1825 - EMPREENDEDORISMO: TALLIS GOMES, ALFREDO SOARES E BRUNO NARDON
TALLIS GOMES, ALFREDO SOARES e BRUNO NARDON são empresários. Eles vão bater um papo sobre como é empreender no pior país do mundo para o empreendedorismo. Já o Vilela ainda não consegue falar “empreendedorismo” .
- Inteligência ArtificialImplementação de IA nos negócios · Vibe Coding · Futuro da IA
- Cultura e SociedadePercepção do empreendedor · Impacto da esquerda na sociedade · Educação e formação técnica
Primeiramente, deixando o like aqui na live, né? Segundamente. Se inscrevendo no canal. Terceiramente. Compartilhando a live com um amigo. Exato. Então já se inscreve no canal, dá aquele like maroto e manda pergunta no superchat aí, porque eu quero bastante, tem bastante dúvidas aqui, né? É, hoje é um assunto que a galera vai perguntar bastante. Exato. Estou de volta da China. Quem acompanhou vai ter aí um programa especial sobre a China e vai ter também tudo o que rolou lá. Ô, ô, ô, Santa.
Oi. É contigo aí, cara. O que mais você tem pra dizer? Bom, pra começar também... Se inscrever, né? Estamos chegando em 6 milhões aqui. Sim, mas é... Então... 4 milhões no outro canal. Já batemos 4 de cortes aqui. Então temos que chegar em 10. Chegar em 10 milhões. Exatamente. Isso. Ó...
Fala. E tem mais gente pra agradecer, não tem? Tem, tem. Agradecer uma galera. Deixa eu falar uma coisa pra você aí, o terráqueo e terráquea. Viajantes, esse aviso é pra vocês. Se você é do time que abre o calendário só pra caçar feriado, já deve ter percebido que 2026 tá sendo...
Bem generoso. E ó, falando nisso, vem aí o feriado do dia do trabalho e logo na sequência, Corpus Christi Claus. Ou seja, junho tem oportunidade perfeita para você dar aquela escapada da rotina e viver experiências memoráveis. Porque vamos...
Cominar feriado, bom, é feriado viajando. Nem que seja para descansar, mudar de áreas ou viver alguma experiência nova. E aí que entra nosso amado Airbnb, que deixa tudo mais simples e do seu jeito. Tem de tudo, apartamento, casa, chalé, chácara e até aquelas hospedagens diferentonas para quem quer sair do óbvio, tipo casa na árvore. Já pensou? Já pensé, era meu sonho de infância. É, o Tarzan foi o primeiro cara que comprou a casa na planta.
Nossa, essa... Essa foi boa. Não, não foi boa, não foi. É tão ruim que é boa. E ainda dá para esconder um lugar com piscina privativa, sauna, churrasqueira, espaço para jogar bola, quadra de beat, tênis, opções, pet friendly, você define a vibe da viagem. Sem contar a liberdade, não é mesmo? Você faz seu próprio horário, no seu ritmo e na sua galerinha. E ó...
Não tem aquela de acordar em horário fixo pra pegar o café da manhã, todas aquelas coisas que é um saco em hotel, né? Então é o seguinte, pra facilitar ainda mais, dá pra pagar no Pix ou parcelar em até seis vezes sem juros no cartão de crédito. Então assim, ó, o feriado tá chegando, o motivo já existe, agora é só escolher o destino, juntar a galera ou a família e reservar sua acomodação no Airbnb, porque no final das contas feriado liberado no Airbnb, certo, Santa? Certíssimo, Vilela. Então é isso, ó.
Seu livro de história mentiu pra você. Vou pedir ajuda de vocês aí, porque vocês têm... Você já parou pra pensar que ensinam a gente a decorar nome de políticos e revolucionários, mas apagam os nomes de quem realmente construiu riqueza para o país? Ó.
Santa, me fala o nome de três grandes empreendedores da história do Brasil. Não sei, velho. É muito difícil, né? Não é por acaso. Por que será que a escola foca tanto em política e tão pouco em quem gera emprego? Não sei. Então, quem está no poder controla a narrativa e escolhe quem é o herói.
Por isso que o G4 está aqui com a gente. Está puxando também o Brasil para conhecer a verdade sobre os heróis do Brasil. Por isso, o G4 está disponibilizado. Vocês vão falar disso também. A bússola já está disponibilizado. Já está disponibilizado. Um curso gratuito de gestão também. Inteligência artificial aplicada. Vamos falar também de inteligência artificial. Bastante. Eu estou encucado com essa parada. Estive na China. Vamos falar sobre isso.
E é que ela é focada para donos de empresa. E isso não se trata de história. Se trata de dar direção, voz e poder para os empresários marcarem seus nomes no legado do Brasil. Tem o QR Code aí, ô Santa? QR Code, bane na tela. E também tem o link na descrição, certo? Exato. Então bora para a pré-inscrição, não é? E garante isso a vaga G4 para quem quer mais. É isso? Exato, Vilela.
mais emoção. Exatamente. Drama. Estava achando bom esse negócio, eu falei, drama eu vou ficar bevendo. Agora, só que você percebeu. Eu pedi ajuda até, eu falei, ajuda aí. Eu falei, caramba, que copa incrível, cara. Quem é a empresa que está fazendo isso? Você vê? Por isso que eu falo, a gente vai falar mais sobre isso, eu perguntei se já estava no ar, é isso aí.
E o cara que eu tô sem pique do caralho E o cara que eu tô olhando aqui Tô vendo ele tipo assim Porra, legal É, eu então É tua empresa Quais são os empreendedores? Vamos falar de inteligência artificial Matarazzo É, Matarazzo, uma galera Eu já falei pensando, né? Eu falei, cara, que empresa irada Eu quero saber quem é esse cara Aí, porra, era a gente
Deixa eu falar também com você, Terráquio. Vou falar um negócio. Você já parou pra pensar há quanto tempo você usa a internet? Eu uso desde a época do Discada lá. Eu uso desde o que eu nasci. Mundo Caribal é de 98. Hamaiana de pau! Hamaiana de pau! Agora eu aprendi... Agora eu aprendi que quando o Corinthians perde, a culpa é minha. Fala, Klaus. Você é novo, cara. Eu nasci em 98. Nossa, que deprê, velho. 98.
É, eu nasci um pouquinho antes. Pô, porque... Deixa eu falar com você. Porque assim, tem gente que já nasceu sabendo dar zoom com dois dedos, que é o anso do meu filho já. Eu, por exemplo, sou da época que entrar na internet era tipo um evento. O discador fazia barulhinho. A gente esperava dar meia-noite para gastar um só pulso. Enfim, quem viveu sabe. E mesmo assim a gente achava incrível. Era demais, cara. Isso quando não tocava o telefone e caía, né?
Pode crer. A gente fazia a animação do Mundo Canibal em flash, sabe por quê? Porque era mais fácil de baixar, porque era mais rápido em flash. Porque os desenhinhos, em vídeo mesmo, não era gravado pra caramba. Em meio dessa história toda, tem um nome que tava lá desde o começo e eu posso provar.
o UOL. Agora em abril os caras estão completando 30 anos. 30! Na internet dá mais ou menos uns 300 anos, do jeito que é rápida a parada, né? E não é só tempo de estrada, é relevância mesmo. Portal, notícia, esporte, entretenimento, streaming, serviços e vantagens incríveis como ingresso para cinema para os assinantes. Então é isso, Klaus.
Isso mesmo, para todo mundo, tem para todo tipo de gosto. O UOL não tem limites quando o assunto é criar conteúdo e facilitar a vida dos brasileiros. Então antes da gente começar o papo com os convidados de hoje, quero parabenizar o UOL por três décadas de história. É a minha idade, cara. Eu estou com 35, nasci em 70.
Mas parei de contar no 35. É, 35 a gente para. Ó, sobrevivência à internet por 30 anos não é pra qualquer um não, viu? Eu sou um dinossauro, eu posso falar. Não é isso? E tem uns presentinhos aqui pra vocês da UOL, olha só. Pra gente? É. Nossa, aí sim, hein? Na época que tinha os portais que a gente colocava. Vou agradecer ao Frias aí. Obrigado, Frias. Tamo junto. Ó. Caramba, muito obrigado.
Fala bem da gente aí também, ó. Fala mal quando dá merda. É, tem que falar bem. Ô, galerinha, aguenta só um pouquinho. Chegamos! Chegamos! Já vai comer, calma. Aguenta um pouquinho aí, porque eu quero te mostrar uma ferramenta terráquea que pode facilitar muito a vida de quem tá de olho em concurso, porque muita gente...
Trava logo no começo, sem saber qual concurso vale a pena acompanhar. Você abre um site, depois outro, depois mais um, vê notícia solta, edital espalhado, um monte de informação desconexa. E aí começam as dúvidas. Quantas vagas tem? Qual o salário? Até quando vai inscrição no fim? O que era para ajudar acaba só deixando a busca mais cansativa. Mas olha isso daqui. Põe na tela, Klaus!
Ó, isso aqui é o radar do Estratégia. Na prática, ele funciona como um mapa dos concursos, não é isso? Colocou aí, o diretor? Olha lá, esse mapa aí, exatamente.
Por exemplo, você é de São Paulo e quer saber quais concursos estão rolando no estado, quantas vagas cada um tem e qual salário tem tudo nesse mapa aí. Você abre lá, é só olhar, bate o olho e já entende melhor o cenário. Em vez de ficar juntando informação espalhada, você já entra numa página feita para mostrar isso de forma organizada. Já tem o QR Code na tela que leva para lá, não é santa?
Leva direto pra lá, porque não dá pra ficar sem concurso, hein? Exatamente. Você que já cai direto no radar do Estratégia. E também, se preferir, tem o... QR Code Rebuner na tela. Não, não. Eu já falo. Agora você fala assim. Link na descrição. Link na descrição. Não, não. Vamos de novo, né? Vamos lá, vamos lá.
Porque ele está assistindo no celular. Não dá para apontar o celular no próprio celular. Aí o que ele pode fazer? Clica no link da descrição. Exatamente, que já abre lá direto. Porque às vezes a oportunidade está ali e você só precisava de um jeito mais fácil de encontrar. Valeu, Estratégia. Valeu pela parceria. E vamos agora, bora falar de negócios. Eber Carvalho, Estratégia, aluno nosso. É mesmo? Segunda turma. Ah, tem uma... Ó.
Tem mais uma dica aí. Tem mais uma. E essa é importante, hein? Ó, pessoal, pega essa dica pra você que trabalha por conta e recebe no Pix, mas ainda não tem CNPJ. Você pode estar perdendo oportunidade de ganhar mais dinheiro e profissionalizar de vez o seu trabalho, porque uma hora alguém vai pedir nota fiscal e se você não tiver CNPJ aberto, pode acabar perdendo clientes grandes e dinheiro no bolso.
E aí que entra a Contabilizei. Sabe quando você quer se organizar, crescer, trabalhar de um jeito mais profissional, mas acha que abrir um CNPJ e cuidar das notas vai dar aquela dor de cabeça? Então, a Contabilizei ajuda exatamente nisso. Eles fazem tudo online, abre seu CNPJ, te ajuda a entender qual o melhor tipo de empresa para o seu trabalho e a emissão de nota fiscal é em poucos cliques.
e organizam seus impostos em um só lugar. E se bater qualquer dúvida, sabe aquele esquema de... Você pode falar a qualquer momento, porque tem WhatsApp até às 22 horas. É muita praticidade isso. Tudo isso por R$195,00 por mês. É isso mesmo, Klaus?
É isso mesmo, 195. O gente ficou louco. Vale muito a pena para quem quer parar de improvisar e começar a levar o negócio mais a sério. Eu sei que abrir CNPJ parece chato, burocrático, aquela coisa que você vai empurrando com a barriga. Mas os caras fazem isso de um jeito simples e online. Então aponta agora o celular para o QR Code que está na tela.
Ou vai direto lá no link, né? Falar com a Contabilizei e usa o nosso cupom. Cupom inteligência. Fechou. E ganha dois meses de mensalidade grátis. É simples, é online e pode te ajudar a dar um passinho importante para profissionalizar o quê? O seu negócio. Fechou. E por falar em negócio, vamos falar de negócios aqui.
conheço aqui o Thales, já veio aqui e você vai... Então você começa, porque você não tem que me dar presente inútil. Você trouxe presente? Eu já dei presente da última vez. Então, mas você falou que trouxe outro. Não, não, não. Eu trouxe da última vez. Não, você falou eu trouxe de novo. Não, eu trouxe na figura dos meus sócios. Ah, então beleza. Então, se apresenta pro povo... Pode dar esse presente aqui pra ele, ó. Mas esse é útil, tem que ser inútil.
Ah, tem que ser inútil. Tá, aqui você trouxe um presente útil dessa vez, já vou ler isso aqui. Mas se apresenta pro povo lá, Thales.
Fala, turma. Sou empreendedor serial. Estamos há um bom tempo na jornada, quase 25 anos empreendendo. Fundei Easy Taxi em 2011, quando 4% da população brasileira tinha smartphone. Foi uma das primeiras empresas de tecnologia brasileiras a valer um bilhão de reais. Sob o meu comando, a empresa foi para 35 países, 4 continentes, 420 operações em diferentes lugares do mundo, com 23 anos. Vendi essa companhia. Com 23 anos? É.
Quantos anos você tem, Santa? 27. Pois é. Mas a comparação é ruim. A comparação é ruim. Cada um tem seu momento. Depois eu criei outro negócio chamado Singu, que eu vendi para a Natura. E agora, junto com esses dois caras aqui que estão comigo, fizemos aí o G4. E hoje é o maior ecossistema de solução para empreendedor do Brasil, atendendo mais de 87 mil empresas.
Pois é, e aí? Se aventura aí, sua câmera aqui, se apresenta para quem não te conhece. Bom, meu nome é Alfredo Soares, comecei minha carreira vendendo cartão de visita aos 17. Soares, é com o Zé. Carioca, se fosse no Rio esse episódio seria malandro limitado.
Comecei vendendo cartão de visita aos 17 para os 18 anos do Rio de Janeiro. Como assim cartão de visita? Cartãozinho de visita. A impressão? A tua geração passou por isso, que você tinha que dar para os outros o teu contato no cartão. Mas você fazia o quê? Eu fazia arte e imprimia na gráfica. Eu era representante comercial gráfico. Caramba. Da Primos, lá do centro do Rio. Morreu essa parada, né, cara? É.
Apesar que lá na China os caras entraram com cartão ainda. Mas agora vem o QR Code no cartão. E ainda baixa. E ainda baixa aqui. E aí comecei a vender cartão de visita. Os clientes começaram a pedir identidade visual. Depois começaram. Eu me formei em designer. Comecei a fazer arte, anúncio. Até um dia eu recebi um pedido de fazer uma loja virtual. Eu nunca tinha feito. Mas como bom vendedor, falei óbvio que eu faço.
E aí, acabei para pagar a primeira, tendo que vender 46 lojas. Fiz uma pirâmide da minha própria empresa, porque eu tinha que pagar para pagar a outra que eu tinha vendido. E aí, acabou que eu achei a melhor solução, que era criar um sistema de loja virtual. Aí, junto com o Jordão e com o Ricardo, a gente criou a X-Tech, que foi uma plataforma de e-commerce que ajudou a democratizar a criação de loja virtual no Brasil. Quando foi isso?
2014. Foi depois da bolha ou antes da bolha? Foi logo depois da bolha. Foi na volta da bolha. Já tinha buscapé, já tinha bem estourado. Foi na volta da bolha. Então a gente, naquele momento ali, para criar uma loja virtual, se contratava uma empresa, tinha um web design, tinha todo um processo. A gente fez um sistema que a pessoa entrava e ela literalmente criava sozinha, sem conhecimento técnico, como um e-commerce e botava no ar.
A partir de uma dor que você viu que a galera tinha, você falou, pô, tem uma oportunidade aí. Cara, eu acho que não era uma dor, era um movimento de mercado de digitalização das empresas. Não, mas tipo, os caras tinham que... Tinha um trabalho para fazer, era muito mais complexo, né? É porque a quantidade de gente querendo entrar não tinha profissional para suprir. Então o mercado naturalmente ele buscou autonomia, buscou o self-service.
Então a gente automaticamente fez o sistema. Em três anos a gente criou 47 mil lojas, transacionamos 540 milhões de reais.
E aí eu vendi para uma empresa brasileira que estava consolidando o mercado brasileiro, que era a Vetex. E aí vendi a empresa para a Vetex. A gente ajudei ali na Vetex como executivo e sócio a ir também para 45 países com a plataforma. Até 2021, fazer IPO. A gente abriu o capital na Bolsa de Nova York da empresa. Foi a primeira empresa de tecnologia brasileira a abrir capital na Anise. E aí a gente já estava começando a empreender no G4.
E aí a gente hoje está nessa jornada de entregar a solução, conhecimento, tudo. Vamos contar essa história. Não adianta não que a gente vai contar a história, essa parte de vocês. E o meu presente inútil. Uma excelentíssima bola de tênis do G4 Club, que é o nosso produto, a nossa plataforma para empresários grandes. Mas assinada pelo Meligene para ver se ela te ajuda a jogar tênis direito. Então não é inútil, é super útil. Ou você está falando que o Meligene é inútil?
O que você quer dizer? Você que tá dizendo isso. Não, não. Você que tá falando isso. A gente se explica com ele agora. Vou defender ele. A gente explica que não é que é inútil. Ele não tem mais utilidade agora. Não tem mais utilidade. É inútil porque uma bolinha... Foi inútil alguma... Calma aí, ó. Uma bolinha assinada pelo Meligena, ela se torna inútil, porque agora era um elemento de arte. Então arte é inútil. É o que ele só tá falando que arte é inútil.
Eu acho que essa sociedade acaba hoje aqui. Já tô vendo já o clima aqui. Já arrumou até lugar pra ela. Aqui, nessa aqui. Será que para? Vê se para. Aí já tem. Não, aí. Vou preparar pra você aqui. Um bom vendedor entrega tudo pronto. Você tá de sacanagem. Um bom vendedor, bota a marca do G4, né, irmão? Ah, olha só. Boa. É o cara, né? Agora a tua câmera é essa. Se apresenta pro povo e eu quero meu presente também.
Boa, meu nome é Bruno Erdom, sou um dos cofundadores aqui do G4. Comecei minha carreira aí, sou engenheiro de formação, nunca trabalhei formalmente como engenheiro. Montei um primeiro negócio para conectar professor com aluno, não deu certo, e eu fui apresentar esse negócio para um fundo de investimento que chama Rocket Internet aqui no Brasil. Eles falaram, meu, adoramos você, odiamos o seu negócio.
Me convidaram para ir trabalhar lá com eles. Fiquei três meses trabalhando com eles. E lá dentro a gente montou algumas teses de e-commerce. Uma delas virou a Canoe. Também teve a West Wing, Mobli, Trikay. E eu pulei para dentro como um dos sócios da Canoe. Eu, mais dois sócios, Bruno Henriquez, que hoje está lá no iFood. O Luizão também. A gente montou o negócio lá no fim de 2011, começo de 2012. Cresceu super rápido. Chegamos ali a quase meio bi de faturamento. Vendemos para a Dafit.
o business, e daí 2017 eu trago a Rappi aqui para o Brasil, lidero toda a startup aqui do negócio até ali 2019 e meio, e quando a gente começa 2019 o nosso negócio aqui, o G4, além disso também invisto em várias empresas e startups, algumas que tiveram muito sucesso aí no meio do caminho, então já estou nesse meio de empreendedorismo, de tecnologia desde 2011, tanto como executor, como investidor.
E meu presente. Seu presente inútil. É uma medalha que eu ganhei ano passado. Uma medalhinha pequena. No Iron Man de Florianópolis. Olha só. E talvez você não tenha essa aqui. Eu dei uma olhada lá. Não vi que você tinha. Cara, que lindo. Essa daí. Iron Man. Morreu uma garota aí, né? É, morreu lá no Texas. Agora na natação. Você já sabe o que aconteceu? Como que morreu? Não tem uma segurança? Não tem alguém? Não, parece que teve algum problema cardíaco. Não se sabe se é isso ou não. Mas dá pra afogar fácil, né?
É, se a pessoa não nadava bem, mas ela nadava bem. Já fazia 10 anos que estava no esporte. Mais um nele, menina. Mas assim, fica a dica, quem for fazer esportes de alta intensidade, vão ao cardiologista e façam exames periódicos para garantir que está tudo bem. Então, eu trouxe essa medalhinha para você, fiz essa prova aí meio do ano passado. Baita conquista.
Depois você arranja um lugar. Vou arranjar um lugar aqui, porque ela é meio pesada. Galera, tem muita coisa para falar. Estive agora na China, estou com a cabeça a milhão de como as coisas estão acontecendo. O Lincoln é aluno nosso e membro do clube. Está brincando? Gente finíssima.
O Lincoln foi no G4, a China Link faturava 8 milhões de reais, 8, 10 milhões. E hoje é uma empresa que vai fazer 150 milhões de reais... Tem um prédio absurdo lá em Santos. Quatro anos depois. Então, assim, ele é um grande aluno, um grande membro do G4 Club e um grande case do G4. Vamos, antes de mais nada, falar como vocês se conheceram, como que teve essa junção aí. Antes de falar sobre essa coisa de Brasil, mundo, situação, eleição.
Cara, eu juntei os dois, assim. Acontece que o Alfredo, eu conheço ele, na verdade... Para idades como se são idades. Mais ou menos. Nada mais de 12. Mas eu e o Alfredo temos a mesma idade, nada mais de 12. O Adão tem 40 anos, né? Vou fazer agora. 12, 12. A gente tem 38. Nossa, hein? A história é o seguinte, cara. Eu conheci o Alfredo antes da Easy Tax, na verdade. Eu trabalhava no Ortobon antes de eu criar Easy Tax, né? E aí eu tava lá no marketing do Ortobon.
E aí eu precisava de alguém pra poder, cara, me ajudar lá em social media e disparar em meu marco. Era fanpage na época. Lembra até hoje, chegaram pra mim assim, pô, tem um cara aí que tá querendo vender colchão na internet. Mas assim, era uma parada muito louca, assim. Era tipo falar hoje, assim, vamos vender um avião na internet. Era essa a proporção. Tá falando de 2009. É, nem plataforma tinha, assim. Tinha que montar um time pra criar um site.
Aí eu chamo a empresa do Alfredo, a gente terceiriza lá para a empresa do Alfredo. E eu conheci o Alfredo, na verdade, porque um dos e-mail marketing que ele disparou tinha erro de português. Não, foi o Poush. O Poush teve um erro de, tipo, digitação ali. Cara, isso é um negócio que me deixa irritado, erro de português. É, para mim também. Nossa, cara. Aí eu liguei esculachando ele. Não, ele ligou e esculachou a menina que tocava a conta ali, que trabalhava.
E aí eu peguei e falei assim, meu irmão, o que esse cara tá achando que é pra esculachar a menina? A menina ficou mal e tal. Aí eu peguei e liguei pra ele, aí a gente começou a discutir, aí no final a gente acabou amigo. É. Na ligação. Aí ele falou, então tá bom, então quando tu vier pra São Paulo a gente troca uma ideia e tal, isso que é lá. Não, não, não riu, pô.
É verdade, é verdade. Morava no Rio, mas tu tava começando já o negócio da Easy. Acho que você tava no negócio de evento da Easy que tava viajando. Pode ser. Aí ele falou, pô, quando eu voltar pro Rio, a gente marca de se encontrar e tal. Falei, não, beleza, fechado e tal. E aí a gente se conheceu lá.
E aí, na sequência, a Iz explodiu. E aí eu acompanhava ele, virei seguidor do vlog que ele fazia naquela época. Vlogzinho que ele fazia? Que ele ia pros países, eu lembro até hoje, ele mostrando a dificuldade que tava sendo ir pra Colômbia, depois pra África do Sul. E aí, pô, eu como empreendedor, eu ficava olhando aquilo, e eu pensei, mano, esse moleque tá vivendo o sonho, né? É. Tá levando pro mundo a ideia que ele teve no evento, assim, do aplicativo e tal. Então era...
Era o exemplo. Eu me lembro que nesse rolo eu falei, cara, esse cara é bom, mano. Esse cara conseguiu vender para mim que vale a pena continuar com ele. Ele falou, pô, ainda te ajudo e tal. A gente manteve contato e um belo dia.
ele começa a vir aqui pra casa porque ele ia vender a empresa dele pra Vetex, eu já tinha vendido a minha empresa pra Rocket, que foi a empresa que chamou o Nardom pra trabalhar com eles lá. Eu falei, bom, já passei por esse processo, já me fudi nesse processo, by the way, eu sei como que os caras vão te fuder. Então, pô, vem aqui pra casa que eu vou te explicar, vou te ajudar e tal. E aí, pô, trouxe ele pra cá, apresentei pra minha galera, ele dormia lá em casa, aí comecei a meio que...
para auxiliar ali na medida do possível ele no processo de M&A com o VTX. E o Nardon, o fundo que investiu na Easy Taxi, é o mesmo fundo que o Nardon falou, chama Rocket Internet. Então a gente ficava no mesmo prédio. Eu e o Nardon eram os dois caras que mais trabalhavam ali, a pessoa da galera trabalhar pra caramba. Mas a gente se encontrava de madrugada, sei lá, uma hora da manhã, ia tomar uma cerveja e, pô, falar do dia aí.
O que você aprendeu de diferente hoje, o que tá pegando aí? Pô, Nardon, me ajuda com essa parada aqui? Qual que é a tua visão disso e tal? A gente tinha essa troca ali, muito genuína.
Ficamos bem amigos naquele momento ali. E aí eu tenho um grupo de pôquer, que é o Poker Máfia, que sempre se reúne em casa. Agora que todo mundo é casado, quase não reúne. Mas costumava se reunir sempre, pelo menos uma vez por mês, para jogar pôquer.
E aí eu meio que juntava essa galera. Então tem vários empreendedores, fizeram empresas bilionárias, que saíram desse grupo ali e que nesse grupo os dois se conheceram. Então virou essa simbiose ali, essa sinergia, que acabou virando G4. E um belo dia que eu tinha sofrido um acidente de paraquedas, eu quase morri. Peraí, conta essa história aí.
Ah, eu fui saltar em 2018. Eu estava fazendo o AFL, o ASL, sei lá. Essa história eu sei contar outra perspectiva boa. Tá, tá. A história é o seguinte, cara. Eu errei. Eu sei contar a perspectiva melhor que eu errei. E ele estava sozinho. Ele estava saltando sozinho. Não era salto duplo. É melhor ele contar e depois você corrija? Não, não. Eu vou contar a verdade. Tá, conta a verdade. Esse mulher que me liga na quarta-feira falando assim, irmão...
porra, vou saltar de paraquedas final de semana. Falei, porra, irado. Aí ele viaja feriado para o interior de São Paulo, na quinta-feira ele me manda mensagem falando, cara, a parada é muito maneira, o cara falou que eu sou muito bom, porra, acho que na sexta eu já consigo saltar sozinho.
Eu falei assim, entendi, essa parada não é mais complexa, não tem que fazer tipo X horas de aula. Ele falou, não, pô, a parada é super simples, é só abrir o paraquedas e tal, os caras opostam um pouquinho complicado. É só abrir o paraquedas! Calma, calma. E eu falei pra ele, eu falei assim, irmão, cuidado com essa parada, pô. Porque ele tinha vendido a Easy Tax, a segunda tá vindo bem, eu tava vendendo a Shitec, mas ele tava num momento de vida, pô, dois jovens com dinheiro que vieram do nada, sabe? A vida tava muito maneira.
Vai essa parada. Cara, no sábado, a ex-namorada dele me liga falando assim, Alfredo, estão querendo amputar a perna do Thales. Falei, como assim estão querendo amputar a perna do Thales? Ele caiu no pouso aqui e está com o osso quebrado, não sei o que lá, e estão falando que só dá para amputar. Falei, não, não deixem amputar. Eu estou indo para São Paulo agora, vamos trazer ele para São Paulo. Pega o plano de saúde dele. Então, ele não tem o plano de saúde. Meu irmão, aí vai eu para São Paulo, Barreto, meu irmão.
Valverde, todo mundo A melhor forma de conta é assim Porque eu já quero saber por que ele Eu chego no hospital Eu chego no hospital Esse moleque já tinha tomado a dose máxima de morfina Já teve uma confusão assim Causada, aí ele vai, opera, faz as paradas Dia seguinte tá ele fazendo reunião de captação De investimento dentro do hospital Com o time da Singur Tô te falando Como é que o cara libera você Pra pular sozinho Ele exagera, a história é a seguinte Pra pular sozinho
Eu fiz um curso, só que um dia você forma. Em um dia? É, ué. E aí no dia seguinte você tá fazendo saltos. Que é um processo que, cara, você vai com uma cordinha, aí tem um cara te acompanhando, aí você abre. Cordinha. Aí depois você começa a abrir você mesmo, paraquete. Só que foi um mais... Você fez quantos saltos antes de saltar sozinho? Não, eu salto sozinho desde o primeiro, pô.
Desde o primeiro? Claro. Mas você vai com o cara do seu lado. Tem uma fita que abre automático. E o que deu merda, então? O pouso. Porque o pouso foi sozinho. O problema é sempre o pouso, né? É. Só que o problema é o seguinte. Eu só não soltei de novo depois disso, porque eu não sei o que eu fiz errado. Ninguém sabe. Não? Ninguém sabe. Por quê? Porque ninguém sabe o que aconteceu de errado. Não é problema no equipamento? Não, não foi problema no equipamento. Não? Ninguém sabe o que aconteceu de errado.
Eu tentei fazer uma coisa a mais, tentei ficar espinando, não deveria, tá ligado? Mas só que, pô, esporte bom pra enxar. Esporte feito pra isso. Exato. Mas assim, ninguém sabe o que deu merda. Eu só sei que foi uma fratura exposta. Então quebrou igual um hachi quando quebra. Você bateu com força. Ele deve ter freado a 2 metros de altura e caiu. Ele deve ter tentado pousar em pé numa velocidade muito alta. Eu sei que deu uma merda muito grande. Ou não freou, né? A melhor é, pô, tem 3 placas de titânio na perna hoje e tal.
E por que queriam amputar? É, cara, porque deu alguma parada lá que eu não sei te explicar. É de sangue. É de sangue. É de sangue. Teve um risco de amputação. E aí, cara, a meia-namorada da época, a advogada, falou, não, se for acontecer alguma coisa, não vai ser aqui, né? Vai ser em São Paulo. Vamos chamar lá, ambulância, vamos para São Paulo, lá a gente resolve. E acabou que deu tudo certo, graças a Deus. Pô, dói, incha e tal, mas eu toco minha vida.
Agora, nesse momento ali, e cara, eu sou um cara muito agitado hoje em dia, que tem 39 anos. Imagina na época.
que eu tinha, sei lá, 20 minutos. 32? São 7 anos atrás. É verdade, 32. Mas beleza, era outra vida. 31. 31, era outra vida. Cara, eu estava assim, desesperado por não poder levantar da cama. E a perspectiva era de 4 a 6 meses sem levantar da cama. Era de 6 a 10. 6 a 10? Era uma amiga, assim.
Aí eu sei que eu falei, meu irmão, nem fudendo. Eu quero fazer tudo que estiver ao meu alcance. Aí eu vou fazer fisioterapia três vezes por dia. Gelo pra caralho, sofri. A gente trouxe a máquina de fora lá. Hoje é normal, chama game ready. É, de gelo. E aí o que acontece? Eu comecei a escrever um livro.
E esse livro, basicamente, era uma concatenação de tudo que eu aprendi fazendo o Isitaxi e Singur e traduzindo para empresas tradicionais, tipo fábrica, restaurante e tal. Como é que você usa essas técnicas de crescimento de empresas super inovadoras em companhias normais? Eu chamei isso de gestão 4.0, que é essa nova forma de gestão, que eu tirei da ideia de indústria 4.0. E no nosso grupo de poker lá, eu falei com os caras da ideia do livro e tal. Os caras falaram assim, cara...
Eu acho que a gente deveria fazer uma imersão. Eu era mega contra isso. Por quê? Porque naquela época só tinha uns coach que nunca fez nada na vida e venderam curso na internet. Ah, tá, tá. Não tinha uma galera com track record, como tem hoje eu, tem eu e os nossos sócios, tem o Flávio Augusto, tem uma galera que realmente construiu negócios bilionários fazendo, tem o Guilherme Bechimol e tal.
Na época, eram só uns caras que nunca construíram nada na vida. Eu tinha um pouco de preconceito com esse negócio. Você está maluco, velho? Porra, tem track record, fazer um negócio desse e tal. Aí ele me provocou muito. O Alfredo falou, irmão, deixa eu te falar uma parada. O que eu fazia para vender plataforma. Como eu não tinha investidor, eu tinha que fazer educação para subsidiar a parada. Ele falou para mim o seguinte. Ele falou, cara, se você souber o quanto de dinheiro que esses caras estão ganhando...
Eu comecei a levar para ele toda semana. Você não tinha ideia? Não. Não tinha ideia. Eu falei, cara, assim, eu sou founder de tech. Founder de tech só ganha dinheiro quando vende empresa.
Você vinte pro labore. É. Então, porra, na hora que eu fui ver esse negócio, eu falei assim, cara, quer dizer que eu trabalho cinco, seis anos, se tudo der certo, eu ganho uma grana que se esse cara continuar fazendo o que ele tá fazendo, pô, em três, quatro anos, ele ganha igual, sem risco. É. Eu falei, porra, então eu sou um imbecil. Tinha um ponto, tinha um ponto, tinha um ponto muito importante.
que o nível de governança, de processo, de ferramenta, de inovação que uma startup tinha, independente do faturamento dela, era muito absurdo perto de um negócio tradicional. Continua sendo. É, continua sendo. Mas era muito absurdo. O nível de documentação, de ritual, reunião, indicador, métrica.
Então, existia um gap muito grande do negócio tradicional para o nível de gestão, esquece faturamento, volume de dinheiro, de gestão que essas empresas pequenas tinham. E a gente foi criado nessas empresas pequenas que tinha um nível de gestão muito maior do que o de faturamento. Inovação era tema de palco. O Thales era o maior palestrante de inovação. Então, falar de inovação, hoje inovação é comodice. Todo mundo está inovando o tempo todo.
Mas naquela época, você trocar um CRM, você ter um RP, você ter um site legal, você ter um site conectado com uma landing page, era muito inovador. As empresas mal faziam Google Ads há 10 anos atrás. Essa é a verdade. Eu nem sabia o que era de TV, não sabia o que era CAC, não sabia o que era cohort.
E para a gente era coisa como estagiário, sabia? E quando a gente começou a falar disso nos stories na internet, a galera de empresas de 100 milhões... A galera falava, cara, eu preciso aprender isso. Eu aprendi isso aqui, o meu negócio que é bom ficar ótimo. E aí a gente naturalmente falou, cara, a gente entende de gestão desproporcional ao nosso faturamento. A nossa gestão numa empresa dessa, ela gera um valor e um impacto muito grande. E aí começa eu a convencer ele que isso fazia muito sentido.
E aí a gente já começou a construir a visão que é hoje, que a gente vive, mas há oito anos atrás, que é, cara, educação é a forma da gente adquirir clientes para construir negócios.
Além disso, eu tinha investido também numa empresa de educação pela internet, que tinha ido super bem. Tinha, cara, a Suno Research estava indo super bem. O negócio, cara, crescendo super rápido. Eu trazia para eles. Falei, galera, olha o que está acontecendo. E lá na Canoe a gente investia em influenciadores, que eram os youtubers da época. Lá em 2012, quando ninguém fazia isso, e tinha essa tendência grande de influenciadores que ninguém falava.
Então quando a gente chegou ali em 2019, o Tales já tinha uma rede... O Tales já tinha uma rede muito relevante. O Alfredo também já tinha uma rede... Tinha uma rede que estava começando a ser relevante. Eu não tinha. Sempre tive o perfil fechado. Daí esse daqui me lê, abre teu perfil, a gente vai fazer o projeto. Eu falei, pô, cara, estou na RAP aqui, suando sangue. A galera não gosta. Pô, cara, não estou afim. Ele falou, não, não, abre aí, abre aí, a gente vai fazer o negócio, vai ser animal. E daí foi assim que começou o G4.
Cara, começou com stories de eu fazendo... Cara, com termômetro. Sabe aquele lift do termômetro? Aí eu escrevi embaixo assim, quanto você pagaria para um final de semana de mentoria com a gente? Era, sei lá, 5 mil, 10 mil, 20 mil, 30 mil, negócio assim. Até 40. Aí a média deu, sei lá, 12, negócio assim. Foi isso aí. Aí, pô, a gente falou, tá.
Vamos testar 10 mil, então vamos fazer o seguinte. Cara, se você quer se inscrever para a nossa imersão, custa 10 mil reais. Você tem que pagar mil adiantado para a gente avaliar seu perfil. Se você for aprovado, você paga os 9 mil. Se você não for, a gente devolve o teu mil. Se inscreva aqui. Cara, eu lembro até hoje. Era uma quinta-feira, se eu não me engano. 19 horas, a gente se ligou e falou, posta agora. A gente postou, teve 512 pagamentos.
Meio milhão de reais, velho. A menina que hoje é a nossa sócia e está no financeiro da companhia era a minha secretária. Ela ligou e falou assim, eu queria pedir demissão. Aí eu falei, ué, por quê? Ela falou, porque, cara, acabou de entrar 512 mil reais na conta, eu não sei de quê, de 500 pessoas, 512 pessoas diferentes, você provavelmente está vendendo alguma coisa ilícita. É droga, só pode ser.
Aí eu falei, não, não, não, calma que eu te explico, é um curso que a gente vai lançar e tal, papapá. Tá com a gente até hoje. Tá com a gente até hoje. Pois é, e olha que bizarro. Então a gente criou, nossas turmas eram de 50 empreendedores, né? Então, pô, a gente criou pipe pra 10 turmas.
Eu falei, cara, tem uma demanda reprimida brutal nesse negócio. E endereça um ponto. E o outro argumento que o Nardon usou comigo na época e me convenceu, eu falei, cara, exatamente porque você critica que só tem coach, vendedor de custos fazendo essas coisas, empreendedores com track record como a gente deveria fazer, porque isso vai ajudar o Brasil. Eu falei, pô, você tem um ponto. O Thales sempre teve esse quê de... Replicar. E o G4, vem por quê o nome?
É gestão 4.0. A galera começou a falar G4, G4, G4, aí a gente uma hora falou, cara, isso aqui tem que sair de negócio para virar uma empresa. Era só um programa, né? Era só um produto. Só que a gente era muito mais do que um programa. Daí saiu de gestão 4.0 para G4, educação. Mas se você fosse definir o que é uma gestão 4.0?
Cara, é a capacidade que você tem de transformar ideias em ações de forma intencional e metrificável. Então, o que acontece? O que difere... Porque a gente vem de uma galera das antigas do instinto, do faro, de negócio. E é ótimo. Isso não apaga. De forma alguma, isso é super importante. E a metrificação vem de onde?
Só que a metrificação vem da ciência. Então, o ponto é o seguinte. Quatro anos atrás, a gente fez um business plan junto com o Bank of America que falava que ano passado a gente ia faturar... Cinco anos atrás. Cinco anos atrás. Que a gente ia faturar 420 milhões ano passado e gerar 80 e alguma coisa de caixa. Cinco anos atrás. E a gente fazia quanto há cinco anos atrás? 20 milhões de reais. 20 milhões de reais no ano. No ano. A gente falou que ia fazer 420 em 2025.
Ou seja, ele falou que vai crescer 20 vezes em 5 anos. Se alguém vira para você e fala assim, cara, daqui a 5 anos você vai ganhar 20 vezes mais dinheiro. Você vai falar assim, caralho, irmão. Acho que é um pouco de much, não? A gente tinha certeza e sabia como. Então, a gente sabia quanto a gente tinha que investir, qual o retorno que a gente tinha que ter, quem que a gente tinha que contratar. Mas baseado em quê? Em ciência, eu vou chegar lá.
Ah, tá. Ano passado, a gente faturou 509 milhões de reais e gerou 104 milhões de reais de caixa.
104 milhões que sobrou para o nosso bolso depois de pagar todas as contas. Bom, isso é brutal. O negócio que parecia impossível, a gente fez ainda mais impossível. Aí você vai perguntar, beleza, aonde que entra a gestão 4.0 nisso? Quando você cria um planejamento estratégico, você declara um futuro, que é um desafio, mas você faz um drill down desse futuro dizendo quanto que eu preciso investir. Tem galera aí que não tem desses termos aí. Vai traduzindo.
traduz aí alguém traduz aí né né você pega a linha por linha drill down service curvers mas é um tradutor né vamos lá vamos facilitar pra quem tá lá me cobra que eu tento vai lá então drill down eu quero dizer o seguinte você vai pegar a linha por linha do orçamento desdrogamento vai destobrar boa eu vou narrando vai lá desdobramento você pega a linha por linha do orçamento
E aí você vai falando o seguinte, olha, em marketing eu vou investir tanto, isso deveria gerar tanto de oportunidades, de lead, perdão. Esses leads, ao serem trabalhados pelo meu Inside Sales, vai virar tanto de oportunidade, essas oportunidades, tantos por cento vão converter, vão virar tanto de venda. Essa venda, dado o custo de operação que eu tenho, o custo e o COGS, todo o custo envolvido ali para poder entregar esse valor.
Eu vou ter tanto de margem, logo eu vou ter tanto de EBITDA, logo eu vou ter tanto de lucro líquido, logo eu vou ter tanto de caixa. Então você vai fazendo o desdobramento desse plano para você saber quanto eu preciso investir e quais... Unit Econômicos, né? Quais... Traduzir Unit Econômicos. Trai quais... Definições financeiras. É, mas não é.
Beleza, quais números você tem que atingir em quais momentos para garantir que você está no caminho certo? É o painel do... É uma engenharia reversa. É meio que isso. No final do dia é o seguinte, isso é uma parte do trabalho. A outra parte do trabalho que é ciência, mas tem muito do instinto, por isso que o instinto é tão importante, é a visão.
Então, cara... É o reconhecimento de padrão. Não só isso. Sabe quando você percebe movimento? Não é muito isso. Quando o Tales fala visão, o que ele está falando é a capacidade de você definir aonde você quer estar e em quais condições satisfatórias. Então é a clareza que você tem de falar. Eu vou dar um exemplo usando o G4. Tá. A gente... Tá.
desde o começo, tinha uma visão clara que a empresa, para ter valor, tinha que ter a marca maior do que a gente. A gente, desde o começo, tinha uma definição... O nome da marca tem que ser maior do que os três nomes. A marca tem que ser maior do que o nosso nome de pessoa física. A gente sempre teve a certeza, e isso é estratégia, não é que aconteceu. A gente decidiu acontecer. Sim, sim.
a empresa precisava ter 70% da receita recorrente. Então, não era só fazer dinheiro. Era, cara, eu preciso ter 70% da receita recorrente. Eu preciso que a gente, só que seja responsável por 5% da receita de produto da empresa. A gente precisa ter receita de outras unidades de negócio. Então, não é só fazer dinheiro.
É sobre definir, cara, quanto eu quero fazer em cada coisa, por quê em cada tempo. Isso ele está falando basicamente de estratégia. Aí tem um outro tema que eu estou falando aqui de visão. Que a visão é o seguinte, cara, a gente tinha uma visão lá atrás de que o mundo estava mudando e que o modelo de vender produtos seria diferente do que era naquele momento e que estava virando para um play de...
Social media seria o canal mais relevante para poder vender produtos. A gente viu isso lá atrás. E por que eu vi isso lá atrás? Porque, cara, eu vi... Hoje é óbvio, mas... Em 2019 não era. Não era. O único que tinha feito isso, de fato, Casey, era uma pessoa no mundo, Kim Kardashian.
que tinha criado a marca de maquiagem dela e fez o negócio valer bilhão lá. Verdade. Quando eu vi aquele negócio, eu falei assim, cara, a Kim Kardashian está fazendo esse negócio. Entendi, ela é canal de distribuição próprio dela. Aí eu olho para o meu perfil, eu já tinha bastante seguidor, tinha centenas de milhares de seguidores já. Aí, sei lá, tinha uns cento e poucos mil, o que já era muito naquela época. Aí eu falo, cara, o meu público é muito qualificado, é empreendedor.
Eu acho que dá para usar esse negócio aqui para vender educação para os caras. E aí vamos ver o que dá isso. A gente vende um programa, vende dois, no terceiro a gente fala, cara, isso é muito mais, porque o nível de qualificação do cliente do G4 é muito alto. Vou te dar um dado. Esse dado é chocante, cara. A receita média do cliente do G4 é 85 milhões por ano. Essa é a média do meu cliente. Eu tenho 87 mil clientes. A média ela engana um pouco, porque tem uma galera que fatura mais puxa para cima. A mediana, 40 milhões.
o que é muito ainda. Então é o seguinte, é um cliente que não é pequeno, também não é grande, mas ele tem disposto bohinho para investir num CRM, num R&D. Dinheiro disponível. Tem dinheiro disponível, exatamente. Para emitir um CRI, emitir um CRA. Então tem muitos produtos que eu posso vender para esse cliente para ajudá-lo.
a levar a empresa dele de 40 para 100, como o Lincoln, que a gente pegou de 8 para 100 e tantos milhões. Então, esses que aí são normais no G4. E não é porque a gente ensina nada que é mágico, não. Porque a gente ensina o básico, bem feito, mas que é novidade para 99,99% das empresas. A Bold, que foi comprada pela Ferreira agora, fez o G4 fazendo 40. A Bold vai fazer, sei lá, 400. Super Coffee, que é famosa também. Então, cara, quase todas essas novas marcas passaram pela gente nessa fase de growth.
Exato. De crescimento. Então, mas é uma análise cliente a cliente ou tem coisas que todo mundo pode aprender? Porque eu queria que vocês falassem para o pessoal que está em casa algumas coisas que valem. Não é que eu sei que não vale para todo mundo, mas para a grande maioria tem coisas que valem para todo mundo. Então vamos lá. Eu vou dar antes dele falar especificamente. Vou falar conceitualmente. Tá.
Todo mundo fala, por que não tem o G4 de advogado? Por que não tem o G4 de médico? Porque a gente fala de gestão e gestão serve para tudo. E eu quero aumentar o repertório do meu aluno com intercâmbio intelectual, com outras referências, para ele aumentar o repertório dele e para ele fazer diferente no mercado dele. Eu não quero ensinar o médico a tocar a clínica igual o cara lá toca.
A gente aumenta o repertório do nosso aluno, a gente dá ferramenta, dá conhecimento, dá insight, dá direcionamento, dá conexão, para ele inovar no trabalho dele. Então, não é que a gente dá para ele só o mapa, a gente dá a bússola e ele vai desbravar o negócio dele. A gente prepara ele para ser um líder melhor, para ser o seu melhor e aí ele automaticamente cresce com muito mais intencionalidade e preparo. E aí ele sustenta crescimento.
Porque quando você ensina um playbook, o cara às vezes executa e ele faz isso aqui. Mas aí quando aquele playbook acaba, ele regride. Ele não consegue sustentar porque não tem repertório. E é isso que a gente acaba através dos programas, dos serviços, das soluções, da tecnologia, hoje entregar para o empresário. E aí ele fica com o G4. Então ele praticamente conecta o G4 na jornada dele de empresário, entendeu? Entendi.
E o que acaba acontecendo é que a maioria dos empresários exige um padrão para cada momento que o empresário está, o empreendedor está. Lá vai ele lá. Então, você tem a primeira fase, que é o zero por um. Mas por que existe? O que dá? Me dá? O que?
apostaram eu nem queria falar isso gente, apostamos 100 eu ia falar que era 0 para 10 10 para 100, 100 para 1.000 é o básico obrigado na dozeira
Depois você racha a metade pro pai, que ele falou pra mim pra falar isso. Eu tenho WhatsApp pra provar. Ele falou isso pra mim. Eu falei, meu irmão, 100%. Eu tenho WhatsApp pra falar. Eu falei assim, tu acha que o jornalador vai falar do zero pro um, do dez pro dez, pro cem por cem? Aí ele falou, aposta cem reais. Eu falei assim, porra, manhã.
Aí eu falei, não, vou pegar então, vamos ver se ele vai falar isso. E falou. Não, não falou, falou no início. Não deu nem um gostinho. Dinheiro nem esquentou no meu bolso. Mas não é, cara. É a mesma história que vale para todo mundo. E todo mundo tem que entender isso. Que é o seguinte. Imagina o seguinte, você tem cinco fases de uma empresa.
Essas fases são definidas pelo tanto de gente que o empreendedor consegue gerenciar. Para cada nova fase, a dificuldade de gerenciar mais gente fica mais difícil. Então, quando você está tirando do zero para uma empresa, você está com 10... Em que fase será que eu estou? Quantas pessoas você tem no teu time? Você está do 1 para o 10. O que é o zero para o 1? É quando você está sozinho com um sócio...
tentando descobrir um produto, um serviço, uma solução para atender uma dor de mercado. Você começa a testar, a iterar, até você acertar aquilo que funciona. E daí você começa a ter receita, quer que essa receita seja replicável. E daí você começa a crescer o time até 10 pessoas, só que gerenciar 10 pessoas é fácil. Por quê? É você mais 10, você faz uma reunião aqui de pé, todo mundo, você alinha em meia hora tudo que todo mundo precisa fazer.
e todo mundo vai no mesmo direcionamento super rápido. Só que quando você passa de 10 pessoas, começa a ficar um pouco mais complicado alinhar todo mundo. Então, quando você sai ali de 10 até 50 pessoas, que essa fase do 1 para o 10, é uma fase que no começo você era muito criativo. Agora você começa a precisar de seus primeiros líderes.
Esses líderes precisam começar a gerenciar o time que está embaixo e você precisa começar a deixar de ser só criativo e colocar gestão na companhia. Porque se você só ficar criativo, o negócio não vai crescer da maneira que ele poderia. Daí você chega no 10, que é até 50 pessoas. Daí do 10 para o 40 é de 50 a 150 pessoas. Do 40 para o 70 é de 150 a 500 pessoas. Do 70 para cima é acima de 500 pessoas. E para cada fase dessa...
Você tem dores específicas de gestão, você tem dores específicas do time e da qualidade do time que você tem que ter, você tem dores específicas do que você tem que mensurar no teu dia a dia para fazer o negócio dar certo ou não, e cada fase que muda, você também como líder precisa mudar, porque o que te levou até essa fase não é o que vai te levar para a próxima.
E a maioria dos empreendedores vai aprendendo isso no tapa, no teste e no erro. E o que acaba acontecendo é que no G4 a gente traz essa metodologia para eles, também fala, olha, você está nessa fase. Quais são as dores dessa fase? O que você deveria fazer para passar dessa fase? Quais são as ferramentas que deveria utilizar? Qual o nível de granularidade que você deveria ir? Qual é o tipo de time que você tem que ter?
para passar dessa fase melhor para outra, porque eu já passei por isso em mais de uma empresa, foi uma, duas, três, quatro empresas, já fiz a mesma coisa, então você tem um padrão que se repete em todas, então os caras me entram o saco que eu sempre falo disso, mas é padrão, e o padrão que se repete não só comigo, com todo mundo que já passou por isso, é fácil de ensinar da pessoa, vai falar, ah, eu estou aqui, ah, realmente eu tenho essa dor, tá, mas como que eu passo para a próxima fase, agora qual que é o meu papel de líder, porque o papel muda, no começo está no operacional.
Mas todo mundo tem que almejar passar para a próxima fase, ou tem empresa que...
Pode parar. Não, depende. Depende o tamanho da sua ambição. Se você é ambicioso, quer fazer o negócio crescer e etc., sim, você vai ter que ir melhorando. Se você fala, cara, a empresa está bom, está me dando esse faturamento, essa receita, esse lucro, está ótimo também. Tem negócio, na minha visão, tem negócio que é muito bom para ser negócio, mas ele é ruim quando vira empresa.
E aí na hora de virar companhia fica uma merda. Dá um exemplo. Cara, tem muito negócio advogado. Às vezes o cara cresce o escritório demais, ele se torna refém de um cliente, ele tem um escritório muito grande, o aluguel dele é muito grande, ele acaba ficando refém de um volume de processo muito grande. Quando você vê, às vezes você tem advogados que têm escritórios menores e que têm muito mais margem do que quem tem um escritório grande.
Então o teu negócio, no caso, às vezes é um negócio que do jeito que você opera, ele tem 70% de margem.
60% de margem. Mas se você quiser virar um canal de televisão, ter vários podcasts, a tua margem vai para 30 e o teu risco aumenta desproporcional. Então, você precisa naturalmente ter uma leitura para entender, porque tem negócio... É o que aconteceu no universo dos podcasts. Alguns quebraram por causa disso. Escalaram, aumentou o risco, ficou muito dependente.
Não, não é por causa disso, cara. A verdade é o seguinte. Eu discordo deles, tá? Eu acho que todo negócio deveria ser um grande negócio. Peraí, peraí, peraí. Mas discordo em que parte? Eu vou explicar. E para isso eu vou usar Aristóteles. No livro 9 do Metafísica, o Aristóteles rege sobre ato e potência. Então, pega essa. Você dormir pensando nisso aqui.
Uma coisa não é o que ela é pelo que ela tem, mas sim pelo movimento que leva ela a ser transformada de uma potência para um ato. Vou te dar um exemplo. Uma bolota, aquelas bolotas de carvalho, sabe aquela semente de carvalho? A gente chama aquilo de bolota, aquele negocinho lá.
Uma bolota, ela é um carvalho em potência. Sim. Mas se ela não for germinada, ela vai ser sempre uma bolota.
Então ela não é o que ela tem, ela é o que ela é pelo movimento que faz essa potência dela de ser um carvalho e ser convertido em se tornar um carvalho, que é ser germinada, transformar numa muda, transformar numa árvore e se transformar num carvalho. Uma companhia não é o que ela é pelo que ela tem no balanço. Você pode ter duas companhias iguais com o mesmo balanço, mas que são geridas de forma diferente, que a aula com o Nardum acabou de dar pra gente, inclusive brilhante, de como é que você escala o teu negócio, é isso que essencialmente ele tá falando.
Então, uma empresa, ela tem uma potência a ser atingida. Um escritório de advocacia, você, um grupo de podcast, você tem uma potência a ser atingida. Só que ao depender das escolhas que você faz, ou seja, dos projetos, dos movimentos, você vai atingir, transformar essa potência em um ato que você poderia ser ou não.
O próprio Aristóteles, em Ética Anicômica, fala também do eudaimônia, que alguns filósofos que traduziram isso para o português, a traduziram de forma muito errada, chamando-os de felicidade. Eudaimônia não tem nada a ver com felicidade. Não é isso que ele quer dizer.
O que ele quer dizer é o seguinte, o eu da imônia, São Tomás de Aquino chamaria isso da busca pela santificação. Basicamente é a busca por me tornar virtuoso. Isso não necessariamente quer dizer que é para eu ser feliz no curto prazo, no longo prazo sim. O output da eu da imônia é a felicidade, mas o input e o curto prazo não tem a felicidade, é o contrário, então a cruz vai ser carregada.
que é a grande lição que o Cristo deixou para a gente na Terra. Você precisa carregar a sua cruz para poder ascender aos céus. Então, uma companhia chega a ser realizada, transformada de um ato em uma potência, pelo conjunto de projetos, de movimentos que eu causo na companhia.
Então, o G4, ele basicamente te ajuda a entender qual o momento que você está como companhia e quais são os movimentos prováveis para fazer você transformar de uma potência para um ato, você atingir o teu potencial, quem você tem que contratar, quais projetos deveriam ser prioridade, o que você deveria de fato investir.
É essa mão que a gente deu para mais de 87 mil empreendedores no Brasil. É o que em Matrix se fala que é diferente de você conhecer o caminho e trilhar o caminho. Tem muita gente que conhece o caminho. Mas é isso, você fala, cara, você quer sair daqui para cá? Esse é o preço, esse é o custo, esse aqui é o risco. Então o cara sai só de sair fazendo para entender. Por isso a bússola.
Entendeu? É tipo assim, cara, eu sei que eu tô indo pro norte, eu sei que no norte tem tempestade. Porra, então beleza. Eu vou me preparar pra isso. Mas, pô, a chance de eu chegar lá é isso aqui. Por que o cara fala, tô na direção certa? Pô, você não sabe pra onde você tá indo, qualquer direção pode ser certa, né? O mais importante é o seguinte, não é só a direção certa, é como é que eu vou fazendo os pequenos ajustes de rota.
Eu sou muito fã de relógio, tô vendo você também, tem muito bom gosto. Bye-bye, bonito. Obrigado.
Por que eu sou muito fã de relógio? Não tem nada a ver com vaidade nesse negócio. Eu realmente gosto da história por trás desse objeto, que é um dos objetos mais importantes da história da humanidade. No início do século XVIII, um carpinteiro chamado John Harrison, um baita empreendedor, desafiou toda a comunidade científica da Inglaterra naquele momento.
que basicamente estava tentando resolver aquele que era o maior problema da história da humanidade, que era a capacidade de calcular longitude em alto mar. Por quê? O capitalismo existe porque a gente conseguiu criar rotas comerciais em alto mar. E a marinha inglesa foi a principal e a primeira a fazer isso.
Então, para eu conseguir ter rotas comerciais, marítimas, eu precisava ter previsibilidade. Para eu crescer a minha empresa, eu preciso ter previsibilidade. Ninguém conseguia resolver o problema da longitude. Porque a latitude, eu olho para o sol ao meio-dia e olho para o horizonte, eu calculo a latitude. E longitude?
eu não consigo calcular esse carpinteiro, o John Harrison, através de um relógio, ele desenvolveu a metodologia para calcular a longitude, quer dizer, a metodologia estava desenvolvida, mas ele desenvolveu um relógio, que é o primeiro protótipo que chamou H1, que veio trilhar, trinta e poucos anos depois, no H4, que foi o primeiro relógio marítimo, de fato, o primeiro cronógrafo marítimo, com precisão.
em alto mar para que se pudesse calcular a longitude. Então, quando eu consigo ter latitude e longitude, eu consigo saber exatamente aonde eu estou. Logo, eu consigo criar rotas marítimas que eu consigo fazer correções de rota. Porque eu estou lá, velejando, navegando. Eu estou navegando com o vento. O vento me puxa para um lado, me puxa para o outro, pega uma tempestade. E aí, aonde que eu estou?
diversas embarcações, tá falando de milhares, se perderam, bateram contra as rochas, homens morreram de inanição em alto mar, porque a gente não conseguia ter um mecanismo pra me dar um input específico, é isso aí, logo a quatro ali do John Harrison. E tem um livro que eu super recomendo pra audiência que gosta do tema, chama Longitude, da Dava Sobel, um dos melhores livros que eu li na minha vida, o Flavinho do Relógios Mecânicos, um abraço pro Flavinho, o cara que mais entende relógio do Brasil, me indicou, e aí e aí e aí
esse livro, eu me apaixonei pela história e entendi que de fato isso aqui que a gente está usando, isso é um equipamento científico que permitiu à humanidade evoluir, inclusive criar o sistema que tirou mais de 90% da população global da pobreza em 100 anos, que é o capitalismo.
Olha que interessante. E aí quando a gente faz um paralelo disso com as companhias, o G4 é essa bússola. A gente é o H4, que ensina esse empreendedor a calcular o lat long e ajuda a dar um direcional para esse empreendedor para que ele não se perca em automática.
Mas aí a gente tem fatores externos. Isso é um dos temas principais aqui do programa, que é como empreender num país complicadíssimo que é o Brasil. A gente não sabe. Uma eleição pode mudar tudo. Um ministro pode mudar tudo. E aí? Como faz com essas... Ou essas coisas estão dentro dessa correção? Até pode, mas ano passado eu faturei 509 milhões de reais e fiz 104 milhões de caixa.
Então, assim, óbvio, se não tivesse um ULA, talvez eu estaria feito um bilhão ano passado. Então, mas como que faz? Beleza. Você já sabe... Mas é porque empreender tem mais oportunidade nesse cenário, né? É? Por quê? Porque se o cara estiver preparado nesse cenário, é muito mais difícil as pessoas conseguirem. Então, o preparado vence. Ah, tá. Não, vamos lá. É igual o Senna falava, né? É mais fácil ultrapassar 13 carros na chuva do que no sol. É que a história é a seguinte, com o Selic a 15, irmão...
Você vai bater no banco agora, vai tentar conseguir um empréstimo, você não vai conseguir. Vai, muito caro. O empreendedor pequeno não consegue. Não tem dinheiro para ele. Agora, com o juro a dois, que é o que o Bolsonaro fez, o melhor governo da história, ele levou o juro para dois, primeiro governo desde a redemocratização, teve superávit primário, o Brasil não ficou devendo, ele ganhou o dinheiro na gestão. Então, quando você tem um governo bom, como foi o governo Bolsonaro, você bate no banco e você tem dinheiro.
Então, cara, você teve chuva de IPO no Brasil, nunca teve tanto IPO na história do Brasil.
IPO? Debentury. Lançar a empresa pública. Abrir capital. Abrir o capital da sua empresa. Literalmente, preparar a empresa para o mercado de capitais. Você teve muita emissão de dívidas. Você teve um boom de empreendedorismo. Um boom de geração de emprego.
porque quando o dinheiro está barato, ao invés de você, como investidor, que você é um cara muito rico, então você pega o teu dinheiro, você liga lá para o teu banker, e aí ele fala assim, não, vamos botar no renda fixa aqui, meu irmão, juro está 15, estou conseguindo aqui uns papéis de banco do Brasil, pagando CDI mais 5, 20% ao ano, você não vai fazer nada, vai tomar risco. Para que você vai investir na startup?
Não tem sentido, pô. Agora, se o juro tiver a 2, você dê mais 5, significa 7%. Aí você fala, mano, ou eu invisto em startup, empresa, entro em dívida e tal, ou eu não vou valorizar meu patrimônio, entendeu? Então, o investidor, ele precisa tomar risco. Logo, o empreendedor e o mercado se beneficiam, gera mais emprego, as pessoas vivem melhor e tal. É por isso que um país mal gerido, ele é pior para o pobre do que para o rico. Porque o rico, ele ganha dinheiro mais fácil. O pobre se ferra.
Certo? Então, por que eu falei para vocês que, sim, um evento macro como uma eleição ruim é péssimo para o país? É péssimo para o país. Mas, para a minha vida que está resolvida, de todo mundo aqui, eu vou ganhar dinheiro. Uma pandemia. Porque, às vezes, a galera não faz conta. Mas hoje, o cara pobre, ele tem a inflação.
Aí ele tem os juros do dinheiro que ele pega no banco, às vezes, para pagar o cartão, para pagar as contas. Ou seja, quando você vai ver, o dinheiro dele vale metade, vale um terço. O poder de compra dele diminui, o dinheiro dele... O juros fica mais caro. O cara, literalmente, quando vê em dois anos, três anos, que é o que acontece durante um governo, o cara afunda, ele nem se mantém, ele afunda. É, mas o... O...
Vocês falam lá e eu imagino que as pessoas, o empresário, ele tem que imaginar os dois cenários. Por exemplo, no caso dessa eleição, vitória do Flávio Bolsonaro ou vitória do Lula ou tanto faz? Não, óbvio que não tanto faz. Na verdade, essa eleição é muito transformadora para o país, cara. Eu te explico por quê. Vamos falar sobre essa eleição, o quanto ela é importante e por quê.
Essa é a eleição mais importante da história. E ele é um turning point importante, inclusive, para o Ocidente. Um ponto de virada. Um ponto de virada importante para o Ocidente. Obrigado. Eu até tinha esquecido. A gente veio traduzir. É, tá, tá. Eu até tinha esquecido. Eu vim aqui de tradutor. Aí eu que me liguei. Se você puder contar, a gente ficou de comentarismo. É.
Faz o teu papel. Coloca aí, daqui a pouco eles estão fazendo em libras essas paradas. Tu viu o que ele falou? Aristóteles era louro, um cara gente boa.
Por que essa eleição é um ponto de virada importante para o Ocidente? Existe uma corrida global para atingir AGI. O que é AGI? É quando a IA... Mas você acredita nisso? Com certeza. Que vai rolar mesmo uma singularidade. Está vindo a voz discutindo isso. Agora. Não vou para dar a luz do ano. Eu estou perguntando porque eu já trouxe pessoas aqui que falam que esquece e tem gente que realmente acredita que vai acontecer. Quem fala que esquece não tem a menor ideia do que está falando.
É tão simples que eu te amo. Então vamos lá. Tem essa corrida, claro. Davos é o Fórum Econômico Mundial, onde os homens mais poderosos do mundo se reúnem todo janeiro. Eu vou todo janeiro para lá e as discussões desse ano só giram em torno disso. Não é se, é quando. É quando. Na verdade o Willem Monsky acha ano que vem. Ano que vem já? O Dario Mondei acha daqui a três anos, eu acho daqui a uns cinco. Então essa é a conversa. A história é a seguinte.
depois a gente fala de Davos, da grande conclusão de Davos, que isso impacta diretamente na vida das pessoas. Mas existe uma corrida por ADI, que é basicamente quando a inteligência artificial é autossuficiente, ou seja, ela se autodesenvolve. Então não precisa de ser humano. Ela cria cada vez uma inteligência mais inteligente. Ela é autossuficiente. É recursivo, ela melhora ela mesma. Então é o seguinte.
Quem atingir isso primeiro tem um poder de supremacia 100 vezes maior do que alguém que tinha a bomba atômica algumas décadas atrás. Quando o pessoal estava na corrida por ter a bomba atômica, quem tivesse a bomba atômica primeiro tinha uma supremacia importante. Mas é uma corrida de empresas ou uma corrida de países? Não, é uma corrida de países.
É uma coisa de paz. As empresas estão auxiliando esses países, inclusive recomendo o editor entrar no X do Alex Karp e do Peter Thiel, que eles publicaram um manifesto importantíssimo.
O manifesto mais importante da história do Vale do Silício, eu acho, da Palantir, falando como que as empresas de segurança americana têm que entrar no jogo junto com os Estados Unidos, senão os Estados Unidos vão perder a hegemonia e o Ocidente vai perder a hegemonia para o Oriente. Então existe uma guerra fria acontecendo hoje.
Claro, porque cai qualquer sistema de segurança de banco, de tudo. Esquece. Esquece. O cara destrói o teu sistema financeiro, acaba com a tua nação. Mas isso tem a ver também com computação quântica também. Tem a ver com uma série de fatores. Só que isso aí é output. O que é input? O que é... É resultado.
O que é o... Eu vim aqui só para ser a tradução simultânea. Faz o corte certinho aí. Ele fala, corta para a pessoa que... O que é a entrada? O que é o insumo para esse resultado? Terras raras. Sim. Que o Brasil, by the way, tem a segunda maior reserva do mundo, só perde para a China. E a nossa mistura de minerais aqui, ela é super sofisticada. E essa notícia agora que foi emendida...
Sim, para os Estados Unidos, graças a Deus. Pior se fosse para a China. Segundo ponto, a gente não só tem a segunda maior reserva do mundo, quando a gente tem um terço de todas as terras raras do mundo. Isso porque a gente achou. Porque nem começou o processo de... Porque pode achar mais coisas. Não há muito mais. O Brasil é uma potência em terras raras. Outra coisa que alimenta é a escala de AI.
Energia. 85% da nossa matriz energética é limpa. Biomassa, vento, solar, hidrelétrica. Isso porque a gente ainda não double down ali em... Escalar. Não dobrou a aposta. Focou, dobrou a aposta em nuclear, que deveríamos. Sim, também acho. Outro fator que é importante para escalar AI, zoning. O que é o zoning? Como é que traduz zoning, mano? Zoning.
A zona. A área. Mas isso não é acertador. Não, não é acertador. Acho que não tem tradução. É que, cara, eu não sei essas porra em português, que eu não leio nada em português. Mas o ponto é o seguinte, o zoning é... É você estar no mesmo horário dos Estados Unidos ou não? Não, tem nada a ver com isso. O zoning é o seguinte, para você instalar data centers nos Estados Unidos, é um problemaço, porque tem muita cidade grande e importante...
perto dos lugares onde há disponível para instaladeira center. O nosso Brasil é um Brasil gigante, um país continental. Área remota para cá. Tem áreas remotas. Então o zone, o tipo de zoneamento que a gente tem ali... Cara, porque é o seguinte, porque consome-se muita energia, tem muito barulho, é nóis e o negócio. Então tem uma série de fatores que prejudica quem mora em volta. Só que o Brasil tem tanta área remota...
Com insolação pra caramba, by the way. E com conexão, eles chamam de grid curtain, né? Que é meio que a conexão elétrica ali. A rede elétrica. Que é super sofisticado, mais sofisticado que os Estados Unidos, by the way. Então quando você coloca isso...
unificado a, inclusive, a oferta de águas que a gente tem. A gente tem todas as condições, então. Esquece, irmão. A gente é a plataforma para escalar a AI no mundo. A gente é a plataforma para fazer o counterweight contra a China, ou seja, para ser o... Contrapeso. É o contrapeso versus a China nessa luta pelo ocidente, pelos valores ocidentais. Porque é o seguinte, você foi para a China agora, eu também já fui, eu conheço muito bem o chinês.
Na China, por exemplo, se você está numa igreja católica lá rezando, o cara entra e ele te prende. É, rola isso. Rola padre sendo preso lá em igreja católica e tal. A China, por exemplo, em momentos teve a política do filho único, que é sua esposa engravida de mães. De novo, compulsoriamente ela tem que abortar. Assassina a criança. Entendeu? Dentro de barrigas.
quando eu olho para esses valores e comparo com os valores dos Estados Unidos, eu estou mais alinhado com os valores dos Estados Unidos que os valores chineses. Então, eu prefiro viver sobre uma cultura americana do que uma cultura chinesa. Logo, se a gente deixar a China ganhar esse jogo, isso vai ser um problema para o Ocidente.
E a China está pesada nesse jogo. Mas muito pesada. Os Estados Unidos estão para trás. Essa é a verdade hoje. O único país que pode virar esse jogo é o Brasil. Ou virar para afundar os Estados Unidos de vez, se unir na China, ou virar para realmente se unir aquele que é nosso parceiro histórico, que é os Estados Unidos.
e fazer esse contrapeso. Mas tem que usar isso de uma forma a ganhar alguma coisa. Perfeitamente. Tanto que eu fiz um pronunciamento público dizendo que se eu fosse presidente, eu negociaria todos esses ativos que eu te falei com os Estados Unidos com uma troca.
OpenAI, Antropic, Google, Amazon, todas essas companhias que estão produzindo AI, criando LLM, elas deveriam ter escritórios locais que produzam ciência aqui. Então, eu quero engenheiro codando aqui no Brasil.
Eu não quero só o cara vir aqui, explorar, colocar um data center aqui e ir embora. Não, eu quero todos os subsídios, criar um sandbox regulatório aqui. Não sei traduzir essa porra. Um sandbox regulatório aqui para que a gente... É um pacote de regulações favoráveis para que ele pudesse instalar os data centers aqui, que desse uma segurança de dados, uma soberania de dados para os caras. No entanto, eu quero produzir ciência aqui dentro. Por quê?
A Alemanha, em 1964, percebeu a vocação que ela tinha, a potência que ela tinha de ser um país que produziria muito bem empreendedores do setor de peças. Então, a Alemanha é um país de engenheiros, certo? Então, ele falou, cara, a gente vai ser muito bom produzindo peças aqui. Então, criaram um plano das Mittelstands. As pequenas e médias empresas alemãs chamam Mittelstands.
Então criaram um plano das Mittelstanders, ao invés de dar um destaque à formação de curso superior, de faculdades, deram um destaque à formação técnica. Então pega o Everett Joe lá, o homem comum, e ensina esse cara a ser torneiro mecânico, ensina ele a fazer uma peça específica, ensina ele a ser eletricista, e faz um plano nacional de construção de currículo, que o cara que faz esse curso em Munique, ele tem o mesmo currículo que o cara que faz no interior da Bavária.
E um outro ponto, que é um plano de orgulho do curso técnico. Que no Brasil, por exemplo, o curso técnico, erroneamente, ele tem uma fama de, ah, quem fez curso técnico é quem não conseguiu fazer faculdade. Lá na Alemanha, não. Fala, cara, curso técnico é um orgulho. E criaram um programa, inclusive, uma espécie de imposto negativo para as companhias, que é...
Se você contrata uma pessoa em formação do curso técnico, a Alemanha paga parte do salário dessa pessoa, te dando desconto e impostos para que você dê chance para essa pessoa. Resultado é o seguinte, das 370 e tantas empresas que são chamadas de Hidden Champions, que são líderes globais em segmentos que ninguém nunca ouviu falar, líder global no fusível de motor, sabe? A Alemanha tem mais de 60%. 60%.
Brasil, falando de potência do Brasil, o Brasil ganha dinheiro com o quê? Basicamente com agro e serviço, certo? É, commodity. Em janeiro agora, em Davos, o Dario Amodei, eu ouvi ele falando, que é o fundador Dan Trapper, que falou, o constraint para escalar AI, a dificuldade de escalar AI é implementação de AI na ponta.
Ou seja, fazer a turma do serviço na ponta, o pequeno empresário, usar AI. Esse é o constraint para poder escalar AI. Imagina se eu pego o Brasil... Igual o curso de computação na época que começou o computador. Imagina se eu pego o Brasil e pego essa potência que nós temos, o maior número de CNPJ por habitante do mundo. Tem 25 milhões de CNPJ no Brasil. O maior número de CNPJ por habitante do mundo. O Brasil é um país empreendedor. Imagina se eu pego essa potência e...
Crio ali, igual o plano das Mittelstands em 64, crio cursos técnicos para ajudar a implementação de AI na ponta. Eu vou ter um ganho massivo de margem, que as pequenas e médias empresas brasileiras, como a gente faz com os nossos alunos do G4, faz esse cara ter um ganho massivo de margem. Imagina as empresas adotando AI, tendo um ganho massivo de margem, gerando mais caixa, gerando mais impostos para o país, para que a gente pudesse investir, de fato, em ser um país melhor.
e virando referência global, exportando eventualmente depois conhecimento sobre como aplicar AI na ponta. Isso transformaria o Brasil, fácil, em um plano bem executado nessa linha que eu estou te falando, em top 5 países do mundo em 10 anos. Hoje, a engenharia brasileira já é reconhecida globalmente. Você tem Embraer, você tem WEG, você tem engenheiros brasileiros em cargos de liderança nas top companhias do mundo.
O Mariano, que é meu sócio na Vetech, criou até um projeto agora para fazer com que as empresas assinem embaixo Brasil Engineer, né? Tipo, engenharia brasileira. Então, o Brasil, ele não tem quantidade de engenheiro, mas ele tem qualidade demais. Então, a gente, como o Tales falou, a gente está muito bem posicionado para essa nova realidade, para essa nova economia que é da produtividade exponencial, que é o que a faz. Agora, vamos lembrar o porquê que a gente falou isso. Por que essa eleição é a eleição mais importante da nossa história?
Porque ou eu vou para o caminho do mal, a esquerda invariavelmente é o caminho do mal, é o caminho do descontrole fiscal, é o caminho da corrupção. Só você vê aí Banco Master, 50 e tantos bilhões, escândalo do INSS do irmão do Lulinha, não sei quantos bilhões, multas bilionárias de Odebrecht. Eita! Já foi.
multas bilionárias ali de Odebrecht, de JIS, sendo ali wavered, sendo retiradas pela corte. Então, existe aqui hoje, cara, uma putaria institucional, não tem outro nome para eu poder taxar o que está acontecendo aqui, uma putaria institucional que só acontece no nível que acontece em governos de esquerda.
Governos de direita é um pouco mais difícil, porque existem alguns homens ali que realmente são aristocratas, que pensam no bem comum. Em governos de esquerda é muito raro, a maioria é oligarca, então ela só pensa na verdade em dinheiro e poder. Então se a gente não conseguir direcionar o Brasil para uma cabeça um pouco mais aristocrática, colocar algumas pessoas ali que estão alinhadas com o longo prazo, a gente vai perder essa janela, que eu estou chamando da maior janela de oportunidade da história da humanidade, muito maior do que a energia elétrica.
A gente vai perder essa oportunidade. E janela se fecha, né? E vai se fechar muito rápido, cara. Porque alguém vai capturar essa oportunidade, entendeu? E eu espero que seja Brasil junto com os Estados Unidos. Se a gente perder essa eleição, eu acho que o Brasil está fadado ao fracasso até. Você acha que não tem a menor possibilidade de uma vitória do Lula, ele mudar a cabeça?
Ou ir para esse lado também? Eu não gosto de achar, eu gosto de mostrar. E aí? Essa semana ele baixou uma lei lá, taxando em 25% para quem quer implementar a data center aqui no Brasil. Então é o seguinte, eu acabei de falar que essa é a maior oportunidade da história do Brasil. E ele acabou de fechar essa janela. Na época da computação, da revolução da computação, anos 80, 90, aconteceu a mesma coisa. O pessoal pegou e colocou um imposto.
sobre produtos de informática. Meu Deus, por que você não faz ao contrário? Você dá desconto e imposto para quem, de fato, começar a usar computador e informática. Era isso que tinha que ter sido feito no Brasil. Então, quando você mede a produtividade do Brasil hoje, o Brasil hoje tem a mesma produtividade, ou até ligeiramente pior, se não me engano, do que tinha na década de 80. E isso falando de internet, de software, e agora com AI.
Isso não é por um acaso, não, tá? E a culpa não é necessariamente do brasileiro. É sim porque é a gente que vota errado. Mas não é necessariamente do brasileiro. E às vezes a turma fala assim, ah, mas pô, a esquerda só faz merda. Não, a esquerda é muito inteligente e muito mais organizada do que a direita.
A esquerda é intencional, porque ela não tem interesse que o pai de família, de classe baixa, que mora na favela, saia da favela. Você pode pegar cortes do Lula aí, quem estiver achando que eu estou exagerando, por favor, abra o YouTube e coloca o Lula falando ali num discurso que ele fez lá pra base dele, falando o pobre quando ganha dinheiro, para de votar no VT.
Eles falam isso abertamente. Então, a esquerda, ela monetiza a miséria. Ela não tem interesse que as pessoas ascendam na vida. Ela faz o que eu chamo de sequestro eleitoral através de algo que é legítimo, que é um apoio para pessoas miseráveis através de programas sociais. Eu acho super legítimo e sou a favor disso. By the way, um programa liberal criado pelo Milton Friedman chamado Voucherização e Imposição Negativo.
A gente transforma isso através do governo PSDB na época, que também é a esquerda, do FHC, transforma isso no Bolsa Família e que hoje, basicamente, o que o PT faz é escravizar essas pessoas, fazendo com que elas continuem no Bolsa Família. Então, o PT tem orgulho de falar o número de pessoas que estão no Bolsa Família. O orgulho deveria ser o contrário. Quantas pessoas saíram do Bolsa Família? Esse programa deveria ser o seguinte, você tem dois anos...
para se formar em uma formação técnica e se empregar. Daqui a dois anos, não tem mais programa social para você, filhão. Se vira, se mexe. Então vamos criar a formação técnica, porque o que está faltando hoje? Quando você conversa com os nossos clientes, cara, está faltando pedreiro, está faltando mestre de obra, está faltando encarador, eletricista. Vamos formar essas pessoas, vamos empregar essas pessoas. Tem pedreiro que trabalha na minha obra, que o cara tira oito pau por mês.
Os caras estão ganhando bem, entendeu? Então, por que não empregar essas pessoas, tirá-las de um programa social e fazer com que elas tenham orgulho de si próprias por estar trabalhando e prover para a sua família? Eu queria falar alguma coisa aqui no sentido do... que eu vejo bastante em você, Thales, da figura central da empresa virar um porta-voz, um influenciador.
esse caminho é um caminho sem volta? Isso é para todo mundo? Isso pode prejudicar a empresa? Porque principalmente você que tem opiniões que são polêmicas, eu vejo vários cortes seus, vocês pensam nesse risco também? As pessoas têm que pensar nesse risco? Ou é um caminho que muita gente está seguindo e o empresário tem que pensar dele também vender o peixe dele?
Cara, eu não acho que é para todo mundo, não é todo mundo que tem esse talento, não é todo mundo que tem essa fibra necessária para ser público. Ser público tem um custo psicológico muito grande, você sabe disso. Tem um custo de segurança muito grande, tem um custo para a sua família, para quem vive ao redor de você.
Tem um risco muito grande que você expõe a tua companhia, que você está o tempo inteiro num aquário de vidro e todo mundo vendo a tua vida o tempo inteiro. Não tem um só lugar que eu não vou, que não tem gente que me pare, que fale comigo, tire foto e tal. E, cara, eu sou empresário. Eu não assinei para isso. Mas, cara, obviamente eu agradeço a Deus por ter essa oportunidade, por ter gente bacana que gosta de mim, que gosta do meu trabalho.
Então, não reclamo. Ótimo. Eu intencionalmente construí isso, só que eu não achei que ia ser assim, para ser sincero. Achei que ia ser bem menos.
Mas que bom que foi mais. Agora, todo empresário deveria fazer isso? De jeito nenhum. Então, se você tem uma empresa B2B, por exemplo, talvez isso te atrapalhe.
Se você vende B2B2C, B2C, com certeza isso ajuda. Agora a pergunta que você tem que fazer é, você está preparado para o que você está fazendo, meu irmão? Porque é o seguinte, se tudo der certo, você e a sua família vão ter que andar de carro blindado, vai ter que ter segurança, você não vai ter mais privacidade, não tem um jantar que eu estou com a minha mulher que ninguém chega para tirar foto, vai falar comigo e tal. Esse é o lado bom e o lado ruim. Esse lado é bom não. Não.
Tudo bem, para a maior parte das pessoas Vai ver como o lado bom Não é tão ruim Bom, pode ser Não é um negócio agradável para mim Mas eu agradeço a Deus por ter essa oportunidade Por as pessoas gostarem de mim e atendo todo mundo com muito carinho Mas de qualquer forma A outra parte do negócio é o seguinte Quando dá errado
E principalmente se você é um homem do bem. Cara, eu sou um cara conservador, católico, trabalhador, não me meto com vagabundo, logo odeio esquerda, certo? Quando você está nesse espectro da vida, do lado do bem, você tem um mal te atacando o tempo inteiro.
Então, quando você pega a mídia mainstream, basicamente, uma parte relevante dessa mídia é a origem do mal. A esquerda é a origem do mal. Então, a pauta é o mal. A pauta é o assassinato de crianças, que eles chamam de aborto. A pauta é a liberalização das drogas. A pauta é a libertinagem. E eu sou...
A antítese, eu sou pró-vida, eu quero que as pessoas vivam, eu quero que as pessoas se desenvolvam, eu quero que o cara que mora na favela, ele possa ser bem cedido, eu quero que ele consiga trabalhar, que ele consiga construir o seu negócio, que ele consiga ascender na sua carreira. A esquerda não quer isso. Então, quando você defende essas coisas, as pessoas fazem de tudo ali, o turma do mal, né? Pra te atacar. Você tem que ter uma fibra e uma certeza de quem você é muito grande pra você não quebrar, entendeu? Então, eu não...
Para mim, para ele, por exemplo, também, a gente não está nem aí. Na verdade, você pode falar o que você quiser. Eu estou cagando com o que você fala de mim. Porque eu sei quem eu sou. Quem importa sabe quem eu sou. E estamos muito satisfeitos. Mas isso tem um alinhamento entre vocês sobre isso? Já teve essa conversa?
Tipo, até onde pode ir, a pessoa física? Ah, tem, a gente vira e mexe e se alinha, né? Mas são coisas que não adiantam, são coisas que, porra... O Tales, ele é esse cara, sempre foi. A gente bota isso na conta, é igual a multa por causa do barulho no escritório. Tem que botar na conta e falar, cara, vale a pena ou não? Então a gente tá o tempo todo, mas como a gente é muito alinhado, a gente tá o tempo todo dosando.
principalmente a gente tem valores parecidos, não é? iguais então o que acaba acontecendo é que ele é um porta-voz do que a gente acredita ele é um porta-voz do que ele acredita se vocês tivessem valores diferentes eu acho que teria que ter essa conversa eu acho que não existiria sociedade não tem como você casaria com a tua mulher se ela tivesse valores diferentes de você? não
Qual a diferença do casamento para uma sociedade? É porque eu já vi sociedade que, cara, pensam totalmente diferente. Mas é uma sociedade, às vezes, pela oportunidade, pelo dinheiro, não pelo propósito. É porque os caras estão focados em grana, a gente não está, irmão. A gente já ganhou dinheiro antes de abrir isso aqui. Então isso aqui a gente quer construir Brasil mesmo, entendeu? Óbvio que eu quero dinheiro, eu não sou imbecil.
Eu quero construir Brasil, isso aqui não é ONG, não. Isso aqui é para dar dinheiro. Mas a gente não está fazendo por causa do dinheiro.
Mas quando vem uma opinião um pouco mais forte do Thales, por exemplo? Não, é a forma de falar só. Agora, por exemplo, ele...
Tá tirando. Tá uma sinfonia. Ele fala com profundidade. Você mandou muito bem. Você mandou uma sinfonia. É porque ele tá falando com profundidade. Ele traz lastra, ele traz dados. Antes era mais agressivo. E aí a agressividade provoca a reação. Hoje é, pô, é dificilmente ter uma reação. A reação porque não tem nível intelectual pra ter reação. Deve ter quantos caras no Brasil que tem profundidade pra debater com ele.
Três caras da esquerda? Quatro? Sei lá. Estou doido para achar um. Quem quiser, aceita o desafio. Vem aqui no Vilela. Então vamos fazer. É diferente, eu acho, a forma de falar. A forma é importante. Não é só o quê. É o como. E eu acredito que o como teve um grande amadurecimento ao longo do caminho, desde que a gente começou até agora.
Agora, uma coisa legal que você falou de Founder Lead Growth, que é até um dos programas que a gente tem no G4 para ensinar o fundador a se tornar um canal de crescimento para a sua empresa. E aí, como o Tales falou, não necessariamente é produzir conteúdo e ter seguidor.
A maioria pode ser o cara ser relevante na cidade dele, pode ser o cara se tornar relevante no mercado dele, no setor. Então, pô, não é o cara ter seguidor. Às vezes é o cara se tornar relevante na região dele. Pô, tem um negócio que atende uma construtora no Espírito Santo. Cara, não tem nada a ver ele ter seguidor no Instagram.
Ele tem que ter relevância regional. Relevância regional, tu consegue muito mais fácil e rápido no jornal da tua cidade, na rádio da tua cidade. Então, o Founder Lead Growth é o fundador se tornar um canal para a sua empresa. Não tem nada a ver com ser famoso e ter seguidor. Até porque ter seguidor não te faz famoso.
Porque o volume de seguidores é um bando de curiosos fofocando sobre a tua vida. Então, no final do dia, o Stories que dá resultado, o Reels que vende, ele não tem milhões de views, ele tem menos views. Mas é o Reels em três minutos que o cara entendeu um pensamento teu, ouviu uma história tua, viu um ponto de vista teu e falou, porra, esse cara aqui eu acho que eu tenho que aprender com ele. Para o nosso business, para o cara de produto, às vezes é um vídeo de dancinha.
Você vê que hoje o Adib, por exemplo, ele está muito mais fazendo trend para ter alcance do que fazendo o conteúdo em si.
E eu me lembro quando eu tive essa conversa com a Adip, teve um momento ali que eu tava fazendo alguns encontros com ele, aconselhando ele na época. E... A gente já tinha um G4 nessa época? Já. Já, né? E eu me lembro que eu falei com ele, falei, cara, você deveria abrir o teu perfil e gerar conteúdo. Você é bom, Adip. Ele, porra, não sei, a galera tá um pouco de preconceito. Irmão, o teu produto é B2C, você tem que fazer isso.
Você tem dois clientes, você tem o teu cliente que vai comprar de você na farmácia, três clientes, né? Você tem o teu cliente que vai comprar de você na farmácia, você tem a farmácia.
E você tem o teu representante, que ele tem que se inspirar em você. Tem que abrir e tal. E conversamos até que ele decidiu começar a abrir e gerar conteúdo. E hoje, pô, está essa máquina. É, hoje tu pega o Guilherme. O Guilherme Estimol produz conteúdo. O Salute produz conteúdo. O Bloise, que é o senhor da prosa de 100 bilhões de dólares, que era o presidente do iFood, ele produz conteúdo e ele fala. Ele fala, cara, eu tenho 40 mil funcionários.
Como é que eu inspiro 40 mil pessoas? O Instagram é um excelente canal para esse cara estar entendendo a minha visão. Porque no final do dia, cara...
não é sobre falar coisas diferentes o tempo todo. É sobre você encontrar uma mensagem e repetir ela para ela entrar na cabeça das pessoas. Por exemplo, essa que eu dei aqui no começo do podcast. Eu ganhei seis anos. Agora, o custo é alto. Fala aí, qual é o custo para você?
Cara, eu acho assim, eu curto muito. Você até gosta mais, né? Eu sou publicitário de formação. A gente conversou disso lá no leilão do Ronaldo. Então, assim, para mim, produzir conteúdo hoje, e principalmente agora o YouTube, é eu exercer o que eu estudei. Então, eu faço muito amarradão. Eu curto muito.
Essa parada. E eu acho que tem esse lance da privacidade, que é um ponto de realmente você está sempre sendo olhado, você está num restaurante, as pessoas estão sempre, às vezes, comentando. Até porque a gente faz conteúdo para a nossa bolha, né? É. Então é diferente do cara que faz conteúdo para o cara que não é a bolha dele. A gente não, a gente faz conteúdo para a nossa bolha. Agora... Mas o Thales fura para caramba a bolha. Fura.
no passado o cara da bolha dele convive não, acho que fura muito mais que empresário não, fura assim, tanto que uma parada que me deixa amarradão de verdade sei lá, eu gosto muito de pastel de vez em quando eu paro nessas pastelarias da esquina aí tomar garapa e comer pastel o cara me conhece, o motoboy eu te vi no 30 conta 1 isso aí me deixa amarradão então
Eu não gosto de nego puxançar. Essa galera, você vê que é genuíno. Cara, que maneiro, irmão. Aquilo que você falou, o cara fala exatamente o quê? Irmão, parada que me deixa maluco. Eu amo. Às vezes eu encontro um garçom que fala, cara, eu vi o teu vídeo no YouTube, você me deu uma mensagem ali que, cara, eu quero construir mais. Essa parada, isso eu gosto. E é bizarro.
A quantidade de garçom que tem o espírito empreendedor é bizarro. Bizarro. Não duvido, não. Isso eu acho do caralho. Essa galera eu acho do caralho, mano. Isso me reenergiza. Ele adora quando alguém chegar pra ele falando que tem uma ideia maior do que o Facebook. Aí eu falo pra falar com o Alfredo.
O Alfredo é o cara pra isso. Esse talvez seja o preço mais caro. A quantidade de ideia que a pessoa acha que a gente vai fazer... É que vocês vão ver o meu DM de pessoas que você precisa escutar a minha história. Imagina. Isso é uma loucura. Imagina. Que deve ter dinheiro. Fui casada com um padre e descobri não sei o que. Eu fui abduzido. Você precisa conhecer a minha história. Dá pra fazer só... Dá pra fazer um Instagram, né? Total.
Cara, a gente tinha um negócio, eu e o Alfredo, a gente é amigo há década, né? E aí, pô, a gente foi solteiro juntos. E aí a gente ia pra balada, aí, mano, volta e meia, chegavam uns caras. Irmão! Eu tenho uma ideia pra você muito boa, muito dinheiro. Pô, nós vamos ficar bilionários juntos. É mesmo? Eu só preciso assinar o NDA e tal, não sei o que. Alfredo, chega aí, chega aí. O camarada vai te encontrar a ideia. Aí dava pro Alfredo e continuava o meu negócio.
Eu tive que fazer terapia para dizer não para a ideia. Sério? Juro para Deus. É que a terapeuta não deixa eu falar o nome dela. Mas eu fiz terapia. O principal pau da terapia é... Cara, eu não consigo dizer não na ideia. Eu acabo querendo escutar. Eu acabo não conseguindo dizer não. Eu pensei que não. Fofoqueiro. Fofoqueiro de ideia. É legal essa fofoquinha. Agora eu aprendi, depois que a minha filha nasceu. E o que você faz? Não.
Não quero ouvir. Fala não só. É. Simplesmente. Estou focado aqui. Agora eu fiz até um story tele bonito.
A galera que tá me mandando e tá assistindo agora já vai sair. É, agora a pessoa já sabe, desculpa. Mas tá tudo bem. Eu falo, cara, a gente tá em hiperfoco no G4, lançando algo muito importante. Então, nos próximos três meses, eu não tô aberto a ouvir nada diferente do que a gente tá fazendo. Aí o cara, porra, caralho, beleza. Mas daqui a três meses eu te procuro. Eu falo, cara, fechado. Bota na agenda aí, daqui a três meses eu mando a mensagem.
Vai me avisando. Estou falando isso há nove e meio. Isso para mim é foda. Porque, cara, como eu tenho função executiva na companhia, eu sou presidente da companhia, então, pô, minha agenda é tocar negócio, né? É tocar gente, cultura, estratégia, produto. Então, minha agenda é bater bum no dia a dia. Então, às vezes a turma quer falar comigo e, pô, parece que eu sou arrogante, que eu não falo com as pessoas, mas eu não tenho tempo mesmo.
É que eu chego no escritório, sei lá, nove e pouca da manhã. Saio do escritório umas oito e pouca, nove e pouca da noite. Cara, já estou muito tempo fora de casa. Então, assim, aonde que eu vou enfiar mais tempo para falar com alguém? Quer dizer que eu vou ficar menos tempo com a minha esposa. Então, prefiro não, prefiro ficar em casa. E agora, com o nascimento da Maria, minha filha nasce em agosto. Eu vou, com certeza, remodelar a minha agenda para estar em casa umas seis e meia para dar banho na minha filha.
Ou seja, cara, eu vou perder umas duas, três horas aí de trabalho por dia. Ou seja, eu vou ter que repriorizar essa agenda. Aí que eu não vou querer mesmo.
Falar com ninguém é o excesso que eu tenho que fazer. Eu ouvia muito de manhã, eu marcava essas coisas muito de manhã. Aí quando a Antônia nasceu, eu falei, cara, eu vou até mais tarde, eu prefiro de manhã estar com ela. Aí, cara, não dá. Tu tá com ela, tu não quer mexer no telefone, né? Aquela coisa louca aí. Aquele amor. Pô, meu filho nasceu em agosto. É mesmo? Primeiro de agosto. Primeiro de agosto. Que dia? Um de agosto. Antônia, dia 8. A Maria tá marcada pra 25 de agosto.
Todo mundo em agosto. Vamos fazer aniversário juntos. Faz pergunta. Eu tenho várias dúvidas, mas eu quero saber o que o pessoal está achando para a gente encaminhar o papo aqui. O que é aí, Klaus? A galera está gostando muito do papo e eu separei algumas perguntas. Não mente, Klaus. Fala real aí. Eles estão amando demais.
Demais o papo, não é gostoso. Amando demais. Manda, manda. Vamos lá. A pergunta da Helena. Se amanhã acabasse empresa, dinheiro, palco e reputação, quem de vocês sobraria?
Se amanhã acabasse emprego... Eu entendi o que ela perguntou. Eu não entendi nada. Se sumisse tudo, o que sobraria da gente? Eu acho que sobraria um cara engraçado que gosta de se relacionar para ter ideias e eu conseguiria transformar ideias em negócios de novo. Com certeza absoluta. É que, na real, é o seguinte. Muito erra aquele que define um empresário pelo que ele conquistou, entendeu? Na verdade, ele conquistou porque ele é aquilo. Então, antes dele ter, ele já era. Entendi.
É o conceito de ato e potência que a gente falou aqui. Uma pessoa não é o que ela tem. É o movimento que ela provoca para transformar aquela potência naquele ato. Então, cara, se sumisse tudo, daqui a cinco anos já tudo de novo. Porque a gente é isso. A gente não vai deixar de ser o que a gente é. Tem cara que ganha dinheiro com uma oportunidade. A gente é o cara que criou a oportunidade.
Então eu já ganhei dinheiro com e-commerce, já ganhei dinheiro com agência. E se mudar tudo, vai achar um jeito. Já fiz transporte, beleza, educação, software. É diferente do cara que está lá e abre uma indústria, tem um produto e agora esse produto é importado. Esse cara ganhou dinheiro por causa do produto que ele criou. É diferente do cara que se torna... Quando a gente anunciou vocês com o título, algumas pessoas... Obrigado.
Os caras estão falando que é difícil empreender, mas os caras estão ricos, os caras conseguiram empreender, então não é difícil. Apesar disso, que daria para estar muito mais. O meu ponto é o seguinte, imagina o seguinte, dinheiro hoje no Brasil custa 15%, Selic, custa muito mais. A taxa básica é 15%. Então, se uma empresa foda vai ao mercado hoje, ela vai pegar o dinheiro a CDI mais 2. Se eu bater no BTG hoje, ele me empresta a CDI mais 2. Isso é 17%. Nos Estados Unidos, eu consigo esse dinheiro a 5%, 6%.
Porra, como é que eu disputo? É que dá trabalho, não é difícil. Não, não, é difícil pra caralho. Não, mas... Mas, porra, acho que... E outra coisa, a rule of law no Brasil não funciona. Como é que traduz rule of law?
A lei funcionando de verdade. Tá, beleza. A lei no Brasil não funciona. Porque o que acontece? Vai dar a cabeça do juiz. Não, nem o passado é certo. Outro dia, um membro do STF, que eu não vou falar para não ser preso, simplesmente foi lá sem ninguém pedir, nenhuma das partes pedir, desenterrou uma decisão lá, mudou o entendimento da decisão e mudou completamente o mercado. Simplesmente porque ele quis.
Provavelmente porque tinha algum interesse, né? A toa que não foi, né? Ele não estava ali de bobo. Eu falei, você quer saber? Vamos mudar o passado aqui. Não foi assim, né? Mas simplesmente fez isso. Esse é o Brasil. Gera uma insegurança absurda. O Brasil é um jogo que tu está jogando futebol. E no meio do jogo. Aí tu, porra, entrou na área, virou basquete. Você está com a bola no pé, é falta. Aí você está jogando basquete, aí você entrou na área, vai arremessar. Você está na área pênalti, que agora é futebol.
Cara, eu não tenho problema em ser difícil, eu tenho problema de mudar a regra no meio do jogo. Porque isso me prejudica. Vou te dar um exemplo lá das empresas que sofreram com isso na pandemia. Na pandemia teve um entendimento que baixaram lá, do governo Bolsonaro, que era PES. Então, empresas de evento e turismo tinham um waiver ali de... Como é que é o waiver?
Um abono. Um abono de imposto de renda. Cara, isso significa que literalmente essas empresas pagavam 50% a menos de imposto. Então, quando você olha isso, você fala assim, cara, já que eu estou pagando 50% a menos de imposto...
porque essas empresas foram prejudicadas pela pandemia, deixa eu pegar esse dinheiro e deixa eu investir para crescer a companhia. Que é isso que o empreendedor faz. Muito se engana quem acha que o empreendedor pega um dinheiro que está sobrando e fica no gozo. Não, o cara investe para crescer. É isso que o nego faz. É o churro de vida. Então é o seguinte...
Aí você vai e provisiona ali no teu orçamento, investimento em gente, abrir loja, fazer as coisas ali, abrir casa de eventos e tal. E aí, do nada, elege o Lula, taxa de chegar lá, a primeira coisa que ele faz...
Caneta. Era para ir até 2027. Os caras canetaram quando? Não sei. 25. Ano passado. Não, foi no primeiro ano. Ano retrasado. Canetou para 25. É, para 25 cair. Então é o seguinte, você estava provisionado até 2027. Era lei, irmão. O nego vai lá e, bum, mudei o entendimento. E aí? E como é que eu faço a caixa de evento a mais que eu estou pagando, contando que eu ia ter dinheiro para pagar por que isso, porque você me deu o abono do imposto de renda? Então o Estado é inimigo do empreendedor.
Se o Estado só não atrapalhasse, estava bom, não precisa ajudar não, só não atrapalha. O problema é que ele atrapalha muito, o problema é que ele muda a regra do jogo, porque se não mudar a regra do jogo, a gente dá um jeito, o empreendedor brasileiro é muito bom, eu falo isso como propriedade porque eu já tive empresa em 35 países. Então assim, o brasileiro, ele é trabalhador, ele é criativo, ele é resolutivo.
Estados Unidos, por exemplo, brasileiro que tem empresa lá, os caras falam com a gente, falam, o americano dá 6 horas, acho que é a caneta. Quem fica trabalhando aqui é brasileiro.
Então assim, brasileiro trabalha pra caramba. Essa fama nossa aí de que a gente é vagabundo. No varejo hoje tem brasileiro em todas as posições de liderança. Qualcomm? O global da Qualcomm é brasileiro. As maiores empresas hoje do varejo americano tem brasileiro em Vucilédo. O brasileiro é muito bom. O brasileiro é muito bom, cara. Que é a mistura de qualidade com esforço.
E criatividade. A gente é resolutivo. E trabalhador. Só que a gente tem um Estado perdulário, oligárquico, que a definição de oligarquia, quem criou esse termo é o próprio Aristóteles. Ele chama de um governo de poucos para poucos.
Essas pessoas só miram dinheiro e poder. E isso faz com que o Estado como um todo prejudique a produtividade, prejudique o emprego. É isso que eu falei, pô. Tem uma maior oportunidade da história aqui. O governo Lula vai lá e enfia 25% de imposto para instalar a Deira Center no Brasil. Era para ele fazer o contrário. Era para ele falar, cara, não precisa pagar imposto por cinco anos.
Bota a telecentra aqui. Mas aí o nego fala, nossa, como é burro. E dá uma contrapatida, como você falou. É, claro. Como é burro, não é burro não. Muito inteligente. Isso aí é proposital. Porque é o seguinte, se ele não fizer isso, vai chover dinheiro no Brasil, vai baixar o juro, vai ter gente gerando emprego, empreendendo. E aí, o que vai acontecer? Esse cara sai da miséria, sai do Bolsa Família e acabou a esquerda.
E a demonização de empresário é real ou é só uma coisa que o pessoal está na cabeça de algum? Você acha que é demonizado ou você não sente isso na rua? Cara, quando eu quero checar as coisas, porque eu sou um cara muito data-driven, meu negócio é olhar dado. Então quando eu quero checar as coisas para saber o que é verdade, o que é percepção...
Eu faço pesquisas. E aí, como é que faz uma pesquisa disso? Vamos lá. Abre uma página da UOL lá, algum comentário falando sobre alguém que é bem-sucedido. Tá. Vamos ver quais são os comentários do post. Se são mais negativos ou positivos. Você faz isso nos Estados Unidos, 70% dos comentários são positivos. Eles admiram o rico, o cara que conquistou riqueza. Good for you. O cara senta na mesa contigo em 15 minutos, ele pergunta, how much do you worth there, cara? É.
Quanto você tem de grana, irmão? Aí você fala, pô, meu irmão, tenho 100 milhões de dólares de patrimônio. Good for you, man. How did you do it? Sabe? Então, tipo assim, nego tem... Pô, que legal que você é rico. Parabéns, irmão. Como é que você fez isso? Eu quero aprender contigo. Aqui no Brasil, você entra num portal desse, quando sai qualquer empresário bem-sucedido, e aí o cara é, meu irmão...
Ah, mas deve ter esquema, que merda, e aquilo lá, explorador. Então tem ali uma mentalidade que foi injetada na cabeça do brasileiro médio, infelizmente, para odiar o vencedor. O Brasil tem um hábito compulsório de destruir os seus heróis.
Cara, a gente tem tanto herói no Brasil. André Rebouças, o primeiro engenheiro negro da história do Brasil, formado pelo IME, que era raríssimo, consultor do Império Brasileiro, um grande confidente, Dom Pedro II, o homem mais culto desse país.
A gente ganhou a Guerra do Paraguai, que foi uma guerra importante para o Brasil, uma das mais importantes da história da nossa nação. A gente ganhou a Guerra do Paraguai por causa de um torpedo desenvolvido por esse cara. Construiu toda a infraestrutura do Brasil moderno, para a gente ser o que a gente é hoje. Construiu pontes, construiu túneis. André Rebouça, já ouviu falar do André Rebouça antes de mim? Sim, sim.
O Paulo, que ele sempre fala dele. Incrível. Agora, se a gente fizesse uma pesquisa aí, quantos por cento dos brasileiros você acha que sabe quem é André Rebouço? Não. Acho que nem um por cento, né? E aí, quando a gente fala de Barão de Mauá, né? O que a gente aprende de Barão de Mauá na escola? Quando aprende, não era um cara ganancioso. Não, o cara Barão de Mauá era, na verdade, o Elon Musk. O cara trouxe o telégrafo para o Brasil. Ele construiu o primeiro porto do Brasil. O Brasil teve... O Brasil teve...
um dos portos que mais construiu embarcação na história naquela época ali, no século XIX, por causa do trabalho de Barão de Moá, primeiro banco privado do Brasil, primeira ferrovia do Brasil. Esse cara é um grande inovador, né? O que a história faz com ele? Ah, esse cara é um...
um qualquer empresário ganancioso e tal, o cara lutou contra o fim da escravidão ninguém fala disso, Princesa Isabel entregou o império e aceitou o golpe da república, aconteceu em 15 de novembro de 1889 por abolir a escravidão, ela e Dom Pedro II a família real achava injusta a escravidão no Brasil eles aboliam a escravidão mas é demonizado então, todo mundo concorda mas isso vem da onde? vem da cultura do povo? vem da imprensa? vem da esquerda vem da esquerda
Porque você precisa demonizar os virtuosos para fazer com que o vício pareça virtude. Isso é método, né? É método soviético isso. Então você precisa... Não vem um pouco também da carga católica, do pecado, de acumular riqueza?
Nem um pouco. Eu já ouviu essa teoria que os protestantes têm uma visão diferente do catolicismo e o catolicismo tem a culpa do dinheiro e o protestante não. Isso é uma visão completamente errônea. Mas você já ouviu essa visão? Já ouvi, mas está errado. Eles ouvem alguém que falou essa merda e saiu repetindo, entendeu? Não tem nada a ver com isso, cara. Você tem, por exemplo, uma visão católica da vida é uma visão de vocação.
vocação, o São Tomás de Aquino fala que Deus criou as almas e nos criou, é como se fôssemos peças de um quebra-cabeça. E cada um tem uma vocação, cada um tem um encaixe. Então eu tenho uma vocação nesse mundo, você tem a sua, ele tem a dele, ele tem a dele. Quando a gente se encaixa no nosso lugar de potência, a gente consegue produzir algo maior. Então que o caminho da santificação
Pode acontecer no seu trabalho. Você pode buscar ser santo exercendo a tua vocação. É uma grande mentira que a igreja católica condena à riqueza. Nunca condenou. Ela condena, sim, o amor pelo material, ao dinheiro. Porque isso é vicioso.
Isso não é virtuoso. Eu não amo dinheiro. Eu, na verdade, estou cagando para dinheiro e para coisa. Tenho zero apego a nada. Se quiser meu relógio emprestado, eu te empresto. Eu sou conhecido por isso. Eu estou cagando para coisa. Eu uso dinheiro. Eu não amo dinheiro. Eu amo as pessoas. E amo a minha vocação. Amo aquilo que eu faço. Essa é a visão católica das coisas. Agora, pô, você ganhar dinheiro, que bom. Use isso para o bem.
Use isso para exercer a tua vocação, para ajudar as pessoas, para gerar mais empregos. Não tem problema nenhum. Agora, no imaginário popular contemporâneo, quando você pega as novelas da Globo, quem que é o vilão? É sempre o empresário. Malvadão. Por quê? Porque esse é um plano soviético para você transformar virtude em vício e vice-versa. Vícios em virtudes.
Então hoje, a mulher empoderada é a mulher que está pregando, transar com todo mundo, todo dia, sem compromisso, viver uma vida de hedonismo puro, de viva a tua vida, faça o que você quiser. Esse é o caminho mais curto para o inferno.
É você ser refém das suas vontades, ser escravo das suas vontades. A felicidade, a eudaimônia, na verdade, é a busca pela santificação. Ou seja, a busca por ser uma pessoa melhor, por ser uma versão melhor do que eu sou. E isso invariavelmente passa por negar as minhas vontades. Então a vontade que eu tento comer essa porra desse pote inteiro aqui, que eu sou apaixonado com essa merda. Por que eu estou tirando esse pé de mim? Porque, cara, não é virtuoso. O diretor não pegou a jujuba, né?
Pega de novo o pote. Eu empurrei pro Nardom. É, tá aí, tá aí. Era a câmera de cima, era a câmera de cima. Agora, tira aí. Isso nos faz feliz. Então, você negar as suas vontades e fazer aquilo que é mais virtuoso, você fica orgulhoso de você mesmo. Então, pô, sei lá, mano. Eu, pelo menos, não acordo 5h30 da manhã querendo ir treinar, mas eu vou.
Por que eu vou? Porque eu tenho um compromisso comigo mesmo. E aí, sete e meia da manhã, eu estou felizasso que eu fiz essa escolha, entendeu? E se eu não fizer, na hora eu vou ficar feliz, que eu não fui, vou dormir mais. Quando eu acordar, eu vou estar puto comigo mesmo, que eu deixei de fazer. Então, eu vejo que exatamente por ter essa inversão de valores, a sociedade olha para um herói, que é o gerador de emprego, que é o empreendedor, e trata ele como um vilão.
O que é muito injusto, porque empreendedores como você é, você deixou de fazer muitas coisas na sua vida para estar onde você está. Todos nós aqui deixamos de fazer muitas coisas na nossa vida para estar onde estamos. Todos nós tomamos riscos desproporcionais para estar onde estamos. Então quando você vê um vencedor, você vê uma história de um homem e de uma mulher que tomou risco, que abdicou de estar com a família, que abdicou de ter coisas materiais que ele gostaria de ter tido antes para poder investir na companhia.
que sentiu medo, que se frustrou, mas que não desistiu. E com isso ele está entregando valor para a sociedade e gerando emprego. Esse cara é um herói, ele deveria ser tratado como um herói. E no G4 a gente trata ele como um herói. Fala, Cláudio, eu preciso ir ao banheiro, manda uma pergunta enquanto isso.
O Carlão Eds mandou aqui, o que vocês diriam para quem está ouvindo esse episódio cansado, endividado e se sentindo um fracasso por ainda não ter dado certo? Esse conselho é com o Alfredo. E aí, Bruno? Ele é um grande conselheiro. E aí? O que você diria, Alfredo?
Tirar do zero pro mundo. Eu já falei, já. Cara, eu acho que a primeira coisa, pra quem tá nessa situação, eu já tive nessa situação, com 23 anos de idade, eu acho que a primeira coisa é colocar os seus pensamentos num papel, pra você ter clareza e organização da tua situação. Acho que você precisa entender aonde você tá, e depois disso, aquele velho ditado, né?
Devo, não nego, pago quando puder. Depois disso, você criar um plano onde você não tem que tentar se salvar. Você precisa tentar evoluir degrau a degrau até você conseguir resolver o problema. No final do dia...
não importa em que patamar é a tua empresa, é o teu negócio, teu emprego, você vai ter problema. O segredo, muitas vezes, não é você resolver o problema, é você administrar o problema. Então, eu diria isso. Eu diria, cara, para de tentar achar uma solução para resolver o teu problema e começa a administrar ele. E a administração de qualquer coisa começa com visibilidade, com clareza daquilo ali. E aí é natural, né? Essa pessoa, ela vai ser muito difícil ela conseguir motivação.
E aí, para isso, você vai precisar exercer a disciplina. E simplificar as coisas torna tudo muito mais fácil. Então, basicamente, vou tentar dar um exemplo. Cara, você está com dificuldade de ir para a academia fazer um treino de uma hora. Cara, começa fazendo um treino de 10 minutos, de 20 minutos. Começa caminhando. Aí depois você vai começando a pegar mais confiança. E aí depois você vai evoluindo, vai evoluindo, vai evoluindo. Diminua as etapas...
rumo à evolução naquilo que você precisa. Porque o cara que está nessa situação, ele vai acreditar que dá para ele se motivar e não dá para se motivar. Então você não vai conseguir sair de onde você está esperando estar motivado, estar alegre, estar feliz. Então, meu irmão, vai na disciplina, começa de cara fechada, vai evoluindo, vai dando a cara para o problema, vai colocando o problema na ponta do lápis.
que você vai conseguir lidar com ele de forma muito mais fácil. Foi assim que eu fiz, quando mais ou menos aos 24 anos eu fiquei devendo 300 mil reais, tinha vergonha de falar para o meu pai, estava completamente perdido. O que eu fiz? Eu peguei a empresa, desaluguei a sala, dei três passos para trás e comecei a fazer design in-house. Eu passava um dia dentro da empresa, cobrava 2 mil reais por mês, passava o dia inteiro na empresa. Com toda a sua demanda de designer, eu faço tudo em um dia.
Então eu regredi. Para isso, para sair dessa etapa, você vai ter que vencer o seu ego. Muitas vezes que é o mais difícil e normalmente é o que afunda as pessoas. Porque elas mantêm o problema por causa do ego, com medo de mostrar fracasso para as pessoas. Nessa vida do empreendedor, o fracasso é o momento de mau aprendizado. Você aprende quando você fracassa e você não repete. Você faz diferente. Você aprende mais com fracasso ou com acerto?
Você aprende mais com o erro. Não quer dizer que é fracasso. É fracasso, é. Acho que o erro acaba te dando mais repertório do que o acerto. Mas sem sombra de dúvidas, o que faz você crescer...
É o... Fazendo analogias, né? Mas é tipo o futebol. Não adianta você ter uma vitória de 7x0. Você tem que... Se você ganhar 10 jogos de 1x0, é melhor do que você ganhar um jogo de 10x0. Se você malhar durante todos os dias da semana, 30 minutos, é melhor do que você malhar um dia, 4 horas. Ou seja, a consistência é a mais importante que a intensidade. É o empilhamento de sucesso. Então, o cara que está endividado, que está ferrado, ele não tem que tentar resolver a dívida dele.
Ele tem que diminuir a dívida dele. Então, o primeiro passo, na minha época, o primeiro passo que eu tomei para sair dessa situação foi, por exemplo, conseguir criar recurso para pagar os juros, para sair dos juros. Então, cara, como é que eu pago os juros da minha dívida? Porque quando você paga os juros da tua dívida, a tua dívida para de crescer. Você estabiliza ela.
Aí você ganha fôlego e chance de conseguir reduzir ela. E aí você vai em direção a isso, entendeu? E não tem jeito, porque se você tiver... Para você se tornar relevante, grande, você tem que aumentar o seu risco. Que é o que a gente faz toda semana, todo dia, todo mês, todo ano. Eu brinco que o G4 é uma composição da nossa capacidade.
com o nosso potencial e captada de ambição que o TG e a gente ali no final do dia embarca normalmente junto pela visão dele ali que ele é um cara muito mais ambicioso que a gente. Então, na hora de fazer isso, o sentimento lá da ponta nossa, quando ele fala assim, 750, e a gente está vendo 650, fala, caralho, 100... É o mesmo do cara lá atrás. A sensação é a mesma. Como, mano? Só que aqui você tem motivação. Aqui você não tem motivação.
Por isso que aqui é muito mais difícil que aqui do outro lado. Entendi. Fala, Santa. Ana Paula mandou uma para o Tales. Polêmica essa, hein? Tales, você ainda concorda com a frase Deus me livre de mulher CEO? Você esperava ter a repercussão que teve? Com certeza eu concordo. Você acha que eu quero ser casado com uma mulher que trabalha igual eu? Estou fora, meu irmão.
Esse corte viralizou muito. É que, na verdade, as pessoas, de novo, vem da técnica soviética da esquerda. Eu sou um cara que incomoda a esquerda, porque eu tenho muita audiência. Meu Instagram bate 214 milhões de visualizações sozinho por mês. Então eu falo com gente muito formadora de opinião. Os caras mais poderosos do Brasil me seguem. Eu machuco muito a esquerda quando eu faço alguns trabalhos de opiniões, dessas coisas que eu faço.
Então, os caras ficam esperando alguma coisa para me atacar. E ali eu abri um flanco.
Por quê? Porque a pergunta foi, se a sua mulher fosse CEO de uma empresa grande, vocês estariam juntos? Aí a minha resposta foi, Deus me livre, mulher CEO. Faltou um pronome pessoal ali, minha, para facilitar e dificultar dos caras tirarem de contexto. Porque eles transformaram uma opinião pessoal de quem eu quero me relacionar com... Como uma regra. Uma regra que eu falei, a mulher não pode trabalhar.
Eu nunca falei isso. Na verdade, você pode fazer o que você quiser com a tua vida. Se você não quiser casar comigo, está tudo bem. Agora, a mulher que eu escolhi me casar é uma mulher que tem vocação para ser mãe. Que eu acho um trabalho muito superior ao meu, que é ser CEO de uma companhia, entendeu? Com certeza. Porque, assim, ser CEO de companhia, tem um monte de gente que pode ser. E ser uma boa mãe? Criar um ser humano funcional? É a coisa mais difícil do mundo, né? É a mais difícil do mundo. Também acho.
e mais bela. Porque a mulher abdicar da sua carreira pra dedicar a sua família aos seus filhos, pra mim não há nada mais belo do que isso. Então quando eu vejo aí uma geração de homem frouxo, que tá mais preocupado em tomar cerveja no bar com amigo, jogar futebol, jogar sinuca do que prover pra sua família, e aí esse cara quer lá rachar conta com a mulher dele, porque ele não quer mesmo. Arruma um segundo emprego, meu irmão. Se vira, porra.
Deixa tua mulher dedicar aquilo que de fato Deus quer dela, que é construir uma família funcional. Essa é a minha opinião. Se alguém discorda, o problema é deles. Só não querer casar comigo, tá tudo bem.
E foi essa questão, né? Tudo terminaria no ponto que, pô, é para a minha família. Você não quer se meter o jeito que eu quero ter a minha família. Mas a internet é isso, né? A internet o cara vê você postando uma conquista e normalmente ele fala, pô, deveria pagar mais imposto. Ele nunca pensa que você já paga mais imposto. Exato. Porque quanto mais você fatura, o imposto é percentual. Então você já paga mais. Exato. Então, tipo assim, a internet é burra às vezes. É, você...
Fazer uma homenagem para o seu pai e falar, e quem não tem pai? Você pensou em quem não tem pai? Não, você falou do meu pai. Outro dia eu postei uma cena que eu vi na câmera, da minha esposa orando com a minha filha, porque minha filha teve um negócio na introdução alimentária, e, pô, ela orou pedindo, e, cara, dois dias depois, a parada aconteceu natural e tal, porra, legal. E aí eu, pô, estava vendo ela na câmera, que eu fico muitas vezes trabalhando, e aí, pô, eu fico olhando na câmera o que elas estão fazendo e tal.
E aí eu vi a cena muito bonita dela rezando com o Antônio e eu falei assim, cara, vou compartilhar, porque a gente não inspira, não influencia as pessoas com coisas que patrocinam. Pô, vou postar isso aqui que eu acho muito legal. E aí quando você vai no comentário, você fala assim, mano... É tudo, né? Tem que postar a reza para engajar. Você fala assim...
Porra, meu irmão. Mas é a mesma coisa aqui, cara. Porra. Ai, cara. Mas repara, você se é pessoa é ruim porque... Sabe qual é o pior, Vilha? Qual é o pior? Eu não mandei um e-mail marketing pra essa pessoa me assistir. Eu não pedi pra ela me seguir. Eu muito menos falei, comente aqui embaixo. E provavelmente ela nem é a nossa CP. Porra.
O que ela vai entrar na porra do post e fazer um comentário idiota? Mas é bom que engaja. É. É, mas... Ela vai, também responde. Ela sem saber, ela tá servindo ao propósito. É, mas é o que o Vila tá falando. É muita loucura. Eu vou botar uma regra, hein? Só perdedor...
Joga hate na internet. Você nunca vai ver um vencedor. Também acho, concordo. Você nunca vai ver um vencedor comentando mal. O cara nem tem tempo de... Só perdedor faz isso. Porque a vida do perdedor é esse. É o ciclo do perdedor. A vida dele é uma merda. Ele projeta a vida merda dele nos outros. Aí ele entra no comentário e destila a frustração dele. Tem uma regra na psicologia que fala que quando Pedro fala de Paulo, diz mais sobre Pedro do que Paulo. Mas é.
Quando eu trago um convidado aqui e as pessoas não sabem como funciona esse podcast, talvez os outros não assim, mas só pode ter recebido dinheiro para trazer essa pessoa. Porque ela está colocando ela, ela na posição. Exato. Ela falar, pô, eu receberia dinheiro. Aí, porra.
Ela não é capaz de pensar que é uma ética você não receber dinheiro para trazer um convidado. É porque realmente você acha que aquele convidado vai acrescentar alguma coisa. Então ela se coloca na posição de, ah, eu receberia dinheiro porque minha moral é... Então é isso, ela diz mais sobre ela sem querer. Ela sem querer está dando uma dica. Mas isso é importante para quem está passando por esse problema. E eu me compadeço por isso porque eu já estive na merda, eu morava numa favela antes de ser rico. E eu sei exatamente o que a gente pensa nesse momento.
Eu nunca pensei assim, tá? É por isso que eu tô onde eu tô. Mas eu já fui tentado a pensar assim. Então a gente sempre vai pra um lugar do vitimismo. Do quê? Você falou da inveja? Da inveja, do vitimismo. E achar culpado. Pô, não vai dar, é muita diferença, o Brasil é injusto. Beleza, irmão. É injusto pra todo mundo. O que você vai fazer de diferente aí? Então, enquanto o cara... O negócio do dinheiro é o seguinte, o dinheiro amolece, tá?
O dinheiro amolece. Porque você vai ganhando dinheiro, daqui a pouco, sexta-feira, você está indo para a sua casa em Boa Vista. É aquele papo. Você já não quer ralar mais. O papo do filho do Cristiano Ronaldo, que fala, ele vai ser que nem você. Ele não tem fome. Ele não tem a mesma fome. Esse que é o negócio. É difícil, cara. O dinheiro amolece. Então, assim, você vai amolecendo.
Chega um empreendedor com sangue no zólio que quer construir, ele te passa. Essa é a história do mercado. As startups são o que, se não? Gente com fome que ultrapassa o imprimente que outrora era impossível perder. Então, quantas companhias valiam bilhões e pode virar no zero? E aí, como manter essa fome?
depois que você conquista várias... Cara, acho que isso é a principal coisa que o G4 entrega para o empresário. Que a maioria dos empresários reportam para a gente que eles entram no G4 depois de 3, 4 dias de programa presencial com um repertório. Eles renovam a ambição. Por quê? Porque ele consegue enxergar o negócio dele 5, 10 vezes maior. Ele consegue enxergar um novo negócio dentro do negócio dele.
E eu acho que o que a gente faz o tempo inteiro, e aí é muito bom a sociedade em si entre a gente, é exatamente essa renovação de ambição, essa provocação. E aí, cara, é assim, sem buchitagem, é tudo.
desde, pô, eu comecei a ter uma casa de campo, aí o Nardom começou, eu comecei a apelhar o Nardom, aí o Nardom já pegou, aí ele mandou, cara, puta, por que que eu não fiz isso antes? Então, um aqui, o outro, vai, tipo, aumentando a barra, o Thales sempre puxou a barra com experiência de viagem. Meu irmão, vê a viagem dele, fala assim, cara, pô, eu preciso melhor, viajar com mais experiência mesmo, preciso...
Então, o ambiente, ambição, é muito difícil ensinar. Ambição é um negócio que... É que ambição tem uma carga muito negativa aqui. As pessoas veem como uma coisa... Mas é porque elas estão confundindo. Porque ambição não tem nada a ver com ganância. Ganância, exato. Então, nem vamos entrar nesse mérito. Quando você está do lado de pessoas ambiciosas, você sente ambição.
Então eu acredito muito nisso. Porque tem a ver com paixão, né, cara? Paixão é uma coisa contagiante. Ambição é virtude, tá? Então é através de pessoas ambiciosas que existe tela, computador, energia elétrica, tudo. Se não tivesse ambição não existia isso. É a parábola dos talentos, né? A ambição é a fome por construir e por conquistar. A ganância é a virtude.
É o lado negro, é a coisa do esquerdista. É o vício. É o vício. É isso aí. Então a ganância é passar por cima de todos, de tudo para conseguir o que eu quero. É o Banco Master, é os escândalos da Aldebrecht, da JIS, essa galera toda, que é a galera do mal, que passa por cima das pessoas que se envolvem com corrupção, que está ali bancando político vagabundo. Os injustificam os meios.
Isso aí é ganância, a ambição é outra. Então eu acho que... É muito louco, irmão. O que tem na nossa sociedade aqui é uma complementação, tá ligado? É muito louco isso que a gente vê os nossos alunos, isso é acontecendo na verdade, o cara entra lá e aí o cara começa a conversar sobre um vinho, aí o cara começa a gostar de vinho, aí ele aumenta o repertório daquilo, só que num dia desse que ele tá tomando vinho, ele conhece um cara que fecha um contrato grande e aí a empresa dele muda de patamar porque ele, cara...
gostou de vinho, que tá tomando vinho, aquilo botou ele em outro ambiente, outro ambiente botou ele em outras ideias, as outras ideias abriram o horizonte dele e falou, cara, eu tô com 55, fazer 56. Eu pensei que você tinha 40.
Ele tá querendo vinho e não pode querer sozinho. Nada, pô. Não, mas eu vou falar isso, cara. Você acabou de ter o primeiro filho? É, quero ter mais filhos e tal. Era pra eu estar mais tranquilo, concorda? Não preciso estar nessa que eu tô hoje. Mas, cara, eu não consigo. Simplesmente eu não consigo. A gente tava numa mesa lá...
Aí o cara falou, se eu comprar isso daí, vamos pra França? A gente faz uma entrevista lá. Eu falei, vamos, cara, eu nem pensei. Se eu pensasse, eu não ia. Eu ia falar não, concorda? Pra que que eu vou pra lá? Falei, meu, vamos. O Lincoln me chamou pra ir pra China. Falei, porra, vai dar um puta trabalho, vou ter que gravar. Falei, cara...
Vamos, vamos ver qual que é. Então assim, você se expor a algumas coisas, independente da idade, é isso que você falou, eu vou entender de vinho agora, eu quero aprender a tocar bateria, eu quero ler não sei quantos livros por mês. Quando minha filha nasceu, eu acho que todo mundo já passou pelo nascimento da primeira filha, você passou agora também, então você sabe. Muda muita coisa, você começa a recelificar muita coisa, refletir, pensar, e foi muito legal, porque uma das coisas que eu pensei foi, cara, e agora?
As coisas têm um peso muito maior, cara. O tempo, tudo, tem um valor. E, pô, tu vê lá, pô, tem reputação, tem a grana, tem a empresa, pô, que legal. E aí eu comecei a ir a podcast e falei, pô, e agora? Qual é teu sonho? Qual é tua parada? Eu fico, cara...
hoje a minha esposa, meu pai, minha mãe, eles já foram impactados pela minha reputação, por alguma ideia, alguma coisa que eu falei que mudou a vida de alguém, que o cara mudou a empresa de patamar. Já estive no Rio de Janeiro sentado no restaurante e um cara veio com a filha no colo e falou assim, cara, só queria agradecer que a tua live que você fez na pandemia, que eu fiz 300 lives na pandemia.
Pô, manteve a minha empresa viva porque eu mudei o meu negócio por causa de uma live tua. Cara, olha que loucura. Sacou ele com a criança no colo falando pro filho, falando, pô, o tio fez a live que salvou a empresa do papai, não sei o que lá, era uma criança de uns 4 anos ali e tal. Então, pô, na hora quando minha filha nasceu, eu falei assim, cara, eu quero que o Antônio um dia seja impactada por isso. Cara, minha filha tem 8 meses, ou seja, são pelo menos aí 12, 13, 15 anos que eu preciso me manter escrevendo livro, produzindo conteúdo, sendo relevante, construindo negócio.
para ter a chance de um dia alguém parar a minha filha e falar assim, cara, o teu pai fez uma diferença na minha vida, na minha empresa. Então assim, cara, eu renovei minha missão por 15 anos, entendeu? Pois é, pois é. Essa é a verdade, porque isso não é dinheiro, não é a coisa. Mas esse fato, porque eu quero, porque eu acho importante. É um negócio que eu valorizo.
Isso me leva ao ponto aqui que eu ia complementar, né? Quer dizer que é o seguinte, se você está trabalhando por grana, ganhar dinheiro é muito fácil, mano. Essa que é a verdade. Ganhar dinheiro pra caralho é difícil. A pouco dinheiro é muito fácil. Essa que é a verdade. Pra quem não tem preguiça, né? Não, e porque a barra é muito baixa, cara. A barra é muito baixa.
E eu estou vendo que cada vez vai ficar mais baixa ainda. Ainda mais com o AI, que a gente pode entrar nesse assunto aqui, que tem mais duas horas para falar se você quiser desenvolver nesse tema. Mas o ponto é o seguinte, 82% da população adulta brasileira é analfabeta funcional. Quer dizer que ela ouve o que a gente está falando e que ela não está entendendo. Ela entende outra coisa. Ela leu um texto e não consegue fazer uma redação desse texto.
Então, a barra é muito baixa, é muito fácil ganhar dinheiro. O difícil é ganhar para caralho.
um dinheirinho ali, fazer 5, 10 milhões no ano, é muito fácil. Essa que é a verdade. Com vibe coding, hoje inclusive, se o cara tem uma noção de negócio, de marketing ali, ainda mais fácil. Então, a verdade é, se você coloca um objetivo na tua vida, um número, uma grana, um bem material, cara, primeiro que isso é muito...
Pouco. Sabe? A vida é tão mais, né? A vida é tão... E aí você atinge isso. E aí o que acontece com a tua vida? Exato. Aí, porra, perdeu o sentido, né? Então, cara, a verdade é que as pessoas que estão jogando esse jogo, que nós aqui dessa mesa estamos jogando, a gente não tá mirando grana, não tá mirando... Porque já foi há muito tempo. A gente tá mirando o seguinte, cara, qual é o legado
que eu vou deixar para a humanidade? Qual o legado que eu vou deixar para o meu país? Ele acabou de falar, eu tenho mais 15 anos de ambição fácil porque eu quero continuar relevante a ponto de fazer a diferença na vida do Brasil para as pessoas me reconhecerem na frente da minha filha. Essencialmente, isso é um input cujo output é ele fazer a diferença na vida do Brasil. Então, eu acho isso muito grandioso. Acho isso muito importante. E qual é a tua motivação hoje em dia?
Minha motivação é a mesma do Alfredo, de formas diferentes. Então, cara, eu realmente acredito no potencial do Brasil. Acho que o Brasil é um diamante não lapidado. E eu acredito que através do meu trabalho a gente pode construir um Brasil diferente, um Brasil protagonista. E para isso a gente tem que fazer algumas mudanças infraestruturais no Brasil. Que na medida que eu vou conquistando o que eu estou conquistando, eu vou tendo mais poder de, no back office ali, fazer as mudanças que eu já tenho feito.
Em algum momento elas vão surtir efeito. E talvez daqui a 30 anos eu possa falar sobre isso.
Não preciso falar sobre isso, não estou fazendo por ego, estou fazendo por legado, estou fazendo pelos meus netos. Só que esse trabalho começa agora. Então tem alguns anos já que eu faço esse trabalho, que eu invisto dinheiro, tempo, que eu coloco uma coragem, que se tiver cinco pessoas no Brasil que tem esse nível de coragem, são muitas, para poder fazer o que eu faço aqui. Pelo Brasil. Um dia as pessoas vão saber. Não precisa que ninguém fique sabendo. Política nunca.
Eu vou... Depende, se eu pudesse o Bukele, eu estou dentro. Agora, enquanto for uma república, não tem como dar certo, porque a república democrática, o efeito colateral da república democrática é sempre eleger os piores, os viciosos. Porque numa democracia, só a mentira satisfaz. A verdade não elege a democracia. O Sócrates dizia...
Porque numa democracia, imagina que você tem um vendedor de doces e um médico. E existe ali uma eleição para ver quem que vai gerenciar a cidade. O vendedor de doces sempre vai ganhar do médico. Por quê? Porque o médico vai falar assim, dorme cedo, não come doce, se alimenta bem, treina duro, a vida é difícil. O vendedor de doces vai falar, come doce, a vida é agora, picanha é para todo mundo, vamos embora, picanha e cervejinha. É isso que elege na democracia, é a mentira.
É um vício. O homem virtuoso que eu sou, ele não topa falar mentira. Ele não topa enganar as pessoas. Ele não topa fazer acordinhos. Ele não topa chegar lá devendo favor. E esse é o grande problema da república. Porque quando você tem uma república e você tem uma eleição direta cujo meu voto vale o mesmo tanto que o dele, que qualquer pessoa aqui...
É um problema, porque só a mentira satisfaz. E esse cara, para chegar lá, ele fala muita mentira e faz acordos, acordos esses que custam muito caro. Então, quando o cara acende a cadeira do poder, ele chegou lá devendo um monte, para um monte de gente. Então, por mais que ele queira fazer o bem, muitas vezes ele não consegue. Porque ele está devendo fazer o mal.
Então, não tem como. A diferença disso para o império, para a monarquia, que é o que a gente tinha aqui no Brasil, por exemplo, você tinha o imperador, tinha o Dom Pedro II, ele era um homem extremamente culto, falava 12, 13 línguas, respeitado globalmente, e ele era o poder moderador. Então, você vê, no Brasil a gente tinha dois partidos aqui, a gente tinha o Partido Conservador e o Partido Liberal, que de liberal não tinha nada, eram os esquerdistas, os progressistas. E em um determinado momento lá...
votou-se pela lei do ventre livre. E aí, como sempre, a esquerda está do lado do mal, né? A esquerda foi contra, o liberal, né? Foi contra a lei do ventre livre, que era, basicamente, fazer com que os filhos dos escravos não nasçam escravos. O Partido Liberal foi contra isso. Votou contra isso. Então, pô, o Dom Pedro II tinha que chamar...
O Partido Liberal falava, gente, não faz sentido você ser contra isso, é importante, as pessoas não podem nascer escravas, não sei o que lá e tal. Ele era o poder moderador, então ele não tomava partido, ele tentava criar um equilíbrio entre os poderes e trazer a razoabilidade. Agora, como ele era da família imperial, ou seja, o Brasil é da família dele, o verde e a amarelo das nossas bandeiras não tem nada a ver com mato e ouro, isso é mentira.
O verde, na verdade, é da casa de Bragança e o amarelo dos Habsburgos, que é a origem do Dom Pedro II.
Logo ele falava assim, olha, isso aqui tem que estar aqui por mais 100 anos. Então, se a gente não equilibrar, se a gente ficar se batendo aqui, a gente não vai tomar as melhores decisões do Brasil. Vamos tomar as melhores decisões do Brasil. Então, quando você tem um poder moderador, essas coisas funcionam. Uma república não tem como funcionar. Sempre as piores ideias vão ganhar. Então, para isso eu não topo. E vocês? Política. Não?
Cara, eu sou muito grato ao Sebrae. O Sebrae foi muito importante na virada da minha vida. De um empreendedor local para um empreendedor nacional. Através da feira do empreendedor do Sebrae do Rio de Janeiro que eu vi que dava para fazer um negócio...
para fora da minha cidade. Eu sempre, até lá, eu era um negócio de bairro. Então, eu tenho uma vontade ali de, em algum momento, mas é muito do que o Tales falou, no final do dia não adianta a sua vontade, porque não adianta você estar no lugar e não ter os recursos e a liberdade para poder fazer as mudanças. E aí você vai ficar mais frustrado. E quando eu olho para todo mundo que entrou na política, sem exceção...
claramente existe o envelhecimento da pessoa muito rápido. A pessoa fica quatro anos na política e parece que ela envelhece dez anos de vida. Ou seja, é como ir para o espaço. Parece que o ambiente da política te corrói como ser humano, como pessoa. Saúde, tempo e tal. Então, cara, eu acho que o problema não é a vontade de mudar algo numa ferramenta nacional como a política. O problema é o como. É tipo, vai mudar? Não vai poder mudar. Então, porra, eu amo viver.
Então, cara, no final do dia eu não consigo imaginar hoje uma janela, um formato que faça sentido. Eu consigo hoje, acho que hoje a gente conseguiu construir uma máquina de 600 milhões de visualizações por mês, crescendo, que tem poder de ter um impacto maior do que o Sebrae no Brasil.
O G4 hoje está num caminho de marca, de canal de distribuição, de solução, de tecnologia, para gerar um impacto maior do que um Sebrae no Brasil. Porque no final o poder público só escala a solução. Ele é o maior canal de distribuição que exige. Já ouviu isso de pessoas importantes que não tem como fazer algo nacional que mude a sociedade sem apoio do governo. Só que é isso, a gente é louco. A gente acredita que dá. E a gente está...
construindo degrau a degrau pra conseguir. Hoje a gente tá no Ceará, no meio do Maduna, e já param a gente pra falar de G4. Cara do bugre. Empreendedor do bugre. Dá pra chegar, irmão. Só leva mais tempo. Mas, graças a Deus, a gente começou novo, então tem fome e tempo pra fazer. Mas essa é a nossa parada. Cara, a gente quer fazer um Brasil empreendedor virar o Brasil do gestor. O que significa isso num exemplo que eu acho que é legal pra galera entender assim muito?
A maioria dos empresários, eles pensam assim, eu quero faturar 100 milhões. E ele coloca aquilo, e aquilo vira um sonho. O nosso empresário, a gente ensina ele que as condições de quando ele chegar no milhão precisam ser definidas agora. Então, vou te dar um exemplo mais fácil da galera entender. Eu quero viver 100 anos. Você quer viver 100 anos? Eu gostaria. Bem, né? Bem.
Mas eu quero viver 100 anos dirigindo. Puta, então eu preciso poupar minha vista agora, porque senão eu não vou dirigir. Eu quero viver 100 anos. Andando, então tem que malhar a perna agora. Eu quero viver 100 anos e eu me vejo num gramado cheio de criança correndo. Eu preciso ter mais filho. Entendi. Definir o como é os meus 100 anos...
vai fazer eu mudar o presente. Pois é. Não é declarar que eu quero viver 100 anos, é definir como eu quero viver nos 100 anos que vai falar, então agora eu preciso mudar isso, mudar isso, mudar isso, mudar isso, mudar isso. É isso que a gente faz com o empresário. A gente não faz ele sonhar com a empresa dele. A gente faz ele entender. Quando você faturar um bilhão, qual é a tua empresa?
Eu quero ter 50 sócios, eu quero ter 70% de receita recorrente, eu quero ter 4 produtos, eu quero estar em 10 continentes. Então, meu amigo, você precisa começar a construir as coisas agora. Então, você usa o presente para construir o futuro. É diferente de só capturar valor no presente e sonhar com o futuro. Fala, Santa.
O Nisilvi Martins mandou aqui, Bruno, acompanha os seus vídeos sobre implementação de IANA G4. Você acredita que o desenvolvimento de sistemas de serviços através do VibeCode realmente é algo que vai permanecer em alta nos próximos anos? Traduz aí pra gente.
Cara, basicamente que ele falou o seguinte, você usar ferramentas como Antropic, ChatGPT e outras ferramentas que criam código, que criam sistemas, que chama Vibe Coding. Através de linguagem natural. Através de linguagem natural. Você conversar, eu quero criar um software que faça, que atenda o meu cliente automaticamente através do WhatsApp. Como eu faço isso?
Ele vai explicar para você como faz isso. Então vai lá e faz. Ele cria o programa para você e você coloca, segue as instruções dele, coloca no ar e começa a rodar. Eu não acredito como já é realidade hoje. Na verdade, já é passado. E quem não está utilizando inteligência artificial a favor do próprio negócio, está para trás. E o que acaba acontecendo, Vilela? Como que é o nome da pessoa que mandou aí? Bom, o que acaba acontecendo, Vilela? É o seguinte. Qual que é o nome?
Nisilvio Martins. Nisilvio. Nisilvio Martins. O que acaba acontecendo com a maioria das pessoas é o seguinte, elas acreditam que criar tecnologia hoje é algo de outro planeta, que realmente é algo muito distante.
Porque a maioria das pessoas usam o chat de EPT ou as ferramentas de inteligência artificial como se fosse uma extensão do Google. Então elas usam o Google no chat de EPT. Elas não usam o chat de EPT ou as inteligências artificiais na potência máxima que eles têm. E quando as pessoas começam a conversar de verdade com o chat de EPT para criar software... Porque todo mundo acha que criar software precisa de um cara de TI.
que ele vai lá escrever o código, vai fazer algo complexo. E, na verdade, criar software no Vibe Coding, que, na verdade, não deveria ser chamado Vibe Coding, você não está codando, você está conversando. Você está criando um prompt. Você está falando lá para o chat de APT, ou para o Cláudio, para qualquer um deles, o que você quer que seja o resultado daquilo que você está conversando.
E isso hoje, na verdade, todo mundo pode fazer um software muito simples. O que são as dificuldades de fazer o software? Uma vez que você fez ele, você garante que ele tem a segurança para que muitas outras pessoas possam utilizar. E a gente tem alguns programas lá no G4 que ajudam as pessoas não só a entender como elas podem aplicar isso no negócio delas, mas como também fazer isso com segurança. No fim do dia...
Qualquer empresa passa por três grandes etapas. A primeira etapa é você trazer pessoas para ajudar no seu negócio. Então, quando você começou a empresa, você trouxe um, dois, três, todo mundo fazia as coisas meio que empiricamente, sem processo. A segunda etapa é você colocar processo naquilo que as pessoas fazem.
para que aquilo seja replicável e você tenha uma previsibilidade do resultado que é feito. E daí você começa uma melhoria contínua daquele processo para você ter mais resultado. E a terceira etapa é você colocar tecnologia.
naqueles processos que demoram ou tomam muito tempo teu, para que o seu time seja mais eficiente, o mesmo time fazer três vezes mais, quatro vezes mais, cinco vezes mais daquilo que eles faziam na mão ou fazendo processo.
E a tecnologia, essa terceira etapa, antes era algo muito distante para todo mundo. Por quê? Você precisava contratar alguém que entendesse de desenvolvimento para desenvolver uma tecnologia, um software, para automatizar a vida daquela pessoa, aquele processo.
E hoje, essa barreira de ter essa pessoa de tecnologia foi para zero. Porque você consegue, com o chat GPT, com o Cloud, com o G4OS que a gente lançou, simplesmente conversar, ele cria o software, ele automatiza aquele seu processo. Então, é algo que já é passado, todo mundo deveria estar usando.
E a melhor forma de aprender no fim do dia é ir lá testar e pedir para ele cuspir algo para você de tecnologia.
Samuel Oliveira 007. Em um país onde as maiores empresas são bancos, qual a chance do Brasil ter um Elon Musk? O problema não é as maiores empresas serem bancos. Está ótimo. Por exemplo, a maior empresa do Brasil em valuation é o Nubank, que era uma startup que não existia... É maior que a Vale, Petrobras? É maior que a Petrobras. Não existia, sei lá, 12 anos atrás. Nasceu em 2013.
2013, pô. Eu acho que com o IA dá, mano. Não, não, não. Não só isso. É que o ponto é o seguinte. O efeito colateral de o Brasil ser o que é, um país dos juros altos, ou seja, ser estruturalmente vicioso, logo, ruim para se empreender, logo...
um país de risco muito alto, por consequência, quando você tem isso, você tem que pagar a mais para o cara deixar dinheiro em real, por isso a taxa básica de juros ser tão alta no Brasil, ter 15%, é óbvio que negócios financeiros vão ser negócios melhores. O Brasil é um sonho para negócios financeiros. Toda vez, por viagem para fora, uma vez por mês. Semana que vem, inclusive, estou indo para o Milken.
que é tipo a área VIP de Davos. É um evento que as maiores mentes do mundo se reúnem para poder discutir mundo e discutir temas relevantes. Nesse evento vão estar Elon Musk, vai estar Sam Altman, vai estar Daryl Amodei, está todo mundo lá. A gente vai lá para poder falar de case de G4, de implementação de AI em pequenas e médias empresas. Vou palestrar lá no evento.
E lá nesse evento, você pode ter certeza que vai ter a mesma conversa que eu tenho em todos os eventos, em todos os lugares, em todas as reuniões que eu tenho fora. Cara, como o Brasil é um país bom para negócios financeiros. Todo mundo comenta isso, porque realmente é um sonho. E o Brasil é muito sofisticado. O sistema financeiro brasileiro é muito sofisticado. É mais sofisticado que os Estados Unidos. Sabia disso? Não. É, muito mais sofisticado. Você fazer um wire transfer aqui no Brasil, você mandar grana... Bom, Pix, pô.
O Pix é... Não existe em nenhum outro lugar do mundo. Não, existe. Quem criou o Pix é a Inglaterra. Só que assim, igual o Brasil faz, ninguém. O Brasil não criou o Pix. Quem criou foi a Inglaterra. Não, perfeito. É isso, mas... Só que o nível de utilização que a gente tem é bizarro. O Brasil é muito early adopter. Vou te dar um outro dado e você vai ficar chocado.
Você tem 54 milhões de usuários de mobile chat IPT no Brasil, nos Estados Unidos tem 53 milhões. O Brasil é o maior do mundo em uso de chat IPT mobile. O Brasil é super adopter. Então, cara, tem muita chance, sim, de ter um Willa Musk. Eu só preciso ter condições mercadológicas de surgir um Willa Musk. Porque, cara, não existe IPO no Brasil. Desde que o Lula assumiu o governo, não teve mais oferta pública de empresas. Não teve IPO. Por quê? Porque o juro está 15%. É um novo nome.
Para que alguém vai fazer IPO? Para que alguém vai investir numa empresa? Eu vou tomar... Deixar a grana aplicada. Porra, renda fixa. Para que eu vou tomar risco? Então, se eu mudar a infraestrutura de país, eu tenho tudo para ter Elon Musk aqui sim, com certeza. Potencial para isso nós temos como nação. A gente não tem, é material humano para transformar a gente naquele ato que a gente deveria ser, que a gente tem potência de ser. Fala, Santa.
Nicole Freitas, por que muita gente cresce no trabalho e esfria na vida pessoal? É uma boa pergunta. Porque não sabe dividir bem o seu tempo, cara. E eu vejo que a turma, muitas vezes, ela se transforma no trabalho.
Então, cara, eu sou um empresário, amo o que eu faço, mas eu não sou só o G4. Eu sou o Tales, marido da Marcela, pai da Thais e da Maria. Eu sou faixa marrom de jiu-jitsu, da Aliança, aluno do Fábio Gurgel e do Lang. Então eu tenho várias facetas de mim mesmo.
E eu tenho alguns combinados que pessoas, talvez uma pessoa que não vive a nossa vida vai achar isso meio estranho, mas dentro do nosso meio, isso é a coisa mais comum do mundo. Inclusive eu aprendi isso com o atual presidente do Chile, o Cast, ele me ensinou esse negócio, que aí falou, cara, você tem que ter... Eu ainda namorava a minha atual esposa, a gente encontrou o Cast, antes dele ser presidente do Chile. E aí ele é casado há, sei lá, 20 e tantos anos, eu acho que ele tem 10, 11 filhos, um negócio assim.
E aí, pô, quando eu vejo esses caras, né, pai, católico, com, pô, dezenas de filhos, casados há décadas, eu tenho muita curiosidade em aprender com essas pessoas, né, que essas pessoas são, na verdade, os exemplos da minha vida, né. Aí eu falo, cara, me dá uma dica, a gente vai casar e tal, me dá uma dica sobre como manter um casamento, pô, por tanto tempo.
Aí ele falou assim, ó, eles chamam lá de, sei lá o que, de pololeu no Chile. Toda terça-feira à noite, a gente sai, eu e ela, e a gente foca na gente. Esse é o nosso date semanal. Desde aquele momento, eu comecei a fazer isso com a minha esposa. Todo cara bem-sucedido que eu conheço, que tem um casamento feliz, ele faz esse momento com a esposa, entendeu? Porque se você deixar só a vida te levar...
Você vai ficar só no trabalho. Eu tenho um ponto de vista parecido com o do Tales, que a vida é como se fosse um fogão de cinco bocas. E daí você tem as cinco bocas lá, que são saúde, família, amigos, trabalho e espiritualidade. E você tem uma fonte de gás. A fonte de gás, se você abre só uma boca, ela vai dar mais potência naquela boca.
em detrimento às outras bocas. Certo. Então, a vida é um eterno desequilíbrio entre qual boca ou qual área da sua vida você quer dar mais intensidade para aquele momento. Então, você quer dar mais intensidade agora para o trabalho? Invariavelmente, alguma dessas outras bocas, alguma dessas outras áreas, vão ter menos foco teu.
Então, se você está dando mais foco ao trabalho, isso vai vir em detrimento, porque você vai dar foco. Foco é energia. Energia é tempo. Você vai dar mais tempo ao trabalho, você vai dar menos energia à sua saúde, à sua família, aos seus amigos, talvez um pouco à sua espiritualidade.
E daí o desafio sempre é como você não deixar nenhuma dessas bocas apagar completamente e você priorizar aquelas áreas da sua vida que de fato são relevantes para você. Então, pelo menos eu na minha vida e vejo que o Tales, o Alfredo e pessoas que tiveram muito sucesso souberam a hora certa de focar na coisa certa. Perfeito.
E saber depois também equilibrar e ter essas rotinas, como o Tales falou, tem uma rotina de disciplina que toda terça-feira à noite, que por acaso também é o dia do Alfredo, com a minha esposa, onde só sou eu e ela. Acabou? E o José Antônio Castro, está aqui a mensagem que ele mandou no WhatsApp. Em agosto de 2024. Martes de Pololeu.
o presidente do Chile ele falou, cara, faça o Master Zepo Leleu isso vai manter o teu casamento feliz pra sempre você tem que ter um momento focado em você e tua esposa sabe, então acho que é isso, porque a turma esquece que, cara, você não é o seu trabalho, a família é mais importante do que o trabalho, mas o trabalho sustenta a família. Eu acho que tem um complemento a isso que é quando as pessoas tentam ser uma pessoa no trabalho e uma pessoa na vida perfeito
Eu acho que também tem um pouco desse cenário. E aí a pessoa muitas vezes se perde no personagem que ela criou no trabalho, na pessoa que ela criou no trabalho, e aí ela se apaixona por aquilo e quando vê ela só está vivendo aquilo ali. E aí normalmente isso é o que destrói casamento, porque a pessoa começa a acreditar naquilo. Eu acho que a gente conseguiu, e eu acho que isso é uma grande conquista, que é você se tornar bem-sucedido vivendo a tua identidade.
Então isso é uma coisa que hoje na nossa sociedade se tornou uma coisa muito forte. A gente poder fazer bem para a companhia, vivendo no nosso lugar de potência, que é a nossa identidade. Então a gente não precisa mudar, fingir nada. Então o Tales é bom em cobrar, em liderar, em criar visão, em tocar a empresa. Ele exerce essa função e do nosso lado, como é que a gente apoia ele, o que ele precisa de recurso.
de autonomia para poder viver esse lugar de potência dele. Então é liberdade de expressão? É recurso para poder estar mais no escritório? Como é que a gente como sócio fala, cara, a gente vai te entregar aí. Eu gosto de estar fora, aprendendo, produzindo conteúdo, rodando, falando com clientes. Então como é que a gente vai fazendo, a gente vai vivendo isso?
Eu acho que isso também é uma coisa que ajuda muito. Porque tem muita gente também que tem que ser outra pessoa no teu casamento. Aí tem que ser uma pessoa na empresa. Cara, isso normalmente se torna insustentável. Fato.
Então isso aí também eu acho que é um problema. Quando você está vivendo a verdade, é leve. E eu tenho uma complementação a isso, cara. A importância da saúde, que eu sei que você começou a se cuidar bastante há um tempo para cá. Sim. Cara, a importância de se cuidar.
de se tratar como um atleta olímpico, que é o que eu falo. Então, pô, o cara vai disputar uma olimpíadas, ele tem um médico que controla a dieta dele, que controla ali, cara, como é que estão os níveis hormonais, ele, pô, tem uma rotina de sono muito bem controlada, uma rotina de treino, uma rotina de alimentação e tal. Eu tenho a mesma coisa pra minha vida.
Então, pô, o Dr. Valide é um cara que cuida de mim, que controla ali, cara, como é que estão os meus níveis hormonais, como é que tá meu sono, como é que tá minha alimentação. E eu sigo isso na medida do possível, o mais à risca possível. Porque a minha agenda é uma loucura, cara. Tipo assim, eu fico no Brasil, sei lá, em média...
duas semanas e meia por mês, três semanas por mês. Eu tenho muita agenda fora. Então, cara, isso desgasta muito porque é muita agenda fora. É uma agenda pesada, de reunião pra caramba, de coisa super importante pra companhia que eu tô fazendo, infusos diferentes, mas eu ainda tenho que tocar o bumba aqui.
Então eu tenho que entrar nos meus one-on-ones aqui, eu tenho que entrar nas reuniões importantes aqui, eu tenho que estar atento no WhatsApp, então isso bagunça um pouco o meu sono. Se eu não estiver comendo bem, dormindo bem, vivendo a minha plenitude, eu não consigo produzir o que eu produzo no G4. Eu não consigo ter a força para fazer as transformações.
que é a minha responsabilidade que aconteça, entendeu? Então, você se cuidar, você ter um médico para cuidar de você, para você atingir a tua potência, isso também é muito importante. Para que você tenha energia, por exemplo, para chegar em casa e viver o teu casamento e viver com seus filhos, porque senão não adianta, você vai chegar um zumbi também, não adianta. Pois é. Fala, Santa. Gentil Neto mandou. Como decidir o melhor modelo de negócio a seguir?
Quer falar ou não? Para não ficar só eu e Alfredo. Se quiser, eu falo. Cara, depende do seu negócio. Essa é a realidade. O melhor modelo de negócio é aquele que funciona de acordo com sua zona de potência, naquilo que você é bom e aquilo que vai te levar aonde você precisa chegar. Então, às vezes, por exemplo, a pessoa é muito boa em vendas.
Então, tipicamente, o que ela vai criar talvez como modelo de negócio é um modelo de negócio onde venda seja algo primordial. Às vezes a pessoa tem uma zona de potência de tecnologia. Provavelmente ela vai criar um modelo de negócio relacionado a uma empresa que produza software. Às vezes a pessoa é uma pessoa boa de comunicação. Ela vai criar algo que leve a audiência, que crie audiência, que esteja...
em cima de influência. Então, se você entender muito bem a tua zona de potência, fica muito mais fácil de você entender o modelo de negócio que funciona para você. Então, essa é uma parte de como você definir isso. A segunda parte é entender, de fato, uma dor talvez que você tenha, que seja relevante para você, ou no trabalho, ou na empresa que você está, que você vê que tem pouca gente trabalhando com aquilo, e que tem mais gente ou mais empresas que vivem aquela mesma dor.
E percebendo isso, você fala, opa, será que as pessoas topam pagar algum dinheiro para que eu resolva essa dor? Se elas topam isso, vou talvez tentar fazer um produto, serviço ou solução para resolver isso e para as pessoas me pagarem dinheiro por isso. Então, quando você consegue aliar essas duas coisas, fica muito mais fácil você criar um modelo de negócio vencedor.
Eu acho que uma coisa importante é que, e eu vou tentar mais uma vez trazer exemplo, que eu acho que para a turma fica mais fácil de entender. O modelo de negócio vencedor, ele normalmente é aquele que você vai conseguir atribuir ao resultado que você gera. O Google e o Facebook são as maiores mídias do mundo porque eles sabem o lead que ele te gera. Ele sabe a venda que ele te gerou. Então, ele consegue cobrar porque ele sabe quanto ele está te gerando.
Então, qualquer modelo de negócio que você consegue cobrar pelo resultado, ele normalmente vai se tornar mais exponencial. Vou dar um exemplo. Imagina que tem algumas pessoas assistindo a gente que são donas de empresas de gestão de rede social. Então, as pessoas estão lá fazendo a gestão do perfil do Nardom. Cara, a maioria das empresas hoje, elas têm um modelo de negócio por serviço. O que é isso? Cara, eu vou fazer três posts por dia para você e eu vou te cobrar 15 mil reais por mês.
Esse é o modelo que a maioria das agências prestadoras de serviço fazem hoje no Brasil. Por que advogado tem advogado bilionário? Porque o cara não cobra só o FII, ele cobra um pedaço da causa que ele ganha. Então, imagina que o cara pode pegar um modelo de negócio e falar, Nardom, se eu fizer um post teu que bater 10 mil views, você vai me pagar...
Pô, mil reais de bônus. Se bater 100 mil views, são 5 mil reais de bônus. Todo conteúdo acima de um milhão vai bater 10 mil reais de bônus. O cara vai prestar o mesmo serviço, só que agora ele conseguiu transformar o ganho dele em exponencial. Com o mesmo serviço. Por quê? Porque ele construiu um modelo onde ele vai ganhar em cima do resultado que ele gera para o Nardom.
Então, nunca sente em cima do seu modelo de negócio. E, obviamente, se você quer construir um negócio de equity, de valor, sua empresa não só fazer dinheiro, mas ela tem um valor, a recorrência é o que dá lastro para a sua empresa valer alguma coisa. E é o que te dá previsibilidade para você poder ter um planejamento.
muito mais seguro do teu negócio e não ficar todo mês começando o negócio do zero. Então você tem que trabalhar em direção, o teu modelo de negócio, ele tem que conseguir te criar essa recorrência. Então só complementando aí ao que o Nardão colocou sobre o modelo de negócio, trazendo um exemplo. Se tiver até uma história agora, real...
eu comecei a fazer YouTube, né? E aí, pô, tô fazendo canal, tudo mais. E aí, naturalmente, começou um amigo meu a falar assim, cara, faz um vídeo aqui da minha empresa. Aí eu falei, pô, legal. Pô, talvez exista demanda pra cobrar pra fazer um vídeo pro YouTube, né? Hoje a gente investe muito em produção.
Eu falei, cara, será que não vale a pena testar esse modelo? Aí vai lá, testou o modelo. Pô, 100 mil reais pra fazer um vídeo da tua empresa. Porque eu gasto no final do dia mesmo a uma hora de uma palestra, vamos supor assim. Aí eu almoçando com um amigo meu que foi artista da Globo, ele falou assim, pô, tô super feliz. A novela que eu gravei com 15 anos vai voltar pro Vale a Pena Ver de Novo.
E eu vou ganhar um dinheirinho de direito de imagem. Na hora, aquilo me deu um estalo de modelo de negócio. Falei, cara, calma aí. E se quando eu subir um conteúdo hoje, eu falar para o cara que ele está comprando 12 meses aquele conteúdo? Se ele quiser o conteúdo no ar daqui a um ano, ele tem que pagar 5 mil reais por mês.
já é um modelo mais escalável. Porque se você produz, sei lá, 100 conteúdos desse, daqui a um ano o conteúdo quer continuar no ar, 50 caras querem que o conteúdo continue no ar, você acabou de criar um negócio de 250 mil reais por mês. Então, isso muda a publicidade. E aí, quando você falou do teu negócio, por isso que eu estou tendo esse exemplo, estou tentando conectar com o teu negócio. Quando você falou do teu negócio, imagina quantos patrocinadores teus acabaram de te pagar e aí, cara.
E eles continuam aparecendo nos episódios que estão crescendo. Não só no meu canal, como todos os outros canais que pegam o meu conteúdo e fazem corte. Está lá o QR Code sempre. E se ele, para continuar com esse vídeo no ar... E outra, eu vou agora em Smart TV. O cara vai estar na Smart TV em toda a televisão.
Imagina se o teu modelo de negócio evoluísse, não é mudasse, evoluísse para, cara, depois que você paga, depois de 12 meses de conteúdo no ar, você tem uma taxa de manutenção de direito de imagem para o teu conteúdo. Talvez você acabou de criar, com essa ideia, milhões de reais de receita com zero trabalho, por causa do modelo de negócio. Sim, sim.
Eu dei esse exemplo do YouTube para conectar contigo. Só fazer um comentário aqui. Você percebeu o que acabou de acontecer aqui? Ele acabou de te dar uma ideia que se você pegar essa ideia, transformar isso num movimento, você pega uma potência que o inteligência limitado é e transforma num ato que ia ser muito maior do que ele ia hoje. Ele acabou de te ensinar a criar receita recorrente com venda de imagem dentro dos seus clientes.
Essa é a essência do Alfredo. É isso que o negro não entende às vezes. Entendeu? Por que essa sociedade funciona tão bem, né? Vocês viram aqui o Nardom hoje, com pensamento estruturado, zero para um, um para dez, dez para cem. A gente fica brincando. Um pensamento estruturado, um cara calmo, fala pouco, um cara profundo. Você viu o Nardom, o outro Nardom, né? O Alfredo.
criativo, provocador, oxigenador, e que ele pega uma potência que você tem e te ensina a criar um movimento para transformar essa potência em ato. Acabou de fazer isso ao vivo para você, te ensinou a construir um negócio de milhões de receitas a mais por ano só de você executar esse negócio.
E aí eu trago o tema que eu quero trazer aqui. A importância de se ter uma sociedade complementar. Imagina se os três aqui tivessem a mesma característica. Sabe o que ia acontecer? Briga societária. Porque um ia ficar disputando cadeira do outro. Ninguém aqui quer ser presidente da companhia.
Que fecha mais empresa do que falta de venda. Exatamente. É, pô, briga societária. Ninguém aqui quer estar na cadeira do outro. Eu não quero estar na cadeira de conselheiro dos dois, os dois não querem estar na cadeira de executivo que eu estou, entendeu? E a complementação dessas três cadeiras com as três potências faz a empresa que é o G4, não seria o G4 se fosse só eu, não seria o G4 se fosse só o Alfredo, não seria o G4 se fosse só o Alfredo. Então, a união dessas três potências...
colocadas em seu devido lugar de potência, no lugar certo, na cadeira certa, com incentivo certo, cria esse movimento importante para a empresa, ser essa empresa multibilionária que ela é hoje. Então, quem está nos assistindo aqui e tem um negócio...
Preocupe-se você, que eventualmente está liderando o negócio dentro da sociedade, de colocar os seus sócios nos seus lugares de potência. Em alguns momentos a gente teve discussões, eu queria encaixar os caras de um jeito que eu acho que é o certo para os caras trabalhar. Eu fui criado em um modelo de forma de tocar empresa, com o Nardon também foi criado do mesmo jeito, com os alemães.
E eu tinha um modelo ali, meu irmão, que é isso aí, tem que ser assim e tal. Até que em um determinado momento eu percebi que eu estava errando, eu não estava sendo um bom líder. Eu estou querendo tirar o cara do lugar de potência dele e colocar no lugar, porque eu acho que é assim que tem que ser.
E aí você começa a refletir e fala assim, peraí, porra, para que eu vou fazer a vida do meu sócio infeliz e ainda conseguir extrair menos valor dele? Quando o cara está no lugar de potência dele, está aí a genialidade do Alfredo sendo manifestada aqui, a genialidade do Nardon sendo manifestada aqui. E é isso que a gente vive no dia a dia. Quão sortudo eu sou por Deus ter me dado a oportunidade de viver essa sociedade com esses caras. E vice-versa. E vice-versa. Fale o Klaus.
Matheus Ribeiro mandou aqui. Aquela história de não contratar esquerdistas funciona mesmo ou foi só um discurso apelativo? Ô, Klaus, tem gente aqui, nesse podcast aqui... Não, peraí, peraí. Nesse podcast aqui, que não seria contratado então, hein?
Podemos? Não vou falar nomes. Você sabe das pessoas que eu estou falando. É sério isso ou foi só uma provocação? É sério isso. Mas e se a pessoa for sabor esquerdista? Não, é que o ponto é o seguinte. Vocês têm que entender o que quer dizer isso aí.
O negócio é o seguinte, eu não vou chegar na entrevista e falar, você é esquerdista? Sou, não tá contado, não é isso. O ponto é o seguinte, o que é o esquerdista? Vai levar a rede social da pessoa. Vamos definir o esquerdista. O esquerdista é o que o americano chama de woke. Então é o cara que tá mais preocupado em militar do que trabalhar. Então esse cara vai entrar na tua empresa e vai falar, não, Vilhen, mas você tá de Rolex, Rolex é coisa de porco capitalista, que absurdo. Eu não vou subir o vídeo aqui não, enquanto você não tirar esse Rolex.
Pô, eu não quero essa pessoa trabalhando na empresa, entendeu? Fala, meu irmão, vai fazer teu trabalho, porra. Deixa a porra do meu saco, tá ligado? Então, tipo assim, se o cara entra lá e ele, meu irmão, sei lá, ele gosta da chinchila. E, pô, o hábito dele é comer a unha do pé. Não é que ele se foda, faz o que ele quiser com a vida dele, entendeu? Deixa que ele chegue na empresa, faz o que ele tá sendo pago e não enche o saco dos outros.
O problema do esquerdista é que ele enche o saco. Ele não basta ser um imbecil. Ele tem que encher o saco dos outros. Esse é o esquerdista. Esse é o woke, entendeu? O cara ser de esquerda, eu acho uma imbecibilidade. Mas aí é a escolha dele. Faz o que ele quiser da vida dele, entendeu? O ponto é o woke. Agora ele militar é muito louco. A pessoa é o woke. E vamos lá. Tem um porém também. A minha empresa é o quê? A gente é um ecossistema de solução para empresário. O meu cliente é o empresário.
Eu não vou contratar uma pessoa que não gosta do meu cliente, porra. Digamos que a Greta Thunberg quer montar a ONG dela aqui no Brasil pró-defesa do nazismo, que ela faz lá, pra defender o Hamas. Pô, eu com certeza não sou um bom candidato pra isso, né? Porque eu odeio nazista. Logo, eu nunca vou defender o Hamas. Então, por que eu vou defender alguém que acha razoável botar bebê judeu no forno? Não tem como eu defender esse negócio. Então, ela não me contrataria, certo?
Ela, como nazista, não vai contratar um cara que odeia nazista. Então, bom, eu gosto de empreendedor, de gente que gera valor e trabalha duro. Se tem uma pessoa que fala assim, ah, empresários não deveriam existir, o capitalismo é nojento, por que eu vou contratar essa pessoa para trabalhar comigo? E quem fala que bilionário não deveria existir, qual é a lógica? E também sobre, agora o prefeito de Nova Iorque estava comemorando também a taxação.
Dos ricos e tal. O maior real estate manager, real estate agent, na verdade, de Miami. Da Miami. É, de Miami. A Flórida. Vamos falar sobre isso, então. Sobre bilionário e sobre taxação de fortunas. Vamos lá. Primeiro a gente tem que definir como é que uma pessoa vira bilionário, se ela for honesta.
não se for vagabundo. Se ele for aristocrata e não for oligarco, então aristocrata, definição da palavra, quem criou o termo aristóteles, é o bem comum. Aristocrata é aquele que busca o bem comum, é o governo dos bons, aqueles virtuosos que buscam o bem comum. Então esse cara, ele vai ter feito milhões de pessoas colher um benefício de alguma coisa que ele fez. Então no G4, por exemplo, a gente gerou através dos nossos alunos diretamente mais de um milhão de empregos nesses últimos sete anos.
Ao fazer isso, nós construímos uma empresa bilionária e nos tornamos bilionários patrimonialmente. Então vamos lá, eu saí da favela e me tornei bilionário patrimonialmente, ali com a construção das nossas companhias. Por quê? Porque geramos valor diretamente para milhões de pessoas.
então, quando eu falo assim, bilionários não deveriam existir, primeiro que você tem um problema conceitual aí, que você não está entendendo que, para que hajam bilionários, tem que ter milhões de pessoas sendo beneficiadas de algo, então o cara fala assim, entra lá no Instagram, uma empresa de um bilionário, abre o teu iPhone,
outra empresa de outros bilionários, e digita ali usando um serviço de internet que é provido por bilionários, bilionários deveriam existir. Ela tem um problema cognitivo. Ela não está entendendo o que ela está propondo ali. Ela está repetindo algo que alguém falou para ela. É um coitado. Ele não sabe o que está falando.
Esse exemplo foi muito bom. É um fato? Então é o seguinte, se existe um problema conceitual e estrutural, que as pessoas não sabem o que estão falando. As pessoas acham que a economia, para um ganhar, o outro tem que perder. E essa é a matemática básica delas. Elas não entendem que a economia é como se fosse uma pizza que vai crescendo. Então se você tem um pedaço da pizza e a pizza está crescendo, todo mundo ganha um pedaço maior.
Exato. Todo mundo ganha um pedaço maior. E eu vou te dar um exemplo muito básico. Passei lá o fim de semana na Boa Vista, lá com o meu amigo Alfredo aqui. Lá dentro tem empresários que limpam a piscina e que fazem jardinagem das casas de pessoas que moram lá. Perfeito.
Essas pessoas que limpam a piscina e fazem jardinagem das pessoas que trabalham lá, tem empresas que faturam 100 mil, 200 mil, 300 mil, 500 mil por mês, fazendo jardim, limpando piscina e fazendo manutenção das casas. Em um condomínio. Em um condomínio.
Ou seja, e lá tem um monte de gente que tem muito dinheiro. Imagina se isso fosse a verdade para o Brasil inteiro. Que maravilha. Olha que maravilha. Porque uma pessoa que limpa a piscina poderia ganhar muito dinheiro limpando a piscina.
Então as pessoas, elas erram no conceito. Eu acho que é isso que talvez a gente deveria, de alguma maneira, trabalhar no Brasil e mudar a mentalidade da pessoa. Gente, a economia não é para um ganhar, o outro tem que perder. Não é roubar monte. O monte cresce para todo mundo. São uma zero.
Não é soma zero. Não é soma zero. É a abundância. O dinheiro cria. E como ele cria, todo mundo vai ganhar mais. Que basicamente é o efeito que a gente bate muito no G4. É o seguinte, se eu ajudo... Na verdade, para solucionar o Brasil, você tem que trabalhar na educação básica. Só que para trabalhar na educação básica, é um negócio que vai demorar 20, 25 anos, 30 anos, depende do governo. Isso não está nas nossas mãos hoje. O que está na nossa mão hoje?
ajudar o cara que cria emprego, o topo da pirâmide. O cara que cria emprego, se ele crescer tendo mais eficiência, ele vai ter mais lucro. Se ele tem mais lucro, ele não é idiota, ele não vai pôr dinheiro no bolso todo. Ele vai reinvestir para crescer mais. Se ele está crescendo mais, o que ele vai ter que fazer? Invariavelmente, contratar mais pessoas para ajudar ele a continuar crescendo. Se ele está contratando mais gente, o que acontece? O desemprego diminui.
Se o desemprego diminui, o que acontece? As pessoas dependem menos de Bolsa Família, dependem menos do governo para criar suas próprias famílias. Se ela tem mais dinheiro, o que ela vai fazer? Ela vai pagar por uma saúde melhor para a família, vai se alimentar melhor, vai pagar por uma educação melhor para a família e vai tirar ela desse ponto A para um ponto B melhor. Fazendo isso, o que vai acontecer? O desemprego diminuindo, para eu, como empresário, contratar alguém, eu vou precisar pagar mais.
para pagar mais ou educar ela para fazer aquele trabalho que é mais difícil do que ela fazia antes. Então, antes ela cortava cana. Agora eu fui lá e coloquei uma máquina que colhe cana, que eu não preciso pôr fogo, eu não preciso colocar lá a galera num trabalho de merda, que é ficar cortando cana como era 20 anos atrás. Essas pessoas vão, se bem educadas, ir para trabalhos menos...
menos sujos, sei lá como falar, precários, obrigado, menos precários do que ela fazia antes. Isso faz com que as pessoas evoluam e que aquele trabalho que seja manual seja bem remunerado. Só você ir para os Estados Unidos. Os Estados Unidos, o garçom ganha bem, o pedreiro ganha bem, todo mundo ganha bem.
Salário mínimo nos Estados Unidos, 14 mil reais, tá? Só para ter um exemplo. Um garçom tira 14 mil por mês. Então isso faz com que todo mundo suba de patamar. Então o capitalismo, como o Tales falou, tirou 90% das pessoas do mundo da pobreza. Da pobreza extrema. Da pobreza extrema.
Então, é a mesma coisa. E as pessoas, quando falam não, podem existir bilionários. Não, pô. Tem que existir mais bilionários. Quanto mais bilionários, melhor. Melhor, porque mais bilionários, mais dinheiro. Mais dinheiro na economia, mais dinheiro na economia. Mais as pessoas ganham, porque a pizza fica maior para todo mundo. Mais as pessoas vão gastar com o que seja. Isso vai gerar mais emprego. Cara, tudo sobe. Na essência, o que o Nardon está falando é que dinheiro se cria.
Você não precisa tirar de alguém para crescer. Então, até 2022 não existia, por exemplo, AI.
O chat EPT foi lançado em novembro de 2022. O Baiduente começou a usar na empresa em dezembro de 2022, um mês depois do lançamento. Quando você lança isso, você cria um mercado trilionário. Hoje tem trilhões de dólares jogados em AI. Trilhões de dólares foram criados. AI já fez vários milionários.
Bilionários. Não, não, bilionários. Bilionários. Mas muito mais milionários. Ah, não, sim. Milhares de milhares. Milhares, desenhos de milhares. Vou te dar um dado. A gente começou a usar AI na empresa em dezembro de 2022. AI foi lançado, já a TV foi lançada em novembro de 2022. Nosso primeiro playbook está no Notion, lá da companhia, em dezembro de 2022. Para você ter ideia, em 2022, a gente gerou 9 milhões de caixa na companhia. Que é quanto que sobra depois de pagar tudo.
Em 2022. Em 2022. Ano passado geramos 104 milhões de caixa. Faturamos 509, geramos 104 milhões de caixa. Ou seja, multiplicamos a empresa por 11 vezes e meia, aumentando 10% a folha de pagamento só. Olha o ganho exponencial de produtividade que a gente teve ali dentro da companhia. E isso nos permitiu tomar muito mais risco em outras frentes do negócio. E remunerar muito melhor as pessoas. Remunerar melhor as pessoas. Formar uma sociedade mais forte. Investir em outras empresas.
Através do nosso fundo de private equity, do G4 Capital. Uma das nossas investidas, por exemplo, quando a gente investiu neles, eles faziam 700 mil por ano de receita. Esse ano vai fazer 100 milhões em dois anos. Ano passado fizeram 20 milhões. A gente levou os caras... Ajudou os caras, né? Quem levou foi eles. Ajudou os caras a ir de 700 para 20 milhões em um ano. Esse ano vai fazer 100 milhões, cara. Olha a quantidade de dinheiro sendo criado. Esses caras contratam, sei lá, 60 e tantas pessoas.
E impactam muita gente para conseguir gerar esse valor. Porque se você não gera valor, a pessoa não topa te pagar nada. É óbvio. E no fim do dia, a economia é isso, é sobre gerar valor. E o que é valor? Muitas vezes, quando você cria um produto mais barato, fica mais barato a pessoa consumir.
A única coisa que a gente paga que não gera valor é o imposto. É verdade. Porque se a empresa é mais eficiente, o que ela vai fazer? Ela vai querer ganhar mais mercado. Se ela quer ganhar mais mercado, o que ela vai fazer? Provavelmente, ou adicionar mais valor para o cliente através de customização e outras coisas, ou gerar valor através de diminuir o preço. Porque às vezes o que a pessoa quer é preço. Então, se a empresa é mais eficiente...
e você está no mercado de comodos, competitivo, a pessoa vai diminuir o preço. Diminuindo o preço, aumentando a quantidade de produtos que vem dentro, vamos pensar no saco de arroz. Um quilo, preço menor. A pessoa que mais precisa na ponta, que é quem menos tem condição, vai conseguir comer mais quilos de arroz. Olha que maravilha.
Então, o bilionário ou o crescimento da eficiência, a economia crescendo, é bom para todo mundo. E a gente está vivendo uma era de maior transformação da história da humanidade em eficiência agora com a AI. Vou contar uma historinha para vocês. Em 1882, Thomas Edison, então, conecta a primeira Powerhouse. Traduz Powerhouse aí.
Casa de força. Não é casa de força. Geradora de força. A primeira geradora de energia a Nova York, que surgiu na Pearl Street, lá em Manhattan. Então as fábricas começam ali a substituir o teu motor, cuja força motriz era gerada através de steam, de vapor.
E tinha um sistema de distribuição de força através de cinta e roldana, que nascia através do vapor. Então, Thomas Edison vai lá, consegue criar a primeira powerhouse, conectar as fábricas. O que a fábrica faz? Pega uma tecnologia exponencial chamada energia elétrica, final do século XIX, 1882, e transforma um motor a vapor em um motor elétrico. Teve um ganho linear de produtividade, não teve um ganho exponencial. Trinta e tantos anos depois...
através do Henry Ford, a Ford pega e fala assim, peraí, e se eu redesenhasse meu sistema de produção aqui? Se ao invés do montador do carro ter que ir lá no carro estacionário ali e ter que ir montando peça por peça, busca peça e monta lá onde está o chassi lá, se eu criasse uma linha de produção que o carro vai andando e que eu tenho células de produção...
individuais, autônomas, do ponto de vista de força, porque como eu tenho um motor elétrico, eu posso ter geração de força naquela própria célula de produção. Eu não preciso de um motor central distribuindo força. Muda o sistema de produção. Demorava-se, se eu não me engano, 90 horas para produzir um Ford T. Ele pulou para, tipo, 12 horas.
De 90 para 12 horas. Então, se eu estou fazendo a conta certa aqui, sei lá, 10% mais ou menos, vai? 8 vezes, 8 a 9 vezes mais eficiente. O que aconteceu? Ele conseguiu em um espaço de, se eu não me engano, 18 meses...
dividir por três o preço de venda do Ford T. Vendeu por um terço do preço. Por quê? Porque ficou muito mais eficiente. A estratégia do Ford era, eu preciso fazer com que a galera que está começando a comprar carroça eletrificada, compre Ford T. Logo, eu preciso baixar o preço, que é algo bom para a sociedade, porque isso vai me dar escala.
E aí o Ford T saía na época por 230 dólares, se eu não me engano, lá. Então ele pulou de 600 e tantos dólares para 230 dólares, por causa de uma tecnologia exponencial chamada eletricidade, usada de forma exponencial e não linear. Porque enquanto negociavam de forma linear, não teve ganho linear de produtividade. Essa é a mesma coisa que está acontecendo nas empresas.
As empresas estão pegando o chat GPT e Cloud e usando esse sistema exponencial, inovador, chamado AI, de forma linear. Então ninguém está redesenhando a arquitetura de produção. Eles estão só usando com a arquitetura de produção vigente. Estão substituindo o motor a vapor pelo motor elétrico.
A empresa que fez isso no Brasil, que eu conheço, é a G4. Cresceu 11 vezes e meia a geração de caixa, que é o que importa mesmo, que é o dinheiro que sobra, em três anos aumentando 10% do Apex só. Ou seja, é um ganho exponencial. E estamos ensinando isso para os nossos alunos agora. Quem faz GE agora, por exemplo, tem acesso ao nosso software de AI, chamado G4OS, que basicamente é um hub.
de LLMs, então você pode plugar ali Gemini, pode plugar ChatPT, você pode plugar o Cloud ali dentro e usar em uma janela de contexto persistente que ele nunca vai esquecer o que ele está conversando com você. Porque o ponto é o seguinte, há um ano atrás eu tenho certeza que você usava o ChatPT e talvez o Gemini. Hoje você está usando mais o Cloud, não está? Sim.
Pois é, daqui a um ano eu não faço ideia qual que você vai usar. Eu só sei que não vai ser a mesma coisa. Porque é uma briga muito grande, desenvolve muito rápido. E aí você perde todo o contexto, você tem que começar do zero. Então imagina você ter um produto chamado G4S, que já existe, que você pluga todas as LLMs ali dentro e você nunca perde janela de contexto. E ele...
Ao invés dele ser proativo, o Cloud, por exemplo, é proativo. Você tem que falar com ele para te responder. O G4S, que ele usa o Cloud, usa o Gemini, usa o XGBT como motor, ele é, na verdade, ele fala com você. Na verdade, o XGBT é reativo, né? Você fala com ele, ele vai e te responde.
O G4S é pró-ativo. Você abre de manhã o G4S, que é o cérebro de ator na tua companhia, ele já está plugado no seu CRM, no seu RP, no seu Databricks, na sua base de dados, e ele fala assim, Vilela, hoje você deveria ter uma reunião com o Alfredo e tratar esse tema de vendas aqui com o Nardon, esse tema de operações aqui. Me alimenta com essas informações que eu te falo no próximo passo. A gente tem isso, a gente está estilizando isso na companhia, a gente está entregando isso.
para os nossos alunos de GE, e em no máximo dois meses a gente vai lançar isso para o mercado. Isso muda completamente a lógica de geração de valor nas pequenas e médias empresas e traz uma eficiência muito diferente para os negócios, para eles poderem capturar de eficiência o que o G4, por exemplo, capturou, multiplicando 11 vezes e meia seu resultado em três anos.
Entendi. Senhores, conversamos um pouco aí, hein? Só um pouquinho, né? Só um pouquinho. Já dava pra ir mais umas duas horas, né? Vamos marcar o próximo papo. Então, bem perto da eleição, que aí a gente faz uma avaliação também de como tá o cenário. Me bota pra mediar um debate entre o Lula e o Flávio Bolsonaro. Vou chamar uma galera aí pra... Na bancada, de repente, te chamam, hein? Me bota no debate com o Lula.
Fácil, fácil isso, né? Duvido que ele topa. Companheiro. Com a Erika Hilton, vamos... Esse maluco aí não vai topar nunca. Senhores, agora com vocês aí. Alguma ponta solta, o que faltou completar e redes sociais. Obrigado demais aí pela presença.
Quem começa? Quem começa é o Alfredinho. Eu? Eu agradecer a oportunidade de estar aqui. A gente é consumidor do teu conteúdo. Obrigado. A gente acredita... Nossos alunos gostam muito do teu conteúdo. Você é uma referência lá para a gente. Sempre trazendo um debate intelectual muito legal.
Aqui é um ambiente mega diverso. Eu acho que é esse espaço que você entrega hoje para o mercado, para a tua audiência. Está acabando, né? Acho que é um dos últimos aqui. É verdade. A gente que fala com todo mundo está acabando. Está acabando. Está funilando.
E, cara, obrigado. Oportunidade gigante de estar aqui. Vai ser incrível ir pra França lá contigo. Bora. Só marcar a data aí. Tem que marcar a data. E, cara, a minha rede social é arrobaalfredossoares, lá no Instagram. Tem também o LinkedIn.
que a gente posta algumas coisas ali de reflexão. O que você falou de YouTube? E eu estou com um canal novo no YouTube, fazendo alguns vlogs, mostrando o bastidor dia a dia, mostrando o que rolou aqui, né? De pegar um problema e dar uma ideia. Eu faço isso, eu documento isso ao longo do dia a dia. E eu acabo ajudando os nossos alunos, membros, com essas ideias. E eu documento isso lá para o canal do YouTube, canal do Alfredo Soares também.
Tem já bastante vídeo lá de negócio de agro, varejo, indústria, serviço. Então, galera que gostar de conteúdo empreendedor, será muito bem-vindo.
E não aceitamos hate lá.
O meu é arroba bruno.nardon no Instagram e também arroba bruno.nardon no YouTube. No meu YouTube eu estou falando bastante de A agora. Estou fazendo uma série de como a gente tem implementado inteligência artificial dentro do G4. E tem sido bem legal porque tem muita gente se espelhando no que a gente está fazendo para fazer nas empresas deles. E eu tenho desmistificado bastante isso na facilidade, que é fazer o quanto de valor que você destrava utilizando inteligência artificial a favor do seu negócio.
Arroba Thales Gomes com dois L's e I, turma, tem um canal no YouTube aqui também, arroba Thales Gomes, essa aqui? Arroba Thales Gomes, dois L's e I, canal no YouTube, então tá aqui, vai no buscar ali, aperta em seguir se você quer conhecer como é que é o Thales na PF, na PJ, tem lá no Instagram também, arroba Thales Gomes, agora na PF, tá aqui no YouTube, né? Então o que acontece nos bastidores da minha vida, eu abro pra vocês aqui no YouTube, eu queria deixar um recado pra você que é brasileiro, que é brasileira.
E que em outubro vai definir o futuro dos seus netos. Então, pensar futuro nesse exato momento é tomar consciência das suas ações. Então, vamos analisar o seguinte. A gente teve Lula 1, Lula 2, de uma 1,5. É que aí depois caiu. E agora estamos no Lula 3.
Ou seja, tivemos aí quase 20 anos de PT, né, cara? O que o PT fez pelo país, turma? O que o PSDB, que é esse teatro das tesouras que a gente vivia ali entre PT e PSDB, extrema esquerda e centro esquerda, o que esses caras fizeram para o país, né?
fizeram o Brasil ter a mesma produtividade dos anos 80, fizeram o Brasil perder o bonde da industrialização, perder o bonde do software, e pô, vamos perder o bonde da AI agora, sendo que a gente é a plataforma que pode permitir com que o mundo escale AI? A gente não deveria, né? O Brasil é muito mais. O Brasil é muito mais do que isso que eles contam para você. O Brasil é muito mais do que a mentira que o teu professor de história contou para você na escola, que 80% do que ele falou é mentira, acredita em mim.
Não precisa acreditar, não. Pergunta para o Claude, pergunta para o chat de EPT. Pesquise por você mesmo. E aí E aí E aí
E você vai ver que você é fruto de uma mentira. Tudo que a gente aprendeu, boa parte daquilo que a gente aprendeu sobre o que é o Brasil, sobre o que é essas verdades, é uma grande mentira. Mas o ensino está aí, está fácil, o conhecimento está fácil hoje com a AI. Pesquise você mesmo, não precisa acreditar no TG não. Pesquise você e reflita o que você quer para o seu neto.
Você quer um Brasil de prosperidade, um Brasil de futuro, um Brasil de construção, um Brasil que busca ser mais? Ou você quer o Brasil do Banco Master, o Brasil do escândalo do INSS, o Brasil do escândalo da JIF, o Brasil do escândalo da Odebrecht? Qual o Brasil que você quer? Está na sua mão, seja consciente, porque tem muita gente que depende da sua escolha.
Ô Thales, deixa eu te perguntar um negócio. Quem que você acha que o ladrão vai votar? Pra esquerda ou pra direita? Você já viu o ladrão votando direita? O que eu vi é a cadeia comemorando a vitória da esquerda. Por que será, né? O cara que estupra, ele é o quê? Ele é de esquerda ou de direita? O cara que tá ouvindo a gente é ladrão? Ah, espero que não, né? Por que que ele vai votar pra esquerda também? Não sei, talvez porque alguém contou alguma historinha pra ele.
Mas ele tem a oportunidade de mudar essa decisão e com isso mudar o futuro dos netos dele. Cuidado com isso.
Obrigado demais, já está convidado para a gente montar uma mesa sobre a, você tinha me sugerido isso e quero falar mais sobre isso. Estou escalando o meu negócio aqui, então também, depois a gente vai trocar figurinhas aí para as minhas ideias, vamos ver se bate com o que vocês falam e ensinam lá. Você falou de fracasso? Lincoln está assistindo a gente, tá? Lincoln Fracari, nosso amigo. Ele está lá na China assistindo? Está na China assistindo a gente, ó.
Já tá acordado, já. Andy Lincoln. 10 da manhã. Tá um uso trocado. O cara estirando a link ali, ó. Total. O pessoal da Estatera também, de novo. Tô recebendo aqui a mensagem da galera. Nossa galera tá na... Tá ali, ó, na fúria, ouvindo. Tô te falando. É mesmo? Pô, você tem que ir num clube. Você tem que ir num próximo. Ó, tá convidado. Tô convidado pra... E pro próximo class com a gente, pra você ver de perto a comunidade do G4.
Quero conhecer o pessoal. Ao vivo. 540 empresários juntos que transacionam mais de um trilhão de reais.
Como é que esses caras convivem no final de semana para aprender fazendo negócios? Pô, fechou. E você, você vai também ou vai continuar no fracasso aí? Eu vou ter que ir junto, né? Vou ter que aprender com essa galera aí de alto nível. Vou ter que te levar então, ô Santa. Santa, agradecer demais o pessoal que está com a gente aqui. Se o cara não deu like, qual que é o lance aí?
Se ele não deu o like, começa que ele vai perder o polegar daqui a pouco. Exato. Tem que deixar o like agora. Se inscreve, né? Se inscrever, que estamos chegando já em 6 milhões de inscritos. Exato. E agradecendo aos nossos pastores senadores, né? Exatamente. Tem link na descrição, QR Code de todos aí. E agora é hora de você brilhar, querido Klaus. O que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse papo?
Para você provar que chegou até o final desse papo, comenta aí. Sabor esquerdista.
Os haters que estavam dando hate ali não vão escrever isso não, hein? Escrevam nos comentários o sabor esquerdice e prove que você chegou até o final. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau e que bom que vocês vieram. Valeu, fui. Adios.
As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.
Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.
Airbnb
HospedagensContabilizei
Serviços de contabilidadeEstratégia Concursos
Radar de ConcursosUOL
Serviços de internet