Episódios de Inteligência Ltda.

1806 - FLÁVIO BOLSONARO - Inteligência Ltda.

07 de abril de 20262h
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FLÁVIO BOLSONARO é senador. Ele vai bater um papo sobre sua história na política, a presidência de seu pai, polêmicas, tretas e o futuro do Brasil. Já o Vilela é uma pessoa que tem muito mais passado do que futuro.

Participantes neste episódio2
R

Rodrigo Cáceres

HostHumorista
F

Flávio Bolsonaro

ConvidadoPolítico
Assuntos5
  • BolsonaroHistória política de Flávio · Expectativas para a presidência · Relação com o pai
  • Dívida Pública BrasilCorrupção e Lava Jato · Violência e segurança pública · Relação com o PT
  • PL antifacção legislação segurançaEndurecimento da legislação penal · Milícias e crime organizado
  • Relações InternacionaisParceria com os Estados Unidos · Relação com a China
  • Desenvolvimento ProfissionalInvestimento em tecnologia · Formação de mão de obra
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Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Velera, estou começando mais um Inteligência Limitada, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do anfitrião que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais política, mais politizada do que a minha e do que a sua. É verdade, sempre, né? Está totalmente por fora da política. Quando eu pergunto para você... É, eu estou bastante por fora.

Quem é o ministro da Seleção Brasileira? Snoop Dogg Dogs? Nem existe. Ministro da Seleção Brasileira, cara? Não existe. Jurava que era um Snoop. O Corinthians acabou de contratar o Diniz, cara. O que eu faço, velho? É verdade, cara. É verdade. Meus sonhos estão... Posso começar a falar já? Porque eu sou vascaíno, né? E aí, me fala, cara. Dedemos o Diniz para vocês. Devo me preocupar? Não, não. O Diniz é um bom técnico. É só ter um elenco ali que ele consiga encaixar. Vai dar certo. Vai dar certo. Ah, que medo.

O Leni, hoje estamos dando largada para os programas especiais da corrida presidencial desse ano, assim como as de prefeitura que a gente fez.

Definimos a eleição de prefeito aqui. Foi verdade, verdade. Aqui nesse programa, alguém não foi para o segundo turno por causa desse programa. Exatamente. Então, Flávio tem que prestar muita atenção e está aqui por causa disso, porque somos o maior podcast hoje em dia. Exatamente. Em views e relevância. Ganhamos os prêmios, então os candidatos todos vão passar por aqui. Flávio está aqui hoje. Sem acessão. A assessoria do Lula já está em contato com a Andrea. Aí. Renan. Também.

O Augusto Cury, ele veio aqui como convidado, mas ele anunciou aqui a pré-candidatura à presidência e todos vão passar por aqui, certo? Certíssimo. Eu espero fazer que nem a gente fez na corrida para a prefeitura, que a gente faça duas rodadas. Exato. Uma com entrevistas normais, mais leves, não que a gente não pergunte.

que tem que perguntar, mas a segunda com Sabatina, e aí participação de jornalistas e os caras mandam um vídeo, como a gente fez aqui na primeira vez certo? Exatamente, bem recheado então você que tá em casa vai participar bem ativamente, como o Leine, eles podem mandar pergunta, certo? Hoje, se você não deu seu like ainda, você tá vacilando

Então já deixa o seu like logo de primeira, se inscreve no canal, aproveita e já se torna membro, porque nós temos conteúdos exclusivos para os membros aí, né? Para você acompanhar. E aí você pode mandar a sua pergunta ou o seu comentário através de um super chat. Ó, falei certo hoje, hein?

Talvez no superchat. E é isso. Aproveita e já manda o link dessa... Já compartilha com todo mundo, certo? Manda pra todo mundo aí que você conhece. Porque a gente sabe que quando vem candidato aqui, tem o pessoal que gosta e tem os haters. Exato. O pessoal odeia, mas tá aqui. É. Nem Jesus agradou a todos, né? Nem Jesus agradou a todos. Exatamente. Tá comparando o Flávio a Jesus, é isso? Não, não, não. É que foi o que veio na minha cabeça. Ah, Lê. Sou filho dele. Exato.

Então já manda a sua pergunta. E antes de falar com o Flávio, eu quero falar com você, Terracio. Aguenta um pouquinho aí que eu quero te mostrar uma ferramenta que pode facilitar muito a vida de quem está de olho em concurso. Porque muita gente trava logo no começo sem saber qual concurso vale a pena acompanhar. Você abre um site, depois outro, depois mais um, vê notícia solta, edital espalhado, um monte de informação desconexa, né, Helene? Exato. Aí começam as dúvidas.

Ai, quantas vagas tem? Qual o salário? Até quando vai inscrição? Essa é a voz do pessoal fazendo as perguntas pra gente. No fim, o que era só pra ajudar acaba deixando a busca mais cansativa. Agora, olha isso daqui. Tá na tela? Tá na tela. Põe na tela pra gente. Olha lá, ó. Cadê o mapa? Esse é o radar do Estratégia. Na prática, ele funciona como um mapa dos concursos. Então, por exemplo, se você é de São Paulo, você quer saber mais dos concursos que estão rolando no Estado.

Quantas vagas cada um tem, qual o salário, até quando vão as inscrições, não é? Mais ou menos.

isso, né? É isso aí, é. Agora, você pode bater o olho aqui e já entende melhor o cenário. Em vez de juntar a informação espalhada, você já entra numa página feita pra mostrar isso de forma organizada. E se você tá assistindo, aproveita agora e aponta a câmera do seu celular pro QR Code que tá na tela, ou já... ou o link na descrição, né? Na descrição, exato. Que aí você já cai direto nesse radar de estratégia. E se fizer isso também, conta pra gente depois nos comentários, né?

Dá uma olhada nos concursos que estão mais perto de você, porque às vezes a oportunidade está ali, você só precisava de um jeito mais fácil de encontrar. Estratégia, valeu pela parceria. Outra galera que está aqui com a gente também é o pessoal da G4, que eu tenho que fazer uma pergunta para vocês aí. Por que o Brasil...

tem um talento especial para esquecer quem realmente construiu esse país. A gente cresce aprendendo narrativas prontas, mas esquece de quem colocou o Brasil nos trilhos, literalmente. O G4 acabou de lançar uma série documental original que você precisa assistir, que chama...

Heróis do Brasil. O primeiro episódio já está no ar e o recado é direto. Saiba a verdade sobre um dos maiores heróis do Brasil, que é o Barão de Mauá. Empresário, o homem que criou a primeira indústria, a primeira ferrovia e movimentava mais dinheiro que o próprio império. Olha que interessante isso, né? Vamos saber.

Isso não é um documentário, é um manifesto sobre resiliência. O G4 hoje é a bússola do empresário, que assim como Mauá, se sente sozinho na arena. Se você está cansado da teoria sem prática e quer ferramentas reais para dominar o seu mercado, você precisa entender como as maiores empresas do mundo foram construídas. Chega de seguir o mapa de quem nunca construiu nada. Tem QR Code na tela? Tem QR Code na tela, link na descrição.

vai pra assistir o documentário original do G4 e saiba mais sobre um dos maiores heróis que o Brasil já teve. G4, pra quem quer mais. Exatamente. Ah, te peguei agora, hein, Guilherme? Pegou, você viu que dá aquela conferida ali, né?

Tá certo, pessoal. Essa dica agora também é para você que trabalha por conta, né? Tipo você, uma galera aí, que eu sei que você faz uns bico aí. De vez em quando a gente faz uns biquinhos tocando, fazendo som. Exato. Você que trabalha por conta e recebe no Pix, mas ainda não tem CNPJ, você pode estar perdendo oportunidade de ganhar mais dinheiro e profissionalizar de vez o seu trabalho. Porque uma hora alguém vai pedir uma nota fiscal e se você não tiver CNPJ aberto, pode acabar perdendo clientes grandes. Aí que entra quem?

contabilizei. Exato. Sabe quando você quer se organizar, crescer, trabalhar de um jeito mais profissional, mas acha que regularizar vai dar dor de cabeça? Contabilizei, ajusta, ajuda você nisso, né, Lene? Justamente nisso. Eu recomendo muito, porque eles fazem tudo online. Abre seu CNPJ, te ajudam a entender qual é o melhor tipo de empresa pro seu trabalho. A emissão da nota fiscal é em poucos cliques e organizam seus impostos em um só lugar.

E, se bater dúvida, você ainda pode falar com gente de verdade, não tem aqueles vídeos.

robôsito que fica lá. Exato. E é tudo pelo WhatsApp até 22 horas. Até as 22 horas. Tudo isso por quanto, Leni? Tudo isso por R$195,00 por mês. Vale muito a pena para quem quer parar de improvisar e começar a levar o negócio mais a sério. Eu sei que abrir CNPJ parece chato, burocrático, aquela coisa que você vai empurrando com a barriga, mas os caras fazem isso de um jeito simples e online. Então aponta o celular para o QR Code ou tem link também na descrição. Exato. E fala...

Com a Contabilizei. Usa o cupom inteligência, certo? Exatamente. Que aí ganha dois meses grátis. É simples. É simples online e pode te ajudar a dar esse passo importante para profissionalizar o seu negócio. Total. Ó, dá onde é essa camiseta aqui? Insider, né? Exato.

É o mês de aniversário da Insider, nove anos de história, não seguindo tendências, e sim pensando em processos antes do produto final. Usa o nosso cupom e... Ganhe descontos especiais. Fechou, Lene. Então vamos ao papo. Seja bem-vindo, Flávio, pela primeira vez aqui. E como você está pela primeira vez, você tem que se apresentar para o pessoal.

Para quem não te conhece, como você se apresentaria para quem não te conhece? Eu quero meu presente, porque eu sou, hein, Lênio? O que eu sou? Interesseiro. Seja bem-vindo. Vilela, pelo GACA, obrigado pelo convite. Finalmente estamos aqui para bater esse papo. Quero dar boa noite para todo mundo que está em casa me assistindo. Eu sou Flávio Bolsonaro, casado com a Fernanda.

Pai de duas meninas maravilhosas, a Luísa e a Carol. Eu sou advogado, uma tem 12 mais um, a outra tem 11. Eu sou advogado, sou empresário. Desde 2002 eu estou na política, me elege a primeira vez.

Deputado estadual no Rio de Janeiro, o mais jovem da história do Brasil, com apenas 21 anos de idade. Cara, 21? Estou há 23 anos na política, sendo 4 mandatos de deputado, agora sou senador da República. E desses 8 anos como senador, eu tive a honra e o privilégio.

de acompanhar o presidente Jair Messias Bolsonaro por quatro anos, participando direta e indiretamente das decisões que foram tomadas, que impactaram a vida de todos nós e que, para mim, foi o maior presidente da história do Brasil. E agora estou aqui, dando a minha cara a tapa, aceitando essa missão que, para mim, é um projeto de Deus, não só na minha vida, mas na vida do meu país, e colocando o meu nome à disposição como pré-candidato à presidência da República.

Tá certo, não podemos pedir voto, então vamos aqui falar em termos gerais, analisar os outros candidatos, analisar pesquisas, hipotéticas, mas não foge do meu presente. Você trouxe presente para eu colocar no meu cenário? Eu trouxe. Seu pai, na primeira vez que veio aqui, trouxe uma BIC, que ele assinou vários documentos aí. Mas aí não é inútil, né? Mas não é inútil. Não, mas deixou de ser útil. Eu tinha que arrumar coisa inútil. Aí, procurando nas minhas coisas lá em casa...

Eu achei, cara, um helicóptero de controle remoto. Lili, meu filho vai roubar esse negócio aí. Vamos ver se está funcionando. Porque olha só. Eu estava, se não me engano, eu estava na rua, um senhorzinho estava vendendo coisa ali no camelô. Deixa eu mostrar aqui na câmera aqui de cima. Você pode me ajudar? Aí eu comprei para ajudá-lo, só que eu acho que eu nunca usei. Aliás, eu usei uma vez para ver se estava funcionando. Quer ver se está funcionando?

Mas não precisa nem funcionar. A gente vai deixar aqui no cenário mesmo. Olha aqui. Depois a gente pendura ali.

Espera aí, vamos ver aqui. Vamos abrir aqui. Ih, mas está tudo... Tem pilha aí? Tem. Não, olha o estado das pilhas aqui. Vai pegar fogo o negócio aqui. Está tudo enferrujado. Aqui é inútil mesmo, é para deixar no cenário. Acho que as pilhas também estão inúteis. Já está aqui. Comprei para ajudar. Estava lá num canto, eu falei, vou procurar alguma coisa. Achei só, eu vou levar isso aqui. Tranquilo, tranquilo, tranquilo. Fica à vontade. Seguinte.

Eu não sei, Lênis, se a galera tá tendo essa consciência aí, mas como o Bolsonaro teve duas vezes aqui, cara, não dá impressão que voltou no tempo, é uma versão mais nova do Bolsonaro. É a cara do pai, velho. Exatamente isso que eu tava reparando. Se tiver um filme assim, quiser colocar o pai... É muito parecido. É engraçado na rua assim, quando a gente tá andando... Você é o mais parecido com...

seu pai? Dizem que sim, eu não acho não, mas dizem que eu sou parecido com ele, né, e ele ficava muito feliz falando, pô, você é irmão do Jair Bolsonaro? Ele, né, se achando lá o garotão, ficava feliz da vida, eu falei, é, pai, você realmente você tá aí, né, conservado ou devo estar um pouquinho mais acabado, mas é uma honra ser confundido com ele, porque é o pai, é a minha referência familiar, na política, e tenho tão grande honra de defender esse legado.

Teu sobrenome tem uma bênção e uma maldição, né? É odiado e é amado. Tem os ônus e os bônus, né, Vila? Então, mais uma vez, eu estou preparado aí para defender todos os bônus que esse sobrenome traz, a responsabilidade que esse sobrenome traz, que eu acho que remete na cabeça de todo mundo.

seriedade, transparência, correção, honestidade. Então eu fico, óbvio, sei o peso da responsabilidade de carregar esse nome e também estou preparado, Videla, porque é importante esses momentos em que há uma hipervisibilidade numa candidatura como a minha, uma pré-candidata à presidência da República, para rebater as mentiras.

tudo que rotularam o meu pai com mentiras, com adjetivos falsos. Eu cheguei a escrever um livro em 2018, eu lancei, Jair Messias Bolsonaro, Mito ou Verdade? Eu já sabia que viriam com muitas narrativas contra ele, mentirosas, chamando ele de racista, homofóbico, um monte de coisa que a gente sabe que ele não é. Então a história de vida dele, o filme de vida dele é o que fala melhor por ele.

escreveu algumas passagens importantes da sua vida. Ele já salvou do afogamento, enquanto estava na Academia Militar das Agulhas Negras, um praça do exército que era negro, que era gay. Inclusive, ele foi condecorado com uma das mais altas honrarias do exército por causa disso. É uma pessoa que sempre teve um trato totalmente respeitoso, nunca levantou a mão para bater num filho, quer dizer, uma vez.

Foi tão marcante que a gente lembra, né? Ah, é? Adivinha qual filho que tirou meu pai do sério? O mais velho. Não, o Carlos. Ah, eu... É porque eu sou mais velho. É o do meio, é o do meio. Não, é porque eu sou mais velho, quem apanhava é sempre eu. E aí, foi assim, ele tava falando muito... O que que aconteceu? A gente era criança, tava falando muito palavrão, ele não tava mais aguentando da ordem, ele não parava de falar palavrão, ele...

Pô, mulher, quebra a boca! Aí pegou um sabonete, enfiou na boca, para de falar palavrão!

Lavou a boca dele. Foi a única vez que eu lembro dele ter feito alguma coisa para tentar, nos educar. Minha mãe que sempre foi mais presente, ele sempre trabalhou muito. Você está falando aí de infância? Antes de voltar aqui, política, tua candidatura e tudo mais, vamos voltar então à infância. Qual é a tua lembrança?

mais antiga do teu pai, onde você estava, onde você nasceu, como que era essa tua família na infância? Eu tenho muita lembrança do meu pai, porque a gente, quando era criança, a gente passava as nossas férias de julho, janeiro, férias escolares em família. E como meu pai era capitão do exército, nunca tivemos dinheiro demais para fazer viagens internacionais, a primeira viagem internacional que eu fiz na minha vida, eu tinha 15 anos de idade, que eu fui para a Disney com a excursão que minha mãe pagou para mim.

Mas a gente era criança, a gente acampava muito. Então a gente acampava ali em Tarituba, que é uma cidadezinha, ali entre Paratiangra, já em Parati, mas ali entre Paratiangra, no lugar que a gente sempre frequentou. Acampar mesmo? Acampava, montava a barraca, ficava a barraca da nossa família, dos meus tios, dos meus avós, às vezes algum outro amigo também que viajava junto.

foi quando ele me ensinou a fazer caça submarina. Eu sou mergulhador, eu faço caça submarina de apneia, para mim é um esporte que me... Sem cilindro. Sem cilindro, que você desliga do mundo. É uma grande terapia. Então até hoje eu pratico caça submarina e foi ali com 12 anos de idade, mais ou menos. O meu pai mergulhava com a gente. Cadê você aí?

Essa aí, essa acho que é um pouquinho antes. Essa aí eu lembro que a gente tinha uma raiva, porque minha mãe me obrigava a usar essas blusas aí de seda sociais para ir para a igreja. E aí a gente... Não, mãe, eu não quero, eu não quero. Nenhuma criança vai desse jeito, mas não interessa, você vai arrumado, vocês vão arrumados. Aí, olha lá, tudo igualzinho. Tudo igualzinho, o cara comprava o pano e... Mas isso aí foi um pouquinho antes ainda dessa fase dele ensinar a gente a mergulhar, né? Nome da tua mãe? É Rogéria. Tá. Também tá no Rio de Janeiro ainda. Tijucana.

Então, assim, são lembranças, a gente teve uma infância. Brincava na rua? Não, cara, brincava na rua, a gente era bicicleta o dia inteiro, bolinha de gude, a gente ia pro parque lá. Brincava de bolinha, filantrão? Corrida de tampinha, soltava muita pipa. Guerra de mamona?

Não, Guerra de Mamona não, mas a gente montava um estilinguezinho, não sei se você pegou essa época, você montava tipo um pedaço de madeira como desse tamanho aqui. Não, de... De pregador, com pregador. Ah, com pregador não. Com pregador, prego assim com elástico, né? Aí com pregador aqui você segurava a tampinha, então você abria... Pô, isso era o perigo. Ia no olho, ia machucar. Eu era de Guerra da Mamona também, que era muita gente...

Mas era muita confusão na rua, atrás de pipa, né? Pipa voada. A gente ia com a molecada na rua. Você usava serol ou não? Sempre.

derrubou muita pipa mas depois passou a ser proibido mas assim, é ocorrendo tragédia a gente pôs uma roada com o bambu na mão mas você fazia pipa? fazia pipa, a gente compara o bambu não sei como chamava lá, rabiola? no Rio chamava de rabiola se for no Niterói é com a FIFA que chama eu fazia com plástico de saco do Paz Mendonça ah é?

Lembra aquele? Tinha um supermercado, né? Bambudinho. Eu cortava o bambu e se equilibrava, né? Pra ficar certinho aqui, eu amarrava os palitos, né? De pipa e encapava com o plástico do saco do Parmendonça. Dava certo, dava certo. Era diversão, né? Futebol também ou não era bom? Futebol, eu sempre adorei jogar bola. Eu cheguei a jogar futsal, né? Fui federado no Rio de Janeiro. É mesmo? Joguei no América, no Rio de Janeiro.

Minha assessoria podia ter pego a foto, eu no América. Mandei por um. Tem uma foto, tá no Google. Se procurar a foto no Google, acha. Meu apelido era Russo. Russo? Por quê? Porque eu tinha, naquela época, eu tinha 15 anos de idade. E eu era surfista, né? Então, eu tinha um cabelo mais longo.

queimado de praia, parafinado. Mas não era loiro. Tinha cabelo castanho claro, cabelo aqui no ombro, queimado de parafina. E aí quando eu ia jogar bola, me chamavam de russo. Mas aí foi uma época bacana também. Sempre muito focado em fazer esporte quando era criança. Acho que isso sempre deu muita disciplina pra gente. Eu amo jogar futsal.

Aliás, vou ver se eu consigo começar a jogar umas peladinhas de novo para entrosar os nossos parlamentares. Foi uma ideia que surgiu recentemente para a gente estar mais perto, de vez em quando dar uma desestressada, praticar o esporte, suar um pouquinho e depois ficar na resenha para a gente falar, obviamente, de...

do futuro do nosso Brasil, então sempre fui muito ligado ao esporte. Surf, futebol, o que mais? Cara, sempre fui futebol, essas brincadeiras de rua sempre aí. Eu surfei bastante tempo, mas deve ter uns 20 anos que eu não surfo, né? E nessa época de crise? Tem um dia atrás eu fui surfar, depois de 20 anos consegui ficar em pé. Tem vídeo também, eu provo que eu era surfista.

Então assim, sempre adorei praticar esporte. Eu ganhei lá até hoje. Hoje aí você vai ficando mais velho, você fica com menos tempo, você não consegue se condicionar muito fisicamente. Eu tenho três cirurgias de ligamento cruzado anterior nos joelhos. Três? Tem duas no esquerdo. Duas no direito e uma no esquerdo. As três jogando bola. Menisco nunca... Menisco era toda hora. Acho que eu nem tenho mais menisco.

Não tem mais cartilagem no meu joelho. Estou torcendo para a medicina avançar e resolver, recompor aqui a cartilagem do joelho. Pois é. Mas, enfim, sempre jogando bola, cara. Eu adoro praticar esporte. Aí você vai ficando mais velho, você menos tempo, lesões, se machuca. Aí eu passei a jogar futebol, aí comecei a delombar. É. Aí hoje eu estou conseguindo jogar tênis de vez em quando. Então dá para manter um pouquinho, desistir ação um pouquinho jogando tênis, que é um esporte maravilhoso também.

Mas nessa época aí, quando eu te perguntava o que você queria ser quando crescer, o que você falava? Jogador de futebol, né? É mesmo? Todo mundo. Como todo mundo. Todo mundo. O sonho era esse, era jogar futebol. Então, 15 anos de idade, a garotada da minha geração, era isso. Quem você viu? Roberto Dinamite? Na verdade é o seguinte, lá em casa todo mundo ia botafoguense. Meu pai, na real, na real, meu pai é palmeirense, que ele é de São Paulo.

Mas quando ele se mudou para o Rio de Janeiro... Sem torcida aqui, por favor. A gente foi morar num lugar que chama ali Deodoro, onde tinha um campo do Botafogo ali em Marechal Hermes. Aí ele se empatizou pelo Botafogo e tentou me influenciar nesse Botafogo. Só que naquela época, eu nasci em 81.

Então, 87, 88, quando você realmente está ali decidindo o time que você vai ser, eu falei, rapaz, não dá para ser Botafogo não, cara. Todo mundo está me zoando no colégio. Eu quero te falar que eu sou Vasco. Naquela época tinha o Roberto Dinamite, o Romário estava aparecendo no Vasco, Bismarck. O Vasco tinha 5, 6 jogadores de seleção. Era um Acácio no gol, era só lenda. E eu virei vascaíno e todo mundo lá em casa é Botafogo, menos eu que evolui e virei vascaíno.

A gente tá sofrendo agora. Aqueles 20 anos que a gente sofreu lá atrás, a gente tá sofrendo um pouquinho agora também. Mas temos fé, vamos torcer que o Vasco vai voltar. E a seleção esse ano, o que você acha? Cara, eu... Tô com uma sensação um pouco... Não tá empolgando ainda, né? Mas a gente tem um material humano...

de muita qualidade, os nossos jogadores estão nos melhores times do mundo, eu espero que ele convoque o Neymar para a seleção, é um craque fora de série, ele com meia perna, ele pode ser decisivo, é um jogador que é respeitado em todo mundo, então você tem um Neymar dentro de campo, o adversário olha, quem é boleiro, quem já jogou bola, sabe, aquele cara ali eu sei que é craque, pode estar num dia ruim, numa fase ruim, mas ele é craque.

Ele decide, então é um cara que pode ser muito útil. A gente vai torcer sempre para o Brasil, né? Vamos lá, vamos sofrer também um pouquinho, mas quem sabe dá certo aí. Pois é, então vamos lá. Até chegar aos 21, o que você fez da vida? Qual que era a tua... Não, eu comecei assim, eu falava quando eu tinha uns 14, 15 anos de idade que eu nunca ia entrar para a política. Por quê? Porque eu via como é que era um trabalho muito sacrificante para quem quer trabalhar de verdade. Então essa vida de...

A gente morava no Rio de Janeiro, então meu pai tinha que vir para Brasília, ficar durante a semana e voltar para o Rio. Então o pai longe de casa, isso a gente sentia bastante falta da presença dele, era muita cobrança. Mas aí eu comecei a acompanhar ele mais de perto.

A gente tem até hoje um comitêzinho ali em Bento Ribeiro, no Rio de Janeiro, e eu começava a ver como é que ele atendia as pessoas. Ele sempre teve como deputado um público muito focado de militares, das Forças Armadas principalmente, nativos e pensionistas. Então tinham muitos problemas de direitos que eles tinham que defender, então ele resolviu o problema de um monte de gente, de pensão.

ajudava as pessoas, recebia cartas e cartas, centenas de cartas por mês. Então comecei a ver a retribuição ali, o reconhecimento do trabalho. Com meu pai comecei a gostar daquilo, de gostar de gente, de atender, de servir.

E eu pensava assim, eu gosto dessa área jurídica, né? Então eu fiz a faculdade de Direito, e quando eu estava fazendo a faculdade de Direito ainda, porque eu sou advogado, porque eu adoro também essa profissão de advogar, e aí quando eu tinha 21 anos de idade eu me elegi deputado estadual no Rio de Janeiro. Por isso que eu falei que fui o deputado mais jovem da história do Brasil.

a ser eleito, acho que até hoje não conheço, porque é idade mínima constitucional para você ser deputado. Mas como que foi nessa época? Foi mais ali, a gente tinha, o meu pai é candidato a deputado federal, ele sempre apoiava, fazia dobradinha, como a gente chama na política.

com algum outro candidato de deputado estadual, sempre batendo a trave, não conseguia eleger. E aí, como eu já estava na carreira jurídica, já estava acompanhando ele, gostava daquilo, falei, vamos tentar, vamos tentar. Aí ele me lançou candidato de deputado estadual no Rio de Janeiro. Meu partido na época fez seis, eu fui o quinto mais votado.

Lembro que foram 31 mil votos que eu tive. E aí, os outros quatro mandatos, sempre com votações crescentes. Eu foquei muito a minha atuação nos militares estaduais. Por isso, a minha militância, o meu trabalho, muito voltado para a polícia, bombeiro, agente penitenciário.

É um público que eu foquei em complementar. Meu pai defendia os militares estaduais, federais, eu defendia os militares estaduais. Então, sempre eleito com votações crescentes. Aí, logo na sequência, eu fui reeleito com... Passei para 43 mil votos, depois 58 mil votos, depois 160 mil votos como deputado. E, como senador, em 2018, foram mais de 4 milhões 320 mil pessoas que me deram essa honra de ser candidato. Essa decisão para fazer esse salto para senador.

Eu nunca costurei, você não me viu rodando o Brasil para deixar o meu nome conhecido, ou as pessoas conhecerem o Flávio Bolsonaro, meu foco sempre foi ali no Rio de Janeiro. E na política tem meio um pouco isso, esse mantra, candidatura, eleição presidencial, você não se prepara, você não busca aquilo, você não constrói aquilo, acontece.

em função de todo o cenário que vem acontecendo, de perseguição com meu pai, de perseguição com agente do espectro político da direita, e meu pai nessa situação hoje, a maior injustiça que eu já vi na minha vida, uma pessoa que não merece estar passando pelo que está passando, não cometeu crime nenhum.

E aí acabou que ele foi colocado na situação que ele está hoje. E muita especulação em cima de nomes. E mais uma vez, eu quieto na minha no Rio de Janeiro, eu sempre quis focar. As pesquisas diziam que eu teria uma reeleição bem conduzida para a Senado no Rio de Janeiro. São duas vagas. Provavelmente você seria... Eu sempre pontuando ali primeiro as pesquisas. E aí a gente começou a fazer análise de cenário.

Aí de uns meses, meu pai tomou a decisão, na verdade, ali no comecinho de dezembro do ano passado, e alguns meses antes a gente começava a conversar. Então, como eram essas conversas? Era só você e ele, a família inteira participava? Eu conversava muito eu e ele. Porque você é mais próximo. Eu sempre fui da família ali, a pessoa articuladora, mais de cabeça dentro da polícia. Sempre foi o meu perfil, sempre fui de construção.

de conversa, de equilíbrio, centrado. Minha avó brincava comigo, o Flavinho é o mais responsável porque ele é o mais velho. Mas eu sempre tive essa coisa de primogênito, de ser o mais velho, de cuidar, de romper as barreiras na adolescência.

Vou voltar aqui para a decisão dele, mas eu lembrei de outra coisa que era legal, que você perguntou de como é que surgiu esse negócio do meu perfil. Isso. Eu morava na Tijuca e aí a gente, assim, você fica num momento da adolescência que você quer andar sozinho, você não quer mais que o teu pai te leve a lugar nenhum. Você quer ir para a praia de ônibus.

Eu ia para a praia de ônibus, pegava o 233 ali na Praça Sã Espena para ir de ônibus para a Barra com a prancha de surf embaixo do braço. Um perrengue danado para ir, um perrengue danado para voltar. Então, eu fui sempre quebrando essas barreiras de ter o seu primeiro dos filhos e ganhando essa autonomia. Então, eu abri a barreira porque depois na sequência os irmãos também começaram a...

Andar de ônibus, que a gente não podia andar. Era filho de deputado já, tinha preocupação com a segurança, mas eu ia andar de ônibus. Mas, sabe, sozinho para o colégio. Então, eu sempre fui, eu sempre abri esse caminho dentro em relação aos meus irmãos. E nessas conversas com o meu pai, nos últimos meses, a gente fazia as análises de cenário, ouviu-lhe ela.

E falava, olha, a estratégia aqui que a gente tem que ter é estar forte com os palanques nos estados, algo que meu pai nunca teve. Na eleição de 18, ele foi eleito do jeito que todo mundo conhece, basicamente com internet, esse contato direto, olho no olho, com os brasileiros, sem filtro, sem distorção por parte da imprensa, ele começou a ser muito reconhecido.

Os vídeos dele viralizavam porque as pessoas assistem os vídeos dele e falam assim, pô, lá tem um maluco que eu me identifico, eu penso igual a esse cara. E se dependesse da grande mídia, ninguém nunca ia conhecer esse Bolsonaro. O que você acha que se deu esse fenômeno Bolsonaro? Porque ele ocupou um espaço que estava vago, né? Um espaço na direita que alguém ia ocupar e por que foi ele?

que eu falo que é Deus. Você não escolhe, entendeu? Ele estava de saco cheio, estava no sétimo mandato. Falei, cara, eu não aguento uma PT. A Dilma tinha acabado de se relever em 2014. Ele começou a rodar o Brasil por causa da internet. Ficou bastante popular ter esse reconhecimento.

Quando chegava em aeroportos, principalmente, virou aquela grande marca. Onde ele chegava, tinha uma multidão para receber ele. E um fenômeno que no começo foram fazendo chacota dele só. Bolsonaro é um cara do baixo clero. Não ameaça ninguém. Faz pesquisa e ele nem aparece. Só que na política, o que eu acho que é o principal valor? É a verdade.

A realidade é que o povo está de saco cheio de político mentiroso, de falsas promessas, de dizer que vai resolver as coisas e não resolve, de tentar mostrar uma perfeição para o eleitor, que ninguém é perfeito. Eu tenho meus defeitos, ele tem os defeitos dele. Então essa coisa humanizou ele, na verdade. As pessoas viram verdade, sentiram credibilidade, confiança nele.

Acho que esse que foi o sucesso, ele ser quem ele é. Como eu pretendo fazer aqui agora também, eu sei quem eu sou. Então não é um personagem meu. O Flávio está se fazendo de moderado porque agora as pesquisas mostram que esse perfil, ele vai além do segmento que se diz de direita, ele pega o pessoal de centro. Não, isso sempre foi assim. Os críticos têm falado isso, né? Ele está se vestindo de moderado, mas na verdade ele é radical.

Não adianta, porque o filme da minha vida mostra que eu não sou radical. Óbvio que eu tenho posições mais duras, vou continuar tendo. Não vou me deixar moldar por marqueteiro nenhum. O pessoal está... Não sei se a gente já entrou nesse assunto, mas o pessoal estava te... falando muito sobre a pele da misoginia. Vamos falar, Gil. Só concluir aqui o negócio, porque meu pai me escolhe.

E a gente conversava muito. Vamos colocar o cenário. Todo mundo falava que era o Eduardo, certo? Não, o Eduardo estava mais ele marcando uma posição. Isso, isso. Em função do que ele estava vendo a competição de lá. Era mais uma posição dele, uma decisão dele, uma decisão da família, ele estar à frente. Ele, assim, teve... Em função dele ter sido necessário, ele estava nos Estados Unidos, é contra a vontade dele. Sim.

Ele foi passar um carnaval nos Estados Unidos com a mala e com a família dele. Aí quando a gente faz uma análise da conjuntura, aí tinha um deputado do PT pedido para o procurador-geral da República prender o passaporte dele alegando que ele estava tentando contra a democracia, quando ele estava lá fora denunciando as arbitrariedades que estão acontecendo aqui dentro. E aqui dentro a gente não tinha quem recorrer, ele estava lá fora denunciando isso.

Aí o PGR tinha cinco dias para responder, não responde em cinco, não responde em dez. Dá vinte dias e nada. Ele falou, cara, se eu voltar para o Brasil, vão apreender meu passaporte e você é mais uma vítima. Ele resolveu ficar lá desse jeito, não foi programado. Então, muito em função disso, meu pai reconhecendo a importância e até a coragem de você tomar uma decisão dessa, de ficar com a sua família lá fora, sem ter feito nenhum preparo, nenhum planejamento.

considerava mesmo o nome dele para ser candidato a presidente. Todo cenário considerava, não só seu pai, mas... Isso, tanto é que nas pesquisas apareceu o nome do Eduardo. E aí o outro que estava sempre na mesa é o Tarcísio. Sim, depois vamos falar do Tarcísio também. Que para mim é um governador fantástico, é um cara que eu respeito demais, super preparado. E me parece que tem uma lealdade muito grande ao Bolsonaro. É um cara leal, e não adianta.

Eu já espremi ele aqui, apertei, e ele falava não, eu não vou me candidatar, a menos que o próprio Bolsonaro me peça.

Mas aí nesse cenário a gente começou o quê? Mas eu falava assim, mas nos bastidores aí, se... O Kassab esteve aqui, o Kassab falou, ele é o meu preferido.

Natural, a política estava empurrando ele para ser o candidato. Ele e a Michele, né? Ele e a Michele de vice, era a chapa ideal, não sei o quê. Mas chegou a seguinte conclusão, olha, se o Tarcísio não vai para a reeleição em São Paulo, a gente vai ter dificuldade de escolher um nome que substitua o Tarcísio como governador. Como um nome forte, você está querendo? Porque ele é um nome forte, ele é um cara bem avaliado, ele não fez um baita trabalho, ele tem muita entrega para fazer ainda.

Tanto que está liderando as pesquisas. Se Deus quiser, vamos para o próximo mandato. Então foi esse contexto que falou, Flávio, tem que ser você.

Foi uma emissão mesmo, eu não pedi para ser candidato. Só fechando o assunto do Eduardo, você acha que quando ele fica a favor das sanções, ou até você pode explicar esse lado dele, ele foi colocado como o cara contra o Brasil, você acha que aí ele perde o lugar de ser o candidato do Bolsonaro ou não?

Não, eu não digo que foi isso, mas eu acho que é uma grande injustiça com ele, porque ele nunca pediu sanções para as empresas brasileiras. Mas ele estava comemorando. Não, o que ele estava fazendo lá fora, ele estava denunciando os abusos que estavam acontecendo aqui, as perseguições, por isso que ele não podia voltar e tal. E lá, como aqui o Alexandre de Moraes tomou decisões que feriram a lei americana, porque ele perseguiu...

cidadãos americanos, ele perseguiu empresas americanas, ele bloqueou bens de empresas americanas, ele botou Elon Musk de investigado no inquérito das fake news então se infringia a lei de lá e o que cabe lá o que coube no entendimento do governo americano era sancionar o Alexandre de Moraes com a lei Magnitsky que era o que ele estava defendendo lá fora

Ele esperava que ia ampliar isso para taxação. Todo mundo foi pego de surpresa. No momento que ele faz aquelas declarações, que ele comemorou, não comemorou. Ele estava dizendo, olha, o Trump fez a coisa certa, mas veio no pacote uma coisa que eu nunca botei na mesa, ninguém nunca imaginava que isso fosse acontecer. Tanto é que logo na sequência, eu fui muito questionado pela imprensa sobre isso. Ele falou, cara, o Eduardo...

Nunca pediu isso e eu sou contra isso aí. Eu nunca comemorei. Quem vai ser a favor de você punir empresas brasileiras por causa dos desmandos de um ministro do Supremo? E não sei se você lembra, foi nessa época que o Lula estava em queda de aprovação e aí ele vem com o discurso nacionalista batendo nisso e aí ele sobe. Pois é, você vê como é que a esquerda consegue criar narrativas falsas e enganar muita gente.

Porque o Lula jogou a bandeira do Brasil na lata do lixo. O PT sempre foi isso. Os caras faziam cerimônias deles, de PT, esses congressos dele. Tocava internacional comunista, não tocava o governo brasileiro. Nunca ligou para isso. Sempre teve preferência pela cor vermelha do que pelas cores verde e amarelo. O Bolsonaro pegou essa bandeira na lata do lixo, resgatou o orgulho da gente ser brasileiro de novo, do jeito dele.

E sempre valorizou isso. A gente é um militar, ele faz um juramento à bandeira, se preciso for morrer pela minha pátria, e ele é assim. E a esquerda constrói essa narrativa como se o Eduardo estivesse contra o país. E é uma maluquice completa, porque ele está defendendo, é o resgate da liberdade do nosso país, liberdade de expressão, liberdade de imprensa agora que está ameaçada. Então, assim, uma coisa que foi sendo construída ao longo do tempo, essa nossa luta para defender as liberdades, por mais que a gente sempre tomasse pancada da imprensa.

A gente sempre respeitou as opiniões divergentes. Quando a gente se sentia caluniado, você entra com o processo, tem lei que garanta isso. Então nunca houve perseguição por parte da imprensa, nunca houve ameaças à imprensa, assim como não houve ameaça de Eduardo, de forma alguma, à soberania nacional. Vocês veem como uma derrota quando o Trump recua nas taxações? Nas taxações não. E chama o Lula para conversar e se aproxima? Nas taxações não, porque o próprio Eduardo, depois também com...

As entradas que ele ainda tem no governo, ele pedia para retirar isso também. Ele ajudou a retirar as taxas. Ajudou. Agora, a questão da retirada da Magnitsky foi alguma composição que o Lula fez com o governo Trump. Você imagina qual o acordo que ele fez? O que se diz é que ele, sim, deu as terras raras, garantiu que daria as terras raras para os Estados Unidos e se comprometeu em combater o crime organizado.

Quer dizer, não cumpriu nada. Porque a gente que conhece o Lula já sabe que ele ia mentir, que ele não ia cumprir. Ele mente porque ele acha que é uma forma de se manter no poder. Ele disse que quer que o Brasil seja destaque. Mas qual foi o movimento que ele fez para a gente poder, por exemplo, com relação a Terras Raras, que são vários minerais ali que são...

que são importantes para a produção de chips, por exemplo, são usados em celulares, em carros, em inteligência artificial. É o grande trunfo que a gente tem para as próximas décadas. E a gente tem que defender, explorar isso. É a segunda maior reserva do mundo. Sim, só perde para a China. Mas tem que explorar.

mas com transferência de tecnologia para cá, para gerar emprego aqui, não é exportar. Se não tiver transferência de tecnologia, como a Coreia fez, como a China fez. Juliana, a gente é o maior exportador de minério de ferro para a China. Eu uso sempre a analogia. A gente exporta um navio...

de minério e de ferro e recebe de volta uma canoa de laptop celular. Por que isso não pode ser fabricado aqui, produzido aqui? Isso vale para o café, que volta a cápsula bem mais cara, terras raras se a gente não souber como trabalhar isso. E tem que fazer logo, porque daqui a pouco também surge uma nova tecnologia que substitui, que a gente perdeu uma oportunidade ali. É igual o petróleo, o mesmo raciocínio. Se a gente tem lá o petróleo no subsolo, no fundo do mar...

Se não tiver refinaria... Você tem que beneficiar esse produto aqui. E aí faz uma transição para as energias limpas. O Brasil tem um dos países do mundo com maior geração de energia limpa. Então a gente tem que acabar com essa hipocrisia, a gente tem que ter um entendimento sobre... Não é proteger o meio ambiente, não é deixar as coisas intactas como estão. Você pode tirar aquilo do fundo da terra, debaixo da terra.

beneficiar e distribuir de riqueza para o povo brasileiro e também preservar o meio ambiente. Como o nosso agro aumentou a produtividade, desmatando menos porque a tecnologia chegou, novas formas de produzir, o Brasil tem um clima que a gente chega a ter três safras por ano. Então, assim, Deus deu essa vantagem competitiva para o Brasil. A gente precisa de tecnologia, de investimento.

para poder transformar isso tudo, esses recursos naturais todos, as belezas naturais que Deus nos deu, em riqueza para a nossa população, que é isso que sustenta o nosso povo. Então, não tem essa de o Eduardo atentar contra o Brasil, contra a soberania, não, pelo contrário. Ele está defendendo a soberania do nosso país. Vocês se conversam? Eu converso com ele sempre. Ele ajuda na estratégia da tua campanha, alguma coisa? Eu converso com ele, como converso com o Carlos, com o meu pai, com o Rogério Marim, que tem sido um grande conselheiro político aqui agora.

Você pode considerar. Dos irmãos eu converso até mais com o Eduardo do que com o Carlos. E com o Renan um pouquinho menos. A Laura eu vejo quando estou lá na casa do meu pai, que é uma de outra geração. Por causa da política mesmo? Por causa da política, por causa da necessidade, muitas vezes, de aparar umas arestas, botar um...

Vamos trocar uma ideia de segura a onda aqui, vai ali. O que eu tô falando? O Eduardo tá arranjando briga com todo mundo. Não sei se você tá sabendo, Flávio. É um cara muito preparado. Tá arranjando confusão agora com o Nicolas. Por que ele treta tanto com o Nicolas e com o Tarcísio e com todo mundo?

Não é contraproducente isso, pensando pela direita e pela tua candidatura? É contraproducente. Liga para o Eduardo agora, vamos falar com ele. Nesse momento, eu acho que não é inteligente. Mas que ponto que pega? Agora é uma questão que a gente tem que deixar a vaidade de lado, deixar de lado quem tem razão e quem não tem, porque é uma questão de sobrevivência do nosso país.

É de, aí sim, existência da nossa soberania. Porque hoje, Vilhela, você tem 25 milhões de brasileiros que vivem em áreas dominadas por CV, PCC. Eles dominam territórios, eles exploram a sociedade. As pessoas que não têm soberania sobre o lugar onde elas moram.

Você não tem soberania sobre o seu celular hoje. Você vai aqui na rua em São Paulo, você não tem certeza se você pode puxar o telefone e ligar que alguém toma. A mulher não tem soberania sobre a sua bolsa no ponto de ônibus, porque um cara de moto arranca... Carro, moto... Isso aí é inaceitável, ninguém aguenta mais. É uma coisa que eu vou... Isso eu vou ser radical. Porque tem que ser radical com relação a deixar uma lei penal mais dura.

com relação a cumprimento da lei penal, para que as pessoas fiquem mais tempo presas, a gente pode entrar nesse assunto mais para frente. Eu quero ter depois sobre o IPCC, ser considerado terrorista, mas só fechando... Então, assim, com relação ao Nicolas... Nicolas e à direita, né? Esse ataque da direita... Dessa vez eu fiquei mais incomodado, porque são duas lideranças, né?

Muito forte, né? O Eduardo é uma liderança, o Nicolas é uma liderança. E eu acho que o Eduardo, por estar nessa situação lá de fora, que ele está passando dificuldade lá, ele está com as contas dele bloqueadas, as contas da mulher dele estão bloqueadas. Como que ele está pagando as contas? Ele está se virando lá com amigos. Ele tem um dinheirinho que ele conseguiu guardar. Então ele fica... Ainda está com a conta bloqueada? Ainda está com a conta bloqueada.

Então ele fica ali numa tensão pensando o seguinte, por que essas pessoas não estão enxergando?

que tem que estar todo mundo junto, que tem que... Ah, ele queria que o Ligloss e o pessoal está mais ativo, é isso? A briga dele, de um grande grupo em redes sociais, que são voluntários, pessoas que estão ali, e eu reconheço aqui de público, as pessoas estão ali me defendendo, porque é ataque todo dia. E óbvio que sozinho você não consegue se defender. Então tem um... A você ou ao... Eu, eu aqui nesse... Eu que estou colocado como pré-candidato à presidência. Então são as pessoas que estão ali, cara, que eu nem conheço.

voluntariamente, brigando dia e noite, tentando conscientizar as pessoas e tem outro grupo também que é de direita e que não tem o mesmo ímpeto, a mesma vontade, a mesma dedicação. O Eduardo fica pensando que esse pessoal tem que fazer mais. E por outro lado aqui... Quer café? Eu aceito.

E por outro lado aqui, eu respeito muito o tempo de todo mundo. A hora que quiser entrar para fazer campanha, de cabeça. O jeito que vai me ajudar fazendo campanha. Porque o Nicolas, cara, é a maior potência digital, vamos colocar assim. Mas ele está contigo. Está comigo, 100%. O Nicolas é um moleque de ouro.

apesar da idade baixa para a política, ele tem 29 anos de idade, é um cara que é maduro, é um cara inteligente, é um cara que entende o jogo político, que ajuda demais expondo o PT, esfregando a verdade sobre o PT na cara deles para milhões de brasileiros. Então ele impacta.

ajuda, do seu jeito. Os vídeos que ele faz, né? Porque são os vídeos maravilhosos. Até brinco, Nicolas, quem quer ter o roteirista aí? Não sou eu mesmo. Falei, parabéns, porque os seus vídeos, realmente, eles vão no ponto certo, sensibilizam as pessoas, viralizam e têm credibilidade e tal. Então fica o Eduardo lá nervoso. Aí começam os grupos aqui. Mas você fala com ele sobre isso. Falo, aí ficam os grupos aqui se digladiando.

Porque acha que tem que fazer mais, acha que tem que fazer menos. E eu respeito muito o tempo de todo mundo. Obrigado. Obrigado. Então assim, eu falo, Eduardo, cara, deixa as coisas acontecerem. Eu falo, cara, isso aqui é projeto de Deus. Mais cedo ou mais tarde, as pessoas vão entrar mais, vão entrar menos. Outras vão virar as costas, outras vão aparecer. O argumento dele é que queria que o pessoal fosse mais atuado. Eu acho que ele fica ansioso, porque ele sabe que a única forma da gente voltar a ter um caminho da prosperidade no Brasil é comigo.

Ele sabe que a única forma de tirar, não só o meu pai da situação que está, mas milhares de outros perseguidos políticos no Brasil, é comigo. Ele sabe que ele só vai poder voltar para o Brasil algum dia se o Brasil escolher o caminho da mudança e da prosperidade agora em outubro. Então ele fica, obviamente, numa tensão muito maior.

Ele fala, pô, as pessoas podiam fazer, mas essa é a cabeça dele. Entendi. E a cabeça do outro pessoal que está aqui, olha, calma, não vou me subordinar a você, acho que o momento não é esse, eu ajudo mais fazendo assim, fazendo assado, e eu respeito também. E o que eu falo? Cara, isso aqui não é... Você está fazendo o seu papel de político, inclusive entre a direita, é isso? Não importa quem vai vencer a discussão, a gente tem que vencer essa eleição.

Esse é o ponto. E eu estou nessa todo dia. Eu fico, mais uma vez, do meu jeito. Não é algo artificial. Tentando contemporizar, conscientizar as pessoas que, a partir de agora, passaram essa janela de 5 de abril, que era a data para desincompatibilização de governadores, por exemplo, que fosse candidato a alguma coisa, prefeitos. Eu acho que agora a gente tem uma análise do cenário mais real. Quem vai ser candidato, quem não vai, quem está em qual partido.

Então, eu sempre falei assim, Eduardo, acho que a partir de agora, a partir de abril, a gente vai ter.

um aquecimento maior dessa pré-campanha, porque está muito longe ainda. A galera mesmo que está no dia a dia, não está nem pensando em política ainda. Não está pensando em eleição ainda. A grande massa não está. Então, assim, é uma maratona. Mais uma vez, eu respeito aqui o ritmo de cada um, mas eu preciso de todo mundo.

A verdade é isso. Eu preciso de todo mundo, ainda mais agora que o PT vem anunciando que vai começar uma campanha para atacar o Flávio Bolsonaro. Eles já estão em campanha me atacando já tem mais de mês. E não está fazendo cosquinha, Juliela. Por que não faz cosquinha? Porque eles vêm com a mentira. A gente vem com a verdade. Não faz cosquinha porque eu tenho...

exército de pessoas voluntárias e anônimas nas redes sociais que me defendem sem eu pedir nada, sem eu dar um comando, sem eu dar um norte, eu melhoro esse argumento aqui, hoje vamos todo mundo falar desse assunto, isso não existe. Então, assim, é como sempre foi com o meu pai.

E deu certo com ele. Óbvio que a gente poderia estar mais organizado, melhor. Então eu tenho a convicção, Vila, que como as pesquisas hoje já mostram, a gente na frente, praticamente todas as pesquisas já estão mostrando, Flávio Bolsonaro na frente do Império do Mal. Imagina quando todo mundo estiver junto. É isso que eu estou esperançoso. Vamos estar 100% junto.

Desde que você... Pessoal, continua me defendendo aí, que eu vou precisar cada vez mais. Vocês sabem que é o fim de um ciclo. Acabou o PT esse ano. O Brasil vai olhar para frente de novo. Vamos resolver os problemas reais desse país. Vamos resolver a questão da violência, reduzir impostos. Vamos criar um ambiente de segurança jurídica. Vamos recolocar o Brasil no caminho da prosperidade. Vocês podem ter certeza que vamos viver dias melhores. Desde que você falou que ia ser pré-candidato... ...que eu tenho...

Nessa linha do tempo, como você começou? Você começou bem atrás? Vamos fazer uma recapitulação e a gente vai colocar depois as últimas três pesquisas aí. Como foi? Foi no comecinho de dezembro. E mais uma vez, eu não tenho, como eu nunca fui, coloquei o meu nome como pré-candidato. Não aparecia nenhuma pesquisa. Não aparecia nem em pesquisa, foi uma coisa nova.

Então a primeira estratégia foi buscar o nosso próprio eleitor, tentar quebrar um pouquinho da desconfiança dele. Eu acho que isso a gente conseguiu atingir logo no primeiro mês, primeiro mês e meio, mais ou menos. E a partir de agora, o que eu estou apostando muito, é isso aqui, é um bate-papo, olhar no olho de quem está aqui me assistindo, me conhecer um pouquinho para conhecer o Flávio. Porque assim, todo mundo, Vilhela, que tentou ser Jair Bolsonaro, se deu mal, cara.

Todo mundo que tentou imitar o jeito dele, a forma dele, se deu mal. Por quê? Porque ele é inigualável mesmo. Ele não tem como. Se eu tentar ser igual ao meu pai, eu não vou conseguir chegar aos pés dele. É uma pessoa completamente diferente de outra geração, tem outra cabeça. E tem o jeito dele.

E se eu tentar imitar, não vou estar sendo eu. Eu estou apostando muito em ser com o Flávio. Foi até uma coisa que eu falo para todo mundo. Teu pai não consegue fazer aquelas danças que você faz lá. Não faz não, porque ele não tem nem coluna para fazer. Não tem coluna para aquilo lá. Tem que ter uma mola ali, né? Meio bonecão do poxa esengonçado, eu reconheço.

Mas assim, eu falei para o Tarcísio quando... Então você começou lá atrás? Quando a gente tomou a decisão, a primeira pessoa que eu fui conversar foi o Tarcísio. Ah, é? Foi, porque ele é o... Ele era o cara da fila. É, o cara que estava ali na expectativa da política, do mercado. Assim, eu fui conversar com ele. O Tarcísio aconteceu dessa forma, a gente tem esquema de lança estratégia. Seu pai já tinha te escolhido ou não?

Já, quando eu fui conversar com ele, foi quando meu pai me disse aqui, Flávio, tem que ser você, eu anuncia. Foi dia 5 ou 6 de dezembro agora, não lembro, do ano passado. Aí vim aqui para São Paulo para conversar com ele. E eu falei assim, Tarsísio, eu acho que você é até uma pessoa muito mais preparada do que eu.

Eu prefiro muito mais votar em você do que em mim. Falei para o Tarcísio. Por quê? Porque ele é governador de São Paulo. Tem uma pessoa que tem um pouquinho mais de experiência no executivo. Mas o Tarcísio me conhece. Eu falei, Tarcísio, você... Vê se você concorda comigo. Quando começar essa hiper exposição, por causa de uma candidatura à presidência da República...

as pessoas vão conhecer um Bolsonaro diferente. Vão conhecer o Flávio Bolsonaro, que é isso aqui. É centrado, é o jeito que eu falo aqui, como se coloca, como é que reage, como é que não reage. Que tomou vacina. O Flávio que tomou vacina. Eu vou te dizer, não Flávio, você tem razão. As pessoas quando te conhecerem, rapidamente, você vai começar a recuperar esse espaço e eu tenho certeza que você vai ser vitorioso.

E desde então minha conversa com o Tarsy sempre foi muito franca e aberta. Hoje eu almocei com ele de novo para atualizar. Já estamos preparando um monte de agenda bacana junto com ele aqui em São Paulo. Então acho que é uma troca importante. Ele sabe do papel importante que eu exerci nos quatro anos de mandato do meu pai como presidente da República, participando das tomadas de decisão.

entendendo os problemas do Brasil e buscando as soluções. Então é uma relação ali de muita lealdade, parceria, fidelidade e confiança. Então tenho certeza que aqui em São Paulo a gente ainda vai conseguir construir muita coisa junto para ajudar muito aqui o estado de São Paulo e o Brasil como um todo.

Você esperava esse crescimento tão rápido e ao que você acha que se deu isso? Vamos às pesquisas. Qual que você tem aí, Helene? O Vilhela. Primeiro turno ou segundo turno isso? Primeiro turno. Vamos ver, então. O que você acha que se deu esse crescimento?

que o mercado todo quando você, se não me engano Flávio Milen, o mercado teve uma queda quando você foi anunciado não era o nome esperado e é compreensível, porque o mercado naquele momento precificava que o Tarcísio tinha mais chance de ganhar do Lula do que o Flávio Bolsonaro e que você provavelmente iria perder eu compreendo isso

porque o mercado não reagiu ao meu nome, reagiu, pô, quem é que pode derrotar o Lula, quem tem mais chances de derrotar o Lula, a gente preferiu o Tarcísio do que o Flávio. Mas eu acho que com o passar do tempo, mais uma vez, eu me apresentando, as pessoas conhecendo um pouquinho de mim. Falando das propostas. Um pouquinho da minha trajetória, das propostas que tem muita proposta bacana para o Brasil que a gente está.

Vamos falar disso também. Desenhando, em especial com um governo mais moderno, mais enxuto, preocupado de trazer segurança jurídica para o nosso país. O Brasil voltar a ser um cenário atrativo para os investimentos dos nossos empreendedores, dos investimentos internacionais. E não é difícil de fazer, em especial com o uso de tecnologia da forma correta, inteligência artificial da forma correta.

Vocês vão ver que vai ser um governo disruptivo e que vai, o meu foco vai ser, Vilela, fazer com que os brasileiros voltem a ter paz em primeiro lugar. Temos a ter leis e constituição que seja cumprida.

e fazer com que os brasileiros dependam cada vez mais de político. Porque esse é um problema. Você vê o Lula o tempo inteiro fusando, gastando dinheiro público. Dependam cada vez mais de político? Dependam cada vez menos. Os brasileiros dependam cada vez menos de político. Porque a gente tem que dar oportunidade para essas pessoas. A gente tem que fazer aquela espécie de busca ativa. Você está na informalidade, você está não recebendo um programa social. Você quer deixar o quê de herança para o seu filho?

São 600 reais que você quer deixar. Você não quer deixar o seu filho formado no colégio, no ensino profissionalizante, o seu filho concluindo uma universidade, o seu filho tendo a sua própria empresa, o seu filho conseguindo construir o seu patrimônio. O sonho de todo pai é ver o filho melhor. Então é isso que eu vou buscar o tempo inteiro aqui. Mais uma vez, fazendo com que os brasileiros dependam cada vez menos de políticos.

Então são alguns pilares importantes que a gente vai mostrando. Eu acho que o pessoal vai concordando. Vamos lá.

Primeiro turno, então, 45.9 para o Lula, 40.1 para você. Atlas Intel, março 26. Aí você vai para o segundo turno ou vai para outra pesquisa, diretor? Então, outra pesquisa.

Aí Flávio 37, Lula 37, um empate, né? Futura inteligência, março 26. Mas era legal você pegar também de segundo turno depois. Porque como uma eleição que está com esse retrato... Ainda está até com o Ratinho Júnior que saiu, né? Não podemos atualizar as pesquisas de segundo turno. Grande parte delas já me botam ali na frente numericamente do Império do Mal. Tem mais alguma aí, alguma outra pesquisa?

essa daí 36, 38 também é empate técnico é Ciro Gomes Ronaldo Caiado, Renan Santos e aí meio ideia, Lula 40 essa diferença está maior

E tem de segundo turno aí, diretor? Era legal pegar segundo turno para a gente ter uma análise mais concreta ali. O que você acha aí? Fazer uma futurologista? Qual é o caminho? Eu acho que eu vou conseguir mostrar para o povo brasileiro que eu tenho o preparo suficiente.

para gerir esse país. Eu tenho experiência suficiente para gerir esse país. Como eu falei, são 23 anos já participando da vida pública. E com a mentalidade moderna, cara. Eu acho que isso falta no Lula. O que você olha agora e fala, cara, isso tem que mudar para ontem. É muita coisa, cara. É muita coisa. Não dá mais para a gente aceitar a legislação penal frouxa. Para mim, segurança pública vai ser uma coisa, mais uma vez, que a gente tem que ser radical. Porque tem que ter um estanque nessa hemorragia, nessa sangria.

Você colocaria as opções como terroristas? Sem nenhuma dúvida. Porque são. Por que o PT e o Lula estão tão reticentes? Se você analisar, existem relatórios de inteligência que mostram que tem resbolar aqui dentro do Brasil, Ramaz aqui dentro do Brasil. Atuando já? Atuando, lavando dinheiro na triplice fronteira do Brasil, Paraguai e Argentina, ali em Foz do Iguaçu. Em Minas Gerais tem empresas lavando dinheiro por resbolar, inclusive pessoas que são nas listas internacionais de terroristas.

que tem o CPF deles em empresas aqui no Brasil. Então, é óbvio, o Brasil é uma rota de tráfico de armas e tráfico de drogas, que isso abastece e financia o terrorismo. Então, é só questão que nós, brasileiros, temos que resolver. E quando você vê o Lula reticente com relação a isso, ele está fazendo gestos para quem? Para essas organizações criminosas.

Está fazendo gesto para o PCC. Está fazendo gesto, não tem como não entender. O argumento dele é que Estados Unidos ou qualquer outro país poderia ferir entrar aqui para combater o terrorismo. Isso é mentira, não tem a menor possibilidade disso acontecer. É irreal isso? Ele usa a narrativa do medo, Vilela, exatamente para poder fazer média com esse segmento que vota majoritariamente nele. Todo mundo citar, dá um Google aí, vocês vão ver.

Em 2022, como é que as cadeias ficaram em festa quando o Lula foi anunciado presidente da República. É por quê?

Lembra um diálogo do Marcola, que vazou, um áudio? Com o PT nós tínhamos diálogo cabuloso. Com esse governo Bolsonaro, esse diálogo veio a público em 2019, com o governo Bolsonaro a gente não tem mais esse diálogo. Já transferiram os cabeças das facções criminosas para presídios de segurança máxima, presídios federais. Então tem que ser isso. E dá para fazer. Eu vi ali como é que funciona em El Salvador. Lá um país pequeno conseguiu.

Eu estive lá. Qual que é? Eles fizeram algumas coisas que nós já começamos a fazer.

que foi mudar a legislação penal. Lá, são várias coisas, mas a lógica era a mesma. Lá são chamadas pandilhas, que são as organizações criminosas que tem aqui no Brasil. Que eram essas organizações criminosas que dominavam territórios. Então eles tinham que recuperar esse território. E como havia um modo operante dessas quadrilhas...

havia uma hierarquia, eles eram uma espécie de empresa do crime, eles eram um governo paralelo, que impunham suas leis naqueles locais. Então, assim, eles criaram lá um crime de pertencimento a uma organização criminosa. Então, o simples fato de você ser identificado como pertencendo a uma pandilha daquela... Tinha tatuagens, né? Isso também ajudava a identificar. Ajudava a identificar. Lá, por exemplo, tinham facções criminosas que quando você via tatuagem que eram gotinhas...

no rosto do vagabundo, aquilo era a quantidade de policiais que ele já tinha matado. Aí tinha alguns desenhos que identificavam, essa aqui é da pandilha A, essa aqui é da pandilha B. Então eles mudaram a legislação penal, criaram esse crime de pertencimento a uma facção criminosa e começava a pena com 20 anos de cadeia.

sem direito a nenhum benefício de progressão de regime, essas coisas. Aqui a gente fez isso agora recentemente. Eu até ajudei a construir junto com o Derit, foi o relator desse projeto na Câmara dos Deputados. O Lula, por medo de ser vinculado a um defensor de bandidos e não defensor das vítimas, como nós somos e defendemos o cidadão de bem.

Ele acabou sancionando as partes principais e hoje, no Brasil, você pertencer a uma organização criminosa, também começam a pena de 20 anos de reclusão. A gente mudou o percentual da pena que a pessoa tem que cumprir para ter direito a uma progressão de regime, por exemplo. Nós mudamos os critérios para audiência de custódia.

Ou seja, que essa porta giratória que o marginal tem 100 inquéritos por roubo de celular, o cara pega o roubo de celular de novo e é solto no mesmo dia na agência de custódia. Isso vai acabar. Agora é uma espécie de... Como faz? É um critério lá que é uma habitualidade criminosa. Então, apesar da pessoa não ter uma condenação transitada em julgado...

porque ela só é reincidente quando ela comete um crime, novamente, ela é condenada a segunda vez, já tendo uma condenação transitada e julgada anteriormente. Agora não, se o cara é um criminoso habitual, o juiz já pode, ao invés de conceder a liberdade provisória para ele, manter ele preso. A gente criou o crime autônomo de porte de fuzil que não tinha. O STJ, o Superior Tribunal de Justiça, no final de 2024,

eles entenderam que o fuzil era um instrumento de trabalho do traficante de drogas. Porque numa situação em que um cara foi condenado por tráfico de drogas, portando um fuzil também, ao invés de eles considerarem isso um crime autônomo, ou seja, o cara vai responder pelo tráfico de drogas e pelo porte ilegal de fuzil, o cara tá com fuzil não é pra fazer coisa boa. Eles consideraram que esse aqui era um instrumento pra garantir a atividade final dele.

Então, ao invés de ter uma pena maior, ele tinha um aumento da pena do crime de tráfico de drogas. Então, hoje não, o cara responde pelo tráfico de drogas.

pelo porte legal de fuzil e por pertencer a uma organização criminosa. E o chefe de uma organização criminosa, só nesse tipo de crime, pode chegar a ter 80 anos de condenação. Então, assim, é para nunca mais sair. Isso tem que passar um recado para quem quer continuar investindo nessas atividades criminosas, porque se for pego...

vai ser preso e não vai sair. E se enfrentar a polícia vai ser neutralizado. Tem que ser assim mesmo, como aconteceu no Rio de Janeiro. Não dá mais, ninguém suporta mais essa situação. E é indefensável. A gente tem que defender o direito de ir em vida das pessoas, a soberania das pessoas sobre o seu celular, sobre a sua bolsa. Isso tem que acontecer. Hoje no Brasil, a gente tem cerca de 200 mil mandados de prisão em aberto que não foram cumpridos. E por que não foram?

Por causa da impunidade, você não consegue investigar, a pessoa foge, você não tem número de policiais suficiente, você não tem tecnologia o suficiente para auxiliar as polícias. Enfim, é uma série de fatores. E você tem... Vou dar um exemplo do Rio de Janeiro, Vilela.

Nós temos 43 mil presos no Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro. Sabe quantas pessoas só a polícia militar prende por ano no Rio de Janeiro? 46 mil. Então? Então, olha como é a porta giratória, olha como é a impunidade. Vai ter que construir presídios, sim. Isso que eu ia falar. São aproximadamente... A experiência lá, eles construíram presídios. Eles construíram em menos de um ano um presídio que é o SECOT, o Centro de Combate ao Terrorismo, que eles enquadraram essas facções criminosas lá como terroristas. As pessoas foram colocadas lá.

E a criminalidade despencou. El Salvador tinha 128 homicídios, tinha a taxa de homicídios de 128 por grupo de 100 mil habitantes. Hoje eles têm 0,4 homicídios por 100 mil habitantes. Quer dizer, virou um país seguro. Eu vi cenas da galera saindo à noite com família e criança e bebendo no centro da cidade. E assaltando de novo, matando gente, mata policial, mata mulher. Aqui no Brasil. Então, assim, são os saidões que a gente também acabou.

Com as saídas em feriados. Aquela história de uma mulher que assassinou o pai e a mãe, dia dos pais e das mães, ela sai da cadeia e vai para casa. É um tapa na cara da sociedade. Só para concluir a parte dos presídios, a gente tem aproximadamente ali, 500 mil vagas de necessidade de presídios. O que precisa para se construir mais ímpeto?

Não precisa ter vontade de fazer mais nada. Não precisa aprovação? Não, não tem que ter aprovação, tem que ter investimento. E seriam privados ou do Estado? Os presídios hoje no Brasil são administrados pelo poder público. Mas a ideia é privatizar alguns ou não? Não estou nem pensando nisso, porque tem uma prioridade, a gente tem que fazer a lei ser cumprida, a gente tem que manter esses caras mais tempo presos. Porque, Vilela, são sempre os mesmos ali, 80% dos crimes são cometidos pelas mesmas pessoas. Só de você tirar eles do convívio social, já vai ser uma sensação imediata.

de melhoria na segurança pública no nosso país. Se nós construirmos 500 mil vagas em presídios brasileiros, se você fizer uma conta ali de aproximadamente, se não me engano eram 700 reais um metro quadrado, alguma coisa assim, eu fiz uma conta para dar com 35 milhões aproximadamente, você consegue construir essas vagas. Só para você ter uma ideia, só o que a Polícia Federal estima que foi desviado sobre esse vídeo. Obrigado.

na investigação da Lava Jato, são 42 bilhões. Dá para construir esses presídios, ainda sobram 7 bilhões para você usar, para qualificar essas pessoas, dar uma alternativa para que eles deixem a vida do crime em algum momento, que eles se profissionalizem, se alfabetizem, enfim. Aqueles que queiram deixar a vida do crime também tem que ter um caminho para seguir.

Então, assim, óbvio que eu estou reduzindo, estou falando só da parte criminal, tem a parte da educação, tem a parte social, tem a parte familiar, tudo isso acaba, de uma forma ou de outra, impactando em índices de criminalidade. Eu estou falando aqui apenas de uma vertente, que eu acho que a gente consegue dar um passo importante agora com a entrada em vigor dessa lei. E o pessoal, quando você fala nisso, quais são as críticas em relação a esse medo da buquilização aqui do Brasil? Eu acho que quem tem que ter medo disso é o vagabundo, né?

Então, assim, os defensores de direitos humanos têm que entender que a gente tem que defender direitos humanos para as pessoas que estão sendo vítimas hoje, que estão morrendo por nada, cara. A pessoa vai tomar seu celular na rua, você entrega o celular, não foi com a tua cara, você é playboy, dá um tiro na cabeça. Exato, tem vídeo do cara entregando o celular a um ciclista e tomando tiro. O cara arranca um pai do banco do motorista do carro, joga no chão, dá tiro na cabeça, na frente da filha que está ali do banco do carona.

Não dá para ter tolerância com esse tipo de coisa mais, entendeu? E como é que lá em El Salvador funciona? Eu perguntei para o ministro da Justiça de El Salvador, como é que foi esse pessoal de direitos humanos? Eles chiaram aqui, mas nós tínhamos a legitimidade da população. A população elegeu o Bukele para fazer isso. Então é uma coisa que eu vou trazer.

na pré-campanha, a campanha inteira. Se o brasileiro escolher esse caminho, é isso que eu vou fazer. A mega-operação, para você, meio que deu um norte pela opinião pública em relação à mega-operação que aconteceu no Rio? A gente no Rio de Janeiro estava sufocado.

a gente estava esperando um lampejo de esperança de novo. Pô, vamos conseguir sair dessa areia movediça que a gente está aqui. Os criminosos estão mandando em tudo. Não tem mais lugar, não tem mais horário. É violência para tudo quanto é lado. Essa sensação, né? Então, quando vem essa operação, a polícia fez um trabalho bem feito, fez um trabalho exemplar.

Eles fizeram uma estratégia ali para tentar prender. Eles foram cumprir dezenas de mandados de prisão e de busca e apreensão naquela localidade lá no Rio de Janeiro. Então foi na madrugada um tiroteio no meio do Matagal. Quem está no meio do Matagal de madrugada, portando um fuzil, não está fazendo turismo. Então assim, houve ali o confronto. Enfim, infelizmente não teve nenhum inocente ali que foi morto. Infelizmente tivemos policiais baleados.

E os marginais que resolveram enfrentar a polícia foram neutralizados, foram mais de 120. É recorde de apreensão de fuzil. Enfim, para mim foi uma operação que tinha que ter mais de umas 200 dessas para começar da jeito. Vamos então à pele da misoginia. Você foi muito criticado pela tua opinião sobre.

Não, ali foi o seguinte, o que aconteceu ali, Vilela? No Senado, foi bem no dia que o meu pai teve a domiciliar humanitária autorizada. Eu estava ali fazendo, dando entrevistas, explicando, comentando o que tinha acontecido. Obviamente estava com foco naquilo e estava tendo a votação desse projeto no Senado. E aí eu... E aí

não estava prestando atenção na pauta, minha senhora falou, eu tenho votação nominal aqui agora. Orientação é voto sim do partido. Mas eu pensei, cara, tinha uma emenda do senador Portinho que ia resolver, ou pelo menos ia resolver grande parte desses problemas que esse projeto tem. E eu não vi ali no Senado espaço, Orvillella, para fazer a alteração. A votação ia ser aprovada. E a esquerda estava ali pronta com o discurso para me atacar como se fosse contra as mulheres. Eu vou ser a favor de qualquer projeto, Orvillella.

que vá em defesa das mulheres. Eu acho que esse não é o caso de verdade. Tanto é que eu sabia que é para a Câmara, eu sabia que lá ele vai ser alterado, se é que ele vai ser colocado em votação. Opa, perdão, colocado em votação. E aí o que aconteceu? Acabou que foi a votação esmagadora. A gente estava esperando fazer a votação nominal na emenda do Céu do Portim, que ia ser votada depois desse projeto.

E acabou que eles fizeram a manobra, pediram votação nominal no projeto principal. A gente não conseguiu votar a emenda. E assim, a gente não pode ignorar a dor e o sofrimento real que existe das mulheres, que são atacadas covardemente, não só nas redes sociais. São atacadas fisicamente. São agredidas por companheiros covardes. São mais vítimas de assaltos, por exemplo, porque os marginais... ... ...

imaginam que vão encontrar menos resistência a assaltar uma mulher do que assaltar um homem ou assaltar alguém armado. Então, foi nesse contexto ali que eu dei esse voto, mas confiando que lá na Câmara dos Deputados esse projeto vai ser radicalmente alterado ou vai ser rejeitado se é que ele vai ser pautado. Então, foi ali uma decisão, foi tomada pensando rápido, mas certamente essa não é uma lei que vai proteger as mulheres, tanto é que eu tenho um projeto de lei.

Que aí sim eu entendo que protege as mulheres. Me criticaram depois também por esse outro projeto que eu tenho, que na verdade é o seguinte, quem não fica revoltado, Ovilheira, quando vê esses vídeos de uma mulher que, sei lá, está no elevador, e é espancada por um cara, a sequência de soco, a mulher fica toda arrebentada. O que eu digo no meu projeto? Olha, se chegar a uma situação dessa, o delegado de polícia pode, na hora, conceder uma medida protetiva para esse cara não chegar perto dela. Claro.

E aí dá 24 horas para um juiz confirmar ou não essa decisão. Aí começaram a me atacar, dizendo que eu sou feminista, que eu sou... Cara, eu vou votar a favor de qualquer projeto de lei que eu entenda que defenda as mulheres, esse especificamente da misoginia. Eu concordo que não defende as mulheres, mas foi esse o contexto que eu te expliquei aqui, contando que ele vai ser alterado lá na câmara e para evitar essa construção de uma narrativa falsa contra mim, já que nesse momento eu estou na condição de pré-candidato à presidência da República.

Mas assim, com muita tranquilidade eu vou defender aquilo que eu acredito. E mais uma vez, as mulheres podem ter certeza que esse endurecimento da legislação penal que eu vou fazer também vai abranger medidas concretas e reais que vão permitir que essas mulheres não sejam mais vítimas de violência ou de feminicídio.

Tomar medidas que vão garantir autonomia financeira para essas mulheres não precisarem mais ficar pesando, Villela. O cara está... Meu marido, meu namorado, meu companheiro está me enfiando a porrada todo dia em casa, mas eu dependo dele financeiramente. É, não tem condição de sair. Tem que achar um jeito, um caminho de... Tem que abraçar essas mulheres. Com certeza. E dar uma condição para ela poder caminhar com as próprias pernas. Não depender mais de um covarde desse o resto da vida.

E o Estado tem que proteger essa mulher. Então, nesse aspecto, é que eu vou estar sempre do lado, defendendo as mulheres, sempre que eu achar que é o caso. Eles acharam isso daí é de março de 26, Atlas Intel, segundo turno. Flávio Bolsonaro, 47,6, Lula, 46,6. Então, aí é o segundo turno. Atlas Intel, essa é de ontem, eu acho. É, é recente. As pesquisas já mostram esse cenário de segundo turno.

Mas eu não ouvi, Lovosti, não, é muito cedo, eu sei, é muito cedo ainda, tá muito longe. Muita coisa vai mudar. Mas as tendências de todas as pesquisas... Você se encontraqueando também, né? Vocês têm uma equipe pra ficar traqueando esse movimento? É, tem o nosso time que faz essa edição, né? Colocar os pré-candidatos aí, vamos mostrar para Flávio, quero que ele analise pra gente essa situação. E, enquanto isso, queria que você falasse sobre a prisão do seu pai.

Como que foi? Como ele está? Como está a saúde dele? Como você avalia tudo o que está acontecendo com ele? Isso é o que está mais próximo, né? É, assim, sempre que eu posso, eu estou lá com ele. Eu, como sou advogado também, estou habilitado nos autos. Eu consigo vê-lo com mais frequência.

e eu tenho dois dias na semana para vê-lo como filho, quartas e sábados por apenas duas horas, e nos horários que são umas janelinhas limitadas, então é difícil, parece que é feito de propósito para atrapalhar, inclusive articulação política e para humilhar um cara inocente, mas assim, pelo menos um...

Alguma coisa que dá um alento. O fato de ele estar em casa agora, ele está mais bem cuidado, ele está conseguindo passar mais tempo sem aquelas crises de refluxo dele. Como que era a cela dele lá? O Vilela era um quarto bem simples assim. Sabe aquela pia de rodoviária? Tem cimento, tudo cimento.

Era limpinho e tal, mas enfim, não é um local onde ele mereceria estar. O que ele teve de promoção? Porque não fez nada de criminoso. Todo mundo hoje cada vez mais tem a percepção de que foi uma farsa que o levou a ser condenado por isso. O que aconteceu? Por que ele está preso? Eu vi, Lela, se ele tinha tanta convicção de que não fez nada, ele voltou dos Estados Unidos para cá para o Brasil. Ele falou, não, eu vou voltar para lá porque eu não fiz nada. Eu vou responder e vou ser inocentado.

Só que aí, como a gente vê aqui a lawfare, como o termo jurídico que é usado, e essa militância judicial, nossa, deu branco aqui na expressão aqui agora. Não, tranquilo. Mas essa perseguição que começou a existir, não é de agora, em cima de o pessoal de direita, ele não calculou.

que ia ser um processo como o que ele sofreu, cara. Um processo em que o relator é uma suposta vítima, o relator escolhe quem são os investigadores, o relator se mete nas investigações, ele manipula depoimentos, ele tortura o Cid lá para falar coisa que não aconteceu, ameaçando a família.

os recursos que eram apresentados 100% negados, não só do Bolsonaro, mas de todo mundo que está respondendo no Supremo. Lá não era o foro adequado, porque ele tinha que se responder não no Supremo, mas em primeira instância, como aconteceu com outros ex-presidentes da República, ele foi julgado pelos seus inimigos, Vilhela.

O Alexandre de Moraes é um inimigo declarado dele publicamente. O Flávio Dino, antes de virar ministro, falava que o Bolsonaro é o demônio na terra. Tem queixa crime contra o presidente Bolsonaro. Ele está na lei que não tem. Ele tinha que ser suspeito para julgar. Ele foi ministro da Justiça do Lula. O outro, o Zanin, foi advogado do Lula até ontem. Quer dizer, não passa na cabeça de nenhuma pessoa.

que raciocine, que tem um mínimo de isenção, que isso foi um julgamento justo. Então ele sofreu, por isso está pagando um preço alto sem ter cometido crime nenhum. Mas, mais uma vez, ele é uma pessoa que, se Deus quiser, muito em breve a gente vai tirar ele dessa situação. Como ele está de saúde agora.

Mais uma vez, essas crises do refluxo que ele tem, a saúde dele nunca mais foi a mesma, desde que ele tomou aquela facada de juiz integrante do PSOL. A gente é acusado de discurso de ódio, mas nós é que somos as vítimas do ódio material, inclusive. Tem gente até hoje que acha que foi fake. São uns idiotas. Mas, enfim, desde então nunca mais foi a mesma a saúde dele e ele tem essas crises de refluxo. É um negócio meio... Ninguém consegue identificar a causa exata disso. Pode ser multifatorial.

Mas o que acontece? O cara fica soluçando. Aí para ele, para melhorar esse quadro dele, ele tem que tomar remédio forte, que dá efeito colateral de ele ficar com sonolência, dele ficar com desequilíbrio, tontura. Então assim, a preocupação nossa sempre foi ele ficar sozinho, como ele estava lá no 19º batalhão, cumprindo a pena dele. De não ter alguém para... É porque assim, tem um botão aqui que você pode apertar se ele cair, mas se ele cair, bater a cabeça e ficar desacordado...

começar a ter refluxo branco, esperar ele ficar morto. Como aconteceu, ele tomou um tom, bateu com a cabeça, demorou 24 horas para Alexandre de Moura autorizar ele para o hospital. Graças a Deus não foi nada grave, ele não ficou desacordado, mas podia ter sido, ele podia ter sido encontrado morto naquela cela.

E isso vai se agravando, foi se agravando com o passar do tempo. Agora, com ele em casa, ele consegue ficar mais tempo sem esse soluço. Ele estava seis dias sem o refluxo, sem o soluço. E dá pena, cara, porque você senta do lado dele lá no sofá para conversar, nos momentos que eu tenho de visita, ele está cansado, porque ele dormiu mal, você imagina dormir com o soluço. Dorme mal, está cansado, daqui a pouco ele está dormindo do meu lado, dormindo, depois solução.

Como é que você consegue dormir solução? O soluço já incomoda você acordado por dez minutos. Imagina você ficar um dia inteiro.

ainda tem que dormir desse jeito. Então, os remédios causam esse efeito colateral. Em casa, tem mais gente ali para estar observando ele, se precisar. Ele está fazendo a fisioterapia dele, está conseguindo fazer algum exercício. Então, acho que ele está, graças a Deus, melhorando pelo fato de estar em casa. É que ele não se dá a tornozeleira eletrônica de meter a solda? O que ele falou para a gente ali é que ele estava sob efeito desses remédios. E eu sei que um dos efeitos colaterais também pode ser.

ele ter alucinações. E aí o que ele falou é que ele achava que tinha uma escuta dentro daquela tornozeleira, ele tentou abrir para se descobrir se tinha uma tornozeleira ali e podia ser alguma reviravolta na situação dele jurídica, vamos dizer, eu imagino que tenha sido isso. Mas, enfim, a gente ele voltou agora para casa, vamos torcer para não...

Flog, temos aí alguns pré-candidatos declarados que estão nas pesquisas. Vamos lá. Caiado.

Por que não escolher ele para presidente da República? Vou falar de cada um. Olha, o Caiado é um cara que é um conservador, ele é um cara de direita, fez um bom governo lá em Goiás. Mas, assim, é uma pessoa que eu também acho que tem uma... Eu dei uma parada no tempo com relação às ideias. A gente precisa de botar um governo modernizado. A parte que ele foi bem sucedido, a segurança pública, eu acho que ele podia ter feito muito melhor.

Assim, eu acho que no Cael e as pesquisas eu mostram que ele não tem uma grande aceitação por parte da população. Mas enfim, é um bom quadro. Mas espero ter o apoio dele no segundo turno. Aldo, vamos falar do Aldo. Cadê? É o segundo que está lá na lista geral.

Por que não escolher o Aldo? O Aldo, eu vou te falar, é uma pessoa que tem origem em partidos comunistas, mas é uma pessoa que eu acho que tem um grande caráter, é uma pessoa que de um tempo para cá, de alguns anos para cá, inclusive, ele se mostra uma pessoa que é um conhecedor do país, em especial dos nossos problemas ambientais. Eu acho que é um bom quadro também, mas também é outra pessoa que não traciona perante a opinião pública, mas é um cara que eu respeito.

Vamos colocar um cara aqui que da última vez falou que não sabia quem era. Renan Santos. Já sabe quem é? Do Missão, da MBL. Por que não escolher ele para presidente? Porque esse cara não tem condições psiquiátricas de governar nada, de mandar ninguém. Como assim? Como assim, Flávio? Eu vi o cara fazendo um protesto lá outro dia em cima de um palco lá, dizendo que o Flávio Bolsonaro impediu a revolução do nosso país. O cara tá com a espada na mão e um pirulito roxo na outra.

Ah, não, não, não, não. O cara vai fazer revolução? O cara vai fazer revolução aonde? Com um pirulito e uma espada? Isso não dá para levar a sério também, né? Enfim, está cometendo diversas calunhas contra mim. Aí ele vai conversar com os advogados aí. Quem mais tem aí? Coloca o próximo aí, diretor.

Eu acho que está o Cury, Augusto Cury, que eu te falei que acabou de... É, o Augusto Cury, eu tinha ouvido falar pouco dele, eu sei que ele é um escritor. É um best-seller. Um best-seller, então eu de verdade não o conheço. E ele acabou também, eu acho que nem aparece nas pesquisas, porque ele acabou de anunciar também a candidatura.

O Zema, o que você tem para falar do Zema? Por que não escolhê-lo para presidente? O Zema também é uma pessoa ali que tem uma grande liderança em Minas Gerais, que fez um bom governo, é uma pessoa que também é de centro de direita. Você espera que no futuro ele venha apoiar? É uma pessoa que a gente está tendo algum diálogo. Eu acho que, na verdade, nesse momento, o Vilelo, que a gente está...

As pessoas que têm esse entendimento que a gente tem a eleição mais importante das nossas vidas esse ano. E o Zema é uma pessoa assim. Por que é a eleição mais importante? Porque é o fim do ciclo do PT. O Lula, eu vou falar dele depois aqui, mas vamos falar do Bolsonaro. O Bolsonaro é um líder. O Zema você já falou. Então vamos colocar a foto do Lula. O Zema também eu respeito bastante. Coloca a foto do Lula, então, porque não...

mantê-lo no governo por mais quatro anos? Porque é alguém que já deu o que tinha que dar, é alguém que teve três oportunidades de tentar resolver os problemas do Brasil e não tem porquê o brasileiro dar uma quarta oportunidade para ele não fazer de novo. Ele chegou ao governo com mentiras, ele está entregando um Brasil pior.

do que um Brasil que ele recebeu do presidente Bolsonaro. E é um fim do ciclo porque ele é uma pessoa que não cultiva lideranças, ele não tem ninguém que possa dar sequência às bandeiras que ele defende, que eu discordo completamente. Então, acho que já deu o que tinha que dar. O Lula está cansado, o Lula tem ideias atrasadas, ideias velhas, não tem nada de oferecer para a nossa juventude, por exemplo. Qual a expectativa que ele está deixando para os nossos jovens, velho?

Eu vi pesquisa recente, 80% dos estudantes saírem de ensino médio, estão concluindo o ensino médio sem nenhuma expectativa de conseguir um espaço no mercado de trabalho. Você não tem um investimento aqui para que esses jovens, esses adolescentes, estudem inteligência artificial, tecnologia, possam produzir, abrir a própria empresa, ou possam fazer um estudo no colégio junto a empresas.

nesse modelo dual, para que eles possam ali já serem moldados pela empresa, já acabar o ensino deles com um emprego garantido. Não tenho expectativa de nada para essa garotada. Qual a expectativa que esse cara dá para o futuro do Brasil? Nenhuma. E o cara com relação aos idosos, o governo dele mais ou mais um escândalo de corrupção. O Lula era presidente da República nos maiores escândalos de corrupção do país. Mensalão, presidente Lula. Petrolão, presidente Lula.

Agora, o roubo do INSS, presidente Lula de novo. O banco master, o cara deixou os nossos vulneráveis, aposentados. Ele está dizendo que é a direita que está envolvida no escândalo nosso. Não tem pena em cabeça isso. Então, é uma pessoa que não dá expectativa para os jovens e que roubou o futuro dos idosos. Quer dizer, não vai deixar nada de legado. E é interessante mais essa narrativa mentirosa, né? Quer dizer, então, que o presidente Bolsonaro faz um esquema de corrupção para beneficiar o filho do Lula?

Brincadeira comigo. A CPI do INSS agora, quer dizer que estavam lá senadores e deputados do PT comemorando o fim das investigações da CPI do INSS porque ela ia chegar no Bolsonaro? Não, porque ia chegar no filho dele, o filho do Lula. Então assim, não tem lógica. E eu acho que isso a internet tem um papel importante. Foi barrada, né?

Não, não tem. Eles fizeram de tudo para blindar o filho do Lula lá. Então, assim, o aposentado que está me assistindo aqui agora, o idoso, quem precisa de um benefício de prestação continuada, que teve o desconto imposto no seu contra-cheque, sem você saber por anos, o seu dinheiro pode estar na conta do filho do Lula lá na Espanha, onde ele está foragido, está lá, isolado. Por que ele não está aqui no Brasil? Está com medo de quê?

Então, Villela, esse é o legado que o Lula está deixando, de corrupção, de descrédito moral.

Alguém que persegue seus opositores políticos usando a máquina pública. Alguém que é recordista em criação e aumento de impostos. Foram a cada 37 dias um aumento ou criação de impostos. Ele olha para o empreendedor e vê como um vilão. Em vez de entender que é o cara que precisa ter uma redução de carga tributária porque ele gera emprego.

nesse país, é ele que vai empregar os jovens, é ele que vai empregar os adultos formados, é ele que vai dar uma oportunidade para um idoso trabalhar. Quem gera emprego são os empreendedores. A gente não pode sufocar com imposto e tributação esse pessoal. Então, assim, não tem nada de bom para falar desse governo. É difícil se achar alguma coisa. Eu vejo muito os vídeos de algumas pessoas perguntando, você vota em quem? Bolsonaro ou Lula? Meu cara, Lula. Está falando uma coisa de bom que ele fez, não sabe.

Não tem o porquê de não haver uma mudança no Brasil, porque a gente precisa resgatar a esperança do povo brasileiro, precisa resgatar a fé do povo brasileiro. Então, mais uma vez, eu acho que eu estou nessa missão, porque para mim é projeto de Deus. Eu acho que até viralizou recentemente um vídeo, uma profetisa, que eu estava nos Estados Unidos, num culto.

lá na Igreja da Comunidade das Nações, ela falando que é um grande furacão, redemoinho, ia atingir o país, ia parecer que ia tocar a sua família, mas não ia tocar, que o Brasil ia ter mudanças e que Deus estava dando um livramento para o Brasil por causa de mim, Flávio Bolsonaro, que eu tinha uma missão, que Deus tinha escolhido e tal.

Uma coisa nesse sentido. E desde então eu fiquei na minha, né? Esperar os sinais de Deus, né? Sempre orando, pedindo ali sabedoria, né? Deus me dá estratégia, como é que vai ser, como é que não vai ser. E chegamos na situação que estamos hoje. E eu acho que o que está acontecendo só pode ser Deus mexendo no tabuleiro da vida.

aqui no Brasil para essa mudança acontecer. Do Lula desistir, se você subir muito nas pesquisas dele? Eu acho difícil, porque, mais uma vez, ele não deixou ninguém que possa substituí-lo. Eu acho que ele é uma pessoa vaidosa, orgulhosa. Eu acho que a Janja não deixa também.

Então, ela tem que continuar viajando na vida de Júlia. Você acha que a Júlia já manda nele? Não tem nenhuma dúvida. Quem governa o Brasil é a Júlia nele. É mesmo? Então, assim, a gente fica ali no... Eu fico também aqui, coloco o meu nome para isso. Porque eu acredito que o Brasil tenha condições de fazer uma mudança, a gente olhar para a frente de verdade, com equilíbrio, sem confusão, para cuidar de quem precisa nesse país. Vamos para as perguntas do chat.

Você pode acalmar seus assessores, que eles estão pedindo para ir embora, mas não deu nem uma hora e meia de papo. A gente está começando ainda. Aqui tem as questões para a gente tratar, pelo amor de Deus. Todos os candidatos que vêm aqui têm que ficar pelo menos duas horas, que é o tempo que dá para... Vamos lá. Fala o pessoal que a gente já está indo. Aquele famoso já estamos indo.

O Tales Gomes, ele é cofundador e presidente da G4, ele mandou uma pergunta aqui. Ele pagou o Superchat? É, ele pagou. Ou ele atravessou aí? Ele está pagando, ele está investindo. É, olha só. Ele pagou. Ele fala aqui, senador, o Brasil tem hoje a terceira maior população conectada do mundo, a maior base de empreendedores da América Latina e reservas estratégicas de minerais críticos, que são insumos direto da revolução da inteligência artificial.

Ao mesmo tempo, a gente vê jovens brasileiros cada vez mais qualificados emigrando e as nossas empresas de tecnologia sendo vendidas antes de atingirem a escala global. Na sua visão, o que o Brasil precisa fazer nos próximos quatro anos para deixar de ser fornecedor de matéria-prima da revolução tecnológica e passar a ser protagonista dela? Olha, isso aí, para mim, é uma grande janela de oportunidade que o Brasil tem de investimento em tecnologia e inteligência.

artificial, que demanda obviamente muita energia, construção de data centers. Hoje a nossa legislação na parte de energia é uma grande colcha de retalhos, uma confusão que deixa a energia muito cara. Por isso a gente tem perdido muitos desses investimentos para o Paraguai, onde a energia é bem mais barata. E a regulamentação também aqui da inteligência artificial, a gente tem que ter um olhar para o empreendedor.

que isso está faltando também a gente fazer. Agora, a gente tem que investir na qualificação de mão de obra. Mais uma vez, a gente tem 800 mil possibilidades de vagas aqui, para jovens, quem tiver qualificado, 800 mil vagas para trabalhar com inteligência artificial, com tecnologia, e a gente não está preparando.

essa mão de obra, a gente está perdendo essa oportunidade. Então, vai estar no nosso plano de governo uma plataforma que a gente vai criar, que vai estar na palma da mão dessas pessoas, para a gente, em especial, focar nos jovens, focar em quem está hoje em...

recebendo benefícios sociais por parte do governo para a gente identificar essas pessoas. Tem uma questão muito maior também em relação ao data center que estão instalando aqui, geração de energia, porque vai começar a entrar no gargalo. Energia aqui ainda é a cara.

Mas a gente hoje produz uma energia excedente que a gente consome no Brasil, mas eu acho que a gente pode estimular a construção de data centers com eles, construindo a própria base de geração de energia deles, com uma tributação ou com zero tributação nesse momento para atrair esses investimentos. Só que mais uma vez, a gente vai precisar de mão de obra qualificada para isso. A gente não sabe...

Quais vão ser, por exemplo, daqui a 10 anos, quais vão ser as principais profissões? Não sabemos, não sabemos. Porque isso tudo evolui muito rápido. A gente tem que se preparar para esse momento. Por isso que eu acho que a gente tem que investir em bolsas de estudo para essa garotada fazer essa qualificação. A gente tem que mudar radicalmente o nosso orçamento no ensino universitário. Tem que investir antes no ensino técnico e profissionalizante, no segundo grau técnico.

A gente já pode ter uma garotada formada nisso para ganhar salários muito melhores.

do que as expectativas que ela tem hoje e trabalha como jovem aprendiz, um primeiro emprego da vida. A gente pode construir essa mão de obra ainda no segundo grau técnico para a molecada começar ganhando 10 mil reais, que é algo que para começar uma carreira profissional é importante. E também no ensino universitário não dá mais para a gente ficar investindo dinheiro público na formação de militantes em universidades.

A grande parte tem que ser redirecionada para essa área de tecnologia, de ciência, de pesquisa com aquilo que vai preparar o Brasil, para não perder o bonde dessa história e ser protagonista nesse momento em que há tanta necessidade de construção de data centers e formação de mão de obra para a parte de inteligência artificial e tecnologia. Então é uma coisa que eu vou estar muito atento e podem ter certeza que vai ser um compromisso nosso.

Senador, muita gente aqui no chat, imagino que você vai ser muito cobrado e vai ter que explicar muito isso aqui em debates, que é o lance das rachadinhas. Vamos falar das partes polêmicas aqui, né, Lene? Quer pegar alguma pergunta? Eu tenho a minha, mas eu completo em cima do... Porque eu estou vendo muita gente perguntando sobre isso.

Tem uma pergunta do Rodrigo aqui, ele fala o seguinte, seu ex-assessor Queiroz confessou que pegava parte dos salários dos funcionários do seu gabinete. O MP declarou que era inverossímil que você não tivesse ciência. Você admite que ocorreu isso no seu gabinete?

do Rodrigo. Deixa eu só deixar claro uma coisa também aqui, vocês, todo mundo é testemunho, eu perguntei aqui pro Flávio antes de começar o programa, como eu pergunto pra todo político. Posso fazer qualquer tipo de pergunta? Qual foi o que ele falou? Pode perguntar tudo. Não tem censura a nenhuma pergunta, tá? Então podem fazer pergunta, eu também tô aqui. É porque é importante clarecer, Vila. Claro, deixa eu só completar a pergunta dele, ó.

Então o Queiroz pagou, segundo aqui, 261 mil em dinheiro vivo na escola e no plano de saúde das filhas do Flávio. Câmeras do banco registraram isso. Não, mentira, mentira. É, aí você explica. Você achou normal um funcionário pagar as contas pessoais do patrão com dinheiro em espécie? Isso não aconteceu. Vila você saber que toda essa espuma, todo esse ataque a tentar destruir a minha reputação, nunca teve início um processo criminal contra mim. Eu nunca respondi criminalmente por isso.

Mas o Queiroz assumiu a rachadinha. O Queiroz tinha ali no gabinete, ele cuidava de uma parte da minha assessoria que trabalhava em rua. Fazia panfletagem, fazia eventos e tal. Ele tinha autonomia sobre esse pessoal e ele fala que ele fazia isso. Foram mais de 30...

Assessores meus que foram investigados, quebra de sigilo, de 11 anos para trás. Você imagina ter que explicar 11 anos para trás de tudo que você passou no seu cartão de crédito, que você pagou. Essa devassa 11 anos para trás foi feita na minha vida. Sabe quantas ligações tem financeiras minha com assessor?

Zero. Você sabe quantos assessores disseram que eu cobrei alguma coisa do salário deles de volta para empregar no meu gabinete? Zero. Então assim, não tem absolutamente nada. Por isso que é importante esse espaço aqui, para que as pessoas entendam de uma vez por todas, nunca teve início um processo criminal contra mim. Mas é verdade que Queiroz assumiu a autoria da sua saúde? Ele falou que tinham pessoas que ele tinha empregado e que ele cobrava uma parte do salário.

e que ele não, além de obviamente eu não tenho a minha concordância, ele bota lá no papel, ele fala que eu jamais tinha conhecimento disso. E mais uma vez, mais de 30 pessoas, Villela, se tivesse alguém que tivesse, se eu tivesse pedido alguma coisa desse tipo, não falaria naquele momento para poder, sei lá, fazer uma delação, alguma coisa, ninguém, porque não tinha. Villela, eu passei.

16 anos da minha vida sem ter uma acusação de nada. Bastou o presidente Bolsonaro se eleger, isso aí foi em dezembro de 2018, logo após as eleições, que começam a aparecer as narrativas, que é uma forma de você, aqui no Jogo do Poder em Brasília, manter uma espada sobre a minha cabeça para tentar, enfim, ele ter alguma ascensão sobre mim, que não aconteceu. Então, assim, outra narrativa que era mentirosa, que eu acho que é importante emendar nessa pergunta para esclarecer, é que tem muita gente... Isso aí é uma franquia que eu tinha.

Mas era isso que você falou? Não, não, era isso. Isso é uma franquia que eu tinha. Você imagina, o Ministério Público me acusando de lavar dinheiro numa franquia.

totalmente auditada, controlada pela franqueadora, uma loja de marca renomada, não teve nada disso. O que eu apurei aqui é que a loja de chocolates do Flávio recebeu 1.512 depósitos em dinheiro vivo em valores redondos e idênticos. GPS e escutas comprovaram que os assessores não trabalhavam. Eram seus assessores que gastavam esses valores da sua própria loja? Tanto é que o Ministério Público faz esse carnaval todo e no final fala que não tem como comprovar que o meu patrimônio é incompatível com a minha renda.

Quem tem comércio aqui, hoje menos, mas antigamente recebia mais em dinheiro e espécie, era um comércio, gente. O que chamou atenção foi esses valores iguais. Mas no final do dia, como é que funciona no comércio? No final do dia, no final da semana, você junta a quantia, você vai no banco e deposita no banco, declarado no imposto de renda.

Tem absolutamente nada de equivocado em relação a isso. E você sabe que no debate vão te perguntar muito sobre essas coisas. Eu não poderia perguntar, mas eu expliquei rapidamente aqui. É, não, não. É óbvio que tem a galera aqui, não, não vai concordar, mentir. Não é, tá aí, cara. Tanto é que, mais uma vez, eu nunca respondi a um processo criminal por isso, apesar de todo esse carnaval em cima de mim. Então, eu sou ficha limpa, não tem problema nenhum de esclarecer isso para quem quiser, obviamente, entender.

e ouvir as explicações, que tem cara que não quer saber de nada, vai continuar xingando aí na internet, enfim, aí não tem o que fazer. Uma coisa, você se compromete aqui, porque o Lula falou que era um absurdo o sigilo em cartão corporativo do Bolsonaro. Aí foi eleito...

Sigilo em tudo. Você, se for eleito, Flávio, aqui, ó, pra aquela câmera, vai colocar sigilo em tudo também, nas coisas? Ou não? Deixa aberto pra galera. Não, assim, vou te falar, a regra vai se deixar aberto. Mas eu vou explicar duas coisas. É, por que que coloca? Primeiro, vamos lá. O Lula já gastou... Me enrola. O Lula já gastou 1.4 bilhão em cartão corporativo.

Eu não ganho isso no ano. 1.4 bilhão. O que o presidente gastava lá no cartão corporativo dele nas viagens que ele fazia. Tem uma viagem para fora, tem que pagar combustível do avião, segurança. Mas por que não pode abrir essas portas para a gente saber? Isso tem que ser aberto. Isso tem que ser aberto. O Lula deve ter colocado sigilo para não mostrar que ele pagava diária de R$ 90 mil no hotel de luxo para ficar com a Janja passeando no Inúmero.

fazendo passeio internacional, o presidente Bolsonaro... Não me enrola, você vai abrir? Não, olha só, vou explicar. O cartão dele, pessoal... Você viu que ele não falou ainda. Vou falar, vou falar, não vou pedir pergunta nenhuma. Ele tinha um cartão, são três cartões corporativos. Como são esses cartões? Uma para as despesas do Palácio Alvorada, outra para essas viagens que eu falei, despesas fora, e o meu cartão pessoal, que ele podia todo mês gastar 20 mil reais.

No que quisesse. No que quisesse. É sacar o dinheiro, jogar para o alto, jogava. Ele nunca nem fez senha para esse cartão. Ele nunca desbloqueou esse cartão dele. Não usou. Em quatro anos ele nunca usou, zero. E os outros? Usava para quê? Todo mundo usou. Aí você vê para que o Lula usa. Para fazer festa, enfim. Não, mas o Bolsonaro usava para quê? Ele não usava. Não usou outros? Usou, será isso. Tinha que pagar despesas de alimentação lá no Palácio do Alvorado, onde mora o presidente. Ele falava que usava para motossiata, por exemplo.

Não, mentira. Mentira? Mentira. São as falsas narrativas. Não foi provado isso. E o Lula fala que não vai botar, que vai abrir o sigilo e ficar botando o sigilo de cenas em tudo. Sim, tudo em tudo. Então eu quero fazer uma outra promessa aqui. Fácil. Só para explicar. Por que é que às vezes você não abre o sigilo? Por exemplo, nesse cartão que ele vai comprar comida para a casa dele.

Se descobrem qual é o fornecedor de alimento, de bebida, alguém pode fazer a maldade, desvenenar. Então, assim, justifica você botar ali, porque é uma questão de proteção da vida, da saúde. Putz, então você vai colocar também sigilo. Não, mas não vou colocar sigilo agora para coisas que as pessoas podem fazer a maldade contra mim. Ninguém quer saber o que você pediu no iFood e falar de nada.

Querem, querem, porque no iFood pode acontecer. Não, eu sei, mas a gente quer nos gastos grandes. Alguém sobe ali. O cara pediu um rabibão lá, esfirra no rabibão. Alguém pega ali, o cara compra sempre a pista naquele lugar ali. Deixa eu falar, uma falha de segurança na equipe de segurança do pai dele aqui. É verdade. Quando ele veio aqui...

fizeram, a gente pediu um monte de comida, fizeram a nossa produtora experimentar todas as comidas. Provar todas. E aí, a jujuba, que foi o que ele mais comeu, não mexeu na comida, não... Se a gente tivesse envenenado a jujuba, tinha matado o presidente. Esqueceram de testar a jujuba. Manda aí, Helene, não pegue leve, hein? Você tá pegando leve, com o talho. Pega a pergunta... Abraço, talho.

É o seguinte, tem uma pergunta aqui, deixa eu só achar aqui onde que ela tá. O Batistão, ele falou o seguinte, o senhor homenageou, visitou na cadeia, treinou o tiro e empregou a família do chefe do escritório do crime. Se isso não é com a milícia, o que é? O Batistão fez essa pergunta.

Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra para trás. O BYU-D Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYU-D Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990 para CNPJ. Fala até uma concessionária BYU-D e faça um test drive. Consulte condições em BYU-D.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

E várias pessoas associam a família Bolsonaro à milícia. Explica isso. Eu sempre defendi e sempre vou defender policial.

tenho admiração pelos policiais, cara que dá uma vida pela gente aí, pelo nosso direito de viver, e vou fazer sempre. Esse caso específico do Adriano, quando eu o conheci, eu conheci dentro do BOP, Batalhão de Operações Policiais Especiais no Rio de Janeiro, dando instrução de tiro para mim como deputado. Então ele é um cara uma referência, exímio atirador, super respeitado na polícia, eu conheci ele nessas condições. É para encurtar a história,

Ele, como era um policial operacional... Os caras estão falando sigilo no iFood. Desculpa. Como ele era um cara operacional, ele e a patama dele, que a gente chama, os policiais que trabalham com ele na viatura, eles foram acusados de ter matado um flanelinho em determinado local. E eu sabia, a gente tinha ali as informações, que não era flanelinho, era um traficante de droga. Ele estava preso.

Então, como eu sempre defendi policial para publicamente manifestar, estou aqui defendendo um policial injustiçado, eu fiz uma homenagem para ele, entreguei dentro do batalhão especial prisional onde ele estava e logo depois todos foram absolvidos.

Todos, incluindo o Adriano. Só que eu acho que isso aí, depois disso ele buscou um caminho errado. Quando ele estava preso, eu conheci a família dele, porque tinha um movimento de esposas de policiais militares que defendiam os familiares, defendiam os direitos deles, porque muitos deles eram de fato injustiçados. Mas eles tinham uma liderança.

nesse segmento que eu sempre defendi. Então eu vi interesse de trazer para o meu gabinete para trabalhar comigo, foi só isso. Agora, depois, quando o cara começa a fazer besteira na vida dele, vai para o caminho errado, eu não posso ser responsabilidade de um troço que isso aconteceu faz mais de 20 anos. Mas continua a narrativa de que eu tenho alguma coisa a ver com milícia. Só para deixar bem claro, desafio qualquer um aqui, Vilhela.

Pega aí, 30 anos para trás, todas as investigações sobre milícia no Brasil. Acha uma que tem alguma coisa falando de Bolsonaro ou de Flávio Bolsonaro? Não tem, porque é zero. Mais uma vez, eu nunca defendi bandido, sempre defendi pau em bandido, porrada em bandido, cadeia para bandido, bandido ser neutralizado pela polícia, se enfrentar à polícia. Então não tem nenhum compromisso com o bandido. Sempre defendi, sempre defendi a polícia.

É verdadeiro que em 2007 você fez o discurso na tribuna da LERJ que defendeu as milícias, referindo-se a elas como um novo tipo de policiamento e afirmando que não se pode simplesmente estigmatizar as milícias? O que estava acontecendo na época? Qualquer prédio que tinha dois, três policiais morando é milícia.

Então, se tem uma rua onde moram 10 policiais e ele não deixa ter uma boca de fumo na porta da casa dele vendendo droga para o filho dele, era milícia. Então, nesse cenário, a gente defendia a legitimidade dos policiais, mas não depois, quando começa essa prática de explorar a comunidade, cobrar pelo gás, cobrar pelo Wi-Fi, cobrar pelo gato net, enfim, começou a explorar o trabalhador. Obviamente, isso é crime e eu nunca defendi esse tipo de prática, tanto é que acabei de votar.

Como eu te disse, a gente aumentou as penas para a milícia privada nesse projeto de lei que a gente falou no começo do programa, que entrou em vigor essa legislação. E eu sugeri lá para o D.R. que ele colocou, você aumenta a pena mínima para o crime de milícia privada. Passou a ser de seis anos a pena. E a partir de agora, se ele sofrer essa coordenação por milícia, seja a pena mínima.

ele começa a cumprir a punição dele em regime fechado. Então, assim, não tenho nenhum compromisso com isso. Vou trabalhar para libertar, inclusive, milhões de brasileiros que vivem em áreas dominadas por milicianos, por traficantes. É, porque é um problema que a gente vem tratando. Porque isso aí não vai ter tolerância, mas está aqui explicado por que tentam me vincular a isso. Entendi.

E obviamente isso é uma grande mentira, uma falsa narrativa contra mim. E esse 2006, você e o Brasão foram os únicos parlamentares a se posicionar contra a investigação que o Marcelo Freixo criou a CPI das milícias na Aléa? Porque ele era a pessoa que começava a fazer, porque ele sempre teve um trabalho contra as polícias. Ele sempre... Cara, eu já subi morro.

para participar de reconstituição de operações policiais, que esse tipo de político que diz defender direitos humanos, eles iam para prejudicar os policiais. Eu subia a morro para não deixar que isso acontecesse. A investigação acontecia de uma forma isenta. Então, lá no começo, a discussão ainda estava muito incipiente. Ninguém entendia o que era aquilo. Era um fato novo, vamos dizer assim.

que começava no Rio de Janeiro. Mas o seu governo vai combater a milícia, combater o crime organizado, não tem papo. Não tem papo. Mais uma vez, a gente acabou de colocar nessa lei que quem for chefe, por exemplo, de facção como essa aí vai começar a responder por 20 anos de cadeia. Não tem papo. Tem pergunta sobre fundão eleitoral, sobre a votação dele?

Eu perguntei para o seu pai aqui sobre essa votação, só para relembrar. Em outubro de 2019, você votou duas vezes pelo fundão. Em dezembro, votou para derrubar o veto do próprio pai. Depois, alegou que não prestou atenção. Em 2021, votou de novo a favor de 5 bilhões para o fundão. Você votou duas vezes errado ou se confundiu? Eu não estou lembrando das votações de verdade, mas acontece. Não sei se foram as duas vezes que isso aconteceu.

Mas pode ter sido no momento que estavam proibidas as doações de empresas e aí tinha que ter um financiamento público naquele momento. Eu entendi que tinha que ter alguma alternativa. Mas, obviamente, hoje você discute o valor bilionário que tem para o fundo. Eu acho o valor exagerado, isso tem que ser discutido.

Tá, vamos às últimas perguntas, Lenin. Ó, tem uma pergunta da Laura aqui, ela falou o seguinte, você já fez declarações consideradas homofóbicas, sua posição mudou ou você mantém aquelas opiniões? Não tem alguma não. Tem que ser específico, né, porque aí fica muito vago. Não tem nada, não tem nada de homofóbica. Mas só para deixar claro sobre esse assunto aqui, é importante já falar, já que ela levantou a bola.

Cara, ninguém tem o direito de se meter na vida privada de ninguém. A pessoa quer ser feliz, vai ser feliz do jeito que ela quiser. Ninguém tem o direito de se meter no que ela quer, como é que ela vai ser feliz, com quem ela vai ter relacionamento. Não cabe ao político nenhum, não cabe ao governo também. A nossa briga sempre foi.

com doutrinação de criança em sala de aula, querendo induzir criança a mudar de sexo, a acreditar que o sexo é uma construção social, que nasceu menina, pode se transformar em menina. Eu acabei de receber, inclusive, não tem duas semanas, estava gravando aqui em Brasília, o programa eleitoral, vem um...

Um cara chorando me encontrava, Léo. Eu esqueci o nome dele agora. Ele tinha feito mudança de sexo quando era criança, ele nasceu homem, tinha se transformado em mulher. Aí, enfim, ele se converteu, ele se arrependeu e não estava conseguindo ter recurso público, apoio.

do SUS para poder fazer, voltar ao sexo dele, que é ser homem. Então o cara estava chorando desesperado, me pedindo apoio a um projeto de lei que o Estado garantisse essa possibilidade dele fazer essa cirurgia para voltar a ser o que ele sempre foi, que é homem. E eu dei o meu apoio para ele, porque são pessoas que sofrem, que a gente tem que abraçar, e é obrigação do Estado amparar. Então não tem absolutamente nada de homofobia, nada. Então o filme meu de vida...

As pessoas que eu sempre convivi, que eu trabalhei, que eu tenho amizade, tenho na família, nunca olhei com relação ao que a pessoa faz na sua intimidade. Tinha uma questão aqui, antes da gente ir para o final, é o Lava Toga. Qual a sua opinião sobre a CPI da Lava Toga, que estava precisando de uma assinatura e aí você se manifestou publicamente que não precisava? Qual a sua opinião? Mudou? Na verdade é a seguinte, não é que mudou. E a sua posição hoje em relação ao... Se você ver, era mais uma vez uma...

Uma bandeira que era levantada mentirosa, porque dizia-se que com essa CPI da Lavatoga você ia conseguir enquadrar o Supremo Tribunal Federal. Não era isso? Não era isso que ia acontecer. Não tinha nem a quantidade ali de deputados. Se era senador, na verdade, só isso daí. Era uma CPI. Era uma CPI. E atacar fogo no país. Não ia resolver o problema.

Eu assinando o Supremo Entender, que é o presidente da República querendo atacar lá o Supremo, a gente não tinha maioria no Senado, na nossa base. Vocês viram o que aconteceu depois na CPMI do 8 de janeiro, na pandemia, como é que foi um desgaste para o governo, a gente não tinha maioria. Agora você imagina, na CPI dessa aí, o presidente é ser Randolfo Rodrigues, e a relatora assessoraia Tronic.

Aí vocês querem me convencer que ia ser uma CPI que não ia politizar, que não ia atacar o presidente Bolsonaro? Então foi nesse cenário que a gente tem que ser realista. Ah, você achava que ia virar? Achava que ia virar? Não, eles iam trabalhar contra o governo. Então assim, não tinha nenhuma lógica isso daí. Não ia parar de pé, não ia resolver o problema, ia trazer desgaste. Então a gente não tinha maurinha no Senado para poder, enfim, fazer um trabalho sério como poderia ser feito, com esse nome bonitinho.

Aí você vê, agora tem o CPI do crime organizado. Pois é. No começo, eu estava nessa CPI.

acreditando que vamos investigar o CV, o PCC, a rota de tráfico de armas e drogas, vamos pegar quem está lavando dinheiro para esses caras, vamos para dentro, investigação. Está chegando a arma da Ucrânia aqui. Daqui a pouco a CPI está convocando Paulo Guedes, Roberto Campos Neto.

quer vincular o governo Bolsonaro à questão de banco master, quer dizer, é uma loucura, se desvirtuou completamente. Então, a CPI, infelizmente, por causa da atuação equivocada de alguns parlamentares, acaba colocando descrédito para o próprio poder legislativo. Então, essa CPI, certamente, não ia resolver o problema. E por essas razões aqui, eu entendo que não tinha como ela acontecer.

E mais uma vez, também não seria pautada pelo presidente do Senado naquele momento. Para a gente finalizar, quando que se escolhe o vice? E esse vice já tem na cabeça de vocês o que precisa ter o vice para compor a chapa ideal para vocês? O vice realmente é uma coisa que você vê mais para o final. Óbvio que tem as conversas aqui. Não é estrategicamente bom anunciar antes ou não tem nada a ver com isso?

Não é estrategicamente bom anunciar antes, porque quanto antes você anuncia, mais começa a paulada. E dá mais tempo de pensar com calma. Eu acho que tem que ser uma pessoa que vai complementar o nosso projeto aqui de reconstruir o Brasil, de apresentar o caminho da prosperidade. Alguém que tem os mesmos valores e princípios do que nós. Alguém que tenha a sensibilidade, algum conhecimento de máquina pública.

Alguém que traga alguma expertise em alguma área, por exemplo, geração de emprego. Já tem na cabeça de vocês mais ou menos quem poderia ser? Tem algumas pessoas, mas de verdade, não tem absolutamente nada, nem adiantado, nem conversado. Vamos combinar aqui que lá na frente não tem nada disso. Não tem assim, vai ser uma mulher, ou vai ser um empresário, vai ser alguém centro? Eu gostaria que fosse uma mulher. Eu gostaria, acho que é importante ter essa representatividade. Na chapa agora, por exemplo, está se discutindo lá no...

na Câmara dos Deputados, a vaga para conselheiro do Tribunal de Contas da União. A Câmara indica um nome. A vaga é da Câmara dos Deputados. E o TCU hoje não tem uma mulher. Pois é. Então tem lá a Soraya Santos, que é uma deputada do PL, que está colocando o seu nome. Vamos conversar dentro do partido ainda, se a gente consegue ter um consenso ali para todo mundo.

Mas eu acho que, eu defendo que seja uma mulher, no nosso caso nós temos a Soraya, que é uma deputada preparada para que ela possa, nessa vaga da Câmara dos Deputados, ir para o Tribunal de Contas da União para ser a única mulher. Entre todos os conselheiros que existem lá hoje, o Lula, que diz, que defende a pauta das mulheres, por exemplo, nas três vagas de Supremo ele indicou três homens. Na vaga agora para o TCU ele está lançando um homem, que é um petista lá, um deputado petista lá de Minas Gerais.

Quer dizer, é um presidente que fala uma coisa, diz que defende, mas na prática não faz. Então eu estou aqui me diferenciando dele mais uma vez. Eu acho que nessa vaga de Tribunal de Contas da União, tinha que ser indicado uma mulher. E estamos aí conversando no partido, ver se não pode ser a deputada muito preparada, Soraya Santos. E como vice, pode ser uma mulher também? Eu gostaria que fosse uma mulher, mas não tem conversa com ninguém ainda assim adiantada.

Estou conhecendo ainda algumas pessoas, estamos fazendo pesquisa, estamos buscando aqui no...

Agora já com o fim dessa janela de troca de partido, então são as pessoas que já têm que estar filiadas. Então a gente tem agora um cenário mais real para procurar isso. Que data é o ideal para anúncio de vício? Aí você tem até as convenções que acontecem ali no final de julho, começo de agosto. Tem tempo ainda. Tem bastante tempo ainda.

Paulo Guedes, tem conversa com ele? Vai ser ele o que vai cuidar da economia? Alguém indicado por ele? O professor Paulo Guedes, eu converso de vez em quando com ele. Para mim é um gênio. Ele não aceitaria? Foi alguém ali que fez um trabalho brilhante, reconhecido internacionalmente, conseguiu...

Mesmo com a pandemia, a gente conseguiu recuperar a parte econômica mais rápido que praticamente todos os países do mundo. Nós fizemos aqui um acordo com mais de 11 milhões de empregados com seus patrões para não perderem o emprego durante a pandemia. Alguém conseguiu equilibrar as contas públicas, deixou de superar 54 bilhões para o governo seguinte, algo que nunca tinha acontecido de um governo para o outro. A gente conseguiu...

entregar uma... Pegamos um governo lá com a taxa, uma relação de dívida com o PIB em torno de 75%, mesmo com pandemia, com crise hídrica das últimas 92 anos, guerra da Ucrânia com a Rússia, mesmo com todo o desastre de Brumadinho, mesmo com tudo isso a gente entregou o Brasil com a dívida PIB de 71%, quer dizer, reduzimos 4 pontos percentuais e agora está chegando a 80%.

Quer dizer, o Brasil está endividado, o Lula está entregando um país com 80% da população endividada, 20% dessas pessoas, Villela, não estão conseguindo pagar a conta de água e de luz, estão parcelando arroz e feijão no cartão de crédito, quer dizer, é uma loucura. Esse é o Brasil que está sendo deixado de herança para o próximo presidente da República. Mas que tem conserto e pessoas como Paulo Guedes, sem dúvida alguma, vão me ajudar ali, seja opinando.

Da forma que ele achar mais importante. Tem uma chance de participar do governo ou zero? Não estou tratando de ministérios de verdade também. Mas o Paulo Guedes, para mim, é uma referência na economia. Porque o Bolsonaro, na época, uma das primeiras coisas que ele falou foi isso. Mas é porque quando meu pai foi candidato a presidente em 2018...

havia uma grande desconfiança sobre qual seria o caminho econômico que ele seguiria. O cenário é outro. Então, quando ele apresenta com antecedência o Paulo Guedes, todo mundo, pô, não, o cara tem um projeto ali que realmente é um... O Brasil tem jeito. Era mais para acalmar o mercado. Ao contrário do Lula. O Lula, sabendo que é uma porcaria o ministro dele, ele não anunciou na campanha. Porque se ele fala que é o Haddad antes, ele não se elege.

Então, assim, ele escondeu o cara, depois vai e bota um político que não é nem formado em economia, que conseguiu fazer uma coisa horrorosa. Ele é o melhor ministro da economia do Paraguai. Ele conseguiu levar 200 indústrias para o Paraguai, indústrias brasileiras, porque aqui está tão ruim o ambiente de negócio. É tanto imposto, é tanta insegurança jurídica, é tanto problema que o brasileiro preferiu, 200 indústrias brasileiras preferiram se mudar para o Paraguai.

E vai concorrer agora com o Tarcísio, né? Então, eu não preciso anunciar nada antes, porque todo mundo sabe que a minha linha vai ser a continuidade, se Deus quiser, melhor ainda do que fez o presidente Bolsonaro na parte econômica. Tá certo. Agradecer demais, Flávio. A gente tem uma... Um... Um...

todo mundo que vem pela primeira vez responde três perguntas no final, agradecer demais todo mundo que esteve aqui com a gente, tem um pessoal aqui da tua equipe, tem um pessoal também que pediu pra vir assistir, né, deixa aquela música preparada aí que eu quero que ele... Tu fez um algo político aí, antigo, hein, prometeu que essa hora e meia foi três.

A gente vai enrolando, a Andréa lá tá falando o pessoal tá aqui no meu pescoço e tal. Lenny, deixa a música aí, porque o Murilo Couto fez uma música, meu amigo Flávio, estourou. Era uma crítica e virou, os caras estão usando pra campanha agora. Exatamente. Ele já tá te seguindo? O Murilo Couto tá te seguindo? Murilo, ó. E aí, irmão? Ô, Murilo, segue o cara, toca aí pro pessoal ver. Tá no ponto? Senão a gente vai fazer essas perguntas. Tá no ponto. Vamos lá, cadê?

Aqui a gente não escuta, mas o pessoal vai escutar. Tá rolando? Não, ele veio pra zoar e caiu no gosto do brasileiro aí. É só um trechinho mesmo. Foi? Então, agradecer demais. Primeira pergunta, Flávio. O que eu vou fazer também com os outros candidatos que vierem pela primeira vez é qual foi o momento mais difícil da tua vida ou da tua carreira?

Acho que foi o resultado das eleições de 22. Eu estava com meu pai no Palácio do Alvorada, acompanhando o resultado das eleições. Acompanhar aquele ponto a ponto. Uma hecatombe ali. A gente, de verdade, não esperava. Equilibrada, né? Então, ver um homem ali que deu o seu melhor e que a gente tinha consciência que tinha tudo para botar o Brasil nos trilhos aqui pelas próximas décadas.

Toma essa ação invertida, foi bem difícil, ele teve até problemas de consequência na saúde dele ali, em função do que aconteceu. Acho que lá piorou nessa reta final. Foi um momento bem difícil ver o meu pai naquela situação ali, alguém que eu sabia que merecia.

ser reconduzido. Na última vez que o teu pai teve aqui, ele falou que coloca nas costas da Zambelli essa derrota, porque a derrota foi uma diferença tão mínima. Eu acho uma injustiça colocar. Pode ser que tenha interferido ali, mas pra mim é um conjunto de fatores ali, Vilhela. A atuação do TSE durante a campanha foi muito desequilibrada.

contra a gente. O que, por exemplo? Várias decisões eram tomadas de censura sobre a gente, bloqueios de contas em redes sociais. Não pode falar isso. Perseguição sempre com as políticas de direita, intimidando todo mundo. Então, às vezes demorava. A gente entrava com um pedido lá para tirar uma propaganda do Lula que era mentirosa. Ele demorava um, dois dias para tomar a decisão.

Quando a gente mostrava, queria mostrar que o Lula tinha, teve mensalão no governo dele, teve petrolão, que ele ia ligado a governos ditatoriais, que ele tinha proximidade ali, fazia gestos para grupos terroristas contra Israel. A gente era censurado previamente, nem ia ao ar a propaganda. Enfim, teve diversas questões ali que pesaram.

muito mais nas eleições do que qualquer fato isolado. Se não tivesse isso, independente desses fatos isolados, eu acho que o resultado seria diferente. A grande parte da imprensa também demonizou muito o presidente Bolsonaro. O que ele omitia as coisas de bom que ele fazia e colocava na conta dele?

situações que não eram de responsabilidade do presidente da República, a pandemia, algumas coisas que ele falou, foram muito exploradas contra ele, algumas fake news importantes ali, eu sempre cito aquela fake news de que ele está simulando falta de ar, como se ele estivesse debochando.

das pessoas que estavam pegando pandemia, não era aquilo, era exatamente o contrário. Ele estava criticando o ministro da saúde dele à época, que disse que só buscassem os hospitais quando sentissem falta de ar. Então ele está ali, você vai esperar ficar desse jeito para ir para o hospital? Não, vai antes, quer dizer, não tinha remédio, não tinha vacina, não tinha nada, né? Vai antes para ver se o médico consegue fazer algum tratamento com você.

para você não morrer. Você vai esperar ficar nesse jeito, sentindo falta de ar, para chegar no hospital sem tubar de morrer. Então era uma crítica que ele fazia, que foi explorada contra ele, como se ele quisesse, estivesse debochando dessas pessoas. E essa propaganda ficou rolando um tempo até ser retirada do ar. O PT explorou muito contra a gente, então...

uma série de fatores ali que influenciaram. Eu acho uma grande injustiça botar na conta dela. Então esse momento foi um momento bem difícil para vocês. Foi, foi. Foi bem difícil. Segunda coisa é o seguinte, não sei se já te falaram isso, mas a gente vai morrer um dia. Você está sabendo dessa parada.

Vai demorar muito, calma. Pode demorar mais um pouquinho, né? Não tem essa pressa. A nossa geração vai viver até uns 120, 150 anos. Acho que com a ciência aí, com prótese e tudo mais. Mas esse programa vai ficar muito tempo além da gente. Manda um recado para 200 anos no futuro. Quais seriam suas últimas palavras, Flávio? Teu epitáfio. Cara.

Você diz o tipo assim, que estivesse assim na... Na lápide. Na lápide. Assim, eu acho que eu ficaria feliz assim, dizer que o homem que resgatou a fé, a esperança e a paz no Brasil. A gente vive um momento muito conturbado. No Brasil e no mundo, né? Muita confusão para tudo quanto é lado. Então, se a gente não tiver ali o equilíbrio, olhar para frente, fazer as coisas que tem que fazer para reordenar o nosso Brasil aqui como um todo...

Não vai acontecer. Então, se eu tivesse uma frase assim, foi o homem que devolveu a paz para o povo brasileiro. Você acha que pode ir? Porque a gente está em abril, né? A eleição em outubro. As coisas podem escalar muito lá fora. De guerra, de crise. Você pode pegar um governo com altos problemas de crise de petróleo, um pepino bem grande aí. Está preparado para isso? Está montando um time bom.

fazendo um governo mais enxuto e moderno, com pessoas sérias ali, um congresso do nosso lado, o Supremo Tribunal Federal respeitando a Constituição de novo. Não tem perigo do Brasil não crescer. O Brasil vai crescer, apesar de qualquer... Por falar nisso, então, você quer explicar todas as situações? Explica uma última questão que o pessoal tem falado, que você vai ser entreguista por causa daquele discurso seu. Coloque, então, a situação que aconteceu. Vocês não aprenderam ainda que petista é mentiroso?

O que ele sabe fazer de melhor é mentir. O que aconteceu? E inventaram a narrativa. Porque eu fiz um discurso e eu falei o seguinte, que o Brasil tem a oportunidade, que é boa para a gente, de explorar os nossos recursos naturais, mais uma vez, com tecnologia aqui, gerando emprego aqui. Transferência de tecnologia. De tecnologia para cá. A gente tem condição de fazer isso. Para que só de exportar produto in natura, comode. Vamos beneficiar o produto aqui. E os Estados Unidos poderiam ser um parceiro, porque ia depender menos.

desses minerais de terras raras, da China. Eles dependem da China. Da China. Quer dizer, o Brasil tem uma janela de oportunidade pela proximidade geográfica. Mas você não vai chegar a abrir assim e falar Trump, chega aí e pega tudo. De jeito nenhum. Imagina, imagina. Aqui quem tem que resolver os nossos problemas dos brasileiros somos nós brasileiros. Não vai ter interferência de ninguém. Agora, mais uma vez, a esquerda fica...

inventando mentira para criar um terror na cabeça da galera. Infelizmente, tem gente que acredita. Mas o Brasil agora está... O Lula está entregando o Brasil para a China, quando, na verdade, ele tinha que fazer comércio com todo mundo. Eu falo com os Estados Unidos, eu falo com China, eu vou em Israel, eu vou no Oriente Médio. Claro, com todo mundo. Tudo que for melhor para o povo brasileiro. Então, o que o Lula está fazendo é vai lá para a China e pede ajuda para o Xi Jinping para regular as redes sociais aqui no Brasil.

Eu sou entreguista, o cara quer buscar, porque lá tem respeito às redes sociais na China, lá existe liberdade de expressão na China, não existe. Então quer importar o modelo de lá para cá. Então ele quer, ele está no colo do Xi Jinping.

Ele dá uma banana, ele fala mal, ele xinga. Ele tem explicitamente um sentimento anti-americano que é o nosso maior parceiro comercial de séculos. Ele dispensa um para entregar para o outro. O Lula que é um entreguista, não sou eu. Eu não, eu vou ter pragmatismo com relação a isso. Vou fazer a relação com todo mundo e vou tomar as decisões que forem melhores para o povo brasileiro, independente de quem esteja sentado na mesa de negociação comigo.

E a terceira e última pergunta é qual a sua dúvida atual, no que você se pega pensando antes de dormir? Qual aquela pergunta que você faz para si mesmo? É sobre você, sobre seu pai, sobre o destino do Brasil, sobre o quê? Eu fico pensando como é que eu posso melhorar para que consiga me apresentar como esse pré-candidato e as pessoas tenham vontade, as pessoas tenham confiança em mim.

ou queiram me escolher, não por exclusão. Eu quero mostrar que eu sou o melhor. Não votar contra o PT. É, entendeu? Óbvio que isso vai pesar na hora da votação, mas eu vou me esforçar todos os dias, me qualificar, estudar cada vez mais, além de toda a experiência que eu já tenho, para que as pessoas se sintam assim, pô, não, esse cara vai resolver os problemas do país, esse cara vai tratar melhor a minha família, esse cara vai resolver os problemas que tem no Brasil, porque ele é preparado, ele é qualificado, é isso que eu vou...

A cada dia eu durmo pensando como é que amanhã eu posso melhorar, para amanhã melhorar demais, sempre pedindo aí de joelhos a Deus para me dar muita sabedoria, muita fé, muita coragem para poder atender as expectativas do povo brasileiro.

Obrigado demais, Flávio. Que seja uma disputa muito boa. E quero aqui deixar gravado. A gente vai fazer debate aqui. Se você já... Não vai fugir do debate. Flávio já topou. Você também vai ver aqui os outros candidatos. A gente vai fazer o mesmo processo de mostrar os outros candidatos, pré-candidatos. Mesmo esquema com ele. Obrigado demais. Falava obrigado. Lene, corre que ele está atrasado aí. É verdade. Então se você não deixou o seu like ainda, corre que ainda dá tempo. Eu nunca vi o Lene falando, está rápido.

Se inscreva no canal, torne-se membro. Isso. Vamos agradecer aos nossos parceiros aí, o Estratégia Concurso, o G4, a bússola do empresário, a Contabilizei para quem quer sair da informalidade e a nossa parceira de longa data, que é a Insider, que está assistindo a gente aí. Isso, tudo com QR Code e link na descrição. Então é isso. Redes sociais. Arroba Flávio Bolsonaro em todas. Em todas. Se segue aí e me ajuda aí. É isso.

Que bom que vocês vieram, que bom que você veio, Flávio. Fiquem com Deus, beijo no cotovelo e tchau. E tamo aí. Aguardem os próximos pré-candidatos aí. Até mais. Rapidão. Tamo de volta porque... Ah, não é só isso? Não, agora mais duas horas, brincadeira. Lindo, eu esqueci. O que o pessoal escreve nos comentários pra provar que chegou até o final dessa live? Escreve aí, sigilo no iFood.

Júlio Noifu, é isso aí, até mais gente, valeu, valeu, valeu

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