parar todos os pacotes para ver se tem alguma coisa ali dentro, é muito complicado, por isso a gente tem que trabalhar com gerenciamento de risco, raio-x, análise de imagem, análise de proveniência, de onde vem, para onde vai, quem comprou, etc. Dentro desse processo, é igual passageiro, você tem organizações criminosas.

trabalhando para que a gente não encontre. E a gente está trabalhando para encontrar o tempo inteiro. Nesse processo, inevitavelmente, acaba passando uma coisa ou outra, mas a gente acaba descobrindo modos operantes. Ou seja, peças de arma, munições, etc. Como que existe um fracionamento, como é que isso entra no Brasil. E a gente...

pega, a gente acaba pegando, pode passar uma vez, a gente detecta, faz uma retrospectiva e acaba indo atrás dessas regularidades, no caso específico de remessa postal, remessa expressa também.

nem todos os pacotes que chegam ao Brasil estão embaixo desse programa que eu mencionei de conformidade, adequado, com as plataformas mandando as informações. Tem uma parte, é que eu posso mandar um pacote, sei lá de qual país e mandar para o Brasil. Inclusive, eu posso mandar para o Bigoda, sem você saber. Eu estou lá no Afeganistão, coloco qualquer coisa naquela caixa, tenho o seu endereço, o seu nome e te mando.

E você nem sabe que aquilo está chegando. Isso de fato acontece. Quando vem ali os seus drogas, ou quando vem o material mais sensível, é assim, eles acabam interceptando dentro de centros de distribuição e no caminho, com laranjas, etc. Então tem também um trabalho de inteligência nesse processo.

Que conselho você pode dar às pessoas que estão voltando ao Brasil para não cair em algum golpe, alguém sacanear com elas? Tem um golpe clássico, que é o golpe do amor. Não teve muito isso lá em Barulhos. Você fala, tem a minha bagagem, está presa. Como é que é que se golpea? Mas aí não é a pessoa que está voltando ao Brasil. Acho que a questão do viajante é não carregar nada para ninguém. Isso também.

jamais carrega alguém que você não conhece, leva isso aqui para mim, isso não existe. Jamais tome conta de alguma coisa de alguém que você não conhece. Ah, vou ali, toma conta disso aqui para mim. Putz, tem essa. Isso também não existe. O Felipe é bem mais velho que eu, mas eu também já vivi um pouquinho. E nesse pouquinho que eu vivi, eu nunca vi nada de graça. Nunca ninguém me abordou para oferecer um prêmio, um produto de verdade. Porque tem isso.

Então não existe lanche grátis. Não, tem a pessoa oferecendo alguma facilidade, que é algo tranquilo, mas isso não existe. Claro. Exatamente, vai ter sempre um custo muito alto. Então, primeiro em relação a isso. Essa questão do golpe do amor não tem a ver com a questão da viagem, mas tem a ver com a questão da facilidade. Então era comum... Nossa, mas teve uma época lá que tinha uma secretária que ficava o dia inteiro atendendo o telefonema. O pessoal ficava de internet, e aí entra em contato, rede social, essas coisas.

Começa a conversar com a pessoa e contar uma história, em geral, ligado à guerra, combatente de guerra, militar ou alguma coisa de herança. E aí depois de ganhar a confiança da pessoa, depois de um tempo, fala que mandou para ela uma encomenda.

mandei para você que eu recebi uma herança aqui uma carta um título de valor o dinheiro que meu pai faleceu e eu vou aí te ver no Brasil a gente vai ficar junto vou andar mas tá parado não fã eles pararam aqui a receita foi fiscalizar isso aqui outro e precisa que você pague sei lá 5 mil dólares aí depende como é que tá conversa entre eles e que essa pessoa tem dinheiro já vi gente pagar 30 mil dólares tá ele vai tirando informações da pessoa né para saber se a pessoa

E aí faz o depósito nessa conta aqui, que é o da Receita, que é o DAF, se eu queria outro para liberar. E aí quando ela faz o depósito, a pessoa some. E aí a pessoa começa a ligar lá no aeroporto, não sei. Não, porque o depósito não foi liberado, o meu contato, porque o meu namorado, a minha namorada. E não que existiu nada disso. E é muito difícil, porque a pessoa está inserida naquilo, é muito difícil quando você fala para ela que ela caiu num golpe.

Porque é uma dor em relação à perda do valor financeiro. Demora a acreditar. E quando ela faz, e eu conheço gente que já tinha lá no aeroporto, mas conheço de relação de família próxima, uma pessoa que caiu e pagou, que ela sofreu mais por menos... Você engana nada. Exatamente. Porque ela constrói... Para você fazer um depósito desse, você acredita na pessoa, visualiza alguma coisa. A pessoa está fragilizada também às vezes. E pela perda do amor, porque ela realmente é o principal. Eu sofreria mais com isso. Mas é o principal.

Abandono, afetivo Você cairia numa dessa? Você é um cara que se apaixona? Eu facilmente cairia numa dessa Porque eu sou um cara apaixonado Já recebeu aqueles e-mails Eu sou um príncipe do Ciaú Só que eu só pagaria uns 50 reais

É o que eu tenho, é disponível. Querida, é o seguinte, sua história é fantástica, mas o meu limite é que é 50, não é que eu não queira. Eu pegava mais 50 emprestado para o Demar, para o Rafa, 150 eu consigo pagar. Casar 150. Mas deixa eu aproveitar aqui, antes de desvirtuar do Falling Love.

A Receita não manda cobranças, comunicação de e-mail, Pix, nada disso. Então, se você receber um telefonema, uma cobrança, comunicação, não é Receita. Existe o site da Receita, o canal oficial, você entra lá, dita o CPF. Estão todas as informações lá. Então, consulta, não existe esse tipo de cobrança da Receita. Então, não existe outra pessoa pagar, isso foi emitido, não existe. A Receita só recolhe por DARF emitido.

em nome do destinatário e é direto. Então, assim, não existe, consulta sempre antes, não cai nesse tipo de história, entra com o seu CPF lá, que você vai procurar, entra com um dado, mas ele diz, qual que é o número da importação? Qual que é o número de identificação do pacote? Entra lá para ver se existe a receita, não cobra, então não acredite nisso. Esse golpe do aeroporto aí, tem que ter cuidado mesmo. Eu estava voltando de uma viagem a trabalho, lembra que eu te liguei e mandei uma mensagem?

uma pessoa que estava com bastante bagagem, veio, nossa, pode levar só essa daqui para mim, porque eu estou com muita bagagem. E pode parecer, para quem quer ajudar, ou para um cara que facilmente se apaixona, que nem o Felipe, dependendo de quem pediu, acho que ele vai fazer. Não, vou te fazer esse favor, mas ela pediu para mim.

Eu falei que ajudaria, quando chegou perto, já tinha avisado o pessoal da fiscalização, pode fiscalizar. Ela pediu para você mesmo, de verdade? Pediu para mim. Ah, não é o exame? Pensa no azar, cara. Eu apercei o coração. Eu ajudo! Eu ajudo, claro! Já vai... Tudo bem, mano?

Estou chegando com umas malas aqui. Pode parar aqui. Uma mala. Uma mala vermelha maravilhosa aqui. Cheia de contrabando que estava. Então, se alguém não tivesse ajudado e tivesse parado, estava cheio de contrabando. A pessoa que está levando vai sumir. Fala, não, não pedi nada. Não está contigo aí até buscar na câmera. E tudo vai passar um transtorno. Então, não deu mais de bonzinho. Nesse caso, recuze o pedido. E se quiser, nos avise.

é né o Felipe vai deixar o telefone dele aí depois como que é que avisa na hora que ele está passando ali se alguém pediu ele vai passar na piscadinha ele avisa na fiscalização já aconteceu de alguém denunciar várias vezes várias vezes

chegou, eu vim antes do voo e vi que a pessoa, já aconteceu, tinha falado que a pessoa foi para o banheiro, estava lá no banheiro e viu a pessoa entrando, escondendo tudo lá, estava no voo que eu vi a pessoa colocando no corpo e várias coisas. Teve uma ótima, de um dos nossos participantes do área restrita, que a pessoa não conhecia, infelizmente, estava viajando, aí sentou no banco do aeroporto, lá no portão de embarque, cara, estou levando uma caralhada de coisa, é iPhone, conversando com o cara do... E o cara estava aqui no ar.

É iPhone, é doce de leite, é velho raro, é não sei o que. É sério? Olha, tirou a foto do cidadão, ah, não deu outra, quando caiu. Cara, parece um sketch de humor, mas acontece. É verdade, cara, isso aí, coitado, o cara tem um azar, um karma ruim mesmo, né? Porque pra sentar alguém do lado assim, que é isso aí.

Por outro lado, estava contando esse dia pessoal, que a gente estava lá na gravação, a gente teve uma que a gente estava há muitos e muitos anos atrás numa operação para identificar uma passageira lá que era recorrente em fazer rolo. E ela saía pelos caminhos do aeroporto, demorava para sair. Na época, o do desfri era antes, tinha aquela confusão toda.

cara, procura, procura, procura e não acha, a gente colocou, o Rogério foi atrás, não sei quem, a gente monitorando nas câmeras, não acha, levamos horas para achar ela, horas, achamos, mas levamos horas, depois vamos rever onde foi o que aconteceu. Cara, o Rogério está no elevador, entra a mulher.

e ele estava falando não chefe, eu não estou achando com toda a tecnologia vira no cantinho assim não, eu não estou achando que não sei o que não, não viu cara não viu você viu pela câmera depois que ela tem uma denúncia aqui Daniela Ribeiro 5728 deu uma denúncia para fazer Felipe, me manda teu número que eu te envio agora

Tá certo. Manda uma DM aí. Manda uma DM. Esse pessoal é criativo aqui. O Felipe está rindo aí. Vai mandar um DAF para ele pagar. É, pode crer. É um DAF. É óbvio. Infelizmente, dinheiro eu não tenho. É óbvio. Até 50 reais pode mandar, Daniel. Até 50. Manda. O Carlos Eduardo perguntou qual é o método mais sofisticado que vocês já viram de alguém tentando usar para enganar a receita. O Demarco tem um muito bom.

Eu? Daquele objeto que achava dentro da mala, que estava rechado. O que? O Felipe conhece a história. Qual que é? Você que aprendeu, cara. Fala aí. Fala aí, Deu. É o que eu estou pensando. Estamos aqui, transparência. É, vamos lá. Agora vamos ficar aqui, não vamos contar a história. Exatamente. Bomba, bomba, bomba. Informação aqui.

Eu estava, a gente estava fiscalizando e tinha um passageiro que era suspeito de análise de risco, apontou algumas inconsistências, pode ser válido de produto, mas no caso específico apontava que haveria um risco para tráfico de drogas e fiscaliza, fiscaliza, fiscaliza, não acha. E aí ele tinha alguns objetos de entretenimento adulto.

Pessoais. De borraca. Não sei se eram pessoais. De látex. E aí fiscaliza, fiscaliza, fiscaliza. Dentro do objeto. Fizeram um fundo ali e a droga estava inserida dentro. Inserida dentro do objeto. Dentro do objeto. E estava sempre ligadão. Rolaína. Rolaína. Eu tenho outro nome. Eu chamei de pirocaína. Melhor, pirocaína.

É o apelido. Cara, eu sou criativo, hein? É complicado, cara. E aí depois você tem que aprender aquilo e tudo. Né?

Próximo tema. O bigode. O bigode. O bigode. O bigode. O bigode. O bigode. O bigode. O bigode. O bigode. O bigode. Estamos chegando próximo da hora que... Ah, o final será revelada. O final será revelada a situação, o estado civil de alguém aqui da mesa. É, exatamente. Então vamos lá. Vamos lá. O Paulo perguntou se o Brasil está mais avançado ou atrasado em fiscalização comparado com outros países.

Eles falaram aqui um pouco, mas o que vocês podem falar mais? O Brasil está na vanguarda da fiscalização aduaneira, especialmente de remessas, postais e de passageiros. É um dos melhores países que a aduana tem maior desempenho e aplica uma quantidade absurda de tecnologia, tanto na parte de dados quanto na parte da fiscalização, inteligência artificial, incluindo reconhecimento facial, análise de scanner, de imagem, inteligência de equipe.

Meios operacionais, o Brasil é bastante avançado nesse. Eu não sei se tem aqui, eu não vi nenhum aeroporto ainda. Aquela maquininha que você tem que ficar assim, que é para ver no lance de pólvora. Já tem em algum lugar aqui? Esse daí você está falando da segurança do aeroporto. Segurança da aviação. Mas a gente já tem em alguns lugares? Já tem no Brasil? Sim.

É para o quê? Para coisa de explosivo? É isso mesmo, para o externo de polvo. Exatamente. Pegando um dado isso aí do que o Felipe falou, dos países membros da OCDE, a gente falando de eficiência, o Brasil é o segundo país com a menor relação custo.

A arrecadação. Então, a Receita Federal é a que tem a maior eficiência em relação ao que custa. Tipo, tamanho da equipe versus o quê? Verso quanto custa e quanto ela devolve em trabalho. Então, antes da questão de eficiência e ineficiência, a gente é o segundo país. Por? Mais eficiente em relação ao funcionamento da aduana e da parte tributária, do fisco da Receita Federal como um todo. Entendi. Tem diferença de tratamento para brasileiro e para estrangeiro ou é a mesma coisa? Em que sentido?

Tipo na revista, na conversa, na entrevista? Não, é a mesma coisa, que existe a diferença de tratamento em relação à legislação de importação ou não. E aí não tem a ver com brasileiro ou estrangeiro, tem a ver com residente fora do país ou não. Porque se você é uma pessoa que reside fora do Brasil e vai passar um tempo aqui no Brasil, você pode trazer seus bens de uso e levar de volta. Aí a gente faz o que chama de admissão temporária.

Então não faz sentido se você mora lá fora e vai visitar a sua família, vai ficar aqui três semanas e vai voltar com a sua bicicleta, faz sentido você pagar o tributo para depois levar tudo de volta. Então você tem direito de fazer a admissão temporária. Você entra, registra aqueles bens, até 3 mil dólares você não precisa registrar, mas enfim, acima disso você registra e quando você sai, isso dá a baixa.

Se você é brasileiro, obviamente, você não tem como fazer isso, porque você reside aqui. Agora, em termos de tipo de fiscalização, exatamente o mesmo tratamento, a mesma coisa. Uma equipe de filmagem, por exemplo, traz equipamentos de filmagem, etc. Vai ficar no Brasil, faz uma admissão temporada, não precisa pagar imposto. Então, tem essas diferenças mais jurídicas, legais, entre os residentes e os não-residentes. A fiscalização aduaneira da Receita é muito tecnológica, porque a gente foi forçado a isso.

Nós somos pouquíssimos na parte da aduana, nós somos 3 mil e alguma coisa, para o Brasil inteiro.

Então você tem que fazer um emprego massivo de tecnologia. Para, por exemplo, a gente ter essa assertividade de cargas lá nos portos, a gente tem que saber de onde está vindo aquela carga, por onde aqueles veículos passaram, a gente tem como saber isso. Se as empresas fazem sentido aquela rota logística ou aquele material que ela está exportando. Então você cruza isso tudo para conseguir lá no porto, no meio de 12 milhões, 14 milhões de contêineres por ano, pegar aqueles que estão com problema.

Porque se fosse depender somente da quantidade de pessoas, às vezes um país que tem mais aduaneiros, digamos assim, ele não tem uma tecnologia tão avançada porque não precisou fazer isso pela quantidade de pessoas que tem. Mas a gente acabou tendo que se virar por conta da pouca quantidade de servidores. Daí a necessidade do concurso.

que o Felipe vai pedir autorização e a gente vai conseguir. Eu peço. Os caras falaram que a admissão temporária vale para dinheiro também. Para dinheiro? Estão perguntando, a admissão temporária vale para dinheiro também. Para essa pessoa que vai vir um tempo aqui e vai voltar. Não, ele está confundindo com a declaração. Você não precisa declarar até 10 mil dólares, tanto na chegada quanto na saída. Se você estiver trazendo mais de 10 mil dólares em espécie, você precisa declarar.

Mas não tem nenhum tributo, nem na chegada e nem na saída. É só o registro desse dinheiro. Então ele está confundindo a admissão temporária, o que é um registro, mas não tem nenhum tributo. É só para você ter o controle para evitar a lavagem de dinheiro, utilização para o tráfico, crime organizado, esse tipo de coisa. Mas é só um registro, não existe tributo. Onde tem a maior entrada de armas no Brasil? Vocês sabem?

Armas é um problema bem complexo. Hoje a gente tem... Tem arma que vem desmontada também, né? Tem, tem. Hoje a gente tem um fluxo vindo dos Estados Unidos para cá, muito grande, entrando principalmente por São Paulo. E ela vem separada em peças, em insumos para fazer montagem aqui no Brasil, chamadas Ghost Guns, que você...

Pega as pecinhas, importa, importa a maquininha para fazer e começa a montar em fábricas clandestinas. Então é algo realmente muito difícil de a gente mapear. Mas a gente sabe que a maioria vem dos Estados Unidos e por isso recentemente a gente fez duas normas de cooperação com os americanos. Uma para a troca de informações a respeito especificamente de armas e outra para outros crimes em geral, para a gente conseguir mapear melhor as cargas que a gente precisa olhar.

Imagina aquelas pecinhas pequenininhas de arma Vindo numa carga de cadeira Desmontada É extremamente difícil de achar Mas com uma cooperação e troca de informação lá Com o país de origem Aí a gente já consegue filtrar Funilar ainda mais e entender melhor Por onde isso está vindo Fala Bigoda Senhores, tem mais alguma coisa Que vocês acham interessante falar Alguma advertência Alguma dica Então

Olha, Pilela, eu acho que a gente abordou de forma ampla todas as questões. A gente falou de carga, a gente falou de tráfico de drogas, a gente falou de controle de aeroporto, falamos de aviação executiva, falamos de tecnologia, de reconhecimento facial. Até botaram um vídeo aí, um pouquinho mais acima do peso naquela época. Então a gente abordou.

Acho que a gente falou bastante sobre o papel da Receita Federal. Demos bastante informação para o público. O pessoal está elogiando aqui o papo. Que legal. E agora, Demarco, aquela tua câmera é contigo. É a hora. É a hora.

Bom, queria agradecer o convite, a participação. Não era isso, não? Não, não, não, não, não. Agora é a hora. Eu quero saber. Eu também. Eu não sei. Ninguém sabe. O homem misterioso. É.

Eu estou achando que eu tenho alguns pretendentes aqui. É isso. Que não me agradam, inclusive. Quero saber se eu posso te ligar numa sexta-feira à noite para ir comigo ou não. Para ir contigo? Comigo não. Os caras não confiam no meu programa. Para ir contigo não. E aí? Agradecer o espaço, a participação. Obrigado demais também. Ele está sem graça, está enrolando.

Mas eu acho que é isso. Solteiro? Casado? Eu vou falar. Eu vou falar. Eu vou falar e agora é isso aí. E se tiver que acabar a amizade, vai acabar a amizade desse podcast. É isso aí, cara. O Temarco tem namorada, sim. Só que ela vive em outra nação. Na imaginação.

Está respondido aí. Fica aí. Agora quem quiser entenderam o que quiseram. Aí eu vou fazer. Está certo. Eu falei. Pronto, falei. Fala, fala o Fabiano. A gente vai lá no programa falar sobre a do ano, explicar as coisas. Aí ele fala, não, vai lá. O povo quer saber o que ela perguntou. Eu falo que o Fabiano é nosso. É soberano. Nós três aqui. Aí ele está vendo o programa. Ele está bravo. Ele está bravo. Eu vou dizer uma coisa. Todos os programas até hoje foram sérios.

vocês dois vieram pela primeira vez, vocês avacalharam o programa e eu agradeço isso. É a primeira vez que eu estou escutando algo nesse sentido e eu fico até surpreso. Não me acostume a fazer esse tipo de coisa. Daqui a pouco vai estar ligando. Ele só está esperando acabar para ligar. Vocês vão para lá.

Tô tendo tanto tempo pra falar. Não, ele falou que não ia avisar mais. Não quero saber se você é casado, se é namorado. Inclusive, eu tô pensando se você tá vivo, porque amanhã eu te mato. É, é brabo. Com o que a sua, Felipe? Ninguém tá perguntando, Bigoda, mas e você? Tá solteiro ou namorando?

Eu tô conhecendo uma garota, hein? Conhecendo. E você viu o sorriso, cara? Você viu? O bigode até está louco. Seja quem for essa garota, parabéns. Sortudo, hein? Ela ficou até com inveja agora. Ela tá assistindo? Tá assistindo? Tá assistindo. Que legal. Pô, ele joga esse. Ana Júlia. Ana Júlia. Foi a pergunta que eu li aqui. Era dela. Parabéns, Ana Júlia.

Ele até cantou pra ela. Até apareceu um cara aqui que não sabia. Ana Júlia, tenho coisas pra falar pra você, viu? Entre em contato com a gente. Não é assim que fala, como é que fala Ana Júlia? O Ana Júlia. Eu e a equipe aqui temos que dar certos conselhos pra você. Obrigado demais, foi muito divertido, muito informativo. Agora é hora de vocês passarem redes sociais, informações, site, data de estreia, tudo que puder fazer aí. Fique à vontade, Marcos, você já é veterano aqui, tua câmera aquela.

Bem, eu tenho uma página... Os caras estão falando, o Demarco usa o frio. O Demarco usa o Orkut ainda, pessoal. É, né? É mariodemarco.sousa, com S a minha página. E a gente tem a página da doana também. A doana...

Como é que é a página da Aduana? Ué. O Rafa deve saber. Com certeza. Eu sei. A página da Aduana é a Aduana. Não é a Aduana? Não é a Aduana. Vai me chamar de uma coisa aí. Alguém procura aí. Aduana.receitafederal. Não lembrava. Pronto. Aduana.receitafederal. Então, assim, quem quiser seguir a gente, acompanhar o trabalho. Aliás...

agradecer bastante, muita interação, participação, tem crescido bastante a participação e a visualização, então, se quiser acompanhar um pouco mais do trabalho da gente, está lá. E agora, de forma séria, de verdade, agradecendo aqui o espaço, a oportunidade, segunda vez, um prazer, assim, essa abertura de a gente poder, de uma forma leve e descontraída, levar a informação e prestar, na verdade, prestar conta da sociedade do nosso trabalho, de como a gente utiliza os recursos que a gente recebe. Obrigado. Quem quer ser o próximo, pode ser eu.

arroba Eugênio Rafael, da aduana, que eu acho que é o mais importante vocês seguirem lá para ver o nosso trabalho também. Que é? Não sei. Aduana.receitafederal. Já está dito. Aduana.receitafederal. Então, agradecer também, pela oportunidade de estar aqui, para a gente é uma felicidade falar dessa forma descontraída do nosso trabalho.

atrair vocações novas, novos estudantes que se Deus quiser e o Felipe conseguir as vagas do concurso vocês estarão com a gente em breve obrigado não tinha me ocorrido essa ideia de pedir novos concursos ainda bem que a gente comentou aqui agora naquela cana que você fala com o ministro

Isso, pronto. Mas eu queria agradecer, de verdade, de novo, parece uma repetição, mas é muito bom para a gente estar aqui e colocar essas informações para quem a gente serve, porque nós somos servidores públicos. A gente serve o público que está assistindo e a gente gosta muito disso, tem muito orgulho disso. É muito legal.

E essa nova forma de comunicação, ela moderniza, eu acho, uma instituição séria, que é uma instituição séria, a Receita Federal, a do Ano do Brasil, mas moderniza a forma como a gente interage com o público, até com pessoas da idade do bigoda, 20 anos aí. Pois é. Bigodiana agora, Ana Júlia. É, que casal. As pessoas da nossa idade, né? É, isso. O Demarco entende que ele já é um pouco mais novo.

mas, aliás, só uma curiosidade, o Demarco é mais velho do que eu. Isso é um fato. Isso é chocante, porque ninguém suporia isso. O Demarco é mais velho do que eu. Isso é chocante. Chocante. De vez em quando. Você dá para ver pela gira que ele está usando. De vez em quando. Chocante, é. Chocante. Ele sai e vai na discoteca. É uma brasa, amor. É uma brasa. Difícil.

Então, muito obrigado, agradeço. Então, é felipemoraes.fmm, as redes, e é a rede social da dona. Na minha rede eu acabo postando os bastidores ali da vida do Demarco, né? Os bastidores da minha vida. O papo é esse, cara. E data de estreia. E aproveitar o espaço que tu vai dizer que o Felipe não é meu tio. Todo mundo é bom. Não, é o seu tio, o seu Felipe não é meu tio.

Tá vendo, velho? Eu tenho que aguentar todo santo dia, é difícil, cara, me dar uns gostos acordar para trabalhar, é complicado, cara. Ele não é meu tio. E data de história da próxima temporada? Geralmente, a gente de fato gravou a próxima temporada, como sempre gravamos todas as outras. Geralmente é ali em outubro, aquela faixa ali de outubro.

Outubro, então, estreia nova temporada. Bigoda, é contigo aí, mano. É isso aí, agradecer a todo mundo que chegou até o final. Agradecer especialmente uma pessoa. Aos nossos parceiros. Não. Ana Júlia? Exatamente. Aos nossos parceiros. Tem que agradecer a sua parceira. Você está meio promíscuo aí, Bigoda. Aos nossos parceiros. Então já deixei o seu like e também a sua inscrição, chegando pertinho dos 6 milhões. Então ajuda a gente aí.

Isso, obrigado Estratégia, concursos. Como eles falaram aqui, é muito importante você acessar o QR Code, o link na descrição, vai direto para o mapa, que mostra onde tem concurso rádio. E a Insider, que tem várias promoções para o Dia das Mães, você vai combando as promoções e pode chegar. Você já garante o seu presente. Exato. Obrigado demais, pessoal. Ao contrário deles, eu posso falar, estou solteiro, meu arroba é Vilela. Me sigam lá.

E perguntem coisas. Tá bom? Agora é hora de você brilhar, querido Bigoda. O que o pessoal... Cuidado, hein? O que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final? Pode dar algumas opções e escolhe aqui. Algumas opções? É. Deixa eu pegar aqui que eu tinha pagado. Pirocaína é uma delas. Pirocaína. Ele é meu tio. Camiseta rosa. Camiseta rosa. Essa estava no início. Camiseta rosa. É. E Melzinho do amor. Melzinho.

O que vocês preferem que o pessoal escreva nos comentários para provar que assistiu aqui?

Camisa Rosa? Acho que é Camisa Rosa. Camisa Rosa. A galera não vai entender nada, vai ter que assistir o programa. Vocês sabem qual a minha escolha, mas eu não posso falar disso. Exatamente, Pirocaína. Camisa Rosa nos comentários e prove que você chegou até o final. Fiquem com Deus. Beijo no Cotovelha e tchau. E que bom que vocês vieram. Valeu, fui!

As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.

Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.