1815 - GUERRA DAS FACÇÕES DO BRASIL: RUBÃO E SARGENTO BATATA
SGT. BATATA é policial militar e RUBÃO GONZALEZ é analista político. Eles vão bater um papo sobre a atual condição da segurança do país. O Vilela é adepto da piadinha “Tá faltando segurança? Segura aqui”
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- Desigualdade SocialImpacto da pobreza na violência · Estrutura familiar e crime
Olá, terráqueos! Agora temos um estúdio na Cidade Maravilhosa. Em uma parceria incrível com o hotel Rio Otton Palace, estaremos debruçados sobre a praia de Copacabana com convidados especiais, sempre debatendo e comentando os assuntos mais importantes para o Brasil. Então você está mais que convidado para colar com a gente. Vem!
Quer ser um milionário terráqueo? Eu sou um milionário e posso te dizer que é muito bom. É bom demais. Estou me zoeira agora? O Pix do Milhão é o maior clube de benefícios do país com várias premiações toda semana. 20 mil na hora com o Achou Raspou Epix e prêmios durante a semana de 40 mil, 100 mil e até 1 milhão de reais.
Você quer saber mais? É só acessar o QR Code, que está aqui em cima da tela e tem o link na descrição também. É tudo legalizado pela SUSEP, mas vai com responsabilidade, tá, terráqueo? Ó, e é só para quem é maior de 18 anos. Beijo no cotovelo e tchau! Olá, terráqueos! Como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vileira e está começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala.
Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais braba do que a minha e do que a sua.
É verdade. Esses caras são bravos. Esses caras são bravos, velho. Total, total. Tamo grandão na camisa. Tamo grandão, mano. Já intimidou, né? Já intimida já. Não mexe com homem que não é bravo. Você pode fazer uma camiseta em o quê? Tamo magrelo.
Você tá magro sem monjaro, né? É verdade O meu é passar fome Porque eu não posso comer nada, né? Tudo você passa mal? É, então Tá falando agora, tô com gases É, pra você ver A gente falou legal você falar isso dentro de um ambiente tão pequeno, né? Quem for dormir comigo hoje tá ferrado Ô, Leni, como vai ser a participação do pessoal Já que estamos no Rio de Janeiro? Exatamente, então como essa é uma live especial A gente vai dar prioridade aos nossos membros Lá do nosso canal, né? E mandam as perguntas E mandam as perguntas
antes. Exatamente. Então, se você não é membro ainda, corre, se inscreve no canal, já deixa o seu like lá, entendeu? Aproveita e compartilha o link dessa live aí com um amigo seu, com seu vizinho e bora que o papo tá grandão hoje, tá grandão. Antes, ó, já derrubei até o café. Eita, nós, ficou nervoso. Tô nervoso aqui. Vamos já para apresentações, Batata. Tua câmera, eu nem sei. Cadê a câmera do Batata? Aqui, ó. Não, essa é a minha, essa é a minha, essa é a minha.
A Batata é aquela. Essa aqui, ó. Boa noite, galera. Estamos mais uma vez aqui com vocês.
Hoje, hoje, pode preparar que hoje é notícia de Itacapau. Hoje eu tô felicíssimo, tá, meu amigo? Eu nem vou esperar o cara se apresentar, um amicíssimo, meu. Eu tô feliz demais porque, com certeza, hoje vai ser um podcast de arrebentar. Vai ser. Hoje vai, cara. Vai ser épico, lendário. Ah, vai, meu amigo. Tem tudo pra ser, cara. E agora, Rubão!
Rubão agora direto do Rio de Janeiro, né? Em casa, finalmente em casa. Em casa. Pertinho, eu moro aqui do lado. Vamos vir mais vezes, hein? Ah, então tá bom. Agora que a gente tá aqui com essa parceria com o Otto, vamos vir mais vezes aqui. Tem lugar pra ficar? Tem praia aqui na frente? Ótimo, ótimo. Tem marquises aqui, a gente se hospeda na marquise. Saí com batata pra comer, ele fez a minha segurança, falou, não, se tá com a gente aqui, tá tranquilo. Pode mexer no celular.
tranquilo. É um paraíso. Será que é um paraíso na Terra? E hoje, então, tem assunto, hein? Tem, tem. Ó, a última vez que eu falei com você aqui, Batata, a gente tinha acabado de acontecer a mega-operação, certo? Certo, certo, certo. Queria saber dos dois, como que tá o Rio de Janeiro pós-mega-operação? O que que aconteceu de lá pra cá? Cara, eu, na minha concepção, eu acho que foi a maior cambalhota, né?
do Brasil. Coisa boa, coisa ruim. Boa, boa, Vilela. Porque a segurança pública nunca foi uma coisa assim que houvesse tanto empenho. Uma força, tarefa, assim? Não houve tanto empenho. Por quê? Por força do populismo.
O medo da opinião pública? Lógico, na verdade. Perfeitamente. A primeira coisa que você sente, eu sou... Eu me dedico muito à segurança pública, porque eu acho que é o básico, né? É o básico.
vai ser um dos temas mais abordados. Exatamente. É o básico. É o basicão. É o basicão. Porque sem segurança você não tem nada. Você precisa da sua vida, da sua integridade física. Você não tem... A sociedade é a... A obrigada do ir e vir. Exatamente. E o que acontece? Eu...
que vejo com um olhar muito crítico toda a situação, todo o conjunto da sociedade, esquerda, direita, vejo tudo de forma crítica, porque é como a gente tem que ver. Se você parte para a análise, você tem que ver de forma crítica. Não é de forma pejorativa, de colocar lama ou alguma coisa, ver só quem está errado. Não, é você ser crítico. E sendo crítico, eu vejo que é o seguinte, eu fico muito feliz porque a imagem da polícia diante da população melhorou muito.
Concordo. Melhorou muito. O que acontece? Aquela narrativa pseudo-esquerdista, eu falo pseudo-esquerdista porque a esquerda histórica, meu amigo, você pode ser de direita, pode ser que... A esquerda tradicional nunca passou a mão na cabeça de bandido.
Isso é uma invenção. Quando começou isso? Isso começou com George Soros e com as suas entidades que chegaram aqui no Brasil. Foi importado isso aí? Foi importado. Isso é uma doutrina woke, isso vem do Partido Democrata Americano, e isso daí é um modelo que eles enfiaram aqui no Brasil. Pois o quê? É para enfraquecer a polícia? É para enfraquecer todas as forças de segurança. Inclusive, hoje o Lula está tirando poderes executivos do Exército das Forças Armadas.
Há um caminho nesse pessoal que se chama pseudo-esquerda de, vamos dizer assim, tirar qualquer capacidade do Estado de reagir. Aonde ele vai, a gente vai longe nisso tudo aí. Então, o que acontece? Desculpa interromper, mas...
O Estado está dando um tiro no pé, não é? Porque se ele está enfraquecendo isso, vai se voltar para o Brasil. Sim, mas eles começam a vender uma narrativa. O que eles ganham com isso? Eu estou doido para saber. Eu estou doido para saber. Eu estou doido para saber. Porque o que acontece? Outro dia até mandei para o Batata mesmo uma charge, uma brincadeira, que estavam duas mulheres na rua tirando foto de selfie. Aí passa um malandro e rouba o celular dela.
A mulher, ai meu Deus do céu, meu celular Aí a do lado que estava com a camisa do PT Falou assim, ah não julga o cara Não julga o cara porque de repente Você não sabe o que ele passou Ela falou, ainda bem porque meu está aqui, aquele era o seu Ah peraí safado, pega Pega, pega Quando é do outro né Exatamente, exatamente Então quer dizer, existe, criou-se essa narrativa Criou-se essa Essa farsa do marxismo
criou-se um conceito e isso daí foi doutrinado introjectado, porque a esquerda e a direita na aplicação da lei da força do Estado em cima do bandido sempre foi igual sempre foi igual, meu amigo a esquerda ainda era pior a esquerda ainda era pior enquanto a direita ainda julgava, a esquerda fuzilava aí de uma hora pra outra virou todo mundo arregão e aí
Não, você tem que pensar o que ele fez. Tem muita gente presa. Amigo, se tem muita gente presa, se tem muita gente presa, é porque tem muita gente para estar presa. Você cria um conjunto de leis e normas na sociedade e fala assim, olha só, isso aqui é mesa, isso aqui é beirada. Se você passar daqui, você cai. Ah, gente, mas tem muita gente passando daqui. Está aqui, bicho. A margem da lei está aqui. Se você veio para cá, você está enquadrado. Eu quero nem saber se tem mil, dez mil, cem mil.
Porque o que acontece? O Brasil tem uma política de desencarceramento Apesar desse número todinho aí As políticas do Brasil são desencarceramento Começa por a maldita audiência de custódia Onde o cara é preso O Batata que é policial Ele acaba de prender uma quadrilha Prendeu uma gangue Prendeu no sábado Até segunda-feira ele não dorme Porque na audiência de custódia Pode ser que o cara seja solto e ele vá preso
Porque o cara chega lá e diz que Os direitos humanos Até terminar a audiência de custódia O policial não consegue se mexer Esse é o rubão, tá, gente? Pois é Você não conhecia, né, né, Bela? Conheço Ah, já conhecia já? Conheço
Mas é assim, é a realidade. Então criou-se essa narrativa nessa esquerda que todo mundo é vítima da sociedade, que a sociedade é isso, aqueles velhos conceitos que nem sei quem foi o otário. Mas Rubão... O homem é bom, a sociedade que transforma. Não é nada disso, tem cara que nasce ruim mesmo. O cara nasce ruim mesmo e não tem jeito. Mas Rubão, sempre essa ideia foi vendida e foi muito comprada.
Essa é a realidade. Se engajou-se muito. Vendia-se muito. Tadinho, que legalzinho. E muita gente comprou essa ideia. E comprou. A verdade é essa. E agora, só que aconteceu o seguinte. Ninguém esperava que se criasse um populismo em cima... Não se esperava que a população viesse a se inclinar para o outro lado. E o que aconteceu?
Aconteceu que hoje... Vamos falar também de toda uma indústria do entretenimento...
exaltando a bandidagem sim, sim, romantizando romantizando a figura do bandido desde o jogo do bicho do contraventor sim, sim você vê os filmes o filme do Coringa é, onde você fica com raiva do Batman você torce pro Coringa o bandido da história, o psicopata porque o outro é brusinho mudança de chave, não sei se vocês concordam mas, amor, amor
Foi com Tropa de Elite. Vocês não acham que Tropa de Elite teve uma quebra na opinião pública? Porque a gente vinha com uma sequência de filmes, de séries, enaltecendo o tráfico, enaltecendo o jogo do bicho, e de repente tem um onde o policial vira... Mas depois da Tropa de Elite, há um grande contraponto dessas forças de pseudo-esquerda, que é a Rocinha.
O movimento da Rocinha, a história do Farsesca, do Amarildo, aquela história toda, aquilo desconstruiu o papel do Bop naquela hora. Há um contraponto criado ali. Por que o que aconteceu? Ali foi um trabalho todo ele midiático, todo ele da Globo. A Globo trabalhou pesado em cima disso. E o que aconteceu? O Sérgio Cabral e os outros políticos.
todos eles envolvidos em lameados, fizeram a vontade do que a Globo pediu com medo de serem investigados. Então a Globo pediu cabeça, cabeça. Pediu todo mundo, foi um negócio absurdo. Absurdo ao ponto de que eles manipularam, pegaram um delegado que é do PSOL.
E botaram para investigar esse delegado e chegou à conclusão das dores horríveis que o Amarildo sofreu na tortura, sem corpo, sem imagem, sem porra nenhuma. Mas acontece o seguinte, cara... Cara tomador de santo daime, você quer o quê? Essa foi a narrativa da época? A verdade é que se construiu uma coisa...
de uma forma... Fica para a galera quem era o Amarildo. Então, na verdade, o Amarildo, as informações que tinha, inclusive, Amarildo supostamente seria... Uns falam que ele tinha possivelmente armas, guardava armas para o crime, outros dizem que não, que Amarildo era um trabalhador ali comum.
E os policiais pegaram esse Amarildo, levaram ele para os fundos do DPO, da UPP, torturaram, mataram e depois sumiram com o corpo. Uns disseram que enterraram lá mesmo, que até hoje, até hoje, na verdade, isso não há...
Nada. Não há materialidade? Materialidade de nada. Nenhuma. O problema que a segurança pública, ela sempre fez assim, é isso que ele quis dizer. Ela sempre fez assim. Acontecia um fato qualquer, onde a população vinha em cima e o político, para não perder a credibilidade que a população, ele pega a polícia e pune. É. Pum. Sempre foi assim.
Eles esperaram a mesma coisa, como aconteceu no alemão, porra, quando botaram os corpos tudo na rua. Isso. A esperança era o quê? Dar-lhe uma porrada. O pessoal no outro dia se apresentou com o impeachment, pediram o impeachment do Cláudio Castro. Ah, é? Pediram o impeachment do Cláudio Castro. Só que quando a população disse, não, peraí, porra. Tamo a favor. A gente não aguenta mais essa sacanagem. Porra. O que eles fizeram? Retroagir. É.
O que aconteceu que eu acho? A mudança de visão das autoridades, está todo mundo. O que eles estão vendo? O Derrit tinha o projeto de lei contra a facção. O projeto de lei contra a facção. Destravaram. Votaram. Estava parado. Aprovaram.
Houve algumas mudanças que não eram como o projeto original, que era bem mais rígido. Tudo bem, mas aprovaram, porras não aprovavam nada. As facções hoje, o avanço da facção, de maneira desacelerada e não sendo falada.
em veículos de comunicação somente. Não que... Isso aqui não seja, né? Nós que falamos. É os podcasts que falamos. É a gente que vem dar porrada. Porque os grandes veículos de comunicação não falam que o CV tomou a Bahia.
Não fala que o CV está no Ceará. E tomou mesmo? A bala está voando. Ceará aconteceu uma coisa fantástica. Eles tomaram o poder. E outra coisa, mostraram com excelência. Deram aula. Deram aula. Porque, por exemplo, o que acontece? Lá o que acontece?
Guerra de torcida. Importaram daqui tudo que a gente largou aqui no Sudeste. Pegaram lá. Então, Ceará, Fortaleza, Ferroviário, os principais times de lá, as torcidas em guerra. E o Estado, o que nós vamos fazer? O que nós vamos fazer? Vamos fazer isso? Vamos fazer um grupo de estudo? Vamos fazer aquilo tudo? O Comando Vermelho pegou o chefe de todas as torcidas organizadas e sentou e falou assim, olha só, a partir de segunda-feira, quem fizer merda vai morrer. Acabou. Acabou. E outra coisa, você pede as contas, tá?
Você não é mais presidente da associação. Vem publicamente, vem em público, tá? E renuncia. Você renuncia, você renuncia. E outra coisa, se tiver sangue na arquibancada, vai ter sangue aqui. Nós vamos cortar a cabeça de vocês. Cara, perfeitamente. Ato administrativo número um.
Acabou. Os caras ensinaram como... Os caras foram na internet uma coisa bizarra. Cada um... Eu me chamo pulando de tal que eu não estou mais à frente da... Eu me chamo pulando de tal, estou aqui dizendo que eu não estou mais à frente da... Cara, mas assim, carreirinha, um atrás do outro. Eles não disfarçaram. Aí é onde se fala, né?
Eu acho que foi a função psicológica mais abrangente que se usou para o ataque, porque se é...
a paz, se é o amor, se é o ataque psicológico, se é através da psicologia, se é através da cultura, que se vai lutar contra o crime, cara, que ação cultural do CV, né, cara? Assim, abra gente, porra, abra gente. Ele entrou na mente dos rapazes e fizeram com que eles abandonassem.
Toda a vontade de matar, a agressão. E eles estavam violentos, quebrando, aleijando pessoas. Porra, acabou tudo, de repente. Quebra, quebra, comércio. Eu peguei uma correria na frente do Maracanã, um ano passado, no Fla-Flu, que é o seguinte, cara, foi a primeira vez que trancou.
Trancou, trancou Eu cheguei A sorte que o O pessoal do choque Tava ali, era todo mundo politicamente incorreto Começaram a meter a porrada Em todo mundo, mas na porra Mas de doer mesmo Arregaçaram todo mundo, se não são eles Eu não sei, eles iam virar meu carro
eu já tinha vindo com o Chepinha eu já falei assim, eu vou lá parei, entrei na rua ali perto do Maracanã falei, tem um estacionamentozinho aqui, vou botar quando cheguei, veio aquela avalanche e o pessoal que tava na rua não era nem brigando contra a torcida do Flamengo do Flamengo, não, é briga por briga se não tiver nada, eles brigam entre eles a torcida do Flamengo era briga entre ela entre ela, é e eles mesmo, briga entre eles mesmo
E isso é impressionante. Eu tô falando isso, porque eu não tô contra a torcida do Flamengo, não tô contra a torcida do Fluminense, mas eu trabalhei muito na segurança do Maracanã e, cara, é impressionante, porra. Dá vontade de... Jogo de um time só e os caras não brigando. O heteronormíneo deles fala, porra, gente, vocês são tudo flamenguistas, porra. E eles saem na porrada.
Sai na porrada. Aí você chama um psicólogo do CV, conversa meia hora com eles, e resolve todo mundo. Tudo que você falou, nada porque contra o... Sabe como é que é contra o Batata? Contra o Batata é assim.
Tô te filmando, hein? Tô te filmando. Aí é o seguinte, com o bandido, o cara vai... O que é esse celular? O quê? Abre a boca, você vai comer esse celular agora. Essa. Você vai comer esse celular agora. E vou ficar sentado aqui esperando você cagar ele. Pronto. Porque é a realidade, cara. O cara usa o Estado a favor disso. Como aconteceu na COP30, que eu queria que você me desse uma pequena explanação sobre a COP30. Porque a instalação da COP30, você sabe que teve um problema logo de...
Do aluguéis, do local. Teve um superfaturamento. Querendo cobrar 50 mil de aluguel, o preço da casa, o cara queria de aluguel por uma semana. E a descoberta. Era que o CV estava por trás disso. Cobrando imposto. Vocês vão cobrar tanto. Devido à COP30. Que ia receber muitas pessoas de fora. Todo mundo em dólar. Ia ter um dinheiro violento na cidade.
Obviamente, vão aumentar o preço. Mas aumentou assim. Aumentou de uma maneira estúpida. Mil, mil e quinhentos por cento. Uma coisa louca. Então, pra quê? Olha a merda. A gente esperava o quê? Que descobriram diretamente que o CV estava interligado nesse aumento repentino. O que a gente esperava?
A gente esperava que tivesse uma ação policial, fosse lá e metesse a porrada na porra toda. Meu irmão, tu vai cobrar essa porra nos infernos. Ocupa essa porra toda. Ocupa exército, marinha, aeronautos. Joga bomba e venena água. Faz com que é inferno. Não. O governo mandou 30 milhões para subsidiar essa brincadeira. Não. Aí vira... Metade foi para o bolso do Comando Vermelho.
A gente recebe em armamento também, não tem problema não. Pode dar os 15 milhões. Dá em armamento. É, pega aí. Isso parece uma piada, não parece? Mas é verdade, porra. Aconteceu. Sim. Foi enviado 30 milhões para que pudesse acontecer o evento.
Não para o tráfico diretamente, mas foi diretamente através de pagamentos de aluguéis. E aqueles aluguéis, todos eles tinham uma participação, os caras pegavam deles e pronto. Nós aqui levamos um valor. Vocês iam cobrar 500 contas aqui, você está botando 10 mil no bolso, graças a mim. Então manda 5 para cá. É um absurdo. Você está falando do avanço do Comando Vermelho? Bahia, o tiro está comendo Salvador.
Menininha dos olhos da gente, do turismo brasileiro. Não é só para mim, não é só para o baiano, não. É para você, é para o carioca. Enquanto isso, na cidade, três pobres, coitados, emendador de filho de uma empresa de telefonia, os caras pegaram, os caras desceram do posto, massacraram e mataram os três. Escuta essa. Essa história que ele contou é um absurdo. Era uma empresa de telefonia, onde o traficante cobrou.
8 mil reais para que eles continuassem trabalhando. Os caras... O dono da empresa não cedeu e falou, não vou pagar isso, não vou pagar os 8 mil. Ah, tu não vai pagar não, não. Ah, tranquilo. Entrou os caras para fazer as instalações, o traficante sequestrou e ligaram para a empresa. Toma com os caras aqui. Vai pagar?
Ele não. E, de acordo com a reportagem, disse que durante a ligação os caras iam torturando. Arrancaram a língua dos caras. Trabalhadores. Trabalhadores. Três técnicos de telefonia. Arrancar a dedo. Medieval a parada. Língua. Isso é porque...
Os caras não vão entender que eles são demônios e precisam de um tratamento legal, diferenciado. Porque eles não podem ser reconsiderados como terroristas porque vai ter um problema de fronteira. Aí entra o problema da geopolítica. Ele não pode chamar o cara de terrorista porque senão outros países vêm aqui e vêm dessa porra.
Tese, tese, tese. Mas aconteceu mais ou menos isso. Diz que essa situação do México, nós não vamos até lá. Mas só para lembrar, dizem, tá? O senhor vai me ajudar nisso. Diz que o Trump fez o seguinte. Pegou esse mega traficante, mega mundialmente conhecido, um dos maiores traficantes do mundo. Diz que o Trump falou assim, ó, ele está ali, tá? Tá ali.
Vocês vão lá e pegam. Senão eu vou entrar e vou pegar. Aí eles criaram essa operação e foram lá e mataram o cara. Mas o que estava acontecendo? O Estado todo aparelhado? Lá é o seguinte, eles têm blindados, só não tem helicópteros.
Quer dizer, helicópteros eles têm, mas não helicópteros de combate. Ou eles têm, a gente não viu. Não, eles não têm de combate. Agora é o seguinte, a estrutura deles, aqui o negócio está feio, mas lá a estrutura deles é de exército. Eles têm uma força delta. Caramba. A força delta. A paramenta de um soldado narcotráfico é superior a de um soldado ucraniano.
Na guerra. Ele chega a custar, de acordo com o negócio, chega a custar 150 mil dólares a paramenta dele toda. É, porque é tudo de Kevlar, é a porra toda, é tudo que nenhum exército tem. Mas vamos lá, então. Já que você está me dizendo uma coisa, olha só, isso é maravilhoso a gente ter essa discussão. Agora, vamos lá. Hoje, Comando Vermelho entrou no Espírito Santo. Município de Serra.
É uma comunidade lá, etc. Bala voando, para cima e para baixo, entre guerra de facção e tudo mais. Minas Gerais, no centro de Belo Horizonte, tiroteio. E olha que governador de pulso, tá?
É tido como pulso. Rio Grande do Sul, mataram agora o cara com dois fuzis dentro de casa, que inclusive era o chefe do tráfico local e ele já vinha, já era o chefe do cangaço, do antigo cangaço, dois fuzis. Aqui agora, no Rio de Janeiro, o último cara que foi preso agora em Cabo Frio, na filmagem, que parece até que ele pula na água, o cara era o responsável.
O Pernambuco... Olha só, presta atenção. O cara é responsável pelo avanço em Pernambuco e em Alagoas, porra. O Comando Vermelho, agora, já foi descoberto que está em 23... 23... Não, não. Aqui em 23 regiões em São Paulo. Nossa. Ah, é, é litoral.
A parte litoral, a parte que passa ali de Angra em diante, indo até Santos, aquela parte ali, o Comando Vermelho está tomando conta. Preste atenção. Por quê? Porque o PCC tomou outra gestão. O PCC está em outra posição. O PCC está em 42 países. O PCC hoje luta por...
Luta por projetos no governo? Não, o PCC hoje é a nossa maior multinacional. Interesses em tudo quanto é lugar. Saiu a Odebrecht e entrou o PCC. Campeão nacional. A gente quer falar do México para cá. Aí eu te pergunto... Qual é a diferença? Aí eu te pergunto, qual é o tamanho do México? 1 milhão 800 mil quilômetros quadrados, mais ou menos, é um quinto do tamanho do Brasil.
Então, mais ou menos, população, população. Quase a população do Brasil, é um pouco menor. A população do México. 180 milhões de habitantes, eu acho. 160 milhões, eu acho. É mais ou menos isso. A população do México é grande. A população do México é grande, menor do que a nossa, mas é grande. E por que eu quero comparar alguma coisa?
Preste atenção, cara. Nós temos estados aqui locais 133 milhões de habitantes. Nós somos 213 milhões. O que eu quero comparar? Se juntar com os Miami, dá o nome que eu falei. É. Tem 40 milhões nos Estados Unidos. É sério? Quase 40 milhões. De mexicano. De mexicano. Entre todos ali, a maioria é mexicano. Analisa uma coisa.
Todo mundo, a população está apavorada, porque a população sente esse crescimento. Um ato que acontece hoje no México já vem assustando países como a Argentina. A Argentina está passando, cortando um dobrado com o PCC lá.
O que eles estão fazendo lá? Eles estão brigando com as facções locais. Eles colocaram o PCC como terrorista. Sim, e a Argentina, por exemplo, tem um tráfico romântico.
Como assim? Tráfico romântico, tráfico europeu. É um tráfico sem facção. Até hoje, vamos dizer assim, era quase empreendimento. O cara ia lá, pegava... É uma gorminha, uma dorguinha. A violência na Argentina é muito baixa. Muito baixa. Então, para um grupo organizado igual o PC, você chegar lá e dominar tudo é mole. O que é que eles fizeram? Mataram ao vivo na internet. Foram três meninas.
na internet, ao vivo, com a alegação que era o PCC matando aquelas meninas porque elas vendiam drogas pro PCC.
Eu, na minha concepção, isso foi uma armação do cacete. É, o false flag, né? O false flag existe em tudo quanto é lugar. A falsa bandeira existe na geopolítica, existe em tudo quanto é. Você, quando quer levar alguém para um caminho, você vai e falsifica o negócio. O presidente da Argentina correu aos Estados Unidos, imediatamente pedindo que o próprio Trump, reconhecendo que o PCC seria uma facção terrorista,
Hoje, Portugal agora, ultimamente, Portugal que nunca se importou com toda a cocaína que o PCC já tinha enfiado lá. É, porque entrava na boa. É lógico. É Portugal, Barcelona e a Sicília. Ponto de entrada? São os três pontos de entrada da Europa. Tudo vai do Brasil. Eu não queria nem se ela podia falar da porra. O Brasil, por exemplo, é o seguinte. O Brasil não leva...
O Brasil não leva cocaína para os Estados Unidos. Diretamente? Não, não, não tem. Não tem tráfico daqui para os Estados Unidos. Não entra. Quem faz pelos Estados Unidos, quem faz é Colômbia e Equador e o México ali, pelo lado do Pacífico. 80% do lado do Pacífico. Quase tudo com submarinos, semissubmersíveis.
que eles fabricam, inclusive eles contrataram aqueles técnicos ucranianos todos, depois da queda do muro, do fim da União Soviética, eles pegaram aqueles técnicos russos que trabalharam em estaleiros e tinham domínio, e eles fazem artesanalmente de fibra de vidro um submarino semissubversível, que é uma maravilha, os caras pegam, botam duas toneladas de cocaína,
E levam principalmente para a costa da Califórnia. O cara fez uma piada, estou rindo, porque o cara fez uma piada, o cara entrevistando o Trump, né? E por que o senhor vai bombardear a Venezuela? Ele falou assim, porque é a principal rota de cocaína que está infestando o meu país. Aí aparece o Maduro de pequenininho assim, ó. Não é daqui! Não é daqui!
É pelo México. Não é ali mesmo, não. Não é aqui. Tem um amigo nosso aí que passou uma vergonha muito feia, não vou dizer o nome, que só faltava dizer que tomava café e conhecia. Era íntimo amigo do pessoal do Julio Solis e o Julio Solis não existe como tráfico. É? Não existe como tráfico.
Não existe, é uma ganguezinha que tem lá, mas não tem. Inclusive foi a justiça dos Estados Unidos que chegou e falou, não, isso aqui não se justifica, não. 80%, 87% da rota passa pelo México. Passa toda pelo México e quase todas elas com submarinos. Cara, quer ver uma coisa que não existe nos Estados Unidos? Os Estados Unidos é o maior sócio do tráfico de droga.
Coisa que você não vai ver nos Estados Unidos em lugar nenhum, que a gente vê toda hora aqui. Apreensão de droga. Você nunca viu um caminhão parar nos Estados Unidos que pegaram 10 toneladas de cocaína nele. Não? Não, não tem. Não existe operação nas estradas. Não existe pega, nada. Eles têm uma redistribuição toda pronta. Toda pronta. O Pablo Escobar, o irmão do Pablo Escobar, todos eles eram agentes da CIA.
Todos eles tinham gente da CIA. Quem falou isso, se você procurar o... Então você, inclusive, ainda poderia até fazer uma grande coisa. Entra em contato com o filho do Pablo Escobar, que mora em Buenos Aires, e entrevista ele. Sério? Ele mora em Buenos Aires. Não, pelo amor de Deus, não é o negócio de CIA, não. Eu estou voltando com um problema, já tem o Glauber lá. Porra, chega! Eu não aguento mais essa porra. Ele conta o quê? Não, ele contou a história que é o seguinte, quando o pai dele morreu,
A turma que saiu para caçar, existia um grupo, foi criado um grupo das vítimas do Pablo Escobar. E aquela turma estava ajudando, colaborando todo mundo para procurar o Pablo Escobar. Aí ameaçaram todos eles de morte, matar a família inteira. O garoto ficou desesperado e foi procurar o tio. O irmão do Pablo Escobar ainda está vivo, lá ficou cego, teve um atentado. Aí o irmão, o tio dele, chegou e falou assim, toma aqui.
escreveu um número, um código, falou assim, vai lá no escritório do FBI, lá dos Estados Unidos, que tem lá, vai lá. Ele chegou lá, deu aquilo ali, o cara entra. Tanto ele quanto o irmão, eles eram agentes da CIA. Eles brigaram com os Estados Unidos, porque é o seguinte, o que aconteceu?
Os Estados Unidos fomentou o narcotráfico ali depois que eles perderam a rota da heroína. O que acontece? Você vê isso aí no filme O Gânster. Aquele filme O Gânster com Denzel Washington. Você vê a história real do que acontecia. A heroína vinha para os Estados Unidos no caixão dos corpos dos soldados americanos que morreram no Vietnã.
Você assiste o filme O Gunster Não, verdadeiro Você vai ver O filme é com o Denzel Washington E com aquele O gladiador O Russell Crowe É, exatamente O filme é aquilo ali Quando eles perdem A rota da heroína de lá Eles abrem A porta do alcaloide Da cocaína aqui
e pegam alguns cabeças e colocam. O que aconteceu? Você também vê em Scarface. A filmologia sobre isso daí é uma aula de história. O que acontece? Eles chegaram para os traficantes e falaram assim, olha, não tem problema, nós vamos deixar vocês traficar aqui, não tem problema, vocês vão jogar droga aqui, não tem problema, fica tranquilo. Agora é o seguinte, você vai lá no Panamá e abre as contas lá nos bancos e beleza.
E todo mundo foi. Pablo Escobar falou, não, eu vou vender o meu em dólar, eu quero o meu em dólar. Eu quero o meu em dinheiro. O Pablo Escobar e o cartel de Medellín não faziam negócio e não abriu joint venture e não abriu nada. Sabe o que aconteceu? Os Estados Unidos botou os caras para vender droga.
Mandou eles depositarem nos bancos offshore do Panamá, depois invadiu o Panamá, pegou o dinheiro e deixou os caras na merda. Existe uma tradicionalidade. Menos o Pablo Escobar e a turma dele. Mas o filho do Pablo Escobar, ele mudou de nome.
Ele mora em... Ele tem cidadania agora argentina. Eu já vi algumas matérias. É sensacional. Ele conta a história toda, cara. Mas, Jubal, entre todo esse problema hoje, como mundialmente conhecido, reconhecido, que seria hoje o maior consumidor de cocaína...
diz que é do mundo, né? Eu não conheço esse dado, não sei nem onde está esse dado, mas já ouvi por diversas pessoas, entendedoras, dizer isso aí em rede social, que os Estados Unidos é o maior consumidor do mundo de cocaína. 60% da cocaína vai para lá. Então, agora preste atenção. Estados Unidos não há nem um metro quadrado dominado.
Por uma facção. Não, não tem. E outra coisa, não tem um traficante. Vem cá, não tem um narcotraficante americano. Todos os narcotraficantes são tudo importados, são tudo chicanos. Eles não têm um narcotraficante. Eles têm uma rede. Eles têm uma redistribuição. Eles têm uma redistribuição lá. Que é a máfia. É a máfia. Eles têm a máfia italiana e a máfia sionista.
São duas máfias. A irlandesa, eles acabaram com ela. É. A máfia irlandesa foi extinta. Eles acabaram com ela.
Então é o seguinte, essa máfia que existe ali, ela que faz a distribuição inteira, mas não tem cabeça. É um negócio totalmente horizontal. Por isso que eu estou falando, você não tem apreensão, você não tem nada, você não tem... O chefe, no máximo, é aquele chefezinho daquela boquinha ali, igual o supermercado que tem dois mil. É igual o McDonald's. Quem é que manda no McDonald's? É o McDonald's maior, tem outro menor, mas é tudo McDonald's.
Então a droga nos Estados Unidos é mais ou menos assim. O chefão está sempre no México.
A maioria dos chefões são médicos. Mas será que isso não foi o modelo que o PCC tentou adotar? Não, o PCC é o seguinte. O PCC aqui adotou um modelo, vamos dizer assim, de gestão empresarial. Não, é porque o PCC hoje é uma empresa. São Paulo tem um acordo entre as autoridades de São Paulo, que não está escrito em lugar nenhum, porque São Paulo é proibido a biqueira.
encarar a polícia, é proibido a biqueira usar arma longa. Ninguém usa arma longa em São Paulo. Mas isso aí... Fuzil. Não existe arma longa em São Paulo? Mas, Burrubão, o sistema desse criado, os que me falaram, né? Eu também não tenho conhecimento, até porque eu não botei boca lá e também nem sou paulista. Mas a gente vive de conteúdos que nós recebemos de informações. Depois tem uma história boa sobre os negócio da boca, né? Falaram o seguinte...
Você quer botar uma franquia, uma boca de fumo em São Paulo. Você chega lá, o cara do PCC, diz o seguinte, olha, eu quero esse espaço quadrado aqui, ele diz esse espaço quadrado, custa X mil. Ele paga, o X mil, ou seja, paga a franquia, ele te dá uma cartilha. Olha, meu amigo, aqui não pode fazer isso, não pode fazer aquilo, não pode fazer isso, se não vem a cobrança de cima.
de um mal maior que ataca você. Eu, na minha concepção, essa porra virou igual catolicismo, né? Era um bagulho que não existe. É, já começou a virar um bagulho que não existe, né? E olha, vão queimar, você vai cegar, porque você tem que trabalhar até morrer, porque você é negro, e assim sucessivamente. Lá também, porque o PCC começou a perder a mão.
A prova disso que eu venho batendo na tecla, que o CV vai entrar em São Paulo e já está lá dentro. É mesmo? Já está lá dentro em São Paulo. Então, mas o... Em 2003... O PCC vai deixar? Não, ele já deixou. Já entrou, parceiro.
E desde 2003, ele já está instalado lá dentro. E cada ano que passa, como aconteceu na Bahia, como aconteceu em Pernambuco, o que acontece? O tráfico pega um local e começa assim, meu amigo, ele começa a entrar e enviar arma em Cristalina, que é em São Paulo, já tem fuzil. Nossa.
É, já tá com o fuzil na mão. Por quê? Como é que era a prática do PCC? O cara da biqueira dava problema? Eles pegavam quatro, cinco, entravam no carro, entravam no local, pegavam o cara e... Aqui no Rio de Janeiro, essa porra não funciona. Ah, não, você chega lá, o cara com cinco fuzil... O que eles fizeram? Essa porra do cara ficar entrando aqui com quatro, cinco, carro e matar os caras? Porra nenhuma.
barricada, tu para na barricada e, ó, eles fuzilam. Vai lá entrar em cristalina agora, vai lá fazer a cobrança que o PCC faz. Vai lá em cristalina, eles vão ter que armar 100 homens, como eles fazem aqui 200 homens. E aí entra qual o problema? O PCC perdeu o chão, porra. Ele perdeu o cara de chão de fábrica.
Virou muita empresa. Ele virou empresa, porra. Virou gestor de negócio. Estava vivendo mais da fama do nome do que da operacionalidade. Tu não viu agora a operação dele? Eles soltaram um cara que é um criminoso, um assassino. Eles soltaram o cara por ele ser um cara extremamente carmiceiro, né? E tal. Aí soltaram o cara. Mas o que o cara era? O cara era um cara, Rubão, que efetuou alguns homicídios.
assim, coisa que tocou infantil juvenil eu falo assim, porra mano
Aí o cara virar o assassino do PCC, porra. Eu esperava o quê? Que ele tivesse pego um cara que vier... Sei lá, um cara que tava preso, um comanque, né? Um cara estrantexista. Um angolano daqueles que vieram da guerra civil. Isso. Treinaram todo mundo aí. Um cara explosivista. Um cara... Não. Um moleque de 18, 20 anos que mata muito.
Isso aqui, bicho, aqui tem as pá aqui, isso tem aos caminhões, porra. Não, realmente, o nível de beligerância que tem o comando vermelho não dá pra comparar. O PCC virou muita empresa, né? O PCC vive de grandes empreendimentos e, por exemplo, o PCC tava comprando um aeroporto em Portugal.
Ô, louco. Não, é o aeroporto. Aí nós estamos falando de México. Volta aqui depois. Tá. Eu não conheço. Eu não tenho conhecimento em outros países, assim como tem o meu amigo Rubão. Por isso que eu fiquei muito satisfeito de você estar aqui, Rubão. E eu, pra mim, eu não vejo demérito nenhum com isso. Entendeu?
E aí você tinha explicado uma coisa que eu não sabia. Olha os fatos. A paramenta do cara lá do México é caríssima, porra. Ou seja, um investimento caríssimo, único no cara. Mas aí o que acontece aqui? Em compensação também, as facções do México estão em 42 países.
Até onde ela chegou? Não, não, ela só vive ali naquela América Central. É só ali e mais dois ou três países na América Central. Existe uma métrica. Qual é o peso político que tem? Ela e o PCC. Porque o PCC, para ele estar em 42 países, ele não chegou lá nessa porra sozinho. Não, tem muita gente canudo. Muita gente canudo. E outra coisa, e o PCC tem uma ala.
de formação de delegados, procuradores, juízes, pessoal que é colocado para estudar, para passar e para trabalhar. Por isso que andaram pegando juiz ligado ao PCC.
advogado ligado ao PCC. Por quê? Estão preparando a mão de obra. O último agora foi o desembargador que fez uma sentença favorável ao PCC e o próprio... Eu estou falando isso porque não é eu que estou inventando, não, tá? Isso foi noticiado. Isso foi noticiado.
E nisso tudo... O cara tinha ficado 13 anos de punição. Voltou ganhando cento e poucos mil por mês assinando lá o TH. O TH. O TH, o traficante que era deputado aqui no Rio. Puta que pariu, cara. Mas, pelo amor de Deus, vamos lá. Tinha um monte de gente queimando o rosto, Ale.
Só para diversão. É. Mas aí, onde eu quero chegar? Todo mundo está assustado com a força do tráfico do México. É. Aí o cara falou assim, mas lá no México eles pararam tudo. Ué, meu amigo, quando vocês tiveram o salve lá em São Paulo, não parou a porra toda, não? É. Não parou tudo, não?
E queimaram o ônibus. Eu tava lá em 2006. Parou a porra toda. Quando foi? 2006. E olha a robustez que tem. Eu tava lá em Jundiaí. Olha a robustez que tem. A polícia de São Paulo. Eu fiquei uma semana lá em Jundiaí, no meio da época. Eu tava lá em Várzea Paulista, eu tava fazendo programa de teste de acompanhamento de desempenho de bomba, lá na fábrica, e eu ficava no hotel pela Petrobras em Jundiaí, no The Grapes, no centro.
E a gente trabalhava à noite. O desempenho de bomba é feito à noite. Então eu ia para lá, a gente chegava lá quase 10 horas da noite e saía de lá às 6 horas da manhã. E olha o que eu vou te dizer. Foi exatamente o culo. Paz-me, paz-me, isso que me assusta. Lá no México, mataram o chefe do chefe da porra toda. XPT. Né? Mataram o chefe de tudo. Legal?
O Marcolão lá foi embora. Aqui não. Aqui simplesmente pioraram como é que é o regime carcerário do cara. Botaram ele numa sala mais apertada, tiraram a televisão dele, uma porra assim qualquer. Pronto, ele parou São Paulo, parceiro. E parou mesmo. Parou e parou.
Não estou inventando, não. São dados escritos aí. Não, não. Eu lembro quando aconteceu. Aí eu te pergunto, o cara não queria ficar no RDD e pronto. Falou assim, eu não vou ficar no RDD. Isso aí. Foi por causa de ter colocado o cara no RDD. E aí eu te perguntei, quem retroagiu na porra do troço? Quem retroagiu? As autoridades. Manteve ele no RDD? Não.
Porque eu particularmente Eu penso o seguinte, olha seu meu parceiro Agora tu vai ficar nesta porra Tudo RDD aí Até tu cozinhar nessa merda Como diz meu irmão, que eu não vou dizer o nome dele No dia seguinte fala assim Olha fulano essa noite teve um mal súbito E veio a óbito
Né, cara? Pronto. É isso aí, acabou. Ele ficou nervoso porque o próprio São Paulo tá ruim, ele não gostou de ver o estado dele assim. E aí veio a óbito. Veio a óbito. Suicidez. Acontece. Ninguém é eterno. Não. O estado retroage. Diante da situação do caos, o estado retroagia.
Hoje, Virela, o Estado está tentando recuperar uma porra que ele perdeu há um cacetão de tempo. Eu tive agora no Carnaval, nos municípios da região dos Lagos, prefeitos estão monitorando a cidade. Quando que tu via isso, Robão? Não, não tinha. Não tinha? Não existia nenhum programa de segurança pública que passava pelas prefeituras. Qual era o verso do prefeito? Meu irmão.
Problema de segurança é do... Governo. Estado. Governo e Estado. Olha isso, meu irmão. Hoje...
Tal se o programa de tá armando as guardas municipais, Maricá tá tentando, o outro tá com processo, que eu acho que é o Maricá que vai conseguir primeiro. E aí? E falando de PT, né, que ele falou assim, Maricá tem o Quacuá do PT, porra! Não, mas o Quacuá é um ponto fora da curva no PT. Mas é do PT, porra! Exatamente. Aí é onde você vê que o partido não faz o homem, é um cara com aceitação de mais 90% da população.
E falou que vai encarar os caras Que vai botar pra correr E não tem caô mano Os caras pegaram, meteram Câmera com reconhecimento facial Eu tive a possibilidade de ir lá Ao aparelho De alta resolução Os caras sentados Num quarto enorme Cheio de televisão Rapaz, eles identificavam o rosto do cara
Pá, aí já joga no... Pega do macro, joga no micro aqui. O cara entra com o processo de perseguição. Pim, os caras estavam presos. Prenderam pra cacete no carnaval, pô. Esse vagabundo que foi preso lá na...
na lancha lá, sistema de monitoramento, porra! É, e agora eles estão trabalhando o sistema de monitoramento, está trabalhando com inteligência artificial, aonde há simulação até de operação plástica de alguma coisa. Ah, é, de mudança de rosto. De mudança. Tem um amigo meu, que inclusive tem até um podcast, ele tem um podcast, ele faz de hobby, né? É o Joel, lá de Joinville, e ele é o maior operador de câmera de segurança do Brasil.
Ele coopera até nos Estados Unidos. Operar significa o quê? Operar é você ser o dono do sistema. Você não compartilha os dados. Você compartilha o seu cliente. Mas você operacionaliza. E ele estava já partindo. A última vez que eu estive lá em Joinville com ele, o Joel, depois eu vou te dar o telefone dele. Aí o Joel já estava indo para o último estágio de inteligência artificial, que era o reconhecimento facial dinâmico.
onde até alterações algumas coisas são levadas em consideração para eco agora você acha você acha que deu uma diarreia na prefeitada de consciência social e resolveram botar a guarda em cima, vamos trabalhar nessa porra porque a gente precisa da população bem porra nenhuma foi e aí
Foi a população se posicionando, Vilela. Foi a população se posicionando, falando que a gente quer sair dessa. A gente quer que vocês lutem contra o tráfico. Você está pensando que eles estão gostando do CV entrando nessas cidades? Ninguém está aguentando, irmão.
A narrativa que a mídia cria, a narrativa, ela tem gente estudiosa fazendo isso, né? Você hoje vê o seguinte, um policial se excedeu e pranchou o cara ali, deu-lhe uma porrada, deu-lhe uma porrada de bico, aí você vê a capa da matéria.
policial, isso, mete o pau no policial. Aí você vai pro campo dos comentários, 1.500 comentários. Dos 1.500 comentários, 1.490 elogiando o policial. Mete a porrada mesmo. Mete mesmo, você tem que meter mesmo. Então os caras começaram a falar assim, cara, por mais que a gente tente manipular, não tá dando. Catar-se coletiva é aquele negócio, é fogo de morro acima e água de morro abaixo, ninguém segura.
Chega uma hora que a própria mídia fala assim, a gente tentou o máximo, mas não dá. Não dá para manipular mais, não está dando. Porque eles tentam de tudo quanto é forma, eles satanizam a ação da polícia, eles minoram o efeito. Teve uma vez ali em Acari, o traficante deu um tiro na menina, o traficante de 16 anos deu um tiro na menina, a menina morreu, veio a óbito.
A matéria da Globo estava falando em tiro acidental. Tratou como tiro acidental. Quer dizer, o bandido meliante estava armado com uma arma de uso restrito, como se ele tivesse o direito de andar daquele jeito. E ele se acidentou. Foi sem querer. Foi acidente. Você quer amenizar o ânimo. É, exatamente. Diminuir o peso daquilo ali da sociedade. Eu acho que mesmo assim...
mesmo assim, ainda a mídia carnavalesca, a mídia ainda querendo fazer show de pirotroquia, ainda direciona muita população. O desvio da mentalidade, o desvio da intenção, o desvio da força popular. Isso é complicado, a falta de entendimento total. Ontem eu reagi uma...
Eu reagi a uma... Um vídeo de quê? Não, uma mensagem, uma mensagem, uma reportagem a respeito do seguinte. Que o Massinho BP, escuta essa, mano, mandou pro Oruan pedindo que ele se entregasse, porra. Que não concordava com o fato dele estar foragido e tudo mais.
Aí todo mundo reagiu lá no nosso formato, né? Diversas pessoas comentaristas reagem. Aí um falou lá da mensagem, que a mensagem era boa. O outro falou que o Massinho BP, tudo bem, que ele estava certo pelo posicionamento. Cara, eu quase enfartei nesta porra. Porque eu acho, como que você pega uma porra de uma mensagem e eu acho que você pega uma porra de uma mensagem.
escrita, seja ela de qualquer direção, pra quem quer que seja, num preso, num presídio de segurança máxima. Como? Me explica, porra. Eu falei com o cara, o cara falou assim, não, porque isso aqui, quem pegou foi o agente que pegou. Falei, cara, se eu pego uma porra dessa, eu pego e eu como.
Eu como a mensagem porque eu não tenho coragem de dizer que eu peguei uma merda daquela. O presídio é de segurança máxima. Se tu sai um papel, sai um papel, sai um rolo. Pô, se sai uma megalha, sai um pão. Concorda? Como é que pode? Agora, se ele pedir o filho dele, ele deve estar rolando na cadeia.
Porque ele nunca, parceiro, ele nunca permitiu que o filho desse vendesse cocaína, porra. O filho dele é um bobão. O Oruan é bobão. Ele é um bobão. Ele não é traficante, parceiro. Ele é um bosta. Ele é um bosta, um bobão. Babaca. E agora virou babaca. Ele é tão bobão, tão bobão, que agora ele estava com a torneza eletrônica.
O babaca faz 66 violações na porra da tornozeleira eletrônica. E tem mais. Um crime boboca. Irmão, um crime boboca. É resistência. É? Tecnicamente.
Jogou uma pedra lá, tentaram enfiar ele numa tentativa de homicídio, porque ele jogou uma pedra de quatro. Pesaram a pedra e o cacete, cara. Pesaram? Pesaram. Uma pedra de quatro. O desembargador que liberou ele é meu amigo. Aí, eu... Porra, eu vou dizer como é que eu vou... Não tem nada pra deixar o ganho. Não, não tem. Agora, que... Não tem, tecnicamente, nada pra deixar o ganho. A gente fica puto com ele? Sim. Eu acho que o maior crime dele seria apologia ao crime. Isso.
que na minha concepção deveria ser penalizado com 30 anos. Porque a apologia ao crime é o maior gatilho para que se atinja as crianças. Uma música, um traficante não entra com uma sacolinha de cocaína na tua casa, Vilela. Mas a música do Uruan entra, tá? Você nem se percebe.
Daqui a pouco, o teu filho tá dançando, porra. E quando ele tá falando aquelas músicas sem qualquer sentido, tá tudo bem. Aquela cara de quê? Aquela voz bonita dele. É, aquela coisa romântica. Melodiosa. Parece uma guila. Aí deixa aquela porra do cara. Tá tudo bem, né não? Agora, quando o cara...
Começa, meu irmão, a cantar coisas que enaltecendo o Comando Vermelho ou qualquer outra facção, de forma, levanta o fuzil, vamos para dentro, quero não ser o quê, o Estado é opressor, aquela coisa toda, que eu não entendo, o Rubão vai me ajudar, é porque, porra, tem uma porrada de gente que está presa.
Por crime contra... É você contra a ordem pública do Estado. Isso. Não é isso? Isso. E quando o cara canta que tem que meter bala no Estado, não é crime contra a ordem pública, essa porra. Claro. Então eu não podia enfiar ele em 30 anos. Entendeu como é que é? O grande problema hoje é o conjunto de leis, a interpretação. Outro dia eu recebi uma... Vai da cabeça do juiz.
Mas não pode ir na cabeça do juiz porque o nosso sistema, nós somos regidos pelo Código Romano Germânico, que é o Civil Law. Então não pode ir pela cabeça do juiz.
A cabeça do juiz teria direito se a gente fosse comular o direito imperial. Por quê? Porque o nosso código penal é escrito. O direito imperial, não. É determinado pelo juiz. Então, é o seguinte, nos Estados Unidos, é o juiz que determina. Agora nós vamos rolar no chão. O juiz determina. Só que tem uma coisa. Então, o juiz lá nos Estados Unidos tem mais poder que aqui? Tem. No papel, tem. Só tem uma coisa. O juiz nos Estados Unidos...
Não tem fórum privilegiado. A média são 50, 60 juízes nos Estados Unidos presos por ano.
na porta de casa, algemado pelo policial que chega lá com a viatura. O doutor fulal de tal está preso. Eu sou juiz. Você é juiz lá dentro. Sabe com quem você está falando? Não tem essa. É o seguinte, e lá o juiz, normalmente, ele é nomeado ou eleito por um período de espaço, cinco anos. E não existe verticalização. Você não passa de primeira para a alçada.
se você é juiz de primeira você é de primeira e se você quiser ser juiz de alçada você tem que se candidatar a ser juiz de alçada durante aquele período lá só isso e o que acontece? tudo que você mijar fora do pote então você realmente você tem uma autonomia terrível inclusive essa essa lei, essa delação premiada ela afronta diretamente o nosso código processual penal
Isso daí foi uma invenção colocada aqui em agosto de 2013, se não me engano, pela Dilma, que aprovou essa lei da delação premiada, que ela fere o princípio do civil law. Esse pressuposto de culpa disso, daquilo, tanto é que existe uma súmula para a culpabilidade que a justiça deixou de lado e o juiz está fazendo o que quer. Então hoje a gente tem um sistema...
Não é híbrido. A gente tem um sistema Frankenstein, onde o juiz está fazendo o que quer, em cima de onde ele deveria fazer. De outra forma, porque o juiz, teoricamente, no Brasil, ele tem, vamos dizer assim, todo o arcabouço de proteção à função dele. Porque, como ele trabalha com o código escrito, ele é obrigado a punir. Então, é o seguinte, ele não pode ser punido por punir.
Então, aí ele tem esse negócio. Aí o que acontece? Só que aqui virou o seguinte, o cara faz o que quer. O juiz da minha causa, um juiz trabalhista, um bandido lá do Ministério do Trabalho, filho da puta, chama ele, desembargador, toma toda, se ele quiser me processa. Estou aí para isso mesmo. A Vivo tem que ser processado.
Então é o seguinte, o cara pegou o meu conjunto de argumentos do meu advogado, assim, falou assim, olha só, este documento aqui apresentado pela Petrobras é falso, esse documento é falso, esse documento é falso, esse documento é falso. O juiz chegou e falou assim, tá bom, mas daí, dane-se, eu não vou considerar nenhum desses negócios. Quem cometeu o crime foi o juiz, o filho da puta.
do Tribunal do Trabalho, que inclusive o Tribunal do Trabalho tinha que ser extinto. É no Brasil e mais um país no mundo que tem essa merda, sustentar esse bando de vagabundo, de desembargador vagabundo, de juiz vagabundo no Tribunal do Trabalho. Tem que acabar no Tribunal do Trabalho. Botar essas porras para trabalhar, para pintar meio fio, para desentupir privada. É igual o juiz reclamando. Tem uma mulher aí reclamando, uma juíza reclamando que é o seguinte, que o juiz ganha pouco.
Filha, larga essa porra e vai vender bolo de pote, caralho. Sai dessa bodega. Vai, vai, vai, vai, vai a vida. Vai a vida. O Alckmin disse que professor não tem que se preocupar com salário, tem que ver o sacerdócio. Então, meu amigo, juiz é a mesma coisa. Veja o sacerdócio. Cuide do seu sacerdócio. Não tem que ter salário porra nenhuma, não. A última. Hoje é o seguinte. Hoje eu sou a favor de uma coisa. Você pega o código, você pega...
Todas as decisões que existem no Brasil nos últimos 20 anos ou 30 anos, todas elas, você coloca todas elas dentro de uma inteligência artificial e você passa a primeira instância todinha para a inteligência artificial. Cara, você vai dar de 10 na justiça que está aí.
Todo o conjunto de decisões dos últimos 30 anos da justiça brasileira, você coloca todas elas dentro da inteligência artificial, a nível de piloto. É o seguinte, pega e é o seguinte, todo julgamento de primeira instância, você deixa o humano para o recursal.
Agora sim, toda a decisão Vai ser feita por inteligência artificial A gente já manda metade dos juízes Embora, tá? Já acaba logo com essa porra, salário de mais Dinheiro de mais chega, então é o seguinte E quem tá reclamando muito é o que eu falo Vai trabalhar em outra coisa E o que que acontece? Vocês se deparam com coisas Absurdas que tu fica Maluco
O último caso agora, que teve uma repercussão na internet danada, que foi um cara de 35 anos, um cara traficante, tá? É, sem as informações, o cara seria traficante. Ah, eu já tenho corte disso aí, eu já soltei os bichos. Aí o cara é traficante e ele se casou com uma menina de 12 anos. Falei que comprou a menina. É, ele com 12, uma menina de 12 anos.
E foi ao judiciário pelo forço. O seguinte, seria crime. Seria crime. Tendo em vista aqui o artigo 213, que ele prevê a violência presumida. O que é a presunção de violência? Menor de 14 anos... É totalmente inimputável. É violência.
Ah, mas ela aceitou. Não interessa. Menor de 14 anos é violência. Não tem consentimento pra esse dano.
Não há possibilidade de tipo de interpretação. Ele acabou de dar o exemplo claro do que é estruturalmente a justiça no Brasil. É o direito escrito. Não cabe interpretação. Cabe interpretação na dosimetria. Na pena. Mas em compensação a garota enganou ele que tinha 15 anos. Mas a lei, a letra da lei nesse caso é uma mulher.
Nesse caso aí, ela não abre espaço... Não, a culpa existe. Para qualquer tipo de outra situação. Você pode apresentar uma situação no judiciário onde você não podia observar que ela tinha...
14 anos. Ah, poxa, ela mentiu pra mim, ela tinha peito, ela tinha olhos, cabelo, bundo, sei lá. Você vai ser punido. Sim, mas o que acontece? Você foi inteiramente enganado. Ah, a percepção. Isso pode acontecer? Sim, mas não é o caso, tá? A discussão aqui não é. A discussão é que o juiz sabia que ela tinha 12 anos. Ele aceitou a opinião de uma menina de 12 anos.
Que ela não pode votar, ela não pode nada. E tem até um projeto agora dos transexuais, que o menino de 14 anos pode escolher. O garoto não pode... Não, mas com 6 anos pode. Com 14 anos ele pode escolher por conta própria. Ou seja, ele não pode votar, mas pode cortar o pau. É brincadeira, parceiro, e trocar o nome. Isso é um absurdo essa porra. Mas, vamos lá. Vamos chamar de Margarete. Não.
Aí, o que acontece, irmão? Olha como é que são as coisas, tá? O cara pegou e tomou essa decisão do desembargador e o cara se casou e foi pra casa. Lindo, maravilhoso, cereré, pimpão, com a menina de 12 anos. A internet do baixo credo, principalmente do baixo credo aqui.
meteu-lhe a porrada e tome views. Porque isso está mudando. Os nossos views. É você, Vilela, que está mudando opinião pública. Você está mudando opiniões de governos. Por quê? Porque você está impulsionando pessoas a olhar.
a notícia como ela é de verdade e está impulsionando autoridade. O que aconteceu? Com três dias, o que aconteceu? O cara volta atrás da decisão. O cara fez uma coisa que ninguém faz. Normalmente...
embargo infringente é o seguinte você chega dentro do processo e fala assim, foi isso mesmo que você quis falar? Excelência é isso mesmo, acabou mas o cara aproveitou o embargo infringente e voltou atrás mas deixa eu só o cara o embargo infringente vamos ser honestos o embargo infringente essa porra pra ser julgado isso é uma porra em ação meus amigos porra, cara
Pelo amor de Deus, eu sou formado de direito. Eu tive a oportunidade de estar dentro de um escritório de advocacia, ali como estagiário. Eu sempre amei. Eu tive a oportunidade de estar ali. Cara, para você ter um embargo de inteligência. É um milhão.
inferno, porque o embaro... Embaro pelo jeito que o cara fala assim, você entra, pois entra. É como se você falasse assim, tu desse uma sentença, eu entro embargando a sentença. E o cara fala assim, baseado em que? Baseado que você deu uma... Você mandou soltar, é como se você tivesse mandado soltar, mas os dizeres... Não era aquilo mesmo. Não está bem entendido. Aí você embarga isso.
Cara, ninguém dá esta porra. Aí ele pegou aquela porra, catou e retou em dois dias. Aí, tirou o cara da casa dele, que ele estava casado, mandou prender. Olha bem, mandou prender. Agora, essa que é de cair a bunda do quadril. O STJ sumulou o seguinte, olha, agora, olha,
A menina menor de 14 anos tem que ser entendido que é violência, presunção de violência. Eu falei, porra, que diabo é esse cara? E olha aqui, súmula, súmula. Então deixa eu só te colocar uma coisa, só para explicar aos meus espectadores aqui, olha só. Olha só, a jurisprudência. O cara dá uma decisão.
precisa de diversas decisões, diversas sentenças, dizendo que esse copo é vermelho, aí a gente cria uma jurisprudência, um entendimento, direcionado que aquele copo é vermelho. Jurisprudência. Depois de diversas jurisprudências emitidas pelo mesmo tribunal, pelo mesmo turma recursal,
Aquelas diversas jurisprudências, você cria uma súmula. Então, olha só, parceiro, foi decisão pra cacete, igual essa. Isso é de doer, parceiro. Foi decisão pra cacete, igual essa. Um monte, Vilela, que a gente nem sabe.
Criou-se jurisprudências. Criou-se uma súmula, porra! É, súmula vinculante é um subterfúgio que os tribunais superiores usam para... Legislar. Para legislar. Eles criam uma decisão e aquilo ali, depois de ser aprovado por dois terços do pleno, aquilo ali passa a virar uma súmula vinculante. Para dizer sabe o quê? Para dizer sabe o quê?
que o artigo 210 está lá dizendo o seguinte, menor de 14 anos é presunção de violência. Ponto. Não cabe interpretação. É? Não cabe interpretação. Criou-se uma porrada. É aquilo que ele estava falando aqui.
É o que ele falou. O que ele disse? Os juízes brincam de dar sentenças à moda cacete. E nessa brincadeira... Me diz uma coisa. Qual o juiz que teve coragem na história do Brasil de chegar e falar assim? Zezinho ali tem 17 anos. Tem 17 anos. Matou uma família inteira.
E eu vou condená-lo como adulto. Não. É a mesma coisa. É a mesma coisa. Porque ali tem um impeditivo. 18 anos. Ali tem um impeditivo. 14 anos.
Mas aqui o cara passa em cima, ou seja, o cara que passa a vara na minha filha, ele vai ter um tratamento diferente do outro lá. Ali é um respeito total que está escrito. O bandido assassino com 17 anos, 364 dias e 23 horas e 59 minutos, vai ser tratado como menor. Menor e inimputável. Inimputável. Aí é o seguinte, agora...
A minha filha de 13 anos que foi estuprada ou passou por isso? Não. Ali o cara vai interpretar que ela deu mole pra ele, que ela se insinuou, que ela... Não cabe a interpretação dele, tá escrito. Acabou. Cara, e tu prende um traficante na favela, isso é de doer, polícia. Tu prende um traficante na favela, ele fala pra tu, pô.
Ih, chefão, sou menosão, porra. É? Fala na tua cara. Ai, tu vai se fuder agora, tu tá preso, seu otário. Te falei que eu ia te pegar? Tranquilo, chefe. Sou menosão, porra. Ai, tu... Ai, dá um gosto de merda na boca, parceiro. Pois é. Porque tu vê... Ele sabe, né, que não vai acontecer nada. Tá protegido. Acontecer? Eu...
Entrei na comunidade da Kelsen. Aqui. Próxima Avenida Brasil. Peguei um garoto com uma mochila de drogas. Levei para 21DP. Lá fui atendido por uma policial civil e quem me atendeu foi uma delegada.
Ela lavrou o flagrante, tudo bonitinho, eu fui embora. Na semana seguinte, eu entrei novamente na Kelsen. Peguei o mesmo moleque, na mesma rua, com o mesmo fato. Ele correu na mesma boca que eu peguei ele anteriormente. Eu peguei ele com a mochila, levei ele para a mesma delegacia, 21 DP. Lá era.
A mesma delegada. A delegada foi lá, pegou o papel e falou, tá de sacanagem. Eu tenho uma melhor do que essa. O mesmo policial. O mesmo cara. O mesmo fato. Ela falou assim, eu vou fazer copicola. Eu vou fazer copicola. Não tem o que eu fazer. Mas eu vou contar uma melhor. Ganha dessa. Itaboraí.
uma guarnição passou na rodoviária, tinha dois moleques praticando roubo. Aí os caras pegaram, procederam, levaram para a delegacia. Chegando na delegacia, é o seguinte, né? O policial perde o dia ali, está fodido. Pega o TRO, pega aquela porra toda, pega aquela porra toda. Aí é o seguinte, aí o que aconteceu? O delegado negou o flagrante e soltou os garotos.
soltou os garotos, abriu a porta e soltou os garotos. 40 minutos depois chegou outra guarnição com os garotos presos de novo que voltaram para o mesmo lugar para roubar. Puta! Os primeiros policiais ainda não tinham saído da ocorrência. Os primeiros policiais não tinham saído da ocorrência ainda. Ainda estavam lá cuidando da burocracia, da prisão, os garotos foram soltos, voltaram para roubar e voltaram presos de novo.
Cara, que absurdo. Isso é surreal, cara. Isso é brincadeira, cara. Eu aqui na comunidade do Buraco do Boi, em Nova Iguaçu. Isso aí tem mais ou menos uns quatro meses, tá? Esses policiais meus que já assistiram, isso aí, vão dizer. Entrei, entramos na comunidade, correndo aqui pra lá, os traficantes correram. Pela calçada, vinha passando um cara e vinha passando uma nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova nova
O que eu olhei, cara, sabe aquela parada do tirocino policial? Olhei, esse ponto tava na boca ali. Achamou o material, tava ali próximo. Mas a gente não pegou nada com ele, entendeu, velho? Ela não tinha nada na mão do cara. O que nós fizemos? Pô, não tem nada. É melhor você soltar um criminoso.
Do que tu prendeu um inocente. Ah, sim. É. Na dúvida, parceiro, solta. Do que você desgraçar a vida do cara. Que não fez nada. Que não fez porra nenhuma. Então solta o cara. É. Aí. Mas só que você...
normalmente, como que é, dentro da boca de futebol, eu sabia que aquilo ali, que vinha de cá, tava mais ou menos imprensado. Eu sabia que mais ou menos ele veio disfarçando. O cara meio descalço, sujo, meio suando, o coração dele... Falei, porra, ninguém anda assim, senão tu vai infartar, filha da mãe. Tu tá com...
Tu tá tendo uma porra no peito. E aí, senta aí, parceiro. E aí comecei a conversar com ele. Tu tá vindo de onde? Tu tá vindo de lá. Pô, tudo casava, sabe, cara? Mas eu falei, vou fazer o seguinte, meu irmão. Eu vou te dar um voto. Vai lá, você adianta aí.
Só que a gente está operando dentro da comunidade e em volta das equipes de trânsito, das equipes... Por quê? Porque é uma fuga de um cara que sai de moto, é uma fuga de um carro que sai, a equipe vai, pô, grava, garra.
E a supervisão me ligou, eu dentro da operação, eu tinha pego arma, droga e tudo mais. Falei, poxa, e aí, Batata, como é que tá aí? Falei, poxa, tem armamento, tem droga, bastante arma, bastante droga. Eu tinha pego, se não me engano, eu tinha pego um fuzil. Falei, tem um fuzil e tal. Falei, e o dono, Batata? Falei, não pegava. Pô, mas não pegou ninguém? Falei, chefe, eu segurei um suspeito aqui.
Pô, eu levo ele pra saquear. Eu falei, Jep, eu não vou levar. Não vou levar porque ele tá muito sem nada. Peguei nada, entendeu? Eu não gosto de ficar de fuxigação. Eu tenho que pegar alguma coisa que me ligue mesmo. Falei, pô, cara, cara, não tem jeito. Esse moleque tava lá mesmo, vou levar pra saquear. Entendeu? Porque eu falo assim, pô, eu tenho certeza que ele tava lá. Não peguei a sacola na mão, mas eu tenho certeza. Então eu levo lá, se caiu uma parada dele,
E o delegado entendeu, conta a história do delegado, e o cara do delegado entendeu. Aí é problema da autoridade. Irmão, o porra, o tenente falou, porra, deixa eu ver aí, cara, porque às vezes é um traficante conhecido, porra. Ainda mostrei, aí, chefe, isso aqui e tal. Não, não, não, eu não conheço, não. Tu quer soltar, a ocorrência é tua. Irmão, mostrei, ninguém conhecia e tal, pá, soltei o cara. Irmão,
Quando eu cheguei na DP, aí cheguei na DP, tava contando droga, porque era muita droga, aquele negócio da apresentação e tal, eu tô lá apresentando a droga assim, daqui a pouco meu telefone toca. Ô, Batata! Aí eu falei, o que é, chefe? Dá uma olhada aí nesse vídeo que eu te mandei agora aí. Eu olhei. A outra guarnição garrou ele com rádio. Lá fora.
Já tinha virado disque joque. Voltou para a delegacia. Aí agarrou. Aí levou para a delegacia. Agora, ele não tinha. Ele tinha sido agarrado por mim. Eu tinha pego ele. Tinha mais ou menos uns... Sei lá, cara. Uma hora. Ele já achava que estava limpo. Ele saiu de lá. Pegou um rádio. E já se posicionou. Voltou para a atividade. E já voltou para a atividade.
Só que ele, com atenção voltada na gente... Esqueceu do resto. A outra guarnição passou e agarrou ele. Pegou ele e prendeu. Por que isso, Benela? Por que isso? Porque os caras estão acostumados, foi o que o Bom falou, os caras estão acostumados a ser soltos. Os caras estão acostumados a não cumprir nada.
Hoje os donos de traficantes aqui tem quatro, cinco passagens. Outro crime monstruoso que aconteceu lá, acredito, foi na Bahia. Os dois filhos mataram a própria mãe, os dois enteados na Bahia. Os dois tinham passagens pelo crime, porra. Um grande incentivo à adoção. O bom meteu é... Não, ele não era... Não, ele não era...
É, rapaz, eu vou dizer um negócio. Eu vou dizer um negócio. Eu não posso falar. É verdade. Cara, isso que eu estou falando é cotidiano. O cara fala assim, está vendo? Está vendo? Porque houve muitos casos, muitos casos. Inclusive agora, nos Estados Unidos, a semana passada que o pai adotivo tirou o Playstation do garoto e o garoto tem um tiro na cabeça do pai. Porque tirou o videogame. É, porque tirou o videogame.
A única diferença é que com 12 anos ele foi algemado. Vai responder por homicídio lá no Estado. Não, é... De acordo com o Estado lá, a partir de 12 anos de idade, ou então sem idade limite inferior, fez, vai pagar. Mas Rubão, muita gente fala nesse negócio de baixar... A maioridade. A maioridade penal. É...
aumentar a pena ou não sei o quê. Cara, vamos ser honestos. Na moral, olha como é que é o nosso sistema prisional, cara. Não, a gente, primeiro que nosso sistema prisional, ele é horizontal. Você pega, inclusive, quando você faz um sistema horizontal de prisão, você fortalece o criminoso.
Porque você, por exemplo, pega um psicopata assassino, burro com QI de 3, um jumento. Aí você bota para tirar a pena com ele, ele é violento. O homem é fruto do meio. Onde você chega, você quer se socializar e agradar. Aí você pega junto com esse cara, você coloca um estelionatário, um 7-1 que é inteligente, que é esperto. Esse cara vai prestar serviço para o cara. Sabe o que ele está dando? Você está dando know-how para a criminalidade.
Agora, quando você separa por atividade criminal, crime sem violência, sem emprego de violência, é um tipo de cadeia. Com violência, é outro. Faccionado, é outro. Você, quando separa isso daí, você faz esse negócio. Inclusive, tem uma situação muito engraçada para crimes não letais, que é a história do...
John Arpaio, você já ouviu falar, né? John Arpaio é um... Não sei se ele já falecido, porque ele era muito idoso. Ele é um xerife lá de Maricopa, lá acho que no Arizona. Aí é o seguinte, deram para ele ser xerife do condado lá de Maricopa. E ele foi para lá. Aí ele fez primeiro que ele acabou com as celas e botou barraca no deserto.
40 graus, mais ou menos, né? Aí é o seguinte, ele colocou ali. Aí ele começou. Ele começou a gestão dele. A gestão dele era o seguinte, o pessoal trabalhava de dia, provavelmente alugado para a prefeitura, para o condado, capinando, varrendo o rua, caramba, com corrente no pé, e de noite voltava para lá. Aí...
Ele fez uma pesquisa para saber qual era a cor que o pessoal mais odiava. Deu rosa. Então, ele fez todos os uniformes da prisão rosa. Aí é o seguinte. Ele ligou para as Forças Armadas e perguntou quanto que as Forças Armadas gastavam com um cachorro.
Qual era o gasto? Aí o cara falou assim, ah, são cinco dólares e pouco. Falou, então, o seguinte, preso não pode valer mais que um cachorro da Força Armada. Então, o valor que a gente gasta de comida aqui com vocês tem que ser menor do que isso. Outra coisa é que proteína dá muito na energia e açúcar é proibido. É excitante. Quando o pessoal chegava, ele falava assim, olha, vocês são mal-vindos aqui. Eu quero que a existência que vocês têm aqui seja a pior da vida de vocês.
e que você, quando sai daqui, você beija o chão para nunca mais pisar aqui dentro. Eu vou fazer a existência de vocês um inferno aqui dentro. Aí ele falou assim, o Neném cortou a televisão, mas disseram que tinha que ter televisão. Então ele botou o canal do tempo, ele falou assim, é para você saber o sol que vai fazer amanhã.
Ele só atuava assim. É uma figura folclórica. Mas, cara, o que acontece hoje? Tem muito bandido que usa a cadeia como hierarquia. Porque ele vai preso, ele salvou a carga, ele não entregou ninguém. Caramba, quando ele sai, ele já sai promovido. Ele já sai promovido. E nesse meio tempo, tem muita gente que chama a cadeia de engorda. Você não vai aguentar uma semana lá.
Mas para eles aquilo é merda. E o meu irmão, até meu irmão que teve, falou assim, cara, a pior coisa que existe no Brasil, a pior coisa que existe no Brasil é aquela cadeia depósito de gente. Você sabe por quê? Por quê?
Porque há um processo de humanização ali dentro. Humanização? Humanização. Não desumanização. Humanização. Humanização. Você cria um conceito, uma malandragem, tudo. Agora é o seguinte, quer ver a cadeia que é foda? É aquela que você entra no seu cubículo e fica o dia inteiro ali. Sem contato. Sem contato com ninguém. Parede branca, tudo limpo.
Você fica doido, só tem a hora da comida A hora de levantar A hora disso, meia hora de passeio no sol Isolado e voltou Fica doido Agora num lugar onde a putaria come solta Tá tudo em uma zona, um dorme por cima do outro Tem pulga, piolho, carrapato, pia cerveja Mas ali é uma humanização Aquilo vira uma sociedade O tempo passa fácil Ele falou uma coisa inteligente Eu li sobre isso De verdade A gente tá sacaneando, mas é de verdade Tá
Não tem aquele papo que a merda une? É. E é verdade. Qual é o processo? Eu estive lendo até um trechinho de um livro e estava dizendo o seguinte. Quando você embola os caras ali, vou falar assim a grosso modo, de maneira bem rústica. Quando você embola os caras todos ali,
E aí você, por exemplo, dá uma comida podre para um e uma comida boa para o outro. Aí você está ensinando o outro a dividir a comida com o outro, que a dele está podre. Isso vai criando laços de irmandade. Entendi.
Isso, você cria uma sociedade ali Aí é o seguinte, é mais fácil De acabar na vida, é a mesma coisa A gente, uma coisa é o seguinte Você vai pegar um cobertorzinho E vai viver embaixo de uma marquise ali Quietinho, a marquise até boa, limpa E o negócio, mas você sozinho Mas ali do outro lado tem oito ou sete na putaria
junto, está passando frima, queima um jornal, vive aquela zorra ali, ali a vida é mais sociável. É verdade. Esse negócio, há um processo de humanização. Então é o seguinte, quando você cria método e sistema, meu amigo, um mês parece dez anos. O outro passa dois anos, ele passa rápido e já faz a hora de ir embora. Estava na engorda, estava na engorda. Aí sai, tranquilamente, pronto, tira de onda. Tira de onda. Ó, a ordem do CB.
É que se você saia na cadeia num benefício, é não voltar. Todo mundo sabe disso, né? Você não pode voltar. Agora foram liberados... Isso daí estava sendo noticiado, inclusive. Não sei se é o Felipe Cury que estava falando sobre isso. E falando com... Tinha uma... Eu acho que era uma secretária daquele.
que trabalha no sistema de penitenciário, e eles estavam falando que foram liberados 350. E isso aqui de janeiro até agora, tá? Não, é, minto. De janeiro até agora foram presos mil e 300 foram liberados em benefício e não voltaram nenhum. Eu falei assim, será que...
Quem é que... Quem é, né, porra? Quem é que acredita nesta porra ainda que eles vão voltar? Mas, meu Deus, é de matar qualquer ser humano, essa porra. Porra, quem tá acreditando? Quem tá acreditando, meu Deus do céu? É igual a...
É igual a tornozeleira. Se você não tem um oficial de custódia, a tornozeleira não serve de nada. Não, o que me matou... Não serve de nada. Aquela pô não serve de nada. Irmão, pra eles... Abre, nego tira aquela merda. Não, pra decretar a visão do Oruan. O Oruan. Por que quando a gente fala o Oruan? Obviamente, se você tem alguma coisa que não funciona com o Oruan, vai virar notícia essa porra. Então o que que tu faz?
Pô, meu irmão, bota essa porra ali no Oruan. Cuidado dessa merda, cara. Preste atenção nisso aí, cara. Vai ficar feio pra caraca, né? O Oruan teve 66 violações. Vamos lá, parceiro. Calma aí, cara. Não é uma. Calma aí, porra. Aí você quer me matar. Vamos violar essa porra 66 vezes. Mas como é que é?
É, porque só vai retrogir de regime, porque aquilo ali é um regime. Aquilo ali é uma progressão de regime. Aquilo ali você sai de semiaberto, de fechado para semiaberto ou aberto. Isso, acompanhado. E considera-se que ali ele seja um semiaberto.
Porque você não precisa estar dormindo no presídio, não. Mas, como você tem a tornozera eletrônica, o acompanhamento... Você tem o horário até onde você pode ir, você tem suas restrições todinhas. Aí ele sumia num determinado período. Da noite, do baile, ele sumia. Ele sumia. Que precisa de você ter, reiteradamente...
alguns tipos de violações para que você retroaja o regime. Eu entendo. Às vezes o cara pode ter ido no banheiro, ter molhado esta porra, não ter carregado, porque uma vez é possível, duas, três, vamos fazer uma coisa, dez, não, vamos fazer melhor, vinte, não, vamos fazer melhor, trinta, porra, mas sessenta e seis é de doer.
66! Eu acho que ele falou assim, porra, parceiro, não dá mais, cara. Não dá mais pra segurar. Não dá mais, porra. É pedir pra se ferrar. E aí, completando aquela da cartinha do Massive P. O Massive P. botou que ele deveria se entregar ao cara. Aí o cara me perguntou o que eu achava. Primeiro que eu fiquei puto com a carta, porque a carta não tem que sair lá de dentro.
Porque foi o que eu falei, porque chamaram os traficantes pra depôr do CPI sobre dessa porra, né? Foi convocado. Isso é outra coisa que eu quase enfartei. Porque como que pode... Cara, você... Eu sou parlamentar, não tenho coragem de chamar não, cara. O cara fala assim, vamos convidar...
Senhor doutor. O Marcola, pra depois, por quê? Porque o Marcola é chefe de uma facção que está... Você está reconhecendo o poder dele. Eu não chamo não, cara. Eu não chamo porque na minha concepção ele está preso desde 2000. Eu acho que ele tem 27 anos preso. O Marcola é um VP que tem 27 anos preso. Mas o Marcola é 2000. Também tem uma porra assim. Era pra você chamar ele lá e falar assim, Marcola,
Ele falou assim, eu só conheço duas baratinhas que tem na minha cela, uma chama Pepe e outra Tite. É o que eu conheço, sabe? Duas baratas. E primeiro que eu queria que eles entrassem, igual aqueles filmes americanos, com aquelas porras espinhentas na cara, pareceram Jason.
Isso é extremamente perigoso. Não, não. Não vai ser assim. É arriscado até mandar tirar a porra da algema dele. Isso. Quer um cafezinho? É isso aí. Vai acontecer essa merda. Você pode doer. Está boa temperatura para o senhor? Você pode doer. Está boa temperatura. Então, isso é para chincalhar a gente frente às outras nações, Vilela.
Quem olha pra cá vai falar, essa porra não é séria, não. Os caras chamam pra depor o chefe da facção que tá presa há 20 anos, porra. Isso não pode ser sério. Não faz sentido nenhum ser sério. Primeira. Hoje, o Marcinho BP tirando dessa situação, o Marcinho BP hoje diz assim, irmão, filho, não entra nessa.
O Oruan nunca morou na favela. Aquela história de preto favelar era uma grande mentira. O Oruan sempre teve uma vida diferenciada. Sempre teve. E eu acho que ele, como pai, porque eu sou pai, tu é pai também. Você é pai. Ele deve estar se contorcendo na cadeia. Eu falei, cara, eu me fudi pra caraca. Tô preso pra caraca. Pra dar uma condição pra esse filho da mãe.
miserável aí ele pega faz questão de ser preso ele mora na Barra ele tava ali em São Conrado numa casa, numa mansão uma mansão do caralho que tá até à venda 14 milhões a casa quem é preso na mansão do cara? um furagido e aí
Um traficante foragido. De outra história. Uma pistola. Porra. Mas diz que o moleque gosta de... Dá vontade de rir, porque é piada, meu. Mas diz que o moleque gosta de dar uma ré no quibe também, então... Cara, eu não sei, mano, mas dá pra outro cara, então. Ah, mas é que ele ali é mais gostoso. Ah, porra, roubar o cara. Ele gosta de vir perigosamente. Cara, honestamente, meu irmão, vai pra merda. É.
Porra, é arriscado o pai dele falar, cara, você não tá cometendo crime, tu não tá cometendo nada, traficante sou eu que tô preso, porra. Qual é o sentido? Tu é artista. Tua música pode ser uma bosta, mas tem um montão de gente que gosta desta merda. Pra quê botar um cara?
foragido com uma pistola na tua mansão. Ah, vai ser burro assim de doer, parceiro. É pra tu? É burro ou é estratégia de marketing pra sempre? Mas que estratégia? Mas eu acho que também tem isso. Ah, sempre na mídia. É o coitadinho.
É, porque se você for procurar qualidade, ele não tem qualidade vocal, ele não tem qualidade musical, ele não tem porra nenhuma, ele não tem beleza, ele não tem nada. E tá símbolo ali, rapaz. Ah, cara, vai fazer um olifã, vai fazer um bagulho qualquer. Mas como? Como que ele vai fazer olifã com aquela ponta magra? Tem igual pra todo lugar. Porra, pelo amor de Deus.
Não, não, é verdade, você tendo um pouquinho de fama... É, pô. É que pariu. Irmão, ele tem 5 milhões de seguidores, sei lá, 10 milhões. É uma porra escrota assim, cara. Eu fico olhando assim e falo, cara, mas essa porra é exubilante. Eu tenho perseguidores, eu tenho seguidores. É, pode ser, cara, pode ser. Porque é impossível. Irmão, não faz sentido certas coisas.
Não pode fazer sentido isso. Não pode. Não pode. Eu estava reagindo a uma coisa, o cara estava falando. É igual a mesma coisa. Tu viu aquela coisa, a última agora, os caras estavam proibindo o Roblox. O Roblox, né? O Roblox, o garoto com o fuzilzinho, aquela coisa toda. Existem pessoas que defendem que aquilo ali não afeta em nada.
Meu irmão, pelo amor de Deus, sabe o que está matando no país? Os profissionais de psicologia sérios, sérios, que sabem o que realmente influencia.
Eles sabem que o construto psicológico, que é a construção baseada nos aprendizados do ser humano durante aquele determinado tempo, o que acontece em volta... Que aquilo ali forma o caráter, forma... Ah, não, o cara nasce com caráter. Nasce porra nenhuma.
Se nascesse com caráter, não existe sementinha do mal. Não existe, já era assim. Não existe essa porra. Se existisse, quando saísse lá, estourou a bolsa. Bota ele aqui na mesa aqui. Olha aqui. É sementinha. Sacrifica, porra! A tecnologia já está tão avançada que identificava.
Após o ato da concepção, né? Olha, colega, tá tudo bem, tá, o coração tá batendo, o bracinho tá tudo legal, mas vai ser traficante, você vai querer? Não, a gente não quer não, então, infelizmente, aborta. Pronto! Porra nenhuma, mentira! Não existe isso, merda! Não existe! O que faz a formação da característica... dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud dud
do ser humano, é o que ele recebe e volta. Aí você bota o cara lá pra ele jogar um joguinho, uma criança de oito, sete anos, pra ele jogar um joguinho. Aí o cara fala assim, aí eu joguei muito o Atari, o caralho. Porra, meu irmão, tu compara o Atari com o jogo hoje do Roblox? Eu matava rolinho. É! Mas o que que tinha a ver? Assassino cruel. Mas o que que tinha a ver? Preste atenção.
Olha bem o jogo. Hoje, Roblox, você é o boneco, porra! Tu conversa com outro cara, porra! Meu filho joga, eu acompanho lá. Olá, olá! Cara, meu filho joga, eu nem olho. Sou eu? Sou eu! Ele liga pro amiguinho e fica trocando. Exatamente. Fica ele e o primo, dois psicopatas. Aí, o que acontece? Tem evento, né? Aonde eu quero chegar?
Se você entender que o grau na mente da criança, ele entra naquele mundo. Ele entra naquele mundo, cara. Ele está lá dentro. Isso influencia, lógico. Por quê? Porque tudo que você ouve...
Ele bota o fone de ouvido e ele começa a ouvir o som do jogo. O tiro, aquela alusão, aquilo ali é uma hipnose, parceiro. Bilela, é de verdade. Isso é comprovado cientificamente. Bilela, na guerra...
Está aqui o Rubompo talvez me explicasse melhor do que eu. Na guerra, Estados Unidos usava música para tirar a moral do soldado inimigo.
usava mensagens para deturpar pensamentos dos caras mentirosas, mensagens mentirosas, e tirava os caras de combate, porque os caras ficavam com medo. E isso aí aconteceu. Não aconteceu nos Estados Unidos, pois era uma munição que tinha banha de gordura de suíno.
Porque parece que no país... Não, existia... Não tem um negócio desse, cara, uma história dessa. Isso aí remonta à batalha contra muçulmanos. Eu não sei se... É isso aí. Eu não sei porque... Por quê? Para eles? O muçulmano, tanto o muçulmano quanto o judeu, brigam lá, mas são tudo da mesma raça.
É o seguinte, eles têm aversão por gordura de porco, carne de porco, qualquer coisa. Para eles é uma coisa demoníaca. Eles não querem saber de nada. Se você botar alguma coisa, um tá em banha de porco, é a mesma coisa que envenenar. Isso aí. Ele não se importa em tomar um tiro. Mas se tiver a gordura do porco...
Tadinho do porquinho. Aí, o que eles fizeram? Eles criaram uma munição que dava até o nome. Eu não me recordo. Dava até o nome. E o que acontece? Eles alegavam. E isso eles transmitiam na mente do cara. Os caras acreditavam friamente. O que é isso, cara? O que é isso? Isso é uma forma de você entrar no psico.
mentalmente do cara. E como você não faz isso com uma criança? A música te induz ao sexo, porra. Ou você bota o som metálico pra você namorar? Aí eu sou live. Porra!
Priscila, rainha do terceiro Por que isso? É indutivo A música é indutiva A psicologia É usada há muito tempo Como arma Aí você pega e bota lá no cara assim Vem galera, vamos Aqui nós somos reis Nós somos poderosos E bom, bom, bom A criança olha aquilo Ela fica apaixonada, porra A criança olha aquilo A criança olha aquilo A criança olha aquilo A criança olha aquilo A criança olha aquilo
Ela fica vidrada aquilo. Ela é conduzida. Isso é um crime, sim, porra. E você não tem que entender. Eu não tô dizendo que todos os jogos do Robão não vão ser idiota. Não é porque ele tá andando lá fazendo buraquinho, criando porquinho, aquela coisa. Mas, porra, olha todos os jogos.
Hoje o que acontece é o seguinte, existe uma virtualização muito grande, até pela insegurança que a gente vive, a situação que... Eu, por exemplo, fui criado com um animal solto, largado no mundo. O meu filho mais velho tem filho de 38 e tem filho de 18. Então é o seguinte, o de 38 foi criado já um pouco mais preso.
18, meu amigo, vive em cela surda. Não sai dali. Então, é o seguinte, você hoje, realmente o parque de diversões dele, o temático dele, está em cima da informática, em cima do computador, em cima do que ele acaba adaptando aquilo ali. Eu não. O meu era subir. Uma coisa que acabou.
Uma coisa que acabou nos prontos-socorros do Brasil, não sei se você sabia. Sabe o que é? Uma coisa que na minha época tinha todo dia fila. Criança de braço quebrado.
Não existe mais criança de braço quebrado. É tanta proteção. Eu estudei com um colega meu, Amarildo, que inclusive depois ele tentou a carreira solo de assaltante de carro forte, mas se deu mal na subida da sala. Pula! Solos! Aí é o seguinte, foi pego com um fuzil lá. Mas ele estudou comigo. Amarildo, o mês inteiro com o braço engessado. Aí tudo bem.
Aí daqui um... Teve um dia que ele voltou, assim, quarta-feira, na quinta-feira, ele lá com o braço engessado de novo. Eu falei assim, mas você não disse que ia ficar um mês só com esse braço engessado? Ele falou assim, não, era o esquerdo, mas eu quebrei o direito ontem. Tirou no mesmo dia que ele tirou, quebrou um. Ele quebrou o outro, já estava... É mesmo, é o outro. Mas não existe mais criança de braço quebrado. É, não. Não existe.
Eu acho que era muito comum hoje. Não, era comum. Ah, porra, vivia pendurado. Tudo isso, o braço. Tudo isso, o filhado.
O engessor teve algum gesso? Brava, perna? Direto. Eu tive por estiramento. Por incrível que pareça, nunca conseguiram quebrar um osso meu. Sério? É, a gente é sério. Eu, vamos dizer, a perna, braço também. Pulso. E olha que eu sofri um acidente de trabalho. Eu tive um acidente de trabalho caramba. Ninguém conseguiu quebrar nada meu.
agora estiramento eu já tive bravo tive que engessar por estiramento agora efetivamente você não é obra abandonada, casa abandonada aquilo é puta que pariu até hoje eu rio da maçonaria porque meu pai era maçom e eu vivia dentro da maçonaria eu arrombava a porta de trás da maçonaria entrava lá dentro, aquela porra toda tinha uma igreja centenária lá a gente amarrava um fio de návio ficava tocando o sino subia por uma escada toda podre e aí
Puta que pariu, só merda, merda o dia. Realmente, a gente era...
a visão social e não tinha telefone celular nem a porra nenhuma, saia seis horas saia no sábado a gente saia oito horas da manhã de casa aparecia pra comer e depois chegava de noite sujo, a roupa toda podre, rasgado, caralho tudo que é merda a gente fazia pela rua, tá? mas demos sorte, tamo vivos tamo vivos, não, e o importante é que
Dentro de todas essas brincadeiras, os valores eram enaltecidos. A gente, o respeito... Eu levantava voz para uma pessoa mais velha. Não, de jeito nenhum. Cara, Virela, você tocou num assunto importantíssimo. Cara, não existia esse papo.
O cara mais velho, ele poderia estar errado. É, ele estava, às vezes. Não interessa baixar a sua cabeça e fosse embora. Se tu chegasse em casa, porque tu discutiu com um senhor e uma senhora, tu ia entrar na porrada, independente da razão. Hoje a mãe e o cara vão lá brigar com os outros por causa do filho dele.
A mãe, o filho, ele quer discutir contigo, filho. Teu filho, porra. Eu lembro que tinha uma mulher fofoqueira perto de casa, essa desgraçada fazendo fofoca, minha mãe, se você chamar ela de fofoqueira de novo, vou quebrar a sua cara. Ela foi fofoqueira desgraçada. Ainda eu vou apanhar, puta que pariu. Ô mundo injusto. A mãe eu vou quebrar alguma coisa dela. Eu tinha, eu lembro que eu acho que a última vassourada, eu tinha uns 14 anos.
E minha mãe, desse tamaninho, um metro e cinquenta, minha mãe trabalhava, feitou a leoa, criou eu e minha irmã e nunca deixou de transversar os valores, parceiro. Morava num lugar onde tinha traficante, tinha porra toda. Não, meu pai e minha mãe sempre me ensinaram o seguinte.
Ali não, ali não, ali não. Passa, fala, não tem que virar a cara, não tem que fazer nada. Mas ali eu não quero você, eu não quero você ali, eu não quero você ali, eu não quero você ali. E se falou, era aquilo ali, que era cumprido. Porque senão o bicho pegava. Hoje, hoje o que nós temos? Hoje nós temos um garoto de 10 anos.
No tráfico, porra. Valores fluidos. Hoje nós temos a menina de 12 anos, mãe. Mas hoje é o seguinte, a primeira coisa que você encontra na periferia, lamentavelmente, na favela e na periferia, é a destruição do núcleo familiar. A maioria dos lares não tem pai. Não existe a figura paterna.
Não existe a figura paterna que só figura... Ah, o pai era meio cachaceiro, mas é. Tem uns amigos meus que os pais eram cachaça, o caramba, mas eram pais, trabalhavam, sustentavam a casa. E é o seguinte, ninguém deu para ruim, como se diz assim. Hoje você entra dentro dessas comunidades, o que acontece? O que tem mais é a mulher que já está no quarto, quinto marido, está com três, quatro filhos, um de cada pai.
Não há estrutura familiar alguma. Os garotos vivem na rua, cada um fazendo o que quer, o que acha. Ali é o contrário. Ali, se um der para bom, tem que levantar a mão para o céu. Cara, mas eu acho que é uma... Eu acho que é uma mudança de valor social de uma maneira geral. Mas isso é um plano. Meu pai sempre manda a minha mãe já 10 anos de idade.
Eu tenho um problema disso, não quero nem falar disso. Meu pai dá uma porrada na minha mãe, porra. Na frente de mim e da minha irmã, porra. Isso é um gatilho que eu tenho. E nem por isso eu dou porrada... Eu nunca bati num filho. ...na minha mulher. Nem por isso eu dou porrada nos outros na rua, a moda cacete. Nem por isso eu virei um cara agressivo. Minha mãe...
Segurou a onda comigo e minha irmã. Trabalhava pra cacete. Foi homem e mulher. Sozinha. Minha mãe casou com 17 anos. Minha mãe veio do Espírito Santo num lugar onde não tinha nem água encanada, não tinha luz, não tinha porra nenhuma. É o retrato do Brasil. Minha mãe, assim, semi-analfabeto. Minha mãe fez até o segundo ano.
escolaridade, segundo ano. Aprendeu a ler e escrever. Primeiro é isso. Porque segundo ano, quando tu fala agora, segundo ano, as pessoas pensam que é o fundamental, né? É o segundo ano ginasial. É o segundo grau. É que essa porra muda toda hora. É muda toda hora. A diferença é que a sua mãe estava escrito lá, lê e escreve. Hoje, no segundo ano, o cara nem lê nem escreve. É isso. Aí, o que que acontece?
É o que minha mãe sabe fazer, mal e porcamente, aquilo ali. Minha mãe não sabe fazer nenhuma operação matemática. Ela soma lá do jeito dela, ela puxa a perna, ela se defende. Cara, criou eu e minha irmã, porra. Qual foi, cara? Qual é o problema? A realidade não é essa, Vilela. A realidade é que os valores mudaram, porra.
Há falta figura paterna. Que porra de figura paterna que falta? Olha os caras que estão sendo pai agora. Não, eu estou falando, não existe mais estrutura de família. Não existe mais estrutura de família. E materna também, porque a mãe está cagando também, porra. Não existe mais núcleo familiar. Mas isso é um projeto. Isso é um projeto. Há uma destruição, a satanização do homem. Eu acho que a satanização tem que ser de quem é discípulo de Satã. Quem é ruim, é ruim.
E pronto, agora a satanização da figura do homércio, você vê na mídia, você vê em tudo quanto é lugar, você vê, por exemplo, quando a Globo mostra um casal hétero, mostra um cara violento, estúpido, ignorante, ou então boçal, imbecil, aí quando mostra um casal gay, é uma harmonia, é uma coisa fora do comum. Aí eu estou falando mal? Não. Eu estou falando que se um casal é gay, ele vai ter o mesmo problema que ter um casal hétero.
Vai ter discussão, vai ter problema, vai ter dia que alguém vai acordar de mau humor, vai ter negócio, mas não. Há uma destruição do núcleo familiar porque isso facilita a dominação das massas. Você domina as massas quando você divide. Divida e governe. Isso daí vem de Roma.
em Roma existe esse princípio que quanto mais você fragmentar a sociedade mais se todo mundo vem do lado de lá contra mim, eu estou correndo risco tem 100 pessoas lá e eu sou sozinho agora se eu dividi elas em sexo eu tenho dois blocos se eu dividi ela em sexo cor, quanto mais eu dividi menos gente eu vou ter que enfrentar
Esse é o princípio básico da destruição do poder de aglomeração do povo. Quanto menos ele ser coeso, quanto menos ele se tornar coeso em torno de um ponto comum, melhor para mim que quero manipular. Os caras, você falou do negócio aí da banalização do sexo, eu lembrei. Depois vocês botam o pi quando eu falo a palavra, vocês botam o pi, tá? Aí o cara...
os caras de Goiás vieram pra cá aí eu tô assim calma aí calma aí o cara do coração
eu trouxe os caras de Goiás, né? Aí eu falei assim, pô, cara, isso aqui é vira-mimosa, cara. Aí ele falou assim, vira-mimosa? Eu vim falar, cara, dá pra você entrar lá? Tem problema de entrar? Falei, não, cara. Lá tem a prostituição, normalmente, mas não tem ninguém de fuzil ali e tal. Lá, o que existe de droga lá é aquela coisa tolerável, como acontece nos Estados Unidos, né? É, é um consuminho. É, aquele consumo normal, que aí tudo quanto é lugar, porra.
Se alguém vende é pra quem comprar Mas, enfim Ele falou assim, tá bom, mostra a gente lá Vou mostrar lá Aí eu passei no meio lá Aí quando eu vim entrando assim Aí já sabe, ela Aí eu falei assim Oi Batatinha, quanto tempo A mulher gritando assim Bota o pi aí Aí a mulher Você é cão de 10
Você tá um de dez. Aí o cara... Você pôs uma oferta mesmo. Ele botou na cabeça e falou assim, Jesus, só dá um com a morra que tomou... Só dá um com a morra que perdeu de longe. A coisa... Por muito menos... Por muito menos destruir a cidade. Exatamente. Meu irmão, a banalização é estúpida. A coisa tomou uma proporção.
que eu falei assim, irmão, você nunca... E eles assim, olhando apavorado, igual ele falou assim, ô rapaz, eu falei assim, cara, lá não tem essas paradas assim, não? Ele falou assim, mas não nessa velocidade. Não com esse ímpeto todo, né? Era o meio da rua, parceiro. O lá tem, mas não é com esse marketing, não. Ele ficou apavorado, cara. Aí eu falei, cara, é desse jeito. Infelizmente,
Por que a gente brincou com esse negócio todo da desmoralização familiar, da estrutura, do jogo, da sentença? Porque isso tudo recai no colo depois do policial, parceiro. Tudo vira ocorrência. Tudo vira bosta no final. Vai virar ocorrência. Falou tudo. Vai virar ocorrência. A estrutura familiar não deu certo, não. Não cuidou do teu filho, não. Tu não dominou do teu filho, não. Não.
É na mão da polícia que cabe. É na mão da polícia que cai. E hoje, parceiro, o que era normal ser fomentado porque a violência, como se diz que a violência sempre foi lucrativa, a violência sempre gerou dinheiro, a violência sempre dividiu classes, houve um problema.
Porque a violência agora está dominando as outras classes. Ela está querendo dominar as classes, como aconteceu no México, porra. Hoje, no México, a violência dominou o país. Ah, não, batata. Foram só 23 estados, não foi isso?
23 estados de quantos? São quantos estados, Carlos? Ah, não sei não. Lá, isso aí eu não... São parte, é parte do país. É, mas ali é... Ali é principal, ali... Calisco, Guadalajara, aquela região norte que é fronteiriça com os Estados Unidos, é a região mais afetada. Porque ali tem rotas, tem túneis, tem túnel pra caralho ali.
Túnel tem tatu para tudo quanto é lado. Aquilo ali é um ninho de túnel. É onde eles atravessam a droga ali por terra. E o presidente... As pessoas lá do México falam, né? Os mexicanos alegam que a presidente, né? Que a Cláudia... Chebáu. Chebáu. Chebáu. Não, Chebáu. Chebáu. Chebáu. Chebáu. Chebáu.
Essa Cláudia Chimbal aí, ela alega que ela nunca incentivou o confronto.
Não, ela acha que aquilo pode se autorregular, aquilo ali não tem problema. Enfim, ela sempre... Doutrina ou... Como aconteceu aqui, como parou o confronto, eu falo, crescimento do Comando Vermelho, aconteceu aqui com a DPF 635.
E depois do crescimento do Comando Vermelho com a DPF 635, houve um avanço desordenado para outros estados. Isso é verdade. Quando o Comando Vermelho realmente tomou o Estado da Bahia no fuzil? Quando?
Ele começou a apresentar guerra acentuada ano passado. É. Esse fenômeno aí tem praticamente quatro, cinco anos. Porque, na realidade, quem mandava, quem tinha uma influência muito grande no Ceará era o PCC.
Aí o CV foi lá e tomou. Eles tiveram uma guerra lá entre eles, quando mataram aquele... Como é que é o nome? Aquele que mataram de helicóptero. O que estava vindo de helicóptero, parou o helicóptero no caminho e mataram os dois. Não foi o Lázaro, não. Não.
Foi dois cabeções lá do PCC. Quando esses dois cabeções morreram, porque foram executados pelo comando do PCC, o PCC acabou, porque esses caras mandavam lá no Ceará. E o próprio PCC matou eles.
E quando o Comando Vermelho aproveitou, isso tem sete, oito anos atrás, mais ou menos acho que tem isso, que eles mataram, mataram eles, eles estavam vindo de helicóptero para São Paulo, aí numa fazenda o piloto do helicóptero simulou uma falha, aí pousou, pousou num lugar onde já estava o pessoal esperando para matar os caras.
Mas onde já se viu, cara? Historicamente, quando já se notificou uma guerra de tiro, fuzil, no centro de Salvador? Quando já se viu uma guerra de traficante? Hoje, uma das comunidades mais violentas do Brasil, talvez a mais violenta, é Salvador. Mais do que no Rio de Janeiro. Não, assim, medindo... É, proporcionalmente é mais violenta do que aquilo é o pessoal mais ousado.
do que aqui? até porque tem um governo estadual que leniente há uma leniência muito grande do estado em relação a ele apesar da PM mesmo em si ser operacional existe esse anacronismo lá a PM é operacional mas o estado é leniente ou seja o estado lá, o governador lá eu queria dizer que o governador disse que a culpa a culpa
era do governo federal. Por isso que estava havendo aquelas guerras todas. O governador disse isso, né, cara? Mas o governo federal é deles também. É tudo o mesmo partido. É tudo a mesma filosofia. Se tua casa está suja, você diz que a culpa é de quem, porra?
A polícia é um elemento principalmente estadual. A polícia federal que nós temos são só para crimes federais e tem uma abrangência muito pequena. Todo policiamento ostensivo e forense é feito pelo Estado, através da polícia civil e através da polícia militar.
que as pessoas têm que aprender e entender que polícia militar só tem o nome de militar, por causa de uma doutrina que não tem nada a ver com as Forças Armadas, não tem fórum privilegiado, não tem justiça militar específica, porque tem gente idiota até hoje que acha isso aí, principalmente da esquerda, acha que o cara é PM, PM é julgado pela justiça comum, militar é a estrutura da instituição.
ela não se comunica com as Forças Armadas. Ela se comunica, tanto é que o comandante em chefe da Polícia Militar é o governador de cada estado. Está na figura do governador. Então está nessa estratificação que nós temos aí no Brasil. Porque nós temos um sistema... Eu, por exemplo, sou um cara que defendo a unificação da Polícia Militar com a Polícia Civil.
de uma forma totalmente diferente que as pessoas falam. Todo mundo acha que, exatamente, todo mundo quer transformar o policial militar em policial civil. Eu quero praticamente fazer o oposto, transformar o policial civil em policial militar, mudando a estrutura que hoje existe. Por exemplo, está com quantos anos, Batalha? 50. Está com 50 anos. Começou com quanto?
Na polícia militar? É. Você tem uns 25 anos de polícia, né? Eu tenho 25 anos de polícia. 25 anos de polícia. Você sabe qual era o lugar do Batata agora? O lugar do Batata era a investigação. O Batata é o cara preparado para a investigação. Ele conhece o malandro, ele conhece a rua, ele conhece a ocorrência, mas ele não tem hoje a vitalidade que ele tinha 20 anos atrás.
Então a estrutura deveria isso daí. O apoliciamento ostensivo tem que ser feito por quem tem vigor, quem está no ápice da força física, porque você precisa mais de transpiração do que inspiração. Você está ali, na batalha, ótimo. Então é o seguinte, o que é a coisa melhor que você tem? Depois desse quadro que ele passou 20 anos na rua, ele vem para a investigação. A turma vem para a investigação.
Vem para o bem bom, vem pegar um arzinho condicionado, mas conhecendo tudo da rua. E quem faz a rua é outra pessoa. Não. Aqui, você pega o garotão, você exige dele um diploma de direito e bota o cara com cara de bundão para ser investigador. Porra, ele não sabe nem quem roubou o Drops dele, não sabe nem quem foi que ele fez meia a última vez. E o cara vira investigador de polícia porque deram esse certificado para ele.
O cara não conhece polícia, não conhece porra nenhuma, não conhece nada. Aí você pega um sargentão com 20 anos de polícia que rodou a porra toda, se fudeu, conhece boca ruim, boca boa, já passou por tudo, tomou tiro, caralho. Você pega esse cara, aí você... A melhor coisa que tem nesse momento é o cara... 25 anos de polícia no Rio de Janeiro, tô vivo, deixa eu ir embora. Deixa eu ir embora porque é o jeito. É a hora melhor que você tem pra aproveitar dele.
Você tirar a capacidade que ele tem de conhecer, como eu sempre falei. Ah, está vendo? O policial ali só pegou o cara porque o cara é negro, porque isso, que agora é isso. O Brasil, 80% da população é negra, pelos critérios que eles têm. Então, se você for parar só branco, fodeu, você vai ficar o dia inteiro, não vai parar ninguém. Você tem que parar quem você acha que é suspeito. E quem é que entende mais o suspeito? Cara, o cara que andou 20 anos na rua...
ele só pelo jeito da carruagem ele já sabe o que tem dentro ele pode até estar errado mas bicho, você pega um sueco mulatinho cabelo quadriculadinho um short no meio da bunda o cara já está vindo ele já está quase se uniformizando aí você chega e fala assim, filho, é você mesmo vem aqui, é preconceito porra, preconceito, caralho é visão profissional porra, não é preconceito amor
Bom, deixa eu te explicar uma coisa, irmão. Vou até te ajudar numa parada. Eu acho que você tem que prestar bastante atenção. Sabe por quê, irmão? Porque eu tive que ler nos outros dias aí. Olha, primeiramente, o projeto de lei 422, ele está aí prestes a... Estava tramitando aí para que ele possa mudar a 10.826, que é a lei do porte de arma, né? A lei do desarmamento, o estatuto do desarmamento.
para que o trans, que esteja na identidade, constando na identidade, a sexualidade, trocada na identidade, tenha direito ao porte de arma. E isso aí seja a única condicionante. Só isso? É só isso. Ah, então vou trocar meu nome. Rubinéia. Se você, se você roubou.
Se você tomar um soco na cara agora com o étero, é o 129 natureza leve, está escrito lá, é de três meses a um ano. Agora, se você tomar uma porrada e for trans, ele é equiparado...
ao racismo. Já vai de um a três anos. E é inafiaçável. Imprescritível, porra. Você agora, como trans, existe um projeto de lei também tramitando que o cara, como trans, ele tem cota nas faculdades. Você pode estudar também. Como homem, não. Então,
Você para de se vergar com esse negócio que eu acho que não está sendo seguro ser hétero. Eu estou pensando. Você está me convencendo. Não, não é. Você está me convencendo. De verdade, não é uma questão mais de obrigada. É uma questão de segurança. Não tem teste de farinha, não.
Não, não tem. Ah, então. Não tem, não pode. O que é que é de fazer? Não, porque eu tô dentro, só mudar o nome. O secretário falou pra mim que eu... Que falou assim, Batata, você pode ser... Você sabe que você pode ser gay? Eu falei assim, e eu posso afundar os seus dentes pra dentro. Aí ele falou assim, não, cara. Ninguém violenta? Ninguém violenta? Aí ele falou assim, não, calma aí, deixa eu te explicar. Eu falei, explica, parceiro. Não tá muito maneiro não, mas explica aí. Ele falou assim...
Você sabia que você pode ser... Você sabe o que é transgênero? Eu falei assim, não. É o cara que não se identifica com o próprio gênero. Você pode ser não binário. Porque você pode se identificar nem com um nem com o outro. Ou com gênero qualquer. E pode ser não binário flutuante.
Dá hoje, mas não dá amanhã. Não, que você pode. Você pode já ter sido identificado, pode identificar-se ou não se identificasse, ou se identificasse a qualquer momento na sua vida. Ou seja, você ainda não se identificou, mas amanhã você pode se identificar. Então preste atenção que nesse momento você pode ser um transgênito.
Eu falei, rapaz... Eles vão desmoralizar isso. Eu falei, cara, você... Eu falei, cara, você me deixou gay assim. No português, porra. Na ideia. Falei, miserável. Ele falou assim, cara, você é um transgênero. Não binário. Agora, preste atenção, parceiro. Num documento, você não pode ser um trans.
não binário flutuante? Porque você pode nunca ter se identificado. Entendeu? Agora? Esse negócio de nome não quer dizer nada. Eu estudei com um rapaz que se chamava Sueli. O pai teve coragem de botar o nome do rapaz Sueli. Antigamente tinha essa. Aí Sueli. Aí quando ele fez 20 e poucos anos de idade, ele entrou na justiça e...
Conseguiu trocar o nome. O pessoal, e aí, gente, Sueli mudou de nome. Continuou sendo Sueli, fudeu. Vou querer saber com a Shirley aqui, que é o... Porra! O Shirley. O Leni, também conhecido como Shirley. Diga, diga. O que o pessoal quer saber aí? Ó, tem algumas perguntas aqui. Vamos lá. O Paulo tá perguntando o seguinte.
A desigualdade social causa a principal violência ou é o crime organizado que já se tornou uma estrutura paralela independente da pobreza? Olha só, a não...
punibilidade do Estado a, vamos dizer assim, como o Estado está cada vez mais difícil de mostrar para o cidadão o que é certo e o que é errado leva na figura da pessoa do ser humano chegar para falar assim, aonde eu estou errado aqui? Não sei.
Não sei, eu posso estar certo, não tem problema nenhum não. Ou seja, a banalização do que é errado, do que é crime, leva a essa condição.
leva a essa condição, e a gente vive nisso aqui, ou seja, se você não tiver um caráter forte, se você não tiver uma educação forte, se você não vier de um berço cultural forte, e isso aí eu não estou falando de riqueza, de dinheiro, de nada, estou falando, por exemplo, da mãe dele, que criou ele sozinho, e a irmã, e fez o papel do pai e da mãe, e tem gente que tem pai e mãe, e é uma zona, a casa, então é o seguinte, se você não tiver valores intrínsecos fortes...
você vai acabar realmente, o próprio meio que você está vai levar isso. Mas como eu falei, isso é um projeto, cara. Isso é um projeto de rompimento do tecido social, que quanto mais o tecido social estiver rompido, menos crítico ele é.
O caráter, a gente fala sempre do caráter, né? E a gente vai escutando tantas coisas na nossa vida. Eu já escutei que quando a necessidade bate na sua porta, a dignidade pula pela janela ao mesmo instante. E a gente vai escutando tantas coisas, tantas coisas. É uma coisa difícil agora. A desigualdade social, ela empurra.
Muita coisa. Ela cria matéria-prima, aumenta a matéria-prima. E eu acho que nessa hora a facção se aproveita dessa coisa e materializa aquilo. Ou seja, sem a facção fica uma coisa solta. A violência vai existir. Sempre. A violência vai existir. O crime não tem cultura. O crime não tem cultura.
Cultura não, ele não tem classe social. O crime não tem. O cara pode ter dinheiro pra cacete, mas ele é criminoso também. Agora, a violência, ela tem classe social, parceiro. Porque o cara vai tendo, chega a um ponto que ele é menos violento. Ele é mais intelectual. Então, embaixo, no baixo clero...
fica o crime mais violento, a coisa mais na ponta da faca, mais na ponta do revólver. E aí está o tráfico para aproveitar essa violência toda, essa desinformação, essa falta de cultura, e arrebanhar esse povo para ele e criar esse exército que nós vimos até hoje. A materialização da violência é mais fácil nas camadas mais baixas, porque tem-se muito menos a perder.
Então, efetivamente. Ou seja, você tem um nível de psicopatas na sociedade que é mais ou menos o mesmo. É um percentual. Claro, como pessoas ricas são menos, vai ter menos psicopatas. Mas, percentualmente, são o mesmo número. Só que é a facilidade muito maior se materializar lá embaixo. Lá embaixo, o cara vai para o crime comum, ele vai para a boca de fumo, ele vai para o crime. Lá em cima, o cara, de repente, vira juiz.
passa num concurso e vira juiz. Agora, a psicopatia dos dois é bem parecida. O José Henrique perguntou aqui o seguinte, fronteiras abertas e porosas são hoje o maior gargalo da segurança nacional? Hoje, não. Para a gente, não. Nós não padecemos desse problema de fronteira, até porque as nossas fronteiras são muito difíceis.
Nós não somos a Europa, que as fronteiras são todas elas permeadas de gente. Nós não temos isso daí, não. O problema todo do Brasil não está aí, não. Inclusive, nós somos o país mais violento de todos. Nós somos um perigo para os outros países, não os outros que são para nós. Quem tem que ter cuidado são os outros países. É a maior putaria.
essa porra de fronteira, é a maior putaria inventada nessa história. É, porque nós somos a maior rota de quê, cara? Nós mandamos, nós somos acusados de nós abastecermos a Europa, não é isso? Nós somos a maior rota...
de tráfico que abastece a Europa. E a gente não produz nada disso. Não, e passa tudo por aqui. O cara fala que o bagulho sai lá da América Latina, vem a América do Sul pra voltar lá pra Europa, tá? E faz assim, ó, ó. O que? Porque aqui é mais fácil. Agora deixa eu te fazer uma pergunta. Pra você levar esta porra pra Europa, você tem que atravessar o Atlântico. É isso, meu gênero. Isso, isso, isso, isso.
Pelo amor de Deus. Tem que atravessar esta porra toda. Oceano Atlântico. Você só atravessa de avião ou de navio. Navio. Não é um aviãozinho teco-teco. Não, porra. Tem que ser aquele grandão. Grande pra cacete. Faz assim, ó. Durante um período eram todos da fábrica.
é ele que tá falando essa porra eram todos da Fábio principalmente pra Espanha pra Marbella aí vem o avião grande pra cacete e vai pra Europa porque pra atravessar o oceano e chegar na Europa tem que ser um aviãozão agora vamos pro barco o barquinho teco teco e aí
Ele não consegue atravessar a porra do Atlântico para chegar na Europa. Ele precisa de ser um barcão. Aí ele sai dos portos, porque precisa de escavações para eles se aproximarem dos portos, porque senão eles ficam agarrados.
Quem for viciado e tiver com crise de abstinência, é só ir lá no Porto de Santos e pegar um pouco daquela água e ferver. Não, e... Sabe o que acharam, né? Traço de cocaína na água do Porto de Santos. É, é. Traço alto, alto. De tanto que entra lá.
tanto que entra, que vaza na hora de montar. Isso é de fuder. Existe uma coisa que se chama o seguinte. Se chama... Olha só, olha só. Existe uma coisa. O melhor lugar que tem para traficar cocaína é placa de anodo de sacrifício. Tá?
Placa de anodo de sacrifício. Você, para proteger... Não faça essa porra. Por isso, a vida vai descompensar. Vai prender os caras. Tadinho. Vai prender os caras. O que acontece? Você, para proteger uma superfície metálica, você faz anodo e catodo. Catodo é a base que você tem que proteger. O anodo é uma parte de zinco, normalmente, que você liga...
Você liga ela metallicamente e o que acontece? Aquilo ali vai esfarelando, esfarelando e o catodo não, que é a parte que você quer proteger, ela não esfarela, depois você troca. Então você usa placas daquilo ali, são placas grandes. Cara, você recheia aquilo ali porque a cocaína tem uma grande vantagem, ela tem um alto valor agregado.
Foda deve ser traficar minério de ferro, então barro. É barato pra caralho. Agora é o seguinte, cocaína que tem um alto valor agregado, você bota duas toneladas de cocaína. Eu vou contar uma história aqui, real. Deixa eu trocar o nome de todo mundo, não vou botar o nome de ninguém. Tinha um cara de um certo país da Europa, que era aventureiro, que ele todo ano tinha prazer de vir velejando.
Da Europa para cá. O cara já tinha quase 60 anos, mas era atleta, caramba. Velejava sozinho. Ele vinha para cá e depois ficava um mês aqui no Rio, dois meses, e voltava velejando. Cada vez que ele ia, ele levava 150 quilos de cocaína no veleiro dele. Na boa, na boa, na nice.
Na Nice. Esse cara chegou a ter uma empresa daquela de transporte aéreo aqui no Brasil. O cara trazia o seguinte. Ele me contou a história. Eu vou cunhado dele. Ele falou assim, aquele filho da puta faz é isso. Porra. Tá? Agora eu queria saber uma coisa. Como é que se trafica 39 quilos de cocaína?
Quem foi que deu baculejo naquele quilo de cocaína no avião presidencial? Porque, cara, o cara trafica 40 quilos, 30, 20, 50, agora 39! Elas terão 39 pacotes de 1 quilo. Alguém cheirou! Alguém cheirou! Ah, essa aqui é minha, me desculpa! Será que desculpa essa porra? Porque negozou uma cara. Porra, cara, o... Aí é o seguinte, se não tiver as coletas, eu vou aguentar. Aí o cara... Não, cara!
A polícia prendeu lá. Vira, meu irmão. Um quilito para cá. A polícia da Espanha apreende 39 quilos de cocaína. 39 pacotes de um quilo.
A métrica não fecha, cara. Não tem porquê. Não tem porquê. Era um pacote de um quilo. Exatamente. Fala assim, esse aqui eu vou levar pra teste. E como é que o cara descobre uma porra do troço? Edu Raja. Num avião. O cara era de cerimonial. Aí tentaram botar a culpa no Bolsonaro. A culpa não é do Bolsonaro. A culpa não é do Dilma, não é nada. Porque ele era um esquema que já tinha ali, pô. Cara, pelo amor de Deus.
Tem coisas que eu fico me deixando puto, vou te explicar por quê. Quem entra na... É igual o volto da carta. O cara falou assim, olha, Batata, não tem como. Porque eu falei assim, cara, não pode o Márcio Bebe, não pode o Marcola comandar a facção. Ele falou assim, não, Batata, não tem como. Por quê? Por que que não tem como? Porque os advogados levam as mensagens.
E aí não tem como. Eu falei, cara, você já descobriu que é os advogados, porra. Você já descobriu que é eles, caralho. Meu Deus, será que é só eu que sou estúpido? Quando o Fernandinho Iberamar fez aquela rebelião, matou o Orlando, o Orlando não, ele matou... E aí
Outro, o que matou o Orlando Fernandes Iberabá Naquela rebelião que ele matou Foi o E, ele matou o E O E que tinha matado o Orlando jogador Aí ele matou O Matou o Ele matou o E
Queimado na cadeia É, exatamente Aquela que o garotinho deixou rolar solto Não, eu não sei 48 horas cercando lá E o pessoal do BOP pedindo pra entrar E o governador não deixando Até que O Fernando O Fernandinho Beramar Matou o E Aquilo ali foi uma virada Foi uma virada do caralho Ali naquele negócio Não foi só o E, né E aí
Na época, o importante ali que morreu queimado foi o E. É, foi o E, que era o caprichão. Era o cara, era o 01 do terceiro comando preso. Isso. O que eu quero dizer, cara, é que existem coisas que são tão óbvias. Todo mundo fala da porta... Aonde sai? No Porto de Santos, a cocaína sai por onde? Se tu falar do casco do navio, eu vou jogar um negócio em você.
Era um dos containers No casco do navio E o bagulho que boia Ele joga um negócio na água Vai boiando e os caras Joga pra dentro do navio Porque o navio não encosta Às vezes Vem cá cara Será que Será que essa porra É segredo Será que só a gente sabe desta merda Claro que é só a gente
Tu não vai publicar essa porra? Claro que é só... Não, não. Está só entre nós. Só entre a gente. Nunca se ligaram. Agora vão se ligar. Agora um monte de gente vendo. Como é que ele vai chegar na Europa? Só tem pelo navio. E só tem pelo avião. Não é qualquer lugar que posa aqueles gavinhos.
O Teco Teco não dá pra atravessar o Atlântico? Não dá. Né? Porque não dá... O cara cuja informação que eu tenho, o cara não consegue nem a quantidade de combustível pra atravessar. Eu não sei, tá, gente? Eu preste atenção, eu não entendo porra nenhuma de aviação. Tem um cara aí que é especialista em transferência de voo. Mas é o avião só, tá?
Mas é só o aviãozão. É só o aviãozão. Então vamos lá, voltando aqui na parada. Então, se só o aviãozão, o aviãozão... Agora, aí o que eu falo? Os Estados Unidos dizem o seguinte. Qualquer aeronave que estiver voando no espaço aqui das Américas...
tem que me informar. Se eu estiver falando besteira, se eu me corrija, tá? Ó, por favor, tá aqui o professor aqui, ele vai ajudar, se eu fizer, falando merda, é pra isso que ele tá aqui. Mas vamos voltar aqui. Que qualquer aeronave que levanta voo, tem que informar, que se não informar, eles vão desligar o GPS, vão desligar a porra toda, e o cara vai ficar voando a deriva e vai se ferrar.
Ou seja, até os voos comerciais. Ou seja, na minha concepção, se os Estados Unidos conseguem identificar uma aeronave voando aqui no Brasil, não é possível que a gente não saiba nem na nossa... A nossa via aeronave vai sair daqui para a Europa e a gente não consegue. Não consegue rastrear a filela. Não consegue. Porra, filela.
Porra, Vinella! Consegue. Aí é foda. Mas você me diz, é verdade essa parada? Não, do GPS não. Do GPS é mentira, não pode desligar o GPS. Se você desligar o GPS, você assume outro...
Outro negócio é tudo automático agora. O GLONASS, o GPS, o europeu, agora tem um japonês também, tem um chinês, tem um indiano. São vários negócios. Hoje, se você desligar o GPS, teu sistema continua funcionando. Mas eles têm um monitoramento do espaço aéreo. O que acontece é o seguinte. Hoje, por exemplo, países desenvolvidos... É...
como os Estados Unidos, como a China, como a Rússia, que eles têm satélites espiões pra caralho, têm satélites de monitoramento o tempo inteiro, eles conseguem mapear tudo que voa numa região, mais ou menos. Agora, o que ocorre é que todo voo regular é obrigado a usar o transponder. Quando ele desliga o transponder, ele está desligando o transponder por algum motivo.
Desligar o transponder significa você apagar a aeronave do sistema navigator normal, que você tem acesso aqui, que eu tenho no telefone aqui, desde qualquer hora. Tem o marítimo e tem o aéreo. Mas é o seguinte, o que acontece? Quando você desliga o transponder, você está desligando por algum motivo. Ou a aeronave está voando sem transponder. E outra coisa, você tem os pontos de foco.
Você não tem voo vindo da Patagônia para o Rio de Janeiro trazendo cocaína. Não faz sentido.
vindo do Chile, não faz sentido. Então você não precisa nem monitorar aquilo. Para, para, para, Rubão. Não, não, não facilita, tem que olhar todos. Aí tu vai ferrar os caras. A lei do menor esforço continua valendo. Tu vai facilitar, porra. Tem muito, tem muito, o caminho sempre é Bolívia, nem Paraguai. Paraguai é maconha.
Paraguai é maconha só. É o seguinte, maconha vem em caminhão normal, tranquilo, no meio da carga. Não facilita, Rubão. Porra! Eles vão acabar pegando. Polícia Federal hoje só se preocupa vindo do Paraguai com dizer partida. Com mais nada. Puta que... Eles vão acabar pegando, Rubão. Aí é o seguinte, dos outros lados, vem principalmente da Colômbia, vem do Peru.
porque é do Equador também, e vem da Bolívia as rotas dos aviões que voam normalmente baixo. Nós temos a lei do abate. Aqui, está valendo a lei do abate. O problema é que a FAB não tem combustível para botar nos aviões. É, mas será que não foi uma estratégia das Forças Armadas não ter combustível justamente...
No combate ao narcotráfico também? Não sei, não sei. Eu sei que no exercício de 2025, seis meses, os últimos seis meses, foi liberado porque as aeronaves não tinham combustível para voar.
Deixa eu aproveitar o seu conhecimento, porque eu estou com uma curiosidade muito grande e a gente há muito tempo não nos falamos. E eu vou abusar um pouquinho do seu conhecimento.
E já que você entrou nesse assunto, rapaz, eu cada dia que passa, eu fico mais espantado com as guerras explodidas para o mundo. Cada dia que passa, ao meu ver, de leigo, tá, gente? Deixa eu ser bem claro. Mas eu vejo a proximidade de uma terceira guerra mundial, esse desentendimento constante, ou até mesmo entendimento, né? Parece que o Putin e o...
e o Trump, uma hora ele briga, outra dia não são abrigos, eles são amigos, não são inimigos, mas a Europa fica naquela sacanagem, uma hora se prepara, uma hora eles estão se armando o tempo todo, todo mundo se movimentando, e o Brasil aqui, a gente analisando, olhando, reclamando que prenderam o cara, o cara entra lá no país, pega o...
Pega o Maduro, leva para ser julgado lá nos Estados Unidos, embora eu acho que o Maduro é um animal, é um monstro mesmo. O povo não tinha outro jeito, eles estavam comendo merda quase. Então não tinha outro jeito. O Maduro tinha passado por todas as atividades. Então se não vem um cara de fora...
E pega o Maduro, ele não ia ser pego, ia continuar naquela porra ali o tempo todo. Mas em tudo bem, não quero discutir isso, eu quero chegar até o Brasil. A gente vendo o mundo se preparando. E a gente aqui com capacidade, a gente atacar os nossos inimigos somente com catapulta? Não, a gente tem outras armas. Fala, por favor. Bucetão de 10.
Não tem como ganhar dessa. É isso aí, bicho. Ninguém tem isso. O Lene conhece bem. Não me comprometo. Essa hora daqui ali na Vila Mimosa é 20 minutos. É. Dá menos que você vai conversar. A impressão que está... É porque é bem menos. Vai por aí. Vai, é.
O Luan perguntou aqui o seguinte, se na opinião de vocês, o policial está preparado psicologicamente para o tipo de confronto que ele enfrenta na rua hoje. Tá, tá, normalmente policial militar sim, policial civil não.
O policial civil não, porque hoje a formação que existe do policial civil é praticamente empírica. Hoje estão exigindo que ele fale inglês, fale japonês, que ele tenha bons modos, que ele seja antifascista, que ele tenha uma série de coisas, que ele seja socialmente, ecologicamente perfeito. E principalmente que você chegue lá para fazer uma ocorrência e ele te trate como réu. E falar assim, porra, não é aqui não, você tem certeza que é isso mesmo?
Porra, é assim, o atendimento que existe nas delegacias do Rio de Janeiro hoje são uma merda. Eu falo porque eu sou uma pessoa comum e falo mesmo. É uma merda, era muito bom, virou uma bosta esse tal de delegacia legal com um bando de policial que não quer trabalhar.
A polícia civil hoje, porque a polícia civil que quer trabalhar de verdade, está nos grupos especiais como a Core. Lamentavelmente, a polícia civil hoje... Por que eu falei que se hoje eu pegava a polícia civil e jogava dentro do batalhão? Porque o atendimento é péssimo. O atendimento ao público é péssimo. Eu tenho várias passagens, meu advogado mesmo, com várias passagens de dar esporro no usuário que chega lá.
Aí você chega lá para fazer uma denúncia. Você tem certeza disso mesmo? O cara começa a te inquirir de uma forma que você começa a se achar o réu. Mas você tem prova disso mesmo? Não, como é que você quer registrar isso? Meu advogado, doutor Rogério, chegou lá, um cliente dele, um senhor, foi lá apresentar uma queixa lá. O cara não quis registrar. Ele falou assim, você vai lá registrar de novo lá.
Aí ele foi, mas eu vou com você. Só que o doutor Rogério veio atrás. Afastou assim, deixou. Quando chegou no balcão, o policial, porra, o senhor de novo aqui, caralho? O Rogério, repete. O que foi? Como é que você está tratando o cara? O cara é meu cliente. Não, doutor, não, não, quero falar com o delegado.
Quero falar com o delegado. Mas, lamentavelmente, isso é um padrão. Está virando um padrão. Essa nova polícia civil que está aí na rua está acontecendo isso. É lamentável. Você chega lá, o cara não quer trabalhar, não quer registrar ocorrência, não quer fazer porra nenhuma, não quer atender bem o público. Você pega, às vezes, um mascascudo, caralho, o cara atende bem, caralho. Mas virou uma política. Policial civil está muito preocupado hoje em ser antifascista.
O que acontece? Eu, no último ano, nós fizemos um podcast e a gente falou exatamente isso, cara, que talvez respondia muito bem a sua questão. Hoje os moldes sociais, eles tendem a criar um policial menos combatente. Esse negócio do policial casca grossa, aquela coisa do policial mais combatente, mais aguerrido.
Você tende a criar um formato, quem falou muito bem disso foi até o nosso amigo Nantes, o cara tende a criar um formato de policial mais social, mais socializado, só que está havendo um contrassenso, porque esse policial é direcionado a uma cultura social maior, a uma violência menor.
E a gente está entrando no contracenso. A nossa cultura, cada dia que passa, ela está menor. E a violência subindo de maneira assustadora. Os confrontos balísticos, que eram para ser diminuídos, e você ter uma polícia mais socializadora, pelo contrário, meu amigo...
Os confrontos balistas têm a aumentar, aumentar, aumentar nos estados, em todos os estados que não havia. Os outros estados, tanto os estados que foram falados aqui, seja Alagoas, Pernambuco, Ceará, não eram locais que havia notificações de confronto entre facções. Isso não existia, porra.
Hoje, facções travam guerras bem comparadas ao Rio. Eu não posso dizer para vocês que são iguais, porque a quantidade de armamento ainda é menor. Embora o índice de violência, hoje, numeros, numeros de maneira que... A gente tem umas guerras aí desses números, tá? A forma que é colhido os números.
apresente o índice maior de violência, mas não era, ninguém sabia disso, não existia, não tinha guerra de tiro, não tinha fuzil. Então a gente tem que ter mais policiais o quê? Mais policiais raízes, mais policiais aguerridos, mais caras... Aí não, você cria um cara mais polido. Esse cara polido não é o cara que você tem que...
Então, realmente, realmente, não é o policial, não. É a forma vista socialmente, como a sociedade quer o polícia e como o polícia tem que ser. Manda, Shirley. É o seguinte, o Lucas perguntou o seguinte aqui. Se nada mudar estruturalmente, como estará a segurança pública brasileira em 10 anos?
Caótica. Já beira o caos, até porque existe uma juristocracia nacional feita pelo Legislativo e incentivada pelo Judiciário, que leva à banalização do crime, começando por essa figura aí da audiência de custódia.
onde você parte da prerrogativa de que o cara, antes de que seja feito processo legal, o cara tenha a chance de ser liberado pela justiça, pelo judiciário, preventivamente.
Só serve para fazer uma liberação preventiva, o que tem acontecido via de regra. E depois vai ver, o cara é culpado para caralho, tem problema para cacete, mas você botou mais essa ferramenta na mão do judiciário. Como eu falei, quando um policial prende um bandido, hoje até ver a audiência de custódia, está no ar. Tem casos e mais casos aí do tratamento VIP, que o cara foi pego com 40 quilos de cocaína lá em...
lá no Paraná, e a juíza perguntando se ele foi violentado, se ele sofreu com alguma coisa. Porra, é o seguinte, se eu sou juiz, e o cara fala assim, porra, você não tomou um couro? Não, não, então chama os PM para dar um couro nele aqui agora, que o filho da puta que está carregando 40 quilos de cocaína merece tomar um couro no mínimo.
Mas o que acontece? Tem toda essa audiência de custódia, aquele negócio está frio, está quente, está isso, está aquilo, quer um cafezinho, quer uma água, porra, pelo amor de Deus, polícia é polícia e bandido é bandido. Acabou. Acabou, acabou. É o básico de tudo. É, eu acho que... Eu queria responder isso aí, é o seguinte, é triste falar isso, tá? É triste.
mas pelo aparelhamento que o crime organizado vem se formando nesses últimos anos, a forma de comportamento que o crime organizado vem tomando. Hoje, há exemplos até em outros países, como aconteceu no México. Se você quer tomar o México como exemplo,
Use-o. Nós seremos um novo México, mas assim em frações de segundos, porque tudo que o México tem, nós já temos. Nós já temos as facções extremamente fortes, aparelhadas.
elas infiltradas em todos os órgãos públicos, fazendo uso desse poder constantemente. E isso eu acho que não chega a dez anos. Se não se tomar nenhuma providência, não chega a dez anos, nós sofremos um golpe.
do narcotráfico, com posicionamento de estrutura estatal, como aconteceu em Colômbia, hoje no México e assim em outros países, onde o tráfico tomou parte do Estado, do país, mostrando força de exército, mostrando força, peitando necessariamente a nação como um todo.
Aqui foi. Senhores, sobre México, vocês querem falar alguma coisa, comparar com o Brasil? O que está acontecendo lá? Cara, o que está acontecendo lá é um quadro de um país também que vive uma instabilidade legislativa, judiciária, onde o conjunto de normas e leis que tem dentro da sociedade praticamente protegem o crime.
dão condições para o crime e a leniência como o Estado atua diretamente contra grupos armados dentro do país formado de um exército paralelo. Ou seja, você precisa fazer uma ação visando primeiramente o quadro de inteligência. Qualquer guerra para ter sucesso, primeiro você tem que vir com a inteligência. Então você realmente poderia fazer como essa Chibau fez, ficar...
Dois anos sem fazer nada. Mas o dois anos sem fazer nada é com levantamento de tudo. Porque quando você bota o bloco na rua, você vai eliminar o ponto de energia que é o cara com o fuzil na mão. Esse é um ponto de energia. Esse é um ponto de energia. Ele é criminoso. Por que é que você, em Brasília, você não entra de fuzil na mão dando tiro, como a esquerdinha fala?
Porque o criminoso que está em Brasília, ele tem um modus operandi diferente. Você não vai na Barra da Tijuca dar tiro em empresário do narcotráfico, porque o modus operandi dele na Barra da Tijuca é diferente.
Porque as pessoas têm essa mania, canalice, a esquerdinha brasileira tem esse costume de dizer por que a polícia que entra atirando na favela não entra atirando dentro do conjunto da barra? Porque o modo operante é diferente, o ataque é diferente, o crime, o formato do crime é diferente e você tem que atuar com inteligência. Efetivamente, o cara que está com um fuzil numa esquina de uma escola pública onde todo mundo está desamparado, ele é um ponto de energia potencial. Ele tem que ser...
neutralizado. Não existe no âmbito militar e policial a palavra execução. Existe neutralização. Se a neutralização vir conseguinte com a morte do cidadão, nada a ver. Pode morrer, não tem problema.
você vai neutralizar aquele ponto. Ali é um ponto de energia. Do outro lado, você tem o administrativo. Você tem quem distribui. Quando você pega a rede inteira, quando você dá um pulo do gato, você pega todo mundo ao mesmo tempo. Porque sabe o que acontece? O daqui operacional tomou um baque, perdeu, vamos dizer, 100 homens aqui numa tarde. Aí é o seguinte, ele vai socorrer aqui para a logística. A logística não tem, porque você já prendeu a logística também.
E a logística vai vir para a administração para pedir meios e quando chega aqui está todo mundo preso também. Então é uma operação de inteligência. Você vai fazer uma operação estratégica de inteligência e é onde você tem todos os fatores isolados. Você não vai precisar entrar com um fuzil e dar tiro num cara que é um empresário do tráfico, que nunca usou um 38 na vida, nunca usou um canivete.
Você necessariamente vai ter que atuar em cima dele da forma que você tem que atuar. Você não tem que fazer a vontade do cara que chega para você e diz, ah, o policial entra, para esse pessoal eu faço uma coisa, eu faço um convite para vocês, faz uma coisinha para mim. Se fantasia de PM, eu vou te soltar dentro de uma comunidade, três horas da manhã e te espero cá embaixo.
Dá para você ver como é que a vida é boa, porque o policial ainda vai fantasiado de alvo. Porque o bandido todo é trabalhador. Tomou um tiro é trabalhador, tomou uma porrada é trabalhador, todo mundo é trabalhador. Todo mundo. Agora, o policial não, o policial vai fantasiado de alvo. O policial muitas vezes vai numa situação em que ele tem um décimo de segundo entre decidir se vai morrer ou se vai continuar vivo.
Aí o cara, ah, porque o cara se excedeu, se excedeu, não. Ele está num campo minado, ele está numa porra de um lugar que não existe mínima de garantia de trabalho para ele. Ele está ali exposto. Quem tinha que estar ali eram as Forças Armadas, não é a polícia. Polícia é para policiamento ostensivo. Quem sobe morro atrás de traficante armado até os dentes é o Exército. É um trabalho das Forças Armadas, porque aquilo ali é um grupo armado.
Pode ser em associação com a polícia, sim, mas a polícia está para o policiamento ostensivo preventivo.
O que a polícia no Rio de Janeiro faz é uma coisa insana. Não existe parâmetro no mundo. Esse trabalho não é de polícia. O cara acha que quem tem que subir morro e trocar tiro com bandido é a polícia. E não é. Isso daí é função das forças armadas, forças especiais. O policial no Brasil... Ah, enxuga gelo. Ainda bem que enxuga gelo, que senão tu morria afogado, porra.
Eles estão enxugando gelo. Sem o gelo enxugado, fodeu. Se está ruim enxugando gelo, imagina isso. E a vida da gente é enxugar gelo. Você acorda enxugando gelo. Você vai almoçar enxugando gelo. Você dorme à tarde enxugando gelo. Você acorda de noite enxugando gelo. A vida é enxugar gelo. Quando você não está enxugando gelo, você está enxugando a sua bunda que está suja. Porra. A vida é assim. Pronto. É. Eu acho essa é a comparação com...
com o México, com o Brasil, né? Primeiro item bem colocado aí pelo Rubom. É uma coisa bem lógica, né, irmão? É uma merda você pegar um policial, colocar ele para guerrear, que é uma questão máxima, e você pega o teu guerreiro, porra, como se você fosse um videogame. Quando você bota o teu guerreiro num videogame, bota ele à frente da guerra,
Você usa toda a tua força máxima que você tem no jogo, tua energia, e bota naquele guerreiro. Então você quer dar a maior proteção a ele e a maior força a ele, né? Só que aqui na vida real não é assim. Você tira toda a força dele, toda a energia, e quer aquele guerreiro para você. É óbvio que isso não vai acontecer com sucesso, tá? Óbvio.
Agora, o que me preocupa mais, eu não sei se eu me fiz entender nas outras vezes que eu expliquei aqui, é que hoje nós temos facções tão aparelhadas como a do México. E o México nunca se tirou uma fotografia de uma viatura de porra nenhuma.
É agora que se está noticiando que o México tem helicóptero. Que o México, o cara usa a vestimenta que custa 100 não sei quantos dólares. Ninguém falava esta porra. Ou seja, o tráfico existia, ou melhor dizer, ele fingia não existir.
E o governo fingia não enxergar o tamanho daquele tráfico. Será que isso pode estar acontecendo aqui? Será que hoje pode aparecer as viaturas pintadas, de repente, aqui também?
Porque nós temos grande parte territorial no Amazonas que não consegue ser mais patrulhada por nós, porque estão infestadas de narcotraficantes, empesteadas de gente de outros países.
colhendo tudo, minérios, tem gente lá tirando ouro, que não são nem daqui do Brasil, porra, e defendendo a questão da porra do troço, de fuzil pendurado no pescoço. Isso existe hoje. É o Brasil. O Brasil tem 800 mil ONGs. 100 mil ONGs.
108 mil ONGs na Amazônia e nenhuma no Cariri. Lá no interior do Ceará, lá no interior, lá não tem nada, não tem uma ONG. Lá no interior da Bahia, lá não tem uma ONG, mas na Amazônia tem mais de 100 mil. 100 mil ONGs. Todo mundo preocupado em salvar a diversidade. É o que eu estou te falando, não faz sentido.
hoje uma facção chegar e dar uma ordem cara, você não sabe como isso é preocupante uma ordem no Ceará vocês não vão brigar mais e eles são respeitados milhões de pessoas, sei lá, mil pessoas respeitaram a ordem de uma facção então se eu disser pra todo mundo ficar dentro de casa e ter uma olhada
É isso que é o meu temor. Não, porque vão gravar você e vão te denunciar ao Ministério Público. Olha só, o Batata mandou a gente ficar em casa. Não, não, não, não, eu tô falando se a facção mandar. Não, a facção sim. O que eu tô te explicando é isso, Rubão. Até onde vai a força? Até onde vai o poder? Hoje, tá mensurado que tamanho, porra. Quando você desestrutura o Estado, acontece isso.
O monopólio da violência em uma sociedade é do Estado e é usado em última análise, em último ponto. É para não ser usado. Mas, quando descamba para a violência, é o Estado que tem que praticar essa violência. Então, a escolha é do cliente, é do freguês. Se você tem uma facção criminosa...
que se auto-intitula postulante ao poder de polícia do Estado, você tem que encarar ela da forma como ela tem que ser encarada. Você não pode acontecer o que acontece no Brasil, onde o policial enfrenta militarmente um bandido com arma de guerra, onde o direito civil do bandido é preservado como cidadão.
quando na realidade, na realidade, ele é um elemento estranho à sociedade. Ele não é um bandido, ele é uma força opressora externa à sociedade, mesmo vindo dela. Ou seja, você criou um novo conceito para conceitualizar terrorismo sem chamá-lo de terrorista.
Ela é uma força antagônica vindo desse próprio Estado, só que em posição contrária ao mesmo. Então você vai ter que usar o monopólio da violência que o Estado te dá, a procuração que nós cidadãos damos ao Estado para isso, para que pratique isso daí, para que cesse. É isso aí que tem que ser feito. Ou seja, traduzindo, bandido de fuzil na mão é vala.
Acabou. Preferia ser eliminado. Acabou. Eu sou a favor dos drones. Um drone fiscal, um drone fiscal judicial para filmagem e outro drone. A partir do momento em que eu estou patrulhando a favela, eu encontro um cidadão com um 762 atravessado.
Eu não preciso de autorização de nada, porque ele é um ponto de energia para eu meter um drone explosivo em cima dele e dividir ele em... Minto. Minto. Neutralizar o ponto de energia. Se vir a óbito...
às vezes ele resiste 400 gramas de explosivos então é o seguinte você pode explodir ele mas como é que você vai conseguir explodir ele? tranquilamente não é alvo isolado olha só, vale o escrito a partir do momento que alguém escreve o que os caras fizeram lá no Ceará? não vale o escrito? você vai ali agora e você fala que você está arrependido e vai esse negócio, então é o seguinte a partir do momento, está passando em patrulha e aí
cara lá com fuzil atravessado.
Você estaciona o drone aqui, o drone judicial, jurídico, que vai servir de prova. O outro drone vai lá, acerta ele no meio, explode, abre um buraco aqui desse tamanho, ele cai morto, o outro chega e fala assim, acabei de neutralizar. Sabe o que vai acontecer? Você sabe o que vai acontecer? É o local que ele é atingido. Tudo bem, mas é o seguinte, você usa uma arma explosiva, tipo munição. Aí é o seguinte, sabe o que vai acontecer?
na semana seguinte, a hora que fizer 20 desse, ninguém vai mais querer usar um fuzil na mão sabendo que pode ser atingido por um drone. Olha só, você está vendo... Verdade, pô. Vai servir a lei igual respeitar o CV, dizendo o seguinte, porque era para o Estado dizer assim, olha, não briga mais porque eu não quero que brigue. Isso. E aí...
Eles não iam brigar mais e acabou. Ponto final. Vamos respeitar o cara. Não, parceiro. É uma balbuja do cacete. Eles morrem de rir. Ah, porra. A hora que o cara saber que andar de fuzil é uma pena de morte, ele não vai querer andar. Não, não, não. Fuzil dá para ele ali. Ninguém mais vai querer ficar ostentando. Verdade.
senhores, nós obrigado demais pelo palco opa, sempre aí redes sociais, batata batata da Márcio sem taca fogo lá no Instagram bastante material pra galera se puder, segue a gente que arroba batata da Márcio 50 quilos 50 quilos o que é que pariu geoforça
Geoforça todo dia tratando de geopolítica e também das mazelas nacionais, que ninguém é de ferro, né? A gente tem que tratar um pouco. Está tudo conectado também. Está tudo conectado, está tudo apodrecido. Inclusive, me fizeram uma pergunta outro dia, falando assim, o que é justiça? Eu falei, porra, o que é justiça? Legal, uma pergunta bacana, né? O que é justiça?
Cara, justiça é o seguinte, alguém criou a nossa sociedade, criou a nossa sociedade, nós somos sócios, nós não assinamos nenhum contrato, mas nós temos um contrato no meio dessa sociedade, a gente aceitou ela, a gente foi à escola, a gente nasceu, a gente cresceu no meio dela e a gente vive no meio dessa sociedade, nós temos um contrato não escrito. Justiça.
É a forma como esse Estado fez para mitigar algum problema que ocorreu. A justiça, antes de tudo, por mais puritano que você queira pensar, justiça é vingança. Justiça, basicamente, é vingança. A primeira coisa que a justiça tem que te dar é vingança.
Você, em algum lugar, tem a lei de italiano. Você não vai recuperar. Você não vai acontecer. O bom é que não aconteça. A sociedade reza e preza para que não aconteça. Agora, a partir do momento que aconteceu, o cara chegou e tirou a vida do meu filho. O que eu vou fazer? Meu filho não vai voltar. Isso é o purista que fala. Ótimo. Mas agora, não porque o cara não vai preso. Meu amigo, o cara não vai preso para ser recuperado, não.
O cara vai preso para ser punido. O cara vai ficar 30 anos lá para ser punido. É o mais próximo que você pode achar de compensação por alguma coisa com o mal que você fez. Porque o mal que ele fez mesmo, não tem justiça no mundo que te coloque. Justiça é uma ferramenta mitigatória para te ressarcir de alguma coisa, de algum dano que te fizeram perdido e vingança.
você faz justiça, é feio falar que todo mundo quer ser bonito, todo mundo quer ser cheiroso, ninguém quer peidar na festa, todo mundo quer ser cheiroso todo mundo quer ter uma palavra bonita e filosofar, não é filosofar não a justiça é a parte que a sociedade te dá de provar para os outros membros, para ninguém cair em descaso, que o grande problema da sociedade é o descaso, cair em descaso e falar assim, está vendo, aconteceu não deu em nada, então eu vou fazer também, não, você vai ser punido
você vai ser punido a punição justiça, o mais próximo que você vai achar de justiça é isso se você acha que justiça é aquele conceito belo, bonito é um poema maravilhoso, você está completamente errado a justiça é isso daí e a lei de Italião, inclusive a lei de Italião é muito mal interpretada, todo mundo acha que a lei de Italião é alguma coisa assim, violenta não, a lei de Italião é extremamente justa
Porque ela diz que se você perder um braço, o cara vai tirar um braço seu. Não vai tirar dois, não. Porque aí é injustiça. Você tirou um braço, você tirou um braço. Se você tirou uma vida, você perde uma vida. Se você tiver duas, tudo bem, você ficou com uma. Se você tiver uma só, você se deu mal. Foi um momento errado. A lei de Italião é a retaliação na mesma proporção e tamanho. A lei de Italião é excelente. Eu gosto muito.
Obrigado demais, obrigado Shirley. O que você tem que falar agora, Shirley? É o seguinte, agradecer a todos que estiveram com a gente aqui, deixe seu like, se inscreva no canal, torne-se membro aí para ajudar a gente a chegar aos 6 milhões. E aí, para provar que você chega...
Você de casa, prova, escrevendo nos comentários que ouvi o podcast inteiro, que esteve aqui com a gente. Escreve aí, maior multinacional. Que susto, achei que você ia falar bucetaço. Como que é? Buceta de 10. Obrigado, Ney. Salvei, né? Fica, escreve. Escreve aí, maior multinacional. Maior multinacional. Valeu, cadê minha câmera aqui, ó? Fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau e que bom que vocês vieram. Valeu.
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