1835 - RENAN SANTOS
RENAN SANTOS é político. Ele vai bater um papo sobre sua pré-candidatura à presidência do Brasil pela Missão. O Vilela achou que o episódio seria uma missa de 5 horas de duração.
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- Eleições PresidenciaisRenan Santos · Partido Missão · Corrida presidencial
- Críticas ao STFPoder do STF · Acordos políticos · CPI do Banco Master · Decisões monocráticas · Orçamento Secreto
- Mudanças educacionais e acadêmicasValorização do professor · Método fônico de alfabetização · Inclusão de alunos atípicos · Incentivos financeiros para alunos e escolas · Investimento em educação básica e superior
- Escalações do BrasilRecursos naturais · Terras raras · Energia abundante · Liderança política
- Minerais raros e terras raras como interesse geopolíticoGeopolítica · China · Estados Unidos · Indústria de ponta · Transferência de tecnologia · Custo Brasil
- Democracia Brasileira - Desconfiança InstitucionalCorrupção · Fundo de Participação dos Municípios (FPM) · Centrão · Desigualdade regional
- Comparação com outros pré-candidatosRonaldo Caiado · Aldo Rebelo · Danilo Gentili · Augusto Cury · Lula · Romeu Zema
Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Velera e está começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais presidenciável do que a mim, do que a sua.
Lênin, você seria um bom presidente. Eu não sei de ações, mas visualmente eu votaria em você. Você tem cara de um cara sério. Impõe o respeito. Exatamente. Essa barba branca está te dando um ar sábio. Eu prometo que se eleito for...
Por que todo mundo que não vai imitar um político fala eu prometo, né? É que ficou marcado, né? Pois é. Justo veríssimo. Lerinha, é um programa especial, um programa muito importante nessa corrida presidencial. Já falamos com quem? Falamos com Flávio e Zema. E agora está Renan.
E o assessor do Lula falou que já está para marcar aqui. E mandou mensagem hoje. Tem que vir. Aqui é ponto... Não, se não veio aqui, não acontece na eleição. Exato. Pablo Marçal perdeu a eleição aqui. Pablo Marçal perdeu a eleição. Ou seja, aqui define a eleição. Posto obrigatório aqui. Renan pode subir na pesquisa ou pode cair na pesquisa a partir de hoje. Então, Renan, fique preparado. Você em casa já mande perguntas, não é, Lili? Como vai funcionar?
É o seguinte, você manda pra cá a sua pergunta ou o seu comentário, mas primeiro você deixa o seu like, beleza? Deixa o like, se inscreve no canal, já se torna membro. Divulga o link pra o seu amigo, inimigo, vizinho, sogra, enfim. Porque você sabe que não é só o pessoal que gosta do Renan Kiasas. Tá um monte de gente querendo saber se ele vai escorregar. É verdade. Hoje tem os prós e os contras. É, o Zema, o que aconteceu aqui repercutiu em toda a mídia aqui, o que ele falou aqui. Exato. E agora? Aqui é o lugar onde dá notícia, né? As coisas acontecem.
Então já manda a sua pergunta, o Leandro vai separar. Separando aqui já. Sem pena, sem dó. Sem dó. Como sempre, quem conhece já sabe. A gente começa com as mais leves e depois vão as mais... Eu vou dar uma maciada na carne primeiro e depois eu dou aquela paulada. Exatamente, Leandro. O que eu te fiz, Leandro?
O Leni... Que respeito pela sua pessoa. Que risada sádica, cara. Você se divertiu. Leni, então é isso. Já dá o like, já se prepara. E antes de falar aqui com o Renan, quero falar com você de casa. Seu livro de história mentiu para você. Você já parou para pensar que ensinaram a gente a decorar o nome de políticos e revolucionários, mas apagaram os nomes de quem realmente construiu riqueza para o país? Ô, Leni, seguinte. Me fala o nome de três grandes empreendedores da história do Brasil.
Três só. Tá vendo? É difícil, né? E não é por acaso. Por que será que a escola foca tanto em político e tão pouco em quem gera emprego, né, Lenin? É verdade. Quem está no poder controla a narrativa e escolhe quem é o herói. O G4 está puxando o Brasil para conhecer a verdade sobre os heróis do Brasil. Por isso, o G4 está disponibilizando a Bússola, um curso gratuito de gestão inteligente artificial aplicada e focada para donos de empresas. Isso não se trata de história, se trata de dar direção... Então...
Voz e poder para os empresários marcarem seus nomes no legado do Brasil. O escaneio QR Code que está na tela, já está na tela? Já está na tela. Ou o link na descrição para se pré-inscrever e garantir sua vaga. G4, para quem quer mais, muito mais. Também vou dar outro recado aqui na Eterráquio. Aguenta um pouquinho aí porque eu quero te mostrar uma ferramenta que pode facilitar muito a vida de quem está de olho em concurso. Porque muita gente trava logo no começo sem saber qual concurso vale a pena acompanhar. Você abre um site, depois outro, depois mais um.
Vê notícia solta, edital espalhado, um monte de informação desconexa. E aí começam aquelas dúvidas. Quantas vagas tem? Qual é o salário? Até quando vai inscrição? Você viu que eu fiz uma voz para cada pergunta. Hoje você mudou. Ontem foi diferente. Eu sou ator. Hoje?
que é tablado. No fim, o que era para ajudar acaba só deixando a busca mais cansativa. Agora, olha isso daqui. Põe na tela, Lene, já está? Olha lá, já está. Isso aqui é o radar do Estratégia. Na prática, ele funciona como um mapa dos concursos. Então, por exemplo, você é de São Paulo e quer saber quais concursos estão rolando no Estado, quantas vagas cada um tem, qual é o salário, até quando vão as inscrições. É só abrir a...
Aqui e olhar, você bate o olho e já entende melhor o cenário. Em vez de juntar a informação espalhada, você já entra numa página feita para mostrar isso de forma organizada. Se você está assistindo, então aproveita agora e aponta a câmera do celular para o QR Code que está na tela e você cai direto no radar do Estratégia. Ou, se preferir, o que tem?
Link na descrição. Exato. Então faz isso. Abre agora o radar do Estratégia e dá uma olhada nos concursos que estão mais perto de você. Porque às vezes a oportunidade está ali. Você só precisava de um jeito mais fácil de encontrar. Estratégia. Valeu pela parceria. Valeu.
E tem o nosso amigo de longa fata, nossa amiga, né? Em parcerona. Né? Que é a Insider. A Insider só hoje. Hoje é dia 5? Hoje é dia 5. 5 do 5. Olha só, no site da Insider, além do desconto do nosso cupom, que você já conhece, se pagar com o Pix, você ganha mais 10% de desconto. Olha, o gerente coloca, o desconto pode chegar até 25%.
É muita coisa, né? Muita coisa, só que é só hoje até a meia-noite. Então, que horas são agora? São mais ou menos umas 7h30. Aproveita aí, fechou? Bora pro papo. Primeira coisa antes de mais nada. Obrigado por aceitar esse desafio, Renan. Todos estão vindo e você, claro, estava na fila já pra vir. Manda um oi, se apresenta pra quem não te conhece.
Oi. Olá, eu sou o Renan, tenho 42 anos, sou fundador do Movimento Brasil Livre, ou seja, eu liderei as manifestações pelo impeachment da Dilma Rousseff, do nada, com um escritóriozinho minúsculo lá no centro de São Paulo, com um japonês, à época um japonês fedido, hoje o melhor deputado do Brasil, Kim Kataguiri. Peraí, peraí, peraí, um japonês fedido? Ele era meio fedido. Não tomava banho ou era falta de perfume? Havia uma licenciosidade dele com a falta de banho.
Hoje limpíssimo. E em todos os aspectos. E uma das pessoas mais brilhantes que eu conheci na minha vida. E que teve seu projeto de aumento de penas para furto, roubo e receptação. Sancionado pelo Lula ontem. Não sem ressalvas do Lula. Que ele não pode ver um bandido que já faz aquela tentação ali. A mão começa a tremer. Mas foi sancionado o projeto. Lideramos o impeachment da Dilma. Eu fui vice-presidente do comitê do impeachment no Congresso Nacional.
Ou seja, coordenei não só ruas, mas também lideranças políticas para passar o impeachment. Então...
fomos às ruas também pra derrubar o Lula, fazer o Lula ser preso no momento em que a apuração leva jato, corria risco em 2018. Quando precisei fazer oposição ao bolsonarismo junto com o meu grupo, assim eu fiz, perdi seguidores, perdi apoiadores, perdi tudo, quase fechamos o movimento, fomos alvo de perseguição política.
Tinha uma brincadeira na época que falavam o que? Que estava derretendo? O que era? Derrete MBL. Derrete MBL. Derreteu tanto que se espalhou, né, cara? E hoje estamos em todo o Brasil. Criamos um partido político do mais absoluto zero, com milhares de jovens trabalhando para coletar assinaturas ao redor do Brasil, com as nossas próprias tecnologias. Criamos a segunda maior revista de política, cultura e arte do Brasil, só atrás da revista Piauí, que é do Banco Itaú, ou seja, a gente contra o Banco Itaú. Único projeto sério de direita do Brasil. Que é?
a revista Valete, criamos também o partido Missão, que basicamente eu volto a colocar, é o último partido a ser montado com a lei mais difícil no Brasil, Bolsonaro tentou e não conseguiu, e não é porque foi sabotado, nada disso, simplesmente não foi bom, não teve inteligência no processo, os filhos dele tentaram tocar, Flávio e Eduardo
não são muito inteligentes, e quando você é preguiçoso e não é inteligente, a sorte não sorri pra você. Disseram que eu tive sorte, e realmente a sorte sorri quando você é inteligente e trabalha bastante. Criei uma rede social própria, que é o Valete Plus, em que pessoas podem criar seus podcasts, criar seus textos, e de certa medida provocar o mundo com seu pensamento individual, sem censura.
Ou seja, criamos todo um ecossistema que ajuda aquilo que a gente chama de direita, com ideias originais, a mudar o Brasil. E hoje eu estou aqui, graças a todo esse trabalho de mais de 10 anos, tendo o direito de vir aqui no Vila. Eu já vim outras vezes aqui como convidado, como quase um especialista em algumas áreas. E hoje eu tenho o direito de vir aqui como pré-candato à presidência da República por conta desses milhares de jovens que coletaram a assinatura para a gente. Forçam pessoas ao redor do Brasil que botaram muita fé no projeto.
E hoje eles estão juntos, eles estão sentados aqui comigo em certa medida, participando desse sonho de tornar o Brasil, o país que a gente vive, um lugar muito, muito, muito, muito, muito melhor. E ele pode ser. Então, pra mim, é uma honra, é uma responsabilidade gigantesca, é uma responsa enorme, porque é muita gente, é uma molecada muito grande, em todos os lugares do Brasil, botando muita esperança. E às vezes eu acordo no meio da noite, assim...
Uau, sabe A pesquisa Atlas mostra Eu estou em segundo entre jovens de 16 a 24 anos E já dos de 25 a 35 Eu tenho de 11 a 14% Dependendo do cenário É uma responsabilidade muito grande A gente está encampando o sonho de uma geração E a gente não pode falhar Então eu estou aqui com esse sonho aqui para carregar
Eu queria começar então para você fazer uma análise para a gente, econômica, sócio, política, sei lá, a mais abrangente possível daquele Brasil que você tinha no Vem Pra Rua, que é esse início, o pontapé inicial, para o Brasil que a gente tem hoje. O que mudou, o que continua igual?
uma análise de 2014 pra cá em certa medida as pessoas saíram em 2013, você tava com quantos anos? eu tinha 29, 30 anos quando comecei o MBL eu era um dos mais velhos o Kim tinha 18, 19 anos moleque
E as pessoas saíram às ruas em 2013. E em 2013 era uma revolta contra o sistema. Já faz muito tempo. Ela começa... Não tinha cor ideológica. Até começa com a esquerda, mas ela não tinha cor ideológica. Ela começou como um fenômeno. Esse fenômeno toma as ruas do Brasil para mostrar que nós estamos com raiva de algo que a gente não sabe descrever.
Quando o MBL surge, aí já em 2014, a gente direciona, não, esse governo é um governo corrupto, há um escândalo de corrupção gigante que a Lava Jato está descobrindo, e nós precisamos derrubar esse governo e administrar o Brasil com novas ideias. Aí sim surge o que a gente chama de direito online. Aí tinha o Olavo de Carvalho, que era um pensador, o Bolsonaro começava a surgir indo lá no programa da Luciana Gimenez, com os memes dele e tal. Então muita coisa começou a surgir.
A gente derruba Dilma Rousseff, entra o Michel Temer. A época a gente apoiou duas grandes propostas, uma foi a reforma trabalhista, o tapeque do teto. A gente tentou apoiar a época com a reforma da Previdência, para o Brasil já mudar a lógica econômica dele. Se tivesse passado aquela época o Brasil já estava em outra posição econômica, a época, para poder encarar as crises que vieram depois.
Mas o Bolsonaro ganhou, havia por parte das pessoas uma grande esperança no Bolsonaro, o Bolsonaro ele transformou toda aquela esperança em mudar o país em culto à personalidade dele. Porque o Bolsonaro é um homem muito simples. Ele até gostava, é um cara engraçado, mas ele não... Simples no bom sentido ou não?
No bom e no mau sentido. A questão é o seguinte. Ele quer mostrar o tempo todo que é uma pessoa comum. Mas para você ter feito os extraordinários, você precisa ser uma pessoa com qualidades extraordinárias, que são qualidades incomuns. Se você põe uma pessoa em comum para fazer uma cirurgia no seu cérebro...
Essa pessoa vai fazer uma besteira, ela não tem qualidades especiais. O Bolsonaro nunca teve essas qualidades. As pessoas gostavam dele por ele ser simples, por ele ser engraçado. Ok, só que quando ele precisava lidar com crises, ele não sabia o que fazer. E mais, ele tinha preocupações com os filhos, se o filho corrupto aqui ou o filho corrupto ali, ele iria se dar mal, então ele precisava proteger. Na prática, ele traiu essa esperança das pessoas e a gente se manteve brigando.
porque você fez muita cobertura desse período, 2020, 2021, 2022, e ele perdeu a lição pro Lula, como era esperado, e aí veio um governo de esquerda e a gente volta, e isso que a gente amarra todo o ciclo, a gente volta pra 2015, quando a Dilma ainda tava no poder, a gente volta assim, como é que pode o PT ter retornado ao poder, mesmo o PT ter sido chutado pelas pessoas às ruas em 2016, 17, 18? É porque naquela época, em 16, 17, 18, tinha uma coisa que a gente não tem mais hoje.
Tinha esperança que o Brasil dava pra ficar diferente, então as pessoas saíram às ruas. Porque elas acreditavam que se tirasse o PT do poder, dava pra ter algo diferente. E as pessoas defendiam pautas e não cultuavam uma pessoa. Então quando a gente defendeu pautas, a gente defendeu a Lava Jato, o impeachment da Dilma, reformas, prisão do Lula. E tudo isso aconteceu. Quando os brasileiros passaram a apoiar apenas a pessoa, que era o Bolsonaro, o Brasil perdeu. A Lava Jato acabou, o Lula voltou.
E aí a gente está hoje com o Brasil sem esperança nenhuma, a ponto de ter o maior escândalo de corrupção da nossa história acontecendo agora, que é basicamente o escândalo do Banco Master, e ninguém quer sair às ruas, porque ninguém acredita mais em nada. E esse é um momento que o Brasil não tem nenhuma esperança. O brasileiro perdeu esperança em absolutamente tudo. Especialmente as pessoas com mais de 30, 40 anos. Eu sinto isso.
As pessoas da minha geração, da sua geração também. É, da minha geração. Porque é uma geração que o Brasil não se realizou.
A gente passou umas três levas de agora vai. Agora vai, agora vai. Depois do tempo você fala, quer saber, muda governo, entra governo, é a mesma coisa. Isso. E é ruim isso. Muito ruim. É muito ruim, porque não aconteceu. O Brasil não aconteceu pra minha geração. E a gente tinha oportunidade. Lógico. Imagina um cara, vai, eu tô com 42 anos. Um cara da minha geração achava assim, vou fazer a faculdade, estudei, fiz a faculdade, vou arrumar um trampo, vou crescer na empresa, talvez mude pra outra pra ter uma promoção, vou comprar uma casa, casei.
Não aconteceu isso. Não aconteceu. Essa geração minha, já em 2008 teve uma crise. Então teve a crise mundial em 2008. O Brasil teve uma outra crise em 2013, 14, 15. Crise econômica. Então essa pessoa perdeu tudo. Aí quando viu esse cara que fez a faculdade, tá tendo que fazer Uber pra sobreviver.
E aí ele, não, agora é Bolsonaro, agora vai. Aí não foi. Aí volta o Lula e fala, vou te dar uma picanha. Ah, picanha? E não teve picanha nenhuma também. Então esse cara acha que viver no Brasil é uma desgraça. E aí o que está acontecendo? As pessoas estão indo embora do Brasil. O Brasil que sempre foi um país de imigrantes.
país, especialmente se você é do centro-sul do Brasil, você provavelmente vai lembrar que seu avô ou sua avó veio de algum lugar diferente do mundo. Hoje não é mais assim. O brasileiro vai embora. O brasileiro tá procurando emprego em outros lugares. E isso tá acontecendo porque as pessoas perderam a esperança no Brasil. Aí são piadas. Ah, o Brasil é um bostil. Ah, o Brasil não vai dar nada. Ah, o Brasil é um cachorro caramelo.
Aí o PT se aproveita disso. Não, não. É a soberania. A soberania com o cachorro caramelo. Pô, cara, a gente não é isso.
A gente perdeu essa energia vital Que poderia fazer a gente ser uma das grandes potências do mundo E aí o que eu tô tentando fazer?
Eu acredito muito. Eu sou meio louco nesse sentido. Cara, o Brasil tem tudo para ser um dos cinco maiores países do mundo. E por que tem tudo para ser? Esse é o cálculo que eu jogo para todo mundo que é negativo. O Brasil tem um monte de problema. A gente está com uma janela de oportunidade incrível aí para frente. Exatamente. Terras raras. O Brasil, antes de eu chegar na terra rara, o Brasil tem um dos maiores territórios do mundo.
Sim. Assim como a Austrália, assim como a Rússia, assim como os Estados Unidos, assim como o Índia, assim como China.
Mas tem uma diferença. Calma, vou chegar aí. Dois, o Brasil tem grande população? Sim, tem mais de 200 milhões de habitantes. Três, o Brasil tem uma economia grande? Deveria ser maior, mas é top 10. Então...
Das grandes nações do mundo que dão um checklist nisso aí, são poucas que vão chegar nesse enquadramento. Eu colocaria cinco e incluiria a União Europeia como sexto. China, Estados Unidos... China, Rússia, Índia, Estados Unidos, Brasil e União Europeia. Vamos botar assim. Então, o Brasil deveria jogar nessa liga. Essa é a liga do Brasil jogar. Além de tudo, o Brasil tem energia disponível abundante de todas as matrizes, especialmente as mais limpas.
Isso inclui urânio, isso inclui energia nuclear, que não tem que ter tabu de falar em usar.
O Brasil tem terras agricultáveis. Não é igual. Pô, tem um grande pedaço aí da Groenlandia. Você não vai plantar na Groenlandia. A gente tem recursos hídricos abundantes. A gente tem petróleo. A gente tem um clima quente que permite que você tenha, por exemplo, duas safras no ano. Ou seja, o Brasil é um país abençoado nesses termos. Água. Água, demais. Descobriram debaixo da Amazônia água por não sei quantas décadas aí. Exato. Pra humanidade.
Então, onde eu vou chegar? Em condições normais de temperatura e pressão, se a gente não se sabotar, a gente é top 5 no mundo.
Agora, se você perguntar pra qualquer brasileiro que o Brasil é hoje uma nação que tem condição de sentar na mesa com os grandes, as pessoas vão dar risada. A gente acha que a gente é ridículo, que a gente é um país eco. Pois bem, a gente precisa de um plano. O problema do Brasil é um problema de liderança. É como se a gente fosse um time de futebol que tem bons jogadores, mas o técnico é um imbecil. E este é o grande problema do Brasil.
Nós escolhemos a pior comissão técnica possível. E em todos os termos. Não estou falando só do Lula, do presidente da República.
Eu estou falando, por exemplo, que o Tribunal de Contas da União, ou nomeações para órgãos que as pessoas nem sabem o nome, vão ser feitas por figuras que vêm dos piores estados em termos de administração do Brasil. O que eu quero dizer? O Baranhão, o Amapá, o Acre, que são lugares mal administrados. Os lugares onde tem muita corrupção, onde a maior parte dos municípios não se sustentam. Eles mandam mais do que São Paulo.
E aí os lugares mais mal administrados colocam os políticos que mandam em tudo. Então, tem algum sentido em eu pegar, por exemplo, montar a comissão técnica da seleção brasileira com jogadores que estão na Série C, que foram rebaixados? Com técnico, com massagista, com fisioterapeuta? Não, não faz sentido. Mas é o que a gente faz na política. Então, um estado... Eu visitei o Maranhão. Beijo pra todo mundo do Maranhão, vocês sabem que eu tô falando verdade.
A galera do Maranhão sabe que eles são administrados pela pior classe política do Brasil. Dito isso, eles mandam muito mais do que administradores públicos e políticos e lideranças de estados mais bem administrados. Santa Catarina, por exemplo.
Então, o que faz com que o Brasil seja tão desequilibrado? Nós temos um sistema político antigo que valoriza a ocupação de espaço e não a entrega de resultado. E a população, e aqui eu vou perder voto, mas vamos lá. Aqui nós temos que... Estou no Vilela, estou em casa, vou falar o que eu penso mesmo.
A população não sabe avaliar. E onde eu rodo no Brasil, a população não sabe avaliar. Culpa do que é isso? Diversas razões. A população não sabe avaliar que é importante para ela ter saneamento básico. Essa é a primeira coisa. Porque é uma obra que fica debaixo da terra. Ela sabe que tem esse problema. Não sabe. Por que isso não reverte no voto?
Porque ela não sabe. Não, mas ela sabe. Ela sabe que ela tá uma merda. Não sabe. Ela sabe que ela não tem segurança. Segurança, sim. Enseñamento básico, não. Você acha que não? Não. Vou dar, por exemplo, coisas que o cidadão não dá valor. Você perguntou pra galera qual é o problema daqui. Quando você está num lugar que não tem ensinamento básico, as pessoas nem sabem que elas precisam ter ensinamento básico. Não tá na imaginação delas.
O valão de esgoto tá do lado da casa delas e ela tá tão acostumada com aquilo, que aquilo é a vida dela. A vida dela tem um valão de esgoto. Faz parte que o lixo largado na rua, pô, toda rua vai ter um lixo largado. Então quando essa pessoa sai do estado dela ou da casa dela, da rua dela, humilde, ela vai, por exemplo, vamos dar um exemplo, o cara saiu do interior do Maranhão e aí ele foi pra uma cidade de Santa Catarina que é mais bem cuidada.
ele nem compreende o que está acontecendo ali. Porque aquilo está fora do escopo de imaginação dele. Que é mais ou menos parecido com o da gente, que é de capital, vai para outro país. Exato. Fui para a China agora. E você vê as ruas tão limpas, com tanta gente na rua, você fala, cara, como podia ser assim no Brasil? Exato.
Então, as pessoas não imaginam. É um problema de imaginação. Outra coisa, eu falei, saneamento básico, ninguém dá valor. Só que eu sei esse problema. Eu rodei o Maranhão. E aí eu já tinha falado, ó, Renan, aqui tem muito problema de saneamento. Cuidado pra tomar um suco, que eles vão bater com a água da torneira. A água da torneira, ela vai no fundo, vem do poço, que vai pegar um lençol freático, num lugar que não tem saneamento. Doença. Toda minha equipe pegou diarreia.
Todo mundo. Tomando, às vezes, um suco, ou você pediu uma Coca-Cola, pediu um gelo, o gelo foi feito ali. Aí você pegava. E a população, infelizmente, acaba se acostumando porque a população foi tratada como bicho a vida inteira. A população não foi respeitada a vida inteira. Aí essa população miga pra outros lugares. Aí você tem esses conflitos regionais. Galera de Goiás, se tá me ouvindo, galera de Santa Catarina, galera do Paraná.
Começa a receber migrantes de outros lugares. Os migrantes não estão adaptados ao modelo de vida deles. E da briga.
Da briga. Porque eles vêm com um sistema cultural em que eles não foram tratados como cidadão. Então a gente tem que entender assim. Um, o eleitor não dá bola para assinamento básico. O eleitor não dá bola para a educação. Nenhuma. O eleitor não dá valor para a educação. A educação não faz parte nem de longe da decisão de voto do eleitor.
A educação não é considerada um valor intrínseco pelo eleitor. E deveria ser o principal. É lógico, mas as pessoas não entendem, porque a maior parte das pessoas dos lugares mais humildes, quando ela vive, ela entende assim, a escola já era ruim. Ela passa pela escola e a vida dela não melhorou naquilo. Ela não entende que aquilo é uma mola propulsora. Quando vieram pessoas de outros países, imigrantes para cá, que vieram de culturas em que a educação já era dada, em alguma medida, como valor, eles deram mais valor e levaram vantagens nisso.
Eu dou sempre o exemplo da minha mãe. Quando eu era criancinha, me alfabeticei muito rápido. Minha mãe me ajudava, ela sentava. Minha mãe era uma mulher de classe média, jovem, que ela, meu pai trabalhava, ele era um cara de classe média. Ambos tinham se formado, tinham estudado. E minha mãe teve, eu tive o privilégio de ter minha mãe me ajudando.
quando era criança. E outras crianças não tiveram esse privilégio, porque a mãe às vezes era uma mãe solteira, não tinha grana pra bancar isso, precisa trabalhar, precisava ralar. E ao mesmo tempo aquela mãe não entendia como eu cobro a escola pro meu filho ter uma educação melhor. Muitas mães quando falam em escola, ela fala merenda. Por quê? Porque ela quer saber se o filho dela tá comendo.
Então, o ato dela de não dar valor não é que ela é uma pessoa ruim, é porque ela não tem o critério de avaliação na cabeça dela. Uma coisa que as pessoas sentem, saúde, a fila do SUS. Aí sim a pessoa sente, preciso fazer um exame, demora muito tempo para sair meu exame. Precisa ser às vezes em outra cidade, às vezes eu estou em uma cidade pequena, preciso ir para outra cidade, não tem transporte para ir para outra cidade. Demora para fazer o exame, demora para conseguir uma cirurgia, que é o famoso problema de acesso que tem no SUS.
Na saúde o pessoal olha, transporte o pessoal também olha, porque é uma coisa que afeta ela, ou o transporte está caro, ou o transporte está demorado, ou o transporte está ruim. Mas no geral, nos lugares mais humildes, boa parte dos problemas não são avaliados.
como importantes. E aí o político entende. E o que o político faz? E essa é a lição que eu tive de Brasil. A maior lição que eu tive. O político entende que ele pode cooptar aquela pessoa. Então, você tem uma família com cinco pessoas. Ele dá um emprego pra uma pessoa na tua família. Aí a tua família inteira é obrigada a votar nele e apoiar ele o tempo todo.
ele distribui uma telha, um saco de cimento, ele fica mantendo você num sistema de favor e nada disso envolve atividade econômica gerada no município, porque ele vive de repasse do famoso FPM, Fundo de Participação dos Municípios, que é um repasse que vem lá do governo federal. Esse repasse vem de dinheiro tirado de outros lugares.
E esse político não tem nenhuma responsabilidade em aumentar a arrecadação, tampouco em melhorar a vida das pessoas. E é por isso que eu comecei a jogar luz sobre esse problema ao redor do Brasil, que eu falei, cara, todos os políticos do Centrão, os políticos mais corruptos, eles vêm desse modelo de engambelar o eleitor, de comprar o eleitor, de manter o eleitor ali como um servo, enquanto ele tira dinheiro de outros lugares do Brasil que estão ralando e pagando imposto altíssimo.
E aí ele se mantém, fica rico no meio, e aí ele tem o ciclo eleitoral. Se esse cara tá no Nordeste, não no Norte, no Nordeste tem, por exemplo, vai acontecer agora o São João. Todo político do interior tem que fazer o maior São João possível, e o eleitor avalia ele se o São João for grande. No resto dos lugares são os grandes shows, por exemplo, festa da prefeitura. A prefeitura fez aniversário, aí você traz o Natanzinho, traz o Wesley Safadão, e traz vários desses cantores, e aí o público avalia, pô, o prefeito, meu prefeito é bom, aí o Safadão chama o prefeito lá, o prefeito dança.
Cara, isso não dá. Aí você tem, sei lá, mais de duas mil cidades no Brasil que vivem disso. Pão em circo. É um pão em circo com muita pobreza e DH baixíssimo e baixa atividade econômica. Em última instância, não só por conta disso, por conta de outras coisas, mas isso faz também com que outros lugares no Brasil acabem pagando uma alíquota de impostos muito alta para sustentar.
essas transferências para outros estados e municípios e também para sustentar a máquina do governo, a máquina, a grande máquina, com seus milhares de juízes, com seus milhares de promotores, com seus funças que ganham salários acima da média, com superaposentadorias.
E você tem que sustentar toda essa máquina que redistribui dinheiro que não funciona. E aí fica a pergunta, desde a Constituição de 88, tem todos esses instrumentos de distribuição de recursos. Se for puxar ainda, vamos dizer, o Pacto Federativo, os investimentos para diminuir a pobreza no Nordeste, Sudene e tal, a gente está lá desde os anos 50 falando em fazer isso. E a desigualdade regional não diminuiu.
Então a gente tem que mudar a lógica. E quando eu olho e eu estudo a lógica, ou seja, quando a gente estuda história, o que a gente percebe? Que você tem uma classe política que é horrenda, que é a pior classe política possível, administrando os lugares mais humildes e que não larga o osso. E eles se aliam com a esquerda, com a direita, com quem for, que é o famoso centrão. E se a gente quiser resolver centrão, se a gente quiser resolver STF, se a gente quiser tornar, aí sim, o Brasil que eu falei, que tem que ser uma das cinco ordens nações do mundo, a gente vai ter que resolver esse problema. Porque rodando o Brasil, tomando uma surra de Brasil, vamos botar assim,
você percebe que boa parte das nossas discussões são sobre outras coisas. E não sobre isso. Isso é o essencial. Isso é o verdadeiro tema de Brasil. Eu mesmo, cara, como liderança de movimento, eu achava que tem outro tema aqui. Cara, tem temas bem mais importantes. E esse é mais importante. Esse eu percebi. Esse é o maior problema do Brasil. E se a gente resolve esse problema, por extensão, a gente começa a resolver o grande problema brasileiro. Porque do jeito que tá, eu já...
O mundo não vai ter clemência com o Brasil. O Brasil, como você disse, tem terras raras, tem recursos hídricos, está posicionado estrategicamente. O continente, a América do Sul, assim como o tal do Sul global, vai ser cada vez mais importante nas próximas décadas. A China, por exemplo, quer fazer uma ferrovia ligando Ilhéus até Xangai, no Peru.
que é a ferrovia bioceânica, porque aí eles dão um bypass ali no canal do Panamá. Você cruza o oceano. E os Estados Unidos não querem. A gente quer. Pra gente é bom. Mas é bom com a China fazendo a ferrovia?
Não sei, eu quero a gente fazer a ferrovia. Então, o mundo tá olhando pra gente e a gente tá fraquinho aqui. Metade do Brasil discutindo se quer uma picanha do Lula, se quer um vale-gás. O outro se quer soltar o Bolsonaro. É essa a discussão? É essa a discussão de Brasil? Não é. Se a gente quiser ser um país de primeiro mundo, não é. E o lance que a gente tem que desafiar e acordar as pessoas é o que a gente precisa fazer pra nos próximos 30 anos a gente se tornar uma dessas cinco nações.
Todas essas outras discussões são discussões contingentes, que elas afetam essa, mas elas são menores.
Todas, incluindo a STF. Essa é a grande discussão. Como quebrar essa barreira para tornar o Brasil um dos cinco maiores países do mundo? Só deve ser essa a nossa discussão. Todo o resto é besteira. Mas a discussão sobre segurança pública não, né? Não. Não, ela é importante demais. Como eu disse, a STF é importante, segurança pública é importante. Só que o exemplo que eu quero te dar disso é o Brasil é como se fosse uma pessoa que está na UTI porque pegou uma gripe. Tem cura a gripe.
Mas se você não cuida, uma hora você vai parar no TI, dependendo do caso. E nós estamos nessa. A gente está com uma doença. Resolver a questão de segurança pública no Brasil não é tão difícil. É que a gente se esforça em deixar o crime organizado trabalhar. A gente sim esforça em ter uma das piores leis em termos de combate a facções, leis de execução penal, progressão, saidinha. A gente se esforça. Há um esforço. Há um esforço, vamos dizer, civilizacional de anos em tornar o Brasil um país ruim no enfrentamento ao crime. Porque eles estão...
já dentro do sistema? Ou é uma visão que foi colocada na população? É uma visão de Brasil. O Brasil ficou com muita culpa do período da ditadura militar, regime militar, chama o que quiser. O Brasil ficou com muita culpa. E essa culpa, por conta de violações de direitos humanos, fez com que...
A ideia de você avançar uma legislação penal dura para enfrentar o mental crime fosse colocado como uma coisa... Ah, não, estamos imaginando que estamos nos porões do DOPS. E aí o universo do direito no Brasil, as faculdades de direito e tal, começaram a produzir ideias que iam no sentido contrário, a ideia de abolicionismo penal. Aí ONGs ficaram hiperpoderosas, ONGs que recebem dinheiro da gringa, muita ONG recebe dinheiro americano, inclusive...
Pra ser claro, então pegaram lá nos Estados Unidos todo o dinheiro que saía do... Preciso até lembrar aqui o departamento que eles tinham. O SAD. Que ia pra ONGs fundações nos Estados Unidos e esse dinheiro era direcionado pra ONGs brasileiras. E não só pra financiamento de guerra racial, conflitos raciais. ONGs de direitos humanos que defendem direito penal mínimo. Então, isso tudo aconteceu. Por que que é interessante, você acha?
São várias razões. Eu acho que você enfraquece. Quando você faz o que um país invista em não se proteger do próprio crime, você está enfraquecendo esse outro país. E você divulga ideias das mais diversas. Aqui foi laboratório de guerra racial, aqui foi laboratório de todo tipo de ideia ruim. A guerra cultural que acontece no Brasil foi patrocinada por dinheiro essencialmente americano. E pelo amor de Deus, eu não sou anti-americano, não sou teórico de conspiração, eu só estou falando com números.
Se você for pegar, tem um pessoal, tem um site que chama, acho que é Fundação Monte Castelo.
Vai pegar ali o dinheiro do George Soros, que é um grande investidor nisso, fundação por fundação, dinheiro que vem pro Brasil. Isso é nítido. Essas ONGs defendem políticas de desencarceramento, dizem que se você tiver uma política mais dura pra aumento de pena, você tá sendo racista. E aí você formula todas as grandes políticas públicas de segurança no Brasil baseadas nisso. E aí, cara, acontece o que aconteceu. Você até 10 anos atrás, se você falasse, ó, eu vou aumentar a pena pra gente... Fascista! Mas é engraçado porque...
tanto a China quanto os Estados Unidos, são muito duros com o crime. Pois é. E o pessoal defende a China. E o pessoal defende os Estados Unidos. E os dois têm que falar que se não for duro com o crime, cara, a gente já está numa situação muito complicada.
Sim, mas, Vilela, você vai pegar, nos Estados Unidos, as leis penais, na maior parte dos casos, são feitas pelos estados. Então você tem estados que absorveram essa visão de mundo e tiveram resultados desastrosos. A Califórnia teve resultados desastrosos. Você tem vários lugares, em Chicago, você tem um crime... Não dá para acontecer isso aqui, nos Estados Unidos dá para cada estado... Exato, e aconteceu isso lá também. Você teve leis penais mais brandas passando e aumento de crime.
acontecendo. Na China não, é um estado centralizado e essas ONGs nem... Se essa ONG botar o pé pra fazer... Na China vai todo mundo preso. A China tem lei e ordem. Agora não só a China, outros países na Ásia. Se eu for falar em Singapura, que é um exemplo que todo mundo tem que estudar.
Porque o Lee Kiyan, que foi o grande líder de Singapura, viu o país ser humilhado por japoneses, viu o país ser devastado no final da Segunda Guerra Mundial. Ele lidera a criação da Singapura que a gente conhece, que era um país de pescadores com multi-étnico, com pessoas brigando, muito pobre e favelizado.
E aí em algumas décadas ele transforma naquilo que é talvez uma das cinco nações mais impactantes do mundo, com uma economia altamente pujante, população rica, trabalho abundante, pagando muito bem para todo mundo, nenhuma sujeirinha na rua, habitação para todo mundo. E ele tem uma agenda muito forte de lei e ordem, que acho que é uma coisa que a gente vai comentar muito aqui. Esse cara, eu estou terminando de ler a biografia dele, esse cara é um exemplo, todo mundo tinha que ler a história do Líquio e Anas, escolas de administração pública no Brasil.
É um exemplo, esse cara conseguiu impor lei e ordem. Então, mesmo num país que não é comunista, pra dar um exemplo, eles estão no lado contrário. Tem lei e ordem. O Japão tem lei e ordem. Coreia tem lei e ordem. O Vietnã tem lei e ordem. A Ásia, inclusive, é muito forte nessa questão da lei e ordem. Isso passa desde países que são comunistas, como a China, até como os que não são. A ideia de ordem, a ideia de respeito ao espaço público, a respeito ao espaço privado, que é uma coisa que a gente precisa comentar, essa é uma ideia muito poderosa, que a gente não leva a sério aqui.
Então a gente tem que ter um choque de ordem. E esse choque de ordem tem que acontecer em absolutamente tudo. Então, amarrando essa questão da segurança. As nações que não ouviram essas ONGs, elas têm, vamos dizer, um impacto da lei e ordem muito maior. Eu, Salvador, não é um exemplo. Podem falar o que quiser do Bukele. O Bukele está apresentando, vamos dizer, aprovação de 80% a 90%, mesmo depois de ter sido reeleito agora. E o que ele fez?
Lei e ordem. E ele pegou essas ONGs e mandou pastar. O ONG de direitos humanos, vaza daqui.
Porque ele está garantindo os direitos humanos. Eu vou ser presidente da República. A função primordial do Estado é garantir a segurança física, a integridade física dos habitantes daquele país. Essa é a função primordial. Se você não garantir, você não tem Estado.
Ah, não, a função do Estado é garantir que as pessoas sejam felizes. Ah, é garantir que há trança. Não, cara, a primeira função primordial do Estado é garantir a integridade do território, que ele não seja invadido pelos outros e que as pessoas não se matem. Que a pessoa delegue para o Estado, para um ente mais forte, maior, a capacidade dela de se defender sabendo que o Estado vai punir alguém que...
a ofenda no sentido físico, vamos colocar aí que invada a propriedade dele. Então, a ideia de Estado passa pela ideia de proteção à integridade física das pessoas. Se ele não garante a segurança das pessoas, o Estado não existe. E aí entra a coisa, a gente tem um Estado no Brasil, a gente tem um meio Estado. Dizem aí, 23 a 25% dos brasileiros vivem sob o comando do crime organizado. E aí, não é um Estado. É um Estado relativo.
E esse Estado relativo é um Estado que precisa ser alterado. Você precisa de um choque de lei e ordem. Por isso que quando eu falo de destruir o crime organizado, prender ou matou, direito penal do inimigo, eu estou falando na prática de restituir o Estado das suas funções originais. Fazer assim, ó.
Eu sou brasileiro, eu vivo num lugar que se você pegou uma arma e resolveu tomar um bairro pra você, tava em Paraisópolis, tá tomado pelo PCC igualzinho, e aqui perto, Vilela, acho lá dois quilômetros daqui, e é igualzinho com o Mundo Vermelho, em São Paulo, dois quilômetros daqui. Um cara que sinta a vontade pra pegar uma arma e fazer isso, ele tá avisando o Estado, o Estado não existe.
Tanto que lá quem manda são eles. Se você tem um negócio, quem manda são eles. E eles precisam ser destruídos. Não existe muito diálogo. O que eu vou dialogar? Vou mandar um embaixador falar com o cara do PCC? Ô, posso entrar aí com o serviço público? Não, cara. Eu tenho que eliminar eles. Ou prender de prisão perpétua pra esses caras. Ou eles vão...
ser alvo de uma operação, se eles resistirem, eles vão morrer. Não tem muito meio termo. Que é isso que qualquer país sério faria. Eu dou exemplo. Alguém nos Estados Unidos imaginaria que, sei lá, Nova York foi tomada por uma facção criminosa? O Brooklyn. Vamos dizer. Lá de Nova York foi tomada. Isso é inimaginável. Inimaginável. Alguém imagina que sei lá, Xangai foi tomada?
Na China? Não, nenhuma nação séria. Agora a gente é obrigado a deixar, a gente tem que discutir se o cara da facção é um poeta, se há uma cultura oriunda do crime. Isso é papo de louco. Aí, cara, a Correia de Globo tem culpa. A boa parte da cultura brasileira tem culpa. Ficou vendendo isso. Eu fui gravar hoje em Paraisópolis, aí me avisaram, você vê que teve uma novela em que a Bruna Marquezine namorava o dono da boca? Ô louco.
E teve uma novela em que as pessoas naturalizavam que ela namorava, acho que era o Caio Castro, alguém até me corrige, o Caio Castro era o dono da boca, era o dono da boca bonitão, e ela namorava ele, humanizando um cara que em última instância acaba com a vida das pessoas ali, as pessoas vivem um regime de servidão.
E a Globo naturalizou. Xuxa botando MC Malboro, e aí a cultura de MC na Globo, quando eu era criança, 92, 93, foi naturalizando aos poucos. Naturalizando, a gente é normal, não, isso aqui é... Não, cara, a gente não pode aceitar isso. Se a gente quiser ser sério, vamos voltar pra questão das cinco maiores nações do mundo. Uma das cinco maiores nações do mundo não é favelizada nem é tomada pelo crime. Então a gente tem que ter as propostas pra fazer isso acontecer.
Falei demais, Ilela, não sei. Se você não falar, não tem programa. Em relação à segurança ainda, esse prendeu, matou. Me explica isso. Prender, matou foi um, vamos dizer, quase um grito. Porque eu tenho medo disso. O cara foi preso e morre? Não. Ah, tá. Então explica isso aí. Porque foi o seguinte, eu tava numa... Não que alguns não mereçam, né? Foi pego agora... Eu sei, mas eu vou te dar um exemplo aqui.
eu tava numa live, lembra que morreu ali no Parque do Povo, aqui em São Paulo, um ciclista ele entregou o celular pra um bandido, depois de ele entregar o cara sangue frio acho que eu vou matar aquele cara e aí eu não tinha, eu não tava a par do caso, me mostraram isso ao vivo na live
Falei, cara, o que eu vou fazer? Prender um ator. E aí surgiu que o pessoal começou a criar, aquilo virou um meme, que no fundo significa o quê? Você só tem dois caminhos. Se você é um bandido, ou você vai preso ou você morre. Ou você vai preso ou você morre. Resistiu, você morreu. Se entregou, você tá preso. E por muito tempo.
E é tão absurdo a gente falar isso como se fosse uma novidade, porque a gente naturalizou que o normal é nem ser preso, nem ser morto. Que o normal é o bandido vai cometer o crime e nada vai acontecer. Até porque no Brasil a maior parte dos homicídios não são resolvidos. A gente vive num país, e isso vai explicar pra, sei lá, inspetor de polícia na gringa. Não, no Brasil a maior parte dos homicídios não se resolvem. Não resolvem.
Isso é um absurdo. Não resolve. Então, assim, a gente acha que a vida humana aqui no Brasil não vale nada. Que, ah, morreu. Ah, o cara lá matou lá da facção. É mais um caso aí. E aí o aparato de investigação é lento. O inquérito policial no Brasil tem vários problemas. Tem um problema entre a polícia civil e a polícia militar. Muito policial militar reclama pra mim. Pô, eu levo lá pra delegacia de polícia o vagabundo e eu tomo chá de cadeira.
Aí o policial militar fica tomando chá de cadeira e às vezes o vagabundo vai embora.
enquanto ele tem que fazer ocorrência com a polícia civil. Tem muita coisa muito mal feita na forma como o Estado brasileiro conduz esse tema. O nosso código penal é dos anos 40. Não existia a ideia de facção criminosa nos anos 40.
Não existia. Então o nosso código penal é feito para outro mundo. É um outro mundo. A ideia de uma facção criminosa que vai fazer ocupação territorial para distribuir serviços que o Estado ou empresas que são concessões provém, tipo gatonete como gás, não existia nos anos 40. Então a nossa legislação é velha.
E ela também não responde a, hoje, vamos dizer, facções criminosas fortemente armadas, que fazem, por exemplo, exportação de droga. Boa parte do faturamento do PCC, ele não é sobre, vamos dizer, você vender a droga aqui, é sobre você pegar uma droga que vem da Bolívia, ela passa pelo Mato Grosso do Sul, ela passa para o São Paulo, e ela é enviada para a Europa, pelo Porto Santos.
Ninguém nem precisou consumir aquela cocaína aqui. Mas o PCC ganhou por conseguir colocar em território europeu, ou na África, ou nos Estados Unidos, droga. E aí ele ganha muito. E aí esse dinheiro é reinvestido aqui. Por isso que o PCC tem toda uma operação gigantesca de lavagem de dinheiro. Pós-de-gasolino. Pós-de-gasolino, contrabando. Cara, empresas de hedge fund.
Eles estão no mercado financeiro. Bet. Bet. Eles montaram funk. MC Rian foi preso. Lavagem de dinheiro usando show. Ou seja, todo um aparato multibilionário de lavagem de um dinheiro que, dentre outras coisas, vem da exportação da droga. Por que isso não para o Brasil, cara? Por que a gente não faz alguma coisa para não virar um narco-estado? Por que, tipo, não vai dar em nada isso. Daqui a pouco o pessoal esquece.
Pelo mesmo motivo que as pessoas não ligam pra não ter esse saneamento básico no Maranhão. Todo mundo naturalizou. Nós naturalizamos o absurdo. E a gente só percebe que é absurdo quando a gente pega um avião e vai pro outro país e fala nossa, a vida não precisa ser assim. Só que quantos brasileiros tem dinheiro pra ir pro outro país e ter esse choque? Andar de madrugada sem nenhuma preocupação de ser assustado. E assim, uma dica pra galera que é brasileira.
Se for pra Buenos Aires, se for pra outros países do terceiro mundo, se for pra Lima no Peru,
É melhor. Entendeu? Então assim, a vida não precisa ser assim. Só que as pessoas não entendem. As pessoas infelizmente naturalizam. E mais, você vai naturalizar quando até a mídia, quando até seus professores na faculdade, quando todo mundo falar pra você que é pra você naturalizar.
que é pra aceitar que a favela é parte de você, que você é um favelado também, que a tua cultura tem que ter o funk, que tem que ter lá a Bruna Marquezine rebolando com o cara, que aquele bando de gringo, filha da mãe, canalha, vagabundo, que vai lá na favela, não sei se é uma rostinha no Rio de Janeiro, aí entra aquela música, boa noite povo, aí vem um drone, aí mostra o drone indo embora, nossa, estou numa favela.
Eles vêm fazer esse turismo da pobreza com a gente. E a gente aceita porque a gente acha que isso é ser Brasil. Aqui é Brasil! Não, cara. Nenhum lugar sério permite isso. Nenhum lugar sério aceita isso na própria identidade. Só que a gente é forçado a acreditar. A favela venceu. A favela venceu. A favela nunca venceu.
A Vela nunca venceu. Aquelas pessoas precisam se tornar cidadãos, elas vão ser donas do título de propriedade, elas vão ser rua arborizada, a criancinha tem que ir na escola tranquila que não vai ser assaltada, que não vai vir um canalha de uma gangue como pegaram agora, que estuprou meninos de 7 e 10 anos, que quando chegar na escola não vai ter um cara vendendo droga na porta da escola, que quando ele vai ter aula, o professor vai ter autoridade pra mandar calar a boca o aluno que não tá se comportando direito porque os professores não estão...
e tudo mais, que a escola vai premiar os alunos que tiverem o melhor desempenho, as famílias vão ser premiadas, que esse aluno depois vai poder voltar pra casa dele, numa boa, tranquilo encontrar a mãe dele que foi ter um emprego o pai dele, e que essas pessoas vão ter pego um bom transporte pra ir e voltar essa é a imaginação de um Brasil decente na favela isso é fazer a favela vencer, a favela vencer a favela deixar de ser favela e aí
A partir do momento que a favela deixou de ser favela, a favela venceu. Ela virou outra coisa. Uma lagarta que virou uma borboleta. Ela virou outra coisa. A favela só vence se ela não for favela. Não existe vitória num lugar em que as pessoas, em 2026, pegam tuberculose. Porque elas vivem em becos. E aí a umidade é muito alta. E aí tem mofo e tal. E aí elas ficam com tuberculose, cara. 2026. Isso não é vitória. Pois é.
Então não dá pra acreditar em nada disso. Só que nós pensamos de um presidente, aí eu falo por que da minha pré-candidatura, de um presidente que aponte, assim, isso tá tudo errado, e não aponte como meme. Eu entendo que as pessoas talvez imaginavam que o Bolsonaro fosse fazer isso. Outras pessoas no passado, quando era criança, imaginavam, ah, o Enéas era isso. Eu lembro que eu fiz meu pai votar no Enéas. Porque você imaginava que alguém vai botar ordem na coisa. Só que não adiantou.
As pessoas na época não acreditaram em Neas. E o Bolsonaro, as pessoas acreditaram demais. E ele dava todos os sinais que ele próprio tinha essa mentalidade da favela que eu tô falando aqui. A mentalidade da lenência com o errado. Porque ele próprio errava muito na vida pessoal dele, na vida profissional, na vida política dele, os filhos dele também. E as pessoas foram aceitando.
Pois bem, tem que chegar alguém que vai ser presidente da república e vai explicar, ó, esta cultura tem que deixar de existir, se a gente quiser ser um país sério. Se você quiser, você mora num lugar muito humilde no interior do Maranhão, no interior do Piauí, entenda, não existe essa lógica que você vai receber o emprego da prefeitura, só pra receber, pra trabalhar e apoiar o prefeito, entendeu? Você que é uma pessoa de 25 a 30 anos...
Não existe essa ideia de que você vai receber Bolsa Família sempre. Porque uma hora vai acabar o dinheiro do cara, sei lá, do Paraná, que é motoboy e que tá trabalhando. Não dá. Alguém vai ter que falar que este tipo de Brasil não dá pra existir. A gente vai ter que mudar. Isso se o Brasil quiser existir. Porque não vai dar pra ficar por muito tempo tendo um país em que o motoboy aqui em São Paulo, que tá assistindo a gente, que tá ralando, ele vai ter que pagar um valor absurdo pra comprar um celular, que pode ser roubado no outro dia na meio da rua.
E boa parte dos impostos estão sendo para pagar um show do Wesley Safadão numa cidade como Cochichola, de 1.800 habitantes no interior da Paraíba, que pagou 1.3 milhões para o Safadão fazer um show. Isso é um pacto que não está fazendo sentido.
Faz sentido pro safadão, que diz que não tem problema nenhum. Se alguém chamar ele pra fazer um show, ele faz um show numa cidade que não tem nenhuma capacidade de se sustentar. Agora não faz sentido, sei lá, pro Wesley, que é motoqueiro, que tá ralando, e pra ele não existe 6 por 1, pra ele é 7 por 0, fazendo a grana dele e pagando imposto absurdo pra comer.
Não tá dando. Eu tô do lado do Wesley. Não o Safadão. Eu tô do lado do Wesley Motoqueiro. Entendeu? Então eu tenho que escolher um time. Wesley Motoqueiro e não Wesley Safadão. Wesley Motoqueiro paga o imposto que sustenta o Wesley Safadão. Que sustenta o ministro do STF. Que sustenta os juízes com super salário. Que sustenta a ONG de direitos humanos. Eu tenho que escolher um time. E o Wesley também. E aí tem que chegar alguém na presidência e falar vou fazer isso, isso, isso, isso. Vai doer. Mas a gente muda o Brasil se fizer.
E o exemplo do Bukele? O que dá para aprender com o cara e o que é perigoso para o Brasil? O Bukele.
O Bukele teve a coragem de mostrar que se você coloca lei e ordem, as pessoas percebem e você muda toda a dinâmica do país e o seu país passa a ser, vamos dizer, passível de ser alterado em outros temas. O Bukele é muito conhecido por segurança, naturalmente. Mas se você não tem segurança, você não consegue fazer outras coisas. Onde eu quero chegar? Vamos lá. Eu não consigo fazer um bom programa de segurança pública na Rocinha.
porque eu não consigo levar os funcionários públicos para a Rocinha.
Eles vão lá com medo, tem que pedir a autorização do dono da boca. Então não dá pra fazer isso. Mesma coisa em Santa Quitéria, no Ceará. Todos os serviços públicos são mitigados. Então eu não consigo fazer as outras coisas que o Estado precisa fazer ou que a iniciativa privada precisa fazer porque você não resolve o básico. É a mesma coisa assim. Eu não consigo pedir pra você escrever um artigo ou fazer seu programa enquanto eu estiver te dando porrada.
Porrada física. Você vai ter que me quebrar de porrada pra você ficar calmo, tomar um banho e falar, agora eu vou trabalhar.
Ou seja, lei e ordem, assim como comida...
Vem antes de tudo. Então o Bukele falou, primeiro lei e ordem. Vamos resolver lei e ordem? Vamos. Agora vamos resolver todo o resto. Com lei e ordem você resolve a economia. Com lei e ordem você resolve a educação. Mas aqui você faria a mesma coisa? Precisa. Logo no começo. O presidente da república tem que fazer um marco. Eu vou colocar lei e ordem no meu país. Meu país vai ter lei e ordem. Muita. E por que ninguém fez até isso? Porque não dava um valor e porque não tinha um projeto de Brasil.
Esse é um grande problema. O Bukele tinha um projeto para o Salvador. Ele vislumbrava, se eu arrumar a lei, se eu destruir as gangues aqui, aí eu vou poder tentar transformar o Salvador num hub para eu trazer grandes empresas. Aí a Google foi para lá, a China investiu em biblioteca, ele está trazendo empresas de cripto para lá e está tendo sucesso nisso. Agora, o que ninguém fala do Bukele? O sistema de saúde, o modelo envolvendo inteligência artificial, um aplicativo que ele criou, se eu não me engano, junto com a Google, para integrar o atendimento para as pessoas.
É genial, é mais genial do que o modelo de segurança dele. Ninguém fala. Vai ficar os jornalistas, por exemplo, ah, o Buqueri é autoritário. Você conhece o sistema de saúde de El Salvador? Cara, se vê o sistema de saúde que ele está implementando lá, é genial. Por que ele fez isso? Porque ele conseguiu impor lei e ordem, e aí ele teve com isso espaço, não só de popularidade, mas, vamos dizer, espaço político num país que não tem mais gangues.
para investir em saúde. Ele estava com uma política de fazer novas escolas, de impor lei, ordem e disciplina nas escolas. Porque o Buqueri, ele está estudando o caso de Singapura. O ídolo do Buqueri, no fundo, é o Lee Kuei Yang, lá de Singapura. E agora que eu citei o Lee Kuei Yang, pode anotar que os outros presidenciáveis vão tudo me copiar. Eles adoram copiar. Agora é para falar de Singapura. Vou falar do Lee Kuei Yang. Lee Kuei Yang, o modelo do... Ele está mandando em direto para alguém?
Pô, nem é pra alguém, porque o Zema gosta de falar até nos termos. O Flávio copiou um slogan meu. Eu falava, Nordeste é a solução. Porque eu falo, se a gente resolve... Você viu o que eu expliquei das prefeituras, toda a construção que eu fiz? O que eu explico é, se você molda o modelo de governança nos municípios e nos estados do Nordeste e gera atividade econômica...
O Nordeste para de exportar pessoas humildes para viver de maneira indigna em outros estados. Você melhora a qualidade da representação política. Todos os estados começam a contribuir com a federação de maneira equilibrada. E aí fica dinheiro de São Paulo em São Paulo para São Paulo investir em estrada, para Santa Catarina investir em estrada. Entendeu? Você resolve a federação. Portanto, o Nordeste não é o problema. O Nordeste é a solução.
Essa é a minha tese. Tem artigos, tem tudo. A gente construiu livros sobre isso.
O Flávio vai lá e como ele acha que eu vou pegar votos no Nordeste, então o Nordeste é a solução. Vai pastar. E o Zema, o que que é? Até minhas declarações, desde a ideia do direito penal do inimigo, quando falam de transformar o crime organizado em equilibrar, qualificar ele como grupo terrorista, que é a implementação do direito penal do inimigo.
Até as minhas falas diretas, quando eu falei assim, ó, marmão de 25 anos que tá recebendo o Bolsa Família vai ter que trabalhar. O cara copia aí pra esses literes. Tem problema, eu não acho problema, nem acho que é o Zema que copia, acho que ele tem uma equipe lá. O Zema é um cara bonzinho, não tem nada pessoal contra ele. Só que eu acho assim, entreguem mais, vocês podem mais. Vocês têm partidos políticos, Zema, Caiado, Flávio, com fundações multimilionárias. Bota a...
bosta da sua fundação, um partido pra trabalhar, contrate intelectuais e pague bem pessoas que pensam pra construir uma visão de mundo original. Vocês tem partido político pra quê? Então, o meu partido é pobrinho, a gente constrói a própria visão de mundo. Então, pô, pega a galera, o PL, que é o partido lá do Flávio, tem uma fundação, acho que é a Fundação Álvaro Vale, em quatro anos, assim, se der, bobeia deve dar centenas de milhões de dinheiro que esses caras têm na exposição. Aí ficam lá fazendo uns eventos nada a ver.
use a fundação pro que a lei manda, que é crie políticas públicas, crie um horizonte de Brasil. Ninguém cria. Então é isso que me irrita. Porque eles têm oportunidade. Se quer copiar, se quer... Acha que o discurso funciona, copia, a gente já tá pautando, fico feliz. Só que, pô, e o teu partido? Não tem ninguém? Construa um horizonte de Brasil.
E isso me irrita, porque a gente tem que aqui assoviar e chupar cana. A gente não tem dinheiro, a gente tem que rodar o Brasil de carro, a gente não roda o Brasil de jatinho, a gente roda o Brasil de carro, a gente tem que trabalhar com militância, tem que construir as pré-candidaturas sem grana. Os caras já têm uma estrutura. Então, pô, use a estrutura pra fazer algo inspirador. Porque se for bom, vamos supor, se o Flávio Bolsonaro, aqui não vai vir nada de lá, mas se o Flávio Bolsonaro vier com algo inspirador, algo que é uma boa proposta...
Não, tá aqui. Pô, eu defendo também. Tem problema nenhum. Ideia boa tem que ser copiada. O ruim é copiar, a ideia é ruim. Agora, venham com as ideias, venham com os conceitos. O que aconteceu? O que o Kim passou? Hoje ou ontem? E sobre audiência de custódia, o que você tem que falar? Cara, o Kim Kataguiri, ele...
Como é que eu falo do cara? Eu tava ontem falando com ele por telefone. Porque eu conheço o Kim, como eu falei, como o nosso japonês molequinho fedido lá, jogando videogame no escritório. E ele se tornou um cara é... É o deputado que é mais resolutivo. O que eu chamo de resolutivo? Não apenas ele tem produtividade com relatórios, mas ele passa relatórios importantes, ele passa projetos importantes. Ou seja, o impacto do Kim na vida das pessoas é muito bom e é muito positivo.
E ele ter conseguido... Você tem essas bancadas de deputado, que são os deputados policiais, que dão muita audiência, sabe? Ah, sim. Dão muita audiência. A gente sempre elege o capitão não sei o quê, o coronel não sei das quantas, o tenente não sei o quê, o cabo blá blá blá. E aí é um japonês que joga videogame, que passa o projeto que endurece as penas.
É o cara do vídeo... E por que ele conseguiu agora? Porque ele é bom demais. Porque eu imagino que ia ter muita resistência, né? No governo Lula. Imagina você passar um projeto de segurança pública aumentando o pelo governo Lula. É de olho na eleição, você acha? O governo Lula, obviamente, não gostaria de passar um projeto desses. Só que de olho na eleição, ele é obrigado a sancionar o projeto. Porque senão ia colar nele. Senão ia dar ruim.
Ia falar, pô, você tá até no ano eleitoral defendendo o bandido. Mas o Lula vetou, inclusive, um trecho do projeto Kim.
Agora todos os projetos que envolvem segurança o governo do PT ele tenta mitigar, então o Kim passou um projeto que ele é muito bom, ele aumenta todas as penas pra furto, roubo e receptação e também pra crimes online até porque boa parte dos crimes do Brasil são cometidos na internet golpe contra idoso, o escândalo do INSS, em grande medida é um grande esquema de golpe contra idoso
E você não tinha tipos penais que pegassem isso. Então o que o Kim fez? Sabendo que ia haver uma sabotagem do centrão, sabendo que haveria, vamos dizer, sabotagem de políticos à esquerda, ele conseguiu um projeto que aumentasse as penas para o furto e roubo. Então você aumenta a pena para o furto e roubo, se for celular é agravante, se for a mão armada é agravante. Por quê? Aí entra a inteligência. Porque a maior parte dos assaltos são assaltos de celular no Brasil.
As pessoas roubam carro, roubam. Roubam casa, roubam. Roubam carteira, roubam. Mas o principal...
é o celular. Foi criada toda uma indústria pra roubar celular aqui. Aqui você tem uma indústria. No centro de São Paulo, você tem, por exemplo, a máfia dos nigerianos que recebem esses celulares e aí vão mandar... Tem muita gente que vai falar, pô, hoje é verdade, eu já vi meu celular, depois o cara tem um iPhone, eu vi que ele tava lá, sei lá, na Nigéria. Sabe? Por quê? Porque isso acontece. Outros vão pro Paraguai. Então você construiu uma indústria. O menino que rouba o celular, ele já tá com aquele celular vendido.
Ele já sabe pra onde o celular vai. Então, esta lógica, que é por isso que o que inclui a receptação, essa lógica envolve um mercado sobre celulares. E isso, ele ajudou a quebrar, porque agora que a pessoa pega, o cara roubou um celular da mão armada, que é a maior parte dos casos de assalto no Brasil, que é o que mais afinge os brasileiros com segurança, esse cara vai preso. O policial não vai se sentir um inútil pegando o cara, levando pra delegacia e o delegado soltando. Porque rouba a mão armada com algum grau de violência de um celular.
o cara vai preso. Então, teve muita inteligência, teve um trabalho, teve perseverança, teve encheção de saco, ele ficou enchendo o saco do Alcolumbre, ele ficou ligando pra senadores, ficou pressionando, e aí até que o Alcolumbre botou pra pautar no Senado e passou. Tinha passado já na Câmara, aí pautou, e aí foi pra sanção do Lula. Aí o que que o Lula fez? Ele tirou um dos elementos, que aumentava também pena, mas ele sancionou. Aí ele sancionou e correu. Lula agora aumenta penas.
Ele não aumentou, o PT não contribuiu em absolutamente nada pro projeto. E a Globo, inclusive, tirou o Kim. Ela falou, não, governo aprova a lei. O governo não aprovou nada.
O PT ficou tentando mitigar o projeto na Câmara e no Senado. O Lula que agora quer tentar tirar uma lasquinha desse assunto. Então, pouco importa. As pessoas que importam sabem que é o projeto do Kim, a autoria do projeto do Kim. Esse cara é sensacional, cara. Esse cara tinha que ser multiplicado. Por que todo policial, todo especialista em segurança pública vem aqui e reclama da audiência de custódia?
Porque é um desses elementos, vamos dizer, mitigadores da aplicação da pena. Aí o cara leva, você tem a audiência de custódia, você vai pegar um juiz que vai ser leniente, que não vai fazer a aplicação imediata da pena de prisão. Muitos falam, não, solta por esse motivo, outro. E aí isso faz com que muitas pessoas que são reincidentes retornem pra rua e continuem cometendo crime. E aí você vai perpetuando um ciclo de impunidade.
Aí a gente precisa entender, assim, pras pessoas que estão assistindo, a maior parte das pessoas que cometem crimes...
cometem de maneira reincidente. Não é que é aleatório. O Renan saiu, hoje eu vou roubar um celular. Não. São as mesmas pessoas. Você tem que entender. São as mesmas pessoas. E é isso, assim, Vila Eloi. Eu te falo. O cara é reincidente. Porque pra você ser bom em tudo na vida, você faz repetição. Você tá no seu podcast mais de dois mil, né? 1835 fora os especiais da mais de dois mil episódios. Então você tem mais de dois mil episódios. Então você ficou bom.
É repetição. Um ladrão também é repetição. Você está me comparando a um criminoso que rouba celular. Você entendeu, né, Aline? Aos pouquinhos foi chegando. O cara que rouba celular é tão bom quanto eu, porque pela repetição, assim como eu faço muito podcast, ele rouba muito celular. Entendi, Renan.
É, por isso que o Lenny já vai me punir no final. Exato. Mas eu entendi. O cara... Você vai ver a ficha do cara, o cara já foi preso, ou foi pego, sei lá, 20, 30 vezes. Isso porque foi pego em algumas vezes, né? Exato. E aí tenta imaginar o policial que correu atrás dele.
que pegou o cara, que tá na rua, correndo ele próprio risco de vida, que depois, se ele mata o cara, não tem assistência jurídica por parte da polícia, que vai responder um processo, que vai ter um promotor, às vezes um canalha de um promotor, querendo prender o policial, falando, ó, teve excesso de força. Aí esse cara, tudo passando na cabeça dele, enquanto ele ganha um salário porcaria, pra ele pegar aquele vagabundo e saber que o vagabundo vai ser solto lá em seguida.
E ele ainda vai tomar um chá de cadeira na delegacia. Então, se você for pegar todo o ciclo da experiência do policial no enfrentamento ao crime,
O policial, pra topar ser um policial num cenário desses, o cara ou ele é um herói ou ele é muito louco. E eu acho que na parte das casas ele é um herói. Porque o cara pra manter a fé na farda, sabendo que tem todo esse sistema construído pra isso, é muito errado. Então assim, tanto a audiência de custódia, o juiz de garantia, são todos instrumentos criados pra manter o criminoso na rua. E o criminoso é sempre o mesmo porque ele é reincidente.
O que a gente precisa fazer? Quando o cara é reincidente, aumentar bizarramente as penas. O cara entendeu assim, cara, se eu for pego pela segunda vez, eu vou ter, sei lá, um crime violento com a mormada, mais de 35 anos de pena, 40 anos de pena, ele perdeu a vida dele. A vida dele foi desperdiçada. Ele tem que entender isso. E aí a gente tem que aumentar o policiamento, de modo a ele ter certeza de que não haverá impunidade. Ele tendo certeza que não haverá impunidade, ele faz um cálculo econômico, porque por mais que ele seja canalha, ele não é um imbecil completo. Dito isso, Bovilela.
Falo aqui, porque não existe solução mágica. Mesmo em países desenvolvidos, Estados Unidos é um exemplo que tem penas altas, o cara consegue ser um imbecil a ponto de saber que ele vai destruir a vida dele, mas ele vai lá e comete o crime. E aí ele vai ter que ir pra cadeia e vai ficar muito tempo na cadeia. E não vai dar pra ficar a moça dos direitos humanos. Não, mas olha só, ele tá muito tempo. Ele optou.
Se ele pegou uma arma, botou na cabeça de alguém e fez o seguinte julgamento. Olha, você vive ou morre dependendo da minha vontade. Este cara é um juiz da vida de outra pessoa. A gente nunca se toca, porque a gente, novamente, recapitulando o que eu falei no começo, a gente naturaliza o absurdo. O Brasil é o país da naturalização do absurdo. O Brasil é um país que fala, ah, veja só, ele sopa um torno pra você, ele não bateu em você, ele não deu um tiro no teu pé.
Vamos ver como isso é um absurdo tremendo. E ele vai na audiência de custódia e solta. Ah, ele não matou ninguém.
Olha, o bandido, pô, sai dessa. Como a gente vê, tem vídeos de audiência de custódia, de juiz ou juíza. Ai, olha só, você de novo aqui. É porque ele nunca teve uma arma apontada pra cara dele. Exato. O cara, quando o cara se coloca numa posição de poder em que você vive ou morre, dependendo da vontade dele, às vezes o cara tá louco de alguma droga, às vezes o cara tá, às vezes é um moleque menor de idade.
Toda a tua vida, todos os teus sonhos, todos os seus amigos, a sua mãe, o que o seu pai sonhou sobre você, tudo aquilo tá na mão daquele cara, aquele cara tava decidindo ali, vou matar ou não você. Este cara, só de se colocar nessa posição, que é uma posição de juiz da tua vida, este cara, na minha visão, não pode sair da cadeia. Você se tornar o juiz da vida de outra pessoa, que é o assalto à mão armada, você tem que ser muito punido.
você tem que ser punido da maneira mais pesada possível. Porque ser um juiz da vida alheia e se colocar numa posição de deliberar se alguém vive ou morre, é uma das coisas mais autoritárias que existem. É de um autoritarismo a ideia de que sua vida vale um celular e que se você não entregar, ou se você tremer a mão, o celular cair no chão, ele desconfia e ele dá um tiro em você.
E a gente não se toca. Isso é muito absurdo. Países como, vai, os Estados Unidos entendem isso. Puxou a arma, tá comitando, você vai ficar muito tempo preso. A gente aqui, na audiência de custódia, ah, mas não levou a óbito ninguém? Ele nem atirou? Imagina. Ter uma arma fria. Usou essa arma fria pra assaltar alguém? Cara, pra mim, se o policial viu, é tiro na cabeça, tem que matar. O cara tá se colocando nessa posição. Ponto.
Se ele se entregou é muito tempo de cadeia. E ponto. E a gente tem que entender por que novamente. Esse raciocínio que eu fiz com você, as pessoas não fazem. Que é a ideia da naturalização. Quando você fala de Bukele, quando você fala do prendeu, matou, a esquerda te coloca como direita, extrema direita. E os bolsonaristas colocam você como esquerda. Renan, o que você é? O que o missão é?
Sem falar de outros termos, fascista e tudo mais. Essa é uma pergunta que se torna cada vez mais difícil, porque eu tento sempre ser muito honesto na resposta que eu quero dar. Ser meramente de direita para boa parte dos brasileiros significa gostar do Bolsonaro.
E aí, mesmo tendo propostas muito mais enfáticas e muito mais duras do que, por exemplo, a dos candidatos de direita, como o Flávio, eles vão falar que eu sou esquerda porque eu não sou puxa-saco do sobrenome dele. O esquerdista, veja, eles faziam caricaturas nos anos 90 falando que o Alckmin era nazista. Sim. Tem caricaturas, assim, se o Lenny quiser encontrar, vai ter meme na internet, caricaturas do Latuf, do Alckmin andando com braçadeira nazista. Pra eles, qualquer um que discorda um pouquinho vira fascista, vira nazista.
Então, é um tipo de ataque que não conta. O do bolsonarismo é um ataque que faz parte da ideia de que eles definem se você é ou não um inimigo. Olha, se você não está com o Bolsonaro, você é inimigo, então você é um comunista. Isso é vazio. Então, se você estuda as nossas propostas, a ideia de lei e ordem...
Você vai falar que nós somos um grupo à direita. Ponto. É um grupo à direita. Qualquer classificação clássica, qualquer literatura. Se eu botar um professor sério de ciências políticas para estudar, ele vai falar que isso aqui é um grupo de direita. Beleza. Entretanto, a gente tem uma coisa aí, uma característica nossa. Minha, do KIN, de todo time. Nós somos criativos e nós procuramos soluções fora da caixa. Por exemplo, aquilo que eu falei para você no começo do programa sobre os prefeitos nos interiores do Brasil.
isso é um problema de esquerda ou de direita? Não dá pra saber. Eu não sei se é um problema de esquerda ou de direita. É um problema. E qual a solução que eu tenho que trazer? Uma solução de esquerda ou de direita? Os problemas não são de esquerda ou de direita. A solução talvez passe por um pensamento, uma ideologia. Exato. Então a solução que eu trouxe, a solução você vai encontrar alguns paralelos no Japão, outros na Inglaterra e Itália, e outros muito na China.
Eu não tô ligando se a China é comunista, se o Japão é capitalista. Eu não tô ligando. Aí eu quero trazer a melhor proposta possível. E eu vou olhar com generosidade. Eu quero olhar a experiência chinesa de maneira generosa. Eu quero olhar o que Israel faz com startups de maneira generosa. Vou tomar nota. Eu vou olhar Botsuana. Botsuana tá ultrapassando o Brasil. Renda per capita, um monte de coisa. Pô, vou aprender com Botsuana.
Vou aprender com Ruanda. Ah, eu acho que é Kigali. Me corrijam aí. Acho que é Kigali a capital da Ruanda. Kigali tem programas de limpeza pública. Uma cidade mais bem cuidada do que as nossas.
Que galho, os caras estão passando por guerra e tudo mais. Então eu vou aprender. Estou tomando aula aqui com os caras. Eu quero aprender com todo mundo e não importa se tem cor de esquerda ou cor de direita. Eu acho isso uma discussão idiota. Agora, em princípios valorativos, eu acredito no direito à vida, acredito em lei e ordem, acredito em direito de propriedade. Acho que o motor que induz a criação humana e a capacidade humana de se organizar e gerar riqueza é o indivíduo e é a organização, vamos dizer, privada entre indivíduos.
Mas não nego a capacidade que o Estado tem de juntar as forças produtivas para a gente poder acelerar esse processo. Então, sendo essa pessoa, sim, dá para colocar que eu sou de direita, mas eu e o nosso time somos um grupo que imagina soluções e estuda essas soluções sem se preocupar com rótulos. Quem que é extrema-direita?
Eu nem sei definir o que é extrema-direita. O que é extrema-direita? É um grupo, sei lá, hiper-racista? Eu não sei. Eu não sei colocar o que é um extremista-direita. Eu volto a colocar. Aqui eu sou qualificado para a esquerda por ser de extrema-direita, porque eu não sou petista, porque eu simplesmente não defendo o Lula.
Eu não sei qual é a classificação. Muitas classificações vão levar, por exemplo, o Putin a ser colocado como extrema-direita. Muita gente na Europa fala que o Putin é de extrema-direita. Agora o Putin é aliado do Lula. Aí ele vira um soberanista. Aí tá tudo bem. Então são esses critérios que são meio vagos. Eu não me guio por eles. Eu acho isso perda de tempo.
Em relação à política internacional, como que o Brasil vai se colocar nessa briga por terras raras, nessa briga de política entre China e Estados Unidos que vai se intensificar cada vez mais? Cara, a gente está tendo mais uma chance, mais uma grande chance. Uma janela de oportunidade, né? Que as nossas riquezas nos entregam de se posicionar perante o mundo.
As terras raras, é difícil o tema. São vários elementos da tabela periódica, elementos com nomes esquisitos. Outro dia eu estava falando sobre disprózio. Elementos que são usados para fazer imãs, semicondutores. As terras raras têm propriedades que são magnéticas, luminescentes.
e catalisadoras. Então são componentes que tem essas três propriedades. E essas propriedades podem ser usadas na indústria bélica, na indústria de supercomputador, para fazer super ímãs e baterias. E o Brasil tem a segunda maior reserva mundial disso. E com a concentração específica de alguns desses componentes que são muito importantes em algumas áreas. Esses componentes, então, eles servem como base para uma indústria de ponta, com altíssimo valor agregado.
É, a gente tem que escolher. Nós vamos ser o fornecedor da matéria-prima ou nós vamos lá trazer a cadeia para cá? Essa é a grande discussão. Porque trazer a cadeia para cá, a gente tem que... Implica que a gente não tem, um, a tecnologia e que essa tecnologia vai ter que vir de outros países.
E que vale a pena para empresas lá fora produzirem esse conteúdo aqui. Porque de nada adianta eu não fazer uma reforma de competitividade, eu diminuir impostos, eu facilitar a contratação e demissão de pessoas, eu ter, vamos dizer, marcos legais estáveis, ter uma lei ambiental e passou, graças a Deus, estável e funcional. De nada adianta eu não ter nada disso.
Aí, para vir uma empresa, a gente instala aqui, vamos dizer, uma empresa de drones ou de motores elétricos que envolvem bateria. E o preço é mil vezes mais caro que o da China. E você perdeu para a China. Então, os próprios parceiros no Ocidente que você pode ter para criar essa cadeia aqui não vão querer colocar a cadeia aqui porque eles vão falar não adianta nada eu montar a empresa aí. Ninguém vai querer montar uma empresa aí.
Então, nós temos que, um, entender o jogo geopolítico, a gente tem que saber quem tem as tecnologias e quem topa ser parceiro. Dois, a gente não pode, de maneira alguma, sair vendendo as matérias-primas. E três, assim, puramente, só leva a menos de próximo. E essa empresa de terras raras que foi comprada? Olha, veja só, lá em Goiás. Ela foi comprada, traduzindo, tradução livre da empresa americana, empresa americana de terras raras.
Essa empresa tem 10% de capital federal americano. O Trump comprou, ou seja, o Trump está indo para a linha de estatização e essa empresa se tornou uma empresa de interesse norte-americano para comprar minas de terras raras em vários lugares do mundo até pagar um valor a mais. O Trump está topando pagar mais até para fazer preço.
E aí você começar a direcionar essas terras raras para os Estados Unidos entrarem nessa super indústria, que a China já tem. Porque a China, como ela tem muita terra rara, é o país que mais tem, e ela tem a tecnologia e ela tem a competitividade, a China faz o ciclo completo. Os Estados Unidos estão olhando assim, vamos pegar essas terras raras em outros países, especialmente o Brasil, e aí vamos processar eles aqui, alguma coisa na França, alguma coisa no Reino Unido, e a gente cria um complexo industrial de terras raras em que eles ficam no topo e a gente fica na base.
Não acho que vale a pena. Por quê? Porque o Brasil pode usar as terras raras para suprir o gap de tecnologia que a gente tem para os outros países. Como a Coreia fez. Exato. Como a própria China fez. É, como a China fez. Então a gente tem que usar essa oportunidade histórica e tem que ter um presidente cara de pau, galudo, que vai falar, Trump, não, se for para fazer esse negócio, não vai valer a pena, não vou fazer.
Vamos com calma e vamos... Reforma de competitividade. Acordos internacionais inteligentes. Saber quem serão nossos parceiros. E aí você montar a cadeia paulatinamente. Eu quero saber quando eu vou fazer o drone aqui. Quando eu vou fazer a bateria, o motor aqui. Não só tirar o disprose ou os outros componentes. Aí manda lá...
como eu estava falando, a gente pode mandar até o imã, o imã é um pedaço, eu quero a indústria completa. Porque aí isso nos coloca no jogo geopolítico. Aí é um Brasil que teve compartilhamento de tecnologia com os gringos, é um Brasil que começa a tirar o gap, começa a ter empregos de alta complexidade, começa a trazer capital humano de qualidade. Gente da Coreia, gente dos Estados Unidos, da Índia, do Japão, para trabalhar aqui, isso vai elevar os salários, melhora a economia e outra, cria uma indústria de defesa aqui. Que é uma piada a nossa indústria de defesa.
cria uma indústria de defesa, porque aí a gente possa ser soberano. E aí tem que ser um projeto para os próximos 20, 30 anos. Então essa é uma chance que está dada aqui.
Eu não sei o que o Lula está negociando com o Trump sobre terras raras. Ele não fala sobre isso. E claramente o Trump, na guerra das tarifas, ele colocou essa posição envolvendo o Brasil e tem um monte de empresário brasileiro, banqueiro, rodando por aí, comprando as áreas onde tem as terras raras e querendo negociar com os gringos. Tem indústria de ponta, de tecnologia americana, vindo para o Brasil já vê isso. Tem uma corrida do ouro envolvendo terras raras aqui. E a gente está de bobo nessa história.
De boba, as discussões aqui são meio infantis. Então, nós temos que entender assim, nós temos que ter um plano soberanista, e essa é a nossa proposta, para fazer a cadeia inteira com transferência de tecnologia, entendendo as ramificações que a gente vai ter. Isso nos permite ter uma indústria bélica? Sim. Isso pode nos permitir ter uma indústria de baterias aqui? Vamos ter? Só que também temos que entender que se não tiver a reforma de competitividade, que faça que os preços dos produtos finais que são feitos aqui sejam competitivos, e que os preços dos produtos finais.
não vai valer a pena pra ninguém investir. Aí fica aquela enganação, que é a enganação que a gente tem da indústria automobilística brasileira.
que deram subsídio, a indústria automobilística brasileira tem um ótimo, um ótimo vídeo do Marcos Lisboa, em que ele dá uma palestra pra Anfávia. Anfávia é a federação das empresas automotivas no Brasil. Conheço a Anfávia, já já lidei muito com fornecedor automotivo mais jovem quando trabalhava na área de metalúrgica. A Anfávia, ele deu a bronca, vocês tinham um baita de um poder e poderiam ter usado a pressão que vocês fazem pra passar reformas de competitividade.
Não passou. Vocês ficaram fazendo lobby pra obter isenção fiscal pra vocês. Aí agora tá super difícil e vocês estão fechando as empresas. E só vale a pena ter uma fábrica, uma automotiva no Brasil, se tiver um monte de subsídio do Estado. Pô, tá ruim. Assim não tá fazendo sentido. É o tal do custo Brasil.
Então nós temos que combater o custo Brasil ter a reforma de competitividade que faz com que o dinheiro fique barato, ou seja, os juros baixem muito, que a energia fique barata, que a infraestrutura de transportes, ou seja, estrada, ferrovia, porto, seja bem feita porque aí o custo fica barato, que as leis trabalhistas sejam fáceis de lidar.
que sejam previsíveis de dar. Aí, instalar a empresa aqui faz sentido. Porque a gente tem outros fatores de produção. A gente tem uma população grande, a gente tem terra abundante, a gente tem o potencial de extração energética, seja solar, eólica, hidrelétrica, até termelétrica tem aqui, atômica.
Então, usemos isso. E aí, torna-se competitivo produzir no Brasil. E aí, a gente tem um plano sério. Veja, nada do que os outros países não fizeram. Nada do que a China não fez. Vamos olhar para esses caras. Falo aqui como um cara de direita. Vamos olhar para a China. Você foi para lá. Vamos olhar para Israel para pegar o outro lado.
Vamos olhar para o que os caras fizeram? Vamos ter a humildade de copiar. A um lado tem que ter a humildade de saber, cara, a gente vem errando muito. E a gente só não é uma dessas cinco nações mais poderosas do mundo porque a gente errou demais. Mas do outro lado, vamos ter a ambição poderosa de corrigir os nossos erros através dessa humildade e ir para cima e se tornar um país muito... Desculpa, muito foda. Nós podemos. Então, assim, é a humildade do outro lado e a ambição do outro.
Tem que coordenar essas duas coisas. Vamos falar de economia daqui a pouco. Eu preciso ir ao banheiro. Manda uma pergunta aí do chat, Lê. Vamos lá.
Vamos lá, tem uma pergunta aqui do Pedro Pitch. Ele fala o seguinte, concordo com o combate firme ao crime no curto prazo, mas ao longo prazo a educação é a chave. Professores são mal pagos, gerando falta de profissionais. Como o senhor pretende valorizar a carreira e atacar a raiz disso? Uau, é uma baita pergunta, porque é verdade. Assim, no curto prazo, é lei e ordem?
Mas se você não melhora, vamos dizer, a forma de ascensão social das pessoas e ganho de conhecimento e dignidade das pessoas, uma hora você vai ficar impondo lei e ordem o tempo todo a ponto da população virar prisioneira do próprio país. E esse é o problema que a gente não pode viver. Então como a gente tira o ciclo? É o que eu falo, tem o prender ou matou, que é a imposição da lei e ordem, e logo em seguida tem o que a gente chama de bandeira, quartel, escola.
que é, bandeira, o Estado ocupa os lugares mais humildes, a polícia impõe a ordem no sentido positivo, para as pessoas andarem tranquilas na rua, e aí vem a escola, que é, temos que criar uma cultura de excelência no nosso país. Pois bem, hoje, um professor numa escola não consegue dar uma bronca no aluno, não consegue expulsar o aluno da sala de aula, professor de escola pública, ele perdeu a autoridade.
Os métodos de ensino, por exemplo, da alfabetização, eles são métodos alternativos em boa parte das escolas brasileiras. A gente tem que obrigar a ter o método que realmente funciona, que é atestado no mundo, que você sabe que é o método fônico. É o básico do básico do básico. Quem é em dúvida de mim, vejam a experiência do Mississipi, nos Estados Unidos, são os lugares que tinham os piores índices educacionais e foi para a lista dos melhores índices educacionais nos Estados Unidos da América.
Fazendo isso, básico, método fônico, alfabetização, a gente parou de fazer isso. Três, pouca gente está falando. Os professores não aguentam mais.
Você misturar alunos típicos com atípicos na mesma sala de aula. Imagina você pegar um aluno autista, nível 2 ou nível 3, tendo às vezes um surto no meio da sala de aula porque ouviu um barulho, e ele gritando e o professor tendo que dar aula, aí ele não tem autoridade para brigar com outro aluno que às vezes fez bullying no aluno autista, aí o outro puxa o celular e ele não pode tirar o celular da mão do aluno.
separar, se o aluno é especial, a escola tem que ser especial, ele não pode estar com o aluno típico lá de maneira alguma. Quatro, professores e diretores de escolas que tem desempenho melhor ganham dinheiro, ganham prêmios em dinheiro, e aquela escola recebe mais investimentos. A lógica nossa é a inversa, você investe no município ou na escola que está indo pior e não na que está indo melhor. Quem está indo melhor tem que ser premiado, senão a gente fica deixando de recompensar quem está trabalhando melhor. E aí quem está indo mal?
Tem que sair, você não pode ser um diretor de uma escola que não está indo bem. Dito isso, nós temos que dar uma oportunidade para o diretor e o professor recuperarem, tirarem o gap. Lembra aquilo que eu falei? As famílias, eu falei no começo, as famílias não dão valor para a educação no Brasil? Isso é um fato. Quanto mais humilde as famílias, menos valor tangível as pessoas veem na educação. Pois bem, vamos resolver isso. Vamos dar prêmio em dinheiro, não para o cara frequentar a aula, que é o pé de meia.
É pras famílias que obtiverem, através dos seus filhos, melhores notas nas escolas. Provões objetivos. Não uma matéria que o professor, uma prova que o professor dá, porque o professor pode ser pressionado. Não, não. Um provão objetivo todo ano. Os melhores alunos. Pô, a família ganha um prêmio em dinheiro. Aí o prefeito do município tem que fazer o prêmio pros melhores alunos. A família tem que ser homenageada. Tem que ser um status social você ter um filho que vai bem na escola pública.
Esse filho pode ganhar inúmeros prêmios. Dentre eles, você quer ir pra escola mais bem ranqueada, privada, com tudo pago pelo Estado? Por quê? Porque aí a gente já começa a fazer a tal da política de cotas lá na base. Eu pego um menino que tá na segunda série, terceira série, pô, ele tá indo bem, tem um desempenho grande. Vamos botar ele na escola, vamos botar aqui em São Paulo, no Colégio Bandeirantes. Compre uma vaga no Colégio Bandeirantes pra aquele menino, pra aquele menino poder concorrer em igualdade de condições. E você começar a fazer justiça social pra família dele entender...
Logo lá na base. Pô, meu filho... Cara, eu venho de baixo. O pai é motorista de Uber. A mãe faz bolo e vende pros vizinhos. Vende pra fora. Só que o nosso filho tá... É um orgulho. Ele está dando uma das melhores escolas. A gente ganhou um prêmio aqui. Tá aqui a medalha. O Estado brasileiro não valoriza. Aí a pessoa, a família começa a falar. Estou vendo um valor muito tangível na educação. Aí você cria essa cultura. É...
A aplicação de tecnologia, inteligência artificial, é uma outra etapa, porque a gente não pode colocar isso sem antes fazer a base. E depois, falando em universidade pública, nós temos que inverter a pirâmide. O dinheiro tem que ir mais para a educação básica do que para o ensino superior. E o dinheiro do Estado do ensino superior tem que ser nas áreas que vão gerar mais produtividade na nossa economia, que envolvem, inclusive, pesquisa, que são áreas ligadas a exatas e biológicas.
Pesquisa na área de biológicas, pesquisa na área de exatas. É isso. Estamos formando muito advogado.
É muita advogada, muita gente humana, todo respeito, eu fiz direito. Quem vai gerar produtividade no mundo que tem terras raras, no mundo que tem programador, no mundo AI, é quem tiver no topo na área de biológicas, no topo da área de exatas. Ponto. Temos que criar pesquisa, pra criar empresas que tenham parte nessas pesquisas, e aí, estamos falando do Brasil entrar no rumo na área de educação.
Tem mais uma pergunta aqui da Endgales. Ela falou o seguinte, com cerca de 74% do eleitorado dizendo não saber quem você é, qual é o plano concreto para ganhar escala nacional em poucos meses?
Rodar o Brasil. E em todos os lugares que eu puder ir. TV, podcast, rádios locais. Todos os lugares que eu puder ir. Eu tô gravando 5, 6, 7 vídeos todos os dias. O que eu não vou fazer, vou começar. Eu não vou vender a mãe pra ficar mais conhecido. Eu não vou fazer coisas de Pablo Marçal, não vou gravar vídeos idiotas. Eu sou presidente de um partido que vai mudar o Brasil. Então eu não vou vender o almoço pra pagar a janta.
Eu não vou vender a janta pra pagar almoço, na verdade. Eu não vou vender o futuro, a credibilidade futura nossa, fazendo coisas bizarras. O que eu poderia fazer? Ficar gravando vídeos esdruxos e tal. Não, eu vou rodar como presidenciável, levando a sério todos os eleitores ao redor do Brasil. E, com base nisso, eu vou me tornar competitivo e estou me tornando, porque sendo o mais desconhecido.
Eu estou em terceiro, a principal pesquisa que é a Atlas, sendo o mais desconhecido. Vou colocar a pesquisa aí, ele já aproveita e comenta a pesquisa. Mas continua. E aí, com base nisso, ou seja, quando as pessoas me conhecem, elas tendem a me apoiar mais do que os demais. Aí eu subi. Se eu chegar nos 10%, e aí eu peço para todo mundo me divulgue muito, não é pedido de volta, mas divulgação, me divulgue muito, eu...
Eu chegarei lá. Se eu chegar a 10% ali a julho, são os dois dígitos mágicos para o eleitor. Lula ou Flávio vão derreter. Eu vejo isso quando eu vou a Santa Catarina e vejo que o eleitor do Flávio não está animado com o Flávio. E quando eu vou para o Maranhão, Rio Grande do Norte, o Ceará, eu vejo que o eleitor do Lula não está animado com o Lula. O mundo do Flávio e do Lula acabou. Os caras têm a cabeça do pai do Flávio Jair. Ou o Lula, lá da Guerra Fria.
É um mundo offline, cara. O mundo Lula é um mundo muito antigo. Esse mundo acabou. As pessoas precisam de soluções para os problemas que a geração deles não resolveu. Então você percebe que não tem mais energia. No Maranhão andava lá... O Maranhão acho que é um... Junto com a Bahia é um dos estados que o Lula mais foi votado. Ninguém me parou. Ah, aqui é Lula.
Ninguém tem coragem de falar que é Lula. A vida do pessoal tá uma desgraça no Maranhão e chegou uma coisa que eles não estavam tão acostumados, que é o crime no interior. No Ceará, por exemplo, chegou o crime no interior. Não dá pro cara falar, ah, aqui o Lula é um grande painho, me roubaram meu celular e o PT não tá querendo fazer nada.
Difícil, né? Tureza. Vamos lá. Essa pesquisa é de abril de 2026, Atlas Intel. Lula 46,6, isso é o primeiro turno, né? Flávio Bolsonaro 39, está lá o Renan em 5,3. Está na frente do Zema e do Caiado, ó. Pois é. E aí?
Daí pra 10, o que precisa acontecer? Continuar fazendo o que eu tô fazendo. Rodando o Brasil, falando proposta, modéstia à parte. Não quero me gabar aqui, mas assim, a gente tá discutindo proposta o tempo todo. Proposta e análise de Brasil. Com esses números você vai pra todo debate, né? Vou, vou. Zema e Flávio já toparam fazer debate aqui comigo. Você também topa?
Vamos, iremos em todos os lugares. A gente precisa mostrar as nossas ideias que nós temos aqui. E acho que o espaço da internet é sensacional para isso. Hoje em dia é o que faz a diferença. Essa é outra pesquisa? Quest, você está com... Quest não leva a sério.
A que você tá mal, você não leva a sério. A que você tá bem, você leva a sério. Ah, falou assim, é legal. Uma menina que fala mal de mim, ah, eu não levo a sério. Vamos mudar? Data Folha, eu dou pior do que na Quest, eu igual e eu levo a sério. Tem no Data Folha aí? Tem, não é isso. Mas qual é o problema da Quest? A Quest é o problema do envolvimento das lideranças dos institutos. Enfim, não vou ficar sendo polêmico hoje. Tá, mas assim...
No momento certo eu vou comentar sobre os institutos, que agora eu sou pré-candidato, e aí a gente descobre, foi o Bismarck que falou, se as pessoas soubessem como as leis e as salsichas são feitas, ficariam horrorizados. Eu pergunto, se as pessoas soubessem como as pesquisas também são feitas, confia institutos... É, muita gente me falou isso já e... Vou te falar, confia institutos que são internacionais, porque o cara não vai destruir a credibilidade dele nos Estados Unidos.
roubando, fazendo número em pesquisa no Brasil. E tem um instituto aqui que é internacional, dentre todos esses. Qual é? É o Atlas. Que acertou a Hungria, acertou a Chile, acertou a Argentina. Na Hungria, eles acertaram no detalhe. No detalhe. Todo mundo estava errando quem ia vencer na Hungria. Eles acertaram no detalhe.
A Atlas, eu considero, já de muito tempo, eu já venho falando que a Atlas é um instituto mais sério, desde a de 2021, quando eles começaram a fazer sondagens sobre popularidade do governo Bolsonaro. Então, tem vídeos meus, é só procurar, eu falo muito bem da Atlas. Considero o método deles mais interessante, uma questão de método. Porque ao fazer as sondagens online, eles encontram um eleitorado que já está, em certa medida, mais firme na sua tomada de posição.
Enquanto outros institutos que fazem pesquisas em rua, ou telefônicas, especialmente as telefônicas em casa,
Eles vão pegar um eleitor que só tem recall. Então a Atlas antecipa as tendências do eleitorado. E ao antecipar as tendências, ela aponta os caminhos melhor. E ela acaba sendo mais precisa no final das contas. Então eu gosto da metodologia deles. Vamos para a polêmica, Renan? Estamos aqui também para isso. Algumas coisas você já respondeu na outra entrevista que você deu. Mas como pode ter alguém vendo pela primeira vez, vamos lá. Intercept falou de que pessoas estavam recebendo dinheiro para...
quando vocês saíram pegando para fazer o partido
Matéria da Intercept. Sim, eu lembro. É que o Intercept, né? É, publicou relatos de pessoas dizendo que assinaram apoio sem saber claramente que era para criar o partido ligado ao MBL. Isso tem o mais recente. Isso que eu ia falar. Os personagens do Missão, do MBL, quando estão envolvidos em algum escândalo, alguma coisa que gera em redes sociais algum tipo de...
de ódio ou de alguma coisa, reverberam bem mais do que nos outros partidos. Por quê? Porque eles têm uma personalidade muito forte que eu vou citar. Porque as pessoas esperam mais da gente. É, pode ser. Então qualquer coisa que no PL ou no PT ninguém liga conosco, tipo, ah, olha só. Porque se espera mais da gente e se cobra mais da gente.
E é para esperar mais e cobrar mais, porque nós somos melhores. Então cobra mesmo. Os mais famosos do Arthur, em que tem alguma coisa que fala que você fazia tour de blondes. Falar sobre isso, já falou também, mas falar sobre isso. Esse lance da Intercept sobre pessoas que assinaram sem saber.
E que eu levantei também, o Metrópolis procurou, eu nem sabia desse perfil, Falec Man, que é um influenciador neonazista, teria a ligação dele com missão, se vocês exaltam ele. Então, coloca tudo no meu balai. E a última coisa do Guto Zacarias, que sempre falou contra o aborto e teve esses áudios. Cara, vocês têm que se preocupar com esses áudios aí, né? Eu, surgiu o Instituto do Áudio Bombinha. Exato. Eu já venho avisando, ó, Áudio Bombinha.
Tem mais alguma coisa que eu esqueci e que o pessoal está falando no chat? Já coloca tudo no meu balaio, já coloca todas as coisas para ele responder. É, só vou me lembrando que você já é o número 4. O pessoal também estava perguntando sobre as dívidas tributárias que foram divulgadas também. E se surgir mais alguma coisa, eu vou te falando aqui no chat.
Então vamos lá, vamos começar pelo Intercept. Pergunta número 1, Intercept. O Intercept, primeiro eu tenho que invalidar que é o Intercept. O Intercept é um grupo de esquerda que nos persegue, nos ataca politicamente, porque a função social deles é isso, eles recebem dinheiro para atacar pessoas do campo oposto. O pessoal está falando também do Kurtz e Arvin. Espera, espera, vamos só... Apoie na lista, apoie na lista. Está na lista aqui.
Então o Intercept é basicamente isso. O que eles falaram é, ah, as pessoas não sabiam que estavam assinando...
Como funciona isso? Tá na rua, eu nunca vi esse pessoal... É que eu não tenho uma ficha aqui. Eu vi uma pessoa com um crachá escrito Partido Missão. A pessoa chega pra você, você gostaria de assinar aqui... Uma prancheta. Uma prancheta. Estamos fundando um partido político, ele defende isso. Esse aqui é o site do partido. E aí está escrito na ficha. Ficha de apoiamento ao Partido Missão.
Está escrito. É uma ficha padrão? É, a ficha é do TSE. Ah, não é vocês que mudam nada. Quem cria a ficha é o TSE. Eu tenho que fazer a ficha dentro da especificação do TSE. Aí você faz a ficha com especificação do TSE. Aí você leva ela com uma prancheta. Aí a pessoa vai assinar na prancheta. Ela vai dar os dados dela. Então, assim...
A pessoa tem que ser muito de má fé pra dizer que ela recebeu um papel, que ela não viu que tava um partido, que ela deu todos os dados dela, ela preenche os dados, e aí ela, oh meu Deus, não sabia. Conversa mole. Tanto que pessoa séria, após assinar uma prancheta com uma fundação de partido, ela vai e recorre ao Intercept pra reclamar.
Eu atendi, né? É óbvio que ela recorreu ao Intercept. Ela é uma pessoa que eventualmente de esquerda foi abordada e falou Ah, tanto que esses casos foram mínimos. E aí, no final, o partido, quando... Eles fizeram umas denúncias lá. Nenhuma denúncia eles tentaram formalizar em termos criminais ali a véspera. Nada, não deu nada. Não, e quando eu fui para o julgamento no TSE, nós ganhamos para o 7x0. Então, é uma não discussão. Não discussão. Personagens, então. Primeiro, o Arthur. Já é meio antigo, mas...
Nos áudios também falava da famosa Tour de Blonde. O que você tem pra falar sobre isso? Que você participava desse Tour de Blonde? É que assim, cara, o Arthur descreve no áudio, pra falar da minha parte, que eu já viajei pra Suécia e que eu saía com mulheres na Suécia. Cara, eu já viajei pra Suécia, já viajei pra Noruega, já viajei pra Finlândia, eu já viajei pra Alemanha, eu já viajei pra Itália. Não, Itália não, já viajei pra França.
Eu já vim pra vários lugares. Caso essas pessoas chocadas não saibam, assim, eu sou heterossexual. E se eu estou num país e eu vou conhecer o país, eu amo história, então eu vou na Suécia, aprendo a falar língua, aprendo a cozinhar comida local, tenho amigos, tenho amigos de vários países do mundo, e cara, se eu tô solteiro, com 20, 34 anos, conheço uma moça e vou sair, tem problema nenhum, qual é o problema?
Os caras querem criar a teoria de conspiração do nada. Ai, o que que tem isso aí? Nem tinha esse nome. O Arthur que colocou como piada, eu achei engraçado. Mas sim, e qual o problema? É crime? É crime ser heterossexual? O Arthur vai poder concorrer em algum momento, em alguma coisa? Cara, o Arthur é alvo dessa, assim, foi a polêmica do áudio. Sempre lembrando que o Arthur foi cancelado por um áudio. Áudio infeliz, mas é um áudio privado entre amigos.
E ele perdeu os direitos políticos no meio do carnaval, enquanto as pessoas estavam no meio de uma...
Desculpa o termo, putarinha ensandecida no carnaval. Ai, que absurdo. Olha o que ele falou. O cara, às vezes, pelado. Numa suruba. Olha só, o cara que desrespeitou. Pelo amor de Deus. Foi só um ataque político que o Arthur sofreu. Tanto que depois não caçaram um cara do Centrão, lá na Lespe, que pegou nos peitos de uma deputada estadual do PSOL. Verdade. Foi casuísmo. Foi casuísmo.
Guto, Guto eu acho mais grave porque mostra um discurso e na ação uma coisa totalmente diferente. Quer dar o contexto? Foi muito triste o que aconteceu ali no caso do Guto. O Guto teve um relacionamento fora do namoro dele. Quanto tempo isso? Acho que foi em 2024. E esse relacionamento, ele esteve lá com uma moça. O relacionamento não foi pra frente, não tendo muito contexto, porque não entra muito na vida pessoal deles.
Mas não deu certo, a moça ficou grávida. E aí eles ficaram discutindo, debatendo. A moça fez um BO, aparentemente, porque pra mim essa parte mais grave. Porque o Guto não ficou próximo dela no acompanhamento da gravidez. O Guto talvez não achava que o filho era dela. E ela fez um BO contra ele. Era dele.
Era dele, era dele. Não, não, você falou que era dela. É, que o filho era dele, no caso. Podia ser o filho de outro cara. Enfim, o cara tem aquelas discussões. Não vou entrar no mérito, no detalhe das discussões, porque se ela fez o BO, ela vai colocar os elementos probatórios dela no BO. Ele não colocou os dele ali. Era o BO unilateral. Era uma peça dela. E aí, nessa peça dela, ela o acusa. Tem áudios do Guto muito ruins. Só que no fim do dia, eles se resolveram naquele caos deles. Ela o perdoou. E ele é um pai presente hoje com a filha dele.
ela hoje faz a defesa pública e esse caso que é um caso privado que é um caso que está em segredo de justiça foi tornado público para atacar o Guto aí a menina fica exposta, a criança fica exposta e o Guto é o alvo desse ataque eu acho que a postura do Guto foi correta nisso? Não não acho e o grupo todo não achou que a postura do Guto foi correta nisso
Não acho. E mais, aí entra o ponto que eu já falei publicamente isso. O Guto é um exemplo pra milhares, quiçá milhões de jovens. O Guto tem uma audiência colossal. E o Guto é um exemplo de um cara negro de sucesso, que interfere na política de maneira muito positiva.
Então, quando a gente fala, e um dos temas que eu coloco sobre segurança pública é o papel do pai presente. Tem uma pesquisa da FGV de 2007 que mostra que uma das maiores correlações do jovem que comete crime é o jovem que não teve o pai presente na infância. Que não deu o exemplo, que não deu a norma, que não falou, ah, se fizer isso vai apanhar. O pai ou alguma figura masculina presente? A figura masculina presente, mas em geral o pai.
A figura masculina presente, ela diminui bastante isso. Mas o pai, o pai é o pai.
Então, nós que temos um discurso muito forte sobre isso, especialmente eu, eu acho que quando o Guto não esteve presente naquele processo, eu acho que ele dá um exemplo muito ruim para os homens. E aí o Guto tem que reconstruir isso. E ele tem esse compromisso conosco de mostrar assim, essa é uma pauta que eu preciso tratar. E aí é um ponto, a régua conosco, a régua de avaliação pública, ela será sempre mais alta.
casos feios deslaboradores, tem quase todos os partidos por aí, envolvendo figuras públicas. Os partidos só medem o desempenho político das suas figuras. Nós temos que medir o desempenho político, e o Guto é um baita deputado, e o desempenho na vida pessoal, eu entendo, a régua conosco será mais alta. Mas não fica uma imagem tipo, o discurso é um e a ação é outra? Lógico que fica. Lógico que fica. O Guto falhou nisso.
O Guto falhou, ele errou na postura. Dito isso, ele e elas resolveram, que é uma questão que concerne a eles. E agora ele e ela estão trabalhando pra dar uma volta por cima nisso. E eu acho que faz parte da vida do cara. E aí cabe ao grupo e cabe ao eleitor julgar ele. E cabe ao Guto fazer o processo de reconstrução. E eu acho que ele tem que fazer dando o exemplo. Ele precisa dar o exemplo. Senão ele entra nesse ciclo de perpetuação de um comportamento que eu denuncio como errado. Eu falei isso na CNN. Falando o que?
Que o pai que abandona a criança, esse cara é o maior filho da mãe da história toda. E ele é o maior filho da mãe. Pra não falar outra palavra. Porque, o que que acontece? Não é só porque ele é ruim com a mãe. Porque a mãe, às vezes, se relaciona com o cara. São dois adultos. Às vezes a mãe se relaciona com o cara ruim e ela também foi movida por impulso.
pessoas também erram, são adultos, os adultos erram. Dito isso, aquela criança que foi colocada no mundo é responsabilidade de ambos e é responsabilidade inclusive afetiva e de exemplo, e o pai e a mãe tem que estar presentes nisso, porque no fim do dia, se aquela criança, ela, especialmente um menino, na verdade, especialmente não.
quase sempre um menino, ela não tem esse acompanhamento, fica carente, fica carente de exemplos, esse é o rapaz que eventualmente pode cometer um crime, que vai ter um desempenho escolar inferior, tem pesquisas que mostram isso, a ausência da figura paterna faz com que a criança tenha um desempenho escolar menor, então tudo aquilo que a gente critica na formação de uma sociedade coesa...
não pode ser praticado por nós. Então ele, no processo, ele tem que reconstruir isso. Ele reconstruiu na relação dele. Então a primeira pessoa que ele tinha que reconstruir com a moça, ele reconstruiu. Ele e ela estão reconstruindo isso. Agora ele tem que reconstruir como homem público. E ele vai fazer isso, porque o Guto é essencialmente uma pessoa boa. Agora, uma pessoa falha como todos nós. Entendi. E me explica essas figuras aqui que aparecem normalmente. Curtis e Irving, e esse The Phallic Man.
E essas associações que veem esses ataques de vocês promoverem ou estarem associados com ideias nazistas. E também tem, nem vou colocar mais aquele caso do Monarque que estava o Kim lá, mas que ele já explicou isso. Esse caso do Kim, acho que é um caso que...
ele é autoexplicativo. O Kim foi cancelado, inclusive ele foi cancelado um pouco antes do Arthur, porque tava todo mundo com a arma pra cancelar a gente em 2022. Foi antes do Arthur? Foi. Duas semanas antes do Arthur. Caramba, que mês. Duas a três semanas. Foi um mês infernal pra gente. Que queriam caçar o Kim também. Obviamente que o Kim não é nazista. Esse maldito discurso de ficar chamando todo mundo de nazista pra cancelar a pessoa e acabar com a vida dela. É isso que essas pessoas tentam fazer o tempo todo. E foi feito com o Kim.
O Kim, à época, foi defendido, inclusive, por grande parte da comunidade judaica brasileira. Porque o Kim sempre foi uma pessoa que promoveu políticas que, em grande medida, enfrentavam o antissemitismo no Brasil. Sempre. Que tá crescente, né? Muito crescente. Muito crescente. Aliás, boa parte da discussão sobre antissemitismo no mundo envolve entender que a geração Z de direita e a geração Z de esquerda, no mundo todo...
estão cruzando a linha em muitos termos sobre essa questão do sentimentismo, mesmo cada um à sua maneira. E é um momento diferente que está vivendo o mundo e um momento que carrega muito perigo. Então esse caso do Kim é um caso mais do que sedimentado e não tem relação com nada. O que são essas duas figuras? Kurtz Yarvin é um autor dos mais importantes da direita americana hoje. É um autor que fala muito sobre novos modelos de governança.
Ele fala sobre a crise da democracia. Ele faz uma análise política histórica, lendo autores como Spengler, que é muito interessante.
E aí os caras falam... Mas ele tem ideias racistas? Que eu saiba não. E se tem, não é problema mesmo. Mas assim, vamos fazer comentários dessa natureza sobre qualquer autor que seja vinculado à direita. Eu não sei. Eu não li toda a obra do Curtis Irving e nem me interessa ler toda a obra do Curtis Irving. Agora, eu conheço a obra do Marx. O Marx era racista. Então se alguém lê Marx racista por tabela, o Heidegger, que é um dos caras mais lidos na academia brasileira, o Heidegger, ele foi nazista.
Então, está proibido o Leo Heidegger? Todo mundo na academia é Leo Heidegger. Vamos botar o Foucault. Foucault foi, ele flertou com a Revolução Iraniana. Está proibido o Leo Foucault?
E esse do Felic Man, quem que é? Isso tá nessa matéria, mas é na matéria do Metropolis. É um cara que escreveu um artigo em inglês falando bem, com uma leitura boa do nosso partido. Aí ele escreveu, eu não sei quem o cara é. Ah não, porque o Felic Man escreveu. Aí ele tá um tweet, o que que eu quero que você faça?
eu não conheço, se ele escreveu o artigo e ele acertou no que ele tava falando, mandou bem, eu achei que ele mandou muito bem, o artigo estava bem feito, fez uma leitura bem feita sobre o partido que a gente montou, agora se ele tweetou isso ou aquilo, isso é ridículo, é igual assim, uma vez pegaram um comentário ruim, um comentário racista do William Wack, aí se o William Wack soltar um editorial no programa dele, eu não posso divulgar o William Wack?
É que eles não vão falar isso porque o Leon Vak é jornalista no Brasil. Só que esse jornalista que é o cara do Metrópolis, o Boris Casoy, o Demetrio Vecchioli, ele é um esquerdista. E aí ele queria, na matéria toda, graças a Deus, eu filmei a ligação.
Ele queria falar que eu era nazista. Ah, você tava num grupo que não sei o quê. Não, você tava... Não, porque você... Ele queria falar que... Eu disse que uma pessoa que tinha, vamos dizer, fibra muscular boa pra tração na academia, mas chama RR, que esse RR era um código de nazismo.
O cara é completamente lunático. Tentou caçar alguma ligação. Então assim, o que eu falei pra ele, que é o que eu falo pras pessoas, aí o Kurtz Yarding, cara, eu vou ler autores, e autores podem ter coisas muito interessantes. Se eu ler Marx, tem coisa interessante Marx. Engels tem coisa interessante. E o cara, você vai ter declarações sobre temas raciais envolvendo Marx. Entendi. E o Marx perdeu a importância dele. As pessoas que me criticam, elas são, em geral, herdeiras da tradição marxista. Eu vou queimar livros.
Então essa conversa não cola, não cola de maneira alguma. Vou convidar autores, vamos chamar para debates, vamos ouvir o que essas pessoas têm a dizer. Agora, se é uma ideia que a gente não tem nada a ver com a gente, eu não vou promover ela.
Manda uma pergunta e já coloca aí na telinha os outros pré-candidatos para ele avaliar cada um. Vamos lá. Ok. Tem uma pergunta do Renan aqui. Outro Renan. Outro Renan. Ele pede para você falar sobre as dívidas tributárias divulgadas como um candidato que fala em responsabilidade fiscal pedindo para explicar essa situação. Maravilhosa pergunta, porque eu sinto.
por muito tempo, e eu nunca liguei, por muito tempo ficavam falando, ah, o Renan deve muito. Teve um processo canalha tocado por um promotor bolsonarista, que eu já vim falar aqui, que eu ganhei de cabarrabo, que falava que eu devia 400 milhões, e que eu estava lavando 400 milhões com superchat. Eu ganhei de cabarrabo, isso era um absurdo. Eu nunca devia 400 milhões de nada.
Foi isso em superchat, né, Helene? Ah, já superchat. É mais do que a Google faturava no ano no Brasil. É completamente lunático. Dois. Aí depois tinha uma matéria do UOL que eu devia 6 milhões. Depois tinha outra que eu devia 3 milhões. Depois tinha outra que eu devia 1 milhão. Eu não devo nada.
Eu não devo nada disso. Eu fui proprietário de uma empresa que eu recuperei. Ela já tinha dívidas antes de eu assumir. Essas dívidas em grande medida eram dívidas tributárias antigas, cujo fato gerador, uma boa parte, é dos anos 90. Nos anos 90, 98, que uma dessas dívidas era, eu tinha 14 anos.
Eu fiz um trabalho que é honestíssimo, que é pegar uma empresa que tem problemas e tentar recuperar. E trabalhei muito bem com essa empresa. Meu pai trabalhou com outras. E tem nada de errado nisso. Trabalhei por um período. O setor dela quebrou, o setor de metalurgia no Brasil passou por muita dificuldade.
Eu saí da empresa. Ponto. Eu não tenho nenhuma dessas dívidas. Ao que tem uma matéria maldita, eles ficam tentando colar isso comigo, que é tudo mentira, e eu tô com as certidões todas. Então, assim, quem quiser jogar isso, vai se dar mal, porque eu tenho todas as certidões, não devo nada, e tô bem tranquilo sobre esse tema. E mais, só que agora eu vou provocar. Sabe quem não deve nada, ou não deve nada pra receita? O VORCARO.
Quem não deve nada? Empresário que ganha renúncia fiscal e não precisa pagar imposto.
Um monte de empresário amigo de governadores aí recebe renúncia fiscal, não precisa pagar imposto. Ah, e esses caras não devem nada. Empresário amigo do governo, a loja da Copenhagen e do Flávio Bolsonaro, essas aí não precisavam, não tinham problema nenhum, não tinha dívida, não tinha nada. Porque essas aí eram empresas em grande parte, né? Aparentemente ligadas à corrupção, aos esquemas. O brasileiro, pô, saiu estatística agora, o brasileiro tá devendo.
O empresário brasileiro tá quebrado. Então eu vou recriminar o empresário brasileiro que tá devendo?
Eu não. Se eu estivesse devendo, também não seria problema algum. A questão é que nem isso, autor. Vamos daqui a pouco pra cá, mas eu acho que seria legal também falar sobre o Supremo. O que você acha do Supremo? Tem algum jeito de controlar? Se você acha que eles estão excedendo? Eu acho que todo mundo está vendo o que está acontecendo. A gente fez um programa aqui sobre o Master, sobre as ligações e tal. O que você tem pra falar sobre isso?
Eu sou o único pré-candidato que fala de todo o problema que envolve o Supremo. Exato. O único. Pra ser justo, o Zema não fala de todo o problema, mas ele fala também do problema. Ele tá, inclusive, comprando uma briga aí com o Gilmar. E eu acho bacana. É útil ele falar também. É que o problema é que quando o problema envolve os Bolsonaro, é o Zema só. É o intocável do Zema, o Bolsonaro. Flávio Bolsonaro fez um acordo com Xandão.
E qual o columbre pra tirar a CPI do Banco Master e votar a dosimetria? Cadê aí a galera? Cadê o videozinho de A? Tem que bater no Flávio. A gente... A operação Lava Jato foi destruída e o STF só tem todo esse poder porque os Bolsonaro, por conta do Flávio, do problema da rachadinha que envolvia o Flávio, fizeram acordos com o STF. Fizeram as nomeações, destruíram o CPI da Lava Toga. O Bolsonaro vetou o fim das decisões monocráticas que passou na Câmara e no Senado.
Ora, os superpoderes do STF são consequência do péssimo governo do Bolsonaro no trato disso. E aí, cara, os únicos que ficaram denunciando e quase foram presos por fazer isso, fomos nós. Tô avisando os únicos que denunciaram, do Xandão até os Bolsonaro, porque todos têm culpa no cartório, fomos nós.
E eu estou dançando até hoje. Fizemos quatro manifestações pedindo a cabeça de ministro do STF, pedindo prisão de ministro do STF agora. E por conta do escândalo agora do Banco Master, que é o maior escândalo de compreensão da nossa história. Só que o problema do escândalo do Banco Master é assim. As pessoas vão contar historinhas. A esquerda conta só a história que envolve a direita. E a direita conta só a história que envolve a esquerda.
Então eu queria pedir pra todo mundo, vamos contar a história toda? Vamos contar que boa parte do crescimento do Banco Master aconteceu durante o governo Bolsonaro.
Que houve MP que passou durante o governo do Bolsonaro, do senhor João Roma, que beneficiava as empresas que faziam crédito consignado. Dentre elas, o próprio Banco Master, que vivia de crédito sexta. E que isso passou durante o governo Bolsonaro. E que, por coincidência, o governo Bolsonaro, tanto o Bolsonaro quanto o Tarcísio, receberam doações do Fabiano Zettel.
E depois o Tanuri, que é o sócio oculto do Banco Master, tanto no Paraná do Sr. Ratinho, quanto em São Paulo do Sr. Tarcísio, participaram de operações de privatizações estranhíssimas, que terminaram turbinando o caixa do Banco Master. Tudo isso público notório, não é minha opinião.
Não vamos falar da parte que envolve adianta, que da esquerda a gente já sabe, o Crédito Sexta, que é a base do escândalo do Banco Master, começou com o PT, e o PT quer acabar. Só que envolve também o Centrão, envolveu o Mapado Alcolumbre, que enterrou junto com o Flávio Bolsonaro, com o governo, com todo mundo com o STF, a CPI do Master. Ficar falando só de parte, ah não, eu vou contar aqui, vou contar o que você não sabe, é muito legal pra você agradar o bolsonarista e o petista.
A turma da esquerda também tem os dossiês do Banco Master deles em que o Lula não existe. Que o Guido Mantega, com o contrato dele, na verdade, só estavam prestando consultoria. Porra, cara. Isso é picaretagem. Não dá você ficar contando a história, a meia história, só pra você agradar uma bolha. Por isso que a gente tem essa história de polarização.
Porque o eleitor está dando como um mongoloide. Um retardado. Então assim, você é de direita? Sim, eu odeio o comunismo. O Banco Master só tem a ver com o Lula. São esses poderosos aí. São os educados. Aí o cara, ah, é. E aqui? E você de esquerda? É tudo culpa do fascismo do Bolsonaro. O Lula não tem a ver com o cara. Ah, que bom. E aí, todo mundo está dando como um débil mental. Então vamos falar todo mundo, de todos os envolvidos nessa história? Temos que ser sinceros. Só que não falam, cara.
Ó, dos que estão, tem até aí o pessoal aí na tela, dos que falam do Banco Master só tem eu e o Zema. Eu e o Zema. E eu conto a história toda. E cobro todos. E vai rolar delação, você acha? A questão é assim, vão homologar a delação?
Como funciona? Precisa homologar a delação. Se não? Se não, não vale nada. Só que tem uma fila de delações. Tem a delação do Rorcaro, do Fabiano Zettel, do ex-presidente do BRB. Tem essa pressão pela delação. E tem hoje um ministro do STF. Agora vou ser sincero. Nomeação do Bolsonaro, que se provou no começo ruim, mas hoje muito boa, que é o André Mendonça que vem se comportando de maneira republicana.
E o André Mendonça tá sendo republicano nisso. E ele tem que ter o apoio pra levar à frente a delação. Porque tá todo mundo com medo. Se a delação do Vorcaro vem, se a delação do Vorcaro sobe pro STF, o STF cai. É isso, não só o STF. Boa parte dos presidentes de partido caem. Boa parte de governadores caem. Se explicar a relação do Tanuri com o que aconteceu na Sabesp, Nemai, em São Paulo, do Crédito Sexta com o PT da Bahia.
Acho que é Copéu lá no Paraná com o Ratinho. Inclusive a galera do MBL lá do Paraná, Pedro Deirô, Bertucci, descobriram tudo. Junto com o Metrópolis. A nossa equipe fez pesquisa e o Metrópolis também descobriu. O Estadão descobriu. A gente fez parte ali das investigações. Pois bem, nós fizemos esse trampo. Temos que descobrir.
O Ratinho viu que a casa caiu dele, ele até tirou a candidatura. Pois é. Lógico, tem que explicar em público por que a família dele tinha sociedade com a turma ligada ao Master e com a própria turma do JBS, que a JBS Fiboi também está nesse esquema.
Então a real é essa. A real é que, assim, todo mundo quer contar a história pela metade. A gente tem que contar a história inteira. E o que significa o que aconteceu com o Messias aí, que rejeitaram? Qual é o recado aqui? São muitos recados. O recado, vou dar um exemplo, um recado. O recado de uma ala do STF, de que o Lula tá ficando hiper poderoso e que vai ter que sentar e conversar. A gente sabe que o Alexandre de Moraes não queria o Messias. Por quê? Por quê? Porque são alas. O Lula tá fazendo um bloco dele.
O STF não é todo coeso. O Alexandre de Moraes, pra muita gente falar, ele é de esquerda, ele não é de esquerda. O Alexandre de Moraes dava aula na minha faculdade, conheço ele de sala de aula. Ele nunca foi de esquerda. Ele ficou de esquerda por uma conjuntura. Uma conjuntura de poder, de briga com o Bolsonaro. Esses caras mudam de lado o tempo todo, fazem alianças diferentes. E o Lula, ele quer ter o domínio do STF.
O Zé Dirceu já vinha falando, ó, esse primeiro governo, isso aqui é um recado pra todo mundo, até pra quem não gosta de mim. Zé Dirceu avisou, ó, o primeiro governo Lula, a gente vai sofrer, o congresso não é nosso, mas a gente vai fazer as nomeações, a gente vai fazer o trabalho. O que ele tá querendo dizer? No fundo, ele não falou literal, mas a gente entende, o Zé Dirceu é um homem inteligentíssimo.
Vamos ganhar a eleição? Vamos fazer as nomeações com o STF? Porque com o STF na nossa mão, a gente vai pra cima do Congresso pegar a roubalheira das emendas. Pegou a roubalheira das emendas, não é que o PT agora é contra a corrupção, é que o PT quer ficar com uma faca no pescoço do Congresso, e aí o Congresso se torna a base do PT. Acaba com o orçamento secreto, que é uma coisa que precisa acabar, e aí com base nisso o presidente da República...
ele passa a controlar novamente como faziam na época do Mensalão e do Petrolão. Aí o governo determina quem recebe emenda, quem recebe contrato, quem pega um ministério, que é o que o PT quer fazer de volta no próximo mandado do Lua. Este é o plano do Zé Dirceu. E aí, isto irrita a alas do STF, porque não necessariamente eles concordam. Não concordam com o Meta, não concordam em perder poder, em ficar minoritário.
O Senado, uma parte do Senado já estava de saco cheio do STF, tem discussões sobre Banco Master envolvidas ali no meio, tem oportunidades de passar recado para o governo, tem muita coisa. Foi assim, foi um evento único, a última vez foi acho que 1894, me corrijam aí, façam fact-checking aqui, última vez que não passaram uma indicação. Então um recado, é um recado de uma força política enorme contra o Lula. Olha.
Não vai ser assim que a banda toca. A gente já entendeu o teu plano pra pós-2026. Se você ganhar, você não vai controlar a gente. Até porque o STF, percebam assim, isso aqui e também uns outros pré-candidatos vão explicar pro eleitor. O Flávio Dino, ele tá investigando, e não é de hoje, as emendas dos principais líderes partidários do Brasil. Essas emendas, são as emendas do Orçamento Secreto, quase todas envolvem crime. Quase todas. E aí, o que que o...
Ele fez. Não só ele, né? Há uma inteligência nisso. Estão roubando. Vamos investigar. Vamos ver que vai estar todo mundo na nossa mão. Pegaram, já teve operação com o Arthur Lira, que foi presidente da Câmara. Ninguém entra no orçamento secreto impunemente. Primeiro que o deputado escolhe. Tem os deputados que estão no orçamento secreto e os que não estão. Os que estão sabem que é secreto. E sabem que a destinação... Você consegue, vamos dizer, trabalhar sem muita fiscalização.
E filnou o oraminha, a pessoa que está vendo. Se me entende. E aí, com base nisso, os casos de corrupção acontecem.
Tanto que, percebemos, as eleições de 2024 foram eleições que, de acordo com os relatos locais, tiveram muita compra de voto, que é Caixa 2. Então tudo isso abastece o sistema corrupto. Flávio Dino, portanto, ele tem na mão boa parte dos parlamentares e presidentes de partido no Brasil. E isso é poder. E o Flávio Dino é do bloco do Lula. Pois é, vamos falar então dos pré-candidatos. Vamos começar com o Caiado. Por que o povo não deve escolher ele como próximo presidente?
Uma coisa que o Caiado tenta passar, o Caiado, assim, conheço ele, ele esteve comigo no impeachment, ele não comecei a ser contra o impeachment da Dilma, a primeira reunião que ele teve, depois da primeira manifestação, ele falou, tem um nome a zelar, impeachment não é sério. Depois, passou umas semanas, ele ficou a favor do impeachment.
Ele não é uma figura líder, por mais que ele tenha uma postura de autoridade. Acho ele um bom governador, tá? Acho que ele tem qualidades como governador. Não é essa Brastemp, mas é um bom governador, ponto. Não vou ser grosseiro com uma figura que sempre tive uma relação positiva com o Caiado. Agora, pra você liderar o Brasil, você tem que liderar seu próprio grupo. O Caiado é o líder do partido dele?
Se o Caiado for agora pegar um avião lá do Goiás, o Ronaldo Caiado sai do Goiás, vai ir lá pro Rio de Janeiro e pousar e falar pro Eduardo Paes, do PSD, do partido dele, faça a campanha pra mim, ele vai falar não, eu faço a campanha pro Lula. O Eduardo Paes, ele tá na campanha do Lula. E se ele for pra Bahia, o PSD da Bahia tá com o Jerônimo, tá também no fundo com as esquerdas. Se ele for encontrar o Braide, lá no Maranhão.
O partido dele não tá com ele. Se o seu partido não tá com você, como é que você vai querer liderar um país? Como é que você tem uma candidatura? Então, essas coisas, assim, eles tinham que contar pra população. Olha, primeiro eu preciso tentar convencer os membros do meu partido. Isso já tira boa parte de qualquer, vamos dizer, sentimento de seriedade na candidatura dele.
No fundo, pode ser que ele esteja sendo usado, às vezes de boa vontade, pelo Kassab, que é uma raposa, que está no governo do Tarcísio e no governo do Lula, ao mesmo tempo, para ficar se posicionando no tabuleiro e conseguir garantir o apoio para alguém, para negociar, retirar a candidatura do próprio Caiado. E aí o Caiado está sendo usado pelo Kassab, que já usou ratinho, já usou leite.
tá com todo mundo, nunca confie em ninguém que é todo mundo ao mesmo tempo, o Kassab tá com todo mundo ao mesmo tempo, e agora tá usando a figura do Caio Dunice, então ele não lidera o próprio bloco, porque a preferência dele era o Tarcísio, né? Pois é, veja só, você foi pra um partido agora em que, primeiro eles apoiavam o Tarcísio depois o Ratinho, depois o Leite e agora ele enfim Aldo, vamos lá
Aldo Rebelo, cara, ele tem livro publicado, é uma figura interessantíssima, gosta de história, gosta de boa parte dos assuntos que eu gosto sobre história brasileira. Não tenho nada desabonador para falar sobre ele, mas eu acho que ele faz parte de uma perspectiva, de uma visão de mundo que, por mais que em muitos pontos, muitas premissas estejam certas, não tem o que a gente precisa para tornar o Brasil um país brabo. Quer entender o impacto da tecnologia?
o impacto da lei e da ordem e o impacto em escolher um lado muito claro pra tornar o Brasil esse país sério o Aldo é um cara que esteve com todo mundo dito isso, quem dera a eleição fosse entre eu e o Aldo quem dera, ele tem proposta eu li o quinto movimento o livro dele, eu confio, quando o cara tem um livro escrito por ele, a mão, o cara é diferente
Então, meu projeto é melhor, meu grupo é maior, eu tenho um partido que eu criei com as pessoas ao redor, sou, portanto, um líder apto a isso. O Aldo está num partido pequeno que estava negociando agora a saída dele, que é o Democracia Cristã. Então, sou um líder mais apto. Dito isso, gosto do Aldo, não nego. Quem dera o debate fosse entre eu e ele.
O Danilo Gentili foi em algum momento uma opção ou era uma brincadeira de vocês? Não, nunca foi brincadeira. Eu acho o Danilo Gentili uma pessoa brilhante, inteligente. Isso é uma pessoa de sucesso. Mas em que momento ele deixou de ser uma opção real? Eu acho que o Danilo tem as questões da carreira dele. Ah, uma decisão dele então. Lógico. Nunca brinquei sobre esse assunto. Poxa, volto a colocar a ideia de montar um partido político.
É um negócio que envolve o trabalho de milhares de pessoas ao redor do Brasil. São quase milhão de assinatura coletada. É um trabalho muito colossal. Então nunca brinquei sobre coisas que envolvam esse trabalho. É o trabalho da minha vida. Então eu acho o Danilo de verdade um cara sensacional. Ele é um exemplo de homem público na vida pessoal, na vida profissional e nas posições políticas que ele adota. O Danilo, e isso é o avalio para todo mundo, o Danilo topa perder pelo que acredita.
avalie o homem público pelo que ele perde e não pelo que ele ganha no que ele fala o Danilo Gentili várias vezes correu o risco de perder a posição dele no SBT várias vezes sofreu pressões do governo A, B ou C, tentaram cancelar a carreira dele várias vezes, ele nunca moveu o pé das posições dele se ele topasse era ele de presidente eu já tinha anunciado ele há muito tempo
Vem Danilo, vem Danilo, vem Danilo. Mas você iria de vice ou não ia ficar nos bastidores? Eu nunca quis ser vice, eu nunca quis ser candidato a deputado. Eu acho que, para as pessoas que estão ao nosso redor, eu sempre fui uma grande liderança do MBL. A cara do MBL. Mas eu tinha que me provar.
O que eu me provei como líder? É uma montagem do partido. As pessoas falam, o Renan é especial, o Renan tem uma capacidade de executar especial depois da montagem da operação da Valete e da montagem do partido. Aí os próprios me falam, pô, é o Renan. O Renan, eu me credenciei.
por conta dessa leitura que eu entreguei. Já tá falando na terceira pessoa. Perigo. Acabei de meter um Ronaldo Caiá. Ah, o Renan Santos! Vamos lá, é o Augusto Cury próximo? Vamos lá. Ele inclusive lançou a pré-candidatura aqui no programa. A gente tomou um susto, né? Chamou ele como convidado e no meio do programa ele falou, sou pré-candidato. Soltou essa bomba na nossa mão. Soltou a bomba aqui. Eu conheço muito pouco do Augusto Cury. É um autor best-seller? É muito pouco, cara. Assim...
Eu não sei. Assim, não estou de mania de menino. É que eu nunca li os livros dele. Conheço pouco dele como um infrisa. Passa para o próximo. Não sei as ideias do Augusto Cury. Quem é o próximo aí, diretor? Temos o Lula e o Flávio. Então, quem quiser falar primeiro? Flávio ou Lula? Pô... Ou melhor, quem você quer deixar para o final?
Sobre o Lula, cara... Você vai falar do Lula. Eu vou falar do Lula. A foto do Lula, por que não escolhê-lo como próximo presidente? Seria o quarto mandato, certo? Já comecei por isso, né? Mas veja... Você quantos anos vira lá? Eu, 55, faço 56. Tenho 42. Então, toda a nossa vida produtiva... Que isso, deixa eu desligar. Tô procurando onde era isso aí. É, mal aí. Tem até a tia daqui.
Ah, esqueceu do Zema, diretor Tá bom, ele é próximo Lula, Zema e Flávio, pronto Toda a nossa vida produtiva Foi marcada por governos do Lula A gente se tornou mais produtivo A gente investiu nas nossas carreiras A gente tomou as decisões como homens maiores de idade Em um país governado Basicamente por ele ou pela sucessora dele Pela Dilma Eles venceram praticamente tudo de 2002 pra cá
E o Brasil não se tornou um país melhor. A gente viu o problema da violência aumentar. A gente viu o Brasil entrar num voo de galinha e cair. A gente viu os maiores escândalos de corrupção da nossa história se sucederem. A gente viu a gente se alinhar a um bloco internacional de nações que cometem os crimes dos mais diversos. A gente financiou a ditadura na Venezuela. A gente financiou a ditadura na África. A gente viu o início de discussões no Brasil sobre ódios interregionais.
A gente viu o PT dividir o Brasil. A divisão que a gente tem no Brasil é falando, ah, é o direito e o direito. Mentira, quem dividiu como política?
Foi o PT. Foi a estratégia que o João Santana adotou com o Lula, após o Lula ter o Bolsa Família, que aí ele ficou realmente hegemônico no Nordeste. O Lula ganhou em 2002 com um voto bem distribuído por toda a nação. Tinha voto no Sul, ele ganhou em São Paulo em 2002. Entendeu? Então, o PT naquela época fez essa escolha, ele dividiu o Brasil em dois. Então, o Lula fez tudo isso. O Brasil não se tornou um país grande. O Brasil se tornou um país que ganhou o apelo de anão diplomático.
O Brasil perdeu todas as grandes oportunidades de se tornar uma das grandes nações da história. Se o Brasil tivesse feito as reformas de competitividade que a gente está falando fazer, que eu comentei hoje num programa, durante o governo Lula nos anos 2000, o Brasil teria estourado, deslanchado, se previdência, reforma administrativa, se reforma trabalhista, se o cuidado com a questão fiscal permitindo que os juros ficasse baixos, tudo isso acontecesse naquela época, o Brasil tinha infraestrutura, empresas se instalavam aqui, tinha complexidade, o mundo era outro. Não foi isso que aconteceu. O Lula...
vendeu a janta pra pagar o almoço. Ou seja, ele vendeu o nosso futuro pra ele poder comprar os carguinhos dele, ganhar as eleições dele e a sucessora dele a Dilma. Portanto, o Lula é o grande câncer da nossa geração. O Lula tem que deixar de existir do ponto de vista político. A memória política do Lula tem que ser esquecida. O Lula foi o grande desperdício geracional nosso. E o Lula também representa uma geração, os sonhos da geração dos anos 60, 70 no Brasil, meio de esquerda e tal, que não larga o nosso pé.
Não larga, parece que a gente tem que viver o tempo todo o sonho daquela pessoa que assistiu o filme Ainda Estou Aqui, as brigas da atidura militar, aquelas categorias de pensamento idiotas. O Lula tem que sumir, vai dar pombo pro milho, Lula, vai cuidar da janja. Já deu, o governo dele cansou, ele mesmo tá cansado. Todo mundo percebe que o Lula já não consegue raciocinar direito. Ele tá cansado, ele tá sem energia.
Esse homem sem energia, deprimido, cansado, que já não sei, sabe qual o projeto dele no Brasil, tanto que qual a proposta dele? Pé de meia, vou te dar uma graninha pra você ir pra aula. Ir pra aula é obrigação. Vou te dar um botijão de gás, vou te dar energia elétrica. É isso o projeto de Brasil PT? Então o cara começa, né, a esperança, né, 2002, Lula ganhou. A esperança do operário que não sei o que. Acelera a fita, chegamos em 2026, eu vou te dar um botijão de gás.
Calma, que país é esse? Que país desgraçado ele entrega que as pessoas estão comemorando que ele agora vai distribuir botijão de gás. Então, pô, é um projeto falido. Eu podia falar da corrupção do Lula. Eu podia falar de tudo. Eu vou falar só de uma coisa. O projeto dele é essencialmente falido. E ele entregou uma geração inteira destruída. Não à toa que ele pegou um Brasil que hoje boa parte das pessoas vivem de assistencialismo.
Ele pegou um país que ainda recebia um restinho de imigrante. Hoje o país exporta pessoas para o resto do mundo. Um país em que as facções criminosas ficaram poderosas. O Lula acabou com a nossa geração. É isso. A nossa geração no Brasil é uma geração que será para sempre marcada por ter sido a geração que foi destruída pelo Lula.
Tem chance dele desistir? Se a direita estiver muito à frente, você acha que ele corre o risco de perder e fala putz, eu não vou terminar a minha biografia assim. Mas ele não criou um sucessor, e aí? Mas aí, cara, ele bota no segundo turno, talvez, talvez, um Haddad ou um Camilo, talvez. Porque eu acho assim, quem rodou no Ceará, Maranhão, saiu até pesquisa do Metrópolis que eu estava roubando o voto deles no Nordeste. Essa é a matéria do Metrópolis, desculpa.
Os filhos do eleitor do Lula no Nordeste não gostam do Lula. Os filhos do eleitor do Lula no Nordeste querem uma vida que vá além do vou receber uma bolsa e o prefeito da cidade vai fazer um negocinho aqui e o Lula gosta da gente.
As pessoas querem mais do que isso. E o Lula não está entregando um horizonte disso. O que o Lula está dizendo para essa pessoa mais pobre, vamos supor, um rapaz que é entregador em Sobral, lá no Ceará. O Lula está dizendo, ó, eu vou te dar um botijão. Mas eu não quero um botijão, eu quero uma vida. Eu quero uma vida legal, eu quero comprar coisa, eu quero montar o meu negócio. Não, eu vou te dar um botijão e ainda vou cobrar o imposto de você.
Esse cara já não quer mais o Lula. Vamos para o Zema, então. Por que não escolher o Zema como próximo presidente?
Como eu te disse, é muito parecido com o Caedo no sentido de que ele não tem nenhum partido que de fato endossa ele. A maior parte dos candidatos de deputado do Novo ficam divulgando o Flávio. Você acha que corre o risco dele ser o vice do Flávio? É o que ele ficou tentando. Quem quer ser presidente tem que pegar uma baita de uma bucha. Uma bucha gigantesca. Ah, quero ser vice do Flávio.
Pô, assim, lidere teu time, seja o líder inspirador que vai pegar, então, um partido novo e pegue todos os seus pré-candidatos ao governo e faça endossar publicamente. E comece a entender que, assim, você não é a alternativa 2 ao Flávio. Todos nós, eu, Zema, Caiado, teremos que arrancar a vota do Flávio, que são as pessoas que são conservadoras, que foram enganadas por anos pela família Bolsonaro. E aí ele fica falando em ser vice?
Vice, por que adianta denunciar o STF se o cara que faz o acordo com o STF pra beneficiar o Banco Master, que é o Flávio, é tratado por ele como um cara normal? Não dá, cara. Não dá. Isso não dá. E assim, eu gorteando isso. Pelo menos ele é um cara que teve coragem lá de falar dos caras do STF. Isso conta. Isso conta. Gostaria de... Já falei o Zema, Caiado, já falei em outras entrevistas. Poderia compor um grupo com a gente lá numa gestão minha?
De forma clara. Por mais que eu não concorde com a postura e acho que quando eu tive com o MBL sozinho apontando os erros do governo Bolsonaro, eles não tiveram coragem de apontar. Não tiveram. Pô, quando o Bolsonaro destruiu a Lava Jato e permitiu que o Lula fosse solto, a gente apanhou sozinho. Por mais que tudo isso, não acho que ele é uma pessoa do mal. Mesmo, de maneira alguma. E finalizando, Flávio Bolsonaro.
Porque não escolhê-lo. Eu já falei pra muita gente, o Lula, na nossa... Se a gente fosse fazer uma leitura, vai... Quase bíblica da coisa. O Lula é o nosso capeta. E o Flávio é o nosso Judas. O Flávio é o nosso Judas, e o Lula é o nosso capeta. Assim mesmo? Capeta e Judas? Você fizer uma leitura muito simples. Mas o Lula é o nosso inimigo natural. Você não é de Jesus, não, né? Graças a Deus, não. Nem posso. Pelo amor de Deus. Eu sou apenas um homem olhando ali a traição da causa e o inimigo direto.
Tentando. Tentando e se organizando para não ser refém do traidor. O Flávio é, por excelência, o traidor. O Flávio é um cara que, enquanto eu estava lutando pelo impeachment da Dilma Rousseff, ele estava ganhando dinheiro lá com a Copenhagen. Ele estava fazendo as coisas que ele fazia no gabinete dele, que a gente sabe que é, porque ele mandou parar a operação. Primeiro, ele anulou as provas do COAF, obtendo uma decisão com o Dias Toffoli.
Vai ver se o Flávio fala mal do Dias Toffoli. E depois, obtendo um foro especial pra cuidar do caso dele, que era um caso que movia alérgico, ou seja, se livrando com a ajuda do STF, com uma decisão do Gilmar Mendes. Vai ver se ele fala mal do Gilmar Mendes. O Gilmar Mendes, que teve o irmão dele apoiado pelo pai dele, o Jair, quando concorreu pra prefeito no Mato Grosso.
Aí, ajuda a destruir a Operação Lava Jato através do enterro da CPI da Lava Toga. Apoia a maior parte das nomeações dos ministros do STF ligados ao petismo agora. O primeiro foi o Zanin. Fez o que fez agora na CPI do Banco Master. Quando tem votações polêmicas se ausenta. Agora teve a votação da misoginia.
Ah, eu não quero perder voto, então eu vou votar a favor do PL e da misoginia. Que diabo de liderança, ele tá sempre traindo o eleitor dele. O cara é uma máquina de trair. Só que eu acho, vou ser sincero, Vilela, eu acho que ele nem percebe. Eu acho que o Flávio trai e ele nem percebe. Porque eu acho que o Flávio é muito burro.
Acho que o Flávio é muito burro. Por que você acha que ele foi escolhido? Ele não era a primeira... Porque ele é filho, né? Porque ele tem a marca. O Tarcísio e a Michele. Não, pera. O Tarcísio não é da família Bolsonaro. Ah, e eles não iriam abrir fora da família? Fazia sentido? Pra eles? Pra família? Vou botar um cara que não é da família, esse cara leva o meu voto e me deixa aqui de escanteio. A família Bolsonaro... Pô, é o Jair Renan que não é... E o Carlos que não são pessoas bem do ponto de vista...
Porque não estão bem do ponto de vista cognitivo. Eu não vou ficar falando tantos caras. O Eduardo está lá nos Estados Unidos, querendo ser um líder mundial de nada. Lá comemorando o que tarifou o próprio país. Aí o Flávio estava aqui. Eles não construíram um partido. Eles não construíram um bloco político coeso. Eles não construíram nada. Pô, a gente montou um partido e eles não.
E aí, então, quando você não monta nada, você depende só do teu nome, da sua intenção eleitoral, que é o nome do Jair Bolsonaro, que tem um recall grande. Então o Flávio falou, vou dar isso para o Tarcísio? Não, vamos ficar para a família. E honestamente, é uma das poucas decisões racionais que eles tiveram ali. Porque senão ele ia ser comido, ele ia ter a base política dele comida pelos outros. Só que ele não foi aceito como líder.
O Nicolas tá em rebelião contra ele. A Michelle Bolsonaro também. Ela falou alguma coisa? Eles vivem brigando nos bastidores. Tem inúmeras matérias. O clima entre eles é tenso. Houve brigas no Ceará. Aí eles vão colocando assim, ó. O Carluxo vai concorrer a senador por Santa Catarina. Aí os bolsonistas de Santa Catarina não concordam. Eu tava lá, ninguém tava curtindo essa ideia do...
do Carluxo sair em Santa Catarina. Até porque se o Carluxo quisesse ajudar o pai, ele ia concorrer em outro estado, onde ele poderia tirar um senador de esquerda, um senador do centrão e entrar ele. Não no lugar em que eleger dois senadores pró-Bolsonaro. Então não tinha sentido. Então é uma lógica de traição, de usar as pessoas.
de pouca inteligência. E aí eu falo, eu quero ser de um país que vai ser uma das cinco maiores nações do mundo. Que não apenas, assim, não vai se contentar em não ser o Lula. Que é o que o Flávio não fala. Ele falou, nós vamos tirar o PT daí. Tá bom, mas o que isso quer dizer? Tirar o PT é importante, mas o que nós seremos? Ele não tem plano nenhum. Ele vai publicamente falar, não tenho plano nenhum.
Te trai o tempo todo, te trai o semana passada pela destruição da CPI do Banco Master. E aí, não, não, confia que ele tem um plano? Nem ele tem um plano. Ele avisou, eu não tenho um plano. Ele avisou em todos os lugares. Não vou falar nenhuma proposta. Pô, um cara que nem tem coragem de falar que tem a proposta, não pode ser pré-candidato. Não pode, cara, isso é uma não-candidatura. Por isso que ele dança, ele fica lá dançando. Hum, como um mongolão. Ô, tô dançando, vai no evento e fica dançando lá.
Fala alguma coisa, meu irmão. Fala uma proposta. Para de dançar. É isso. Por falar em dançar. Coloca a foto aí. Vocês acharam a foto que eu pedi aí? Que roupa é essa? Que lance é esse, cara?
Mas tem aquela também, acho que foi do Congresso, que você tava com outra roupa, né? Ele tá com a mesma farda lá. É verde, não é? É, só que como tá ruim a foto... Qual é que é? Isso é um casaco... Pessoal falando que tem a ver com os integralistas. Você ouviu, né? O que que é o lance? Cara, assim, as pessoas curtem teorias conspiratórias, mas essas coisas são mais simples do que elas imaginam. Essa é uma jaqueta que eu comprei na feirinha da Benedito Calixto, de um colecionador.
É uma jaqueta de um soldado americano da Segunda Guerra Mundial, que fez parte das forças americanas que ocuparam o Berlim no fim da Segunda Guerra. Eu ia falar que eu era chamado de nazista. Literalmente estava com uma jaqueta usada por soldados americanos que tomaram o Berlim. Que é inclusive a pet azul que tem ali no meu braço ali esquerdo. Não dá pra ver, né? É, não dá pra ver, mas é ali. Eu já fiz vídeo até falando isso.
É uma jaqueta que eu achei bonita só. É integralistas ou da Guerra Civil Americana? Não sei o que falaram. Vamos falar que eu sou fascista. É isso. Porque sempre as coisas terminam ali. É uma jaqueta legal, que veste bem. E eu gosto dela. Não tem nada de especial. Eu já usei essa jaqueta em show da minha banda.
Fechou. A gente faz mais ou menos o mesmo tempo todos os pré-candidatos. Cabe mais uma perguntinha, se for rápido, Helene. Tem pergunta boa. Vou aproveitar a pergunta da Anag, que ela mandou três perguntas numa só e aí já mata. Ela fala que é o seguinte, qual sua opinião sobre maioridade penal, sobre o aborto e a liberdade de expressão?
Maioridade penal. Crime hediondo não tem idade penal. Se um moleque de 12 anos teve força, organização, pra, sei lá, como teve agora? Teve um grupo de jovens que organizou um estupro coletivo de dois meninos. Eles acabaram com a vida aqui dos dois meninos. Aí tem o cara que tem 13 anos.
ele vai ter que ser preso, esse cara, que cometeu esse crime. Ele teve força, ele teve organização, ele teve audácia, ele teve planejamento. Crimes hediondos não tem idade penal. Muitos países adotam esse caminho.
Agora, crimes em geral, a redução da moralidade penal tem que reduzir. Até porque tem uma coisa muito perversa, que é o menino, volta para o menino sem pai, o menino sem a figura paterna na periferia, que é usado como mão de obra barata, como força de reposição do crime organizado. Não dá para ter isso mais. Então, o crime organizado usa isso porque, ó, vem aqui, coopta esse moleque e bota ele de bucha de canhão. Acabar com a moralidade penal, fazer com que esse estímulo à cooptação do menor diminua muito. Segunda pergunta?
aborto e... Eu sou a favor da manutenção da legislação atual, o que significa que eu não vou ampliar o escopo de opções para aborto. A legislação atual é fetos anencefalos, risco de vida para a mãe ou estupro. Eu acho que a sociedade brasileira considera que esses elementos...
que são elementos excepcionalíssimos, que envolvem muito, vamos dizer, um, a vida da mulher, e dois, um ato que é humilhante, destruidor para a mulher, que é o ato de ser estupro, esteja, vamos dizer, esteja dentro da agência, a capacidade de agência da mulher de determinar se ela vai fazer o aborto ou não. E eu acho que isto faz sentido. A sociedade brasileira, ela optou por esse caminho, é um caminho bom. Eu não quero mexer nessa legislação.
Liberdade de expressão. Liberdade de expressão sempre fomos favoráveis. Inclusive nós fomos os que mais lutaram contra o PL 2630, que tentava acabar com a liberdade de expressão em redes sociais. Fizemos campanha aos montes, a ponto de não ter passado na Câmara dos Deputados em 2023. E aí precisou o Xandão, por ofício, lá regulamentar no STF, que é um absurdo.
Pois é. Agora é contigo, Renan, para finalizar, porque as pessoas têm ou devem escolher você como próximo presidente. Obrigado por ter vindo aqui, obrigado a todo mundo por ter vindo com a gente. Deixa o like e se inscreva no canal. É contigo.
Primeiro, muito obrigado, Vilela. Você faz um papel fundamental. Debate político no Brasil. Debate político de qualidade, você estabelecer os critérios pra isso funcionar, isso é muito bom. Segundo, assim, aí já olhando pra câmera. Obrigado a todos. Todos, todos. Deu uns picos de uns 37 mil pessoas aí. 43. Então parece que eu derrotei o senhor Flávio Bolsonaro aqui, hein?
Bateu mais do que ele. Flavito. Eu vi aqui, 43 vai chegar a 45 quando finaliza. Então, sim, queria agradecer a todos que vieram conhecer. É um marco na política brasileira, pessoas jovens terem se organizado para montar um partido que não tem rabo preso com ninguém.
pra falar o seguinte, que a tua vida não precisa ser uma desgraça, que a favela, que a dependência do prefeito, que o esgoto a céu aberto, que a escola que não funciona, com imposto caríssimo, que isto não é regra, que viver não precisa ser assim. E mais, não só não precisa ser assim, como o teu país, o teu país que falam que é uma desgraça, que não vai lugar nenhum, que é um bostil, que o seu país é para ser, ele nasceu para ser uma das cinco maiores nações do mundo. Que os homens e mulheres que vieram pra cá,
ou colonizar o que chegaram aqui como escravos, criaram já, se o Brasil acabasse agora, a maior experiência tropical civilizacional do mundo. Isso é uma coisa única. A maior civilização dos trópicos acontece aqui, reunindo raças, povos diferentes, com uma cultura que tem os seus problemas, tem as suas dificuldades, mas que é única do mundo. A gente nasceu para ser a maior nação do tal Sul Global. A gente vai ser a nação capaz de unir o Ocidente.
e aí África, Sudeste Asiático, Índia, América Latina, e dizer, nós conseguimos mediar a relação desse mundo todo. Nós entendemos as características de todos os povos do mundo, porque nós entendemos a ideia de diversidade mais do que qualquer um. E aí nós temos que entender que isso é uma força, assim como ter ordem, lei, como ser disciplinado, como ter a mentalidade do Ayrton Senna, pode fazer com que os nossos filhos, netos, tenham uma nação no futuro que vai ser respeitada, não só porque é divertido vir aqui, porque as praias são legais, mas porque nós somos brabos, que nós produzimos tecnologia, nós produzimos remédios.
nós temos grandes empresas, nós temos grandes criadores, nós produzimos arte, nós influenciamos o mundo. A gente não nasceu para ser só o país do futebol. A gente nasceu, eu volto a repetir, para sentar na mesa, daqui 30 anos, junto com Índia, Rússia, Estados Unidos e China, para determinar como será a colonização de outros planetas, como será a indústria abelha, como serão decididas as guerras.
Como será regulamentado as consequências da inteligência artificial? Ou seja, nós seremos um adulto na sala e não a eterna criança brincalhona ou o bêbado do Zé Carioca, que a propaganda mundial acha que nós temos que ser. Pense grande. Seja humilde para entender o tamanho do problema, mas pense grande com muita ambição que nós chegaremos lá. Nós vamos chegar lá porque o futuro é glorioso. Obrigado. Redes sociais. Renan Santos e Semibele em todas. Em todos os lugares. Obrigado, Renan. O que é isso? É para mim? Ah, presentes.
Valeu, presentes aqui. E Lenny, é contigo enquanto eu abro os presentes. Faz aquela boa pra mim. É isso aí. Se você chegou até aqui e não deixou seu like ainda, você tá vacilando. O cara quer me comprar aqui. Tem que ficar de olho. O cara reclamando do preço do livro amarelo. A ideia do livro amarelo é muito simples. Isso aqui são os livros do estudo, o livro dos livros amarelo. Tá mostrando aqui.
Os livros de estudo, que são esses seis fascículos, eles ajudaram a financiar o partido. A pessoa que compra o livro amarelo, ela tá ajudando a financiar a criação do partido político. E assim, não teve ninguém, não teve Daniel Vorcaro financiando a montagem do partido. Então, teve o cara que comprou o livro amarelo. Quanto? Vai de 600 a mil e poucos reais. Você compra o pacote, você compra o box inteiro. E esse aqui é o famoso presente inútil, né? Que você solicita.
E esse eu trouxe, que não é inútil, na verdade está dentro do meu verdadeiro coração, mas muita gente considera inútil. Isso aqui é um chip, é um Limão Rosa, como vocês podem ver. E quando você coloca no seu celular, você vai cair nas músicas da minha banda. Você vai poder ouvir uma incrível banda de rock. E dica, sim, eu também sou músico-compositor, a banda chama Limão Rosa e amanhã sai uma música nova que chama Morte ao Rei.
Estou todos convidados a ouvir no Spotify. Quase foram selecionados para o festival. Faltou isso aqui. Qual festival que foi? Lola Palusa. Lola Palusa. Nós ganhamos o voto do público.
Lula pra Lula. Lula pra Lula. Desculpa te interromper, Lele. Não, tô de boa. Ó, é o seguinte, se você chegou até que não deu seu like ainda, corre que ainda dá tempo de deixar seu like, agradecer. Fica aí no canal, agradecer nossos patrocinadores, né? A G4, a estratégia. G4 tá sempre aqui com a gente, estratégia e insider. Insider, né? Link na descrição, QR Code na tela, certo? Total, total. Agora...
Escolha com sabedoria. O que o pessoal escreve nos comentários pra provar que chegou até o final dessa conversa aqui? Escrevam, participem aqui, porque eu escrevi muito comentário e faz esse vídeo de ir pra frente. É o seguinte, pra provar que você chegou até aqui, escreve aí. Que infedido. É o que eu ia falar.
Kim Fedido, logo no começo da live, só vai entender quem assistiu o filme. Concordo, o Kim vem aqui e a gente passa um perfumão antes, né? Tô brincando. O que eu fiz com ele, cara? Agora é o Kim Fedido. Agora foi conhecido por aprovar um projeto de segurança mais importante nos últimos anos. O que fica durante... O que fica o Fedido, cara? Eu já vou apanhar, é que ele fica me xingando. Kim Fedido nos comentários. Obrigado, fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. Que bom que vocês vieram. Valeu, fui.
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