EXISTE VIDA INTELIGENTE FORA DA TERRA? (com Edison Boaventura) | Os Sócios 307
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Já parou para pensar que talvez a humanidade não esteja sozinha no universo?
Durante milhares de anos, diferentes civilizações relataram histórias sobre objetos no céu, seres desconhecidos e possíveis encontros com algo que parecia estar além da compreensão humana.
Hoje, com documentos oficiais liberados por governos, relatos de pilotos militares e investigações realizadas ao redor do mundo, o fenômeno OVNI voltou ao centro dos debates.
Mas afinal, o que existe por trás desses relatos? Como separar fenômenos reais de enganos, fraudes ou interpretações equivocadas? O que os arquivos secretos e documentos desclassificados dos Estados Unidos revelam sobre décadas de investigações? O que casos como Varginha, Operação Prato e a Noite Oficial dos OVNIs realmente mostram?
E quando olhamos para o passado: existem relatos na Bíblia e em civilizações antigas que poderiam indicar contatos com fenômenos desconhecidos? Por que tantas culturas diferentes possuem histórias sobre seres vindos dos céus? Estamos diante de mitos, interpretações simbólicas ou evidências de algo ainda não compreendido?
Para responder estas e muitas outras perguntas, convidamos Edison Boaventura Júnior, pesquisador e ufólogo com mais de 40 anos de investigação, para o episódio 307 do podcast Os Sócios.
Falaremos sobre ufologia, casos históricos brasileiros, arquivos militares, vida extraterrestre, mistérios da humanidade e os maiores enigmas ainda sem resposta.
Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidados: Edison Boaventura @edisonboaventura
- Caso Bernardo BoldriniCriaturas capturadas · Badam Palhares · Unicamp · Aldo Rebelo · Fernando Henrique Cardoso
- Liberação de documentosDepartamento de Guerra dos EUA · Lei de Liberdade de Informação (FOIA) · Polícia Federal · CIA · Eric Burleson
- Operação Prato· SegurancaSeres luminosos · Capitão Irã de Holanda · Ilha de Colares · Força Aérea Brasileira · Agente militar norte-americano
- Casos de abdução e contatoJosé Florêncio (1931) · Antônio Vilas Boas (1957) · Caso Barney e Betty Hill · Hipnose regressiva · Visita de dormitório
- Caso CláudioSeres luminosos · Tenente-coronel Eisenhower Austríaco · Rancho Skinwalker · Anomalias de 68 Hz
- Ufologia e ExtraterrestresTeoria extraterrestre · Teoria ultraterrestre · Seres interdimensionais · NASA
- Armas NuclearesBolas de fogo verdes · Los Alamos · Pentex · Robert Salas · Malmstrom Air Force Base
- Era de Ouro da CivilizaçãoGrey · Nórdico · Insetoide · Reptiliano · Contexto histórico do Egito Helenístico · Bastet
- Fragmentos de naves e análisesPraia das Toninhas (Ubatuba) · Magnésio 99,3% · Universidade de São Paulo · NASA · Peter Stuhock
- Desaparecimentos e a investigação inicialDavid Grusch · Eric Burleson · Ana Paulina Luna · Polícia Federal
- Bases Submarinas· SegurancaObjetos submarinos não identificados · Almirante Galadê · Ilhabela · Peruíbe
E aí, pessoal, vamos começar mais um episódio do podcast Sócios. Quem fala aqui é Bruno Perini, host do podcast. Estou como sempre com Malu Perini, minha esposa, host, o belo rosto aqui dos sócios.
Olá, pessoal, sejam bem-vindos a mais um episódio dos Sócios.
E sobre o que falaremos hoje, Malu?
Falaremos de um tema que muito agrada meu marido.
Tô muito animado, pessoal, estou animado.
Afinal, existe vida fora da Terra, todos os desdobramentos que estão acontecendo nos últimos meses, talvez, né?
Ou o que tá mais quente nesse cenário, né?
Falando sobre isso, afinal, vocês aí acreditam em ET? Acreditam em vida fora da Terra?
Eu não diria nem vida fora da Terra. Vida existe, tem micróbios lá que já foram achados em planetas próximos aqui, mas eu diria vida inteligente com capacidade técnica fora da Terra. E tem pessoas que eu gosto muito, que são muito inteligentes, tem uma opinião de que não existe. Mas eu sempre penso que esse argumento ele é meio absurdo, porque ele pode ser provado errado a qualquer momento, enquanto quem acredita que existe pode sempre estar certo.
E se não tiver nada além da gente no universo, então Deus ele foi um latifundiário improdutivo, né? Criou tudo isso, não tem mais nada, né? Mas eu penso da seguinte maneira: imagina que eu tô na praia com a minha filha, com a Tetê, e ela olha assim para o oceano e pergunta para mim: Existe vida ali no oceano? Não vida microscópica, vida mais complexa. Eu vou, pego o baldinho dela, chego na beira da água, pego um pouco d'água e falo: tem vida aqui, Tetê?
Ela fala que não. Então não tem vida em nada disso. É basicamente o que as pessoas fazem quando falam de vida fora da Terra. E eu queria fazer esse episódio tendo em vista que as coisas estão se acelerando muito rápido, né? Porque nos Estados Unidos a gente saiu de: olha, não existe, quem pensa que existe tem que usar chapéu de alumínio, para, existe sim, tem diferentes raças confirmadas, né? E congressista falando do assunto.
Então eu falei, cara, eu quero falar disso nos Sócios, embora fuja da temática tradicional aqui do podcast. No final a gente fala sobre aumento de produtividade, ou para você através de saúde, de ideias novas, ou para sua empresa. Mas eu realmente queria falar sobre esse assunto. E no final aqui nos Sócios a gente faz o que eu quero, eu sou ditador e simplesmente tô televisionando isso para vocês, né? Televisionando viu o podcast.
Mas antes de apresentar o nosso convidado, que eu tive bastante cuidado de escolher, porque eu não queria chamar alguém aqui que falasse: não, na verdade eu sou a reencarnação do 4º comandante da frota pleidiana. Eu queria alguém que tivesse provas das coisas que aconteceram. Eu tenho 2 recados para vocês. O primeiro deles é da Coinbase. Eles acabaram de lançar o Coinbase for Agents. É uma integração que permite conversar com agente de inteligência artificial e dar comandos em linguagem natural para que você possa consultar seu portfólio, comprar, vender, converter criptomoedas.
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Então, para quem quiser um pouco mais disso, do que eu tô falando aqui, dos detalhes, vá no link aqui da descrição e aguardo você na live do dia 11 de agosto. Bom, recados dados, vamos apresentar o nosso convidado que vem pela primeira vez aqui no Podcast Sócios. Recebemos agora Edson Boaventura Júnior. Ele é pesquisador e ufólogo desde 1981, jornalista, escritor e apresentador do canal Edson Boaventura no YouTube, é fundador e presidente do GUG, Grupo Ufológico do Guarujá, tendo investigado centenas de casos no Brasil e no exterior.
Teve participação de destaque na investigação do caso Varginha em 1996, integrando o chamado Grupo dos Sete, além de pesquisar episódios como A Noite Oficial dos OVNIs e a Operação Prato. Viajou por 21 países em estudos sobre o fenômeno e participou de congressos e programas de televisão e rádio no Brasil e no exterior. Atualmente desenvolve levantamentos sobre a atuação de militares brasileiros em pesquisas ufológicas e trabalha com documentos oficiais da Aeronáutica, Marinha, Exército e Polícia Militar relacionados ao fenômeno OVNI.
É autor do livro ETs de Varginha, ETs de Varginha: Montando o Quebra-Cabeça. Edson, bem-vindo ao Podcast Sócios.
Eu que agradeço a oportunidade, viu, Bruno, viu, Malu. E com certeza hoje o assunto vai ser de outro mundo, né? Mas seriamente, com o pé no chão, né? Nada de coisas de viagens na maionese, porque esse assunto, ufologia, ele requer bastante seriedade. E na atualidade a gente tem aí um ápice, né, desse, desse tema, né, com bastante liberações de documentos norte-americanos, né, no site do Departamento de Guerra. Inclusive saiu agora recentemente, agora em julho, o quarto lote, né, com 19 vídeos, alguns áudios, novos documentos aí que são bem interessantes.
E a gente tá vendo aí que parece que essas liberações elas não param, né, né, deve vir o quinto, sexto, sétimo lote. E o que a gente espera é que venha também em algum momento documentos brasileiros, porque nós sabemos do envolvimento norte-americano na pesquisa de OVNIs aqui no Brasil já desde longa década, né. Então, por exemplo, desde a década de 50 a gente tem alguns indícios e documentos também que comprovam esse envolvimento norte-americano.
É assim, envolvimentos mais recentes, nós tivemos aí no caso Varginha, né, que também teve o envolvimento do FBI, da CIA. E interessante que recentemente um deputado norte-americano chamado Eric Burleson, ele solicitou junto ao FBI e CIA informações do que eles têm a respeito do caso Varginha, já que isso é fato já. Tem alguma coisa lá. Agora, o que tem, se vai ser liberado ou não, é outros 500, né? A gente sabe inclusive que existe uma lei norte-americana chamada Lei de Liberdade de Informação, que é o FOIA, e através dessa lei foi solicitado no passado alguns documentos sobre o caso Varginha, principalmente no que diz respeito a aeronaves da USAF, da Força Aérea norte-americana, que teriam pousado em Viracopos, em Campinas, e que participou de toda essa questão do caso Varginha.
Só que foi negado assim a informação com pretexto de que seria documentação e informação de segurança nacional. Então a gente não sabe se vai ser liberado alguma coisa ou não. Mas se eles não falam, seria mais fácil o FBI, a CIA falar alguma coisa assim: olha, não tem, não foi nenhum avião para lá. Mas eles não falaram isso, nem afirmaram que foi, nem afirmaram que não foi, e se resumiram ali a dizer que era material de segurança nacional e por isso eles não poderiam naquele momento liberar alguma coisa.
Mas como tá essa onda de liberação, é bem possível que nos próximos lotes nós tenhamos surpresas aí boas.
Edson, queria começar perguntando Como você se interessou por esse assunto? Porque aqui na sua biografia está que você é ufólogo desde 1981. Você viu alguma coisa? Você teve algum contato e falou, cara, eu quero realmente correr atrás disso para provar a existência?
Olha, a minha mãe, ela dizia que quando nós morávamos no Guarujá, eu já tinha observado algo junto com ela num ponto de ônibus. A gente tava esperando ali É só que eu não me lembro dessa, desse fato específico antes de 81. Eu não me lembro. O que é muito forte na minha memória é o caso que ocorreu em 1981 durante um domingo. E aí eu sei que é domingo porque eu, meu irmão mais novo, estávamos assistindo Silvio Santos. Então passava de domingo.
Então por isso que eu sei que é um domingo e já era noite, já estava escuro. A minha mãe, ela falou, vou recolher umas roupas ali no varal. A gente morava no Guarujá, no litoral de São Paulo. E nisso que ela saiu, demorou algum tempo ali, aí ela soltou um grito, deu um grito forte. E eu, meu irmão mais novo, Marcos, a gente saiu para acudir minha mãe, né, que a gente pensou é um bicho, alguma coisa que aconteceu lá. Só que ao sair na porta de casa, a gente morava numa edícula, a gente olha para cima e aí observa um objeto alaranjado grande, muito grande, soltando objetos esferoides vermelhos e pulsantes.
Eles saíam 2 e cada 2 ia para uma determinada região do céu. Eu cheguei a contar 16 desde o momento que eu passei a observar. Pode ser que saíram mais objetos porque é a partir do momento que eu comecei a ver. Eu tenho um pouco de TOC, então conto, sou meio doido. Nessa parte, né? E por isso que eu lembro que eram 16 objetos. E aí esse objeto maior, ele foi então indo em direção a Santos, a cidade de Santos, quando ele, num ângulo não tão inclinado, né, mas uma certa inclinação, não tinha barulho nenhum, nenhum ruído.
E quando ele chegou sobre Santos, ele aumentou ou a intensidade do brilho para 3 vezes ou aumentou o tamanho. Eu acho mais que foi o brilho. E aí nisso que ele aumenta, passam alguns segundos, ele volta ao tamanho normal. E aí ele faz um movimento de anzol contrário, né? Então você pega a pontinha do anzol, ele desce, faz aquela curvinha e sobe na vertical. E aí em velocidade estonteante. E aí ele desaparece rumo ao espaço. Nisso a gente já estava na porta da nossa casa, tinha atravessado todo o terreno, né?
Eu morava numa edícula e tinha vizinhos também apontando. No dia seguinte saiu no jornal, várias pessoas viram. E a gente ficou ali confabulando, meu irmão tava chorando.
Você tinha quantos anos?
Eu tinha 14 anos de idade. E aí eu não sabia o que era aquilo, até então não sabia o que que era um OVNI. É como eu já trabalhava no Banco do Brasil como menor aprendiz, na segunda-feira, né, ou seja, no dia seguinte, eu ao ir para o trabalho me encontrando com o Ledo, que era o Lednil do Azevedo Ledo de Melo, um vigilante da empresa Pires naquela época, eu comentei com ele, falei, ó, ontem à noite vi um negócio assim e tal. Ele, ah, isso que você viu é um OVNI, né?
Um ovo, óbvio que, né, não entendia isso. Ele falou: não, vou fazer o seguinte, tem um grupo em Sumaré, no interior de São Paulo, chamado CPEX. Ele é coordenado pelo Eduardo e Oswaldo Mondini. Hoje não existe mais. E você vai fazer uma cartinha escrevendo isso que você viu, manda para eles, que eles têm um informativo, um boletim. E aí você vai ser contextualizado daquilo que você viu. Porque pela descrição que você tá falando aqui é um OVNI, um objeto voador não identificado, uma nave-mãe e que expeliu objetos menores.
A partir daí, passaram-se 4 anos eu me inteirando a respeito desse assunto. E aí, em 1985, eu resolvi então fundar o GUG, que era o Grupo Ufológico do Guarujá. E a partir de então a gente começou a investigar a casuística no litoral paulista. Foram mais de 500, 600 casos investigados com metodologia científica, envolvendo diversos graus de contato, desde avistamentos simples até explosões de OVNI, objetos que pousaram e deixaram marcas ou alterações no solo e na vegetação, e contatos diretos com tripulantes desses objetos voadores não identificados.
Abduções, casos dentro de instalações militares no litoral paulista. Enfim, o start então para que eu viesse a investigar ufologia e usando metodologia científica aconteceu em 1981 com esse caso, e eu não parei mais, né? Fui, a gente fala que foi picado, né, pela mosquinha da ufologia, entrou no sangue e não sai mais. Já estou aí pesquisando há 46 anos esses casos, né? E assim, não me arrependo nenhum dia da minha vida de ter realmente me empenhado para tentar descobrir algumas dúvidas que eu tinha a respeito desse fenômeno.
Confesso que passados 46 anos eu consegui a resposta de algumas perguntas que que eu tinha no início do meu, dos meus estudos. Mas hoje eu tenho muito mais perguntas, né, e dúvidas a respeito desse assunto do que no passado, né. Mas uma certeza é que existe, isso não se discute mais. O fenômeno, ele é real.
E o que a gente, quando você diz existe, não é o OVNI em si, que é só um objeto não identificado.
Existe vida extraterrestre e É, pode ser que não seja extraterrestre, né? Porque hoje a ufologia ela estuda a origem desse fenômeno, desses seres que tripulam os OVNIs. E existe uma teoria que está mais aceita dentro do meio científico, que é a teoria ultraterrestre. Que que é isso? É seres interdimensionais vindos de outras dimensões. É lógico que a gente não descarta a possibilidade de ter também a teoria extraterrestre, embora o James Webb e outros projetos aí da NASA tal não, pelo menos eles dizem que não acharam ainda.
Eu entendo que já acharam, mas não foi divulgado por uma questão de sigilo combinado entre os governos, né? E hoje, por exemplo, a NASA ela faz parte do governo. É como se fosse uma agência de inteligência. Tanto é que a NASA sempre mentiu, né, dizendo que não tinha nada, que não pesquisava nada. Eu tenho documentos aqui que comprovam o envolvimento sim da NASA. E hoje a gente tem liberado fotos que foram tiradas por astronautas em várias missões: Apolo, Gemini, Skylab, Columbia, por exemplo, que é mais recente, que foi liberado nesse lote.
E áudios de conversações de astronautas para aqueles comunicando Houston, né, em solo, que estão vendo objetos voadores não identificados. Então hoje a gente percebe que há uma abertura maior nessa questão dos OVNIs. Então por isso que a gente não discute mais. O fenômeno é real. Agora se discute a origem extraterrestre, ultraterrestre, então seres É, por exemplo, do futuro, a própria raça humana.
É, quando você fala extraterrestre, seria tipo a gente, só que de outra dimensão, é isso?
Não, pode ser também outras espécies, né, outras raças que estão vindo. Mesmo porque recentemente também foi comunicado, mas que já estão na Terra, é esse o ponto, não é extraterrestre, eles estão aqui já há muito tempo, há muito tempo, e Tanto é que a gente admite a possibilidade, e não só os caras, mas militares.
Como assim interestelar? Não entendi.
Porque os cara não fica em outra dimensão? Nunca entendo interestelar, vão me cancelar.
Mas assim, essa questão das teorias da onde eles vêm pode ser de vários lugares. Agora você falou, eles já estão aqui. A gente admite bases operacionais deles principalmente nas regiões abissais, já que o planeta 3/4 são água, né, oceanos, mares e tal. E já foi visto objeto entrando e saindo no mar. Tanto é que o Almirante Galadê, que foi um dos denunciantes numa audiência pública no Congresso Nacional norte-americano, ele afirmou a existência de OVNIs, que seriam objetos submarinos não identificados.
E disse mais, disse que os Estados Unidos têm tecnologia que detecta esses objetos dentro do mar. Aí deve ser sonar, né, algum daqueles radares de embarcação, de submarino e tal. Além disso, tinha também certas tecnologias que detectavam o som desses objetos dentro dos oceanos. Então eles sabem que a incidência de casos maiores é nas regiões litorâneas, né? Então admite-se que tenha essas bases. Por exemplo, em São Paulo, aqui que a gente tá no estado de São Paulo, a gente tem dois locais que são hotspots, né, zonas quentes de aparições, que é Ilhabela, no litoral norte de São Paulo, e Peruíbe, que é no litoral sul.
Lá já foi visto diversos objetos entrando e saindo de dentro do mar. E Guarujá, que era a cidade que eu morava, também existem inúmeros casos de objetos nessa configuração aí, tanto objetos e seres também, que às vezes saíam, objetos saíam de dentro do mar, ficava em cima do objeto, né, ali passando algum tipo de aparelhagem. Então tem muita coisa enigmática, misteriosa relacionado a esse fenômeno.
Bom, pegando por partes aqui, porque tem muita coisa que eu quero te perguntar, mas você falou que você já teve contato com pessoas que disseram ter tido um contato realmente com esses seres. Vou falar extraterrestres, mas já englobando tudo que a gente tá falando aqui, né, intraterrestre, etc., interdimensionais. E como é que você dá essa pesquisa? Como é que você sabe que esse cara não é um maluco? Ele realmente passou por aquilo.
E uma outra coisa que eu sempre penso também é, por exemplo, quando os espanhóis chegaram aqui nas Américas, lá o Cortês e o Pizarro. E se eles tivessem chegado, ao invés de com cavalos, espadas de aço e arcabuzes, com flores, o resultado seria basicamente o mesmo: 90% é morrer, porque eles não tinham os anticorpos para as doenças que os europeus tinham. Então, quando esse ser se encontra com a gente, como é que a gente não infecta ele, ele morre, ou ele infecta a gente com com bactérias, com vírus que ele tem, a gente não tá preparado para aquilo. As pessoas ficam doentes depois de ter contato, por exemplo?
Então, excelente questionamento seu, né? Dificilmente eu vejo um questionamento assim tão inteligente em podcasts que a gente já participou. No passado, a gente tinha uma incidência de tripulantes geralmente operando alguns equipamentos, roupas que parecem roupas espaciais, tipo escafandro, capacete, né, com antena e tal.
E aí, só para a gente ilustrar, como eles faziam isso antigamente, botavam meio que o ET dentro de um negócio, né? Antigamente já tinha essa demonstração.
Assim, para ilustrar um pouquinho, a primeira abdução que aconteceu no Brasil, ela foi em 1931, em Campinas, com o senhor José Florêncio, né? E ele foi então levado para dentro. E assim, esse aqui é um desenho, não sei se dá para pegar ali, é um desenho que foi feito com base na descrição da criatura. Então tem esse escafandro no passado, isso aqui 1931. Mas além do— deu para pegar aí? Além desse, eu vou colocar aqui, tem outros casos onde a gente coloca como comparativo o caso Tiago Machado, que aconteceu em 69 em Pirassununga, pesquisado inclusive pela FAB, pela Força Aérea Brasileira, a antiga CIOANI, Central de Investigação de Objetos Aéreos Não Identificados.
Então tem o caso de 69, 1931, e tem um caso de 77 envolvendo Serra das Mesas, lá no Maranhão, que foi durante aquele episódio da Operação Prato, né, conhecido como Operação Prato. E todos esses seres tinham esse escafandro, esse tipo de capacete. O que que a gente tem observado na atualidade, de uns tempos para cá? Que eles não têm aparecido mais com essa configuração, com essa roupa que provavelmente protegia eles de alguma contaminação.
E algumas abduções que ocorrem na atualidade com essas pessoas que estão servindo como experiência genética para eles, algumas dessas pessoas relataram que receberam certas substâncias e tiveram que ingerir aquilo. Não só a ingestão, mas às vezes, por exemplo, o caso Antônio Vilas Boas, que aconteceu em São Francisco de Sales em 1957, né, São Francisco de Sales, Minas Gerais, né, no Brasil. Ele disse que foi colocado nu numa certa sala, saía uma espécie de fumaça com um cheiro que deixou ele meio até enjoado.
E aquilo eu entendo hoje, né, avaliando, que poderia ser algum tipo de gás, alguma coisa para também tirar, matar qualquer tipo de toxina. Uma vez que o caso Antônio Vilas Boas, que é um caso que ficou conhecido internacionalmente, foi um dos primeiros casos divulgados de relação sexual com possíveis tripulantes desses objetos voadores não identificados.
Ele foi estuprado?
É, na verdade, ele teve relação porque ele quis, né? Mas as intenções daquela tripulante eram óbvias, né? E o caso Antônio Vilas Boas, ele é um dos casos brasileiros, né, que ficou assim mais conhecido internacionalmente. Tanto é que ele, quando era vivo, ele foi levado aos Estados Unidos por militares. Ele esteve dentro de uma base aérea militar observando um disco voador, um objeto voador não identificado, porque no incidente dele que aconteceu em 57 em Minas Gerais, ele teria observado certas inscrições dentro do disco voador, dentro daquele objeto.
E então ele foi levado nos Estados Unidos para ver se ele reconhecia outros ideogramas, né, outras escritas ali que estavam num outro objeto voador não identificado capturado pelos Estados Unidos. Depois ele foi convidado uma segunda vez, aí ele não aceitou. Nessa época ele já era advogado, tal, né, já tinha se formado. Quando aconteceu o fato com ele, ele era mais novo, né, era jovem, não era casado ainda e era apenas um lavrador, né, estava trabalhando no trator durante a noite.
É porque, como você bem sabe, na parte do agro a gente tem pessoas para fazer assim o plantio. Muitas vezes fazem à noite porque é mais fresquinho, e às vezes até para adiantar ali o plantio e tudo mais. Então ele estava justamente fazendo isso, arando a terra durante a noite, quando ele foi abordado por esse objeto voador não identificado, é que causou um blackout, ou seja, Houve uma interrupção elétrica no trator que ele tava operando.
Ele tentou fugir quando ele viu que vinham seres com escafandro. Naquela época, 57, ainda usava esse tipo de escafandro. E só que ele pulou do trator, tentou correr, areia tava fofa, não conseguiu ir muito longe. Os seres pegaram ele, disse que apesar de ser baixinho e ele tentasse desvencilhar daquele, daquela daquele agarro deles, disse que era muito forte, arrastaram ele para dentro da nave. Só que dentro da nave ele viu que por baixo daqueles, daquelas vestimentas, eram pessoas humanas.
É parecido, com algumas diferenças assim, mas seria bem humanoide. Não, era bem humano, bem humano. Vamos dizer assim, a pessoa que copulou com ele a mulher, né? A gente não pode afirmar que seja uma extraterrestre, né? Mas aparentemente era uma tripulante porque ela tinha uma configuração física parecida com aqueles seres também. Mas a gente não descarta a possibilidade desses seres terem pego, por exemplo, uma outra mulher em outro estado brasileiro ou qualquer outro lugar, e aí colocar os dois para copular, para depois subtrair o óvulo fecundado para fazer alguma experiência, porque isso também já foi detectado em outros casos.
Por exemplo, o caso é de Barney e Betty Hill, que aconteceu em 1961 nos Estados Unidos. Esse caso foi tirado um óvulo provavelmente fecundado da Betty Hill, né?
Então, mas como que a gente sabe que esse cara transou com a mulher dentro da nave?
Porque quando ele voltou, ele teve alguns efeitos fisiológicos, uma doença que não foi detectada pela medicina da época. O que eles chegaram mais próximo é que ele tinha sido contaminado por radiação de algum tipo.
Entendi. Então, e aí ele falou, não, é que eu transei com a mulher dentro da nave.
Isso. Então, mas casos como esse existem inúmeros. É que eu não trouxe aqui, mas Tem um livro escrito por psicólogos de São José do Rio Preto, são dois especialistas, e eles passaram a investigar mais de 10 casos que ocorreram no Brasil de relações sexuais com homens e mulheres, né? E eles criaram então esse livro depois, né, é mais focando essa parte da relação sexual, embora geralmente o caso ele é mais complexo, né? No caso, por exemplo, do José Florencio, você tem a visita que ele fez na nave, o que ele viu.
Então tem outros detalhes também que, no caso do livro desses dois psicólogos, que é a Sônia Maria Trigo e o Álvaro Fernandes, é chamado inclusive, o título do livro é Contatos Sexuais com Ufonautas, né? Ufonauta seria o astronauta do UFO, do objeto voador não identificado. Então lá eles tratam de forma bem cartesiana, bem universitária desses casos que ocorreram no Brasil. Mas assim, não é só no Brasil que acontece isso. Quando a gente fala de ufologia, do fenômeno OVNI, a gente tem que tomar como base que é um fenômeno padrão.
Então é as características que a gente vê nas abduções aqui no Brasil, vai acontecer no Japão, na França, nos Estados Unidos, os pousos que geralmente deixam ali algumas marcas e algumas alterações no solo, na vegetação, também são os mesmos efeitos que a gente vai acabar encontrando em outros países, tá? Isso eu falo com propriedade de causa porque eu já estive em outros países também e eu tenho amostras de pousos de outros locais e geralmente tem a mesma esterilidade do solo, que às vezes dura por 9 anos ou mais.
Às vezes ocorre superadubação, às vezes ocorre— isso é comum também— alteração no pH. Então fica mais alcalino, né, nos locais onde tem esses pousos. Algum efeito ali da nave, né, que talvez o campo do objeto, alguma coisa interfere biologicamente falando, fisicamente. Com esses locais, né? E assim, então antigamente, só voltando lá na pergunta, antigamente se usava muito escafandro, hoje não tá usando mais. Por quê? Porque provavelmente esses seres, ao longo das abduções, sequestros que foram sendo realizados ao longo dos anos, e isso a gente tá falando, é, por exemplo, se for falar estatisticamente, hoje existem assim oficialmente, tá?
Porque extraoficialmente o número é muito maior. Aproximadamente umas 5 bilhões de avistamentos, sendo que aproximadamente 300 mil casos são de contatos diretos com seres, né, abduções, esse tipo de coisa. Mas a gente acredita que o número é bem superior, porque eu tô te falando só de números estatisticamente em registros oficiais.
Então, de força aérea O cara tá maluco.
Agora não, né? Depois que liberaram os documentos lá nos Estados Unidos, pessoal tá mais assim corajoso, divulgando, né, entrando em contato com a gente. Olha, eu vi também, eu queria deixar registrado, mas antigamente eu não falava porque a gente tinha medo de chacota, né, de ser mal compreendido ou de ser taxado de louco, né? Então hoje a gente vive um momento em que é glorioso para ufologia Porque essa questão de associar o fenômeno uma coisa de lunático, ela caiu por terra, né?
Realmente existe. Se gastam bilhões e bilhões de dólares em busca de vida extraterrestre. É militares também empenhados nessas pesquisas. Milhares de documentações ao longo dessas décadas. A gente vai fazer 80 anos da era moderna. Dos discos voadores, né? Em junho do ano que vem já vai fazer 80 anos. Completamos agora no dia 24 de junho de 2026, 79 anos, né, da era moderna. Mas a gente sabe que o fenômeno é bem mais antigo. Por exemplo, se a gente for pensar civilizações antigas, né, primitivas, os ameríndios da América pré-colombiana, por exemplo, maias, incas, astecas, os aborígenes da Austrália, Os índios brasileiros, né, pega os caiapós, pega os índios canibais lá do Mato Grosso, né, os xavantes, você vai ter na história deles ou em pinturas rupestres também, você vai ter evidências de naves, seres portando capacetes com antena no capacete, né.
Então é um negócio impressionante e que, por exemplo, arqueologia clássica ela deveria se debruçar mais Porque o que que ela faz geralmente quando ela encontra uma pintura dessa que ela não consegue explicar, ou uma figura antropomorfa, por exemplo? Que que ela faz? Ela bota na prateleira. Ah, isso aqui não se discute, vamos mais por aqui, porque isso aqui a gente conhece, mas isso aqui eu não sei explicar, então é melhor a gente nem falar disso.
Então fica à margem. Só que a ufologia, os pesquisadores encontraram esses vestígios também e têm investigado e encontrado muita coisa interessante, dando a noção de que o fenômeno é mais antigo do que nós imaginamos, né? E talvez o fato deles serem mais assim sorrateiros, eles não aparecem tanto e não demonstram: a gente tá aqui fazendo experiência genética, Eles não falam abertamente isso. A gente entende que o ser humano, ele está sendo usado como uma espécie de laboratório, né?
A Terra é um laboratório onde os maiores beneficiados nesse processo ufológico, vamos dizer assim, de abdução, seriam eles. Então, por isso que eles não falam, porque talvez se algum dia o ser humano descobrir o verdadeiro objetivo deles com essas experiências genéticas e tudo mais, talvez a gente conseguisse interromper o processo e os maiores prejudicados seriam eles, não a gente, né? Porque hoje, do ponto de vista do ser humano, nós somos os prejudicados.
Porque um abduzido, ele sai com traumas da abdução, geralmente tem algum hematoma, alguma queimadura, alguma marca. No corpo, radiação, doenças estranhas. O doutor, doutor não, esse primeiro abduzido aqui, que é o José Florêncio, esse senhor aqui, ele quando ele foi abduzido, que ele voltou, ele no dia seguinte apareceu um monte de feridas nas costas dele. Como a mãe dele trabalhava de enfermeira no hospital lá em Campinas, ela pegou e levou o filho, né, para ver o que que era aquilo.
Num primeiro momento, quando o filho contou que ele foi levado dentro de um objeto, tava jogando bola com os amiguinhos, aí baixou aquele objeto, ele ficou, os amigos saíram correndo e ele se lascou, foi levado para dentro, passou. Ele tinha mais ou menos, ele tinha 9 anos de idade, 9 anos, 9 anos de idade. Foi a primeira abdução, 1931. E ele, quando ele contou para os pais, porque assim, ele tava jogando bola à tarde Então tava de dia ainda.
Quando ele chegou em casa era noite. O objeto trouxe ele até do lado de casa, ainda jogou uma luz, e ele foi andando até a porta de casa. Quando ele chegou na porta de casa, ele ainda deu uma olhadinha, e o objeto apagou a luz, deu uma rodadinha e foi embora. E aí ele abriu a porta, os pais estavam esperando. Menino, aonde que você tava, né? Aí ele contou a história para os pais. Que que aconteceu? Tomou uma surra, apanhou, porque menino, que história é essa?
De onde que você tava? Conta a verdade. Só que no dia seguinte ele aparece com umas feridas estranhas nas costas. E diante do discurso que ele tinha feito no dia anterior, né, na noite anterior, ele tinha falado que esses seres tinham pegado um negócio gelado que parecia uma toalha e tinham colocado nas costas dele. Prenderam ele com alguma coisa. Tem o caso, ele tá descrito, né, nesse livro meu, Alienígenas no Passado do Brasil, e ele conta outros detalhes.
Mas o que que acontece? Essa doença misteriosa, que inclusive quando ela levou o filho para ser atendido lá no hospital onde ela trabalhava, o Dr. Roldão foi o que atendeu lá em Campinas, e ele falou, a história é mirabolante. Vamos ficar olhando. Vamos fazer o seguinte, traz o menino para trabalhar aqui, ele tira xerox ali, leva coisa, a gente vai observando. Eu, que eu vou dar para ele é pílulas do Dr. Ross, que não sabe o que que é, e vamos dar Biotônico Fontoura, né?
Já aproveita, né? Vamos dar uma calibrada aqui no menino, né? Naquela época, 1931, imagina. E aí foi feito isso. Depois de um tempo ele sarou. Mas também não conseguiram identificar do que que se tratava aquilo. Então era uma prova, uma evidência física, uma doença misteriosa que aconteceu em função dele ter tido essa, esse contato imediato dentro da nave, né, e passar por esses procedimentos clínicos, como muitas pessoas passam hoje.
Só para você ter uma ideia, antigamente a abdução clássica ela acontecia Da seguinte forma, por exemplo, imagina vocês dois estão indo para fazenda, para o sítio que vocês têm no interior. Então você tava lá pela estrada de terra e aí de repente vinha a nave e abduzia vocês, ou com carro e tudo, levava dependendo do tamanho do objeto. Que isso tem casos assim, acontece. E tem casos em que o carro é parado, é bloqueado, as pessoas saem, os seres pegam, leva para dentro da nave.
Faz o que tem que fazer. Essa é a abdução clássica. Agora, hoje, de uns tempos para cá, eles evoluíram no modus operandi. Então, o que que tem ocorrido? A gente mudou até o nome de abdução para visita de dormitório. Dormitório, aí vocês já entenderam. A pessoa tá dentro de casa, meu Deus, independente de ser zona rural ou zona urbana, pode ser casa ou pode ser apartamento. E os seres então param o disco voador ou no quintal, em cima do telhado, ou no prédio, joga um foco de luz pela parede.
Aí a parede ela deixa de ter aquela materialidade, eles entram para dentro do quarto, fazem o que tem que fazer ali, ou levam a pessoa para dentro do disco, da nave, e dentro da nave ela passa por outras experiências ali. Depois ela é devolvida na cama. Então o que que tem O que que tem ocorrido? Abdução, que é a visita de dormitório, atualmente ela acontece durante o período da noite ou madrugada, tá? A gente não tem mais abdução durante o dia, e no passado tinha.
E essas pessoas, vamos supor que seja o casal, só que os seres estão interessados só no homem, por exemplo. A mulher vai ficar ali dormindo, apagada, e vai ser feito tudo com o homem. Depois ele volta E essa pessoa, ela lembra de alguma coisa? Inclusive, o dia D, ele traz uma coisa interessante que eu vou falar agora. O novo filme do Spielberg, né? Mas deixa eu só explicar o que pode acontecer. A pessoa, quando ela vê aquele ser, às vezes ela não vai ver o ser grey, que é feio, né?
Aquele cinzento de olho preto. Esse tipo de ser, ele corresponde a 80% dos casos mundiais. E geralmente é o ser que faz abdução, tal. O implante, né, que é colocação de microssistema nas pessoas, geralmente é o insetoide que faz, tá? Segundo o depoimento das pessoas que passaram por esse tipo de procedimento. Mas esse grey, então, dependendo da pessoa, uma criança, por exemplo, que observa aquele bicho, aquela coisa feia, ela vai se atemorizar.
Então o que que eles fazem? Eles controlam a mente, eles controlam a mente da pessoa ou da criança. E a criança vai ver ali um bichinho de estimação, um personagem da Disney que ela gosta. Ela vai ver, de repente, ser uma pessoa que não é uma criança, um adolescente, por exemplo, que eles também se interessam bastante por adolescente. Ela vai ver, por exemplo, a vózinha dela que já faleceu. Então ela, quando ela acordar, ela vai pensar: eu tive um sonho com a minha avó hoje.
Só que ela foi abduzida.
Entendeu? Porque geralmente eles manipulam a mente das pessoas nessas visitas de dormitório, mas ela nem vai saber que foi abduzida. Então, nesse caso, quando tem abduções contínuas, porque isso acontece, às vezes acontece de pegar uma única vez e depois nunca mais, mas tem algumas linhagens ou de DNA, sei lá, de algumas pessoas que vai passando por várias abduções. Dezenas, né? A gente tem casos de dezenas. E vou além, tem pessoas que são abduzidas, depois passa para o filho, depois passa para o neto, vai tendo um acompanhamento da sequência, como se tivesse estudando realmente o que tá acontecendo, os efeitos.
Exatamente. E aí essas pessoas que têm várias, vários contatos, em algum momento pode acontecer alguma coisa que ela vai lembrar de um flash. Que geralmente é bloqueado. Que flash, por exemplo? Ah, aparece uma marca no corpo. Mas eu não tenho uma coisa cortante aqui para fazer isso aqui na cama. Que nem comigo, por exemplo, já apareceu sangue no colchão, que a gente ficou intrigado. E recentemente a gente teve até um cara da criminalística analisando como, qual a posição que eu deveria estar na cama, e a Ele, como mexe com esse negócio de análise, investigação criminalística, né, ele falou assim, ó, você deveria estar em pé.
Eu falei, bom, mas eu não fico em pé em cima da cama para a marca de sangue que tava no meu calcanhar ficar no colchão, né. Que a princípio eu pensei que eu tivesse de cócoras, né, mas também eu não durmo de cócoras, eu durmo deitado como uma pessoa normal, né. Então ele falou, pode ser quando eles te deixaram Você desceu em pé, porque a marca, né, que a gente fotografou, tem tudo isso, deveria ter sido o decalque assim, ó, em pé, e não deitado ou sentado de alguma forma.
Mas voltando lá, então, pessoas veem luzes às vezes quando o objeto já tá indo embora ou chegando. E tem um detalhe nas abduções que é a que a gente chama atualmente de presença, né, ou que eles veem um vulto, uma espécie de vulto no pé da cama. E o pessoal chama, né, na medicina de paralisia do sono. Existe a paralisia do sono que é um distúrbio fisiológico, vamos dizer assim, é uma doença. E tem a paralisia de sono é assim associada a essas abduções, que é o quê?
A pessoa não consegue se mexer, só mexe o olhinho e geralmente vê vultos na beira da cama, que são seres ali que às vezes estão fazendo os procedimentos. Como que a gente descobre então que a pessoa teve uma abdução real, né? É pegando esses detalhezinhos, se ela já viu alguma coisa, escutou às vezes algum barulho estranho, viu essas luzes. E aí a gente submete essa pessoa, caso ela queira, a uma hipnose regressiva. É como que é feita essa hipnose?
Geralmente não é igual a hipnose clássica que se fazia. A gente volta a pessoa no dia que aconteceu e ela passa então a descrever tudo que aconteceu naquele dia. Então são tirados alguns bloqueios, ela volta e vai relatando, e aí aparecem nessa, nessa regressão hipnótica, a experiência que ela teve, o contato que de fato ela teve. É lógico que se ela tiver câmeras, alguma coisa na propriedade tal, é possível que tenha ficado algum registro.
Então a gente busca tudo isso, casas próximas, né, para poder corroborar a história que ela tá contando. Porque assim, Existem casos verídicos que aconteceram com as pessoas, existem casos criados, né, como dá a entender até o caso do Mike aí, né, que aconteceu um tempo atrás, que pode ser, não tô falando que é, mas pode ter sido uma invenção para ganhar visualização, para se projetar, aproveitando o momento em que nós estávamos realmente falando de ufologia, ia ter o lançamento do filme do Spielberg, O Dia D, né, que tem mais realidade do que ficção.
Então existem casos e casos, por isso que tem que ser bem investigado. É só um para a gente passar até para outro assunto, né, que eu sei que você tem bastante pergunta aí.
Eu queria fazer uma pergunta sobre isso, inclusive sobre esse processo de abdução, aproveitar o gancho, porque você falou, olha, eles pegam a pessoa e devolvem, né. Mas essas são as pessoas que foram devolvidas. Será que eles não pegam muita gente, não devolvem, a gente não tem evidência? Porque eu me lembro sempre de uma história que o Nassim Taleb conta no livro dele, de um romano chamado Diágoras, que era ateu em um tempo de vários deuses.
Na verdade, era um grego chamado Diágoras, ateu no tempo de vários deuses. E aí queriam convencer ele a adorar os deuses e falou: vem aqui, Diágoras, olha só, nesse templo aqui, a história, tinha um monte de gente rezando, o pessoal pegou um navio, O navio afundou e algumas pessoas foram salvas. Eles falaram: eles foram salvos porque rezaram. E o Diágoras falou: tá, mas cadê as pessoas que rezaram e se afogaram do mesmo jeito?
Homens mortos não contam histórias, né? Então será que não tem muito mais abdução, mas o pessoal não volta? Eles ficam por algum motivo? Porque se a gente pensa que eles fazem estudos com a gente igual nós fazemos com animais, alguns animais são mantidos vivos e você vê, dependendo do estudo, né, na linhagem deles os efeitos. E outros são mortos. A mesma coisa não acontece, será, com a gente?
Olha, é assim, percentualmente a gente tem um índice pequeno de pessoas que foram abduzidas e não foram devolvidas. Assim, eu acho que é pequeno porque esses casos que eu vou te falar, por exemplo, aconteceu no Peru, por exemplo, uma campesina, ela tinha ido na zona rural junto com outras pessoas, trabalharam o dia inteiro À tarde elas estavam voltando para a cidade, para suas casas, né? Então o grupo todo ali. E aí apareceu um disco voador, jogou uma luz meio lilás em cima dela.
Ela tava com um filho de colo e eles foram levados, né? Flutuaram por dentro daquele cone de luz para dentro do disco voador e não, nunca mais apareceram. E tinha muitas testemunhas, muitas testemunhas que inclusive chegando na cidade comunicaram para polícia, né, foi feito BO, tudo direito para tentar ver onde que foi parar essa mulher. E até hoje não acharam mais essa pessoa. Tem casos assim, mas são numa quantidade bem ínfima, bem pequena.
Geralmente o que ocorre é que alguém viu, né, deve ter uma galera que alguém viu.
Agora a gente tem uma estatística de sumiço de pessoas incrível, né, que não dá para a gente atribuir tudo isso a pessoas que são crime, né, que são mortas aí por causa de droga, né, ou pessoas que somem mesmo, que não cansou da vida ali que ela levava, vai para outro estado, vai para outro país, né. Então eu acredito que tem uma quantidade aí que realmente pode ser que seja levada mesmo por esses objetos, embora a gente não tenha ali a prova como esse caso que eu falei para vocês.
Na maioria dos casos de abdução que a gente sabe, geralmente a pessoa ela é pega num local e é deixada ou no mesmo local depois de passar por exames ali, implante e tal, ou é deixada próxima. Mas existe alguns casos em que ela foi deixada longe, ou em outro estado ou em outro país. E às vezes até com carro e tudo. Tem um caso de um casal no Rio Grande do Sul que eles casaram, saíram em lua de mel no Rio Grande do Sul, e aí de repente entraram numa espécie, parecia um nevoeiro, um negócio, umas luzes, negócio meio estranho.
E depois que eles saíram do nevoeiro, eles estavam numa estrada meio estranha, né, de terra. E aí resolveram parar, tinha um bar lá, pararam para ver onde que nós estamos, né? Porque ele tava indo para um destino lá no Rio Grande do Sul. E aí eles estavam no México. A história bombou, né? Porque como que vocês estão aqui no México sem passaporte, sem documentação, com Fusca? Que eles estavam com Fusquinha naquela época, década de 60, isso.
E aí os Estados Unidos ficou sabendo disso, foi lá, comprou o Fusca deles. Entrevistou o casal, né, para saber o que tinha acontecido. Eles contaram: não lembramos. Inclusive, o objeto em cima parece que tinha uma marca de alguma coisa, uma deterioração que aconteceu no teto do Fusca. E eles compraram por $10.000 naquela época, prepararam toda a documentação e devolveram os dois brasileiros, né, o casal, para o Rio Grande do Sul.
Né, para continuar depois a lua de mel lá dele. E foi isso, entendeu? Ele não sabe. Tem um caso clássico também brasileiro, que é o caso Nilson Pátero, que aconteceu em Catanduva, no interior de São Paulo, em que ele foi pego duas vezes, né? E numa das vezes ele foi deixado em Colatina, no Espírito Santo, mas sem carro, tá? Ele simplesmente sumiu daqui, o carro ficou os documentos, tudo. A polícia achou o carro dele, tudo. Só que depois ele ligou, ele tava em Colatina.
Aí o irmão dele teve que ir lá, família, buscar ele, tudo. Ele em estado de choque ainda. O caso dele é super famoso, tem até livro escrito, né, caso brasileiro. E tem casos no estrangeiro também dessas abduções aí, que às vezes são deixados muito longe do local lá. Não sei se eles erraram, o GPS, né, deu falha da nave, né, mas alguma coisa aconteceu para ser deixado muito longe ou em outro país.
E aí, Edson, aproveitando essas, sabe, não é vazamentos, né, porque o governo está deliberadamente entregando os documentos. Então essa liberação de documentos que o governo americano tá fazendo, o que que você viu ali de interessante, né? Porque eu não olhei diretamente isso, mas eu vi alguns posts em redes sociais mostrando veículos aéreos não identificados, estranhos assim. Mas eu falei, cara, será que tem mais coisa ali? Por isso que eu quis fazer esse episódio. O que que você viu de interessante lá?
Olha, além dos vídeos, né, que saíram agora, eu vou falar do quarto lote, né, porque assim, ele parece que vem vindo num crescente. Então a cada lote eles avançam um pouquinho, mostra uma coisa, porque eu acho que eles estão testando, né, o governo norte-americano, ele tá testando também a aceitação do público. E assim, quando ele liberou o primeiro lote, aconteceu algo Extraordinário! Em 2 dias, 1 bilhão de acesso. Então eles viram que realmente o pessoal quer saber a respeito disso.
Mas no quarto lote, então, o que que a gente teve de interessante? Teve 3 fotos da missão STS-80. Isso aqui eu vou até colocar ali, uma das fotos, né, que saiu lá no site do Departamento de Guerra, e são fotos do Columbia. Né, que teria a Missão Columbia. Ela aconteceu de novembro a dezembro de 1996, no mesmo ano aí do caso Varginha, né, 96. E aí eles divulgaram, a NASA, né, que não divulgava muita coisa a respeito do assunto ou falava que não existia tal.
Agora ela tá divulgando, como tem também lá alguns áudios, né, de astronautas falando de objetos que foram avistados também. Mas teve os vídeos bizarros, né, que eles mostraram. Então tem o da estrela lá no Mar Amarelo, na China, mais recente, 2025. E tem esse outro aqui que é um negócio muito esquisito, né, uma filmagem também. Aí eu já vi até na internet, aí o pessoal deu uma limpada na imagem para ficar melhor. E assim, o pessoal falou, pô, mas essas imagens aí mostram alguma coisa?
É, não tem nada de 4K. Aí é lendo engana, né? No lote 3 saiu o vídeo de 4K. É que a maioria dos vídeos que estão sendo liberados são vídeos feitos em aviões militares por pilotos ou embarcações, e geralmente é utilizado o quê? Equipamento infravermelho e termal, que não tem uma qualidade 4K, né, mas mostra alguma coisa. Se isso foi escondido do público e não teve um veredicto do que seria, não teve uma explicação lógica convencional, tipo, ah, um balão, é isso, é aquilo, é porque por enquanto ainda está configurado como UAP, como fenômeno anômalo não identificado.
É dentro das documentações que foram liberadas, vamos falar de duas. Teve esse relatório, isso aqui é um relatório de várias páginas que foi divulgado. Eu até imprimi ele para dar uma lida, né? E o que que fala aqui? Isso aqui é extraordinário, é de 1949, uma reunião que aconteceu em Los Alamos, que é aquela base onde eles mexiam com a bomba bomba de hidrogênio, energia atômica, né, que tinha o Oppenheimer, né. Só que o Oppenheimer nessa época ele não tava tão ativo, tava o substituto dele, que era, tinha o Teller e outros, né, que estavam ali também na reunião.
Agora essa reunião, o que que ela fala? Ela fala do aparecimento de bolas verdes, né, umas bolas de fogo verde que apareceram dentro dessa instalação nuclear, né, que mexia com esse tipo de coisa. E por que que eles reuniram essa galera da parte nuclear, militar, astrônomo também, especialista em meteoritos, né? Teve um especialista que ele falou assim: olha, se for um meteorito, é um meteorito com características totalmente anômalas que nunca foi detectado até então, né?
Então cada um tentava dar uma explicação para o fenômeno, essas bolas verdes que apareceram lá, mas no fim das contas a conclusão deles, eles é praticamente inconclusiva. Por isso que o documento estava como confidencial, né, classificado, e estava nos arquivos. Agora eles liberaram. Agora É interessante que muitos cientistas que antes evitavam de falar no assunto ou que descredibilizavam foram chamados para emitir as suas opiniões sobre o fenômeno ufológico.
Então tem esse relatório e tem esse outro aqui que é da— também fala de um caso que aconteceu no dia 1º de setembro de 2015, numa instalação nuclear também. Essa aqui foi, deixa eu ver, na Pentex, né, que é uma empresa que fazia a montagem e a desmontagem de armas nucleares, né. E esse objeto é um objeto pequeno, né. O relatório foi datado de 2 de setembro de 2015, quer dizer, não é tão antigo assim. E ele fala de um objeto pequeno, de 1,20m mais ou menos de altura por uns 60cm de diâmetro.
Ele tinha um formato de um diamante, pelo que a gente leu aqui, e foi fotografado também. Tem umas fotografias bobinhas aqui, mas é um relatório em que demonstra que esses objetos voadores não identificados tem um interesse vez ou outra por instalações nucleares. Eu tive o privilégio de estar com um militar norte-americano num evento na Argentina alguns anos atrás. É o militar Robert Salas, e ele trabalhou em instalações nucleares norte-americanas.
Ele tá na reserva atualmente, gosta muito do assunto ufológico e tal, e ele me confidenciou, me contou que em Malmstrom e em algumas outras bases norte-americanas houve o aparecimento desses OVNIs, que eram filmados inclusive. E teve uma certa ocasião, essa que é interessante, que esse objeto voador não identificado colocou a base nuclear em alerta, porque 10 ogivas nucleares foram desativadas por aquele objeto voador não identificado.
E aí eles já estavam pensando, será que é coisa russa, né? Estão invadindo aqui a base americana. E na verdade não tinha nada a ver com tecnologia dos seus inimigos aí, né, nem da Rússia nem da China. Era de fato OVNIs que estavam ali nessas instalações nucleares. Muito se fala que essas questões nucleares chamam atenção dos OVNIs. Se a gente pegar na década de 80, 90, ali se falava muito de mensagens que os abduzidos recebiam para parar com as experiências nucleares, parar com as bombas atômicas, essas coisas todas, né?
E de um tempo para cá parou, porque muitas bases dessa natureza foram desativadas. Só que em 2024, nós não sabemos por que cargas d'água, por que que aconteceu isso, mas algumas bases começaram a ser reativadas. Principalmente norte-americanas. Deve ter o motivo deles lá, mas oficialmente, publicamente, isso não foi divulgado. E aí começaram a aparecer objetos também, principalmente nessas bases nucleares. Então pode ser que esses seres sejam afetados— aí é uma conjectura que eu tô fazendo aqui— sejam afetados por alguma coisa atômica.
E agora, a bomba, a bomba atômica, não. Talvez é a bomba que a gente tem aqui, a mais poderosa, é bomba de hidrogênio, não é isso? De hidrogênio, que é mais poderosa. Então, quando eles trocaram atômica para de hidrogênio, aí parou essas investidas de OVNIs, principalmente instalações Então eles não estavam preocupados com a gente se matar. Então eu acho que se soltar uma bomba, não sei lá, pensa só, se esses seres estão aqui em bases operacionais no próprio planeta Terra, ou estejam em outra dimensão, sei lá, de alguma forma, se você estoura uma bomba atômica, aquela energia, além de afetar o ser humano, pode ser que afete eles também.
Então por isso que havia talvez, né, essas mensagens mais focadas para esse tipo de coisa. Ou não, né? De repente pode ser uma invenção também das pessoas ali devido à época que tava acontecendo isso aí, botar a culpa nos ETs, né? A gente não sabe, né? Mas é uma coisa interessante porque agora que eles reativaram novamente, voltou a aparecer OVNI em instalações nucleares.
E uma pergunta sobre essas revelações do governo, porque eu vi declarações de congressistas americanos falando sobre os documentos, e recentemente aqui também começou a aparecer vídeos do Aldo Rebelo, que é congressista no Brasil. Ele chegou a ser ministro da Defesa durante um certo tempo, e ele falando do caso Varginha. Então, inclusive, como é que você acha?
Como foi o caso Varginha?
Para quem não conhece, é um ponto bem interessante, as implicações do caso, porque os americanos estão pedindo informações agora sobre Novalgina. E tem a lenda também de que, ó, mandaram para os Estados Unidos uma das criaturas.
Eu queria saber, é assim, a informação que a gente tem que foram 6 criaturas, foram 6 criaturas nos Estados Unidos, 6 enviadas para lá vivas e mortas. Na época, né, quando as meninas viram, viram uma no terreno baldio, mas teve várias capturas, vários avistamentos que hoje a gente consegue comprovar 5. Né, dessas criaturas. Uma que foi capturada pelo Corpo de Bombeiros de manhã, duas criaturas foram capturadas pela Escola de Sargento das Armas em Três Corações à tarde.
A criatura que a menina, as meninas viram ali no terreno baldio, que quando a mãe delas chegou no terreno baldio, a Dona Luísa, junto da Kátia, né, que era a menina mais velha, naquela época. É, quando chegaram lá tinha outros vizinhos ali e falou, ah, você veio ver a criatura? Os bombeiros já levaram. Então a quarta foi o bombeiro que levou também. E à noite a gente sabe de um episódio envolvendo Marco Elixerezi, que era um policial militar, e mais o seu motorista ali, que era o Cabo Lopes, Eric Lopes.
E eles atropelaram uma dessas criaturas em umas ruas acima ali da onde as meninas viram. Mais acima. E aí levaram essa criatura para o hospital regional, inicialmente para o pronto-socorro. O médico de plantão não quis atender, aí falou para eles entrarem por trás do hospital regional, que lá atrás já tinha chegado outra criatura que tava isolada a área e tal. Aí levaram para lá e tal. Então assim, 5 criaturas pelo menos que a gente sabe.
Eu tenho informações de outros militares que uma criatura foi morta dentro da ESA e tem uma criatura que foi necropsiada no HGE, que é o Hospital Geral do Exército, em Juiz de Fora, em Minas, por um tenente médico bem famoso. E assim, a gente conseguiu inclusive a confirmação disso com um sargento lá do HGE, além de outras informações que a gente teve ali. Tinha um ministro da República envolvido, tem generais que ficaram sabendo do negócio também.
E tem o caso lá das 3 criaturas que foram levadas para Unicamp, que fica em Campinas, e que o Badam Palhares teria recepcionado 2 criaturas vivas e uma morta, né? Fez a necrópsia ali, né, o trabalho de exumação no corpo de uma das criaturas. E as 2 vivas foi feito alguns testes ali, algumas coisas Que até o pessoal lá da Unicamp, quando a gente entrevistou tudo, acharam estranho. Falou assim, ué, o Badam Palhares agora tá lidando com coisa viva, né?
Porque tá levando iogurte, tá levando alface, maçã e algumas coisas assim estranhas, né? E como ele mexe só com coisa morta, o que que estaria comendo, né?
Você viu que teve um médico que recentemente falou sobre esse episódio de Varginha, né?
Isso, Doutor Ítalo. O Dr. Ítalo Venturelli, sim, ele fala que ele foi chamado e viu uma dessas criaturas pessoalmente. Ele viu em vídeo e viu pessoalmente através de um outro médico neurocirurgião mais novo que ele, chamado Marcos Vinícius, né? Esse Marcos Vinícius tem, teria, né, o filme. A família disse que não tem, a gente não sabe se foi confiscado, o que que aconteceu. Mas o Dr. Ítalo Venturelli, que é esse que veio publicamente falar sobre isso.
Ele ficou sabendo do caso e viu a criatura por conta do Dr. Marcos Vinícius, que fez o procedimento ali teoricamente na cabeça da criatura, né? Não sabe o que que teria acontecido, né? E como o Dr. Ítalo era mais velho, é bem comum a prática dentro do meio médico, né, cirurgiões ali conhecidos, de chamar: vem ver o que eu fiz, tá certo, não tá certo. Embora ele não foi chamado para ver se estava certo ou não. Falou: vem ver o que eu fiz.
Porque era um procedimento único, né? Você não fica atendendo uma criatura estranha que pode ser até um extraterrestre ou um ultraterrestre toda hora, né? Foi naquele caso de Varginha que aconteceu isso. Hoje a gente tem envolvido no caso 150 testemunhas que participaram direta e indiretamente do caso. Isso testemunhos civis, militares, né? Alguns, por exemplo, no meu livro eu cito uns 70 testemunhos de pessoas, né? Cito 70 pessoas.
Muitas pediram anonimato também. E então assim, não tem como você falar que isso aqui não aconteceu, porque aconteceu. E assim, o Badam Palhares, ele deu um depoimento agora recente que nunca antes, na época de Varginha, na década de 90 e 96, Ele falou, porque naquela época o que que acontecia com o Badam? Ele fugia da imprensa que nem o Diabo da Cruz, né? Fugia dos ufólogos também, não dava depoimento. Então hoje que ele está aposentado, ele foi chamado por uma emissora de TV e ele falou, deu o seguinte discurso que eu achei extremamente interessante e suspeito.
Ele falou assim, ó, naquela época, em 96, eu recebi uma ligação do Exército Brasileiro pedindo para que eu continuasse na operação, ou seja, continuasse trabalhando, porque eu receberia um material de Varginha para fazer uma exumação completa. E aí ele completa: só que eu não recebi esse material. Aí ele fala: eu não recebi. Só que a gente sabe que ele recebeu sim. E em fevereiro deste ano de 2026, eu tive a oportunidade de conversar com um funcionário que presta serviço de manutenção de câmara fria e ar-condicionado, seu Cláudio.
E eu tive na casa dele e tal, conversei com ele, e ele confidenciou o seguinte: que ele foi chamado pelo chefe da manutenção da Unicamp para arrumar um equipamento lá da câmara fria, porque ela não tava gelando direito. Quando ele chegou nesse local, ele, esse seu Cláudio, ele ficou meio assustado porque tinha dois militares à paisana e tinha um militar americano com aquelas roupas meia caqui e tinha uma plaquinha USAF, que é Força Aérea Norte-Americana.
Não tinha o nome do cara, ele disse que isso ele não viu, mas o Zaf ali tava, porque geralmente aqueles patch, né, que você puxa de velcro, né. Então eu, o nome não estava ali explícito. E dentro da sala estava o Badam Palhares, estava o Doutor Medina, que é um oncologista, estava biólogo, uma bióloga lá que ele conhecia, mas não lembrava mais o nome. E enfermeiro ali, tinha umas pessoas. E esses militares chegaram, pediram para ver a valise dele, né, uma malinha que ele trazia as ferramentas de conserto.
Aí olhou ali e tal, tirou tudo para fora, colocou. E aí o técnico da manutenção falou assim, ó, é aquele equipamento ali, não tá gelando. E aí ele percebeu que tinha um biombo e uma maca. E nessa maca tinha uma criatura estranha que tava coberta com um lençol azul, mas dá para ver o rosto, um rosto meio estranho, formato tipo de gota, né, grande assim. Os olhos, ele não viu cor, né. No caso de Varginha era vermelho, mas disse que tinha uma espécie de uma pálpebra, alguma coisa assim, que tava meio fechada ali.
Então, mas via que o olho era grande, o olho era grande. Um narizinho pequenininho, orelhinha pequena, e a mão ele achou estranho que tinha 3 dedos e umas unhas arredondadas, né? Isso que ele viu. Só que para ele subir lá no equipamento ele precisaria de uma escada. Então ele falou para o cara, ó, é para fazer só o orçamento? Aí o Badam Palhares pegou e deu no meio dele, falou, é para consertar, a gente não tá preocupado no custo, é para dar um jeito, resolve.
Agora aí tá bom. Pegou lá a escada, aí ele subiu. E nisso, para subir, tinha que afastar o biombo e aquela maca de metal. Aí o lençolzinho caiu assim, descobriu o pé. Ele viu que o pé também era um negócio diferente. Tinha uma bandeja também que ele cita, com um negócio líquido, aparentemente líquido escuro, que ele acha que era o sangue. Tinha um negócio de metal também, um pedaço de metal e um cheiro. Ele falou um cheiro insuportável, de que ele não sabe o que que é aquilo que ardia o nariz.
Pois bem, ele subiu de cima enquanto ele consertava o negócio, dava para ele ter uma visão até privilegiada daquele negócio. Aí eu perguntei para ele qual que era o tamanho da criatura, ele falou a maca ela tem 1,70m, mais ou menos isso, 1,60m, 1,70m. Porque pegava toda a maca. Pois bem, terminado ali o serviço, aí conseguiu resolver, botou para gelar, ele desceu. Aí os militares lá vieram de novo, falou: você não viu nada, sabe de nada, não é para comentar isso, entendeu?
Como ele trabalhava em áreas sensíveis da Unicamp e outras coisas, tá acostumado com isso, ver morto lá, geladeira, não sei o quê, tudo bem. E ele guardou isso durante bastante tempo, chegou a comentar às vezes numa roda de amigo, o pessoal fecha a cota dele, né, não acreditou. Só que hoje, juntando todas essas peças do quebra-cabeça, a gente percebe que de fato pelo menos 3 criaturas dessas foi levada para Unicamp. Um outro detalhe interessante, eu participando de um podcast, depois que terminou o podcast, eu e minha esposa, a gente resolveu ir no shopping tomar um café, né?
Tinha um shopping ali próximo do podcast. E enquanto a gente tava tomando café, eu fui abordado por um casal, né? O pai, a mãe, o filho. E o pai falou assim, olha, o Edson me reconheceu, falou, eu tenho uma coisa de Varginha, sobre o caso Varginha, para te contar. Aí eu falei, é mesmo? Tá, senta aí e tal, toma um café, né? Me conta. Aí sentou ali um pouco, a esposa ficou com o filho ali. Aí ele falou, olha, naquela época, em 96, 96, 97, a gente, eu era namorado da sobrinha do Badam Palhares, e a gente se reunia no final de ano assim para às vezes Natal, Ano Novo, né?
Aí ficava todo mundo em família ali. E aí teve uma dessas situações logo depois que veio toda aquela história de ET de Varginha. E aí a família pressionou o Badam, só que o Badam não era dado ao vinho naquela época, mas já tinha tomado uma tacinha, pouquinha coisa, que ele não bebia. Hoje ele bebe todas, mas naquela época, quando ele trabalhava, não. E aí a família perguntou: olha, você recebeu? Porque o pessoal tá falando aí que você recebeu o ZT lá de Varginha, não sei o quê e tal.
Aí, como insistiram muito, ele falou assim: eu vou falar uma única vez, depois vocês nunca mais me perguntem sobre isso, porque eu não posso falar sobre esse assunto. E aí ele comentou ali no meio da família, no seio da família, que ele recebeu 3 criaturas, 2 vivas, uma morta. Uma tava machucada das vivas e elas foram alocadas em 3 áreas diferentes: uma no HC, que é o Hospital das Clínicas, no subterrâneo, que foi aquele que eles fizeram a necrópsia da criatura; uma no IFIC, que tava viva e perfeita; e uma na patologia avançada, que é uma outra área também guardada de câmeras e tal, que ficou então uma criatura machucada e que estava dentro de um terrário, né?
E aí depois tem outras testemunhas que viram essa criatura lá e tal. Então a gente sabe hoje, através de várias testemunhas aí, que o fato aconteceu, né? E essas criaturas, né, que a gente tá falando, você falou de uma que talvez tenha ido para os Estados Unidos, na verdade foram 6. Eu tive a oportunidade também de conversar com a esposa de um funcionário da Área 51. Ela é da área da aviação, e aí ela tem parentes no Brasil, tudo.
Ela tava em visita a um pessoal no interior de São Paulo, e aí um amigo nosso lá em comum falou, ah, tem fulana aqui, o marido dela disse que as criaturas chegaram lá na Área 51.
Eu falei, é mesmo?
Tá certo que ela não dá entrevista? Eu já empolgado, né, para pegar um furo desse é muito bom, né? E aí ela topou à tarde tomar um café com a gente na casa desse meu amigo lá. E aí nós nos conhecemos ali, ela falou assim, olha, eu te conto o que eu sei, né, mas eu não quero gravar não, porque senão eu vou ter complicações nos Estados Unidos, né? Eu posso ser deportada de lá. E assim, o meu marido também, que é americano, ele não pode falar.
Mas eu te conto, falou, chegou assim um material, né, biológico, e pedaço de nave, essas coisas chegaram lá na Área 51, em Nevada. E o meu marido tava trabalhando na época, né, nesse laboratório, né, na Área 51. Hoje eu não sei se você sabe, mas tem Área 52, a 53, né, tudo interligada embaixo do deserto ali de Nevada, né. E mas naquela época era só Área 51. E assim, e teve uma situação em que houve uma certa, eu cito até isso aqui no livro, de uma carta do Bill Clinton em que ele solicitava ao Congresso que ele queria saber o que chegou na Área 51 ali, né, em Groom Lake, né, nessa região.
E essa carta do Bill Clinton, ela é uma carta oficial, tal, tem o link dela todo. Eu coloquei até aqui no livro, aqui, ó, Bill Clinton, nessa carta aqui. E essa carta, ela foi discutida num site norte-americano. Já ouviu falar no Reddit? Sim, então, e ali o pessoal tava falando que achava, né, que talvez essa carta tivesse alguma coisa a ver com o caso Varginha, já que foi logo no finalzinho ali do mês de janeiro de 96 quando houve essa petição do Bill Clinton querendo saber o que que chegou em Groom Lake, né.
Então as pessoas ali achavam que poderia ter uma vinculação ao caso Varginha. Tanto é que eu publiquei aqui, eu recebi essa carta de um outro inscrito do nosso canal e eu publico toda a história explicando essas coisas, né, sobre essa carta. Se ela tá relacionada ao caso Varginha ou não, nós não sabemos. O que a gente sabe é que agora na atualidade o Eric Burleson pediu informações para o FBI e CIA do que que eles sabem sobre o caso Varginha, porque ele já ficou sabendo que tem documentos lá.
E o Aldo Rebelo, ele só veio a confirmar esse tipo de informação. E não só o Aldo Rebelo falou que o caso Varginha é real, a Operação Prato, né, que aconteceu, que tem documentos, tem vídeos lá nos Estados Unidos, mas eu conheci em julho, junho, julho de 2009, teve um evento em Curitiba E lá estava presente o Coronel Antônio Celente Videira, da Força Aérea, e estava o Brigadeiro J. Carlos, José Carlos Pereira, é conhecidíssimo, foi do Condabra, é um brigadeiro da Força Aérea.
E o Videira, ele me colocou em contato com o Brigadeiro J. Carlos, e o Brigadeiro J. Carlos foi o que ajudou na liberação dos documentos que hoje estão no Arquivo Nacional sobre OVNIs, né, que tem lá liberado. A gente tá querendo liberar mais, né, que a gente sabe que tem mais coisa que não foi liberado. Mas esse brigadeiro, então, eu conversei com ele, ele explicou como é que foi essa liberação, dizendo que apenas documentos rasos foram liberados.
Ou seja, o caso Varginha, lógico, não foi porque é ultrassecreto. Então secreto e ultrassecreto nunca foi liberado. No Arquivo Nacional, e tem outras coisas lá. E aí, quando a conversa já tinha esfriado dessa questão dos documentos que naquela época começaram a ser liberados, eu perguntei para o Brigadeiro Jota Carlos se o caso Varginha era real, o que ele podia falar sobre o caso Varginha. Ele foi muito reticente, muito tava muito bloqueado ali a questão, ele não queria falar, falando: não posso falar sobre isso.
E por que que eu abordei ele? Porque eu fiquei sabendo que na época de 96 quem fez toda a logística para os americanos, no caso Varginha, foi a Aeronáutica Brasileira, que era o CONDABRA, Comando de Defesa Aeroespacial Brasileira, que o Brigadeiro Jota Carlos foi comandante. E aí eu insisti, insisti, insisti até que ele falou, eu Falei para ele assim, não, não precisa me dar detalhe então, só me fala o seguinte, aconteceu ou não aconteceu?
É verdade ou não é verdade? Aí ele fez assim, é verdade, aconteceu. E não falou mais nada. Depois conversamos sobre outras coisas e tal. Então assim, são altas patentes que confirmaram que de fato, né, o Aldo Rebelo foi do Departamento de Defesa, né, do ministro. Foi ministro. Então ele sabe, eles tiveram acesso, assim como o presidente da República, ele tem um acesso limitado a esse tipo de informação, mas tem, ele é contextualizado.
Toda vez que ele assume a presidência vai ter uma reunião ali em que ele é contextualizado da existência de algumas coisas. Tanto é que a Dilma, não lembro se vocês recordam, Ela falou que ela foi em Varginha e que ela acreditava no caso Varginha. Por quê? Porque ela foi contextualizada, né? O Fernando Henrique sabia. Ó, tem uma história do Fernando Henrique, acho que isso eu nunca contei em podcast, não lembro assim. O Fernando Henrique, ele esteve dentro de uma instalação militar nuclear brasileira.
Que fica em Iperó, é o Aramar. Aramar é uma instalação que processa lá o Hélio Kek, o submarino atômico brasileiro, né? E é uma instituição da Marinha, e que na época de Varginha uma das criaturas vivas foi para lá. E o Fernando Henrique, juntamente com o pessoal de defesa e outras pessoas do partido político dele, estiveram lá provavelmente para ver a criatura. E eu, sabedor disso, porque isso foi publicado uma notinha pequenininha no jornal.
Eu pedi através da Lei de Liberdade de Informação Brasileira, LAI, eu pedi que me fosse franqueado o conteúdo, o que que ele foi fazer em Alemar naquela época, né, em 96, quando a gente sabia que a criatura tinha estado por lá. E aí sabe o que eu recebi como resposta? Que eles não têm essa. Imagina, eles têm Tudo antes e tudo depois de todos os presidentes e do presidente Fernando Henrique. Aquele pedacinho, aquela visita em Aramara, em Iperó, não tem.
Por quê? Porque estão escondendo o caso Varginha. Então existem uma série de— tem um outro detalhe.
Mas o que você pensa que escondem isso? Porque esse é o meu questionamento às vezes, sabe? Se tem tanta testemunha, se tanta gente acredita que realmente aconteceu, por que que o governo não confirma isso?
Ó, uma resposta muito simples.
Além do fato que o governo brasileiro mente para gente o tempo todo, o tempo inteiro.
Eu vou te dar a resposta assim: existem fatores, um fator principal e fatores secundários. O fator principal é a ganância tecnológica. Qualquer país que detém a tecnologia desses OVNIs Ela vai ficar na vanguarda, na frente de qualquer outro país inimigo. Tanto é que tem uma guerra fria hoje dentro dessa questão OVNI se processando entre Estados Unidos, China e Rússia, que todos esses países já têm naves não humanas, corpos não humanos.
Dizem aí as más línguas, vamos dizer assim, que a China estaria inclusive mais avançada até dos Estados Unidos nessa questão de engenharia reversa dessas naves. Então o fator principal é a ganância tecnológica de deter essa tecnologia das naves. Os secundários, os fatores secundários são geração de pânico, evitar geração de pânico, conflito, né, com a religião. Embora isso daí, a hora que eles forem divulgar, e você quer ver uma coisa interessante, você acha que o Papa atual é americano.
Por quê? Porque a revelação vai vir dos Estados Unidos, e aí já tá tudo em casa, vai ficar tudo muito mais fácil. O chefe da religião católica, né, que a grande maioria tá ali para já fazer o discursinho dele e botar panos quentes, né, porque vai ser um impacto na religião. E além disso tem o outro impacto É outro fator, que é o fator de muitas pessoas que foram abduzidas e que foram lesadas. Tem, por exemplo, um caso norte-americano, é o caso Cash-Landrum, em que foi visto um objeto em forma de diamante, e as pessoas que ficaram expostas, duas mulheres e uma criança, elas sofreram efeitos de radiação.
Tiveram complicações, algumas sararam, outras depois faleceram. Tentaram processar o governo norte-americano alegando, né, que tinham helicópteros negros também rodeando aquele objeto não identificado em forma de diamante, mas não ganharam. Então, essa, aonde que eu quero chegar? Pessoas que foram lesadas poderiam entrar com processos e ganhar uma grana muito alta do governo. Por quê? Porque eles, o governo e os militares, são responsáveis pela segurança, né, nacional do cidadão, e a gente paga imposto por conta disso.
Só que em relação ao fenômeno OVNI, isso não acontece. A partir do momento que eles revelarem que o fenômeno existe, que é fato, isso pode vir uma enxurrada de processos de pessoas que foram lesadas pela questão dessas abduções e tudo mais, e ganhar uma grana homérica em cima do coisa. Por isso que também esse é um fator que eles até hoje não reconheceram o fenômeno, mas tá próximo de reconhecer.
É porque você pensa na janela de Overton, né? Uma coisa era você divulgar isso aí há 100 anos atrás e outra coisa é falar disso agora, né? Tem muito mais aceitação quanto à existência. Então, como se você— mais uma confirmação de algo que muita gente desconfia hoje em dia.
E aí eu quero te perguntar também sobre o caso Cash Landrum, só para mostrar para vocês. Aí o câncer que elas tiveram são essas duas senhoras aí, a Vicki Landrum e a colega dela, e mais o neto.
E aí, sobre o caso Varginha, eles seriam alienígenas desse tipo grey que você tem aí na Não é um outro tipo?
É assim, existem várias tipologias, né? Aqui, por exemplo, uma tabela aqui com vários tipos. Vou passar aí para vocês. E assim, o mais comum é o grey, né? Mas o grey, ele é dessa configuração aqui, né? Cinzento com olho preto, né? Cinzento com olho preto.
Esse é o grey.
E assim, como que tá distribuído percentualmente essas tipologias, né, baseada na descrição das pessoas? O Grey corresponde a 80% dos casos. Aí você tem o Alpha, que é o nórdico lá, que é parecido com ser humano, né.
Tem alguns aí, o pleidiano, né, que na mitologia grega tinha um povo que os gregos chamavam de hiperbóreos. Hiperbóleos, é que o pessoal fala, são, eram os povos nórdicos, né? Só que os hiperbóleos não envelheciam.
Sim.
E esse pessoal, teoricamente, se existe, parece que vive muito mais do que a gente, né? Os nórdicos parecem com a gente, mas são mais altos e vivem mais.
É isso. Geralmente tinha o cabelo mais avermelhado, aloirado, e assim, 5%, tipo o Halen, é o pleidiano. Agora, o caso Varginha, ele tá dentro de uma tipologia de 5%, que é os bizarros lá, que é o tipo gama lá que a gente fala. Então tem energético, robótico, com o corpo todo coberto de pelos, antropomorfos, né, tipo corpo de gente, cara de gato. Eu teve um tempo que eu não acreditava em cara, nesses seres felinos, né. Só que eu fui pego, né, pela, vamos dizer assim, pela consistência de outros casos que ocorreram em várias épocas diferentes, em países diferentes.
Eu falei, opa, então tem alguma coisa. A pessoa que me contou o caso não pode estar inventando. E aí, para ser mais específico, tem um caso que eu pesquisei em década de 80. Deixa eu só achar ele aqui.
E enquanto você tá achando o caso, a Fox News outro dia falou sobre diferentes espécies, né? Você viu isso?
Vi. Então aí foi um deputado norte-americano, com base no que ele tá sabendo das quedas dos objetos, resgates, né, que foram feitos pelos norte-americanos, e que nesses acidentes foram resgatados corpos de 4 tipos específicos, que é o Grey, o Nórdico, que é o parecido com ser humano, o insetoide, parece um louva-a-Deus gigantão, e o reptiliano, que tem uma configuração mais réptil, né? Às vezes tem rabo, às vezes não tem rabo.
Ó, então é só voltando lá, esse caso, né, que eu investiguei foi em 87, com o senhor Antônio da Silveira Bezerra. Na época ele tinha 69 anos. Mas o fato aconteceu com ele no primeiro semestre de 1946, na Praia das Pitangueiras, em Guarujá, próximo ali ao antigo cassino que não existe mais. Ele viu então uma nave. Aqui tem um desenho da nave. Ele me deu o desenho que ele fez na época. E tem o ser que tem a cara de gato, igual uma nave que a gente vê normal.
É um disco voador com os três pezinhos. Na parte de cima tinha uma luz avermelhada, tinha umas janelinhas, e os seres saíram, dois seres altos de 2 metros e pouco, meio assim magro, como se fosse um ser humano, corpo de gente, com um uniforme verde azulado metálico, e eles tinham a cara de felino, aquela orelhinha, e tinha um bastão É o Thundercat. E tinham ainda um bastão na mão com uma luz vermelha na ponta. Quando ele me contou isso em 87, esse senhor, e me deu, inclusive eu tenho um desenho da época, tava tudo embolorado.
Eu assim, peguei o caso, anotei, né? A gente tava lá no Google, no grupo Fora do Guarujá, até discutimos isso, mas deixei na prateleira porque é um negócio bem estranho, né? Escabroso. E aí, quando passou o tempo, chegou em 1996, em dezembro, a gente estava no Vale do Ribeira, lá no PETAR, Parque Estadual e Turístico do Alto Ribeira, onde tem as cavernas, e na cidade de Poranga. E aí, a gente falando com pessoas ali simples, rurais, né, é uma delas falou assim: eu vi um objeto tinha uma espécie de um para-brisa na frente e dentro tinha duas criaturas com cara de gato.
Aí eu, opa, isso em dezembro de 96. Aí voltou na minha mente a história do cara de 1946. Eu falei, poxa, então pode ser que tem alguma coisa nessa configuração.
Imaginação de duas pessoas tão distintas imaginaram coisas tão parecidas, né?
Aí, como a gente era bem articulado e trocava informação com vários países naquela época, eu mandei, disparei uma cartinha, tudo perguntando, ó, por acaso vocês têm no arquivo de vocês algum caso com ser que era corpo de gente, cara de gato? Meu, aí começou a chegar um monte de caso. Aí fiquei sabendo de um caso em Santa Isabel, lá na Argentina, que ocorreu em 1972, 2 casos que ocorreram nos Estados Unidos em 1990, é um caso que aconteceu em Itajubá, Minas Gerais, em 1967.
Eu falei, opa, então pera aí, então existe essa configuração, embora não seja tão presente, né? Só 5% dos casos engloba essa tipologia. A gente tem casos assim. Aí o mais estarrecedor de tudo, se a gente pegar o antigo Egito os deuses, né, que eles tinham contato, você vai ver que geralmente são deuses antropomorfos, com corpo de gente e cara de animal, né. Então tem um chacal, né, tem cara de pássaro, e tem cara de gato, que é a Bastete, e tem a Sekhmet, que é cara de leão.
Ou seja, dois felinos, gato. E aí eu fico pensando, será que os antigos egípcios tiveram contato com essa tipologia que não é tão comum, mas que de vez em quando eles estão presentes, já que todos os casos que eu falei para vocês em várias partes do mundo, outros estados brasileiros, Argentina, tal, Estados Unidos, ocorreram em épocas diferentes. Então tem. Então o que parece ser uma coisa bizarra dentro da ufologia às vezes é realidade, e algo que parece ser o óbvio, por exemplo, um grey que ele é o pop, né?
O Gray, 80% dos casos. Então, se aparecer uma pessoa aí mal-intencionada querendo aparecer na mídia, viralizar, né, sair de repente de 40 mil inscritos para 1 milhão e meio de inscritos, né, que que ela vai fazer? Ela vai falar que teve contato com Gray, né, porque é um óbvio. E aí o próprio pesquisador se ele não tiver um critério de análise mais robusto ali, mais, né, mais científico, ele de repente vai acreditar na história.
Porque ufologia, na grande maioria, ela é relatos. Mas não é só isso, a gente tem evidências físicas também do fenômeno. Mas aonde que eu quero chegar? Uma coisa óbvia então às vezes pode ser mentira, pode ser um fake, E uma coisa que é totalmente estranha, bizarra, pode ser a realidade. Porque se a gente pensar o tamanho do universo, as inúmeras possibilidades de origem desses seres, a gente pode ter configurações tipológicas totalmente diferenciadas.
Não é só essas 4 que foi divulgado lá, 4 que foi encontrado em acidentes ou abates de OVNIs, mas tem outros. Que vez ou outra são reportados também. Tanto é que vocês viram aqui alguns tipos, né? Mas é bem maior. E esse do peludo, por exemplo, apareceu em Varginha também. Aqui eu dedico um capítulo no meu livro.
Só esses seres? Teve outros na mesma época ou épocas anteriores?
Não, na mesma época, em 96, nós tivemos os peludos, tivemos esses que não tinha pelo com olho vermelho, e tivemos Greys também. Em Varginha. Então tem um caso aqui que aconteceu em Três Corações, na zona rural de Três Corações, e que foi um grey que foi avistado lá.
E existe alguma, o porquê deles aparecerem em Varginha? Existe alguma suposição?
Olha, achei até o caso aqui, ó. Esse aqui é uma concepção artística de um dos casos que aconteceu, ó, 22 de janeiro de 96, foi avistado um ser na zona rural de Três Corações. Todavia, este caso foge um pouco dos padrões da criatura avistada em Varginha, mas tinha Gray também. Agora, o que foi capturado lá foi os marronzinhos de olho vermelho, que a gente entende que é uma espécie de um cachorrinho do ET. Talvez o que estivesse operando a nave fossem os Grays, e esses eram tipo um robô biológico que cumpre uma determinada programação É, nós não sabemos, né, o que que é esse ser, mas todo mundo que teve contato com esses marronzinho ou os peludos disse que parece que o negócio não era inteligente.
Parece, né? Mas pode ser que seja. Como a gente não tem mais detalhes a respeito disso, fica difícil. Mas no caso de Varginha, a gente tem 3 tipos específicos. No caso de Cláudio, por exemplo, que é um caso mais recente, A gente tem o aparecimento do ser de Varginha, o marrom com olho vermelho, também seres luminosos e os Greys, aí peludo também, que chegou a atacar lá a criação do pessoal na zona rural. E os Greys que apareceram em Cláudio, que também é uma cidade mineira, isso em 2008, e continua aparecendo, tá?
Aí tivemos a volta desses seres e dessas naves lá em 2024. 2025, 2026. Eles falam também do ser luminoso energético, né, que não teve em Varginha. Esse a gente não viu, que eu pensava que era uma espécie de holograma, que os seres fica lá dentro da nave, projeta alguma coisa, né, ludibria ali a visão das pessoas e depois faz a abdução, né. Porque no caso de Cláudio lá, você teve abdução de civis e de militares também. E o caso Cláudio, você já tinha ouvido falar?
Não, primeira vez.
O caso Cláudio, ele vai superar o caso Varginha. Eu tô escrevendo um livro, em outubro eu devo lançar o livro. E o caso Cláudio, ele ficou assim mais interessante porque em 2015 eu consegui um documento.
Mas esse não teve a repercussão de Varginha?
É, tá começando agora, né? Porque assim, é, Varginha já passou 30 anos. Então, Cláudio foi 2008. Isso aqui é um relatório, um relatório que eu consegui. No cabeçalho dele, ele fala de perseguição a dois seres estranhos no canavial da cidade. Foi um documento feito por esse militar que era o comandante na época, que é o Eisenhower austríaco. E ele agora, dia 20 de março de 2026, ele entrou para reserva, esse comandante, tenente-coronel Eisenhower austríaco.
E ele confirmou que esteve frente a frente com seres desconhecidos não humanos e que esteve diante de uma tecnologia que não é terrestre.
Eu vi esse vídeo no Instagram. Depoimento dele.
Então aqui é o evento, né, que ele, que ele fez na época, que ele participou. E assim, dentro da nave eles tiveram contato com esses seres lá em Cláudio. Dentro da nave eles tiveram. Isso aqui são vários militares, né, que a gente entrevistou lá em Cláudio. Isso aqui é o soldado Francisco, que agora é sargento. Ele também esteve em 13 diligências. O comandante executou 26 diligências. Que que é diligência? 26 vezes ele esteve frente a frente ou com as naves ou com seres.
É assim, eu tô sabendo que ele esteve 7 vezes diante das criaturas. E o Sargento Valdir, ele filmava, ele chegou a filmar essas criaturas luminosas e as naves também. E foram fotografadas, filmadas. Isso aqui é um trecho de um documento oficial que a gente tá em mãos, só que eu vou poder liberar ele só em outubro, né, junto com o livro. E ele é uma partezinha do trecho manuscrito, né, que tá assinado por ele. Diz assim, ó: foi feita uma filmagem com câmera digital, fomos até o canavial da usina e a luz apareceu mais distante, na direção da cidade de Carmo da Mata.
Voltamos para a rodovia e paramos perto das Quatro Cruzes e ficamos observando a luz que estava mais distante, para o lado da cidade de Oliveira, Minas Gerais. O delegado Carlos Henrique e mais dois policiais estavam no local e também avistaram o objeto. Foram tiradas algumas fotos, porém sem muita nitidez. Isso aqui, Sargento Valdir também, que fez parte da coisa, e a gente conseguiu Extraoficialmente não mostra muita coisa, é uma luz, mas são fotos do Sargento Valdia, tá, que foram confiscadas.
Hoje a gente não tem mais esse material em mãos. Muita coisa, vídeo tal, foi confiscado. A própria esposa dele, que é a Erlane, ela disse que foi uns militares lá na casa dele quando ele faleceu e pegou toda a câmera, equipamento, as fitas de vídeo que ele tinha. Isso aqui é um outro militar também que viu um objeto na época. Eu entrei em contato com ele, só que ele me bloqueou no WhatsApp, né? Ele não quer falar sobre o assunto, mas tem o documento dele aqui, ele falando de um avistamento lá na cidade, né?
As criaturas luminosas, né, que apareciam eram aproximadamente coisa assim, meio amareladas, meio um vulto, né? Mas dentro da nave elas tinham essa configuração de ser mesmo. Os objetos lá em Cláudio, eles chegaram a pousar também. Isso aqui é um dos pousos. Então a gente tem vários que aconteceram naquela época. Como eu falei, o fenômeno continua ocorrendo. Isso aqui é uma testemunha agora, dia 14 de fevereiro de 2026, a Jéssica Rodrigues, que filmou em cima desse morro a volta desses objetos.
Aqui alguns frames. No meu canal lá tem os vídeos também. E recentemente a gente voltou ao local com um físico, com equipamentos, e a gente detectou no local onde aparece os seres luminosos e os pousos que existem anomalias que são muito similares ao que ocorre no Rancho Skinwalker. Já ouviu falar no Rancho Skinwalker? É um rancho norte-americano onde o Robert Bigelow tinha comprado que é um bilionário da área espacial, para investigar os fenômenos ufológicos paranormais que ocorrem lá.
E teve até uma série, série do Rancho Skinwalker, depois procura, é bem, bem interessante. Lá eles detectaram no rancho 68 Hz, né, nos equipamentos. E em Cláudio a gente detectou 68,4. É muito próximo, né? Algumas pessoas lá em Cláudio, a gente tá fazendo hipnose Isso aqui é um desenho feito sob hipnose de um dos técnicos que passou por procedimentos dentro da nave, foi abduzido. Então é esses Greys, né, com dois dedos. A gente ficou sabendo também da queda de um objeto no morro lá em outubro de 2008.
Então a gente foi com a equipe também, com luva, com detetor de metais, e a gente achou metais que eu tô para analisar. Que a gente não sabe, pode ser que esteja relacionado ao caso, pode ser que não.
Você falou que tem um fragmento de nave que você trouxe aí.
Tenho, vamos ver isso aí. E assim, caso Cláudio, ele tá assim cada vez mais ficando interessante, né, que alguns seres, né, descrito pelas testemunhas, seres luminosos que apareceram lá, mais pousos aqui. Então, caso Cláudio Aqui algumas testemunhas militares que participaram do caso. Por isso que eu falo que o caso Cláudio, ele vai superar o caso Varginha. Isso aqui é um outro vigilante que viu as criaturas, né, luminosas lá em 2024.
Aqui outras testemunhas também contando. E geralmente esses fatos que a gente tem entrevistado lá, eu faço junto com esse diretor de um documentário chama Serra do Ouro Fala, é o Lauro Miguel. Seria interessante até vocês trazer ele aqui para entrevistar e tudo mais, porque ele é dessa área de produção de documentário e tá para lançar o documentário sobre as bolas de fogo que aparece na região, que são chamadas de Mãe do Ouro.
E aí, por isso que é na Serra do Ouro Fala, e ele vai abordar também alguns depoimentos desses militares envolvidos no caso Cláudio. Tá, mas é bom.
Eu tinha uma pergunta sobre fragmento.
Então vou colocar aqui na mão de vocês. As pessoas que pegam esses fragmentos às vezes me relatam, eu não sei se é emoção, que raio que é, que isso aqui é um pedaço de um objeto que explodiu na Praia das Toninhas em Ubatuba em 7 de setembro de 1957. Existem várias testemunhas também sobre esse caso. Houve o envolvimento militar também que recolheu isso, tanto da Marinha como do Exército. Esse fragmento aqui eu recebi de um filho de um coronel do Exército que coletou esses negócios. Recebi 4 fragmentos.
Você analisou qual que é o metal?
Analisei na USP, na Universidade de São Paulo. Vamos pegar aqui do caso Batuba, eu já dou uma geral para vocês entenderem o que aconteceu.
Eu não vou pegar não, tem gente que sua, tem gente que—
o Danilo Gentili queria lamber ele, mas eu não deixei. Ó, vale a pena. Aqui são os 4 fragmentos que eu recebi do Felipe.
Vamos pensar nessa, se meter de lamber esse negócio. Você lambeu, de bom não acontece nada, de ruim não saber.
Põe na mão assim, ó, que você vai ver que ele parece que não tem nada na mão.
É muito leve, é um metal leve.
Pega esse pequeno, por exemplo, bota no meio da tua mão. Daí um tempo, às vezes você sente esquentar.
Fragmentos diferentes, né? A mesma coisa.
São, mas é assim, o outro eu não analisei ainda. O que eu analisei foram esses 4 fragmentos. Aqui tá o laudo da USP, da Universidade de São Paulo, e que deu magnésio 99,3. As primeiras análises que foram feitas pelo Dr. Olavo Fontes, no Ministério da Agricultura, isso naquela época deram como magnésio 99,99. É lógico que hoje os equipamentos são muito mais sensíveis, né? E foi publicado também na revista O Cruzeiro. Revista O Cruzeiro.
Aqui, por exemplo, é um jornalzinho lá da região que mostra um dos pescadores, mas que viu o procedimento da retirada pelos militares do pedaço maior, né? Porque o objeto explodiu e os fragmentos menores chegaram na praia, foram recolhidos, né, pelos turistas que estavam ali. Eram poucos, era um feriado, 7 de setembro, e também pescadores, tá? Eu tenho tanto fragmentos que chegaram na minha mão através de militares como através de civis lá da região.
E alguns eu ainda preciso de grana, né, para poder analisar, porque não é barato uma análise dessa. Uma análise estrutural hoje tava na faixa de uns 10 pau, 13 pau. Uma análise quantitativa, qualitativa, você vai gastar uns R$3.000 numa, R$1.000 e pouco na outra, entendeu? E esse caso de Ubatuba, o interessante é que existe um documento que eu consegui através de um professor da FGV, que foi o cicerone do Peter Stuhock, que era um americano cientista que trabalhou durante muitos anos na Universidade de Stanford lá nos Estados Unidos.
E ele mandou analisar um fragmento desse caso de Ubatuba. E lá em Stanford também o Gary Nolan, que é um microbiologista, fez uma análise, descobriu que os isótopos do metal da explosão desse OVNI de Ubatuba são isótopos que não são encontrados no magnésio normal da Terra. Ou seja, seria uma configuração isotópica que não pertence à Terra, ou seja, veio de fora de alguma forma, né? Isso a gente já tem essas análises. E na análise da NASA também, isso aqui é uma análise de 1900 de 1981, que fala aqui, ó, Brasil Magnésio Sample, né, amostra de magnésio do Brasil, brasileira, né, do Brasil.
E aí eles chegaram à mesma conclusão de um índice gigantesco, né, de magnésio. Você pode ver aqui, tem um pouquinho de cobre, zinco, mas é ínfimo, e o pico mesmo é o Mg. Que é o magnésio aqui. Isso comprova também o quê? A NASA— isso aqui não tá, não tá liberado ainda pelo governo Trump, tá? Mas eu consegui por outras formas, né? E diz respeito a casos brasileiros que têm interesse norte-americano. Então Varginha teve interesse, Operação Prato, Noite Oficial dos OVNIs. Quer ver?
Ó, da Noite Oficial, Operação Prato é aquela que o pessoal aparecia com furos na pele.
Isso, exatamente esse caso.
Gustavo, super conhecedor dali, é essa mesmo.
Ó, da Operação Prato, depois você pode pegar o negócio aqui para te mostrar. A Operação Prato, Operação Prato, ela teve não só as naves, mas também teve seres. Isso aqui é desenho feito pelo Capitão Irã de Holanda da Força Aérea Brasileira, do 1º COMAR, 1º Comando Aéreo. E isso aqui é um outro desenho na Serra das Mesas, que também tem, aparece um desses seres, né, que apareciam naquela época. Foram tiradas inúmeras fotografias, né, dessas luzes naquela época.
Envolveu pilotos também. Isso aqui é o piloto temporal que viu um objeto com metade dele para dentro da nuvem, fora. Isso aqui faz parte dos relatórios oficiais, são milhares de páginas liberadas. E tem as pessoas que eram atacadas por essas luzes, ficava com hematoma. Isso aqui é Aurora Fernandes, que foi atacada. Então ficava esses hematomas em forma de agulhada, né, como se fosse umas perfurações. Isso aqui é um relatório da Velay de Cecim Carvalho, que era uma médica da unidade hospitalar de Colares, que é Ilha de Colares.
Ela teve muito avistamento e 22 pessoas atacadas, né? E esse aqui é um dos relatórios que foi feito pela Força Aérea, que hoje a gente tem liberado aí, né?
E aí uma pergunta sobre isso: esse pessoal, por exemplo, da Operação Prato relatou um desenho que você me mostrou, parecia um grey.
Sim.
E dentro desses avistamentos, dos depoimentos que você tem, dessas diferentes configurações, como você falou. Tem algum tipo de avaliação de índole? Por exemplo, esse pessoal aqui, sempre que pega um ser humano, machuca.
Esse aqui, então, o reptiliano parece que é mais nervoso assim, é o que prejudica mais, o reptiliano. Os insetoides geralmente estão associados a implantes, né? Então as testemunhas que viram esses seres às vezes dentro da nave, que estavam lá passando por por abdução e tudo mais, elas relatam como sendo seres que fazem os implantes. Talvez eles tenham uma destreza. Aqui um desenho de um desses insetoides, né? Lembra mesmo um louva-a-Deus, um negócio esquisito.
Eles então parece que têm uma destreza maior para fazer esse tipo de incisões e colocações de microssistemas, embora os microssistemas eles modificaram bastante de uns anos para cá. Antigamente você tinha implantes, não precisa ir lá em casa, tô de boa. Você já viu implante? Eu vou, deixa eu ver se eu tenho aqui alguma coisa dos implantes.
Em casa o Glenn é melhor, mais baixinho, cabeça grande, pega no triângulo, ele não vai ter como sair não.
Os implantes, eles, como que eles eram colocados antigamente? Era tipo um bastão, tipo que nem o da COVID mesmo. E aí eles inseriam pelas narinas ou às vezes em outras partes do corpo. Quando o implante é metálico, aí você tira um raio-X e detecta o implante na mão, no braço, seja lá onde for. Então esses implantes foram detectados, esses aqui foram extraídos dos corpos de pessoas que foram implantados, esses metálicos, e ninguém sabe de onde veio, tá?
O que se sabe assim é a respeito da composição química. É da tecnologia envolvida nesses implantes, não se sabe é o que que é, como que funciona, né? A gente não tem tecnologia para rodar esse negócio aí. É quem fazia muita extração de implante era o Dr. Roger Carlinho, que teve interesse inclusive no caso Varginha, escreveu um livro sobre o caso Varginha, um norte-americano médico que teve contato inclusive com outros médicos envolvidos no caso Varginha.
Mas eu queria é só voltar um pouquinho na questão da Operação Prato, porque lá de igual forma teve documentos gerados, né, pelos órgãos da Força Aérea Brasileira envolvendo inclusive pousos, né, marcas de pouso.
Foi em qual estado?
Foi inicialmente no estado do Maranhão. Depois passou para o estado do Pará, depois Amazonas, e depois atravessou a fronteira até a Venezuela. Depois de um tempo veio voltando novamente, e até hoje a gente tem casos lá. Agora, onde que eu quero chegar? Dos pousos, né? Novamente aqui, ó, pousos. Aqui é na Fazenda Jeju. Esse relatório do Ministério da Aeronáutica, Primeiro Comando Aéreo, ele fala de filmes S8, Super 8. Então, muitas pessoas às vezes questionam, falam: ah, mas será que eles filmaram mesmo?
Onde que tá esses filmes? O Hal Puthoff, que é um físico norte-americano, ele disse— Hal Puthoff é esse aqui, ó, esse aqui é o Hal Puthoff— ele disse que teve acesso a 15 horas de filmagens da Operação Prato. Ou seja, está lá nos Estados Unidos. Além disso, ele disse que teve acesso a centenas de fotografias tiradas pelos militares e milhares de páginas de conteúdo gerado com base nesses relatos das populações ribeirinhas que eram atacadas lá.
Agora, o envolvimento americano, ele tá praticamente camuflado nesse documento do Primeiro Comando Aéreo do Pará, que foi em 82, né? Que a Operação Prato ela começou em 76, teve o seu auge 77, 78, 79, depois migrou para o Amazonas 80, 81, 82 até 84, e depois foi para Venezuela. Em 82, isso aqui é um documento de 82 criado, né, pelo 1º Comando Aéreo, relatório de agente. Na parte informativa ele fala assim: no porto de Manacapuru, que é lá no Amazonas, citado acima, em companhia de 3 civis e um agente militar norte-americano, tá entre parênteses, John, deve ser um codinome do cara, observamos em 2 momentos o que segue.
Aí ele conta aqui de uma massa luminosa em formato ovalado deslocando a baixa altitude e tal. E depois, no dia 20/10/82, às 20:35, próximo ao local do primeiro avistamento, surgiu um corpo luminoso menor em forma de concha, com brilho intenso amarelhado, que focou a água do rio por duas vezes e desapareceu em grande velocidade para o lado. Mas o mais interessante é esse aqui, ó, que ele cita o nome de um policial militar da PMAN, que é a Polícia Militar do Amazonas.
Dia 26/10/82, às 19:30 até às 19:40, Manaus, bairro Japim, corpo luminoso triangular, um objeto triangular deslocando-se a baixa altura de sul para o norte. O relator, Tenente Weber N. Amorim, da PMAN, notou que havia 4 luzes na sua estrutura: azul, vermelho, roxo e amarelo, que piscavam intermitentes. Ausência total de ruídos. Desapareceu deixando rastro luminoso colorido por alguns segundos. Ou seja, uma documentação da época da Operação Prato, posterior, mostrando que Os americanos estiveram envolvidos sim na Operação Prato.
E lembra que a gente tava falando da noite oficial dos OVNIs? Aí eu tava procurando aqui ver se eu acho. Se quiser perguntar alguma coisa, pode olhar aí. A noite oficial dos OVNIs tá aqui. Eu quero mostrar um negócio que comprova também o envolvimento norte-americano. Não sei se Você sabe ler inglês aí, mas na parte superior ali, isso é um documento liberado do DIA, Departamento de Inteligência americano, e que fala aí de 3 tipos de sistemas de radares nos fazem acreditar que alguma coisa sobrevoou o Brasil na noite de 19 de maio. Tá bem na parte de cima.
Sim, sim, tá aqui.
E embaixo ele tem ali objetos não identificados. Isso. Que foi visto pelo menos pelo Osíris Silva. A Força Aérea Brasileira perseguiu pelo menos 20 objetos. Aí é um documento liberado pela, pelos americanos, através da Lei de Liberdade de Informação. É sobre isso, já foi liberado um documento oficial confidencial. Esse aqui é dos arquivos da Força Aérea Brasileira, estão no Arquivo Nacional lá em Brasília e que falam sobre esse caso, só que eles não chegaram a uma conclusão.
E aqui, ó, esse aqui também faz parte desse, desse fato. E ele fala assim, ó, que foi feita a gravação de vídeo, ó, foi feita a gravação de vídeo, cobertura de radar, foi feita a gravação de vídeo, né. Então tem vídeos da noite oficial dos OVNIs que até hoje não vieram a público, né, mas que eles estão em algum lugar, que é o que a gente tá tentando pleitear, né, através de uma petição pública em que a gente vai pressionar a Presidência da República, o Departamento de Defesa brasileiro e também o Legislativo, né.
Mandei lá para o Alcolumbre para que a gente consiga avançar um pouquinho mais nessa questão da liberação dos documentos, já que os Estados Unidos abriu, né? E já tá tendo movimento no Japão. Japão falou que já vai liberar seus documentos. Teve reunião na França, na Bélgica, na Austrália e na Inglaterra. Ou seja, esses países já estão se mobilizando.
Se eu fosse um político, eu liberaria, sabe por quê? Desfoca do caso Master, envolve todo mundo, esquerda, direita, centro. Então libera isso, espera o final da Copa, que agora a Copa é o assunto. Acabou a Copa, não tem assunto, aí volta a falar do Master e implicações. Então libera o OVNI nesse período, e até eleição a gente tá falando de OVNI.
Você acha que o Trump liberou por quê? Para ele fugir do caso Epstein. Foi isso, é uma cortina de fumaça também. Mas essa liberação ela vem ao encontro do pleito do cidadão norte-americano que há anos tá querendo saber o que tem ali. E aquela coisa, pode ter muita gente fala, ah, mas mostra umas uma coisinha borrada e tudo mais, mas já tá avançando, gente. Daqui a pouco vem aí os vídeos das criaturas e outras coisas.
É que tem coisa, eles acham que eles têm esses vídeos, mas estão segurando para liberar, liberando primeiro que é mais tranquilo, para depois liberar o que é mais material, digamos assim, o mais consistente.
Eu acredito que deve ser nessa linha, ou talvez nem liberem. Se eles chegam, porque assim, o que a gente tá sabendo lá, que a liberação ela não foi feita ainda porque muitos militares envolvidos na questão dos seres, né, dos resgates de nave e tudo mais, eles assinaram documentos que chamam termos de confidencialidade, né, prometendo ali um sigilo eterno muitas vezes. Sobre certas questões ali que enquanto militar ele tinha acesso.
Depois que ele saiu para reserva, se assina aqui o documento e você não pode falar nisso, senão você vai ser preso, você vai ter que pagar altas multas e você corre o risco de perder o seu soldo, perder o seu salário ali de aposentadoria, e ainda vai ficar manchado na sua força ali, né, na instalação militar que você pertenceu algum dia. E aí, é, que que eles estão pedindo, os deputados norte-americanos? Uma imunidade para essas pessoas que queiram denunciar isso, entendeu?
Tipo assim, ó, dá para fazer uma lei, é isso que eles estão tentando fazer, fazer uma lei que garanta que se essas pessoas falarem, elas não vão sofrer sanções. Não vou ser presa. Então é isso que tá ocorrendo agora, entendeu?
E aí eu tenho uma última pergunta para você, Edson, que a gente vai ter que encerrar devido ao tempo aqui do podcast. Mas e quanto a essas notícias que divulgaram alguns pesquisadores americanos em frentes de alta tecnologia relacionadas à parte aeroespacial, que eles desapareceram, militares também que eles foram mortos? Isso tá acontecendo bem nesse momento que os arquivos estão sendo liberados, né? Você tem uma opinião sobre isso? Você olhou essa parte?
Tenho. Assim, sendo bem rápido com você, queima de arquivo. Por quê? Porque essas pessoas sabiam demais. Por exemplo, houve aquelas denúncias no Congresso Nacional norte-americano capitaneadas aí pelo David Grusch. Lembra o David Grusch, que foi da inteligência, ex-funcionário, que agora tá ajudando nessa questão da liberação junto do grupo lá do Eric Burleson, da deputada Ana Paulina Luna. Então o David Grusch, ele começou isso, só que teve alguns denunciantes que falariam e que morreram, tipo, estão nessa leva das mortes estranhas.
Um deles, ele misturou, vamos dizer assim, um remédio controlado que ele tomava com álcool, e aí morreu, entendeu? Se suicidou ali. Sendo que faltava algum tempinho para ele participar da denúncia. Ou seja, talvez o que ele falasse— então há muito, mas quem você acha que tá matando?
O governo mesmo? Porque o governo tá querendo, entre aspas, liberar.
Olha, a minha, o meu chute seria o próprio FBI. Só que o governo pediu para o FBI investigar. Aí veja que contradição, que coisa complicada. Né, porque se é eles mesmos que estão dando um fim por ordem, vamos dizer assim, de outras áreas de inteligência que não querem que essas coisas venham à tona, aí de repente vem uma ordem do governo, fala: olha, verifica para mim o que que tá acontecendo. Aí com certeza virão explicações aí manipuladas, né, como sempre aconteceu nessas questões envolvendo OVNIs.
Então assim, Tem um lado que quer liberar e tem um lado que não quer liberar e que tá fazendo esses bloqueios aí. E muitas pessoas que sabiam demais foram queima de arquivo.
Bom, tem muita coisa para ser falada. Inclusive, terminando aqui, eu vou fazer uma pergunta para o Edson, mas eu prefiro que não vá ao ar essa parte. Edson, muito obrigado pela presença. Para quem quiser acompanhar mais o seu trabalho, fala das redes sociais, livro, divulga o que você quiser.
Olha, eu tenho um canal no YouTube, canal Edson Boaventura, tem mais de 1.400 vídeos lá. Então a gente posta vídeo segunda, quarta, sexta, faz live. Então você quer aprender um pouquinho mais sobre ufologia? Vai lá, se inscreve. A gente tá numa campanha para chegar a 250 mil inscritos, tô com 248 mil. Então me ajuda aí, falta só 2 mil para a gente chegar a 250 mil inscritos, né? E aqui dentro do público, né, que assistem, os sócios aqui podcast, é muita gente.
Então dá essa força se você gosta de ufologia também, quer acompanhar o nosso trabalho. Além disso, a gente tem também uma loja, www.lojaduedisonboaventura.com.br, onde eu tenho livros, né. Lá tem o livro do ET de Varginha, OVNIs, Arquivos Militares, O Alienígena no Passado do Brasil. Tem revista também Tem umas pelúcias, tem um monte de material, meia com estampa de ET, né? Então você consumindo alguma coisa, algum produto ufológico, você tá ajudando também nas nossas pesquisas e investigações, que a gente não é patrocinado por governo, por universidade, por ninguém.
Então é recurso próprio. Então ajuda a gente aí. E outra, para finalizar, A gente tá com a petição pública pela transparência e abertura de novos documentos do governo brasileiro, né? A gente sabe que tem documentos secretos, ultrassecretos. Então a gente tá querendo aí, de certa forma, engrossar esse movimento. Então você pode participar acessando o QR code aqui, e lá você assina, porque quando a gente chegar a 20 mil assinaturas, essa petição ela vai automaticamente para o Legislativo, Congresso Nacional.
Então a gente tá tentando aí, né, correndo para depois fazer também algumas reuniões em Brasília, né, junto com esses órgãos lá militares, governo, para que a gente consiga avançar e liberar aqui no Brasil também mais documentos de OVNIs, vídeos, fotos né, que é o público tem o direito de saber. E a gente não vamos esmorecer, vamos continuar perseverando nessa luta que já dura aí 46 anos, daqui a pouco faz 47. E é aquela coisa, o assunto é bem vasto, mas o podcast ele tem que chegar ao fim.
Queria agradecer ao Bruno, né, e a sua esposa também, e fico à disposição Se vocês quiserem que a gente volte numa outra oportunidade, eu tô aí à disposição.
Valeu, muito obrigado, Edson. E vocês encontram a gente aqui semanalmente no canal dos Sócios, sempre com episódio novo para de alguma forma agregar na sua vida. E também me encontram no @maluperini no Instagram.
Vocês me encontram no Instagram, @bruno_perini. YouTube, Você Mais Rico, vídeos semanais. E sempre aqui nos Sócios. Para quem assistiu o nosso, muito obrigado pela audiência. O convidado Obrigado pela presença, espero que volte mais vezes. E é isso, pessoal, grande abraço e até a próxima.
Beijos!