Episódios de Inteligência Ltda.

1803 - FELIPE TITTO

03 de abril de 20262h6min
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FELIPE TITTO é ator, apresentador e empresário. Ele vai bater um papo sobre sua carreira desde a época de "Malhação” até virar um tubarão do “Shark Tank”. O Vilela tem medo de ajudar tubarões pois se você dá uma mão, eles querem o braço.

Participantes neste episódio3
R

Rodrigo Cáceres

HostHumorista
H

Homer

Co-host
F

Felipe Tito

ConvidadoAtor e empresário
Assuntos5
  • Carreira de Felipe TitoTransição de carreira · Experiência em Malhação · Participação no Shark Tank
  • Mentalidade EmpreendedoraDesafios do empreendedorismo · Importância do networking · Cultura de startups no Brasil
  • Experiências Pessoais de LexaHistórias de vida · Superação de dificuldades
  • Impacto das Redes SociaisEfeito das redes sociais · Cancelamento e fama
  • Saúde e Bem-estarTécnicas de recuperação · Importância do sono · Uso de ozônio na saúde
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Olá, terráqueos. Como é que vocês estão? Eu sou o Rogério Vileira e está começando mais um Inteligência Limitada. O programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais movimentada. Eu acompanho o Instagram dele, cara. É verdade. Ele não para, velho. É, cara. O que eu faço? Basicamente, eu fico no porão. Enquanto eu estou no porão, ele já rodou o Brasil inteiro, treinou.

Pois é. Na dor. Acho que a gente tem que se inspirar nesse cara, viu? Exatamente. Como que o pessoal que quer se inspirar pode mandar perguntas aí? Bom, já começa já deixando o seu like. Pra começar, né? Se inscrevendo no canal, torne-se membro e compartilha esse vídeo maravilhoso com toda a sua patotinha. Patotinha? Patotinha. Você é das antigas, né? Das antigas, né? Porque hoje vai ser uma leve supimpa, você sabe, né? Exato. Você vai arrebentar a boca do balão, né? Vai ser...

Antes de falar com ele, eu quero falar com você. Já quero começar falando de um assunto que aqui a galera gosta, né? Que agrada geral, não é isso? É isso aí. Então, veja só. É sobre viajar. E uma coisa que eu acho que faz toda a diferença numa viagem é o lugar onde você fica hospedado. Quem aí concorda, concorda, Romero? Com certeza. Pô, é roubada. Uma vez eu fiquei num hotel que o cara falou que era... Ah, o hotel aqui é temático. Falei, só se o tema for pernilongo, cara, porque...

Que roubada que era. Então, ó, porque não é só um lugar para dormir. Vocês sabem, às vezes o lugar vira parte da própria viagem. E aí que entra o Airbnb como seu melhor parceiro. Tem gente que gosta de acordar cedo, abrir a janela e já dar de cara com o mar. Tem gente que prefere ficar numa cidade menor, sair andando sem pressa, descobrir restaurantes, café, essas coisas. E tem também quem queira simplesmente...

sumir um pouco da correria, que é o meu caso. Pegar um chalé na montanha com silêncio de natureza, lareira, aí sim. E o legal do Airbnb é justamente isso. Você consegue encontrar acomodações muito diferentes entre si e escolher um lugar que realmente combine com o tipo de viagem que você quer fazer. E a coisa mais maravilhosa em um Airbnb é...

O quê? Você fazer o seu horário, né, Rom? Nada de café até as 10, você tem que acordar. Aquele negócio que, sabe, aquele... Você tem grana, mas ainda você tem aquela mentalidade. E pode falar assim, eu não posso perder o café. Está incluso na diária, eu tenho que acordar. Não é quantas vezes não fiz. Aí você volta para dormir depois. Não tem o café até as 10. Ou depois das 22, não pode entrar na piscina. Não tem nada disso. E com tantos feriados espalhados ao longo desse ano, sempre aparece aquela...

chance de fazer uma viagem rápida, aproveitar um final de semana prolongado ou simplesmente mudar de cenário por alguns dias. Então aproveita o próximo feriado que está chegando, escolhe uma das acomodações do Airbnb que tem a cara da viagem de vocês e já faz a reserva. E para facilitar, ainda dá para parcelar em seis vezes sem juros, no cartão ou...

Ou no Pix. É, dá pra pagar no Pix também. Virado liberado é no Airbnb. Tá certo, Homer? Tá certo. Vamos falar também de outro parceiro. Galera, deixa eu fazer uma pergunta. Por que o Brasil tem um talento especial pra esquecer quem realmente construiu esse país, hein? A gente cresce aprendendo com narrativas prontas, mas esquece de quem colocou o Brasil nos trilhos. Literalmente.

A gente não tá nem aí, a gente esquece. E o G4 acabou de lançar uma série documental original que você precisa assistir, que é Heróis do Brasil. O primeiro episódio já está no ar e o recado é direto. Saiba a verdade sobre um dos maiores heróis do Brasil, o Barão de Mauá. Empresário!

O homem que criou a primeira indústria, a primeira ferrovia e movimentava mais dinheiro que o próprio império. Isso não é só um documentário, é um manifesto sobre resiliência. O G4 hoje é a bússola do empresário que, assim como Mauá, se sente sozinho na arena.

Se você está cansado da teoria sem prática e quer ferramentas reais para dominar o seu mercado, você precisa entender como as maiores empresas do mundo foram construídas. Chega de seguir o mapa de quem nunca construiu nada. E o QR Code está na tela já? Está na tela. Então escaneia o QR Code na tela ou clica no link da descrição e assista ao documentário original do G4 e saiba mais sobre um dos maiores heróis que o Brasil já teve. G4 é para quem quer mais, não é? É isso.

aí. Ó, Terráquio, quer trabalhar é novo isso daqui, hein? Esse é novo, você viu? Quer trabalhar no mercado financeiro? Oportunidade boa é essa daqui, ó. BSX BSX Capital

Capital está treinando pessoas para trabalhar conectadas a bancos e hedge funds. Falei certo, Felipe? Hedge funds. Hedge funds. Internacionais e receber comissão em dólar todo mês por isso. E não precisa ter nenhuma experiência. Zero. Nunca trabalhou com mercado financeiro? Nunca investiu? Não entende nada de mercado? A BSX vai te dar o mesmo suporte que dá para todo mundo. Não importa de onde você começa. São 10 dias de curso, é isso?

É isso mesmo. 10 dias de curso e 10 parcelas de R$96,00 no cartão. O que me chamou a atenção mesmo foi o suporte. 7 dias por semana com pessoas reais dentro da plataforma. Não é bot, não é aquele famoso FAQ. Você fica ali esperando, né?

É gente de verdade segurando sua mão durante toda a sua jornada. Por isso, as vagas são limitadas. Elas não abrem para todo mundo porque os caras se comprometem a acompanhar cada pessoa até o resultado. Quer que o dê na tela? Escaneia e vai lá. Ou vai pelo link que está na descrição, certo? É isso aí. Quando as vagas fecharem, fechou. Não venha a mim encher o saco e reclamar. Aproveita. Aproveita aí. Vamos começar com o papo? Bora.

Seja bem-vindo, Felipe Tito. Você é bom de TP, cara. Você é bom de TP, cara. Você vê? Bom. Não, tudo isso foi decorado, cara. Eu sou... Ah, é para simular o decoro aqui? É, cara, eu sou... Não, você é bom de TP, cara. Poucas pessoas fazem com essa naturalidade. Como chama, é... Escola...

Escola de teatro lá do shopping. Do shopping Freikaneca? Exato. Wolf Maia. Wolf Maia. Fiz Wolf Maia três anos. Ele foi meu diretor de núcleo. É mesmo? Ele veio aqui já. Foi? Foi legal? Gente boa, cara. Gente boa demais. Seja bem-vindo, cara. Muito prazer, cara. Ó, se apresenta pra quem não te conhece e eu quero o meu presente inútil, hein? Então, aí você me pegaram no pulo, né? É mesmo? É, falei, o que? Como é que eu vou levar uma...

coisa inútil pro cara, aí cheguei aqui e tem um plugue anal com um rabo de raposa que foi inútil pra alguém alguém usou, não foi tão inútil mas depois de um tempo ficou inútil aí ele falou, parei foi atrás de um plugue maior dilatei puta que pariu bom turma, é um prazer estar aqui com vocês, obrigado pelo convite pra quem não me conhece, eu sou o Felipe Tito

Para quem me conhece também, eu sou Felipe Petito, no caso, sou ator, sou empresário e vai ser um prazer bater o papo com você. O que você trouxe para nós? Para colocar no cenário? Para colocar no cenário, eu vou te dar uma caneca. Aí! Que eu não colocaria no cenário, que eu ousaria.

É mesmo? É uma caneca térmica, uma taça térmica da nossa marca, que é o original Ginger. É o nosso refrigerante, é um refrigerante de gengibre. Você trouxe o refrigerante? Trouxe. Ah, quero experimentar depois. Com certeza é o mais absoluto. Que legal isso aqui, velho. Nossa, o cara veio preparado. Ah, não sai de casa pra fazer besteira. Aí dentro tem o nosso refrigerante.

O.D., nosso original de índia. Quer aí, Romer? Quer experimentar? Tá gelado isso aí? Qual que são os sabores? Ó, esse é gengibre e esse é pink limonade. Você toma zero ou normal? Zero. Tem zero? Esse aqui é o zero de gengibre e esse aqui é o zero de pink limonade. Ah, quero experimentar o zero de pink limonade. Com um toquezinho de limão siciliano, bem legal. Ó, quem quiser pega aqui, tá, Romer? E esse é presente pra você, meu? Nossa, mano! O cara veio preparar. Ô, Romer!

Essa é a marca minha, eu que desenvolvi, chama... Se sumir, eu sei que foi... Felipe Stito. Não, estou só me tirando. É, Felipe Stito. Agora, daqui pra abrir, te chamem. Se sumir, eu sei que foi você, tá? Você estava falando esses dias que estava precisando comprar. Você queria ir nessa? Não, ele falou esses dias. Tá, tá. Você quer mesmo? Quer mesmo. Então compra, caralho. Ah, por algum segundo você acha que eu vou ganhar também.

Pega o número da Jéssica aí. Vou pegar o meu nome pra você. Tem um monte ali no escritório. Olha a Fabi, olha a Fabi. Olha a Fabi.

Eu troco no Plugernal Antes de começar a gente tava falando que eu atrasei com um pouco Que eu tava fazendo os curativos aí Que eu passei uma cirurgia

Vou falar uma coisa, meu médico é meu amigo e é ruim você ter médico amigo, né? Porque quando tava pegando a anestesia, eu lembro que era só pra abrir e raspar o que ficou. Ficou aquele sangue meio... Sei lá, a telinha deu um problema e ficou uma parte dura e ele tinha que raspar, né? Aonde abriu, só pra entender? Aqui na linha da cintura. Tá, tá.

E quando você tá apagando, sempre que tem um engraçadinho que fala, é pra cortar a perna, né? Você fala, não, não, e aí você apaga. Esse cara dá um desespero. Eles fazem toda vez. É a terceira cirurgia que eu faço com esse cara e sempre tem um engraçadinho fazendo a piada, né? Eu acho que eu nunca fiz cirurgia assim de apagar. Sério? Sério, cara. Inclusive essa que a gente tava conversando antes de começar, eu fiz acordado. E o que eu ia falar é que agora eu tô fazendo drenagem, essas coisas.

E ontem o médico, eu acho que ele fez sacanagem, cara. Ele falou, a gente precisa fazer, colocar ozônio em você que melhora. Eu falei, beleza. Eu falei, como que é? É. Ele falou, anal. Eu falei, ah, não, tá de sacanagem. Aí ele falou, peraí, deixa eu pegar meu plug, não é? Eu acho que nem precisa. Ele fez só pra me zoar. Mas eu vou te falar, eu fiz tratamento de ozônio, não pelo resto. Não, não, não, não. Nunca fiz, cara, não teria problema. Teria um pouco, mas enfim, acho que...

É porque é muito mais efetivo. Exato. A zona receptora é muito maior. Mas eu faço, esporadicamente no ombro, fiz no joelho. É para cicatrizar. Cara, uma série de benefícios do ozônio. É bizarro. E no Covid, eu fiz imersão em banheira de ozônio porque ele negativava muito mais rápido. O ozônio... Sério? O lago da minha casa é a base de ozônio.

Ele inteiro é ozonizado. Minha banheira de gelo é ozonizada. O ozônio é muito... Tem uma série de benefícios. Turma que está assistindo aí procura... Além disso, ele ainda deu injeção de ozônio também. Um repetitivo lá, ver o que tem de benefício no... Cara... É bem legal, cara. O ozônio... Você entra na banheira de gelo direto? Há nove anos, cara. Você recomenda isso para todo mundo? Tipo eu, eu estou treinando... Quer dizer, agora eu parei aqui, mas eu estou treinando todo dia.

Eu vi que está caindo de minha maneira. É, é maneira. Completa, pô. É completa. Minha casa é completa lá também. Eu tinha uma... Que eu achava legal, o Cariani veio aqui e ele zoou tanto. Aí arranjou um cara. O Múcio arranjou, na verdade. Não sei a maneira.

E aí falo, não, vamos montar uma de verdade. Mas tá verdadeiro ali, dá pra treinar honesto o que você tem aí, tá? Dá pra treinar de verdade. Eu faço, cara, que hoje tá num hype muito legal a banheira, né? Qual que é a função dela? Então, eu fui por muito tempo do circo, né? Então eu me lesionei a vida inteira, andei de skate a vida inteira. Mas você lesionou no circo ou de skate? No circo e de skate. Eu sou forte desde tudo, já quebrei tudo que você imaginar. Sério? Sério, mano.

E eu lembro do ozônio, do gelo, ser muito bom para desinflamar as coisas. E eu sou futriqueiro, né, velho? É, vai pesquisar. Eu sou futriqueiro, é. E aí hoje está num hype danado, porque descobriram todos os benefícios da banheira de gelo. E eu faço ela intercalada com a sauna. Então o que acontece? Vou fazer um português besta aqui, no semi-analfabeto funcional, que é o que eu sou. Muito bom aqui. Gostou? Gostou mesmo? Gostei. Essa de pink lemonade. Legal. Depois você prova de gengibre e você me fala.

Vamos lá. O corpo, o que eu faço com a sauna? Eu vou lá e jogo 50 graus na sauna ali. Úmida ou seca? Ou tanto faz? Úmida ou seca. Da minha casa é úmida. Úmida. O corpo basicamente alinha todas as células pra ele não morrer naquela temperatura e ele fala assim, vamos sobreviver aqui. Criamos um sistema de sobrevivência pra esse calor extremo.

É louco, né? O corpo não tá entendendo que você tá se divertindo. Por que que tá aqui esquentando? Mas isso é bom. É bom pra imunidade. O corpo vai lá, alinha todas as células, vamos sobreviver nesse calor extremo. Eu faço um round de 15, 20 minutos. Aí eu saio dali e entro direto na banheira de gelo a zero graus. Aí o corpo dá um choque e ele fala assim, peraí, fodeu, a gente se programou pra não morrer no calor extremo agora.

Vamos alinhar pra não morrer no frio extremo. Esse choque celular, cara, pega a tua imunidade e joga lá na casa do capote, porque...

Mas eu sou mais velho, não tem problema. Nenhum. Ou até melhor. Basicamente, assim, no nosso level de sobrevivência, a gente usa 50, 60% das células de imunidade. Quando você dá esse choque celular, você ativa 100% das células de sobrevivência, das células de imunidade no corpo. Então, cara, não fico doente mais nunca, assim. Tipo assim, difícil são, às vezes, falar, ah, fiquei gripado, fiquei com...

Zero, zero mesmo. Vou atrás dessa banheira, então. Se eu quiser, eu te faço contar da minha. E é legal colocar do lado da sauna, mais ou menos perto? Eu faço... A minha é colada na sauna. Então, o sal da sauna... Porque antes eu pulava. Eu tinha aquele lance de pular na piscina. Que também é um choque térmico. Mas no gelo... E o gelo aí desinflama. Aí tem os benefícios do ozônio. Você fica quanto tempo no gelo?

Aí você faz assim, eu faço 15, 20 de sauna, de 2 a 4 no gelo. Eu faço 3 rounds intercalados. Então, você sai da sauna, eu vou pro gelo, do gelo eu vou pra sauna de novo, eu faço 3 rounds de cada um. Vou fazer. É um protocolo que eu faço, sei lá, 2, 3 vezes na semana pelo menos, assim, e o cara vai super bem, assim. E essa parte de você se quebrar todo...

Você tem alguma sequela ou está tudo recuperado? Tem o ombro fora do lugar, a cabeça do manguito rompia. Mas você pode treinar normal? Eu treino normal, mas tem dias que eu acordo em crise. Depois você espalma a mão aqui e vai sentir todo catracado. E não tem como fazer alguma coisa para... Tem faca, mas você vai para a cirurgia e todos os médicos falaram, cara, seu ombro vai ainda, você vai estalar, você estala, faz barulho, mas você vai 100%.

Voltar eu não garanto 100%. Então, por enquanto, eu estou sobrevive. E a cirurgia que você falou, quem está comentando antes, o que foi?

Tinha que você esquecer o tema, cara. É, eu não esqueci, não. Vamos contextualizar, só. A gente tava falando que ele chegou aqui, falou, porra, tá tudo bem agora? Ele falou, agora eu tô bem porque eu tava lá, não sei o que, sangrando e tal. Falei, cara, eu tive uma merda dessa de trocar no curativo ser sangrando. Isso, isso. Aí eu tava contando isso. Eu, uma vez, eu tive uma torção do testículo.

Duas vezes aconteceram. Eu nem sabia que era possível isso. É bem possível e é mais normal do que parece. A primeira voltou normal. Então eu dei uma torcida. A bola gira. Só que ela é presa por um nervo, certo? Então ela gira, o nervo torce. Essa primeira vez torceu. No dia seguinte ela voltou. Manualmente eu... E voltou. Voltei, aquela mágica, ela voltou. Sem doer. Na segunda, sem doer. Doeu, mas quando distorceu voltou normal.

Na segunda vez eu estava dormindo, tinha ido treinar à tarde, tomei um pré-treino à tarde, estava vascularizado, dormindo, assim, mexer a perna, eu senti um negócio aqui, uma fisgada.

Aí eu dormi normal. O dia seguinte eu acordei e fui esticar. Eu falei, nossa, parecia que tinha uma pessoa pendurada no meu saco. Aí ficou encurvadinho, assim. Mano, eu fiquei três dias andando assim. Eu falei, ah, não, juro por Deus. Cara, ele é deselegante, assim. Aí eu fui no hospital, fui fazer o... Eu imagino o pesadelo que você teve pra torcer as bolas, cara. Eu nem lembro de sonhar. Eu não sou um cara de sonhar muito, assim.

Pelo menos dormindo, sonho acordado, assim. Virei a bola e tal. Fui no médico fazer a... Como chama? Ultrassom.

E é ruim, né, velho? É, no saco, velho. É ruim porque, tipo, hospital, as enfermeiras, você tá offline infinito, cheio de douro, pinguello aparecendo... Ele falando assim, cara, eu só quero ir pra cá. Gente, tá frio, não é assim direito. O cara se justificando. A pessoa, tá, tá, tá bom. Não, tudo bem, Zé Fimose, vem cá. Os caras já aloprando o cara.

E aí, é muito ruim, né? É constrangedor. Aí passa e tal, o gelzinho passa na sacola. Felipe Piquitito, né? Felipenis. Felipentinho, o cara chamando de tudo. Aí passou, não enxergou nada.

Não, antibiótico deve ser inflamação. Voltei para casa, tomei. Dia seguinte, cheguei de novo no hospital. Falei, cara, não consegui dormir. Aí me di uma pressão, estava tipo assim, pré-infarto. Falei, cara, não estou conseguindo. Não, é. Vamos de novo. Aí outro ultrassom e tal. E aí, grupo de enfermeiros diferente. Ou seja, mais 15 pessoas viram minhas partes. Já fui para avaliar. E nada, voltei para casa.

Cara, eu tava no terceiro dia sem dormir, assim, de não conseguir. Aí eu voltei pro hospital e falei assim, velho, vamos combinar um negócio aqui. Vocês não acharam que é. Não dá pra eu voltar pra casa. Não tá fazendo efeito nenhum esse antibiótico. Eu não saio daqui sem essa dor. Você pode arrancar meu saco. Faz o que quiser. Resolve. Faz outro gênero. Escolhe o que você quiser aqui. Eu não saio daqui com essa dor. Aí o cara, vamos ver, vamos ver. Não encontramos nada. Outro ultrassonado. Ele falou, você tá em jejum?

Eu falei, não. Não dava para ver que o nervo... Mano, eu estava transpassado de um jeito absurdo. E ela tinha gerado duas voltas. Cara! Bizarro, mano. Aí ele falou assim, você está em jejum? Eu falei, não. Eu falei, então você vai ter que fazer acordado, porque se você não está em jejum, você tem risco, você sabe disso? Não. Você não pode apagar nesse dia geral sem estar em jejum, porque se você vomitar, você não tem ração, você respira, você tem que estar em jejum.

Eu não estava no caso, o cara me deu uma hack, pegou uma, sabe, de parto. Mandou a espinha para o homem dormir da cintura para baixo.

E eu acordado aqui com as pernas de toparindo. Sabendo que o cara tava mexendo lá. Não, ele tirou uma foto. Ele falou assim. Ah, mano. Mano, eu fiquei trocando ideia com ele. É, né? Eu falei, e aí, mano? Ele abriu uma geléia. Você não senti nada. Chupou a sua faca, abriu a sacola, mano. Não. Aí eu falei, e aí? Como é que tava ali? Cara, parece que passa por Bluetooth a dor. Mano, irmão. O pós é sacanagem. Sério? Aí ele abriu e falou assim.

Caralho, Tito. Porra. Tavam duas voltas, assim. Tava começando a escurecer a bola. Cara, no ultrassom não dá pra ver isso? Não dava pra ver. Só abrindo?

nesse caso sim, ele falou, cara, se demorasse mais uma merreca, a gente ia ter que... Pariu uma bola torta, voltou E é gêmeo? Qual é o nome? O que aconteceu, Zé Maria? Aí ele desvirou a bola, falou, a gente por pouco tempo não teria que amputar e botar uma prótese, porque tava começando a escurecer de necrosar a bola, porque não tava circulando, cara

E ainda bem que você falou pros caras Resolve aí Aí fecharam o saco Costuraram a bola no saco pra ela não girar mais Então ela tá mais presa, minha bola é mais presa E aí costurou Eu quero costurar minha bola Você pode prender as bolas no saco Porque agora eu vou sonhar com isso Eu não posso acontecer isso comigo E é normal acontecer, muita gente Eu fico encanado com essa parada agora Depois dá um Google ali, torção testicular Nossa

Aí, velho, costurei e aí ele falou, cara, o pós disso vai ser um pouco triste, Tito, é chato, porque é o seguinte, você sabe, todo mundo que possui um saco sabe que ele oscila muito por conta da temperatura ou ereção, às vezes ele tá murcho, às vezes ele tá esticado, tá rígido, e isso é ruim pra cicatrização, mas, cara, é só cuidar direitinho. Aí por que a gente entrou nesse tema? Você sangrou trocando o curativo? Faltavam dois dos 12 pontos que eu tomei, faltavam dois pra sair.

E aí eu estava, sei lá, duas, três semanas off. Era o primeiro trabalho que eu ia fazer. Era uma presença na inauguração da loja de roupa, no nosso Cafreiro. Eu lembro que era hoje. Desculpa a pergunta indiscreta. Claro. Mas não podia ficar de pau duro.

Não anda, né? Por isso que ele falou que a sensação é problemática. Você acorda no morning horn ali. E aí? Dói. Ai, cara. Aí é, sensação brasileira, sensação brasileira. Minha avó cagando, minha avó cagando. Você pensa na minha avó cagando, minha avó cagando. Minha avó cagando. É muito ruim, né? Minha avó cagando é péssima. Aí, velho, fui trocando o curativo. Saíram. Os dois últimos pontos saíram na mão. Mas tudo bem. Eu comecei a menstruar, né?

Comecei, tipo assim, vazar sangue. Aí eu, pô, o que eu faço? O que eu faço? Aí veio o desfecho.

Falei, fodeu, não dá pra eu ir de mods, né Tô indo trabalhar, tô indo chegar lá e o cara tá menstruado Aí eu peguei Eu liguei pra um segurança Que era amigo meu, segurança Ele era polícia, mas fazia um trampo de segurança pra mim Eu falei, ô mano Segura aqui Segurança, então segura não sabe Então segura Segura, vai segurando

Aí eu liguei pra ele, não, mano, eu liguei com outro intuito. Eu liguei pra ele e falei assim, ô, mano, quando vocês tomam tiro, facado, cara, o que vocês fazem, mano? Porque eu não vou me costurar aqui em casa e não dá tempo... Até chegar no hospital. Não dá tempo de ir no hospital. Eu tenho tempo com a presença paga, no cachê já pago. Eu falei, eu tenho que ir. Aí ele falou, mano, Super Bonder, pode ir, garantir. Não, não, não, não, nem a pau, cara. Juro por Deus.

nunca colocaria a Superbonda no saco. Mano, eu juntei as duas pelinhas assim, catei o Superbonda, dei três bicadas de Superbonda, assopra, fui com o saco colado, nunca mais descolou o meu saco. Ele tá com a mesma calça até hoje, que brudou na calça. A cueca tá colada pra cima. A mesma cueca. E aí não abriu mais o saco. Sério? Juro pro Deus.

Não tente fazer isso em casa, tá, gente? Não façam isso. O saco de vocês descolar, vai pro hospital. Mas no meu caso, não... Cara, você mete o Superbonda. Você acredita? O Superbonda é no saco. Aí o segundo falou, era zoeira, velho. Não era. E fica a publi da Superbonda aqui. Cola até saco, tá? Já pensou? O Superbonda chama a voz, tá? O outdoor tá o Felipe Tito com o Superbonda. E um saco do lado, sacão na mão, assim.

Que história maravilhosa. É horrível, mas é maravilhoso. Depois que passa é bom, né? Eu acho que eu nunca tinha contado esse lugar nenhum. Olha a merda que vai dar essa aqui. Amanhã tá no Léo Dias. Repetido, cola o saco com o Superbonder. Sacolado. Que bosta. Sacolado.

Mas nunca mais deu esse problema. Nunca mais trouxe. É, costurou, né? A minha bola é costurada no meu saco. Ele falou assim, não, agora não gira mais. Agora se girar, tem que girar o saco inteiro. Aí tá tudo bem. Porque a gente escuta aquelas histórias de quebrar o pau, né? É cartilaginoso, né? Ele pode realmente quebrar. Você não sabe que você é casado, né? Você é casado?

Eu sou casado. Quando fica quicando assim, você fala, calma, querida. Porque elas vão alto assim. Você viu o que ele falou? Você não sabe que você é casado. Tipo, não transa, é isso? Não, desse jeito selvagem não, né? Que isso, cara? A mulher que... Desculpa, a senhora quica em você? Não. Tá vendo? Então. Eu sou casado. Eu não vou falar disso publicamente. Não, ele já fala aqui. Não, ele já fala aqui. Quanto tempo você é casado?

Três anos. Ah, não. Eles ainda conversam, pô. Três anos ainda se fala. Se fala ainda, né? Uma vez por semana. Cara, você sabe que eu transo quase todos os dias, né? Sério? É verdade, cara. Conheita é sexo, tá certo. É verdade. Quase todos os dias? É. Ó, na segunda-feira eu quase transei. Dessa-feira eu quase transei. Quanta-feira.

Eu quase transei, velho. Eu vou usar essa pra caralho. Eu transo quase todos os dias. Esse quase todos é bom. É uma coisa que o cara fala, eu tô com vontade de transar com a Júlia e a Jolie de novo. Por que já transo? Porque eu tava com essa vontade, você vai passar. Eu vi outro outro vídeo que o cara falou assim, cara, que sorte que você deu ontem, mano. Eu falei, por quê? Porque você não tem que dar hoje, cara. Eu falei, você tem uma esposa ali, viu que sorte que você deu ontem?

Porque você não vai precisar dar hoje. Mas o negócio de quebrada dava medo, né? E é problemático mesmo. É cartilaginoso, ele não tem o que fazer. Tá louco, tá louco.

Não, mas eu nunca quebrei o... Só trouxe a bola. Vamos mudar de tema, né? Vamos mudar de pau e... Não, minha boca tá cheia d'água aqui, cara. Pelo amor de Deus. Pelo amor de Deus. Tem um amigo comediante meu que ele fala assim... Sei que o pessoal chupa pau, né? Tem gosto de nada aquele negócio. Pinto é pele, cara. Ele gosta de pão braço. É a mesma coisa. Não, tô surando.

Vamos falar de assunto leve, cara Pô, tem muita coisa pra eu te perguntar Mas eu queria saber, assim A lembrança mais antiga que você tem Quando te perguntavam o que você queria ser Quando cresceu, você falava o quê? Você faz tanta coisa hoje em dia Você faz alguma das coisas que você imaginava Quando era criança ou não?

Também era jogado de futebol e astronauta? Eu nunca tive aptidão nenhuma para o futebol. Mas? Nunca me interessei pelo esporte. Sério? Eu sempre tive esse problema de não me interessar muito pelas coisas das quais eu não tinha aptidão. São Paulo, capital. E na tua infância você brincava do quê? Cara, eu era terrorista. Nunca fui o cara... Mano, muito imperativo. Sério? Minha imperatividade... Você vê que quando eu começo a falar muito de piada, eu acelero o ritmo a ponto de gaguejar.

Criança era assim? Eu era gago, nível hard. O quê? Fala aí. E tique infinito. Infinito, muito, muito. Não ri. Ela tá rindo porque tem dias que eu não tô tão controlado. Ela tá rindo muito lá. É que ela trabalhou comigo há 10 anos e já pegou todas as minhas nuances. Virado no girar. Muito, muito. Você era uma criança hiperativa. Hiperativa. Parei estudar na sétima série porque eu não conseguia ficar na escola. Realmente era um problema. Mas fazia esporte.

Por isso que aí entra o circo, que eu te falei. O circo entrou na minha vida pra conseguir dormir. Mas de novinho? E de 6, 7 anos de idade. E de onde veio essa ideia? Cara, eu preciso gastar energia, minha mãe passou, falou com fulano. Porque era de graça, eu era pobre. A grande verdade era essa. Era um trabalho comunitário. Tem a escola de circo da comunidade.

E aí entrei e peguei gosto. E aí... Seus pais faziam o quê? Meus pais. Minha mãe era babá e porteira. Sim. Do colégio que meu filho estudou. Minha mãe foi recepção, recepcionista de salão de cabeleireiro. Meu pai foi publicitário por muito tempo, mas aí acabou, enfim, quebrou. Teve os problemas dele lá. E aí, nessa época, minha mãe era isso. Ela fazia, tipo, trampo de diarista, fazia as coisas todas. E eu na escola, virado no Batman. E aí foi fazer circo? É, eu entrei no circo pra gastar energia. E aí ela conta.

Porque eu dormia, sei lá, 3, 4 horas por noite e me tremendo inteiro, assim, tipo assim, de hiperatividade em nível raro. E ela conta que no primeiro, na primeira aula, no primeiro dia de circo, eu dormi 6 horas seguidas, assim. E ela nunca tinha visto isso? Ela falou que botava a mão, assim, pra ver se eu tava respirando. Ah, morreu. Morreu, moleque.

E aí foi isso, cara. Entrei no circo pra fazer isso. E você curtia? Caralho, assim. Se encontrou, então? Muito. E aí também surgiu a minha história com a arte de querer começar a fazer os comerciais de televisão, que foi onde eu comecei, né? Fazendo publicidade de molequinho. Cara, teste pra um comercial de uma marca de refrigerante, de um cara que me encontrou no mercado, dei um cartão de agência. Eu era uma criança ruiva, sardenta, né? Ruiva?

Eles acham foto sua mais novinha? Acho que não precisa, né? Ah, quero ver, quero ver. Mas era uma das coisas que você queria fazer? Minha primeira novela de 2005 era Rui Valhaço, o cabelo vermelhão. Mas era uma ideia sua de trabalhar com isso ou aconteceu? Foi acontecendo, eu sempre fui muito descaradão, sempre gostei de falar, falador em fúmulo. Não era envergonhado, né? Zero, zero, sempre fui muito...

falador. E aí eu falei, cara, esse negócio aí pode dar alguma coisa. E aí acabou dando mesmo. Então, circo, fazendo... Publicidade. Aí, cara, rodei, rodei. Olha lá. Aí tá com quantos anos? A primeira novela ali eu tinha 17 anos. Foi a minha primeira malhação, aquele Black Power. É mesmo? Aí ali foi a segunda malhação que eu fiz e eu já tinha vinte e tantos. É a mesma pessoa? É.

Nem a pau. É, o RicaVírus picou e aconteceu. Cara, eu achei que você tinha colocado uma pessoa aleatória e ele. Não, é parecido. Não, esse aqui é o... Esse primeiro é de onde? As duas são da malhação. Eu fiz duas malhações. Duas malhações.

Que ano que é a primeira? 2005 e 2017. Tá. Então eu fiz essa aqui, a temporada de 2005, foi a primeira novela. Mas você já tinha feito algum curso de atuação ou não? Eu nunca, eu fiz depois, assim, mas eu nunca fiz acting aqui, eu ganhei um curso lá fora. Eu fiz Lee Strasberg Film Academy, que é um desdobramento do New York Film Academy, lá em LA. Eu morei em Hollywood de dois anos, né?

Isso é depois, né? Então vamos na linha temporal. Vamos criar uma cronologia. Começa primeiro, uma alhação. Começo fazendo comerciais de televisão. E pegava alguns... Peguei muitos. Muitos? Sério? Fala aí. Tudo que você imagina, cara. Banco, marca de Danoninho, marca de tênis, marca de carro, tudo que você imagina. Não, velho. Tinha intervalo de novela das nove, assim.

que tinha eu num comercial, passava um outro, aí tinha eu mais um e eu mais um emendado. Eu me emendava três comerciais. E dava uma grana boa na época. De publicidade, para quem não tem nada, metade é o dobro. O cara...

Tá duro, né? E aí... Isso aí é uma confusão infinita que você colocou, você sabe, né? Porque não é você? Por muito tempo eu achei que eu era esse cara. Ué, apareceu na minha pesquisa que era você. Pois é, pra mim também apareceu a vida inteira. E é porque é o seguinte, a gente teve um teste, uma audição na cultura pra fazer o Senta Aquela Minha História. E aí depois eu soube que o menino que fez isso também fez várias outras coisas, só que eram todos moleques, todos iguais. Era uma criança. Eu olho, eu me vejo. Eu era esse moleque.

E a vida inteira minha mãe me levou. Ela achou, eu achei, que a gente cresceu achando que eu era essa pessoa. E aí um dia o cara, eu contando que eu era e tal, ele falou, não, você não é. Eu falei, por que que eu não sou? Ele falou, não, que sou eu. Mas eu também. Eu falei, então tá bom, fica aí com a chamada. Você entrega a minha história, tá tudo bem. Nunca quis me apossar desse cargo que a vida inteira acreditei. Porque isso aqui, cara, eu circulava estúdio todo santo dia, que você imaginar, eu circulava estúdio de São Paulo.

E leva muito não também, né? Mais do que sim, inclusive. Muito mais, né? Muito mais.

E aí eu fiz tudo que você imagina de publicidade, chegou um momento que não tinha mais, eles não me chamavam mais, porque eu virei tipo um carne de vaca, um cara que está em tudo. Aí é ruim até, né? E eu não era um rosto macro, eu não era uma pessoa conhecida, eu era um rosto conhecido, mas não era uma celebridade, o cara estava em tudo que era comercial, eu era o cara do comercial, sacou? E aí o cara que era meio empresário na época...

Falou, vamos tentar um teste lá na TV Globo, mandar um material seu lá. Eu mandei um material, tipo, uma semana, três semanas depois, me chamaram para uma participação num quadro que a Denise Fraga tinha no Fantástico, chamava Retrato Falado. Eu lembro, lembro. Ela representava a história da galera que mandava para ela. Exatamente. Eu fiz uns três, quatro desses.

Aí depois a Claudinha Rodrigues me chamou para fazer uma participação na Diarista. Lembra a Diarista? Lembro. Que era o programa que ela tinha? Fiz. Aí no último dia de gravação da Diarista, eu mandei um material meu para a Rosane Quintaz, que era produtora de elenco da Malhação.

Falei, cara, todo mundo fala que eu tenho o perfil da Malhação. Eu era magrelo, não Malhação, Malhação, mas o perfil da novela jovem e tal. Fiz um teste, passei e aí foi minha primeira novela, meu primeiro contrato com a TV Globo. Fiquei um ano e pouco, fiz quase duas temporadas. E curtiu? Ah, foi uma escola, né? Só que eu era moleque inconsequentasso, ganhava uma miséria de salário. Foi morar pra lá? Morei no Rio, os dois anos lá. Eu e Deus.

é mesmo? é, 17 pra 18 anos mas eu já morava, eu fui pai com 16 né mano, tenho um filho de 22 então tamo eu tenho 39 e o Theo tem 22 foi assim, foi um pênis é assim, se chega coloca assim, roda o canal a bola roda destrava a bola pra soltar foi isso, com 16 anos foi o acidente, ela tinha 15 e tinha 16 namoradinha eu chamo ele de gol contra até hoje, ele foi muito sem querer

Mas o melhor acidente da minha vida. Porra. E aí a gente... Ela 15 ou 16. Quando nasceu ela tinha 16 e eu tinha 17. Com 17 anos, velho. É. E aí... O que passou na tua cabeça? Fudeu. É, né? Fudeu. Duro. Voltando de um despejo com a minha mãe e meus irmãos. Mal sabia, né? Não tinha dinheiro pra nada. Era uma criança. Você não acha que Deus dá um jeito, cara? Não é louco assim? Tipo...

A gente não tem a menor ideia dos planos da barata. Grande parte do que aconteceu na minha vida, na velocidade e no volume que aconteceu, certamente foi porque eu tive isso cedo. Tenho certeza. Enquanto meus amigos brincavam, balada, eu estava tipo assim, eu preciso fazer acontecer. Tenho certeza que tenho a ver, cara. E aí fui morar no Rio, fiz a novela, fiz um anime e tal, acabou a novela.

Eu volto para São Paulo, só que assim, eu não acendi financeiramente. Porque ganha pouco, né? E você viu a imagem que eu era ali. Então eu era uma figura meio inconfundível, não tinha muitos de mim na rua. Então eu era muito reconhecido em tudo o que era canto. Só que eu era um cara famoso, sem relevância financeira para cobrir minha relevância midiática. Mais ou menos isso.

Então eu andava de ônibus e pintava portão na vila que eu morava. E era um puto evento pra família. Que eu, ó, o cara da Malhação pintando nosso portão. Era do caralho isso aqui pra me ir lá. Gente, eu tenho dinheiro. Eu só tô fazendo as portas. Eu sou da galera. Sou da galera. Mas não era. Era pra ajudar a pagar aluguel em casa e tal. Filho. E aí, pô, fiz um filme. Uma participação desse filme. Surge a oportunidade desse curso.

Qual filme? Chamava Não Por Acaso. O Rodrigo Santoro era meu professor de sinuca nesse filme. Tá.

E aí, enfim, ele tinha voltado, acho que ele tinha feito esse curso, o empresário dele conta que ele estava com acesso a esse curso, alguma coisa do tipo, falou com o cara que era meu empresário na época, não quer o título, não quer ir, eles gostam de latino, de brasileiro, parará. É esse filme aí. Exato.

E eu faço uma participação, uma ponta. Ele é meu professor de cinema. Eu, Robson Nunes, sabe quem é o Robson Nunes? Claro, amigão. Então, eu, Robson Nunes, fizemos esse filme junto. Ele era meu amigo ali, eu e o Robson. E ele dava aula de sinuca pra gente, o Rodrigo. Aí fui pra Hollywood. Só que eu não falava inglês, não tinha nada. Fiz um teste. Qual foi o lance? Fiz um teste. Gravei com a Cybershot no parede branca no fundo. Os caras me aprovaram com 98% de bolsa. Olha bem. Cara!

Eu tinha a pronúncia, minha pronúncia sempre foi muito boa, porque eu sempre gostei de música gringa, traduzi no Google Tradutor o que eu estava falando para saber a intenção do texto. Você sempre fazia curso? Zero. Nunca não, mano. Eu não falava hi, não sabia falar oi em inglês. Juro por Deus, de verdade. Mandei para os caras, me aprovaram, e aí eu criei uma ordem cronológica ali. Eu falei, bom, o curso é de seis meses.

Eu vou para ficar dois anos, fico um ano e meio, aprendo a língua, junto um dinheiro trabalhando ali, nos últimos seis meses faço o curso e volto para o Brasil e foi exatamente o que eu fiz. Mas cheguei, trabalhei de garçom, de garçom já emendei para pizzaiolo, pizzaiolo fiquei, fiquei, fiquei, fiquei, assumi como chefe desse restaurante. Era um restaurante israelense ali na Sunset Boulevard, embaixo da Rolio de Boulevard. Então você mandava bem, então.

Eu cozinho basicamente bem. Se faz, o Mediterrâneo eu faço bem, o contemporâneo eu cozinho bem também.

E nos últimos seis meses faço o curso, volto para o Brasil. Aí quando eu volto, eu volto diferente. Eu saio daqui magrinho, aquele moleque. Quando eu volto, eu voltei maior, com uns 15, 20 quilos maior. Treinando lá? É, cara, porque eu morava colado num galpão, um dos maiores galpões de suplementação da Califórnia. Então eu tomei uns produtos naturais. Claro, claro. Aquela injeção, aquela dietinha, arroz, feijão, injeção. Sabe como é que é? A volta gigante. Não, foi creativo, tomei as coisas lá.

voltei pro Brasil, e aí, cara, ah, voltei, turma, tô de volta, pô, curso em Hollywood, voltei gigante, você viu pra porra nenhuma aqui no Brasil, esse papel, ninguém nunca viu nada, mas eu contava a minha vantagem ali, falei, ó, hollywoodiano, foda-se, fiz teste pra clipe da Beyoncé lá, fiz um monte de coisa.

E aí mandei meu material novo para Globo. Os caras, o título está diferente. Que legal que você está de volta. Cara, está rolando uma novela que está estourada aqui no Brasil. Você quer fazer uma participação? Falei, claro, era Avenida Brasil. Puta, ainda mais na Avenida Brasil. Parou o Brasil. Exato. Inclusive está agora reprisando, eu acho. Me falaram que está na reprise.

E aí eu fiz dois, quase três meses dessa novela e todo mundo que passou ali naquela novela se soube realmente aproveitar, explodiu ali porque foi muita audiência, né, cara? Muita visibilidade. Aí acabou essa novela e eu me dei outra das nove que era Amor à Vida. E essa, assim, foi o game changer da minha vida.

que eu era um mordomo, e meu núcleo era Antônio Fagundes, Rosa Maria Murtinho, tipo assim, só dinossauro, Matheus Solano, que era meu par de cena, Bárbara Paz, que era a mulher dele, mas era minha amante, que ele era gay, não comia mulher, eu comia mulher dele, era uma zona gigantesca. Olha lá. Olha eu aí.

Nessa novela, eu era tipo um Alexandre Frota, tá ligado? Eu não tinha texto, eu só comia os outros. Eu era tipo um Frota. Demais! E a galera, vem! Meus textos eram assim, vamos, yes. Mas aí eu comia um pessoal e... E a galera gostava do personagem. E eu gostava também, porque era um personagem muito legal, então era uma transartística, não era aquela coisa meio pornochanchada, não era tanto assim.

E o Instagram estava nascendo e toda cena que eu fazia de amor, sem camisa, o shape estava maneiro, eu ganhava 200, 300 mil seguidores, porque todos os blogueiros de fofoca, o boy magia da novela, me postava, papapá, e o algoritmo entregava muita audiência nessa época. Então, daí...

fluiu, acabou essa novela, eu tinha um milhão e meio de seguidores, assim, tipo isso, tô falando de 2013, 13 anos atrás, sei lá, é isso. No comecinho. Bizarro, né? E foi isso, cara, aí a coisa começou a andar. Mas aí quando você explode o Instagram, tá fazendo novela, você começou a já pensar, tipo, o que eu vou fazer da vida, vou continuar sendo ator? Qual que era a tua cabeça na época? Isso era recente ainda, eu comecei a ganhar dinheiro no digital.

Eu ativei o meu digital. Mas você imaginava? Você fez algum plano de carreira ou estava sendo levado aonde apareceu? Eu estava indo no fluxo. Vamos no flow aí. O que está acontecendo, está acontecendo. Só que aí eu vi que começou a circular dinheiro de gente grande no digital. Eu ganhava nessa novela 5 mil reais por mês. Está brincando. É, pô.

Galera, a gente tá no horário nobre, tá estourado. O antagonista da novela, das nove, na maior audiência, na terceira maior emissora do mundo, maior emissora da América Latina. Cinco mil reais. Cinco mil reais, tirava mil de desconto, né? De taxa, de imposto, vinha quatro pau. Era isso, quatro mil reais. E aí eu faço uma publi no Instagram, nascendo, eu cavei essa história ali no digital.

20 mil reais pra eu tirar uma foto. Aí você falou, e... Aí eu falei, calma aí, tá estranho isso aqui. Porque, pô, aqui eu trabalho de segunda a sábado, 12 horas por dia. Na maior emissora. 4 mil reais na minha mão. Aqui em 35 segundos eu ganhei 5 meses de salário. 4 mil que vem na minha mão, 20 mil.

Tá diferente esse negócio. Aí eu comecei a olhar. E aquilo com o olho de tipo... Pô, esse negócio... A empresa que me pagou esses 20 mil não é idiota, sendo do tamanho que é. Então alguma coisa tá acontecendo. E aí como um bom futriqueiro, fui estudar. Fui entender a parada. E aí eu fui entender e abri uma agência.

Aí eu comecei a cuidar da carreira de outras pessoas, de outros atores, músicos, atletas, e eu comecei a ganhar um percentual em cima dessa turma que eu indicava para as publis também. E fazendo muita publi também. Muita. Junto com festa de 15 anos, eu comecei a juntar dinheiro para poder apostar em outras frentes, para pôr os ovos em outras cestas, basicamente isso. Não os ovos torcidos, mas os ovos bons. Bons ovos em boas novas cestas. E aí foi basicamente o que aconteceu.

Cara, que doideira que é tua carreira. E aí, que ano que é isso? 2013, 14. E aí, depois disso, qual foi a ideia? Vou crescer pra onde? Aí eu continuei fazendo novelas. Fiz mais cinco novelas das nove. Fiz Malhação de novo em 2017. Fiz várias coisas.

apresentei nesse meio tempo cinco programas da MTV, apresentei o vídeo show, tive um quadro de culinária no vídeo show, fui fazendo várias coisas. E aí eu comecei a... É, isso aí no vídeo show, na bancada do vídeo show. Esse quadro meu lá durou também mais de um ano, foi bem legal ali, uma experiência muito legal, ao vivo, TP, boninho na orelha, Brasil inteiro ali, foi uma escola boa pra mim.

E aí, nesse meio tempo, eu estava tentando a minha carreira de empreendedor no paralelo. Então, abri o negócio. Nesse meio tempo, eu já tive uma loja de roupa, quebrei. Aí, tive uma loja, um restaurante, quebrei. A galera nem lembra dessa parada, né? As coisas que dão errado, o pessoal fala assim.

Só tem sorte, tudo dá certo. É porque dificilmente antes do cara se estruturar, ele vai começar a contar as bostas dele. Ele vai contar depois que ele tem resultado garantido, que aí beleza, eu errei, mas aqui tem a jornada do herói, aconteceu. Poucas pessoas batem no pé e falam, eu sou um merda, olha que eu sou um bosta. Você vai perder muito dinheiro, né? Muito dinheiro. Sério? Muito dinheiro.

Mas eu tinha, por isso que eu gosto de falar isso, eu tinha a garantia do digital por trás. Então eu tinha as festas de 15 anos, tinha o post, tinha não sei o quê. Agora para um cara normal que estava na correria, não segura o rótulo. Você não entraria, né? Não, não. Qual foi a primeira coisa certa? Então, aí de sete negócios que eu quebrei, a primeira que funcionou e deu bom mesmo foi a agência.

E aí ela basicamente se pagou e pagou todos os erros que eu tive. E hoje ela virou uma holding, a Titânio, que hoje tem todos os meus negócios, todas as minhas operações, ficam debaixo do guarda-chuva dela. E aí tem 11 operações ali dentro. São 11 empresas que são minhas, que eu toco na linha de frente, debaixo do guarda-chuva.

E como você entende esse mercado digital hoje em dia? Mudou também, né? Da época que você começou para hoje. Mudou bastante. Mudou a forma de se comunicar. Mudou a forma de consumir conteúdo. Como que era se comunicar hoje? Cara, o Instagram nasce sendo um grandissíssimo álbum de fotografias online. Isso é verdade. Certo? Não tinha Stories nem existia. E começou a existir quando o Zuckerberg tentou comprar o Snapchat. Não tem nada. Então não vai vender? Então vou quebrar você. Aí nasce o Stories.

Então era tudo feed, foto estática, quem tinha melhor plano, quem tinha melhor luz, quem tinha comunicação mais humanizada ali, performava melhor. Hoje, cara, a métrica do algoritmo é muito mais calibrada, não é tão simples, você explodir um conteúdo, eu faço milhares de conteúdos na internet, super produções, falam assim, essa aqui vai ser o caralho, e pô, dá 300 mil views, 400 mil views.

E vídeo que eu faço no meu carro, contando a história do meu saco que eu colei com o Superbom, 10 milhão de views. Então você fala, caralho, não tem métrica obrigatória, não existe. Então hoje é basicamente jogo de frequência. Vamos jogar, jogar, jogar, vamos ser frequente. Joga 10 para acertar duas, entendeu? Está tudo bem. E acho que é basicamente esse o mercado hoje. E aí eu não me encaixo mais numa linha de influencer, de creator. Talvez a gente...

Faz briefing por conta de ter agência hoje e ser um contrato mais... Na maioria dos nossos contratos são mais robustos. Então a gente participa também da parte criativa. Deixa claro para a marca que tudo bem, você pode me sugerir um conteúdo, mas provavelmente eu conheço a minha audiência melhor do que você.

Acho que talvez ninguém conheça a minha audiência tão bem quanto eu. Muitos não entendem, mas a gente hoje, graças a Deus, não é só pela grana. Então a gente bate o pé de tipo assim, cara, deixa eu te explicar. Isso não vai performar aqui. E esse tipo de conteúdo nem faz sentido para a minha base, cara. Ninguém está acostumado a ver isso aqui. Eu vou chegar com isso aqui, o nego vai olhar e falar, claramente ele está sendo pago para fazer isso, vai performar zero.

Você não vai vender, você não vai ter o trabalho de awareness que você quer, não vai funcionar. Então a gente tem essa conversa junto com os clientes para que...

para que basicamente eles tenham um mínimo de retorno, porque senão vira também um tomador de dinheiro. Fala assim, bota o dinheiro aqui, entrega o que você quer, vai dar bosta, esse cara não vai me contratar de novo, o contrato não vai ser tão longevo, não vai ter recorrência, então a gente organiza bem isso para ser equilibrado. Caramba. E como você vê esse lance desse ódio, dessa briga na rede social? Você passou por hate alguma vez ou não?

Cara, vou te falar, eu nunca fui cancelado, você acredita? Porque eu acho que eu também nunca liguei muito pra isso, não. É, tem essa também, né? Você não liga. Porque a vida real é outra parada. É, e nunca aconteceu, assim. Eu nunca dei brecha pra isso acontecer também. Eu sou um cara mais na minha, assim. Não bebo, não fumo, nunca bebi, nunca fumei. Não fusei droga.

Não entro em treta, mas também não fujo, velho. Vou te falar a verdade. Ah, não. Se pisar no meu calo, eu sou zero. O cara de tipo assim, ah, beleza. Aconteceram algumas coisas de notícias falsas ao meu respeito. E eu chamar o cara e falar, velho, eu não sou esse cara da internet. Eu vou te cruzar e vou te encher de soco. A gente vai resolver isso. O cara mente mesmo, né, cara? Mente mesmo.

Tipo assim, é like e é like, é clique a qualquer custo. E foda-se o que vai acontecer, como vai reverberar na sua vida. Então, as poucas que eu tive, eu falei, mano, não compra essa kizumba comigo não, porque eu não sou esse cara da internet, mano. Eu vim de outro lugar e você vai arrumar uma dor de cabeça diferente. Eu vou te cruzar na rua e eu não vou te tirar foto, eu vou te encher de soco, vou te dar uma cabeçada. Então, eu não sou esse cara muito da...

do cancelamento, da briguinha do digital do ataca aqui, eu te ataco dali, eu não sou esse cara então nunca tive problema com cancelamento, não gosto dessa história de o nível de hipocrisia da internet hoje me incomoda muito porque tipo, porra eu só aponto todo mundo como se eu fosse o ápice da perfeição mas aí não é, cara, você é o cara que fura o farol vermelho, você é o cara olha que loucura, mano, outro dia eu tava ó

Eu peguei um carro novo, estava sem sufilme ainda, meu carro. E eu lembro que eu estava com o nariz que tinha acabado de chegar de fora, da neve, meu nariz todo sangrando assim. Eu estava tirando uma casquinha de sangue dentro do nariz. Parecia que era catota. E eu parei no farol, eu estava aqui tirando a casquinha do nariz, eu olho para o lado e tem um cara olhando para a minha cara e falo assim...

Tipo, mano, que maluco escroto empiando o dedo no nariz. E eu fiquei pensando nisso, eu falei, eu sou esse cara também. Se eu parar o card e ver um cara cutucando o nariz no lado, eu falo assim, mano, que filho da puta nojento cutucando o nariz. Só que eu cutuco o nariz. E a gente julga as pessoas. Você não vai olhar pro lado e ver o cara mina mexendo o nariz e falar assim, caralho, que filha da puta, que nojo.

Só que você é o cara. E isso acontece numa proporção absurda com tudo. Se o cara fecha você, o cara passa no farol vermelho, e fala, filha da puta, quantos farol vermelhos você for? Essa hipocrisia acontece de uma forma descabelada na internet com tudo. Então o cara aponta como se ele fosse o ápice da perfeição, ele não é. Por isso que eu prefiro não julgar as pessoas ali, porque também quando vier me julgar, também não vou aceitar.

As pessoas estão muito carentes também na internet. Você vê, né? Carente de informação, carente de atenção, carente de carinho.

mas ali virou um grandissíssimo tribunal eu enxergo a internet já vi que você curte carro, curte moto bastante que carro que você curte hoje em dia? eu estou com uma Defender agora que é um puta carro eu tive um para a minha equipe de segurança eu deixava com a minha escolta mas Defender era um puta carro a gente trocou agora para uma trilha Blazer blindada mas eu já tive tudo que você imaginava você era moleque e sonhava com o que? que era take carro

Eu sempre sonhei, inclusive realizei meu sonho, meu Grail faz dois meses. Isso é legal, né? E não era por uma questão de grana, era a questão de achar do jeito que eu queria. Sério? O que era? É um Mustang Fastback 69. Vê se acha aí. Deixa eu ver qual que é.

Você achou o John Wick já? Claro. É o carro do John Wick do filme. Nossa, velho. Que cor? Vermelho. Mas não vai ficar vermelho. Eu vou mexer ele inteiro agora, devo fazer preto com umas faixas brancas, bem tradicional de racing. Mas é um Fastback 1960. Vermelho, ele inteiro vermelho. Vinho, bordô. Está zero. 100% original, placa preta. E por que esse carro? Cara, porque eu sempre, na época de vacas magras, eu sempre sonhei em ter um Maveco, um Maverick.

Sei. E aí, quando eu comecei a ganhar dinheiro, meu... É esse? É esse aí. Ah, está brincando. É isso aí.

Mano, olha isso, cara Legal, né, velho? Eu adoraria ter uma lasanha dessa, hein, cara Então, eu sou o cara da lasanha Me brilha muito mais o olho Porque eu já tive tudo que você imaginar de super esportivo Lamborghini tive quatro Ferrari tinha E aí, qual que é o...

É, temzão, mas era mais um check mesmo de moleque pobre, sabe disso. Não vai sair muito com esse carro na rua também ou sai? Sai. Eu ia pro escritório todo dia. Inclusive, a minha última Lamborghini, a Esterrato, era a única do Brasil rodando, era a única do planeta blindada, porque eu mandei blindar. É, não dá pra dar certo. Falei, blinda essa porra, mas vai ficar as lasanhas de vender. Mano, blinda, foda-se. Depois a gente vê com uma dor de cabeça. Então era blindado.

eu estava falando com os caras do carro, hoje em dia a blindagem está tão ferrada, nessa mais leve, e estão blindando o carro esportivo. 65, 70 quilos no carro, não é nada. O que tem de 911 blindado ainda é piada, tem muitos. E aí, cara, hoje eu ando, eu estou de, que é um carro que eu acho que é o mais legal de ter, assim, que ele tem tudo, que é o que eu estou aí, que eu já tive quatro dele. Pro dia a dia, você está falando? Um RS6.

Qual que é? É um Audi RS6. O meu está com estágio 2, está com 920 cavalos, tem 120 kg de torque, você entende? Minimamente, cara, gente. Muito pouco. Cara, anda virado no capeta. Para você ter uma ideia, eu tinha uma X6M Competition que é um avião, aquele negócio. É, tem 600 cavalos. Eu nem sabia que era isso. É, muito passionável. Olha, velho.

Então esse carro é mais legal porque ela é uma perua. Quem não entende de carro, acho que é o carro de levar as crianças na escola. Só que ela é uma perua... Anda pra caramba? É a perua mais rápida do mundo. É com uma perfumaria absurda. Entrega tudo que tem de bichis, que eu amo. Essas bichis de botãozinho, de luzinho. Tudo. Ele tem espaço infinito, que ela é uma SW. Então tem porta-mala pra tudo. É blindado. E, cara, performance dele.

Esquece. Pau em Porsche, pau em Ferrari. Infinito, assim. Dependendo do que você pegar. Mas nesses carros aí, qual que era o mais rápido que você teve?

Hoje eu estou com uma MG GT S63, então ela é quatro portas, mas ela também é híbrida, tem 820 cavalos de fábrica, tem o SR6 com 920 cavalos, tive Lamborghini, tive Huracan, tive Sterrato, tive Urus, aí Ferrari eu tive Roma.

Ah, mano, tive tudo. Tipo assim, qual foi a parada? Pra não parecer que eu sou um idiota. Mas não é colecionador, né? Não, não, não. Eu tenho e rotaciono. Eu tenho hoje nove carros. Eu tenho hoje, que eu tenho. Mas esses carros também, você não ficou muito tempo? Nenhum deles? Não dá, porque esses carros você bateu a quatro, cinco mil quilômetros. Se você não vender, você vai ficar com um elefante pra vender.

é um carro de 4, 5 milhões, mano. Ninguém vai querer com isso, com 10, 12 mil km. Ele junta mais um milhão e compra o zero, entendeu? Um milhão e meio e compra um zero. Então, tem que... Deu 3, 4 mil km e espirra. Aí hoje, basicamente, eu estou na época, estou na fase bem das lasanhas, assim, sabe? Acho que muito dessas carangas era para dar o check meu, assim, para provar para mim mesmo que eu cheguei, sabe? Consegui, tal. Tipo, é frustração de um moleque pobre que sempre quis ter e era o sonho. Então, eu cheguei, bom, beleza, mas...

Não tenho mais essa pira de andar de Ferrari, andar de Lamborghini. Eu estou muito mais tesão andando de Mustang no dia a dia do que você imaginasse. Cara, eu quero ver esse Mustang aí. Não, tem que dar um rolê para você ver. Aí eu peguei uma Ranger Lariat 1970. Vermelha com branca. Se não tiver na internet, está no meu Instagram. Deve ter.

que também é uma caminhonete rancheira legal para caralho para andar, um sofá, um banco. Você pega uma cilídea também? Fácil, mas eu uso para ir para... Não, não, não. Não é? Oh, homem. Aí você bota a concorrência, porque eu sou embaixador da RAN aqui no Brasil. É, o cara me deixa... Aí não posso ir de Ford. É uma RAN de Lariate, 1970, se você quiser fazer a pesquisa. Ela é vermelha com branca.

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Lariac de 1970? Isso. É uma Ram? É uma Ford Ranger 1970, essa aí. Ah, tá. Mas a Ram, eu estou com eles quase quatro anos já, como embaixador. Eu estou atrás de uma Ram aí. Eu tenho duas, tem uma... Para fazer expedição aí. Que é um tesão de carro. Montar um negocinho atrás dela, está ligado, né? É o Jazz, botar em cima... É. Eu tenho um cara bom para te indicar para fazer isso. Então me indica que eu quero fazer expedição logo. Você está com alguma marca de carro?

Não, não estou rocando nenhuma. Então eu vou te apresentar para os caras da RAM. Porque eu e meu filho, ele está louco para a gente fazer umas viagens para Atacama, fazer umas coisas... Ah, você já foi? Já fez? Rolê Atacama? Não, já fiz, mas faz muito tempo atrás. Eu quero fazer com o meu filho agora. Ele vai pirar. Então, vai pirar, cara. E a RAM, velho, tipo assim... É autônoma, né? Tem uma Laramie, que é 4x4, infinita, e tem uma Classic RT também, que é muito legal. Os caras fazem em cima da RAM, cara...

Dá pra deixar com suspensão, dá pra fazer o diabo no carro. Depois eu te passo o número da turma lá. É essa aí. Só que a minha é vermelha com branco. Cara, tem algum seriado, algum filme que eu já vi? Yellowstone, você vai ver aí. Com certeza. É o carro dessa turma western. Tem mau gosto ele, né, cara? Tem um mau gosto pra carro, né, cara? Eu tenho uma Vogue hoje, uma Range Rover Autobiography. Tem o RS6, tem essa Mercedes. Essa Vogue é bonitona também, né? Por dentro. Muito.

Eu gosto de carro, assim. Moto deve ter umas 15. 15, 20. Moto eu gosto, mas eu tenho medo de cair, velho. E você vai cair. E você caiu já. É que eu andei muito em autódromo. Não, nunca me arrebentei de arrancar. Em autódromo você não caiu.

Eu já caí em autódromo. Sério? É, mas aí eu caí equipado, de macacão. Caí certo. Agora na rua, eu fui atropelado uma vez, pra não falar que eu nunca caí. O carro avançou o sinal e bum, e deu em mim, eu caí, rolei, me ralei. Parado? Você tá parado? Ele atravessou, eu tava andando e ele atravessou o farol vermelho. Tipo assim, fechou pra ele, abriu pra mim. Ele não viu, continuou. Ele bum, bateu de lado, eu rodei, aí raspei tudo, ralei tudo, mas não... Não quebrou nada. Não, não quebrei nada. E eu tava de Harley também.

Então minimiza, porque é pesadão e tal. Você já fez viagem longa? Já fiz. Já rodei Curitiba, Porto Alegre, longe. Véio? Você curte, então? Pra caralho. Gosto, gosto de moto. Hoje eu tô mais bunda mole, confesso. É, vai ficando velho, vai ficando... E foda que tá treta, né? Os caras tão roubando pra caralho. O que você faz com o negócio?

Eu vou com segurança. Meus seguranças são do ROCAM. Eles são polícia. Eles andam de moto também. Vamos dar um rolê de moto? Vamos. Aí vai dois, três seguranças. Os caras estão armados e dá para a gente ir. E são meus amigos. Falar que eles são segurança, rebaixa num lugar que eles não pertencem. Eles são meus amigos mesmo. Estão comigo há quatro anos, todo dia, o dia inteiro comigo. Os caras são meus irmãos. Eu fui defender lá para o Rio. Aí os caras em vez de me acalmar. Blindado.

era blindado, mas os caras gostam de roubar defender porque cabe com os caras com o fuzil atrás. É isso aí, eles fazem um furo eles fazem um furo na blindagem pra caber o bico do fuzil pra fora, eu já vi isso aí, cara, é loucura eu falei, defender os caras não vão querer um carro grande, não, eles querem porque o negócio do fuzil. Isso, e passa em cima de qualquer coisa é um puta, é tanque, né

E lá no Rio você anda também de boa? Eu não vou pro Rio, cara, muito. Minha parada no Rio era... Eu morei lá quase 10 anos por conta das novelas. Então toda novela que eu fazia eu tinha que ficar quase um ano lá. Então eu morei quase 10 anos no Rio, entre as vendas. Sua base tá aqui? 100% aqui em São Paulo. E curte? Muito. Eu moro na Granja Viana, que é um lugar mais afastado. Eu tenho um terreno grande, tem lago, tem quadra de...

Não sei se aquela casa que eu via antes... É a mesma casa ou você saiu? Era uma grandona? É, é o mesmo lugar. Eu tô lá há 4 anos já.

com o Lago, com a academia. Eu botei tudo lá porque é mais afastado, mas eu consigo ter meu queijão ali. Exato. E o escritório tem uma família, né? Então eu estou, tipo, 20 minutos do escritório, 15, 20 minutos. Isso faz diferença. Muito. Eu estou mais perto que você do trabalho.

tá no trabalho, né? Eu desço o elevador, tô aqui. Caralho, mas é bem legal isso aqui, cara. Você vê? Comecei na pandemia, aí eu falei, agora não vou sair daqui, né? Mas você já tinha essa loucura na casa, assim, essa pandemia? Não, eu tinha esse espaço. Mas ele não era custom desse jeito, a casa inteira é meio customizada, assim, pelo que eu vi. É, foi ficando, né? Foi ficando por causa do podcast, mas não era assim. Quanto tempo deu podcast?

Começou em 2020, vai fazer seis anos agora. Em seis anos você customizou a casa. É. Louco. Aos poucos, né? Quantos anos tem seu filho? Oito. Ele deve vir aqui e ficar alucinado. É um parque. Ele fica aqui e cada vez rouba o negócio. Só tem que esconder o plug anal para ele perguntar. Pai, o que é isso? Se ele ver, ele não vai nem entender. É, então por isso você tem que esconder essa porra. Que porra é isso? Mas não se interessa. Ele gosta dos bonequinhos, dos carrinhos, né?

Eu vim mal, cara. Você ia ter que falar que isso daí é um peso de papel, né? É um peso de papel. É, é um rabo do... Do cavalo. Do cavalo e tal. E teu filho tá com quantos anos? 22. Olha só, mano. 22, o teu. Vai querer ter mais?

Ah, velho, não sei, mano. É? Não, acho que o mundo tá meio cabuloso, assim. Tipo, eu fico meio... Não sei. Você fica meio... Fico, mano. Mas você não é pessimista, hein? Não sou pessimista, mas eu sou um cara... Eu sou um cara com bom senso, assim. Por exemplo, eu... Eu fico com medo do geral, do que envolve, assim, sabe? Tipo...

É caro. Começa por aí. Ter um filho é caro. Você quer que ele estude num lugar bom? Não tem. Você quer que tenha uma boa saúde, uma boa segurança? Eu quero ter mais dois. Eu teria dez se fosse o caso, mas eu acho que não aqui. Talvez se eu saísse do Brasil algum dia, mas no momento que a gente vive do jeito que tá, tudo bem. Pensa em morar fora.

Estados Unidos de novo? Acho que sim, mas talvez num canto mais afastado Tipo Texas, uns cantos que eu consiga ter Rancho Tem um negócio aqui Mas eu também não quero ser dono das coisas Pra sempre não Tem tudo um prazo de validade Em algum momento eu vou tirar o pé E deu assim

Então você não tem essa neura de mais e mais e mais? Não, eu gosto. Eu faço uma provocação que talvez faça sentido se você tentar me entender. Por que você não para? Por que você já chegou? Por que você não chega? Esse é o grande ponto para mim. Quando é que eu já cheguei? Quanto é que eu tiro o pé da marcha? Quando? É isso. Estou com 55. Mas o que você quer fazer? Você tem uma linha de chegada? Criativamente, muita coisa.

Filme, série... Então, mas aí você precisa de um capital para fazer isso. Mas se não rolar, eu estou bem também. Então, é isso que eu te pergunto. Você já consegue parar? Consigo. Então você faz por quê? Porque eu acho um tesão fazer. Então é isso. Enquanto o tesão for maior do que o teu cansaço... Eu também. Infinito.

E aí eu fiquei pensando isso outro dia, de tipo, por que? O que eu estou fazendo? Ainda mais quando você fica doente ou que você tem um acidente de alguém próximo. Eu falo que é pelo meu filho, mas eu estou mentindo, tá, Noah? Não é só por você. Eu curto pra caramba isso aqui. Você gosta do que você faz. E eu amo o que eu faço. Também, cara. E eu faço o que eu amo. Eu só não gosto das pessoas que trabalham comigo. Isso é padrão, isso é normal. É normal, tipo... O Lênero eu até gosto.

É que as pessoas confundem muito, fazer o que você gosta, gostar do que você faz, ainda assim não significa fazer coisa legal todo dia. É, tem a parte chata, claro. Pagar conta é chato. Reunião tem uma reunião em chatas. Gerir pessoas é muito chato. Tudo isso é muito problemático. Eu deixei de fazer coisa que eu amava porque era muito mais coisa chata.

Desenhar, por exemplo. Adoro desenhar. Trabalhei com desenho por muito tempo. Só que eu tinha que desenhar tanto e era tão angustiante trabalhar com agência de publicidade. Você era designer? Não, desenhista de quadrinhos. Eu e o Nenê que trabalham comigo na produtora, a gente chamava a fábrica de quadrinhos e trabalhava para todas as agências, fazendo storyboard, animatic, animação e tal. Só que, cara, chegou um ponto que a gente não aguentava mais. Eu literalmente fechei a empresa porque não aguentava mais.

Desenhar de madrugada, uma equipe virada e tem que fazer refazão pra caramba. Aí eu perdi o tesão em desenhar. Aqui eu paro quando perdeu o tesão também. Tipo, estou fazendo forçado. A provocação que eu faço é exatamente isso. Se hoje eu não tivesse mais ninguém pra impressionar...

Não tivesse aquele primo distante que você quer impressionar, aquela ex-namorada que você quer provar resultado, uma esposa que você quer validação. Não tem mais ninguém vendo. E os seus pais você já promou. Na cabeça é. Ninguém está vendo.

Ninguém está vendo nem sua corrida e nem seus resultados. Você não tem nada mais para mostrar para ninguém. Ninguém vai ver absolutamente nada. Ainda assim, você continuaria? Sim. Então, é esse o ponto. Na minha cabeça, é exatamente isso. Por que eu continuo? Porque não é para ninguém hoje. É o único e exclusivamente por mim, porque eu sei que eu gosto do que eu faço. Eu sou um cara que ama trabalhar e acho que se isso parasse do dia para a noite, eu ia bater pino.

Certamente eu ia ficar louco. Eu vejo pelo meu pai, cara. Coitado. Ele quer trabalhar e não consegue.

É isso. Eu fico em casa dois dias. Fim de semana eu não trabalhei nem sábado nem domingo, o que não é tão padrão. O dia inteiro. Cara, no domingo à noite eu falo assim, cara, já preciso pegar um trânsito. Você não fez nada não, mas o que você fez? Eu achei TV, treinei, fui pro lago, fiz sauna, fiquei com meus cachorros. Você se sente culpado?

eu começo a ter um negócio ali de tipo assim, cara, preciso de uma confusão aqui, gente. Preciso pegar um trânsito. É? Preciso dar uma movimentada. Então eu sei que eu vou bater pino. Então quando eu falo de tirar o pé, não é nem de tipo, é que eu vou virar o tiozão, pé pra cima, fumador de charuto, que vai fazendo. Não. Mas eu vou reduzir muito o ritmo das coisas. Eu vou escolher mais o que eu quero fazer. Eu não vou fazer 30 palestras no mês. Eu vou fazer duas.

Mas pegaria um mês, por exemplo, e viajar... E aí ia dar um rolê pra... Isso, é. Eu não tiro férias, mano. Faz tipo 15 anos. Nem final do ano? Tirar férias, falar assim, eu tô desconectado, não fala comigo. Esquece, não existe. Não lembra a última vez. E quando é, tipo assim, eu vou, por exemplo, no último ano, no fim do ano, eu fui pra Oslo, na Noruega.

Cara, eu fui para fazer a sauna e mergulho no mar, no mar gelado, no mar Ártico, para pegar o gelo. Não consegui fazer a hora arboreal nem o treinado dos cachorros, porque eu tive um acidente e aqui no Brasil, dois dos meus quatro seguranças faleceram no começo do ano, tinham um problemaço de moto. E aí eu voltei dois dias antes do final da viagem para enterrar eles aqui, para estar aqui. Que merda, cara. É, foi uma bosta. O começo de ano foi bem turbulento, foi de 1º de janeiro isso.

Então, dos meus sete dias, eu fiquei cinco lá e voltei. E ainda assim, esses cinco eu estava conectado o tempo inteiro, falando, obviamente, nem todo mundo respondendo no meu tempo, era fim de ano, mas arquitetando um monte de coisa, realmente não consigo desligar. Então, talvez o meu tirar o pé seja bem isso. Hoje em dia, vai para a rotina, cara.

Cara, eu trabalho basicamente enquanto eu não estou dormindo. Mas tem uma rotina ou cada dia é diferente? Eu tenho uma pseudo rotina. Eu trabalho... Vamos lá, um dia normal. Eu acordo, depende da hora que eu vou dormir, mas eu durmo pouco. Então eu durmo tarde e acordo sete. Tá.

só que eu fui dormir em 2003 aí eu acordo, tomo café me troco faço reunião de conselho de alinhamento basicamente todo dia antes de ir para o esquilóps senão eu pego o ápice do trânsito então eu faço online o que eu tenho para resolver

9h30, 10h, saio de casa, vou para o escritório, chego no escritório, passo o dia inteiro no escritório, 7h30, 8h eu vou treinar, saio do treino, vou para casa, aí chego em casa, faço uma sauna, faço um gelo, vou jantar 10h30, 11h, aí meia-noite, uma hora da manhã, estou na cama, assisto o negócio, em meia, duas, eu dormi. Muita viagem.

Aí, essa é uma rotina normal. Aí, assim, com muita frequência, tanto quanto essa, tem as palestras, tem as viagens, tem as gravações de campanha, a presença, não sei o que. E aí é isso, eu acordo, vou para o escritório, vou para o hangar, pego o avião, vou para o negócio, faço a palestra, faço a palestra, durmo no hotel, volto no dia seguinte ou volto no mesmo dia, se tem slot de voo, e é isso que eu faço, cara. Hoje, minha vida é basicamente, eu trabalho, treino e durmo. Isso é grato?

Se eu sou grato ou se eu tenho gratidão? Você é grato a isso, ao que você conseguiu. Eu sou muito grato. O que você acha? Mas existe uma diferença entre ter gratidão e ser grato. Qual que é a diferença? Ser grato é um ato de educação onde eu te digo obrigado pela jujuba. Isso é porque eu estou sendo grato. Agora, ter gratidão é manter vivo o sentimento no meu coração de você ter me dado a jujuba no momento que eu precisei dessa jujuba.

Peraí, deixa eu ver a diferença. Agradecer e ser grato são coisas... Agradecer e ser grato são coisas completamente distintas.

Quando eu te falo obrigado, esse é um ato de educação. Mas não significa que eu tenha isso no meu coração. Claro que não. Você me deu o celular? Obrigado. Eu agradeci. Agora, manter vivo do meu coração, o fato de você ter me dado um celular no momento que eu precisava... Eu perguntei sobre gratidão. Eu sou muito grato, tenho gratidão infinita, porque pelo que Deus fez na minha vida, não sei se você é um cara de Deus, você acredita em Deus? Sim, com certeza.

Eu não sei você, mas, cara, eu tenho muito mais do que imaginei, do que eu nunca imaginei. No meu sonho, eu falo isso pra todo mundo e falo abertamente isso, o meu sonho mais distante, Vila, não era metade do que eu vivo hoje. É? Eu lembro, tipo, nos momentos que eu de ajoelhar ou de falar com Deus, assim, falando, mano, eu tinha esse defeito de pedir as coisas pra Deus. Ué, defeito? Eu não, cara, hoje eu não tenho coragem.

Não tenho coragem. Eu só agradeço. Mas você sabe que não tem problema, né? Sim, mas eu pedia para fazer coisas que estavam na minha mão. Por exemplo, o que você pedia? Deus, me tira dessa casa. Me tira dessa situação. Não deixa a gente se despejar de novo. Hoje em dia, o que você pede? Eu não peço nada. Não dá saúde só porque o resto eu estou tocando daqui de baixo.

Obrigado por tudo. Hoje em dia eu falo assim, está na tua mão, para onde você quer me jogar. Isso em relação às decisões que eu tenho que tomar. Mas todo dia, por exemplo, eu entro em casa. Na hora que eu abro o portão da minha casa e vejo aquela casa, eu falo assim... Você lembra?

E eu mantenho isso vivo, Vilalo, obrigatoriamente. Propositalmente. Que se não vira... É mais um carro, é mais uma casa, é mais um dia. É um avião. Eu não posso normalizar isso, porque não é normal. E não é o lugar que eu cresci. E não foi o que eu pedi pra Deus. Ele me abençoou exacerbadamente, mas muito. Então eu falei...

Cara, eu tenho que manter vivo. Mas você não tem problema às vezes de falar porque eu? Você tem isso daí? Não, porque eu sou merecedor. Então, porque você sabe o quanto ralou. Eu sempre me senti merecedor, sempre me senti pertencente da vida que eu vivo hoje, só não sabia que seria nessa volumetria, mas eu trabalhei muito pra ter o que eu tenho. Nada, cara. Tipo assim, a gente usa... Eu tenho, inclusive, isso escrito na sala do meu escritório, vai virar uma tatuagem em breve, eu tô só precisando de tempo pra fazer lá. Tem alguns. Tem uns canos. Nas bolas, né? Tem, no canto direito do saco.

Onde ele costurou, ele vai colocar... Tem um dito beneditino. E vai ficando mais velho. A lenta vai esticando assim, né? Não, eu tenho hoje, eu tenho escrito Lebuco no White. Ah, não. Nunca viu essa? Já, já. E o Andy? Você viu o Andy?

Andy, não sei qual é. Wendy. Wendy, o que é? Eu tenho escrito Wendy. Aí quando fica duro, fica Welcome to Jamaica, have a nice day. Eu sabia, eu não levo. Essa eu não sabia. Eu tinha um cara que não tinha medo de sofrer. Você já viu o cara que não tinha medo de sofrer? Não. Ele falou assim, eu tenho uma tatuagem no pinto. Eu falei, é mesmo? É, tá escrito, não tinha medo de sofrer. Eu falei, sério, mano? Sério? Aí quando fica duro, fica, não tinha medo, tal João de Santo Cristo. O cara é muito filha do...

Porque já é grande, eu já dei de sobrinha pra caramba. Não, não, eu tinha medo. Isso aqui pariu. Não é o meu caso. É muito quinta séria essas paradas. Eu amo, velho. Eu sou isso aqui. Qual que é a tatuagem que ele vai escrever? É um lema beneditino, de São Benedito, que em latim diz ora et labora.

E o ora et labora, na tradução literal, seria ora e trabalha. Ora e trabalha. Ora et labora de laborar. Isso é muito... Ora e trabalha. Mas a analogia um pouco mais a fundo é de ora et labora, significa basicamente trabalhe como se Deus não existisse e tenha fé como se você não precisasse trabalhar. Você vive os dois...

Você ora, acredita, mas mesmo assim você trabalha. Trabalha como se Deus não existisse, como se tudo dependesse de você. E tenha fé em Deus como se você não precisasse fazer nada, porque ele está garantindo tudo. E aí você vai levar os dois no extremo. É legal, né? É muito legal. Porque tem o cara que ora bastante e fala ai, Deus não sei o que. E tem o cara que só trabalha também e reclama.

Deus fumando vape. É. Entendeu? Sabe a história do cara que fala que ele não acreditava em Deus, assim, já tinha perdido a fé e aí ele tava no estacionamento do shopping, não achava vaga, uma hora rodando, rodando Deus, se você existe mesmo, me prova e acha uma vaga pra mim, que aí eu volto acreditar em Deus. Quando ele não terminou de falar isso, abre, um cara começa a sair na frente e ele falou, não, Deus, não precisa não. Acabou de aparecer uma vaga aqui, desculpa te atrapalhar, mas não... Porra.

sabe? Aquele cara que passa o sinal toda hora pra ele. É o cabalo selado do cara passando. Exatamente. Eu vejo isso em muita gente. Eu tô vendo maravilha na vida da pessoa e a pessoa não vê que aquilo é bom. A pessoa prefere ver o lado ruim ou reclama de alguma parada. É a história também do navio que tá afundando, né? É. Não é do barquinho que Deus fica mandando as coisas pra mim. Exato. É a mesma coisa. Mas como que é o do navio? O barco afunda.

E o cara cai no mar. Aí fala, Deus, se você existe, me salva daqui. Aí o cara joga uma boia. Aí ele fala, não, não, Deus vai me salvar. Aí o cara vem o barquinho e fala, não, não, Deus está vindo me salvar. Aí o cara morre, chega no céu e fala, é o Deus, tinha maior fé em você. Pô, mandei uma boia, mandei um barco. Exatamente, entendeu? É o poder das pessoas de querer não entender, entendeu?

O Oretilabora vem muito disso. Eu vou fazer 300% da minha parte aqui embaixo acreditando, confiando, tendo fé que em Deus está fazendo a parte dele ali em cima. Durante um tempo eu achei que isso era meio paradoxal. O tanto que eu trabalhava e o tanto que eu tentava minimizar a possibilidade de erro.

versus a fé que eu tinha em Deus. Falar, pô, se eu acredito tanto em Deus, por que eu trabalho tanto e tento que nada dê errado se eu acredito em Deus? Mas uma coisa não tem nada a ver com a outra. Muito pelo contrário. Não é porque eu estou com Deus e falo, ah, Deus vai resolver, então vou fazer de qualquer jeito. Não, faz o seu melhor. Faz o seu melhor para você economizar Deus. Outro tendente que tem que ir embaixo, cara. Economiza o cara. E uma coisa que eu acho estranho, cara, assim, quer dizer, hoje entendo, né?

Isso aqui é para comer mesmo, não é? É para comer. Daqui a 12 anos ninguém comendo. Não é cenográfico. O bagulho está há 7 anos aqui. Não, isso aqui, cara, a gente não dá conta de trocar isso aqui. Não, eu como isso aqui para caralho. O negócio de como os planos da gente vão mudando e a gente nem sente, né? Por exemplo, eu quando desenhava eu falei, ah...

Meu sonho é desenhar Batman. Aí acabei fazendo X-Men, outras coisas. Não desenhei Batman. Só que, de repente, eu tava fazendo desenho animado. Eu não sonhei em fazer desenho animado, mas quando eu falei, pô, que legal tu fazendo desenho animado. Aí eu... Você não sonha as coisas, mas acontece uma parada pra você que é tão maior do que você imaginava... Porque Deus é exatamente isso. Não é o que você quer, é o que você precisa.

É, exatamente. Ele sabe o que tem que ser feito pra você. Eu... Nosso sonho é muito pequeno, às vezes, né? Exato, velho. E aí, tipo, a gente não tem noção.

Dos livramentos que acontece, por exemplo, quantas vezes o seu pneu furou, você pôs gasolina, acabou, você parou. Hoje em dia eu entendo isso. Se uma coisa está dando errado... É livramento. Por que eu não consigo sair de casa? Cara, não é para você sair, velho. Vai atrasar 10. Ele já orquestrou para você atrasar 10, porque ainda não é hora de acontecer aquela merda que provavelmente aconteceria. Mas é.

E eu acho que Deus é muito disso. Tipo assim, várias vezes aconteciam coisas na minha vida que eu olhava e falava assim, caralho, que merda, eu queria tanto, velho. Pô, isso aqui pra mim é a melhor parada agora. Deus não tá olhando agora, velho. Deus tá olhando que você precisa, que vai ser o melhor pra tua vida a longo prazo, mesmo de longo prazo. A gente é imediatista pra caramba. Tem uma coisa que, não sei se na sua vida é assim também, quando começa uma coisa muito difícil, dá umas merda porque tem uma coisa muito legal logo em seguida.

Quando tá pra ser alguma coisa muito legal, começa antes, vir umas coisas pra te tirar do sério.

que a felicidade é um intervalo entre duas tristezas. Então, se você parar para analisar uma tristeza, é um intervalo entre duas felicidades. Então, toda vez que der merda, saiba que daqui a pouco vai dar uma coisa boa. Exato. Até porque o nosso parâmetro de coisa boa...

É medido por uma coisa merda. É. Se não existisse o ruim, se não saberia do bom. Se não existisse o doce, se não existiria o amargo. Então é basicamente isso. Pô, aconteceu uma coisa muito boa. Vai dar merda daqui a pouco. E vai com essa cabeça. E se tá dando merda, daqui a pouco vem a bonanza aqui também, entendeu? É doideira, né? É muito louco a vida, cara. É muito louco.

E ela te bate, né, cara? Você toma porrada. Não tem como você passar pela vida evitando o soco. Não vai ter jeito, né? Não, e acho que... E tem gente que evita, né? Melhor performa quem mais... Quem melhor se adapta. Quem mais toma porrada e aguenta ali. Não é o Stallone? Que o lance é você tomar porrada e continuar... Não importa quanto você bate, 50, 50 e apanhar. É, mas... E é a verdade, é a lógica da vida mesmo. Eu costumo dizer isso muito, o vencedor é um perdedor insistente. É.

Não importa quantas vezes você ganhar. O que importa é quantas vezes você está disposto a perder e levantar e tentar e tentar. E realmente é assim que funciona. Se eu tivesse desistido no primeiro não que eu tomei, no primeiro você não é bom que eu tomei, no primeiro você não serve para isso que eu tomei, eu estava fodido. No primeiro... Para isso, na sétima série... Para você é fácil, você tem tudo. Hoje sim, graças a Deus. Mas não é assim, né? Eu não estava em casa fazendo nada. Quer fazer uma novela das nove? Vem cá.

Não, vem cá, você quer ser dono de uma holding? Não é assim, funciona, né? Então, eu costumo dizer isso aí mesmo. Se eu tivesse trupicado na primeira, assim, desistido, eu tava fodido, porque eu escutei tudo que você imaginava a meu respeito. Hiperativo. Só que não tinha diagnóstico de TDAH e hiperatividade na minha época de escola. E hoje você tem alguma... Não existia, era criança do demônio, né? Não é tipo, ah, ele tem TDAH, ele é a criança do capeta, é o doidinho, é o nóia, entendeu?

E eu nunca usei droga, nunca bebi. É mesmo? É, nada. E na escola, a minha mãe escutou tudo. Nem numa fase? Nunca experimentei. Nunca, não sei o gosto de beijo alcoólico. Nunca pus na boca. Cigarro? Nunca, não, não. Nada. E por quê? Por causa do esporte? Eu fui um charuto há oito anos. Por causa do esporte? Por causa de saúde? Nada. Puta, cara. Eu tive problema de álcool na família. Meu pai bebeu por muito tempo. Mas eu sempre gostei de ser o do contrão, assim.

E eu sabia que não era uma parada maneira. Sacou? E eu sou muito intenso também em tudo que eu faço.

Então, se eu bebesse, certamente eu seria cólatra. Se eu fumasse, eu seria nóia. Não sou esse cara que sabe dosar. Só socialmente. E os anos atatuados, você começou cedo ou não? 14 anos.

A primeira foi essa aqui. Eu tinha 14 anos. Só o mago. O braço era tão fino que eu não cabia nem o livro. Porque eu tinha dinheiro e eu tava todo de horário. Eu cheguei lá na loja e falei assim, deixa eu ver um livro aqui. Ah, foi naquele escolher do livro. Isso aqui é um mago do mordente, mano. Isso aqui, estão falando de 30 anos, 30 e poucos anos atrás. 20 e poucos anos atrás. Que doideiro. Aí fui a primeira e nunca paguei. Falei, não, cobre essa carniça.

Falei, não, quero ter essa carniça. É, pô, tem várias carniças aqui, muitas carniças. Eu não cobro nem por dentro. Que doideiro. Deixa, deixa herder.

Deixa eu ver o que o pessoal está querendo saber antes de a gente tocar aí a história. Fala aí, Romer. Vamos lá, tem algumas perguntas aqui. A Jaila Nobre. Jaila, cara. Jaila Nobre. Achei que você já ia caber naquela... É. As palavras, né? Palatejando. Mandou aqui, ó. Como foi a trajetória dele para que ele fosse identificado como um perfil de tubarão? E como surgiu o convite? E qual foi o maior desafio dele no Check Tank?

Nessa linha do tempo, onde está o Shark Tank? O Shark Tank eu já estava com a holding estruturada. Eu já tinha dado um break nas novelas, pelo tempo que demandava versus o dinheiro que girava de receita. O pessoal da Sony me chamou para fazer uma participação no Shark Tank como Shark Convidado. Aí eu fui e performou bem legal.

A primeira empresa que eu investi no Shark Tank, a gente também teve um incidente aí, o fundador dela acabou falecendo, o Gabriel Farrell, não sei se você viu, é moleque dono de uma rede de pizzaria, ele faleceu de paraquedas no Rio de Janeiro. Entrei o Semenzato junto nessa empresa, a gente pegou com...

duas unidades, estava fechando a segunda, indo para uma unidade, a gente entregou ela, saía, eu e o Semezato saímos da sua cidade com quase 50 lojas, assim, a gente pegou e expandiu legal. Aí, feito isso, a Sony me chamou, cara, você quer ficar fixo na próxima temporada, fazer uma temporada inteira? Eu falei, vamos embora.

E aí fui. E meu maior desafio era lidar, literalmente, com o sonho das pessoas. Quando você está ali, está de frente com o sonho das pessoas. A vida das pessoas. Muita coisa envolve ali. A gente está com a família. Então, é uma responsa muito grande. É um formato bom, né, cara? De assistir também. E para mim foi legal porque...

Eu estava fora da mídia só fazendo as coisas na internet e era um jeito de eu estar na televisão falando de negócio. Falei, pô, é que é a fome com vontade de comer mesmo. E fui assim. E para mim foi mega validador, foi super legal para mim. Uma audiência nova, estourou uma bolha muito legal para mim, foi bom. Tem algum projeto novo que está para lançar? Eu? É. A gente está gravando a Cúpula. O que é? É um programa que inclusive a gente está entendendo como é que te convidava.

Porque eu estou chamando uma galera que a gente admira. E eu queria chamar uma galera que eu não vejo em todo lugar. E eu não vi você em outros lugares da minha entrevista. Eu não vi muito. Eu vou pôr. Então, mas agora que eu vim, você vai ter que ir. Senão o pau vai torar também aqui. Está aceito já. Não, está aceito. Está aceito. E você é um cara que eu tenho certeza que tem milhões de coisas para contar. Tanto pelas histórias que você tem aqui. Tanto que você viveu. As coisas todas. Vai ser um convidado muito legal.

É basicamente um programa de televisão no digital. Então é um programa de entrevista, só que a gente não chama de podcast porque não é esse formato convencional, mesa, microfone, microfone. É uma sala com LED no fundo, uma resenha. E eu tenho os quadros como um quadro de televisão, um programa de televisão normal. Então a gente corta da entrevista, vai para os quadros, volta para a entrevista, volta para o quadro. Chama a Cúpula, o primeiro convidado... Dá spoiler, posso falar.

Foi o Lennon, sabe o L7? O Lennon. Aí, segundo, agora a gente grava com o Charles, do Bronx. Tá. Aí tem Léo Santana. E a periodicidade? É um episódio... A gente vai fazer uma temporada de dez episódios. Então vai soltar um por semana. Eu vou lançar o primeiro assim que estiver com o quinto, sexto já gravado. E a gente vai seguir no fluxo. Aí vamos entender. Tá. E produção de filme, de séries, você pensa em fazer isso? A gente faz um filme agora também? Quando a gente começa a rodar?

Em maio? Em maio a gente faz um filme por uma plataforma de streaming. E você entra como o quê? Sou protagonista. Mas produtor também? Não, não, sou elenco como ator. Mas como produção você também pensa ou não? A gente tem o departamento de audiovisual dentro do escritório, dentro da holding, que a gente faz todas as campanhas e tal, mas produzir cinema ainda é... É outra parada. É outra parada. Tem que entender.

E não é um negócio que eu quero forçar. E de inteligência artificial? Você está por dentro? Está pesquisando? Vai fazer alguma coisa? A gente tem um serviço que se chama Meu Acessor. Não sei se já foi impactado por algum copy nosso na internet. É um serviço organizacional financeiro e de agenda. Chama Meu Acessor.

Eu comprei, só que ele é linkado direto no WhatsApp. Meu assessor, acabei de comprar um saco de jujuba, 15 reais, joga para mim na planilha. No áudio ele vai, organiza, ele monta um dashboard dos seus gastos do mês, sessão balinha, sessão gasolina, sessão...

Agora a gente está vindo com a versão 2.0, que está ligada direto nos gateways de pagamento, linkada com os bancos, então posso fazer Pix direto dele. O meu assessor, quantos Pix eu fiz para o Vilela esse mês? Ele me dá o dashboard e fala, já fiz, então faz 50 mil de Pix para ele agora. Então ele é um serviço nosso, super performou bem. A gente ficou em seis meses, a gente trouxe 140 mil leads para dentro da plataforma.

Você tem pensado sobre esse novo mundo que está aparecendo aí, com inteligência artificial, empregos novos, novas oportunidades? A gente está meio que também tentando entender a parada aqui. Porque os especialistas que vêm aqui, por exemplo, já me falaram que essa conversa nossa, daqui a uns anos, ela vai ter que ter um selo de prova de vida.

Ninguém vai garantir que a gente teve essa conversa, nós dois encarnamos. De verdade. De verdade. Então vai ter que ter um selo que prova. Não, eles tiveram naquele dia e são eu. Tipo um imetro da veracidade. É, porque senão pode ser simplesmente um prompt da conversa e vai ser tão real. O que tem de publicidade minha rodando na internet? A minha também, cara. Minha mãe cai nessa parada.

Filho, que bonito o tênis que você está vendendo. Eu falei, não estou vendendo tênis nenhum. Mãe, não tenho nem pé, caralho. Como é que vocês estão vendendo? Não sou eu. Não sou eu. E aí? O que é que eu estou fazendo, mano? É tudo novo, né? É novidade para todo mundo. A gente tenta se blindar.

Tem oração do Frey Gilson comigo que nunca foi feita aqui nesse programa. Tem uma oração minha, do Frey Gilson, que a gente orando aqui que nunca aconteceu nesse programa. Você está brincando? Tem, cara. E a galera, Vilela, essa oração mudou minha vida. Eu falei, beleza, mas ela nunca aconteceu. Que bom, agradeço o chat, então. O chat é o BT, tá levando pessoas pra Cristo.

Cara, a gente tem que se adaptar, obviamente, sem renegar isso, porque é burrice. Tem a parte ruim, né? Ficar cego para isso é besteira também. Não tem como brigar contra isso. Tem que se adaptar, tem que ser minimamente inteirado do que está acontecendo. Mas, gente, como eu te falei, a gente vai bem no fluxo, assim. Não é um negócio que me desespera. Ah, mas vão acabar as profissões. Não vai. E outra coisa. Vamos botar 10 anos atrás. Quem era um gestor de tráfego 10 anos atrás?

Doze anos atrás. Pô, estava nascendo essa história, quem era, mexia. Hoje é uma profissão fundamental. Esses caras, se eles são bons, eles vão ficarem desempregados. Gestor de tráfego. E dizem que os próximos 30 principais empregos que vão fazer o negócio acontecer, nem nasceram. Então, cara, eu vou sofrer por antecipação. Ah, não. Se bobear até lá, eu já dei um break, pô. É, né? Deixa esse trabalho. Trabalha para nós aí. Tem uma bênção sua, ir na reunião, resolver as coisas. Me dá um fim mensal e pode usar infinito.

Me mantém bonito ali. Eu nem venho aqui. Faço um podcast e o resto é o... Nem treino mais. Me mantém nesse shape para sempre. Eu vou ficar gordão, barrigudo. Eu estou fumando meu charuto. Tem um filme que é assim. É do Bruce Willis. Eu não assisti esse filme. Qual é o nome? Em inglês é Surrogates. Vê a tradução como que é. Ele e a mulher estão numa cápsula. Assim, eles estão gordão, velho. Ah, parece uma câmera hiperbárica. É, e tem uma versão deles bonitão e tal que vive a vida. Ele sente tudo. É o avatar dele que vive. É. É o Bruce aí.

Não duvido não, viu? Não duvido que chegue nisso. Eu vou te falar que eu não só não duvido, como eu imagino que vai acontecer em breve. É. Você nota por essa coisa de óculos, de IA, de não sei o quê, que as pessoas vão começar... O avatar da pessoa vai começar a viver.

de tipo... Você tem a vida aqui e tem uma vida no... Exato, só que o cara que é ali frustrado, que está inseguro e não sei o que... Lá ele é... Ele vai do jeito que ele quer. E agora os avatars já estão começando a viver a vida mesmo. Então eu consigo, pela IA, eu consigo... Vamos lá.

Eu consigo no mercado, andar no mercado com um avatar. Um mercado real. Um mercado real, só que ele é no mundo paralelo. Mas vai refletir no mundo real. Sim, eu boto o meu óculos, entro no aplicativo do Pão de Açúcar. Sei, do Pão de Açúcar ou de qualquer outro. Ah, é, substitutos, exatamente. E aí, eu de óculos aqui...

eu vou encontrar pessoas que estão no mercado em IA, só que eu cruzo com elas, eu falo com elas, com a roupa que eu quiser, com o rosto que eu quiser. Por isso que começou a entender que o mercado começou a vender... A Louis Vuitton começou a vender bolsa digital. Você quer que seu avatar tenha uma bolsa da Louis Vuitton? Original? Você vai lá e compra a Louis Vuitton e vai ter lá... Isso aconteceu absurdamente.

O cara está de casa. Shows. Ele compra online, anda no mercado, põe no carrinho dele, ele compra, passa no mercado, ele tira o óculos. Daqui a pouco entrega na porta dele o que ele comprou no avatar ali. Ele vai viver uma vida paralela. Só que qual a proporção que você vai tomar?

Qual a dimensão? O cara vai ficar mais tempo no online ou no online? É o jogador número um. Você assistiu? Não. É o moleque, cara. Os caras... É distopia. A galera mora numa favela digital, assim, de alta tecnologia, mais baixa qualidade de vida. Que isso? E... É a minha cachorro. A Wolverina. Qual é o nome dela? Wolverina. Wolverina. Wolverina.

Wolverina era a Batman, morreu e agora tem a Wolverina agora sim

Eu tenho seis, cara. Sério? Sério. Tem um putbull, tem um vira-lata, tem dois pugs, tem um speech, tem tudo lá. É legal, né? Eu gosto muito de cachorro. Mais do que gente, mano. É demais. Ah, claro. Se a Wolverine operasse aí, você acha que o Homer tava aí?

Não, né? Se soubesse cortar o podcast... Mas ele é praticamente um... Eu sou quase um São Bernardo. Um São Bernardo, com certeza. Só com um pouco mais pelo, né? Com certeza. Mija mais na cama do que um cachorro. Manda aí, manda aí.

Vamos lá, tem uma pergunta aqui do Ronaldo, ele mandou aqui, Felipe, você é uma pessoa que vive em alta performance, tanto fisicamente quanto nos negócios. Qual é o hábito ou a rotina que você considera a maior game changer na sua vida? Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra para trás.

O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini, a partir de R$ 109.990 para CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Eu podia fazer a linha guru da saúde aqui, falar pra você acordar 4 da manhã, tomar banho gelado e dormir, não sei o que, mas eu não sou esse cara, velho. Acho que a minha performance vai muito de acordo com a água gelada que tá batendo na bunda, sabe? A galera me vê como esse cara da performance, que eu mostro basicamente o dia a dia, assim como é, a labuta de acordar cedo, de não sei o que, mas...

Eu não sou esse cara, eu estou enchendo o rabo de jujuba aqui, eu como McDonald's, eu como besteira, só que eu tenho que compensar. Tem dúvida, eu treino. Infinito, cara, estou longe de saber de tudo, sou um cara que tem minhas inseguranças, tenho tudo.

A minha performance é bem baseada porque eu sou um cara de boletos grandes, assim. A grande verdade é essa, entendeu? Eu vou dando os passos, tipo, eu vou dar o passo, Deus vai dar o chão, vamos embora. Porque às vezes Deus está vendo outra coisa e ele demora o povo para o chão aqui. Deus está lá abençoando o Neymar e esquecendo de mim. Não, está rolando uma guerra, né? É, pode ter o pessoal na Síria aqui, tipo, calma aí que seu avião vai ficar daqui a pouco.

E aí eu, caralho, mas já comprei, Deus, volta aqui, entendeu? Então é isso que acontece. Mas eu sou performance, acho que é muito...

Primeiro que a internet tem essa parada de banalizar muito, de tipo assim, agora, há um tempo atrás, a palavra era procrastinar, todo mundo. Agora é empreendedorismo. E é o que é, desde que o mundo é mundo, a gente só vai adaptando as palavras e botando no hype, a internet tem esse problema. Então, performance, nada mais é do que, no meu ponto de vista, estar pronto para fazer as paradas que eu tenho que fazer. Eu sou um cara...

amaldiçoado com a insônia e com TDA e a hiperatividade, mas... Desde sempre ou mais agora? Desde sempre, desde moleque, lembra que eu te falei do circo e tudo mais? Não, mas de ir no dormir... Desde sempre. Mas esse exercício que você está fazendo não melhorou? Porque no circo... Eu seguro, eu consigo dormir minimamente, só que eu sou um cara... Você tem que estar cansado pra dormir? Muito. Só que eu...

Como desde sempre, eu sou um cara que performa normal sem dormir. Então se eu dormir, normalmente uma pessoa normal, se ela dorme 8 horas por noite, se eu dormir 5, eu sou um cara que vai de boaça. Se eu dormir 5 horas por dia, vai bem. Então eu sou amaldiçoado com insônia, mas eu performo igual com menos horas de sono. Isso me põe na frente um pouco mais do que a galera. E o fato de não beber também. Não tenho ressaca, não tenho... É isso. Mas acho que é essa a minha parada da performance.

Pergunta aqui do João Pedro. Ele mandou assim, ó. Eu venho de uma realidade parecida com a sua. Pobreza, dificuldade. Em que momento você decidiu que não ia aceitar aquela vida como destino? Teve isso? Teve. Acho que muito da minha mudança de vida é que a galera espera que a mudança venha envelopada com uma história cheia de purpurina, né? A minha não foi isso, não, cara.

Eu comecei a trabalhar do jeito que eu trabalho e a querer o tanto que eu quero porque realmente...

Eu não queria mais estar lá. E eu sempre fui um pobre premium, sabe? Pobre com bom gosto. Sempre fui pobre premium. Então eu falei, cara, não vou conseguir chegar no lugar que eu quero chegar ganhando o que eu ganho aqui, nessa profissão aqui. E eu comecei a tentar desbravar novos caminhos. Mas a galera espera muito um momento glamouroso, de amor, para fazer a coisa acontecer. E provavelmente o que vai fazer se mudar a sua vida é um dia de ódio da vida que você leva.

Foi num momento de muito ódio da vida que eu levava, de ver minha mãe chorando, com dor de dente, mas não podia ir comprar remédio, porque se tirasse do remédio, atrasava o aluguel, e ela já, tipo, desnorteada por ter sido despejada, e o aluguel era sagrado, e papapá. Aí um dia de ódio daquilo, que ódio dessa vida que eu levo. Esse é a Game Changer. Ali é a hora que você fala assim, ah, mano...

Você não vai nunca mudar uma realidade que você é confortável ali. Às vezes você não está nem bem nem mal e isso pode ser a pior coisa do mundo. É que o morno não faz nada. Não faz chá, nem sorvete. O morno é morno, entendeu? Agora, num dia de ódio, que ódio dessa vida que eu levo. Não quero isso aqui nem fudendo. Eu vou mudar essa porra. Acho que é aí que nasce a mudança.

Pode crer. O pessoal está falando dos livros aqui, né, Romer? Quais livros mudaram a sua maneira de pensar? Sim. Sou zero o cara do livro, mano. É? Zero. Filmes, o que te influencia? Hoje eu assisto bastante podcast, muito TED Talks, essas coisas assim. Mas eu sempre fui um cara de pergunta, sabe? Eu não conseguia questionar num livro.

Você via exemplo em outras pessoas? Outras pessoas no Google. Agora, o chat, mano, eu troco a ideia infinita. É que eu sou muito curioso, mano. Curioso mesmo, assim, de verdade. Sou curioso chato. Mas não só sobre o que você está precisando. Sobre tudo. Eu sou o cara que leio por que o jacaré... Por que que nasce a expressão lágrimas de jacaré, três horas da manhã. E aí eu vou descobrir que quando ele mastiga, a glândula dele mexe e sai uma lágrima do olho, aí nasce a expressão lágrimas de jacaré. Você está chorando falso, porque ele está te comendo e está chorando.

Eu sou tipo esse cara. Eu vejo essas mongolóis e falo assim, caralho, para que serve isso? Para nada, mas um dia vai servir. E aí eu vou guardando no HD aqui. Eu sou esse cara, entendeu? Eu consumo tudo que você imaginar de coisa. E aí quando eu preciso debulhar num tema, eu debruço mesmo, entendeu? Você gosta de coisas mais profundas e coisas bobas. De tudo, velho. Eu estava pesquisando por que era mão. Alguns carros eram no lado direito e outros no lado esquerdo. A chave ou o volante? Não, o volante. Você sabe por quê?

Por causa das batalhas medievais, as batalhas com espada, que os ingleses vinham com a mão direita no cavalo, os franceses vinham do outro lado, eles descobriram que se eles trocassem a mão da espada, eles tinham uma vantagem, e por causa disso levaram para as pistas. Os ingleses dirigiam com o volante aqui, e os franceses adaptaram, e começou com o Bonaparte. Cara, e você sabe que as pessoas se cumprimentam com a mão direita? Ah, isso eu já não sei.

Primeiro porque é a mão da predominância, a maioria do mundo é destro, mas é porque é a mão da honra, a mão que segurava a espada. Então quando eu te cumprimento, eu te dou a minha honra, é a mão que eu seguro a espada e é a mão que eu te cumprimento. Olha que doideira. E essas coisas são... Por que você usa relógio na mão esquerda? Não fale. Homer, por quê?

Não sei, porque a direita está ocupada Segurando a espada Segurando a espada Por quê? Porque o lado do coração do tic tac é o lado esquerdo E porque a predominância é a mão direita E o relógio nasce como uma joia de pulso E como você, para defender a integridade da joia Você usa na mão que você usa menos Entendeu?

Um milhão de teses. Pô, tem que ser eu te falar aqui. Adoro, cara. Eu, no programa que eu tenho aqui, aprendo, a gente aprende um monte de coisa aqui, né? Eu também. Filosofia. Eu gosto dessas coisas. Amanhã tem Clóvis de Baus sobre Ulisses, sobre a Odisseia, né, cara? Ele já ora. Clóvis de Baus. Várias vezes. Ele é animal, né, cara? Vai ter um programa semanal.

ele aqui. Ah, ele vai ter um na grade da... É, aqui vai virar uma TV, né? Então já tem vários programas que já estrearam sem mim ou até comigo, mas tem um que é sobre curiosidades, vai ter um do Clóvis que é eu dou uma palavra e ele...

A palavra é. Eu falo medo. Aí se vira, Clóvis. E aí ele fica falando sobre isso aí. A palavra é saudade. É um conteúdo que eu assistiria. Então, eu propus para ele. Cara, está topado. Animal. Animal isso. Muito legal. Eu adoro. Quando ele vem aqui... É aula, né? É aula. Fala, Romero. O Romero também, cara, dá umas aulas para a gente. Só de besteira. Não, é um cara que você fala de helicóptero, ele manja. De caminhão, de qualquer coisa, ele manja. Eu gosto desse. E piada de quinta série, né?

Eu também, cara. Vamos lá. Eu amo. Segura as piadas aí. Com certeza. Às vezes vem aqui. É, vem até aqui. Foi exatamente como aconteceu a hora que a gente chegou que as duas estavam brigando ali. Você quer uma piada ridícula? Lembra a hora que a gente chegou que as duas estavam brigando ali? Eu lembro. É. Na porta, mano.

As duas quase saindo na porrada. Eu falei assim, pô, que piada. Minhas bolas. Mentira, mentira. Não, não caiu essa. Você não caiu essa. Mentira. Pô, cara. É igual do passeio, né? O passeio pode sogar muito bom. Tipo essa do passeio. Você não pode cair em umas coisas dessas. Eu vi essa vindo debaixo do radar. Meu radar está afiado. Tem um cara que trabalha com a gente que está no Vaticano. O que você falou ontem? Eu falei que ele estava já há um ano planejando fazer uma visita para pau.

Pô, é legal essa. Essa também eu falei, cara, eu não tinha escutado essas aí, não. Não, lá no escritório é o dia inteiro, mano, o dia inteiro. Tem o arquivo. Os caras vão inventando tudo. Aí, pô, você viu, mano, agora quem tá cabeludo, acho que é roqueiro, viado. Aí, quem? Eu falei, mano, passa na moral ali na frente que os caras ali na portaria, você passa, ele tá cuspindo em todo mundo. Aí, pô, o bicho tá cansadão trabalhando a noite inteira. É o dia inteiro os caras assim, mas quem?

Pô, pra quê? Não dá, não dá. Muito ruim. Vai. O Simon Star, ele acabou de mandar aqui. Simon Star. Simon Star. Como quebrar as barreiras que encontramos no mercado ao tentar colocar um produto nos PDVs? Eu sou um fabricante inicial e ainda MEI, mas com visão de ascensão. Eu tô com um ponto doido, assim. Eu, inclusive...

A Ginger nasceu assim, né? Eu tava sendo assediado demais pra fazer uma bebida alcoólica. Então vieram me oferecer, vamos fazer uma vodka, vamos fazer uma tequila, vamos fazer... Cara, eu não bebo, mano. Não faz o menor sentido eu fazer uma bebida que eu não vou poder consumir, que eu não vou poder mostrar, ou vou mostrar os negros sabendo que é público, vai ser horrível. Não faz sentido. Aí, beleza.

Aí um dia X na minha sala, pensando na vida, eu falei, cara, o refrigerante que eu mais gosto no mundo é o ginger ale. O refrigerante que eu mais tomava quando eu morava na gringa é o ginger ale, o refrigerante de gengibre. E nos Estados Unidos é estourado, na Europa é estourado, no Brasil deixou fazer uma lição de casa. Aí eu comecei a fuçar. Eu falei, cara, ninguém fez isso com força aqui não.

Não tem força de branding, de marca, ninguém fez. Vou abrir a minha marca. E aí desenvolvemos a identidade visual, o produto. Com o mesmo cara que estava te procurando? Ou você foi atrás de outra coisa? Não, outra coisa, outro mundo. E aí, cara, eu falei, pô, eu já tinha feito alguns grandes deals com outras marcas, empresas que eu fiz do zero, deixei, cara, vendi. Falei, eu sei fazer essa porra, sou bom. Aí eu abri essa aí, beleza, na hora que virou a página 2, eu falei, eu sou um merda, não sei de nada.

Não sei de porra nenhuma. É uma coisa totalmente nova. Completamente nova, um universo completamente louco de tipo... Só que eu já tinha colocado um caminhão de dinheiro. Eu falei, não dá para... O que é estoque? É estratégia? Cara, é um negócio... O tributário disso aí já começa na palhaçada. Se você invasa num lugar X e vem direto para o seu CD daqui de São Paulo, você paga X de imposto. Mas se ele passar por Florianópolis e não sei o que, você paga menos tanto. Aí eu falei, cara, mas eu não sou esse cara. Eu não sou esse cara na operação.

vou ter que botar a gente para fazer, e tal, tal, tal, tal, tal. E aí eu falei, vou trocar o pneu com o carro andando mesmo, não dá para parar mais, já botei um caminhão de dinheiro, e é muito dinheiro que vai, o envase disso aqui é caro, com força, porque você tem que ter volume. Claro, você vai fazer mil. Aí começamos a ir para mercado, mercado, e aí beleza, a gente começou, a pergunta dele é as travas do PDV, de grandes gôndolas.

basicamente, não tem muito espaço para todo mundo lá ir, então eu não vou falar o nome, mas vou te explicar mais ou menos um cenário. A gente estava indo para uma grande rede de supermercados, grandissíssima, nos cenários do Brasil. Falei com a família, que conhece a turma lá, eu conheço uma galera, eu falei, vou te apresentar para o head comercial lá do grupo, pode falar em meu nome. Cheguei lá e falei, tito, está fechado.

Aí eu falei, nossa. Falei, sério? Ele falou, não tô fechado. Falei, nossa, estourei a marca. Agora, fudeu, vou aposentar. Aí ele falou, só que o seguinte, a gente paga em 120 dias. Eu falei, tudo bem.

Só que eu falei tudo bem, só falei, sem pensar. Aí ele falou assim, se eu precisar de 15 palets, você tem? Foi, tenho. Ele falou, se eu precisar de 200? Eu falei, não tenho, mas eu mando fazer. Ele falou, tá bom. Então a gente pode fazer o primeiro mês 200 palets, o segundo mês 200 palets, o terceiro mês 200 palets, o quarto mês 200 palets, e a gente vai. Aí eu vou fazer conta.

Então, eu boto 5 milhões. 5 milhões. Acabou os primeiros 200 pallets, eu boto mais 5 milhões no segundo mês, não recebi o primeiro. Aí, no terceiro mês, eu boto mais 5 milhões, não recebi o primeiro ainda. No quarto mês, eu boto mais 5 milhões, não recebi o primeiro. E se eles pagarem no prazo, eu recebo no fim do quarto mês. Ou seja, para entrar nessa rede, eu tinha que botar 20 milhões antecipados.

Que empresa que tem 20 milhões hoje no Brasil, assim, de caixa? Teoricamente, é uma startup de refrigerante. Tipo assim, aí era tudo dinheiro no meu bolso. Eu comecei a... Fora o Invasia. Cada seis meses, 10 milhões de reais que eu botava no bolso. Bum. E é bolso, pessoa física.

Aí eu falei, fodeu, mano. Eu não... A brincadeira é muito alta. É, mano, é alta. Por isso que toda vez que você vê um Guaraná Jesus num lugar desse, uma empresa de bebida aqui, mano, tem que respeitar, porque é um trabalho de lazarento, mano. E aí a gente fez uma fusão com... Agora, esse... Eu não posso te dar esse spoiler, mas a gente fez uma fusão com uma marca.

que eu cedio um equity da empresa para eles e eles absorveram toda a minha parte fabril, distribuição e tudo mais. Agora a marca, graças a Deus, vai dar uma acelerada, uma bela acelerada. Que demais. Manda, Homer. Vamos lá. A Mariana Souza, ela mandou o seguinte, você já contou que dormiu na garagem da sua avó, hoje com grana e sucesso. Isso ainda te dói? Ou virou combustível?

Qual que é a história? Como é que é? O que ela falou? Se ainda me dói ou... Se isso ainda te dói de você já ter uma vez dormido na garagem da sua avó, se isso ainda te dói ou se já virou combustível. Se já virou combustível.

zero me dói, mano. Eu sou muito orgulhoso da minha trajetória. Isso aconteceu quando a gente foi despejado e a gente foi morar lá. A gente ficou um tempo na garagem da casa da minha avó. 10, 12. E... E aí depois a gente alugou uma outra casa, que era um corredorzinho, dormia eu, minha mãe, meus irmãos, tudo colchãozinho no chão, assim. Obviamente, graças a Deus, muito discrepante da realidade que a gente vive hoje. Mas eu nunca tive vergonha, de ser pobre.

Eu nunca tive vergonha de ser pobre, eu só não tinha orgulho. Que talvez é o que tenha feito eu sair de lá com a cabeça erguida. E eu falo isso para todo mundo, se um dia...

Não vai acontecer, se Deus quiser. Mas se um dia qualquer coisa acontecer, eu tiver que voltar... E aí? Cara, você vai conhecer um cara bonda limpa na sua vida, esse cara sou eu, mano. Eu nunca deixei rastro de merda em lugar nenhum. O meu caminho tá limpão ali pra eu voltar de cabeça erguida. E eu vou voltar cheio de história pra contar. Eu falo, ó, da ponte pra lá é outra história. Eu vou contar pra vocês. Já tive lá um tempo e é legal pra caralho. Agora eu tô aqui de novo. E eu já sei que eu fiz, mano. Já fiz.

Então se tiver que voltar pra lá, eu vou sabendo que eu vou fazer de novo e vou fazer de novo. Você acha que a gente aprende mais com os erros ou com os acertos? 100% com os erros. Dificilmente o afago, o carinho do acerto vai te dar uma porrada que... Pô, é só você olhar a sua vida inteira, cara. Se eu virar pra você e falar assim, ó...

não rouba a balinha do teu amigo, tá? Esse pote tá aí, mas do seu amigo. Não rouba essa balinha. Falei, não amou isso aqui. Você vai pegar e vai comer essa balinha. Agora você fala pra você assim, eu vi você roubando, eu peguei, te enchi de soco. Aí você ficou preso seis meses e falou assim, qual que você aprendeu a não roubar? A dor, mano, é certo que a dor ensina muito mais do que é o amor. Infelizmente, assim, tanto é que...

Os pais quebram as cabeças do jeito que quebra porque assim, a gente tenta passar para os nossos filhos tipo mano, não faz isso, já fiz, velho. Eu sou seu pai, caralho. Quando você nasceu, eu já estava fazendo. Eu tinha feito você, mano. Me respeito, já fiz. Ah, pai, mas ele vai quebrar a cara. Pô, eu te avisei, cara. Ah, pai, mas... E é isso. A gente tem que entender que eles vão querer viver as experiências dele. Não se frustra, não cria essa expectativa.

Mas a dor ensina muito mais do que o amor. Eu aprendi muito, muito, muito mais com os meus erros do que com os meus acertos. Muito mais. Pois é. Você também. Sim, sim, sim.

É que eu tenho a convicção que quando você acerta, cara, parece que muda uma chave também e fica mais fácil acertar para frente. Sabe? Quando você aprende um caminho, porque te dá confiança. Fala, pô, você erra, acertou. Mesmo que eu erre aqui, eu sei o que eu fiz para chegar aqui, facilita lá na frente.

E eu acho que ela quebra aquele sentimento de auto-sabotagem que você fica de tipo, será que eu sou capaz? Será que eu sou capaz ou só dei uma tacada de certeira aqui? Quando você acerta uns 3, 4 vezes, você fala, ah, beleza. Não é o problema, não sou comigo. Algumas coisas vão dar certo, outras não. Mas eu acho que pra mim, ela funcionou muito mais.

foram muito mais importantes as coisas que eu deixei de fazer do que as coisas que eu fiz de fato. Sabe? As coisas que eu abri mão, as coisas que eu disse não, as coisas que eu tive que... Não, não, não, não vou. Essa escolha, as coisas que eu deixei de fazer que me vieram oportunidades erróneas na vida e eu falei não, foram mais importantes que as decisões positivas que eu tomei aceitando. Sem dúvida nenhuma.

O Araújo Pedro. Ele mandou aqui. Não tem um cara chamado Araújo Pedro. Na realidade aqui é Araújo Pedroso. Ah, tá. Mas o primeiro nome dele é sobrenome. Você viu? Araújo é sobrenome, né? Total. Araújo Pedroso. Ele mandou assim. Felipe, olhando para trás, como a sua experiência em Malhação... Lá ele. Como a sua experiência em Malhação contribuiu para moldar não só o ator que você se tornou, mas principalmente o empresário e comunicador que vemos hoje?

olhando para a Malhação, lá atrás, o que ela somou com isso? Isso. Foi uma escola, a Malhação sempre foi uma escola para todo mundo que entrou lá na TV Globo, muita gente que entrou lá, era o primeiro trabalho de todo mundo, era a primeira vez que estava lidando com estúdio, com set funcionando, e era uma audiência absurda, a novela sempre tinha uma audiência absurda.

Então, para mim, foi uma puta escola. Me ensinou muito sobre hierarquia, de ter que, tipo... Eu sou da época da Globo analógica, né? Não sou da Globo digital. Então, não tinha compliance lá. Eu sou da época que o diretor entrava no set xingando e... Sério? Porra, vai tomar no cú. Caralho. Então, tipo assim... Muita de medo. Mas você tem que ir... Ali me ensinou muito. Foi muita escola para mim.

Por mais que, enfim, diversas coisas tenham acontecido, coisas que eu não concordo e não venha ao caso, eu sou muito grato à TV Globo, muito grato por tudo que ela me proporcionou, pela dimensão que ela me trouxe, por tudo, cara. Eu aprendi muita coisa lá dentro, tanto do que eu devo fazer como o que eu não devo fazer. Aprendi muita coisa lá dentro. Em algum momento a fama chegou a subir a cabeça ou não?

Como que me explica eu subir a cabeça? Ah, tipo... Sou foda pra caramba e mudou teu jeito de ser. E depois vocês caiu na real. Não, mano, não. Não? Não, velho. Eu sou muito lúcido com isso, cara.

Inclusive, eu sou o cara que mais bato na tecla de que se você tem público e você não atende o seu público, se você fala não para a foto, você é um pau no cu mesmo. Eu acho. Se você vai falar não para a foto dos outros, você acha que você é um otário. Eu falo isso sempre. Se você não tirar foto com o seu público, você vai para a palestra, você vai dar palestra, você vai fazer presença e evento, você está no aeroporto, você não tira foto com o público, você é um otário.

Porque você buscou isso aqui. Entendeu? Então trata bem a galera. Não frustra os outros gratuitamente. Porque eu acho você um trouxa se faz isso. Então eu sempre fui um cara que tentei levar o elogio e a crítica para o mesmo lugar. Porque os dois têm o mesmo efeito na nossa vida, certo? Eles têm uma única missão. O elogio exacerbado. E a crítica exacerbada têm a mesma função na nossa vida, que é paralisar a gente.

Muita elogia, você fala, bom, já fiz o suficiente, já cheguei, sou bom pra caralho, deu. Muita crítica, você fala, puta, eu sou um merda, não sei fazer nada, vou parar por aqui, deu. Eu sempre levo aquilo num filtro de tipo assim, cara, beleza, muito obrigado, mas não bate no coração, não me pega. Acho que não.

O Vini mandou uma pergunta assim, ó. Mano, largar a escola tão cedo, você já se sentiu burro ou atrás dos outros por não ter um estudo formal? Mano. Olha, velho, vou te falar. Tudo que eu tenho de zona deficitária, tem gente que trabalha pra mim que supre. Tá tudo bem. Eu contratei quem sabe mais do que eu nas áreas que seriam minhas zonas de burrice. Mas...

Eu sempre fui um cara... Ô, Verina, vem aqui, sua gorda. Eu sempre fui um cara...

Como eu te falei, futriqueiro. Eu parei de estudar, eu saí da escola por vários motivos, por não conseguir me enquadrar em várias coisas. Mas, por exemplo, eu sempre fui insuportável com a língua portuguesa. Eu falo gíria pra caramba aqui, muita gíria. Mas se a gente quiser ir pra um português formal e eu tiver... Eu sou insuportável com a língua portuguesa. Insuportável. E aí eu saio da escola com a professora falando que pra mim fazer não sei o quê.

Aí eu falei, não, não tem condição. E eu fui esse cara chato a vida inteira. E então...

Eu, que não sou impedante da minha parte, arrogante de forma alguma, mas difíceis são os lugares que eu... Se você vai... Um tema que você vai botar aqui na mesa, e eu não vou conseguir destrinchar minimamente esse tema, são poucos, não é uma coisa que me pega. É, porque tem educação formal e tem a educação que você vai atrás. A galera confunde estudo com escolaridade, uma coisa tem nada a ver com a outra.

Eu estudo muito até hoje, muito, muito de tudo que você imaginar. Exato. Mas na escola, para mim, realmente não me pega. Não deu. A Ana, ela perguntou assim, hoje todo mundo fala de empreender, mas pouca gente tem coragem. O que passou pela sua cabeça quando você percebeu que tinha quebrado pela primeira vez? Vamos lá. Eu tenho uma opinião também sobre o fato de empreender. As pessoas confundem muito o empreendedor com o empresário. Uma coisa não tem absolutamente nada a ver com a outra.

O fato de você ter uma empresa, um CNPJ, te torna um empresário. Você liga para o seu contador, fala assim, cadastro nacional, pessoa jurídica, abre um para mim aí, eu sou empresário, sou dono de uma empresa. Agora, o empreendedor...

Ele é basicamente o cara que resolve o problema. Na minha opinião, a tradução literal de empreendedor é resolvedor de problema. É o cara que faz acontecer. E você pode muito bem empreender dentro de um CNPJ de uma outra pessoa. Não tem problema nenhum. Eu sou um colaborador, mas eu sou um empreendedor aqui. Sou o cara que traz a água do Vilela, mas ele gosta com gás, que temperatura que ele gosta, ele toma na taça, ele toma no copo, ele quer com gelo, ele quer sem gelo.

Cara, eu me dediquei a fazer o melhor que eu faço dentro da função que eu estou exercendo. Esse é o cara que empreende, na minha opinião.

Então, como eu te falei, a internet banaliza as coisas e as palavras vão para o hype. Agora vamos falar de empreendedorismo. Pouca gente tem coragem. Eu acho que é bom que poucas pessoas tenham coragem, porque empreender no Brasil não é para todo mundo. Literalmente não é para todo mundo. É um lugar que tira o porrada e bomba, você é induzido a dar certo aqui, você é fadado ao insucesso. Abrir um negócio no Brasil do jeito que é aqui não é para todo mundo mesmo. Você vai tomar porrada e se você tiver...

não tiver 100% de cabeça, não tiver capitalizado o suficiente, você vai quebrar e vai ser rápido, entendeu? Então, eu não acho que as pessoas, não é que elas não tenham só coragem, elas não têm recurso, elas não têm acesso, elas não têm informação. E o Brasil faz questão de que isso aconteça em massa, porque o povo que não tem acesso à informação, ele não reclama, ele não questiona, e quem não questiona não muda, e quem não muda mantém os caras lá, e é assim que funciona.

Infelizmente é assim que acontece. Quanto mais gente sem informação, mais massa de manobra, mais gente fácil de você manipular. É assim que a banda toca. Infelizmente é assim que é. Fala, Homer. Pergunta aqui do Mente Forte.

Ele perguntou o seguinte, no Shark Tank Brasil você parece frio analisando empresa. Você já recusou alguém e depois ficou mal por dentro por causa disso? Eu pareço frio? Ele falou que eu pareço frio? É. Pô, ele não me assistiu. Ou ele não assistiu os outros convidados. Eu era o santo do negócio. Porra.

Os outros charques lá olhavam pra mim e falavam assim, não, seu negócio é uma merda. Eu sou um anjo lá. Porra, velho. Eu fiz um pix pra uma tia da tapioca lá. Tinha uma banca de tapioca porque ela lembrava a história e não sei o que. Eu falava assim, ah não, essa mulher vai tomar meu dinheiro. Aí ela começou a contar a história e eu já comecei a lacrimejar que é assim, não, que eu precisava, que não sei o que. Para lá. Falei, puta que pariu, mano.

Não é que eu sou frio, mano, mas é que assim, dá um trampo ganhar um dinheiro, né? E a galera tem a ilusão de que lá no Shark Tank é o dinheiro da Sony. Eles me dão dinheiro para eu gastar, é budget da Sony. Dinheiro do banco imobiliário. É, não é, mano, é só contas, tem que pagar, o aporte é seu. Então, não é que eu sou frio, mas eu...

não vou rasgar o dinheiro. E outra coisa, dificilmente eu vou topar entrar de verdade num negócio que eu não vou conseguir acelerar. Então, o Vilela tem o podcast dele, faz 5 milhões de reais por mês aqui e eu vou virar sócio em 50%. Isso não vai ter 2,5% ou 2,5%. Eu tenho que trazer minimamente, mas 100% de receita. Senão, por quê? Senão, não faz sentido. Entendeu?

E lá é basicamente isso. Não é que eu sou frio, eu sou calculista. Faz sentido. Sou calculista. Pergunta agora do Rafael Mendes. Ele está perguntando aqui, quando você fez o seu primeiro milhão, por que você não contou para ninguém? Foi medo de perder, de mudar ou de não acreditarem? Teve essa história? Não é que eu não contei para ninguém, cara. É que eu lembro de quando aconteceu.

de virar assim, sabe a contagem de seguidores do YouTube? Sim, 99. A hora que fizeram o depósito X foi para um, eu falei, caralho, tem um milhão. E aí eu chamei a família, a galera, para jantar numa pizzaria e tal, e era um jantar, ninguém sabia o que eu estava comemorando. Não é que eu não contei para ninguém, eu só não... Galera, estou milionário, fodeu. Quem vai fazer isso? Ah, é? Está milionário. Galera, estou milionário, fodeu.

Então já empresta aqui, já é acabado o dia, entendeu? Então eu só fiz um jantar.

Vai, comemos. Ninguém nem se questionou. O que a gente está comemorando? Nada. Falei assim, comeu uma pizza e tal. Paguei, eu voltei para casa. Falei assim, beleza. Celebrei sem celebrar, entendeu? Foi isso. Não é que eu escondi. Que legal isso. Mas também vou te dar um... Qual é o nome dele?

Deixa eu ver aqui. Perdeu. Paula Tejano. É. Dimasturbo. Inácio Pinto. Ensina Dimasturbo. Dimasturbo é muito bom. Rafael Mendes. Tô masturbando. Rafael, vou te contar um negócio. Quando você fizer seu primeiro milhão, não explana não, tá? Que rapidinho ele vira 100 mil. Você explana, meu amigo. Aparece gente... Você tinha quantos anos quando fez o primeiro? Eu tô com 39.

15 anos atrás, eu tinha 20... 23, 24. Acho que é isso, 24. Fale. Vamos lá, pergunta aqui agora do coração urbano. Você já teve muita grana, fama, mas em algum momento já se sentiu sozinho no meio disso tudo?

solidão do empresário, será que ele está falando? Será que é a solidão do empresário, é isso? Ou a solidão do quê? Acho que é. Eu acho que é a solidão de estar empreendendo. Muita gente acha que eu sou sozinho, solitário, mas eu tenho minha família, tenho minhas coisas todas, é que eu não mostro essas coisas.

Eu exponho zero a minha intimidade aqui. Zero. E eu vi você falando também que o lance é você postar depois que você já foi no lugar. Exatamente isso. E eu não exponho... Não em tempo real. Nada, não tem nada aqui. Porque, tipo assim, eu vou te mostrar até onde eu queira que você tenha opinião, entendeu? Até onde você possa dar a sua opinião. Por isso que também eu não tenho problema com a internet. Ah, tá. Sabe que você perguntou, Tito, cancelamento para...

Não, velho. Porque eu não te dou essa margem. Não, você não vai falar do que eu quero que você não fale, cara.

E a partir do momento que eu mostro, eu te dou a brecha para falar. Então você vai falar do que eu quero que você tenha, até onde eu quero que você tenha palpite. Caso contrário, não vai falar. Não é essa vida solitária? Não, não é. Um ermitão. O monge Tito está ali. O cara está na bacia de gelo, sozinho, chorando. Inclusive tem que voltar para lá já. Manda. Pergunta da Juliana Martins. Ela está querendo saber aqui qual foi a situação que você mais ficou indignado na sua vida.

indignado?

Porra, indignado, não sei se é a palavra, mas vou contar uma história de o porquê de eu dar tanta atenção pra galera que me pede foto na rua, pra que me... Eu sempre fui muito fã do Ramones, né? Muito, assim, cresci ouvindo o Hardcore Punk Rock, assim, tal, samba, pagode, rap, assim, eu sempre fui um cara muito musicalizado, mas o Hardcore Punk Rock tiveram um lugar especial ali, é. E aí, cara... Você viu o discão deles? Sim, porra, o álbum de Blitzkrieg Bop ali, mas muitos.

E aí, cara, o Ramones, o Ramones não, o Misfits, não sei se você sabe quem é, o Misfits é uma banda de horror punk. Sim, sim. E os integrantes usavam um oicano na testa que chama Devil Lock, que parece um bico de um corvo assim, os Misfits usavam. A banda do Misfits, com o Mark Ramone na bateria, ia fazer um show para uma revista Rolling Stone no Rio de Janeiro. E a mina que tampava na produção da novela que eu estava fazendo estava produzindo o show.

Eu falei, mano, eu tenho que ir nesse show, velho. Tipo, se vira, mano. Eu tenho que ir nesse bagulho, velho. Tipo, tirar uma foto com o Mark Ramone, caralho. Eu vou zerar o game. E os Misfits, esses são os Misfits. Esse moicano na testa aí chama Devil Lock. Que eles usam esse moicano como se fosse um bico. Normalmente os moicanos é pra cima, né? Eles usam na cara, assim. E aí foi a banda dos Misfits com o Mark Ramone na bateria. E eu fui pro show.

Mano, cheguei lá, tipo assim, entusiasta. Não esquece que eu sou ator da novela da Globo. Tava na novela das nove, galã. Foi lá pra curtir. Irmão, fui lá caralha mesmo. Eu tava lá no bagulho. Falei, mano, sou aqui, tô fã. Hoje eu tô fã. E tal. E ela, pô, me banha na brecha aqui. Me botou na porta do camarim.

Deu um intervalo, eles iam sair e voltar pra segunda parte do show. Aí eu tô plantado na porta do camarinha aqui. Aí saiu, Misfits, Misfits, Misfits. E aí, mano, e aí? Hi, man, what's going on? E aí, e aí? E tal, Misfits. Hey, man, hey, man. What's going on? What's going on? Aí saiu o Mark Ramone. A hora que o Mark saiu, mano, juro por Deus, sabe aquela coisa de fã mesmo? Ficou nervoso. Nervoso, mas eu já era conhecido. Todo mundo me conhecia ali no lugar que eu tava, tá todo mundo olhando pra mim. Tinha tirado 600 fotos no lugar e eu tava ali de fã do cara.

Aí ele saiu, eu decorei o texto, né? Pra não dar... Hi, Mark. I'm a huge fan. Can't take a picture? Ele... No. Mas olhando na minha cara, ele falou, no. E saiu andando assim, ó.

Aí eu fiquei parado assim, eu falei nossa, que filho da puta, eu vou bater nele, mano. Tipo, na minha cabeça eu falei, mano, eu vou dar uma cabeçada nesse velho, vê se eu não dou uma bica nele aqui e amanhã pelo menos eu tô no jornal, que eu matei ele no soco. Custava nada. Me quebrou assim, me frustrou num nível absurdo. E aí eu falei...

caralho, que filha da puta, eu sou um puta fã do cara, a vida inteira, cresci ouvindo, e o cara quebrou tudo em 5 segundos. Aí saí, catei, o cara foi embora pra casa, puto. Nem viu o resto do jogo? Não, mano, eu queria chorar, fiquei ruim, ruim. Aí eu fui pra casa e isso acendeu um negócio na minha cabeça, tipo assim, eu nunca posso ser esse cara.

E aí eu comecei a ir mais a fundo, de tipo assim, vira e mexe, eu estou em restaurante ou aeroporto, não sei o quê. Aí eu vejo que a filha pediu para o pai para vir pedir para mim, para eu tirar uma foto.

E aí eu olho e falo assim, cara, imagina se eu sou um otário? Tipo aquela menina depositou no pai a parada de ser o herói dela, de ir lá conseguir a foto que ela quer. E eu viro pro cara que tá ali, numa zona completamente insegura, que ele sai ali de pai da família, provedor, porque ele entra numa zona de insegurança pra me pedir, sem saber como eu vou agir, pra satisfazer o desejo da filha. E eu falo, não!

Aí ele volta pra filha e fala, pô, seu pai é um merda, não conseguiu a foto que você queria. Eu nunca quero ser esse cara na minha vida. Então, mano, eu não falo não. Eu posso estar cagado, velho. Comendo. O jeito que... Vamos tirar foto. Eu tiro a foto com comida na boca. Eu nunca falei. E se alguém aparecer aí e comentar... Fiquei com raiva do Marcos Ramoni, cara. Filha da puta, mano. Porra, não. Mas não sem nada mais. Mas nem falar assim, ah, não.

Depois a gente vai... Não, I'm tired, tô cansado, tô atrasado, não, não. Não, eu sou otário, só vou ter que falar isso.

Eu falei, caralho, que filha da puta. E é por isso que eu nunca, nunca falei nunca, mas nunca falei não pra foto. Nunca. E não vou falar.

Fala oa. Só para o Margui Ramoni. Aqui foi. Foi? Felipe, e aí, cara? O que faltou aí? A gente na sua vida falava de tudo, né? De projetos novos. De papo, porra. Rende aqui, né, cara? Que legal, rende. Seguinte, eu sempre faço três perguntas para todo mundo no final. Agradecer demais a tua presença. Falou, que papo maneiro foi legal demais. Quero participar do teu programa, quero saber mais depois. Vou te formalizar tudo depois. Estou indo para a China semana que vem. Já foi para lá?

Nunca fui, estou curiosaço para ir lá. Foi o Léo Lins e uma galera. Cuidado de ser preso. Eu estou preocupado com o Léo Lins. Vai de mente aberta. É um lugar peculiar. Sempre vou. Um dos mais peculiares que já foi na minha vida. Cara, muita curiosidade. É uma cultura bem diferente da nossa. A programação está bem legal. A gente vai para várias cidades. Sendo Just for Fun ou tendo para trabalhar? É um cara que leva vários empresários e está levando a gente para fazer um H lá e divulgar a parada dele lá também.

Quero ver. Mas sempre faço três perguntas se estão contigo, não vai ser diferente. Já agradecer demais a tua presença. A primeira, não sei se você já respondeu, mas a primeira pergunta é qual foi o momento mais difícil da tua vida ou da tua carreira? Momento mais difícil?

Cara, ela sempre foi muito difícil. Até besteira eu querer julgar um momento, mas acho que um momento decisivo foi quando eu pivotei de tipo, cara, eu vou ter que dar um break na minha carreira de ator da televisão, onde eu insistia de estar em papéis e ir lá e fazer teste, falar com produtor de elenco e produtora de elenco. E eu falei, não, vou apostar na minha vida corporativa e vamos ver o que vai acontecer. E ela, graças a Deus, acelerou. Mas foi um processo...

Foi difícil, cara, porque assim, insegurança infinita, eu já não podia mais errar, estava de um tamanho que as coisas não podiam acontecer, então graças a Deus deu certo. Segunda pergunta é o seguinte, não sei se alguém te avisou isso, sou eu, desculpa, você sabe por mim, mas a gente vai morrer um dia. Você estava sabendo já dessa parada? Olha, não pretendo tão cedo. Não, ninguém. Pelo menos mais uns cinco aninhos. E a gente não sabe também, de repente a galera descobre umas paradas que dá mais uns cinco aninhos. Que vai dar uma esticada. Eu nem quero isso tudo, não.

50 bem. Se eu estiver transando, sim. Então, essa é a medida, né? Mais 50 transando. Se a pingola estiver funcionando, sim. Agora, mano, fica velho existindo aqui. Não quero não. Não dá, não dá, né? O que você faz? Eu existo. Não quero não, mano. Ou estou comendo alguém ou não. É verdade, faz sentido? Fala assim...

Pra que você tá vivendo? Eu sei que você é casado, você falou aí. Mas você transa, irmão. Para com isso. Não vem falar que não transa. Você transa quase todo dia, você falou. Quase todo dia. Mas então, é o seguinte, a gente vai morrer um dia, esse programa vai ficar muito além do que a gente aqui nesse planeta. Manda um recado para 200 anos do futuro, quem tá assistindo esse podcast agora. Quais seriam as suas últimas palavras? Seu epitaf, Felipe.

Enfim, descansei. Não seria na minha lápide? Tem um cara que falou assim, não falei que eu tava doente? Escrevi na lápide assim. Porra, enfim, descansei. Cara, o que seria na minha lápide? É. O que seria na minha lápide? Puta que pariu. Ah, foi bom enquanto durou, velho.

A vida é boa, né, cara? A gente que é ruim, que problematiza tudo Mas a gente, pô, a vida é boa E ela não é curta Não tem nada disso A gente que vê numa perspectiva diferente Joga fora tempo que não volta Dá atenção demais pra uma coisa que não precisa Esse é nosso e a gente dá tempo de consertar

Você tem essa sensação, às vezes, que está perdendo tempo com coisa que não deveria estar? Muito. Às vezes eu também fico puto com isso. Eu não sinto que eu estou perdendo, mas eu não estou equilibrando. Às vezes eu olho e falo assim, pô, está mal equilibrado, tenho que dar uma ajustada nos ponteiros aqui. Mas todo mundo tem isso, cara. Não adianta. Cara, assim, uma provocação interessante na nossa cabeça é que a gente não é tão exclusivo assim, cara. Em que sentido?

Em nenhum. A gente é um pedaço de merda na Terra. O ser humano é um cadáver adiado, mano. A gente já nasce morto, tá ligado? A gente já tá condicionado a morrer. É só uma questão regressiva. A pedra que tá no meio do universo flutuando. É regressivo, mano. Exato. A gente é um cadáver adiado, entendeu? Cada dia que passa é um dia a mais que a gente tá adiado. Então a gente não é tão exclusivo a ponto de quando você, toda vez que você que tá assistindo aí...

Olhar e falar assim, cara, mas eu estou num momento, numa crise, eu estou com essa coisa na cabeça, eu estou pensando se eu estou desperdiçando meu tempo. Você não é tão exclusivo a ponto de só você sentir isso. Você não inventou uma crise para você. Você não inventou... Todo mundo passa por isso. Está todo mundo pensando se está desperdiçando tempo. Todo mundo preocupado se vai morrer amanhã. Todo mundo pensando no equilíbrio entre família, trabalho e dinheiro.

Está todo mundo pensando nisso. Você não é tão exclusivo assim. Está tudo bem. Como dizia sua mãe, você não é todo mundo. Exatamente. Você não é todo mundo.

Falava muito isso. Outra coisa que a mãe falava também. Se todo mundo pular da ponte, você vai pular também? Não tinha isso que a mãe falava? É. Ah, mas mãe, não sei quem tá aí lá. Mas vai todo mundo, mãe. Mas se todo mundo pular da ponte, você pula também? Depende da ponte, mãe. É, não tem tiroides. Ninguém vai pular da ponte, mãe. Relaxa. Pra que as pessoas iam pular num coletivo da ponte, cara? Todo mundo resolveu pular numa ponte. Caralho.

A terceira pergunta é o seguinte, qual é a tua dúvida atual? Você falou que dorme pouco, com o que você perde perguntando a si mesmo antes de dormir?

Eu acho que isso que a gente estava falando aqui, eu me pergunto muito se está valendo a pena, eu me questiono, não é nem que eu me pergunto, eu me questiono se está valendo a pena, está fazendo sentido. Porque se eu olhar só para mim, no particular, não vai fazer sentido. Mas se eu olhar no entorno, tanto de gente que eu consigo abençoar...

fazendo as coisas que eu faço, tanta gente que eu consigo ajudar fazendo as coisas que eu faço, o ritmo que eu tenho que ter para manter essas pessoas bem, as pessoas perto de mim, a conta sempre vai fechar. Você ainda faz aquilo antes de levar roupa para o pessoal? Como é que você sabe disso aí? Você viu onde isso aí? Ah, me disseram aí, né?

Não, falando sério, você viu em algum lugar? Gorro e... É, cara, fiz na pandemia, fiz isso inteira, tudo que foi favela aqui de São Paulo, sempre faço, cara. É mesmo? Hoje eu não vou físico lá levar o gorro e tal, mas a gente tem várias instituições que a gente ajuda. É que assim, se eu falar que eu ajudo, eu estou querendo aparecer.

Mas você está incentivando também. Mas aí, então, se eu não falar que eu não ajudo, eu sou um otário playboy que ficou milionário e quer tudo para si. Mas não foi você. Eu falei, então... Não, não, mas eu não tenho vergonha de falar. Por exemplo, outro dia eu estava saindo da academia, duas meninas me pararam vendendo duas pulseiras querendo ir para a Disney. Eu fui lá e paguei a viagem das meninas, 50 pau, a porra das meninas.

Foi as duas meninas, o pai e a mãe viralizou isso aí, o Léo Dias postou, e não foi eu que gravei. O pai dela estava gravando no canto, que são duas meninas empreendedoras que vem em pulseira.

eu ajudo muito no particular, eu não ia falar isso, tipo assim, mas cadeira de roda, cama de não sei o que, de hospital, prótese de não sei o que, eu faço muito disso aqui, direto no meu direct, com a turma, não é pra me mandar coisa, gente, pelo amor de Deus, se eu tô falando o que eu faço, já tem pra caralho. E agora os pedidos estão ficando mais gourmet que nunca, assim. É, antigamente era... Antes era tipo, Tito, manda mil reais, Tito, manda um carro pro meu pai trabalhar. Agora, Tito, manda um Onix preto pro meu pai fazer Uber.

É uma coisa específica. Um Onix preto. Se branco não funciona. Eu estava com dois brancos parados aqui. Se fosse branco eu tinha que... Agora é o azul. Os caras são para frente em loucura. Mas enfim. Tem isso. Mas eu faço muito. Eu percebi que a parada com Deus... Do que a gente estava falando.

Num determinado momento, quando eu parei pra questionar a Vila, ela disse, tipo assim, por que as coisas estão acontecendo nesse ritmo, mano? Por que, tipo, quão bonzão que eu sou... Ah, não, na tua vida. É, por que eu tô sendo tão abençoado e tal? Por que as coisas estão acontecendo? Pô, eu sou merecedor? Sou, mas tem um monte de gente que é merecedora também. Por que que tá acontecendo? Por que que tá acontecendo? E aí eu entendi a história de que, tipo...

Deus estava abençoando minha vida num ponto. Ele estava abençoando meu bolso para que meu bolso pudesse abençoar a vida de outras pessoas também. Para não morrer em mim, tá ligado? Não era para morrer em mim, mano. Então eu sabia que era isso. E hoje eu basicamente tento fazer minha parte. E eu faço. Amém.

Cara, que papo legal. Demais, foi bom. Obrigado demais. Que você seja cada vez mais abençoado. Amém. Abençoado vocês também que estiveram aqui, mas só os que deram like, né? É isso aí. Se o cara não deu like, não vai ser abençoado. Desculpa a Deus. Pois é, está correndo risco, né? Vai torcer sua bola se não deu like. Muito bom, cara.

mesmo que você não tiver bola, vai torcer sua bola vai torcer sua bola é cara, isso é uma boa maldição pra jogar pro pessoal vai torcer sua teta se não tiver bola teta envergada nossa, então se você não quer passar por essa maldição, já deixa aí o seu like, se inscreve aí nesse canal compartilha essa live maravilhosa pra todo mundo agora pra seu amigo, seu inimigo compartilha aí né cara agradecer nossos patrocinadores né Romer

É isso aí, agradecer a Airbnb, a G4 e também a BSX Capital. Tudo com link na descrição. Certo. É isso aí, BSX Capital, que está com 10 dias de curso e 12 parcelas de R$ 96,00. Eu ia fazer essa correção, mas não sabia se podia.

No começo você falou 10 dias de curso com 10 parcelas, mas no TP estava 12, só que você falou 10. Ah, então corrija aí. Deixei passar batido o programa inteiro para corrigir. Aí eu falei, não correge que pioreia. Eu falei, vai deixar lá. Valeu. Você viu isso, Homer, também? Ou foi o que você bateu? Por isso que eu já estou falando agora, que são 10 dias de curso e 12 parcelas de R$96.

Fechou. E aí, cara? Agora é hora de você brilhar, homem. O que o pessoal escreve nos comentários pra provar que chegou até o final? Olha, tem bastante coisa pra tirar desse papo aqui. Mas, pra provar que você chegou no final desse curso, coloca aí, ó. Parto de gêmeos.

Parto de gêmeos, que filha da puta. Que filho da puta. Que filho da puta. Parto de gêmeos, só que esse dia vai assistir. Se você não tá entendendo nada do que o pessoal tá escrevendo, vai ter que ver inteiro. Então fiquem com Deus aí, que bom que vocês vieram. Beijo no cotovelo aí, tchau. E tchau, é isso mesmo? É isso aí. Valeu, fui. Valeu, valeu.

As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.

Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão e o respeito a todos.

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