019 - CASO CAZARRÉ + ATENTADO A DONALD TRUMP + PROCESSO ERIKA HILTON
FERNANDA COMORA é jornalista e RICARDO MARCÍLIO é especialista em geopolítica. Eles são os âncoras do Notícia I-LTDA, o programa de notícias do Inteligência Ltda. Eles vão comentar, junto do Vilela, as notícias recentes do Brasil e do mundo com os convidados CARLOS BEZERRA JR., THIAGO LIMA, MADELEINE LACSKO, JULIANO CAZARRÉ, FIRMINO CORTADA e LEONARDO GRANDINI. O Vilela é da época que ainda se gritava “Extra! Extra!” nas ruas.
- Erika HiltonCensura a jornalistas · Declarações de Erika Hilton · Liberdade de expressão
- Transição no IrãConflito no Irã · Cessar-fogo · Bloqueio do Estreito de Hormuz
- Caso Juliano CazarréEvento para homens · Críticas ao evento · Apoio ao Cazarré
- Medidas contra TrumpTeorias da conspiração · Desaparecimento de cientistas
- Futuro da OTAN e aliança ocidentalExpulsão da Espanha · Recrutamento militar na Alemanha
Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Sou o Rogério Vileiro e está começando mais um podcast Inteligência Limitada hoje com o Jornal da Semana, não é, Romer? É isso aí. Está preparado? Sim, sempre. Hoje está como? Está como? Qual é a temperatura do jornal hoje? Rapaz, hoje está bem quente, com notícias bem quentes aí que a gente vai trazer agora. Com convidados incríveis, não é? Sim, é isso aí. Então o que o pessoal tem que fazer logo agora?
Bom, já estamos ao vivo, então deixa aí o seu like, se inscreve no canal, torne-se membro e compartilha o nosso jornal maravilhoso para toda a sua patotinha. Exatamente, então o Terráquio, antes de começar o jornal, já deixa no ponto aí, diretor, a vinheta. Terráquio, aguenta um...
pouquinho, porque eu tenho que te mostrar uma ferramenta que pode facilitar muito a vida de quem está de olho em concurso, porque muita gente trava logo no começo sem saber qual concurso vale a pena acompanhar. Você abre um site, depois outro, depois mais um, vê notícia solta, edital espalhado, um monte de informação desconexa e aí começam as dúvidas. Quantas vagas tem? Qual é o salário?
Até quando vai inscrição? No fim, o que era para ajudar, acaba só deixando a busca mais cansativa. Agora, olha isso aqui. Está na tela, diretor? Olha lá. Olha assim, isso daqui é o radar do Estratégia. Na prática, ele funciona como um mapa dos concursos. Então, por exemplo, você é de São Paulo e quer saber quais concursos estão rolando no Estado, quantas vagas cada um tem, qual é salário e...
até quando vão as inscrições. O que você faz? É só abrir no mapa e olhar. Em vez de ficar juntando informação espalhada, você já entra numa única página feita para mostrar isso de forma organizadaça. Se você está assistindo agora, o que tem que fazer, ô Romero?
Bom, aponta aí o seu QR Code, né? Aponta o seu celular. Aponta o QR Code pra câmera do celular? É mais ou menos isso, né? Olha, cara. Aponta o celular para o QR Code. Eu também tenho um link na descrição se você estiver pela TV. Exatamente. Se você conseguir apontar o QR Code pra câmera, você comenta, deixa nos comentários. Olha.
Ó, você já cai direto então no radar do Estratégia e se preferir vai direto no link. Então faz, abre agora o radar do Estratégia e dá uma olhada nos concursos que estão mais perto de você. Porque às vezes a oportunidade está ali, você só precisava de um jeito mais fácil de encontrar. Estratégia, valeu pela parceria. E vamos no jornal? Bora! Então é o seguinte, a gente tem aquele esquema de fazer, né? Eles se apresentam.
Aí eu chamo a vinheta e a gente já começa na paulada. Vamos. Fechou? Bora. Então vamos. Fernanda, você começa. Eu começo dando boa noite para vocês, que eu estava com muita saudade. Estava com saudade do nosso jornal, viu, Vilela? Também, eu também. Pessoal perguntando do jornal. Que os outros convidados não escutem, mas é o programa que eu mais curto fazer. Sabe por quê? Porque é o que eu menos sei o que vai acontecer.
É isso? É, porque é o seguinte, eu sei que vocês vão estar aqui, então eu fico de boa, eu falo assim, eu vou deixar rolar a Fernanda e o Marcílio, vão comentando, o pessoal vai comentando, e eu fico como se fosse o espectador. Eu fico aprendendo e tendo a surpresa junto com vocês. Tanto que eu peguei o roteiro agora. Olha lá, pegou agora, gente. Ele não olha nada antes, é tudo ali. Eu vou saber das notícias agora. Eu sei, só que a Madata aqui é a primeira convidada. Marcílio, sua câmera.
Bom, galera, também é saudade estar aqui com vocês. Meu nome é Ricardo, Ricardo Marcílio, professor de Geografia, Geopolítica e Atualidades, fazendo parte aqui da bancada do Inteligência Limitada e comentando sempre os principais acontecimentos de geopolítica durante a semana. Eu sou o Rogério Vilela, sou podcaster, dublador, ator e aeromoça. E o que eu vou fazer agora é chamar a vinheta. Roda a vinheta, então!
Começa agora mais um Notícia Limitada com os assuntos mais importantes da última semana. A gente começa falando com Madeleine Laxo. Eu não sei pronunciar o sobrenome dela, você vai me ajudar, Homer. É Laxo, Lasko, é Lasko, eu acho. Eu acredito que ele seja Lasko. Lasko. Sobre um processo envolvendo declarações da Erika Hilton aí.
Ela e vários jornalistas aí, parece que foram censurados. Vamos ver o que ela tem para falar, né, Fernanda? É verdade. Ela ficou bem indignada, inclusive, né? Olha, tem também uma polêmica sobre o evento para homens anunciado pelo ator Juliano Casarre. Casarré, né? Acho que é Casarré, né? Casarré. Não é assim? É Casarré. E ele fala com a gente sobre as críticas que ele recebeu e como é que está o andar da carruagem. Tem crítica e tem muita gente apoiando também. É verdade.
Mas ele tá apanhando pra caramba. Inclusive de colegas de profissão, né? É, muita gente fazendo piada, fazendo comentários, sei lá, prejudiciais. E muita gente que nem sabe exatamente o que ele tá fazendo. Por isso que é legal ele explicar. A galera tá confundindo com o Red Pio, tem um monte de... Exatamente. E pelo que eu vi, não tem nada a ver, né? Exatamente.
Além disso, hoje também a internet só falou das duas, né? Da Luana Piovani e da Virginia. A Luana Piovani é... Tá bem, Vila. Ela não é tua amiga. Não, mas a Luana Piovani, ela tá envolvida em algum tipo de discussão. Que estranho isso. É diferente, né? Polêmica. Não é dela, né? O que tá acontecendo no mundo, gente? E agora é com a Virginia, então. Com a Virginia. Elas têm ouvido na maior polêmica dos últimos dias. Teve até maldição no meio.
E quem explica tudo pra gente, né? O Firmino Cortada aí, que vai lá com a gente.
Eu fico vendo os vídeos dele porque ele... Sabe que o lugar é mordente. De uma maneira bem-humorada, né? Porque essas coisas tem que... É engraçado. Pra não chorar. É, tem que ir pra não chorar, né? E hoje a internet, então, tá falando disso. E também tá falando dos cientistas que desapareceram. Teve atentado do Trump. E tudo isso, quem vai comentar é o Tiago Lima, que já tá aqui com a gente toda semana também. Tô doida pra ouvir, aliás, viu ele falando sobre esse assunto.
E olha, gente, ainda tem as principais notícias de geopolítica com o meu amigo aqui, Marcílio, que traz as novidades da guerra no Irã, venda de minerador em Goiás para os Estados Unidos e a crise diplomática após a prisão do Ramagem, né?
Exato. Falar também no Giro de Notícias, a Fernanda vai começar com a gente aí as pérolas da semana. Por exemplo, que os médicos robôs já estão circulando pelos hospitais. Falar um pouquinho também do uso de prendedores de roupas para curarem chaqueca. Isso aqui pode ser uma boa, hein? E é claro, sempre tem polêmica. O que você acha de mulheres mostrando os pelos na praia?
A Fernanda sempre tem essas coisas. Não, mas hoje esse tá pesado. É. Tá pesado, já vou avisando todo mundo. Tá pesado esse. Prestou barba aí, ó, vê essas paradas. Você tava acostumado a ver a mulherada falando de axila, né? É. Eu tô falando de outras partes. Tá bom. E pra finalizar, tem a crônica da semana com o excelente doutor Carlos Bezerra. Então, vamos começar aí contigo, então, Fernanda. Qual é a primeira notícia?
Olha, a gente vai conversar com a Amadá, né, gente? A Amadá, ela... A gente vai falar com a Amadá primeiro, né? É. Amadá, todo mundo sabe, é uma jornalista brasileira super renomada, de grande credibilidade, e ela foi alvo de uma notificação do governo, Vilela, para remoção de conteúdos nas redes sociais após ter feito críticas ao projeto da lei de misoginia.
A deputada Erika Hilton, ela acionou o governo alegando que os conteúdos sobre o tema estariam desinformando as pessoas. Essa medida foi vista como censura por todos os colegas, gerou grande repercussão, e o governo acabou recuando parcialmente, depois que a AGU já tinha notificado e feito plataformas como o X, por exemplo, tirar todas as postagens.
E aí a Madá usou as redes sociais, até ela estava assim, bem nervosa, que a gente que acompanha a Madá nunca tinha visto ela ser revoltada, dizendo que as pessoas estavam tentando manchar o nome dela. Está abrindo um precedente bem perigoso. Exatamente. Eu fiquei bem assim, compadecida com a situação dela. A gente sabe que ela é uma profissional de extrema credibilidade.
E sofreu bastante com isso, ela estava indignada, amargurada, triste mesmo, fazendo esse desabafo e aí houve um certo recuo com a Madá. Isso não aconteceu com todos os profissionais. Exatamente. Vamos falar com ela então, né? Vamos lá. Vamos lá, Fernanda, já chama ela. Chame a. Madá já está aí. Oi, Madá, boa noite. Madá maravilhosa. Boa! Boa noite para vocês aí do Inteligência.
gente falar desse assunto tão espinhoso, eu quero agradecer aqui em meu nome, pessoal, como Red de Conteúdo. Tá falhando o áudio dela, o diretor? Madá, tá falhando o seu áudio. Fala um pouquinho mais pra gente. Eita! Agora tá bom. Agora tá indo? Tá indo. Vamos lá.
Ah, então, eu quero agradecer demais vocês da Inteligência Limitada por tocarem nesse assunto, é um momento muito importante, vocês têm um público maravilhoso, um público grande, diverso, vibrante, e eu acho que as pessoas precisam entender que nós não estamos mais falando de tudo que se falou de censura até agora, tá?
Mudou. Agora não passa mais pelo Poder Judiciário. Não é excesso de juiz. Não. Agora o governo federal, o Poder Executivo, não precisa mais nem do Judiciário para censurar pessoas. É isso que a Advocacia Geral da União já estava fazendo.
E as pessoas tomaram conhecimento por causa de terem me enfiado no meio disso. Até queria lembrar, Vilela, quando você me chamou aqui pra falar do PL e da misoginia, não sei se você lembra, eu mandei um vídeo, que no dia eu não podia falar, mas eu mandei um vídeo que ele começava perguntando por que que todos os misóginos são a favor do PL e as mulheres são contra? Porque é um PL pra calar a mulher.
E foram lá e fizeram. Verdade. Você meio que antecipou a bola. E em que pé que está? Para quem não sabe de nada, dá a linha do tempo do que aconteceu, em que ponto que a gente está, e o que você prevê aí para os próximos passos. Olha, o que aconteceu foi assim. Eu recebi no meu e-mail uma notificação do X.
O X dizendo que a AGU, Advocacia Geral da União, tinha notificado o X mandando censurar um post meu. E que se eu quisesse eu podia procurar um advogado, mas o X não podia me dar orientação. Eu achei que era aqueles golpes de pix. Nem dei atenção. Eu achei mesmo.
Porque é tão absurdo. Eu falei assim, não, não é possível. Jorge Messias, não é essa chinelagem toda, não é um esculhambado. Não vai permitir uma coisa dessa. Eu juro, eu achei que era golpe do Pix. Aí uma outra pessoa que estava lá no meio, me manda um WhatsApp falando, isso é sério, meu advogado já viu e você está no meio.
E aí que eu fui olhar, eles mandaram censurar pessoas, a AGU dizia que a parte interessada é Erika Hilton, eu não entendi isso, porque a AGU não tem nada que atender a Erika Hilton, o que a Erika Hilton fez? Ela inventou três mentiras sobre as nossas postagens. Primeiro,
que fazemos parte de uma rede de desinformação. Mentira. Tentativa de assassinato de reputação. Como eu previ que faria. Porque é bem típico de Erika Hilton, da relatora do projeto Soraya Tronic, de todas. Odeiam mulheres.
Segunda mentira inventada, que a gente postou sobre um projeto, postou o texto de um projeto falando de outro. Mentira! Eu mandei, inclusive, para a AGU, era só a AGU clicar no link para ver que eu dizia esse não é o projeto que foi votado, é outro.
Terceira mentira, nós estávamos falando de um projeto já arquivado, na data não havia sido, ele foi arquivado devido às nossas postagens. Com base nisso, houve uma ordem de censura, que o X não atendeu, o X não censurou.
E aí, a AGU voltou atrás na censura, no meu caso apenas, e não nos demais, mas mantém a tentativa de assassinato de reputação ao manter as falsas acusações. E aí fez uma nota à imprensa inventando mais uma mentira, que o X tinha tirado isso do ar. O fato é que agora isso está exposto...
para quem quiser ver, é uma nova forma de censura que, como eu estava no meio, soubemos que já está atingindo cidadãos comuns, não é de hoje. E eu espero sinceramente que amanhã, na sabatina de Jorge Messias, para uma vaga no STF, esse tema seja levantado. Eu considero muito grave...
que quem instaurou uma máquina de censura do poder executivo no Brasil, coisa que não existia desde a ditadura militar, tudo que falamos de censura até agora, tem um juiz no meio decidindo e as pessoas criticando, ou achando certo. Mas tudo que a gente fala de censura tem poder judiciário. Mudou. Foi o poder executivo.
E isso ficou assim. A deputada Adriana Ventura, do Partido Novo aqui de São Paulo, ela fez um pedido oficial de informações ao Tribunal de Contas da União sobre essa postura da AGU.
Em uma matéria que eu fiz aqui no portal Antagonista, no meu programa Narrativas Antagonista explicando isso, quando viram a programação da live, a AGU mandou para a chefia aqui do Antagonista um aviso de que Jorge Messias não sabia da notificação porque estava em férias. E eu não sei se isso é pior ou melhor, né? Porque assim, com toda essa interiedade...
É, eu fiquei muito revoltada porque, assim, não é admissível o governo do meu país inventar mentiras a meu respeito a pedido de um gabinete parlamentar misógino que se dedica a calar mulheres desde o primeiro dia em que foi instalado, que é o gabinete da Erika Hilton.
Eu acho que a Erika Hilton não tem vocação para o parlamento, que é o debate, já que ela não tem argumento. O argumento dela é silenciar e gritar com mulher e entrar no Ministério Público para calar todo mundo. Eu acho muito coincidente que eu estivesse fazendo uma série de reportagens com as mulheres perseguidas judicialmente por Erika Hilton e o meu nome vai parar lá no meio.
A AGU me tirou do meio, por quê? Porque essa procuradoria da AGU não pode mexer com jornalistas profissionais. E assim, eles não tinham nem checado quem é jornalista e quem não é. São só 10 pessoas censuradas. Eles nem checaram. A Erika Hilton inventou, eles mandaram para frente. E o que eu entendo é que deve ser retirada a censura contra as demais pessoas.
E a AGU tem de repor a verdade, porque quem está desinformando é a AGU. E é uma Procuradoria de Defesa da Democracia. É a AGU que está tentando contra o Estado Democrático de Direito, inventando mentiras para calar cidadãos que debatem um projeto de lei, que é nosso direito. E aí fica mais um argumento para eu ser contra essa excrescência desse PL da misoginia.
E aí depois que acontece isso tudo, olha que coisa engraçada, depois que acontece isso tudo, eu fiquei revoltadíssima, fiquei fora de mim, porque assim, é surreal. Eu tenho 30 anos de carreira, as pessoas lá me conhecem, sabem a seriedade do meu trabalho e sabem que inventaram uma mentira sobre mim para tentar me censurar.
Agora sabem também que eu não vou recuar, porque eu não estou sozinha, eu tenho a verdade do meu lado. Não tem como calar quem tem a verdade do seu lado. E aí depois, olha isso, apareceu uma senadora no X.
escrevendo um textão, com as vírgulas confusas, todo salvo e os plural também, sem concordância, que terminava assim, parece que a senhora nunca foi a um motel, a senhora deveria ir a um motel. Eu falei, nossa, que coisa mais redibil, né? Aí era a senadora Soraya Tronick, que é a relatora do projeto da misoginia.
Todos os misóginos do Brasil são a favor dessa excrescência. E como eu havia dito aqui...
O projeto nem entrou em vigor e ele foi usado pra quê? Para calar uma mulher jornalista, que é o que eu tinha dito. Todo misógino é a favor porque é pra calar a mulher. Você que é mulher, que tá preocupada com violência contra a mulher, que existe e é grave, que tá preocupada com esses ataques horrorosos, com deepfake que fazem de menina, você que tá preocupada com tudo isso, não caia em falsas soluções.
Esse PL da misoginia não resolve nada disso e ainda cala as mulheres que tentam se colocar no debate público. O que eu estou aqui para dizer é o seguinte, não vão me calar e eu estou decidida a lutar para que os demais cidadãos também tenham voz.
É uma vergonha a AGU ter feito isso. E é uma vergonha que o Senado cogite colocar como ministro do STF por 20 e tantos anos alguém que criou essa máquina de censura e assassinato de reputações na Advocacia Geral da União. Eu tentei conversar com eles mostrando as mentiras. Eles sabem que mentiram.
não voltaram atrás nas mentiras. O Jorge Messias é evangélico, eu puxei uma corrente de oração para ele, puxei, tem minha corrente de oração, do Salmo 140, em favor de Jorge Messias, mas nem Deus tocou esse coração, eu espero que Deus toque o coração desses senadores, porque...
Não é por minha causa, não. Começou comigo, eles vão ser calados amanhã. Vão ser todos calados. Nós vimos o que aconteceu agora em Presidente Prudente. Foi a Polícia Federal na casa de um cidadão que tinha uma faixa na casa dele. Vai acontecer com todo mundo. Verdade. Estava escrito ladrão na faixa. Não tinha nome, não tinha nada. Nada. Direcionada na política. Só estava escrito ladrão.
E abre um precedente, né, Madá? E no teu caso, Madá, eu acompanhei essa discussão no X, a senadora falando que, aliás, você precisava ir mais a motel, uma coisa super baixa, né? Numa linguagem que não tem porquê. Será que os políticos esqueceram o papel deles? E que jornalista tem que questionar e tudo mais? Eu não sei. Eu acho que você falou uma coisa muito importante. A gente está vivendo um momento no nosso país em que o Brasil não é mais do cidadão.
Não, o humorista tem que explicar uma piada, a veracidade de uma piada, e um político que parece piada o que ele fala, ele está falando sério. E não tem consequência. E um comediante, num palco, fazendo uma piada claramente em cima de uma persona, tem que explicar o básico, que aquilo é uma piada. E quem está fazendo piada na política, não tem que explicar nada. A gente teve também agora recente o caso do Gilmar Mendes, que acusou o Zema aí, né?
Sim, o Zema está aqui essa semana também, a gente vai falar sobre isso. Você vai falar sobre isso. Então, a gente tem uma inversão de valores, Madá. Eu acredito você há 30 anos aí no jornalismo. Pois é. E se a gente não tem jornalistas como a Madá, por exemplo, os assuntos não ficam discutíveis. Madá, é uma coisa que...
Se a gente não se preocupa e não fica falando em cada aumento desse grau, daqui a pouco a barra sobe e aí todo mundo vai ficar preocupado. Porque enquanto não é com ele, ou se acha que é de outra corrente ideológica, o que eu acho um absurdo, porque jornalista é jornalista, né? Né, Madá? Está todo mundo tranquilo. E quando chegar mais perto dele a censura? E aí, como faz?
E olha, não é a primeira vez que isso acontece, Vilela. Existe um formato de você criar censura num país que ele é muito interessante. Eu ouço muita gente que me falou assim, quando censuraram a direita, quando começou com a direita, você ficou quieta. É mentira. Vamos ter memória recente? Como é que começa o inquérito das fake news com a gente aqui no Antagonista?
Ele começa contra a revista Cruzoé, e essa direita que se diz defensora da liberdade de expressão hoje, deu risada, porque a gente batia no Bolsonaro, a gente bate em todos. O nosso compromisso é com o povo, a gente não é paquita de político, a gente é jornalista. E eles riram.
E depois, quem é que foi censurada? A direita. Nós avisamos. E agora está acontecendo igual. Por quê? Político gosta de censurar as pessoas. Você que é de direita, não se iluda, porque tem muito político na direita que é censor.
Você que é de esquerda não se iluda, porque tem muito político na esquerda que é censor. Político gosta de controlar o povo. E se você, como povo, se deixar controlar, daqui a pouco você não vai ter mais opinião para dar, você vai se sentir sufocado, você vai ser espoliado de tudo. E eu entendo que nós temos que nos unir e fortalecer as pessoas que têm coragem de falar neste momento.
Tem muito político manobrando, muito político fazendo seus acertos nos conchavos e querendo que você fique calado. Existem muitas pessoas por outro lado que estão juntas para que a gente tenha a liberdade que o nosso país sempre quis, a liberdade que é garantida por lei. Eu tenho 30 anos de jornalismo, completo agora dia 5 de maio.
Nunca eu imaginei passar por uma situação dessa. Não de censura, mas de censura do poder executivo. Quem me acompanha sabe o quanto de coisa minha já tentaram tirar do ar. O que eu tenho que viajar ao Brasil para responder processo até de criminoso me processando.
A ameaça que já recebi, tentativa de assassinato de reputação, tudo isso eu já passei. O que eu estou alertando agora é o seguinte, se o Poder Executivo, sem passar por nenhum escrutínio, puder sair censurando as pessoas...
como já está fazendo por meio da AGU, e como tentou fazer agora com aquele cidadão da faixa por meio da Polícia Federal, nós não teremos mais direitos nenhum, nós não podemos permitir isso. Não podemos.
Ô, Madá, boa noite. Boa noite. Só um pouco sobre as questões dos ritos processuais. Realmente, assim, é surpreendente que não tenha nem sido judiciário agora direto pelo Executivo. A AGU, ela chegou a derrubar algum conteúdo, porque o seu não foi derrubado, é isso que eu entendi, né? O ex não chegou a derrubar o que você tinha apostado. Ela chegou a derrubar algum conteúdo?
E outro ponto também, como que o Axel entrou em contato com você? Ele falou que a AGU tinha pedido para censurar algum tipo de conteúdo e que mesmo assim eles não iam remover, é isso?
eles entraram falando que a AGU havia pedido a remoção e que eles não podiam dar mais informações e que não podiam me aconselhar e que se eu quisesse procurasse um advogado. Eles não derrubaram, a AGU mentiu em nota oficial que fez ao portal Metrópolis dizendo que todos haviam sido derrubados.
E aí depois me alegaram, não, mas tal conteúdo caiu. Um que caiu, eu tenho um vídeo da pessoa, a pessoa própria deletou, porque ficou com medo. Então, assim, o ex não informou se derrubou alguma coisa ou não. Até onde eu chequei, não derrubou. O meu tá lá, vários outros estão lá. E muito me admira a AGU, o senhor Jorge Messias, né?
que vai passar batida amanhã, não terem mandado nem checar a veracidade da denúncia feita por Erica Hilton. E Erica Hilton fez o que queria, que é calar a mulher, que é um mandato destinado a calar mulheres em todo o Brasil.
Tentou aqui, agora encontrou uma parede, porque não vai me calar. Eu estou há 30 anos aqui, já tentaram de tudo, já me tomaram emprego, já conseguiram me demitir, já ameaçaram minha família de morte, já andaram atrás da gente na rua, não mataram e eu estou aqui. E não vai calar.
aliás nem eu nem os outros tá, porque é o seguinte se os outros ali não estão com força pra se defender porque não são pessoas públicas eu tô aqui e eu vou levar essa história até o fim
E eu entendo que a empresa tem que ter uma responsabilidade bem grande para não se deixar sofrer por uma pressão. Porque se você pegar essas grandes empresas, acredito que elas têm um corpo jurídico importante para conseguir entender que a AGU não deveria ter o poder de derrubar um conteúdo. Agora, quando a gente começa a falar com empresas menores ou com outras cidadãos, imagino, sei lá, eu recebendo uma notificação que a AGU está indo contra algum tipo de vídeo que eu tenha postado, por exemplo...
Eu vou ficar desesperado, porque eu não tenho capacidade para responder contra um órgão federal. Então, acho que tem que partir das empresas também tentar resistir a essa tentativa do Poder Executivo tomar alguma medida direta sem passar pelo Judiciário. E aí, sabe o que eu fiquei pensando? O X me notificou e não tirou as postagens. Mas eles não são obrigados a notificar.
Nós não sabemos se as outras estão tirando. A gente não sabe se a meta tira. O Instagram e o Facebook tiram. O YouTube tira. O TikTok, que é chinês, que tem essa coisa de ser alinhado a governos.
tira, se o governo pedir, nós não sabemos. Então, é isso que eu gostaria que os nossos parlamentares pensassem, sobretudo os senadores, que vão votar em Jorge Messias amanhã e concorrem à reeleição. E se, de repente, durante a campanha, começa a sumir post?
Porque é o seguinte, eu sou uma jornalista que tenho 30 anos de carreira e não pertenço a lado nenhum. Todos políticos me odeiam. E essa é a minha maior credencial. Eles morrem de medo de mim. E as pessoas acreditaram que isso estava sendo feito, por quê? Porque eu não estou de nenhum lado político, eu estou batendo nos dois. Agora, suponha você, bolsonarista, político bolsonarista, que eu não estou de nenhum lado político, eu não estou de nenhum lado político.
que vier na campanha falar a AGU derrubou meu post, quem é que vai acreditar? Vão achar que é da polarização. As pessoas não vão acreditar. Pois é. Posso fazer uma pergunta um pouquinho fora? Claro. Aproveitar a experiência da Amadá, queria que ela comentasse com a gente como é que ela vê essa indicação do Jorge Messias para o STF.
Olha, eu vejo como o que é natural, geralmente presidentes gostam de indicar seus advogados gerais da União para o STF, mas eu acredito que nesse contexto do Lula especificamente, eu acho que já é um exagero, porque o Jorge Messias é alguém conhecido como o Bessias, aquele que estava levando o papel em que o Lula podia ser nomeado ministro, caso fosse empreender ele dizia que era ministro e não ia preso.
foi isso que ele foi fazer para Dilma Rousseff, ele é alguém que já está naquele núcleo. Enfim, é o papel dele, ok. Mas ele é a pessoa que instaurou essa máquina de censura no poder executivo. Isso foi criado, é uma procuradoria, que chama Procuradoria de Não Sei O Que, de Defesa da Democracia, foi apelidada de Ministério da Verdade. Ela foi criada por um decreto do governo Lula no primeiro dia do governo dele.
Primeiro dia do governo Lula, ele acabou com a escala 6 por 1? Não, dane-se. Sair, vocês ficam aí aguardando. Primeiro dia, eu vou criar esse mecanismo. E ele colocou esse mecanismo em movimento. Eu creio que, enquanto isso não for eliminado, essa pessoa não pode ser premiada com uma vaga no STF. O que ele vai fazer no STF?
E depois, eu creio que nós estamos num ano eleitoral, na boca da eleição, com algo que nunca aconteceu. Eu trabalhei no STF. O STF nunca entrou em embate político. Nunca entrou em Cisânia com política em época de eleição. O STF está no epicentro da campanha eleitoral para a presidência da República.
Sendo que alguns ministros do STF vão julgar processos desses políticos com quem eles estão batendo boca agora. Não é hora de mandar mais alguém para lá. Não é hora. Eu entendo que não é hora. E assim, meus amigos evangélicos, tenho vários amigos evangélicos que estão a favor, porque é mais um evangélico. Mas depois da história da cistolia fetal... ...
que aquele aborto, depois de 22 semanas, ter passado pela mão dele, tá ok. Olha, eu sou contra, sobretudo pela questão da liberdade de expressão, que é a minha grande bandeira. Ele me tirou da censura, a AGU me tirou da censura, eles só estão tentando assassinar minha reputação agora, mas da censura me tiraram. E esses outros cidadãos brasileiros?
Os senadores não vão defender? Não vão exigir que tirem os outros cidadãos da censura?
Eu entendo que a gente está num momento crítico, entendo que ele não é o momento, não só ele, ele por várias razões que eu pus aqui, mas não é o momento de colocar mais uma pessoa no STF. Eu entendo que eles vão colocar água numa fervura que precisa ser esfriada no momento, não por causa deles, por causa da gente como país. É isso.
Obrigado, Vilma D'Arc. E a gente vai acompanhando o que estiver rolando e contamos com a sua presença aqui, se tiver novos fatos. Obrigado demais.
Eu é que agradeço, viu, gente? Parabéns aí pela coragem, pela cobertura, pelos novos formatos. Muito obrigada por me trazer aqui. Entendo que é importantíssimo mostrar para as pessoas tudo o que está acontecendo no momento presente. Muito corajoso de vocês. Uma boa noite. Valeu. Boa noite. Vamos precisar de você na hora dos debates dos presidenciáveis, hein, Madá?
Aceita o convite? Eu vou aí. Fechou, então. Eu vou, só me chama. Tá bom, então. Obrigado, Madar. Obrigada. Até mais. Fernanda, e agora vamos de Casa Ré, né? Pois é. Qual que é... Por que que pegou tanto na mídia, teve tanta conversa nas redes sociais, tanta gente contra, e depois teve um movimento de apoio também?
Então, o que aconteceu? O Casarré está envolvido num evento, que é o Farol e a Forja, que é voltado para homens. E acabou gerando grande repercussão nas redes, porque ele divulgou isso, principalmente nas suas redes sociais. E aí os críticos classificaram isso como um encontro machista e excludente.
E a grande surpresa, eu acho, para um número enorme de pessoas, foi que colegas dele, inclusive colegas de emissora, de profissão, começaram a usar as redes sociais para protestar isso e falar que em plena época de tentativa de aprovação da lei de misoginia, ele estava indo para o lado contrário, que este evento que ele estava se propondo a fazer...
estava até exaltando o movimento Redpill, que nada tem a ver, como você já falou agora há pouco pra gente. E assim, ele começou a ficar... E aí uma parte das pessoas que têm força de internet
foram a favor dele falar, peraí, o que está acontecendo? Não é nada disso. É um evento, assim como tem inúmeros eventos todos os dias para as mulheres e ninguém fala nada. E ele falando assim, de fortalecer o homem como um marido, como esposo, como companheiro. E a gente teve algumas surpresas, assim, que eu acho que ele já até chegou a comentar isso nas redes, de pessoas que inclusive já trabalharam com ele. Ele usou até o exemplo do Paulo Bete, que o Paulo Bete não é...
bom de debate, então ele ataca, ele usou o nome, a Guta... Aquela da grande família? É, como é que é? Aquela que era... Stressor, não sei. Aquela com o Agostinho lá. Também foi lá e falou que aquilo que ele estava fazendo podia levantar o ódio, num momento em que a gente briga tanto aí.
lutar tanto contra, inclusive, feminicídio. Então as pessoas misturaram tudo. E, inclusive, ontem teve um vídeo que acabou viralizando do Porchat também. Verdade. Acho que não foi ontem. Eu vi faz um tempinho, já faz alguns dias. Do Porchat. Que é um personagem que ele faz já e ridicularizando, né? Associando o evento do Casaré aos Redpills, com o Calvo do Campari e outras coisas, né?
Exatamente. E ele respondeu também, né? É, e uma coisa não tem nada a ver. Inclusive, ele até chegou a falar que isso estava... Foi tanta gente a favor dele também, que isso estava sendo bom para o evento dele. Sim, sim. Eu vi a mulher e ele comentando também que, de certa forma, bombou o evento, porque tanta gente comentando, fizeram... É aquele negócio, falem mal, falem bem, falem minha, todo mundo ficou sabendo. Eu fiquei sabendo.
Por causa de toda essa crítica, né? Talvez eu não chegasse a mim tão rápido se não fosse tudo isso que aconteceu nas redes sociais. Quando começou isso, você estava na China ainda, né? Isso, eu fiquei sabendo na China dessa parada. Então, porque todo mundo foi. Mônica Salgado já saiu com um texto gigante para defender. Ah, é? Sim. E ele está na linha agora. Então, vamos chamá-los? Vai, Fernanda, é contigo. Juliano Casarré, boa noite. Está nos ouvindo? É Fernanda.
Oi, estou ouvindo vocês. Vocês estão me ouvindo? Acabei de entrar aqui. Estamos ouvindo, sim. Ah, agora sim. Ah, que bom. Obrigado pelo espaço aí, Vilela, e minha admiração aqui a você, que é tudo que você tem feito aí. E muito bom estar com o pessoal. Obrigado. Está falhando um pouquinho o áudio, né? Está falhando um pouquinho, né?
Daqui a pouco, de repente, estabelece melhor a rede, porque eu tive que entrar e sair correndo. Ah, tá bom. Fernanda, pode começar, então. Vamos lá. Eu queria pedir para o Juliano agora, realmente ele que está vivendo a situação, explicar para a gente um pouquinho como é que isso começou e em que momento ele está agora dessa situação. Por favor, Juliano.
Tanta coisa. Foram dias difíceis aqui para mim, mas há muito tempo eu recebi muito mais apoio do que gente me batendo e reclamando e xingando. Mas de ontem para hoje estou meio mal, assim, da barriga, não sei o que é. Acho que o meu corpo acabou somatizando aí tudo, a tensão e o estresse dos últimos dias. Mas, assim, eles me cancelaram. Eu acho que existe já...
uma má vontade comigo, porque sabem que eu sou um cara católico, praticante religioso mesmo, falo muito disso, tenho um posicionamento mais conservador, não concordo com a visão de mundo da esquerda, nem econômica, nem a visão de Estado gigante deles, Estado que controla muita profissão.
Então eu acho que quando eles viram um projeto meu para ajudar homens, para a gente conversar sobre temas nossos, isso já é recebido com uma má vontade, né? E você até que ponto é ingenuidade eles falarem, ah, o Juliano está fazendo um evento para os homens, isso é contra as mulheres, ou se é realmente uma tentativa já de calar, de matar a coisa, ela decolar, sabe? Vamos bater aqui para isso não acontecer.
porque eles têm perdido muito espaço, essa esquerda woke, identitária, progressista, inclusive o Antônio Rizzério, que é de esquerda, sociólogo, que está fazendo agora o livro O Fim do Woke. Então, eu acho que eles também estão meio desesperados com isso, não podemos deixar isso acontecer, vamos bater no casaré logo para ver se a gente mata isso.
Não tem nada disso, é um evento para que a gente tenha homens mais participantes, mais participativos dentro de casa, mais companheiros das esposas, mas que sejam líderes, que sejam firmes, que sejam cavalheiros, empreendedores. Está falhando bastante o áudio, Juliano. Falhou bastante agora o áudio.
Acho que ele não está nem me ouvindo, né? Estou te ouvindo, sim. Está me ouvindo? Vamos ver se a gente consegue arrumar melhor esse áudio aí. Por favor. Será que eu tiro o microfone? Estou ouvindo um eco da minha... Ô, diretor, será que se ele sair e entrar de novo, melhora ou não? Ele está ouvindo o eco dele. É o fone, né? Fone. Tem outro fone? Vou tirar o... Não, eu acho que tirar o fone é pior, né? É só trocar, talvez?
Tenta ser um fone, vamos ver se melhora. Alô, alô, alô, você está aí me ouvindo? É, continua, continua picotando. Está falhando ainda, né? Estou picotando.
Mas vamos assim mesmo, né? Vamos que dá pra entender. Vamos lá, Fernanda. Eu acho que é importante também falar exatamente o que é. Porque muita gente falou sobre o evento sem saber o que é o evento. Vamos falar o que foi o evento, o que é o evento, qual é a ideia, né? Qual foi a sua ideia de fazer esse evento, qual foi a motivação e o que se espera de resultado dele, né? Porque muita gente tá criticando sem saber exatamente o que é. Exato.
A minha ideia é juntar vários homens num teatro em São Paulo, lá no final de julho, para a gente conversar de vários assuntos que nos interessam. Então, por exemplo, eu quero falar sobre saúde masculina, vai ter um urologista, vai ter médico que vai falar sobre hormônios.
testosterona, reposição ou não, exercício, dieta. Vai ter analista de segurança pública para a gente falar sobre violência, sobre direito à autodefesa. Vai ter analista político para a gente conversar sobre essa guerra cultural que a gente vive. Vai ter psiquiatra, psicólogo, um médico pediatra que vai falar sobre...
a paternidade de crianças excepcionais, autismo, o abandono parental por parte de pais de crianças doentes, que é uma vergonha. Isso é o tipo de coisa que eu falo que o cara não é homem. O cara tem um filho doente e abandona o filho com a mulher. O filho está na UTI e o cara abandona a mulher naquele momento. Isso a gente viu acontecer bastante enquanto a nossa filha estava na UTI. Homens tendo casos.
enquanto a mulher está lá na UTI com a criança doente. Então, esse tipo de hombridade, esse tipo de honra que eu acho que tem que retomar, sabe? Não estou querendo que a gente volte a ser o homem das cavernas, todo mundo cuspindo no chão e coçando o saco, que é o que eles querem fazer parecer, sabe? Muito menos uma coisa red pill. Sou um homem casado, tenho seis filhos, eu acredito na força do matrimônio, eu acredito no casamento.
Acredito que é bom a gente ser pai, é bom a gente ter filhos. Então é isso, vai ter um cara, o Raul Martins, que é professor de literatura, que vai explicar como é bom a gente ler em voz alta para os nossos filhos. Vai ter uma conversa entre o pastor Anderson Silva e o padre José Eduardo sobre o matrimônio, o valor do matrimônio, porque o matrimônio é sagrado. Vai ter o padre Julinho aqui do Rio de Janeiro falando sobre masculinidade cristã.
Então é isso, é um evento só para falar coisa boa, para inspirar as pessoas a serem pessoas melhores, entendeu? Mas eles têm uma vontade comigo, então assim, vamos calar o casaré, ele não pode falar nada, é meio que um desespero.
Juliano, você acha que quando você traz esse tipo de informação para o homem, que normalmente, principalmente nos dias de hoje, está muito acelerado, costuma buscar muitas informações ali na palma da mão, no celular, e algumas situações muito importantes passam de forma invisível ao lado dele, quando você traz esse homem para a realidade, talvez...
para o entendimento de muitas pessoas, esse homem vai passar a analisar mais algumas situações, alguns fatos, ou seja, ele poderia se tornar uma pessoa mais ligada, até mesmo mais inteligente e isso traz preocupação para alguns setores?
É claro, isso é óbvio, é bem visível. E a gente viu que esse grupo que governa o Brasil agora já foi oposição. E quando eles eram oposição, o que eles falavam? Ah, o Estado não quer educar bem as crianças porque quer manter as pessoas na ignorância.
Pois eles chegaram ao poder e a gente vê que a educação brasileira piorou muito. O índice de analfabetismo funcional no Brasil é gigantesco. Então eles não querem que as pessoas se emancipem, que as pessoas se empoderem. E o homem é mais grave ainda, porque se você tem uma geração de homens fracos, viciado em tigrinho, viciado em pornografia, viciado em masturbação, viciado em álcool,
vive de auxílio do Estado. Esse cara vai criar crianças fracas e essas crianças também vão ser dependentes do Estado. E esse tipo de homem fraco que a gente tem é que traz os índices de violência que a gente vê no Brasil, não só contra homens, mas contra mulheres. O Brasil não é só um país violento com mulheres. O Brasil é um país violento com todo mundo. O Brasil está matando homem, está matando mulher, está matando branco, está matando criança, está matando velho, está matando todo mundo. Mais 50 mil assassinatos por ano.
E é isso que a gente precisa, levantar homens corajosos e honrados, é trazer um pouco de brilho, de honra, o cara que cumpre a palavra, que fala que vai estar lá e está, é falar sobre pontualidade, coisas básicas, que a gente está perdendo, civilidade. Hoje em dia eu ando na rua e quantas vezes eu não dou bom dia, boa tarde para as pessoas, assim, não recebo nada de volta. Senta no elevador com o adolescente e você fala, boa tarde, o adolescente está lá com o celular na mão e continua, não olha para você.
Então a gente está perdendo em civilidade e a gente tem que retomar isso. Juliano, boa noite. Quando eu vejo a sua descrição, para mim, de novo, eu não sou perito nem no Legendários que eu vou falar, nem exatamente no seu curso, mas tem algum tipo de relação com Legendários? Zero.
Quer dizer, eu acho que o objetivo dos legendários também é que os homens se sintam mais fortes, mais corajosos. Eu participei de um evento mais parecido com o Legendários agora com o meu filho, o segundo filho, o Inácio. Mas só que é um evento que não tem religião no meio.
Então é um final de semana que você passa com a criança e serve para criar laços com o filho, para a gente perdoar coisas que estão lá atrás, então o filho perdoa o pai, o pai perdoa o filho, tem um esquema mais militarizado, então você entra em ordem, você chega no horário, você paga flexão, se atrasou e tal, então tinha essa coisa física, mas não tinha a parte religiosa que o Legendários tem.
O meu evento é intelectual. As pessoas vão sentar no teatro e vão ouvir palestrantes. Então é para trazer informação.
A gente não vai criar um estresse físico para, a partir do estresse físico, criar um efeito psicológico, fortalecedor, libertador, nada disso. O meu evento é intelectual. A gente vai sentar num teatro e vai ouvir pessoas boas nas suas áreas trazendo informação para a gente, iluminando a nossa mente. Eu acho que, talvez, como resultado, pode ser que o...
O Legendários quer deixar os homens mais fortes, mais seguros de si, mais confiantes. E o meu evento também. Mas a única semelhança seria essa. Porque o meu evento não tem nada de gente botando com o túnel e subindo a montanha. Não tenho nada contra. Acho que o resultado é bom. Mas o meu evento é intelectual.
Juliana, como que te bateu essa crítica de colegas de profissão? E se teve alguém que era ou é muito próximo a você, que você ficou espantado por não falar com você em particular ou diretamente e tratou com ironia ou alguma crítica na mídia? Aconteceu isso? Ou eram pessoas mais distantes, pessoas que você não tem muito contato?
É o seguinte, Vilela, eu sou artista, o artista quer ser amado, a gente não gosta de levar porrada, de ser vaiado, muito menos por colegas de profissão e alguns, inclusive, que eu admiro. Mas o que eu posso fazer? Eu continuo tratando eles e continuarei tratando eles com cordialidade todas as vezes que eu encontrar num set de filmagem, nos camarins da Rede Globo.
dá um pouco de pena, assim, eu fico mais espantado, como eu falei, com o que foi dito, né, então, assim, teve gente falando que o meu evento, o meu discurso mata mulheres, na minha opinião, isso é quase criminoso, porque você tá me imputando uma culpa.
eu estou fazendo um evento para os homens serem melhores, você está dizendo que eu quero matar a mulher, que o meu discurso mata a mulher, eu acho isso perigoso. Isso coloca um alvo nas minhas costas, para vir um maluco aí e falar, o Juliano é um assassino de mulher, eu vou acabar com a vida dele. Ou um eventual também, assassinato de reputação, como a Madeleine estava falando aqui antes. Então, fiquei um pouco chateado, mas, cara, bola para frente. Eu já estou acostumado a viver assim há bastante tempo.
eu sinto que há um pequeno desconforto comigo dentro da classe, assim, eu sou meio que o estranho no ninho, como assim a gente tem um conservador católico que vai na missa todo dia aqui com seis filhos, sabe? Mas todo o meu apostolado é o apostolado da normalidade, quando eu tô com eles mostrar, cara, que eu sou um cara normal, eu dou risada, conto piada, tomo uma cerveja, tento ir na festa da novela com todo mundo, e...
É isso, eu gostaria de conseguir dialogar melhor com eles, que eles falassem mais comigo, tentassem entender o meu lado, sabe?
Mas é isso, mas tá tudo bem, cara. Eu acho que faz parte do jogo, né? A Luísa Posse também tá passando por algo parecido, né? Depois da conversão dela, do posicionamento dela. E eu acho que a gente tá vivendo também um momento de transição, de rede social. As pessoas ainda não estão acostumadas que a rede social já é a vida real, já não tem mais separação. Então a pessoa fala...
Eu falo na rede social, mas na vida... Não, não. Hoje em dia é a mesma coisa. O que você está falando, ela está reverberando, pode prejudicar uma pessoa, pode tirar patrocínio e pode, inclusive, acabar com a vida dessa pessoa, como já aconteceu em várias vezes. Graças a Deus, no caso do Casaré, tem muita gente também apoiando e eu acho que só ajudou a divulgar mais o evento. Não sei se vai ter lugar para todo mundo agora, né, Juliano?
É, estamos vendendo os ingressos já, a gente vendeu super bem ontem e hoje, graças a Deus, eu estou aí já com, quero ver, eu estava tentando ver aqui, mais de 800 mil seguidores que eu recebi nos últimos dias, por causa dessa polêmica, 900 mil já. Pois é, então obrigado demais pela participação, e esperamos você depois ao vivo aqui, presencial, pode ser perto do evento de repente, comentando, ou pós-evento, né? Então já fica o convite aí, viu? Abração.
Tá legal, Vilhelão. Obrigado pelo espaço. Desculpa aí a questão do som. Não, melhorou depois. Depois que tirou o fone ficou perfeito aí o áudio.
Ah, que bom, cara. Mais uma vez, obrigado pelo espaço aí e por me deixar esclarecer essa questão, assim, que, cara, eu não fiz esse evento para ganhar dinheiro, eu não fiz esse evento para incomodar ninguém, eu fiz porque eu vejo uma crise nos homens, eu sou homem, eu sou pai de menino, sou pai de menina, eu quero homens melhores, famílias mais saudáveis para a gente ter um país melhor.
Pois é, concordo contigo, homens fracos são muito mais perigosos do que homens fortes, né? Porque homem fraco é que mata, é que trata mal mulher e que causa os maiores problemas, né? O pessoal não entende que um homem forte não faz nada disso. Obrigado demais, Cazerré.
Obrigado. Obrigada, boa noite. Boa noite. Sigamos aqui, querido Homer. Você está por dentro do que está acontecendo no jornal? Você está por dentro? Porque eu sei que num podcast normal você é participativo no jornal. O que vamos falar agora? Vamos ver se você está por dentro. Bom, eu acho que nós vamos falar sobre o caso da Luana Piovani.
Por que você acha? Eu vi você colando no roteiro. Assim não vale, cara. Você olhou para mim, olhou para o roteiro, e depois falou assim não vale. Eu também estou com o roteiro aqui. Então vamos de caso de Luana versus Virginia, com o nosso amigo Firmino, que já esteve aqui.
cara simpático, bem humorado gosto muito do Firmino, vamos falar com ele eu gosto também, gosto bastante do Firmino porque ele fala, cara tem coisas que são muito chatas que eu não vou atrás do caso da Firmino da Virgínia com a Luana, não vou saber, eu prefiro ver ele resumindo as coisas pra mim, esses dias eu tava assim, sabe, super ocupada dei uma zapiada ali e tal ele fez, eu não posso repetir o que ele escreveu só uma coisa, zapiada já denuncia a sua idade me desculpa, Fernanda, mas zapiada essa
é coisa de velho. Não que eu seja. Olha como eu tô antenada. Eu fui muito Betinha agora. É, foi Betinha. Ah, não tô por fora, não. Tá certo, tá certo. Se fosse meu filho ia falar, esse daí foi de base. Foi de base. Mas o que que era? Tava lá? Eu não posso repetir o que ele escreveu, o Firmino. Mas eu ri tanto. Ele falou, informação retirada do... Ah, tá. Eu imagino da onde. Estamos com ele na linha aí, diretor?
Vamos lá. Ok. Firmino, seja bem-vindo. Estamos falando mal de você. Não sei se você ouviu aí, cara. Ah, não. Ouvi, não. Não ouvi mal, não. E aí? Explica essa treta pra gente, cara. A Luana Piovani envolvida em alguma treta? Cara, a Luana Piovani ela ama incomodar quem tá sozinho, quem tá quieto, né? E ela fez um post, é porque assim, a Virgínia, assim, durante muito tempo divulgou Casa de Aposta.
E a gente teve essa discussão a respeito da moralidade das casas de aposta. E ela falou que o dinheiro da Virgínia era endemoniado. E que ia reverberar nas filhas dela essa maldição. Alguma coisa assim. Pesado, né? Colocar filhos no meio é pesado. Gente, vamos lá. Vamos lá. Você tem todo o direito de questionar a Virgínia por questões morais.
Por toda a Virgínia, ela troca de público. Ela era mãe conservadora, católica. Separa e ela vai pra outro lugar. Eu aceito essas críticas à Virgínia. Eu acho que a pessoa tem todo o direito de se frustrar. Daquela pessoa que consumia aquela Virgínia conservadora. Parece que são duas pessoas na mesma vida. Verdade. Agora, você pode questionar a moralidade. Agora, tipo, não envolve criança, gente. Deixa filha da mulher, entendeu?
Na verdade, a Luana pegou um post de um desabafo de uma mulher que falou que perdeu o irmão por conta do jogo. E aí ela marcou a Virgínia, né, Firmino, nesse post, e ali ela já marcou e já fez esse comentário esdrúxulo dela. E uma semana atrás... Engraçado que a Globo publica e ela vai na Globo, e aí? É. Verdade.
E teve uma semana atrás, ou duas semanas atrás, aquela também polêmica do... Que ela falou sobre evangélicos e sobre pobre de direita. Não foi isso também, Femino? Ela falou de pobre de direita. Ela falou muito mal de evangélicos. Gente, você pode achar que tal pessoa... Você não gosta de tal pessoa evangélica. Você vai pegar todos os evangélicos e colocar no mesmo saco?
É verdade, falou que a avó era evangélica, né, Firmino? Que acho que ela tava se revirando no caixão agora, porque essa nova... Esse novo público evangélico, digamos assim, esses novos seguidores e tal, nossa, não tinha nada a ver com aquilo que ela aprendeu. Só que ela fala que entende tanto de religião, né? E critica tanto as pessoas com tamanha facilidade. Eu acho a Luan uma pessoa muito infeliz. Ela ama incomodar quem tá bem.
Só uma coisa, Firmino, tem mais uma ainda. Ela falou que o filho dela manipulava, né? Manipulador. Manipulador, não foi isso também, Firmino? É, tem um tempo que ela falou do filho, né? O filho mais velho, ele pede pra morar com o pai. Ele mora com o Pedro Scooby. E eu acho que aquilo bate muito mal pro Luana. Mas a impressão que eu tenho é que as coisas na vida da Luana, elas não andaram.
tá? Ela era grande promessa dos anos 90. Só que eu não sei se a carreira da Luana de atriz não aconteceu, ela pediu pra sair da Globo. Agora, a Luana hoje, ela é relevante, gente, por polêmica. Você tira essas páginas de fofoca, o que sobra da Luana? Ela virou cantora de churrascaria em Portugal. Com todo respeito a quem canta na noite, agora alguém que prometeu tanto?
Então, assim, eu acho a Luana uma infeliz. Ela ama incomodar quem tá bem, ela ama incomodar quem tá feliz. A impressão que eu tenho é que ela não gosta de mulher bem-sucedida. Porque se é um homem que ataca uma mulher e o trabalho dela, é misoginia. Com essa pele horrorosa aí que querem passar. Mas ela tá liberada. Se for qualquer homem que vá atacar a moralidade do trabalho de uma mulher, vão enquadrar com misoginia imediatamente. Mas ela tá no grupo que pode.
Outro dia, gente, se é uma pessoa branca que vai ditar como uma pessoa preta tem que pensar qual vertente política ela tem que seguir, ela fez isso. Falando de preto de direita.
Eu acho engraçado que, assim, aí nesse caso não é racismo. É, e ela se coloca numa posição de superioridade, né? Se ela tá ensinando quem é diferente dela, então ela se sente superior àquela pessoa e fala... Porque ela fala na frase assim... A pessoa sabe e ela não. Ninguém explicou. Quer dizer, ela sabe e a pessoa não. É, ela fala, ninguém explicou pra essas pessoas, alguém precisa explicar. Ou seja... Ah, verdade, foi assim que ela... Ela fala isso. Gente, e de verdade...
Não goste da Virgínia, não siga a Virgínia, questione moralmente essas questões. Agora, não ataca a criança. E eu acho, gente, que aqui tem duas questões pra gente separar. Uma coisa é o influenciador que opta por se associar à Beth, ele vai colher os frutos dessa escolha ruim. Eu não acredito que marcas legais vão querer se relacionar com essa pessoa, ok? Esse é um ponto, é o influenciador.
Outro completamente diferente que eu acho que as pessoas tiram é a autorresponsabilidade. Então, peraí, uma pessoa se endividou por culpa da Bete e a culpa é 100% da Bete? É o que eu falo, a pessoa que se alcoolizou, pegou um carro, uma estrada, sofreu um acidente, a culpa é 100% do carro?
Uma pessoa que fumou a vida inteira, depois de 30 anos, desenvolve um câncer na laringe, um câncer no pulmão. Ela não tem responsabilidade nenhuma sobre aquilo? Nenhuma. Como que é isso? Eu faço o que eu quiser e eu não lido com as consequências dos meus atos? Então, assim, essa questão da Beth, ela é uma questão que eu penso, assim, porque as pessoas têm que ter liberdade de escolha.
E tem que lidar com as consequências das coisas. Então, assim, a Luana, ela bota no colo da Virgínia todos os malefícios da Beth. Eu nunca divulguei Beth, eu não pretendo divulgar Beth, mas eu acho que quem joga tem a sua parcela de culpa, de responsabilidade. Vocês não concordam? Pois é. Com certeza. Com certeza, né? E é engraçado que ela vinha pegando no pé bastante do Neymar, ela deixou o Neymar depois do processo quietinho e partiu pra Virgínia, né?
É verdade. Verdade. E eu queria que não mexessem com a Virginia, porque é ano de Copa, e Vini Jr. tem que estar bem pra Copa. E ela chorou, viu? Pela primeira vez. Vi, vi, verdade. Então, isso mexe com o Vini lá, né? Com certeza. É. Eu nunca vi a Virginia respondendo. É verdade. Foi a primeira vez que eu vi a Virginia respondendo alguém. Você vê que a Virginia, ela finge que não é com ela, assim. Você vê que, assim, o mundo desaba.
E ela aparece nos stories vendendo body splash como se nada tivesse acontecido. É verdade. Mas vou falar uma coisa que as pessoas disseram lá. Hoje a Luana disse que é lágrima de crocodilo, né? É que mexer com o filho... Mexer com o filho, a gente vira bicho mesmo. Pois é. Então eu entendo porque. Acho que ela já vem sofrendo muita pressão. Falou até que está perdendo cabelo, a Virginia. Está muito estressada. Está com queda de cabelo.
Aí a hora que mexeu com as crianças, aí realmente acho que foi a gota d'água para ela. É.
tem que mexer com o filho dos outros exato pois é é isso, obrigado demais Firmino quero ver mais você aqui comentando obrigado pelo convite, sempre que quiserem me chamem, é um prazer estar aqui com vocês parabéns pelo seu trabalho ok, vamos então usá-lo mais vezes com certeza, um beijo beijo, tchau tchau
E vamos agora de assunto polêmico, né, Homer? Agora vamos saber se é... É verdade. Cara, tem umas paradas acontecendo muito estranhas nesse mundo. E eu estou com o Marcílio. Eu sei que você é um cara mais cético.
Mas eu quero acreditar. Lembra do Molder, do Arquivo X? Você assiste Arquivo X? Eu sou Molder. Eu tenho um pôster lá no meu quarto que é eu quero acreditar, a verdade está lá fora, eu sou desses caras que ficam fuçando. E, cara, no Twitter, no X, eu não sei falar X ainda, lá no X tem muita gente que, cara...
O cara que atirou no atentado, alguém fez um post não sei que ano só com o nome desse cara. E aí na foto tem não sei o quê. Aí você liga com os caras que estão sumindo, que falam de OVNI. Cara, é muita teoria da...
As teorias estão virando verdade agora. E os pontos parecem que tem conexão. Você consegue montar uma lógica por trás. E aí querem agora. Fizeram aquele alien ou ovni.org que vão agora... Vazar as informações. Vamos chamar o Tiago, que é mais fácil colocar ele na conversa, porque ele está por dentro disso daí. Ele está por dentro. Ele é o cara. Cadê o Tiago?
Tiago, dá uma luz pra gente, cara, é muita coisa aí. Tá relacionado, estão relacionados os dois assuntos? Desaparecimento do cientista, de ufólogo, que não é só nos Estados Unidos, não. Tem cientista chinês. China, Estados Unidos. E agora, atentado do Trump. E outra coisa, não sei se vocês leram esse livro, o problema dos três corpos, acontece a mesma coisa, hein?
Vou ler. Não sei se você leu, Tiago. É o seguinte. Ainda não. Ainda não, mas eu vou ler. O problema dos três corpos começa a morrer cientista e começa cientista a desaparecer. Depois você vai entender por quê. Mas os aliens estão envolvidos. Só digo isso. Não quero influenciar ninguém. Se eu não me engano, tem uma série na Netflix sobre isso, não é?
Tem, fizeram a primeira temporada do... São três livros. Então o primeiro livro já está na Netflix, né? Que é o Problema dos Três Corpos. Quando eles começam a ver as imagens, é isso? O quê? É aquele, né? É, então você viu. Está por dentro, está por dentro. É estranho. Exatamente. Porque só dando um aspecto assim, é o seguinte, os aliens estão vindo para a Terra e eles não querem que a gente se desenvolva cientificamente. Então eles querem travar a ciência aqui do...
da humanidade, então eles começam a matar cientista pra não deixar os caras evoluírem, a gente evoluir todo lado dos ETs, eu falo nos caras a gente não evoluir talvez eu seja infiltrado talvez eu seja infiltrado mas então, dá o contexto pra gente Tiago, o que que tá rolando aí o que que sabe de verdade e o que que é teoria Vilela, tudo isso que você falou aí, cara, faz total sentido quando a gente entende
Tudo isso que está rolando, porque, como você disse, a gente tem os cientistas que estão desaparecendo, não só nos Estados Unidos, mas na China também. Nós temos o atentado a Donald Trump ou uma grande jogada orquestrada que possivelmente podemos estar diante da maior conspiração política do ano 2026.
Se a gente entender como é que funciona tudo isso, você vai ver que o buraco é muito mais embaixo do que um simples atentado que simplesmente eles conseguiram parar ali. Então o negócio vai além. Pois é. Tem também... Estão falando de falsa flag, de uma... Uma falsa bandeira.
Uma falsa bandeira, um atentado é para eles ganharem mais poder, poderem passar algumas leis, apertar o cerco ou desviar a atenção também, né? Fazer um salão de festas também, né? Que é o grande sonho do Trump, ele quer fazer aquele mega salão. Estou sabendo ou não? Na Casa Branca. Na Casa Branca. Ah, cara, o cara faz um atentado por causa do salão, faz o salão. É muito dinheiro em verdade. É muito dinheiro. Ah, tá. E aí ele fala que se ele estiver dentro da Casa Branca, ele não corre risco.
Ninguém vai tentar contra a vida dele lá dentro. Entendi.
E o Irã, inclusive, ele publicou um vídeo de inteligência artificial, não sei se você chegou a ver, Tiago, desdenhando dessa situação do Trump. O que que é? As lideranças iranianas aprenderam a usar a inteligência artificial recentemente para fazer videozinhos. E estão fazendo... E todo dia tem vídeo desdenhando do Trump. E um deles foi justamente, né? Falando que foi um esquema armado, que todo mundo já sabia que ia acontecer.
Porque quando você começa a enxergar algumas coisas... O Trump, por exemplo, ele teve um tempo de resposta muito demorado. Algumas outras... Tiraram o vice antes dele, né?
O de defense, não foi? Exatamente. O Trump, por exemplo, ele nunca tinha participado, nunca não, mas ele não costumava participar desse jantar que acontece anualmente. Bem nesse ano, ele vai lá e participa do jantar. Não, mas tem várias coisas estranhas. Tem aquele ilusionista, né? Que ele escreve aquela parada segundos antes de acontecer o tiroteio. Então, cara... Ah, ele escreveu? Eu não vi isso. Você não vê? Ele tá fazendo uma mágica, um negócio lá. Você sabe o que aconteceu, Thiago, desse ilusionista?
Esse ilusionista, ouvi dela, ele vai fazer uma referência, de certa forma, àquela imagem que Trump também criou com uma inteligência artificial e postou alguns dias atrás, não sei se vocês lembram, se vocês chegaram a ver, como se ele fosse o próprio Jesus Cristo. Verdade, deu uma polêmica, sim, sim, sim.
Só que quando o pessoal comparou aquela imagem, eles perceberam que aquela imagem fazia uma referência a uma carta do tarô que se chamava o mago, né? O mago ou o ilusionista. Certo. Pelo menos tá tudo conectado. Além disso, nós temos também a morte de David Wilcock, que foi o apresentador do programa Alienígenas do passado. Cara! Já que a gente tá falando... É, já que a gente tá falando de...
extraterrestres e cientistas que estudavam algumas coisas que poderiam ser possivelmente algo que mudasse o controle no mundo, você entende que a maioria desses cientistas estavam estudando sobre extraterrestres, tinham vínculos com a NASA, esses cientistas também estudavam sobre armas nucleares, e por incrível que pareça, Avelha, tudo isso que a gente comentou até agora está tudo interligado, cara.
Mas você viu esse lance desse perfil no X? A única tweet que ele tem é o nome do atirador, cara. Exatamente. É o único tweet. Vou chegar aí já. Então, fala sobre isso, cara. A gente já vai chegar lá. Eu vou falar primeiro sobre os cientistas rapidamente aqui, porque a gente vai linkar essa história uma na outra. Por exemplo, a gente tem a primeira, até mandei a imagem para o pessoal da produção, que é a Melissa Cásias. Ela trabalhava no...
laboratório de Los Alamos, que é o laboratório nacional nos Estados Unidos, que está no Novo México, e que envolve estudos de armas nucleares. Em 2025, ela foi fazer uma caminhada, uma trilha e simplesmente desapareceu. A gente teve o caso de Steven Garcia, que era contratado do governo americano com acesso a armas nucleares. Ele também desapareceu após sair de casa e disse que ele saiu armado.
Essa que eles colocaram na tela é a Melissa. Só pode colocar o próximo aí, que é o Steven Garcia. Também fazia estudo de armas nucleares. O próximo, William Neal McCasland. Ele foi um general aposentado. Também trabalhava com tecnologia que era mais sensível. Esse cara era um comandante da Força Aérea. Estava fazendo estudos sobre isso e desapareceu em 2026.
E eu estou resumindo os principais. Nuno Loureiro, que era um diretor em ciência de plasma no MIT, foi morto com tiros na frente da própria casa no ano passado, em 2025. E a que mais me chamou a atenção agora, Amy Scride, uma pesquisadora.
que estava dizendo que descobriu a propulsão antigravidade. Que é alguma coisa que, se for verdade, revolucionaria e acabaria com a dependência do combustível fóssil. Cara, seria uma coisa de ficção científica, né? Que é usar algo para vencer a gravidade sem usar combustível. É uma doideira.
Quem usava isso nos livros era o Isaac Asimov, né? Que todos os foguetes, todas as naves eram a partir de antigravidade que funcionavam. Sim, é como se elas ficassem levitando, né? É, exato. Anula, vai, anula, anula a gravidade. Pois é. E diz ela que tinha, assim, conseguido alcançar o ápice de suas pesquisas um mês antes.
de falecer, ela fez uma live dizendo que recebeu ameaças e que se de repente falassem que ela tirou a própria vida isso seria uma grande mentira, porque ela não faria isso. Ela relatou também que utilizaram nela em um momento que ela tava no notebook, sem conexão com wi-fi, sem nada.
uma arma de energia direcionada que queimou as mãos dela. Foi como se fosse uma primeira ameaça. E aí ela relata em vídeo as mãos dela, ela mostra as mãos dela queimadas e começa a falar sobre essas ameaças que ela estava recebendo por ter descoberto essa tecnologia. E depois ela apareceu sem vida. Isso foi em 2022, já faz alguns anos sobre isso.
A gente só está juntando todas essas informações agora, porque mais pessoas começaram a desaparecer, perder a vida, sumir de repente. Todas elas com relação a armas nucleares, extraterrestres, tecnologia que envolve a NASA, e são grandes nomes. E aí a gente tem o caso de David Wilcock, que foi o apresentador do Alienígenas do passado, que ele citava essa garota aí, a Amy Scrive, em seus relatos falando sobre isso, e aí
E, inclusive, ele falava também sobre como toda essa tecnologia da propulsão antigravidade, entre outros assuntos relacionados a essas pesquisas, iria não só revolucionar o mundo, mas como mudar a forma do controle global. E que esse controle estava...
sendo feito no mundo por um Deep State, um estado profundo. É como se pessoas que não fossem desse mundo aqui estivessem nos controlando. E aí o que a Amy, essa cientista aí que descobriu essa teoria antigravidade, ela relatou? Ela relata em uma live, antes de perder a vida, que não são extraterrestres que existem.
ela os chama de ultra-terrestres, que seriam, no caso, seres que vêm de uma outra dimensão. Eles já estão aqui conosco e têm grande poder no controle da humanidade. Então, aparentemente, como essas pessoas começaram a descobrir informações que poderiam mexer no controle do mundo...
essas pessoas começaram a desaparecer. Essa é a teoria que envolve tudo isso. E aí a gente passa agora para o lance que aconteceu com Donald Trump. Só uma coisa, Tiago. Tem outra teoria de alguma dessas pessoas também que morreram ou sumiram que os alienígenas não vieram de fora e estão aqui debaixo do oceano, nas profundezas dos nossos oceanos, que eles estão aqui já há bastante tempo. Já ouviu essa teoria provavelmente.
Sim, e esse é um dos motivos que eles falam que inclusive a NASA parou de estudar os oceanos para não mexer com eles lá, entendeu? Porque a NASA antigamente estudava não só o espaço, mas também começou estudando os oceanos. E aí eles pararam de estudar os oceanos justamente porque eles sabem que tem um buraco mais embaixo lá, podemos dizer assim, né? Pois é, pois é. Lembra, Vilela, aquele episódio que você fez com o Daniel Lopes, que vocês estudaram sobre o quadro do Grande Despertar? Sim, sim, sim.
Lá tem o nome do David Wilcock. Ah, é? Ele está colocado como uma das teorias que era para acontecer, você vê. E aconteceu recentemente esse caso aí com ele. Foi na semana passada, uns 10 dias atrás, mais ou menos, se eu não me engano. Verdade. Olha lá. Interessante, né? É. E aí, o que acontece com o Donald Trump? Cara, se realmente essa teoria que eu vou te mostrar agora for uma realidade...
a gente está diante de uma das maiores conspirações no sistema político que já existiram, pelo menos nesse ano de 2026. Por exemplo, Donald Trump está lá no jantar, ao lado do ilusionista, ao lado da esposa dele, Melania Trump, quando, de repente, um homem faz um atentado ali, começa a atirar lá dentro do local.
Esse homem se chama Cole Allen. E aí logo os seguranças retiraram ali, o vice-presidente retiraram Trump, as pessoas abaixaram e eles conseguiram parar o atentado sem que nada acontecesse ali com o presidente dos Estados Unidos. Só que houve uma conta no X, na rede social de Elon Musk, que foi criada em dezembro do ano 2023, com o nome de Henry Martínez.
Se o pessoal conseguir colocar essa imagem aí também, vai ser melhor ainda para eu poder complementar o que eu estou dizendo. Eu mandei a imagem da própria conta que foi criada em dezembro de 2023. Essa conta, obviamente uma conta fake, a pessoa colocou uma foto de um sapo com uma gravata borboleta tomando um drink ali, numa taça. Com fundo psicodélico.
isso esse fundo aí ele tem um nome é uma técnica utilizada com como o nome de pixel sorte que que eles fazem eles pegam uma imagem e derretem essa imagem essa imagem derretida na verdade é aquela imagem que Donald Trump estaria
levantando a sua mão direita após aquele atentado que ocorreu alguns anos atrás que
o tiro passou de raspão na sua orelha. Acredito que todo mundo está lembrado. Então, essa imagem que o pessoal está vendo aí na tela, que ele colocou atrás da figurinha do sapo, é a imagem de Donald Trump levantando a mão ali com seguranças, a bandeira dos Estados Unidos, a orelha ali sangrando, e que está com essa técnica de pixel sorting. Que aí você vai num programa de tratamento de imagem.
Trabalha com contraste, real saturation, e você busca a imagem escondida aí atrás, né? Exatamente. E essa conta do Henry Martínez, ou Vilela, ele fez uma postagem há três anos atrás, praticamente, escreveu apenas o nome, Cole Allen, que no caso é o nome, olha lá que interessante, né? É o nome do cara que fez o atentado agora e que os seguranças de Donald Trump conseguiram travar ele.
Só que esse cara, depois que o pessoal começou a fuçar na internet, eles conseguiram enxergar que ele também tinha ligações, pelo menos é o que estão dizendo, com o Mossad, que é aquele sistema de inteligência de Israel.
E, inclusive, tem uma foto dele utilizando uma camisa com símbolo do Mossad, que faz com que as pessoas entendam que tudo isso foi uma grande jogada, uma cortina de fumaça, ou até mesmo uma ilusão à população. E é por isso que a gente tem ali um ilusionista fazendo mágica e tentando, de certa forma, trabalhar com uma ilusão. É uma grande jogada orquestrada.
Existe aquele jogo também, uma das últimas vezes que eu tive aí com você, que eu comentei, que se chama Illuminati, a nova ordem mundial. Um baralho de cartas de Steve Jackson. Não sei se você lembra que a gente comentou sobre isso. Lembro, lembro. Tem várias cartas aí que a gente mostrou, né? Isso, existem cartas ali que fazem relação ao sapo, por exemplo, da conta do Henry Martínez, que ele postou aí. Fazem relação a Donald Trump.
inclusive fazem uma relação, de certa forma, até mesmo a esse atentado que eles estão dizendo. Eu estou ligando todas essas informações, depois eu vou passar para você e para o pessoal aí, quem sabe a gente coloca lá no programa do Será que é Verdade, aquele nosso quadro lá de quinta-feira, de uma forma bem mais completa para a galera.
Com certeza. De qualquer forma, não tem explicação, não tem nenhum comunicado oficial ainda, né, Tiago? Alguém falando sobre, né? Não, ainda não, Vilela. Tudo isso ainda está na base da teoria, mas assim, como se encaixa de uma forma perfeita com diversas informações, o que parece é que não é só uma teoria, né? Parece que mais uma vez as teorias estão se tornando uma realidade. Então...
E vem também, Tiago, com esses pronunciamentos do Trump de liberar geral os arquivos aí, né? Desclassificar os arquivos aí sobre OVNIs e objetos voadores não identificados e outras coisas mais, que a qualquer momento a gente pode ter umas informações aí que a gente fique meio apavorado, né? E tem o filme do Spielberg, o Spielberg é um cara que...
Muita gente fala que ele tem um trabalho de acalmar as pessoas e preparar para um contato alienígena já há bastante tempo. Então eu tenho o Dia D, que é o Disclosure Day, que é sobre uma chegada de um povo, de uma civilização alienígena. Então parece que está tudo encaminhando para esse ano a gente ter alguma novidade sobre existe vida inteligente fora da Terra? Porque aqui dentro não tem. Então fora da Terra é a nossa esperança que tenha, né, Tiago?
Obrigado demais. Obrigado demais. Vamos lembrar que o Tiago tem um quadro semanal aqui toda quinta-feira, às 11 horas. Lá tem mais tempo, é meia hora, onde tem imagens, tem gráficos e tudo mais. E toda semana um assunto interessante. Qual é o assunto dessa semana, Tiago?
nessa semana nós vamos falar sobre o Black Eye Club. São celebridades que estão aparecendo cada vez com mais frequência com um dos olhos roxos, pelo menos. Se eu aparecer com o olho roxo aí, não é teoria de conspiração nenhuma. É o Homer que me atingiu. Também não é o Homer, mas eu vou ficar quieto. Tá bom. Ô, Fernando, é estragando. Eu tenho uma defensora aqui, hein.
Defensora? Ela está me atacando. Ela tem informações que você não tem. Mas eu quero ver, não vi o vídeo ainda, Tiago. Quero ver tudo que... Porque agora apareceu quem foi. Foi um cantor sertanejo? Leonardo. Leonardo de Olho Roxo. Mas tem uma sequência de muitos artistas americanos ao redor do mundo que aparecem com Olho Roxo. Recentemente foi Ivete Sangalo. Também. Que caiu no banheiro. Verdade.
O do Leonardo foi numa pesca, né? Falou que escorregou e bateu o olho na canoa. Na canoa.
A canoa normalmente tem a ponta. A galera que eu conheço, eu não quero... Tem problemas. Mas a galera que eu conheço que fala que vai pescar com os amigos... Tem música assim, mas é a música. Os caras compram os peixes depois, se você tem uma ideia. A gente acabou de encontrar no shopping a mulher do Leonardo. Ela tá aqui. Verdade? Será que ele tá pescando? Tá pescando, né?
Ô Tiago, obrigado demais então e nos vemos quinta-feira às 11 horas então com o Será que é Verdade, esse quadro semanal onde a gente pega as teorias aí e levanta várias perguntas e mostra dados e fatos, né?
Obrigado, Vilela. Obrigado, Fernanda. Obrigado, Marcílio. Obrigado, pessoal. Uma boa noite a todos e até lá. Até lá. Agora é hora do Marcílio trabalhar mais pesado. Vamos lá. Vamos falar de geopolítica também, porque se tudo que a gente falou aqui é relacionado ao cenário nacional, que está pesado, essas coisas de alienígena, mas vamos falar de coisas reais mesmo.
A guerra do Irã... Que continua se estendendo, né? Eu estava lá na China e em um certo momento eu achei que tinha acabado. E aí não tinha acabado. Teve cessar-fogo ou não teve? Liberaram o Estreito ou não liberaram? Que ponto que a gente está? Hoje existe um bloqueio ao bloqueio do Estreito de Hormuz, né? Como assim? Um bloqueio ao bloqueio? Exato. Por quê? Realmente, né? Irã e Estados Unidos, eles chegaram a confirmar um acordo de cessar-fogo. Só que esse acordo ele valeu por menos de 24 horas. Por quê?
Segundo o Irã, o acordo só poderia valer se os Estados Unidos também tirassem o seu bloqueio naval ao Estreito de Hormuz. Os Estados Unidos bloquearam o Estreito de Hormuz porque eles consideraram que não era muito certo o que o Irã estava fazendo. Como o Irã está bloqueando o Estreito de Hormuz hoje, só que ele está bloqueando para as nações que são amigas dos Estados Unidos, então os países ocidentais, Israel e tudo tal, o que os americanos pensaram? Eu vou fazer também um bloqueio contra o Estreito de Hormuz?
para fazer uma espécie de cerco aos portos iranianos. Porque aí a gente começa a cercar o Irã, impede o Irã de comercializar os seus combustíveis fósseis. Isso pode gerar uma crise econômica no país, com uma crise econômica eles não serão obrigados a negociar. Só que o Irã, ele falava que se essa fogo é essa fogo. Então os Estados Unidos deveriam tirar o seu bloqueio militar, para ele também tirar o bloqueio a Estreito de Hormuz.
Como os Estados Unidos não retirou, os iranianos também voltaram ao bloqueio do Estreito de Hormuz.
A questão que se estabelece é que o que o Irã, aparentemente, as informações são muito dúbias, né? Porque o Irã fala uma coisa, o Trump fala outra. Hoje, por exemplo, o Trump deu uma declaração colocando que o Irã garantiu que eles estão desesperados para fazer algum tipo de acordo porque eles estão indo de mal a pior, que eles estão indo à falência porque não conseguem exportar os seus combustíveis.
O Irã fala que é mentira isso, que o Irã não está buscando nenhum tipo de negociação e que inclusive enviou uma proposta para os Estados Unidos, uma proposta para um novo cessa-fogo. O Irã libera o Estreito de Hormuz, o Trump também libera o Estreito de Hormuz e as decisões sobre as questões nucleares ficam para um segundo momento.
Aparentemente é isso que o Trump tem de proposta nas mãos hoje. Só que a questão que fica é que se ele aceitar essa proposta de cessar-fogo, pra mim, assim, é ele admitindo uma derrota geopolítica dele. Porque vamos aos resultados da guerra, né? Se esse for o cessar-fogo e o início do processo de paz.
O Trump começou o conflito alegando que ele ia libertar a população iraniana dos julgos de uma ditadura. Nem fala mais sobre isso. A República Islâmica vai continuar e hoje aparentemente com lideranças até mais radicais do que eram anteriores. Falam que o Mojitaba Khamenei, que é o filho do Ali Khamenei que morreu no ataque, é até mais radical que o seu pai.
ele vai ter conseguido liberar o Estreito de Hormuz, mas o Estreito de Hormuz já estava liberado, então ele vai liberar o que já estava liberado, entende? E além do que o Irã hoje talvez tenha percebido o quanto que eles têm um poder de fechar o Estreito de Hormuz. Porque se eles fecharam e a Europa, os Estados Unidos, não tiveram coragem de fazer nenhum tipo de ação militar contra o Estreito de Hormuz, por que o Irã não pode usar isso no futuro, por exemplo? Pode ser que sim.
E se adia as decisões sobre o programa nuclear iraniano, poxa, não foi por isso que os Estados Unidos invadiram? Para acabar com o programa de mísseis, acabar com o programa nuclear? Se for para negociar, já tinham negociações antes do ataque. Ou seja, continua tudo igual, só que agora com os Estados Unidos tendo gastado quase 30 bilhões de dólares no conflito.
Tendo causado uma nova crise econômica internacional, as repercussões ainda vão vir, porque tem dificuldade da exportação de fertilizantes, a dificuldade da exportação de combustíveis. E tudo isso na cadeia global, a gente não sente só agora. A tendência é que a gente comece a sentir pelos próximos meses.
Por exemplo, os fertilizantes vão trazer um impacto gigantesco no aumento do preço dos alimentos, principalmente no continente europeu. A questão, por exemplo, de não ter combustível para aviação na Europa. A tendência é que isso acabe em questão de duas semanas. Então, assim, ele vai ter promovido uma série de crises econômicas internacionais para não ter grandes mudanças políticas.
Além de tudo, só para finalizar essa parte da guerra Irã-Estados Unidos, hoje a gente teve uma reunião super importante que aconteceu, que foi a reunião do Conselho de Cooperação do Golfo, que são os países do Golfo, que foram atacados pelo Irã. Talvez o que os países perceberam
é que eles contavam muito com a defesa dos Estados Unidos, os países da Arábia Saudita, Emirados Árabes, Qatar, Oman. Só que, a partir do momento que começa uma guerra contra o Irã, o Irã conseguiu superar várias dessas defesas aéreas, e talvez eles tenham percebido que manter bases militares americanas talvez seja até mais perigoso do que não manter essas bases militares americanas.
por algum tipo de indisposição contra milícias, contra o governo iraniano e por aí vai. Então, o Conselho de Cooperação do Golfo, eles estão tentando promover uma militarização conjunta entre eles. Só que houve um racha. Hoje, uma coisa histórica, os Emirados Árabes Unidos anunciaram que eles estão abandonando a OPEP, a Organização dos Países Portadores de Petróleo.
Por que isso é importante? Os Emirados Árabes Unidos hoje, eles são o quarto maior produtor dos países que fazem parte da OPEP. Os Emirados Árabes saindo, não acho que vai trazer algum tipo de crise econômica global, a tendência é até o contrário. Porque os Emirados Árabes Unidos, eles eram favoráveis a aumentar a produção de petróleo, quem barrava era a Arábia Saudita.
os amelhados árabes saindo, inclusive muito possamente a pedido do Trump, eles vão aumentar a sua produção, vão colocar mais petróleo no mercado e tende, claro, a baixar o preço. Mas mostra uma falta de cooperação dos países do Golfo, porque cada país vai começar a pensar nos seus próprios interesses. Então isso demonstra uma fraqueza do Golfo, um racha local e, claro, uma queda também da influência da Arábia Saudita na região. Pois é.
Sobre a questão da... Pode ir na sequência aí? Claro, vamos lá. Sobre a questão da OTAN, eu acho que também teve assuntos bem importantes aí, por quê? O Trump está insatisfeito com a OTAN, inclusive hoje o Mark Huth, que é o líder da OTAN, ele considerou que ele pode até parar de fazer cúpulas anuais da OTAN, porque, por exemplo, a gente vai ter cúpula agora que vai acontecer em julho.
Pra quê? Exatamente, pro Trump fazer críticas contra os líderes da OTAN, pros países da OTAN europeus criticarem os Estados Unidos, vai ter briga, com certeza. E o Trump, já que ele tá se sentindo traído pelos países da OTAN, ele anunciou que ele pode fazer duas retaliações por enquanto.
Primeiro que é expulsar a Espanha da organização, porque a Espanha é um dos países mais radicais contrários ao Trump. Hoje o Pedro Sánchez, um presidente mais de esquerda ali, que comanda o país, um chefe de governo mais de esquerda, ele não deixou os americanos utilizarem as bases militares para atacar o Irã.
A Espanha não aceitou também aumentar os gastos para 5% do PIB, assim como os outros países também concordaram em fazer, e o Trump falou que vai expulsar. A questão é que, pelo menos assim, não pode. A OTAN não tem dispositivo expulsar um país, ainda mais sendo os Estados Unidos contra o desejo dos outros 31 países que fazem parte da organização.
Mas tem uma coisa que ele pode fazer, que ele pode mudar a maneira como ele encara algumas ilhas britânicas em relação ao Reino Unido, a posse das ilhas britânicas. Foram vazados, eu sempre suspeito desses vazamentos, eu gosto de vazar essas notícias.
Foi vazado, troca de e-mails ali do Pentágono, que consideram que os Estados Unidos podem deixar de reconhecer as Ilhas Falklands como sendo britânicas. E já que hoje o Trump é muito mais próximo do Milley, pode passar a reconhecer as Ilhas Falklands ou as Malvinas como pertencente à Argentina. E isso vai mudar um histórico, porque os Estados Unidos apoiaram o Reino Unido na Guerra das Malvinas, lá em 82.
Hoje os Estados Unidos falam que eles têm uma postura pragmática. Eles não apoiam nenhum dos dois lados, mas eles reconhecem como ilhas britânicas. E como eu falei, na década de 80, inclusive só por curiosidade, o senador que fez o discurso para que os Estados Unidos apoiassem os britânicos na guerra foi o Biden. O Biden já era senador em 82. Na verdade, ele foi senador desde a década de 70. Então, assim, isso pode ser uma mudança importante de configuração da OTAN.
A gente teve também essa semana a Alemanha divulgando uma mudança no seu documento de estratégia nacional. É a primeira vez que eles fazem isso desde o final da Segunda Guerra Mundial, o que mostra também o desejo de militarização do país. Eles prometem ser o exército mais poderoso da Europa, pelo menos até 2039. Só que existem alguns problemas para isso.
Algumas soluções realmente foram feitas. A Alemanha, por exemplo, ela está tentando adotar uma postura de uma mudança comportamental para o recrutamento militar. Por enquanto não é obrigatório, mas eles alegaram que eles podem fazer isso no futuro se os números não chegarem aos números desejados. Por quê? Desde o final da Guerra Fria... ...
Na década de 90 pra frente, os países europeus começaram a encarar gastos militares como gastos desnecessários. Vale muito mais a pena investir em educação, transporte, moradia, segurança, lazer, enfim, coisas do welfare state, do bem-estar social, do que ficar investindo em gastos militares.
E isso trouxe também uma sensação que carreira militar não era uma carreira exatamente que tinha os seus louros, uma carreira gloriosa. Então hoje, grande parte dos jovens não querem seguir carreira militar. E tem o problema que não tem muito mais jovem na Alemanha também. A Alemanha teve hoje o dado do menor taxa de natalidade das últimas décadas. Então há um envelhecimento populacional, há um desinteresse da população e menos gastos militares.
A Alemanha fala que ela quer mais que duplicar o seu exército dentro de um futuro próximo, quer ter também elementos de dissuasão nuclear, vai fazer uma cooperação com a França, não vai ter armas nucleares próprias, mas quer tirar as armas americanas para fazer com que os franceses formem uma espécie de guarda-chuva nuclear do continente europeu.
Fala também da ideia de parcerias público-privadas, porque uma coisa é fato, a Alemanha tem muita empresa militar de alto destaque. Eles não têm muita capacidade pela falta de investimento do Estado, mas a ideia é que o Estado coopere com essas empresas privadas para aumentar a capacidade militar da Alemanha no futuro próximo. E eles já deixaram bem claro que o objetivo é combater a Rússia.
O Boris Pistorius, que é o ministro da Defesa, ele falou que a inteligência alemã fala que até 2029 a Rússia vai atacar algum país da OTAN. Principalmente os países do Báltico. E a Alemanha vai estar lá para defender os caras. Se vai ou não, né? Enfim. Outra questão. Em relação ao Brasil e Estados Unidos, acho que tem assunto bem importante, mais uma crise diplomática entre os dois países. O que aconteceu agora? O Alexandre Ramagem, que era o ex-chefe da BIM.
Ele, inclusive, foi designado pela Justiça Brasileira como coordenador da chamada ABIN Paralela, ou seja, como a inteligência do Brasil estivesse sendo usada não exatamente para fins da União, mas para perseguir opositores políticos. E ele foi, na mesma sentença, inclusive, que deu a prisão para o Bolsonaro, ele foi sentenciado há alguns anos, bons anos de prisão.
O Ramagem, que já foi eleito, né? Era eleito na época como deputado federal pelo Rio de Janeiro. Ele fugiu pela Guiana do Brasil e foi morar nos Estados Unidos. De repente, uma operação militar americana prendeu o Ramagem.
Aí ficaram meio sem entender. Depois ele foi solto. A alegação do Estado americano é que um servidor brasileiro que trabalhava nos Estados Unidos, ali em Miami, falou que o passaporte dele estava vencido. Quando, na verdade, não foi esse motivo que teria levado a captura dele pelos agentes do ICE, e sim por questões políticas.
O que os Estados Unidos fizeram? Soltaram ramagem e ainda tiraram as credenciais desse servidor brasileiro. O que o Brasil fez? Bom, se vocês estão mexendo com um servidor brasileiro aí nos Estados Unidos, chama ele de volta para cá e a gente também despede um servidor americano que atua junto à imigração brasileira. Ou seja, tiraram as credenciais de servidores americanos, servidores brasileiros, e o Brasil considera que isso é uma...
uma tentativa dos Estados Unidos de ingerência no nosso processo eleitoral. E como eu falo, independente de questões políticas, direita e esquerda, de fato, os Estados Unidos têm grande interesse nos processos eleitorais da América Latina, que vão acontecer esse ano. Agora, em maio, a gente vai ter eleição na Colômbia. O Ivan Cepeda, que é o candidato de esquerda, é o favorito. E a gente vai ter, em outubro, as eleições brasileiras.
que aí é até difícil quem é favorito, eu não sei se é o Flávio Bolsonaro, se é o Lula, enfim, mas com certeza algum tipo de interesse americano vão acontecer nas próximas eleições. Outro ponto importante, talvez a pior derrota do Putin em relação às eleições europeias. O Viktor Orbán, ele era o chefe de governo da Hungria e ele perdeu o processo eleitoral.
Ele era o líder do que ele mesmo classificava como a democracia iliberal do continente europeu. Ou seja, ele se dizia como um democrata, mas as suas atitudes nos últimos anos indicavam maior interferência no poder judiciário, ele tinha algumas atitudes contrárias à oposição. O Peter Maggiar, por exemplo, que é o líder da oposição que venceu, criticava, falando que durante muito tempo ele não pôde dar nem declarações na mídia.
Porque o governo cada vez mais cooptava esses veículos de comunicação. Ele tinha algumas atitudes polêmicas também. Ele falava que esse progressismo do mundo ocidental, essa cultura woke estava destruindo a Europa Oriental e também a Ásia.
Tanto que ele criou um índice de livros e filmes proibidos, alegando que esses livros incentivavam a homossexualidade. Dentre esses livros, Harry Potter. Dentre as séries, Friends. Então, se você, talvez, visse Friends, você gostaria de dar um beijo em pessoas do mesmo sexo. Enfim, tá? Segundo o Victor Urban.
E ele também era totalmente contrário à imigração. Inclusive, o Victor Bundt tem algumas falas bem problemáticas. Ele falava de uma raça húngara pura, que era muito... Problemático, né? Que seria superior à imigração islâmica, que estava contaminando o continente europeu.
Ele foi derrotado depois de alegações, e não alegações, vazaram áudios mesmo, tá? Que tanto ele quanto o seu ministro das Relações Exteriores tinham ligações com a Rússia. E realmente o Viktor Orbán era como se fosse uma espécie de um espião dentro da União Europeia e dentro da OTAN. Tanto que o Donald Tusk, que é o chefe de governo da Polônia, quando teve a derrota, ele falou assim, nossa, finalmente. Agora a gente vai poder conversar livremente na OTAN e na União Europeia sem um espião russo participando também das reuniões, né?
O Peter Maggiar foi eleito, e isso está sendo visto por alguns setores da mídia, eu particularmente discordo, com uma derrota dessa direita mais nacionalista, populista e eurocética. Eu acho que isso é uma coisa muito da Hungria, porque a Hungria é um país que sofre com inflação, é um país extremamente corrupto, é um país em que, de fato, o Viktor Orban era muito aliado do Putin e estava...
Tirando a Hungria, tirando não no sentido mais figurativo, né? Da União Europeia. Mas quando você pega, por exemplo, a Marine Le Pen ainda é extremamente popular. A Georgia Milone também bastante popular. O Nigel Farage no Reino Unido também bastante popular. Mas enfim, é uma derrota bem importante a queda do Victor Urban na Hungria. No Mali, bem rapidinho. Acho que é interessante também a gente comentar um pouquinho. O Mali é um país do continente africano.
Não só o Mali, mas vários outros países da região do Sahel passaram recentemente, quando falo recentemente, pós-anos 2020, por golpes militares. Esses golpes militares tinham muito a intenção de tirar a influência da França e dos Estados Unidos do continente africano. Porque Nafasso, Níger, o Mali, porque Nafasso, inclusive, tem uma grande liderança, que é o Ibrahim Traoré.
Esses golpes militares, muita gente coloca como também revoluções nacionalistas. E eu acho que pode ser as duas coisas. Porque de fato eles queriam afastar a influência francesa e norte-americana. Por que os franceses e norte-americanos ainda estavam nesse país do Sahel? Eles alegavam que eles estavam combatendo os movimentos jihadistas, dissidências da Al-Qaeda, dissidências de outros grupos extremistas.
Com a ascensão desses grupos, o Ocidente perdeu influência na África e a Rússia, por meio dos seus grupos paramilitares, principalmente o grupo Wagner, auxiliou nesses golpes militares que aconteceram no Mali. Só que a Rússia hoje está com outros interesses e outras dificuldades, com a guerra na Ucrânia, com as sanções econômicas, e ajuda a essas ditaduras do Sahel, foram perdendo importância, foram perdendo influência.
No Mali, o que acontece é que os movimentos jihadistas voltaram a ganhar força e também tem os chamados Tuaregs. Os Tuaregs são conhecidos como os Véus Azuis do Deserto, né? É um povo minoritário que vive no deserto do Saara e que o grande sonho deles é formar um estado, justamente na região norte do Mali.
Os Tuaregs, em conjunto com essas dissidências da Al-Qaeda, hoje estão praticamente tomando o Mali. E a Rússia, enfraquecida pela falta de capacidade militar, redução da sua influência, não consegue apoiar o governo do Mali hoje de maneira adequada. Há o medo que isso possa se tender também para Burkina Faso, para Níger e outros países que passaram por golpes militares apoiados pela Rússia.
E acho que era só, entre aspas, mais isso que aconteceu durante a semana, nesse nosso giro geopolítico aqui de notícias.
Você acha que a gente tem uma resolução rápida ou vai ficar nesse lenga-lenga aí? Da guerra? É. Então, eu particularmente acho que o Trump está desesperado para que faça algum tipo de acordo. A questão é que... Está muito desgastado para ele? Muito desgastado. Você pega a popularidade dele e estava em 34%. Quando você pegava algumas mídias sobre a pesquisa, sobre a maneira como ele encarava só a questão do Irã, a popularidade estava em 18%. 18% apoiava a guerra que ele faz contra o Irã.
Porque não trouxe resultados concretos e trouxe uma baita crise econômica. Sendo que para a população americana, não representava um perigo para os Estados Unidos. Para Israel, com certeza, mas para os Estados Unidos, não. Ele não é o MAGA, make America great again, America first? Para que vai se meter nesse conflito?
Só que, creio eu, que a única coisa que está faltando é o Irã ter algum tipo de compromisso com as questões nucleares. Então não, a gente vai finalizar o nosso programa nuclear, vai suspender durante um tempo. Então quando for dado esse passo, acho que algum tipo de acordo vai ser feito. E ele torcendo, pelo amor de Deus, aceitem isso. Aceita qualquer coisa aí para eu justificar para a minha população. Tá certo, Marcílio. Vamos então, roda a vinheta, porque agora é hora da Fernanda nos surpreender com as notícias aí, com o Giro de Notícias.
Bom, a primeira começa leve, tá, gente? Tá bom. Depois vai apimentando o negócio. Mas olha, eu achei interessante, mas há já discussões sobre o assunto. Hospitais americanos adotaram o uso do médico-robô. O que ele faz, Vilela? Ele é focado na telemedicina avançada. E sabe aquele plantão que normalmente as rondas que os plantonistas vão fazendo de quarto em quarto? Sim. Então já tem um robô substituindo o médico.
Que vai passando. Vai passando. A gente tem aí o vídeo para vocês verem. Ele tem ali o rosto do médico no monitor. E ele vai passando e conversando com os pacientes. E já vai mandando lá para a central como é que esse paciente está. Olha lá. O cara provavelmente pode estar até no conforto médico. E o robô está trabalhando no lugar dele. Olha só.
E aí algumas pessoas disseram que isso vai com certeza acelerar esse atendimento, mas outras disseram que era o fim da humanização do contato médico-paciente. Que faz diferença, né? Com certeza. Você conversar com o médico mesmo. No meu caso não, porque eu tenho um médico que é o doutor Tribulato. É, que ele vai te atender a hora que você quiser. E ele fica fazendo piadas das fotos que eu mando para ele. Doutor, vê se está bem. Ele fala, bem não está, né?
Mas fazer o que? O que tem pra hoje. É o que tem pra hoje, exatamente. Ô, Romer, você acha que tem diferença de um robô cuidando de você ou não? Rapaz, eu fico com medo, viu? Por quê, cara? De você ser substituído também?
Também, né? Eu não vou querer que um robô tome o meu lugar. Vai na sua casa, um robô. Imagina trocar a minha mulher por um robô, cara. Vai dar problema. Tem coisa pior. Vai dar curto-circuito, vai ser complicado. Pior do que você trocar a sua mulher por um robô, é a sua mulher te trocar por um robô. Exato, né?
Eu não tinha pensado por esse prisma. Conserta as coisas. Não reclama. Não toma cerveja. Eu reclamo e ainda conserta as coisas. Minha mulher volta para trabalhar. Conserta tudo. Qual que é a próxima, Fernanda? Você tem dor de cabeça? Tenho, de vez em quando eu tenho. Tenho também. Você também, Marcelo? Já foi pior. Então presta atenção em mim. Eu trouxe a solução. Está aqui na minha mão. É o novo método que as pessoas estão usando.
É isso. Pra tirar qualquer dor de cabeça, você coloca um pregador na sobrancelha. Ué? Vocês não viram esse vídeo? Que acabou virando... Não. Esse aqui, gente, é um pregador de papel. Então tá doendo mais. Melhor pegar o mais fraquinho, né? É, o mais fraquinho. Mas a gente tem o vídeo aí que explica, inclusive, que diz que é um ponto que realmente o médico falando... Aqui mesmo? É. Pra quem tem enxaqueca, então você pega os pregadores...
Põe aí pra você ver. Deixa eu ver. Só que esse aí é mais durinho, vai doer um pouco. É.
Mas imagina que é o pregador de roupa, certo? Então ele não é tão forte. E aí ele rouba a tensão aqui. É esse doeu. Ele rouba a tensão para esse ponto de dor e com isso melhora a enxaqueca. Nessa teoria, dá um soco na sua cara. Mas diz que tem um pontinho aqui na sobrancelha. Tipo, eu tomo um soco e esqueço que estou com dor de cabeça porque está doendo o olho roxo. Não, mas não é assim. Tem um pontinho certo aqui. Ah, tem um ponto meio com pontura. Tem um pontinho aqui. Tem um vídeo aí, não tem?
para mostrar. Olha lá, ali, a menina está com o ponto certinho, olha. É engraçado. Como muita gente sofre de chequeia, que as pessoas começaram a sair na rua e trabalhar com o pregador aqui. Também vai ajudar bastante. É claro que não é garantia que vai resolver, né? Olha lá, ela explica, tá com o ponto certo. Então tem várias coisas que você pode fazer para ajudar. É, até ficou torta a cara dela, ó. Você vê que um lado está mais levantado que o outro. Tanto que o pregador, né?
Ela tem muita dor de cabeça. Desalinhou aí. Vamos ver se funciona esse negócio. Eu precisava mesmo. Não custa nada tentar. Até no meio ela colocou também. Alivia, porque aqui tem... É isso aí. E agora a última, gente. A última é a seguinte. Ah, que lenço dos pelos lá, né?
Uma mulher que chamou atenção aí ao defender a naturalidade dos pelos do corpo enquanto ela estava na praia. É, obviamente a internet veio abaixo porque muita gente criticou, mas teve gente que apoiou. Ela comentou sobre críticas relacionadas à exposição de pelos aparentes e afirmou o seguinte, se você tem pelo, você faz parte da raça humana.
Quer ver? Eu faço, então. Vamos lá. Põe o fone que acho que vale a pena. Ah, tem fone. Tem áudio. Roda. Não pode ficar com os pelos cubianos de fora na praia. Cara, o que pôs, meu filho? Pelos cubianos, pelos da perna, pelos do subaco, pelos de todos os lugares. Se você tem pelos, você é um ser humano normal. Parabéns. Quem liga? Não pode ficar com os pelos cubianos de fora.
Cara, eu sou super afim que as pessoas façam o que elas estão afim de fazer. Pelo menos... Bom, se bem que no caso dela não é pelo menos não, é pelo mais, né? Não, não, não, não, Roberto. Sem bons nada a dizer. Você ficou pensando nisso, aí falou, a hora de eu brilhar vai ser nessa notícia. Ele ficou guardando isso. É agora, é agora. Agora é a hora. Pelo menos, pelo mais.
Agora você entendeu, Fernanda. Demora um pouco. Obrigado, Homer. Obrigado por isso. Eu não gostei disso, não. Achei o ó. Não. Mas tem que ser feliz do jeito que quiser. Cada um quer deixar os pelos, beleza. Se o Tony Ramos vai gostar. Seja peluda, tá certo. Tony Ramos não depila as costas também, né? Você acha engraçado?
O que? O Tony Ramos? O Tony Ramos, peludo? Não, acho normal. É o tipo, o Chewbacca também, não depilou. Chewbacca. É. Chewbacca foi pra Paráia, vai ser assim. Chewbacca foi na Paráia. A gente já vê o esse ânimo de higiene. Depende. Pra alguns franceses, não. Uma vez sai com uma francesa aqui. Francesa, o francês já tem aí a fama de que os melhores perfumes são franceses porque não são chegados no banho. É, tem uma... Aí você fala isso agora aqui. Eu saio com uma francesa lá em Lisboa que...
Era, tipo, a Claudio Hanna falaria menos criança aí. Tá mal o negócio aí. Um negócio... Tirou a calcinha... Uau, pulou. Jogou longe. É.
Mas olha, ia fazer sucesso agora na praia que a moda pega. Tá certo. É isso, gente. Agradecer demais, então, todos que vocês que estiveram aí não vão embora porque ainda tem a Crônica da Semana, não é, Romer? É isso aí. Agradecer ao nosso patrocinador. Sim, o Estratégia Concurso. Tá patrocinando o episódio de hoje. Link na descrição. QR Code na tela para aquele mapa para você encontrar um concurso perto de você. Não é mesmo? É isso aí. Fernanda, seus recados.
Deixar um beijo para todo mundo, desejar um resto de semana maravilhoso e não esqueça. Tem feriado, né? Tem feriado sexta-feira, primeiro de maio, dia do trabalhador. É isso aí. Vocês vão trabalhar? Pausou aqui, fez um silêncio. Pairou um silêncio. Ninguém respondeu nada? Deixar um beijo e lembrar. É arroba Fernanda Comora, tá? Beijo para vocês.
Bom, galera, foi um prazer também acompanhar vocês essa noite aqui. Para quem quiser acompanhar o meu trabalho, o YouTube Professor Ricardo Marcílio, Instagram, arroba prof. André Nani Ricardo Marcílio. Até semana que vem. Me sigam no Instagram, faz falta pouco para chegar no milhão, pô. Dá essa força lá, arroba Vilela. E roda então a vinhetinha da Crônica da Semana. Fiquem com Deus, beijo no Couto Vilipe. E o que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final do jornal?
Para provar que chegou até o final, coloca aí. Pelo menos. Pelo menos. Roda a vinheta.
Um homem continuou comendo enquanto as pessoas estavam ali se abaixando, todo mundo se abaixando com medo de tiro. Essa talvez seja a imagem que mais me chamou atenção no atentado dessa semana em Washington. Não porque ele seja o personagem principal, mas porque ele parece um retrato da gente, do nosso tempo. No palco estava o Donald Trump, do lado dele o mentalista Oz Perlman, um cara treinado para ler sinais, para ler o futuro.
antecipar os movimentos, perceber aquilo que os outros não percebem. E naquele momento nem ele entendeu. Achou que era outra coisa. E enquanto isso, ali no salão tinha gente no chão, tinha gente confusa, tinha gente sem saber se corria, tinha gente correndo, gente que não sabia se esperava, gente que achava que não sabia se era ameaça ou se era só um ruído. E no meio dessa cena, um homem continuou comendo. Parece absurdo.
mas também é familiar. Porque talvez é assim que muita gente esteja vivendo hoje. A violência aumenta, o discurso endurece, o outro deixa de ser alguém, deixa de ser um igual e passa a ser alvo, e a gente segue, segue trabalhando, segue postando, segue discutindo, segue jantando, até se acostumar com o inaceitável.
E eu penso que aqui tem uma camada mais profunda, porque não é só política, é consciência. A gente foi feito para perceber, a gente foi feito para discernir, para se indignar com aquilo que desumaniza, para não aceitar isso como natural. Mas quando a alma vai se anestesiando, a gente vai perdendo a capacidade de reconhecer o mal, ali no comecinho, quando ele ainda é semente. E aí quando ele cresce, quando explode,
a gente já está tão adaptado que não reage. Aí depois apareceram pessoas ainda para completar, pegando garrafas, levando coisa embora, talvez, sei lá, não tenha entendido, talvez agiram no automático. Gente, mas a cena incomoda muito. Porque mostra o risco de viver sem presença, sem atenção, sem a consciência daquilo que está acontecendo ao redor.
Muita gente começou a dizer, inclusive, que era armado, que era encenação. E eu vou dizer, eu nem estou aqui para alimentar, ficar alimentando teoria conspiratória. Mas o fato de tanta gente já não saber distinguir o que é real, mostra para a gente que algo dentro da gente também está quebrando. Ou a gente normaliza a violência, ou a gente passa a duvidar de tudo, enfim. Nos dois casos, quem perde força é a verdade.
E vou dizer, tá, isso não é uma coisa só sobre os Estados Unidos. O Brasil também conhece esse caminho. Primeiro, a violência aparece na palavra. Aí depois no tom. Depois, na forma com que a gente trata quem pensa diferente, quem é diferente. Até que eliminar o outro, começa a parecer justificável. O tiro, na verdade, ele não começa na arma. Ele começa muito antes.
E a cena mais chocante não foi só aquele homem, esse homem continuar comendo no meio do caos. Foi perceber como é fácil, como é fácil, perder a sensibilidade e continuar vivendo como se nada estivesse acontecendo.
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.
Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.
Estratégia Concursos
Mapa de concursos