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TALLIS GOMES: VIDA, NEGÓCIOS E POLÍTICA | Os Sócios 294

23 de abril de 20262h15min
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ABRA SUA CONTA NA COINBASE: https://r.vocemaisrico.com/8f8579dceeAPRENDA A COMPRAR IMÓVEIS COM 50% DE DESCONTO: https://r.vocemaisrico.com/1b6ed206b9CONHEÇA O G4 EDUCAÇÃO: on.g40.co/G4-OsSociosEm um momento em que inteligência artificial, eleições, crise de liderança e transformação social se cruzam de forma cada vez mais intensa, poucas conversas são tão provocativas quanto sentar à mesa com alguém que já construiu grandes empresas, enfrentou o peso da exposição pública e hoje fala sem rodeios sobre poder, casamento, sociedade e o futuro do Brasil.Tallis Gomes é fundador, mentor e presidente do G4. Também fundou a Easy Taxi, operação global presente em mais de 30 países, e a Singu, vendida para a Natura em 2020. Foi eleito pelo MIT o empreendedor mais inovador do mundo em 2017 e é autor do livro Nada Easy.No episódio 294 do podcast Os Sócios, falamos sobre o custo real do sucesso, o preço da exposição, o que a IA já está mudando nas empresas e no trabalho, e até onde essa transformação pode nos levar. O Brasil ainda vive uma democracia funcional? A monarquia é apenas nostalgia ou revela um incômodo legítimo com a República? O país caminha para mais liberdade ou mais controle? E o que realmente estará em jogo em 2026?Ele será transmitido nesta quinta-feira (23/04), às 12h, no canal Os Sócios Podcast.Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @maluperiniConvidado: Tallis Gomes @tallisgomes

Participantes neste episódio3
B

Bruno Perini

Hostjornalista
M

Malu Perini

Co-hostjornalista
T

Tallis Gomes

ConvidadoEmpresário
Assuntos6
  • Vida e carreira de Tallis GomesFundação da Easy Taxi · Venda da Singu para Natura · G4 Educação
  • Inteligência ArtificialImplementação de AI em pequenas empresas · Transformação digital
  • Relações BrasilEleições de 2026 · Monarquia versus República
  • Relação com sócios e governançaEstrutura de poder no G4 · Lealdade entre sócios
  • Bitcoin e CriptomoedasAdoção de Bitcoin como moeda · Stablecoins
  • Desafios do empreendedorismo no BrasilCultura empreendedora · Dificuldades enfrentadas por empreendedores
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E aí, pessoal, vamos começar mais um episódio do podcast dos sócios. Quem fala aqui é Bruno Perini, host do podcast. Estou, como sempre, com a Malu Perini, minha esposa, host, o belo rosto dos sócios.

Olá pessoal, sejam bem-vindos a mais um episódio dos Sócios. E aí Boludinha, sobre o que falaremos hoje? Hoje trouxemos um convidado que nunca veio aqui. Não, já veio. Só que veio no antigo cenário, segundo andar. Nossa, faz uns três anos eu acho. Não, faz. Uns três, quatro. Eu acho que era o primeiro ano de grupo, era 2021. Ou 2022. Trouxemos o Thales numa nova versão. Nossa, e dele? É verdade.

pra gente falar um pouco sobre tudo sobre vida, negócios, e ai e tudo que a gente conseguia abordar aqui e política talvez bem pedido aqui no podcast, que veio lá atrás então agora estamos pagando aquilo que vocês queriam, né pessoal em termos de

convidados. E vou ler aqui uma rápida biografia do Tales, tentando resumir muito do que ele já fez. Ele é fundador, mentor e presidente do G4 Educação, plataforma de soluções empresariais para pequenas e médias empresas que já impactou mais de 80 mil CNPJs aqui no Brasil.

Também é fundador da Easy Taxi, operação global presente em mais de 30 países, e da Singu, que foi vendida para a Natura em 2020. Inclusive, o G4, no ano passado, faturou mais de R$ 500 milhões e se consolidou como uma das principais referências em formação e crescimento empresarial.

no país. Tales, bem-vindo novamente ao Podcast Sócio, é um prazer receber aqui. Prazer estar com vocês, Malu, Bruno, eu gosto muito do conteúdo que vocês promovem na internet, porque como vocês são inteligentes e leem, dá pra ter um papo profundo. Então, sinceramente, eu detesto fazer podcast, mas com vocês eu tava empolgado. Pô, que legal. Porque a conversa vai ser boa, e aí por uma casa tem uma câmera.

É verdade. A gente gosta de chamar pessoas exatamente que a gente gosta e que tem assuntos em comum, exatamente por isso a conversa é boa. E, Thali, já aproveitando essa questão que eu citei aqui do G4 Educação, explica um pouco, pessoal, o que o G4 faz hoje? Quem quer conhecer mais os programas de imersão que vocês têm? Como é que faz? Tá bom. O G4 é a Amazon Solução Corporativa. E aí, você até falou o Educação, né? Por que a gente tirou a Educação do nome? Agora é só G4, né?

Porque educação hoje está se transformando em um quarto da receita só da companhia. A companhia tem uma receita composta por software, serviço, comunidade. São soluções corporativas que a gente entrega para o empreendedor. E educação é o nosso topo de funil. Então é onde eu conheço o empreendedor, eu conheço a dor desse empreendedor. Eu posso mentorar esse empreendedor. Eu posso direcionar esse empreendedor. Então a gente compara com o seguinte.

Imagina que a Embraer começasse a brevetar seus potenciais clientes ou, eventualmente, a turma que trabalha para os seus clientes, que são os pilotos. Isso é o G4. Ela é a Embraer, mas também com o custo de formação de pilotos. Então, a gente entende que não adianta só vender um CRM, um RP, vender AI para um empreendedor que ele não entende como arrumar a arquitetura da tua companhia para poder absorver valor daquilo que ele está comprando.

Então, a gente tem os programas de formação para dono e gestores de negócios, que com isso a gente consegue nivelar esses donos melhores, dar subsídio para que eles tomem melhores decisões e cresçam as suas companhias, para depois eu vender para eles software, serviços, colocá-los em comunidades, em grupos empresariais, para que eles possam colher valor daquilo que eles já têm ali, que é aquele conhecimento que ele adquiriu através do G4.

Bom, para quem quiser conhecer mais do G4, tem um QR Code aparecendo aqui na tela e um link na descrição. Vocês podem se cadastrar, preencher algumas informações sumárias e o time do G4 vai ver o que é melhor para você no estágio em que você está na sua empresa. E antes de fazer a primeira pergunta para o Thales, eu tenho só mais um recado aqui do pessoal da Coinbase. Então, para quem não conhece, a Coinbase é hoje uma das maiores corretoras de criptomoedas do mundo. Ela é listada na Bolsa de Valores dos Estados Unidos de Tecnologia, a Nasdaq, e também é custodiante de 8...

dos 11 ETFs de cripto que existem nos Estados Unidos. E o melhor é que é um app super simples de usar, você pode baixar compras a partir de R$10, então tem que ter muito dinheiro para começar a comprar criptomoedas, Bitcoin, Stablecoin e outras. E nós temos agora também um benefício aqui para o podcast dos sócios, utilizando o nosso link, você ganha R$50 em Bitcoin na primeira compra a partir de R$1.000.

Então, para utilizar isso, base canal com QR Code na tela ou link na descrição. Lembrando que agora o Bitcoin está num momento interessante para quem quer comprar. Muito melhor comprar por 80 mil dólares do que por 126 mil. Fora diversas outras criptomoedas lá que você pode utilizar. Bom, começando aqui, Thales, eu vou atravessar um pouco o assunto. Tinha preparado uma pauta, mas você falou, cara, eu estou querendo muito falar de inteligência artificial. Inclusive coisas que em português nunca foram ditas. Exato. Eu gosto muito de discutir sobre o futuro, cara. Eu também.

O Aristóteles tinha um pensamento onde ele falava que a ficção é melhor do que a história. Porque a história fala do que aconteceu, enquanto a ficção fala do que poderia ter acontecido. É uma romantização da história. Pois é. Se bem que a história talvez não fale sobre o que aconteceu, né? Só a versão que chega pra gente no final. Exatamente. Exatamente. É o que a gente tem visto. É uma história que as pessoas gostariam que a gente ouvisse. Eu fico imaginando que vai ser a história do Brasil daqui a 30 anos. O que eu vou achar nos livros didáticos, entendeu? Do futuro.

Mas, Thales, o que você viu de AI lá fora, que aqui no Brasil não está chegando ainda, ninguém está sabendo, que vai ser talvez até uma surpresa para muitos? Que papo bom de ter. Todos os anos eu vou para Davos, que é o Fórum Econômico Mundial, onde os maiores líderes do mundo se reúnem e, por um acaso, eu me enfio lá.

E acabo que me enfio em boas mesas, né? Dentre umas das mesas que eu estava, estava lá o Dario Amodei, o fundador da Antropic, e são mesas pequenas, né? A gente está falando de mesas com 15, 20 pessoas ali, tendo conversas profundas sobre transformações que vão acontecer na humanidade e principalmente definindo qual é a agenda do ano, né?

E dentro dessas conversas, eu estava lá porque o G4 hoje tem 87 mil empresas como cliente, então a gente é, de fato, globalmente uma empresa muito relevante no quesito de implementação de AI no pequeno e médio empresário. Então eu fui ali contribuir falando um pouco sobre como que a gente está fazendo para acelerar o processo de adoção de AI na ponta, os pequenos e médios empresários.

E o Daryamodei, isso até saiu no jornal, pode pesquisar isso no Google, vocês vão ver, ele soltou lá em Davos, que falou assim, o constraint, a dificuldade de escalar AI é a implementação na ponta. O problema de AI não é tecnologia mais, o problema para escalar AI é a implementação na ponta. Como é que eu faço o dono da padaria usar, o dono da fábrica de sapatos usar, como é que eu faço o Ever Joe ali começar de fato a usar no dia a dia do teu negócio.

Porque em termos de utilização de AI, cara, a grande maioria das pessoas já usa. E olha que dado interessante. Sabia que tem mais usuários de chat GPT mobile no Brasil do que nos Estados Unidos? Brasil é o número um do mundo. 54 milhões de usuários de chat GPT mobile aqui no Brasil, dado de julho, no ano passado, versus 53 nos Estados Unidos. A tristeza é que eles devem estar perguntando coisas que não são tão interessante. Então vamos entrar nesse detalhe. Eu estou dando um dado. Essa é a tristeza. Porque...

O que é interessante quando a gente percebe isso? A gente vê que o Brasil tem um potencial gigante. Aristóteles definiria isso como ato e potência. Diria que o Brasil, de fato, tem uma potência muito grande, mas a gente está travado no nosso ato. Depois a gente vai para a filosofia e traz esse ponto. Do ponto de vista de AI, especificamente, eu acredito que o mundo está caminhando para um momento onde as companhias...

Estão sim adotando AI, mas estão adotando da mesma forma que a energia elétrica foi adotada no final do século XIX e início do século XX. Olha que dado interessante. No final do século XIX, em 1882, para ser mais preciso, Thomas Edison conectou a primeira powerhouse a uma fábrica lá em Nova York, lá em Manhattan, na Pearl Street.

Demorou 40 anos para que as fábricas redesenhassem a tua arquitetura de produção para conseguir coletar valor de energia elétrica, dessa tecnologia exponencial. Porque antes da energia elétrica, as fábricas funcionavam a vapor. Então você tinha um motor central, que tinha um sistema de distribuição de roldanas e cintas, que ele distribuía força através desse motor central alimentado por vapor.

Com o surgimento da energia elétrica, o que a turma fez? Substituir o vapor pela energia elétrica. Ou seja, eu peguei uma tecnologia exponencial e usei de forma linear. Não usei de forma exponencial. Lá para os anos 20, foi quando a turma falou assim, peraí, já que eu tenho energia elétrica, por que eu tenho que ter um sistema central de distribuição de força e não uma planta fabril com vários pequenos motores, com células de produção, rodando ao mesmo tempo, sem depender de um sistema de alimentação central, já que é energia elétrica.

redesenhar o sistema de produção. Um dos grandes exemplos disso foi Henry Ford, com o Ford T. Ford T, por exemplo, pulou de, se eu não me engano, 12 dias para se montar um Ford T para 9 horas. Algo do tipo assim, sabe? Foi um negócio quase 8, 10 vezes de ganho de eficiência quando ele mudou a arquitetura de produção. Trazendo para a nossa realidade, o que está acontecendo é as companhias estão adotando AI.

Hoje, quando eu fiz uma entrevista lá no G4, para poder definir a estratégia de produto que a gente está lançando, de AI, 80% respondeu que já usa AI. Mas só como que o cara usa AI? Da mesma forma que a turma usava energia elétrica no século XIX e início do século XX nas fábricas. Ele pega um processo que já existe, da forma como existe, e só enfia AI no processo. Então você tem, usando a tecnologia exponencial, de forma linear. Você não está tendo ganho exponencial.

As empresas, então, não entenderam, no mundo, só no Brasil não, que eu preciso redesenhar minha arquitetura de produção para que eu possa coletar valor de AI e sim ter ganhos exponenciais. Exemplo de quem fez no G4. G4 começou a usar AI em 2022. Novembro de 2022, Chat APT é lançado. Em dezembro de 2022, o nosso Notion é o primeiro Notion criado de playbook de utilização de AI.

Em 2023, eu e o João, quem lidera a AI na companhia, a gente começou a redesenhar a arquitetura de produção da companhia, redesenhando o processo, destruindo a área no chão e reconstruindo do zero, contando com a AI.

Fast and Forward para 2025, a gente pulou de 9 milhões de geração de caixa em 2022 para 104 milhões de geração de caixa em 2025. Em três anos. Multiplicou 11 vezes e meia a geração de caixa da companhia, aumentando 10% o OPEC só. Só contratando por volta de 40 e poucas, 50 e poucas pessoas para a companhia. Como é que a gente fez isso? Usando uma tecnologia exponencial de forma exponencial. Eu acho que o mundo agora...

Bruno e Malu, está passando por esse processo onde as pessoas estão entendendo qual é o poder da ferramenta, mas entendendo que a ferramenta por si só ela não realiza a sua potência para ser um ato em potência plena, como diria Aristóteles no livro 9 da metafísica. Então a gente está naquele processo onde eu estou na semente que está começando a germinar.

O Aristóteles chamaria isso da kinesis, o movimento ali. Então a AI está em kinesis agora, está começando a germinar, mas a empresa que adota a AI sem reconstruir o modelo de arquitetura produtiva, ele não está acelerando o metabolismo empresarial.

E esse é um termo que eu criei, porque eu vou... Semana que vem, quinta, agora eu estou indo para Los Angeles, que eu vou palestrar num evento chamado Milken Institute. O Milken é tipo a área VIP de Davos. Então é onde alguns dos maiores nomes do mundo também. Elon Musk vai estar lá, vai estar lá o Daryl Amodei. Está todo mundo assim, está a plateia, um evento um pouco menor, mas recluso, mas que trata grandes temas. E eu vou falar sobre processo de implementação de AI também para pequenas e médias empresas, e usar o case de G4. E eles pedem para você escrever um artigo, né?

para avaliar se você vai falar ou não sobre o tema. Eu escrevi um artigo que eu chamei, o artigo basicamente, o metabolismo empresarial. Porque, pensa bem, uma companhia que não está em movimento, ela está morrendo. Uma empresa que não está em movimento, ela também está morrendo. O Aristóteles tem até um nome para isso que é...

É eudamônia, né? Então, eudamônia não é viver em felicidade, nada disso, é você se colocar em movimento. No livro 9, da Metafísica, então ele trata do conceito de ato e potência, dinamismo e energia, que basicamente é uma semente, ela é um carvalho em potência.

mas ela está em ato. Agora, o que faz ela se transformar na sua potência, que é o carvalho, é o movimento, ela germinar, virar uma muda, virar uma árvore pequena, é a mesma coisa que é uma empresa. Uma empresa, ela não é o que ela tem no balanço, ela é o movimento que ela faz internamente para transformar as suas potências em atos puros.

Aristóteles define que um ato não é uma descrição daquilo que ele tem. Uma potência não é a descrição daquilo que ela tem. É basicamente o movimento que transforma essa potência em um ato próprio. Então é a germinação que transforma a semente.

Em uma árvore, a empresa, tem duas empresas do mesmo segmento com o mesmo balanço. Tem uma empresa pegando, pô, chat GPT e Cloud falando, use aí para poder produzir conteúdo mais fácil, para tomar decisão mais fácil. Tem outra empresa que redesenha a arquitetura de produção.

Coloque a AI no centro da companhia, diminui layers para tomada de decisão, acelera o processo de disseminação de informação. Essa empresa está em eudaimônia, ela está em movimento, ela vai exercer de fato esse movimento que permite ela virar uma potência maior e, eventualmente, a outra empresa é o que eu chamo de cadáver aristotélico.

Ela tá parada ali. Ela já conquistou muito dinheiro. Como isso acontece muitas vezes na vida, né? O homem chega 35, 40 anos, conquistou muita coisa na vida, já tem uma família e tal, ele começa a desacelerar, vou trabalhar menos, sexta-feira eu vou subir pro Boa Vista. O que esse cara tá fazendo? Ele não tá vivendo em eudaimônia, né? Ele deixou de viver aquilo que levou ele até ali e começou a viver uma vida viciosa. Uma vida de prazeres. Não uma vida de movimento, de desenvolvimento, de trabalho.

E é exatamente nesse momento em que pequenas empresas, pequenas startups conseguem overcome incumbentes que outrora era impossível pensar que essa empresa iria perder seu lugar no mercado.

O Nietzsche tem uma frase onde ele diz no Crepúsculo dos Ídolos que renunciou à vida grandiosa, aquele que renunciou à guerra. Perfeito. É isso, né? Você vai ficar de boa, não vai perder grandes coisas acontecendo. Exato. E que você falou sobre a empresa, eu concordo totalmente. Até quando uma pessoa faz um valuation de uma empresa, não leva em conta somente os 12 meses. Ele projeta o que a empresa vai fazer no futuro e traz a valor presente. Exato. Porque uma companhia não pode valer simplesmente o que ela faz num ano ou o que ela tem de valor patrimonial. Exato. É uma análise ruim.

Agora, eu queria saber o que o empreendedor pode fazer, porque eu concordo, e é transformacional, mas é quase como dar um foguete para um cara que não tem carteira de motorista. Perfeito. Ele olha para aqui e fala, tá, cara, vai fazer muita coisa. O que eu faço? O que eu faço? E dá para fazer merda. Como é que eu consigo mudar no negócio? Sim, dá para quebrar a empresa. Por exemplo, o que está acontecendo aos montes aí são vazamentos de dados. No Brasil, você tem um problema financeiro envolvendo isso, logo jurídico.

que é LGPD. Sim. Então eu começo a vibe codar a solução lá, subo essa solução pra produção, sem ter um time interno de cyber que olhou esse negócio. Você pode ter certeza que tem backdoor aberta, vai dar problema. Aqui, inclusive, a gente tava vendo isso, né? Porque muita gente falou, não, tão usando o LOV, vou fazer um monte de coisa. Vai nessa. E aí, isso você tinha falhas de segurança. É um sistema de vibe code, você consegue criar as coisas só com comando de texto.

É um framework que usa LLM que facilita pra você criar soluções. Entendi. A gente faz isso no G4, só que existe um processo. Tem um time de tech que ele analisa tudo do ponto de vista de escalabilidade. Então, tudo aquilo que a gente for subir pra produção, passa na mão dos devs pra eles analisarem se tem escalabilidade ou não e como é que eu faço pra ter escalabilidade. E passa na mão do time de cyber, pra que o cyber possa dar o green light ou não pra subir em produção, porque senão, mano, vira uma bagunça. Então, você tá corretíssimo. Entregar ...

A potência que existe em um LLM hoje na mão de um empreendedor sem que ele seja preparado para usar...

ele pode, cara, bater com o carro no muro e morrer todo mundo, entendeu? Pode ter um vazamento de dados ali que vai destruir a reputação dele, que vai gerar um processo LGBT. E é o que a gente faz no G4 hoje em dia. Hoje, todos os nossos programas presenciais, a gente dedica uma parcela do programa para ensinar esse empreendedor a como que ele usa essa potência da AI dentro do teu negócio.

e de forma, obviamente, sistemática, dando cases de uso, muitas vezes, pegando o empreendedor pela mão e fazendo usar. Por exemplo, eu tenho um caso de uma aluna nossa, que ela foi na GE, que é o único programa que eu dou aula, dos trinta e tantos.

Ela me perguntou o seguinte, na minha autoria lá. Eu tenho e-commerce de moda faz, sei lá, 11, 12 anos. E eu queria fazer um app pro meu e-commerce. A gente tem um software proprietário de AI que chama G4OS, né? Que é meio que um hub de LLM. O problema de LLM hoje é... Hoje vocês provavelmente usam o Cloud. Mas eu tenho certeza que ano passado vocês usaram o ChatGPT. Ou seja, já perdeu todo o seu histórico.

Eu tenho certeza absoluta que daqui a um ano você vai usar outra coisa. Porque a cada seis meses muda tudo. Aí você vai ficar perdendo histórico, perdendo contexto. Então o que a gente fez? A gente fez um hub. Que você conecta a LLM que você quiser ali dentro. Tem uma janela de contexto persistente. Então você nunca perde contexto como acontece no Clóvis. Às vezes você está falando muito em uma janela e fala, abre outra janela.

você tem que reexplicar para ele o que você estava falando, isso nunca acontece com o G4S, você pluga Gemini, você pluga o que você quiser, além dele acessar seus dados locais. Então, temos de cibersegurança, por exemplo, eu não preciso subir meus dados para OpenAI, não preciso subir meus dados para Antropic, eu posso manter isso em planilha no meu negócio, que eu uso esse layer da LLM para poder acessar essa planilha e gerar o output que você está buscando ali dentro do G4S. A gente é concorrente de uma empresa chamada Perplexity.

uma empresa que vale 25p de dólar. Eles lançaram um negócio chamado Perplex Computer em março. Em fevereiro a gente tinha lançado o G4OS, que é a mesma coisa, o mesmo produto. Qual que é essa história? A gente tá dando pra todo mundo que faz o AGE, o G4OS, porque como eu tô em beta, preciso que mais gente use pra eu corrigir bug, dar feedback, essas coisas, né? E eu falei pra Salão, faz o seguinte, fala exatamente a mesma coisa que você me perguntou aqui, agora, o G4OS. Aperta o botão de áudio aí e fala pra ele.

Aí ela falou. Eu falei, agora aperta o ok aí, que ele vai pedir pra você fazer o software, né? Sim, aperta o ok. Deixou fazendo, fui fazendo a mentoria.

Cara, à tarde. Aí eu fui embora, fui trabalhar e tal. Voltei, aí quem dá mentoria à tarde era o Nardon. À tarde, o Nardon me liga e fala, mano, você não tem ideia. Você deu uma sugestão pra uma moça aqui de e-commerce pra fazer um app. Ela fez no G4S, tá pronto. Você não tem ideia, tá bom. A menina tava em choque. O que ela fez? Ela falou o seguinte. Na mentoria eu falei com ela, fala pro G4S.

pra fazer uma aplicação pra você, que bate no seu estoque ali do teu e-commerce e fala com base no... Weather, né? Condição de tempo e na atividade que você vai fazer, sugira um look pra mim.

no meu estoque, com base no meu estoque. Então, monte um look para hoje, para vir no podcast do Bruno Perini, em São Paulo, 26 graus, tempo nublado, com o estoque que tem no e-commerce. O G4OS, que basicamente deve ter usado ali o Part Codex, Part Cloud Code, porque ele também faz isso, ele modula para usar a melhor, a melhor linguagem, o melhor LLM.

no melhor modelo, pra aquilo que você tá pedindo. Porque não adianta usar só o modelo mais caro, tem coisa que eu não preciso. Tem coisa que eu posso usar, modelo mais barato pra economizar token, tem coisa que eu preciso de um modelo melhor. Então, o G4S, ele modula isso pra fazer o melhor uso possível dos seus tokens, né? Ela fez um app conectado com o e-commerce dela, pronto pra subir em produção, bonitão, que você bota ali com a ocasião que você tá indo e condição climática, e aí ele te sugere um look ali com o botão que você aperta e já compra no e-commerce dela. Cara, fez isso em questão de, sei lá, uma hora, duas horas.

essa é a potência da IA, quando você de fato consegue ensinar de forma metódica e entrega uma solução melhor na mão do empreendedor, que é o que a gente pensou quando a gente construiu o G4S nosso case de uso lá, a gente falou, cara eu mesmo não sei se eu tenho que usar o Sonnet, se eu tenho que usar o outro, se eu tenho que ir por Codex e tal, cada case de uso tem uma situação melhor pra aquilo

por que não criar uma inteligência que ela modula pra você fazer o uso mais eficiente possível esse é um case de uso de average jobs como nós, que não somos técnicos que no final do dia é o que falta pra tecnologia evoluir e ser prática na vida das pessoas

O Peter Diamandis tem uma analogia muito bacana sobre transformação digital. Ele fala que a gente segue uma sequência que ele batizou de 6Ds. Ele fala que a primeira é você digitalizar alguma coisa que não era digital até então. E o segundo D é interessante. Ele fala que é a decepção.

Você vai pro digital, tipo as primeiras aulas online lá atrás. Fala, pô, que legal ter aula online agora. E você vê e fala, puta, a câmera é uma bosta, o som não tá legal, a internet fica caindo, ah, isso aqui é ruim. Você se decepciona e muita gente para de usar. Aí depois vem o terceiro D, que é a melhora digital, que ela é muito mais rápida do que a melhora material. Ela é Lady More na veia, né? Até mais do que isso hoje em dia. Aí vem o terceiro, que é a disrupção.

Uma hora você fala, poxa, aquele digital que era ruim, agora tá muito melhor do que a presença física. Aí ele continua, que o próximo estágio é a desmaterialização. Você pode ter online, então não precisa ter físico. É mais barato. Desmonetização até chegar e democratizar pra todo mundo. Quando eu olhava esses 6Ds dele, eu olhava pra IA, eu pensava, cara, a gente tá na fase da decepção ainda. E agora você tá mostrando que não, a gente tá entrando na fase da disrupção. Já tá acontecendo. Eu queria saber o que você enxerga daqui.

Há cinco anos, cara. Como é que vai ser o futuro? Porque o Elon Musk, outro dia, ele tava lá tweetando que, olha, vamos precisar de uma renda básica universal. Sim. No final vai ser necessário, porque vai ter muito desemprego. E o interessante é que essa revolução, ela parece uma revolução diferente quando você olha quem perde o emprego, né? Lá atrás, quando você tinha a mecanização do campo, quem perde o emprego era o cara que trabalhava...

É, com as mãos. Na parte manual. Hoje em dia, quem vai perder o emprego talvez seja o cara que trabalha com a parte mental. Perfeito. E não mais o cara que é o cara que é professor de jiu-jitsu. Tá tranquilo, pô. Exato. Aí ela não vai disruptar ele. Não vai. Agora, o cara que é executivo, mediana, ele pode estar pensando, cara, talvez eu esteja perdendo espaço aqui, dá um tempo, eu tô fora da empresa. Cara, você abriu uma caixa aqui que dá pra gente ficar duas horas falando isso agora. Eu penso muito nisso.

principalmente porque eu estou advising alguns candidatos à presidência, então eles estão me perguntando muito sobre isso. Cara, como é que está o tema de AI, tema de energia, essas coisas? Eu faço parte de um grupo empresarial nos Estados Unidos chamado Rockbridge, que é fundado pelo J.D. Vance. O J.D. Vance e o Chris Burst que criaram esse grupo, onde a gente basicamente discute sociedade, discute globalmente para onde vai o mundo e tal.

Estava agora num evento lá em Nashville, que o J.R.Vance, inclusive, estava presente, e discutimos muito isso. Qual o futuro da humanidade, como o QAI tem um papel nisso aí. E eu tento traduzir isso para a nossa realidade do Brasil e, obviamente, fico tentando vender Brasil. Porque, de fato, o Brasil é um grande ativo. A gente tem 85% da matriz energética limpa, a gente tem água em abundância, tem um zoning maravilhoso para instalar a Deira Center. A gente tem...

um povo early adopter. Então, a gente tem a segunda maior reserva de terras raras do mundo, só perde para a China. Um terço das terras raras já foram achadas no mundo. Está aqui dentro do Brasil. Um pacote de minerais dentro dessas terras raras, também muito nobre, porque tem vários tipos de pacote. O nosso pacote é muito nobre. Um solo argiloso, que é parecido com o solo chinês, ou seja, processo de extração brasileiro é um processo mais barato. A gente tem um problema no Brasil chamado PT. Então, pode ver que o Lula acabou de subir o imposto de 25% para quem quiser instalar dele, assenta no Brasil.

Isso é tipo proibir... Não só pra isso, né? Um monte de coisa. Mas isso é tipo proibir mecanização na Revolução Industrial no Brasil. É basicamente o que a gente tá fazendo. E pior que é cometer o erro que a gente já cometeu no passado, porque na década de 80, quando começou a fase de pessoal adotar computador pra aumentar a produtividade, o Brasil criou a lei da informática. E proibiu importação. E proibiu importação. É a mesma coisa, a gente tá repetindo o erro. Vou te redpilar agora. Você tá enganado achando que isso é erro. Isso não é erro. É proposital. É proposital.

Porque a esquerda se alimenta da miséria. Ela não pode ter desenvolvimento. Se ela tiver desenvolvimento, não tem esquerda. Você não viu o...

procure quem quiser, ou se o editor quiser botar com o vídeo, dele falando abertamente, o cara começa a ganhar dinheiro e ele para de votar na gente, o Lula falando abertamente. Ele não tem interesse que as pessoas vivam a eu da amônia, que elas se desenvolvam, que as pessoas sejam mais felizes, que as pessoas ganhem dinheiro, que as pessoas se desenvolvam, ele não tem nenhum interesse nisso, porque senão acaba a esquerda. A essência da esquerda é manter as pessoas na miséria.

Na luta de classes, né? A esquerda é isso, é luta de classes, eu contra você. Imagina se as pessoas percebessem que não é o empreendedor contra o funcionário, que é nós dois juntos contra o Estado atrapalhando a gente. Pô, vira muito o jogo, acaba a esquerda, né? Então não é erro, tá? Isso aí é proposital. Por quê? Porque o Brasil hoje, ele é, sem nenhum exagero, o melhor ativo geopolítico do mundo.

para os Estados Unidos, do mundo, é a única chance que a gente tem como Ocidente de ganhar do eixo do mal, lá do Oriente. O Brasil é o único contrapeso, porque eu preciso produzir míssel, eu preciso produzir caça, eu preciso escalar AI aqui dentro, para isso eu preciso de energia, eu preciso de terra, eu preciso de água, eu preciso de lugar para instalar data center. A gente tem condição de ser a plataforma que escala AI no mundo. A gente só não tem governo para isso.

Todas as conversas que eu tive com o Flávio, o Flávio está disposto a fazer isso pro Brasil. Ele é um cara que ouve, tá? Vocês podem criticar o que você quiser, o Flávio. Flávio Bolsonaro. É, eu já estive com o Flávio dezenas de vezes tocando em temas sensíveis como esse. Todas as vezes que eu falo isso pro Flávio, ele fala você escreve isso pra mim? Eu quero pedir pra botar no plano de governo. Ele ouve.

E essa é uma característica pra mim muito boa. Caras que ouvem. Mas colocando no tema que você tratou aqui, a gente fez um desvio rápido aqui pra bater no Lula, porque ele merece apanhar. Eu acompanho o Elon Musk, e lá em Davos também discutiu-se isso, o Musk falou isso em Davos também.

assim como o Daryl Mudei, a gente fala que 80% do white-collar job vai desaparecer, ou seja, do trabalho do escritório, vai desaparecer nos próximos três anos. Essa foi a conclusão de Davos. Cara, 80% nos próximos três anos. É a conclusão de Davos, não quer dizer que eu concorde. Eu chuto cinco. Mesmo assim, né? Na média fica quatro. Vai acontecer. É muito rápido. Não tem como não acontecer. E sabe por que vai acontecer? Olha que tema interessante, gente.

Há três anos atrás, vou falar quatro, há quatro anos atrás, o conceito de inteligência era resolver problema complexo. Certo? Hoje não existe problema complexo que eu não resolvo aqui em dez minutos.

Qualquer coisa que um prêmio Nobel resolveu há 20 anos atrás, eu resolvo hoje com o Cloud Codec, rapidinho. Então, isso não é mais inteligência. O que é inteligência, então, em uma era de abundância de informação e de facilidade a acesso a essa informação e, principalmente...

de processamento dessa informação de uma forma simples. Porque, por exemplo, antes tinha abundância de informação no Google, só que eu tinha que fazer a pesquisa certa. Hoje eu pergunto aqui para o Claudio, para o Chate GPT, para o Gemini, ele me dá a resposta exata que eu preciso. Ele falou, estou num podcast aqui, me dá em uma frase o que eu preciso saber, o resumo desse estudo do Prêmio Nobel aqui. Ele me dá em uma frase, ele sintetiza. Então está ainda mais fácil.

Eu tenho informação. Então o que é a inteligência? A inteligência é o uso dessa informação. E aí é o seguinte, tem uma regra que eu tenho falado pros meus times, nas empresas que eu sou sócio. Tenho falado o seguinte, turma, tudo que tem uma regra, que tem uma fórmula,

é substituível. O que não é substituível? Aquilo que eu preciso ponderar. Então, tudo que precisar de consideração, que eu precisar ter passado por um evento para ter essa experiência prévia para decidir, isso eu acho que a AI nem tão cedo vai conseguir substituir.

Porque AI é muito boa de pegar coisas lógicas, que tem regra, e dar a solução. Agora, por exemplo, cara, eu tô discutindo com a minha esposa sobre o nome da minha filha. E aí, qual a solução que você sugere? Quem é AI pra me dar essas... Ela nunca teve filho, nunca teve esposa. Ela não tem condição de me dar. Mas, pô, uma pessoa que já passou por isso 4, 5 vezes, um Guilherme Freire tem condição de me dar esse... Ele já passou por isso 5 vezes, né? Então, ele tem condição de me dar um insight acerca desse problema que eu tô tentando resolver.

Em tese, eu não tive esse problema, mas que eu em tese estarei tentando resolver. Eu acho que nos próximos cinco anos, a transformação que vai acontecer é tudo que a tarefa repetitiva e lógica tende a zero. Então, o trabalho do middle manager, por exemplo, quem está nos assistindo agora que é gerente, coordenador, teme-vos. Porque o seu trabalho, o plod faz.

Se o cara tiver G4S dentro da companhia dele, então ele não precisa de você mais. Porque, bom, no final do dia o G4S ele é meio que um cérebro eletrônico da companhia. Mas a gente vai pra uma reunião, você liga o plot, né? Que é aquele hardware que resume, é tipo um gravador AI. Um hardware que resume tudo pra você e te dá ali um documento resumindo o que foi falado na reunião com conclusões.

Imagina que você alimenta o G4AS nisso, ou o LLM que você usa ali naquele negócio. Ou seja, o que eu estou fazendo? O trabalho do middle manager, que era concatenar informação e distribuir isso entre times para que se transforme em ação, isso eu já faço sozinho com o G4AS, mas o plot. Não preciso ser humano mais para fazer. Então o middle manager desaparece com isso.

Quando eu desço para o trabalho de execução do analista, por exemplo, eu vou subir campanha, eu vou fazer análise sales ops, eu vou analisar quantos leads caíram aqui no funil, qual é o scoring de cada lead para o cohort, qual é a taxa de conversão. Não preciso do ser humano para fazer isso. Um G4AS, um LLM consegue fazer esse negócio. Então, se eu tenho uma camada de inteligência na companhia,

espalhada por toda a companhia, onde todo mundo usa, igual lá no G4, os 460 pessoas que eu tenho usam o G4OS. Todo mundo tem a informação. Eu diminuo a distância entre a execução e a decisão, porque hoje, numa empresa pré-AI, eu vou chamar de empresa tradicional,

Você tem um ciclo que é, eu subo a decisão para a instância superior, a instância superior decide, devolve para a instância inferior para poder executar. No G4 a gente é horizontal. Como todo mundo tem todas as informações, e eu tenho esse cérebro eletrônico, o G4S, então ele já aloca a execução na hora. Não tem que subir boa parte das decisões mais. Então, o que sobe para as instâncias superiores e eventualmente chega a mim? Aquilo que sai do combinado. Olha.

Saiu do combinado, saiu do orçamento, sobe para aprovar. Se a caneca é preta ou a caneca é laranja, meu irmão, decide aí o que for mais even para a companhia nos próximos anos. Então, eu acredito que as companhias vão passar por esse processo.

Acredito que inclusive o G4 vai ser vetor para isso, para transformar as companhias para elas passarem por esse processo. O efeito colateral disso, elas escalarem teu crescimento sem depender tanto de OPEX, por consequência vai ter uma melhora profunda de margem. Então o meu call é que as PMS vão melhorar profundamente a sua margem nos próximos anos, como eu melhorei da minha companhia. Então vai crescer geração de caixa. Mas ao mesmo tempo...

vai ter um movimento de sociedade que indivíduos que hoje dependem de ser gerente, dependem de ser coordenador, dependem de ser analista, ele também vai criar a sua própria empresa. Então, o número de CNPJs, que hoje o Brasil tem 24, 25 milhões de CNPJs, o maior número de CNPJs por habitantes do mundo, by the way, mas é um país empreendedor na sua essência. Isso aí, quantos são um mês, cara? Metade é um mês. Metade. Mesmo assim, a gente é muito grande.

É muito grande. Por isso que eu falo quando eu tenho... Nossa, tua empresa é muito grande. Tô 87 mil CNPJs. Eu tô barely scratching the surface aqui. Nem começamos, né? O mercado é muito grande. Se você pensa em 12 milhões tirando os meios, é coisa pra cacete. Nem começamos. E vai crescer. E é o que eu tô te falando. O meu call é que esse número dobra. É que dobra nos próximos anos. 5, 10 anos. Por quê? Porque hoje a distância entre transformar a tua ideia e um software é alguns tokens.

aí tem uma discussão se o software é bom, se ele escala, se tem segurança, essa é outra discussão. Mas fazer um protótipo, fazer um MVP, qualquer adolescente consegue fazer com um nível de qualidade que outrora eu precisava ser um empreendedor com habilidade incrível de construção de produto, com um CTO muito qualificado há cinco anos atrás.

Então, eu acho que ao mesmo tempo que as empresas vão diminuir a necessidade de ser humano, os seres humanos também vão começar a empreender. Eu acho que vai ter, nos próximos anos, vão ter, na verdade, algumas companhias que faturam centenas de milhões, que tem uma, duas, três pessoas. Tipo aquele americano que criou uma companhia que vale bilhão, faturou bilhão.

Em tese, fatura não, que vale em tese. Faturou ou vale? Não, a matéria vale. E aí vale o conceito, vale por quê? Quem pagou. Mas mesmo assim foi notável. Notável, tanto que o Samuel Alton queria encontrá-lo, porque tem uma aposta.

entre os cabeças de AI do mundo, que é em quanto tempo ia surgir a primeira billion dollar company com solo founder, né? Aparentemente o Sam Walton ganhou essa aposta, mas o que eu tô com a pulga atrás da orelha, que eu não ouvi mais falar disso, então acho que era meio caô essa história aí. Eu lembro que eu olhei mais ou menos a empresa do cara, falei, sei não, não tá com o cara não, né? Mas sempre que é assim, eu penso, quem pagou, né? Se ainda ninguém pagou, não vai. Mas enfim, mas vai acontecer.

É questão de tempo. Então, eu acho que esse movimento, essa transformação, esse counterweight aqui, que é, na medida que as empresas precisam de menos seres humanos, os seres humanos também precisam menos da empresa, acho que vai ter um equilíbrio. Mas você falou, isso é só a favor de renda básica. Se você me perguntasse isso há um ano atrás, eu ia falar que não. Isso é papo de vagabundo. Hoje eu já mudei a minha cabeça pelo que eu estou vivendo e construindo dentro da minha empresa. Eu acho que esse, eventualmente, vai ser necessário. Eu só discordo do meio.

o que eu estou alinhado, eu discordo do como quando a turma fala de renda básica. Por quê?

O Aristóteles fala em Ética Anicômica, que é a Eudaimonia, então, é uma busca pelo desenvolvimento, é uma busca eterna pelo movimento. Alguns filósofos, de uma forma muito pobre, traduzem isso como felicidade, mas isso não é verdade. Felicidade não é só fazer o que você quer, não. Na verdade, isso te deixa infeliz quando você é refém das suas vontades. Então, quando você consegue fazer uma busca pela virtude eterna, uma busca pelo movimento, isso te deixa feliz. Por que te deixa feliz?

Porque vocês trabalharam duro pra estar onde vocês estão aqui hoje. Então, quando você contempla o que você tem hoje, que, inclusive, é cada vez mais raro, né? Às vezes a gente tá tanto no movimento que a gente esquece de contemplar onde que a gente tá, onde que a gente chegou. Quando a gente contempla, a gente fala assim, caramba, cara, foi tão difícil, né? Puta, vamos parar pra olhar pra isso aqui que a gente construiu e vamos admirar um pouco esse negócio, sabe? Então, isso é eu da imônia. Esse é o sentimento da felicidade, que é a felicidade duradoura, né? Não é a felicidade dopaminérgica, de que é o sentimento da felicidade duradoura, né?

que é a felicidade comprável. Tudo que você consegue comprar é dopaminérgico, não é de longo prazo. Aquilo que você precisa conquistar...

não é de curto prazo, então aquilo realmente é o caminho da eudaimônia, é o caminho da busca pela virtude. Se eu coloco todo mundo numa renda básica, o que vai acontecer é o que acontece em países nórdicos que tem, de uma certa forma, alguns, uma coisa parecida com renda básica. O índice de suicídio é altíssimo. Por quê? Porque a pessoa não tem felicidade, ela não conquista nada. Take for granted, você não tem desafio na vida.

É a vida do herdeiro que nunca trabalhou e que só vive gastando dinheiro da família. Esse cara é depressivo, esse cara não é feliz. Esse cara domingo à noite, ele chora na cama. É o tal do propósito que a galera faz. Não tem o porquê, vai buscar o quê, né? Com certeza, não tem desafio. Sabe, então, por que cada vez mais empresários como eu e você estão entrando no jiu-jitsu e saindo na mão com o competidor lá? Sendo que a nossa rotina de vida já é muito dura. Porque, meu irmão, a gente quer desafio.

Depois você tá começando a ficar muito tranquilo aqui na companhia, a gente tá só ganhando jogo aqui. Eu falo, cara, quero ir pra um lugar onde eu tomo porrada 80% do tempo. É maluco, quer fazer uma obra. Vamos comprar um terreno e construir, tá? Boa sorte. Eu não te recomendo. Eu tô nessa há dois anos. Ninguém recomenda. Se eu pudesse, eu não teria feito isso, tá? Se eu pudesse voltar atrás. Mas eu acho que se eu for pro caminho da renda básica, per se, eu vou ter uma pandemia de suicídio na sociedade. Eu acho isso gravíssimo.

Então, existem outras soluções. E, cara, eu tenho o meu hábito lá de ir nos sinais de semana, eu vou fumar meu charuto e eu fico refletindo. É o meu momento que eu começo a refletir sobre a vida, que eu começo, de fato, a pensar em tudo aquilo que eu estou vivendo, pensar em sociedade, pensar em futuro, ler. E uma dessas fumadas ali me veio um insight de por que não fazer com que os países sejam acionistas

das empresas que estão causando essa transformação. Por exemplo, os países serem acionistas da OpenAI, os países serem acionistas da Antropoc, sei lá, vai ter 10% da empresa, 20% da empresa como um todo, vão ser os países onde ela atua. E aí esses países vão receber dividendo.

dessa companhia. E esse dividendo, ele não pode necessariamente passar pelo fluxo orçamentário do país, porque senão vai cair na mão de quem pagou a campanha dos caras. É assim que funciona a República. A República, o dinheiro nunca vai pro contribuinte, vai o que sobra. Dinheiro vai pros amigos e pra eles. Então, como é que eu crio instituições supra-governamentais, mas que coletam esses dividendos dos países e utilizam ali pra para

educar e promover formas de, não subsistência, mas de desenvolvimento de vida das pessoas que não conseguiram, de fato, se encaixar nesse momento de transformação. Que assim como aconteceu na Revolução Industrial, que teve um gap que sofreu muito, vai acontecer agora. Tem um gap que vai sofrer muito. Qual que é o gap? É o gap que não tem aquilo que Aristóteles chama de virtude base, que é a coragem.

Porque pra vocês criarem um podcast, pra você entrar no jiu-jitsu, pra malu ser mãe, você precisa da virtude básica, que é a coragem, né? A coragem é a base de todas as outras virtudes. Porque se eu tenho coragem, eu entro em movimento. Se eu não entro em movimento, eu não entro em eu da Mona, né? Então, muitas pessoas não vão entrar em movimento. Como outro dia eu percebi que eu vivo na bolha da bolha da bolha, que o CEO de uma das maiores empresas do Brasil estava chocado com o Cloud Code. Eu falei, como assim, mano? Tipo, agora que você descobriu isso? Foi na semana passada.

Tipo assim, você tá de sacanagem, né? Você nunca tinha usado? Não, cara, tô chocado que eu escrevo aqui, sai uma linguagem natural, sai um negócio pronto. Eu falei, caramba, eu vivo na bolha mesmo. Eu achava que isso ia ter que for granted, sabe? Então a gente tem que sempre fazer um check e falar, galera, a gente vive na bolha da bolha da bolha. Calma. O mundo não tá lá não, né? Então, vamos lá. Vamos tentar desenvolver as pessoas. Então eu acho que tem pessoas que vão cair nesse limbo. E esse limbo, não adianta eu simplesmente abandonar essas pessoas.

Porque se eu fizer isso, eu vou aumentar os problemas que eu já vivo na sociedade hoje, que é violência, que é miséria, e vamos lá. Eu gostaria de viver em um mundo que não exista miséria. Então como é que eu vou construir um mundo que não existe miséria? Como é que eu vou construir um mundo que não exista assalto? Eventualmente eu tenho que dar oportunidade para as pessoas, só que é a forma certa de dar oportunidade para as pessoas. Porque a forma errada eu já sei.

A gente já faz aqui no Brasil. Bota todo mundo no Bolsa Família, faz um sequestro eleitoral, mantém as pessoas na miséria. Logo, eu não preciso fazer um bom trabalho, eu posso ser corrupto que eu vou ser reeleito. Qualquer forma certa, bota todo mundo ali no programa de voucherização, que, by the way, é um programa liberal, de Milton Friedman. Bolsa Família é um programa liberal, de direito. Milton Friedman.

Por quê? Eu tenho que dar oportunidade para as pessoas saírem do ciclo de pobreza, da espiral de pobreza. Só que eu boto com deadline. Cara, você vai estar por dois anos aqui, você vai ter que fazer um curso técnico de formação, você vai aprender a ser ferreiro, você vai aprender a ser encanador, eletricista, e você tem esse tempo para arrumar emprego. Se você não tiver, você nunca mais vai entrar. Aí você vai se foder e o problema é seu, você que escolheu isso. Porque também, assim, o Estado não tem que ser pai de ninguém. Ele tem que dar oportunidade. Agora, se essa pessoa não quer, aí o problema é dela.

Bom, primeiro aqui citando o que a gente estava conversando, o nome do americano que fez a empresa de um funcionário só é Matthew Gallagher. E ela é, teoricamente, avaliada em mais de um bilhão de dólares. Segundo o Gemini aqui, 1,8 bilhão. Ele tem um único funcionário, mas ele tem uma série de irregularidades também. Criou uns médicos AI, assim, que passou por profissional. Então, talvez por isso tenham parado de falar um pouco do caso. Agora, pegando o que você estava comentando, Thales, você falou, pô, tornar os países acionistas de empresas. Eu pensei, cara, isso já acontece com o imposto, né?

Você pega as empresas da Bolsa, quem ganha mais não é o dono da empresa, não é o acionista, não é o dividendo que você recebe que é o maior, é o imposto que a empresa paga. Porque fora imposto sobre receita, só do lucro líquido são 34%. O que é a empresa da Bolsa? A sua é diferente? É que as da Bolsa são muito representativas. O pessoal pensa, ah, são os bilionários. Mas não, a minha também segue a mesma regra. Segue exatamente a mesma regra.

E sobre essa questão, cara, da renda básica universal, eu só fico me perguntando, tá, mas como é que a gente vai fazer? Porque, por exemplo, se você pega o advento das previdências públicas, é uma ideia muito moderna. A primeira previdência do mundo foi final do século XIX, que hoje é a Alemanha, né? O Otto von Bismarck teve essa ideia. Na verdade, os socialistas tiveram e ele falou, cara, se eu não fizer, eles vão fazer, vão ganhar um mérito político, deixa eu fazer primeiro, né? E aqui no Brasil, gente, demorou... Toda ideia socialista.

Pois é, não deu muito certo. Aqui no Brasil a gente demorou algumas décadas, o embrião veio em 1923. Naquela época, Previdência era para quem já era idoso, os idosos eram muito menos do que hoje, quem chegava à idade da aposentadoria não vivia muito mais, em termos de expectativa média, e você tinha 14 jovens para cada aposentado. Hoje no Brasil, a gente está falando de basicamente 100 anos depois, você tem 4 jovens para cada aposentado, sendo que desses 4, segundo a OCDE aqui no Brasil, 2 são nem nem.

Não trabalha nem estuda. Exatamente. Aí os outros dois, um deles é informal. Então você tem dois para um, um para um, que vai piorar ao longo do tempo. A gente chegou pela primeira vez no ano passado em um trilhão de gasto com a Previdência Pública. E uns 300 bilhões de déficit. Isso dá entre 2% e 3% do PIB.

Eu falo, cara, já tem a previdência que não vai ser mantida, né? A gente quer dar mais uma renda básica universal? De onde que vai sair o dinheiro, entendeu? Eu fico pensando nisso. Mas, realmente, eu concordo que alguma coisa vai acontecer. Porque a gente fala, pô, sobre requalificação, o cara se colocar em movimento. Mas tem muita gente que tá numa idade onde o cara fala, puta... É um gap muito grande. O cara mal sabe ler e escrever. O Brasil é um dos países que mais usa áudio no WhatsApp do mundo. Porque não sabe escrever. Mas por quê? Porque é prático ou porque o cara fica com vergonha de escrever tudo errado? Eu acho que não sabe escrever, não, cara.

Pois é, cara. Então, é uma revolução realmente que eu acho que vai ser diferente de todas as outras. Vai ser muito mais rápida a primeira coisa, mas eu fico curioso pra ver o que vai acontecer se as soluções serão adotadas. Porque eu fico pensando sobre essas coisas também e falo, cara, não tem uma resposta que vem na mente e fala, isso aqui deve ser a solução. Não, eu sabe o que me deixa mais ansioso? Quem são as pessoas que tem a caneta pra tomar essa decisão? Para pra pensar. Pois é, aqui no Brasil. Fico fodido, velho. No mundo, o Trump é o cara que vai tomar essa decisão? É verdade. O Lula?

Fudeu, velho. Esses caras são imbecis. Eles não têm profundidade intelectual suficiente e fortaleza moral e ética para tomar as decisões de longo prazo para a sociedade. Tipo assim, eu vou ter que viver sob as regras construídas por esses caras? Pelo meu congresso? Pelo meu senado? Isso me deixa ansioso. Porque eu não delegaria a minha empresa a esses caras. Quanto mais a minha vida.

Já entrando nesse âmbito político, qual a sua visão hoje sobre como deveria funcionar um país realmente eficiente? Porque eu já vi você comentando várias vezes em outros podcasts sobre a questão da monarquia. E também já vi o pessoal retrucando, pô, mas a sua ideia de monarquia não tem paralelo hoje, né? Porque a monarquia inglesa, por exemplo, que é um grande modelo, a rainha reina, mas não governa. O que é uma mentira.

Porque, por exemplo, a monarquia contemporânea é o Salvador. O Salvador não é uma república, é uma monarquia. A sua ideia lá, aquilo é uma monarquia hoje. É, mas quem criou esse negócio é um cara chamado Lee Kuen Ye, em Singapura. Lee Kuen Ye era um advogado formado em Oxford.

que ele volta pra Singapura ali, posso errar na data, mas mais ou menos anos 50, se eu não me engano, tá? 60. Ele volta ali pra Singapura, Singapura basicamente era um porto que só tinha mosquito, tá? Não tem um recurso natural naquele negócio. Nem água doce tem naquele negócio. Então, ele pega esse negócio.

e acende ao poder com um discurso populista, aí não tá na história, é o que eu acho. Eu acho, combinado com os ingleses, que os ingleses, a Singapura era colônia inglesa, né? Vira pra os cara e fala, galera, relaxa, eu vou lá, vou falar que vocês são uns merda, eu vou ganhar a eleição. Aí depois eu resumo tudo, aí a gente faz negócio de novo. Foi o que aconteceu. Não sei se foi combinado, mas o que aconteceu foi isso.

Não, os ingleses não podemos ser colônia, lá, lá, lá. E aí ele ganhou com a popularidade de um discurso, que a única forma de você ser eleito na democracia é você falar mentira. Não tem como você falar a verdade e ser eleito. A democracia é feita para os mentirosos e viciosos, não para os virtuosos que falam a verdade. Sócrates faz até uma comparação que ele fala, imagina que você tem uma eleição, que tem um vendedor de doces e tem um médico.

O vendedor de doce sempre vai ser eleito, porque o médico fala das coisas virtuosas. Você não pode comer doce, você tem que trabalhar, você tem que dormir cedo, você tem que cuidar da saúde e tal. O vendedor de doce fala, viva agora, picanha pra todo mundo. Esse é o vendedor de doce, né? Então, o vendedor de doce sempre vai ser eleito na democracia, por isso que Aristóteles, Sócrates e Platão, ou seja, a tríade que construiu o pensamento intelectual ocidental, é contra a democracia, né? Esse assunto pra outra hora.

O Singapur, então, Likwengi ascende ao poder. Na hora que ele ascende ao poder, o que ele percebe? Quando você tem uma... E aí os ciclos de governos listados ali, tanto por Platão quanto Aristóteles, fala que, bom, você vai... Primeiro você tem uma aristocracia.

até que a sua forma mais pura é uma monarquia, é onde a aristocracia significa... Aristos são os bons, então o governo dos bons para os bons. Então é o governo virtuoso, é o governo que busca a eudaimônia, busca o bem comum. Aí a degeneração da aristocracia é a oligarquia. O que é a oligarquia? É a antítese da aristocracia. Oligarquia é um bando de homem rico governando para o homem rico. Ele chama de governo dos poucos para os poucos. Aí você tem uma degeneração disso. O Brasil saiu do império para a república da Fáculaite, por exemplo.

Perfeito, é o Brasil que pede a aristocracia, que quando vira uma república, vira uma oligarquia, um governo de poucos para poucos. Você perde ali o bem comum porque não tem dono. Imagina, é tipo como você trata seu carro alugado versus como você trata se o carro fosse seu. Óbvio que você não vai tratar o carro alugado como você trata se fosse seu. Você vai ter mais cuidado com as coisas que a sua. Quando você tem uma monarquia, você tem um dono do país. Então ele está preocupado com a continuidade, está preocupado com o que vai acontecer ali e tal.

Dom Pedro II é um homem incrível, faltou um pouco de bolsa ali, mas era um aristocrata que realmente pensava na gente. E aí, quando você vai descendo nas degenerações, você tem a timocracia e tal, eventualmente você chega na democracia.

O único caminho possível para a democracia, segundo Aristóteles, é a tirania. Porque numa democracia, basicamente o que acontece é que promove-se ao poder os piores, então são só os viciosos que conseguem acender o poder, e para se manter no poder, você começa a fazer concessões para o seu ciclo de interesse. Chega um momento que a população se revolta, que fala assim, estou passando fome.

Eu não tenho educação, eu não tenho segurança, e vocês estão aí, meu irmão. Nesse bem bom, todo mundo enriquecendo, Banco Master, escândalo do INSS, irmão do presidente envolvido, toda a corte judicial do país envolvida no Banco Master. E aí, meu irmão? E o que eu ganho com isso? Chega uma hora que o povo se revolta.

e aí, eventualmente, se transforma numa tirania, como aconteceu na Venezuela. E todas as vezes que você tem uma tirania aqui, comunista, eles dão o nome de democracia. Tanto que um dos melhores amigos do Lula é o Maduro, ele falava que a democracia da Venezuela é exemplar, a democracia cubana é exemplar. Então, os viciosos, porco anda com porco, isso é normal. Os viciosos se apoiam ali e andam junto.

Quando você pega o que aconteceu ali em Singapura, foi parecido. Estava todo degenerado. Até que chega um homem virtuoso, aristocrata, e fala o seguinte, vamos lá. Primeira coisa que eu faço para consertar um país, então. Juiz corrupto para a cadeia. Então o que ele faz? Ele fala o seguinte, tem maioria na democracia, fui eleito. Quem concorda que juiz que rouba tem que ir para a cadeia? Todo mundo concorda.

Não tem como o meu Congresso e o Senado ir contra isso. Então, beleza. Vamos abrir uma investigação em cima de toda a corte do país. Inclusive, pode me investigar. Abre a minha vida inteira. Está aqui a minha vida. Investiga toda a corte. Quem foi corrupto, cadeia. Acabou. O que aconteceu? A corte inteira foi para a cadeia. Agora é o seguinte. Deu certo. Vamos fazer Congresso e Senado. Quem foi corrupto está fora. Não pede para sair ou vai para a cadeia.

Então você destitui Congresso, Senado e Corte. E aí você reconvoca novas eleições, reconstrói as regras ali. Então você tem uma corte aristocrática, que não está ali para enriquecer, mas sim para poder formar um legado, está pelo bem comum. Você reconstrói então um Congresso e um Senado aristocrático, que não estão ali para governar para poucos, mas sim para muitos, para pensar no bem da nação. O que acontece com Singapur hoje? Os melhores ideias do mundo.

Você tem ali Temasec, você tem GYC, alguns dos maiores fundos de venture capital e private equity growth do mundo são fundos públicos de Singapura. Quem aí nunca sonhou em receber um cheque do GYC, por exemplo? Cara, essa nação, há 50, 70 anos atrás, era um porto cheio de mosquito e prostituta, não tinha nada naquele negócio. Olha o que eles fizeram em 50, 70 anos.

Então, o que acontece hoje com o Brasil? A gente tem um problema arquitetural. Desde 15 de novembro de 1889, quando aconteceu o golpe da república, a república é ilegítima, é fruta de um golpe. Isso não foi uma eleição, não é o povo que se revoltou contra a monarquia. Nunca aconteceu isso no Brasil. O povo amava a monarquia.

Amava Dom Pedro II, amava a Princesa Isabel. Dom Pedro II era um grande erudita, falava, sei lá, 12, 13 línguas, respeitado no mundo inteiro, no mundo inteiro. Era um homem das artes, um patrono das ciências, visitava feiras de ciências no mundo inteiro. Dom Pedro II, por exemplo, foi seed investor de Graham Bell, sabia?

Ele foi investidor de Grambel, ele trouxe o telefone, o telégrafo para o Brasil. Dom Pedro II foi um grande patrocinador das artes. Então, música erudita brasileira foi promovida porque ele era muito religioso, muito católico, então ele via ali as pessoas que estavam cantando na missa, que estavam tocando na missa, pegava essas pessoas e falava, manda essas pessoas para a França para estudar música.

Então ele promovia a nação, elementos que constroem a nação, que é a sua cultura, que é a sua ciência. Um dos grandes amigos, conselheiros de Dom Pedro II, por exemplo, André Rebouças, que é um cara que depois eu conheci a história, falei, pô, esse cara é meu herói. O cara era negro, tá? Nasceu na miséria.

se formou em engenharia pelo IME, que era raríssimo naquela época, você não podia ter militar negro, né? Era uma época que a pessoa vivia num mundo da maionese, que o negro não poderia ser militar, essas coisas. André Rebouças conseguiu entrar no IME, formou em engenharia, por causa de um torpedo desenvolvido por André Rebouças, inclusive foi o que a gente conseguiu virar e ganhar a Guerra do Paraguai.

E ele é um engenheiro que construiu a infraestrutura base brasileira. Então, vários portos, vários túneis, várias pontes foram construídas sobre a égide de André Rebouças, conselheiro de Dom Pedro II. E por que o golpe aconteceu em 15 de novembro, 1879? Vamos lembrar disso, porque 18 meses antes...

Eles abolem a escravidão e, basicamente, o Brasil era refém de uma oligarquia cafeira. Então, quando você tem lá, você tem uma fazenda de café, alguém vai e fala assim, ó, acabou a escravidão, hein, filhão? Agora tem que contratar todo mundo, pagar salário. E ele fala, pô...

Você quer me fuder. Aí o que aconteceu com os caras? Voltam os militares da Guerra do Paraguai revoltados ali. Pô, eu também tô ganhando. Pô, ganhei a Guerra do Paraguai. Aí eu falo assim, irmão, vamos tirar esses caras daqui. Esses caras tão viajando. Acabaram de, porra, libertar os escravos. O cara quer me fuder.

Aí o nego fala, não, o negócio é o seguinte, o povo gosta dos caras, faz na calada da noite, que não vai dar nada. O Dom Pedro II é frouxo mesmo, ele não vai, porra, rebater. E ele era frouxo mesmo. Esse era o problema. Se Dom Pedro II tivesse bols que o pai tinha, que o Dom Pedro I era brabo, né? Se Dom Pedro II tivesse o sangue do pai ali mesmo, nos olhos, a gente hoje seria uma das maiores nações do mundo. Porque o Brasil tem todos os recursos. O Brasil é o que Aristóteles falaria, como ele fala no livro 9.

do Metafísica, né? Ele é uma potência não realizada. Infelizmente. Tá faltando esses movimentos. Então quando alguém fala assim, não tem comparativo dessa monarquia que você tá falando. É um imbecil que não sabe o que tá falando. Tem em Singapura, tem em El Salvador. El Salvador é o país mais violento do mundo. Hoje é mais seguro que a Suíça. É dado, pode buscar lá. É mais seguro que a Suíça. É que você usou exemplos de monarquias que não se intitulam assim.

Se intitular não vai passar, né, meu irmão? Uma democracia isso não funciona. Isso de título é engraçado, né? Porque, por exemplo, o pessoal fala da Coreia do Norte, historicamente uma república democrática. Porque eles falaram que são. Então eu entendo o seu argumento. E o Ney Bukele, o começo do que ele fez em El Salvador, foi exatamente o que você falou. E China.

China é uma monarquia ou uma república? Eu ia te perguntar isso, cara. Porque, por exemplo, se você pega o exemplo chinês, até o Deng Xiaoping foi se aconselhar em Singapura quando ele decidiu que ele deveria abrir a China. Quando ele decidiu que não interessava a cor do gato. Sabe com quem ele foi se aconselhar? Li Kuan Ye. Sim. Li Kuan Ye. Cara, China, acabei de voltar de lá, é uma monarquia. Quem fala que não é, não sabe o que é China.

ou não entende de ciência política. É uma monarquia. Você tem um rei, com a sua aristocracia em volta, é o partido, que toma as decisões de longo prazo do país. Eu não tenho... Ah, tem um deputado lá que tá, porra, fazendo um escândalo aqui na TV. Isso não existe lá não, cara. E outra coisa, os caras são preparados lá, né?

A educação é levada a sério, os casos expensam 100 anos. O problema da democracia é que a cada 4 anos muda a prioridade. Não tem como fazer nada a longo caso. 14 não gostam de nada na empresa. O pessoal de cripto fala que a democracia é um ataque de 51% a cada 4 anos.

que é isso, né? Em cripto você tem a maior parte da rede, você consegue mudar as regras de como as coisas funcionam, né? E o que você falou de democracia, até se você pega a democracia ateniense, que era um negócio muito menor, é muito mais fácil você ter uma democracia numa cidade-estado do que num estado-nação como o Brasil, que é gigante. E lá, na verdade, chamavam de politéia, né?

E mesmo assim, lá era um negócio que era muito menos democrático do que a gente pensa hoje. Que eram só os cidadãos, os homens, tinha um monte de escravo que não botava. E mesmo assim, você pega umas coisas na democracia ateniense, por exemplo, a fase aura da democracia ateniense foi com o Péricles. Ele governou durante 30 anos.

De novo, quando a gente fala democracia, a gente vê a democracia deturpada. A tenência era a politéia. Então você tinha um conselho de notáveis, não é qualquer um que podia votar. Aí eu topo a democracia. O problema da democracia é que todo mundo tem peso igual de voto. Então o cara que não conseguiu arrumar nem sua vida e tá em um programa social, o voto dele pesa o mesmo que o meu, que paga centenas de milhões de imposto e gera milhares de empregos. Isso não faz sentido.

Na lógica, isso não faz sentido nenhum. Quando a gente olha, você fala, mas é injusto. Mas é ruim para ele. Ele vai tomar uma decisão ruim que eu não consigo ajudá-lo. Então, quando você pega índice de miséria e compara com voto, você vê que onde tem mais voto na esquerda tem mais miséria. É uma relação direta.

ah, eu tô pegando um corte da cidade, aí cidade de São Paulo, esquerda costuma ganhar. Não, isso é, não é isso que eu tô falando. Pega o Estado. Faz essa comparação, você vê. Cortes pequenos vão falar, vão dar conclusões aí precipitadas. Você pega um corte maior, Estado, você vai ver que os Estados onde tem maior miséria é o Estado onde a esquerda sempre tem maior número de voto. Então como é que eu vou ajudar esse cara? Eu quero ajudar esse cara.

Eu ajudo através das doações, dou milhões por ano das ONGs que eu apoio e tal, mas cara, eu sou um só. Quantos caras como eu que topam fazer isso? Poucos? Infelizmente, num país de 220 milhões de habitantes, num país de 25 milhões de CNPJ, que metade seja meio, de 12, 13 milhões de CNPJ, quantos que topam pegar um percentual relevante do que ele bota no bolso de geração de caixa no ano e doar? Eu faço isso porque eu quero, entendeu? Porque eu também vim de baixo, eu cresci de favor na casa do patrão da minha avó.

sabe, então eu falei, cara, eu sei o que é isso eu vivi na pobreza de verdade então, pô, eu quero ajudar as pessoas só que a forma que eu melhor teria pra ajudar as pessoas é se essas pessoas, por exemplo pudessem não votar ajudaria elas melhor, entendeu? se a gente pudesse fazer boas escolhas porque, pô, tem tanta escolha boa que eu gostaria de fazer como homens públicos e que não estão nem no páreo, tanto na esquerda quanto na direita

É que também a gente passa por uma outra questão, né? Tá, então o voto não pode ter peso igual, mas quem decide isso é o governo. É. Ele pode decidir que você não pode votar, por exemplo. Exatamente. Porque é outro critério. Então a solução realmente... A solução é não ter república. Porque o governo quer se manter e ele só consegue se manter se for o maior número de pessoas idiotas. Ou pessoas... Não idiotas, mas sem conhecimento. Tem uma ideia de um... Ele é um historiador da economia italiano, Carlo M. Cipola. Ou Cipola, que fala.

Vale a pena você ler um livrinho dele? Você vai ler em coisa de duas horas. É, o Bruno ama esse livro. Mas é muito inteligente, entendeu? O título é As Leis Fundamentais da Estupidez Humana. E neste livrinho genial... Você vai explicar muito rápido. Vai ficar rápido pra ele. São quatro quadrantes. Ele define as pessoas, divide as pessoas em quatro quadrantes.

Uma análise simplista, mas ela é muito útil para provar um ponto. Ele fala que as pessoas podem ser inteligentes, elas podem ser ingênuas, podem ser bandidas ou estúpidas. E o raciocínio dele é que o estúpido é pior que o bandido. Por que ele fala isso? Ele fala, olha, o inteligente, qual o critério dele para a inteligência? É o cara que faz o bem a si mesmo enquanto promove o bem comum.

Por exemplo, o empresário que pega uma cidade que não tem água em Canadá, que é basicamente metade do Brasil, e vai lá e leva a água, e com isso ele consegue cobrar um certo valor e ter o retorno do investimento dele com lucro, enquanto as pessoas agora têm acesso a água que não tinham antes, por um preço muito menor do que ter que comprar água em outra cidade, ou ter caminhão-pipa, por exemplo. Então esse cara promoveu o bem comum e o bem para ele mesmo. Ele fala que o ingênuo é o cara que promove o bem comum, enquanto não promove bem para ele.

Ele usa o exemplo de um artista de rua, que alegra as pessoas enquanto muitas vezes vive na miséria. O bandido, é muito claro, é o cara que promove o bem pra si mesmo, enquanto promove o mal pros outros. Só que no bandido ele divide. Ele fala que tem o bandido inteligente e o bandido estúpido. E o burro, é. O bandido inteligente é o cara que promove o bem pra si mesmo, enquanto promove pouco mal pros outros. Tem o exemplo de um hacker francês, que ele conseguiu hackear, isso já tem algumas décadas. Mas milhões de contas, tirando centavos.

Então ele ficou milionário. E ninguém nem percebeu o golpe. As pessoas comuns não perceberiam. Depois o sistema viu o que tinha acontecido dos bancos. E o bandido estúpido é o contrário. Ele promove o bem para si mesmo, causando um grande mal para os outros. É o cara que mata uma pessoa para roubar um celular. Acabou com uma vida para ganhar um celular.

O bandido é ruim, mas por que ele fala que o estúpido é pior que o bandido? Porque o estúpido promove o mal comum enquanto promove o mal pra si mesmo. O estúpido é o cara que, por exemplo, defende esse bandido. E uma hora vai ser vítima dele, entendeu? Exato. E aí se você pega, na sociedade ele fala, há uma grande massa de estúpidos.

infelizmente. E esse pessoal vota igual todos os outros. Exato. Então, são votos cativos. Que, cara, quando a gente pensa em monarquia, a turma acha que a gente tá falando de um tirano, né? De um monarca absolutista. Não é isso que a gente tá falando. Não que eu não gosto disso. Mas não é isso que a gente não tá falando. A gente tá falando de, cara, de uma monarquia como a gente tinha no Brasil. O monarca é o poder moderador. Então, no poder moderador...

Dom Pedro II, por exemplo, se interava de 100% dos assuntos do Brasil, do Império, sentava com os senadores, sentava com os deputados, sentava com os ministros. A diferença é que ele aponta, os ministros como aponta um presidente hoje, e ele não pega lá. Então, no Brasil, por exemplo, você tinha basicamente dois partidos. O Partido Liberal, que de liberal não tem nada, é o esquerdista, o progressista.

E o Partido Conservador. Os Liberais tipo Estados Unidos, né? É, os Liberals. E o Partido Conservador. Eram dois partidos. Dom Pedro II não era partidário nem do conservador nem do liberal. Então tinha hora que ele pendia para decisões liberais e tinha hora que ele pendia para decisões conservadoras. Por quê? Porque, cara, o imperador é o pai da nação.

Então, ele não tá vendo, ai, o meu lado, ele tá vendo o que é melhor pro Brasil no longo prazo. E tem horas que Dom Pedro II fala, lendo os relatos dele, ele fala o seguinte, eu não concordo com isso, mas eu acho que isso vai promover a paz entre os poderes, então eu vou decidir isso. Então, muitas vezes ele decidia contra aquilo que ele concorda pra promover a integração entre os poderes. Então, é tipo quando você é pai e tem dois irmãos brigando, se até é partidário de uma, você não pode ser. Eu sou poder moderador.

Então quando você tem um imperador, como você tinha aqui no Brasil, um homem virtuoso, estudioso, que vivia pelo dever, você tem essa capacidade de poder moderador. Quando você tem um presidente eleito em uma república, ele chega na cadeira do poder com uma dívida gigante, às vezes de décadas, até ele escalar naquele lugar no poder. Então ele chega vendido, ele deve favor para muita gente. Então por mais que ele queira promover o bem,

O mais que ele queira promover o bem, eventualmente, ele não vai conseguir promover o bem. Porque ele tem que pagar os favores. Esse é o problema da república. Então, todas as vezes que você vê essas discussões, e eu nunca tive a oportunidade, por exemplo, de debater isso com alguém que é contrário a mim e que tenha bons argumentos, assim. Mas eu adoraria. Porque eu não consigo imaginar um argumento contrário a isso. Porque eu debato comigo mesmo. A minha vida é meio que isso. Bom, como minha vida é tomar decisões que mudam a vida das pessoas, logo...

O que eu faço? Eu sempre faço advogado do diabo comigo mesmo, eu fico debatendo comigo mesmo as minhas certezas, falar, cara, mas por que você acha isso? Isso, isso, isso e aquilo. Então, por vários momentos, refletindo sobre sistemas de governo, é por isso que eu me tornei monarquista, eu falei, cara, eu não consigo ver um argumento lógico para não ter um monarca virtuoso aqui no Brasil. Dentro da sua família, vocês são monarcas. Dentro da tua empresa, vocês são monarcas. Então, por que no país isso vai ser diferente?

Por que eu vou botar alguém lá só porque a maioria decidiu o que é? Desde quando que a maioria decide por coisas virtuosas? Nunca vai acontecer. Se você votar na tua empresa, qual o regime de trabalho que vocês querem? Home Office, pô.

Tá louco? Sai de casa pra vir trabalhar, tá maluco? E aí, vocês querem trabalhar três vezes por semana ou duas vezes por semana? Duas vezes por semana, pra que eu vou trabalhar três vezes por semana? Você vai me pagar igual? Então, óbvio que eu quero trabalhar o mínimo possível. Essa é a decisão da maioria. E talvez quem tá me assistindo fale, não, eu penso diferente. Então você é diferente, cara. Você é empreendedor. Você é um empreendedor potencial. Você é um sócio da tua companhia potencial.

Porque a cabeça de eu topo pagar o preço para construir algo, essa cabeça de eu da amônia, é a cabeça de uma minoria. Não é a cabeça da maioria. É por isso que tem que ter um poder moderador. Por isso que tem que ter uma monarquia. E quando você pega dos 20 maiores IDHs do mundo, mais da metade são monarquias.

Então, você vai pegar ali Dinamarca, Suécia, Nova Zelândia, Austrália, Japão, é tudo monarquia. Ah, mas é monarquia que o rei não tem poder. Mas quem disse que é monarquia absolutista? Ninguém tá falando de monarquia absolutista. Tá falando de um poder moderador que visa o futuro da nação porque ele não precisa ser eleito. Então ele pode tomar as melhores decisões de longo prazo.

E, Tales, na sua visão, por exemplo, a China seria algo mais próximo a monarquia, e não uma república popular democrática, como eles falam. A China não tem nada de república. Só fala isso que ele conhece a China. Sobre Coreia do Norte, por exemplo. Não poderíamos falar que é até mais monarquia do que a China, sendo que lá você já teve até a passagem do bastão em três gerações da família. Com certeza. É uma monarquia. Ah, então monarquia é ruim. Não, mas o que eu falei? Monarca virtuoso. Se você tem um monarca vicioso, se você tem um tirano...

A Venezuela. A Venezuela era uma monarquia. Só que você tinha um tirano no poder ali.

Você tá viajando, aquilo é república. Tá, filho, eu sei o que a mídia te conta, mas a verdade não é essa. Não, república não era. Muito menos democrática. A história das eleições não foi respeitada. É, o 51-49, igual do Brasil, né? Coincidência. Você vê que no final tudo cai em pessoas, né? Porque, por exemplo, até se você pega a esquerda, pegando um argumento que seria contrário ao seu. A esquerda, ela defende a democracia aqui no Brasil, mas ela bate a palma pro Maduro. Porque não é que ela é contra a ditadura, ela é contra uma ditadura que não seja os amigos dela. Mas a mesma coisa seria...

pra alguém que tem uma visão monárquica. Eu não sou contra, por exemplo, a monarquia de quem eu admiro, pessoas virtuosas. Eu sou contra uma monarquia, uma tirania, uma ditadura de pessoas que não tem uma índole boa. Então, no final, tudo se resume a quem vai estar no poder. Sim. No final do dia, sim, cara. É, cara, quem é o líder que tá ali, né? Mas a companhia, a tua família, a mesma coisa, cara. Quem vai estar no poder? Quem que tá liderando? Quem tá tomando as decisões? Nós, homens e mulheres do bem, o que a gente quer? O bem comum, né?

Então, pô, a gente não quer fazer negócios aqui em São Paulo e sair aqui e ter que usar carro blindado, ter que usar segurança e tal. A gente não quer. A gente gostaria de viver em um lugar onde eu possa sair daqui sem segurança, sem carro blindado, onde eu possa dirigir meu próprio carro, onde eu não preciso temer pela vida da minha família. Mas isso não é possível em um país onde você não tenha boas decisões. Então, o que a gente quer? Pessoas que tomem boas decisões porque as decisões ruins prejudicam a minha vida.

E eu tenho recurso para resolver esse problema. Mas e 99,99% da população que não consegue ter um segurança em um carro blindado? Como é que fica a vida desses caras? Eu não quero que essas pessoas vivam mal. Por quê? Porque eu faço negócios aqui e eu vivo aqui. Eu não acho bonito eu ver miséria. Eu não acho bonito eu ver barraco. Eu não acho bonito eu ver gente sofrendo. Eu não quero. Isso me faz mal.

Eu não gosto disso. Então, eu acredito que todas as pessoas virtuosas, pelo menos as que eu convivo, elas também não gostam disso. Ninguém acha legal uma pessoa passar dificuldade, ninguém acha legal uma pessoa ter que, pô, pegar três conduções pra chegar num lugar. Eu gostaria que as pessoas tivessem mais dignidade. Mas, infelizmente, o sistema foi desenhado pra que essas pessoas não tenham dignidade. Porque, de novo, a gente já viu o próprio Lula falar isso. Se essas pessoas começam a ganhar dinheiro e melhoram de vida, elas não votam mais no PT.

É, cara, e qual a tua visão sobre o futuro do Brasil, considerando tudo que a gente conversou aqui, tanto sobre política, sobre também a questão de evolução tecnológica, de AI, porque é nítido que o Brasil está ficando para trás de outras nações. A gente já recebeu aqui o Rui da Quineia, um cara que é brilhante, na minha opinião, e ele conta uma história de quando ele era pequeno no Rio de Janeiro, a Geraldo Maracanã, que não existe mais hoje, mas era um ingresso super barato.

Era chamada de Coreia. Coreia era muito pobre. Hoje a Coreia é, sei lá, quatro vezes mais rica do que a gente em renda per capita. Se você pega o Uruguai, a coisa de 15 anos, eles tinham uma renda per capita que era 20% maior que a nossa. Agora já é o dobro da nossa. Então, o Brasil está ficando mais pobre em termos internacionais.

Sendo que é um país que tem muito potencial, como você falou. Você pega, por exemplo, essa parte de recursos minerais, petróleo, tanto que a gente vai poder explorar agora em margem equatorial. A gente tem tudo para ser um país rico. Mas eternamente a gente é o país do futuro. Inclusive com a revolução tecnológica, a gente devia ser muito mais produtivo do que no passado. Basicamente a gente tem a mesma produtividade desde os anos 80. Você pensa em computadores.

Pensa na evolução do software, você pensa em smartphones, você pensa em tudo que aconteceu de evolução, que foi bizarro nas últimas décadas. E o brasileiro produz a mesma coisa. E você vai ser pai agora também. Exato, de novo. O que você espera para o futuro, cara? De maneira geral, vai estar melhor, não vai estar? Tudo depende de outubro.

Então, se a gente tiver um Lula 4, a gente vai ter ainda mais caos, vai ter ainda mais protecionismo, vai ter ainda mais miséria. Todas as vezes que a esquerda está no poder, você tem miséria e corrupção. Nunca foi diferente. Cara, os casos de corrupção hoje, Banco Master, INSS, isso é muito maior do que todos os outros casos de corrupção dos outros governos de Lula e Dilma juntos.

Só de massa a gente tá falando de cinquenta e tantos bilhões. É muito dinheiro, meu. E aí eu não posso jogar só no colo da esquerda, não, porque tá o sistema inteiro envolvido. É, ele provou que... Ele foi bem democrático na hora de... Dá pra juntar todo mundo. De distribuir os recursos. Mas essa é a... Cara, de novo, assim, há 380 anos antes de Cristo, Aristóteles já falava disso na República, né? É a única... Aristóteles ou Platão, agora eu tô confuso. Um dos dois. Falava assim, o único caminho possível pra República, pra democracia, é a corrupção.

Moral é material. Sempre. Porque só os piores acendem ao poder, né? Então, isso não é uma surpresa. Isso, na verdade, é o único caminho possível. Não dá pra eu plantar ali uma semente de bananeira e achar que vai crescer um carvalho. Não vai. Se eu tô colocando a esquerda no poder, eu vou ter corrupção, eu vou ter decisões mal tomadas, eu vou ter miséria. A esquerda promove a miséria.

agora, se em outubro a gente decidir mudar o país e ter, desde a redemocratização, o segundo governo de direita, que só teve um PSDB, não é a direita, é a esquerda, então só teve um governo de direita, que é o governo Bolsonaro, que, by the way, levou os juros pra 2,75, e, by the way, foi o único governo, desde a redemocratização, que a gente teve superávit primário. Levou até pra 2, né? Chegou a 2, né? E teve superávit primário.

discutível se foi uma boa decisão ou não, mas beleza, teve superávit primário. No meio de uma pandemia, hein? No meio de uma pandemia. Imagina se não tivesse pandemia. Se a gente tiver um outro governo de direito agora, eu acho que o Brasil tem tudo pra se tornar, tomando as boas decisões.

Top 5 maior economia do mundo nos próximos dois termos. Em oito anos. Tem tudo. Por quê? A gente tem minerais raros, a gente tem energia, a gente tem zoning, a gente tem a plataforma que permite o mundo escalar AI. A gente é, historicamente, um parceiro muito alinhado ideologicamente com os Estados Unidos. Todo mundo cresceu aqui vendo filme americano, ouvindo música americana. Os americanos reconhecem isso. Os americanos se afastaram um pouco de Brasil.

porque o Brasil, nos últimos anos, está mais alinhado com a China.

do que com os Estados Unidos. Não é que eu acho que a gente não tem que fazer negócio com a China, não, tá? Acho que a gente tem que fazer negócio com a China, sim. Só que, cara, eu tô muito mais alinhado em termos de valores humanos, éticos e morais, com os Estados Unidos do que a China. Minha família, pelo menos, está. Então, será? Eu, sim. Porque eu te pergunto na seguinte medida, né? Se você pega um democrata americano e você pega um chinês, que hoje, né? Se você pega um cara do Partido Comunista Chinês, ele parece muito mais conservador do que o democrata americano.

Porque lá, por exemplo, eles não vão ter essa questão de pronome neutro. Lá eles querem que o cara trabalhe. 9 da manhã, 9 da noite, 6 dias por semana. Sim, mas eles acham ok entrar na igreja católica e prender o padre. Você sabe, né, amor? Na Austrália você já é comunista. Porque a gente coloca os nomes e esquece das coisas que acontecem na realidade.

Uma coisa é o label, a outra é o que tá dentro, né? Do pacote. Mas o ponto é o seguinte, na China, nesse exato momento, eles entram nas igrejas e prendem padre, prendem quem tá rezando. Na China, ele acha ok abortar. Então, assim, eu não acho ok você assassinar uma criança dentro da barriga, entendeu? Os democratas acham isso também. É, então, mas assim... Esse é o seu ponto, entendeu? Eu acho que tem mais coisas na China. Eu acho que tem um mix, né? Que a direita gosta de admitir. Vamos lá. Uma coisa é você falar, todos os democratas são a favor de abortos. Não é verdade. Não são todos os democratas que são a favor de abortos. Eu conheço democratas que não são a favor de abortos. Não, concordo.

Como também, eu não compro todo o pacote republicano. Tem parte do pacote republicano que eu não compro. Com certeza tem parte do pacote. No geral, se a gente fizer só uma pesquisa, que a maioria vence. Você acha que a maioria é a favor ou contra o aborto nos Estados Unidos? Eu acho que lá a maioria é contra. É contra. Entendeu? Então, você acha que a maioria é a favor ou contra de prender padres? Com certeza é contra, né? Por mais que eles sejam protestantes. Então, isso tem mais alinhamento de valor comigo.

Então, tem coisas da cultura chinesa que eu aprendi conversando com o chinês?

E eu faço muito isso, né? Eu viajo, eu converso com os caras. Então, como eu viajei com o Lincoln, que é um membro do clube, ele fala mandarim, né? Então eu falava, cara, e esse negócio aqui? Ele morou 13 anos na China. Ele me convidou pra ir em abril desse ano lá na China, só que, ah, com a Maria Teresa tão pequenininha. É, mas vocês deveriam ir, cara, porque ele conhece muito, morou 13 anos lá, conhece muito, e ele fala mandarim. Então eu pude usar ele de tradutor pra conversar com gente. Cara, é bizarro o medo que nego tem de falar sobre coisas, porque tá todo mundo sendo filmado, né? E áudio sendo gravado. Então, eu perguntei a guia lá uma questão que ela não poderia me falar.

ela desconversou na hora, aí eu insisti na questão, ela parou de falar comigo tipo assim, lá rola esse controle entendeu? Então, o que acontece é o seguinte eu tô... Isso você não é a favor é, não, eu não sou a favor então assim, eu tô muito mais alinhado com os Estados Unidos do que a China mas eu acho que eu tenho que fazer negócio com a China também uma coisa é eu fazer negócio contigo, a outra é eu querer que você vá pra minha casa isso é negócio de alinhamento de valor, entendeu?

Por que eu estou contando essa história aqui? Eu acho que o Brasil tem a plataforma necessária para escalar AI globalmente e ser esse counterweight contra o crescimento dessa cultura, em parte, asiática. Eu estou colocando China, alguma coisa de Rússia. É quase como se tivesse uma nova Guerra Fria aqui, que exista uma cortina de ferro e que a gente está perdendo esse jogo. O Brasil pode virar.

esse jogo, a gente tem esse potencial. A gente não tem gente suficiente pra tomar essas decisões. Eu acho que o Flávio pode ser esse cara, entendeu? Pelo que eu converso com o Flávio, pelo que eu entendo dele, ele é um cara que ouve. E, de novo, todas as vezes que eu falo sobre temas parecidos com ele, quando eu falo sobre transição energética, quando eu falo sobre AI, quando eu falo sobre aplicação de AI em Brasil como plataforma, ele ouve, ele fala, pô, você pode me escrever esse negócio? Quero que você esteja presente no programa de governo e tal. Então, ele é um cara que ouve.

Eu acho que a gente deveria dar uma chance, entendeu? Porque PT tá no poder há quantos anos? 20 anos, mais ou menos.

mais ou menos 20 anos, se a gente pegar tudo de Lula, mais Dilma, tem quase 20 anos aí no poder. E o que eles fizeram para o Brasil? Só aumentou a corrupção? Só aumentou a miséria? Então, assim, por que não dar uma chance para o outro lado? Para ver o que o outro lado vai fazer. Com o pouquinho que a gente teve, os quatro anos que a gente teve de um governo de direita, a gente teve o melhor governo da história do país. A gente teve superávit primário. E não tinha 14 anos. Exatamente. Sobre essa questão do aborto, até falei com a Malu outro dia, esse é um dado que me chocou.

que a gente foi pai há pouco tempo, então você começa a pensar mais em coisas que estavam acontecendo, mas você não dava muita atenção, você não pensava muito sobre o assunto, né? E aí eu fui pesquisar sobre o número de abortos no Brasil. E você não tem um número realmente apurado, porque você tem muito aborto clandestino. Mas o que você acha é que...

você tem mais ou menos uns 200 mil casos de internação no SUS por conta de abortos mal sucedidos. Então se estima que o número de abortos no Brasil pode ser cinco vezes esse número de internações, porque nem todo aborto vai dar problema. Então você está falando de um milhão de crianças abortadas por ano. São quase 5% da população do Brasil por ano que não nasce. Se você pega o número de pessoas que são vítimas de homicídio no Brasil por ano...

2025 foi um ano que a gente teve 35 mil homicídios, mais ou menos. Que é muita coisa, obviamente. É muita coisa, tá? É muita coisa. É mais que o Paquistão em guerra. É mais que alguns países em guerra, realmente. Só que o lugar mais perigoso para um brasileiro não é, por exemplo, andando no Rio de Janeiro de madrugada. É na barriga da própria mãe. É, é, é.

Isso é uma tragédia. Agora conta a outra... O outro dado mais chocante dos Estados Unidos. Que lá é mais. Não, o número de abortos lá é maior. É muito maior. O número de crianças que somem lá é bizarro também. O que acontece é o seguinte, cara. Isso é... Aborto é uma prática satânica. Isso é um fato. Você não pode falar que você acredita em Deus e você aborta.

Você vai pro inferno, não tem negócio. Não adianta confessar, depois já era. O fato é, você ouviu o coração de uma criança lá. Gente que aborta com três meses. Cara, tem um ser dentro de você. Gente que aborta depois disso. Ô bicho, a gente descobriu a gravidez da Maria no voo pro Japão, né? Foi o maior caso maluco assim. Foi o teste feito no avião? Feito no avião, porque ela tava achando que ela tava grávida. Ela falou, cara, antes de pedir o champanhe, deixa eu...

mas eu teste aqui, né? E aí, pô, tô grávido. A gente foi pro Japão grávidos, ou seja, o primeiro ultrassom da Maria foi feito no Japão, o primeiro HCG foi feito no Japão, tudo, a gente viveu isso no Japão. E eu sempre viajo pro Japão, todo janeiro eu vou pro Japão porque eu vou esquiar, né? A melhor neve do mundo tá no Japão, no norte do Japão, numa ilha chamada Hokkaido. Tava lá em Niseko.

no interior do interior do interior de uma ilha. Cara, o lugar que a gente fez é engraçado. Poxa, mostra a foto. Parece um posto de gasolina. Esse é o lugar que a gente entrou pra poder fazer o ultrassom. A médica não falava inglês. Caos.

Quando eu ouvi o coração da minha filha bater, eu não tinha entendido que aquilo é o coração da minha filha. Tira uma dúvida. Isso é o coração da minha filha que eu tô ouvindo? Aí ela não falava inglês, então eu ficava usando o chat EPT pra traduzir pra mim. Aí ela falou assim, o coração da sua filha. Cara, aquilo me deu um negócio diferente. Caramba, mano. Tô ouvindo o coração da minha filha. Que irado. Eu falei, caramba, o coração da minha filha. Fiquei muito empolgado. Eu não consigo conceber uma pessoa que não seja satânica que não seja satânica.

Ela pegar isso, ouvir esse coração e falar assim, ah, vou matar. Não é um ser humano ainda. Mas isso é onde eu queria chegar. O iluminismo, que é um dos piores cânceres da sociedade, a gente é essa merda que a gente é como sociedade, por causa do iluminismo, ele desconstruiu o homem, basicamente transformando a gente em objetos de vontades. Então, quando eu começo a falar assim, o feto...

Eu despessoalizo, né? O feto, então, não é humano. Então tá bom, é o feto. Não, enquanto é feto, tudo bem. Qual que é a diferença de feto pra ser humano mesmo? É porque ele saiu da barriga, é isso? Cara, é ser humano. No momento que você transformou isso num embrião, já é um humano em potencial. Se a gente quiser trazer pra lógica aristotélica de novo.

Uma semente é uma árvore em potencial. Então ela só não vira uma árvore se você interromper a energia dela ali, interromper a quínesis. Se você interromper essa quínesis, você está assassinando um ser humano. Esse é o nome, é o único nome possível para a bota. É assassinato de criança.

Quem que promovia assassinato de crianças? Cultos pagãos satânicos. Oferecer abal a essa criança, pela colheita. Isso é um rito satânico. Então, quando a gente teve a bênção do catolicismo vir para as Américas...

inclusive aqui no Brasil, o Brasil era um lugar terrível, os goitacazes eram canibais, comia criança, criança nascia com algum problema, assassina a criança, não tem chance. O catolicismo cria um conjunto de princípios e valores que ele bota uma regra na sociedade pra gente viver rumo ao bem, rumo ao eudamônia. Agora, quando você não tem isso dentro de você...

Ah, é só um feto mesmo. Mata, tá tudo bem. Porque alguém vai te convencer que tá tudo bem. Quem que tá te convencendo pra tudo bem? Aqueles que estão a trabalho do satanás, mano. A trabalho de obras satânicas, que é a esquerda. A esquerda está a trabalho de obras satânicas. Ela está a trabalho do mal. A esquerda não está a trabalho do bem. Todas as decisões da esquerda é pra te levar pra vida do caminho fácil. Da dopamina barata, do prazer, da ação sem culpa.

quando você não faz uma autoanálise das decisões que você está tomando na vida e como você não precisa ter culpa, está tudo bem, você é vítima, logo você não tem culpa, você começa a tomar decisões ruins na sua vida. Como, por exemplo, todas as pessoas que eu conheci na minha vida até hoje, que são pessoas que eu chamo de esquerdistas, que não é só o cara que vota na esquerda, é o cara que vive os valores da esquerda. Esse cara, ele é um merda na vida.

ele não construiu nada relevante, ou ele é um pai ruim, ou ele é um chefe ruim, ou ele é um vagabundo que rouba dinheiro de Donas Marias e seus Joãos que estão na fila do SUS para poder construir as coisas. Então, são pessoas corruptas, moralmente, eticamente ou até materialmente. Algumas têm o pacote inteiro. O que acontece é que eu acho que...

O que vai acontecer agora como sociedade é esse branch e o renascimento católico que eu vejo acontecendo. As pessoas estão começando a acordar para a verdade. Parece que colocou uma lente na frente delas e falou assim, peraí, peraí. Essa vida de prazeres, de beber, fumar vape, de ir para a festa. Pô, isso aqui não é felicidade não. Na verdade, isso aqui é um inferno.

o céu, na verdade, é eu acordar cedo, treinar, trabalhar, casar, construir família e a missa, esse é o céu, e eu vejo que a nova geração, a galera de 16, 17, 18, esses moleques me seguem por causa do meu canal aqui no YouTube, eu vejo que os caras estão mesmo católicos, trabalhando, empreendendo, esses caras me dão esperança no Brasil, sabia? Então quando eu olho pro Brasil da Maria, que vai nascer agora em agosto,

Eu vejo um Brasil que tem tudo para ser essa potência de Brasil que eu sonho. Está faltando só a gente tirar o mal do poder. E o mal está tão enraizado que não vamos ser ingênuos aqui achar que é só tirar a cadeira do executivo que resolve, porque executivo também é boneco, tá? Sim. Ele é só um articulador ali.

A gente tem que mexer em judiciário de alguma forma, a gente tem que mexer em Senado, a gente tem que mexer em Congresso. Mas olha que dado interessante. Quando o Bolsonaro governou, ele não tinha maioria no Congresso, não tinha maioria no Senado. Hoje, todas as consultorias que estão lá em Brasília, que analisam o cenário político brasileiro, atestam que é muito provável que a gente, pela primeira vez na história, vai ter uma maioria no Senado e no Congresso de candidatos de direita.

Então, provavelmente, existe uma chance da gente conseguir promover mudanças estruturais no país. Eu vou trabalhar duro para isso. Eu acho que vocês deveriam também. Tem prevenções políticas? Zero. Não tem a menor chance. Eu sou contra a república.

Eu topo ser Bukele. Me dá a caneta, deixa eu destituir quem eu quiser nos poderes aí e reconstruir do zero, tocar igual eu toco G4. Eu garanto. Aí Brasil é top 3 economia em 10 anos. Agora, pô, se eu tiver que jogar o jogo que os caras jogam aí, tô fora. Eu topo pra ser um ditador, igual na República Romana. Tinha problema na República, vai lá, bosta o ditador. Benevolente. Tô pra ser César. Aí sim. Não, porque aqui você falou, pô, vocês são uma monarquia, né, empresa. Eu sempre falei que o Grupo Primo é a República Romana.

Eu poderia ser sozinho o rei de uma aldeia ou ser um cônsul romano se eu me juntasse com o Tiago, né? Mas até na República Romana, em período de crise, você tinha essa figura do ditador, que emergia com amplos poderes pra consertar as coisas. E depois ele entregava o poder. Até que o César não entregou. Foi morto, mas o sobrinho dele, o sobrinho-neto Otávio Augusto, virou primeiro imperador romano e depois você teve mais séculos de império, né? É isso.

Voltando à questão das crianças, cara, eu tava com a Maria Tereza outro dia, eu falei pra Malu, isso aqui é o mais puro que existe, né? É um ser humano que, ele não tem mácula, ele tá lá, é só bons sentimentos, quer brincar, quer abraçar gente, carinho, e... Ela tem um ano, daqui a pouco talvez ela fique mais amante.

um ano, porque a gente tá convivendo com ela na barriga há um tempão, ela chutava, a gente conversava com ela. Você já sente a Marisa, né? Pois é, então não dá pra falar, não, fez um ano. Ela fez um ano e dez meses agora, basicamente. E aí ver aqueles arquivos do Epstein à tona, eu falei pra Malu, caramba, cara, pedofilia é um negócio muito nojento. E a China, por exemplo, aprovou pena de morte pra pedófilo. Eu falei, cara, tô concordando cada vez mais com Xi Jinping. Sim. Amor, para. Entendeu? Quantas vezes a gente não concordou com o PCO, pô, aqui no Brasil? Você viu tudo em PCO, mas cara, o PCO tá aí. Pois é, cara. E aí

Esse podcast não vai dar bom pra você. Mas é porque realmente, eu acho que, olha, pra alguns crimes, não tem conserto. Sim, eu concordo. Não tem conserto. Não dá, cara. A pessoa não pode convencer que você está sendo um pedófilo. Você estupra uma criança, tem conserto? Não tem conserto. Não tem. Você sequestra uma pessoa, você tem conserto? Você tem conserto, irmão. Você sequestra uma pessoa, você planejou aquele negócio ali, com o parcimônio, você foi lá, você judiou da pessoa. Você não tem conserto. E só não matou porque pagaram, às vezes. Você tá corrompido, cara.

Você tá corrompido. Isso é diferente de eu tô brigando contigo aqui, eu pego uma faca e enfino você no ódio, você é um imbecil, você tem que, porra, pagar ali, ficar o resto da tua vida na cadeia, mas é diferente de eu, porra, estuprar uma criança, porra, eu estuprar uma mulher. Pô, o cara vai lá, para a tua esposa ali na esquina, estupra a maluco. Esse cara não tem conserto, mano.

Ele é um adulto, já era, não conserta mais. Entendeu? Então assim, pra que esse cara vai viver pra ficar pagando a conta desse filho da puta comendo? Porra, pra mim esse cara tem que morrer, mano. E o que o Bukele fez no secote é maravilhoso. O cara tirou proteína animal.

da dieta dos prisioneiros lá? Viraram veganes. Viraram veganes. Porque quando você não come proteína animal, baixa a produção de testosterona. É, você vira esquerdista, né? Então, vira ali meio xoxo e tal. E aí, botões, outra, luz branca. Luz branca arrebenta, né? É. Luz branca é foda.

E, pô, o que os caras fazem? Irmão, no meio da noite você tá dormindo, me contaram que os caras eram luz branca, rock and roll pesada, pra fuder o teu sono. Então, eu fudi tua alimentação e fudi teu sono. É de El Salvador. De El Salvador. Então, assim, pra mim, todo o sofrimento com o cara desse é pouco. Pra mim, os caras tinham que ir pra guilhotina. Sem a menor sombra de dúvida.

Ah, se defende pena de morte, então defendo, estuprador de criança, de mulher, sequestrador, crime hediondo, tem que ir pra vala, meu irmão. Esses caras estão corrompidos moralmente, eticamente, não são seres humanos, eles não merecem conviver entre seres humanos, eles são custo, o cidadão de bem. Esse filho da puta destrói a vida de alguém, esse cara tem que estar andando entre nós, esse cara tem que estar na vala, meu irmão. Então, o que falta...

pra consertar um país, por exemplo, é a possibilidade de alguém falar isso que eu tô falando e fazer. Na democracia não tem como fazer isso. Porque aí vão vir os intelectualóides, né? Ai, o humano... Até ele pegar a sua filha e estuprar. E aí você vai mudar a tua ideia.

Mas eu falo pra Malu, é um negócio realmente que é paradoxal, né? Mostra uma certa bipolaridade, sonhos cognitivos das pessoas, porque as vítimas de estupro são, em sua maioria, mulheres. Aí quando você paga o veto feminino, geralmente elas votam em candidatos que são lenientes com criminosos.

Acontece muito. Devia votar em alguém que não fala. Esse cara que estuprou tem que estar preso o resto da vida, castração química, no limite de pena de morte. Mas é que não tem essa ponderação, cara. Esse é o problema do voto. É que a gente tá esquecendo como é que funciona o voto no interior. Eu sou de uma cidade de 30 mil habitantes no interior de Minas Gerais. Cara, dia de eleição lá, eu lembro antigamente, chegava uma van lá de pessoal que morava na roça, ao redor, mas que votava na cidade, com camiseta do candidato, todo mundo ali, e pô, vamos votar.

Eu não tenho prova, mas imagino que esses caras ganharam um dinheirinho pra votar, entendeu? O cara é trabalhador ali, braçal, da roça, sabe, nem lê direito, entendeu? Pô, o cara fala, meu irmão, ganha esse quinta conta ali, eu vou votar mesmo. Não vai mudar nada na minha vida? Não vai mudar nada na minha vida, entendeu? Então, assim, infelizmente, esse é o único efeito possível de uma república democrática.

Não tem como ser diferente disso. É por isso que eu sou contra mesmo. Por isso que eu acho que não tem a menor chance de a gente atingir a potência que a gente tem como país enquanto a gente não tiver uma reestruturação de arquitetura de poder no país. Para poder ter homens e mulheres virtuosos no poder. Hoje não tem.

Thales, agora mudando um pouco de assunto, eu quero aproveitar, até que você citou o Naib Bukele, e El Salvador adotou o Bitcoin como moeda oficial do país. Tem o dólar lá também, mas o que significa isso? Eu acharia ótimo o Brasil fazer isso porque você não tem mais imposto de renda sobre o Bitcoin. Porque você não paga imposto de renda quando o real se valoriza contra o dólar, como está acontecendo agora.

Agora, se o Bitcoin se valoriza, você vai vender, você paga imposto de renda. E eu sei que você gosta de criptomoedas também. Eu queria ouvir um pouco a sua visão sobre Bitcoin, o que você vai fazer no futuro, se vai valer mais, como é que você encara isso, até para as questões do seu patrimônio.

Cara, eu compro Bitcoin há muitos anos, eu não vendo Bitcoin, já vendi, me arrependi, aí cheguei a um concesso comigo mesmo, que não venderia mais, porque eu perdi o último grande spike da pandemia, porque eu tinha vendido um pouco antes, já tá bom, já fiz duas vezes e meia, tal, mas é um dinheiro que mudou nada na minha vida, eu falei, cara, como eu sou um imbecil, porque perdi a convexidade, é um dinheiro que não mudou nada na minha vida, se eu perdesse também não mudaria nada na minha vida, então por que eu não deixo pra lá? E hoje, Bitcoin pra mim é pra comprar patrimônio, ah, Bitcoin tá em, nem sei o preço de Bitcoin, eu sei que tá em 80 e pouco, eu acho, né?

Nem sei porque assim eu não vou vender mesmo. Mas você compra sempre? Como é que você faz? Compro. Mas é o que acontece. A gente tem um family office que estrutura a nossa vida lá. A minha é do Alfredo Nardon. E a ordem que eu dei para os caras agora é entrar via ETF. Então, que é uma estrutura que eles ficaram mais confortáveis. Então, por exemplo, eu posso me expor a Bitcoin via MSTR.

Isso é MicroStrategy. Então, eu tenho uma forma de me expor a Bitcoin ali via MicroStrategy que está sendo muito vencedor no meu portfólio. Mas eu tenho Bitcoin e Bitcoin também. Eu mesmo ir lá e comprar e rodar a minha cold wallet, como os Bitcoiners raiz fazem, me recomendam. Cara, eu não confio em mil o suficiente para poder rodar essa porra. Então, eu prefiro me expor de outras formas. Eu sei que not your keys, not your coins, eu estou ligado. Eu tenho um.

alguma coisa ali de relevância que são minhas no acordo do ordem, mas eu não tenho coragem de botar o que eu tenho hoje, por exemplo, em ETFs como MSTR no acordo do ordem. Eu não confio o suficiente. Eu acho que pode ser que eu faça merda. Essa que é a real, entendeu? Minha visão de Bitcoin.

Cara, a moeda Fiat é uma moeda fadada ao fracasso, por quê? Porque você deixa um oligarca tomar uma decisão sobre quanto que vale esse meio de troca. A moeda é meio de troca, né? Então, quando você pega hoje quanto que vale o real versus quando o real foi lançado nos anos 90 ali, eu acho que vale menos que 10%, né?

Só de inflação acumulada já foi mais de 92%. É isso aí, pode ser 10%. Então, assim, por que eu vou botar o meu patrimônio em uma moeda que eu tenho um conjunto de imbecis, e não só imbecis, além de imbecis, bandidos, muitas vezes, tomando decisão de quanto vai valer o meu dinheiro? Porque...

Se eles estivessem tomando boas decisões, meu dinheiro valeria mais. Outro dia eu estava estudando o franco suíço e as variações frente dólar e real. Cara, o franco suíço é mega estável.

Você olha o registro histórico de franco suíço nos últimos 20 anos, que você vai ver, compara com dólar e real. Se você volta até um pouquinho mais de 100 anos, volta para a Primeira Guerra Mundial, lá naquela época, o câmbio entre franco suíço e dólar era mais ou menos o câmbio que a gente tem hoje do real com dólar, era 1 para 5. E hoje o franco vale mais do que o dólar, sendo que a gente viveu basicamente o século do dólar. Pois é. E aí eu venho na questão de incentivos. Bom, mano, o que eu faço da vida é gerir. Eu sou o gestor no final do dia.

Logo, eu entendo que incentivos é a principal alavanca que eu tenho para construir uma empresa de sucesso. O G4 só é uma empresa de sucesso porque eu tomei boas decisões.

O incentivo para a moeda Fiat é perverso, porque quanto mais moeda eu emiti, mais eu como governo tenho para gastar. Eu estou numa arquitetura de poder democrática, logo eu preciso ser eleito para a maioria, logo ninguém está interessado no longo prazo, está interessado no curto. O que você me dá de benefício para eu achar que você é um bom governante? Então, cara, quanto mais benefício eu distribuir, quanto mais dinheiro dos outros eu distribuir, maior chance de eu acender no poder. Então, o incentivo é contrário ao meu. O meu é que a moeda vale a mais, o dele é que vale a menos. Quanto menos, vale a melhor.

o governante, porque quer dizer que ele está podendo ali emitir mais, ele não está nem aí, né? O Milton Friedman, ele elencou as formas de gastar dinheiro, né? É muito interessante isso. Ele fala que é o seguinte, quando você gasta o seu dinheiro com você mesmo, você otimiza o máximo possível para ser eficiente. Então, pô, quero comprar um relógio. Eu decidi qual relógio eu quero comprar. Eu vou buscar nos sites.

Qual que é dos relógios que eu quero comprar no estado, digamos que seja um relógio usado, mas que esteja no melhor estado possível, que é o mais barato? Ou seja, eu quero eficiência. Quando eu gasto o meu dinheiro com os outros...

Eu estou buscando o seguinte, bom, eu quero dar um relógio para o Bruno Perini. Cara, eu não vou dar de presente um relógio para o Bruno Perini, o mesmo nível de relógio que eu daria para mim. Eu quero dar um negócio patamar abaixo, ou alguns patamares abaixo de preço, mas eu quero também que seja mais eficiente. Então, eu vou buscar o melhor preço possível, na melhor condição possível. Melhor custo-benefício. Exatamente, custo-benefício. Quando eu gasto o dinheiro dos outros comigo, que é o caso dos orçamentos públicos que a gente tem, que é o dinheiro dos outros.

negando pra custo. Eu quero só o benefício. Então, meu irmão, eu quero o melhor relógio do mundo, mais caro, mais raro do mundo, e eu quero nem saber quanto que custa a sua compra. E quando eu gasto dinheiro dos outros com os outros, é o pior dos cenários. Eu não tô absolutamente nem aí o que que você tá comprando, qual a qualidade que você tá comprando e quanto que custa. Eu quero é que se foda, meu.

Esse é o governo, esse é o orçamento público, a forma como eles gastam dinheiro. O efeito colateral desse modelo de gasto, eu tenho uma desvalorização da moeda. Então, assim, Bitcoin é a única saída que eu tenho para tirar esse poder da mão da oligarquia, da mão dos bancos centrais, e colocar ele na mão de quem produz valor, que somos nós. E lá em Davos, você viu o pessoal comentando sobre Bitcoin, por exemplo? Sempre tem a turma, mas Davos é o seguinte, cara.

a rua principal lá de Davos, ela funciona como um termômetro de agendas do mundo. Então, na época que a pauta era How dare you, Greta Thunberg, woke e tal, era só coisa woke, era só sustainability, essas buchetagens que eles adoravam vender quando o dinheiro estava barato.

O dinheiro encareceu, cara, na medida que o dinheiro encarece, acaba a buchetagem, né? Acabou sustainability, acabou diversidade, acabou. Ninguém fala desse negócio mais em Davos. E há três anos, eu só vejo a galera falar ali de eficiência e tal. Há três anos atrás, o papo era NFT.

cripto, não era NFT, era cripto, enfim, como é que você usa ali os sistemas ao redor de cripto para poder construir arquiteturas financeiras mais eficientes?

Há dois anos atrás, o tema mudou para AI. Então, ano passado e esse ano, foi basicamente, duas edições atrás, ano passado e esse ano, o tema basicamente foi AI. Ano passado era AI do ponto de vista...

etéreo, do tipo, ah, AI, as mudanças, tal, sociedade, como é que é AI e tal. Esse ano não, esse ano a galera aterrissou em AI, tá? Falando de ganho de eficiência nas empresas, falando de data center, falando de custo de energia, falando de custo de token, então a galera aterrissou muito mais pra utilização de AI.

Então, os fóruns que acontecem lá de cripto e acontecem, eu particularmente não participei, não. Não é um tema que interessa para o G4, lá eu estou com a cadeira de presidente do G4. Então, eu participei dos fóruns de AI e tal, e algumas coisas dos fóruns de discussão de infraestrutura e energia para poder ajudar os candidatos a presidente que eu tenho ajudado. Mas eu sei de fato, eu estou em um grupo de WhatsApp lá da galera, discutindo principalmente agora...

Como é que você evolui essas arquiteturas financeiras, principalmente como meio de pagamento, para aumentar a adoção? Então a tumba está nesse play de como é que eu uso como meio de pagamento para poder aumentar a adoção? Teve uma galera discutindo isso lá. Bacana. Agora em cripto, o assunto mais que a gente movimenta é esse tablecoin, por exemplo.

É um baita de um meio de pagamento, né? Dando um exemplo até pessoal, a gente tá comprando um terreno, que a Malu quer esse problema de construir, e o vendedor é americano. Tem que explicar que o problema é que eu queria dar um problema pra ele. Entendi. Vai dar um problemaço, parabéns. Esse problema é grande. A Malu até já fez uma pergunta que foi muito boa. Ela falou assim, amor, se eu virasse você, com quem eu teria mais problema? Eu falei, com você.

mas não tem um sócio? não, me dá bem com os meus sócios me dá bem comigo também mas eu teria grandes problemas comigo mesmo realmente mas então, pra pagar esse terreno, o cara falou não faz sentido você me pagar no Brasil, eu quero tirar dinheiro daí eu falei, não faz sentido eu mandar pra você em dólar que eu vou ter que pagar 3,5% de OF você vai tirar da conta? terreno, né?

Ele falou, cara, então como é que a gente faz? É um senhor, tem os seus 65 anos, né? Pô, tem um negócio de cripto, de stablecoin, não tem? Você pode me mandar assim? Eu falei, você tem carteira em algum canto? Ele falou, não, mas eu crio.

Você me manda 100 dólares primeiro, a gente vê se funciona, né? Meu Deus! Eu sei que funciona já, né? Mas depois você me manda o resto. Eu falei, tá bom, então a transação vai ser feita em stablecoin, cara. Incrível. Para fugir do IOF, é um negócio que executa na mesma hora. Então é bem interessante. Eu vi a turma discutindo esse negócio, um passam, os grupos lá em W, mas não participei dessas discussões.

E não tem como te chamar aqui no podcast, tal, e não perguntar um pouco também de tua visão pro futuro do G4. Porque como eu li logo no começo aqui do episódio, quando eu apresentei um breve histórico das suas realizações como empreendedor, cara, você fundou a Easy Taxi, depois veio a Singu, a Malu foi cliente da Singu, eu lembro que a gente conheceu quando mudou pra São Paulo, a gente saiu de Boa Vista pra cá, daí eu nem te conhecia, cara, não podia falar no teu nome. Aí quando a moça fala fazer a unha dela, eu falei, cara, que genial esse negócio aqui.

É tipo um Uber que eu chamo a pessoa em casa pra fazer a unha, pô, que baita ideia. E depois eu vim saber que você era o fundador. E agora você tem o G4. Você enxerga que o G4 é mais uma fase na tua carreira empreendedora? Você enxerga que não, isso aqui é a empresa da minha vida e vai fazer um IPO ou não vai fazer? Qual é a tua visão de futuro? Cara, todas as minhas empresas sempre foram as empresas da minha vida.

O problema é que eu controlo o que eu estou fazendo, as decisões que eu estou tomando, as pessoas que eu estou contratando, como eu reajo aos feedbacks dos meus clientes. Eu não controlo o output, eu controlo o input. Esse é o princípio da gestão.

De tudo na vida. Você controla o input, você não controla o output. Você controla os conselhos que você dá pra Maria Tereza. Você não controla como ela vai usar esses conselhos. Sim. Não tá sob o seu controle, entendeu? Então, assim, a EasyTax era pra ser a empresa da minha vida. Eu fui um dos primeiros do mundo a fazer isso. Fiz em 2011, quando 4% da população brasileira tinha smartphone. Sob meu comando, a empresa foi pra 35 países. Eu fui a primeira startup no Brasil, valia um bilhão de reais. Eu tinha 23 anos. Então, era pra ter sido a empresa da minha vida.

Não foi a empresa da minha vida. Tive que vender porque eu tava muito diluído. No final das rodadas, né? Levantei centenas de milhões em um momento onde, basicamente, Series A era 500 mil reais. Você tem ideia? O meu Series A foi 10 milhões de reais. Foi 20 vezes um Series A. Só pra fazer uma comparação. Hoje, um Series A hoje é 50 milhões de reais. Então, proporcionalmente, é como se alguém levantasse um bilhão.

de reais na primeira rodada. Foi o que eu fiz lá, morando na favela de Santo Amaro, quando eu criei a Isitax. Então, eu achava que era o negócio da minha vida, mas, cara, foi muito diluído e tal. Falei, cara, não faz sentido, meu custo de oportunidade está muito grande. Minha vida era muito difícil, né? Morei na Coreia, morei na Colômbia, morei no México, eu não conseguia ter casa e tal. Destruiu um monte de coisa que eu tinha construído na minha vida pessoal. Eu destruí pela companhia. Eu falei, pô, não tá pagando essa conta, vou fazer outra coisa. Aí fui fazer a Singú. Aí fui fazer a Singú.

Fiz uma venda muito bem sucedida para a Natura, uma venda de centenas de milhões de reais, que desencanou em ser uma venda péssima para mim.

porque o meu earn-out foi horrível. Porque vendi em 2019 para 2020, 2020 fecha tudo, pandemia, começa a não bater o BP, porque tudo fechado, complexo, relação com a natura muito difícil também, a gente tem uma divergência de valores éticos e morais ali muito importante, o negócio não dá certo, até que eu chego para os meus investidores, eu falo assim,

já que vocês estão querendo me ferrar, pelo menos não ferra os investidores não, quando eu chego pra Natura já que vocês querem me ferrar, pelo menos não ferra meus investidores e os meus executivos que estão comigo aqui há muito tempo, pago deles, não precisa me pagar o meu, eu pego todas as minhas ações, passo pros meus executivos

Passo para os meus investidores, zero a minha posição de liquidez em Natura, em Singu, na venda para a Natura, porque eu entendi que os caras estavam com problema comigo. Por que eles estavam com problema comigo? Porque eu era um cara de direita, que defendia o Bolsonaro e o comando da Natura, é um comando de esquerda, era contra o Bolsonaro. Basicamente esse foi o problema que a gente teve ali. Uma questão política? Política, 100%. Então a gente teve esse problema ali, eu vi que eu ia prejudicar a empresa como um todo, eu falei, galera...

ganha esse dinheiro vocês aí, tá tudo bem. Eu já tava fazendo o G4, né? Tinha um ano que existiu o G4, eu já tinha percebido que o G4 ia ser uma empresa bilionária, eu falei, cara, tá tudo bem. Eu já acertei no G4. Eu abro mão disso aí pra todo mundo ganhar dinheiro, te vende a companhia, finaliza esse negócio aí com a Natura, e eu foco no G4. E foi a melhor decisão que eu fiz. Porque quando eu dei esse passo pra trás...

eu consegui dar mil para frente com o G4. O G4 não seria uma empresa que esse ano vai faturar 750 milhões de reais. E principalmente, a gente fica falando faturamento, tem bastante empresa aí que fatura centenas de milhões de reais. Agora, empresas que geram 150 milhões de caixa não tem quase nenhuma. Eu pesquisei para o chat de APT, ano passado, quando a gente bateu 104 milhões de caixa, eu falei assim, quantas empresas no Brasil você estima que gerem acima de 100 milhões de caixa? Ele falou 200. Caraca.

Das 25 milhões, só 200 gera acima de 100 milhões de caixa. Então, cara, em 7 anos, eu e os meus sócios, a gente construiu uma companhia que é uma das 200 maiores geradores de caixa do Brasil. Com zero de alavancagem, zero de investimento externo. Você tem zero dívida hoje? Zero. Zero. Pô, a gente paga dividendos pra caramba, né? Esse ano eu vou pagar centenas de milhões de dividendos. Então, o fato da gente ter feito isso foi puramente porque eu tomei uma decisão de focar nesse negócio.

qual que é o futuro do G4? O presente do G4 já fala qual é o futuro dele, então hoje, dois terços da minha receita, até o final do ano, acho que vai ser três quartos, já não é educação, são soluções.

Educação é um canal muito bom para eu educar esse empresário e aí promover outras soluções que vão permiti-lo no objetivo final dele. Então, educação é meio, educação não é fim. A gente sempre tratou a educação como meio e não fim. Por isso que a gente faz tão bem, por isso que o NPS é tão alto, 92. Por isso que a gente tem uma preocupação do cara ir lá e ele aprender coisas transformacionais que mudam a companhia, porque eu sei que ele vai me pedir mais ajuda quando ele aprendeu. Ele falou, cara, agora eu preciso do CRM, agora eu preciso do IRP, agora eu preciso de AI. E aí o fato da gente já usar AI para você.

desde que a ERA Mato, desde 2022, me permitiu construir uma solução agora que eu falei pra vocês. A Perplexing, que vale 25 bilhões de dólares, levantou 1 bilhão e meio de dólares, lançou uma solução um mês depois de mim. Que é a mesma solução.

Então, a AI, ela diminuiu a distância entre a execução e o conhecimento. Então, hoje, eu tenho condições parecidas, não condições em material humano, mas condições em termos de todos os outros recursos parecidos com o que a perplexa ele tem dentro do Vale do Silício. Um bilhão de doses para torrar.

Entendeu? Por quê? Porque eu tenho acesso à LLM, eu tenho um time muito inteligente e muito executor, agora eu tenho uma riqueza que quase ninguém tem. Eu tenho uma das maiores, se não a maior base de empresas médias do Brasil dentro do meu ecossistema que confiam na minha marca com canal de distribuição e crescimento proprietário. Então hoje 75% do meu crescimento é orgânico, não gajo dinheiro para crescer.

muita indicação, muito o que a gente chama digital fence, que é o conjunto de ativos que a gente tem, podcast, YouTube, perfis. A gente tem centenas de perfis de mídia social que são nossos, mas que não tem o nosso nome também, que ajudam a gerar.

essa quantidade de lead massiva que a gente gera. E o mais importante é que a gente tem uma qualidade de entrega muito grande. Então a gente tem hoje mais de 200 mentores lá dentro do G4, que são homens e mulheres que realizaram, que ficaram ricos fazendo aquilo que está ensinando. Esse é um diferencial muito grande. Então ao invés de você, sei lá, eu vou para um mais de EV, eu vou para um INSP, vou aprender com um acadêmico que estudou o que ele está ensinando, não, você vai aprender com alguém que ficou rico ensinando aquilo que ele está ensinando ali. Esse é um ativo muito grande para poder surfar.

esse momento importante de transformação da sociedade, que eu estou falando que é a maior janela de transformação da história da humanidade, muito maior do que a energia elétrica, que é a AI. Porque eu conheço o empreendedor no detalhe, eu conheço as dificuldades dele no detalhe. Então, plugar o G4S ali, que a gente já está plugando em quem participa da GE, por exemplo, e nos próximos dois meses vai lançar como um todo, eu acho que eu fecho um ano aí tendo dezenas de milhares de usuários, eu consigo plugar isso nas companhias, acompanhar o uso dessa companhia,

e garantir que esse empreendedor tenha tanto um crescimento de receita como uma melhora de margem. E esse é o meu objetivo. Meu objetivo até então era gerar um milhão de empregos. Já batemos essa meta, batemos até a mais do que um milhão de empregos. Vamos divulgar em maio agora o número que a gente sempre divulga em maio. Agora nosso próximo objetivo é outro. Como é que eu faço essas empresas mudarem de faixa? Como é que essa empresa sai de micro e vira pequena? Como é que ela sai de pequena e vira média? Como é que ela sai de média e vira grande?

Isso, eu acho que o G4 tem um monte importante para poder entregar de valor. Esse é o nosso presente e esse também vai ser o nosso futuro. Quanto a um IPO, mas antes de responder, só vou lembrar, tem um QR Code que vai aparecer aqui na tela, um link na descrição para quem quiser conhecer mais os programas do G4. O Taddy citou aqui o GEC, o Gestão Estratégia, onde a gente dá aula a mais uma série de outros programas, soluções. Então, para os interessados, link na descrição, QR Code na tela.

Mas quanto a um IPO, porque a gente ficou com uma janela horrível para fazer IPO desde 2022. Então, 22,0 IPOs, 23,0, 24,0, 25,0, 26, no Brasil até então, 0. Só que se você pega a bolsa em dólar, ela está batendo nos últimos dois anos quase 100% de valorização. Porque a bolsa subiu bastante e o dólar caiu contra o real. Então, está começando...

Uma janela onde as empresas que já estão mais prontas com IPO estão olhando e falam, cara, talvez em 27, talvez em 28. Esse é um objetivo ou você enxerga que, olha, a maneira como eu gosto de gerir um negócio não se enquadra com ter uma empresa pública? Qual é a tua cabeça sobre isso? Cara, IPO não deveria ser objetivo de ninguém. Que IPO é um pedágio que você paga para chegar a algum objetivo. Que a empresa seja extremamente lucrativa para pagar a dor de dividendos, certo? E aí muitas vezes você vai falar, cara...

Eu preciso de um IPO porque eu preciso de capital agora, eu não tenho capital necessário para fazer os projetos que eu preciso fazer para poder chegar na potência que a empresa tem. Eu te falei, esse ano eu vou pagar mais de 100 milhões de dividendos. Então eu tenho dinheiro sobrando no caixa. Eu não tenho o que fazer com dinheiro. E esse é um negócio que eu estou passando nesse exato momento. Eu tomo proposta de fundo, cara, toda semana na empresa. Fundos de fora do Brasil e dentro do Brasil.

Toda semana não, vai. Tomei algumas. Não vamos falar que eu estou exagerando. Tomei algumas propostas aí, mas é que algumas aconteceram muito recentemente, por isso que eu falei toda semana. E essas propostas, avaliando a empresa em bilhões, parecem, pô, interessantes pra gente. E, pô, em alguns momentos eu falo assim, cara, talvez eu deveria trazer um cara desse pra dentro. Eu não tenho sócio, então, cara, vender ali 10% da empresa, botar 500 milhões pra dentro da companhia, 300 milhões, às vezes, eu tomei os dois valuations.

Faz sentido. Aí eu falo assim, cara, beleza, qual é o use of proceeds desse dinheiro? Eu vou usar pra quê? Ah, não tem. Então é secundário. Cara, 500 milhões, hoje, dado que eu tenho um terço da companhia, cada sócio tem um terço ali, não muda a nossa vida. Eu não, eu não, não existe nada que eu faça hoje que eu vou fazer de diferente se eu colocar mais, sei lá, 150 milhões pra dentro. Eu vou tomar as mesmas decisões que eu tomo. O que mudaria a minha vida?

Mudaria se eu botasse 500 milhões pra dentro. Sem dúvida. Minha vida, entendeu? Então, assim, se for pra fazer uma rodada, a não ser que eu tenha uma justificativa muito boa, eu quero esse cara sentado no meu conselho, porque ele vai abrir as portas certas pra mim, aí eu faço. E, obviamente, tem um preço. Eu não passei sete anos aqui construindo uma ativa, porque eu vou falar, então senta aí, pinga 50 milhões. Não. Comprou 1% da empresa. Não, mano. Você pinga um dinheiro relevante ou nem pinga.

Agora, ao passo de que também a gente fica pensando, cara, ano passado eu fatorei 509 milhões, gerei 104 de caixa, esse ano eu vou fazer 750, eu vou gerar 150 de caixa, ano que vem eu vou fazer no mínimo um B. Um B é o worst case scenario do nosso BP. Vou gerar uns 230, 250 de caixa. Então, quando eu penso nisso, eu falo assim, cara, nos próximos três anos da minha vida, eu vou me pagar mais uns, pessoalmente, uns 150 milhões de dividendos, pelo menos. Então, assim.

Tem que ser alguma coisa para eu fazer uma rodada, que seja, sei lá, três vezes isso, duas vezes, duas vezes e meia esse negócio, para fazer sentido, porque senão é só o business as usual, já me pague esse dividendo que o nego vai botar de dinheiro. No entanto, é o seguinte, se eu fizer uma rodada agora...

Eu preciso fazer um IPO, porque o ponto é o seguinte, quando um fundo desse que investe na gente, que é Venture Capital, não tem dinheiro para botar no G4, o mandato dele não é esse. Isso é um mandato de um fundo de private equity robusto e de um fundo de growth, que são os fundos que fazem a ponte entre agora e o IPO. Esse cara faz uma conta. Bom, eu preciso ter um ROIC de 30% ao ano, eu preciso sair de 5 a 7 anos. Então, eu preciso entregar 3, 4 vezes de dinheiro para esse cara nos próximos 5 a 7 anos.

Como que eu vou entregar 3, 4 vezes dinheiro pra esse cara? Eu preciso fazer um IPO, eu preciso depois arrumar alguém pra comprar esse cara, entendeu? Eu fazer um IPO agora na companhia, eu coloco um nível de governança da companhia que tira aquilo que fez a companhia ser quem ela é. O G4 só é o que ele é pela forma como o poder está arquitetado. Então hoje, cada sócio tem um terço da companhia, só que eu tenho 51% das ações votantes.

Então eu sou monarca. Eu sou um ditador benevolente. Eu sou um ditador aristocrata que toma as decisões para a companhia mirando o bem comum. Então o poder econômico está tripartido, mas o poder político está na sua mão. Está na minha mão. Só que eu nunca precisei usar isso.

Por que eu nunca precisei usar isso? Porque os meus outros dois sócios são empreendedores incríveis, extremamente inteligentes, extremamente bem-sucedidos. Os três já eram ricos quando a gente começou a fazer esse negócio. Então a gente falou, beleza, o dinheiro não quer demais, vamos fazer mais. Mas a gente tem um propósito maior, vamos construir algo que transforma o Brasil. Os três também querem transformar o Brasil. E tem uma complementaridade muito importante ali. Então, o Alfredo é um cara que gosta de fazer isso que a gente está fazendo. O cara grava, peraí, um podcast por dia.

Entendeu? Hoje eu falei com ele hoje de manhã, falei, você vai vir na empresa hoje? Ele falou, vou à tarde, eu tô gravando um podcast aqui com Lázaro aqui em Alphaville. Cara, eu não dou conta disso aqui. Isso aqui pra mim não é legal. Eu falei, com vocês é legal, porque o papo é bom, mas a maioria dos podcasts que eu vou não é tão legal assim, sabe? Eu fico falando a mesma coisa e tal, então isso me cansa um pouco. Os convidados todos falam isso aqui. Mas comigo é verdade mesmo. Tanto que eu não tenho podcast no G4, né?

Eu sou o único sócio que não tem. É porque eu também não tenho tempo. Como eu sou o único sócio que tem função executiva, os dois exercem função de conselho. E, obviamente, conselheiros, donos de um texto da empresa, faz um monte de coisa. Alfredo está mais próximo dos clientes, traz percepção de mercado para a gente. Então, ele vai buscar essas percepções e traz aqui. E é um grande conselheiro que eu tenho.

E um amigo muito fiel, né? Um cara extremamente leal. É o meu amigo mais leal, mais fiel. Então, pô, o cara tá comigo, ele having my back mesmo, assim, sabe? Isso é muito importante pra mim. Há muitos anos que a gente tem isso. Eu conheço o Alfredo desde o Itáxi. Desde antes do Itáxi, inclusive. A gente tem uma relação forte há muito tempo.

O Nardon é outro cara que eu conheço desde o Itáxi. Eu conheci o Nardon dentro do prédio da Rocket, que era o fundo alemão que investia na gente. Eu e o Nardon, a gente era os dois caras que mais trabalhavam lá, então era o cara que eu encontrava lá de madrugada. Você tá aí ainda? Então eu vou conversar. Então o Nardon, ele é um cara muito profundo, muito técnico e que me faz boas provocações. Ele é um cara muito pessimista. Então, eu conversar com um cara muito pessimista, pra mim é bom.

Porque eu sou otimista, por natureza, né? Então, conversar com um cara muito pessimista é bom pra equilibrar um pouco a minha visão ali. Deixar fazer loucura. Exatamente. Pra equilibrar a minha visão. Falar, cara, talvez você não tá enxergando isso aqui, não sei o que. Ela fala, cara, tem razão. Isso aqui eu deveria dar um pouco mais de importância nesse ponto. E o Nardom, ele tem uma outra característica, cara, que assim, a turma acha que o Alfredo é o cara mais gente boa da sociedade. O Nardom é o cara mais gente boa de longe.

O Nardom é muito resenha, mano. O Alfredo também é, porra, do cara. Conviver com esses caras é um privilégio, mano. O Alfredo é maneiro pra caralho. Todo mundo gosta desse cara, velho. Todo mundo, ele tem uma energia boa ali e tal. O Nardom é a mesma coisa pra mais. O Nardom é sangue bom demais, mano.

Então, tipo, ele é um cara maneiro, ele é um aristocrata no seu lato sensus da palavra, meu. Tipo, ele tá realmente preocupado com todo mundo, preocupado contigo. Você tá bem? Tua esposa tá bem? O que que tá bem? Não sei o que lá, como é que eu ajudo? Então, você tem essa sociedade de caras que tão me apoiando ali e que fala o seguinte, cara, eu entendo que você é o cara pra tá nessa cadeira e me empoderam.

Eles me empoderam o tempo inteiro, o Alfredo o tempo inteiro está me empoderando. Então quando eu estou numa bola dividida, uma decisão ali que ela é muito polêmica, que a galera não está muito segura, ele vai e faz um trabalho de... O americano chamaria ele de whipper, que é o cara do congresso lá que vai lá garantir que a gente consiga passar as pautas. Faz um lobby. Faz o lobby. Então ele faz esse trabalho. O cara está sempre preocupado em me colocar num lugar de...

tipo, de me empoderar, de passar as pautas, de garantir que existe ali, que a galera tá tranquila com isso, confia no cara, ele acerta há muito tempo, ele enxerga coisas que ninguém enxerga, ele faz muito esse trabalho, tá sempre me vendendo, ele é um cara que tá sempre having my back. E o Nardon é um cara que tá comigo porque deve é. Não importa o tamanho da parada, o Alfredo também, mas o Nardon, ele tem disso, assim, fala, cara...

Eu discordo disso que você está fazendo, mas se você quiser fazer, eu estou contigo. Eu assino embaixo. Então, você ter esse nível de lealdade que eu tenho com esses dois sócios e a qualidade técnica deles, que é complementar a minha, né? Eu não sou bom no que o Alfredo é bom e vice-versa, eu não sou bom no que o Nardom é bom e vice-versa. Então, você ter essa complementaridade com o modelo de poder que a gente tem, uma ditadura benevolente, uma monarquia aqui, isso explica o G4. Se eu fizer um IPO...

eu perco o que nos trouxe até aqui. Por quê? Porque aí eu vou ter, sei lá, um terço da empresa, de repente, no float, e eu vou ter, cara, um bando de analista...

que não vive o que a gente vive no dia a dia, não viveu o que a gente viveu para ter contexto e que eventualmente vai questionar algumas decisões que eu tomei em algum momento que eram polêmicas. Então, há dois anos atrás, eu decidi destruir um terço da estrutura de decisão que a gente tinha na companhia, porque a gente estava fazendo a transformação de AI. Eu vou destruir um terço, vamos entender, depois a gente vai e faz os outros dois terços. E naquele momento era polêmico. Eu fiz, com o suporte dos meus sócios.

os meus executivos compraram. Resultado, a companhia cresceu 11 vezes e meio em geração de caixa, em três anos aumentando 10% a topex. Em um modelo linear de pensar negócio, isso não é aceitável. Entendeu? Então, eu perderia essa liberdade de tomar essas decisões. Eu perderia o mouto que eu tenho em frente às outras companhias, inclusive todo mundo que está nos assistindo deveria colocar dentro da sua companhia também, que é a agilidade. É o movimento.

De novo, uma empresa nada mais é do que um conjunto de pessoas tomando decisão. É isso. Tão simples quanto isso. Qualquer empresa, eles dão uma padearia até o OpenAI. É isso que é a definição de uma empresa. Só que o Aristóteles fala que uma coisa não é a descrição dessa coisa. Não é o que ela tem. Ela é o movimento que leva a ser a potência daquilo que ela é. Então, uma empresa não é o que ela tem no balanço.

quantidade de gente, ativo. Uma empresa é as decisões e ações e projetos que estão acontecendo, os movimentos, para levar ela a ser a potência daquele ato que ela é.

Ou seja, se eu não tivesse feito esses projetos estruturantes com o suporte dos meus sócios, tivesse que levar pra borde, aprovar, talvez você queira falar, não, pô, não sei o que lá, não vamos fazer, não. Cara, quantas decisões eu não tomei, por exemplo, de despriorizar a educação, que vocês sabem muito bem que esse negócio tem margem pra caramba, é um produto incrível. Eu falei, cara, eu prefiro vender um negócio com menos margem, um ticket menor agora, mas que vai ser grande no futuro. Vou te dar um exemplo. Em 2021...

a gente estava entrando no terceiro ano de companhia, a gente faturava, então, ia faturar naquele ano 52 milhões, a gente tinha acabado de faturar 20 milhões. Eu tinha uma BU que fazia 10 milhões de receita, ou seja, 50% da receita do ano anterior, e seria 20% da receita desse ano, 10 milhões, mas que gerava, se eu não me engano, 50% no caixa. Porque ela era muito geradora de caixa, que era uma BU de in-company, educação in-company. Eu ia para a Samsung, fazia um projeto de educação para a Samsung e por aí.

Eu decidi matar essa BU para poder pegar os recursos que eu tinha ali e usar para fazer o G4 Skills. Foi o primeiro software que a gente fez em 2021. Eu falei, cara, o futuro do G4 não é ser uma empresa de educação, o futuro é ser uma Amazon, é ser um ecossistema de soluções. A gente precisa primeiro provar que de fato o nosso canal funciona, então a gente tem que fazer um software proprietário do G4 Skills.

E olha que legal, 2022 para 2023, quando surgiu LLM, AI, o caramba, em 2023 a gente plugou AI dentro do G4 Skills. Então hoje, cara, quem usa G4 Skills coloca lá, faz uma análise de quem você é, da tua cadeira, e ele coloca assim, dentro dos quase 20 mil usuários que eu tenho lá,

em qual quartil que você se encontra dentro da sua cadeira em empresas de tamanhos paralelos. Então, assim, você é um profissional quartil 1, 2, 3 ou 4 e ele cria uma trilha de desenvolvimento personalizada pra você a AI fazendo essa análise com base no que você precisa aprender. Não um conjunto completo. Então, pô, o fato de a gente ter tomado essa decisão fez com que a gente aprendesse a fazer software.

aprendesse a monetizar o meu canal com o software, se transformasse num ecossistema e se tornasse a empresa que a gente é hoje. Aí se a gente fosse falar de um IPO, por exemplo, se eu fosse uma educação, eu ia negociar o quê? Cinco, seis vezes EBIT, certo? Eu sendo uma empresa hoje, um marketplace com AI, a gente está falando de 15 vezes receita.

20 vezes receita. Teve um deal que saiu agora de uma empresa 15 vezes receita no Brasil. Então assim, olha a geração de valor que eu consegui produzir na companhia porque eu tive o suporte dos meus sócios pra tomar as decisões polêmicas como eu tomei. Esse nível de velocidade eu não teria se eu fosse listado. Então isso me preocupa com IPO, entendeu? O valeixo que você pensa hoje é mais ou menos 10 vezes receita. 500 mil de faturamento, 5 bi. Seria mais ou menos isso? Cara, é o que eu tô tomando de proposta. Mais ou menos nessa faixa aí. Eu acho que vale muito mais.

Porque eu começo a pensar que... Se você não quer vender, é porque na sua cabeça vale mais. É, mas vale muito mais. É porque, na real, é o seguinte. Primeiro, quantas outras companhias... Esse ano a gente vai fechar o ano com 120 mil empresas lá dentro da base. O faturamento médio das empresas do G4 é 87 milhões. Médio.

Média é uma grande mentira, né? Sim. Porque tem empresas gigantes, sei lá. A meta, por exemplo, o diretor da meta é aluno nosso. Então, isso distorce o número. A mediana eu não tenho. Ele pegou essa média e levou lá pra cima, né? A gente exclui os extremos, senão viraria uma loucura. Sim. A mediana é mais ou menos 40 milhões. Ali, excluindo menos os extremos.

O que é um negócio bom pra caramba, né? Porque é um filé mignon do mercado, né? Porque não é o cara pequenininho do Sebrae, também não é o cara grandão, mas é o cara que tem disposição pra poder investir em soluções, que o dono quer se desenvolver, ainda tem muito o que crescer e tal. O Brasil é um país muito grande, né? Um país de mais de 2 trilhões de dólares de PIB, né? Então, o que eu sempre comparo com os nossos alunos, eu falo, galera, imagina que essa mesa aqui tem...

10, 11, 12 trilhões de reais na mesa. Quanto que você quer faturar esse ano? Ah, 50 milhões. Só 50 milhões. Tem muito mais dinheiro pra pegar. E tem gente muito mais burra que você pegando esse dinheiro. Então, vamos estruturar pra pegar uma parcela maior desse dinheiro. É tão simples quanto isso, é a minha visão. Do que eu vejo de negócio e seus potenciais, né? Agora, quando eu olho pra esse negócio assim, o que eu acho? Quantas empresas têm, então, sei lá...

100 mil CNPJs dentro do seu ecossistema, que faturam uma mediana de 40 milhões de reais, que confiam na minha marca, que participam de programas presenciais, que ficam três dias dentro de uma sala de aula comigo, que participam de grupos empresariais, que eu estou o ano inteiro com esse cara, eu entendo a empresa dele no detalhe. Quantas empresas tem isso como ativo?

para poder vender soluções para essas outras empresas e que realmente ajudem esse empreendedor a crescer, a melhorar o negócio dele. Tem muito pouca empresa que eu tenho. Então, cara, eu tenho tanta opcionalidade aqui dentro. Eu tenho a opcionalidade de fazer um banco. Eu tenho a opcionalidade agora que eu estou começando a capturar de vender software AI. Eu tenho a opcionalidade de vender software as a whole, como eu estou fazendo no G4 Tools, no nosso marketplace. Eu tenho a opcionalidade de implementar AI na ponta.

Eu tenho opcionalidade de fazer consultoria, eu tenho tanta opcionalidade não capturada que quando eu projeto isso, eu falo assim, cara, eu acho um bid dólar muito barato, entendeu? Eu faria uma rodada um bid dólar só se eu tivesse um dos três nomes que eu tô na minha cabeça aqui, que eu tenho conversa com eles há quase dois anos e no modelo que eu quero.

Porque o modelo de governança vale muito. Isso que a turma não entende. A turma fala, a empresa levantou um bi de dólar com um liquidation preference de três vezes.

Sabe o que significa, não? Eu tenho até um exemplo nosso aqui no Grupo Primo, porque a gente fez uma rodada, foi em 2023, e a gente foi avaliado a 12 vezes EBITDA, a XP entrou, a gente foi ali a 1.2 bi, eles botaram um cheque de 200 e poucos milhões na nossa mão. Eu era contra. Até a hora que falou, não, vai ser tudo preferencial. A XP não vai ter nada que mandar aqui dentro. Eu falei, então agora eu sou a favor.

justamente por isso, então quer fazer um IPO? vamos fazer só com a ação preferencial? super a favor, vai ter ordinário também vamos pensar melhor, vai pagar 50 vezes EBITDA? é uma coisa, não, vai pagar 12 e liquidez o cara vai ter a preferência de sair em um evento de liquidez não, liquidez é o seguinte, x vezes liquidez, esse é o caso que ninguém fala

História é a seguinte, tem um band founder aí que eu conheço, que levantou na época do SoftBank que chegou no Brasil ali com dinheiro barato, um bid real. A empresa fatorava 20 milhões e levantava um bid real. Tem casos bons. Caraca, o cara levantou um bid real faturando 20 milhões? Tem gente que levantou um bid real e faturou menos. Tem casos bons. Vou te dar um caso bom, por exemplo, que eu sou sócio.

CRM bônus. Levantou um bi de real, acho que faturando mais ou menos isso aí, 20, 30, não lembro exatamente. É um grupo absurdo. Cara, cresce pra caramba. O Zouca é um dos melhores founders do Brasil. A empresa é incrível, inclusive quem tá assistindo aí sem brincadeira nenhuma, cara. Presente A. Usa aí, minha galera, desça depois. Hoje a empresa vale 10 bi. Então, em 2020, 21, fizemos essa rodada lá, um bi de real. Hoje a empresa vale 10 bi, fatura centenas de milhões de reais. Não queima a caixa.

E o iFood tem uma call a 10 bi. Uma call não. A gente tem um apute contra o iFood a 10 bi, se não me engano. Essa que é a história. Valeu em 10 bi. Quer dizer que vocês podem vender para o iFood até o termo da data por 10 bi. E o Zouco em alguns momentos já falou para mim, falou, tá barato, eu não vou vender.

Entendeu? Então assim, no final do dia, tem casos bons, mas tem casos que o cara pega ali, ah, fatura 10, 20 milhões de reais, 1 bi, porque era hype, dinheiro barato, bota 1 bi. Mas sabe por que o nego bota 1 bi? Eu vou fazer 1 bi, mas duas vezes de liquidation preference. O que isso significa? Se você não retornar 2 bi de valuation, tiver um evento de liquidez a 2 bi de valuation,

você não ganha dinheiro. Então é o seguinte, você tem que no mínimo retornar duas vezes o dinheiro que foi aportado dentro da tua companhia pro teu investidor pra você começar a ganhar o percentual que te cabe. Entendeu ou não?

Pô, você tem 10% da companhia. Vendeu sua alma, cara. Vendeu sua alma. Mas é a verdade, eu tive isso no Rizitax, é a verdade na maioria dos fundadores. Cara, o que eu vi de fundador tomando deal aí, avaluations bilionários, mas três vezes liquidation preference, eu falo, mano, eu não pego três vezes liquidation preference de jeito nenhum. Porque, cara, tem um monte de coisa que não tá sob o meu controle. É. É. Pô, entendeu? Tipo assim, tem vários eventos macroeconômicos que podem acontecer que eu tô fazendo o meu trabalho certinho, mas não tem nada a ver com isso.

E aí? Então, cara, liquidation preference é vender a alma e contar com alavancas que não estão ao seu controle pra você conseguir liquidar aquilo que você, em tese, iria receber, entendeu? Esse é o cuidado do investimento. Então não adianta só negociar bem valuation. A turma para na discussão valuation. Aí não sabe, na verdade, o quanto o cara tem da empresa, ou seja, quanto que ele tem de potencial liquidez, quanto ele tem de patrimônio.

Bom, vamos separar, né? Quanto que é o valuation, quanto que é o patrimônio, que é qual o percentual que ele tem dentro da companhia, quanto que é a liquidez, que é quanto que ele conseguiu já realizar, né? E quais os termos que ele tem em cima desse deal. Eu consigo levantar 10 bi hoje. É só eu virar pro cara e falar, te dou três vezes a liquidez no preface. Aí, nada, 10 bi. Pois é, porra, eu vou tomar um risco desse? Eu tenho que achar um cara doido, inclusive, pra querer fazer um deal desse.

Cara, Thales, eu tenho uma última pergunta pra te liberar, porque eu não quero deixar sua esposa grávida mais tempo aqui, né? Esperando. Mas quanto à questão de relacionamento com os sócios, porque, não, primeiro, deixa eu elogiar vocês, porque eu sempre falo com a Malu, né, das pessoas que melhor utilizaram a internet pra fazer coisas grandiosas, eu coloco, eu e o Thiago aqui no Grupo Primo, entre os três.

Os outros dois são vocês no G4 e o Flávio Augusto junto com o Caio e com o Joel. Acho incrível o que vocês fizeram, cara. Vocês estão de parabéns por isso. E uma curiosidade que eu tenho é como é que é o relacionamento entre você, o Nardon e o Alfredo? Porque você falou da parte boa, mas com certeza ao longo da caminhada teve briga, como é que vocês resolveram isso? Já teve porrada de fato? Porque o pessoal me vê aqui e acha que eu sou tranquilo, eu já briguei com todos os meus sócios.

Só que eu resolvo rápido, cara. Quando eu vejo que eu tô errado, eu vou lá e falo, ah, desculpa. Ele não bateu. É, ninguém se aventurou, entendeu? Quem quiser cantar a sorte, tamo aí. Tenta lá. Eu queria saber como é que foi no G4. Cara, a gente não briga, cara. Não briga? Não briga, porque, tipo assim, a gente é muito bem alinhado. A gente é muito leal um ao outro. A gente ama muito um ao outro. E, cara, a sociedade é um casamento, né? Sim. É um casamento. Então, assim, a gente tá casado. Então, a gente não casa pra separar.

então logo, todas as vezes que ameaça alguma divergência, uma vez só chegou um ponto de um dos sócios, que eu vou citar quem é, virar para mim e falar assim, cara, eu te amo tanto, se você quer fazer dessa forma, eu vou fazer o seguinte, eu te vendo a minha participação, está tudo bem, cara, vamos combinar aí, vamos pagando junto com os dividendos, essa parada aqui tem muito de você e tal, é mais justo que você fique do que eu.

Aí eu virei pra ele e falei assim, irmão, eu não caso pra separar. Não existe esse papo entre a gente. Acabou. Bora resolver o problema. Aí ele, porra, caralho, tal. E resolvemos o problema. E ele falou isso pra mim depois. Ele falou, cara, aquela parada que você falou pra mim foi a parada mais importante que você poderia ter falado, porque eu vi que é recíproco a lealdade que eu tenho por você, tá ligado? Então, assim, foi uma discussão ali de diferença de divisão, pra onde que a gente ia e tal.

que acabou culminando em ter esse tipo de conversa, mas a gente nunca brigou, a gente sempre teve alinhada. Então é bizarro porque eu te falei, os caras trabalham tanto pra having my back, pra me apoiar, pra eu conseguir produzir no meu lugar de potência, na minha máxima ali e tal, e eu acabo atendendo o anseio dos caras, então funciona, entendeu? Não tem... Todas as vezes o acordo é muito claro, entendeu? Quando o acordo tá muito claro, não tem briga. Aqui é o seguinte, olha, vamos lá.

Todas as vezes que houver uma decisão dividida e só sobe pra decisão o que é estrutural, logo, pode prejudicar o bolso de alguém, assim que a gente sobe a decisão. Da vez que tiver uma decisão dividida aqui, eu desempato, entendeu? E todas as vezes, e eu tenho uma carta, um super trunfo que eu falo, cara, eu tenho certeza absoluta do que eu tô fazendo. Aí os caras falam, tá, então eu vou seguir o teu call. Então não tem briga.

É muito boa a minha relação com os caras, olha. Muito boa mesmo, cara. Então, assim, eu sou muito grato a Deus pela sociedade que eu tenho, pelos sócios que eu tenho, pela forma como a gente funciona ali dentro. Não tem disputa de ego, não tem todo mundo, cada um sabe o teu lugar ali, entendeu? Nenhum deles quer estar na minha cadeira, eu também não quero estar na cadeira deles. Tá tudo tranquilo, entendeu? É, bom.

O Bruno briga, mas é porque... Mas não é tanta briga. Briga são discussões, mas discussões mais acaloradas. Mas nunca acabou. Cara, nunca falei e vou embora da empresa. Não, nunca aconteceu. E compra e tô indo embora, entendeu? Isso nunca aconteceu. Na verdade, o que eu falo constantemente é que eu quero comprar os outros.

É isso. Uma beada que eu tenho com o Sals, meu gradinho que fuma, eu vou te comprar um dia, cara. Mano, entendeu? Vai acabar mais que eu. Espero que ele pare de fumar, isso é um recado, né? Mas, Thales, só agradecer, cara, foi um prazer receber você aqui, foi um ótimo episódio, certeza que o pessoal que tá assistindo gostou muito. E aí, pra que o pessoal possa te encontrar nas redes, acompanhar mais o seu trabalho, do G4, fique livre, vai divulgar o que você quiser aí, cara.

Turma, me siga aí no Instagram, arroba Thales Gomes com dois L e I. E eu tenho um canal aqui no YouTube também, onde é um canal onde eu mostro mais a minha vida do que parte de trabalho. Então tem ali as minhas viagens, meus esportes, um pouco de quem é o Thales na PF, que na PJ está muito no Instagram ali, né? Que é o arroba Thales Gomes também, né? Quem quiser conhecer os produtos do G4, se você é empreendedor, se você tem uma companhia que ajuda para crescer o teu negócio.

conte com a gente, a gente está aqui para construir o Brasil e a gente gosta de empreendedor. O G4 é a casa do empreendedor. Aguardo vocês e alguns dos nossos programas. Obrigado, Thales. E vocês, se inscrevam no canal, não se esqueçam de se inscrever no canal. Se você está ouvindo pelo Spotify também, você pode se inscrever no canal do Spotify.

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Vocês me encontram no Instagram Bruno Enderline Perini, no YouTube Você Mais Rico, tem vídeos semanais e sempre aqui nos sócios. Para quem assistiu, muito obrigado pela audiência, nosso convidado, foi um prazer recebê-lo, espero que volte mais vezes. E é isso, pessoal. Grande abraço e até a próxima. Beijos.

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