Episódios de Inteligência Ltda.

1830 - BOLA, CEARÁ E CARLINHOS

01 de maio de 20263h52min
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BOLA, CEARÁ, e CARLINHOS são humoristas. Eles vão bater um papo sobre baboseiras e provavelmente atrocidades da época em que fizeram sucesso no programa Pânico, tanto no rádio quanto na TV. Já o Vilela entrou em pânico quando o Vesúvio erupcionou em Pompéia.

Participantes neste episódio4
R

Rogério Vilela

HostApresentador
B

Bola

ConvidadoHumorista
C

Ceará

ConvidadoHumorista
E

Emerson Ceará

ConvidadoHumorista
Assuntos5
  • Histórias do PânicoExperiências de gravação · Relação com a Marlene Matos · Impacto do CQC · Evolução do humor na TV
  • Carreira e SucessoCrescimento profissional · Desafios financeiros · Importância da amizade
  • Vida Morte EspiritualidadeReflexões sobre a vida · Importância da família · Crescimento espiritual
  • Humor e ComédiaMudanças no humor · Censura e liberdade de expressão
  • RelacionamentosConflitos e reconciliações · Apoio entre amigos
Transcrição615 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Olá, terráqueos! Como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vilela e está começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre estará com pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais bem-humorada do que a minha e do que a sua. Você é um cara muito mal-humorado, você tem uma cara de sério, ô santa. Eu tenho uma cara muito de sério, mas sou um cara muito engraçado. Então conta uma piada. Piu!

Eu tenho que achar graça. É, cara, ele começa assim. Ele começa assim. Cara, vai direto, vai. O que você tem que falar? Vamos lá. A piada, Piu, remete o quê? Ele gosta de? Pinto. Então. Tá certo. Manda aí, ó.

Bom, então para você que está chegando na live, já vamos lá deixando o seu like, se inscrevendo no canal. Você está fazendo essa voz de locutor de rádio? Eu estou treinando, Vilela, eu estou treinando. Você que está chegando agora. Cara, você nunca falou assim, cara. Você quer saber a verdade? Quero. Você treinou. Eu estou treinando. E eu quero ir para a rádio um dia. Então fala como locutor, quem nem está falando. Ah, agora eu estou com vergonha. Manda o seu like.

Boa noite. Vamos deixando o seu like. Inscreva-se. Até o tal lugar. 1,80m de garrafas de água. Carioca é foda, né, cara? Muito bom, muito bom. Muito bom. Matheus. Matheus Ceará. Emerson. Agora também é o Matheus. É o meu amigão dele.

Mas é mesmo, é brother É mesmo, cara Vou ligar pra ele agora aqui Eu duvido Rapaz, o bicho é louco Ele atende? Galera que tá vendo e ouvindo Fala pro Emerson, será que eu vou ligar pra ele? Ele deve tá fazendo show Deve tá transando Com quem? Com a frentista Ah, tá

De vídeo? Tô ligando de... Vamos lá. De vídeo, não. De áudio, pô. De áudio. Vamos ver se ele vai atender. Ó, desligou na minha cara. Ô, falei? Falei. Isso que é amigo, hein? Isso é que é amigo. Imagina se não fosse brother. Porra. É brotherzão. Vai lá. Fala o que você tem que falar. Eu vou ligar pra ele. Vamos ver se ele me atende. O Emerson. É.

Então já vamos deixando o like aqui na live novamente, se inscrevendo. Já falei três vezes, você não deixou ainda, tá moscando. Estamos chegando a seis milhões de inscritos aqui no canal. Compartilha a live com um amiguinho. E temos algumas pessoas a agradecer aí, né, Vilela? Hã? Temos algumas pessoas a já agradecer, né? É mesmo? É. Rapaz, vai falando aí, cara. Eu não acredito nele, cara. Eu não acredito. Fala aí, mano. Faz aí a parada.

Você tá vendo que eu tô ligando aqui pro Enro do Ceará? Eu tô nervoso, eu tô nervoso.

Agora... Troca ideia, fala com o pessoal. Vamos lá. Então, assim, galera, já vai participando. Vamos interagindo no chat, mandando as perguntas aí, que estamos ao vivo aqui para interagir com todos vocês. Fechou. Ó, é o seguinte, fala com o pessoal antes de trocar ideia aqui. Ó, importante. Importante para você ter Ráquio e Terráquias. Feiradão está aí e você já sabe. Me fala. Você vai ficar na sua casa ou fez, como eu falei nos últimos episódios, e garantiu uma acomodação no Airbnb para aproveitar de verdade, hein? Agora, ó, se você não conseguiu se organizar para essa...

Relaxa, porque vão ter outros feriados prolongados chegando. Entra no Airbnb, filtra do seu jeito, dá uma olhada nos preferidos dos hóspedes, que são as acomodações mais bem avaliadas de acordo com os hóspedes, e já manda no grupo umas opções para a galera ou para a família.

Pode ser na natureza, na cidade, com piscina ou só aquele refúgio na montanha, tá ligado, né, ô Santa? Melhor lugar pra ficar. Lugar pra descansar, porque tem pra todo tipo de gosto e bolso. Prainha, cachoeira, montanha, cidade histórica, casa com piscina, churrasqueira, cozinha completa. Que em talzão espaço pra todo mundo. Ó, você entra lá e acha fácil. E tem também esse jeito muito prático de reservar, que é que nem a gente faz aí. A gente monta um grupo de WhatsApp, que nem a gente fez um carnaval, eu e o Helene, só o pessoal que era solteiro.

Ficava mandando as acomodações lá e a galera ia votando. Ó, e também é o seguinte, no Airbnb dá pra pagar no Pix ou parcelar em até seis vezes sem juros no cartão. Ou seja, fica muito mais tranquilo pra todo mundo ir. Então, já se organiza. Chegou o cara? Ô, chega aí, cara. Já senta aí. Chegou, Cedão. Se organiza pro próximo feriado liberado é no Airbnb. Já senta aí, rapaz. Bela dica, hein, Vinalinha? Bela dica, meu. Tá bem? E aí? Bom, lance Airbnb. Rapaz, rapaz. Rapaz, rapaz.

Que hotel é aquele negócio, tem que acordar pra tomar o café da manhã e tal. Lá você faz a hora que você quer. Exato, exato. Boa, boa, Vila Alinhã. Sejam bem-vindos. Muito obrigado, irmão. Rapidinho, antes da gente continuar o episódio, deixa eu te mostrar uma parada que pode ajudar bastante. Principalmente se você já pensou em fazer concurso, mas ainda está naquela fase meio travada, sem saber direito por onde começar. Porque isso acontece com muita gente. Às vezes a pessoa até quer entrar nesse mundo mais trábil em uma dúvida básica.

Tá, mas em qual concurso eu procuro? É a voz do pessoal assim, né? Será que tem alguma coisa perto de mim? Por onde eu começo? E foi pensando nisso que o Estratégia Concurso, que é parceiro nosso, criou o Radar do Estratégia. Ele é basicamente um mapa de concurso. Então, em vez de ficar caçando informação solta e tentando montar esse quebra-cabeça sozinho, você entra lá e consegue olhar as oportunidades de um jeito bem mais claro. Então, mostra na tela. Não ligaram a televisão, mas espero que vocês estejam mostrando aí pro pessoal. Tá na tela?

Esse é o radar de estratégia, é um mapa que reúne concursos do Brasil inteiro. Se você está assistindo, é só apontar agora a câmera do celular para o QR Code que está na tela ou...

Link na descrição. Exatamente. É isso aí. Fechou? Fechou. Liga a televisão aqui pra nós. Sejam bem-vindos. Cardinho, você chegou por último e já se apresenta primeiro. Dá um oi pra galera. Vai, vai. E aí, cambado. Onde é? Ali? É. Muito boa noite. Desculpa o atraso. Cara, uma hora e quinze pra andar sete de carreira. Vestida de feriado, irmão. Não, mas na outra vez que eu vim, eu fiquei duas horas no trânsito. Vestida de feriado. É por isso. E tá tendo show no Estádio do Morumbi. O que? Show The Weekend. Tudo parado. Me convidaram pra ir agora. Tá um... Agora. Agora. Eu vim do Alphaville uma hora e meia. É.

Eu demorei aqui, acho que deu meia hora. O de casa daqui foi cinquentinha. Então, você vem pela Marginal? Você pega um trânsitozinho, mas anda. Eu vim por dentro. Eu não vim por dentro. É pior? É pior. Não, o de casa dá mais ou menos 20 minutos, 15. Deu 35 minutos. Pô, então tá de boa. Boa. Importante que estamos aqui. Beleza. Então, chegamos. Boa lá, mano.

Cara, o Bola é um dos primeiros a cara... Você veio aqui no... Quando era tudo era mato ainda, hein? Mas você tinha pouquinha coisa aqui. Pô, eu ia te agradecer demais porque você veio no programa quando o programa não tinha nem audiência, cara. Então, você que é amigo. Você foi um dos caras que eu fiz uma das coisas mais legais que eu fiz na minha vida, que foi o Karen Driver. Putz, pode crer. Nós gravamos junto. Um programa de sobre carro. Foi muito legal aquilo, cara. Foi muito legal, cara. Então, pô, um prazer estar aqui. Valeu, rapaziada. Tamo junto. E obrigado pelo convite, Vila Linha. Que isso. Obrigado mesmo. Sempre que quiser, é sua vida.

Carioca, tua câmera aqui Boa, Carioca Toma aí, não é, Emerson Então é, Emerson Matheus, Matheus Vocês não sabem, o Roberto Roberto Vilela Roberto Vilela é a primeira vez, eu gosto Vocês não sabem o que me chamam de Matheus

Só Matheus? Lá em casa eu estou fazendo obra, já uns quatro. Matheus? Acho que é Sucic, Ceará, Matheus, Ceará. É, exatamente. Porque antes era carioca, agora é Matheus. E o próprio Matheus Ceará, quando me deu a entrevista, ele falou, Ceará, você não sabe o que aconteceu comigo. Eu fui fazer um evento lá em Porto Alegre.

Aí, ensaiamos ali, a moça falou, olha, nós fizemos uma surpresa com a nossa equipe, pra você estar lá no seu quarto, espero que você goste. Aí ele chegou no quarto, ele falou, Ceará, tava lá, foto da Mirella, Valentina e você. Ah, não. Um flor, um presente, juro, no quarto. O cara é tão fodido, ele foi no shopping, ele me contou. Passou uma loja de esquiz, cara, Ceará.

Será? Manda beijo pra Valentina. Com carioca. Sério, né? Sério. Mas é verdade, direto isso. Com carioca. E a gente falando assim, agora, vai fazer mais. É pior. E pilha, apelido, se você... Eu pego passeio, né, irmão? Ah, é? Agora é passeio. Onde eu vou, irmão? Olha o passeio, tá bom, tá bom? Tá bom, é o passeio que... Obrigado, passeio, passeio, pau na sua cara.

O Vitor Sarro mandou. O Vitor Sarro, né? O Caíbia. Aquela musiquinha, né? Puta merda, bicho. Virou meme. Onde eu vou é o passeio, cara. Mas vou te falar uma coisa. Ele é muito agradecido a vocês. Ele já falou de vocês, né? Ele já falou. Ele é um Vitor maravilhoso. Os caras pegaram minha carreira e jogaram lá em cima, cara. Ele é bom de piada. Ele é rápido, né? Ele é rápido. Não, ele é o cara civil, né, cara? Ele era pra ter trabalhado no pânico. Sério? Você acha que... Ele chegou a fazer teste ou não?

Eu acho que ele não participou do Pânico, mas ele é um cara que daria certo do Pânico. Vocês acham? Não, ele fez muito... Muito bom, por favor. Ele fez muito... Ah, é? Era o sonho dele, ele fez muito teste e não conseguia entrar no Pânico. Porra. Perderam o artista, né? O cara é bom. Ah, mas também ele tava... Talvez ainda tava mais cru, né? Falaram com o Sterbeth que cortava. Quem? O Coiso. O Coiso.

Ele não vem apontar pra mim. Ele aponta pra mim. Quem decidia? Quem entrava e saía do pânico? Quem? Marcos Queza. Eu não. É mesmo? Porque é o seguinte, te ouviam muito ou não? Zero. Tinha uma aprovação. Eu falar, era um pedaço de bosta, era a mesma coisa. Não, posso falar, porque o jeito de tá casado. Esse cara aqui, as paniquetes eram lucros. Verdade.

Vou abrir a boca, teu fofinho. Vamos lá, Carlos. Foi ele, eu tô quieto. Então será, vou abrir a boca. Eu já falei isso na entrevista, quando eu era solteiro, depois da minha fase que eu separei lá da outra companheira.

Eu me envolvi depois, mas eu nunca falei o nome de ninguém. Eu posso falar se você quiser. Você quiser tomar um também. A última vez que a gente viu aqui, a gente ficou de cueca, não foi? A gente viu. A gente tirou, só nós. Eu vi a cueca. Ele secou uma garrafa sozinho e ele estava mais sóbrio que a gente. Eu tomei, né? No gargalo. Eu estava tomando menos. Menos. Aí tinha acabado um pouco a minha vibe. Hoje eu vou me permitir beber. Tomou uma garrafa, né? Não. De quê? Juntos foram duas ou três, cara. De uísque.

de uísque. Bola, adoro. Menas, esteja, potreja. Menas. Menas. A gente cantou o hino nacional de cueca. É maravilhoso. É verdade. E ajudou a vender cueca? Ajudou. A cueca daqui. Passou depois a nossa conta lá pra gente... Lembra do... Vamos ET.

Mas sabe o que acontece? Cada lugar, cada entrevista é diferente. Eu já vim aqui sozinho. Vim com a minha senhora. Legal o papo. Vim com o Carlinhos. Foi muito legal. Sete horas, cara. E tô vindo com esses irmãos que eu gosto. Hoje não pode passar de cinco. Não, pode passar das nove e meia. Eu tenho um jantar.

Fala onde você vai jantar pra galera te encontrar. Eu tenho um jantar da BMW Motorrad. É? O que não é fraco, não. Eu sou embaixador da BMW Motorrad. Brincadeiro, vamos pro dinheiro novo. Você é demais, hein? Mas qual marca que você curte mais? É a BMW mesmo? Ah, pra caralho, mano. Eu tinha muita BMW. Eu e o Carlinhos. Carlinhos, você tem muita BMW. Você também curte BMW? Eu nunca tive uma BMW. Eu curto, gosto muito. Não, eu tive uma BMW só. Eu nunca tive BMW. Uma X6 Competition, cara. Animal. Que caramba, pô. Sensacional. Que ano que era? Que ano que era?

Era 2023? Já foi logo pro top. Não, não, não era do painel novo. Mas mesmo assim. Já foi logo pro topo. Mas também bebe aquele carro, hein? Ah, o V8, você quer o quê? Mas na estrada... Meu filho chamava de bate-móvel, porque era do preto. Aliás, eu tenho que trocar o meu carro, porque o meu carro é 2013, eu não troco carro.

Eu viajo pra caramba, eu gosto de fazer obra em casa. Exatamente. Eu gosto de carro, mas tem a galera que tem 10 carros na garagem. Não, não. Eu gosto de relógio no Zuma, porque depois fizeram a rapa lá em casa, eu parei de usar relógio. E tá aqui, ó. Ah, é. Isso aí. E é verdade, eu tô vendo esse... Ele comprou baratinho, né? Esse Ademar Peguei aqui, ó. Eu conheço, conheço. Conheço. Esse é o que o Ceará emprestou. Você não me...

É do amigo meu. Ele não tá aqui. Mas assim... Tô igual o Lula, é do amigo meu. Olha, é do amigo meu, companheiro. Vamos fazer a entrevista inteira imitando? Vamos. Vamos. Mas você, confundem com alguém ou não? Não. Ah, com o Rica Perron. Rica Perron. O cara é igual. Ô, Rica Perron. Verdade. Não, os caras falam meio brincando. É verdade, verdade. Mas parece muito, né? Não, acho que confunde mais o Rica com ele do que... Eu vi o Rica uma vez. Ele mandou um vídeo uma vez, ele no shopping, a galera pedindo. É verdade, é verdade. Ele filmou e ele marcou, daí ele deu risada.

É verdade, é verdade. Uma vez eu estava correndo no parque, né? Estava no parque, dando uma corrida.

Eu vi que o cara queria me parar e eu estava de fone e eu dei o Miguel, continuei correndo. Na segunda volta que eu dei, ele me parou. Um cara com um livro na mão. Pô, eu sou muito seu fã, queria te apresentar meu livro. Eu dei maior atenção. Aí no final eu vi que não tinha nada a ver as coisas que ele falava. Depois que eu associei, ele estava achando que ele estava falando com o Rick Perroni. De bola. Daquilo lá que você fez, não sei o que. Eu só concordando. No final que eu vi perceber... Mas você conhece o Rick Perroni pessoalmente? Não, só de... Você acha que você parece com ele que ele parece com você? Lembra, lembra. E ele está morando lá em Orlando agora. Tá.

Eu acho que eu vi num voo, mas a gente não falou, ele tava lá na frente. É gente boa. É gente boa. O vídeo parece você, lembra, né? É inteligente. É um cara culto. O vez que vocês ainda têm contato, quando vêm pra cá, ou vocês vão pra lá? Só que o vez que eu vi foi quando ele veio no Tica. Eu acho que ele veio aqui também na mesma época, né? Foi isso mesmo. Cara, eu não vejo o Rodrigo há muito tempo. Ele tá em Miami, né? Ele tá ali em Boca Ratona. Mas o Carioca acho que foi lá na casa dele. Foi? O Carioca sempre foi por Orlando, mas na casa dele.

Mas eu falo com ele, assim, pô, legal. O cara mudar, eu acho que é legal. Mas o Rodrigo sempre... Desde que acabou o pânico. Mas ele já tinha essa ideia de morar lá. Eu lembro que ele falava muito pra mim, né? Eu quero morar fora. Então antes, bem antes... Mas isso na época do pânico ele já falava? Já, o Rodrigo sempre quis morar lá. O pânico ele quis alugar.

Eu fui gravar em Cancun. O Vesgo é loucácio. Engraçado. Eu fui gravar em Cancun com ele, o Madigá. O Spring Break. Vocês gravaram várias vezes, não? É, aí a primeira vez ele queria alugar. Ele falou, ele viu o bicho. Vou morar em Cancun, vou alugar jet ski. Já estava na cabeça dele. Eu Vesgo. Aí você ia para outro lugar para ele. Puta que eu vou fazer. Eu vou alugar trailer.

Onde ele já tinha uma ideia, mas é legal. Eu também sou meu assim, mas assim... Aí acabou o pânico e ele vazou. Eu sou muito de olhar lá na frente e falar assim, isso aqui tem potencial. Porque tem muita gente... De negócio? De negócio. Porque às vezes a pessoa vê uma coisa velha, vê uma coisa velha, isso aqui não tem potencial. Não, isso aqui é velho. Eu não sei se o seu bola é que nem eu. Eu tenho medo de perder tudo. Eu sou igual a você. É porque assim, você vai comprar um imóvel. Ah, essa casa é velha, esse negócio é velho.

Mas se você ver o potencial... Tem mais bala aí, gente. Tá mais um pouquinho. Não, tem um pouquinho. Não, aqui não é pra mim, não. Eu não como. Você é diabético. O Zé Fominha tá, meu. Ele tá dizendo. Diz aí também. Não, tira esse negócio. Não, cara, eu tô tentando evitar. Eu tô percebendo. Fui provar um terno hoje lá no Ricardo Almeida, né? Que eu sou padrinho da filha do Pedro Leonardo. Tá, terno de terno de boa.

Aí eu fui lá, tava provar. Não, não é esse preço, não. 30 mil. 30 mil. Comprou. 30 pau. Não é esse preço, não. É mais. Você comprou falso. Aqui tem os Loura Pian. Tem os Loura Pian, né? Mas também é top. Aí, cara, eu preciso emagrecer 2 quilos para ficar bem. O externo dele é animal, cara. Tudo slim, tudo. Ele tá vestindo a seleção brasileira. Você viu o externo da seleção? Não, não, não. Sempre é ele que faz isso. Vê se acha as fotos, por favor. Obrigado, Rica. Cadê o Rica? Obrigado, Rica.

Ternozinho top. Aí eu fui lá, cara, pra você emagrecer uns 2kg. Até quarta que vem ainda tem. Aí fica esses negócios na minha frente. Agora você vai comer. Você tá pegando pouca balinha. Como é o nome disso aqui? Jujuba. E eu aumentei agora uns 4, 5kg. Tava indo bem pra caramba, mas quando eu tô fazendo obra em casa, eu fico muito focado numa coisa. Aí você come. Não, eu não como muito, mas assim, eu como errado, né, bicho? Mas você treina.

Treino. Treino direitinho. Treino direitinho. E sou muito focado. Pela primeira vez na vida eu estou conseguindo treinar. Essa é a academia na entrada. Mas era uma vagabundo, né? Agora minha mulher treina três vezes a semana. Agora eu não. Eu estou focado numa coisa. Vou curtir a vida. Então a galera me vê sempre mais gordinho, mais magro, barrigudo, mais calanguinho. E cabeludo agora, né? Agora eu fiz um transplante cabelar aqui. Que não precisa raspar.

Isso eu nunca sabia. É uma técnica chamada no shave, junto com a técnica long hair. O que é isso? Você não raspa a cabeça, e aí transplante fios compridos. Olha aqui, ó. Tira do tobe e põe na cabeça. Exatamente. Dá pra fazer? Dá pra ele fazer? Faz uns cinco anos pra pôr fio a fio. Eu acho melhor você ficar assim, porque a gente já tá acostumado com você há muito tempo assim. Se você fizer... Não, mas na Turquia diz que o pessoal tira do peito, da barba, do turico. Eu tirei do peito.

Tirei. Você é mesmo? Mostra aí. Tirou mesmo? Tirou? Não, não. Tirei. Mas já nasceu de novo. Tirou o Tony. Tirou o Tony. O Tony Ramos também. O carpete. O carpete. Mas tem gente que tem nas costas. Tem, cara. Aquele negócio peludando. Aquela bunda de ouro no tanque, essa peluda. O cara usa o papel gênico que faz o quê? Faz o cacho de uva, né? Faz a esfirrinha ali. Que nojo. Mas é a verdade. Então tem gente... O que eu não entendo é o seguinte. Você sabe o que é isso? Mas por que não cresce igual? Porque a pessoa que é careca tem muita testosterona.

Me falaram isso e eu ouvi sobre isso. É? Sei lá. É assim. Todo cara peludo, na maioria das vezes, é careca. Eu sou peludo e não sou careca. Você não é muito peludo. Eu sou peludo. Bola é, pô, pra caramba. Olha aí. Olha o carpeiro. Tem uma ohana aqui na... Olha os exames. O bolo é peludo pra caramba. Ah, tá. Doutor, doutor. Doutor, o seguinte, eu falei aqui do transplante agora. Você tá me ligando, ó. Você tá assistindo o programa? Olha ele aí. Olha aí, ó. Isso aqui foi natural, ó.

O Vilela tá falando aqui do transplante, que ele ficou impressionado. Que ele fez também? Fiz também aqui, tá cabeludando também. Aí, ó. Olha aí, o doutor Renan. Agora, vê se dá. Vê se dá no calinho. Tem milagre aqui. Eu tenho que... Cara, eu já recebi várias propostas. Eu não tenho coragem. O meu não dá, né, doutor? Olha, a cabeça é de pilota. Cabeça é de pilota. Ah, deixando de morar. Ah, deixando de morar. Tem, tem. Anos peludo. Com o peludo. Só no ovo.

Não, mas não funciona, eu tenho medo dessas coisas. Eu não gosto de cirurgia. Quer uma juba, doutor? Quer uma juba? Quer uma juba? Quer uma juba? Não, mas é verdade. Dilar, você fez faz tempo?

Faz um ano. Um ano. Demorou pra crescer? Demorou. Raspou a cabeça? Raspar a cabeça não pode. Não pode. Melhor coisa, velho. Tava postergando essa porra agora, cabeludo, sem raspar. Essa linha aí dá pra ficar mais natural, hein? A minha? É. Ó. Não fala o nome do doutor que vai ter a briga. O cara vai ligar pra ele, vai ligar. Abraço pra você, meu amigo. Avisa que a gente tá aqui no Inteligência Limitada. Bom programa aí.

E assiste também lá o Ticaraca Ticast com o Bolo e o Carioca. Obrigado, doutor. Um abraço. Eu não preciso, mas quando eu precisar, eu vou aí. Legal. Os caras estão falando que é cabelo de saco aí, o Ceará. O cheiro tá igual. Os caras estão falando que é cabelo de saco. O cheiro... É, não sabemos do saco dos outros, né? O cara vai catando pelo em ovo.

Caraca, velho. Fio de ovos. Puta que nojo. Não tem uma sobremesa que é fio de ovos, pode falar? Tem, tem. É boa, é bem boa. Você gosta de boleto? Você não pode mais. Não pode. Não como. Não como doce. Por que não? Porque não pode. Porque é diabetes. Ah, é verdade. Ah, não. É por causa do doce, né? É, eu não como doce. Eu como muito de vez em quando. Eu como... Antes eu comia, quando eu ia para o Sardins. Agora eu como aqui que tem. Eu como um Krispy Kreme, que eu adoro aquilo. A bola gosta disso. Um.

E eu não aguento, eu como... É doce mesmo, doce? Doce normal. Aí você dá uma saídinha. Aí eu dou, né? Mas é uma vez cada seis meses, sete meses. Que triste. E eu como de vez em quando também cada seis meses um... No Carlos Baker, um lobster tail. Tem que dar um Google aí. Mas é que uma vez um mês? Não, em cada seis meses, sete meses. Ô Bola, mas você anda com aquela... Você tem injeçãozinha de insulina? Eu como de manhã à noite.

Tá em casa. Você nunca esquece boleta? Não, nunca esqueço. Agora, se esquecer o que acontece, por exemplo, você esquece de levar numa viagem. Pô, tem uma vez eu esqueci, aí eu falei, vou até o posto de saúde tomar insulina. Certo. Falei com o meu médico, ele falou, passa, aí eu medi, eu tava normal, aí não tomei. Você é aquele que aplica de injeção ou não? É. É.

Eu não conheço todo dia. Desde a época do rádio, lá, quando eu estava no rádio, eu já fazia isso. Ah, já fazia? Já fazia, eu lembro que você me dizia. É mesmo, desde aquela época? É. Que você verificava. Injeção também? Não, eu comecei a tomar insuína mais recente. Ah, tá. O Bola, então agravou no caso. Você sabe que eu fiquei... É, pode ser. Eu estava pré-diabético, né? Eu estava também. Porque o meu pai, ele gostava muito de doce. Lá no Ceará, ele gostava daquela coisa chamada rapadura. Aquela coisa que a gente... Açúcar puro, né? É, mas eu nunca gostei.

Aí depois de um tempo eu pensei, acho que eu peguei um certo... Uma certa algeriza disso. Porque o bode... Ele tá vindo aí. Amigo nosso. Eu peguei um certo... Porque eu achava muito doce, mas sei lá, no Nordeste é uma barra de... Energia. Mas o meu pai comprava, parecia que ele ia construir uma parede, uma casa.

aquelas de tijolo, assim, sabe? Sei, tô ligado. Dá pra fazer um muro da moral da China. Não, aquilo lá, você constrói um iglu. Exatamente. Iglu no norte. E ele antes morrer, já diabético, ele mandava aquilo. Mesmo sabendo que eu podia. Diabético? É. Mandava, mandava. Não. Os ideias são assim. Meu pai pediu pra morrer. Meu pai é diabético e... Mas ele morreu de diabetes? Não, não. É mesmo, tá vendo? E não morreu de diabetes. Não. Mas morreu de tudo.

Mas em consequência, não cicatrizava. Aí teve aquelas escárias. Escaras, né? Escaras. Os caras estavam aí em cima. Aquelas máquinas. Não, chama escárias ou escárias. Aquelas escárias nas costas feias na cama. Não cicatriza. O Dilopes está aí? Parece o Dilopes? Parece mesmo. Tudo bom, Boulos? Parece também o Gil. É o Gil do BBB. É!

Como é que ele fala o Gil, hein? Bonitinho. Passou! Então, cara, eu descobri isso há uns quatro anos, viu, amigo? Fui no médico e descobri. E um remédio bem simples que vende na farmácia popular me ajudou. O quê? O remédio chama... Não é publicidade, não, mas é um remédio simples que tem na farmácia popular. E eu fui num médico bacana e falou, poxa, o brasileiro vai gastar uma puta grana, tem tanta coisa legal aqui no Brasil, que é barato e curou, bicho. Não sou mais pré-diabético.

Então, eu... Mas você começou a tomar um remédio com todo doce, farinha branca, essas coisas ou não? Isso, eu continuei comendo normal. Mas você come doce normal? Só doce, era. Não, como sim, normal. Estou comendo aqui sem parar. E é um remédio, não é publicidade. Depois, eles souberam que eu estava pré-diabético. Eu fui dar uma entrevista para o Drauzio e para ela.

Porque eu sei que o Monjaro e o Ozempiki também regulam. Só que são remédios. Porque eles foram feitos para isso. São mais caros. Mas abaixa a população também que não pode. Não, não tem como. Então, por assim, é um remédio. É um remédio. É um remédio. É um remédio. É um barato. Você murcha? Você murcha? Eu compro para minha mãe, né? Você murcha, eu não treino. Ela é gordinha, verdade. Eu vou falar que... Aí ela foi pedir para outra pessoa aplicar nela. A pessoa não sabia perder uma seringa de um pau. É...

Hora 7 Brasília pra você. Você vai agora comigo, Carlinhos Bola, aqui no Inteligência. São exatamente... Cadê, cacete? Olha o cheiro de feijuca do Bolinho. Cheiro de 7h40. 19h41. Vou te falar que eu acabei de voltar na China, a galera rota assim de boa. É sinal de saúde. Você sabe que no Japão tem alguns lugares também. Fiquei sabendo. Eu comi muito lá no Japão. E você sabe que...

É um sinal de... Não, quando eu fui pra lá. É um sinal de satisfação. É um sinal de satisfação quando você dá aquele arroto no final. É igual tomar Mitsushiro lá. Dizem, eu não li sobre isso. Dizem também que alguns árabes, em alguns países árabes, tem isso, né? Tem, tem. Você manda um narguile lá, né? Manda um narguile. É, e depois dá aquele negócio, um cafezinho. Aí dizem que tem isso. É meio cultural. É meio cultural. E eles também de limpar a garganta assim toda hora.

no restaurante, cara é mesmo, mas aí mas é tipo, ninguém se importa qual povo? chinês eu não sabia mesmo, cara e você comeu o cachorro? foi fazer o que? desculpa, Luiz Amel desculpa, Luiz Amel, brincadeira piada dos anos 90 piada quinta série B eu não comi cachorro, mas também não vi na rua sério, cara não vi nenhum cachorro na rua

Vai no açougue Caralho Caralho Eu só vi um moleque Carlinhos Que chato Não pode fazer uma piada Com nada né cara Não pode brincar Já não estamos fazendo Quando faz ainda soa pesado Pois é né Tudo bem Exatamente né Vocês acham que volta isso Que tipo é sícrono Volta Pode depois pode tudo Vou te falar porquê Olha a minha visão aqui Se eu estiver errado Pode me corrigir meus amigos O pânico ficou conhecido Quando o cacete planeta Estava deixando de fazer Estava pegando leve Normal Normal

E aí o pânico apareceu Nessa fase Chutando pau Hora da morte Ia lá na loja, pulava na loja Podia ter morrido gente nisso daí Podia Quem torceu o tornozelo fazendo Hora da Morte Com você, Vinícius, Vez Eu lembro de vocês rolando No gramado Eu fiz uma vez com você Quebrei o dedo da mão

Carrinho do quê? De rolê, mano, numa puta ladeira. Aí deu na guia, caiu, rolando, quebrei o dedinho da mão. Tem um, cara. Claro que tinha ambulância do lado. Opa, lógico, lógico. A câmera que filmava o Emílio comprou, porra.

Na gravação da vinheta pra lançar o programa. A gente foi gravar no centro de São Paulo. Você lembra, Carlinhos? Lembro. A gente com cartolina escrito. Tipo homem placa. Não tem mais homem placa. Não foi no centro, foi? Foi no centro. O tipo compro ouro lá, aquelas coisas. A gente gravou na cobertura do prédio da Pan, lembra? Não, mas ali foi o... Não, ali foi o... Volta Clô, a campanha lá. Ah, é verdade, é verdade. Eu fiz a Chino Natânio e Roberto Carlos. É, fiz isso mesmo.

O Silvio, você cantou. Os caras não sabem, no começo do pânico não tinha dinheiro pra nada, né? Não tinha. O Ricardo veio aqui, vocês apelidavam ele de bichiguinha, né? Bichiguinha. Ele falou, sai daqui, né? Ele tava lá no suíte e ele... Eu conheci o Ricardo antes dele ir pra televisão. O Ricardo é muito gente boa. Não, ele é da moto, né? O cara é louco, cara. Ele pega e vai viajar sozinho. A cama.

Exato, cara. Eu conheci o Vilela e o Ricardo. Vilela, você. Estou apontando para você mesmo. Tudo bom, Roberto? Então. Mas não está falando do Vilela. Estou falando, vou chegar lá. Quando eu treinava na Biorritmo lá. É, na Paulista, no Conjur Nacional. E aí eu vi esse cara andando com o Celso Cavallini. Ele ia falar sobre o Cavallini. E o Ricardo de Barros. É verdade, a gente ia andar lá. E eu lembro que o Marcos Mion, ainda magrelinho, magrelinho treinava lá também. Tinha um amigo nosso chamado Caju.

Tu nunca mais ouviu? E o castanho, né? Ele botava, sabe o que é bola? Ele botava long neck de cerveja enrolada no... De bacalhau. E tomava ali como se fosse um hiper... Ah, para! Na academia? Treinando? Treinando. Tomava o quê? Uma cervejinha sem álcool. Bom pra cacete. Como se fosse um negócio ali pra ajudar o carbo, né? Sensacional. Com pré-treino, já no treino. Você tá louco, mano? E eu lembro de você quando você fazia a Havaianas de palco. Exato.

Havaianas de Pai é maravilhoso Cara, eu achava muito inteligente Não fui eu, pai, não fui eu Você lembra, Carminho? Lembro, óbvio que eu lembro Foi namorada minha que ela pisava no meu membro Aí eu fazia o pau de Havaiana

Perdão, brincadeira, piada ruim Por isso que eu parei Você tem que fazer um show Você tem que fazer um show Você tem que fazer humor E levar humor E a palavra de Deus, eu falo isso Porque Deus usa a gente pra levar humor Falando da palavra de Deus, você tá brincando As lives que você faz lá Eu tenho acompanhado do Carlinhos Do TikTok, tem muita audiência Porque o Carlinhos é um cara, a gente vê ele brincando assim Mas fala assim, Ará, eu vou ficar em jejum um ano E aí

Sem beber álcool. Ele ficou um ano. Você anotou um ano sem álcool. Um ano sem álcool e cinco sem sexo ainda. Cinco anos sem sexo. Mas é por um objetivo? Você faz por um objetivo? Sim, sim. Impressionante. Para alcançar um objetivo? Alcançar objetivos espirituais. Qual seria o objetivo dessa vez? Pode falar? Não, não, não.

Não é objetivo, vou fazer para ter isso. Entendi. A minha troca com Deus é, eu só quero entendimento para as coisas que eu tenho passado e que eu vou passar. Elevação espiritual. Vai me saber doir a força, a coragem para suportar até o fim. Sem me humilhar para ninguém, sem me prostituir para esse mundo e para as pessoas.

A ideia é enfraquecer a carne para fortalecer o espírito. Exato. Uma vez que eu vim aqui, eu te falei da minha experiência de arrebatamento. É aquilo, irmão. Aquela sensação que é o que Davi fala na Bíblia. Mas vale o que na tua presença... Não, não, eu vou parar.

Mas vale um dia na presença, mas vale um dia sentindo isso. Olha o poder que é isso, Bola. Mas vale um dia na tua presença do que mil anos longe de ti. Então, esse é o exemplo mais simples que da vida na Bíblia. É só pra você ter uma base do que é sentir essa força, esse poder. Então, depois que eu senti a primeira vez, e foi me mostrado a forma natural de se chegar a esse patamar espiritual, expansão de consciência, sabe? Sim. Expansão da sua glândula pineal.

Aí sim, agora eu tenho feito isso, não em troca de nada. Mas de entendimento, sabedoria. E você se enche de força mesmo. O Bolo e o Carioca foram no Freijius também. Legal, legal, legal. Ele é muito do bem, cara. Ele fez meu casamento. Juro por Deus. Foi a coisa mais legal que teve. O meu próximo casamento, vou ver se o Freire também. O próximo casamento já está pensando em casar de novo?

Ah, eu quero, cara. Quero ter filho, né? Quero casar. Você tem filho. Não precisa casar pra ter filho. Você casou pra outra, não? Casei, casei certinho. 14 anos de conjunto. E quem que terminou? Você ou ela? Desculpa, eu não quero entrar na internet. Ô, Fabilo Raipert. Não, não, sabe por quê? Não, não, cara, eu vou te falar. Se o seu padre não te fala, eu não tenho religião. Não, não, mas eu não sou católico, não. Não, não, eu sei, mas isso é bíblico. Eu sou cristão, eu sou cristão. Isso é bíblia, é fora de religião. Fora de religião. Se você que terminou...

por traição ou qualquer outra coisa ou vice-versa, se você terminou, ela está livre para casar de novo. Se você casar de novo, você está em adultério. Você sabia disso? Já te falaram isso? Ele tem que anular o casamento. Exatamente. Mas eu casei duas vezes. Casamento é uma vez, irmão. É uma vez. Mas o Frejito, sabe para quem o Frejito falou isso? Para o Carioca. Eu falei que ele falou? O Carioca falou... Você está saindo, está pegando a mulher? Você está em adultério. Porque ele teria que...

Anular o casamento dele na igreja Pra poder casar de novo E ele tem o direito De casar de novo Ela no caso estaria em adultério Já sai daqui, deixa na agenda Vai anular Eu já casei duas vezes Mas isso não tem nada a ver com salvação Seis, seis Pra você manter Salvação é você aceitar Mas isso que o Carlinhos está falando Posso falar uma coisa? Eu sou um cara Eu sou um cara

Eu chorava muito quando era moleque. Eu tenho uma dificuldade de chorar mesmo. De chorar. Vou te explicar. Chorar. Atuando ou chorar na vida real? Chorar na vida real, chorar atuando. Vendo um filme. Sério? Eu não choro. Eu vou te falar uma coisa aqui. Mas por quê? Posso explicar isso pra você e pra galera aqui? Eu também choro. Aí eu vou te mostrar o que aconteceu na minha vida há três semanas.

Olha só, gente, quando eu era criança, eu era o cara mais chorão, porque eu tinha tanta insegurança, tanto medo, tanto respeito pelos meus pais, que eu não conseguia encarar. Então eu chorava. Chorava na escola, era chorão. Mas de medo? Eu lembro quando eu cheguei aos 4 anos de idade, que minha mãe foi me deixar na escola, 4 anos, eu estou com 53, há 49 anos. Eu lembro que quando eu sentei do lado da menina, eu olhei pra menina e comecei a chorar. A menina olhou pra mim e começou a chorar. Chorar! Chorão!

Mas à toa? Cara, era um negócio da criança. E aí, falando sério, falando sério, amigo. Eu vou chegar onde você falou de Deus aí. E aí, passou o tempo, eu decidi não chorar mais. Aí, quando eu casei, eu não chorei, nem quando eu paguei o casamento. Eu não chorei quando a minha filha nasceu. Eu não chorei em 2020, quando a minha mãe morreu. Eu não chorei quando meu pai morreu em 2021. E eu querendo chorar, só que não via.

Um dia você vai amar na vida. Tipo, posso? Eu tava mais ou menos, cara, sei lá, com uns 15, 20 anos que eu não chorava. Quem me faz chorar, acredite você ou não, se você é cristão, é católico. Carlinhos. Eu chorei recentemente. Amém. Quem te fez chorar? Juro pra você.

Eu creio, pô. Sabe quando você tá na minha oração? Você vai ser tocado. Você vai ser tocado. Você vai chorar também. Eu acredito. Eu conversando com a minha esposa. Eu não juro qualquer coisa, bicho. Não, mas eu chorei. Eu chorei. Mas eu chorei. Conversando com a minha mulher. Coisa de bater papo, assim. Ah, é? No momento espiritual. Eu chorei. De... Mas é bom, será?

Cachoeira. Cara, faz bem, né? Quando é aquele que você bota pra fora. Eu chorava, não tô mentindo pra você, há uns 20 anos. Você sabe por que? Eu, assim, vocês sabem da minha história de vida. Mas foi o Espírito Santo. Resumidamente. Foi o Espírito Santo que me fez chorar. Eu chorei até... Creio. Eu chorava, será? Até meus...

Até meus sete anos. Por quê? Porque eu aprendi que eu não podia chorar. Lembra do engole o choro? Eu também, eu também. Era cinta. Homem não chora. Homem não chora, engole o choro. Aí no orfanato, cara, era vara de marmelo nas costas. Homem não chora. E dentro, engole o choro. Então eu nunca mais chorei na minha vida. Minha mãe me arrebentava. Nunca mais chorei. E quando eu tive essa experiência espiritual, cara, aí...

Mas eu não chorei, sabe por quê? Eu não chorei no dia que eu decidi ser o que eu sou de profissão Porque eu era aluno de tornearia Eu falei pro meu pai que iria ser o que eu sou Um cara de televisão, apresentador, enfim Falei pra ele, ele falou Você não vai ser nada, você vai ser um vagabundo Vagabundo eu não sou mais Não errou muito não Bicho

E aí eu peitei meu pai. Desde essa época eu vi que eu tinha uma responsabilidade, talvez até uma missão, de ser o mais velho, o arrimo de família. Ele separou da minha mãe. Quando eu vim para a Jovem Pan, eu negociei meu contrato, o lugar para morar, o que eu queria fazer todo mês, visitar a família, porque eu tinha uma responsabilidade com a minha mãe como filho mais velho. Lógico. Entendeu? E ali eu criei umas costas largas, porque assim, Deus te dá o fato para você carregar.

Porque ele sabe que você aguenta. Se um dia você não aguentar mais, ele vai estar carregando por você. Eu creio nisso. E aí, meu irmão, eu não fiquei um cara frio. Porque eu acredito que meu coração é bom, o do Bola é bom, o do Carlinhos é bom, o seu é bom. A gente vê. Eu também acho. Semelhante atrás semelhante. Será? Eu acho. Será? Será? É maravilhoso. Então, eu acredito que... Amanhã vai no Tica. Por que a gente? Por que você está aqui? O João Páudio? Por que ele está aqui? Por que a gente é bem sucedido na nossa profissão, na nossa vida? Porque a gente foi escolhido. E aí? Sim.

Eu acho isso. Carnizos do Orfanato. Eu lá do Ceará, da periferia, pegava dois ônibus pendurados na porta pra chegar na rádio, andava a melhorar. Muitos serão chamados, assim tá escrito. Poucos serão os escolhidos. Os escolhidos são aqueles que entenderem e que vão. Esses são os escolhidos. Chamados todos foram. Muitos serão chamados, poucos serão escolhidos. E não fique preocupado se vão te chamar de louco. Quando você tá fazendo alguma coisa... Mas uma coisa que a galera não entende, por exemplo...

Vocês são bem sucedidos A galera acha que todo mundo aqui é bem sucedido De alguma forma Você também é Quantas pessoas atingem E a galera acha que Se atingir alguma coisa, depois não tem mais dificuldade na vida A vida continua te batendo As pessoas só olham o que você tem E a maior pobreza é espiritual

Entendeu? Quando o cara é pobre de espírito, não tem mega cena no mundo que enriqueça a pessoa. O que eu tô falando é que a vida não facilita pra ninguém. A vida continua te batendo. Ainda bem, né? É. Ou você cria uma casca. Sabe o que eu falo pra minha filha? Eu ensino muito minha filha, eu converso muito com ela. Desde bebê. Ela tá com 11, vai fazer 12. É linda, linda, princesa. Fala pra caramba ainda, ela é muito inteligente. Ela é tímida, tem um pouco da minha timidez, mas ela é leoninda, igual meu pai, igual o Emílio. Leão é a gosto, né? É, é a gosto. E aí eu falo, minha filha, você sabe o que é um um vencedor.

Um vencedor é um perdedor que nunca desiste. A gente, se a gente tivesse desistido, bola... Não é quanto você... É quanto você consegue apanhar e continuar. Coloco isso na cabeça dela todo dia, irmão. Quando nós vamos pra TV com o Pânico, vai durar seis meses. Durou quanto tempo? 15 anos. 15 anos. É, amigo. Vocês toda semana falam assim...

A rede TV que estava com 5 anos pegava com um ponto lá da TV Animal da Luiz Amel. A gente pagava pra trabalhar. Pegava com 0, pegava com 0. Pegava com 0 da Luiz Amel. TV Animal. Era um programa de Animal. TV Animal, ela fazia um programa de Animal. Eu não lembro o nome. Era traço ou era um...

Dava traço. O Carioca dava zero. Um abraço, Marvel. O Carioca pegava muita pedida comigo e com o Carlinhos na rádio. Sério? Fala o caso das pedidas que você dava. É sua culpa. O pessoal sabe que ele temoróide por causa do Carlinhos. Até hoje. Ele pegou uma pomada embaixo da cama.

É você que sacaneou. Vocês fazem esse assunto, depois ele fica puto comigo. Não fica só com essa história. Essa história aí já deu, pai. Todo mundo agora na rua fica me chamando de morroia. Não te cripula na cadeira. Mas ele não tem mais, sabe por quê? Como ele também fez transplante, assim como eu, Vilela. Transplante de quê? De boia? É, mas que tem a ver. Porque a Duda Asterina, fui ler a bula dela, que é um remédio que você toma pro cabelo, não cai também, junto com o inoxidil.

Pode ler a bula aí, se eu soube. Também serve pra você não ter hemorroida. Meu cara já tem. Mas não tem mais. Não tem mais. Ah, deve retraria a mexerica. A mexerica. É o bom da mexerica. O bom não vai pra dentro. É verdade. Porque diz quem tem, coloca pra dentro. É retrátil. Igual aquele sofá que você puxa. Ela sai assim. Eu nunca vi. A inflamação do vaso. É. Inflama uma veia. E quando vai dar o cagão, dá uma dor. Foi o que ele falou. No dia eu falei que eu comecei a zoar aquele pacote. Mas ele não tem. Não tem. Você que inventou. É fissura now.

Que é o nome certo. Ah, o nome certo? É a figura. O gomo da mexerica sai. Sabe aquela polcã? Aquela mexerica grande. Estou ligado. Coloca a porta da polcã aí. Pode ver que às vezes, se você descascar, tem um gomo sempre que vai mais pra fora. É, mas é ele que viu. Não, sim. Você que viu. Você viu, eu morro. Onde falava no ar, ó. Ó.

E ele pegava a pilha? O Carioca parece que... O Rafael Willian lá. Mas no começo pegava. Pegava pra cá. Hoje não, porque ele tá mais vivido. Sabe o que é brincadeira? Durante o programa tinha gente pegava a pilha. Mas quem mais pegava a pilha? Eu acho que o Carioca pegava mais. É como a Sabina falou que fazia fio terra nesse aqui. Falou? Ah, falou. A gente manda o Jô Milet.

Não, mas era uma mexerica descascada, né? Não, é só o gomo. Não, não, não. Pega uma descascada. Essa tá muito bonita. Só o gomo. Do Carioca não é assim, não, cara. Eu falei aqui pra tentar fazer uma solução. Escreve o nome. Fissura tal. Não, não, não. Não é pra colocar o mexerica. Tangerina descascada.

O olho da... Não vai lá do Carlinhos, cara. Não é, pelo amor de Deus. Ele pede e você não coloca, não. Quer ver? Olha o botico da Tangerina. Botico da Tangerina. Era descascada, lembro. Lembro. O meu pânico era punk, mas era um. Era um velho. Eu falo, fizeram comigo, caramba.

No pânico você não podia contar nada. Você não pode contar. Nada, eu contava em off. Eu terminava relacionamento. Eu tô triste. Ia pra minha casa. Começava o pânico. Ficava mal. Aí o gordo tá triste. O gordo tá triste. Essa é pra você, gordo. O gordo tá triste. Tá tão triste. E ele chorando. E eu triste pra caralho. E a galera achando que era zoeira. Ouvindo Bruno e Marrone na época. Você não podia abrir a boca. Você não podia. Será se o carinho enxergasse? Puta, briguei com a minha mãe.

O cara que brigou com a mãe dele. Ah, lembra quando eu briguei com a Sabrina no Rio? Lembro. Porra. Eu até briguei com o Emílio, briguei sério com ele. Porque ele ficou... Ele falou no rádio uns negócios pra dar uma audiência e eu fiquei muito puto, gente. Meu, saiu faísca feia. Você lembra disso, não? Eu lembro. Eu tranquei com ele no estúdio. Cara... Não, o pânico era muito azul, ele não tinha jeito. Não, porque assim... Aquilo com o Gui, ele ficou muito puto lá, que fizeram com ele lá, de trocar a Carol do banheiro, né? Tá com ela até hoje. Não, cala a boca. Com o... Não, cala a boca.

Aquela da menina menina. Menina ou menina? Menina ou menina? Aquela da pegadinha que trocaram. Chamava de narizinho, né? Não, aquela que trocaram. Então. Mas chamava de narizinho ela? Era o apelido de narizinho. Falaram que era narizinho, que era paniquete, mas colocaram uma transa. Não foi isso aí. Ah, tá, tá. Aí quando ele sentiu o pacote lá da companhia aérea, ele pegou. E pra galera saber, não era combinado isso, né, cara? Nunca, não. Porque ele fala que não era. O Gui, nós jogamos um Gui de um avião de paraquedas apagado.

Tem isso, se achar apagado. Eu saltei junto, irmão. Olha as ideias, velho. Jogou o cara apagado, bêbado. Ele acordou caindo. Desesperado. É o pior pesadelo que você pode ter. Não sei como ele morreu do coração. A gente tinha um quadro lá.

chamado Pânico Delivery, você lembra? Eu que fazia. Bola fazia, pegava os caras bíblicos na balada, aí levava os boniquetes, dava um banho, não dirigia e fazia merda. Era uma boa ação do Pânico. E aí com o tempo, falaram, vamos fazer com o elenco. Quem foi o primeiro a fazer? Não lembro, quem foi? Mas fizeram comigo. Foi você, é verdade. O Edu foi de Tiririco, o Sterblich.

E foi a Paniquete Babi lá. Bicho, o meu irmão estava... Mas isso é show de rua porque bêbado você não controla. É, cara. Diz que eu jogava lá. Então, bêbado causa. Apareceu um corte do Carioca para a Menacebili. Ruim também, bêbado para caramba. Mas nesse quadro nem outro. Mas eu... Os dias que nós levamos o falecido Nain para a casa dele, nós levamos o alfinete para a casa do Nain. Não sei por quê. Não sei por quê. É loucura. Levamos. Olha lá.

Olha lá, o bíblio tá apagado. Olha, joga, joga, mostra aí. Mano, cara. Esse eu não tô lembrado faz tempo, acho que eu tinha saído já. E tá baixinho, né? Tá bem perto do bíblio. Olha, João. Ah, mas ele foi com um profissional, lógico. Dando encoxado. Olha lá, olha lá, olha lá. Ele tá bêbado, ele tá mal, ué. Ele não tá apagado. Se fosse hoje, amigo. Nossa, cara. Associação dos Paracredistas. Não, associação dos bêbados. É, apagados. Olha lá. Olha, isso tá apagado mesmo.

Olha lá, cara. Olha a galera de 20 anos aqui agora. O tio Paulo, ele está estilo tio Paulo. Estilo tio Paulo. Assinando a transferência no banco. E foi lá embora. Esse eu não vi. Esse é maravilhoso.

Imagina, aí ele acorda agora. Aí ele acorda, é. Não, não, eu juro por Deus. A gente fazia cada uma. O Vilela, o mais legal foi o que fizeram com bola, que levaram no lugar. Não estou lembrado que você estava lá e tiraram o cenário, você apareceu pelado. Conta essa aí, não lembro muito bem. Olha o que fizeram com ele. Essa... Estava se trocando? Não é, porque ele falou, você vai gravar um desfile plus size. Tá. Falei, tá bom. Fui eu, não lembro quem que fui eu e mais alguém, enfim. Estava o Bolinha também.

Não, o Borinho eu não vi lá. O Borinho eu sabia que tinha sacanagem. Paniquete. Procura igual a Nonebola, esse é maravilhoso. Desfile normal. Maravilhoso. E eu fui fazer o desfile. E tinha o desfile? Tinha, tudo montado, irmão. Tudo muito produzido, tudo puta. E não sei o que. E aí tinha umas brincadeiras, fizeram umas sacanagens comigo, todas zoando. Aí a menina me falou, pô, você não quer ajudar a gente a desfilar? Falei, não, pô. Falei, ajuda a gente a desfila. Porque aí o desfile ia ficar mais completo, ia ficar mais legal. Falei, bom.

Estamos aqui, né? É, então vem aqui, subimos uma escadinha assim, um camarimzão. Um camarim, a parede preta, tá? Um camarim. A Arara falou, você tira a roupa, põe essa sunga. E aí depois você põe essa roupa aqui e tal. Falei, tá bom. Irmão, tu me tira a camisa. Na hora que eu arranquei a cueca, eu pendurei a cueca, o pano cai.

Eu vou matar toda a minha família, a família da minha namorada, todos os meus amigos, Anny, Emílio, uns 50 pessoas e eu nu. Eu olhei assim até você se ligar, até o seu cérebro, eu tampei a piroquinha desse tá... Mano, eu não sabia o que fazer, cara.

conseguia fazer umas paradas dessas sem a galera não saber. Você sabia, por exemplo, disso? Não. Eu não tava nessa externa. Você não foi no palco? Eu fui naquela que levaram o Vesgo, que a gente ficou bêbada, que as mulheres foram. E aí que a Gabi deu um tapa na cara do Vesgo. Sem vergonha. A Mirella foi o que eu falei, eu já contei. Eu mais me arrependi. Foi muito foda, ficou o Pedrinho quase não. Pedro Moura. A gente pegou um carro da Record.

Um cara da Record ligou para o Falso. Ligou para ele. Ah, para contratar? Precisamos conversar com você, a gente quer te contratar. Coitado, eu lembro. Mano, nós plotamos um carro igual da Record. Fizemos, plotamos um carro.

O carro foi na casa dele, pegou o rei de Record e tal. Vai pro restaurante, tudo câmera escondida e eu, bolinha assistindo. E senta o cara com ele, o Bittencourt da Record. Doutor Bittencourt. Ah, fez umas maniquetes também, é da contratação? É, e começa. Essa da contratação foi lá na minha empresa, foi lá na produtora. Foi, foi, verdade. Fizeram lá na produtora. E o cara começa, não, Pedrinho, a gente quer, não sei o que. E o papo vem, ó, 50. Pedrinho ganhava cachê de participação, pô.

50 pau 80 pau 50 pau começou 50 mil não tá bom? vou ligar tudo bem? ele não tá querendo, dá pra aumentar? 80? Tá bom

Vamos alterar aqui, 80 pau. Contrato de 5 anos. Você não recorca a gente. E a gente... A pessoa fica tão louca. A gente botou uns... Uns sinais. Passou um Stormtrooper. Passou um surf. Subliminar. Passou um surf. Ele não se ligou. Ele está vidrado. Mano, ele pega o celularzinho. Liga para a mãe.

Alô, mãe? Nós vamos mudar de vida. Ai, cara, que dor, velho. Eu quase, como eu falei, bolinha, é o que nós estamos fazendo. Começou a chorar, velho. Foi o que nós estamos fazendo. Já dá entrada no AP, mãe, já vai vendo as coisas. Nós vamos mudar de vida, mãe. Compra o minibugue pra mim, mãe. Vamos ganhar dinheiro. Nós vamos mudar de vida, eu... Puta que pariu. Aí, né, seria a hora que ele ia assinar, o Alan entra.

O produtor. O que já era diretor. Já era diretor. O Alan, bicho, é coisa mais do que aquele... O Alan, ele... Mãe, é brincadeira, mano. Ele começa a esconder as folhas. Ele esconde as folhas do contrato e fica assim. Travado. Olha o Alan, passa. Olha o Pedrinho, tudo bem? Tudo. O que você tá fazendo aqui? Nada. Já ia almoçar? Vim. Monossilado. Branco. Branco, velho. Ele não tinha avisado nada. Ele tava sendo escondido.

Bicho, o Alan vai embora, mano. Aí ele pega de novo, a gente lê a sina. Ai, cara. Aí vem o bolinho, a bandinha. Bicho, a cara dele. Não fizeram isso. Ali só tinha coisa de filha da puta. Não, pô. A galera só que eu tava na mão da Mirella. Comigo fizeram também da menina grávida. O que? Grávida? Qual foi a grávida? Essa eu não lembro também. Eu saí com ela direto. Sim. E a menina é gente boa pra cacete, velho.

Aí, eu tô um dia na rádio e ela me liga umas 11 horas da manhã. Eu preciso falar com você. Eu vou fazer o programa, a gente conversa. Não, mas eu preciso que você venha no restaurante pra gente almoçar. Eu falei, tá bom, deixa acabar. O pânico acaba duas horas. Acabou ano, eu vou te encontrar. Aí, no intervalo, ela me ligava. Você vai vir mesmo? Eu vou, tô, eu vou te encontrar. Calma, tô fazendo o programa, eu vou te encontrar.

Acabou o pânico, peguei o carro. Onde você está? Estou aqui no Bixiga, não sei o que sabe, acho que era. Sei, sei. Cantinho lá do... Peguei o carro, fui para o CXAB, parei o carro, entrei e você não se confia de nada. Umas mesas lá, os caras comendo, ela senta para mim, ela senta comigo, tudo bem, estou grávida.

Eu falei, é meu? Eu falei, lógico que é teu. Eu falei, puta... Caraca, olha isso, Carlos. Eu lembro, viu? Eu falei, mas puta... Você vai, não sei o que, assumiu. Eu assumo, eu sou homem, eu assumo. Mas a gente faz o DNA pra ver se é meu.

Eu acho que é teu, não tá bom. E também vinha... É essa? É essa aí. Eu tinha saído de lá, né? Eu não tava lá nessa época, eu não lembro. Você tinha saído. Eu tinha saído, eu não lembro. E o Vlad tava lá, cara. Tô grávida. Oh! Ele parou de mastigar! A cara do meu do Hassum. Olha a engolida aqui, deu. A cara do meu do Hassum. É? É a cara do Hassum. É mais gordão.

Meu Deus. Ela falou... Claro que é isso. Ela ficou puta. Ela falou rindo. Você não percebeu que era piada? Não, eu não percebi, cara. Olha aí. Meu Deus. Como você sabe? Você me comeu ontem.

Tem um áudio depois, o áudio seria bom, Maciel. Imagina, bola. Você tinha uns... Deu o quê? Uns 10 anos isso? 10 anos atrás? Acho que uns 10, 12 anos atrás. Foi 16, 17. Não passa pra cabeça que pode ser. Não sei o que ela tá falando, ela me joga um copo d'água na cara e levanta. E o caralho, me enxugando assim. Porra, que porra é essa, bicho?

Entre os caras com a bandinha. Eu, puta que pariu. Ao mesmo tempo deu um alívio, né? Porque você fala, quando você faz o negócio, você fala, eu não caio. É. Eu sou malandão, eu não caio. Eu vou perceber. Porra, mano, você cai bonito. Claro, você está totalmente envolvido na situação. A produção era muito boa. Então você não podia falar nada, irmão. Fizeram o que com você? Não, assim, eu acho legal porque tem coisa que eu falo que eu tenho memória boa, mas tem coisa que eu não memorizo. Cara, você está a cara do Wolverine. É, por causa do cabelo.

Tá total, Verini. Me chamam também de quando eu deixo a barra. Obrigado, meu amigo. Não podia falar nada que os caras usavam isso contra você. O Bola lembra mais de história. Eu tenho medo de tal coisa, cara. Foda, foda. Não podia falar nada. Não podia. A Mirella, eu tava namorando com ela. A gente não queria assumir ainda pra saber se ia dar certo. Mas alguém sabia? Cara, eles descobriram. Colocaram câmera atrás de mim, na academia.

Bicho, foram pegar a gente no restaurante escondido, lá na Raposo Tavares. Isso, na casa do chapéu. Não tem muita emoção. Olha lá, olha lá. Tentou a cara dele, rapaz. Não tá igual. Impressionando. Olha lá. E não cresceu ainda aquele... Lá lá era muito foda. O Pânico era muito foda.

Fala que eu sou a cara do Magal, com barba Bruno Marrone. A cara do Magal é ver. Mas cara, o pessoal fala precisava voltar ao Pânico, mas nunca vai ser a mesma coisa. Porque já foi feito. Não dá pra voltar a fazer a mesma coisa. Mas então vai surgir uma galera tão louca quanto a gente. Então vai fazendo outras coisas. Daqui a 10, 20 anos. Eu acho que daria. Mas se você voltar com a liberdade total mesmo de criar, de fazer um programa, aí vai.

mas o que eu tô falando é que não tem por que fazer essas coisas porque já fizeram vocês vão copiar mas o Pan festa no busão, no aniversário aquele busão que ficava a gente fazia uns busão balada no aniversário dele essa matéria do aniversário dele foi foda a gente pegou ele de manhã de busão eu fui pra Band, o Bolinha falou vem gravar na Band, 10 horas na Band

Cheguei na banho, me pinta de voar uma fralda Já tudo com roteiro Eu no estúdio gravando Você não vai gravar nada Seu aniversário nós vamos te dar uma festa

Me trancou ali, sai da banda e o busão balada. Tá. Entrei no busão, busão, anda dois quarteirão, para, pega esse. Falei, meu Deus, o Carlinhos. Foi subindo. Na época que a gente, meu, mamava. Mas dois quarteirão, entra o Pedrinho. Falei, nem fudendo, cara. Vai dar bosta, bicho. Daqui a pouco entra umas gostosas, entra. Eu falei, meu Deus do céu. E bebida à vontade, irmão.

Vodka, gente estrumbando. Mano, eu fiz uma puta... Eu vi. Tem coisa que eu só lembrei domingo assistindo. Eu gravei na quinta.

E vou falar uma coisa aqui. Esse aqui na zona, a primeira que nós paramos. Eles não bebiam. Ah, foi. Como assim? Bola e Carlinhos não bebia. Não, Carlinhos não bebia. Carlinhos e Bola não bebia álcool. Comecei a beber com 25 anos. E o Bola com... Eu também, da Bianca. Bola com 40, né, Bola? Porque eu sou bebê com 40. Bola não bebia também. Por aí, não bebia, bebia coca. Sei. Aí nós só... Eu terminei um namoro, logo depois o Carlinhos terminou.

Ah, vamos sair? Falei, vamos. Falei, Carinhos, a gente é tímido, a gente não bebe. Nós precisamos, porra. Pra chegar na mulherada... A gente tomava o quê? Caipirinha de saquê, porque não tem gosto. Não tem muito álcool. Não engana, mas é mais leve. Esse aqui um dia veio, descobriu um negócio.

E o que quase engasquei com a florinha. Beleza, vi o barulho, vi o barulho. Pô, dá um cafezinho, tem aí um cafezinho? Também vou querer, quer café? Não, não bebo café, obrigado. Se tem patrocinador de café, tem que arrumar um patrocinador de café. Pois é, né? Aí no Expresso aí, ó. Já tive, já tive. É legal, é legal. Peraí, Sérgio Ibe, pera um pouquinho. Ah, porque aqui é do negócio. Não se mete não, o programa não é teu. Aí, Marcelo Mainardi, pera um pouquinho do Mainardi. Então, o contato comercial da Rádio. Até esqueci o que estava falando, cara. É a matéria. Na matéria. Na matéria do seu aniversário. Seu aniversário. Tubuzão.

Ah não, aí paramos num puteiro, bicho. Paramos numa zona. Aí você tá falando de pra ir pra balada, vocês bebiam pra frente. Tinha todo um roteirozinho, a gente ia parando, subia a gente, a ideia era deixar ele louco e a gente gravar. No final, na última zona, eu tava desmaiado, eles me meteram no caixão e fazer meu enterro. Maldade, cara. Você chegou ver isso? Tem aí. Aí ele apagado, colocaram ele num caixão, ele dormindo. O Bola é o cara mais foda. É a pior sensação do mundo, cara.

Você acordou? Eu acordei, mas você é meio bêbado. Você não entende o que está acontecendo. No meio do seu velório. Escuro. Não, tudo claro. Eu via a turma assim. E eu falava e ninguém falava comigo. Como se estivesse no céu, morreu. Como se você tivesse morrido mesmo. Mas acreditou mesmo? Você fica numa pira dessa? Fica, mano. Você fica bêbado. É.

Porra, ninguém fala com você. Você acha que morreu, ninguém fala com você. O dia seguinte eu acordei, eu fui me ligar que eu estava dormindo na casa do Carlinhos depois de meia hora. Eu acordei e falei, bicho, onde eu estou? Te deram algum chá, alguma coisa para você ficar? Deram bosta nenhuma, chá. Agora você imagina acordar no lugar, ninguém fala com você, só olha com os rádios. Eu não sabia, eu tinha que ir para a rádio, eu me mexer tão ruim. Mas quando você assistia depois, não parecia que era você então. Ao final não.

Uma hora eu fui pro... Eu tava no busão, bicho. E eu com lapela, né? Óbvio, pá. Gravar. Os casamina. Vamos pro banheiro comigo? Opa, vamos, querida. Lógico, né? Puta, essa parte é muito boa. Irmão. Ele esquece de desligar o lapela? Ah, tá. Vai, vai. Aqui, aqui, ali. Ai, ai, ai. Eu vou te chupar toda, bicho. Eu vou te chupar toda. Abre, abre, abre, abre. Só o som dentro do banheiro. Puta, banheiro...

Mas foi pro ar ou não foi pro ar? Foi, foi, foi, com os apitinhos Aí, aí, aí Não perdi a material, irmão, ia tudo pro ar Mano, que vergonha Não perdi a nada Abre mais, abre mais Juro editores Não juro, a vergonha Tá duro, tá duro, tá duro de achar A vergonha

Então, você pinta o bumbum da direita. O que é o bola? O bola? Ficha. O bola, o cara, ele fazia os cinco maneiras. Esse cara aqui, ele era a própria cobaia de tudo. Culpa de quem? Do Rabin. Por quê? Porque o primeiro cinco maneiras eram as cinco maneiras de depilar. Então, ia jogar um saco de batata, arrancar. E o último era uma Ferrari puxando a cordinha. Ah, para? E depilava. E o Rabin é um carpete, né? É. Mas ele começou a regar.

Eu não sei se eu faço. Uma hora eu cheguei e fiquei, putz, deixa que eu faço. Eu achei que era um só, irmão. Deixa que eu faço, cara. Se tá com medo, eu faço eu, caralho. Aí é boa, não sei o quê. Fui lá e fiz. Fiquei três anos fazendo. O mesmo quadro. Foi o cinco manhã e depois o Dicas. Comia umas coisas estranhas também, não era? Aí era o Master Trash, a Mauri Dumbo. Não, esse aí é o Mauri Dumbo. Mas o Bola, ele fazia coisa. Eu lembro uma... O quebrou da Costela. Já quebrou da Costela. O vesgo. O que? O que? O que? O que? O que? O que? O que? É, meu. O vesgo.

O Vezo se machucou também, né? O Vezo não, o Vezo sem se machucou. Quem foi que eu quebrei o braço? Esse foi feio. Lá na Argentina. Até hoje eu deixei aqui os 10 parafusos. Cara, eu lembro da imagem agora. Você falou, eu lembro da imagem caindo assim.

O meu irmão quebrou o braço, ele tirou e fez lá um... E foi logo no começo, né? Da platina, né? Você falou que foi logo no começo. Começou a jogar, os caras já te levantaram. E vou te dizer, se ele não salta, ia arregaçar a perna. Eu já joguei bola contra o moleque. Eu parei de jogar porque eu acho que não ia ser bom jogar. Se ele não salta, ia arregaçar a perna. E eu quebrei tornozeiro, joelho, já.

E aí eu saí do primeiro, essa imagem até hoje fala. Porque fevereiro de 2005. Qual a tua idade aqui, né, seu Santa? 27. O outro que é 20 anos. Então faz tempo. Ele se arrebentava. Faz tempo. Ele se arrebentava. Mas o Bola foi o cara que mais fez coisas de se arrebentar, eu acho. É, a loucura de... Três anos. O Bola, o Bola, o Bola.

E as Paniquet faziam também, né? Tinha bastante coisa que elas faziam. Que topava. Fiz muita coisa com a Sabrina. E ela topava também. A Sabrina fazia umas matérias punk no começo. Por exemplo, a Babi... A Gabi Paniquete rasparam a cabeça dela. Se fosse hoje... É, esquece. Esquece. Deu polêmica na época de raspar a cabeça da menina. Na época deu? Deu, deu. O Pânico não tinha muito freio assim. Vocês jogaram o barato na cabeça de uma mulher. Em mim, eu...

Eu estava de Clodovil, a gente estava gravando, lá tinha um caixão de acrílico. O Clodovil pegava a pilha mesmo? Aquela maior. Então, deixa eu falar. A pilha dos brinquedos. Meu amor, não é por aí. O Clodovil era maravilhoso, porque uma vez ele...

Eu fui gravar com o Vezu lá em Ubatuba, ele abriu a casa dele lá pra gente. Conta quando você recebeu o Conduído na RTV, você e o Carioca. Nossa, essa foi pesada. O quê? Ele chegou na RTV, e ele, foi ele, e o Carioca recebeu o Conduído. Quando ele foi contratado. Ah, tá gravando, recebeu. Conta aí. Não, essa aí, tá na internet também. E eu fui dizendo, olha a loucura. Olha, vou falar uma coisa pra você, eu não gosto de você, Bibi Guitart, tá ouvindo, rapaz? Ceará, eu fiquei chamando o Clodo, ouviu o Ceará?

dizendo que eu era o original. Ah, tá, tá. Agora entendi. Aí eu fiquei, meu amor, eu fiquei duelando com ele ali, porque uma técnica que funciona é você olhar pra pessoa independente se ela é famosa, se ela é rica, se ela é um medalhão da televisão, é olhar nos olhos e acreditar que você é aquilo. Quando eu tava de Silvio...

Depois eu volto do Clodovil. Que a gente ia gravar, a RedeTV não tinha dinheiro. Não é pânico. Vamos dar uma foto pro meu filho aqui. Vamos lá. Se eu te cortar, viu, será? Imagina. Vamos lá. Amanhã nós vamos fazer um passeio. Não, toda hora é hora. O podcast é bom por isso. O vesgo... O filho, o papai tá dando entrevista aqui. Eu já te chamo aí. Beijo. É legal. Só pra mostrar quantos anos. Quantos anos? 17. Vai fazer 15 agora em julho. Não é homem. Tá grande já. E aí, a RedeTV não tinha dinheiro nem pânico. Tá botando punhito agora. Já.

Ele é todo tímido, nem brinco. Vamos mudar de assunto que é um assunto tão batido. Então, é o seguinte. E aí eu lembro que a gente gravava e o Vesgo não tinha dois microfones. Ele gravava primeiro subcelebridade, né? A galera que estava... E eu disse, Silvio, eu achava que era o cara mais velho para conversar com o Tassi Zumeira, com o Francisco Oco. E eu falava na linguagem dos mais velhos. E eles paravam para falar comigo, por dois motivos.

porque eu era o Silvio e me botava com aquela dentadura de goiaba. E eles ficavam olhando bola. Esse rapaz tão jovem. Eu devia pensar, por que ele não faz uma plástica, uma cirurgia? E eu ficava conversando, ali olhando mesmo, acreditando que eu era o Silvio.

E eles paravam e olhavam, né? Meio assim, conversando mesmo. Porque se você vai entrevistar um cara desse e coloca, tipo, um fã... Ah, sou fã do Tony Ramos. Sei. E você vai travar. Então a gente tinha aquela coisa de... Eu tô acima. Eu tô no personagem... Ah lá. Exatamente. Isso aí faz tempo, hein? Cara... Isso aí faz tempo. Mas por que o lance da dentadura? Porque, por exemplo, eu não vou ser o primeiro nem o último. Tem muito imitador do Se Vivo Melhor Que Eu. E quando eu tava na rádio, eu já falei isso em algum lugar.

Você lembra da Heloisa Percê com a Ingrid Guimarães? Elas foram divulgar o Monólogos da Vagina, uma peça. E eu, para ganhar uma graninha a mais fora do salário de radialista, eu andava com as perucas, saiu o show das perucas. E eu voltei do evento corporativo naquela época, eu estou falando, 2002.

Eu cheguei com a mochilinha pra fazer o pânico meio-dia, tava ali com a peruca do Silvio e a dentadura que eu usava no pupurri pra imitar o saudoso Anderson do Molejo. Ah, sim, amor demais! Eu quero que eu me desabas com o Molejo, faz a imitação. Pupurri. Aí eu cheguei, do nada, elas estavam dando entrevista, eu peguei aquela dentadura. Colocou. É porque cada cantor era uma coisa, o Fagner, a Boina, a Betânia, a peruca, o Reginaldo Rossi, a peruca, os óculos, tipo, como o seu aí.

E eu peguei e coloquei a peruca do Silvio. Acho que o Bola vai lembrar disso. E coloquei a dentadura. Aí eu fiquei fazendo a voz do Silvio com a dentadura. Olha só. Brincando. E eu vi que a galera estava rindo e elas viram. Porque uma colega ria aquilo. Claro. Ela meio que chancelando. Falou, você que é bom. A dentadura, como não tinha nada a ver, ficava mais engraçado. E aí que é o negócio. Puta Silvio caricato. E aí que eu nunca me preocupei em fazer a imitação com perfeição.

Porque eu acho que quando eu comecei eu tive muita dificuldade de fazer essas vozes mais graves. O Carlinhos tem um puta vozeirão, natural. Puta vozeirão, puta vozeirão. E eu tinha que me esforçar mais. Aí eu falei, cara, quando eu for pra TV, porque o Tutiã é visionário. Já tinha câmera no estúdio, que hoje é o famoso podcast. Igual do Big Brother.

A primeira rádio a transmitir o estúdio e a internet foi mesmo. Em 2000 já transmitia. Em 2001, internet discada. Isso. Uma puta câmera. Moderna. Era todo lindo. Igual do BBB. Igual do BBB, aquelas robóticas. Igual. Não, não. E aí eu falei, cara...

Se esse projeto for mesmo pra TV em 2003, eu vou fazer esse cara no palco. Porque eu tinha ainda timidez com a câmera. Eu não fui muito tímida, a minha essência mesmo é tímida. E tem gente que não erra. Eu falei, vou fazer o Silvio. Porque aí, atrás do personagem, você ficava mais à vontade. Quando eu comecei a imitar o Silvio na TV, já tinha o Oscar Pardini, tinha o Beto Hora, Ciro Jateni, João Kleber imitava o Silvio, Tom Cavalcante, falei, o que é que eu vou fazer diferente?

Sacada sem querer, foi no laboratório valendo. Dentadura...

E a peruca. Então, quando as pessoas paravam para olhar para mim, ficavam meio que hipnotizados com aquela dentadura. Que que esse maluco, né? Era um microfone... Era muito diferente. Cenográfico ruim para dar. E a peruca... Coloca a foto de novo. Como que era a peruca? Essa aí já estava melhor, porque eu tenho o microfone original do Silvio. Mas na época era um microfone cenográfico vagabundo. Não tinha dinheiro na época para fazer. Pegava ali um tubo de perfume Cuba. E uma bola de... Antes desse microfone era como? Era um microfone... Zoado. A gente tem que pegar em 2003. Aí mesmo que Silvio, a peruca ruim.

O meu cabelo caiu também. O meu cabelo caiu porque eu usava muita peruca, que os caras não tinham tempo de lavar. Então eu cheguei a ter umas crostas. Caiu o cabelo para um caralho. Você usava, o outro usava. Era foda. Então a gente tem história pra contar, porque é por isso que o pânico ficou quase duas décadas. Mas a gente, pro bem ou pro mal, as duas gerações acompanharam a gente. Outras gerações. Pânico do rádio. As duas. Não, rádio o quê?

Rádio 93. Rádio 93. Rádio começou em 93. Dez anos depois, televisão foi até 2017, é isso? Foi, 2017. Então você vê quantas gerações acompanhou o pano? Meu amigo aqui está com 32 anos. Ele vê a gente desde que ele tinha o quê? Sete, oito.

Entendeu? A gente não tem noção disso. Mas você pega uma molecada que tem... Hoje vai... De 20 anos não acompanhou. Mas sabe, sabe? Agora na época do Michael Jackson. É engraçado que eles vêm na internet. Mas olha só, Vilela. Está viralizando agora muito aquele negócio que mandaram para mim. Qual? O Michael Jackson tem um filme agora, né? Do Michael. Vai lançar o filme. Então está virando muito aquela coisa agora no TikTok do Eu de Gabi com o Edu. Ah, dê.

Eu recebo isso também Vocês me marcam Você com 40 óculos na cabeça É, agora Porque Michael, aí falavam as coisas Estão mandando pra mim Então a molecada está começando a acompanhar Um doce Pede moleque Eu recebo isso, eu recebo esse aqui no Master Trash

Porra, eu adoro Tinha uma fé que tomava conta da gente E o beatbox Maravilhoso Qual que é do beatbox? Não, é bobagem, eu era um mano Aí faz um beatbox O Borinha fala E ele cozinha e faz Tum, tchucutá, tchum, tchum, tchá É proposital, entendeu? Eu conheço bola Eu não acreditei Eu desci pra cumprimentar ele Ele fez a de mano

O cara acha que você vai fazer um puta beatbox. Faz um beatbox pra já. Isso que é o morro, né, cara? Isso aqui descagando de rímel. Tá vendo? Não precisa de perfeição. Não é perfeição. Mas uma coisa que vocês faziam pra caramba era repetir.

um saco. É isso que vira bordão, pô. Que vira bordão. Pois é, no dia que a gente foi gravar o piloto, era aí o Carioca, na época do Ronaldo. O Carioca fez o Ronaldo com cigarro. Depois só termina a história do Cotovil, tá? Ah, do Cotovil. Vocês querem voltar ainda? Você foi da recepção que você vai fazer. Ele xingou vocês pra caramba. Ah, eu não lembro muito bem, mas ele xingou. O Carioca contou. Ele parou pra contar. Foi aí que nasceu o Sandalias Clô.

Eles foram receber, levaram fogo. Fazendo Clodovil. O cara é de Clodovil, o cara tem 20 anos. Ele meio que arregaçou. O cara é engraçado. Vocês não têm talento. Ele falou, para dizer isso, Ceará. Ceará, você não pode me... Eles não têm talento, vocês são devagar. É cabocos, cara. Não sei como tem alguém que assiste vocês. Ô, Vilela, eu nunca me preocupei. Por exemplo, se eu fosse fazer a voz do Clodovil...

O Clodovil era o cara que ele dizia uma coisa, mas o olhar falava outra. Então ele falava assim, graças a Deus, o tom dele mais pra baixo. Ficaria triste eu fazendo humor com essa voz pra baixo. É triste. Então eu jogava três tons acima pra ficar mais alegre. Com o Silvio e também outros personagens. Então o Clodovil dizia assim, ó.

Graças a Deus que eu não sou uma pessoa invejosa. Mas o olhar dizia... Ele dava de cima e embaixo. O olhar dizia que ele era medindo a pessoa. Então eu fazia isso também. Claro, assim, genial. Sempre o contrário. Eu fazia isso. Ceará, só que pra ele. Ceará, meu amor, você não pode me imitar porque você não tem talento. Você é um invejoso. Eu fazia o mesmo olhar dele. E ele falou o nome de alguns que mitam.

O fulano me meteu. É para desdenar. Aí você entra na pílpia. Ceará, meu amor. Eu chamava ele de Ceará. E aí você faz o quê? Você rebate. O cara jogou para mim, eu devolvo. Entendeu? E ele é inteligente, né? Eu gostava muito dele. É, eu atrás dele era um burro. Não, já morreu. Mas eu gostava dele, falando sério. Uma vez a gente foi em Ubatuba, na casa dele. Eu gostava de Matagal. Ele levou o índio.

Não, da triva aqui da Wanda, você lembra? Lembra? E aí, a gente levou um bolo pra ele, com as sandálias, aí ele tava de pijama, viu até as grades, atendeu a gente, aí ele falou depois, se vocês quiserem conhecer a minha casa, eu abro pra vocês. Foi uma piada, né? Pronto. Aí eu entrei na casa dele sem câmera, recebi a produção muito bem, e o cara tinha um bom gosto.

A casa dele, vou dar aqui, o que eu vi lá. A sala não tinha piso, era areia de praia, uma mesa de centro. Ele não desmatou ali. Ele andava descalço. A cozinha era um balcão americano em cima de uma pedra. Ele fazia cocô olhando para o mar. Agora eu vou fazer o meu número dois. É, o negócio... Cara, muito...

Ele estava muito à frente, né, cara, do tempo dele, se for pensar. Eu era gênio, cara, porque ele... Gênio. Artista. Eu lembrei da TV Mulher, ele não era TV Mulher. Isso, ele, Ney Gonçalves Dias, Marília Gabriela, Marta Suplicy. Marta Suplicy. Isso é anos 80. Eu era criança ainda. É isso mesmo. E, cara, ali... Agora eu fui... Foi longe, hein, Vilela. Foi longe. Enfim. Enfim. Enfim, cartunista lá. E ele usava um cabelo, tigelinha, preto. E depois ele prendeu o rabo. É, cara. E soltou. Entendeu?

E ele desenhava lá e dava conselhos de moda para as telespectadoras. Eu lembro deles desenhando na hora. Gênio, gênio. Desenhava pra caramba. Aquilo chama croquis. É um puto estilista. Mas ele era autodidata. É, a galera esquece que ele manjava mesmo da parada de moda. No banheiro. Puto estilista. É. Não, tô brincando. Manjava. Ele é gênio.

Os caras são fodidos É a sobremesa preferida do bola Manjar Mas assim, é um gênio É um gênio que a gente tem que respeitar E quando ele foi político Ele falava aquilo que ninguém queria ouvir Mas ele falava, entendeu? Mas teve coisa pro pânico Até pro pânico não dava pra ir pro ar Tipo, isso não dá pra ir pro ar Bola pode falar

Por exemplo, eu vou falar uma coisa que eu lembrei. Eu lembro o que foi. Eu lembro. Lembra do trote do Silvio que começou na rádio? Que eu liguei para o João Gouro, para descer. Isso foi para a TV. Que trote que era? O Silvio são as contratações do Silvio. O Silvio contratava. Ele ligava do Silvio para as pessoas. Ah, contratando. Tem na internet até hoje lá. O pessoal achava que era o Silvio mesmo. E a imitação não era nem boa. Mas assim, a gente criava uma atmosfera, pegava uma produtora da rádio e dizia que ela era a minha secretária. Eu vou passar para o Silvio. Se o Silvio quer falar com você.

Olha aí, Budor. Ô Blas, eu ia dizer. Olha ele aí. Chegou o Zaca, minha advogada, a doutora Mara. A doutora Mara, a doutora Mara já está lá. É o filho dele, minha advogada. Não, minha advogada está aqui, a doutora Mara está marcando. Ela está aí para ver o que você fala, para ver se pode falar. Ela é do Rio, ela veio de São Paulo. A doutora Mara está lascada. Não fazia muito, nem sei que eu estava falando tantos assuntos. Do, porque você não foi para o ar, de absurdo. Ah, do trote. Irmão, eu fiz um trote com...

Marcos Mignon não foi pro ar. Quando a Maria Braga não foi pro ar. Era absurdo. O saudoso Paulo Henrique Amorim, do Domingo Espetacular. Você lembra? Olá, tudo bem? Boa noite, boa sorte. Olá, tudo bem? Bicho, um trote. Porque eu fazia o trote assim, a atmosfera. Botava a música do SBT. Ah, vou transferir pro Silvio. Vai botar SBT.

SBT, na nossa frente, só você, depois era a música da Praça Nossa. É uma puta produção. A gente perdia tempo. Mas você falava sem ser muito caricato. O que acontece, o Silvio Santos é um personagem do Senhora Bravanel, certo? É mais uma empresa dele, mais uma marca.

Então, até o Carlos Alberto deu uma entrevista... Você está falando que quando ele não estava na área era outra pessoa? Porque assim, as pessoas acham que o cara vai fazer o contrato com o Silvio e aquele apresentador não é. É o empresário. E aí o Carlos Alberto falou que ele colocava um aclinho daquele farmácia para achar que ele era... Para não confundir o Silvio com o cenoura pra Vanel. Eu falava num tom mais pra baixo assim. Olha, nós vamos contratar você?

Eu liguei para a DC. Nós vamos tirar a Hebe Cabargo, que não está dando muita audiência. Vamos colocar você no lugar dela. Não, cara. Mas a Hebe é minha amiga. Eu já vou no programa dela desde a época. Você lembra a bola disso? Lembro, lembro. E aí quando foi para a TV, Marcos Mignon caiu. O que você fez com o Marcos Mignon, por exemplo? Olha, faz tanto tempo. Acho que foi em 2007 isso, Carlinhos.

Paulo Henrique Amorim, na época da rádio, ligou na rádio, porque eu cheguei a negociar valor. Nós vamos te pagar, mas o que você está... Você vai continuar a ter conta da Record? Não, Silvio, eu vou agora, tem a renomação, mas eu não sei. Não, mas a gente vai te pagar mais. A gente cobre. Dobra. Bicho. Aí ele ligou na rádio, pediu para não ir para o ar. Na época do rádio. Porque não era ao vivo, então. Ana Maria Braga foi na época da TV. Também souberam. Mas ela não estava na Globo ainda.

Tava. Ela tá na Globo desde o 99. Cara. E aí não foi pro ar. Marcos Mil não foi pro ar. Tudo tentando contratar. Cara, o que tá no ar é acho que é do Jô Soares editado.

Não, mas tem mais, tem o João Gordo. O João Gordo é a época do rádio. O João Gordo xingando ele pra cacete. E esse aqui, vai, ele é fã de tatuado. Ele vai tomar o seu capitalista xingando. E aí tem um, cara, tem um que é legal. Mas ele tava xingando ele ou o Silvio? Ele achava que era o Silvio? Tem um que eu liguei. O Silvio chamou ele de ele é fã de tatuado, né? Ah, ele é fã de tatuado. O João Gordo gravou comigo lá em casa, lá no programa do Multishow, mas assim, foi muito legal. Agora, bicho,

Tem cada história, Bola. Essa que eu liguei também um dia pro SBT, que eu passei trote nos funcionários. Pra quê? Eu liguei pra nutricionista. Qual é o cardápio aí do pessoal da refeição? Não, não, troque. Troca, não. Tilápia. Tilápia tá muito caro. Coloca, sabe? Coloca abadejo. Sardinha. Sardinha. E a mulher, sim, seu Silvio, sim. Passa na manutenção. Passa pro cara do carro. Cadê meu carro que eu pedi o carro? Cara, as pessoas... Então, a galera poderia ter ficado com ódio de mim.

mas acho que hoje o da água sabia que era brincadeira muita coisa o nego entendia que era brincadeira isso aí também é a época do Emílio da rádio, tu tinha que fazer o Dilma Jorge o Boi na Linha é que não era como famoso o Emílio fazia antes, era muito bom

E teve uma época que ele parou, lembra a bola? Aí eu ficava pilhando ele, porque eu era operador na rafa. E eu ia embora com ele de carona. Porque dá um trabalho da porra. Aí eu falava, pô, Emílio, por favor. Porque eu tenho que não dar certo. Então você passa um dia gravando pra gravar dois.

Sabe quem é o melhor cara hoje fazendo trote? Daniel Zuckerman. Ele é o melhor que eu já vi. Ele faz imitando carioca? Carioca do Chica, compadre. Ele se fala espanhol. Desenvolve uma história. E dá uns nomes. Um dos maiores caras de paus que eu já conheci na minha vida. Eu amo ele. Mas o Dani, uma vez nós saímos, cara. Nunca me esqueço. Quando lançou o site da RedeTV na festa no Jockey.

Ah, mas foi na época que eu fiz os trotes do Silvio que não puderam ir pro ar. Essa época é. Fomos na festa. Eu lembrei que eu tinha saído do estúdio. E a festa tava uma bosta. Uma puta bosta. Eu lembro, né? Eu sou Rubens. Aí eu falei, cara... Não ia render de jeito nenhum. Se trocamos, cara. Falei, vamos pra algum lugar. A gente sente... Fomos lá pro Caju Amigo, como chama? Pandora. Pandora. Sentamos eu, o Daniel, a Mamá Maluf, o Edu e uma menina que tava com o Edu.

E começamos a tomar, irmão. Já ficamos loucos, velho. Aí um casal de senhor, assim, sentaram duas mesas pra lá. Ele falou, você duvida que eu vou ali e eu tomo uma taça de vinho com aquele senhor? Ele vai me servir uma taça de vinho. Falei, Daniel, para, por favor. Sem conhecer os caras, claro. Não conhecia. E o Pandora era chique, mas só ia gente... Ele me levanta.

Ô Roberto, tudo bem? E o véia assim, ó. Como é que você tá, família? Então ele já puxa uma cadeira e já senta. Daí a pouco o tio servindo um vinho pra ele, eu falei... É uma lábia que eu nunca vi. Ele não tem conversa com ele. Não é carisma. Não tem conversa. Não, mas é dele. Ele vai de Deus. Ele é engraçado. Ele tem um puta carisma. Ele já falou, ô Roberto, e o cara assim, ó.

Ele entrava em aniversário de rico. Pegava o microfone e falava, quero dar parabéns aqui, aniversariante. Na época do impostor, o pessoal do Fonseca's Gang queria matar ele. Por quem? Era que fazia segurança de Fashion Week e tudo. E ele entrava.

O Michael Jackson, que é o funeral do Michael Jackson. Era sério. Não era combinado. Ah, não era combinado? Não, essa turma fazia... O funeral do Michael Jackson. Como que ele conseguia? Só na Lábia? Na Lábia. Gênio. Essa turma fazia a segurança de todos os grandes eventos aqui. Olha que os negovinham, ele tá no palco do Fashion Week, irmão. Mas o impostor era gravado de trás pra frente, não era? Não. Não era? Não. Ele entrou... Ele conseguia e depois ele gravava o resto. Era na ordem. Ele entrou no Oscar.

Ele entrou no velório do Michael Dixon. Como que entra no velório? Todo mundo queria estar lá, cara. Ele ficou como daqui ali no sofá do caixão, ele falou. Ele foi no velório da M1 House e deu entrevista para todas as televisões do mundo. Ele saiu chorando no velório do enterro da M1. Ele e o André Machado. Ele e o André Machado. As TVs da Austrália. Pô, você está aí. Estou muito triste.

Como se fosse um puta brother da M. Porra. O Daniel é o maior cara de pau. E não treme nada. Nada. Não, ele falava assim, às vezes eu ia com medo, mas o que eu falo, o medo botava ele pra frente, era um combustível. Não, mas parece que ele tá friozão, ele tá nem aí. É, parece mesmo. Psicopata, né?

Psicopata. Completamente xarope. Quem era o mais normal? O Emílio não era. Não tinha ninguém normal. Era o manicômio ali. O Gui. O Gui entrou normal. Não, o Gui normal. O Gui roubava comida do camarim, caralho. O Gui é normal. Fazia marmita. Me botava na mochila. Mas quem era o mais normal? Era eu? Não sei. Você é normalzão. Normal devia ser eu mesmo.

Então fica analisando a boca. Para, cara. Cala a boca. Você é normal aonde, meu? Analisando hoje, vai. Faz um enquete aí, pergunta. É, pergunta. Faz um enquete. Coloca aí quem era o mais normal. Pânico ou o mais anormal. Não, mas anormal aí é... Você é normal, você pula do carro do Lula. Os negros te catando pelo saco.

Você é normalzão. Cara, você lembra disso? Lógico que eu lembro. Primeiro de maio. Parada gay. Primeiro de maio. Fica analisando. Primeiro de maio. O Emílio falava na época. Ele falava, bicho, você tá louco. Você pode tomar um tiro de sniper. O que você fazia? É o presidente, cara. Eu subi em cima do carro do presidente. E que? Aí você sabe quem foi que me arrancou do carro? O Carioca me mandou o link.

O cara me pegou pelo saco que eu tava em cima do carro. Pelo saco? Literalmente. Literalmente. Você sabe quem era? Hoje ele não tem mais. General G. Dias. General G. Dias. Já era brasileiro dele na época. Será que é regra pegar pelo saco pra doer? Não, é pra pegar pra arrancar, irmão. Arranca em cima do lado. Crave magá, sabe? Porque ele não conseguia chegar. Ele não conseguia chegar? Eu subi em cima do carro. Não, vou arregaçar e subir em cima do carro.

Do presidente da república. É só isso. Bobagem. Só isso. E aí faz isso fora. Fazer isso fora também. Isso é muito louco mesmo, né, cara? Cara, eu tenho na cabeça que você é o que tinha menos limite lá. Olhando de fora. Olhando de fora. Sabe por quê? Não era? O pânico era muito foda. Ele chegava assim e falava, ó. Mas você e o Ceará, vocês vão pra florir pra fazer a praia. Tá. Puta, era maravilhoso. E, mano, não, não, não. Uma vez eu fui com o Vesgo. Eu vesgo.

Mas foi uma época que nós chegamos na praia. Ah, na Vesgo também, acho que era maravilhoso. Nós chegamos na praia e falei, pra hora que nós descemos do carro, não tinha uma pessoa. Meio um tempo frio. Improviso, né? Não. E tem que render, né? Você tem que trazer a matéria, irmão. E se vira. Não é essa, tipo, ah, não vai rolar. Falei, o Vesgo entrevistou cachorro. Morador de rua. Brincamos na areia. Porque, irmão, a gente, matéria gringa. Nego, vai. Mas tinha um clima, assim, tipo...

Se eu não fizer isso, vai dar merda? Era meio isso? Sim, tinha. Não era assim? Não, eu ia chegar e falar, você e o Carlinhos pra Cancún fazer tal coisa. Com 10 reais do orçamento. Mas onde que é? Não sei. Eu lembro da primeira matéria. A primeira coisa que eu fiz no Pânico, eu nunca vou me esquecer, o Billy na rádio ainda.

Quando lançou o celular, cara. Ô, louco. Chegou o celular no Brasil, o Tutinha, a rádio tinha três celulares. 96. A gente tá almoçando, aí o Tutinha liga a Fux. Desceu a estagiária. Ministro. Desceu correndo. Olha o Tutinha, tá chamando vocês lá em cima. Puta, largamos a comida, subimos. Ele deu um celular pra gente, ó. Vocês vão até o Morumbi e transmite lá a montagem do palco do show da Madonna.

Eu lembro disso aí. Quem não foi? 96, Bola? 96. Eu cheguei em 97. Eu falei, tá bom, Tião, como nós vamos entrar? Não sei se vira. Ah, sim? Sem credencial, sem nada. Tinha uma missão e vai. Montamos no carro e fomos. E você não ia falar que não consegui, né? O Putinho, ele é um cara muito arrojado. A TV era assim, mano. Quantas noites passavam em claro, César, esperando o Diego sair de festa. Mas aí que surgiu também o improviso. Não, mas por exemplo, nesse daí, que vocês conseguiram entrar como?

Bicho, eu não lembro. A gente foi meio dando um migué com o celular. No 96, não era época... Entramos. Aí filmamos lá. Rádio. Ligamos. Ó, tá montando um palco, dá uma conversão. O Billy falava muito bem inglês. Conversou com o Grinho, que tava montando e tal. Mas a gente tinha que se virar, irmão. Tinha que se virar. E na TV, quando eu ia fazer lá, tipo, conversa com a gravação com os famosos, globais... Tá falando das festas. Das festas. No começo, ninguém parava pra falar com a gente. É, claro. E ali que a gente aprendeu a improvisar, a fazer humor.

Não na pergunta, que muitas vezes eu não conhecia o cara. É no comentário. É, o cara da Malhação. Mas o que é esse cara da Malhação? É. Porque os caras que faziam essas novelas da tarde, eles eram mais metidos que os medalhões. Sério? Os caras já achavam... Porra, puta que pariu. O Tony Ramos parava, falava, Marília Pera. Fagundes. Fagundes. Aí passava o Carinha... Passava o Cearense lá, Conterrâneo. Passava o Antônio Alencar. José Vilque. José Vilque. José Vilque maravilhoso. Sério. É. Dizia a palavra. Fala isso. Fala, fala. É maravilhoso. Mas quando não tinha famoso bacana assim...

e não tinha ninguém que parava, a gente entrevistava morador de rua e ali que surgiram os famosos memes do pânico. Cadê o Chinelo? Antônio Nunes. Que mais aí? Vai lá. Vários. Dança do Siri. Mas assim, os moradores de rua. A dança do Siri. A Gorete. Foi também eles gravando. Foi a festa de aniversário da Suzana Vieira. Sei.

Eu lembro que na época eu comecei a fazer na loucura. Aí eu pedi pra cenografia fazer umas garrinhas. Tem esse vídeo? E aí começou mais a sagacidade. Mas foi da onde? É loucura. E aí o que aconteceu? A mais virou, não foi só por causa da gente não. Vou dar mérito também ao editor, que eu não lembro quem foi. O cara colocou aquela Danube Azul, aquela música. A musiquinha. E acelerou.

e virou uma febre no Brasil. Igual a nossa. A edição do Pânico mudou a televisão. Mudou. E aí a gente começou a fazer a linguinha. E você tem razão. O que usa hoje na internet é Pânico. É verdade, linguagem da internet. Tinha vez que a gente vinha e falava, puta, matéria, ficou uma bosta. E aí a televisão salvava. A edição salvava isso. Aquela coisa do coice, do cavalo. Sabe do Zino? O Zino nunca falou. Ronaldo brilha muito no canal. Nunca falou. Junto, não.

Ele falou Ronaldo, e depois de um outro, o editor cortou e me endou. Agora tem uma coisa também. A gente ficava puto, quando eu falava pro Vesgo, a gente discutia, falava, gravava três horas pra ir pro ar, tipo, 15 minutos, ia perder muita coisa. Porque o editor não tinha só a nossa matéria, tinha do Bola, tinha do Carlinhos, da Sabrina.

Então, eu tento mais ser conciso. Depois a gente aprendeu a fazer. É que o Vesgo é exagerado. Não, mas não era maldade. É porque ele é um cara... A mente do Vesgo, eu entendo, Rodrigo, que ele é produtor. E a gente também tem isso, né? Aprendemos a fazer. E a gente queria também facilitar o trabalho do editor, porque o cara virava ali noites editando. De quatro horas de manhã. Mas dava raiva. Quando você entregava um material muito bom, e o cara fazia o quê?

nas coxas. É, acontece. Eduardo Montes Tesoura. Às vezes era correndo, o cara tinha que fazer mais... Ele renasava pra ele fundir a tua matéria. Os caras estavam cansados, também era muita matéria. Ele pegava um material bruto tipo, ruim...

Isso não vai dar certo. Quando vir no ar, era maravilhoso. Salvava, salvava. Mas muita vez a gente se dava um material bom. Você sabia onde tinha piada, quando tinha coisa legal. Por que não foi o ar? Por que não aproveitou isso? Por que não foi aquilo? Não precisava nem de edição. É, Raimundo, vai lá você editar. Se não, tá bom. Mas é isso, porque eu acho que tem que brilhar todo mundo, né, velho? Pois é. Aquela galera que trabalha virando, vira também pra gente aparecer.

E às vezes você não sabe o nome. Então tudo que é edição hoje de programa... Quando que o Pânico virou, virou mesmo? Qual foi o primeiro hit? Eu acho que o primeiro hit foi Hora da Morte, que chamou atenção para a galera parar. Quem são esses malucos? É porque está fazendo um sucesso... Foi meio que junto, Hora da Morte e Vesgui Silva. Não, mas assim, foi depois. Foi depois, eu acho. Vesgui Silva foi depois. Virou com sandálias da humildade. Bem depois, né? Esse foi o primeiro fodão foi ele. O Havaiano. Sandálias. Sandálias da...

Não, mas aí, falar parece pretenção. Acho que primeiro foi Hora da Morte que chamou a atenção. Foi, mas... O JQS, né? Que fazia sucesso na época. JQS, exatamente. Mas o Punk... Eu fazia e o Vesgo produzia. O Vesgo nem fazia o... E depois o Vinícius. Hora da Morte. É, depois entrou o Vinícius. Mas eu lembro, Bolinha, que na época, antes do Pânico na TV, o Tutim pegou a gente e pegou uma gravação do JQS. Você lembra? Lembro. Que mostrou. Que mostrou a gente. Porque a gente queria fazer no começo... Vai lá, meu. Se mata. É.

assim, né? A gente queria fazer um formato meio rádio, não sabia ainda o caminho, né, Bola? Não sabia nada. Por isso que deu certo. Por isso que deu certo. Nós vamos fazer um jogo no Conversei e você, um jogo do acho que do São Paulo e não sei quem no Morumbi, que era Libertadores. Eu nem vou lembrar disso. Vamos fazer um, gravar um jogo. Me lembra, Bola. É, aí, bicho, ficamos mais uma roupa normal.

uma camisa branca não tinha nada de time e era São Paulo e não sei quem era, foi ruim pra caralho puta bicho, ruim e os caras começaram a encanar que a gente torcia pros outros quase apoiamos, acharam que era de outra torcida tínhamos que sair voado de lá

Uma vez que eu fui gravar com o anão... Mas você ia de Milton Neves. O anão de corintiano, cara. Era Santos e Palmeiras. Pedala Robinho. Era Santos e Palmeiras. Só que a gente gravava na torcida do Santos, só que a gente depois queria pegar o acesso por cima no anel ali pra ir embora, só que você cruzava o torcedor. Meu Deus. Vai morrer, vai morrer. Eu já entrei pra salinha e já me escondi. O anão tomou um cacete. O anão era afogado.

O cara como é que é? Já veio um, já veio três, cinco. Eu nunca me esqueci de gravar. Segurança apanhando todo mundo. Não é o Nestor. Eu fui fazer Santos e Palmeiras. Ele apanhou pra caramba. Eu fui fazer Santos e Palmeiras, eu e o Carioca, na Vila Belmiro. Carioca de Filipão. Pelé fazia esse aqui. Filipão. Não pode mais. Não pode mais fazer o Pelé. E chegamos, os caras, os caras, os caras palmenenses e tal, de boa.

Sentamos e, puto, o Palmeiras tomou acho que de 3 a 0 do Santos. E no final, não sei que nego, se ligou, uns 40 do segundo, sabe? Esse filho da puta, esse cara, tu acha que bota fogo esse ouvindo. Quem? O Carioca, eles viram que era o Carioca. Depois se ligaram. Esse pau no cu tá aqui secando. Falei, Carioca, vaza.

vaza que você vai tomar um pau. E os caras se criam da puta. Eu falei, Mish, não dá. Não dá pra brincar. Eu lembro que uma vez eu fui gravar lá em Santos, de Pelé, com a Nicole. Ai, que todo!

Mas eu não fui de Nicole, porque eu fazia... Me come bolso, como é que era o nome? Eu fazia... Me come bolso. Me come bolso. Hoje não pode mais. É, não pode. E eu achei ele se fosse engole bolso. Não pode, cara. Que história é essa que não pode? Eu vou falar engole bolso. Óbvio, cara. Mas vem a mulherada e fala... Ó, você tá falando assim da mulher. Mas é como que foi. Como que foi? Que mundo chato, tá vendo? Doutora, você é raiz, cara? Que coisa chata do cacete isso, cara. Então, o que acontece? Eu fui de Pelé, na época que podia pintar, hoje em dia é blackface. Blackface. Mas aí eu fui com a Nicole, cara... Mas é, Eric. A Rita não é whiteface? Não sei.

Hoje em dia qualquer coisa a galera não quer processar. Boa pergunta. Mas eu ia de Pelé em Santos e a galera brincava comigo e não dava nada. Nada, nunca deu. Aí quando levava uma gostosa era justamente... Pra acalmar. Hoje falo que é objetificar a mulher, né? Hoje não dá. Pra isso, pra chamar... Pra chamar atenção. Claro. Entendeu assim? Causar, né? Causar, é. E aí ela errava alguma coisa, fazia piadinha com ela, a edição ficava muito legal, fazia a matéria crescer.

Mas já teve uma vez que eu fui gravar no interior um jogo. Mas nunca aconteceu dos caras aí pra cima. Quase que eu apanhei. Teve briga de torcida e eu lá no meio. Nossa. Ah, não por causa de você? Não por causa de você. Não, não, não. Não, é quando começa a briga, você tá no meio. É, espalha a treta, meu. Então, mas assim, a gente... Mas e as gostosas? Não tinha ninguém que ia pra cima das gostosas? Sem noção. Quando a gente começou a ficar muito famoso, eu levava muita segurança.

Não só pra gente, mas pras mulheres, pra proteger as meninas. Muita segurança era um dois, né? Não, não. É, muita segurança. Chegou um momento lá no Rio de Janeiro. Eu era com um dois. O que que acontece? O pânico em São Paulo. Tá. A galera do Rio, os atores, ficam lá na praia, água de coca ali, bebem uma cervejinha, a galera tá acostumada.

Quando o Pânico ia gravar no Rio de Janeiro, eu tô falando, mesmo que Silvio... Você tá falando na época de sucesso. Do auge. A gente não conseguia mais gravar, porque a galera achava que era uma brincadeira. E era um trabalho muito sério pra levar. Gravavam num sábado, tinha que entregar pra fazer o programa. Domingo. Em cima da hora. Então gravava ali, tipo, de 10 da manhã até o final da tarde, naquele sol.

Chegou um momento que pra gravar... Que coisa morfética. Porque a galera ficava tudo em volta. Ficava jogando na câmera, batendo no microfone. Puxando peruca. Fazia mexer puxando peruca. Fazendo a dança do cinto que a gente criou, né? Você foi comigo pra Blumenau gravar o Oktoberfest? Fomos, fomos. Foi eu, você e as gaga. Eu fui, eu e as gaga. Quase emparta lá. Quase apanhou isso aqui. Começou a xingar Blumenau na frente do rio. Os caras bebam tacando bituca de cigarro. É, velho. Era assim, é loucura. Aí depois os caras nunca... Mas por quê? Porque os loucos, cara. E eu conheço bola, né? Lembra? Tipo o Goiânia com a garrafa assim. Puto eu puto, velho. Ele aqui, eu... Batei na cabeça dele. Ah, filha da...

Pura, cara, bota. Olha isso. Que safado, ó. Mano. É normal. Essa festa de bosta. Tudo boa a lâmpada. Quase de boa a lâmpada, gente. Nunca mais pisa em Blumenau, seu filho da puta. Que eu falei, essa festa de bosta. Só tem bêbado dessa merda. Porque a gente juntava a gente. Não juntava a turma bacana, juntava os bebês. Claro, não chato. Eu de boa uma fralda de alemã.

As duas gaga, esse louco no meio. Os caras tacaram a bituca acesa na gente. Porra, mano. As gaga ficavam puta real mesmo. Porra, ficavam. Puta real? Mas você era o cara que sabia conduzir, é o que dava mais pilha. Eu lembro quando eu saí do Pânico em 2015, o Carlinhos foi fazer a... E com o Chão. Eu vi as gagas.

E para o Charles? Também? O Charles foi maravilhoso. Ele tirava o Charles da estribeira. Mas como você tirava? O que você falava para tirar? Ele usa calcinha. Ele usa boba. Ele tem, sei lá, não sei o que ele tem. Autismo? O que ele tem? Ele tem problema. Não sei, enfim. Então você fala, hoje eu estava no camarim, eu vi que o Charles meteu uma calcinha bonita.

Que garçom o quê? Puta, ele ficava bravo. Pode parar de gravar que eu vou embora. Não tô usando calcinha. Tá bom, não vamos falar mais. Só essas piadinhas, sabe? Com a Gaga. A Gaga era maravilhosa. Ela trouxe a irmã dela, não tinha comunicação.

Não dava ali. Como é que você fazia aquilo lá? Era difícil. Começou no estúdio, depois esterna. Aquilo ali era um show de humor, irmão. Era eu, o Charles Henrique, as duas gaga, a bicha muda. Era um puto hospício. É o que é hoje o Roda Solta. Mas era um hospício, irmão. Sem controle. Sem o menor controle.

Puta, o E. Ele gravou com a gente. O E não foi no Tica. Ele morreu, cara. Ele foi? Não foi no Tica. Quando ele veio aqui a última vez, ele estava bem malzinho. Ele não foi no Tica. Só que ele botou pilha no... Que era do Pânico também. Não é o Henrique. O que é apaixonado pela Simone.

A Simone? É, ele é fissurado pela Simone, que ele quer casar com ela. Confuso sublinho. Confuso sublinho. O Alfonso. O Auei falou que ele estava fedendo merda. Nossa, ele ficou tão puto. Estou fedendo. Cara, a gente teve que separar, senão ele ia dar porrada. Eles perdem a inscribir. Eles acreditam. O Bola vai lembrar, e o Carlinhos também, eu cheguei em 97.

Cara, a gente sempre atraiu o maluco. Tinha uma menina que eu nunca vou esquecer e também um cara que falava paixão. Eu lembro. O Satírio. Eu não lembro. O que é o Rolante? Vai, vale bola. O Satírio era um puta lelé. Ele ia na rádio. Ele parava no vidrinho e levava...

O papelzinho dele do manicômio que ele tinha liberado ele pra ele ver o Pânico e voltar. O L Santos. O L Santos. Era outro. No Pânico, na época, no 14, o corredor tinha um vidro. O Aquário. Do lado esquerdo assim, tinha a bunda e o pé do L Santos na parede, marcada.

de tanto que ele ia ele não faltava, eu faltava mas ele ficava quietinho mas ele chegava, olha o Santos, tudo bem pô, onde você trabalha o Santos? trabalho na Bayer caralho, mano vou lá um dia te visitar, irmão, não pode

Por que não pode? Tem muitos portões de acesso, não pode. Não era loucura. Cara, ele era meio coitado, meio de rua, né? Não tô lembrando do... Era muito mendigão, mas era... Aí o cara, você trabalha com essa roupa? Ele falou, não. Eu pego o carro, eu saio da baile.

Eu paro no shopping Ibirapuera, porque é muito louco. Meu Deus, eu vou te lembrar disso. Eu paro no shopping Ibirapuera, eu me troco, deixo a roupa, o terno no carro e venho pra cá de ônibus. Ah, ele de terno. Ah, ele deixa o carro. Tirava o terno, punha a roupa de meio de mendigo e ia pro pânico. Aí ele voltava, quando acabava o pânico, botava o terno e voltava pra Bayer. Eu lembro de um aqui. É muito louco, irmão. Eu tava há poucos meses em São Paulo, na rádio.

E eu lembro de uma menina, que era até bonita. Jogava água na gente. Essa menina subia no 14º andar. Ela dizia que a frequência da rádio dava interferência no telefone da casa dela. E a gente estava hackeando as coisas. A gente estava hackeando. Jogou CDs no chão. A gente jogou CDs. A gente hackeava o computador dela, hackeava o telefone.

Hackeava a porra toda. Ela entrou no estúdio gritando, jogando CDs no chão. Porque antes não precisava se identificar aí embaixo. Qualquer um subia. Ô, louco, cara. A galera que não sabe o que é CD é depois da febre da série. A galera sabe, pô. Não sabe. O molecado hoje em dia não sabe. Não sabe. Você sabe o que é CD. Não, ele sabe, mas o bigoda nem sabe. Você não sabe o que é CD? Pergunta pro filho do Dudu. Não sabe, ele falou, já cedi muito. Ele sabe o que é CD, Dudu. Não sabe o que é CD. Eu segurei. Ah, ele não sabe. Ele com certeza não sabe. O que é CD?

Não sabe, não sabe. Não sabe. Está em Marte. Essa menina correu. Sabe o que não me sai da cabeça? Ela mudava o cabelo. Quem? Essa daí? Vem aqui, Gustavo. Vem aqui, Gustavo. Nunca me sai da cabeça isso. Eu lembro que eu desci com o Emílio. Emílio ia embora, ia almoçar. Ela corria atrás da gente. Ela saiu correndo atrás de mim, do bolo do Emílio. A gente foi para o estacionamento e ela jogando as coisas. Água, jogava com a sua dada. Água. Água. A gente sempre atraiu pessoas assim bacanas. Tinha ela, tinha o Satine. Tinha um loco também que ficava na galeria. O que estava os quadros, como chamava? Ah, ok. Quem?

pintava os quadros. Tinha um que pintava uns quadros, como ele chamava? Pintava bem, pelo menos? Não, pintava uns quadros. Ele levava pra gente.

Ah, esse aqui é o Simba, o Marujo. Ele pintava o Simba. Como que ele chama? O Vesgo surgiu assim, levava queijo lá de Itaí Andor. O Vesgo ligava. Ligava e levava queijo. O Vesgo é horrível. Mas ele era doidão também? Não, imagina. Ele encheu o saco pelo telefone. Uma vez ele deu o meu telefone no ar. Então deu certo, cara. Ele deu o telefone na minha casa no ar. O Vesgo era doido. O Vesgo era doido. Não tinha celular nada. Aí nós pegamos o dedo da casa dele.

Liguem de madrugada A mãe dele ligou pra gente E falou, pelo amor de Deus A gente não dorme mais Pede pra parar de ligar E nós pedimos pra gente parar de ligar pro Vesco E adianta? O Vesco causava sempre E ele sabia fazer o marketing dele Porque ele chegava lá na rádio Ele estagiou na rádio comum Estagiário de promoção A primeira vez que ele foi, eu lembro dele magrelinho

Com a caricatura dele mesmo. Uma camisa. Uma camisa. Você lembra disso? Ele trazia o queijo de Itaendu. Trazia doce de leite. Doce de leite. Então... Você vê. E hoje o cara tá bem... Ele, a Amanda, era ouvinte. Amanda. Amanda Ramalho. E ela era mal-morada? Era isso. Era isso. Regaçava os caras. Pessoal achava que era armado e não era. Depois ela foi trabalhar na rádio com a gente. E ela regaçava o convidado. Ah, você não é nada. Você fez a mulher de show, sumiu. O Emílio é um cara muito, muito assim, muito visionário. Muito visionário, né, cara? Muito visionário. Esse cara é bom. Ele metia lá, velho.

Ele sabe usar os loucos. Por exemplo, ele sabe usar os loucos. Mas tipo assim, ele está fazendo rádio até hoje, ele não precisaria fazer mais. Ele ama o que ele faz. Ele deve gostar muito. Não é trabalho para ele, ele ama aquilo. Ele não pode parar de falar. O velho adora a rádio. O Carlinhos, ele era boy da rádio, mensageiro da Jovem Pan. Mas você foi para lá querendo fazer outra coisa? Essa é a história legal da dona Marguerra. Aí na hora do almoço, o que ele ia fazer? Na hora do almoço dele, ele ia para o estúdio e vê o Pânico.

Ficava lá do lado de fora. Ele sentava lá do lado de fora. Aí eu fiquei com o amigo. Ele tinha a senha do meu cartão, porque na época não tinha aplicativo de porra. Não tinha nem celular, cara. Não tinha nem cartão. Aí eu, Carlinhos, pelo amor de Deus, saca 200 reais, 200 cruzeiro pra mim. Eu dava o cartão pra ele, a minha senha é essa. Ele ia sacar e devolvia o cartão. Carlinhos, preciso entregar essa carta, dois corteiros aqui, deixa comigo.

Ele ia, levava. Mas ele assistia o Pânico. Uma vez que eu fui depositar um cheque pro Emílio, meu, alto, hein? É? Eu quase sumi. Não, não tinha que depositar. E aí tinha um mendigo na Paulista de verdade. Pensou assim, se você tivesse sumido, era outra história. Tinha um mendigo na Paulista, tinha que ver como chama, um mendigo, cara. Alex. Alex. Ele falava assim? Falava assim. Foi o primeiro mendigo. E ele começou a imitar o cara. Foi o primeiro. Era louco de pedra também. A primeira voz do mendigo era essa. Mas dava pra eles ou pra galera? Começou a imitar, começou a brincar.

Eu ia almoçar de vez em quando com o Emílio na Paulista, a gente ia no estante sempre bater perna e tinha esse cara na rua. Eu falava, Emílio, você tem que ver esse cara. O cara falava nada com nada. E ele me estava igual. A gente parava para conversar com o mendigo, morador de rua, vai. E ele trocava ideia. Mas nada com nada. Não, mas nada com a lua dele. Nada com nada. Ele falava, qual o seu nome? Ele falava, meu, eu não entendo até hoje. Não sei se era Alec, Sandro, Alex Júnior. Eu quero cantar para vocês. Ele cantava nada com nada. Aí ele falava, eu estou lançando um jogo.

Chama Parasitano Casamar. É. Mas como é que é isso? Ele fala o que inventava. Aí ele fala que ele tava procurando. O quadrado no meio do quadrado homem. Porque a novela tá no ar, é o roteiro que eu escrevi, não sei o quê. Ele viajava. Devaneio. Como é que era do quadrado? O quadrado desenhou. Ele falava assim, ó. Vamos fazer uma pergunta pra vocês? Pra mim, pra Emílio. Ele falava, o homem tinha um quadrado. Dentro do quadrado o homem assinou o risco. Qual o nome do... O que significa o risco no quadrado homem?

E você tinha que adivinhar. Cara, ele começou a fazer isso na rádio. Eu comecei a falar isso na rádio. Ele começou a fazer na rádio. Como é que é, mendigo? E eu repetia o que esse cara fazia. O homem desenhou o quadrado. O homem desenhou... É do quadrado e assinou o risco. O que significa o risco no quadrado? O Emílio deu o apelido dele de mendigo. Faz um mendigo aqui, pô. Nada a ver, meu. Aí ficava essa loucura. Aí eu entrava, cantava umas músicas meio bêbadas, sabe? Mas o cara era muito tímido. Muito envergonhar e muito inseguro.

Mas era só rádio, né? É, não... Cara, a gente é seguro nas coisas que a gente tem. Você sabe que você faz bem, tá ligado? Na época você não tinha certeza. Eu tava me descobrindo, porra. Mas eu lembro que eu fazia o Paulo Jalasca e você me acompanhava pra gravar as vinhetas. Sim. E quando eu comecei a fazer o show em São Paulo, em 99, ele ia nos shows comigo. Eu ia direto. O Japa, o Marcos Zaghena, produziu o show comigo, dirigia. E o Carlinhos ia no show lá, tem foto sua lá na plateia.

no Arturo Azevedo, aqui no Paulo Herói, Santa Mara. Mas ia assistir. Ia assistir. Ia assistir o show. Bola foi no show também na época. Mas o Aguini entrou só na TV ou ele já trabalhava na rádio? Ele fez um pouquinho da rádio. O mestre Ioda. Na TV ele fez o mestre Ioda. Ioda era fioda de forma. O Ceará tinha um... Como chamava o teu camarim móvel? Ah, que eu fazia o show das perucas. Era o tamanho dessa mesa. Ele botava no porta-malas do Vecchio. Não cabia numa van.

Eu ia fazer o programa... Olha, gente, é portátil, eram oito pessoas pra carregar o negócio. Também eram 15 cantores. Era peruca que não acabava mais. Aí um dia eu fiz o programa do Fábio Júnior. Maravilhoso, velho. A Record mandou uma van e cabia. Puta, mano, uma caixa. Pesada. Hoje em dia é mais fácil o alumínio e tal. Mas a gente tem muito história. Eu lembro do Carlinhos. E ele já imitava a risada do Luciano U, que fazia umas vozes engraçadas. Ele falava, Carlinhos, você tem que falar com o velho, com o Emílio, porque você tem talento. Não, não tem. Aí um dia ele entrou no estúdio, Emílio, ó. Olha, faz umas vozes...

Nem deu bola pra ele. Sério? Sério, não deu bola pra ele. Depois o Emílio viu que ele era muito engraçado, porque o Carlinhos morava perto ali da Granja Viana. É. E muitas vezes o Emílio foi conhecendo o Carlinhos, vendo que ele era um cara talentoso. Dava carona pra ele. Dava carona pra ele e viu o talento que ele nem sabia que tinha. Como chamava ex? Ster. Ster, minha primeira namorada.

Você não era casado com ela? Morava junto? Morava junto. Comprova o pãozinho francês. Mas que é essa história? Não pode? Não pode? O Bolas faz...

Melhor não. Ele chegou a morar no apartamento comigo com o Carioca. Sério? No Pardeiro. Ah, depois que você parou. Foi. A melhor época das nossas vidas. Sério? Bateria do Dr. Mas por quê? Porque não era maravilhoso morar no Pardeiro? Era. Mas a época do... Que pânico que era esse? No ano 97, 98. Só na rádio. Só na rádio. E cara, você fez duro e feliz. E a rádio tinha um apêzinho que botava os locutores.

que vinham de fora de São Paulo. Ganhava pouca... Sabe o que a gente fazia antes da TV? Eu lembro que uma vez o coordenador... Não falo o nome do coordenador. Qual que era? Que você estava com um ator global, acho que era você, o Vezo, pegaram as meninas. Ah, foi. O cara dormindo aqui, o cara casado, o cara tinha que dormir na rádio pra trabalhar, o coordenador não fala o nome. Coordenador importantíssimo. Coordenador importantíssimo. Um cara alto escalão da Jovem Pan.

Esses malucos, eu não estava, eu não acreditei que eles fizeram. E tinha um ator da Globo que não precisava. Um ator da Globo de ponta. Sei. Primeira linha. Primeira linha. Ele gravava com a gente. Fesco, Carlinhos, o que vocês fizeram? Ele gravava com a gente de máscara para não aparecer. Para ninguém ver. Ele amava o Pânico. Mas ator de ponta. Hora da Morte. Cara, eu já vi essa história, eu sei quem é. É o Henrique, Henrique. Henrique, Henrique. E aí essa história, como é que foi essa história? Eu ia trabalhar de manhã na rádio, quando eu acordei, eu falei, não tô acreditando. O que vocês fizeram? Eww!

Os caras foram pra Augusta, rodar atrás de puta, levou as puta pra apartamento, mó zona, em cima do Marcelo. Rapaz. O Marcelo Maurício, sabe? Marcelo Maurício. Então olha, já era louco antes da televisão. Quase deu entregada. Era louco.

Daí pro pânico na TV é só... Então a gente viu o que fazendo. O Bolo uma vez estava no hospital, lembra? O Bolo foi operar. Eu tirei pé da vesícula. Isso também é rádio? Não, só rádio. Eu não lembro disso. Aí o bicho, eu tô no hospital. E ele não recebe ninguém, né? Você sabe, né? Foi eu e o Bode. Não recebe ninguém. Mas esse aqui, o Bode me visitar.

Eu não sabia que chegaram os dois, eu pô, que legal, meio com dor e tal. Tinha tomado umas? Bicho, daqui a pouco isso aqui começa a dar uma calzada, começa a gritar, já é que tava pegando fogo. Ah não, na janela do quarto. Não, o senhor não fez isso. Fogo na janela do quarto. No hospital. No hospital, velho. No samaritano. Mano. Do sétimo andar. Normal, tranquilo. Ele cheio de negócio, cara. Eu levantei, bicho, com as coisas. Olha que tô indo na janela dos caras.

Calma, o bombeiro tá vindo. Eu falei, mano, olha o que você fez, seu filho da puta. Olha, e os caras do hospital vindo. O que tá acontecendo? Eu, esse filho da puta, velho. Os caras, calma, não pula.

Não vou pular, cara. O bombeiro tá vindo. Eu falei, meu Deus do céu. Nunca mais o bola vai ser uma visita. O bola tá indo no hospital. Não, foi embora já. Já teve alta. Mas sabe o que eu acho, cara? Vocês tinham tanta vontade que desse certo, né, cara? Era uma coisa tão... A gente tinha três meses pra dar certo na televisão. Eu vou no toalete rapidinho, tá? Tinha. Três meses. Mas vocês conseguem lembrar a sensação de vocês de que aquilo podia dar muito certo e quando deu, não é a mesma coisa? A gente não sabia que ia dar certo. Não é? Tipo...

A vontade de dar certo é muito maior do que quando dá certo, você já está no trabalho. Eu tenho uma frase que eu falo assim... Você não aproveita tanto quanto a cara... Eu lembro direitinho a primeira vez que nós passamos um fantástico. Eu não lembro. Eu não lembro disso. Ah, passaram... Ah, passaram audiência. Eu louco. Eu achei que tinha passado um fantástico. Era uma coisa que a gente nunca achou que nunca ia acontecer. Não, o Faustão também. Faustão fantástico. A gente dá pra imaginar. Ainda mais na RedeTV, né? A gente dá 5 pontos, os caras davam 20, 30. 30. Cara, vocês passaram fantástico. A gente passou fantástico. Com o quê?

Foi com... A Gorete. Usina. Não era a sandália? Mas acho que alguns quadros passaram e empataram. Era um negócio tão absurdo. 10 minutos, 5 minutos. Sei, sei, sei. Passava. Cara, era o assunto da segunda-feira na escola da galera. Numa televisão desse tamanho? É. Contra o gigante da...

Porque se fosse um SBT, dava pra sonhar, né? É, até pra lá, entendeu? Mas o SBT dava muita audiência na época também. Claro. Muita audiência. Dava. Muita audiência. Era briga feia, era Gugu, era Faustão, era Silvio. Putz, é mesmo. Era a briga do domingo. Era Silvio, era nóis. Por que vocês entraram no domingo, no pior dia, né? Não, mas isso que é legal. Eu vejo... Você encontra... Sempre foi domingo, né? Você encontra a oportunidade na dificuldade.

Eu acho que isso nos fez fortes. O que tinha antes? Você sabe o que tinha antes do pânico? Não, tinha a TVN, era o programa de esporte, a Eluza Mel, mas assim, a nossa vontade, eu falo assim, que a vontade de vencer tem que ser sempre maior do que o medo de dar errado. Com certeza. Então acho que todos estavam nessa mesma sincronia. E vergonha, todo mundo acreditou. Porque a gente queria ganhar dinheiro também, radialista, você quer ganhar dinheiro, você quer ficar famoso pra trazer o quê? Uma vida melhor pra todo mundo. E aí foi uma oportunidade que a Jovem Pan nos deu.

E todo mundo com o tempo depois... Quem que bancava? Metade Jovem Pan, metade... O Tutinha foi o cara que tinha um patrocinador. Acha era vivo? No começo? Era Kaiser. É Kaiser. É Kaiser. É Kaiser. Primeiro foi vivo. Kaiser e vivo. O Tutinha conseguiu um patrocínio. A gente tinha três meses, se eu não me engano. Dá-me com o Rifa. Ah, três meses de patrocínio. Pra dar certo o programa. Pra ser renovado. Pra ser renovado.

E aí depois entrou o Kaiser, que a gente foi no mercado municipal. Você lembra, Bola? Teve uma festa. Uma festa coletiva. E o negócio foi dando certo aqui. Então acho que todo mundo colocou o ingrediente nesse bolo e fez essa massa crescer. A Sabrina é desde o começo ou não? Desde o começo. Desde o começo. É mesmo? Ela saiu do Big Brother. Ela estava no piloto. Ela estava no piloto. Ela sabia que era engraçado demais. Eu nunca me esqueço. Mas puta aposta dela. Ela saiu do Big Brother e ela foi dar entrevista para a gente no Pânico. Na rádio? Na rádio. E aí rolou assim? Não, ela sentou.

Foi lá, foi lá Foi na rádio E a gente pôs essa minha vida legal É

Você curtiu fazer virgode? Curti. Monossilábio. Ela não falava, irmão. Mas era de vergonha? De vergonha, não tinha mãe. Era de macho ali, velho. Uma gata linda. Ela sentou ali. Era muito macho. Ela não falava. Tinha vergonha. Mas ela, depois, começou a mostrar os dias. Ela criancinha, com o pente, cantando. Eu lembro. Com escova, né? É, eu lembro. E ela falou assim, ó. Eu vou ser famosa e a minha irmã vai ser a minha empresária. Eu lembro disso. Ela sempre teve vontade. Ela sempre teve vontade, cara. Então, cara, eu acho que a gente tem que ser grato.

Eu falo de gratidão. É uma junção que não... E aí depois eu saí. É lógico que ninguém vai gostar quando você pede para sair. Mas hoje olhando pelo retrovisor da vida, cara, eu encontrei o Emílio no casamento do Bolo. Foi tão bom bater um papo assim. E eu acho tão legal porque a gente...

Começou do nada. Entrar, tipo, a galera já com o produto dando certo... É, outra coisa. É bom. O Edu foi um cara que entrou. Tem a participação dele importante. O Gui Santana. Mas o Pânico Raiz era você. O Evandro. Assim, eu acho que no começo eram só radialistas. Era você? O Carioca disse o começo, claro. Bom, o começo mesmo. Bola.

O primeiro, Emílio, que é o maestro. Rádio ou TV? Não, na TV. Emílio, Bola, Carioca, eu, Carlinhos, Sabrina, Vinícius. O Vinícius desde o começo? O Marcos, a Guena, o Japa. Homem Bambu. Mulher Samambaia. Mulher Samambaia. Que é a Dani Souza. Desde o começo? Desde o começo.

Desde o começo. A múmia quer saber? A múmia. As duas meninas lá, lembra? Que era... As Paniquets. Isso, tinham duas. Que era a Alessandra, que era a Morena. E a Maris Quieres. Oh, a Maris Quieres. Que era a Loirinha. Loirinha, lembro. Olha que puta foto legal. Então, amigo, você tem a noção que... Essa foto é linda. Eu publiquei essa foto aí. E botaram eu com peito de pão na frente. Você pode fazer foto no Instagram? Pode mostrar aqui? Pode, que é isso, né? Ah, olha essa foto aqui. Opa, os aparelhos... Só faltou a japa. Era aí.

Essa câmera aqui, desculpa Tira a mão, senhor Peraí, você não entende Você nunca trabalhou com isso A câmera aqui do Google Earth Mas é uma reunião De uns caras que foram muito felizes Trabalharam num negócio histórico E estão se reunindo depois de um tempo O Carlinhos vive lá comigo em casa O Bola nunca faz isso O Bola se mistura Eu pra sair de casa Ele não se mistura E os os os os os os os

Mas Carlinhos vai lá em casa Carlinhos se chama ele para entender Ele vai lá em qualquer cor Eles vão na Cracolândia Qualquer lugar eles estão Eu vou em qualquer lugar Eu vou nos lugares que eu gosto Mas eles tem que ir em evento do Spotify Tem que ir no YouTube Aí você fica um pouco e sai fora Amigo, amanhã é feriado Amanhã é feriado, eu estou com obra em casa Se não ser dia do trabalho, eu vou trabalhar Eu falei para minha esposa E os os os E os os

um cara provedor, pega a nossa filha, vai curtir lá na casa dos amigos. Hoje? Hoje, foi hoje de manhã. Vai, vai voltar domingo à noite, vai lá curtir. Porque a Mirella tem alergia à poeira. Olha, filho da muta. E aí, cara, amanhã eu vou acordar às sete, oito da manhã, tem a galera trabalhando lá em casa. Porra, que barulhão. E aí a Mirella, trabalhando na chibata.

Foi a época que a gente aprontava, hein, Carlinhos? Quando eu me separei... Tem história, tem história. Oi, o Carlinhos. Que é bom de festa, viu? E esse aqui? Eu e esse aqui? É, e o Bola... Mas eu não tenho saudades, não, sabia, cara? Porque é tão bom estar com a família. Não, nós pegamos uma época que acaba. Foi uma época que tem saudade. É que se você não tivesse vivido, você ia sentir falta. Você viveu um momento bom. Bom, deixa eu falar uma coisa pra você. Eu fiz a bobagem, não vou falar o nome.

Quando o Pânico foi pra TV, meses antes, eu fui morar com uma pessoa. Não foi bobagem nada. Não foi legal. Porque foi bobagem. Mas foi uma bobagem. Uxa, você achou que não era. Primeira mulher. Não, não, não é primeira mulher. Porque eu sou um cara muito correto nisso. Ah, tá.

Então assim, a mulher que eu casei, que me deu uma filha linda, é a Mirela Santos, que a gente casou. Uma coisa certa, o Bola casou agora, ano passado. Pois é. O Carlos um dia vai casar, eu acredito muito nisso. Seja filho da vontade de Deus, não tem vontade. Não? Não tem vontade. Ah, mas vai, vai. Eu também não tinha. Vou te conhecer no seu dia. O Bola também não tinha. Na vibe que você falava também. Casou com 50 e... Não, eu não falo que eu não vou, não falo que nunca vou casar. 57. Mas eu também era de... Eu era zero.

O carioca desse... O carioca e o Gilson. A pessoa, cara. Você encontra a pessoa. A pessoa ou sua cabeça mudou? Não, a pessoa mudou a minha cabeça. Você vai ver. Mas começou meio despretensioso com ela. Começou meio... Vamos namorar. E tá ótimo. Tá. Aí vai passando tempo... Aí eu tirei um tumor da parótida, que era benigno, graças a Deus, e falei, puta, eu morava com o Cadu. Porque eu também fiz uma cirurgia no coração em 2020. Eu lembro, cara.

E aí fui morar com o Cadu. Aí eu falei, putz, eu não vou ficar na casa do Cadu, pra ele cuidar de mim é um saco.

Falei, Gabi, vou ficar na tua casa. Ela falou, pode ficar o cu de você. Tinha que trocar curativo, trocar sonda, não sei o que. Nessas horas que você vê quem é parceiro. Eu fiquei um ano e meio na casa dela. Eu falei, cara, que legal, cara. Que mulher bacana. Você nunca tinha tido essa experiência, né? Não, morar esse tempo todo não. Não, não, e de companheirismo, né? Não, não. É um estágio pra valer o meu casamento. Que legal. Aí, beleza, voltei pra casa. Aí começamos a conversar. Falei, vamos morar junto.

Para vir, né? Foi tão legal. Começamos a procurar apartamento, achamos um apartamento, e aí moramos mais um ano e pouco. Puta, vamos casar? Vamos casar. Sabe, tudo... Não foi nada forçado, nada, sabe, obrigado, nem da parte dela, nem da minha.

Se lá chegar essa puta, não quero casar, tá bom. Não precisa casar. Mas, irmão, no começo do Tica, você vê o Carioca, você tem que casar. É o casal caralho. Eu lembro disso. Onde é que virou a chave? Foi o Carioca que falou ou o Freigilson? Não, foi o Freigilson. Ele falou? O dia que o Freigilson foi no Tica. Ele falou, tem que... A Gabita vai e falou, você tem que casar na igreja perante a Deus.

E é diferente. É diferente. Aí vem a responsa. Tem uma galera. O que você acha que é? Eu acho aquela coisa espiritual mesmo. Quando Deus fala. Independente da sua religião ou se você não acredita.

É diferente a sensação de casar com alguém. Ele fez meu casamento e me deu um presente tão lembrando. É a bênção papal. Como assim? O papo ali no 14 e a bênção... Ele vai fazer piada. Pinto tá subindo? Não, a bênção no casamento. Ah, que bênção papal. Você fez um bolado e você foi pedir desculpa a ele, seu coisão. Não vem, não. Porra, o cara é um assunto sério. Ele fala as piadas e depois se arrepende? Ele foi pedir desculpa. Ele quer fazer uma gracinha, o Zé? Não, eu fui homem, porra. Eu posso fazer piada? Eu posso errar fazendo uma piada? Eu falei que ele bate com a neta.

E daí? Quem? Eu falei que o Frey Juson bate punheta. E daí? Tá, beleza. Se passou. Por que se passou? Por que se passou? Você tem seus ídolos. Gustavo Lima tem o dele. Neymar tem o dele. Tem gente que gosta da gente. Tem gente que gosta do... Então ídolo, porra. Ídolo. Eu não tenho ídolo.

E ponto. Aí eu fiz uma brincadeira. Deu afinada. Aí no casamento do Bola, eu não sabia que ele ia fazer a cerimônia. Só que, cara, eu tô nessa. Eu tô em jejum. Eu tô orando e tal. E quando você vai fazer a piada, a piada, ela pesa em mim. Não é só no cara. Antigamente eu cagava e hoje pesa em mim. Pesa em mim. E eu encontrei ele. Aí falaram, ó, não vai falar nada com o cara. É um artista na porra do... É um ser humano. Aquele bem cumprimentar, eu puxei a mão dele e falei, tudo bem.

Olha, eu fiz uma piada com você essa semana. Nem sei se você viu a piada infeliz, feia e ruim. Que Deus te abençoe. Me perdoe pela piada. Foi humilde. Foi correto. Fica tranquilo. E acabou. Ele é maravilhoso. Tudo certo, pô. Eu não conheço pessoalmente, mas todo mundo fala que ele é maravilhoso. Mas o que é a bênção, papal? É a bênção do Papa abençoando o casamento. Mas como que é isso?

É um quadro, aí ele pega que o Papa manda. O Papa Leão 14 abençoa, meu nome, nome da Gabi, o casamento de vocês, não sei o quê. O Papa, ele tem que pedir isso lá, aí ele trouxe do Vaticano. Agora, aproveitando o gancho, e bola. Lembrando agora que a minha mulher não estava em Fortaleza ano passado, ano retrasado.

E a gente conheceu... Mas você não terminou de falar, por que você se arrependeu de... Não, eu vou já voltar aí. Mas pegando o gancho do papo, olha que legal. É, a gente tá indo papar pro louco. Não, é legal, gente. A Mirella, a gente tava de férias em Fortaleza, e conheceu lá na casa de amigos uma menina que ia casar esse ano. E ela falava pra Mirella, meu sonho é casar no Vaticano. A gente nem sabia que podia. E aí a Mirella falou assim, eu tenho uma pessoa que vai realizar o teu sonho.

Porque a gente sempre foi lá pra fora, pra Roma, ali, né? E ano passado eu levei a Valentina com a Mirella. A gente foi lá no ano do jubileu, que é de 25, 25 anos, que abre aquela porta da igreja. Então a gente foi lá. E aí essa menina falou lá em Fortaleza assim, ah, meu sonho é casar no Vaticano. A Mirella, na hora solista, ligou pra essa igreja de turismo, que é a Edna. Um beijo pra você, Edna.

E semana passada eu estava em casa, a Mirella falou, olha, meu, deu certo. Deu certo o quê? A menina mandou uma mensagem, ela conseguiu realizar o sonho dela. Casou no Vaticano. Casou no Vaticano. Tudo eu falo que é contato, é conexão. E o prazer que dá ajudar uma pessoa que nunca imaginou na vida como é que ela vai chegar lá. Imagina a felicidade dela. A felicidade dela. Está casada? Graças à Mirella, uma família linda, o pai se emocionou, a mãe, todo mundo católico. Então, ajudar é muito bacana quando você faz uma coisa bacana e se sentir feliz.

Não precisa nem agradecer, mas de você realizar um sonho numa pessoa. Então, lembrei disso. Agora, voltando à pergunta lá, por que não foi legal? Porque se você pensar como homem, jovem, eu tinha 30 anos, pô, foi só gostosa. Você fala assim, quando o cara é menino, eu falo, porra, vou ficar conhecido, vou ficar famoso, ganhar dinheiro, quero curtir. Mas que bom, o lado bom é que eu não fui pro lado da pegação.

Porque eu não sou de trair as pessoas, entendeu? Eu não sou de sacanhar. É minha mulher. Eu tô casado com a mulher, ela vai fazer 15 anos. Tem uma filha linda, eu não sou, vou, casei, acabou baladinha, acabou festinha. A minha casa é sagrada ali, cara. Só vai quem eu amo, família. E quem eu acho que tem um coração bom vai ser amigo pra sempre, independente dos negócios.

que eu venho fazer. Bola nunca foi o Carlinhos sentiu isso. Virei um puta amigo do Bodinho, Flávio Bod. Ah, o Bod também, amigo. Beijo pra você, Bod. Bora acerta pra você nove horas mais. Vamos lá, atenção, gente do Brasil. Nove e quatorze. Eita. Nove e quatorze. Bola quer sair que é embora, tem um jantar com o BMW. Bode até as nove e meia. Então, cara, isso é muito legal. Eu agradeço, mas eu, pensando agora aqui, mais velho...

Talvez não deveria ter feito essa união estável. Entendi. Mas pensando assim, talvez se eu não tivesse tido, eu iria ser um cara louco, iria pra farra, não iria guardar. Guardar dinheiro eu sempre guardei. Mas não questão de guardar, questão de investir, queimar. Eu não tenho pena do cara que trabalhou numa Globo e ganhou um salário de 30 pau e começa a fazer...

O Carlinhos, ele curtiu a vida. Tem que viver. Cada um, cada um. E o respeito. Tem que viver. Se não depois vem alguém, toma tudo. Viva. É porque ele tem uma experiência ruim. As melhores experiências. Eu tenho as melhores experiências. Vou dar a minha opinião aqui.

caixão, não tem gaveta, velório, não se faz com caminhão de mudança. Eu sempre falo que herança é aquilo que os mortos deixam para os vivos se matarem. Então você tem que... Não é guardar dinheiro, entendeu? Porque a gente se mata, gasta saúde para ganhar dinheiro e quando quer se aposentar para poder cuidar da família, brincar com os netos, não tem saúde, gasta o dinheiro para cuidar da saúde. Então é uma merda. O que eu falo? É o equilíbrio.

Se você coloca o dinheiro em primeiro plano, eu não coloco. Mas é engraçado que pra cada pessoa, o aproveitar a vida é diferente. Tem amigo meu que faz... Pra mim, por exemplo, é ficar em casa de boa. Eu também, eu adoro. Pra minha cachorrinha, pra minha mulher. Pra outra pessoa, o cara fica em casa no final de semana. Tem vários tipos de fase. Tem gente que a proibida é viajar. Eu não troco de carro ainda. Mas assim, meu tesão é viajar, é ficar em casa. Puta, eu quero que o Bola vá em casa. Vamos lá, leva a sua esposa.

Eu sou igual o Jojo Todinho, quem gosta de visita é presidiário. Ah, eu vi essa frase, é baralhada. Não vai me visitar, não vai encher o meu saco na minha casa. Nem no hospital que nunca precise. Pô, gente chata. Exatamente, tem gente que é assim. Mas eu gosto de receber pessoas boas.

Não, eu também. Só as boas. E energia boa. Quando você convida alguém é uma coisa. É. Porque tem uns malas que aparecem do nada, né? Meu irmão, eu vou contar uma coisa aqui agora, não vou falar a nome. Carlinho? Ele e o Bode, eles aparecem. Vou fome, sim. Aparece aonde? Do nada. Do Ceará, né? Ah, eu apareci? Chamou outro. Não, mas é meu amigo. O Ceará chamou outro. Você é bem-vindo. Abre os vinhos bons. É que eu não estou bebendo, mas ele abre os vinhos bons para os meus amigos. Eu como tudo no mercado.

de tudo 50 conto. Eu vou mesmo, chamou, estou indo. É verdade, eu não tomo vinho caro não, eu tomo vinho barato. Os vinhos que eu tenho caro são amigos que dão, porque sabem o que eu gosto, mas eu tomo cachaça pura, eu amo cachaça pura, da boa. E eu tomo bem, tá, amigo? Quando estou de férias, eu amentei o peso aí, tomo bem cachaça pura, não fico bêbado, porque eu como bem antes. E cada shot de cachaça é um copão desse d'água.

Quando você viaja, você experimenta a bebida do lugar? Eu amo beber. Eu bebi uma bebida lá, tipo o saquê da China, é bom pra caramba. Mas não me tira do... Eu não fico bêbado. Os caras... Vamos embriagar o Ceará. Meu irmão, não tô competindo. A maior competição é... A gente também não, né, Carlinhos? É curtir. Nada. Ah, lembrando de bebida. The Vodka Brasil, que a gente fez no Pânico. Ah, é verdade. The Vodka Brasil. Puta, o The Vodka. Tinha um The Voice? Sei. O cara tinha ficado bebaço e ir lá cantar. Não vou lembrar. A Mirella falou que no último... O ano que era foda, a gente teve futebol. Os bêbados contra os anãos.

Puta, eu lembro disso. Mano, mas o pânico foda, o pânico é o seguinte. Ó, nós vamos começar a gravar nove horas, tá? Beleza. Aí, ó, chega no lugar umas sete e meia e tal. Então a gente chegava aí, o Carlinhos, o Carioca, o Alfinete, sete e meia. Pra começar a gravar nove, tem uma hora e meia. É. E tinha que ficar bêbado. Então você não ia tomando de boinha. O cara fazia um copo de vodka com energia. Virava. Você virava. Fizeram comigo.

Você que me deu toque. Mais um. Bola fez isso comigo. Mais um. E você fala, tá bebendo? Não tô bebendo, tô de boa. Mais um. De repente. A hora que o negócio batia, você conseguia andar. Ele fez isso comigo. A gente chutava os anãos pra cima, irmão. Eu mijei no campo. Não, eu não vou contar aqui o que eu fiz, porque vão ficar com ódio de mim, porque eu fiz umas coisas que eu nem lembrava.

Lembra do CTN? Lembro. Centro de tradições argentinas. Esse maluco falou assim, Ceará, não adianta você interpretar que está bêbado, cara. Você tem que beber. A gente chegou lá, foi para o camarote, o ventilador, e aí mandaram uma torre. Foi você e o Edu. Você foi nesse? Não. Foi o Edu com a Babi, Paniquet. Torre não foi comigo, é. Bicho, ele falou, Ceará, tem que beber. Mata. Uma torre, assim, sei lá, cinco litros de energético, energético com vodka, meu irmão.

Ah, não tá pegando não. É, porque você toma rápido. A hora que bate. Porque devagarzinho você vai sentindo. Você vai tomando rápido. Você vai botar de boa. Daí a pouco faz... Fudeu, cara. Você não sabe onde você tá. Você não lembra, velho? É, não lembro. Vodka e whisky apagam a memória. Não lembro. Tequila também é do mal. Não, tequila da Torre Gêmea, lembra? Eu e esse aqui uma vez, bicho. Eu e ele e o bode, cara. A gente é muito, na época, antigo Ásia 70.

ia pra caralho e bebia era o do Vesco esse aí? não, não do Vesco era o Caribe Caribe, é verdade e aí, bicho a gente tomava caipirinha e começamos a tomar tequila mas é bom você é loucura mano, e começamos tequila da Torre Gêmea você vai tomando da pouco você é branco quer dizer, despenca tequila me deu um negócio eu apaguei aí eu acordei eu sentado assim num sofá assim

Pra mim não derruba não, sabe? Nossa, eu acordei, velho. Toma 17. Não pega? Vou te falar que... Só duas, caralho. Não, mas eu tô com água. Eu olhei pro lado, tá o Carlinhos do Minas de Senha, ele tinha aquelas toucas do Senhor Madruga. Ele sem a touca.

Olha que olha, tinha uns oito chicletes no cabelo. Eu olhei e falei, caralho, carinho, você tá com chiclete. Eu botei a mão no bolso, roubaram a minha carteira. Vocês também são doidos. Mano, e o bode de boa, o filho da puta.

Não, mas de boa mais ou menos, porque ele levou teu carro, arrancou a roda do carro. Um gol manda a roda na guia, que ele é marcado. Eu não conseguia dirigir, esse nosso amigo levou o carro. O Bode, o Bola é o cara mais vaidoso do carro. Vocês dois. Eu não. Vocês são bem parecidos. Não, eu gosto de carro. O Bola também gosto. Só que o Bola cuida do carro, eu não cuido. Não tinha por ter umas puta rodas. O Bola cuida do carro, eu não. Eu peço do carro. O Bola, se deve deixar, ele lava todo dia. Fui pra cara do Bode e acordei o dia seguinte, eu entro em ruim. Onde eu tô? Nossa, a dor de cabeça. E o filho da puta saiu com a mina, me deixou e trancou a porta.

Aí eu liguei, falei, onde você tá, cara? Ah, eu tô voltando. Eu falei, pô, cara, me trancou na casa dele. Caralho. Beleza, desci. Hora que eu desci, que eu cheguei no portão, eu falei, caralho, meu carro tá muito perto da guia, velho.

Será que ele, na hora que eu dei a volta no carro, ele arrancou um gomo da roda. Ah, ele gosta de BBS. Não é que ralou. O Bola sempre gostou de ele. Ele arrancou um gomo, queria matar ele. O Bola tinha um ninho. Não, um ninho verde. O Bola, ele já corria como se fosse um carro de estocada, Fórmula 1. Não, não dá. Aí ele pegou um corcinho, eu lembro. O GSI Vermelho. Ele dirigia como se tivesse no autódromo. Aquele andava, aquele andava. Mas o Carlinhos depois pegou muito gosto para o carro. Eu sempre gostei.

Eu gostei muito de carro. Eu gostava. O primeiro carro do Carlinhos foi um Astra. Foi. Meu primeiro carro. Foi. A gente foi botar rodinha também, lembra? E quando eu cheguei em São Paulo, eu tinha comprado um carro lá no Ceará. Era um Tempra Ouro Preto, mano de couro. Meu segundo carro. Eu tinha 23 anos. E eu falei assim, ó. Deixa os carros aqui no Ceará. Não vou levar para São Paulo. Quero ver se eu me adapto a Jovem Pan para eu...

pra ver se rola o negócio aí falei pro Tutinha e tal, beleza porque naquela época, Vilela não tinha rede social e eu falei pra você são 9 horas mais 21 minutos 9 e 21 e naquela época eu falei, como é que eu vou fazer humor com a rede Jovem Pan

Um cheiro de salame com feijuca do bolinho. Um cheiro de jaula de elefante aberta. Sabe quando serve o bueiro? O bueiro de cemitério. E naquela época eu não tinha internet para você saber qual a cultura de Fortaleza. A cultura de São Paulo, a cultura gíria, a expressão idiomática. Falei, meu Deus, como é que eu vou falar? No pânico para o Brasil inteiro. A minha piada vai funcionar. E aí fiz. Deu certo? E eu sempre pensei assim, o humor é universal. Se eu não tiver uma piada falada...

Meu amigo, minha amiga. Mas isso funciona na TV, no rádio não. É, no rádio. Então, bicho, eu comecei sempre a observar. Isso hoje é fácil. O cara observa tudo. Ele tá acabando com a jube e ele escolhe a cor. Ele escolhe na vermelhinha, vermelhinha. É que eu gosto. Ele tá com raiva que ele não pode. Não, eu não como. Eu não gosto, não sou muito fã. Eu como. Como eu como, cara. Então, bicho, hoje é mais fácil fazer humor.

No sentido de saber o que você pode falar. Eu não sabia o que era guri. Guri é a criança do Rio Grande do Sul. Aqui em São Paulo, o quê? Moleque, pivete? Uma vez eu fui pra Porto Alegre e a menina falou, olha o guri lá, eu achei que era um King Kong, um gorila. Era o menino.

Então tinha isso. Bacalhau. Olha o guri lá. Bacalhau. Entendeu? Entendi. Guri lá. Lá. Olha o guri lá. Bacalhau. Cadê o que? Cacofonia isso chama. Então, cara, e hoje, depois de quantos anos, vai fazer 30 anos que eu estou em São Paulo ano que vem? 30 anos. Eu cheguei em 97 e o Carlinhos também, né, cara? Eu fiquei 25 no Jovem Pan, cara.

Então sabe o que é legal? Que cada um aqui tem uma história. Você não tem vontade de voltar pra lá, Ceará? Pra onde? Pra Fortaleza, pra Ceará? Eu vou sempre pra passear. Não, voltar sim, pra morar. Pra se aposentar, ou levar família. Sabe o que é legal? A minha mulher, nem gente que nem sabe. Você não é do Ceará, porque cara, eu sou cearense. Tanto que eu carrego no nome. Ah, por que você é Ceará? Não, porque eu nasci...

É que você fez fono pra perder o sotaque. Não tenho fono. Meu R é o mesmo. Você não gostava do sotaque. Eu não tenho aquele sotaque. Essa aí, PC. O meu neutralizou. Então tem gente que trabalha com jornalismo que não tem sotaque. Eu tô aqui há 30 anos. Cheguei com 24 anos. Tenho mais tempo de São Paulo do que a idade que eu cheguei.

E eu amo tanto essa cidade, se as pessoas soubessem a gratidão que eu tenho pro São Paulo, pelas pessoas, por esse cara. Porque na época que eu cheguei, o Bola ficou muito triste, porque ele perdeu dois amigos que saíram do pânico. Saiu o Billy e o Batista do pânico. Ele puxou o tapete de dois amigos do Bola. Não puxou, não foi ele. Mas ele ficou triste comigo, né? Eu fiquei triste, lógico, cara. Eu conheci os caras, a gente tá fazendo pânico ali. Desde 93. Desde 93, junto. Pô, legal pra caralho. Aí eu cheguei.

Ah, vai trazer um cara legal. Tira o Bíblio Batista. Eu não sabia, senão não teria nem ido. Eu sei. Mas na hora você fica chateado. E aí eu fui conquistando esse cara. Foi. Eu não quis nunca brigar com ninguém. Eu só sou o que eu sou. Porque a Jovem Pan me descobriu.

Porque imagina, e estaria com muito orgulho no Ceará fazendo show lá em pizzaria, churrascaria. Pra caralho. Televisão local. Mas eu tive uma grande oportunidade na minha vida e uma grande dificuldade também. Eu abracei. Mesmo com medo, eu abracei. E eu falo isso. Esses caras eu tentei conquistar. Eu lembro que o bolo tava triste. Aí ele saiu embora. Aí eu falei, vou almoçar com quem? E o Aguena, o japonês. O japa. Tinha entrado em 96 e ele me chamava pra almoçar. Na Ladice.

Aí eu fui conquistando os caras. Você põe a bola. Precisa de mim, está aqui o meu carro. A Dirce tem que fazer presente. Não, não. É porque eu sempre quis, assim, eu sou um cara agregador. Eu não quero brigar com ninguém. Mas já briguei. Já briguei lá. A Dirce. Eu encontrei ela esses dias. Manda um mês pra você. Você viu bolinha pra ver. A gente já brigou, né? Já brigaram? Não, com o Emílio você discutiu. Sim, sim. Eu já discutia. Mas sabe a coisa de... Não, mas brigar é criativa. Não, a gente criativa. A parte criativa. O Alfinete e o Emílio na reunião. Tirou a camisa. A gente...

Tipo, pra porrada, né? Tirou a camisa pra ser na... Mas era a cachaça. Foi o Langolango. Era a cachaça, claro. Como é que eu... Era a cana. Ah, o Emílio. Eu acho que eu não tava lá. Eu não tava lá. Como é que é? Ele precisava começar a discutir. Ele vai arrangando a camisa e chama ele pro pau. Vem. Mas era a cana. Como que é o Emílio chamando pro... Langolango. Vem. Soca as duas mãos. Langolango. Lembra do... Eu quebro a tua cara, choro. Eu quebro a tua cara.

Não é, porque ali num determinado momento a turma começava a beber. Aí fudia, né, irmão? Aí revela. Cachaça com discussão de programa. Eu lembro uma vez que eu discuti muito com o Emílio, eu acho que eu não contei pro Carlinhos isso, eu nem contei pro Bola também. É por causa da rádio ou TV? Rádio e TV. Porque a Marlene Matos, ela fez a Xuxa, né? Claro. Eu tinha medo da Marlene Matos ali criada, né? Hoje não poderia mais.

E a gente, eu sempre fui aquele cara, falei, pô, eu tenho que me valorizar. Porque ninguém sabe, que eu nunca pedi aumento da Jovem Pan, mas eu sou grato da Jovem Pan. Eu fiquei 10 anos na Jovem Pan, bola também, Carlinhos também. Porque eu usava aquilo. Eu usava a Jovem Pan como uma vitrine. Eu usava a Jovem Pan como uma vitrine. Falei assim, cara, já que eu não vou cobrar dinheiro do outro dia. Não vou ganhar dinheiro, é que eu ganhei fora. O cara já me deu oportunidade, aí eu criava, tipo, ah, vou fazer o Paulo Jalasca para fazer evento corporativo, afiliada da Jovem Pan em Belém.

E aí, Jovem Pan, JP, Paulo Jalasca, o P, ao contrário, com a logomarca da Jovem Pan. A gente falava para 70 afiliadas. Eu falei, cara, ganhava um dinheirinho para complementar, para comprar. Sempre fazendo negócios.

E aí uma vez que o Pânico fez sucesso, eu, Bola, a gente ganhava muito pouco no começo. Aí eu falei, cara, meu irmão, se eu não for pra frente, eu vou ficar aqui no banco de reserva, essa porra vai passar, eu quero trabalhar, ganhar dinheiro. Fazer meu... Agora é a hora. Agora é a hora. E aí, eu tava puto já com a gente, teve o Pânico, falei, sabe uma coisa, meu irmão? Foi bola, posso falar, você foi comigo, você, Vesgo, acho que o Vinícius...

Nós fomos lá na Band. Eu não fui, eu dei um perdido. Aí, o Feito... Ah, é? Você lembra? Você foi, mano. É que a reunião é uma reunião meio... Isso eu nunca contei em lugar nenhum.

Aí eu falei, Vesgo, vamos lá, deixa comigo, vamos lá, vamos junto. Aí entrou eu, Vesgo, na sala. Uma barra animática, ela foi ser diretora-geral da Band. Diretora artística ou diretora-geral? Diretora artística. Artística, é, artística. Mas de tudo, né? Bem lembrado. Aí, bicho, o Bolo ficou lá fora, o Bolo fumava pra caralho. É, fiquei lá fora. Usava aquele cinto de cowboy. E o Bolo ficava assim, ó. Né?

Tocando a viola. Eu não sei se o Vinícius foi, o Aguena. Eu não lembro quem foi. Só Solando. E o Bola fumava sem parar. Meu, que preocupado. Alguém reconhecer a gente lá. E já estava começando o sucesso da Sandalha da Humildade. E falei, tem que valorizar agora. Agora vai. Aí a Marlene, eu lembro daquela empáfia dela, que fez a Xuxa, né? Aqui, ó. Assim.

Eu aqui no lugar do Carlinhos, a Marlene aqui e você, Rodrigo. Eu mais velho, tinha, sei lá, 31 anos, Rodrigo 22, 23. E a gente... Vamos tentar, vamos tentar, vai dar certo.

Eu nunca esqueço disso. Então, Marlene, olha, obrigado você por nos receber. Estou aqui com o Rodrigo. A gente faz o personagem do Pânico. O Tutinho é o dono da marca, não sabe que a gente está aqui. Mas eu quero ser valorizado. Eu sei que isso aqui é uma fase. Se eu não aproveitar agora... Vou perder. Pode passar. Pode passar outro, vai me substituir. E a vida é assim, aconteceu isso. Então é o seguinte, como é que vai ver?

Quem vai ficar aqui nesse negócio é quem tá com a gente aqui. E quanto vocês querem pra vir pra cá? Eu mandei um valor. Puta absurdo. Mas é assim. Uma hora dá certo, tá? Aí, escuta só, não é arrogância, não é ser arrogante, é ser confiante mesmo com medo. Lembra que eu falei? Irmão, eu mandei lá em cima, olhando assim, mas sem titubear, olhar nos olhos. E o Vesco, muito novinho, o Vesco tinha 22 anos. Eu digo, vai dar certo, a gente vai conseguir. Aí eu mandei, ela fez assim, ó.

depois eu vou falar aqui com o pessoal o Johnny Saad, o pessoal aqui da Band e a gente volta a conversar irmão irmão no outro dia na Jovem Pan, meio dia eu entro no programa no ar, eu tive uma briga tão feia com o Emílio que a gente se peitou, mas assim, coisa de sabe, ele é o mais velho de um respeito, e aí eu peitei mas não por causa dessa reunião e aí

Claro. Ah, ficou sabendo. Quem era Marcelo Parada? Eu não conhecia, não lembro. O Parada, o Parada. O que que ele era do comercial? Ele trabalhava na Band. Ah, e ele viu. E aí ele viu a gente lá, falou, o Ceará foi lá com o Vezo, a galera tava lá, a Marlene contou também. Meu irmão, foi uma briga. Aí eu falei, irmão, fui mesmo.

Porque aqui a gente tem que ser valorizado. Isso aqui não é complô, não. Briguei feio e mais uma briga feia. Tipo a do Alfinete. Ele só não tirou a camisa. A briga foi feia. E aí eu me arrisquei. Poderia ter sido demitido. Não poderia nesse ponto. Não, mas não me demitiram. Porque eles sabiam que não podiam demitir. Naquela época, que era a época do auge da sandália de humildade. Beleza. Não deu certo. Aí eu falei assim, Rodrigo, não foi dessa vez. Mas eu queria... O meu sonho era que todos... Nem contra a proposta.

O meu sonho era que todos os apresentadores do Pânico ganhassem o mesmo salário igual. O Emílio é sócio lá contra o título, mas que o Bola ganhasse igual, o Carlinhos. Pra ficar todo mundo tendo aquela ciumeira.

Irmão aí, falei, Rodrigo, não foi dessa vez. Mas calma, vai dar certo. Irmão. Dois anos depois, época de renovação. Carlinhos lembra disso. Bola também. O senhor contrata. Era época de renovação. E aí o auge, o Vesga e o Silvio estavam... Momento, né? Porque outros chegaram depois, fizeram mais sucesso. Arregaçando. Arregaçando. Eu falei, Rodrigo... Agora é a hora. Agora é a hora. E o Rodrigo também é. E a negociação era com a RTP. O Rodrigo é bom de negócio e é bom também de... O Rodrigo é bom, está estudando mercado financeiro.

E aí, um dia o Tutinha passou. Meu, não sei o quê. Não sei imitar o Tutinha. Meu, é o seguinte, será? Vamos sentar para renovar o contrato aqui, meu? Peguei Tutinha. Pô, legal, vamos sentar sim. Mas como eu estou fazendo dupla com o Vesgo, eu acho legal a gente conversar junto, porque para a gente estar ganhando igual, né?

Ah, não, meu, vamos conversar com o Gui Tutinha, por favor, vai ver o Emílio. Eu vou ligar aqui pro Rodrigo. Ah, então tá bom, amanhã, meu, no vírgula. Que era do lado do Jovem Paulo. É isso, é. Aí eu falei, Rodrigo, tô aqui com o Tutinha e o Emílio. Amanhã o Tutinha quer conversar com a gente no vírgula. Você vem aqui, tá horário? Que depois do pânico na rádio, a gente vai se reunir lá, beleza? Aí já fala da renovação. Amigo. Bolinha, você não sabe dessa história? Acho que não. Eita.

Vou até tomar uma água aqui pra falar mais devagar. Moer o bico. E acabou o pânico. Eu fui com o Rodrigo. Ele pode confirmar isso. Lá no Vírgula. Tinha mais ou menos uns 30 colaboradores, funcionários, né? E tinha uma salinha fechada de drywall. Não era tipo alvenaria. Dava pra ouvir tudo. Super fino, é. E o Tutinha com aquela bombinha dele. Falando. O cara, o dono. O cara gênio, né? O cara que fundou tudo isso. O cara que teve a ideia. O criador. O criador. O cara que me trouxe pra cá.

E aí eu falei, cara, irmão, tem que melhorar. Eu tenho fidelidade pra caralho, eu tô aqui há 10 anos com o mesmo salário, nunca cobrei nada, inventei coisa pra ganhar dinheiro. Agora vai. E aí ele falou, então, meu, eu vou renovar com você, pra me intimidar, né? Então, legal, tu tinha. Também, eu vou te pagar tanto. Falei, tu tinha, cara. Era mais ou era mesmo, Paulo? Não, menos do que eu queria. Não é? Não é?

projeto pra mim, Vilelo, vou falar uma coisa ele não pode ser ganancioso ele tem que ser ambicioso é diferente todo mundo colocou ali, todo mundo colocou o ingrediente eu não quero ganhar mais que o dono mas se você só sabe multiplicar e somar e não sabe dividir e quer só diminuir você não vai fazer isso comigo e não é ser arrogante, é ser confiante mesmo com medo

Aí eu falei, Tutinha, não, eu vou te pagar tanto, meu. Eu falei, Tutinha, vamos melhorar aqui um pouquinho. Não, eu não vou te mandar. Subiu, nunca tinha levantado a voz pra mim em 10, 12 anos. Meu, juro. Você tá achando o quê que isso é mais que o pânico, meu? Peguei, não, Tutinha, é porque... Não, meu, é o seguinte, ó. Então é o seguinte, você vai trabalhar, quer trabalhar na Globo, fazer igual fulano de tal, que foi, não foi nada? Eu falei, Tutinha, não tem comparação, cada um é cada um. Então eu vou te mandar embora. Aí começou... Caralho, lita. Hoje seria... Hoje seria...

Negócio sério, né? E eu aqui, ó. O Rodrigo tava junto? O Rodrigo novinho, quietinho. Aí eu falo assim, Tutinha, é o seguinte, olhando assim sem piscar, você não vai me mandar embora. Eu que não trabalho mais com você. Eu não vou assinar contrato com você. Aí, então tá bom, meu. Sai da minha sala. Vambora, Rodrigo.

Aí eu já estava bem, morava em Moema, já tinha um carro bom, sempre botei o dinheiro para trabalhar para mim. E eu e o Rodrigo, a gente tem que fazer alguma coisa, vamos fazer. Eu acho que o correto, Rodrigo, é ligar para a Mônica Pimentel. Vamos ligar para ela. Eu liguei do Viva Voz. A diretora artística da RedeTV era o Boni. Ela era da RedeTV. Mônica Pimentel. Encontrei com ela outro dia, querida demais, sou grato, era demais.

Era a que mandava. Eu não quero ser prolíquia, essa história é grande, mas eu vou tentar compactá-la. Mas é verdade, mas é bom você saber disso. Eu já sei, pô. Mas é legal a galera saber. Olha o que é a vida. É bastidor. A vida é movimento. Se você parar, meu irmão, vão te atropelar.

E o que aconteceu? Mônica, tudo bem? Estou aqui com o Rodrigo. A gente está ligando para te agradecer, que a gente não vai renovar com o Tutinha, com a gente TV. Como assim? Eu fui conversar com o Tutinha e houve ali um... Um desentendimento. Então, quero te agradecer. Aí ela falou, não, não, não. Vem aqui conversar com a gente. Não, mas eu não vou trabalhar lá.

Fui lá, ela vem aqui, sentei. Lembra que eu falei da Maranhinha de Márcio que dois anos depois não deu certo? É. Dessa vez deu. Você jogou lá em cima. Eu falei, então, Mônica. Não, não, vai ter assina com a RedeTV. Eu falei, tá bom, vamos assinar. Mas assim, Mônica, olha, eu não quero nada mais que o Rodrigo. A gente tá em duplo pra ganhar igual. Quanto vocês querem? Eu falei. Tanto. Ela...

Assustou? Sério, sério, nem mais nem menos. Ah, mas estão te procurando, ninguém tá procurando a gente, não tem... Você poderia ter mentido. Não tem pra onde ir, não é leilão. Podia ter jogado a Elzinha. Não é leilão, não é leilão. Ah, então tá bom, ligou na minha frente pros donos, a Milker da Levo e Marcelo de Carvalho. Tá, Marcelo veio aqui já. É, tá bom, então... Ficaria! Tá bom, tá bom, tá bom, tá bom, tá, tá. Ceará, Avesgo.

O Marcelo topou. Porra. Com a Melquiri também. Então, segunda-feira, nós vamos levar os contratos lá na road da RTV, ali na Faria Lima, com a Juscelino Comichão. Mas qual seria o problema, por exemplo, de assinar com a RTV em vez de ser... Aí que tá, né? Não ia ser através do Tutinha. Mas sabe o que aconteceu? Aí que eu vou te contar. Porque o Pânico é da Jovem Pânico. Então, o contrato sempre era com a Jovem Pânico. Sempre via Tutinha com a Jovem Pânico. Lembra que você tem... É um contrato amarrado, entendeu? Entendi. A frase que eu falei... Não tinha que estar todo mundo, entende? Ah. É na dificuldade que se viu a oportunidade. Certo.

Aí tá bom. Aí eu falei, ó, ô Mônica, você fala com a Karina Sato, que ela é minha empresária, da Sabrina também, e a Sabrina ia renovar o contrato. Só que a Karina Sato, muito inteligente, advogada da Votorantim, falou, segunda-feira chegou lá com a Mônica, o meu contrato.

O do Rodrigues Carpa e da Sabrina. Ah, já colocou a Sabrina junto. Só que a Sabrina não estava no auge dela, ela não fazia daqueles quadros. Então, a Karina contou para mim que ela ganhava menos que a gente. Porque eu falei, Vesco, daqui a pouco vai ser outro, vai ser outra. E se o cara não souber aproveitar, quem vai aproveitar é o dono, porque o patrão quer negociar. Beleza, sabe o que aconteceu? Na hora que chegou o contrato, eu falei com a Karina, mas vem cá, cadê a assinatura dos donos?

da TV e a testemunha. Não, eles falaram pra assinar depois. Foi o que ele fez comigo, Marcelo de Carvalho. Escuta isso aqui pra galera, quando estiver negociando... Não, não, não. Escuta aqui pra quando estiver negociando. Ninguém me ensinou isso. Porque se eu negociei o meu contrato em 97, quando a Jovem Pan foi me buscar, eu falei, cara, eu vou aproveitar... Eles queriam que você assinasse sem ele ter assinado. E escute só. Tem um negócio chamado contrato de gaveta.

É porque com o Carlinhos e a galera brinca muito, mas isso aqui é para ajudar também a você que está aí achando que a tua vida é acabada. Não é brincadeira não, isso é sério. Isso é muito sério, ele passou por isso. É bem sério. É bem sério. Assinou comigo, você que sabe. Assinou comigo e com o outro. Você que é empresário, eu estou errado? Assinou comigo. O cara engaveta sem ele assinar. O projeto que foi para lá depois do Pânico, não vou falar o nome do programa, era para mim, era para eu e o Vinícius. Vou explicar, Jorge. A gente assinou. Foi mesmo. Depois de dois dias ele falou, o Amilcar achou muito, não sei o quê. Eu assinei, o meu amigo assinou, ele assinou, faltava do Amilcar. Então era pegadinha.

pegadinha do carota segura? por que? deixa o cara falar sempre que o cara falar muito legal o projeto vai cortar um pouquinho mas o que ele ganha com isso? ele engavetando não, não é engavetando ele falou a Milka lançou um pouco vamos tirar um pouquinho que é pra gente assinar tá bom vamos baixar o salário não, mas peraí a gente combinou tanto é tanto não, vamos tirar um pouquinho não, não vamos eu vou falar aqui por mim agora é Deus que manda não, não Deus que manda essa calma

Porque isso não sou eu, cara. Foi na hora uma luz que veio, o Rodrigo também. Eu sou muito grato ao Rodrigo Ovesco. E aí eu falei, beleza, Mônica, mas cadê a assinatura da galera aqui, dos donos? Ah, vão assinar depois. Ah, eles vão assinar depois. Peguei eu e o Carino ali na hora. Não, a gente não vai assinar depois. Assim, pela minha vida, pela vida da minha filha, que tem 11 anos. Que é o maior tesouro da minha filha. Para de jurar pela tua filha. Na verdade. Aí eu falei assim, Mônica, olha só. Eu, a Carina e o Rodrigo estamos conversando aqui.

que nós vamos assinar quando os donos assinarem com as testemunhas. Então vamos fazer de próprio punho eu, Francisco Wellington de Moura Muniz, em Artes, se ouviu do Pânico, será? CPF tal, RG tal, me comprometo a assinar o contrato quando o mesmo e de todos os que estão aqui presentes estiverem assinados pelos donos de próprio punho. Data tal, minha assinatura do Vê Sabrina. Beleza, irmão.

Aí que entra a advogada. Viu, doutora? Doutora Mara Damascena. A Karina, genialmente, a Karina Sato, eu liguei para ela na segunda-feira. Eu falei, me comprometo a assinar o contrato quando o mesmo chegar reconhecido firma, assinado pelos donos, pelas testemunhas, cada um vacinar se estiver assim. Quando foi segunda-feira, chegou o contrato na casa do Rodrigo, chegou o contrato na casa da Sabrina e na minha casa.

Aí mesmo assim eu fui o último assinado. Como? Assinado por eles? Assinado por todos. Por eles. Eu liguei pra Karina Sato, minha empresa. Karina, você é advogada. Tá tudo certo. Tá tudo certo. Tá reconhecido firme direitinho. Tá assinado por todo mundo. Não tem pegadinha. Doutor, vou abrir o contrato. Posso assinar? Não vou ler o contrato. Confio em você. Tá bom.

Veio aqui, rubriquei cada página, assinei. Carlinhos, à noite, eu, Sabrina e Rodrigo, com a Carina Sato, fomos para um jantar a gente, brindar, que a gente conseguiu ganhar bem. E mérito, sabe de quem? De todos ali. Claro. Que se arriscaram. E aí, dentro do grupo, ficou uma cilmeira, porque os caras jogavam. Ah, vocês estão ganhando menos, porque é culpa do Ceará e do Vesco. E criou-se uma inimizade.

O Vesgo e Silvio contra Carlinhos e Vinícius que faziam o gulo-glu e o mano quietinho. Não ficou assim, amigo? Por isso que eles foram pra Record. Ficou porque valorizaram um X. Só que vou dar um exemplo besta. Vamos supor que o Pânico batesse

Um exemplo, 14, 14, 13 pontos de pico. O Vô, não Vô estava numa época muito foda. E o Vô, não Vô, a gente... Já ia substituir o Gas e Silvio, por isso que eu aproveitei o momento. Não, não ia substituir. É, eles podiam usar no jogo. É, lógico que eu não sou bobo. Já estava na... Já ia ultrapassar a gente. O Vô, não Vô, irmão, era uma matéria simples para crescer o pano. Pegava ali com 4, entregava com 8, 10. Era o Vô, não Vô. Subia pra caralho.

Aí eu falei, porra, a nossa matéria sobe 5. A dos caras vão lá, dão um pico de 3. E a gente não vai ser... Não, veja bem que não sei o que. E o Vinícius foi lá na Record. E o Vinícius foi na Record. O Vinícius foi na Record. Foi na Record. Aí eu fiquei assim, né? Porque a dona Margot me colocou lá. Eu sou prata da casa. Ele é muito grato. Ele é muito grato. A Emílio. Pô, eu cresci lá. Minha faculdade. Só que como ele fez parceria com o Vinícius pra ganhar força como dupla, eu fiz com o Vinícius. O Vinícius falou, você tá comigo?

O Vinícius tinha um olhar mais empreendedor. Ele foi na Record. A Record fez uma proposta. Eu peguei e conversei com o Emílio. Aí o Emílio ficou, meu... Putaço. Putaço. Eu já contei essa história. Eu vou resumir para ficar a tamanho muito grande. Porque o Ceará já... Não falei da minha parte, né? Já contei essa história. Teve a Marlene Matos também que entrou na história. E o Tutinha também pegou pilha com o Vinícius. Não queriam mais o Vinícius. E eu falei para o Emílio, eu não quero. Porque eu não fui valorizado. Eu vou lá com o Vinícius. Os caras fizeram dupla. Eu estou fazendo dupla também.

Aí o Emílio começou a correria com o Tutinho, aí a minha advogada começou a falar com o Emílio. Aí, cara, eu tô indo pra rádio no dia seguinte, olha que loucura isso, no dia seguinte. Só que eu fui muito homem, tá ligado? Não é me vender no peixe. Mas foi mesmo, mas foi. Aí o Emílio me ligou, eu tava atrasado, indo pra rádio na Alameda Santos, com a minha advogada do lado, já pra falar que eu não ia ficar. Aí ele me ligou, meio dia, falei, fudeu lá, vem expor, né, já tá puto comigo. Meio dia, eu não cheguei ainda.

Porra, caralho, cadê você, meu? Consegui a parada, caralho. Corre aqui. O aumento, né? E eu já indo pra falar, não. Não era aumento. Não era? Não era aumento, não? Aí cheguei lá. Tutinho e Emílio, comecei a conversar. Até quase três horas de reunião e tal. Então a gente decidiu aqui, pá, pá, pá. O Tuta não quer mais o Vinícius. O contrato do Vinícius é seu. Você vai ganhar tanto. Ou seja, era o meu aumento. Com o salário dele. Dobrado.

Aí, cara, eu não ia dormir nunca mais na minha casa. Deu a palavra. Só o Vinícius, vai lá pra Record que eu não vou. Aí eu tive que ir com o cara. Foi homem, foi macho pra caralho. Saí sem querer sair. Eu falo isso de coração, pela parceria. E também pelo que ele tava falando. Não é que não me valorizaram. Valorizaram, mas pelo momento que a gente tava.

A gente merecia... Daqui a pouco você vai pro banco, que é igual um jogador. Pela realidade, pela realidade da televisão, pela grana que tava entrando e a gente meio que já sabia, a gente tava sendo muito pouco valorizado. Esse aqui, ó, prata da casa. Era um dos caras, entre aspas, que a gente tinha vergonha. Um dos caras que, no começo, né, Gordinha? Um dos caras que menos ganhavam. Ele que fez o pânico, era... Todo mundo achando que era sócio do Emílio, só os caras...

Você vai ganhar tanto, você vai ganhar tanto. Quando você e a tua matéria der resultado, a gente aumenta você e diminui o outro. Mas não pode ser assim. Nunca aconteceu isso. Nunca foi eméritocracia. Nunca aconteceu. Porque você assina dois anos, como é que vai mudar? Minha matéria subiu. Mas não tem problema. Quando for renovar, você já está de novo. Não tem erro.

Então isso, as pessoas não sabem essa história. Isso aqui não é para você ser arrogante e peitar seu papão. Mas é por isso que a galera não entende às vezes por quê? Porque dá problema em banda, porque dá problema em time de futebol. É sempre o ego, o orgulho, a vaidade, o apego e a porra do dinheiro. E não só isso. Mas não é só isso também, é sonho. É que cada um tem um sonho. Você acha que eu não queria ver o Bola andando no melhor carro?

Por que o Bola foi lá comigo? Eu queria que ele também Olhando pra você, eu queria que você realizasse seu sonho O Bola sempre gostou de carro Eu sempre quis ter uma casa Hoje eu tenho uma casa Eu vou casar, tenho uma família, uma mulher maravilhosa, filhos Eu me via fazendo isso Eu me via dentro

E aí, mérito também meu, que eu não vou me colocar para baixo, eu peitei, poderia ter dado tudo errado, poderia ter perdido emprego, mas eu confiava mesmo com medo, falei assim, cara, ou vai agora ou não vai. Não deu certo na Band com a Marlene Matos, eu acho que vai dar certo agora. E não era para dar, né? Não, porque a gente estava no auge de vez em que se ouviu. E eu sabia daqui a pouco vai vir outra dupla, outro cara, outra menina, e vão colocar a gente o quê? Escanteio. Na hora da renovação, ah, meu, vamos pagar menos para você. Porque, cara...

A gente é um produto Se você não souber valorizar o seu produto Não vão te valorizar Todo mundo vai colocar preço E tem coisa que não é preço, é valor Tem o valor do talento dele O valor da pessoa e do talento dele Enfim, todo mundo tá ali, repito Colocando ingrediente pra aquele bolo crescer Mas hoje em dia, por exemplo, vocês tem uma relação boa com o Emílio Você também Mas o Emílio O Emílio não é meu amigo Da minha casa, como eu ia na casa dele Porque, lógico

Mas o milho não vai na casa de ninguém. Ele fala de mim lá no programa, eu falo dele, eu tenho carinho, mas assim, cara, às vezes, amigo não é quando você vê todo dia. Eu não vejo o homem, eu não posso falar. Tem amigo meu também que não é de ir na casa. Mas assim, tem amigos que eu conto algumas coisas. Eu vi carinhos todo santo dia, agora eu vejo mais raramente.

O que ele precisar, ele pode contar comigo. Amigo tem que ser, não precisa estar. Mas tem uma coisa que eu carrego. Eu não falo nada pra ninguém. Muitas vezes nem pra pai, que não tenho mais nem mãe, nem irmão. Pra ninguém, nem pra esposa. O que ninguém sabe, ninguém estraga. É verdade. Como assim?

Antes de você fechar o melhor. Ô fulano, eu vou trocar o carro agora e pegar o carro quatro vezes mais. Não fala. Aí o dinheiro não sai, o financiamento não vai, não aprova. Então assim, o que eu aprendi? Calado. Fica calado. Não fala que vai fazer estreia. Aparece.

E aí quando alguém chegar com o investimento, você fala, imagina, cara, eu consegui, estou pagando aqui no leasing de quatro anos, se quiser também eu consigo para você lá, o vendedor que vai te dar um desconto de 30%. Se precisar, eu te dou uma força. Porque você já tira a porra da inveja do cara. Porque a inveja, essa linha é tênue, ela anda do lado da admiração. A diferença é a dosagem. E cada um de vocês tinha um sonho. O do bola gostava de carro, de moto. Sempre gostava.

E você, qual que era o seu? Era casa? Meu sonho era ter uma família, casar, casa, tanto que assim eu não troco de carro, então tudo eu faço boas parcerias, eu invisto meu dinheiro, não gastando, mas viajando, fiquei 18 dias lá fora, não pra me mostrar, é que eu quero, que é o meu investimento. Não, viajar não é... É cultura.

A minha filha com 11 anos conhece Portugal. Foi lá para Portugal com 5 anos. Foi para os Estados Unidos 3 vezes, foi com 2 anos. Ah, mas não vai levar a criança para a Disney com 2 anos? Ela lembra até hoje. Foi com 4 anos. Não é uns tentaços. São sonhos. Agora está na hora de trocar o carro. Mas se eu for trocar, isso é um negócio bom. O que tem de sonho? Eu não tenho sonho nenhum. Da onde eu vim, cara? Meu sonho era ter um carrinho simples. Teve os melhores carros. Quando começou o pânico, meu sonho ter um carrinho legal.

Os melhores carros. Sempre tive... X5, X6. Os melhores. Os melhores relógios. Range Rover, BM. Todos os carros. Gastava tudo. Vivia, vivia. Graças a Deus. É, cada um é do jeito. Tinha tomado tudo. Que careta que existe no mundo, toma tudo. Você arrependia por causa disso? Zero. Zero arrependimento. E hoje ele está com a cabeça. Tudo de novo, óbvio. E ele está com a cabeça, acho muito legal isso dele. Eu falo, chamo ele lá para casa.

E o Carlinhos, a gente tem uma ligação muito grande. Eu sempre gostei do Carlinhos. Eu achei ele um cara de um coração bola também, mas o Carlinhos está mais agora, a gente está muito junto, né, Carlinhos? A gente vai em casa. E os amigos dele são meus amigos. Eu gosto muito do Carlinhos mesmo e eu quero ver meu amigo para continuar com o que ele acredita, seja com dinheiro, seja perto de Deus, o que ele quiser, vou estar feliz. Então, como eu fiquei tão feliz e emocionado quando eu fui no casamento do bola, que eu vi o bola...

Eu fiquei tão feliz. Mas deu um abraço. A hora que eu vi meus amigos, saiu toda a galera junto. Emocionante. Emocionante. Eu vi o Bola e falei, caralho. Eu não choro. Quando eu vi o Bola casando, falei, cara, você está com uma mulher que está contigo, que legal. A mulher dele, eu não sabia que ela era a mulher dele. Gabi Correia. Ela me deu entrevista no meu podcast, que ela criou o Lady Drive, que é um aplicativo tipo Uber, uma mulher.

As mulheres comemoraram pra caramba, cara. E aí antes dela casar com ele, eu a conheci em 2023, a gente entrevistou, porque a produtora falou, tem essa moça que é legal pra caramba, é empreendedora. E quando eu soube que ele casou com uma mulher legal, que tem a mente no lugar, que pensa também...

Cara, você vê aí, o cara casou com 57 anos, está hiper mega feliz. Pois é. Então eu fico feliz com meus amigos. Que bom. Santa, manda a pergunta do pessoal aí. Manda que eu preciso ir embora, pelo amor de Deus. O Diego Araújo mandou. Será? Qual que é o nome daquele remédio para diabetes que você comentou no começo? Está vendo? Olha, eu não estou ganhando nada para falar desse remédio. Até coincidentemente, eu fiz agora um trabalho com o Dr. Drauzio Varela.

Eu e várias pessoas. E aí, quando os caras viram, falei, porra, é pra esse remédio? Já tava até contratado. Pô, eu usei esse remédio. Que aí o médico tem que passar. Não vai tomar por conta própria. Eu tava ficando diabético. O que chama Glifage 500XR. Eu tomo. Você toma? Toma. Custa, sabe o quê? Na época custava 7, 8 reais. Quatro cruzeiros. Porra. Farmácia popular. Não tô fazendo comercial, não. Faz um bolsa e pega de graça. Vai falar com o médico. O que que é, Bola? Ele controla. Não é bom? É melhor pra diabetes.

E aquilo me curou Me curou a galera gastando dinheiro com As coisas mais caras de fora Então tudo é publicidade É de um laboratório chamado

Merck. Então não é publicidade não, tá? Eu comprava pra fazer e coincidentemente eles me contrataram. Quando eu fui ver assim, caramba, eu assinei um contrato com o negócio. Não tinha um remédio lá. Eu falei, porra, então é de vocês o remédio? É. Eu falei, cara, eu tomava, eu comprava na farmácia de caixas e caixas e caixas. Tomei durante o quê, meu Deus? Um ano, dois anos. E aí não precisei mais porque voltou. Eu nunca esqueci do que o médico falou pra mim. Ó, será? Você é pré-diabético.

Então imagina que tem uma cidade lá na frente chamada diabetes, a cidade diabetes. Esse remédio vai fazer com que você, antes de chegar na cidade... Desvia. Desvia ali pela rotatória e volte. Porque depois que você vira diabético, o negócio é sério. Não tem retorno, é difícil. É mesmo. É, aí o cara, tá vendo gente que perde a visão, o cara não cicatriza, o cara perde dedo, é um negócio muito sério. O cajuru perdeu a visão, né? É. Não tem mais ereção. E aí, cara, esse remédio me salvou, juro pra você.

Verdadeira minha. Ah, eu trouxe um presente pra vocês aqui. O que que é? Que eu tô colocando na minha casa. É um pra cada um, cara. Isso é maravilhoso. O que que é isso? Traz aí, Cassio. Pega os dois ali, os três. Cadê o do apresentador? Ó. É um negócio que eu coloquei na... Isso aqui é o seguinte. Você fala como é que você vive hoje. Eu não dependo só de televisão.

Graças a Deus, eu adoro televisão Mas é verdade, isso aqui Cadê o apresentador? Qual do Carlinhos aí? O meu já tô vendendo antes de abrir O que? Dá o do Vilhela Esse aí? Bolinha pra Gabi

Obrigado. Deixa eu falar aqui. O tamanho da caixa? Não, abre aqui e tu vai ver. Por que a minha é pequena? Eu não quero mais. Não cabe aqui, Cérebro. Não cabe aqui. Não cabe aqui. Você consegue abrir aí do lado. Você mora sozinho, Carlinhos. Por isso que foi tudo pensado aqui. A bola tá casada, vai ganhar um dinheiro. Abre o teu vilão. Obrigado, irmão. Me ajuda aqui. Isso aqui, gente. Segura aqui.

Bola viaja o mundo. Eu viajei também algumas vezes. Isso, cara. Isso aqui, deixa ele colocar. Pega o teu evilela. Pega o teu bola. Isso aqui é seu pra Gabi. A tua mulher vai amar.

Tem várias cores, ó. Esse é do Carlinhos, Carlinhos? Tira a caixa, tira a caixa, por favor. Pode jogar a caixa fora. O que é aquecedor? Vou explicar isso aqui. Acho que pode secar a toalha. Exatamente. Amigo, tá chegando o inverno em São Paulo. Bola. Ó, isso aqui. Isso aqui. Eu sou um cara que eu não perco a viagem. Como eu sei que vocês são... Aí eu penduro isso aqui na parede, assim? Calma. Não, não. Você não toba. Deixa eu... Você quer... Carlinhos, por que eu peguei isso pra você? Não é porque é o menor por causa de você, não. Vou te dar até o maior depois. Não, eu já tô vendendo, já.

Vou dar... Você quer de três ou de quatro? Quatro toalhas, três toalhas. Tá morando sozinho agora, né? Irmão, esse toalheiro chama Thermolux. Tem várias cores. Tem ouro, tem dourado, mais claro, champanhe. Eu quero dourado. Dá pra ter um dourado? Dá, vai pegar. Você quer o quê? Eu pego o branco. O senhor é dourado? Você vai mandar pra casa cada um, tá bom? Ele troca lá.

E aí eu falei assim, cara Eu tava agora instalando o meu em casa, não foi? Vê lá na internet lá, eu mostro o vídeo Tava instalando, eu falei assim, cara, eu vou levar pro Vilela Que é um anfitrião, já me chamou há 4, 5 vezes Que eu venho aqui, vai tá o Carlinhos Que é meu amigo, bola meu amigo, eu quero presentear os caras Hoje, cara, eu vou te falar uma coisa É uma reunião de pessoas que eu gosto pra caramba Que eu respeito pra caramba Mostra que bola Hoje era um dia que eu, cara, não vi a hora de chegar E eu vou explicar, mostra aqui na câmera Mostra pra câmera que bola

Esse aquestidor, ele toca a música, você coloca ali, imagina no inverno agora, você sai do banho quentinho, a toalha está quentinha, quentinha, termolux. Coisa de banheiro ou cinco estrelas. Tem o aplicativo, explica isso. Tem o aplicativo, depois eu trago aqui o empresário. Vem aqui, você apareceu também. Uma vez eu fui para o sítio da Lava de Cáceres. Tem 32 anos, rapaz, pode falar e sair. Rodou sem óleo.

Não, fala aqui, Gabriel Mota. Esse aqui virou meu parceiro de negócios. Senta aqui na cadeira, é visível. Olha a câmera. Fã do Pânico doente, por isso que ele veio aqui comigo, que eu tô sem carro. Meu carro tá na oficina. Senta aí, que eu tô me achando. Senta aí, fica aqui, amigo. Senta aqui, amigo. Eu tô assistindo aqui, só história legal, cara. Senta mais perto aqui, ó. É uma escola, cara. Uma escola. Cada história aqui até... Total. E como saber negociar, né? É.

Pode falar caralho, tira uma boa. Então eu vou explicar o seguinte. Eu só entro nos negócios que eu gosto de ter na minha casa. Eu estava lá agora com ele instalando no meu banheiro de casal da Mirella, no quarto da minha filha, falei assim, como eu gosto de receber, falei, Gabriel, Gabriel vai colocar nos quartos dos banheiros dos hóspedes, vai receber os meus amigos, as pessoas que eu gosto.

E aí eu falei, eu quero levar pro Bola, pro Carlinhos e pro Vilela. Muito obrigado. A tua mulher vai amar. Vai. Vai amar de um jeito, porque toca música. Explica aí, Gabriel. Cara, é... Empresa brasileira... Isso gruda na parede ou no chão? Vamos respeitar a empresa nacional. Nacional. É o primeiro toalheiro smart do mundo. Do mundo. A gente tá chegando em Milão agora. Caraca. Semana passada tava em Milão na feira, ele levou. É, é.

Não existe brasileiro, nacional Vocês vão gostar demais Toca a música e fala as funções Primeiro que a gente tem o nosso aplicativo Mostra aqui, tem a Google Earth Abre aqui, tua senha que eu não sei ainda O único que tem o aplicativo Esses aqui são os da minha casa Você clica aqui, você consegue ligar o seu toalheiro Antes de chegar em casa Tem conectividade com o Alex, eu vi Tem conectividade com o Alex Então você fala, Alex, preparar banho Ele liga a música que você pré-selecionou Liga na temperatura 60 graus Liga na temperatura 60 graus

Tu vai amar. E vocês vão me ligar. Rinite. Não é presente de grego, né? Coisa fina. Esse cara é tão perfeccionista. Eu sou detalhista também, perfeccionista. Ele falou, Ceará, as minhas arquitetas decoradoras estão levando agora o kit da Thermolux para a Feira de Milão, que é a maior feira de... De quê?

móveis, decoração, arquitetura. A França da moda é Milão. Na Itália, os carros. O Bola sabe muito mais. Dita tudo a Itália. E aí eu falei, eu quero presentear e também não só vocês, que são meus amigos e você que sempre me chama aqui, já vim com Mirella. Posso aproveitar o espaço com a grande audiência aqui? Galera, negócio bom é negócio para todo mundo. Você que está me vendo agora aqui, colocando o cupom CEARÁ.

você vai ter 20% comprando qualquer linha, quatro toalhas, três toalhas, qualquer cor. O gerente ficou louco. O gerente louco. Você deixa ele fazer isso, cara? Deixa. Eu falei assim, você está comigo ou não está? Eu vou no podcast de audiência, não combinei nada com ninguém, mas assim, eu quero vender, vender, vender, vender e quero presentear. Quem pode também fazer isso? Mas assim, 20%, amigo, é um puta de um desconto.

Então você vai comprar isso aí. Parcela em 12. Parcela em 12. Vai entrar agora no site. É no site, tá? Coloca lá. CUPOM CEARÁ. Se você precisar. Você que mora no sul... www.terluxbr.com.br Você que mora no sul, sudeste. Vai chegar o frio agora. Maio, junho. Vamos vender isso aqui. Coloca no... Vamos vender isso lá? Em Campos. A gente fechou um hotel em Campos. O cara colocou 40. Eu tenho casa na montanha lá. Vou colocar lá, cara. Gabriel. Aqui tem uma telinha que dá pra pôr papel de parede.

Como ele é o dono do programa, você vai dar... Olhando aqui pra vocês, ele tem uma casa na montanha, agora vai fazer muito frio. É Campos Jordão?

Eu não vou falar cidade, mas é perto. Perto. Então você vai... Quantos toalhinhos dá para ele da casa dar mais um para ele? Vamos pôr no seu banheiro. Escolhe o banheiro, escolhe a cor. Pôr o que você quiser. E você que está nos vendo agora, nos ouvindo, obrigado pelo carinho. Ela tem que ser vista. Claro, claro. Cara, lá em casa eu coloquei o prata, quatro toalhas. Porque mulher, ela usa toalha aqui para sair do banho e o turbante da cheica. Pode crer. A Valentina te colocou... Uma toalha para a cabeça. A Valentina te colocou...

É o de toalha de rosto e também o de três toalhas. E lá em casa, casal, quatro toalhas. Bolinha. Que demais, meu irmão. Ó, esse aqui, Carlinhos, eu vou trocar pra você, tá, meu irmão? Você é meu amigo. Você é pro solteiro. O bode, cadê o bode? Ligou o Flávio? Ele falou que queria também, já tá negociando. Ah, esse é o bode? É o bode, Flávio. Eu conheci ele por telefone. Coisa boa. Thermolux. Exato. Alexia, toca música, esquenta a toalha. Você sai do banho, já pensou naquele frio de 10 graus? O nosso slogan é assim, sensação de spa todo dia, né? É coisa boa, é coisa boa.

Porque hoje o banho, tem o clube do Premium Premium também, que a gente tá lançando na nossa comunidade pra trazer a galera, dos arquitetos, enfim, também os nossos clientes. Tá vendo, Boca, a cabeça tá baixada. E quando você chega em casa cansado, o que você faz? O que você consegue fazer? O seu banho, né? O seu momento de relaxar. Tem até um meme da Eliana falando isso, falando o que você faz quando você chega em casa? É, apaga a luz, né? Aí começa a tocar o funk.

Deixa eu falar da esposa dele, que ela que manda, Gabi Correia, ó. Você que gosta de casa, Gabi, que eu sei que estão aqui dizendo da casa, pega o eletricista, é fácil de instalar, tá bom? 220, né? 220, tem 110, tem bivolt. Precisa trocar o troco pra você, bola. Esse é 220? Esse é o quê? Esse é bivolt. E o do Vilela?

Acho que aqui são todos os bivots, a gente vai confirmar. Então, aproveitando aqui a grande audiência, nada combinado, a gente está aprendendo a aprender uma honra estar na casa de vocês. E se você não gostar da cor, a gente troca para você, tá? 5 cores, 5 modelos.

E amanhã... O Vilhela ir lá em casa em obra, eu estou fazendo o Alie Gourmet, e eu vou trocar dos quartos de hóspedes amanhã. O quarto da Valentina está instalado, o meu está instalado, e eu falei, cara, os meus amigos e o anfitrião tem que ter. Você viu que a gente gosta de coisa diferente? Você viu o banheiro aqui, o Aitólite? Você viu o vaso? Esse vaso eu não tenho ainda. Não tem? Não tem esse vaso ainda. Eu te pedi para mandar. A Aitólite vai mandar para você. Isso é bom, hein? É bom para caramba. A Aitólite é o negócio mais espetacular que eu já vi. Tem também lá? Tenho. Não é bom, cara? Ô, Raíta.

E vem o jatinho no Zé da Goiaba. Tem dentro de ser o japonês ou o chinês? Ah, deve ser japonês essas coisas. O iTunes é um negócio espetacular. A gente fica meio velho e esquece da tecnologia. Não, eu sou vidro. Eu não sei você, Paulo. Eu adoro... Eu não sou muito de tecnologia. Eu sou, cara. Eu sou de... Sabe de... Logo de cara já... Mas no caso de tecnologia, você gostou. Semana pra caralho. A tecnologia que agrega...

É isso aqui, irmão. A galera curte muito. Semana passada eu não quei. Não, isso daqui eu nem sabia que tinha. Toca música aí, pô, a Alexa, pô. Tem aquele ditado de velho que fala assim, queime o filho e beija a minha boca doce, né? Então, a gente tô colocando as cortinas em casa, aí eu coloquei no quarto da Valentina, essas motorizadas, pô, o quarto dela foi feito há sete anos. Aí a Jan, da RR Cortina, falou assim, ah, eu vou dar de presente a Alexa pra Valentina.

Aí você olha no quarto, a Valentina. Alex, toca a música. Alex, me despertar com essa música. Alex, coração. Cara, aí eu falei... A gente fica meio velho e esquece dessas coisas. A gente tá falando isso, tá acionando um monte de Alex agora na casa das pessoas. Alex, fez deslimitada.

É um produto tecnológico como os vasos que eu não tenho ainda. Já falaram que vão colocar lá em casa. Eu não sei que marca que é. O White White is maravilhoso. Eu não sei qual é a marca. Mas assim, eu quero compartilhar a alegria que eu estou tendo em casa. O Gabriel sabe. Ano que vem nós vamos para a Itália, lá para a feira de... Semana que vem você vai para a China, né? Exato. Pô, acabei de voltar de lá. Maravilhoso. Vai trazer um ano. Tem um mês lá no passado. Daqui a três meses também. Eu estou com aquela pinga que você falou. É. E em breve, novos produtos. Pega aquela garrafa triangular que eu trouxe para mostrar para os caras.

Tem um modelo novo que vamos lançar agora daqui mais ou menos dois meses. Mas esse aqui é agora. É agora esse aqui. 20% usando o cupom SEARA no site Thermolux. Thermolux BR. É o nosso site. Posso fazer isso, amigo? Posso fazer isso? Um comentário fixado. Eu preciso ir embora, pelo amor de Deus. Olha que lindo, hein? Isso aí tu vai tomar agora?

Tu vai tomar? Eu tomo agora aqui. Pode pegar o copinho aí. Eu tomo agora, Cachaça. Não. Tá vendo, cara? O que é cachaça? Tá dando, Cachaça? Não, pra gente beber. Agora. É. Maravilhosa. Eu amo. É maravilhosa. Eu tô tomando bronca aqui, cara. Vai lá, vai lá. Mas tudo bem a gente continuar aí. Mais um pouco. Manda um abraço pra BMW. Quem? A gente. Lógico. Ah, então. Nossa. Obrigado. Obrigado você, cara. Toma aqui, amigo. Fala um pouco da cachaça. Que cachaça.

Sei lá, cachaça sei lá Pra você tomar, se você não tomar Você vai tomar pelo lugar Nossa, que cachaça, Garmin Não é cheirosa? É de arroz Segura aqui que eu vou botar um pouquinho Não, velho, eu tô falando sério Que cachaça cheirosa Nem abri, vou experimentar agora No Ceará tem a Ipioca 160 Tem umas marcas que eu sou do Ceará Não tem esse cheiro, tá gente? Não tem Não tem Não tem

Tá dirigindo? Tô dirigindo. Então, melhor não. Você não vai tomar que você tá dirigindo, né? Ah, eu tô de motorista hoje. Só se eu tomar um, a gente volta de uva. Deixa o carro aí. Meu irmãozinho, deixa eu dar um beijo em você. Eu tô me sentindo em casa. Mas tá, eu gosto. A maquinha aqui sempre foi assim. Cara, que gosto diferente. Obrigado por ser presente.

O Bigoda falou que quer tomar um golinho aqui. Vem cá, vem cá. Mas você não tá dirigindo não, né, Bigoda? Ah, então beleza. Obrigado, viu, Bola? Toda a felicidade do mundo, cara, você. Gabriel, se precisar de trocar de quatro toalhas... Você vai ver que casamento é a melhor coisa do mundo. É muito bom. É bom, é bom. Vê com a patroa, escolhe a cor direitinho. Vamos brigar esse momento? O dele é dourado, tem que ser o dourado. Você não vai, Vilela? É.

Aí ele veio lá com... Tá bom, tá bom. Eu te falo. Não é porque você não tem que receber em vorte. Fechou. A cachaça é sua. Essa é a cachaça, mas você... Não é boa? É teu patrocinador, não? Não, eu comprei lá. Eu achei bonita a embalagem. Ah, e tu abriu pra gente tomar aqui? É, claro. Só pra ver o gosto mesmo. Você vendeu muita cueca da marca lá, como chama? Insider. Insider. Vendemos. Brasil, teve um episódio... Assiste o episódio 7 horas, eu, ele e o Carlinhos. 7 horas. Você ficou de cueca. Você também. Eu também.

Você se trocou aqui. Parece que viram aquele meu pintinho murcho aqui de cabeça de tartaruga. Não apareceu. Minha bunda apareceu. Apareceu um pouco. Veja esse episódio, foram sete horas e meia, mais ou menos. É. Mas vendeu cueca depois? Vendeu, vendeu. Muita cueca? Então tá bom, ajudamos aí. Que bom, ajudar o podcast. Valeu, Gabriel. Depois de 15 minutos de merchan. Faz o melhor pra galera, tá sempre.

Manda aí o... Vamos brindar, amigo? Quem vai beber? Eu não tô bebendo. Você não tá bebendo, né? Eu não tô dirigindo, meu carro tá na oficina. Aliás, vou trocar meu carro, hein? O que você vai pegar? Eu quero pegar um carro híbrido ou só elétrico. Porque eu coloquei em casa agora. Ah, então é o Volvo, né? Cara, você tem energia fotovoltaica aqui? Tem, tem. E o solar? A minha coloquei... Aliás, solar e o carregador. Você colocou o Allbox? O Allbox, que é o carregador de carro? É.

Eu tenho tudo isso, já olhei na frente, mas eu não tenho carro ainda. Ué? Você já tem antes de... Claro, eu olhei lá na frente, porque eu não pego de carro. Então agora eu falei pra Mirella, vou pegar dois carros. Um híbrido e um gasolina ou não? Eu quero um pra rodar na cidade e um pra minha senhora no dia a dia. Então, brindemos aí. Vai tomar mesmo? Vou. É o que, cachaça ou tequila? Cachaça. É japonesa? É, cheira. Você conhece bem a japonesa, Carlinhos? Fala aí com a propriedade. Fala aí da... Cara, que cachaça gostosa, cara. Ela tem um gosto no final diferente.

Por quê? Hã? Não, depois você vai tomar. Chega lá em casa. Não, tudo bem. Toma um quarto, vai tomar quarto, sala, cozinha. Mano. O Jean Daniel mandou. Cara, que cachorro. Quando o CQC chegou, foi uma ameaça ao pânico? Será, será. Responde você. Não, você, você. Você está no ritmo, isso, vai.

Nunca, pra mim não. Eu não sei pros caras da... Veio quanto tempo depois? Veio no auge em 2003? Veio em 2008. A gente em 2003. Já tava estourado? Já, porque o CQC... É? O CQC... É que assim, tem gente que tem uma ciumeira. Porra, tem espaço pra todo mundo. E era diferente, a proposta era diferente? Diferente. O CQC é um produto da Argentina. I-Works, que virou depois quatro... Era quatro cabeças e depois I-Works.

Que era... Do Diego Goebel, que hoje é dono da Fishbox, que é uma produtora. Eu lembro que na época... Acho que não é essa. Eu não me preocupo com isso. Não sei, eu nunca tive essa visão de... Ah, vai... Não, meu irmão. Mas tinha nos bastidores um medo, assim, de derrubar? Da minha parte, não, nem do Carlos, não. Você sentiu isso? Nada. Eu não, zero. Porque o nosso tipo de humor é totalmente diferente. Cara, que cachaça boa da porra. É, cara, é muito boa. Puta que boa. Porra, ainda bem que eu... E você entende, né? Porra, eu gosto. Essa aqui é de arroz, eu nunca vi cachaça de arroz. É.

Você sabe que eu tomei um uísque japonês? Ah, uísque japonês, uísque é isso. É bom? O quê? É os melhores do mundo. Quem levou pra mim foi o Paulo Franco. Eu fui com um amigo meu lá de Floripa. Meu Deus. Eu fui com um amigo meu lá de Floripa. Ele falou, pô, eu tô comendo um restaurante aqui no Itaim. Nunca eu ia comprar um uísque japonês. Espetacular. Eu não lembro o nome. Eu tomei uma dose com esse meu amigo no restaurante. Garrafa quadrada. É? Eu tomei uma dose com esse meu amigo no Itaim. Vamos lá, Dinho. 300 reais, uma dose.

O quê? A dose? É, 300 reais. Uma dose. Já acho que eu não vou comprar. Ele falou que é um dos melhores whisky do mundo. Acho que foi isso. Tem dois. Tem um que é meio ouro, o outro é prata. Aí ele me deu esse de... O diretor artístico... Nada a ver com whisky normal, assim, o gosto. Cara, é diferente. É diferente. É diferente. O diretor artístico, na época da Record, o Paulo Franco, foi no meu aniversário lá em casa. Eu nunca tinha visto whisky japonês. Porque ele levou, acho que era uma garrafa pretinha, assim, pequena.

E eu tomei um dos melhores uísques da minha vida. Que fala, uísque é escocês. É. Cara, mas... Tanto que a garrafa secou. Vamos lá. Quatro, cinco, cinco. Mas secou, assim, duas horas, uma hora, sei lá. E o dia seguinte é de boa, assim? De boa. Porque eu falei, eu como bem. Eu tomo água. Eu não gosto de ficar bêbado. Eu também não. Eu não gosto de perder o corpo. Eu gosto de ficar alegrinho, só. Outra coisa, se eu bêbado, eu não gosto de dirigir. Eu fico em casa. Dá vexame, passou mal. A francesa vai pro quarto. Já dorme ali, beleza. Mas, cara, ele levou uma cachaça já...

Um whisky japonês. Eu vou atrás. Você gosta do whisky? Gosto, gosto. Será que é o mesmo, Garlinhos? Não sei. Pergunta o número. É uma garrafinha preta pequena. Se o Paulo Franco, grande diretor de TV, estiver nos vendo e ouvindo, pode mandar aqui o nome. O que vocês acham que vai virar televisão agora?

O brasileiro tem a mania sempre que tem certeza do que acha. Então, todo mundo fala, eu tenho certeza, mas eu acho. Então, eu sempre falo que eu acredito. Não dá para saber. Mas as pessoas dizem, mas a internet vai acabar com rádio. Não acabou. Não acabou. Teve essa convergência. Ah, podcast vai acabar com rádio. Não acabou. Não. Não.

A TV, ela teve que se unir à modernidade, à televisão, à internet e até falar a linguagem. Então, hoje em dia, a TV está trazendo os grandes caras da internet. E muita gente da TV está indo para a internet. Exatamente, é. Tipo, você sai da Globo, abre um canal, jornalista está fazendo o seu canal. O cara acha, às vezes, ah, saí da TV, não vou sobreviver. Que isso, cara? Se você sair do palco, ficar de plateia e ver as oportunidades que a vida está dando, a minha mulher tem um canal.

um dos primeiros de família, de pessoa pública, que é o Mi na Real. Mi de Mirela e Mi de Mina. Essa Mina é real. É o dia a dia. Vai lá, passa o aspirador, sai dali, deixa a filha na escola, passa na feira, aí eu também mostro o que eu estou fazendo, trabalhando, gravando, não sei o quê, vai ali, desfila, faz uma campanha, volta pra casa. Entendeu?

A realidade. E vai fazer agora, em setembro, dia 25, 10 anos. 10 anos de canal? A Valentina tinha 2 anos, ela vai fazer 12. Eu lembro no comecinho. Então, a gente sempre trabalhou nesse canal. Os parceiros, agora eu tô fazendo a área gurmela, vai preparar os pratos, que a Mariana adora cozinhar.

fazer rabada, massa. E vai ensinar. E aí a gente está trazendo as marcas para patrocinarem também o lado de comida, que ela gosta. A Valentina também, quando eu vejo, ela está fazendo algum prato da internet lá, um doce. Então é isso. A família tem...

viver e não sobreviver, porque a gente convive bem e eu tenho essa coisa. Falei, Mirela, se eu tiver que sair da televisão, tiver que te empresariar, você, Valentina, eu fico backstage, entendeu? Então a minha família é a minha vida e a minha moeda, é o meu produto. Eu tenho que ficar sempre ali coordenando, ajudando, porque eu não quero só aparecer, sabe, eu quero, tipo, trabalhar. Ah, você achou 12,900? O quê? É a garrafa pretinha? É, eu vou mostrar aqui.

Onde é que ela tá aparecendo? O monitor? Cadê o monitor? Olha o monitor ali do seu lado. Ah, tá. Não, aqui eu... Não é essa? Era quadradinha. Eu ganhei uma quadradinha, tipo desse tamanho. A garrafa assim, quadradinha. Essa aqui é triangular. Mas deve ser boa também. Ah, mas deve ser boa. Quanto é que é a dose? A dose eu paguei... O cara pagou 300 reais, um amigo meu. Mas aonde? Eu não pago nem uma garrafa. Num baralinho no Itaí. Eu acho que o cara comprou barato, vai vender a dose. Vai ganhar muito mais vendendo a dose do que a garrafa, né, gente?

O Vilás, você está lendo aí as perguntas? Pode perguntar. Não, estou ouvindo. O pessoal está comentando. Manda aí. CQC não tem briga, não. O Bola ficou preso lá e o cara foi abrir lá o portão. Ah, tá. Você falou do CQC. Para mim, nunca teve problema. Agora, alguns colegas, eu não sei o nome agora, não lembro, falaram que tinha nas externas.

Porque a gente tinha oportunidade de pegar um famoso Aí tipo, muitas vezes As pessoas falam, ah, o Pânico atrapalha Um furou o outro, um atrapalhou o outro Ah, poxa, o TV Fama tinha uma pergunta A Band tinha uma pergunta Vocês entraram gritando, atravessou todo mundo Aí, pô, o CQC não pegou, então assim, tinha uma rivalidade dos diretores Por exemplo, como o Pânico Pegou o artista tal e você Não conseguiu E você, Danilo Gentili, você O que mais que é pra externo? O Andreoli O Rafa Cortez não pegou lá o fulano Aí que acontecia, tinha um problema também E aí

Não pra gente, mas pra eles. Porque a gente era domingo, já entregava ali a matéria. A galera ia ver a matéria na segunda, porque o CQC era segunda noite. Então a gente furava, teoricamente, dava a matéria primeiro e mostrava o artista primeiro. Mas, porra, a pegada era diferente, né? O nosso approach com os caras é mais louco, mais incisivo, vamos dizer. E os caras eram...

Era pergunta mais de roteiro. É, um pouco mais de... Um programa de sucesso, CQC. Eu gostava do CQC, eu não perdia. Eu também gostava. Adorava o CQC. Se fosse na época boa do CQC, ia fazer sucesso agora. Bom. Na época da eleição. Eu acho que não deveria ter acabado nem o Pânico, nem o CQC. Não pode fazer nada. Então, se pudesse ser. Os caras mesmo já contaram aqui.

Acabou o CQC porque começaram a podar. O Pânico também. Não fala disso, não fala aquilo. O Pânico também não podia mais imitar Lula. Não podia mais imitar Lula. O Vilela. O Carioca não podia mais imitar Dilma. Sim, senhor. É só você. Eu não sabia. É só você analisar. Não podia mais imitar Lula, não podia mais fazer Dilma, não podia fazer certos tipos de piada. Vou falar por quê. Vou falar por quê. Se vocês analisarem...

A TV, ela é dona ali do prédio dela, das câmeras. Mas é uma concessão. Mas é uma concessão. Então quem manda é o governo que está. Se encher muito o saco do cara. Se você começar a falar do político tal, aí o presidente vai falar, porra, manda ali. Não, pior que não é nem isso. A ameaça não era nem concessão.

Porque além da concessão... Concessão! Lembra do Calbinho? Além da concessão, o governo injeta muito dinheiro na televisão. Sim, com a campanha. Governo federal, governo estadual. Caramba, não só a campanha. Tem que anunciar lá, correio. E usar isso de chantagem. A Globo tem mais do que todas as outras emissoras juntas. Por que será?

É. Por que ser? Aí vai falar mal. Vai falar mal do governo? Mas hoje tá mal. O sistema manda, né? Tem um sistema que rege. Tem um sistema que rege, né? Mas sabia por causa da internet... Eu tô vendo aí, viu, Cláudio? Eu tô vendo você bebendo a cachaça aí, viu? Essa sem álcool.

Álcool para ele, cara. É verdade. Você começar a errar a troca de câmera, já sei o que aconteceu. Mas daí o bigode? Então, ele bebeu. Putz. O bigode não pode beber, ele não está acostumado, cara. Manda aí, manda aí. Vamos lá. Felipe Groma mandou. Ceará, você realmente se emocionou quando a Marília Gabriela elogiou o seu trabalho? Eu me emocionei. E ele ainda pede aqui. Poderia imitar um pouco ela, era o meu quadro favorito. Claro, vou imitar para você. Vou imitar, te agradeço. Mas ali o quadro era só o fio condutor.

Eu falei no começo da entrevista, agora com o filme do Michael Jackson, eu quero assistir com a Valentina Domingo, que a Mirella não vai... Putz, eu não vi esse filme ainda, cara. Os fãs estão amando. E a crítica está metendo pau, né? Mas o que acontece, gente? Você tem que entender o que você vive hoje, o mundo, o cenário. É diferente. Você vai querer ver o quê? Que o cara faça lá o pai do Michael Jackson batendo numa criança? Eu tenho uma filha de 11 anos. Eu não vou levar a minha filha para ver o filme do Michael Jackson vendo ali o pai bater no filho de cinto. Então, é...

Os fãs estão amando. Agora, a crítica vai falar mal. Eu não vi, eu não vi, a minha filha não viu. Lembra do Silvio? É, minha mulher viu e gostou. A mulher viu e é muito bom. Eu tenho que ver para dar a minha opinião. Agora, a minha opinião, eu não sou o cara que conhece a história a fundo do Michael Jackson. Mas é o filme que está mais faturando, né? É. De cinebiografia é o mais... O filme é ruim? Eu nunca vi. Você assistiu? Não vi.

Eu quero ver domingo com a minha filha. Dá para ver com criança? Claro que dá. Ela vai fazer 12, acho que dá. O mundo está ensinando a gente a ser cuzão mesmo. Aquela palavra lá. Qual? Classificação. Não tem as coisas do assédio, de criança, não tem essa parte no filme? Tem, mas tem que esclarecer tudo. Eu estou falando de levar meu filho de 8 anos.

A minha vai fazer 12, não sei se pode. Se você não levar, alguém vai falar pra ele. Se você não levar, alguém vai falar pra ele. Alguém vai mostrar na escola, ele vai ver no celular. Davi Cortes. Agora, doutora, a senhora que é advogada, doutora Mara Damasceno, você tá vendo a classificação. Eu posso levar pra Latina ou espero ela completar 30?

Hã? Tá... Pega o Wi-Fi aí. O Wi-Fi ajuda. A doutora é uma mulher que defende os homens. É poucas ideias. Esse mundo podre e nojento que a gente vive... É mulher para o homem casar. É casado, doutora? É casado. Então seu marido deve te amar, né? Porque você entende a cabeça do homem, né?

Mara é pé na porta. Vice-presidente lá do... Como é o nome, doutora? IDDH. Tem que ser delegado, doutora. Ela vai ser deputada. Bota aqui o Trabucão 38 na cintura. Vai dar sério. Sabe por que ele chama Santa? O Papa do Papai Noel, o Santa Claus? O nome dele é Claus. Você viu o saco que ele carrega na frente ou nas costas? Nas costas. Ah, tá bom. Na frente. O Santa e o Senta.

Tá vendo? É um ajudando o outro. O santa e o senta. O pessoal tá falando que você não tocou nada hoje. Cara, um dia eu fiz uma piada tão boba de trocadilho, de cacofonia. O que acontece se o Papai Noel morrer? Criançada, é brincadeira. Ele não estará mais entre nós. Entre nós. Piada quinta seta. Mas é bom pra criança, né? Sabe qual é a tatuagem do Papai Noel, né? De rena.

É, aí, ó. Uma criança, isso aí não vai vir. É trocadilho, né? Que hoje, assim, um adulto contar é piada quinta série B. Mas antigamente, você lembra das piadas? O pontinho vermelho, pontinho amarelo, né? A galera ria da piada que não tinha graça, que era mais engraçado que quem estava contando e não sabia contar. Hoje não pode. Não teve agora o BBB, o Jonas, né? O cara não podia contar a piada quinta série B. Não pode. Aí pode passar uma mulher e peidar na cara do cara.

Não pode. Não pode. Ah, eu vi uma pesquisa hoje, Brasil. Pode comer? Eu vi uma pesquisa de um psicólogo hoje, não lembro qual, mandaram um vídeo para mim. Ah, você solta pão na frente da sua mulher, sua mulher solta peida na sua frente. São as pessoas que mais amam umas às outras, mais têm fidelidade. Falaram isso? Ah, tem uma pesquisa, um cara mandar o que se corta, eu vou achar. Um psicólogo. Então, assim...

Se a sua mulher faz isso, se você faz isso, tem essa intimidade, é a pessoa que não vai, teoricamente, pela pesquisa que o psicólogo fez, que não vai te largar, não vai te trair, porque vocês têm uma intimidade além do normal. E aquela, ai, eu não posso fazer isso, meu marido, pô, tu tá há 30 anos, tu nunca deixou escapar uma fonsa ali. Ah, acontece. Pô, aí botar a cuba no cachorro. Ah, sai daqui, cachorro, sai, senão ela caga em cima de você mesmo, vai. Porra.

Fala aí. Só para fechar o do filme do Michael, a classificação indicativa é de 16 anos ou não recomendado para menores de idade? Vou levar minha filha. Agora, atendendo ao pedido aqui da Gabi Herpes...

Olha, hoje eu converso com Carlos Alberto, que não é de Nobre, é o Carlos Alberto Silva, o famoso mendigo do pânico. Mendigo, me diz uma coisa, é você começou no pânico como office boy, como boy magia, como motoboy, ou você foi convidado a se retirar antes de estrear?

Você está certo disso? Estou certo disso. Por quê? Porque é. Como é que foi esse relacionamento com a nossa querida Sabrina Sato? Não pode falar que ela está casada, é uma mulher séria, tem família. Ela está casada, mas ela tem um passado. Sim, eu também tenho um passado. Você tem um passado. A chibata. Que é passado.

Você está em jejum do álcool, da carne, do sexo, da bebida, como eu já falei. O que é que se pode fazer nesse jejum? O que você pode comer, quem comer e o que não fazer? Agora eu não estou fazendo jejum. Eu fiz agora semana passada, fiz quatro dias. Estou fazendo propósito agora. Fiz um ano sem beber, mas algumas outras coisas. Só, dona Marília.

A televisão ainda é uma sedução pra você pra falar de Deus, levar mensagem. Aí sim, aí sim. Se R.R. Soares... Televisão, internet, tudo é canal. Agora, o importante é o que a gente vai passar através desse canal. Você conhece o Silas Malafaia? Conheço. Qual a sua opinião sobre ele? Não gosto. Meu irmão, meu irmão!

Aliás, eu não sei imitar. O bailarino, o Robson Pires faz muito bem. Como pastor, eu não gosto. Nem pastor, nem pastora, nem padre, nem ninguém. Como você. Você, Carlos Alberto de Nóbrega. Não, Carlos Alberto é o nosso saudoso. Carlos Alberto Silva. Quando é que veio essa verba, esse dom de imitar vozes de famosos? Foi lá na rádio mesmo que eu aprendi, olhando as pessoas. Começou a me dar esse interesse.

Qual a primeira imitação que você fez de uma personalidade famosa?

Sabe que eu não lembro? Será que foi o Milton Neves, Lula? Como é que seria hoje o Milton Neves falando com o Lula? Não dá pra ser o improviso? Falando de Deus, falando de Deus, levando a palavra. Porque Deus usa você como instrumento. Através do humor, você traz o quê? O amor falando de Jesus Cristo, da Bíblia. Porque muita gente só para pra ouvir a palavra de Deus se você for o Carlinhos Humorista. Então você não pode perder esse humor e esse amor que você tem por...

Eles querem a graça que eu fazia no pânico, Marília. Não a graça que eu vendo hoje, que é a graça do pai. Entendeu, Marília? E é difícil. E eu não quero fazer nada de graça. Eu tenho que ganhar também, porque eu tenho família para sustentar. É verdade. Qual a diferença dessa graça, de graça, desgraça, sem graça, para você no país que nós vivemos hoje? A gente não combinou nada. Ai, senhor. Bate bola, bate bola. Bate bola, vira. Então, vou conversar agora com...

Roberto Vilela. Tá certo, carioca. Então, Vilela, você. Eu. Quando você começou isso aqui, você era, antes, já um profissional de sucesso, cartunista, empreendedor, teve programa no Multishow. Sim. Como chamava o programa mesmo? É, Múdico Canibal TV. Múdico Canibal.

É verdade que você reaproveitou aquele cenário do programa e trouxe para cá? Sim. O que foi que você trouxe para cá, por exemplo? Toda essa parte de madeira aqui é do programa antigo, aquele sinal. Mostra a câmera aqui, por favor. É, é tudo isso. E aí, quando você começou a fazer humor, você foi fazer stand-up. Certo. Quem te inspirou a fazer isso? O humor americano, o stand-up, o inglês, ou os que começaram em São Paulo?

Rio de Janeiro. O pessoal aqui de São Paulo. São Paulo. Do Clube da Comédia. E aí você viu que não dava tanto dinheiro assim. Barra. Exato. Criou o podcast Inteligência Limitada. Exato. Qual foi o primeiro entrevistado?

Foi o de Lopes. De Lopes, humorista de cenário. Sim, porque... Quando você viu que aqui não era só um programa, era um negócio, você começou a ganhar dinheiro com um ano, dois anos. Um ano. Quanto tempo você capitalizou? Um ano. Primeiro patrocinador? O primeiro, acho que foi iFood, talvez. iFood. Você comia muito? Comia muito. Os convidados comiam muito. E aí, hoje, o valuation do teu negócio é um negócio avaliado em quanto?

Foi avaliado em 5 bilhões e 357 mil... 467 milhões. Milhões. Milhões e milhões. Mas você sabe, você está brincando, mas eu vendo aqui, ser podcaster é muito difícil. Porque você não é um comunicador, um radialista que gosta de falar. Você é um ouvinte assim como quem está do outro lado.

Qual o pior convidado? O prolixo? Não. O Wellington Unis? É o que não fala. Ou o que não fala monossilábico? Monossilábico. Porque a entrevista dura meia hora ou menos que isso? É porque a conversa não vai. Não rende. Não rende. O que é que rende mais? Um convidado assim ou não rende? Ou dinheiro na poupança? Quanto tá pagando na poupança? Não sei. Aí que o banco fica rico.

Ele pega o teu dinheiro, que você fala sempre no diminutivo meu dinheirinho, minha casinha, meu carrinho. Não, pensa grande. Quando é que você começou a ganhar dinheiro e quando foi que você juntou o seu primeiro milhão e por quê? Aos 30 anos. Verdade. O que é que você comprou?

Eu comprei um carro, aquele da Fiat. Elba. Tipo? Não, era tipo. Uno. Tipo zero. Tipo zero. Uno, zero. Estilo. Estilo. Maréia. Era um carrinho. Maréia era um bom carro. Mas era o que o teto laminado. Ele era top. Maréia era um bom carro para você, não? Era um bonito penteado. Tempra, oito válvulas. Era bom para você ou 16? Muito bom. Ele está fazendo comercial da Fiat e não está ganhando. Sabe qual carro que canta? A Maréia Carry.

Hoje eu conversei com o Carlos Alberto da Silva Mendigo e Roberto Vilela Rogério Vilela Valeu Carioca É isso, tá vendo? A gente não combina e as coisas saem e entram e voltam, vai lá, mais perguntas por favor, Cláudio Vamos lá

Fala aí, Zanayna. Diego mandou. Não pode pentear. Diego, Diego. Diego mandou vocês. Vocês já pensaram, isso aqui vai dar uma merda gigante, mesmo assim foram lá e fizeram? Carlos. Carlos. Já. Devia pensar direto isso, né? Eu já. Não só no Moro, em várias coisas. É? Opa.

Dá vontade, a gente vai lá e faz, né? Tem consequências, algumas coisas, mas a gente faz. A gente não tinha um roteiro no começo. Assim como na TV e na vida pessoal, tudo tem uma consequência. Na TV a gente já fez muita coisa que a gente achou que ia dar merda. E deu. E deu. Quebraram meu braço, você. Brasília, pô. Lembra Brasília? Eu, você e o Vinícius? Eu recebi esse carro já. Recebi uma ordem de prisão da Polícia Federal. Por quê? E eu saí correndo, eu vestido de lula. Fiquei lá no lago com o microfonezinho. Certo? Era uma ordem de prisão pra mim, pra se vocês passarem dessa faixa aqui. Eu tava... Aqui é o limite pra vocês pisarem. Aí eu peguei e atravessei de lula.

Eu tava de Collor, o que é que eu tava? Eu não lembro. Porque eu imitava o Collor quando era moleque. Minhas gente, meus descamisados. Pode ser, pode ser. Eu tava de Collor, eu tava de Sarney. Brasileiro, assim, brasileiros. Sabendo que não podia passar. Sim. Não, pode passar, como não pode passar? Não é ele que manda, caralho, é público. Eu lembro disso.

E aí os caras correndo atrás de vocês. Aí deram uma ordem de prisão. Eu saí correndo. A gente chegou a entrar no congresso. Esse aqui, o Vinícius. Meu Deus do céu. Eu lá em cima. Eu já corri pro lago. É porque o Carlinhos era mais ousado que a gente. Porque ele era mais jovem, né? Eu fiquei no lago lá com o microfone. Eu subi e fiquei no lago lá com o microfone. E os dois lá embaixo, bicho. Puto. E os caras querendo prender ele. Humor subversivo. E o pânico tava entrando na rádio no ar. Aí ligamos pro Emílio. Aí o Emílio fez um barulho lá no ar e tal. Os caras tão presos lá em Brasília.

Mas assim, vem cá, a gente tá vendo as merdas que deram, mas foram essas merdas também que... Cara, se isso é merda, é uma merda besta. Uma merda besta, é. Mas a gente só fez isso sabendo que a gente precisava trabalhar. Não, tinha que dar o sangue, pô. A gente ia lá e dava o sangue e fazia. Exatamente. Então, eu acho que o... E quanto mais desse repercussão, uma prisão, uma nota na internet, aí o nego ficava maluco. Porra, deu nota, saiu nota. Os mais jovens. Mas sabe o que eu digo pra você? Eu agradeço todo dia a Deus falando sério.

Eu tenho orgulho de ter participado de um grupo e tenho muita gratidão a esses caras. Porque assim, eu agradeço a Deus. Obrigado que eu trabalhei com esses caras. Porque o meu sonho era que fizesse um documentário, mas lógico, tu tinha que ser o dono da marca, mas o meu sonho é que fizesse dois tipos de documentários. Um...

A gente dando depoimento da mesma pergunta. Carlinhos, sem se encontrar, sem combinar. Cada um falando a mesma coisa. A visão de cada um ali de plateia. Como foi o começo? Como foi não sei o quê? Carlinhos, Bola, que é o Bola Fala Bem, acho legal o Bola Fala Calma. Então é um storytelling nato, Bola. Fala bem, eu gosto do jeito que ele fala. A gente é mais agitado, né, Carlos? É.

E aí eu gostaria que tivesse esse tipo de documentário. Sei lá, dez episódios, sei lá. Dá pra fazer mais. Então, fazendo com a produção, os primeiros produtores, diretores, Ricardo de Barros, todos. O Alan também, que... Teve um antes do Ricardo, né? Que ficou pouco tempo.

Foi o Pedro. Isso aí também, eu tive uma briga com ele, né? Eu tive também. Você também tem? Mas a minha foi legal. Quer contar? Eu vou falar do nome, vai dar merda aí. Concei o que era? Como é? O que foi? Ah, isso aí foi foda. Eu briguei feio com ele. Mas não fala o sobrenome dele que vai dar merda. Não vai dar nada. Foi no começo do plano. É Pedro Peixoto, né? Ele deu o nome, tá bom. É isso mesmo? Eu falo a você aí. Eu falo o nome do cara, quer falar o sobrenome? Dá o RG também, passaporte, CPF, endereço da casa. Eu tô falando o nome do diretor da época. Ponto.

Brigou comigo, eu briguei com ele. É, exatamente. Coisa de melindre, vaidade, mas depois a gente estava certo. O cara foi mandado embora no outro dia. Estou mentindo? Não. Então está bom. É que assim, tem gente, vou te dar um exemplo. Isso é bom e é ruim para muita gente. Tem gente que vê coisa errada e se incomoda e fala. Não vou falar o que eu disse. Tem gente que se incomoda, mas não fala porque pode perder o seu posto. Porque não é que está batendo de frente com o diretor ou com o cara. Cara, está errado, está errado. A gente é prata da casa, entre as... A gente entrou ali, cresceu junto. Aí chega um cara fazendo uns negócios.

uns negócios lá em Maresia, uns negócios meio estranhos. Aí começa a vir pra vida pessoal, o meu negócio foi a treta que eu tava saindo com a Sabrina no começo ali também. Eu fui com ex-mulher, falaram que eu conheci o dono do hotel, eu sempre fui negociar. Sim. E na época eu tava com essa pessoa, que eu não vou falar o nome, não precisa, né cara? Mas eu gosto do Pedro, não tem nada contra ele. Tem a família hoje, nem sei onde é que ele tava, sucesso pra ele. Demais.

Foi só coisa de trabalho, e aí também todo mundo muito jovem. Ele era um cara que já tinha trabalhado, acho que na Globo também. Mas não tinha nada contra ele. Nem contra o Alan. Eu quero o bem de todo mundo. Bem, mas bem longe também, pra não ter confusão. Sem nenhum rancor, juro pra você. É, Raquel. Eu quero um dia encontrar com o Alan, e assim, olhando pra ele, pegar assim na mão dele e dizer, cara, muito obrigado.

Por quê? Porque você me fez ir pra frente. Se você talvez não tivesse pico no meu pé, ou sei lá, como quiser chamar, perseguição, panela, eu não teria saído, não teria buscado novos horizontes. Então hoje eu vejo a vida melhor no futuro. Como diria Lulo Santos. E eu nunca vou guardar rancor de ninguém. Eu sou grato pros caras na minha vida. Você é o cara que eu sou grato, porque você já me trouxe aqui na época que eu nem tava... Vim aqui no começo, Carlinhos. Vim aqui no começo do programa. Bola também. Então eu sou grato às pessoas que aparecem na minha vida. Sejam... E aí

fazendo aquilo que eu não gosto, porque eu sempre aprendi, mesmo quando as pessoas não queriam me ensinar. Meu pai era um cara que era assim. Eu não me conformava de eu ser aquela criança tímida, e meu pai, com a quarta série, chegava, contava piada, comunicador, parava ali, fechava a roda sem piada, viado, para ele contar piada e tal. E eu falava, por que eu sou tímido como é minha mãe? Por que eu não sou esse comunicador? E depois de um tempo eu vi que eu sou esse cara muito parecido com o meu pai.

E um cara de negócio, meu pai era um homem humilde. Então ele saía para a feira do rolo, Carlinhos, com uma bicicleta. Ele era policial, um revólver 38 que ele tinha lá usado. Um som 3.1, que era aquela radiola, você lembra? Você tinha muito velho, né? E daqui a pouco ele voltava com o Fusca. O cara era de negócio, de roleiro. E tudo que eu faço hoje de negócio, pensando em também ajudar as pessoas, mas também ajudar a minha família. Depois que você conhece o bom, você quer o ótimo. E do ótimo é excelente.

Então, eu acho legal, para você manter bem a sua família, pagar um colégio bom, dar uma oportunidade, você tem que trabalhar. E tudo isso eu agradeço aos meus pais, que eles deixaram não só valores financeiros que não tiveram pobres, mas deixaram esses valores, a gente ser grato, ter amizade. Porra, levar um amigo em casa, meu sonho é ter esse documentário, ou ter um filme com atores nos representando, talvez quando a gente estiver com 70 anos.

A gente vai se reencontrar, tomar um uiscão, bater papo e vai ver que tudo é bobagem. Porque depois que você fica mais velho, esquece a vaidade. Mas se você sabe disso com 40, 50, por que esperar 70? Eu já estou assim. Eu já quero encontrar agora. Desapego, desliga desse mundo. O Emílio é o decano com o Tuti, os dois mais experientes. E os caras que mandam. Então eu queria muito...

bater um papo com essa galera, dar risada e ver, sei lá, alguém fazer um documentário. Vai fazer. Pode ganhar o dinheiro dele, não quero nada desse documentário. Vai rolar. Eu quero fazer isso. Eu quero, direito de imagem e tudo. Não, eu quero não. Ganhar o que eu não ganho na vida. Eu quero fazer esse respeito, sabe para quem? Para você que é fã. Se for fazer, tira meu nome. Não, na boa. Por mim, eu não quero ganhar dinheiro disso, não. Eu ganho dinheiro contra as coisas.

para um fã, porque a gente só foi o que a gente foi, a gente só conseguiu o que a gente conseguiu, graças ao público que é o nosso patrão. Então, respeito ao público, eu queria muito que tivesse um documentário com a tua verdade, com a minha, com o do Emílio. Como que está o público de vocês, quando encontra com vocês? Que idade que é o pessoal? Todas as idades? Como que é?

Todas as idades, né, Galinho? Até criança agora. Até criança agora. Até criança também? Até criança. O que vê na internet? Porque vê no TikTok. Tem uma galera que vê no TikTok, vê os cortes, e tem muita molecada nova, assim, de 18, 20. Tem uns moleques, cara. Eu tive dois moleques de 18 anos tremendo tirar foto comigo. E aí? Mas eles falam que tu viu ali no TikTok? Não, aí eu perguntei, como é que vocês conhecem? Não, mano, meu pai obrigava a gente ver todo domingo com ele. Eu falei, caramba, os moleques com 5, 7 anos. Legal, né, carinho? Eu lembro também, quando eu vi as Trapalhões, quando eu era bem pequenininho, eu lembro.

Então o pai vê com os molequinhos. Cara, engraçado. Então alguns pegaram essa transição. E algumas crianças, meninos, não assistiam o canal da Mirella, não viam as redes da Valentina. A minha filha já conhecida na época. Aliás, agora está voltando o Instagram da minha filha. Porque a Valentina, só deixar bem claro o pessoal, por que a Valentina saiu do ar no Instagram. Depois eu volto, o assunto me lembra.

porque a Valentina, ela é muito autoral, assim, o jeitinho dela. Então, a Sabrina Sato mandava um presente da linha dela de perfumes, maquiagem. Ela ia lá na rede social, a tia Sá, obrigada aqui pelo perfume, e ela marcava para agradecer, recebia isso que todo mundo faz. E aí entenderam, na época que entrou esses caras falando de criança na internet,

entenderam, algum juiz entendeu na época, que era publicidade. Tadinha, ela não faz. Publicidade faz nas minhas redes, na Damirela, e quando ela ia fazer qualquer campanha em família, tinha que pedir uma alvará, tudo autorizado por um juiz. Aí tiraram a rede social da menina do ar, mal entendido. Então nós pegamos uma advogada, vai voltar, se Deus quiser aí, as redes sociais, o juiz autorizou, e eu peço aí a meta, que no tempo certo aí que ela volte, porque ela gosta de se comunicar.

Ela gosta de falar para o público dela. Porque ela vê o pai comunicador, a mãe também pública, canal, ela quer se comunicar. É a maneira dela falar com o público dela o que ela sente. Então, eu fiz esse adentro para falar de um assunto que eu não lembro mais, porque eu não tomei nenhum assunto. O que ele estava falando? Ih, caramba. Então tá bom, vamos ver o assunto. Próxima pergunta. Ah, do tipo de punk era da época do... É, porque os caras chegavam do lado da minha filha.

ela no áudio dela, e pediam fotos comigo. Crianças pedindo fotos comigo. E eu achando que... Era pra ela. As crianças queriam tirar foto comigo. Por causa do pânico. Olha que doideira. Não é legal isso, cara? Ô, Bigoda. Você assistiu o Pânico. Você tem 20 anos. Nasceu em que ano, Bigoda? 2003? 2000.

2005 2005 Tinha dois anos de pânico na TV Você não viu na época, viu agora É, eu peguei depois de mais velho assim Quando eu era pequeno eu lembro que passava nos finais de semana, né? Mas eu não assistia Aí depois de velho você viu umas coisas? Depois de velho eu vi Alguns cortes assim no YouTube, né? E você, Klaus?

Eu assistia todo domingo com a minha mãe. O que você gostava? Gostava de tudo. Mas o que? As Panicats, né? Também. As Panicats maravilhosas. Corta pra 18. Essa era uma clássica. Mas já foi na época do Edu. Mas antes ainda... A fase da Band lá. Eu me lembro muito bem do momento em Winehouse, que era a coisa que a gente mais copiava. Rede TV. Isso era no começo. Não, em 2007. Na época da Amy, que ela estava louca, bebendo a verdadeira. Depois ela veio aparecer. 2008, 2009.

Não, isso aí foi em 2007, que eu lembro que eu fui gravar com o Vesgo. A gente foi na casa da Amy lá tentar gravar com ela. Não, foi em 2008. Eu lembro, eu lembro assim, eu lembro. Sabe por quê? Porque eu fui para a Record em 2008. Lembra? Daí já não ia ter mais... Ainda estava no finalzinho da Hora da Morte. A gente fez a Amy Louca com um dublê que pulava na rua, dava uma zoadora na galera. Zoava a chave inteira da loja. Isso a gente ficava imitando na escola. Era uma Hora da Morte, só que com a Amy, né? Era isso. Era a mesma coisa. Manda, manda.

Vamos lá aqui ó, perguntinha pra vocês aqui da Regina. Vocês têm vontade de voltar com algo no estilo do Pânico hoje?

Será? Cara, pela galera, pelo público que gosta do Pânico, que é uma nostalgia grande, né? Eu voltaria para fazer coisas, se conseguir se conciliar com o que eu estou fazendo hoje, trabalhando, eu faria. Pela galera. Um novo Pânico. Faria, mas assim, eu acho que vai vir uma nova trupe aí, uma nova galera para fazer inspirada no Pânico. Eu acho que tudo é inspiração. Ninguém inventa nada, ninguém vai inventar a roda, né? Você se inspira naquilo que é bom e pode melhorar, ou ficar igual, ou pior, na verdade. Aliás, tem uma história.

que eu carrego isso como exemplo. Você sabia como é que foi inventada aquela malinha com duas rodinhas e aquela haste? Foi um piloto de uma companhia aérea americana, depois vocês podem pesquisar isso aí, o cara andava muito no aeroporto para entrar no avião e fazer as viagens dele, o piloto.

E ele teve a sagacidade que a bolsa era pesada, ele colocou duas rodinhas e aquela haste para puxar. Aí o cara mais inteligente inspirado nele, anos depois, fez uma nova patente. Quatro rodinhas 360 com a haste. É mais fácil hoje o quê? Carregar aquela de quatro rodinhas do que puxar. Então você está vendo que as coisas ninguém inventa. A gente se inspira. E vai melhorando. Vai melhorando ou não.

Então, as ideias estão aí, estão pairando no alvo. Você pode pesquisar. Enquanto você está tendo ideia, tem 300 pessoas a 450 no mundo, se eu não me engano, tendo a mesma ideia, não no mesmo tempo. Mas quem pegar essa ideia, registrar e colocar em prática, é o cara que vai fazer sucesso. Tem coisas simples que você pode mudar a tua vida, ficar bilionário. Teve um moleque agora, acho que é de Campinas, que vieram me falar.

16 anos. Ficou rico, ele patenteou aquela porra daquela fita que deixa o dente branco. O cara veio falar, é meu colega, eu estive na casa dele. 16 anos, o cara é um menino muito rico. Uma coisa simples, porque o cara já tem um espírito empreendedor e ele viu...

onde ninguém estava vendo e está chegando onde ninguém chegou ainda porque ele viu antes. Entendeu como é legal isso? Que pena que eu demorei a empreender, porque hoje eu tenho uma cabeça diferente. E hoje empreende? Não, eu empreendi quando era criança. Por exemplo, lembra daquela pulseira de linha de crochê? De vó? Escrevia um nome? Um nome, eu fazia. Eu lembro. Eu com oito anos, com a minha timidez, eu fazia em casa. Os alunos encomendavam, tipo assim, Cláudio. Aí eu fazia o nome Cláudio, com os enfeites, e vendia na escola.

8 anos. Com os meus 12 e 13, eu fazia pipa, o papagaio, a raia, e vendia na feira para ganhar dinheiro, ir para ir no aeroporto, na sorveteria, tomar sorvete e ver os aviões. Eu ficava impressionado, caramba, um dia eu quero estar dentro do lixo desse. Um dia eu vou voar de avião, um dia eu vou viajar, um dia eu ficava com aquilo na cabeça.

A minha primeira viagem de avião tinha 22 anos. Trans Brasil. E você, quando foi a primeira viagem de avião? Você lembra? Eu devia ter uns 22. A minha idade, a minha idade. A gente foi fazer um evento em BH. Tava começando no pânico. Família pobre a gente é. Você não lembra? O ECO Bola não toca mais aqui. Ele conta de um jeito maravilhoso. Porque assim, eu nunca tinha pegado avião. Na verdade não foi BH, foi para São José do Rio Preto. A gente fez um evento lá e ficamos numa chácara e tal. Já tava no pânico, né? É, aí eu...

Eu bebi e tal, na volta. Me empolguei, né? Tava com os caras. Aí, na volta, eu fui para o aeroporto descalço de... Descalço, short e regata. O Bola quis morrer. O Bola... E ele era... O Carlinhos tinha uma coisa que ninguém mudava a cabeça dele. Carlinhos, mas não pode entrar. O piloto não vai decolar. Você vai ser expulso. Mas me mostra aqui onde está escrito que roupa tem que usar, caralho. Hoje em dia, como é que as pessoas andam no avião? Fala para mim. Os federais colocam para fora. Você sabe disso, né, doutora? Coloca nada. Imagina, cara. Coloca, doutora.

Pode entrar descalço? Não pode, mas aí eu meti um havaiano e fui. Ah, tá. Óbvio. Hoje em dia você vê como... Ele não escutava... Esse maluco era muito... Ele não escutava ninguém. Era o que ele achava e foda-se. É óbvio, pô.

Sempre foi assim. Onde está escrito que não pode? Manda aí, manda aí. A personalidade, né? É dele a personalidade. Ele tem que respeitar. Manda Krauss. Pergunta do Breno. O que ninguém conta sobre ganhar dinheiro com humor na TV? Será? O que ninguém conta? É. Quem ganhou dinheiro com a TV é porque começou a empreender. Porque se você for esperar ganhar um bom salário na televisão... Não rola. Ganha os medalhões. Ou se você for muito valorizado, se você souber negociar com o seu empresário, com a sua advogada, você pode até ganhar melhor.

Agora, quem ganha bem na televisão, acho que os medalhões da Globo, que a Globo faz questão de não tirar da casa, porque sabe a audiência que dá. E o público de novela. O apresentador ganha, mas não são todos. Então vou te falar uma coisa.

Você percebeu que tem um público reclamando Que tá vendo novela agora Que não tem mais os grandes nomes São atores de teatro Porque o empresário fala assim Eu não vou pagar pro ator 500 pau Se ali é uma equipe Se eu posso pagar 30 Pra um que é tão bom do teatro 40 Que ele usa a Globo pra divulgar o trabalho dele A peça dele, o livro dele Você tá entendendo? Porque o empresário tem que pensar assim também Ele tem uma folha de pagamento

Não é fácil ter uma empresa. O Silvio Santos, na década de 70, já era visionário. Ele emprestou dinheiro para o Boni. É, o Boni contou essa história. Eu entrevistei o Boni. Já li o livro dele. Para pagar a folha de pagamento da Globo. Tem um outro agora. Então você imagina o Boni. Ô, Silvio, a gente se conhece de novo. O que você já foi da Globo? Porra, me empresta aqui. Eu pago com juros. Porque estou sem dinheiro aqui. Os patrocinadores não pagaram. Tem aqui vários funcionários para pagar. Ah, está bom.

Me manda aqui o número da conta, que é em cheque. O cara mandava dinheiro. Porque o Silvio, ele comprava o horário na Globo. Então, o cara tinha a visão de artista e de empreendedor. Aí, eu não consigo... Os artistas que ganham muita grana assim até hoje, e o cara não tem um lugar para morar. O dinheiro vai embora, evapora, ele não aguenta desaforo.

Palavras de otimismo com um bebê gigante, os caras escreveram aqui. Ah, era o bola, bola no rádio. É quando o bola estava na rádio. Palavras de otimismo com um bebê gigante. Agora, eu tenho curiosidade do Carlinhos, assim. O quê? Do quê? Vou fazer pergunta para você. Carlinhos, quando é que você percebeu que a tua vida mudou assim, que você falou que não era mais um cara que não podia andar na rua, mesmo fazendo o mendigo, que era um personagem? Quando é que você percebeu...

estava famoso que o negócio deu certo e que você passou a ganhar dinheiro. Falou, cara, agora eu posso ter isso, ter aquilo, eu não posso andar em tal lugar. Então, esse negócio de andar nos lugares, cara, eu nunca tive, de verdade, será que? Eu sempre gostava.

Sempre gostei. Nunca me prevei de lugar algum, cara. Eu vou em todos os lugares. Não quero lugar diferente. Eu gosto. Eu sei me virar nos lugares que eu vou, tá ligado? A gente começou a fazer bastante bailinho, né? Na época do Pânico na rádio. Na rádio ainda. Começou a fazer bastante show. E comecei a juntar dinheiro ali. Comprei meu primeiro carro, meu primeiro AP. Antes da TV, né, amigo? Antes da TV. Antes da TV? Então, ele tinha uma cabeça boa também pra guardar dinheiro. Ele começou a comprar o primeiro carro.

Eu tinha esse sonho de comprar o primeiro carro. Comprei à vista. Meu primeiro apartamento também. Eu fui guardando, guardando, guardando. Paguei à vista. Eu nunca quis financiar nada. Quando eu entrei no financiamento... Você sabe que o rico mesmo, que é de começo, ele não quer comprar à vista. E eu não consigo me conformar, na minha cabeça, como é que um BBB que ganha um prêmio de 3 milhões e meio, não sei quem é o cara, perdeu tudo em dois anos. É muito dinheiro. Porque o rico, se você analisar, gente, o rico mesmo que o avô veio da Itália, do Japão,

Sabe aquele ditado, pai rico, filho nobre, neto pobre? O pai constrói, o filho usufrui e o neto destrói? Isso existe há muitos anos. E eu não consigo entender, na minha cabeça, como é que o cara perde tudo. Porque acho que talvez o pai não teve tempo de deixar esses valores de ensinamento, que o dinheiro não aguenta desaforo. O pai está só viajando, sei lá, casamento é uma merda. E o filho, quando o pai morre...

O filho não sabe para onde ir, porque não tem educação. Não sabem. Você já assistiu o documentário filme do Jorginho Guilherme? Não. Do Prime? Cara, mostra isso. Mostra isso como ator lá representando. Playboy, né? O cara foi um dos maiores playboys, o primeiro do Brasil. Família dona de empresas em Santos, o Palácio do Governo lá do Rio, onde tem o governador.

Era a casa onde morava o Jardim do Rio. Então, assim, como é que um cara que era dono, que era o playboy, que o pai falava, filho, vai pra França. Porque na época não era Estados Unidos, não era Califórnia ali, né? Era Hollywood, era França. Os grandes artistas iam pra França. E o cara trazia, tipo, as mulheres mais fodas da França, as atrizes, depois de Hollywood, festas regadas a muito dinheiro. Quer dizer, o cara morreu.

e não era mais dono do Copacabana Palace e a galera, os novos donos, deram um quarto para ele terminar os dias de vida lá. E aí você sabe que dinheiro não é nada, bicho. Nada que você tem aqui é seu. A verdade é essa. E tem uma pesquisa que fala que o lance da pessoa, várias pessoas que ganharam uma fortuna na, sei lá, ou loteria da vida. Pessoa que era feliz antes, sem dinheiro.

Continua feliz. Se a pessoa era infeliz, mesmo com o dinheiro, passava aquela euforia e ela voltava a ser infeliz. O dinheiro não muda, cara. Mas vou explicar uma coisa. Depois de um tempo, você volta a ser o que você era. A minha observação, quando você já nasce num berço... Já acostumado. ...donde a família é rico...

Para você se acostumar com nada é difícil. Agora, se você vem do nada, da pobreza e perde, você consegue se acostumar. Porque sabe aqueles ricos que moram em Copacabana, que o bisavô tinha dinheiro? O cara mora, às vezes, num apartamento de 40 milhões, 50 milhões.

E o cara não pode mais manter aquilo. Acho que o ideal seria o cara vender aquela cobertura antes de acumular dívidas, IPTU. O cara mora num apartamento que não consegue pintar com goteira. É melhor o cara vender. Falar, vou recomeçar aqui fazer um novo negócio. Pega um apartamento menor. Vou lá para a Barra. Eu não vou para a Barra, porque o rico da zona sul... Não, gente...

É muito ruim você nascer num berço de ouro e depois perder tudo. Agora, se a gente viu de baixo, né, caro? A gente não quer perder. Mas a gente se acostuma, né? A gente se acostuma a dar a volta por cima. Cara, é desapego. É desapegar de dinheiro. A Bíblia ensina isso o tempo inteiro. É desapego. É desapego. Desapego total. Dinheiro. Dinheiro você ganha, você perde, você recupera. Agora, o que você não recupera é o tempo. É. Cara, tempo é assim, ó.

O tempo você tem que aproveitar agora, viver, cuidar da saúde para poder estar com seus netos, porque você gastar a tua grana para ganhar dinheiro, gastar a tua saúde para ganhar dinheiro, depois ter que gastar o dinheiro para cuidar da saúde, passou, irmão. Você fez agora alguns minutos, não volta mais. Então, para mim, o mais valioso hoje é poder estar com a minha filha. Foi isso que eu decidi sair do pânico.

Independente da grana que eu ganhava, sentei pra onde ir e vi ali o crescimento da minha filha. Até hoje, ó, Mirella vai deixar a Valentina sete da manhã, eu vou buscar a Valentina, às vezes eu vou deixar. Participo da vida dela. Porque tem cara aí que ganha dinheiro, o filho gosta mais da babá dos colaboradores do que do pai e da mãe. O casamento é uma merda, a mulher vai pra cá, o cara também. Tem amante, a mulher tem amante. E aí quando o filho cresce, não quero saber do meu pai.

Não quero saber da minha mãe, eles não me deram amor, eles me deram dinheiro. Mas cadê o tempo que eles me deram? O tempo passou, irmão. E tem pai que quer dar amor e a mãe só quer dinheiro. É verdade. É verdade, eu sei. Tem os dois lados da moeda. Exatamente. Não é sobre o homem e sobre a mulher, é sobre o tempo. Tempo é o nosso maior tesouro.

Rico mesmo é quem tem tempo. Rico mesmo é quem tem tempo pra cuidar da vida e cuidar daquelas pessoas que você ama. Porque quando você vê é irmão, é assim. E as pessoas falam de dinheiro, dinheiro, dinheiro. É bom ter dinheiro, é bom poder pagar uma escola boa, é bom poder viajar. Mas tem uma diferença. Eu quero deixar pra Valentina não só dinheiro, que ela vai ter muito mais que eu que Mirella. Quero deixar legado. Dinheiro você deixa para os filhos. Legado você deixa nos filhos. A minha filha, ela chega aqui e lá.

Como eu falo, olha nos olhos, decora o nome, chama todo mundo pelo nome. Da moça que varre o chão, da moça que faz o café.

Trate bem o Vilela, chame pelo nome. Porque você vai ser ensinado assim. Nunca seja interesseira. Seja interessada, intencional e interessante. Você é interessante, meu irmão? Sempre. Com dinheiro, sem dinheiro. Vilela, a moça do café, a produtora Andréia. Porque pra mim, todo mundo é igual. É mesmo. Eu não... Irmão, se eu chegar em qualquer lugar, pode ser o dono da empresa. Tô fechando o negócio. Ele tá maltratando a moça do café. Irmão, obrigado. Tô indo embora. Não fecho o negócio com você.

Porque você é igual a mim. Você fede, você cheira, você é igual morador de rua. A sua empafia, a sua jactância não vai fazer com que eu feche o negócio com você. Não quero você na tua casa, na minha casa, e não fecho o negócio com você. Isso aqui é o ser humano, não é o artista. Porque todo mundo vê o Carlinhos brincando, eu brincando. A gente não é louco, a gente não é burro. Entendeu?

É ser humano, porra. Mas o fã fala o quê? Imita o Silvio. Eu vou imitar. Eu fiz a Gabi Erpas aqui mesmo. E é isso. O cara... O público, às vezes, não é nem culpa do público. Ele não separa o personagem da pessoa. Aí você fala, mas por quê? Eu falei para os meus amigos. Eu não falo de certos assuntos porque eu sei que o cara não vai...

Fala, pô, deixei de gostar do Ceará porque ele falou isso. Deixei de gostar do personagem. Cara, mas é só uma opinião. É só uma opinião. Você não precisa pensar igual ou fazer igual. Pô, você vai continuar sendo legal comigo? Eu só não penso igual a você? E nem você vai ouvir a sua opinião na minha boca. A gente é só diferente.

O Carlos pensa diferente de mim, mas é meu irmão, frequenta a minha casa. O cara é evangélico. A madrinha da minha filha não é cristã, de raízes africanas. É a melhor madrinha que eu poderia ter escolhido pra minha vida. Uma mulher que eu amo, Aninha. Amo você, a minha coltinha do Rio de Janeiro. Então as pessoas têm uma manhã, minha religião é melhor que a sua, eu sou melhor que a minha. Meu time.

Para pra pensar, beleza? Não é palestrinha, não. Qualquer coisa pra desmerecer é palestrinha. O pessoal quer desmerecer você, né? É isso, cara. Faça essa reflexão. Você não é meu amigo porque você tem esse podcast, porque você é da igreja, eu sou... É porque eu gosto de você, pô. Quem é meu amigo, quem é seu amigo, tem que ser amigo pelo que você é, não pelo que você tem. E acabou. Acabou.

Quer andar comigo? Eu tô assim, assim, eu tô indo pra cá, não quer? Tchau. E é isso. Jesus Cristo falou o seguinte, eu não vim trazer paz, eu vim trazer a divisão, a espada. Quem não é comigo já está contra. Não quero saber a sua religião, eu estou em Cristo. A sua religião pertence a você, você já tá contra. Quem não me ajuda a juntar já está espalhando. Então eu tô indo pra um outro caminho. Esse caminho que vocês gostam, que vocês acham do caralho, eu já vivi tudo que eu tinha pra viver nesse caminho. Eu quero um novo agora, pô.

Aquilo que eu não consigo fazer. Viver uma vida sem beber, viver uma vida sem transar, viver uma vida sem usar droga, viver uma vida sem fumar, viver uma vida sem sair, viver uma vida pra Cristo um pouco, pro meu eu interior, pro meu próprio bem, do que viver pros outros. Já vivei demais pros outros e quase me mato vivendo pros outros.

Então as pessoas, é difícil elas aceitarem essa mudança e ninguém é obrigado a aceitar nada. Eu só vou. Quem quer ir, vem atrás. Quer entrevistar? Quer ir? Irmão, eu vou, mas eu não estou nessa vibe de falar isso, isso, isso. Minha vibe é outra. Pode ser? Beleza, não pode. Então beleza. Vai lá em casa, a gente liga o karaokê. Acabou, fica me indigando pra ele chegar a seu Ceará. Não vou beber nada com álcool, eu estou no propósito de ficar um ano sem bebida.

Beleza, irmão. O que você quer beber? É, mas é isso. E a gente se vê. A gente canta no karaokê, né, amigo? Toca violão. E tem lugar que você vai, as pessoas não te aceitam. O Carlinhos tá chato. O Carlinhos não sei o que. Só fala disso, só fala daquilo. Eu aceito você como meu amigo. Espero que você me aceite do jeito que você é. Exato, exato. Do jeito que você é. Eu aceito meus amigos do jeito que você é. Ai, Carlinhos, você não pode mais andar com fulano. Peraí.

Eu não devo fazer certas coisas. Andar eu ando com todo mundo. Exatamente. Jesus andava com todo mundo? Eu piso em todos os terrenos, irmão. Eu vou em todas as religiões. Você me chama, vamos na Umbanda, vamos na Macumba. Eu tenho autoridade em Cristo pra pisar em todo lugar, meu irmão. Eu cresci assim, Carlinhos. E acabou. Eu cresci assim. Eu também. Eu aprendi. Eu fui criado em orfanato católico. Meus pais eram humildes demais. Então eles estavam querendo encontrar uma religião.

A minha mãe católica fervorosa, meu pai era um cara boêmio, foi espírita, foi pra Macumba, enfim, era um cara que traía muito a minha mãe, muito viciado em bebida, mas era um homem trabalhador, um homem bom pai, mas era um cara que tinha essa fraqueza. E eu, como é que eu digo pra você, eu separava, eu via o lado bom do meu pai e o lado bom da minha mãe. O lado ruim da minha mãe, eu acho que ela era muito rancorosa e eu respeito isso, mas ela tinha os motivos dela com o meu pai.

E o lado bom do meu pai, eu sabia qual era. O ruim da minha mãe, do meu pai, meu amigo, eu peguei sempre o melhor dos dois. E a minha personalidade foi moldada, forjada... É assim, pô. Todos nós. Entendeu? O melhor da minha mãe. Você é uma mistura, seu pai e sua mãe. Educada, minha mãe educada. Do bem e do mal, não é só do bom, não. Exatamente. Isso que você falou que sua mãe tem, como é que era? Ela era um pouco...

Ela é um pouco rancorosa, ela não perdoava. Se você não cuida, você sabe, porque está na gente. É DNA, passa para a gente. Ela teve um câncer pesado, e aí a medicina, segundo o uso, a medicina fala que isso aumenta também, né? Quando você está rancoroso.

Eu não sei se é verdade. Cara, é mais emocional do que alimento. Sabe por quê? Jesus Cristo falou, posso ir pra Bíblia? Pode. O meu pai fez minha mãe sofrer muito. Não é o que entra pela boca, Ceará. Tá escrito. É o que sai pela boca. Então é sua raiva, seu ódio, a angústia, a inveja. Você já chegou a ter muita raiva, né, amigo? Óbvio. Já passou isso? Óbvio. Você não é bem amigo e fala, o cara Charles é revoltado, é rebelde. Eu sou mesmo. Era. Era ou era? Era. Eu sou? Ainda? Eu sou rebelde.

Eu sou rebelde. Todo cristão, não fanático, mas que quer seguir mesmo, ele se torna rebelde. Você lê Bíblia às vezes, não lê? Leio, claro. Então, como é que ele era conhecido de Jesus Cristo? Como é que só eu chamava eles e os discípulos? Os rebeldes. Por quê? Porque não fazia o que o sistema queria. Eles andavam na contramão do sistema. Então, eu vou morrer sendo rebelde. Sempre foi assim, né, cara? Verdade.

E não vai mudar isso. Neguinho é rebelde, cumpadre. O Carioca falava pra mim. Neguinho é rebelde, cumpadre. Fala, Klaus. Pergunta da Andrea pra gente aqui. Qual que foi a grieta do Emerson Ceará no Ticaracatico? Ah, tá legal. É bom você perguntar isso. Quem perguntou? Andrea. Andrea, beijo pra você. É a produtora daqui ou alguém? É, a produtora. A produtora já foi embora, né, inclusive. Olha a Andrea safada. Que emprego bom, né? É, cara. Andrea, beijo pra você. Dá o contexto, né? E eu vou falar assim, porque é o seguinte. Eu...

Quando eu falo as coisas, eu não quero magoar ninguém. Então eu sou sempre responsável pelo que eu falo. Porque é o máximo e nunca pelo que a pessoa entende. Então quando eu peço desculpas, eu peço pelo que a pessoa sentiu. Não pelo que eu falei, porque a minha intenção mesmo, eu que sou um cara muito razão, coração, um pisciano que não é Pequena Serena, nem Ariel, nem Nemo, e ser aquele cara que é tubarão, que fala olhando, fala a verdade, eu não sou um cara de mentir, eu sou um cara de omitir.

Então, eu falei aquilo pro Emerson, um cara legal, um cara que tá arraipado. A agenda do show do cara eu vi lá, ele foi no pânico, né? O cara tá fazendo show até dezembro. E eu fico feliz, porque é um irmão, é um cearense, é um nordestino, que tá levando também o nome do nosso estado. Eu nunca, eu nunca fiquei com vaidade disso. É tanto que a gente lá do Backstage, lá do Tigaradcast, antes de ir pro ar, ele falou, cara...

Muito legal, eu lembro de uma coisa, porque eu fui participar do prêmio Mood Show de humor em 2015, você estava contratado o Mood Show para fazer o teu programa, e você era um dos jurados no programa de humor, que eu fui participar como calouro. E aí, ele falou o nome da jurada Dani Valente, falou uma coisa, tipo assim, ele contando para mim em off, ah, você não acha que deveria mudar seu nome artístico? Porque, olha só, você...

Emerson Ceará, e as pessoas conhecem o Ceará, que é você, Wellington, o Ceará do pânico e tal, e você falou o seguinte pra ela, na tua vez, ela falou, olha, Dani, com todo respeito ao que você falou, mas assim, eu acho que não, eu acho que ele tem que usar o Ceará.

porque ele está representando o meu estado, ele está representando o Nordeste, mas um cara batalhador que veio para vencer. Então, acho que ele pode usar o nome que ele quiser, Emerson, Ceará, porque eu tenho orgulho. Ceará é o taxista, Ceará é o cara da cozinha, Ceará é o porteiro, ou paraíba, enfim, é um nordestino. Então, por mim, ele pode usar o Ceará com muito orgulho. Ele é um cara que saiu da terra dele, foi para Curitiba, foi garçom, tem uma história muito bacana.

E ele faz o que ele quiser. Aí, durante a entrevista, a galera tirou foto, brincou. Eles me colocaram. Eu falei assim, será? Senta aqui no meio. Porque não, fica aqui você, Matheus. Não, fica aqui, será? Ah, porque você é o mais velho. Porque não, você veio primeiro. Porque não. Aí me colocaram no meio aqui.

Carioca aqui, bola aqui no lugar de vocês. Eu aqui, o Emerson aqui do meu lado esquerdo e o Matheus. O Matheus estava até mais comportado. Estava, estava. Porque quando você está fazendo um programa de mão, a galera quer falar putaria, os caras são loucos. E aí eu falei para o Cadu, empresário do Bolo. Cadu, os caras estão loucos aqui. Antes de começar a entrevista ali, eu falei... Eu estava começando a entrevista. Traz aqui uma cerveja para mim. Eu comecei a tomar cerveja.

E o Emerson estava empolgado, acho que fã ali do programa. Felizão. Feliz estar com os caras, talvez, acho que o Matheus que ele gosta, acho que ele gosta de mim até hoje também. E aí, cara, uma hora eu comecei a beber, eu achava que ali fosse ser um papo também, como está sendo agora hoje, a gente faz humor, fala sério, brinca, até falando para o fã do Pânico e até para o cara que não é fã do Pânico.

Mas aí começou a descambar por um caminho que o Eberson começou a falar da mãe do Carioca. Ah, como? Aí falou da minha. Não, a mãe disse, ah, morreu, gente. Você é louco, fulano. Como também desenterra? Uma brincadeira assim. Eu levei na brincadeira, mas em tomando cerveja e tal, e eu vi que ele estava empolgado depois.

E aí eu achei que o Carioca fosse perguntar, mas vem cá, como é que foi a tua história, Emerson? Como é que você chegou? E você bola? E você, Matheus Ceará, já conhecia o Alito Muniz lá no Ceará? Não, você foi pra onde? Como é que você começou? Na verdade, você foi açougueiro? Eu achei que fosse esse papo. E aí, como ele estava empolgado, Emerson, eu acabei falando ali, talvez até ultrapassei.

Então, eu falei pro Emerson, liguei pra ele no outro dia. Ele não me levou pro coração. Ele tava dentro de um voo, achei que ele não quisesse atender. Depois eu mandei mensagem pra ele. Tem até aqui. Ele falou, imagina, Ceará. De boa, cara. Eu falei, cara, então desculpa ali. Eu peço desculpas pelo que você sentiu. Que eu não quis te magoar. Não pelo que eu falei. Você me perdoou, tá perdoado. De boa. Quando quiser.

Vamos lá no meu podcast, está tudo encerrado. Então também eu peço desculpas a vocês, fãs do Emerson Ceará, que não foi para machucar. Então, não tem treta, isso vende, mas está de boa. A hora que ele quiser ligar aqui, eu ligo para ele, está de boa, vai na minha casa, porque é mais um irmão. Vibro pelo sucesso, tanto o Matheus Ceará, que eu já entrevistei, e pelo Emerson, ou qualquer outro no destino, ou qualquer outro artista do Brasil inteiro. Não tem nada de ego. Quando você fica mais velho, sai a vaidade, vem a generosidade, vem mais a humildade.

E a gratidão, né? E porque a gente passa. Outros vão vir melhores que eu. Hoje em dia tem os imitadores muito melhores que eu. Que imitador bom. O Igor Fina, o Igor Guedes, é o cara que eu acho melhor no momento, sem desmerecer os outros. Verdade. Mas aí um cara antigo também que eu admiro, o Robson, bailarino.

Eu gosto do Carioca, que já é o veterano. Tem tantos outros. O Rogério Marinho. Como é que é o... André Marinho. Pedro Manso. Pedro Manso. Pô, tanta gente boa. Tem que parar nessa coisa de rivalidade. Eu nem tô mais nessa onda de imitar. Mas se eu parar pra imitar, eu vou criar um personagem. Vou fazer isso.

Não quero fazer agora. Na hora que eu quiser voltar, eu volto. Pra fazer show, volto pra televisão. E vou fazer, não a melhor imitação, mas vou fazer as loucuras que me trouxeram até aqui. É a Gabi Erfes com os óculos, é o Silvio Louco, é o Pelé Maluco, ou outra imitação. Outro dia, eu tava no Gentile, aí eu falei do nada, assim, do nada.

Eu acho que eu imito a Leda Nagli, que é o mesmo time de voz do Milton Cunhas, pra gente que é imitador. Então acho que por ela ser descendente de libanês...

Eu acho que eu faria a Leda Narguilê. Tipo, entrevistando aqui o cara, igual os óculos. Então hoje eu converso com o Carlos Alberto da Silva Mendigo. Só o segundo. Aí eu falei isso de boa. No outro dia, Rogério Morgado mandou aqui um direct. Olha que coincidência. Ele tinha feito o mesmo personagem no Masterchef lá do Pânico Chefs, né? Então a ideia não é de ninguém estar pairando. Ele fez primeiro.

Mas eu não sabia, não estava mais no Pânico em 2017. Então tem esse ego aí, irmãozinho? Não. Todo mundo tem que se ajudar. Artista é uma classe muito desunida. Também acho. Entendeu? É uma classe que... E aí, por isso que eu acho legal a iniciativa do Boni, ajudar o retiro dos artistas. O Pânico ajudou também, uma época, a campanha. O Boni foi lá, deu toda a nova cozinha. Aí tem artista falando mal aí, depois se arrepende, né? Falando mal do retiro dos artistas. Que não transa. Então, irmão, isso vai passar, irmão.

Vai passar, a gente não é porra nenhuma. E vocês são gratos? Quem? Vocês são gratos à vida? Eu sou grato a Deus, à vida dos meus amigos, dos inimigos. Eu sou grato por tudo, cara. Eu sou grato por quem me fez mal, por quem me fez bem. Tudo. Pela fome que eu passei, pelos excessos de comida que eu tive. Por hoje não ter carro, por ter tido os melhores carros da minha vida. Por ter morado numa puta casa, por hoje não ter minha casa própria. Eu sou grato todos os dias, porque eu nunca iria prender na minha vida se eu não tivesse passado por tudo que eu já passei. Olha que eu já passei coisa, hein, pô.

Então agora eu estou me renovando espiritualmente, mentalmente, para poder colher novos frutos. Eu tenho plantado aqui. É por isso que eu admiro esse cara. Frutos espirituais. Está ligado, né? A gente tem que plantar onde ninguém... Eu admiro. Eu sou grato demais, cara. Estamos juntos, pô. Obrigado. Obrigado demais, cara. E, aliás, eu vi um corte seu. Eu acho, não sei se você era agnóstico, ateu. Não, não. Sempre fui cristão.

Mas eu vi um corte seu, cara, não sei onde foi que eu vi, que você se emocionou. Foi com o Frey Gilson. E você passou a ler a Bíblia. É um livro que eu já... Eu voltei a ler, né? Cara, e aquilo acho que você ajudou. Que é o corte sobre o silêncio de Deus, eu acho. Aquilo ali é muito lindo, porque tem uma verdade. E você não sabe como aquilo ajudou muitas pessoas a refletirem sobre Deus, sobre a existência do ser humano. Independente de...

Até de quem é ateu. E o Carlinho sabe, né, cara? Às vezes tem um silêncio mesmo. Às vezes você pergunta e Deus não fala contigo. Eu respeito todas as religiões ateu. Também respeito. Eu entrevistei duas vezes lá o... Do Chequatro, o Tales Gomes. Sei. Na segunda entrevista ele falou uma coisa que eu não sabia. Ele era ateu antes de virar católico. Ele falou que por causa de Santo Agostinho, ele virou católico, casou...

E ali, cara, ele fez um depoimento que eu não tinha visto em lugar nenhum. Olha só, o cara ateu, que isso por alguma coisa que ele viu, acreditou, ou sentiu, Carlinhos, ser um cristal. Opa, sentiu uma vez, é caminho sem volta. Olha só, deixa eu falar uma coisa pra vocês aqui. Vocês perceberam que tem um interesse muito grande? Você não vê igreja falando bem da outra. E às vezes é do menos... Mas sabe por quê? Porque elas são concorrentes. Exatamente. Nenhuma igreja, nenhuma igreja... Vou afirmar aqui, tá? É pesado isso.

90% das igrejas não pregam Jesus Cristo. 90% das igrejas não... O evangelho de verdade não é bem-vindo dentro de 90% das igrejas. 90% das igrejas só pregam primeiro testamento. Primeiro testamento é guerra, sangue, raiva, ódio, angústia, tristeza, agonia, apatia. Segundo testamento, amor, perdão da guerra, da outra face.

É diferente. Então não se prega o segundo testamento dentro da igreja. Pode ver, é sempre o primeiro testamento. Quando é o segundo, você não chega num limite de amor. Você está passando o pior B.O. da tua vida, você se sente tocado e vai dormir melhor, pelo menos naquele dia. É difícil, cara. Então eu rodei muito atrás.

Se Deus não tivesse me tocado, o cara ia ser, sei lá, sempre nasci para ser assim mesmo, louco. E ele escolhe os loucos mesmo. Obrigado demais. O que vocês querem divulgar? Redes sociais, o que mais quiserem, Ceará? Eu estou lá no O Ceará, no Instagram. A gente também está lá no TikTok, então eu tenho que postar mais coisas no TikTok. O podcast. O podcast vai voltar em breve com novas entrevistas.

Mas eu estou focado em outras coisas. Mas a gente vai voltar. Tem muitas entrevistas. Não tem 2.500 como seu programa aqui. Mas tem acho que mais de 100. Festa da firma podcast em todas as plataformas. E é muito legal que a gente sai ali da função de falar para ouvir. Eu acho que um bom comunicador é aquele que sabe ouvir. E eu aprendi fazendo isso. Me inspirando em vários, como você e tantos outros.

Que não é interessante ali quando você está entrevistando, a sua história, aí sim a do ouvidado. Então não se preocupe, a não ser que seja monossilábico. Deixa o cara falar, porque em alguma coisa que ele vai falar, ele vai ajudar alguém. É uma dança que você só tem que conduzir. Diferente de muita gente que fica brigando por fala, quando vai pro teatro, pra TV. Mas tem mais fala que eu, tem mais texto que eu.

Existe isso mesmo E às vezes o cara que é o coadjuvante É o cara que não é o protagonista É o cara que é o figurante Aparece ali subliminarmente Se é que existe a palavra Mais do que o cara que é o galã da novela Ou que é o protagonista Então eu aprendi isso Tudo que eu sou hoje eu aprendi Observando as pessoas Meio que um antropologista Um antropólogo

observando as pessoas, o comportamento, acho que fez a diferença nos personagens que as pessoas gostam tanto dos meus, da galera, humorista é muito da observação, né, Galenzo? Sim. E é colocar uma tinta a mais, mas não pode exagerar na tinta, senão essa caricatura, você como bom desenhista, sabe que se você extrapolar na tinta, você vai borrar essa caricatura, e aí deixa de ser engraçado para ser ofensivo. Eu acho que a piada e aí

de hoje, a graça de hoje foi sempre a desgraça do passado. Então, muitas vezes... O humor é desgraça mais tempo. Exatamente. O humor é fazer graça com a desgraça. E o ser humano é assim, inconscientemente. Se alguém cai aqui, você vai dar risada. Tem gente que vai rir pra caramba. Tem gente que, depois que a pessoa cai, dá risada. Aí ele vai ajudar pra levantar. Então, o ser humano tem isso, é dele. A gente rica dessas bobagens. Esse tipo de humor louco continua nos grupos de WhatsApp, continua na internet.

Mas é uma pena ter parado também na televisão, porque eu acho que o público tem saudades. Tem, claro que tem. Tem um tempo para todas as coisas, já foi. Graças a Deus. Obrigado demais, redes sociais. Bom, o meu é Carlinhos Humor no meu Instagram. E no meu TikTok, Carlinhos Humor Oficial, eu só uso o TikTok para fazer live espiritual todos os dias. Eu faço live... Todo dia? Todos os dias, cerca de duas, três horas de live, sem repetir, ali na loucura.

Eu sempre posto no meu Instagram O link e a divulgação Porque eu só uso o TikTok pra fazer as lives Estudo bíblico, louvores, eu canto É loucura É muito legal E ele faz a pegada igual ao radialista Ele coloca o efeito de rádio É rádio, é o meu cantinho ali E eu vou fazer hoje, só por curiosidade Vou fazer um pouquinho, vou chegar em casa agora

Fazer meia noite. Chega em casa e você faz. Fazer meia noite. Dá o endereço aí do TikTok pra galera. Acabei de dar. Carlinhos Humor Oficial. Carlinhos Humor Oficial. Quem gosta, quem... O dia que você estiver mal, estiver na bad, estiver nesse... Porque agora é um papo mais astral, mais humor, então a nossa frequência muda, muda. Quando você estiver naquela frequência de dor, de amargura, perdeu alguém, tá triste. Falou de tudo, falou de tudo. Aí você vai lá, que eu tenho certeza que assim como essas palavras me confortaram quando eu morei na rua, quando eu fui porfanato, quando eu fui preso, quando eu preguei dentro da cadeia. Tua fome é...

Eu não tenho motivo algum para estar aqui falando de Deus. Olha a minha vida antes. Pânico, que vocês conhecem. Mas olha antes do pânico.

É. Entendeu? Você poderia ser revoltado com isso. Não, eu sou. Mas tem aquele mané que se tornou, sei lá o que me tornou, que agora eu estou aqui de novo e daqui a pouquinho de novo, porque o mundo é cíclico. Salomão fala, tudo se repete, tudo que já aconteceu vai voltar a acontecer. É possível que alguém faça uma coisa nova? Não. Então que repitamos coisas interessantes, que a gente pega essas ideias e coloca para fora. Então, Carlinhos Humor no Instagram e Carlinhos Humor no TikTok, Carlinhos Humor oficial no TikTok, com as minhas lives bíblicas e espirituais.

Rádio Carlonhas FM, onde os loucos se encontram para falar da loucura do Evangelho. Você é um louco, Tor. Um louco, não é nem louco, Tor. O Evangelho é loucura. Aposto que o Paulo fala isso. Está ligado, é loucura. Você está me achando que eu sou louco? Então me aceite como um louco, por favor, no meio de vocês. Escolhe os loucos, né? Exato. E aí eu queria falar uma coisa também. Tamo junto.

Agradecer a minha advogada, a doutora Mara Damasceno. A advogada sempre vem acompanhar para ver se é a gente. Está lá lutando por nós. Ela é do Rio, coincidiu. Vai voltar amanhã. Estava nadando lá. Obrigado, viu, doutora? Estava nadando no Rio. Então é o seguinte. Não tem que ter piadinha que ainda serve. Obrigado, Viver. Estamos juntos. Precisou? Estamos aí.

Mina Real é o canal da nossa família, da minha esposa, que teve essa ideia de fazer um canal, a vida como ela é. Na real mesmo, ela falou assim, pô, lá em casa eu tenho um personagem, meu marido, nossa filha, as pessoas que são colaboradoras, então bora gravar. Então, toda semana sempre vídeos novos, 10 anos aí do Mina Real mostrando a vida como ela é, na real. YouTube. É contigo aí, ô Santa.

Já está podendo fazer a voz de radialista? A voz é bonita, cara. Então, mas capricha aí. Vamos tentar caprichar aqui, que depois... Mas boa. A gente tem Carlinhos, não tem como. E você que está chegando até aqui na live, já vai deixando o seu like, se inscrevendo no canal para nós atingirmos a meta de 6 milhões de inscritos que estamos chegando. Boa aí. Exatamente. Agradecer aos nossos parceiros aqui do episódio Airbnb e Estratégia.

agradecer ao presente que recebemos aí, né Carlinhos? É verdade, como é o nome mesmo, chefe?

Thermolux. E tá valendo ali. Deu, Jacques? Você já falou 30 minutos da Thermolux. Não, já falei. Calma. Tá me chutando aqui. Tá me chutando aqui. Quem fazia o Mechon Neves era você no pão. É, meu filho, com o meu nome do negócio? Thermolux. Compre já o seu aquecedor de toalhas Thermolux. É uma maravilha, meu filho. Chega. É isso aí, obrigado. A gente vai colocar no primeiro comentário o link aí pra... Boa. Pra dar uma força pro pessoal. E vamos colocar na tua casa da montanha.

Claro, é óbvio que sim, já estou esperando por isso. Já fechou. E o que você tem que falar agora para você brilhar? O que a pessoa escreve nos comentários para provar que chegou a tua final dessa live maravilhosa? Tivemos muitas opções hoje, viu? E qual você escolheu? Eu selecionei uma que é histórica. Pau de Havaiana.

Ah, teu personagem, né? Paulo Havaiano. Qual era a outra? Elefante Tatuado. Eu gosto de Elefante Tatuado. Ah, do João Gordo na época. Eu gosto de Elefante Tatuado. Escrevam. Isso tá no YouTube, tem um áudio disso. Tem? Tem. Isso é da época de 2000. Tenho certeza. Que eu fazia os trotes do Silvio. Eu quero te contratar, João Gordo. Porque você... Já falou, já falou. É rotativo. Ele tá encerrando já. Não, deixa aqui. Não, ele vai tomar. Então chama o cara. Elefante Tatuado. Por que não fui com bola? Aí você vai fazer... Fazer...

A live, eu vou assistir essa live hoje Vou fazer meia-noite, fazer um trechinho Só pra galera que tá aqui, talvez ainda não tenha visto É diferente, gente, tem humor também, tá? Todo mundo acha que é óbvio, eu falo com o pai O pai dá umas bronca em mim É legal, é interessante O pai, o pai, o pai Eu falo com o pai, o pai briga comigo As vezes eu falo uns palavrões, o pai briga Oi pai, pode falar, tudo bem É um hospício, mas é legal É um hospício completo, ela é interessante Tem os cortes no meu Instagram Eu edito, é mó difícil, mas deixa lá com 3 minutos 3 e meio 3 e meio

Uns cortezinhos interessantes, tá? De passagem bíblicas. Enfim, é isso aí, meu. Obrigado. Tamo junto. Obrigado demais. Obrigado vocês que estiveram até aqui. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. Beijo, cambada.

As declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos. Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.

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