Episódios de Inteligência Ltda.

1822 - O LEGADO DE MICHAEL JACKSON: RODRIGO TEASER, PAULA SOARES E LORD

22 de abril de 20262h37min
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RODRIGO TEASER é cantor e dançarino, PAULA SOARES é YouTuber e MARCUS VEGA, comediante e Lord Maico. Eles vão bater um papo sobre o Michael Jackson, sua carreira e seu legado. O Vilela sabe fazer o moonwalk, mas ele aprendeu de dia, então chama “sunwalk”.

Participantes neste episódio4
R

Rodrigo Cáceres

HostHumorista
L

Lord Maico

ConvidadoComediante
P

Paula Soares

ConvidadoYouTuber
R

Rodrigo Teaser

ConvidadoCantor e dançarino
Assuntos3
  • Homenagem a Michael JacksonImpacto cultural · Inovação musical · Críticas e polêmicas · Experiência ao vivo · Influência em artistas
  • Comparações com outros artistasNovos ídolos · Influência no K-pop
  • Experiências pessoais com MichaelMemórias de shows · Impacto emocional
Transcrição417 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Laterráquios, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vileira e está começando mais um Inteligência Limitada. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais... Uhul! Chega! Olha ele se soltando aí!

Lene, você é fã do Michael Jackson. Eu sei que você é fã. Eu sou muito fã. Desde a época do Jackson 5. Pô, cara. E assistiu os desenhos. Você já tocou, cantou o Michael Jackson por aí? Cara, já, já. É muito difícil cantar o Michael Jackson. Mas você é da igreja. Tinha um pouco de problema, assim, de...

Gostar de Michael Jackson e ser da igreja ou não? Eu tinha que passar. Quando eu ia na casa dos amigos pra ouvir Michael Jackson, eu passava na frente da igreja e tinha que esconder o disco dentro da mochila. Se o pastor visse, ele ia falar, opa! O que é isso aí? O que é isso aí? Era complicado na época. E pra dançar, então? Não dava, né? Eu tinha que dançar escondido dentro de casa e tal. Ih, ele tá endemoniado lá! Exatamente. Não, não, é só o Michael Jackson que eu tô fazendo. Exatamente.

E você tem ainda disco? Eu tenho, eu tava falando pro teaser que eu tenho o Thriller, o álbum duplo em vinil. Da época. Da época. E é muito interessante porque ele vem, um disco vem as músicas oficiais, e no outro disco tem conversas do Michael, tem aquele, eu sempre esqueço o nome do ator que gravou a risada de Thriller. Vincenzo Price. Isso, tem a fala dele inteira ali, até a risada, o texto todo. Tem falas do Quincy Jones lá, tem ele conversando com o Paul McCartney também.

É demais, sensacional. Depois me passa seu endereço e me fala quando você não está em casa. Se por acaso sumir... Eu quero ver você achar ele. Debaixo de sete chaves.

Olênio, como vai ser a participação nesse episódio muito, muito especial? É isso aí, como é um episódio especial, a gente dá preferência aos nossos membros lá do Telegram. Que são especiais. Exatamente, então se você não é membro ainda, corre, se inscreve no canal, já se torna membro, aproveita e dá like nesse vídeo.

compartilha essa live com quem você gostar e com quem você não gostar também. Amigos e inimigos. Exato. E uma coisa que eu estava percebendo é para você ativar o sininho para poder receber as notificações das lives. Senão você não fica nem sabendo o que tem live. Então, Rodrigo, se apresente para o povo que não te conhece. Eu sou o Rodrigo Tizer. E você não precisa mais trazer o presente inútil que você trouxe. É, eu trouxe uma vez.

Eu sou o Rodrigo Tizer. Eu sou fã do Michael desde que me entendo por gente. E sou intérprete do Michael. Eu viajo cantando, dançando.

E fazendo tributo ao Michael. Levei meu filho no show dele. Meu filho começou a escutar Michael até hoje. Essa é uma das coisas mais legais que eu posso ouvir. De verdade. Porque ele começou lá no carro e coloca no Spotify por Bluetooth, né? E eu falo, coloca aí, ele coloca o Michael, vai lá. Que estranho, né? É Michael Jackson e uma do Tears for Fills, porque tem no Roblox. Sensacional. É muito louco. Quem que era agora? O Lorde.

Cara, tamo aí. Eu gosto muito de estar toda vez que eu tô junto com o Rodrigo. É muito legal. É a primeira vez que eu tô com ela. Eu já segui ela no Instagram. É prazer estar aqui. E o meu presente você trouxe? Sim, eu trouxe o presente. Você vai adorar o seu presente. Ih, rapaz, que medo. Você vai adorar. Me pediram pra trazer o presente inútil. É o mais inútil que você já recebeu. Vai por mim.

Os dois sabem. Pode trazer? Pode pegar? Claro! Ah, não tá aqui? Não, tá ali fora. Tá, então enquanto você vai lá, você se apresenta pra essa câmera, né, Lene? Aqui, ó. E eu quero o meu presente também. Claro, com certeza. Olá, pessoas. Eu sou a Paula Soares, do Falando de Michael. Eu crio conteúdo sobre o Michael Jackson desde 2010. Falo sobre tudo, a vida do Michael no geral, curiosidades.

e estamos aí na atividade há bastante tempo sobre isso. E o meu presente inútil é o meu primeiro Fedora de guerra. Ele já tá meio balhado. Primeiro porque quantos você tem? Ah, depois o Rodrigo me presenteou com um... A gente vai colecionando, né? Mas o Fedora tem uma representação muito grande pra quem é fã de Michael Jackson, porque o chapéu dá todo aquele chana.

Quando ele tá se apresentando. Você já tem o chapéu e a nuva. Mas o casaco você já pode fazer. Falta aquele sapato a meia brilhante. Quero ver o Villala fazendo um walker. Fazer um sunwalker. O Fedora é bem contente. Obrigado, obrigado demais. Cadê? Como fã do Michael, eu não podia te dar outra coisa. Rodrigo sabe. Rodrigo não ri. Rodrigo sabe. Todo mundo sabe, tem tudo a ver. Eu espero que você goste.

Eu trouxe um litro de leite perecível pra você. Use aqui, tá bom? God bless you. I love you so much. Ô, Lenin. Não speak. Tem uma vinhentinha pra esse momento agora? Não tem, né? Eu tô com medo de perguntar alguma coisa e... Tá bom. Obrigado. A gente aceita. You're welcome, ok? Tá vencido ou não? Só pensa em mim quando você estiver bebendo esse leite.

Dá pra beber ainda. É, ainda bem que eu não posso. Você não pode. Eu não posso. Sou intolerante à lactose. Exato. Tá bom, então obrigado. Você nem pode. Obrigado, viu? Pode. Deixa aqui, ó.

Eu perco todos os meus neurônios pensando em o presente. Eu amo você. Cara, aquele diálogo. Tem uns diálogos seus lá que eu vejo que eu morro de rica. Ficando puto, né? Faz um diálogo. Você lembra de algum daqueles que viralizou? Eu lembro de todos, cara. O povo não deixa eu esquecer. Pedire. Pedire. Pedire. Como que era?

Cara, quer fazer o Michael? Não, não, você faz o Michael. O Pedir, quem faz o Leni? Fala mais ou menos o que o Pedir tem que falar. Cara, ó, é o seguinte. Quem sabe faz ao vivo? Ô louco, bicho, bicho. Você vai estar me ligando, eu vou estar te atendendo. Tá bom, só não vou falar inglês porque... Não, tudo certo. Não, fala os inglês do seu jeito. Hello, Michael.

é o Didyman é o Didyman é o Didyman é o Didyman o usuário Michael Jackson não se encontra no presente momento então você pode deixar o seu agora você me interrompe interrompe oh meu f*** oh meu Deus o que você quer? fala de uma vez eu quero falar com o Michael Lord cadê o Lord Michael? eu quero falar com o Michael agora me chama de Lord me chama de Lord me chama de Lord então eu vou desligar Lord fala comigo olha o telefone distanciando de

Mas vamos falar de Michael. Eu acho que aqui é uma unanimidade, né? Todo mundo curte Michael também. Tem uma... Eu nasci em 70. Eu lendo em 70 e... 75. 75. Cara, nossa geração era Michael Jackson. Era concurso do Michael Jackson na televisão. Era tudo Michael. Né?

Cara, era tudo, era gente ouvindo, dançando, é assim, influenciou absurdamente, é uma época que, escuta o Michael Jackson ou viaja pra aquela época, né, Lenny? Exato. Além de a música ser boa, você ainda lembra... Exato, é, memórias afetivas, né, naquela época. É o 80 e quanto? É, 83. 83, né? 13 anos eu tinha, e você, Lenny? Eu tava com 8. É mesmo, era um menininho.

Mas já tava lá tentando fazer um Walker ali já. Exato. Mas de estar aqui, principalmente porque um filme, cara, que eu tô achando... Não sei, eu tô com uma expectativa muito boa que esse filme seja incrível, não é? Eu também. Eu confesso que no começo...

Quando surgiu toda a história, eu tava segurando a onda, assim. Eu não queria me empolgar. Ah, sim, sim. Porque, pô, vai estragar também é fácil, né? E no início, anunciaram uma data, anunciaram uma... Aí pausaram, aí adiaram. Aí adia uma vez, adia duas, às vezes você já começa a ficar...

Aí você fala, é melhor eu controlar a ansiedade, a expectativa. Não, e o fã de Michael Jackson já é traumatizado. Quando vão contar alguma coisa sobre o Michael Jackson, a gente tem um trauma, assim. Será que vão contar direito? Então, quando eles anunciaram o filme, eu e o Rodrigo já trocamos muita figurinha sobre isso também. Eu falava pro Rodrigo, meu, eu vou botar as expectativas lá no chão, porque...

É, eu pensava assim Porque tem um lance Não dá pra saber exatamente O caminho Que vai ter É uma cinebiografia Eu tive a oportunidade de conversar com algumas pessoas Que viram gravação Estiveram presente Mas nem assim dá pra você imaginar Porque tá na cabeça de um diretor, de um roteirista Mas tipo assim

Tudo isso, quem tá por trás é o espólio, né? O espólio do Michael é quem diz sim ou não. E o espólio do Michael, na minha opinião, eles tomam decisões que eu... Eles dizem mais não do que sim. A maioria das vezes eu discordo. E aí, tipo assim, a minha maior preocupação em relação ao filme sempre foi continuar sendo o roteiro. Porque, por exemplo, tem o musical do Michael lá na Broadway. É um musical bacana, é legal e tal, mas eu...

Eu, particularmente, não gosto do roteiro. Acho que o roteiro é o... É o ponto fraco. Porque, tipo assim, os caras inventam lá uma história, tudo bem, é um musical, é uma ficção, é um recorte ali, mas... É uma viagem muito louca, sabe? E aí...

O espólio, ao mesmo tempo, tem uma tendência a negligenciar uma fase da vida do Michael, sabe? Então, a minha preocupação no roteiro sempre foi em relação a isso. Só que, pô, depois que começaram a sair os trailers, as imagens, aí você já fala, cara, acho que o negócio tá indo pra um lugar muito bonito. E a reação do público em geral...

A galera tá pirando, nem saiu o filme, tá todo mundo falando disso já. Eu fiquei... Eu tava com a expectativa alta no começo, fiquei com a expectativa lá em cima, batendo o teto. Só que quando eu vi como a Paris levou aquilo, aquilo me deu uma segurada.

A filha do Michael no início, né? A Paris, ela não aprovou muito, assim, a ideia. É. E ela deu algumas declarações que acabaram... É, tiveram algumas controvérsias em relação a isso, porque ela literalmente pegou o celular, abriu os stories e falou, ó, o filme vai agradar quem acredita em conto de fadas em relação à vida do meu pai. Eu dei as minhas sugestões, eles não acataram. E é isso. E aí ela não se atrelou ao filme. Sim.

Só que recentemente, agora, ela veio com outro discurso. Não sei se vocês viram também. Que ela trocou ideia com o Coman Domingo, que é o ator que vai fazer o Joseph Jackson, o pai do Michael. Porque eles tinham meio que trocado farpas, assim, também, anteriormente. Só que ela não chegou a falar do filme em específico. Só perguntaram pra ela, o que você gostaria que mostrassem do seu pai no filme? De lá, amor e luz. É só o que eu gostaria que mostrassem sobre ele.

O que eu soube internamente é que o primeiro roteiro...

Não só a Paris, mas outros membros da família também acharam que não estava legal. E quem, assim, os próprios familiares reprovaram esse roteiro. E assim, uma coisa que eu também fiquei sabendo é que o Prince, que é o filho do Michael, ele se envolveu muito na produção. E ele foi atrás de pessoas que trabalharam com o Michael.

pra perguntar e descobrir sobre esse Michael que ele não conheceu, porque ele não teve, ele não viu o pai dele em estúdio, o pai dele em turnê, ele não sabe o que era, né? Por mais que ele possa ter escutado histórias, ele não sabe o que era o Michael na vida, no auge do thriller, fugindo de paparazzi e tudo mais.

Pô, ele ligou pra membros que trabalharam com o Michael mais de uma vez e ficou duas, três horas perguntando sobre comportamento, sobre como o Michael tratava, como o Michael agia. E eu acho, não sei porque eu não vi o filme, não sei de que forma essas informações vão ser usadas, mas acho que isso foi usado pra compor, de repente, um roteiro que possa estar indo pra um lugar mais...

Mais real mesmo, assim, né? Porque, de qualquer forma, é ficção, né? O filme... Alguém vai... Por mais que seja o sobrinho do Michael, por mais que tenha familiares do Michael, a gente vai ver alguém interpretando uma situação pra ser cinematográfico, né? Então não vai ser 100% real. Mas eu acho que tá... Não sei. Eu tô esperando uma coisa... Eu tô esperando uma coisa bonita e positiva. Não, e depois talvez desse... Desse pronunciamento da Paris, talvez eles deram um...

talvez não, eu tenho certeza que eles trocaram completamente o roteiro, acho que muitas coisas se modificaram de lá pra cá e talvez ela nem tenha visto o novo roteiro, porque ela não se envolveu, né, com o filme.

Mas vamos lá, o que a gente sabe do filme? De onde surgiu a ideia? Quem está envolvido? Já começaram a falar quem vai fazer, o papel dele? Escalação dos atores? O que a gente pode falar? Cara, a parte da produção, o pessoal que está cuidando... O roteiro eu não lembro quem que assina, mas a parte da produção tem muita gente envolvida que trabalhou no filme do Boi Minha Rapizódeo. É o Graham King e o Anthony Foucault.

A direção é do... É do Antony Foucault. Ele dirigiu... Cara, ele dirigiu filmes... Putz, é que eu sou péssimo pra lembrar agora, mas ele... O Leni pode ir atrás. É, eu não lembro também. Mas ele dirigiu filmes, assim, muito respeitados mesmo. E, como eu falei, eu acho que toda a questão visual, toda essa questão...

Que a gente sabe, é uma das coisas que, pô, na tela grande, é o que vai brilhar o olho da galera, o quão bem reproduzido tá. Eu acho que isso vai estar bem feito. O roteiro que é o enigma até agora. O que se sabe é que, assim, inicialmente o filme ia cobrir a vida inteira. Pelo menos foi o que eu tinha dito.

Depois foi estabelecido Disseram que o primeiro corte do filme Tinha três horas e meia Aí disseram que não tinha como Aí tentaram diminuir Aí agora já, ao que tudo indica, realmente vai ter uma segunda parte O que no início, eu confesso Eu achei muito estranho Porque não tem nenhuma biografia Com duas partes É um álbum duplo, né? Essa ideia é boa Mas ele fez filme

No início eu falei, não, não pode. Eu fiquei, pô, não pode, não pode. Só que é quando você parar pra pensar, tipo assim, a vida do Fred Mercury. Você pega, pô, o cara viveu menos que o Michael, em termos de idade. Mas a vida dele enquanto carreira é um tempo relativamente curto.

E aí, como que você vai cobrir a vida de um cara que começou a vida musical no início dos anos 70 e que foi embora em 2009? Realmente, e assim... Do 5 ao 50. Do 5 ao 50. Cara, é mesmo. E não é uma vida artística que tem muitos hiatos. No final da vida, o Michael teve ali uma pausa longa. Mas, cara, se você pegar o início da vida do cara... E assim, uma coisa que eu não sei... Imagino que o filme deva retratar, mas assim...

em geral as pessoas colocam muito assim, só uma importância na época solo do Michael, né? Porque é uma coisa que se vende até hoje absurdamente. Off the Wall, Thriller e em diante. Mas a fase Jackson 5, The Jackson, é uma fase muito importante, porque...

historicamente, pô, é uma banda de é uma banda de adolescentes negros que rompe várias barreiras em rádio, disco primeira vez que você viu uma família de adolescentes negros estampando caixa de cereal, os caras viraram desenho então tem uma série de coisas que às vezes historicamente fica ali guardado, passa batido e talvez o filme possa trazer

Se dividir em dois, então eles dão mais valores pra todas as fases. Ao que tudo indica, o filme vai narrar do início da vida ali em Guerra Indiana e vai até o fim dos anos 80. Não sei se vai se confirmar isso. É, o auge da era bad. E uma coisa que o diretor falou que confirma também isso tudo que o Rodrigo tá falando, ele falou que não tem como a gente falar de Michael Jackson sem voltar pro começo.

Então a gente acredita também que essa parte da infância ali, o começo da infância é difícil, em Gary, porque ou tu trabalhava na siderúrgica e ia pra vida do crime, e era isso, tipo, não tinha, era ou siderúrgica ou a vida do crime. Então o Joseph tentou fazer o possível e o impossível pra mudar aquela realidade. Então vai muito de encontro com isso que o Rodrigo falou agora, de realmente eles mostrarem o começo da vida de Ação 5.

todo o início antes do solo. Porque se você parar pra pensar, sei lá, 15, 20 anos atrás, não se falava muito dessas questões que hoje a gente fala. Da própria situação do quanto uma criança sofre, isso reverbera o resto da vida. É verdade. Talvez muitos traumas que o Michael tenha e que a gente que gosta, que lê, a gente já...

meio que sabe de onde veio, mas pro público em geral, a galera não vai saber. E aí, de repente, o filme possa... Eu espero muito que o filme faça isso. Que mostre que o Michael não é esse cara de outro planeta que acordou um dia e surgiu uma paranoia na mente do cara. A gente tá falando de um cara que até a existência dele, não existia nenhum paralelo na história. Porque não tem. Não.

Não tem um cara que... Que mexe com a moda, mexe com a música. E que assim, a gente tá falando de um cara que... A gente vê, se você pegar a história de Hollywood, toda criança de Hollywood que estourou na fase infantil, virou um adulto muito problemático. E o Michael é um cara que... Pô, ele segurou a onda dele muito bem, cara, se você parar pra pensar. Porque é um cara que...

O discurso dele nunca mudou, a postura dele de vida e a forma como ele encarava o respeito à arte, ao público. E a gente tá falando de uma criança que no final dos anos 60 e início dos anos 70 tinha uma responsabilidade, uma agenda e uma carga de um adulto. O cara dividia estúdio com os maiores nomes da música do mundo.

E assim, tinha que trazer resultado. E aí, eu não sei, eu espero que o filme mostre, porque ele tinha que trazer resultado pra família, ele tinha que trazer resultado pro estúdio, ele tinha que trazer resultado pro mercado. Tinha uma cobrança pessoal muito alta também. Não tem como essa, fora questões que assim...

que já foram faladas, né? O Michael, no início da carreira, os irmãos eram mais velhos, então os irmãos já tinham uma malícia que ele infantil não tinha, então os irmãos ficavam com as fãs, trancavam o cara no...

Depois de adulto ele não tinha. Não mudou nada. Ele manteve. Isso explica. Porque muita gente vê ele adulto e fala de onde vem essa loucura desse cara? Vem desse lugar da infância. Ele não foi apresentado pra vida como agente.

São estágios, a gente vive um estágio, aprende, vive outro estágio. O cara tá numa turnê... Os irmãos queriam ficar com as fãs, trancavam ele ou no guarda-roupa, ou embaixo da cama... Ou ele fingia que não tava ouvindo. Então, cara, não tem como isso, de alguma forma, não afetar. Sabe? E aí, toda essa situação dele com o pai, que passa por uma questão de um... Eu acredito que o filme, de certa forma, vai até tentar...

Não vou dizer redimir o Joseph Mas eu acho que o filme talvez vai tentar explicar De onde veio Porque a Paula falou esse negócio Ou eles iam pro crime ou iam pra Ciderúrgica lá A cidade hoje é uma cidade fantasma, cara Pude colocar aí a cidade Qual cidade que é? É Gary, Indiana Cara, você vai em Gary hoje É uma cidade, juro por Deus Você bota lá a casa que o Michael nasceu Ela tá impecável, tá limpa, bonita Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power

Duas casas do lado, você só tem parede e mato. A cidade virou uma cidade fantasma. A escola que o Michael estudou na infância, o primeiro lugar que o Michael subiu num palco. A escola hoje é... Parece um cenário de Walking Dead, a cidade. Porque era isso. A cidade vivia em torno da indústria lá. E a hora que aquilo migrou, a cidade faliu.

Eu acho que lá atrás o pai do Michael tinha... Era uma tábua de salvação mesmo pra eles, a música. Então... Só que isso também gerou esses traumas que o Michael carregou pro resto da vida. Esse é um tema extremamente delicado. Muito. É muito delicado. É um tema extremamente delicado pra todo mundo. E, cara, tem uma linha muito tênue que a gente... Ainda mais a gente que é fã do Michael, a gente precisa estudar, ver com cuidado. Pensar com cuidado, olhar com cuidado, porque...

existe o Joseph que os fãs do Michael vê de forma negativa. Existe o Joseph que os fãs do Michael vê de forma positiva. É mesmo? É, porque o Michael que a gente tem hoje em dia, nós nunca vamos saber se ele seria o Michael que a gente ama hoje em dia, sem o Joseph. Exatamente. A gente nunca vai saber.

numa linha temporal onde não aconteceu o que aconteceu é muito doido isso e o Michael falava isso ele falava, eu sofri eu tenho marcas, mas se não fosse a rigidez do meu pai eu não teria desenvolvido o foco que eu desenvolvi, se eu não tivesse o foco que eu desenvolvi, eu talvez não chegar o Michael de certa forma naquele jeito dele de não querer levar o ódio adiante ele talvez quisesse amenizar pro pai a bronca sim e aí

E tem um ponto muito importante também, que a gente tá falando da década de 60, né? Onde as famílias negras sofriam um preconceito de uma forma absurda. Racismo era uma coisa muito, muito absurda, muito violenta nos Estados Unidos. E o Joseph, os fãs, assim, eles... Óbvio, gente, não é... É importante todo mundo entender que...

maltratar uma criança, bater numa criança, não tem justificativa. Mas a galera não olha a questão da geração, geracional. Da geração que o Joseph veio, que o Joseph repetia o que possivelmente ensinaram pra ele. E o Michael quebrou esse ciclo com os filhos. Então, tem toda essa questão da geração. E o que o Joseph tentava fazer com os filhos era uma questão de sobrevivência. Eu enxergo muito dessa forma. Ou a gente vai sonhar esse sonho, todo mundo junto, e mudar de vida. Ou a gente vai morrer aqui.

Era mais ou menos nesse sentido, assim. Acabou que o Michael pagou um preço muito grande pra ele ser o Michael, pro Jackson 5 ser o Jackson 5. O Jackson 5, num todo, pagaram um preço muito grande. E, cara, uma opinião que eu tenho hoje, que eu não tinha, até, inclusive, uns dois, três anos atrás, eu não tinha.

Eu acho que o Joseph também pagou. Ele pagou um preço muito grande por isso. Eu acredito. Eu acredito que ele tenha pago um preço por isso também. Porque hoje, pra quem não sabe, agora sabe, eu sou pai. Eu sou pai. E quando eu olho isso assim, eu vejo, eu penso o que aconteceu com o Michael. Eu penso, caramba, eu não faria isso com as minhas filhas.

Mas naquela época, o cara tava, ou ele vai pro crime, ou meu filho vai pro crime, ou ele vira o superstar número um do mundo. E o próprio Michael falou isso em, acho que no Private Home Movies, que é um documentário bem importante que ele fez, comentando vídeos caseiros. Quando ele tá olhando algumas imagens de Gary, ele fala assim, ah, nessa época, inclusive, a gente via vizinhos ali da vizinhança indo pro crime e vizinhos morrendo.

Porque era a única escolha que eles tinham Enquanto a gente tava em casa, ó Suando, ensaiando todos os dias Então era mais ou menos nesse sentido Cara, é Fazer essa escolha, acho que se ele fez Essa escolha, o Joseph fez essa escolha Ele tinha que dar um jeito, e o jeito que ele aprendeu Foi esse, de fazer o negócio funcionar Mas não é justificável o que aconteceu Como eu disse, não é justificável Mas ele tinha que dar um jeito de fazer o negócio funcionar Entendeu?

Era uma pressão muito grande Você descobriu os filmes que o diretor já fez? Sim Obrigado

Ele fez o Dia de Treinamento, fez o Protetor também, Invasão à Casa Branca. Ele fez vários filmes com o Dia de Treinamento. Daisy Washington.

E o que a galera fala internamente é que eles já estavam buscando o esboço do roteiro, eles já estavam criando o que seria a linha temporal do filme e não tinha ainda quem interpretar. Quando surgiu a ideia de que... E se o Jafar, que é o sobrinho, filho do Jermaine, assumisse esse papel?

E aí a própria família inicialmente teria questionado. Falou, mas como? Pô, Jafar, como assim? E aí a própria família teria tido um momento muito bonito de reunir, depois que já tiveram os testes de maquiagem e tal, a família teve um momento de surpresa, de falar, ó...

Olha aqui ele caracterizado E aí, pô Falaram que alguns familiares Se emocionaram, choraram Porque viram o cara ali Caracterizado de Michael Porque é isso, né? Pra gente sempre vai ser o Michael O intocável, o ídolo Mas pra essa galera, pra família É o...

É o primo Michael. É o primo, é o tio, é muito doido isso. É, cara, você adora. E eu não consigo imaginar. E vocês? O que vocês acharam da escolha? Ah, eu achei sensacional. No começo causou um pouco de estranheza. No início eu fiquei meio... Chegaram a pensar no Bruno Marques, será? Não, sério, né, Lene? De repente, né? Cara, isso no início era uma preocupação. Eu ficava, mas como que vai fazer? Como a gente não pede o peso na interpretação? O único medo era chamar o Fábio Jackson.

E aí? Era só isso. Quem que é o Fábio Jackson? Pesquisa quem é o Fábio Jackson. Vira uma piada na internet. Pesquisa quem é o Fábio Jackson. Não, cara, eu fiquei com medo disso porque assim...

Eu achei... De primeira, eu falei, cara, mas... Poxa, amaram o Jafar? De primeira coisa que você pensei... Ai, deu uma sensação muito doida. O que ele já fez pra representar o Michael? Todo mundo fez a mesma coisa, vai pesquisar. É, todo mundo. Só que depois você para pra pensar, você fala, cara, é até poético que seja um sobrinho, que esteja ali no núcleo familiar. Que seja um Jackson. Seja um Jackson. Sim, sim. E assim, eu acho que...

Os caras não vão entrar pra perder. Não, não. A gente tá falando do filme biográfico mais caro da história. É? É, é o mais caro da história. Então, meu, o que os caras estão investindo é muito alto. Então, ah, o cara nunca atuou, o cara não é ator. Meu, a gente tá falando de Hollywood, os caras têm preparador. Sim. Os caras têm a melhor forma.

E ele é um Jackson, né? Ele é um Jackson. Ele é um Jackson. Você pega um artista pop. Você pega um artista pop hoje, uma diva pop dessas de gosto devidoso. Você assiste um videoclipe da mina, você fala, meu, essa mina canta e dança pra caraco. Não, foi por edição. Ela não faz aquilo. Se ela sem dom consegue, mano, um Jackson.

com toda a dedicação que o cara tem, eu acho que vai ficar... Chegou a ser outra pessoa em algum momento? Não. Até onde eu sei, nunca li nenhuma informação. Primeiro já distalo foi o Jafar. Vou falar uma coisa. Tem outro aspecto muito importante de ser o Jafar, que é...

O Remy Malek, se eu não me engano, que foi o cara que fez o Fred de Bohemian Rhapsody, ele fez muito bem. Só que o Jafar vai ter uma coisa que não vai ter em nenhum outro filme. Ele vai conseguir passar a essência de Jackson e nenhuma maquiagem vai conseguir fazer isso.

O sorriso. Ele é. É o DNA. Tá no sangue, tá no DNA do cara. Não, e tem uma coisa que a gente não falou também, que agora, semana passada, saiu a primeira entrevista oficial do cast, assim, do filme. E aí tá o ator que vai fazer o Joseph, a atriz que vai fazer a Catherine, enfim. E o Jafar tá junto. E aí eles comentam que teve um momento, exatamente o que o Rodrigo tava falando, que eles chegaram pra mãe do Michael. O Jafar se caracterizou inteiro e foi até a mãe do Michael. E ela falou...

Tu encarnou ele. Ela falou assim, tipo, eu tô vendo ele como se ele tivesse encarnado o Michael, assim. Então eu imaginei a emoção disso, ela, mãe, vendo o filho no neto. Muito doido, né? Que doido. Um dos sublinhos falou que ele acompanhou gravações. E ele falou que ele olhava no monitor e ele falava, caraca, é meu tio. E ele olhava na cena e falava...

Aí ele falou que era um sentimento muito doido. Porque ele olhava no monitor e falava, é o meu tio. Só que ele olhava e falava, não, é o meu primo. E ele falou, cara, pela magia. Porque ele falou... E a voz? Então, a voz é uma coisa que assim... É parecida com... Então, já teve trailer com o uso de IA, que eu sou totalmente contra. Eu acho que usar a voz IA no trailer... É. Porque eu acho que isso pode...

Jogar a favor no trailer, mas num filme eu não consigo imaginar um filme inteiro usado e a... De forma perfeita. É. E aí eu acho que assim, criar essa aproximação... Pô, a gente... O Vega faz a voz do Michael em português, eu já falei várias vezes. É muito doido você ouvir palavras que o Michael nunca falou.

Em português. Não, não é, cara. E falar, ah, eu reconheço essa voz como sendo Michael. Então é muito perigoso. Por exemplo, ele imita. Um cara imitando o filme inteiro não ia ficar estranho. Não ficaria bom, é o que eu digo. Não ficaria bom, mas... É porque você vê o... É que nem assim, sempre quando alguém vai fazer o Silvio Santos, fala, cara... É, o cara não tá falando o Silvio Santos. Ele tá imitando o Silvio Santos. Ele tá sem... O Silvio Santos não é...

Oi, me traz um gabé. Fala com a filha dele, meu Silvio Santos. Eu não imagino. Cara, Gina, as pessoas vêm falar isso pra mim nas redes sociais. Falaram, você tinha que estar dublando. Eu falo, não, não tinha, cara. Eu não tinha que estar dublando. Eu faço o que eu posso. A minha forma de homenagear o Michael zoando com humor e tudo mais.

Mas tem um dublador profissional que tá fazendo esse trabalho. O Marcos Enivão fazer. Ele é um excelente... Ele é demais. Excelente, cara. Ele é incrível. Um coração incrível. Uma pessoa incrível. Mas eu entendo a galera falar e pedir e falar do Vega. Porque é isso. Quando o Vega fala, sei lá... A gente nunca ouviu o Michael falar assim...

Olha o telefone distanciando de mim. Ele fala de uma forma que a nossa mente reconhece uma possibilidade. Então, quando você faz o trailer e o Zia, você cria uma ansiedade na plateia de que a voz do cara vai ser...

A voz do Michael, se chegar na hora e não for, talvez jogue contra. Porque tem as duas versões. Você tem as duas versões. Você tem o trailer com a EA e o trailer sem. Eu sempre vou achar que... Cara, eu sempre vou achar que jogar a real é melhor. Também acho. Porque, sabe, tipo, sei lá... No meu trabalho, eu escolho isso. Eu poderia chegar lá, gravar e ir pro estúdio e alterar e deixar o negócio... Perfeito. A galera ouvir e falar, caraco, mas aí a galera vai no show, eu vou cantar ao vivo. Eu não posso vender uma coisa que não é.

Quem olhar o que eu faço na internet e achar uma bosta Nem vai no meu show, porque é o que eu vou fazer lá

Então nem perca tempo. Então, eu sou contra esse uso da IA no trailer, assim, sabe? Como também tinha muita preocupação que o pessoal falava, ah, vamos usar... Pô, como é que é o nome mesmo? CGI? CGI. Ah, vamos usar CGI no rosto. Eu também ficava meio... Mas vão usar? Não. Vão? Fazem que vão na parte que... Pós-cirurgia de nariz. Não tomara que não, cara. Mas não tenho certeza do que eu tô falando. É, eu fico com medo. Pode ser que seja só maquiagem mesmo. É.

Eu espero que seja maquiagem. É, às vezes um acerto, né? É, o acerto, ok. Mas assim, eu fico com medo, sabe? Você lembra o que fizeram com o bigode do Superman, cara? Porra! Não, pela... Lembra? O cara não podia tirar o bigode, matou. Não, mano. Faz com o bigode e a gente resolve. Não, e era assim, né? Mano, é... Cara, apareceu. O lábio superior dele começava no meio da boca e arrastaram a boca dele pra baixo. Ele vai lá na máquina. É.

aquilo ali é o nariz aquilo ali é o nariz não pode, é o nariz é muito característico do Michael e uma coisa que eu acho que a galera isso é uma coisa que eu já critiquei até alguns fãs porque a galera tem que entender que a gente tá indo ver é uma história sendo contada a gente tá indo ver uma história ser contada interpretada por mais que seja a vida real sendo falada, é ficção claro

Então, não temos que olhar o Michael. Porque o que a galera faz? Juro por Deus, a galera pega... Um documentário já não é vida real. Exato. A galera pega o trailer do Michael, aí pega lá o Jafar. Porra, tem umas cenas que o cara tá bonitão mesmo. Você vê ele sorrindo e tal. Você fala, caraca, mano. Eu enxergo, eu sei que não é o Michael, mas eu vejo o Michael. Porque é isso, a essência tá ali. É um reslumbre de Michael Jackson.

É o que ele falou, a essência tá ali. Só que aí a galera pega esse trailer, Diz-me...

Quebra ele inteiro e fica botando Iá. Olha! Olha! Ficou mais igual ao Michael. Aí você fala, porra, não é o Jafar e não é o Michael. E a galera não entende esse desespero de enxergar o Michael. Não, e a parte dos preciosismos dos fãs também, né? Tipo, esse figurino ali, aquela pontinha da lantejola não é igual ao que tá em 1992. Mas eu já fiquei surpreso, cara. Eu já fiquei surpreso com coisas assim, tipo...

Preciosismo meu, talvez. Pô, tem uma cena lá que... Quando o Michael queima o cabelo... Que o... Olha lá, olha lá. Cara, olha essa boba, velho. Parece que ele tá inchado, né? Mano, parece que... Tá com uma bala, né? Tá com uma bala. Parece que bateram na cara dele. Tá com uma bala, né? Tá com uma bala na boca. É muito estranho, né? É muito estranho. É, meu. Não, o CDA tem uma desagradável... Eu acho que o real, talvez... Funcione melhor mesmo.

Pelo amor de Deus, faz a maquiagem Não deu, o Rami Malek não ficou o Fred Merkel Mas é real Mas ele entregou bem, entregou bem pra caramba O papel, a atuação ficou boa pra caramba E cara, é do sangue do Michael Não precisa, por favor, não coloca CGI É, eu também acho Falando de preciosismo, eu vi que tem uma cena Que é quando o Michael sofre um acidente

Sim, lá do cabelo. E aí ele tá... Na Pepsi, né? É, na Pepsi. Nessa ocasião, ele tava de casaco azul. Porque Billy Jim ficou imortalizado com aquele casaco preto. É. E é uma informação muito...

E os caras tiveram cuidado de fazer o casaco igual para o momento igual. A Jennifer Betten esteve aqui, né? Ela falou que... Ela foi assistir. Ela foi convidada para assistir gravação. Explica quem é para o pessoal. Jennifer Betten é guitarrista, tocou com o Michael em todas as turnês. Ela foi convidada para assistir a gravação. E aí, quando ela foi assistir a gravação, ela assistiu justamente a reprodução de uma das turnês. E aí ela ficou surpresa porque tinha um setor só para reprodução de instrumentos.

Pra fazer o mais parecido. Então, tipo assim, tinha a réplica da bateria da turnê Victory. A réplica da bateria da turnê Bad. Nossa, tinha esse cuidado. Aí, a réplica das guitarras do Tito. As réplicas da guitarra dela. Tanto que os caras mostraram, aquele jeitão dela, né? Que ela... Ela falou da guitarra, tava falando... Pô, por que vocês não me ligaram? Não sei o quê.

E eles não, a gente tinha que fazer a nossa pesquisa. Porque Hollywood tem aquela coisa. Se você liga, a pessoa pode depois reivindicar que contribuiu e não recebeu. E aí a mesma coisa teria sido feita com figurinos. E aí, cara...

Eu não sei, assim, pra mim, pra gente aqui... O deduzel, então não usaram nada do... Não, parece que tem alguns acessórios e figurinos que o Spolio teria cedido. Não sei, porque não tem ainda nada oficial falando. Mas os instrumentos tiveram esse cuidado, que ela...

Ela falou que ela ficou impressionada porque a... Fizeram até uns desgastes e tudo. A guitarra dela, de uma das turnês, ela falou, cara, era meio guitarra. E a posição da banda. Então, tipo assim, tem algumas coisas que eu acho que eles pensaram assim, nesses fãs, que eu não vou mentir. Eu, eu não vou mentir. Se eu estiver no cinema, eu vou falar, eu vou falar, ai que lindo, ai que lindo. Mas a posição tá errada.

Não, mas é que... Você é esse chato, né? Eu sou. Não, internamente a gente vai dar... Não. Ó, a gente já assistiu o musical do Michael duas vezes, né? Duas vezes. A primeira vez que a gente foi, foi eu, a Priscila, o coreógrafo lá do nosso show e meu irmão. A gente sentou pra assistir e aí, cara, eu na emoção, eu ficava assim, eu ficava...

Aí eu falava, tá errado, essa ordem tá errada. Aí eu ficava assim, ó, ó. Passando mal, passando mal. Aí eu falava, nunca existiu esse ensaio, não existiu. Aí o... Aí o Gabriel ficava, cala a boca. Aí eu falava, não, tudo bem, só tô situando aqui, tá emocionante. Então, tipo, eu sei que eu vou ser... Que aproveita o meu tempo, né? No cinema eu vou ser o cara que eu vou tá chorando. Eu vou, caraca, mas meio não era assim, mas...

Eu sei, mas aí, pô, no trailer... Não, mas isso pra gente que é fã, é óbvio. Mas sabe qual é o problema? Tem fã que pega, eu vi semana passada. É um passivo agressivo. É, é um idiota, mano. Eu vi semana passada que saiu uma cena nova da coreografia de Thriller. E aí tem uma cena que o Michael faz assim... Ah, sim, sim. É.

E eu acho que o Jafar fez assim, uma coisa assim. Só que aí a galera pegou aquele frame ali e eles ficaram uma semana debulhando isso. Falando assim, ó, tá errado, esse filme tá horrível, não sei o que. É que o Michael só... É nesse nível. Cara... Aí eu fico, não precisa disso. O Michael só bateu o palma assim uma vez na vida. Uma vez na vida. Que foi quando ele gravou. Porque assim, a mão do zumbi, a mão do zumbi... Teoricamente o zumbi não tem isso, né? É. O zumbi não tem isso. A mão do zumbi é isso. É mole, é. Então...

Olha como os caras... É outro nível. Teoricamente, como é que você vai falar pro zumbi bater palma? O zumbi não bate palma. O zumbi só joga a mão. É, vai fazer assim. Então é isso aqui. Só que ele só fez isso um dia na vida, quando gravou o vídeo. Todas as outras trocenta milhão que fez, ele foi... É.

E aí, se você chegar pro público em geral e falar, ah, como que é a coreografia? Cara, se você chegar em qualquer lugar, o pessoal vai fazer. Ou assim, ó. Ou assim. O pessoal vai fazer isso aqui. Então, tem certas coisas no filme que eu acho que é assim. Eu não sei. Eu tô pensando como eu penso quando eu vou fazer o show. Eu tenho que ir na memória coletiva. Exatamente. A memória coletiva da galera é como que o zumbi bate palma.

Aí vai brigar porque o cara bate. A palma do zumbi. Isso aí é muito mais novo. Lê, lê, liga pro sindicato do zumbi. Tá bom, faz uma pesquisa. Esse nível é louco. Mas foi isso que eu falei. Tipo, a gente que é fã vai olhar assim. Esse figurino. Mas a palma assim e assim. Nesse nível é impossível. O dia que eu vi, eu falei assim, vocês estão loucos.

Vocês chegaram num nível que eu não sei o que é nível esse. Mas é que tá o problema. Nós aqui somos fãs do Marco. E a gente tá falando que isso tá acontecendo. E se a gente for o primeiro a ver, a gente vai falar. É, é. A gente vai falar. A gente vai, cara. Mas vai entender também, né? Vai falar, mas vai entender. Não era assim. Tá legal. Eu já falei que eu vou roubar pra caraco.

Tudo que eu achar ruim do filme De início, eu vou mentir Tá tudo maravilhoso Vou falar pra tu tá incrível Vai ver Eu posso até falar agora, como se eu já tivesse visto O que você achou do filme? Cara, o filme tá incrível Se você não viu o filme A caracterização Tá um negócio impressionante, é emocionante de ver Tudo é a história Dentro dos seus olhos O roteiro tá uma coisa primorosa Eu não desculpe

Eu gostei de uma coisa primorosa. É que primorosa também é aberto. O que você pensa disso? Não interessa, só vai, só vê. É Michael. Eu vou roubar a favor, não tô nem aí. Eu vou muito predisposto a gostar. Vou muito predisposto. Depois, quando a porra baixar...

Aí a gente se encontra, fala a verdade. Vai ser um evento, né? Aí a gente vai se encontrar e falar, então, você lembra? Palma. Vai ter, não tem como, cara. E assim, é muita coisa... É que nem eu falei, se a gente pensar, a gente tá falando de um aspecto artístico, do videoclipe e tal. Pô, eu espero muito que eles mostrem o aspecto criativo dessa coisa. Pois é que. Isso é uma coisa que... Por exemplo, no filme do Fred Merckler, é uma coisa que eu gostaria de ter visto mais.

Essa coisa do aspecto criativo, de como ele criou, de como ele chegou. Isso me preocupa, viu, Rodrigo? Isso me preocupa, porque o filme é excelente. O filme é excelente. Mas eu senti que eles focaram menos na produção até chegar no Fred e mais na polêmica até chegar no Fred. Eu sinto isso. Tem um pouco mais os acontecimentos da vida do Fred e o Queen ali do lado. Sim. Eu sinto medo de acontecer isso nesse filme que tá vindo agora.

Cara, esse é o nosso. É. Esse é o nosso. É, e querendo ou não, o que não falta é polêmica pra eles abusarem. Mas se bem que o lado de ter família envolvida, eu acho que talvez seja uma forma também de segurar um pouco. Porque tem muita gente que fala, vai fazer um filme Chapa Branca. Chapa Branca. Eu queria entender que filme não é Chapa Branca biográfico. Porque morri. É uma homenagem. Morri. Ah, vamos fazer o filme do Rodrigo.

Porra, minha família tem que me odiar muito pra chegar e falar, porra, bota só o podre dele.

Bicho, filme do Fred Mercury foi pra polêmica, mas foi pra polêmica até certa vez. É igual o filme do Elvis. O filme do Elvis teve fã que odiou, teve fã que gostou. Então, mas sempre, toda vez fala, vai vir um filme Chapa Branca. Óbvio que vai ser. Imagina. Não, olha, vamos falar o seguinte, bicho. Olha, ninguém sabe. Nunca. Vou contar aqui. Bota no filme lá. Todo dia de manhã o Michael ia lá, dava um peteleco no cachorro. Não vai ter nada.

Olha, o Michael era uma pessoa que, olha, segunda de manhã ele tinha um mau humor. Não vai ter, cara. Não vai.

Porque não importa essa parte. Não importa essa parte. Mas a galera fica esperando e tal. O que me preocupa é como o Vega falou. Porque o que não falta é... Teorias. Isso aí é complicado. Eu queria saber o que o Lorde achou do filme, né? Ontem, não foi? Ontem o filme. Yes. It was beautiful. It was beautiful. I love it. Eu não dou muito like no Jafar, ok? Eu preferi o Rodrigo.

o que eu levei de hate esse bagulho eu nem ator sou aí saiu o filme, aí alguém falou queria que fosse o Rodrigo alguém não, várias pessoas falaram aí eu li e pensei a galera é muito generosa porque eu não sou ator eu não atuo aqui eu não faço novela aqui não faço teatro aqui, o que dirá a Hollywood? eu só li e fiz, a galera é muito generosa

fui ler os comentários, que essa é a cagada maior. É, é. A maior cagada. Ah, que bosta. Aí eu falava, caraca, a galera tá realmente xingando a minha atuação que eu nem atuo. É, eu atuo. É um mundo paralelo. Os caras já imaginando. É, cara. É um mundo paralelo. É um bosta. Aí eu falei, caraca, bicho. Nem atuo. Aquela atuação que você não fez é uma merda. É.

Cara, a pior coisa, não entra pra ver comentário. Nossa, minha mulher fala isso todo dia. Cara, eu entro. Ah, que você devia dublar, você devia isso. Tá, tem lá. Mil likes no documentário que tem isso com 60 respostas. Eu penso duas vezes. Tá, vou abrir.

Ah, mas o cara faz meme, isso aqui, papapá. É. Não é, sem comentários positivos, aí tem um negativo. A gente vai ler o negativo. Já era. Dá vontade de responder isso. Não, não. A minha... A Priscila, ela já sacou que às vezes eu tô aqui. Aí ela já sacou que às vezes eu tô aqui, ó.

Aí ela fala, com quem você está discutindo? Eu falo, não estou com ninguém, com ninguém. Mas é porque às vezes a galera passa o ponto. As vezes a galera passa o ponto. É, meu, sabe? Tipo, cara, é muito doido. Mas enfim, eu acho que aí já é um lance... Aí já é um outro capítulo. O Lorde não tem hate, cara. Não tem. Tem outro? Ah, para. Qual que é o hate, cara? Mano, eu juro pra você, juro pra você. Já vieram falar algumas coisinhas, tá ligado? Algumas coisinhas. Tipo assim.

Você tá falando do Michael, você tá fazendo vídeo do Michael, você nem conhece o Michael. Cara, pelo amor de Deus. Você fala qualquer coisa, dá pra apontar pra minha cara, mas não fala isso não, cara. Ô, tem vídeo meu que meu pai gravou de VHS. VHS, meu.

careca, desse tamanho, careca, dançando biridinho. Meu pai era covente de mim, tá ligado? E o povo acha que eu comecei a gostar de Michael Jackson depois que eu fiz uma música zoando e estourando. E não é assim que acontece. Então tem hate, assim, tem o hate gratuito, que o Rodrigo acabou de falar, que as pessoas julgam as coisas que a gente não fez ainda. Mas tem competição de fã também, né? Eu sou mais fã que você. Não, a gente fez... Eu convidei ele pra um show. Aí a gente cantou junto.

E porra, cara, no dia foi uma puta vibe incrível. Colhendo, postei. Aí a galera assim, escolheram essa música merda. Quem escolheu essa bota? Me falaram isso. É, aí eu falava, por que? Ah, você escolheu essa música. E assim, eu cheguei pra ele e falei, ó, vamos fazer qual? Tinha uma lista. Vamos fazer Butterfly.

Você escolheu Butterfly pra boicotar? Aí eu falo, mano, a galera acorda, ela acorda, ela inventa uma teoria, cara. E aí, pô, tem horas que é chato. Porque eu entendo que isso que eu faço, que ele faz, que ela faz, a gente lida com uma paixão. Cada pessoa ama de um jeito, expressa de um jeito. Mas a galera tem que entender que a gente não passa do ponto. Tipo, eu não passo do ponto. É muito claro. O que a Paula faz é muito claro, o que ele faz é muito claro, o que eu faço é muito claro. Tipo, mas a galera às vezes...

O que eu faço também é muito claro, hein? Eu trago as pessoas e elas falam o pensamento delas. Eu não tenho a ver com isso. Eu pago ainda pelo que os caras falam. Se brigar com raiva do que eu falei, é aquilo que tem que brigar. Mas é, se ele falar alguma coisa, o pessoal vai... Como é? Você tava lá escutando isso e não falou nada?

Ele tem dele, o milhão dele, cara. Isso é uma coisa que... Eu falei tudo isso porque é uma coisa que eu fico pensando assim. Eu conversei com uma pessoa, um familiar do Michael, que falou assim... Semana passada a gente tava todo mundo reunido na casa da Catherine. Rodrigo fala essas coisas e a gente se sente mal, né? Não, para. Ele falou assim... Eu conversei com o familiar do Michael. E eu tava falando com o bigoda ontem. Olha a diferença. É que ele falou... É que assim... As pessoas que elas...

Elas falam muito naturalmente algumas coisas. Pra mim mesmo, quando eu escuto, eu falo que porra é essa? Isso não é normal de você falar pra um ser humano. Mas a pessoa falou bem assim. Ah, semana passada estavam todos os netos reunidos na Catherine pra assistir o Super Bowl. E foi muito bonito ver o Jafar.

Como um moleque normal com os primos, se relacionando. Ele gravou um filme que vai ser grandioso. E ele tava ali com os primos. Que vai mudar a vida dele. E aí ele falou justamente isso. E eu achei bonito, porque a gente tá presenciando talvez os últimos meses de vida normal que ele vai perder. Porque nem ele sabe...

O que espera? Pois é. Porque assim, cara, ele vai receber uma onda de amor, de gratidão, de fãs agradecendo e falando, cara, mas ele vai receber uma quantidade de gente, ah, que merda, que bosta, ah, e é uma galera que não constrói nada.

Porra, saca! Ainda mais em era de internet que a pessoa acha que tem um celular com internet eu posso falar o que? Eu devo entender. As pessoas pensam assim. E assim, a família Jackson é uma família que por natureza eles são reclusos. Eles não são os caras que ficam ali aparecendo, fazendo toda hora. Eles não são desse. Então eu não sei assim. Mas eu acho que o filme...

estando na família Jackson. E com tudo isso, eu acho que ele vai apresentar o Michael pra uma geração de uma forma diferente. A nossa geração, somos gerações diferentes, mas nenhuma das gerações que tá aqui foi apresentado pra alguém como o Michael da forma que o filme pode apresentar. Então, tipo, teu filho vai... Teu filho já conhece o Michael. Ele já tem uma relação com o Michael, mas o filme vai apresentar pra ele... Eu também acho. Uma forma, sabe? Eu percebi um pouco isso no documentário de We Are The World.

Porque o Yard the World, o documentário é 40 anos depois. E assim, já tem um documentário feito. Esse documentário que foi pro ar é meio que reaproveitando o documentário de quando fez 25 ou 30 anos. Só que a galera descobriu o Yard the World.

Nossa, e tal. E aí você fala, cara, que loucura, né? Tipo, o salto geracional, ele precisa, de alguma forma, se utilizar da ferramenta do momento. E eu acho que atualmente a ferramenta do momento pra apresentar a história, digamos assim... O Michael nunca teve essa oportunidade de ter a história dele apresentada dessa forma. E a ferramenta, eu acho, é o filme, né?

Vamos fazer uma pausa, então. De curiosidade, o que você acha que o fã comum não sabe do Michael Jackson seria interessante? Nossa! O comum, tipo eu. Eu nunca fossei muito, fui atrás. Eu sei que a maioria das pessoas sabe. Acho que o Lene também, um pouco mais, você deve saber do aspecto musical, de produção e tal. O que tem de coisa? Fato, vocês podem ajudar também de...

Coisas que são grandiosas e tal, que aconteceram. Assim, vou falar baseado até nos meus conteúdos, assim, do que eu trago dentro das minhas redes. Ultimamente, o que eu tenho trazido em foco, obviamente, o filme, né? Porque tá estourado. Mas eu também busco trazer uma parte, às vezes, que muitas pessoas não se interessam, principalmente...

Do pós-morte do Michael eu também trago. Por exemplo, o julgamento que teve contra a empresa que ia fazer os shows de desvisite. Eu destrincho todo esse julgamento. Então, de vez ou outra, eu tô postando algum vídeo destrinchando esse julgamento. Do próprio médico que fez o que fez, né? O que aconteceu?

Então, na verdade, foi uma overdose de Propofol que não foi o Michael que se aplicou, mas o que acontece é que eles... A EG, que é a empresa que contratou o Conrad Murray, tentou vender essa ideia no julgamento, que o Michael se aplicou. Só que o que rolou foi o seguinte...

eles fizeram toda essa, durou meses, foram muitos meses, tanto o julgamento com a empresa da EGE, com o julgamento com o Cory Murray, porque foram julgamentos separados, então em 2011 foi contra o médico, e 2013 foi contra a empresa. E aí o que eles fizeram? Eles levaram o cara que era, tipo assim, especialista em anestesia, lá nos Estados Unidos, pra ele montar todo um setup des!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*!*

Como se fosse. Como deveria ser o setup que estava no quarto do Michael no dia que ele faleceu. Então ele mostrou, ó, esse é o setup aqui, é assim, o soro tem que estar assim, esse remédio tem que estar pingando dessa forma. E aí as fotos que apareceram ali de prova no julgamento, mostrando o setup que o médico montou pro Michael. O real. Que era um setup porco, assim. Ah, é?

E o anestesista fala, o anestesista não tinha nenhuma ligação com a família, nenhuma ligação com ninguém. E ele fala, esse setup foi um setup porco e um setup preparado para matar o Michael Jackson. E o Conrad Murray, ele tinha a tarefa de cuidar do Michael, essa tarefa foi atribuída a ele e ele falhou com essa tarefa. Tipo, tem a cena dele falando isso, esse depoimento. Então é muito forte, assim. E por que ele tomava isso daí? Qual que era a parada?

Ah, e aí a gente vai ter que voltar lá pros anos 90. Era uma ansiedade. Não conseguia dormir aí. A gente falou da pessoa crescer dessa forma. Todo mundo que chega nessa idade com a carga de ser celebridade, desde a idade, principalmente desde a idade que o Michael saiu, você, mano...

No final da vida o Michael Ele já tava, eu acho que Existem algumas passagens, o livro do Seguranças fala um pouco disso, a galera Que trabalhava com o Michael fala um pouco disso De alguma forma o Michael já tinha Interiorizado, pode não ser Isso é uma percepção que eu tenho por conta das coisas que eu Já ouvi e que eu li, mas de alguma forma O Michael já tinha, ele tinha interiorizado Que ele não era mais uma pessoa querida E aí

Ele já aceitava o fato de que ele não era amado. Porque você vê, quando esgotou os ingressos do This Is It, o Lionel Rich deu uma entrevista falando que ele ligou pra ele e falou Lionel, esgotou. Você acredita? Ué? E o Lionel falava, porra, é óbvio. Você é o Michael Jackson? Você duvidava disso? E ele duvidava. Ele duvidava. E aí quando você conversa, por exemplo, com a galera que trabalhou com ele, eles falam assim...

Porra, eram meses de ensaio pra uma turnê Quando acabou, acabou, tá tudo pronto Vamos estrear, eles falam que às vezes o Michael ficava parado Meio distante, olhando assim E aí o pessoal falou, e aí? Ele falava, não sei, não sei Eu não sei, a gente tá fazendo isso aqui Não sei se tá bom Depois acaba, ninguém vai nem lembrar Que a gente fez isso, então ele era um cara tão Obcecado Ele era tão obcecado por uma perfeição E a perfeição não existe, então assim, você pega A galera que trabalhava com ele em estúdio Meu Eu não sei, não sei

Ted Riley fala que ele foi... O Michael falava assim, quanto tempo a gente demora pra gravar um disco, você acha? Ted Riley falava, cara, a gente... Porra. Ted Riley pensou assim, pô, um disco normal levaria, sei lá, quatro meses. Vou falar pro Michael que a gente leva oito. Aí o Michael fala, vou fechar o estúdio por um ano.

porra. E aí chega um ano, a gravadora fala irmão. E aí? E aí todo disco do Michael, ele não finaliza, na verdade. O disco do Michael, ele meio que é aquela... Ele abandona. Ele abandona, porque tipo, não dá mais pra mexer. Porque senão ele mexeria... É, não, tem música que ele começa num disco, fica pro outro, não fica bom, fica pro outro, porque ele não para. Então isso já demonstra um perfil do cara que é assim, ele nunca acha que tá bom.

De alguma forma, a gente foi agraciado com essa visão do cara, porque o cara deu sempre um passo além. Mas quando você chega nos 50 anos, toma as porradas que você tomou, passa por isso que ele falou da infância, você tem todas as acusações e tudo mais, eu acho que ele foi pra esse lance do remédio.

E já não era mais só uma questão física, também era psicológica, sabe? Então, eu não tenho... Isso é uma conversa interna que eu sei que houve de membros da equipe do Michael que conversou com as pessoas que estavam trabalhando em Decisite que falam que eles perceberam durante os ensaios que ele tava ficando magro e que a pele dele tava ficando cada vez mais ressecada.

E que ele tava cada vez mais, ele sentia frio. Então, são sinais de uma pessoa que, aos poucos, a saúde dessa pessoa tá sendo comprometida. E o protocolo era, ele chegava depois do ensaio, anestesiava o cara pra ele fingir, pra ele ter uma sensação de descanso. Porque ele não tava dormindo, ele tava tendo...

E aí existem... Por mais que tivesse cansado... E aí existem as teorias todas, porque assim... Quando o Michael assina com a India Live pra fazer a turnê, ele dá o catálogo dele como garantia. O catálogo do Michael é uma coisa que o Michael falou em vida, que ele falou, ele falou, hoje eu valho mais morto do que vivo. O catálogo do Michael é o catálogo... Hoje a Sony tem o maior catálogo do mundo, porque é a junção do Michael com a Sony. Então, tipo assim...

Ele morreu por conta dessa falha, mas assim, talvez a intenção... É uma teoria minha agora também. Talvez a intenção não fosse matar o Michael. Mas se o Michael chega na hora de estrear, ele fala, não dou conta.

Cara, tudo bem, você não dá conta? Então nós investimos isso aqui, você não tem como pagar? É o teu catálogo. Então eu acho que... Porque tem falas dele, tem vídeo dele falando que a vida dele, ele passou a ser perseguido a partir do momento que ele passou a ter o catálogo que ele tinha. É mesmo? É, porque ele é um cara... Tipo assim, hoje, toda gravadora hoje tá caindo, tá mal das pernas.

A gente viu agora, foi vendido agora, os direitos do Quincy Jones foram vendidos. Justin Bieber vendeu os direitos em vida agora. As gravadoras vivem do catálogo. O catálogo é o que sustenta a gravadora, mais do que nunca. E o Michael sacou isso lá atrás, ele começou a comprar catálogo lá atrás, ele comprou Beatles, Little Rich, Akin Rodgers, ele comprou Elvis. Quando ainda era barato, né? Não, barato foi barato. Depois valorizou muito mais. Digamos que se o Michael tivesse vivo hoje em dia, ele teria comprado Bitcoin.

Ah, sim. E aí, tipo assim, Little Richard mesmo. É um cara que o Michael comprou o catálogo e deu de graça. Deu pra ele e falou, isso aqui é minha forma de pedir desculpa pelo que a indústria da música fez pra você. E o cara viveu pro resto da vida.

E aí tipo Sabendo como era isso tudo Porque o Michael renegociou Os royalties dele muito lá atrás A galera lá atrás Quando era CBS antes da Sony Ele teve Cara, não sei se foi um feeling Sei lá Mas ele renegociou isso Ele passa a ser dono Do catálogo dele, comprar dos outros Então

Sei lá, eu acho que ninguém vai saber exatamente o que aconteceu, mas eu acho que... E eu gostaria que, de alguma forma, o filme também... Eu sei que isso aí já é muito lá no fim da história, talvez não tenha, mas eu gostaria que o filme, de alguma maneira, mostrasse esse lado do Michael. Sabe? Porque ele começou a ter esses problemas com medicamentos e tudo mais quando ele sofre o acidente da Pepsi. Exatamente.

Ah é? Começa aí? Começou ali Vamos falar sobre esse episódio então na vida dele Que fase que a gente tá na vida dele É pós o que? É Trigger É o sucesso, já tá o sucesso Ele não queria fazer turnê Por quê? Porque teoricamente ele já tinha feito isso desde muito novo E assim

Outro dia eu vi um documentário sobre o Usher, que é um artista contemporâneo, tudo bem que o cara começou nos anos 90, e aí o cara tava falando da estrutura que se tem hoje pra um artista pop.

que ele é tratado quase como um atleta. Então você tem a massagem, o fisioterapeuta, você tem protocolos, acaba o show. Cara, eu sou um cover. Eu já sei que tem certas coisas que eu tenho que ter como um cuidado. Na época do Michael criança não existia isso. Vai lá e se lasca. Então ele já não queria fazer essa turnê no álbum Thriller. Tanto que a família propõe o álbum Victory com os irmãos e a turnê Victory. E...

O patrocínio da torneira era Pepsi. Inicialmente, até tem uma passagem num livro da mãe que quase foi a Quaker. A Quaker ia patrocinar. E aí o pai do Michael conseguiu mais dinheiro com a Pepsi e foi pra Pepsi. E aí na hora de gravar o comercial, na época o gel de cabelo usava álcool. É. Era tudo a base de álcool. E aí uma das explosões, a fagulha cai e queima a cabeça dele. Queima.

E aí... Queimaduras de terceiro grau, né? É, aquilo ficou escalpo mesmo. Foram meses de tratamento, aquele sistema de renovação de pele e tudo mais. E aí o Michael, pela primeira vez, ele tem...

Um contato com... Analgésico, eu acho. Esse tipo de analgésico. Aguentador. Daí foi até os 50. É, porque ele chegou... Aí ele chega a se livrar, a fazer desintoxicação. Aí ele tem um outro acidente que lesiona. E aí eu acho que quando chega nesse estágio de um ser humano...

Porque eu acho que a gente vai perder no... Eu não sei. Nunca usei. Mas eu imagino que a pessoa vai perder na tolerância à dor. Vai perder na tolerância a isso. E aí chega uma hora que acabou, cara. É uma muleta.

E aí você tem que viajar e fazer turnê. E aí você... Cara, você dorme e acorda num lugar, aí tem fuso horário. E você tem as dores comuns do dia a dia, de alguém que dançou que nem um condenado no show. A pessoa nunca mais vai se livrar, cara. Sabe? Uma vez que ela chega nesse ponto, eu acho... Não tem volta. Muito improvável que volte. E aí eu acho que assim, pô, 50 anos, o cara ensaiando, com toda essa carga que a gente falou, ele achava que desligava, na verdade, com a anestesia. Mas era só...

Era uma... Era a muleta, cara. Era a muleta e não tava mais funcionando, né? Tipo assim, não funcionando como funcionava antigamente. Quando ele, tipo, precisava daquilo. Acabou se tornando algo que o Michael ficou no final da vida. É ruim dizer isso. No final da vida, mais dos 40 pra frente, ele ficou muito dependente disso. É. Ele chegou a ficar muito dependente disso. Não só pra dormir.

Então, eu acho que tem que estar lá. É, eu não sei falar, mas por exemplo, tem uma... Em 2001, ele fez um especial no Madison Square Garden. Foi gravado dois shows. E um dos shows praticamente não se aproveitou o take. Porque ele tinha tido um problema muito sério, uma discussão. E aí existem várias teorias de por que houveram essas discussões. Mas ele chegou no show e já não estava bem.

E atribuem isso a medicamentos. E assim, realmente, quando você compara... O show que não foi usado muito o take, você tem como ver a Mador, né? E aí você vê que... Cara, é o Michael, mas ele não tá ali. Não tá legal. Então é um negócio... É muito triste, cara. Sabe? Porque você vê que o cara... Ele entregou muito, dividiu muito. Muita gente mudou de vida por conta dele.

Mas à medida que as coisas iam ficando difíceis, ele ia sendo abandonado pelas pessoas. Sabe? A galera ia largando ele de mão. Sim. É uma coisa que é surpreendente. As pessoas não imaginam, hoje em dia, por exemplo, que depois que o Michael veio a falecer, o mundo inteiro é fã do Michael Jackson. O mundo inteiro sempre acreditou no Michael Jackson. É uma coisa estranha de ver, porque não acontecia com frequência.

Era muito ruim, eu lembro como que era. Acho que todo fã de Microsoft teve que lidar com isso. A gente tem que falar que a gente é fã e desviar das coisas. A gente anda igual, mano, serpente, desviando de coisa. Sempre tem uma piada. Sempre tem uma piada, sempre tem isso, sempre tem aquilo. Acredito que todo mundo aqui já também, já recusei de ir em locais por causa disso.

como Lorde mesmo, as pessoas quererem conversar, quererem fazer alguma coisa e eu falo, não dá por causa disso mas na real é porque eu sabia que iam fazer exatamente isso, entendeu? a gente prefere não estar, a gente prefere não a gente fala todo dia, toda hora, a gente mostra isso, a gente mostra o Michael Inocente, sempre foi inocente, a respeito de tudo nunca teve nada disso, a gente tenta explicar o negócio do cabelo, a gente tenta explicar a queimadura, a gente tenta explicar o uso do remédio o uso do analgésico, como o vitilívio o vitilívio

Como que tudo aconteceu? Vitíligo é outra coisa também que eu sei pouco também. Vitíligo é uma coisa que é desde criança? Ou é desenvolve de repente? Na verdade, assim, existem várias formas de vitíligo. Existem várias formas do vitíligo se desenvolver e vários estágios. No caso do Michael, ele tinha o vitíligo universal, que é um vitíligo que a maior parte do corpo perde a pigmentação.

E assim, não tem um diagnóstico certo. Tem a ver com estresse? Mas não, atribuem muito o do Michael a estresse, a traumas. Remédio também? Não, pode ser genético, pode ser estresse. Você pode ter predisposição na genética e o estresse ajudar.

Porque na época, eu lembro muito assim, que era. Ele tem vitílicos e você fala, ah, tá, isso é a história que ele tá contando porque ele tá querendo ficar mais branco. Nossa. É, mas não é nem na época, bicho. Até hoje. Até hoje, fala isso. Até hoje. Ah, achei que isso eu já não... Não, outro dia, no reality show, uma mina falou assim, não, Michael Jackson, não, tomou a pílula. A pílula ficou branca. A pílula. Aí você fala, bicho, cadê essa pílula?

Ou cirurgia pra ficar branco. Não, eu duvido que você... Ele fez seransplante de pele. Eu vou falar uma coisa aqui agora, de verdade. É. Cara...

Você ouça um negócio desse, assim... Calma, Lorde. Where do I buy? I am passando bagulhos que eu não have que passar. Speak for me. Onde que buy? Onde que buy é muito certo. A galera é louca. É uma loucura, cara. A pessoa fala e nem pensa no que ela tá falando. A galera fala assim. Eu vou pensar um pouco. E depois fala, não. Ela fala e tudo bem.

E às vezes, que nem ele falou, a gente explica. Aí quando você contesta, a pessoa fala assim, ele era Michael Jackson. Você não sabe o que ele podia fazer. A gente não tinha acesso ao que ele tinha. Caraca, minha cara, tinha uma nave espacial, uma tecnologia. Eu já fico no lugar do...

Pô, é sério, porque vai dando um... E isso é uma coisa também. Até hoje aí, é contestado a BitLigra também. Essas polêmicas todas, eu sei que no filme, pelo menos foi dito que o espólio, a questão das acusações de abuso, o espólio tava muito...

Eles não estavam favoráveis a falar no filme. Ah, tá. E falaram que isso chegou a ser um ponto de discussão, porque, cara, não tem como falar da vida do Michael sem falar disso. E eu acho que não pode fugir desse assunto, sabe? O cara foi investigado, o cara teve todos os sigilos quebrados. Não tem por que fugir. O cara foi julgado, inocentado e morreu como homem inocente. Então, eu acho que se fizerem um filme sobre a vida dele e não falarem disso...

Vai parecer que tá querendo fugir de um assunto. É que nem falar do Freddie Mercury, nem falar que ele morreu de... Pra deixar claro, o que o Rodrigo falou tem todo sentido, porque se você parar pra pensar, é o oposto do que eu disse. Porém, quando a gente tá falando de um filme que vai alcançar milhões e bilhões, talvez bilhões de pessoas, é importante que esses assuntos estejam em pauta, né? Pra acabar com esse resto de gente que pensa assim.

Não, e esses assuntos são virados de chave na própria vida do Michael. Sim. Muita coisa aconteceu depois. Ele nunca mais é o mesmo partido. A parte...

O vitiligo, ele nunca mais é o mesmo. A queimadura, ele nunca mais é o mesmo. O acidente que... O segundo acidente que ele sofre é uma ponte que cai. Ele tá fazendo show na Alemanha. A ponte... Formava uma ponte no palco. A ponte subia. Daqui a pouco a ponte explodia.

Aí ficava lá no alto, daqui a pouco a ponte descia. Ela sobe e ela desce com tudo. Ela despenca. Ela despenca. E aí, quando ele tá pra chegar no show, ele pula pra diminuir o impacto, mas ele lesiona a coluna. E aí ele encerra, termina o show.

Você vê, né? É nítido. A expressão dele, você vê que ali já... Não, e ele termina o show. Ele termina o show e aí... Os seguranças depois, a galera que... Isso tem em livros. Eles falam que aí eles saem pra ir pro hospital. Primeiro, o hospital não quer receber. Por quê?

Porque eles falam que é o seguinte, o primeiro hospital fala que eles não têm estrutura. Eles falam, meu, se a gente receber Michael Jackson aqui, a cidade para, a gente não tem como receber. Aí eu não sei se eles vão num segundo, num terceiro, até ele ser atendido. E aí aquela situação que ele já tinha se agrava. Então assim, cada vez que acontece uma coisa dessa na vida, ele não volta nunca mais a ser o mesmo. Quando ele é acusado, ele não volta a ser o mesmo. A segunda acusação que...

deu origem ao processo e ele foi julgado e tudo mais, foi uma situação que, assim, inicialmente ele cogitou nunca mais voltar pra Neverland, inicialmente ele não queria voltar pra Neverland, foi morar no Bahrein, foi morando no Bahrein lá dois anos e pouco, quando ele volta, ele volta pra Las Vegas, e assim, muita gente guardou a informação de que o Michael tinha pego ranço de Neverland.

E assim, a informação que se tem, ah, ele pegou o rosto de Neverland. Quando eu fui lá, que eu visitei Neverland, o senhorzinho que era o... Ele se chama Jaime, ele se aposentou ano passado. Ele cuidava de Neverland. E ele tinha mensagens do Michael, assim, no início de 2009, falando, vamos revigorar Neverland. Então, tipo assim, de alguma forma o Michael...

pensava em algum momento da vida voltar pra Never. Só que, tipo assim, o acontecimento da acusação e tudo que virou, porque a polícia entrou, eles levaram tudo do Michael, sabe? Eles vasculharam tudo. Então, cada vez que acontece um negócio nesse na vida do cara, ele nunca mais é o mesmo. E as pessoas falam, ele nunca mais foi o mesmo, ele nunca mais agiu da mesma forma, ele nunca mais brincou da mesma forma, ele nunca mais compôs da mesma forma. Cada pessoa que tinha um convívio com ele, fala de uma maneira. Então,

Eu acho que vai ser... Eu não sei como eles vão fazer o filme... A parte 2 terminar feliz. Porque eu não acho que tenha possibilidade. Eu acho que a forma da história terminar feliz é... Mostrar o que ele deixou. O legado dele é o ponto, tipo...

O cara viveu pra isso. É, porque se focar no Michael mesmo até o final ali, não vai ter como fechar com o final feliz. Porque é triste, é triste. Ele vai ficando cada vez mais solitário, ele vai ficando cada vez mais descredibilizado. Vivendo só pra ele e pros filhos. Ele é um cara que, pô, ele salvou a indústria mais de uma vez, sabe? O que o álbum dele rendeu, bancou a contratação de artistas e pagou gravação de discos por anos.

Até hoje, cara. Até hoje. Cara, todo ano sai a lista da Forbes, né? Os artistas falecidos que mais... Ele sempre ganha. Ele sempre é o número 1. E se você pegar do número 2 ao número 10, não dá o que ele ganha como número 1. Ele ainda é o cara que mais movimenta tudo. E quando você pega ele em vida, ele também tem uns números fora do comum. Porque você pega ali... Quando esse documentário... Teve um documentário do Michael chamado Living Neverland. Que foi um documentário que deu origem a esse processo.

No mesmo ano, o Saddam Hussein deu a primeira entrevista para um repórter americano em, acho que, 30 anos. O Bush participou de um fórum de estudantes ao vivo.

a maior audiência foi Living Neverland. Tipo, uma guerra iminente, os caras falando ali, uma guerra iminente, mas as pessoas estavam mais interessadas na vida do cara. E aí esse documentário, esse documentário é onde o garoto aparece e desencadeia toda essa questão do processo. Então...

É um cara que é inexplicávelmente tudo na vida dele é muito grandioso e é muito maluco, né? Alguns desses números, assim. Quanto ele vendeu? Ah, nem dá pra saber hoje. Porque as regras mudaram muito. Agora com esse lance de streamings e tudo mais. Mas ele é o cara que mais vendeu.

Ah, ele é, cara Ele tem, ó, o mais vendido de todos os tempos Ele é thriller Ninguém ultrapassou thriller E tem muitos recordes De vendagem, filantropia Ele é o cara que mais doou Ele parte de turnês inteiras Ele pegava aquilo e doava Fora coisas que ele fez que as pessoas talvez Sei lá, Super Bowl Super Bowl que a gente conhece hoje Que todo mundo fala, meu, Super Bowl, horário mais caro do mundo Não era Super Bowl

Até ele fazer não era. Ele fez clipe, a forma de fazer clipe. Antes do Michael, o Super Bowl acontecia no gramado. Acho que um ano antes, sei lá, acho que foi New Kids on the Block. Os caras cantavam no chão lá, no gramado. E era só bandinha marcial. Era banda marcial. E aí, tipo, entrava um artista, fazia uma interação ali e saía. Quando ele foi fazer, ele quis fazer daquela forma. Uma galera falava, meu, você vai fazer Super Bowl. O Lavel, o coreógrafo fala que a galera falava assim, meu...

que bosta, vai ser Super Bowl, cara. Aí ele, não, vamos fazer e tal. E o presidente da NFL falou que tudo que o Michael pediu, ele aceitou. A única coisa que ele não acatou, ele se arrepende. Ele falou assim, que o Michael pediu pra ele, pô, não tem como atrasar o jogo uma hora, duas, porque aí quando eu entrar no intervalo vai estar escuro, a luz vai ser mais legal. E o cara falou, não, Super Bowl é sempre de dia. Aí ele falou que isso foi um arrependimento pro resto da vida, porque dois anos depois ele falou, atrasa o jogo, o Michael tava certo.

Porque quando chega no intervalo Faz diferença Toda iluminação, tudo faz mais sentido Cara, tudo aí é um feeling do cara E assim, é muita coisa Isso fora as coisas que a gente não faz ideia Que o filme pode falar Tem uma coisa que pouca gente fala Até sair Billy Jean Sapato preto com meia branca Era totalmente contrário Da moda Era contra a regra da moda O Michael foi, socou uma meiona branca Um sapato preto e foi, mano Um desastre

Mas é que tá, o cara influenciou dança, moda, comportamento, música... Tudo, tudo, tudo. Influenciou até hoje, né? A gente ia assistir, você pega o álbum da galera hoje... É aquele negócio, cara. Existe ídolo, existe o ídolo do seu ídolo. Esse é o Michael.

Ele é o cara que inspirou o seu ídolo a ser quem seu ídolo é hoje em dia. É, de alguma forma. É, de alguma forma. A galera hoje, cara, hoje as pessoas escutam coisas do Michael sem saber que estamos escutando o Michael. Porque hoje você pega lá a Dua Lipa, você pega a música da Dua Lipa, ela pegou alguma coisa ali...

Sabe, que foi criado ali num ambiente de off the wall, thriller e tal. Você pega um pouco de Lady Gaga. Todo mundo. Beyoncé. Tem quem assuma isso. Tem quem não fale. Mas até quem não sabe que tá ouvindo um lance Michael é Michael. O João Marcelo falou um negócio interessante outro dia. Ele pegou e falou assim... O K-pop foi feito... É um suor do Michael originou o K-pop. Uma gota de suor. Ele falou... Ele originou todo o K-pop. Ele falou uma gota de suor do Michael originou o K-pop. E aí você, cara...

Achem o que quer que seja. Ele não tá mentindo. Porque o K-pop é... Um fragmento. É um fragmento do que o Michael fez. E virou um outro lance, cara. E é assim. Faz sentido total, cara. E aí, eu não sei. Eu quero que o filme mostre isso. Eu quero que o filme mostre que ele é um cara grandioso, mas é... O humano e o artista, né? Sabe? Mas bastante humano. Porque uma coisa também que... Sempre que a gente conversa é curioso.

Não tem uma pessoa que conviveu com o Michael ou que encontrou com o Michael por acaso. Porque é engraçado, tem muita gente. Cara, tem muita gente que tem histórias que encontrou com o Michael por acaso. E pessoas que trabalharam com ele ou em casa, funcionário de Neverland, ou o cara era funcionário do estúdio, ou era da equipe da turnê. Todo mundo...

Em épocas... Você pode falar... O cara conviveu com ele em 84, outro em 98, não importa. Eles falam do mesmo Michael. Eles descrevem a mesma pessoa. Então, quanto mais eu leio, quanto mais eu conheço alguém...

E, pô, quando eu conheço alguém que conheceu o Michael, eu fico, tipo, desesperado, que eu quero ficar que nem um... Eu quero ficar perguntando e eu fico meio sem graça. Aí, lá pelas tantas, eu falo, você desculpa se eu estiver exagerando. E eu fico perguntando que nem um doente. E aí, cara, essas pessoas, elas descrevem o mesmo Michael, sabe? Você assistiu o documentário do Ia do Word, né? O Ia do Word. Sim, sim. Que aparece um pouco o Michael lá. O que você achou também? Tem um pouco do... Cara...

Eu acho incrível... O perfeccionismo, né? É, o perfeccionismo. E você sabe que, assim, isso é uma leitura minha. Um pouco da insegurança que as pessoas falam. Porque o Michael pede pra gravar o vocal dele separado. Ele não grava o vocal com a galera. Ele pede pra gravar separado. Então, eu não sei se aquilo era o foco dele, era uma coisa pessoal dele. É porque o resto é pobre.

Mano, é verdade. Eles gravam separado. Então, eu não sei. Recentemente saiu o documentário do Paulinho da Costa, que é o percussionista brasileiro que, pô, tocou tudo com ele. Cara, quando ele fala do Michael e a forma aqui, é emocionante, cara. O que ele fala? Que aspecto que ele fala? Porque o Michael é um cara que ele já tinha uma ideia pré-estabelecida.

Mas ele fala que ele permitia... E o Quincy, né? O Quincy era o maestro ali. Mas ele permitia que ele sentisse o que a música pedia. Sabe? Então é muito doido, porque o cara tá ali pra fazer um lance que ele já foi chamado pra fazer a percussão. Ninguém sabe o que ele vai fazer. Ninguém sabe o que vai sair da mão do cara. E ao mesmo tempo que você permite que o cara crie, você também cria o ambiente pra que ele possa criar.

E ele fala da doçura do Maicon. Essa mesma doçura que todo mundo fala. Todo mundo fala da doçura. Do cuidado dele ser sensível, educado. Amoroso. Amoroso. Você consegue imaginar como que devia ser difícil pras pessoas que estavam olhando aquilo? Tipo, ele é uma pessoa muito doce. Imagina ele chegando, você é extremamente doce.

Eu não vou gravar com você Eu vou gravar com você Mas eu amo você Mas eu vou para aquela sala Não entra

E tem uma vez só que eu ouvi uma pessoa falar que o Michael foi um pouco mais rígido. Que foi o Kevin Dorsey, que foi co-diretor musical e o backing vocal dele. Em relação ao quê? Ele fala que durante uma turnê o Michael... O Michael tinha um cara nos bastidores que tinha um comportamento grosseiro. O cara era grosseiro, xingava, pá, pá, pá.

E aí o Michael, ele falou que um dia o Michael chegou e falou assim, esse cara tá fora. O que esse cara faz? Ele tá fora, ele não quer mais ir na minha turnê. E aí o Benny Collins, que era o diretor de turnê e tal, ele falou assim, ele é o fornecedor dos equipamentos. Aí ele falou, ótimo, ele fornece os equipamentos, eu não quero mais ele aqui. Mas Michael, eu não posso. Ele falou, eu não quero mais ele aqui. Aí passou uns dias, chegou o show.

Aí o Kevin Dorsey fala que ele escutava o Michael fazer assim. Benny! Benny! Benny! Aí o Kevin Dorsey falou. Ixi, mano, vai dar merda. Aí, daqui a pouco, eu falei que eu não quero esse cara aqui. Eu não quero esse cara aqui. Não, mas Michael, eu não quero esse cara aqui. Get him out of here.

Aí falou que Chegou num ponto que o Michael Ele é puto, né? É o máximo De puto Aí falou que o cara Ele fornece equipamento Então a gente vai pegar outra Empresa pra fornecer Aí os caras deram um jeito E aí o Kevin Dorsey falou Eu não sei se eles se escondiam Eu não sei se cobriam Nunca mais eu vi o cara E aí

E era assim. E aí tem uma outra história. Eu não sei se a Jennifer contou aqui. Que eles ensaiaram a turnê. E ela usava aquela pericona e tal. Aí ensaiaram a turnê. Primeiro show na Europa. Itália. Aí falou que começou o show. Aí o Michael ficava assim. Cantando e ficava assim. E aí a banda. A galera ficava tipo. Todo mundo procurando. Aí o Michael cantava. Outra música. E a galera.

Aí a Jennifer entrou pra tocar, falou que o Michael, na hora, virou e fez... Cantou. Quando acabou, falou que o Michael virou e falou assim, cadê a luz? O que aconteceu com a luz? Aí os caras falaram, Michael, é verão. O show tá começando, é verão. O show começa, tá claro, não precisa daquele tanto de luz. E a peruca que acendia e tal. Aí falou que o Michael virou e falou assim, não me interessa. Eu ensaio com a luz completa. Se a semana que vem não tiver a luz completa, a gente vai ter um problema.

Aí ele falou, cara, não sabe como. Os containers só chegaram na semana seguinte. Aí o pessoal ficava, ó. Ó. Ó. E aí, tipo assim, eu...

Os caras narram esses fatos, mas falam que era de uma doçura que, tipo assim, acho que o pessoal falava, eu não vou esperar ver ele estourar. É! Mano, não tem como. Eu não vou esperar ele ficar bravo. Ele quer a luz, traz a luz. Uma das coisas também que a gente já sabe que o espólio já tá se preparando é porque, assim, um monte de gente fala que a Maicomania vai voltar. A Maicomania, Maicomania. Você tá falando em espólio. O Leni deve estar perguntando o que é espólio. Lembra Jornada nas Estrelas? Lembro. O senhor espólio? Lembro, lembro.

Caraca! Caraca! O espólio é que o Michael nomeou, né? Ele já nomeou o espólio dele, quem é o presidente do espólio. Inclusive tem até uma fofoca que a galera fala que é o seguinte. O espólio do Michael o presidente é um cara chamado John Branca. John Branca? É. E aí pô, esse cara...

Esqueci o nome do ator. Ele tá no filme. Ele é um personagem importantíssimo no filme. Sério? E já disseram que assim... Sabe aquele recurso do filme de...

pegar, agrupar várias situações que aconteceram e colocar em um personagem. Porque senão você vai ter que apresentar muitos personagens. Então, tipo assim, tudo que aconteceu relacionado a empresários, produtores e advogados vai estar concentrado nesse cara. Como se ele fosse, tipo... E aí, uma pessoa que foi assistir a gravação falou que lá...

No set, não sei se é verdade, que não fui eu que fui. Tinha uma cadeira de diretor e uma cadeira de John Branco. E assim, todo trailer tem que... Bicho, o personagem não fala, mas tem que ter um take bonitão do cara ali. Sim, sim, mano. No último trailer que saiu, ele aparece o John Branca de ladinho, assim, falando numa revista assim, ó. Juro, cara. E falando um negocinho pro Michael, assim. Desde o primeiro trailer que aparece, pá, pá, pá. Aí só cria no fundo, de repente o John Branco aqui.

É bem assim. É, mano. E é sempre um olhar... É, meio novela mexicana, assim, que vai... Você fala, mano, ele gosta, ele gosta. Imagina o cara sentado no lado de... E aí... E o espólio é esse cara, na verdade. Que é o cara que manda e desmanda. E aí já se sabe que o espólio registrou uma marca chamada Michael Fest.

É uma marca que prevê lançamento de produtos e realização de eventos. Então, o que pode vir a ser isso, não dá pra saber. Mas já é com certeza alguma coisa prevendo essa maicomania que vai vir. Porque, cara, já tá acontecendo esse movimento, sabe? Essa coisa de... É muito engraçado de ver porque...

Pô, eu nasci em 80 Então eu vi muitas Muitas vezes a movimentação Em torno do lançamento de alguma coisa do Michael E eu nem sabia que eu sentia Saudade disso até Lançarem o trailer e você vê Pessoas de bolhas diferentes Lugares diferentes reagindo ao trailer E eu acho que quando sair o filme Cara, vai, vai

Aí vai voltar toda essa coisa da influência que você falou, do ser comportado, da roupa, da música e tudo mais, sabe? Também acho. Acho que vai acontecer uma corrida de novo. Meu pai falava isso pra mim. Meu pai não ia pra escola vestido de Vinícius. Ele ia de Michael Jackson. Sério. Ele ia vestido de Michael Jackson. E, cara, ele falava, eu não botava fé. Eu falava, meu pai tá contando a vantagem pra ser porque eu sou filho dele. Ele falava, eu ficava com quem eu quiser.

contando vantagem. Até que um dia eu fui fazer uma participação, uma participação na banda Dino, banda Dino inclusive, um abraço, banda Dino, São Lourenço. Fui fazer uma participação e o baterista da banda Dino gente finíssima. Você é filho do Vinícius? Falei, sou. Então, você vai cantar Michael Jackson pra banda, né, pra gente? Falei, vou. Então, seu pai ele fazia cover. Seu pai pegava quem ele queria. Ele falou pra mim, cara. E tipo assim, eles não se viam há anos.

Então, a Michael Mania fez... E essa informação foi a que ficou. Eles não se viam há anos. Essa informação aqui ficou. Tipo, ele chegou e falou, seu pai pegava quem ele queria. Ele ia pra escola vestir de Michael Jackson toda vez que... Ele me falou que toda vez que aconteceu o recreio, meu pai ia pra quadra e ia escola inteira na quadra pra ver meu pai dançar. E eu ficava lá. Que delícia. Cara, deve ter sido, assim, bizarro pra um fã de Michael Jackson ter vivido a Michael Mania assim. É verdade.

E é uma coisa que a nova geração agora vai poder experienciar através do filme, né? É que o filme... Isso é uma coisa... É engraçado a gente falar do filme, porque o filme não tem como saber o que vai ser. Mas é... Porque agora é difícil a gente fazer uma leitura do passado, né? Hoje, mesmo a gente... Eu...

Eu nasci em 80, como eu falei, mas hoje quando eu lembro e falo, é difícil você fazer uma leitura precisa. E aí a geração de agora não tem nem como. Se explicar pra uma geração de agora que a música que a pessoa quer, ela só vai lá e ela só faz isso aqui e tá ouvindo. Pô, era outra época pra gravar. O próprio documentário do We Are The World, eles falam que eles reuniram aquele monte de artista.

Aproveitaram uma premiação, né? Eles tinham uma madrugada pra gravar. Pois é. E eles não podiam errar. Porque cada vez que errasse, demorava cinco minutos pra rebobinar. Putz, não era digital a parada. Porque hoje em dia, se a pessoa erra, é... De novo, de novo, de novo. Mano, na época era... Imagina, o cara aqui falou... Alguém tá fora. Vamos voltar? Aí volta cinco minutos. Vamos gravar? Rodando, gravando. Ah, e alguém errou.

Então, cara, é outra vida, é outra precisão, outra dedicação. E o Michael Vendor é dessa época. Então, eu não sei como o filme vai... Eu não sei nem se o filme vai falar desse tipo de situação. Deve mostrar, claro. O Neverlander deve aparecer no filme. O Neverlander aparece. Os caras reconstruíram. É, na época, sim. Porque quando eu fui, não tinha...

O portão original, o parque, os móveis. Ah, já não tava. Não. Essas coisas todas do Michael, elas estão em galpões. E aí, quando estavam gravando, o Sr. Jaime, ele falou, ele falou, Rodrigo, o parque está de volta. Olha o portão, olha o portão. Olha lá o portão. Olha o portão. E aí, tipo... Pro filme, então, tá igualzinho. Cara, eles colocaram...

É o portão original, os carrinhos de golfe são os originais, as estátuas são as originais, são as pertencentes ao Michael. E a mesma coisa na casa de ensino, que foi a casa que o Michael morou com os irmãos antes de ir pra Neverland. Também tem cenas gravadas lá, porque...

O Michael tinha um estúdio em ensino. E aí o filme também vai mostrar essa parte. Porque o Michael gravava as demos lá e levava pro estúdio pra fazer a versão final. E muita gente que trabalhou com o Michael fala que às vezes o que o Michael levava da casa pro estúdio já era tipo...

Cara, já tá incrível esse negócio aqui, sabe? Mas era o time A e o time B Então, o Michael, eles falam que o Michael Estimulava uma disputa Porque isso fazia com que os caras Agustassem a criatividade E aí tem takes que o filme vai mostrar Desse processo, que foram gravados na própria casa Que o Michael viveu, né? Com a família e tal, então...

Não sei, tipo, não acho que nenhum outro filme biográfico tenha tido esse tipo de precisão, de mostrar o cara na casa mesmo. Quando mostrar o Michael na janela lá, pensando na vida, não é uma janela, é onde o cara viveu ali, né? Então, não sei, pra mim, pra gente aqui que é fã, eu acho que isso vai bater de um jeito muito especial. Será que vai mostrar árvore?

que árvore a tem a de 20 e é né realmente uma árvore que o Michael chamava de giving tree e aí ela ela tinha degraus assim de é uma árvore gigante ela tinha degrau de tronco e no alto dela eles fizeram um negócio assim ele ele tinha um colchão no alto para deitar lá e

E ele ficava horas lá compondo. Tipo, quando eu fui lá, eu quis subir, mas ele falou que quando o Michael morava lá, eles trocavam esses troncos que faziam degrau, eles trocavam a cada três meses. Aí ele falou, não, não, desde que ele foi embora, nunca mais trocou. Se pisar esse negócio vai quebrar, pelo amor de Deus. Aí eu falei, não, tudo bem, tudo bem. Mas, tipo, eu acho que com certeza devem falar. Eu acho que se for falar, vai falar no filme 2. Eu também acho. No filme 2. Sim, porque vai acabar no final ali da...

Era Bad, se eu não me engano. Eu lembro que demorou muito tempo de Thriller entre Thriller e Bad, né? Depois coloca as duas capas. Thriller foi aquele absurdo e todo mundo fala, tá, beleza. E o próximo? Mas você sabe o que é engraçado? Que entre Thriller e Bad, o Michael fez mais projetos do que... Sério? Está me envolvido em quê? Entre Thriller e Bad, ele fez We Are The World, ele gravou duetos com outros artistas, ele gravou um filme pra Disney, Capitã Eo.

todas essas coisas vieram entre o Thriller e o Bad e quando veio o projeto Bad eu gosto muito desse projeto que é um projeto que nasce já estabelecido como um projeto solo porque o álbum Thriller ainda nasce de uma ideia de você gravou Off The Wall e voltou com seus irmãos

Então você gravou o Thriller, mas você ainda pode voltar com os teus irmãos. Então, quando vem o álbum Bad, o álbum Bad já vem estabelecido como um álbum solo e um projeto solo e não tem mais Jacksons. Tanto que o Michael negocia o álbum Jackson Street, o Michael negocia o contrato com uma gravadora pros irmãos gravarem. Ele participa de uma faixa, mas ele já não é mais oficialmente membro da banda. Então o álbum Bad é um álbum que nasce solo e segue solo. Aí a mãe do Michael tenta convencer...

Ah, faz uma turnê de novo com os irmãos. Ajuda, ajuda. Porque no livro dela, ela fala que a pressão familiar fez o Michael aceitar fazer a última turnê com os irmãos. E aí ela tenta de novo, mas aí o Michael já tá... Ele já não volta mais atrás. E aí ele sai pra fazer a Bad Tour. E quando ele volta, ele já não volta mais a morar nessa casinha em cima. Ele já volta e vai morar em Neverland.

E o que se sabe sobre esse disco Bad? Porque ele volta com coreografia diferente, visual diferente, sonoridade. Qual foi o lance? Ele ficou experimentando as paradas? O álbum Bad é um álbum que tem uma característica, ele é muito mais digital. Ele tem muito mais elementos digitais. E assim, muito do banco de informações digital que é usado em Bad, ele começou a ser preparado em thriller. Como assim?

Porque eu não sei agora o nome dos instrumentos, mas no início dos anos 80... Sintetizador? É, não, mas tinha um nome. Sem clavier, talvez? O Lene pode procurar.

E aí ele tinha, era meio bagunçado o banco de dados, assim. E aí era uma coisa meio experimental. E aí o cara que... Cara, eu tenho um problema com o nome péssimo. O cara que faz esse banco de dados, que estabelece isso, que depois ele, inclusive ele toca na turnê bad com o Michael, ele passa anos fazendo essa organização e aí eles vão pro estúdio pra fazer. É o último álbum que o Quincy Jones...

assim na direção a produção bed bed bed só que é um álbum que o Michael já tinha uma autonomia muito maior tanto que assim é no thriller e o conhecido ele é muito mais atuante é isso muito muito mais tanto que no livro do do Bruce Dean do engenho de som ele deixa claro quem é o conhecido Jones é

Coloca a foto dele. O cara é outro mito, né? É, o Quincy Jones é um cara que... No fim da vida ele já tava mais senhorzinho. Ele até falou umas coisas meio... Que os fãs do Michael ficaram meio... É. Rancorosos e tal. Porque ele... Mas não tem como... Mas o que ele falou? Nem sei. Ah, ele...

Ele acusou o Michael de se apropriar de melodias de outros artistas e tal. Mas eu acho que a forma, às vezes, que o cara expressa, nem sempre, talvez... Olha o Quincy de ouro. Olha o Quincy aí. Cara, o Quincy, ele é um cara que trabalhou com todo mundo, produziu com todo mundo, fez coisas incríveis. Quando o Michael tá na CBS, que ele tinha um acordo pra gravar o álbum solo, e ele fala que quer gravar com o Quincy, inicialmente a gravadora não queria.

Não, esse cara produz jazz, vai gravar Vai ficar, o teu disco vai ficar Quadrado, vai ficar, e aí, cara, ele lançou Off The Wall, que tipo, entra Com tudo na Parada, é um álbum que Muita gente até hoje classifica até como Melhor que o trailer, é mesmo? Muita gente, cara E você, o que você acha?

Cara, eu não consigo. Pra mim, o thriller tá no meu coração. No meu também. É. É que eu entendo que algumas coisas o thriller... Pegou uma... Algumas coisas que deu certo em Off The Wall, o thriller tentou... Replicar? Replicar. Mas eu acho que o thriller foi além. Porque pra mim, cara, human nature é uma parada...

É surreal o que ele fez em Beat It. Inicialmente, Quincy Jones não queria Beat It. Por quê? Ele não queria. Ele falava que achava que... Porque Beat It é uma faixa que ela é pop e tem ali uma pegada rock que fugiu um pouco da proposta. Só que foi a música que fez com que o Michael tocasse em rádios, que até então ele não tocava por ser um artista negro. Esse mashup do pop, do R&B com o rock foi muito benéfico pro Michael e também pro Van Halen.

Eu acho que é um álbum muito mais... Sei lá, a cartilha do pop pra mim tá no thriller. E quando ele vai pro Bad, o Bad só tem uma música que não é dele. Ele fala sobre a proposta, o que ele tava pensando sobre. Tem esse... Nunca vi nada sobre isso daí. O que eu já vi a respeito, isso tá no livro do Engenheiro de Som, é que realmente o Michael buscava...

Ele queria uma sonoridade... Porque o Thriller se comunica muito mais com Off The Wall em termos de sonoridade do que o Bad com o Thriller. E essa busca era uma busca proposital porque ele não queria comparações. Porque querendo ou não, você cria um fantasma pro resto da sua vida. É um fantasma. Porra, o Thriller já... E aí eu acho que foi por isso que o Michael talvez tenha optado por discos que a partir de Bad tenham sonoridades tão distintas, assim, sabe? O álbum Dangerous já é um álbum...

que já vai pro outro lugar, Ted Riley que assume, já vai pro outro canto. É, cara, tanto que... O Michael, quando ele soltou Ghosts? É. O povo... Thriller 2.

O bagulho foi, sei lá, muita diferença de tempo. Muita diferença de tempo. Por causa do tema, o pessoal achava que tinha uma ligação. Porque eram fantasmas. Pronto, Thriller 2. Aí começou, ah, eu acho Ghost melhor que Thriller. O Michael tinha uma coisa de revisitar temas. Isso ele tinha. O lance de cantar música que tivesse um cunho meio...

filantrópico e tal, uma canção que remetesse à questão de uma consciência sobre o planeta e tudo mais, é uma coisa que ele voltava de formas diferentes. O tema meio rock de ter sempre um convidado, então ele teve, no álbum Thriller ele teve Van Halen, no álbum Bad ele teve Steve Steven, no álbum Dangerous ele teve o Slash, então ele sempre trazia alguém do rock também. Enfim, eu acho que são... A própria música Thriller Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power Power

Que no início ela nem era thriller, ela nasceu como Starlight. Ah, é? É. Ela foi composta, ela não era... Em vez de ser thriller, era Starlight. Mas essa coisa do ambiente, na verdade, ele... Essa coisa do ambiente meio soturno, essa coisa meio assim, ela já nasce em Harbour Hotel, aquela coisa do clima. Sabe, o Michael tinha uma coisa que o Bruce Eugene fala, que ele queria que as pessoas ouvissem a música e se transportassem para um lugar.

Então eu acho que essa intenção ele reproduzia nos álbuns. Nos álbuns seguintes ele voltava dessa forma, mas eu acho que a sonoridade não.

Cara, maravilhoso. Você não podia ter dito melhor. Você gosta do Bad? Eu gosto mais do Thriller. E o The Wall também é as primeiras músicas pra mim. O álbum Bad é muito doido que assim. O Michael grava o álbum Bad. Como que a crítica recebe? No lance.

Não recebeu bem, não. É, então, o que eu me lembro também, a galera meio que meteu o pau no começo. No começo não recebeu bem, mas é muito doido que assim, ele grava o álbum Bad, aí ele não lança o álbum Bad inteiro, vai pro Japão fazer uma turnê. Essa turnê, ela basicamente é uma cópia da última turnê dos irmãos, só que ele bota duas músicas do álbum Bad no final. E ele fala que isso é uma forma dele se encontrar como um artista solo no palco. E aí, tipo assim...

durante esse início de turnê, ele lança duas músicas, aí ele volta pros Estados Unidos, lança o álbum todo, remonta a turnê inteira do zero, só que quando ele sai pra turnê, ele já sai, cara, ele já sai assim, ele já tá gravando um filme, que quando acaba a turnê, vira o filme Moonwalker, durante esse processo, ele já começa a preparar um videogame, então quando sai o filme, o filme vira videogame, então é um projeto que é muito...

Quando você, assim, para pra analisar ele como um projeto pop, e você para pra pensar que a gente tá falando de anos 80, é um negócio muito amarrado. É um negócio que, hoje em dia, tem artista que não faz. E o cara fez isso nos anos 80. Ele amarrou o lance visual, a música, a turnê, o videogame. E, cara... No rabo do mesmo foguete é só. É, cara. E é um projeto que...

Foi muito bem sucedido, né? Sim. E depois ele volta com o Dangerous, que tinha tudo pra ser um projeto, assim, muito mais grandioso. Uma turnê que previa três fases, mas que na segunda fase, por conta da primeira acusação, a coisa dá uma encolhida, uma segurada. E aí, aquilo que a gente já falou aqui, né? Nunca mais foi o mesmo, nunca mais foi igual. Infelizmente...

Ele vem aqui no Brasil em que época? 93. 93. Pro show, pra turnê. Qual turnê? De qual disco? Dangerous. Dangerous. Que é o álbum seguinte. Meu pai foi em Tio Dead. Cara, eu me arrependo até hoje de não ter ido. Eu fui. Quantos anos você tinha? Tinha 13. Nossa, velho. Deve ter pirado. Você deve ter pulado muito na inércia, né, mano? É. Mano, eu nunca tinha... Morumbi? Morumbi, nunca tinha ido num show. Nunca tinha visto nada da...

Nada parecido, cara. E aí, tipo assim... Nessa hora, eu tenho muita sorte de ter a família que eu tenho. Que, pô, tava comigo, me apoiou, minha mãe e tal. E eu me lembro de chegar lá. Ver aquele monstro, aquele palco gigantesco. E eu me lembro da sensação de ver um cara no palco. E eu lembro que eu era criança e eu falava assim... Meu...

Se todo mundo invadir, a gente... Olha as ideias! Não, porque assim, você tá ali na frente do pau. Cara, eu tava ali, eu olhava, eu falava assim, meu, eu olhava assim. Se eu pular... Eu pensava assim, né? Eu pensava assim. Eu ficava 2, 4, 2, 20, 40. Os caras são 80 caras aqui.

Vamos nos organizar. A gente pula nesse bagulho aí. Mas aí você pensa, aí pula lá, pô, 100 mil pessoas. Aí a gente vai machucar, mas criança você fica... E é muito doido, porque eu lembro que tinha coisa assim... Sabe aquela avenidona que sai do Morumbi? Pô, não tinha como pegar ônibus, carro. Tinha que andar a pé até lá. E ir subindo. É, e aí eu lembro da gente indo embora assim. E aí eu nunca vou... Cara, uma das coisas que eu nunca vou esquecer na vida. A galera comentando.

E as pessoas não tinham noção se elas tinham visto ou imaginado. Então ele falou, meu, ele inclinou, né? Que ele fazia ao vivo. Aí a pessoa falou, não, que ele inclinou, porra, não. Aquele foi louco, foi jogado, é luz, eu vi. Não, eu vi, ele inclinou. Aí a discussão, não, cara, eu vi, porra, eu também tava lá. Com certeza ali, a gente não percebeu, mas deve ser um espelho e não sei o quê. Aí a galera na rua discutindo. E aí você, tipo, o cara causava essa coisa. A pessoa ia embora. Não, ele inclinou. Everybody's burro. Eu usei magia black.

Até hoje. Mas quando eu falo, eu volto de novo.

Ah, é outro nível de artista, cara. Não tem como. Meu pai, acho que ali foi a hora que ele bateu uma mão na outra e falou Bom, o cara é bom, mas magia negra é outra coisa. Levantou e foi pra cá. Aí eu não dá, eu não dá. Quando o Yei tá no magia negra, eu já não tenho como ganhar. Não tem como. E quando a galera fala assim, faz aí, faz aí. Faz aí. Você tá na rua, na calçada de tênis. O cara, pô, faz aí. Tem uma coisa que só acontece com cover ou é... Intérprete do Marco.

Faz o gritinho. Puta, cara, toda vez. Ah, não, não. Toda vez, mano. Tá brincando. Não, cara, quando você tá em algum lugar que sabe que você imita o Michael, você tá no mercado. Se alguém sabe, de algum lugar você vai ouvir um... Mano, bizarro. Não tô soando. Você tá em algum lugar, começa a ouvir e fala, o Rodrigo Tizer tá perto aí, né?

Ele não tá exagerando em nada, cara Cara, tem vezes que eu tô no shopping, eu tô andando Tá tranquilo, tá tudo uma paz Tá tudo suave, minha mulher é do meu lado Minhas filhas é aqui, adoram você Inclusive, Rodrigo, você sabe disso Todo mundo aqui, do nada, eu ouço É, tá

Não é comigo? Você ainda deve ouvir um. Me chama de Lorde. Sim, mano. Eu não tô vestido de Lorde. Eu tô andando... Eu tô de Vega. Eu tô indo comprar um eletrodoméstico. Vambora, vamos andar. Uma vez eu fui parado pela polícia. E eu tava de Michael. Ah, mano. Aí foi a vez mais... Bizarro. Errado da vida, meu. Eu fui parado. Era uma blitz. E aí a gente indo pro evento, eu de Michael. Aí eu saí. E aí, cara...

A gente atrasou muito. E aí os caras falavam... Aí o policial falava assim, espera aqui, do lado de fora. Aí eu falava, mas você não pode esperar dentro? Não, espera aqui, do lado de fora. E aí eu parado lá de fora, aí... Pô, blitz grande dessas que... Aí os outros policiais passavam assim... Porque um vai, fala pro outro, fala pro outro. Aí os caras vinham e faziam assim...

E a galera na... E eu falava, pô, tá meio frio, não posso esperar aqui no carro. Não, não, não, não, espera aqui fora. A galera passava, aí buzinava. Who's bad? Hi, hi. Porra, cara. Aí, pô, tipo, fui lá, fiz bafômetro e tal. Só que, pô, constrangedor. Who's bad? É, nossa, cara.

acontece muito é mais do que a gente vai imaginar você falou certo, me chama de Lorde eu não falo mais isso nos meus vídeos eu juro pra vocês eu não falo, mas não adianta, é isso e o Goldrinking o Goldrinking vai tomando vai tomando

E um negócio, e um vídeo eu falei zoando a Goldrink, vai tomando. Você sabe uma coisa que eu acho que, talvez, pra gente aqui no Brasil, a onda do filme seja diferente do que lá fora? Porque aqui no Brasil, a gente, o meme é uma ferramenta muito forte aqui. O meme aqui é muito forte. E o Michael é meme toda hora.

Toda hora. Sabe? Verdade. Esse universo que o Vega criou é um meme forte pra caraca. Mas tem vários memes que de vez em quando surgem. Pô, o lance da IA é um meme que o mundo inteiro caiu porque, pô, é impressionante. Descobriram uma forma de fazer vídeo de IA, o Michael foi o escolhido. Todo mundo fazendo filme do Michael. Mas aqui no Brasil já rola meme com várias coisas. E os outros países, quando você conversa com a galera, a galera não tem essa percepção de memes. Então o filme vai bater de uma forma...

Eu acho que a forma que o filme vai bater também vai ser diferente em vários lugares. Tipo, a gente percebe conversando com a galera mesmo, assim. Que aqui o meme bate de um jeito que a galera, às vezes, tá alheia. Tipo, ah, eu não tava sabendo desse meme. Tem uma coisa, tem duas coisas que eu tenho igual o Michael e ninguém sabe. Ninguém.

Na verdade, três. Mas duas que eu posso falar. Um, eu tenho fobia total, não importa o tamanho. Eu tenho fobia de cachorro. Sério? Sim. Mesmo cachorrinho? Se você botar um pincher na minha frente, eu vou desmaiar. E o Michael também tinha? O Michael tinha, os filhos queriam cachorro e ele não gostava muito da ideia. Mano, é fobia mesmo. Fobia de verdade. Eu tenho fobia de verdade.

e e tanto eu quanto meu irmão mais velho também temos de tigre teve de rio a só que o meu tratado bonitinho tudo isso de caraca a gente tem eu tenho mais uma terceira tem a terceira terceira não posso falar não agora tá tá tá tá tá o que eu acho que é o tamanho do pênis né é

Eu sei que o Rodrigo viu o comentário No vídeo que ele postou e me marcou A galera faz nos comentários, mano A internet não dá, né? Rede social, a galera não Limite é zero, cara Pô, eu Que nem ela falou, a pior coisa que a gente faz É abrir o comentário, não abre o comentário Eu fui, o Rodrigo postou o vídeo Falei, maravilhoso, vou ver Butterflies, eu e o Rodrigo cantando Sonho Realizado Eu abri, aí foi, meus comentários Estão me marcando Ué, Vega, dois microfones?

Eu falei, eu fui mostrar pra minha mulher, falei, amor, o que é isso aqui e tal, o que tá acontecendo? Engenho? Não, amor. Acabou marcando ali. Cara, pra que meus amigos viram aquilo? Mano. Tá, aí a terceira coisa tá aí.

Porque o Michael também é... Deixa eu mentir. O Rodrigo tá aqui e não deixa eu mentir. Mas tem essa fama? Tem essa fama. Você viu. Eu não vi. Ei, ei, ei. Eu nunca vi. Acusações, amor de Deus. Todo mundo já viu. Cara, é impossível não notar. Listen. Deixa eu speak now. Deixa eu me explicar e explain. É, eu preciso explicar, Lorde.

É que o Michael fez uma turnê de calça dourada, cara. E aí as fãs do Michael, elas implicaram com esse negócio da calça dourada. E alguns men's, too. Aí virou um meme até entre a comunidade de fãs. Sim. A calça dourada. The golden one. The golden eggs. The golden eggs. Beautiful. Aí eu não percebi assim.

Queria deixar claro aqui, tanto pro Vigiela, pra vocês também. Eu acho que a culpa de ter marcado foi do Rodrigo. Porque o Rodrigo viu e não me avisou. É culpa sua. Cara. Culpa do Rodrigo, tá? Nem, nem, nem. Ele viu, não me avisou. Ele já tá em cena. Ele queria que o vídeo divesse mais views. Ele tava assim, eu vou fazer igual o policial fez comigo aquela vez. Eu vou deixar ele do lado de fora. Fica aqui fora. Entra aqui, velho. Na hora que eu entrei no palco, ele...

Igual policial. Não, não, não fiz não. Imagina. Eu amo o Rodrigo. Foi sensacional, cara. Foi, foi incrível. Foi incrível demais. Quando eu cheguei no palco, a primeira coisa que eu percebi quando eu cheguei no palco, que eu me perguntei e não falei pro Rodrigo, como que você enxerga alguém?

Por quê? Porque tem um refletor. Parece uma Genk Dama tá caindo. Você vai aprendendo ali. Até um certo ponto você vê. Dependendo do ângulo. E depende do teatro também. Às vezes a luz é mais assim. Às vezes é mais assim. Eu falei, vou entrar. Vou olhar o rosto de todo mundo. Quando eu entrei, ele falou, meu amigo. Eu entrei e vi uma luz assim na minha cara. Eu falei, cara...

Ou é Jesus, eu não vou ver nada. Às vezes é até bom, né, cara? Porque fica uma coisa meio disforme, né? Você não vê, cara. Porque às vezes você fica olhando, você se prende na cara de alguém, né? Ou então, sei lá, você fica nervoso. Sei lá, às vezes pode ter alguém que você fica nervoso também. Sim, cara. Acontece muito. Acontece comigo gravando, imagina com o Rodrigo, fazendo show. Japão.

Você tava no Japão, não foi? A gente vai fazer. O quê? A segunda a gente vai pro Japão. Primeira vez fazer show. E aí? Ah, tô nervoso. Nunca fui, né? Mano. A gente fez China. Como foi na China? Cara, a China foi a coisa mais maluca da vida. Que a gente fez ginásio olímpico lá pra oito mil e poucas pessoas num palco que... E a galera era fã já? Cara, muito. Sério? Ah, mano. Muito. Absurdamente. E na China teve uma questão peculiar que é assim, o Michael agendou, marcou, anunciou o show,

E por questões que até hoje ninguém sabe precisar, ele cancelou. E aí, 30 anos depois, ligaram pra gente e falaram Ah, se você fizer... Você tem como fazer o show Dangerous? Porque o show era pra acontecer em 93 lá. Aí eu falei, como assim? É, você tem como fazer o show Dangerous com figurino de 93, coreografia de 93, set list de 93?

Bem específico. Falei, posso fazer. Ah, então tá. Aí essa parte foi muito doida. Porque eles falaram assim, a gente vai montar um palco, então, parecido com o de 93. Aí eu falei, mano... Falei, que papinho, né? Que a galera quer convencer. Eu falei, que conversinha. Vamos montar o palco de 93. Que conversinha. Cara... Deixa eu ver o palco do Dangerous aí, Lenny.

Meu, eu mandei, eu acho que eles têm o vídeo. Vocês têm o vídeo desse show. Cara, quando eu recebi o mapa, eu juro por Deus, são mais de 900 e poucos equipamentos de luz e os caras fizeram um palco de 22 por 16. Cata puta, tudo no lugar. E aí, quando...

É, esse palco aí Esse daí é lá da China E aí quando eu cheguei lá Que eu vi o tamanho do palco A gente tava com a galera do Michael Aí eu falei Cheguei pro Kevin Dorsey Que era o backing vocal do Michael Você colocou a imagem do próprio Michael Não, sou eu Tá bom

Não, mas me enganou. Tem umas horas, né, Helene? Eu olhando assim, eu fiquei... Eu também tava. Eu zoei por causa disso. Falei, cara, olha isso, velho. É que lá ficou grande, mano. E aí eu perguntei pro backing vocal. Eu falei, esse palco aqui é do tamanho do Michael mesmo? Aí pra medir, ele começou a cantar e falou assim...

Jam, jam. Aí ele deu um passo. Porra, pretty much. Eu falei, porra, os caras montaram. E aí, foi doido que eu também falei, eu falei, cara, eu fiquei com medo, né? Eu falei, meu, mas vocês pegaram um ginásio. Tipo, é. Eu falei, tipo, na minha cabeça, eu falei, se deixa, meu, vocês tinham que fazer o seguinte, vocês tinham que ir pra um teatro. É. Duas mil pessoas. Deu certo? Um teatro maior. Eu falei, vocês não tem que começar aqui nessa parada. Vocês vão me ferrar desse jeito, gente.

Não, Rodrigo, tá tudo sob controle. Falei, não, como tá sob controle? Pô, no dia que começou, na hora do show mesmo, aí eu nunca imaginei esse bagulho assim, sabe? 8.400. É, a gente fez dois shows lá já e a gente vai fazer em maio mais um. E a galera, tipo, empolgada. Não, muito, cara. E é show mesmo grande pra valer. E é muito doido, porque a China é um lugar muito fechado, então você tem que fornecer...

o roteiro do show, as músicas, a letra da música, a foto dos figurinos, o conteúdo de LED, o que vai ter no conteúdo de LED, se você fala alguma coisa ou não, algumas palavras eles pedem pra que você, tem uma conduta a seguir, então algumas coisas eles pedem pra você não falar, e aí tipo, fica um oficial ouvindo, fica um oficial do lado do técnico, ele fica ouvindo tudo.

Porque você não pode falar nada meio que fora ali. E no nosso caso, foi uma situação muito fora do comum, que era um grupo de brasileiros indo homenagear um artista americano na China. É. Então, tipo, é uma coisa meio fora. Não tem nada mais brasileiro que isso. Não tem nada mais brasileiro que isso. E aí, tipo, assim... É meio doido. Lógico que, internamente, os caras têm...

Não é o mesmo peso, mas o procedimento é o mesmo. Então, tipo assim, naquele ano saiu a lista de shows aprovados. Lista de shows aprovados internacionais. Aí, tipo, a lista ocidental tava, tipo assim, Michael Lewis Forever, que é o nosso show, Mariah Carey, West Live. Caraca! Aí você fica e fala, mano, porque sai a lista dos shows ocidentais. Aí você fala, mano...

Tipo, que loucura. Porque é isso. Tudo é documentado, tudo é certinho. Eles fazem... Vem um oficial antes do show fazer uma entrevista. Aí é muito doido também. O cara chega todo fardado e tal. Aí ele chega parado assim. O cara liga a câmera.

Aí ele, com o papel, você confirma que o seu nome artístico é Rodrigo Teaser, seu nome de batismo tarará, tarará, residente em tal lugar tarará, tarará, aí você confirma, você confirma que os documentos enviados, papapá, responsabilizando pelo show, tarará, tarará, aí você confirma, aí tipo, lá pelas tantas ele fala assim, você confirma aqui diante das câmaras que em caso de emergência você vai seguir todas as normas e todas as recomendações que a equipe de segurança estabelecer sem questionamento, aí você fica...

Confirmo, confirmo. Você vai confirmando. Claro, né? Aí o cara termina e ele só faz ok. Aí só faz assim, thank you, thank you. Aí ele vira, o cara para de gravar. A gente pode fazer uma foto? Você já tá pronto pra ir pro palco. Aí você vai lá e tal. Aí quebra o clima, assim.

E um bagulho doido também. O cara termina e fala, zoeira, mas é brasileiro. E aí a gente fazendo show lá, tava o coreógrafo do Michael, guitarrista, back and vocal e tal. Aí daqui a pouco, a gente no camarim, aí vem o cara e fala assim, galera, galera, o oficial da imigração. Aí todo mundo já indo pegar o passaporte. Aí o cara vem e fala assim, não brasileiros? Ok, quero ver só dos americanos. Sério? É, brasileiro chamando. Aí a gente tipo...

Primeira vez isso, né? Normalmente é o contrário, né? Normalmente é o contrário. Quero ver os documentos. Os brasileiros já... Não, não, não. O brasileiro tá ok. Quero ver os Estados-americanos.

mano, já é papo de sair botando a mão na cabeça. Mas cara, de verdade. O Brasil nunca foi. Não, eu fui passear. Não, não, mas fazer show. Mas para fazer show é a primeira vez. Cara, eu tô muito feliz, muito ansioso, porque o mercado asiático é muito doido, assim, sabe? A gente, ó, lá a gente já fez Filipina, Malásia, Singapura, China. É. E são mercados que são muito únicos, assim. Eles são muito fechados. É muito doido, porque...

O mercado japonês é um mercado muito particular O mercado jines é muito particular E aí tipo, o Japão é um lugar que eu sempre quis muito ir Porque o Michael tem uma história Muito especial com o Japão Com o público japonês A primeira turnê solo dele foi lá Todos os shows dele lá, toda turnê que ele foi pra lá Foi bem sucedida E assim, não sei como a galera vai receber Porque Às vezes esse lance Desse trabalho que eu faço Eu vou num lugar que nunca recebeu Um show Um show

Então a galera, às vezes, eu faço o primeiro, quando acaba que a galera fala, porra, agora que eu entendi o que era esse negócio, sabe? Porque é que nem lá mesmo, os próprios produtores, a galera fã do Michael, eles falam, pô, a gente queria muito que você viesse. Os fãs do Michael que eu pude conversar falaram, pô, a gente queria muito que você viesse, que show pra cá, porque nunca teve. Mas aí o lado...

O lado ruim é você abrir um mercado que não tem... Sabe? A vantagem hoje é a rede social, que te ajuda a mostrar tudo e tal. Mas... Muito fácil direto. Tem muita... Cara, tem muito... Lá fora tem muito tributo que mente. É.

A galera faz um puta promo, aí a galera compra ingresso, quando vê, aí isso também quebra as pernas da gente, sabe? Mas eu não sei como vai ser, mas eu tô ansioso, espero que role bem, e assim, eu acho que com essa coisa do filme, o filme vai trazer uma maicomania, e eu acho que mais shows vão surgir, mais homenagens vão acontecer. Eu vou redublar pedaços, desculpem, não me processem.

É mesmo, já avisa antes. Já vai ser o próprio roteiro. Não tem como não pegar pedaço do filme e redublar. Eu vou criar um corte de proteção aqui agora. Eu vou redublar alguns pedacinhos, pequenos pedacinhos, só pequenos pedacinhos, ok? Não dou like no processo, ok? Não dou like no oficial de justiça na minha porta. Eu te amo, obrigado por isso. Mas se processar, o que acontece, Lorde?

Vai dar nada, né? Vai dar nada. O pai é esperto. Ok? Voei da Bahia pra aqui hoje. Ninguém me viu. Ninguém me viu. Não me manda oficial de justiça. Não me manda polícia. Não me manda nada. Eu tenho uma arma e eu estou louco. Eu não bato bem na cabeça. Eu amo você. Obrigado.

É brincadeira. É brincadeira. É o personagem. Ô, Leni, perguntas aí. Vamos lá. Só lembrando, né, que... Vamos avisar que ela passou mal, né? O pessoal tá falando, pô, e ela não tá falando nada. Deu uma passadinha aqui. Tá com pressão baixa aí, ela deu uma saidinha e já volta. Tá se recuperando ali. Vamos lá. A última pergunta mandou aqui o seguinte. Vocês deveriam deixar essa pro último, né, cara? Começa com a última pergunta, cara. Pô, Leni.

Ele pergunta aqui, ó. O que mais dói em ser fã ou viver o legado do Michael? A saudade dele ou a sensação de que ninguém nunca vai chegar perto? É, só não tentar comparar, não é? Cara, eu acho que... Não sei. Comparar é uma... Eu acho que é um traço humano. O ser humano, ele precisa comparar as coisas. É do ser humano. O que é que vem depois do Michael que compararam aí? Não, na verdade, assim, que compararam... Eu acho que a comparação mais... É...

Não vou dizer, não sei qual é a palavra, eu ia falar justa, mas não é justa. Mas a comparação menos agressiva é a do Bruno Mars. Sim. Mas assim, desde que o Michael surgiu, ele surgiu. Aí ele veio com a carreira solo, logo em seguida o Prince teve o boom do Prince. O Prince é um gênio inegável. Ele já foi um contraponto do Michael. Em um certo momento, o MC Hammer...

foi considerado um contraponto do Michael. Ô louco! É, e aí, tipo assim, desde então, cada vez que surge alguém... Ou o novo Michael. É o novo Michael, é o novo Michael. Então... Tem que dar um tempo, né? O Usher já foi o novo Michael, o Justin Timberlake já foi o novo Michael, o Justin Bieber já foi o novo Michael, o BTS são os novos Michael. Cara, é tanto o novo Michael, e assim, é muito doido, porque quando você para pra pensar, a indústria recicla.

o que o Michael fez de alguma forma e lança sempre um artista. No mundo inteiro é assim. Antes da onda do K-pop, já tinham artistas coreanos fazendo exatamente essa onda lá em 90 e pouco, os caras já faziam. Muitos levavam coreógrafos do Michael pra Coreia, produtores musicais do Michael pra Coreia, produziam, e eu tô falando final dos anos 90. Não existia a marca K-pop. Então eu acho que...

A comparação, o ser humano faz, mas eu não acho que saber que ninguém... Eu acho que saber que ninguém vai chegar perto é uma coisa que até alegra a gente. Sim, caramba. Eu acho que o triste dele não estar mais aqui é de você fazer um exercício que você não tem como...

Concluir de... Hoje, com a tecnologia de hoje O que ele faria? Hoje, com toda a ferramenta na mão Aonde iria a criatividade dele? Hoje, o mundo passando por isso Qual seria o discurso dele? O que ele cantaria? Porque assim This Is It é um show Que ele não fez, mas ele estava ensaiando Em 2009 E lá em 2009

Ele já ia reutilizar coisas que ele nunca tinha utilizado. E ele ia reutilizar, assim, reutilizar que eu me refiro, assim. Outros artistas já vinham usando certas tecnologias. E ele ia usar pela primeira vez de uma forma que ele já ia dar um passo à frente.

Então, eu não sei, assim, porque, obviamente, ele estaria mais velho. Obviamente, a energia já é outra. Mas a criatividade, eu não sei, eu acho que se ele estivesse vivo, né, a criatividade dele não ia acabar. Não ia acabar. A composição, ele ia compor, ele ia fazer, sabe? Cara, é um marco. É. Eu acho que esse é o exercício mais triste.

Seria a saudade, mas eu acho que é você não saber o que ele poderia ter feito. O próprio show, ele ensaiou, não concluiu, né, cara? Pode ser que não tivesse dado certo, que ele tava debilitado, mas, cara, pode ser que, sei lá, pode ser que tivesse arregaçado. O que o pessoal fala sobre o que poderia ter sido, quem viu, os ensaios...

Quem presenciou os ensaios fala que não consegue enxergar uma forma dele aguentar os 50 shows. Então ninguém fala a respeito assim, se ele faria um, dois, bem. O que as pessoas falam é, eu não consigo imaginar ele com aquela saúde fazer 50. Porque, cara, é pesado. Sabe, tipo...

Pra qualquer artista que vive na estrada, a estrada é pesada. No caso do Michael, ele tinha uma questão que seria um ponto positivo, que ele não ia viajar, ele ia ficar residente. Iam ser 50 shows residentes. Mas o desgaste físico, né? E aquilo que a gente já falou, ele já chegou lá com o desgaste psicológico pesado. Eu gostaria muito que ele tivesse realizado pelo menos um, assim, sabe? Pelo menos um. Porque... Você voltou muito rápido a desistir. É, 50 shows em poucas horas.

E oitenta e tantos por cento Eu não sei o número certo, mas oitenta e tantos por cento Não quiseram o dinheiro do ingresso Ficaram com o ingresso Os caras venderam uma turnê Os caras venderam uma turnê inteira em poucas horas E oitenta e tantos por cento nem quis o dinheiro de volta Você pensa Você pensa que Deu muito certo esse negócio Só não deu certo, ele não fez Pois é

É uma pena. Você guardaria? Não, eu guardei. Eu tenho dois. É? É porque na época... Às vezes o Rodrigo me kill. Não, é porque assim... Cara, na época... É muito doido. Na época o ingresso custava tipo... Cento e poucas libras.

Aí eu falei com a Priscila, falei, vamos comprar esses ingressos. Vamos garantir o ingresso e vamos ralar, trabalhar que nem condenado pra conseguir bancar passagem e hospedagem, que a gente não tinha essa grana. Porque o ingresso era barato. E aí, pô, a gente tava vivendo aquela ansiedade, né, cara? De ralar e conseguir. Eu lembro que a gente conseguiu o dinheiro em uma passagem. Uma passagem tá garantida. Vamos ralar pra conseguir a segunda e as hospedagens.

Pior das hipóteses, mano, a gente mente que vai ficar no hotel, vamos viver de mendigo lá uma semana.

Ah, e a reserva? A reserva tá aqui, pô. Ok, pode ligar lá. Mentira, vamos, vamos. Só que, pô, infelizmente não rolou, né? E aí, quando a gente recebeu o e-mail, a gente recebeu o e-mail assim, ah, e aí, querem o reembolso? Eu falei, cara, vai ser sempre uma recordação amarga, né? Porque seria um momento que não viveu. Mas eu falei, ah...

Mas pelo menos é um momento amargo, mas é meu ali, sabe? Eu cheguei na porta e não rolou. Aí eu fiquei com o ingresso. Aí depois eu descobri que um monte de gente ficou. Falei, porra! Sem saber. Pois é, mano. Pois é. Manda, Lenin. A Juliana Martins perguntou aqui. Qual foi o momento da carreira dele que vocês consideram um verdadeiro ponto de virada pra se tornar o rei do pop? Cara, eu vou falar uma opinião impopular aqui, tá?

Ele se tornou o rei do pop a partir do momento que ele decidiu que ele ia fazer as coisas do jeito dele. Eu acho que ali a partir de... Tá, off the wall dá pra passar. Mas ali de thriller pra frente ele já era o rei do pop. Ele já era. Quando ele lançou o thriller e bateu recordes, ali ele se consolidou o rei do pop sem... Se consagrou o rei do pop, se consolidou o rei do pop sem falar nada sobre isso. O público fez isso pra ele.

Foi naquele momento ali que o povo viu o tamanho que era Michael Jackson. O nome Michael Jackson, o peso. Então, pra mim, foi naquele momento que ele se consagrou o rei do pó. É, porque depois veio o título, né? Depois ele mesmo passou a utilizar muito, porque... Cara...

Elizabeth Taylor vai entregar um prêmio pra ele e falar o rei do pop, tá? Mas é como ele falou, né? Pop Rock and Soul. É, ela fala Pop Rock and Soul. Porque, cara, depois de Thriller, você vai contestar como aquilo. Como? Então é meio... Quando você bate esse recorde de algo mais vendido, você ganha algumas coisas. Entre elas, você ganha a possibilidade de ganhar um título desse. É o mínimo, cara. Porque não achavam que o álbum seria tudo isso. É muito doido. Não, cara, o álbum Thriller quase foi cancelado. Como assim?

Cara, o álbum quase foi cancelado por vários motivos. Primeiro que tinha uma crise do petróleo, então faltava matéria-prima mesmo pra fazer o vinil. Tava tendo uma baixa. Aí essa crise automaticamente fez o mundo passar por uma crise financeira onde tava tendo uma queda na venda de álbuns absurdos. E é muito doido que o filme do Fred Mercury fala desse momento.

E o filme do Boimir Rapzod Fala desse período da história E o cara no filme, o Fred Mercury O ator, ele fala Meu

O Michael Jackson é responsável pela vendagem de não sei quantos por cento dos álbuns do planeta? Porra! Porque, tipo assim, é um dado que é muito relevante pra indústria. E aí, aquilo que a gente já falou do álbum atrasar, o álbum atrasar. E aí, consome aqui, consome ali. E aí, tem um documentário que é sobre o Bruce Whedin, que foi o engenheiro de som do Michael. Esse documentário é incrível, é lindo. E aí, conta que os caras pegaram, ouviram o álbum.

Porque é isso, né? A indústria, ela tem os grandes nomes, não importa que você tenha Quincy Jones produzindo. O cara da caneta, ele nunca é um cara do artístico, né? Não, não. O cara do financeiro, ele nunca é o cara que usa o coração. O cara é a razão. E esse cara, a galera ouviu e não achou que o álbum tinha potencial.

E aí no documentário eles falam da importância desse cara, que era o Engenheiro do Som, que ele pega as masters, ele leva escondido pra um estúdio. E aí, tipo assim, eles trabalham horas e refaz a mix de novo, levanta e tal. E aí vira aquele álbum. E vira o thriller. E aí tem uma passagem em um documentário que o cara, um dos ex-diretores e tal, fala que o Michael chega ao ponto de falar, cara, não cancele esse álbum.

Esse álbum vai ser o maior álbum da história. Você não pode cancelar isso aqui. E a galera tipo, meia. E aí lança, vira o que vira. Os caras tinham lá uma verba pra fazer... Tipo, ó, o que você tem pra fazer de clipe é isso aqui. O Michael gasta tudo pra fazer Billie Jean. Ah, de todos os clipes em um só. É, e aí depois o Michael fala, eu banco o Beedit e eu banco o Thriller. Ah, mas quanto que é o Thriller? Eu vou gastar um milhão.

Os caras falaram, não, nem a pau um milhão num clipe, não. É, pra quê? Você tá maluco? Ele falou, não, então vamos renegociar os royalties.

E aí, cara, esse é o primeiro pulo do gato que o Michael dá. Porque os caras renegociam e aí, beleza, vai, você é dono dessa master, você é dono desse vídeo aí. E os caras falam, tipo, tem livros da época que os caras falam, meu, tipo, ó, o cara vendeu. Em vez dele ficar feliz e ficar quieto, ó a merda, o cara vai gastar, vai se ferrar isso aqui. Bicho, ele vende, ele renegocia, banca o clipe, ele lança o clipe na época como o home video.

Que é um lance que não existia. Ele lança na época em VHS, Betamax e LD. Sério? Bomba, vende não sei quantos milhões. Só a venda do home video de thriller já rende pra ele um dinheiro absurdo. E aí isso coloca ele num outro patamar. Porque, cara...

Nunca mais o lance. O game nunca mais foi o mesmo. Eu lembro assistindo o Thriller no Fantástico, você lembra? Lembro. Quando passou, todo mundo esperando. Era sempre no Fantástico, né? Ele elevou o clipe pra um outro patamar. Cara, e a partir dali nunca mais foi o mesmo. Nunca mais. Ele mudou tudo.

Diretor de cinema, bagulho feito como cinema, com cuidado de cinema. Depois, o álbum Bad mesmo, quando ele lança o clipe Bad, cara, a direção de Martin é na escocesa.

uma fotografia absurda. É que a galera assiste o clipe sempre logo quando começa a música. A galera, óbvio, é o comercial do lance, mas a crítica social que vem antes da música bad, ela é uma crítica social incrível. Se você parar pra pensar que foi feita em 1987. Porque ele faz o papel de um bolsista saindo de uma universidade e aí ele é o único bolsista e ele é negro.

E aí ele ilustra de uma forma tão sutil que ele entra no trem e o trem tá cheio, lotado. E aí o trem vai se distanciando da universidade e ele vai ficando vazio. Daqui a pouco, o trem só tem dois caras, um latino e ele. Ou seja, eles são muitos... Toda a molecada já saiu, só estão eles dois. Ele é o último a sair. E quando ele sai, ele tá num bairro...

Tipicamente negro, perigoso, violento. Então, tipo, ali ele faz uma crítica sutil, sem falar nada, que fica ali implícita no vídeo.

Ele chega em casa, a mãe não tá em casa, porque é uma mãe solteira, ela deixa um bilhete dizendo que, infelizmente, ela não pôde receber ele da escola, mas ela deixou comida pronta. Então, cara, aí ele sai, ele encontra os amigos que já não reconhecem mais ele, porque, pô, você foi pra escola, você foi estudar, você virou uma mofadinha. Aí os caras saem, logo na saída já tem um drug dealer, né? Um traficante. Um traficante. Cara, tudo isso antes de começar a música. Tchau, tchau.

Uma fotografia impecável E aí quando começa o clipe Que é o comercial, é a música, né? Bad, bad Mas mano, o que veio antes é que infelizmente

É o que vende a música, então a galera vai pra música. Mas esse olhar, essa questão, eu acho que é muito bacana. Principalmente se você pensar que é um artista pop, que vem de um outro lugar da indústria, que não é um cara que aponta o dedo e que faz críticas, e que tava ali, tá lá. Antes de começar a música, tem essa... Pô, é incrível. Tem, cara. Bizarro, bizarro de bom. Muito bem. Inclusive foi a que eu fiz eu salar o dedo no nosso público. Deus me livre.

Só ignora isso que eu falei agora. É o vídeo de estalar o dedo que eu fiz, cara. Foi nesse corte de bad aí que eu fiz o negócio de estalar o dedo. Inclusive o povo grita estalar o dedo pra mim também. Estala o dedo, Lord! Estala o dedo!

Deus do céu. A gente cria monstros de vez em quando. A gente cria monstros de vez em quando. É terrível. Fala aí, monstro. O Rafael, aproveitando que vocês estão falando de Bad, o Rafael perguntou o seguinte, o quanto que ele revolucionou o conceito de show ao vivo, especialmente com as turnês Bad e Dangerous. Muito, né, cara? Muito.

Você sabe que o Kevin Dorsey revelou um bagulho pra mim que eu nunca imaginei na vida. Ele falou que a partir da Dangerous, o Michael tinha... Eu não vou lembrar o número certo de caixas, mas o Michael tinha caixas... Ele tinha os subwoofers virados pra cima, embaixo do palco. Ele queria que o palco vibrasse no... Caraca. O louco. Eu não sabia. Nos graves. E ele falou que isso era insuportável. Os técnicos ficavam desesperados. Porque imagina você...

fazer o som da banda e tudo que o Michael queria. Então ele tinha embaixo do palco virado pra cima. Tipo, ele tinha um rider de caixa de som escondida embaixo. Eu falei, não é possível isso. Ele falou, não, ele tinha lá. E ele sabe, né? Ele sabe que o cara viajou a torneia. Ele sabe quantas caixas e tal. E ele fala como as caixas eram presas embaixo pra que elas reverberassem o palco, cara. É uma loucura. Ao vivo, tipo assim, o lance do Michael ao vivo, eu acho que ele...

Eu acho que ele revolucionou no lance de que ele entendeu que... Todo artista faz do show uma experiência. Não tem como você falar que os shows do Queen não eram uma experiência, o show do Kiss não era uma experiência. Mas eu acho que o lance do Michael, ele levou pra um lado de experiência, de trazer aquela coisa do videoclipe, que era tão forte, de você ter um eslumbre daquilo ao vivo.

Porque hoje em dia, você pensar num artista fazer isso, já não é tão impactante, né? Porque o videoclipe hoje em dia não tá só na TV. Ele tá no celular aqui. O videoclipe tá aqui. Tá rápido. Antigamente, o clipe passava na TV. Você não tinha... E aí o cara leva isso pro palco e cria muito, né? Tem equipamentos de luz que foram criados por demanda do Michael. Equipamentos de movimentação de palco que ele...

Pediu para que fossem criados. E muitas coisas que ele criou depois foram usadas por vários artistas. Até hoje são usadas por vários artistas. Sim, de fato.

A Patrícia Lima está perguntando o seguinte aqui. Com base nos documentários que vocês assistiram, quais são os pontos mais ignorados pelo grande público nessas polêmicas que ele se envolveu? E aí tem uma outra pergunta também, que é do Tiago Nunes, que ele fala como vocês analisam o impacto do documentário Living in Neverland na percepção pública sobre o Michael. Cara, eu acho que assim...

A primeira pergunta é como que... Com base nos documentários que vocês assistiram, quais são os pontos mais ignorados pelo público, pelo grande público, nas polêmicas? Eu acho que o...

Uma coisa que é meio louca é assim, quando a pessoa já tem uma predisposição a acreditar que ele é culpado, é muito difícil, a impressão que dá é que não importa o que seja falado, ela não muda a opinião dela. O Marco alugou um satélite pra poder falar. É, ele alugou um satélite. Ele alugou um satélite, quando ele foi acusado a primeira vez, ele alugou, ele pagou. Eles falam, ele chamou de alugar um satélite, ele fez uma transmissão em cadeia nacional.

Pra falar da inocência dele. E eu acho que os documentários mostram sempre o mesmo perfil de pessoa que acaba caindo num lance que... Como eu falei, quem acredita que ele é culpado não vai acreditar que ele caiu numa armação ou que ele caiu num comportamento. A pessoa acha que tudo é parte de um comportamento pra que o fim seja ele abusar de uma criança. Então eu acho que a galera ignora...

E aí faz isso que eu falei, às vezes a gente tá aqui em 2026, a gente olha um fato e a gente não analisa, a gente não pode olhar pro passado com a lupa de agora. A galera ignora o fato de que sempre que acontece ou aconteceu algum tipo de acusação ou alguma coisa nesse sentido...

sempre tinha uma intenção de lucrar alguma coisa, sim, por trás, sabe? Tanto que as pessoas não chamavam a polícia. A primeira coisa não era chamar a polícia. A primeira coisa é pedir dinheiro. É, pedir dinheiro. As pessoas abusaram do meu filho, fez isso, fez isso. A primeira coisa não era chamar a polícia, era pedir dinheiro. Era fazer um acordo. É. Sabe? Então isso é uma coisa que eu acho que passa meio...

E assim, o Leave in Neverland, eu acho que é uma pena que o Michael tenha aceitado. Assim, muita gente ligada ao Michael aconselhou ele a não fazer. Muita gente falou pra ele não aceitar esse convite. Ele aceitou. Ele achou que seria uma forma de mostrar que ele era uma pessoa normal, né? Dentro do possível.

E o documentário, o programa fez o oposto. O programa mostrou que ele... Mostrou o Michael de uma forma que ele parecia uma pessoa fora de si, uma pessoa lunática, uma pessoa que não conseguia tratar o filho. E é muito doido, porque logo em seguida, o Michael lançou um documentário que é... As imagens que você supostamente não deveria ter visto. Então, basicamente, enquanto gravava um livro em Neverland, o Michael tinha um cinegrafista gravando tudo.

E aí, no Living Neverland, enquanto o Michael tá com o filho, o jornalista narra, tipo assim, é, eu vi o Michael com o filho, eu achei inapropriado, eu fiquei até meio assustado. Ele fala alguma coisa assim, sabe? Reprovando o comportamento do Michael quando vê o Michael da mamadeira pro filho.

Isso na narração do Livin' Neverland. Quando você olha a gravação original que foi a que o Michael pôs depois no ar, o cara tá o oposto. Ele tá falando, olha, eu tô impressionado como você é um ótimo pai. Você é um pai exemplar. Seus filhos são educados, são queridos. Então, tipo assim, o cara fez uma parada assim. Ele ganhou a confiança do Michael de uma forma tão...

tão absurda de entrar na vida do cara, de mostrar o dia a dia do cara, preparar uma narração que vendeu a história muito bem e que quando o Michael vem com essa segunda, ele chamou de Take Two. Cara...

O estrago já tava feito, ninguém mais deu a mínima. As pessoas até hoje nem sabem que o Michael lançou esse segundo take. E foi nesse livro em Neverland que o Michael apresentou uma criança que o Michael, inclusive, ajudou diversas formas, inclusive financeira, o tratamento do câncer. Sim. Esse menino se curou do câncer. Ele tava no documentário justamente falando e mostrando que ele é uma das crianças que o Michael ajudou. E aí...

Em função disso, que nasce o segundo processo, que é o processo que, na verdade, embora o Michael tenha sido investigado e inocentado, foi um processo que devastou a vida dele. Ele nunca mais se recuperou. Nunca mais. A imagem dele, aquela cena dele entre na algemada, aquela imagem dele de branco, que virou piada dele sendo fichado. Essas coisas todas acontecem a partir desse documentário. E é um cara que depois, posteriormente, descobriu... ...

Fez, jogou sujo também pra fazer uma entrevista com a Lady Di. É um cara que tinha esse modus operante aí. Sim, sim. Mal caráter. É. Fala, Lady. Mal caráter. O Marcos Vinícius, ele perguntou aqui o seguinte. Por que o legado do Michael continua tão forte mesmo depois de tantas controvérsias? Eu acredito que é porque é um legado muito bem construído, cara.

É um legado construído em cima de sucesso após sucesso, esforço atrás de esforço, inovação atrás de inovação. O Michael nunca queria fazer uma coisa que já havia sido feita antes. Se ele ia cantar, ele queria cantar diferente. Se ele ia dançar, ele ia fazer passos novos. Se ele ia fazer um clipe, ele ia fazer um clipe com filmografia diferente, entendeu? Eu acho que foi muito bem construído desde o início. Ele sempre construiu muito bem tudo que ele fez.

Isso sustenta o legado até hoje. Ele é recordista de venda e tudo mais. É por pura excelência no que fez e qualidade. É. É pura excelência no que fez e qualidade. Eu acho que é muito disso e um pouco daquilo que a gente não sabe explicar, sabe?

Eu acho que na arte existe um fator que sempre vai fugir da razão. Não tem como. Como é que você explica? A criação, algumas coisas da criação vem do divino, vem do inexplicável. Eu acho que a junção dessas duas coisas levam... Você acha que ele foi escolhido de alguma forma? É, porque, cara...

A quantidade de criança que descobre o Michael hoje e quer roupa do Michael e quer dançar Michael. E é muito doido, porque a gente tá falando de um cara que se foi já tem 15 anos. As criações dele tem mais de 30, 40. Como que se explica uma criança hoje de 6, 7 anos querer ter uma roupa de thriller e sair... É filho. Não tem explicação, cara. É um lance... Eu acho que é isso que o Vega falou. É muito bem construído. É muito bem...

E é muito... Cara, é o lance de você fazer... É meio... É meio piegas falar, mas... Quando você põe muito da tua energia no negócio, sabe? Quando você faz o negócio com muita verdade, eu acho que não tem como...

Não tem como flopar o bagulho. É impossível. Porque tipo, sei lá, os Beatles quando eles fizeram o lance dos caras, eles, lógico, eles queriam fazer sucesso, eles queriam fazer dar certo. Mas eu acho que eles queriam fazer dar certo, fazer sucesso, fazendo aquilo que eles acreditavam. Sabe? Por isso que até hoje se fala dos caras. Mesma coisa aí com o Bob Marley. Como é que, pô, o cara criou um movimento.

O cara não é só uma música. O cara criou um movimento, uma forma de pensar. O cara propagou uma ideia que vai além da música. Porque ele acreditava naquilo. Então, acho que de alguma forma o Michael acreditava e montou tão bem montado que... A gente não vai mais nem estar aqui, cara. A gente não vai nem estar aqui. O Michael tem fã que nem nasceu ainda. Ele tem fã que não nasceu, cara. É bizarro, é bizarro, mas é verdade. É.

Ele tem fã que não nasceu, quando a gente não tiver mais aqui, o cara ainda vai estar sendo falado, o cara ainda vai estar rei do pop principal e o Kanova 4. Por quê? Porque ele construiu um negócio muito inquebrável, cara. Ele mesmo falou unbreakable. É, unbreakable. Unbreakable. Inquebrável, intocável nesse quesito, nessa excelência, nessa forma que ele fez as coisas, que ele criou desde música até dança, até tudo. O cara foi realmente o que ele falou. Unbreakable, intocável.

O Pedro Henrique perguntou aqui se existe alguma verdade sobre o Michael que vocês acham que ainda não foi contada em nenhum documentário ou filme. Ah, cara, com certeza deve ter, mas eu não vou saber o que falar. Porque uma coisa que eu percebo é que, assim, quando você lê o livro de, sei lá, você lê o livro de segurança, aquilo é um recorte. Aí você lê o livro do engenheiro de som, aquilo é um recorte. Você conversa com o coreógrafo, são recortes da vida do cara, né? O próprio convívio do Michael com os filhos, aquilo é um recorte.

Então, tipo assim, com certeza tem coisas que a gente não faz ideia, sabe? Toda hora alguém surge com uma história que viveu com o Michael, mostra uma foto, e aí fala, ah, nesse dia aconteceu isso. Você fala, cara, sabe? Coisas assim, malucas. De onde que essa pessoa veio? É, e aí você fala, meu, então com certeza tem coisas ainda que a gente não conhece, sabe? Sim, sim. Só que eu acho que é...

De novo, pode ter mil histórias, mil situações, mas tudo dentro desse universo que já meio que tá aí, dessa persona que muita gente às vezes acha que não, não é possível que o cara fosse assim, porque...

Ao mesmo tempo que o cara podia construir um lugar como o Neverland, que tinha um parque, tinha cinema, tinha trem igual Disney, o cara era simples no tratar das pessoas. No tratar ele era. Então, tipo, deve ter muita coisa que a gente não faz ideia, sabe? Eu gostaria que o filme mostrasse, como eu falei, a grandiosidade dele artística, a grandiosidade dele humana e costurasse essas coisas, sabe? A criação das coisas.

Porque existe sempre uma visão muito romantizada da criação. A ficção pode ir para um lugar meio bobo. E seria legal mostrar um lado humano dessas questões todas. Sim. Um lado mais bem tratado, mais bem cuidado pelas pessoas. Seria bom de se ver. Seria bom de se ver.

Ó, antes de finalizar, eu tenho uma pergunta aqui. Existe um episódio do Todo Mundo Odeia o Chris. Que tem a ver com o Michael Jackson. Então, você vai entender. Que a Tônia, ela discute com o Drew, que são os dois irmãos, o Iron Man e o irmão do Chris, que o Moonwalker não teria sido inventado pelo Michael Jackson, e sim pelo Billy Ocean. E aí, até onde isso é verdade?

Nenhum dos dois Na verdade, a verdade é que nenhum dos dois criou o Moonwalk Na verdade, assim, o sapateador As primeiras imagens Eu não lembro o nome dele, cara, pra eu lembrar agora o nome dele Vai ser um Ele fez os primeiros O que originou, o que virou o Moonwalk E antes do Michael, alguns grupos de dança Já faziam As primeiras filmagens do Moonwalk Parece um Powerpoint, cara É

Pô, cara, nessas horas é tão ruim não lembrar nomes, mas tem um grupo bugalusa, acho que é isso, e aí alguns dos membros faziam... O Soul Train, que é um especial de música negra ali, a galera, antes do Michael executar, já tinha ali os primeiros movimentos.

É que o Michael, ele tem essa... Isso é uma questão muito do Michael. Ele pega uma coisa que supostamente já existia. Ele degrade e become greater. É, ele falava isso. Estude os grandes e fique maior. Porque o Michael pegava uma coisa que teoricamente já existia.

E ele fazia de uma forma tão particular Que depois que você visse o Michael fazendo É difícil você, sabe Coisas, movimentos Levava a outro nível É, movimentos que o James Brown fazia Enfim, vários cantores da época que influenciaram Depois que o Michael faz Da forma dele Aquilo parece que passa a ser dele

No caso do Milwaukee, não foi nem ele, nem o Billy Yoshi. Não, mas cara, uma coisa é fazer o Milwaukee, outra coisa é, cara, o Michael foi fazer o Milwaukee, ele botou a mão no bolso, começou a fazer o movimento do pescoço. É, é isso, ele acrescenta uma assinatura. Em tudo dele, ele acrescenta uma assinatura, cara. Pronto, ali. Mas ele não criou. Aí foi ele. Vem agora fazer o Milwaukee aqui nessa mesa. Vem. Tá melhor? Quer sentar aqui pra finalizar? Vem aqui, então. Vem, vem.

Vem com calma, não precisa vir com pressa, calma. Jujuba pode comer ou é pior? Explica aí pro pessoal, então. Não tá grávida mesmo, não, né? Enjoo, vomitou. Não, galera, eu tenho problema de pressão baixa. Desde criança. Então, às vezes, tinha episódios na escola, assim, que o meu pai e minha mãe tinham que me buscar. Ó, a Paula tá ruim aqui, quase desmahando. E mesmo, às vezes, eu me alimentando nos horários certos, às vezes, não sei, o sangue não...

Não rola muito. E aí o cérebro para de cerebrar. Aí tu tomando uma água gelada. Vai tomando uma coisinha. O Lory tem uns conselhos pra você. Ah, eu vou sair. Você me botou em bad shit. Ele não pensou. I'm comendo de bagulho aqui de churrasco. No meio da jujuba, né? Come jujuba.

Você vai melhorar. Corta pro Rodrigo. Corta pro Rodrigo. Mas relaxa, o pessoal vai entender. Espero que você... Não, todo o time aqui também me atendeu de uma forma excepcional, sem palavras. Você tem que deitar depois? É, tem que ir deitar, tem que ir bebendo uma aguinha, me hidratando um pouquinho. Eu falei pro Milagro que você... Mas eu ainda tô bem ruim. Eu falei pro Milagro que você tem muita informação.

Que você faz conteúdos incríveis. E ela tava quietinha, a gente falou... Ela não tá gostando. Eu tava me concentrando pra não morrer. Aí eu tava tipo assim... Eu tava me concentrando pra não morrer. Aí eu tava tipo assim, ó... Meu Deus, e agora? Eu recebi uma oportunidade massa de estar lá pra falar do Michael. Aí eu pensei assim, será que eu falo pro Vilela que eu tô quase morrendo? Claro, né? Que dúvida!

Desculpa, o podcast ia bombar, né? Eu só morrei ao vivo no programa. Nossa, velho. O desmaio, né? Às vezes ela traz informações que ela leu, e eu falo, caralho, ela sabe muita informação. Aí eu vi que ela ficou assim, ó. O que foi? O meu Nintendo foi travando. Do you know how to fingir to desmaiar?

Ela ficou aqui e eu falei, ué... É, ela tava assim. Não, no começo eu tava falando, aí daqui a pouco começou a dar tela azul. Meu Deus, eu tenho que me concentrar pra não morrer, assim. Aí eu falo pro Vilela que eu tô... Vai dar um ataque ao vivo. Mano, acho que todo mundo ficou nesse ponto já alguma vez. Tipo, bebeu alguma coisa e você fica concentrado. Não, você fica concentrado no horizonte. Eu fiz um...

Fica assim, ó. Vou contar um segredo pra vocês. Um episódio com o Adnê. Exato. Foi dois dias depois de fazer uma cirurgia de quatro hernias e uma de aças. Estou passando mal. Durante o podcast eu vomitei quatro vezes. Só que tá cortado porque foi gravado. Gravei a tarde. Ah, então tá. Então eu não fui a única pessoa que passaram mal no interview. Não, não, não. Mas foi aqui, assim? Foi. Aí tinha um balde aqui do lado. Aí dá o Adnê, assim.

Ele tá contando a história dele, assim. E ele... Cara... Você tá bem? Não, não. Vamos continuar.

Pô, por que tu não falou que eu pedi o balde? Ah, poxa! Ô, galera, já tem até o... Vamos deixar o balde do... Eu acho o balde personalizado. Teve outro episódio que eu vou meter. Sim, sim. Foi com o Ricardinho, a Cef, talvez, eu não lembro. Mas também teve um outro. Mas não foi que nem esse, quatro vezes. Eu tive que ser internado depois de novo. Caraca. Cara, assistam esse vídeo, eu tô branco.

Eu quase não pergunto É ele falando e eu Era igual eu tava aqui então O Rodrigo me olhando assim ó É porque eu olhava Não aí eu olhei Daí uma hora eu olhei pro Veg Fiz assim ó Aí eu olhei pra ele e pensei assim ó Tipo assim ó Tipo vou morrer a qualquer momento Ela fez assim com a cabeça Mas com a boca Tá tudo bem ela

Tô passando mal. Que loucura. Meu Deus. Tomara que você dê audiência, né? Agora. A galera já fica sabendo, então. Não vão no comentário. Ela não falou. Não deixaram ela falar. Não, galera. Não. Não foi isso.

E depois sigam, porque ela tem muito conteúdo, cara. Muito legal. Pós-filme, então, vai ter mais conteúdo ainda, né? E aí, pessoal? Nessa mesa aqui estão as pessoas que vão ter conteúdo infinito. Eu queria saber isso. Faltou alguma coisa? Claro que faltou alguma coisa. É óbvio que faltou. Mas alguma coisa que vocês querem fechar aqui, cada um, com alguma coisa? Uma experiência pessoal em relação ao Michael? Acho que cada um pode falar um sentimento mesmo.

Cara, o que eu tenho pra falar, assim, como eu falei, eu nem lembrava desse sentimento de uma ansiedade por alguma coisa do Michael. Porque eu tenho consciência que eu não vou ver o Michael. Na verdade, não é o Michael, mas é uma coisa tão forte relacionada a ele.

Que eu acho que é tão único uma biografia desse tamanho, que vai colocar o Michael num lugar tão especial, que, assim, eu não tenho... Cara, eu não tenho dúvida que na hora que eu entrar naquele cinema eu vou voltar a ser um moleque de oito anos, pirando na frente da tela, assim, e vivendo aquilo, tipo... É muito doido, porque...

A probabilidade de ter novidade pra gente em termos de história é pouca. É verdade. Mas eu acho que o fato da gente ver aquela história ser contada com respeito e ver a galera se encantar ali, eu acho que isso... Eu tenho certeza que vai ser um... É um sentimento que eu tenho certeza que faz muito tempo que eu não sinto, sabe? Por mais que eu trabalhe com isso, toda noite, o meu trabalho, na verdade, é celebrar a vida desse cara.

Toda noite eu subo no palco E por alguns instantes Eu deixo de existir Pra que a gente celebre Um cara que eu amo demais E ali eu vou estar celebrando Junto com uma galera, olhando pra uma tela E sabe Ficando triste porque ele não tá mais aqui Mas feliz que a gente vai estar celebrando Que esse cara existiu, que fez tudo esse negócio E esperando que as pessoas enxerguem Esse mesmo Michael Que eu enxergo naquele filme ali Eu tô muito feliz, espero que isso aconteça Que eu enxergo

Lorde. Pô, na hora. Agora então é você, Paula. Eu acho que o sentimento que eu tenho em relação ao filme, assim, são os mais sinceros e bonitos possíveis. Eu espero também, sinceramente, que principalmente quem não conhece a história do Michael, que vai de coração aberto.

Pra poder entender, principalmente, não o artista, mas o ser humano que ele foi. E a pessoa por trás disso tudo. Como ele era um cara incrível, sensacional. Que mudou a minha vida, mudou a minha história, assim. Eu não consigo... Não existe uma Paula sem Michael Jackson, assim, sabe? É uma coisa de mudança de vida mesmo. Se eu tentar ver a minha personagem...

É, se eu tentar ver a minha personalidade, tipo, desde a adolescência, se não existisse ele, eu não sei o que seria da minha adolescência, porque ajudou a moldar a forma que eu vejo, a forma que eu penso, a forma... E ele tinha uma coisa dentro dele, assim, também, de querer imitar Deus, né? Querer imitar Cristo. E eu acho isso muito bonito da parte dele, ele sempre deixava isso... Eu quero imitar Jesus, eu quero ser como Jesus, eu quero que as pessoas enxerguem Jesus em mim também, de alguma forma. Então, isso sempre foi uma coisa que me pegou muito, assim.

E que é isso que eu espero que as pessoas enxerguem dele, sabe? Mais do que nunca, assim, que ele era um cara sensacional E que só queria ajudar as pessoas e mudar o mundo com a música Véga

próxima vez que o Vega vier. Produção, aumentem o estoque de jujuba a próxima vez que o Vega vier. De quem foi a Ilia? Mano, você tá viciado nisso, né? Já fui. Agora eu já enjoei, né? Depois que eu comi. É beautiful. Cara, eu vou entrar naquele cinema. Eu não dou 10 minutos pra eu estar igual ela.

Me segura que eu vou passar mal. Eu vou cair. Agora entendi, né? Eu vou cair. Eu vou cair, cara. Eu tenho que me concentrar pra eu conseguir assistir o filme. Entender o que estão falando no meio do soluço. Porque eu vou estar soluçando. Eu vou chorar. A primeira vez é só pra isso, né? É, a primeira vez é só pra isso, cara. É só pra isso. Tanto que eu vou fazer o negócio de fechar a sala de cinema pros seguidores pra gente ir. A primeira vez eu vou sozinho.

Eu vou sozinho porque eu quero poder ver, eu quero chorar, eu quero sentir. Eu quero sentir, tipo, quando meu pai veio pra mim com VHS, com o Moonwalk gravado. Que legal. Me deu assim. Eu vi, chorei, sou, sei. Porque, cara, eu sempre amei muito, Michael.

Sempre a mim muito, Michael, assim, com tudo que eu tenho, cara. Com tudo que eu tenho. E eu sei que eu vou ter esse momento de novo quando o Jafar aparecer de Michael. Eu sei que eu vou ter esse momento de novo quando eu ver coisas que eu já vi, ou que eu já li sobre acontecendo, sendo representadas ali. Principalmente se for com respeito, enquanto eu estou esperando que seja. É, eu também. É o que eu falo desde o início. Eu quero só que o roteiro faça justo, cara. Sim.

Se fala muito a respeito do Michael e se especula muito a respeito do Michael. O filme é uma chance de botar todas essas coisas numa ordem, numa trilha e falar, ó... É como se dissesse de todas as histórias que vocês ouvirem, vocês... Confiem nessa aqui. Essa daqui é a base. Que aí já diminui muita especulação e a história pode ser a real.

Pô, agradecer demais aos três. Dito isso, ninguém reparou que eu tô com lapela. Ah, até agora. Até agora, eu tô com lapela. Tem um áudio incrível meu ali. Só pegar. Michael, you're stealing us? Lorde. Lorde, você ia roubar us? Eu guia o Deadman Walker e o Deadbeck. Deadbeck. Tá na mão dele, tá na hand dele, mas sua cuia eu já não garanto. Lorde. Você gosta de maconha, Lorde? Você é da erva? Não.

Você tem? Não, não, não. Obrigado demais. Obrigado mesmo, cara. Que episódio especial. Vou querer saber de vocês também, depois do filme, o que acharam. E vou comentar aqui, claro, né? Vamos, de repente, fazer... A gente faz um jornal diário, um jornal pós...

pós o negócio, a gente chama vocês remotamente, cada um conta experiência também vamos fazer isso, bora, bora, fechou? fechado, obrigado demais gente ô Leni, obrigado também porque você também é um fã eu não sei se o Klaus aí do lado tem idade suficiente pra ser fã do Michael, ou é, não conhece o Michael a gente falou, é, olha lá riscou o disco

Lê, é contigo aí, cara. O que tem que falar? É isso aí. Se você não deu like ainda, você tá moscando. Corre, deixa o seu like. Aproveita e se inscreve no canal. Já se torna membro. Já faz tudo aquilo. Agradecer... Opa! Ó a jujuba ali do...

Tá roubando a jujuba. Põe a cama em outro place. Põe a cama em outro place. Aproveitou, né? Falamos muita coisa. Tem muita coisa. Eu estou curioso. O que a pessoa escreve nos comentários pra provar que chegou a tua final? Não vai mandar um... Não, não dá pra escrever aí. Escreve aí palma do zumbi. Palma do zumbi. Todo mundo aí fazendo a palma do zumbi. Gostei.

Cara, quando chegar essa parte, eu também vou falar a palma do zumbi tá errada. Agora todo mundo... Até quem não sabia vai no cinema e vai falar eu gostei de tudo. Eu gostei de tudo. Eu gostei de tudo. Eu gostei de tudo. Mas na palma... Palma do zumbi. Porra. Redes sociais. A minha é Rodrigo Tizer. T-A-S-E-R. Todas elas. Para todas. Para todas. Oficial Vega. Tamo together.

A minha é falando de Maico. Exatamente como se escreve. M-A-I-C-O. Falando de Maico. Tá certo. E o meu é Vilela. Me sigam no Instagram lá pra chegar em um milhão. Tô chegando lá. E, Helena, é isso, né? É isso aí. Baita episódio. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. Que bom que vocês vieram. Escrevam. Palma do zumbi. Palma do zumbi. Valeu, valeu, valeu.

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