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ESTRATÉGIAS DE MARKETING DIGITAL PARA 2026 (Duda Vieira, Isabela Matte e Luan Assis) | Os Sócios 292

09 de abril de 20262h18min
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ESTRATÉGIAS DE MARKETING DIGITAL PARA 2026 (Duda Vieira, Isabela Matte e Luan Assis) | Os Sócios 292

O marketing digital está em constante transformação. Se, no começo, o número de seguidores ditava as regras, hoje a atenção do público parece se voltar cada vez mais para comunidades, autoridade e conexão real.

O que antes funcionava passou a ser visto, muitas vezes, como estratégia desgastada. Afinal, em um ambiente altamente democrático, no qual basta um celular para começar, nenhuma boa ideia ou estratégia permanece oculta por muito tempo.

Mas quais foram, de fato, as principais mudanças que o marketing viveu ao longo dos últimos anos?

E quais tendem a ser os próximos movimentos daqui para frente?

Inteligência artificial, construção de comunidade, conteúdo autoral, autenticidade, posicionamento, formatos e plataformas. O que realmente tem retido a atenção das pessoas?

Quais canais fazem mais sentido hoje?

Como começar em um mercado cada vez mais competitivo? E, principalmente, como não se perder nesse oceano de possibilidades sem abrir mão da própria identidade?

Para responder a essas e outras perguntas, recebemos Duda Vieira, Isabela Matte e Luan Assis no episódio 292 do podcast Os Sócios.

Hosts: Bruno Perini @bruno_perini e Malu Perini @malperini Convidados: Duda Vieira @mariaeduardasv Isabela Matte @isabelamatte Luan Assis @luan_assis

Participantes neste episódio5
B

Bruno Perini

Hostjornalista
M

Malu Perini

Hostjornalista
D

Duda Vieira

ConvidadoEmpreendedora digital
I

Isabela Matte

ConvidadoEmpreendedora
L

Luan Assis

ConvidadoEmpreendedor
Assuntos5
  • Mudanças no Mercado DigitalInteligência Artificial · Construção de Comunidade · Autenticidade no Conteúdo · Estratégias de Vendas
  • Marketing Digital em 2026Concorrência Aumentada · Mudanças de Plataformas · Conteúdo Autoral
  • Planejamento EstratégicoProdução de Conteúdo · Engajamento Orgânico · Uso de IA na Criação
  • Estratégias de MarketingTikTok como Ferramenta de Vendas · YouTube e Construção de Marca · Instagram e Conversão
  • Construção de ComunidadeEventos Presenciais · Interação com o Público
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Pessoal, só um recado aqui da Hostinger antes de partir para o tema do podcast, porque muita gente fala sobre começar um negócio, que tem uma ideia, mas eu sempre gosto de falar que ideia vale 10 centavos a bacia, o que vale de fato é a execução. E para um projeto hoje em dia, seja ele online ou físico, o mínimo que você tem que ter...

É o seu domínio próprio. Eu até falo que você não pode construir o seu negócio na casa dos outros, porque eu tenho minha rede social no Instagram, mas é do Instagram. Eu tenho minha rede social no YouTube, o meu canal, mas ele é do YouTube. Agora, o meu domínio na internet, ele de fato é meu. Então, para você que quer ter a sua página para o seu negócio, quer ter o seu domínio, o seu e-mail profissional, a Hosting pode oferecer tudo isso para vocês. Eles têm hospedagem de sites, criador de sites, Word pré-gerenciado e esse e-mail que você pode colocar.

o nome, a marca da sua empresa. Sendo que eles estão com condições muito especiais nesse mês do consumidor, mas além dessa condição, ainda tem mais um benefício para a audiência do Podcast Sócios. Você pode usar o cupom PERINE e ainda garante mais 10% de desconto sobre essas ofertas. Então, para quem quiser transformar esse, quem sabe um dia, de fato, hoje esse projeto vai acontecer, fico convite para conhecer a Hostinger.

E aí, pessoal, vamos começar mais um episódio do podcast Os Sócios. Quem fala aqui é Bruno Perini, host do podcast. Estou, como sempre, com o Malu Perini, minha esposa, host, o belo host dos Sócios. Olá, pessoal. Sejam bem-vindos a mais um episódio dos Sócios. E sobre o que falaremos hoje, Boludinha? Hoje falaremos de marketing com os nossos amigos. Então será bom, porque a gente adora quando vem amigos, a gente se solta. Mentira. Eu adoro mais quando eles chegam no horário.

Mas não vou ficar dando detalhes aqui, apontar o dedo pro Luan, isso não é do meu feitinho. Não é do meu feitinho. A verdade é que a gente vai falar sobre marketing e sobre o que mudou para este ano, né? Que é 2026, em época de inteligência artificial, mudanças de plataformas e tudo mais.

Muito mais concorrência, comparado ao passado também. Bom, e antes de apresentar os nossos convidados, eu tenho um recado para vocês, porque eu e a minha irmã, Priscila Perini, nós vamos lançar um projeto muito interessante, que é mais uma turma do curso dela, Vivendo de Leilão. Mas antes disso, nós temos três aulas separadas para que você possa entender mais sobre esse mercado. Inclusive, eu estava conversando com a minha irmã sobre isso, né? E ela até perguntou, você já perdeu o dinheiro investindo? Eu falei, lógico, né?

Na verdade, nesse momento, comparando o preço do Bitcoin do ano passado para cá, eu estou perdendo dinheiro na marcação a mercado. Embora o preço médio seja mais baixo, o que eu comprei ano passado eu estaria perdendo dinheiro. E ela falou, eu nunca perdi. Porque ela investe só dinheiro em renda fixa, CDB de liquidez diária, ou talvez com prazo um pouquinho mais dilatado, e pega esse dinheiro e fica usando para comprar e vender imóvel. E na operação onde ela teve menos lucro, que foi durante a pandemia, muita coisa deu errado e ela ganhou 20% em coisa de nove meses.

Então, para você que é mais conservador e quer remunerar o seu capital acima do que os investimentos conservadores oferecem, vale muito a pena assistir essas aulas. E se você gostar, participar do Vivendo de Leilão. Eu falo sempre que é o curso mais barato que existe, porque em uma única arrematação você pagou o curso 30 vezes. E pode fazer 2, 3, 4, 10 ou 216, que foi o número que ela fez desde que começou.

Para quem quiser mais informações, tem o link aqui na descrição e deve ter um QR Code aparecendo na tela. Agora, apresentando nossos convidados, recebemos novamente aqui no podcast Duda Vieira. Ela é empreendedora digital desde 2018, especialista em marketing de conteúdo, posicionamento de marca e construção de comunidade. Conta hoje com mais de 50 mil alunas e lidera a maior comunidade feminina de marketing do Brasil. Duda, bem-vinda novamente ao podcast. Muito obrigada. Uma honra estar aqui sempre. E recebemos aqui também o casal Isabela Mate e Luan Mate.

Eu sou o maior beta desse país. Eu peguei o sobrenome dela. Eles começaram.

Eles começaram o e-commerce de roupas na marca Isabela Mate. E depois migraram pra parte educacional, trabalhando hoje voltados pra produtos high ticket. Bela, Luan, é um prazer receber vocês aqui. Obrigada. Uma honra estar aqui, Bruno. Eu tô ansiosa pra ver o Bruno mais solto, porque eles dois, quando juntam os dois... Não tem limite, né? Nossa, acho que foi até por isso que o Luan nunca veio aqui, porque a gente achou que nunca ia conseguir. Não ia dar. Não, eu e a Bela no mesmo podcast já não dá muito certo. A gente já fica assim, interrompendo.

Vamos interromper. Mas eu queria trazer o Luan há bastante tempo. Porque o Luan, pessoal, é uma pessoa que não tem como você não gostar dele. É tipo um golden humano, entendeu?

Fala mais, fala a mesma coisa. Isso é um elogio, tá? Para. Para. Cara. Mas então, na visão de vocês, gente, que estão produzindo conteúdo na internet já há bastante tempo, quais os desafios dessa nova era com inteligência artificial, com muito mais facilidade para se fazer as coisas? Porque eu lembro lá atrás, quando a gente criou o primeiro blog, a Maluque criou. E, cara, para você mudar a barra lateral da esquerda para a direita... Era um caos. Era um parter o dia todo estudando para ver como é que fazia, entendeu? Foi errado.

Quem mudava, mas bugava tudo no final também. É, agora só não tem mais site, mas a barra tá para a direita. Então, o que mudou na opinião de vocês? Tá mais fácil? Tá mais difícil? Qual é o balanço que vocês fazem?

Eu acho que a gente tem visões interessantes. Eu acho que você vai vir com um ponto, o Lua tem um outro. Eu acho que, em termos de facilidade ou dificuldade, ele é o cara da IA. Eu sou a pessoa de metodologia de falar se essa é uma merda ou se ela é boa. É falar assim, tá ruim isso daqui, tá bom isso daqui. Mas ele que entende do beck, assim. O que eu vejo é que, mais do que nunca, se a gente...

Se a gente facilita e meio que trata como uma commodity a criação, o conteúdo, a produção do conteúdo em si, olhando pra conteúdo ou pra qualquer coisa, então o diferencial não tá mais em quem consegue criar, quem consegue fazer. Então, você criar um conteúdo, você criar uma estratégia, você criar um framework, você criar uma arquitetura de braggles, braggles. Isso não é mais tão difícil. O difícil é fazer isso de um jeito que só você faz.

Então, eu acho que entra muito mais um lugar de identidade, de autenticidade. Que é mais complexo e é um pouco mais invisível. Não tem como eu entregar só uma estratégia. Se eu entrego uma estratégia que eu e a Duda e o Luan vamos fazer igual. Todos nós cinco igual.

O ouro não tá na estratégia. Tá em como a gente vai fazer. Se todo mundo fizer igual o Danis. Mas a Malu vai fazer do jeito dela, eu tenho certeza. E o Bruno vai fazer do jeito dele. Que vai ser totalmente diferente do jeito da Duda. Que vai ser diferente do meu. Que vai ser diferente do Luan. Então é trazer esse imprint que eu acho que entra muito mais no lugar de você entender uma identidade diferente sua. Tanto pra construção de negócio, do modelo de negócio, do seu produto, do seu processo de venda. Mas também dos seus conteúdos. E criar algo que só você consegue criar. Porque... Então eu vou fazer o nosso site.

Pô, com o IA, eu não sei vocês, mas eu consigo identificar. Eu olho em conteúdo, às vezes, você fala, não é isso? É isso. Eu ia dizer... Não, esses textos de IA, é cara de pau, cara. Esses dias o Bruno, eu só mandei um post pro Bruno, e aí o Bruno falou, meu Deus, de novo esse post? Não, é que era um post, era um conteúdo de nutrição bom, mas a única coisa que eu reparei é, cara...

Era igual 50 outros posts que eu vi de outros temas, mas a maneira de escrever era exatamente a mesma, entendeu? Era Clóide na veia. Então a gente já consegue perceber e dar uma certa repulsa, porque você pensa, pode até ser um bom conteúdo, mas...

É a mesma fábrica. Então dá uma cara de mentira, né? Sabe qual é a sensação que eu tive? Teve uma vez que a gente foi numa festa de blogueiras famosas. Teve uma hora que eu apontei pra... Quem? De blogueiras famosas. Quem? Eu não vou citar cadeira. A gente trabalha com... Melhor não citar não. Tinha umas cinco blogueiras assim na frente. Eu apontei pra uma loucura que ela e falei, amor, olha só. Elas tinham o mesmo rosto. Era o queixo fino, a maçã, o bocão de linguiça. Só tinha que escolher o tamanho PM ou G, entendeu?

Quer mudar a varalatura, mas o rosto é igual, cara. Cor do cabelo, cor de roupa, você vai mudando bonequinho só, né? É que nem você fala, vocês são irmãs ou o cirurgião é o mesmo. Aí o Bruno falou, caramba, você é praticamente a única diferente da... A Malu é muito autoral, porque é ela mesmo, entendeu? Porque sou eu, eu não tenho nada na cara, só tenho um botão. Toda natural, bonita pra caramba. Sorry.

ficou impressionado, porque as mulheres eram todas meio parecidas, e é a mesma coisa, a mesma situação que a gente tem com conteúdo, né? Então, acho que realmente, o diferencial seria ser diferente. Eu concordo muito com o que a Bela falou também, e eu acrescento uma questão que é...

Toda tendência gera uma contra-tendência, né? Então, quando a gente vê a IA se destacando muito e todo mundo falando sobre isso, e todo mundo aprendendo a utilizar a IA da forma errada, na maioria das vezes, e os conteúdos começam a ficar mais pasteurizados, mais genéricos, as pessoas começam a conseguir identificar. E hoje, o que eu observo é... Uma coisa é a gente conseguir identificar que é um IA, porque a gente está num nível de consciência muito alto. Mas agora, as pessoas que estão num nível de consciência mediana já estão identificando também.

Então, quando a IA cresce muito, a contratendência é o conteúdo mais humano, o conteúdo menos editado, o conteúdo mais orgânico. E quanto menos parecer roteirizado, melhor. Então, até esses dias uma pessoa falou uma frase pra mim que eu gostei muito. Ela falou assim, daqui a pouco a minha IA tá criando conteúdo pra sua IA consumir. Porque, tipo assim, ninguém mais vai tá lá. Vai tá um monte de IA consumindo um monte de conteúdo e produzindo um monte de conteúdo, mas não tem alma.

Então, pra mim, a grande diferença aqui tá na alma que você coloca no conteúdo. E aí, aqui pra mim, que eu acho que é uma questão que, por exemplo, eu e a Bela temos de diferença, que é até interessante a gente trazer esse ponto de vista. Eu acho que a Bela, ela é uma pessoa que… Até teve uma época que você falava do conteúdo arte, né? O conteúdo arte, eu acho que você tem uma alma de artista, assim. Uma coisa mais emocional, envolvida com o conteúdo. E eu já não sou essa pessoa. Eu sou uma pessoa muito prática.

Então, eu sou muito assim, o que tá dando certo? O que eu preciso fazer? Bora fazer. Pra mim, não é tão simples olhar pro meu conteúdo como se fosse uma obra de arte. Sabe, eu não me sinto uma artista criando conteúdo. Pra mim, é muito mais um sentido de, tipo, processos. Então, na minha visão é, como eu consigo processualizar um conteúdo que não é feito por IA? Como eu consigo processualizar um conteúdo que é meu, que vem da minha alma, mas ao mesmo tempo, pra mim, não pode ser algo tão complexo de ser produzido, com uma grande produção, uma grande edição.

Porque senão, pra mim, não funciona no dia a dia. Sim. Pra mim, tipo, é uma mudança natural de mercado, assim. Tipo, a gente vem de um mercado onde todo mundo replicava só, ninguém criava nada e a galera esperava aquele momento. Então agora, o que eu sinto? A galera que não criava realmente, que vai usar IA pra criar algo, que vai usar IA pra alguma coisa assim, essa galera não vai vencer mais que nem vencia antigamente quando o mercado era novo, sabe?

tipo, puta, vou fazer aqui, eu quero fazer um lançamento, quem tá fazendo o que que deu certo? E ela fazia, qualquer coisa funcionava, sabe? Agora a concorrência é muito maior. Não adianta, não vai conseguir ter os resultados. E outra, né? A gente vem de um mercado que plantou que era muito fácil ter resultado, que era muito fácil dobrar a sua empresa de um mês pro outro.

a galera tá descobrindo que não é verdade, que eles vão ter que sentar, escrever, fazer conteúdo, fazer um modelo de negócio legal que funcione pra ele. Então eu não acho nem que tá mais difícil ou mais fácil, tá real agora, sabe? Só vai ficar quem for bom de verdade. E uma coisa que você faz também, porque você constrói a Ziaz e a gente teve uma fase... Quando foi que você criou o Tyler?

O que é o Tyler primeiro? O Tyler é o minha... Quando a gente estava em... Um agente que você fez, é isso? É, são vários agentes, né? São três principais, mas eu tenho agente para tudo.

Então, pra dar ideia de conteúdo, pra achar o posicionamento, pra achar tudo. Eu criei em 2024 ele. Só que quando ele criou o Tyler, a nossa ideia era, putz, se eu conseguir facilitar… Antes era pra curso, não era pra mentorado, porque a gente… Nem tinha mentoria, né, quando criou o Tyler. Tava surgindo, tava surgindo. É, enfim. Mas quando foi criar a era, como que a gente consegue facilitar alguns processos que são necessários para a produção de conteúdo? Que era fazer o que a Duda queria.

É, tipo, posicionamento. Eu preciso construir um processo onde a pessoa consiga construir o posicionamento dela pra que eu tenha uma outra que é preferência de conteúdo, entendeu? Que tá na cabeça da pessoa. Aí depois ela vai pra um de temas de conteúdo. E depois tem um que é de roteiro de conteúdo. Só que tá tudo com o DNA dessa pessoa. Então, pros alunos foi muito bom. Só que uma coisa que a gente percebeu é que se nos mentorados, que é onde a gente consegue ter mais entrada de saber como a pessoa tá usando, sabe?

Se a pessoa ficava muito dependente das IAs por melhores que elas são e não entendia que tem que ser uma relação entre ela e a IA, ela chegava a me dar as ideias de conteúdo, me dar o negócio, o conteúdo começava a ficar muito pasteurizado. Não tinha resultado. Mesmo que tivesse a veia dela, tá ligado? A única que funciona é tipo a Nauara, que é uma menturada que usa três, quatro horas por dia. Então a IA conhece mais ela do que alguém, entendeu?

É, porque as pessoas, tipo assim, quando eu fiz, eu pensava assim, pô, o cara comprou meu curso, como que ele... Tem gente, não tá todo mundo conseguindo executar, isso sempre me incomodou muito forte. Falei, e se eu der uma ferramenta? Aí fui, estudei, vi o que eu precisava, fiz pesquisa com os alunos e tal, aprendi a fazer, fui e fiz a primeira IA. Aí a galera começou a usar, ainda meio assim, depois foi escalando, escalando, aí rolou pirataria e tal, e chegou em muitos usuários.

Chegou em quantos? Tipo, 50 mil usuários. 60 mil usuários mensais. E ele assim... Eu não ganho nada, tá? Tá embutido no curso, assim, é muito. Às vezes eu chego nos eventos e a pessoa... Ah, eu uso suas IAS. Aí eu... Pô, que legal, você é meu aluno? Ele, não. Não tem nada, assim. Piratearam... Como assim, aluno? Eu falei... Aluno do quê? Que legal, cara. E aí, com o tempo... Ela funcionou muito, tirou muita gente, assim. Só que eu percebia que ela tirava também a capacidade da pessoa de aprender.

Porque ela chegava e falava, resolve pra mim. E ela não vai resolver. Se você não conhecer você, não tiver um bom posicionamento... Aí eu comecei a estimular mais como ferramenta do que como criação. Então, por exemplo, tem fases que eu não deixo usar. Eu deixo muito claro, tipo, ó, se eu usar aqui, sem saber o que você quer, sem saber quem você vai ser, o que você vai vender, não adianta, cara.

Você não vai desenvolver a habilidade pra conseguir... Você vai se enganar com um puta roteiro ruim. Então eu comecei outros movimentos nesse sentido. Porque eu também, quando comecei, eu usei. 2024 foi muito bom, ninguém sabia nada. Então qualquer ajuda que aparecia de IA era muito bom. Era tudo muito impactante. Você soltar e ter 700 ideias de tema, de conteúdo. Era tudo muito bom.

Depois que todo mundo teve acesso a isso, aí ficou todo mundo médio, né? Que aí puxou meio o nível pra baixo. Fica todo mundo igual, a pessoa não tem diferencial nenhum, não cresce, não vende, não faz nada. Aí eu comecei a tirar um pouco. Falei, ó, gente, a hora de usar essa, se você não consegue escrever 10 roteiros hoje, não escreva 20 com a IA, porque senão você não vai ficar tudo uma merda.

Então eu comecei a estimular esse sentido. Então a gente tá numa relação com a IA há muito tempo de trazendo o IA e botando solução de IA nos produtos, mas sempre olhando pra ver se isso não vai prejudicar, sabe? Não só de conteúdo. E aí a gente usa muito mais como um operacional. Então é como se eu tivesse uma pessoa que vai fazer o 80% do grosso do operacional. Mas 100% fica uma bosta. Mas se for só o 80% e eu der o meu brilho, entendeu? Aí fica bom.

Mas será que a palavra é operacional mesmo? Porque ela opera ou ela é muito mais algo pra dar ideias? Não. A gente usa mais pra operar do que pra dar ideia. Porque no nosso método, o diferencial é como que você constrói um conteúdo que é exatamente o que vai atrair a pessoa que é o seu lead qualificado de forma objetiva e subjetiva. É a pessoa que você quer vender e quer que seja seu cliente. Mas ao mesmo tempo que é um conteúdo que é seu. Que a pessoa olha e fala, eu não vou parar de seguir porque é a Malu.

Não, mas vamos lá. E não por quê? Minha dúvida de operação é o seguinte. É a IAC que faz tudo? Ela posta... Não, ela escreve. Ela pode escrever. Eu venho com a ideia, ela pode escrever um grosso, eu vou lá e eu refino. Ela é meio. Ela nunca nem começo nem fim. Ela é meio. É um trabalho criativo ainda.

É exatamente o que a gente disse há dois anos… Tem a IA que tá fazendo isso de postar agora, né? É, já tem agentes, né? Tem há dois anos atrás, quando a gente começou, uns dois anos, quando a gente falou a primeira vez de IA aqui no podcast, eu lembro que acho que foi até o Walter Longo que tava aqui. E aí ele falou assim, a IA só vai ser boa pra quem tiver repertório. É isso. E quem souber fazer, ter a ideia na cabeça, mas não tem o tempo, ou não tem a, sei lá, a capacidade de escrever longamente, mas…

aquilo já está desenvolvido de alguma forma na cabeça. E eu acho que hoje em dia isso é materialização. Foi isso que aconteceu. A gente sabe que tem um monte de conteúdo aí que foi feito por IA, mas que é uma bosta. Então, esse ponto que você falou é muito bom, né? Porque aí há uma ferramenta. Se você dá a ferramenta para querer mais educação, coisas melhores saem em comparação a quem tem menos educação. Sim.

Então, se você ver o papo de uma pessoa que ela é... Cara, semianalfabeta com a IA, vai ser em um nível. Se você ver o papo de um estudante que está na faculdade, no terceiro ano de física, vai ser um nível totalmente diferente. Então, quanto mais educação, mais repertório você tem, melhor uso que você faz.

Daia, mas eu perguntei sobre essa questão criativa porque aqui no grupo a gente usa e há muito para dar ideias, para levantar perguntas. Pô, roteiro de podcast é ótimo, porque ela levanta uma série de perguntas de maneira muito rápida. Você ganha bastante tempo. Mas eu acho que ela é uma professora ruim. Porque eu sempre falo isso. Toda vez que eu vou discutir finanças com a Iá...

Ela erra muito. Muito, muito, muito. Mas também, a ponto de eu ofender a Aya, você é uma. Quem ela pegou na frente? E ela fala, você tem toda razão, me desculpa. Tô toda envergonhada. Mas aí, quando eu falo... Mas eu entendo ela. Eu já conversei em finanças com você e amendo. Mas quando eu falo de saúde com a Aya, eu falo, nossa, ela não erra nada, né? Só que...

Eu sou o burro que não consegue identificar o erro, entendeu? Só que eu fico pensando, cara, imagina o leigo em tudo falando com a IA. Ele pensa, caramba, olha só. Não preciso mais de nutricionista, porque ela me deu tudo aqui. Pode ter um monte de coisa errada, ele só não sabe. Não preciso mais ir no médico, porque ela me falou que eu tô com câncer no cérebro, que caiu...

Ela escorreu o ranho do meu nariz, né? Pode ser que ela. Não preciso mais de um cara pra administrar meu dinheiro, porque olha só, ela me deu tudo aqui. Basta eu comprar essas ações. Cara, eu já fiz, já comparei carteiras de asas várias vezes com carteira que a gente monta aqui na Finclass. E tem vezes que é horrível a performance da IA. Ela tem uma tese de que, não, o juro vai cair. Ela tinha uma tese disso ano passado, começou a cair agora, entendeu? Então apanhou pra caramba durante todo esse percurso. Sim. Então acho que ela é muito boa pra levantar pontos no trabalho criativo, mas tem que ter uma pessoa por trás ainda pra filtrar, né?

Até quanto tempo vai ser assim, não sabemos, né? Que evolução também é exponencial. É, mas assim, eu pego muito de referência exatamente isso. Porque teve uma época que eu tava usando tanto pra ter ideia, pra ver caminhos, que eu parei de ter o poder de ter ideias. Até que pra mim sempre foi fácil ter ideia, assim, de coisa, sabe? Você ficou dependente de mais. Não, chegou um momento que eu parava e falava, não vai vir nada. Não é aquele que você tá olhando e tô construindo uma ideia. Eu fiquei burro. Tipo quando a gente usa o Waze, que a gente fala, minha casa é aqui.

Você entra no automático, né? Esse só vai... Esse condomínio é o meu. Eu praticamente não sei nome de rua aqui em Alphaville. Não! É muito ruim. Entendeu? Mudei pra cá já com o ex... É independente. Mas, ó, eu sei mais nome de rua no Rio de Janeiro. A gente morou numa época anterior ao GPS. Do que em São Paulo, onde eu migrei pra São Paulo em 2017. Ou aqui em Alphaville. A gente tá desde 2015. Não, de rua não serve nada. Você também não tem a localização, amor.

Não, depende. Depende. Eu sou melhor no meio do mato que uma pessoa filha um mato. Não, mas antigamente... Antigamente, você chegava no posto e falava pro cara onde fica qualquer coisa. Aí o cara, duas esquerdas, você vai ver um farol, vira a direita. Você fala, caramba, cara. Acabou isso. Você não pergunta mais, você bota no Google.

mas esse é bom ele é muito bom porque tem diálogos antigos lá do Platão ele colocava o Sócrates como personagem e tem um que eu achei muito interessante porque o Sócrates fala de uma história no Egito onde o faraó da época e o deus do conhecimento Toth estavam discutindo e o Toth tinha acabado de inventar a escrita

E o Todd falou, olha só o que eu inventei. É um fármaco contra o esquecimento. Porque as pessoas não vão mais esquecer. Elas vão poder anotar e vão levar pra sempre. Aí o Farol falou, na verdade não. Elas vão esquecer mais. Porque agora elas podem consultar de uma maneira externa. Então por que eu vou guardar a informação se ela é rapidamente acessível em outro canto? E isso é verdade. Aconteceu. Não, aconteceu. Muito. O que é facilmente acessível é facilmente esquecido. Você não precisa gravar mais aquilo, né? Então eu concordo.

Vai ficar muito pior. Eu acho que daqui a 10 anos vai ser raríssimo. Já é muito raro hoje, mas vai ser muito mais raro encontrar uma pessoa capaz de escrever um livro. Porque a pessoa não escreve mais. É só botar IA para escrever. Você falou, por exemplo, vai ter uma IA criando conteúdo para outra IA assistir. A gente brinca que a faculdade do futuro vai ser assim. É o professor usando IA para criar a prova, para criar os exercícios. Aí manda para o aluno, bota IA para fazer a prova, fazer os exercícios e depois vai para uma IA corrigir. Aí olhando para isso, cara, que...

E o TCC, na hora de fazer o TCC, no final da faculdade? Pois é, será que... Com certeza aí é. Como que é hoje em dia? Eu nem sei mais. Porque na minha época, eu tinha que pegar um monte de livro, pesquisar um monte de coisa e tal, pra conseguir criar. E ficava lá os últimos dois meses, porque ninguém fazia durante a faculdade, mas a gente ficava durante os dois meses fazendo. O TCC ali, hoje em dia, você bota ali no chat. E hoje a gente não podia usar calculadora, pô. Isso era um absurdo. Agora pode? Será?

Ah, agora a calculadora é leve. Fala, nossa, que burro usando calculadora, tá ligado? Você é meio até zoado. É tranquilo, né? É verdade. Mas acho que a galera vai... A gente vai sofrer bem, assim, uma mudança. Eu acho que mais de pessoas, qualidade de pessoas podendo executar as coisas, do que a IA realmente tirando todos os trabalhos. É, no fim das contas, acho que quem não souber usar vai estar fora, mas quem usar demais também vai estar fora. Vai estar fora.

Não sei se quem usar é demais, né? Porque depende da pessoa que está usando. Eu queria saber também, o que mudou desde que a gente teve essa democratização do acesso a IA nos times de vocês? Você reduziu o time? Ou acabou contratando mais gente? Como é que foi para vocês esse processo? Porque aqui no grupo, eu sempre falo, cara, está todo mundo usando IA, está reduzindo o time. Eu olho para a nossa folha de pagamento, ela só cresce.

É algo errado com a gente? Estamos atrasados nisso ou não? Esse negócio de redução de time é muito mais algo lá nos americanos, na Apple, na Amazon, né? E não vai chegar ainda nas empresas que não são tão tech assim. Eu queria ouvir um pouco de vocês como é que está isso. Ó, na minha equipe não fez tanta diferença em relação a tamanho. A gente otimizou alguns processos, estamos implementando algumas coisas, mas não é algo que fez uma diferença significativa a ponto de tem pessoas que falam que, nossa, pegaram uma equipe de 50 pessoas, hoje tem três e fazem tudo com IA. Caraca, de 50 para 3?

É, tem pessoas que fazem, usam esses processos e reduzem muito, né? Mas eu fico pensando também, você não estava inchado essa equipe. É, então... O estagiário tinha um estagiário. O estagiário tem um estagiário que tem um estagiário. Então, sei que tem pessoas que reduzem muito o tamanho. Para mim, não fez tanta diferença em relação a tamanho. O que a gente começou a priorizar foi contratar pessoas que sabem utilizar. Então, eu acho que é um grande diferencial, até na hora de contratar, você pegar uma pessoa que sabe usar a favor.

E evitar contratar pessoas que usam de forma pasteurizada. Pessoas que usam só por usar mesmo e usam de uma forma que escancaradamente é IA. Então, por exemplo, pessoas que produzem materiais que nitidamente são IA ou produzem conteúdo que nitidamente são IA. Isso pra mim já não funciona, né? As pessoas realmente batem o olho e elas sabem que é IA.

Você tem quantas pessoas na equipe hoje? Hoje eu tenho 36. 36 pessoas. Sim. Isso é interessante também. Ainda, né? Ainda, ainda tenho. Olha o nível de robustez da operação que é necessário hoje em dia, né? Porque você tem 36 pessoas porque acredita que todas são úteis. Sim. Se alguém não fosse útil, não estava mais na equipe. E para ser profissional, realmente a equipe fica maior, né? Com o tempo ela vai acabar crescendo.

É muito doido, porque esses dias eu tava conversando com a minha equipe, assim, eu falei, gente, que loucura, a equipe vai crescendo, e hoje, quando eu paro pra pensar, ah, quem aqui eu poderia cortar? Parece que não dá pra cortar ninguém. Então, antes não era necessário, mas agora que tem, passou a ser necessário.

E aí, você começa a pensar nessa distribuição de tarefas e tudo mais, né? A produtividade da equipe. Então, pra mim, a gente tava falando aqui antes de começar o podcast. Pra mim, a grande questão de você gerir uma empresa é você entender sobre as pessoas ali. Pra mim, é um grande desafio. Algumas pessoas estão sobrecarregadas. Outras são melhores em utilizar a AI. Por isso, elas fazem o trabalho mais rápido. Outras fazem mais rápido, mas não fazem tão bem assim. Então, é um desafio pra mim, assim, equilibrar isso ainda. Eu não sou uma pessoa… Vou ser bem sincera, assim.

muito adepta da IA, pessoalmente falando. Eu não uso tanto assim para coisas do meu dia a dia sempre. Eu não sou essa pessoa que fica o tempo inteiro ali utilizando o chat EPT, o cloud, que agora tem muita gente usando. Então, ainda sou muito analógica, eu acho. Seu marido, que te ajuda a tocar em empresa, ele é mais IA? Ele é bem mais do que eu, com certeza. Ele toca muito mais que eu. Acho que é parecido com vocês aí.

Eu sou uma foda. Eu sou péssima. Não, é Isabela. Mas eu acho que é muito bom ter esse falam. Se você falar isso, eu vou falar também o que você pesquisa. Fala. Não vou falar. Fala, pode falar. Não vou falar. Ele vai falar que eu crio um chat pra cada coisa que eu quero criar, entendeu? Cada coisa que eu quero fazer, eu crio um chat no dele.

Outro dia ele criou um chat com o chat EPT, ele, o IA, Software, Empresa de Sistema e tal. E aí, ele criou uma conversa. Falei, ah, ele tá me zoando que eu fico criando, tipo assim, misture o Pokémon tal com o Pokémon tal. Porque o Léo fica pedindo. Aí ele pegou uma, que era só uma conversa dele, assim, ó. A conversa era assim, Bruno, vê se você consegue ver isso. A esteira. Ele tirou uma foto da esteira do nosso prédio e colocou.

Como fazer ela passar de uma hora sem desligar? Aí veio o tutorial todo a ele. Não tá funcionando. Outro jeito. Mas isso deve ter sido programado por alguém. Exato. E aí ela não resolveu, tá? Não resolveu. Não resolveu. Ela falou, uau, esta esteira 3 mil, não sei o quê, de não sei qual marca e tal, não sei.

a revolução das máquinas. Se ela não soubesse, se ela não soube, imagina você, né? Eu tô correndo. Mas falando de time, eu vou dar a minha visão, porque o Lu adora alguém pedir uma IA, e ele admitir a pessoa e ficar só com ele. Ah, é. Conteceu várias vezes. Ele adora, a pessoa pede uma IA pra fazer o trabalho, e ele, agora, agora eu tenho, né? Então tchau. Rolou umas três assim já. Meu Deus.

Não tava conseguindo fazer o trabalho. Founder led, não tem esse negócio quando a gente tem 20 por causa de ar, que a gente fala que o founder voltou pra operação? Founder bold, é. Mas a minha visão sobre time e no negócio, nosso time é muito enxuto. Tenho que 12 pessoas. Ah, é. Total, mas presencial acho que dá 6, 7. Mas veja, um time enxuto tem 12 pessoas. O meu time antes de entrar no grupo tinha 6, entendeu? É. Sim.

Eu acho enxuto pro que a gente faz. Todo mundo vai me off. Tipo, eu acho enxuto pro... Não, todo mundo... Acabou que o pessoal veio pra cá. Antes de entrar no grupo... Hoje o time dele tá aí, ó. A gente tinha seis pessoas. Não, aqui seis pessoas. Hoje o grupo tem 330 pessoas, sem contar portféu. Se botar portféu e grão, chega a duas mil pessoas. Não, mas na sua... Na sua... Meu time ainda são... Que a gente ama.

Seis pessoas. Ainda são. O filme do Thiago são seis pessoas. Mas aí você não tá contando, por exemplo, o Gustavo, que tá aqui gravando a gente, porque ele é de outro time e a gente usa... É, ele serve... Nossa, Gustavo, você acha engraçado. Mas é porque o Gustavo, ele grava a gente, mas ele também grava os economistas, também grava o NoCast. Ele é de quem? Ele é compartilhado. Ele é compartilhado. Nossa, você é rodado. Você também não vai exigir respeito se você não respeita.

Mas o meu time do Thiago é muito enxuto. Mas a minha visão, eu acho enxuto em relação ao que a gente faz. Tipo assim, em relação a faturamento, em relação ao tamanho de empresa, em relação a… A minha relação de enxuto é meio que isso. Mas eu não funciono com um time grande, a gente já tentou. É, não é pra nós. Não é pra mim, velho. O 36 assim é um… Eu não funciono, eu não funciono.

Eu falei pra Duda, até 36, cara, você começa a ter que ter RH. É. Pessoas, entendeu? Muita reunião de feedback. Aí começa a burocratizar o que eu não quero burocratizar. Eu quero fazer agora. Porque eu quero fazer agora. Aí começa, não, mas aí tem o processo. Aí tem que ver isso com alguém. Aí eu começo, não, eu não criei. A empresa é minha, eu faço do jeito que eu quero.

E eu sei que isso pode atrasar algumas coisas, mas aí o que eu penso? Eu crio um modelo de negócio que comporta o que eu quero fazer. Então, o nosso modelo de negócio nem precisa ter 300 pessoas. Não. O nosso. O de vocês, não dá pra não ter 300 pessoas, entende? E aí é entender, enfim... E também o quanto você tá disposto a se doar. Tipo, a gente trabalha pra caralho. Eu e o Luan somos os únicos vendedores da nossa mentoria. A gente não tem comercial. Sou eu e ele fazendo todas as vendas. Tipo...

Então, você tá disposto? Eu tô disposta. Eu prefiro do que alguém fazer uma venda e meter uma pessoa que eu não queria mentorar. Então, eu prefiro fazer isso. Entendi. Mas nas outras empresas, provavelmente precisa. Nas outras empresas que ele tá vinculado. Mas o que eu vejo muito de time é... A gente nunca contratou muito habilidade. Sim. Tipo, nunca foi o meu foco. O meu foco sempre foi... Óbvio que é melhor se a pessoa tem. Mas o meu foco sempre foi contratar caráter e...

E como que eu falo? Mais um braço. E jeito. Sabe aquela pessoa que tem uma disposição absurda de fazer acontecer? Tipo, uma menina que tá com a gente até hoje, que é a Lele. Ela foi o primeiro trabalho dela. Ela tinha 17 anos. Agora ela vai fazer 21. E ela é aquela que era assim... Ela entrou na marca de roupa ainda, então? Não, ela entrou nos cursos online. Curso online. Creators e tal. Ela entrou como designer.

Porque ela era uma aluna do curso. E aí, ela era aquela toda presente. Que tá em tudo. E comenta em tudo. E você sabe quem é a pessoa que ela tá em tudo. Se destaca, né? É, e aí, quando eu ia contratar, eu falei, vamos contratar ela. Veio o primeiro emprego dela. De Santos. Todo dia indo pra São Paulo. Caramba.

Tipo, numa disposição que nunca foi um problema pra ela. E quando perguntou, quando ela foi promovida e foi pro Sparks, aí a diretora-geral tava perguntando pra ela o que ela fazia pra entender onde que, né? E tudo, ela falou assim, ó, eu entrei como designer, eu gosto de fazer experiência também de evento, mas qualquer coisa que você precisar, você pode me pedir, se eu não souber, eu aprendo.

Tipo, isso eu não consigo ensinar pra alguém, entendeu? Mas mexer numa IA ou criar uma IA pra ela, eu consigo. Então a gente contrata muito a pessoa por isso. E óbvio, dentro de área, o Lua busca muito em Headhunter, assim, pra ser mais certeiro. Mas eu gosto de desenvolver a pessoa em cima. Então ele cria IAs pra operacionalizar as partes do trabalho que a pessoa perde tempo. Então a nossa CX… Pra otimizar, né? É, a gente tem uma CX pra 80 e tantos cento reais. Eu tuno meus funcionários, assim. Tuna, né? Ele vai tunando. Desculpa.

Ela é... O objetivo dela é cuidar dos nossos clientes e garantir que eles estão felizes. Ela precisa usar um pouco mais de linguagem... Vocês botaram uma linguagem em CX, né? São oito anos de CNA. É, sorry. Tem que gastar, né? Em algum momento... É, The CX. Não, mas vocês falando tudo isso... AI. É, sobre... O tamanho do time, dá pra perceber que marketing, independente, né? Qualquer empresa, tudo vai...

do fim da empresa, da forma como você quer levar, porque Duda tem 36, vocês tem 12, não me lembro, o Bruno tem não sei quantos mil, e eu tenho 3, entendeu? E a minha empresa funciona, e eu também, de certa forma, trabalho um pouco com marketing. E no final das contas, depende do fim e de como você trabalha. Então, não tem um número certo, eu acho, né? De quantas pessoas precisam. Sempre falo que se fosse começar de novo, não teria uma empresa grande, não. Não. É muito trabalho, cara. É.

Mas, felizmente, a gente contratou pessoas... Não tem como. Não, a gente contratou pessoas para lidar com isso. Então, o time executivo que a gente tem aqui no Grupo Primo, facilita muito a minha vida, do Thiago, né? Mas é um time que tem que ser muito bem remunerado. Então, você pega uma margem de uma empresa grande, ela vai ser consideravelmente mais baixa comparada a quando, cara, a minha margem era...

Só tirar imposto e pagar medos de pessoas, entendeu? Era lindo. Era muito dinheiro que sobrava líquida. Meu Deus, cara. Olha só, margem de 80%. Isso é irreal quando você começa a ter um time maior, vai profissionalizar a empresa. Então é bem mais complexo. Começa a pagar PDR. Só que aí você tem uma margem muito menor de muito.

Isso, cresceu exponencialmente o faturamento. E aí você tem que entender qual jogo que você quer jogar. O jogo que eu quero jogar não é outro. A gente teve, né? Teve uns momentos ali, a gente é muito influenciado pelo mercado também. Às vezes você vai no Mastermind, aí o cara, nossa, só isso? Aí você fala, meu Deus, tenho que contratar mais. Aí contrata e erra. Aí daqui a pouco o outro fala que tem que pôr uma IA e demite todo mundo. Aí você faz mais e demite todo mundo. O cara chegou pra mim e falou, não, cara, a moda agora. Eu tinha vários vendedores uma época, né? Eu já não gostava, assim.

Aí ele falou, agora a moda é IA. A gente atende não sei quantos leads e tal. Já sentou. Falei, beleza. Uma pessoa aqui falou isso. Não, beleza. Caiu, tá? Vamos lá. Vambora. Vambora. Botei a IA de ligar pras pessoas. Cara. Conversão zero. Aí eu ódio, gente. Incrível. E era muito boa. Não sei se era o caso ali e tal, zero. Nem só isso. O que eu gastei de token e tudo mais, o Wesley era mais barato ali ligando, sabe? Tipo.

Não compensava, assim. Eu acho que rola também um saudosismo de ah, eu quero ser o modernão. Pode ser, né? O pessoal tá testando, né? É. Tipo assim, eu até hoje, vou te falar, pouquíssimas pessoas que falam de ah, tô botando o IA no negócio que eu entrei e vi, eu falei, realmente tá rodando legal, assim, sabe? Tá com um programa no Lovaboo e fala que eu sou o Elon Musk. Não, tem uma rede social interna dos funcionários, aí você chega e ninguém usa. O pessoal fala, ele fica fazendo essas merda aí, ninguém mexe nisso.

É bom falar isso, porque às vezes a gente olha e pensa, nossa, eu sou um bosta, né? Eu? A impressão que eu tenho sempre quando olho o guiar... É que você tá atrasado. Exato. E às vezes, na verdade, a pessoa só tá se vendendo muito bem e no final das contas nem tá tudo isso aí. Eu, tipo assim, eu tô nessa. Porque eu ficava nessa também. Eu falava, caramba, não sei nada e tal. Aí quando eu comecei a ver, eu vi que eu usava mais do que a galera mesmo, assim, sabe?

E pessoa falando, e que não hoje toda a minha operação é AI. Aí eu entrava lá e falava... AI first. É, AI first e tal. E tipo assim, eu tô há um tempo nessa. Teve uma época que eu já abri mão, assim. Agora eu tô contratando gente. Tipo, fazendo parceria e tal. Porque é muita atualização o tempo inteiro, é muita coisa. Agora, tipo assim, você aprendeu um negócio. Pápio, né? Amanhã sai um cara e fala... Essa daí já é coisa do passado. Agora o Cloud, que saiu hoje, você fala... Meu Deus, irmão, aprendi ontem.

Todo mundo falando do cloud. Acabei de aprender. Eu acho que não é mais o chat de APD. Eu tenho que ler todo dia as notícias. E você já é burro de novo. É um dia de inteligência. Mas uma coisa que a gente fez bem é... A gente... Como a gente processualiza coisas... Porque quando você tem poucos colaboradores, você tem que ter processos pra otimizar os processos pra conseguir ser eficiente. Como a gente processualiza cada problema que surge... Porque tem gente que comete esse erro. Que é criar IA pra resolver o problema que nem existe. Tem mentorado às vezes que chega... Não, porque eu queria ter uma IA disso. Mas tem esse problema? Não. Alguém reclamou? Não. Não.

Então, vive a sua vida, cacete. Vai se preocupar com o problema que existe. E aí, quando surge um problema, por exemplo, a nossa CX, ela faz um onboarding técnico. Eu faço um onboarding com a pessoa. Então, entrou, ficou lá comigo. Imagina, entra a pessoa e vai a Malu, ou você ajudar ali no negócio da pessoa. Explica o que é o onboarding, porque tem muita gente que não conhece o sistema. Eu tô aquelas pessoas, né? Que falam... Você tá, você tá, Bela. Estou assistindo muito o Thales Gomes. Eu ia falar isso agora. Eu tô muito híbrida, né? Eu tô muito grita.

Mas o onboarding nada mais é do que quando a pessoa entra na sua empresa, você pode fazer um onboarding de funcionário, entra na empresa, você vai explicar qual é o trabalho dela e a entrada. E quando é um cliente… É quase um voz vindo a se explicando. Mas e quando é… Explicando como funcionam as coisas. E quando é cliente, você pode fazer uma… É uma call quando a pessoa entra para o que você se propuser a fazer. Uma reunião!

Mas a gente vai junto aqui. Em que momento eu virei essa pessoa? Eu zoava essa pessoa. Eu tô acabando de me ligar também. Você é essa pessoa. Mas enfim, você faz uma reunião com a pessoa. Explica o teu business. E nessa reunião... É, eu sou business. Aí nessa reunião, você vai o que você quiser fazer. Então, você pode ajudar no conteúdo. No meu caso, eu ajudo no modelo de negócio, cria produto e tal.

Essa reunião, a gente criou uma IA específica para criar não só o resumo da reunião, mas todo o checklist de atuação da pessoa, que é o que essa CX, essa colaboradora que cuida dos nossos clientes, manda pra eles. Então, algo que ela levava um puta tempo pra transcrever e pra arrumar, leva cinco minutos. Então, a gente vai inserindo IA dentro dos processos de trabalho das pessoas e elas viram o Thanos. Então, elas conseguem...

fazer muito mais, só que a pessoa é muito boa. Então a gente desenvolve a pessoa e depois vai desenvolvendo o que ela precisa pra essas coisas mais operacionais de meio do caminho. Que não é nem a ideia, fui eu que fiz. E não é nem o final que é a execução da pessoa. É o meio, sabe? E nem só isso. Tipo, pensa assim, cara. A gente, o nosso modelo de negócio, ele tem um grau de exigência muito forte. Por mais que é um time enxuto...

Ele é enxuto demais pro tamanho do trabalho que seria. É uma pessoa pagando muito caro com problemas reais que eu não consigo resolver. Raro? Raro? Eu falei raro? Raro? Não, é um valor alto. É um valor alto. É expensive, desculpa. Você não pagaria isso?

High ticket, high ticket. Eu achei que você não ia entender. Falei em português pra você não entender. Falei em português pra você não entender aqui. Então, cara, a gente precisa ter o controle total ali. Então, se eu falar onde que a gente aplica a IA hoje mesmo, a gente tem controle total de ferramenta, de posicionamento, de criação de conteúdo pra resolver qualquer problema em poucas pessoas. Então...

Essa é a parte mais rica da IA no nosso negócio. Para outras coisas, operação, a gente não está aplicando, mas no controle do histórico do mentorado, no processo, na experiência, é muito o tempo inteiro. Eu teria que ter umas 30 pessoas para fazer esse trabalho bem feito do jeito que é feito hoje. Então gerou uma baita economia de custos. Gerou. Muito.

Eu acho muito interessante você estar muito interessado em IA. E no caso da Duda, você falou que seu marido, né? Que te ajudou a tocar em empresa, está mais interessado. Porque essa necessidade de utilizar e de colocar na operação tem que partir do dono, né, cara? Porque se o cara só chega, ele é 100% analógico e fala cara, tem que usar IA aí, viu? É tipo aquele meme do cara contratando alguém para falar inglês. Ele não fala. Fala, você aí, que contratou também, que fala inglês. Fala com essa pessoa. E os caras começam a falar nada ainda, entendeu? Mas nem ele fala assim.

É a mesma coisa com o IA. Se não vier do dono, não vai vir, cara. Não vai sair do RH, entendeu? Não, vamos começar a usar a IA e vai espalhar pela empresa. Não é do interesse da equipe implementar isso. Não é, cara. A gente vê. A gente deu treinamento específico. Pegou o cara que é especialista em A, botou as pessoas numa sala. O cara falou, caraca, isso aqui vai me poupar muito tempo. Na outra semana, está usando? Não.

É, porque apertou um pouco aqui, eu tô mais familiarizado em fazer dessa forma. Então, é sair do modus operandi normal, né? E há uma resistência pra que isso seja feito. Então, como você disse, é muito bom contratar alguém que já tá usando. Ou assim, ó, tem uma cultura nossa lá que é muito forte, que é a gente só cria quando alguém pede. Ou um problema real surge. Você cria aí pra problema que você nem sabe se vai ter. Normalmente é da merda. Você viu? Você falou isso? Falou. Em português? Não, foi em inglês. Ah, tá. Cara, é que... Eu tô mais forensico. Eu tô mais

Mas outro termo. Até aproveitando essa questão de mudanças de mercado, e acho que uma das principais é a IA, vocês acham que se vocês fossem começar hoje, como vocês fizeram lá atrás, vocês teriam sucesso? Ou mudou tanto o mercado que não? Ninguém ia ver o que a Duda faria, por exemplo. Qual a visão?

Então, eu até ia fazer esse comentário, que, na verdade, quando a gente fala sobre essa questão de... Muitas pessoas comentando no mercado hoje, né? Que o mercado, ele tá... Ou que ele tá decrescendo, ou que a margem de lucro tá diminuindo. Porque é o que você falou, em 2021, era brincar de ganhar dinheiro. Eu falo, brincava de ganhar dinheiro. Eu era nada, não sabia o que eu tava fazendo. Era advogada ainda. Peguei pra fazer o negócio ali, modelei alguns pontos, fiz e deu certo.

Então, era muito mais fácil, assim. A barreira de entrada era muito menor. Hoje, quando eu olho para o digital, essa margem de lucro sendo diminuída, ela não vem só por conta de, por exemplo, time inchado. Isso não acontece só com pessoas que têm um time grande. Existem vários fatores que influenciam nesse momento, né?

Então, eu sinto que o mercado acaba se canibalizando. Existem algumas práticas de mercado que eu acho que não são boas para o mercado e que acabam atrapalhando o mercado como um todo. Muita concorrência. Então, o público hoje já é muito mais consciente. Antigamente, você ia lá, fazia um lançamento, as pessoas entravam no lançamento, assistiam três aulas gratuitas e elas não faziam ideia.

De que você ia vender alguma coisa no final. Hoje a pessoa vê o anúncio e ela já comenta Ah, é mais um vendedor de curso. E as pessoas têm mais preconceito com o vendedor de curso do que com o cara que divulga bet. Então é uma loucura, né? Os caras de bet têm muito mais seguidor, né? É, muito mais. E é muito mais aceitável. Não, eu aceito. Eu sou fã dessa pessoa aqui que divulga bet, tigrinho, etc. Se eu não tivesse escrúpulos morais, eu criaria uma casa de aposta online. Que é uma fábrica de dinheiro, cara.

É, é uma fábrica de dinheiro infinito, né? Então, eu... É uma fábrica de pegar dinheiro dos outros, na real. É, mas o que eu sinto hoje é que algo que eu acertei muito no meu negócio lá, em 2020, 2019, e que eu acredito que hoje continua sendo um diferencial muito grande, é a questão da construção de comunidade. Então, isso com certeza eu manteria e eu acredito que continua sendo um ponto muito importante em qualquer negócio.

Se você só vende um conhecimento, você tem lá um curso que tem início, meio e fim, pode ser que em algum momento as pessoas entendam que elas não precisam mais assistir o curso, elas não precisam mais disso para elas terem o resultado. Basta eu pegar e colocar um prompt na IA e ele vai fazer por mim. Agora, quando eu construo esse ambiente de comunidade, de pertencimento, de ambiência, vocês fazem muito isso também dentro do negócio de vocês, né? Então, quando eu construo esse ambiente de troca, isso não tem como ser substituído.

E aí entra muito a questão de você trazer mais experiências para o offline também, você conhecer os seus clientes cara a cara. Então, com certeza, o maior acerto que eu sinto que eu tenho no meu negócio e que hoje seria um grande acerto também, é trazer essa questão da personalidade, dos símbolos e construção de comunidade.

Você faz quantos eventos por ano, assim, com os alunos? Você tem dado mais importância a isso por conta dessa questão? Sim. O offline está sendo mais importante? No ano passado, a gente sempre tem um evento que é o grande evento, né? O Encontro Nacional de CEOs, que é um evento em São Paulo. Mas no ano passado, inclusive, acrescentei eventos regionais. Então, eu fiz uma tour, Tour CEOs pelo Brasil. E eu fiz um evento em cada região do Brasil.

E foi muito legal até pra sentir a diferença de comportamento das pessoas em cada região. Então, assim, o público de BH é muito diferente do público de Manaus. Que é muito diferente do público de Floripa. E eu não consigo sentir isso pelo computador. E eu não consigo que uma IA me diga isso.

Eu só consigo entender isso no momento que eu estou lá. Então, a reação das pessoas, a forma como elas conversam com você... Por exemplo, BH mulherada é muito pra frente, já empresárias e tal, muito mais soltas. Em Manaus, existe uma questão geográfica ali, que as pessoas se sentem isoladas e elas se isolam mesmo.

E sem ter consciência disso. Então, elas não pensam assim, ah, eu vou criar um produto que eu posso vender pro Brasil inteiro. Que eu posso vender pro mundo inteiro. É quase como se elas não conseguissem sair dali pela internet. É, elas pensam, eu tenho que criar um produto pra Manaus. Porque a gente tá isolado geograficamente. Mas no digital não existe isso.

Então, eu acredito que os eventos vão ser cada vez mais importantes. E não só eventos gigantescos para milhares de pessoas, mas você, ah, foi numa cidade, ah, eu vou organizar aqui um almoço, um jantar para as minhas alunas. Ou, por exemplo, dentro da minha comunidade hoje, a gente estimula que elas se encontrem, mesmo que eu não esteja junto.

Então, elas tiram o final de semana do mês para fazer uma confraternização, para tomar um café, para sair para jantar, para sair para almoçar. Então, não necessariamente o líder da comunidade, a expert, precisa estar junto para que a comunidade exista. Isso é, de fato, uma comunidade. Bem legal. Muito bom. Ele apontando. Agora vai, agora tu, vai tu.

Porra, faz tempo, né? Faz 16 anos que eu comecei, faz muito tempo. Sabe por que eu acho que daria certo? Não necessariamente pelo que eu fiz, mas pelo jeito que eu penso. Que tem muita coisa do jeito que eu penso que eu mantenho até hoje. Que é...

Eu não sei, eu vou dar um jeito de descobrir. Eu vou fazer mesmo sem ter todas as respostas e vou descobrindo no caminho. Eu vou arregaçar a manga. Eu me viro, então eu me viraria. Hoje me viraria naquela época. É que hoje eu tenho menos senso de urgência e menos necessidade de aprender outras coisas. Mas eu já saberia tudo do Claudio.

É porque... É que não precisa. Não preciso, entendeu? Mas assim, eu aprendi... Se eu puder voltar aí... Sempre a vontade, né? Não, mas eu entendo esse teu ponto. Porque várias vezes eu olho pra algumas coisas assim e falo... Cara, dá pra fazer dinheiro com isso. Só que hoje em dia, o meu curso de oportunidade é muito alto. Eu falo, pô, dá pra fazer dinheiro, mas não é mais pra mim. Mas lá atrás, o Bruno do passado faria, com certeza. Pregava todo o dinheiro na mesa, né? É, eu queria fazer...

hoje em dia eu falo, cara, isso aqui o meu tempo não vale isso, tem dinheiro na mesa que não é pra você tem muito dinheiro que já não é mais pra gente porque a gente tem tempo limitado e a gente já se organizou e já gastou muito tempo e energia então hoje em dia a gente escolhe não fazer mas dá pra fazer, então eu concordo com você, a gente tem a mesma vibe nesse sentido

E eu acho que você começar a entender bem isso que o Bruno, que vocês estão falando de curso de oportunidade, que é entender assim... Eu comecei a fazer relações. Eu comecei a dar valor pro meu tempo. Coisa que antes de ter filho, inclusive, eu não dava tanto. Tipo, eu tinha o site e aí não dava pra mudar o banner. Eu passei duas semanas aprendendo a editar em HTML pra mudar a porra do banner.

Tipo, eu não valorizava, vou pagar isso, sei lá, X mil, mil reais, dois mil reais pra alguém fazer pra mim por mês e eu não vou gastar tempo com isso. Ou, sei lá, expedição. Eu gastava 15 horas por semana fazendo expedição. Eu podia ter pago alguém e feito algo que me traria uma simetria de resultado naquela, no que eu tava fazendo. Mas eu não conseguia gerar simetria de resultado porque eu também não tinha habilidade que gerava simetria de resultado. Então, eu era a pessoa da...

O cavalo, o cavalo que vou carregar a carga, entendeu? Vai na força. E se eu precisasse o cavalo de carregar a carga hoje, eu também seria. Então, mesmo tendo isso de curso de oportunidade, eu não tenho preguiça. Tipo, às vezes, ah, o escritório tá sujo, eu preciso arrumar alguma coisa pro evento. Eu vou pegar a vassoura e vou fazer. E eu acho que é essa habilidade que traria o resultado independente da época. Independente do cenário, independente de qualquer coisa. Que é algo construído, eu acho, muito na infância. Enfim, você saber que você é capaz de fazer as coisas.

E me parece, não sei se eu estou sendo preconceituosa, mas que agora falta um pouco disso nas pessoas. Porque por conta da facilidade da internet e das coisas que foram vendidas, as pessoas querem os resultados mais rápidos e mais fáceis, de forma mais simples. Então...

Elas simplesmente acham que nada vale a pena. Essa conversa que a gente tem agora, com anos de experiência de várias coisas na internet, de trabalho, e de quebrar a cara, e de já ter pego a vassoura, e ter colocado a mão na massa de fato, me parece que as pessoas pularam essa etapa, e agora elas já estão pensando assim, ah, isso não é para mim. Ah, muito trabalho. Não, acho até que elas tentam, mas elas param no primeiro obstáculo, sabe? Puta, não deu certo, eu tentei de tudo. Ah, deixa quieto. Quando vê o cara tentou duas vezes.

Ou a pessoa... Eu falo assim, você tem que ter essa autonomia. Você tem que ter a consciência de que o maior interessado na sua vida, no seu sucesso, no sucesso do seu negócio, tem que ser você. Então, a gente fala isso para os mentorados. Se em algum momento eu vejo que eu estou mais interessada no sucesso dele do que ele, que ele não está fazendo a parte dele, eu dou uma duraça. Eu falo, não quer? Não quer? Já me fala agora.

Não, de chegar e falar assim, não, você que tá errado. Sei lá, um gestor de tráfego não me passou o que tinha que mudar e não deu resultado em 45 dias e fui ver agora. Eu, você que tá errado. Eu encho o saco todo dia do meu. Porque o maior interessado sou eu, não tem que ser ele, tem que ser eu. Então essa parada de ser o maior interessado, eu acho que, cara...

Eu não tenho medo, sabe? Tipo, IA, de nada dessas coisas. Porque eu sei que, primeiro, se precisar adaptar, eu vou adaptar. E, segundo, que é muito difícil ter alguém que vai ter tanta disposição de aprender e fazer numa velocidade muito alta, por um tempo muito longo, mesmo que eu não veja resultado. Tipo, eu consigo fazer uma coisa por um tempo muito longo sem ver resultado nenhum. Acho difícil alguém conseguir fazer isso. Então, eu acho que é uma habilidade mais comportamental. Mas, assim, olhando numa habilidade mais técnica...

O começo é o ouro do que tá acontecendo agora. Eu era a menina que tirava foto dentro de casa e fazia uns videozinhos. É, porque era Facebook, né? Aí tinha ESC FM, aí eu tinha o blog. Pra quem não sabe, a Bela começou na internet com 15 anos… 15? 14? 12. 12. 12 anos. Mas era isso, tinha blog. E ela fazia roupa. Então, ela fazia a própria roupa, ela desenhava e tudo mais. Então, passou por todo esse processo da marca de roupa, de construir…

Comunidade, branding e tudo mais. E aí depois que ela foi migrando pra essa área de marketing e educação. Mas aí no... Obrigada. Mas aí no começo não tinha regra. Então eu acho que eu tô voltando num lugar onde eu não entrei no mercado numa época que eu tinha que...

Eu tinha que fazer desse jeito, tinha que fazer esse tipo de conteúdo. Ninguém sabia nada. Então, eu fazia o que eu achava que era legal. E eu me comunicava, e eu sentia muito público. E eu acho que isso hoje é muito valorizado. É você ter coragem pra criar. Tipo, a gente cria formato de conteúdo o tempo todo. Que depois eles popularizam, mas tipo... Veio da nossa cabeça. O de vlog que a gente fez, o de análise que ninguém fazia, o de The Office. São conteúdos que a gente senta a bunda e fala... E se?

E eu acho que essa veia do e se, que você tira um pouco das regras, eu acho que isso seria valorizado, porque é valorizado hoje, sabe? Em termos de construção de conteúdo e de processo de venda. Tipo, o nosso processo de venda parece que você está falando com um amigo. Porque a gente fica, e se a gente não fizesse isso e fizesse desse jeito? Então, acho que ter um pouco mais desse e se e ser menos preso a tem que ser dessa forma, porque alguém falou, porque a Iá falou, porque o fulano falou do mercado. E criar algo que é o que eu falei no começo. Só você poderia criar, ou só você poderia fazer.

hoje tá bem difícil, né? hoje é mais difícil do que na época que a gente, pelo menos no braço educacional naquelas, porque quando eu comecei também não tinha nada de tecnologia na sua época, vamos botar assim, tinha muito menos oferta de gente criando conteúdo, mas também não tinha demanda entendeu? hoje tem muito mais demanda mas tem muito mais oferta. Eu não sabia quem tava errando eu errava tudo, todos os erros eu errei todos. Falando vocês principalmente aqui, que tem muito poder de comunicação acho que daria certo em qualquer momento, mas se fosse escolher um momento pra começar, eu escolhi a lá eu ando

Deu tempo da gente errar, tinha margem, era mais fácil ganhar. Pô, vou fazer um webinário. Aí você faz o webinário e descobre que não dá certo. Você fala, beleza, só perdi ali um pouquinho, sabe? A maturidade do público é diferente. Então você falava, só sei que nada sei.

É. Tipo, igual, tá ligado? Vai ser filósofo hoje falar alguma coisa diferente. Então, eu acho que hoje, pra pessoa se diferenciar e construir negócio em volta, é muito difícil. Tipo assim, a pessoa tem que estar muito dedicada e aguentar o processo ali. Tem que ser mais profissional. Tem que ser mais profissional, pô. E aí, vem já com um monte de... Menos resistência à frustração do que a gente enfrentou. Ninguém esperava que fosse dar tão bom assim, quando começou. Vocês esperaram? Não. Ninguém esperava. Esperava que fosse ser legal, mas não tão bom.

mas, então, é muita expectativa. Pô, o cara acha que vai virar muito rápido e quando vê que não é tão fácil, desiste. Você tem que ser muito autoral. Então, se fosse pra começar no momento, eu acho que o momento que a gente começou foi o melhor em quesito de ganhar visibilidade e poder testar e errar. Hoje, eu acho que tá ficando cada vez mais difícil. É um público mais cansado, é um público mais saturado, é mais difícil você impactar.

É mais que se você chegar... A minha opinião é que, na nossa época, quando a gente começou, falando um pouco de lançamento, a gente tinha ali, por exemplo, a fórmula de lançamento, e aí você fazia um vídeo, raiz e seis Nutellas. E essa é uma fórmula que poderia ser replicada por todo mundo e dava certo para todo mundo que fazia. Porque existia um público muito grande para ser atingido e baixa consciência. Hoje, você pegar essa fórmula e todo mundo replicar, já não vai adiantar mais.

O que vai funcionar pra você é diferente do que vai funcionar pra Isa e que vai funcionar pra mim. Então, hoje em dia, é meio contrário ao movimento que a gente fala da IA. Mas hoje, a naturalidade é muito mais relevante, é muito mais importante. Então, eu pego aquilo que... Eu falo assim, que a gente tem que pegar aquilo que já existe.

Não inventar algo do zero, mas eu dou uma roupagem que é minha. Como que eu posso trazer algo que já é dito, mas do meu jeito? E aí, o que eu acho que é muito relevante hoje, falando sobre posicionamento, sobre construção de marca e tudo mais, é hoje, cada vez mais, você tem que pegar uma característica sua, algo que é muito relevante pra você na sua personalidade, ou no seu negócio, ou na sua história. E você tem que elevar isso à décima potência. Você tem que exagerar algo. Então, não basta mais você ser de direita, por exemplo. Não, você tem que ser...

cara de direita e você tem que inflamar esse ponto da sua história e do que você acredita. Não pode ser morno, mas não posso falar mais ou menos sobre isso. Da mesma forma, eu não posso achar que você tem que produzir conteúdo, mas eu falo de qualquer jeito. Eu tenho que ter algum ponto que eu trago de forma exagerada. Tem um exemplo da aquela cela, que ela tem cara de rica.

Ela sempre falou, ah, eu sou pobre, mas eu tenho cara de rica. O que ela fez? Ela exagerou isso. Ela trouxe isso pra um grau muito alto. E ela, de fato, começou a criar um personagem em torno disso. E isso se tornou um símbolo. E tá rica. E tá rica. Hoje é bom, namorado riquíssimo. Hoje ela tá rica real. E ela faz publicidade de marcas de luxo e tudo mais. Então é você pegar... Foi tão bom o personagem que o pessoal falou, pô... Faz aqui pra gente. O que você desejou que eu criei essa símbolo? Não sei.

Que tempo que iria ser pra você se tornar?

Se desse certo assim. Não, mudei o tema, desculpa, Dudu. Não, mas eu tenho uma... Bitcoin é sem cada, né, Bruno? Gente, eu estou... Se vocês julgarem, eu estou grávida, tá? Então, assim, a minha cabeça, ela não está... Não, não é que ela está grávida, é que ela vai parir a qualquer momento. Eu sou bem grávida. Na verdade, tem coisas que eu deveria fazer, por exemplo, aumentar meu posicionamento em termos de branding, né? Porque o nosso principal negócio hoje é a consultoria.

seria, eu acho que, mais interessante para o negócio que eu estivesse usando o terno o tempo todo, ao invés de camisa da oficina. Que é sempre a que eu uso. Mas você não acha legal, tipo, a contra... Porque eu acho muito mais legal você pegar o que a pessoa esperaria e você trazer algo que é contraintuitivo para o que ela esperaria, mas que satisfaz...

Como eu posso dizer? Tipo assim, o bilionário que usa terno o tempo inteiro é cringe, entendeu? É um negócio meio vaca-rôsica. Que usa o roleta. Todo mundo é igualzinho, tem as lacas todas iguais, tem a rosa. Só que é um diferente que cabe. Porque senão, então eu vou aparecer aqui de regata com pelo do sovaco pra fora. Não é isso. Tipo, você não tá deixando de ser apresentado. É organizado. Mas é tipo, é aquele cara que fala de finanças e tá sempre de blusa preta. Tipo, eu acho que criar um...

Tem vários assim também hoje em dia. Mas por sua causa. Mas é aquele que fala de filosofia. Você tem um ponto, Bela. Mas, por exemplo, se eu fosse colocar, o Lua chegou para mim e falou, Bruno, estamos com milhões aqui, não tenho tempo para investir meu dinheiro, eu quero que você me indique uma pessoa da sua confiança. E eu trago dois. Um está de camiseta preta e tem cara de mais novo, e o outro já tem cabelo grisalho, uma barba bem alinhada e está de terno. Um terno muito bem cortado.

Olha que louco. Qual você escolheria? Eu escolheria. O Luan, talvez, não vale a pena perguntar pra ele. Eu ia com gente boa, eu ia com gente boa. Não, mas veja. Mas olha que louco. Eu também vou contra o Bruno, sabe por quê? Porque eu acho que você tem uma comunidade, você tem uma forma de mostrar, você tem um podcast que você fala por duas horas. Sim, sim. Você tem outras formas, e isso quebra, eu concordo com a Bela, quebra o posicionamento. Eu lembro que quando eu te conheci, eu fui...

Você era um militar, um cara que era mais do mesmo ali. Mas quando você vinha conversar comigo... Mais do mesmo não, era primeiro de turma. Exato. Mas eu não sabia. Quando eu te vi a primeira vez, eu não sabia. Você era mais um dos milicos lá. E aí eu olhava, mais um dos... Meu pai, meu irmão, tudo, né? Cabelo cortadinho, faz educação física e vai pro cortel. Tudo a mesma coisa. E aí, usa meia até a canela. O Bruno nunca usou. Nunca usei.

Era um diferencial. Mas as fotos de militar, ele era muito mais militar, né? Não, eles vestem a cara. Mas o Bruno vinha e conversava de outras coisas. Que o militar não tá acostumado. Ele gosta de filosofia e tal. Então é uma coisa que quebra.

E ele já tem um lugar onde mostrar essa skin de filosofia. Você gosta de conhecimentos diversos, história, moedas. Na verdade, esse fator seu é o fator que eu acho que você exagera. Que é o que eu tô querendo dizer aqui. Não é você pegar um ponto, por exemplo, que você acha que deveria desenvolver. E eu vou criar isso que não faz parte de mim. É você pegar algo que já faz parte. Por exemplo, você gosta de filosofia. Você poderia nem falar sobre isso. Poderia ser algo que você não traz pra sua comunicação.

Mas qual outra pessoa fala sobre finanças e filosofia ao mesmo tempo? Cara, é o Bruno. Do jeito que você fala. Você precisa trazer isso de uma forma enfática e não disfarçada. Eu concordo. Mas você já viu como é que fica o bonito de terno? Esse é um argumento que tem que ser colocado na mesa, entendeu? O quê? Eu fico um pedaço de mau caminho. Ah, então você só quer usar o terno. Pra que você quer ser um pedaço de mau caminho? Me conta. Ué, porque a gente pode deixar dinheiro comigo pra gente.

Qual você prefere? Aquele bonitão ali. Mas do que você falou, do cara mais velho, com o terno, ou o cara mais novo, eu acho que na era que a gente tá vivendo, esse paradigma foi quebrado. Pode ser uma visão totalmente de uma bolha ou individual minha. Mas assim, eu não tenho nenhum estudo que corrobora isso que eu tô falando. É só o que eu acho. Mas é…

Pô, você vê tantos caras geniais e bilionários de tech com, tipo, ah, pega o Henrique Dubugrá agora e o que eles fizeram e o Pedro, sabe? E que eu olharia e falaria, por que esse moleque tá no mesmo lugar que esse senhor? Tipo, por que ele foi tão bem indicado quanto ele? O que ele sabe? É que você gosta do Nassim Taleb.

É, o Taleb fala que... Ele tem esse ponto, ele fala assim, olha... Se você ver um médico que é totalmente tatuado, gay, talvez... Ele é tão diferente, mesmo assim, ele é um médico foda. Então ele deve ser melhor do que os outros, porque ele tem que ultrapassar mais coisas. Você vai se operar com o cara que tá no topo, assim, do universo dos cirurgiões, e o cara, ele não tem o estereótipo do médico.

Se você olhasse pra ele, você diria que ele é um caminhoneiro. Entendeu? Eu sei que a gente tá estereotipando aqui, mas é o que o Taleb fala. Então esse cara deve ser muito sinistro. Ele ter chegado no topo sem ter a cara o estereótipo do médico. Eu acho mais... Vocês pensam isso de mim? Mas é o que a... Não, eu penso que se eu botasse na frente de você, Idabela, ó, eu tenho aqui esses três consultores. O cara mais jovem de camisa preta, o cara mais velho de terno, e tem esse aqui que parece um roqueiro. Vocês vão pegar o roqueiro, se eu falasse... Então eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro, eu vou pegar o roqueiro,

Os três têm cento milhões de subgestão, entendeu? Então pega o roqueiro, porque ele deve ser o topo da cadeira emendar. E ele deve ser sangue bom, entendeu? Ele deve ser maneiro, uma pessoa legal. Lembrando que o Bruno tá com uma foto no perfil do McDonald's, tá? Ele não tem nenhuma moral pra estar conversando isso. É verdade. Pouco se ligando quem vai confiar nele. É temporário, é temporário. Só até voltar aos 100 mil dólares. Só até o ano que vem.

Não, mas voltando ao tema, então, falando sobre marketing ainda, que a gente não estivesse falando, e quais são as plataformas que vocês acham que... Acho que é uma pergunta muito clara. Que agora a gente tem que investir? Para onde a gente tem que estar para poder alcançar o público, né? E trabalhar com marketing nesse caso. Lembrando que da última vez que falamos disso, a Malu foi cancelada no TikTok. Ela basicamente falou que lá só tem gente burra e sem dinheiro.

Eu nunca falei isso. Foi o que você falou sim. Foi o que falou sim. Esse é o seu momento de ir. Tá gravado. E a Isabela concordou super com isso. Obrigada. Não teve isso. É que eu sempre zoa a Malu. Não, não foi meu senhor. Que o pessoal pegou a mensagem dela assim, amplificou de uma maneira, e fazia vídeo assim, essa mona que foda. Não tinha. Não era o que ela tinha falado, entendeu?

Você jogava Malu Perini no TikTok, tinha dezenas de vídeos assim, do pessoal querendo falar sobre o que eu tinha dito. O comentário era fascista. Mentira. Mas tinha mesmo, essa mona. Tinha um vídeo que a mulher começava. Essa mona! Falou eu. Gente, ela tá super afetada. Mas é... E a Malu nem consome TikTok. Era tipo eu ser cancelado no Daguestão ainda.

E eu só... Ele não deu mais ideia. Não, foi engraçado, porque eu só descobri que eu tava cancelada uma semana depois que os vídeos viralizaram. Então, tipo, foi muito depois. E aí eu comecei a olhar e falei, nossa... Aí eu apareci no Instagram pra falar que eu tinha sido cancelada no TikTok. Falei, gente, vocês não sabem. Eu tô sendo cancelada lá no TikTok faz uns dias já. E eu não tava sabendo. E aí continuaram a me cancelar mais ainda, porque eu me pronunciei, entendeu?

Porque você não sabia que tava cancelado. E disse, ha, ha, ha. Agora vai estar... Era melhor você ter ficado... Não, mas aí... Mas tudo isso pra dizer que logo depois eu comecei a usar muito o TikTok. Mas já parei porque... Eu amo, gente. Adoro. Amo o TikTok. Maravilhoso. Ai, vamos fazer muito dinheiro lá. Muita gente legal. Adoro. Não. Mas começando pelo TikTok, então. Vocês acham realmente que é a plataforma do momento?

Ou não, vocês acham que o Instagram, YouTube... Cara, o TikTok eu comecei em 2020. Você gosta do TikTok, Bela? Eu amo o TikTok. A Bela é mais nova. É a sua cara, né? Eu amo o TikTok. Quanto é a idade de hoje, Bela? 27. É, a Bela é uma geração... Mas o TikTok eu comecei em 2020, porque a galera começou a entrar o quê? 2024, 25? No TikTok, assim, de digital, né? Eu comecei em 2020 por causa da minha irmã, porque a minha irmã, ela tem 17.

Então, ela queria que eu fizesse dancinha com ela. Então, eram os vídeos de dancinha horrorosos. E ruins mesmo, assim.

Ai, meu sonho Ele tem muito crush, mulher que dança tipo street dance Aí o meu sonho era dançar Street dance, tipo a mulher da Austrália Não, eu tenho crush nenhum, ninguém dança no meu Instagram Tem sim, teve uma que você ficou um tempão lá Vendo o vídeo dela Era meu sonho Na DR ao vivo Eu sou dura, eu não consigo E aí eu comecei a construir conteúdo lá Eu tenho Que não é dança, mas tem várias outras Que bom Brincadeira, meu amor

Pera, eu não sei. Eu não sei, tô sendo elogiada? Sim, muito. Tô meio sensível. Mas lá no TikTok, não tinha muita gente fazendo coisa. Então tinha uns gringos. E aí eu comecei a fazer conteúdo que era só falando com a câmera coisas. E eu colocava um mini textinho na frente. E tipo assim, eu cheguei em 500 mil seguidores no TikTok assim. Fazendo esse formato de conteúdo. Hoje em dia, um monte de gente faz e eu acho isso muito legal. Com esse textinho, inclusive no Instagram e traz. E eu comecei a fazer esse ano assim.

É, mas cresci muito porque ninguém fazia. Então aí você consegue ter uma disparidade de resultado. Aí depois normaliza porque todo mundo faz. Aí eu fico pensando, o que eu tenho que fazer agora? Mas o que eu vejo é, tem uma… O Instagram, eu não vejo ele acabando tão cedo. O TikTok é o melhor algoritmo da vida. Só que tá aparecendo uma 25 de março agora. Porque eles estão colocando muita… TikTok Shopping, né? É, aí a galera da 25 de março me xingando, mas…

Começou… Tá virando o 25 de março no sentido de muita oferta o tempo inteiro de TikTok Shop. Mas também muita gente fazendo muita grana com o TikTok Shop. Então você tem os dois lados. Eu só acho meio chato ficar na For You ali. Aí desce. Esse secador, tum, essa calcinha daqui, sabe? Isso me irrita um pouco. E quando você passa mais três segundos no mesmo vídeo, vão aparecer vários falando sobre a mesma calcinha. Exato.

Então, o algoritmo é muito bom, muito bem feito. Se você faz uma afiliação em TikTok Shop, dependendo do trabalho que você tem ali… Ganha muito dinheiro. Você consegue ganhar muito dinheiro. Mas ao mesmo tempo… É um caminho bom pro cara que não quer ser um infoprodutor, então. Sim. Muito bom. Pra quem gosta de produzir conteúdo, mas não necessariamente quer ter um business. Por quê? Porque você não tem folha de pagamento, você recebe limpo o dinheiro. Já sem imposto, sem tudo, a sua porcentagem ali. E tem gente tirando, tipo…

Sei lá, de mil reais a um milhão e meio por mês, entende? Então depende do caminho. É meio que um novo renda extra. Não que seja só uma renda extra, mas é a mesma mentalidade ali de quem começa como afiliado e tal. E é mais fácil, porque eles conseguiram unir, né? Eles conseguiram criar o ambiente do entretenimento junto com o ambiente de compra, junto. Porque lembra que o Instagram tentou fazer a loja? Porque eu tive a loja…

na loja, mas não era. E não funcionava porque as pessoas não clicavam. Porque não era o conteúdo. Se eu compro direto no conteúdo, então eu vejo que o futuro é live shop. Tipo assim, não tem contestação sobre live shop e a força de venda de produto físico. O que enfraquece empresas locais e fortalece a indústria. Então, você já vai direto no fabricante. Então, você tem menos marcas. Porque normalmente a marca, quando você tem uma marca de roupa, que nem eu tinha, por exemplo…

Se você fabrica, mas você não tem a sua confecção, você tem as fábricas, aí você é o intermediário que constrói os modelos que você quer dessa fábrica e você é a linha final com o consumidor final. Esse fabricante tá indo direto no consumidor final. Então, Shopee, TikTok Shop, aí tem Mercado Livre, Amazon e tal. E eles estão conseguindo inserir o conteúdo na própria plataforma. Então, você faz um clique e compra.

Então, esse é o futuro, sabe? E que na China já acontece muito pra caramba. E agora no Brasil vai começar a vir. Então, fazer, enfim, mais esse lado. Só que ao mesmo tempo tem um outro lado. É um público que pra mim, por exemplo, eu não sou muito consumidora desse público. E não é a minha ideia de modelo de negócio. E aí, pra um outro lado, a gente tem o YouTube. Que eu acho que sempre vai existir também. E eu acho que é muito bom você construir. Tem que ter paciência só, porque demora pra porra pra construir público no YouTube. É, eu acho que o YouTube...

O YouTube é o mais difícil e o mais rentável. Mais um longo prazo, né? E o mais cauda longa, né? Tipo, ele é relevante ao longo do tempo. O podcast, que eu amo, tanto ouvir quanto consumir. Então, pra, sei lá, pra públicos específicos, ele vai funcionar melhor do que o TikTok. Você tem que entender qual é o seu público. E uma que estão falando pouco e que tá chegando agora no Brasil é o Substaque. Nunca nem ouvi falar, eu sou muito... Que é de newsletter. É de texto, né? É de texto. Só que você consegue ter assinantes.

Dragon Eye-A. Dragon Eye-A e pede um resumo. Eu não quero ler pra você, amor. É muito fã da Malu, velho. Agora vai ser cancelada pelos leitores. Voltaram a ler? Gente, a galera lê, gente. Mas o substake é muito legal. Eu não vou ler em casa, mas é pouca gente, eu acho, que faz isso. O substake é muito legal, porque 100% das pessoas que assinam recebem.

Então, você tem mais controle sobre a sua plataforma. E a pessoa, você pode colocar o quanto você quer que ela pague por mês pra assinar a sua newsletter. E aí, você consegue ter gratuitas e pagas, não só um ou outro. E você, por exemplo, o Dan Cole, que é um dos maiores criadores, tanto do YouTube quanto do substaque de newsletter. A newsletter dele tem, sei lá… Eu tava fazendo a conta, dava tipo papo… Era um papo muito multimilionário por mês, só de newsletter.

E ele faz toda a derivação de conteúdo da newsletter. O que eu acho interessante. Ele pensa assim, ó, eu sou um cara muito bom de escrever. Ele não é o cara muito bom de improviso, ou de gravação, ou carismático. Então eu escrevo uma puta newsletter. E eu derivo todos os conteúdos. O meu conteúdo do YouTube vai vir da newsletter. Todos os posts de rede social.

Aí o Lua vê no YouTube. Mas todos de rede social. Tem que ser bem barato a newsletter. Então ele cria duas vezes por semana. E cobra, sei lá, 14 dólares ou 27 dólares, dependendo do que a pessoa coisa. E tem, tipo, 200 mil assinantes. Eu acho que ele tem mais.

Ele tem muito, ele é o maior de todos, assim. Então, eu olho, é uma outra rede que é muito mal explorada. E pra quem é muito bom em escrita e trabalha num trabalho que tem profundidade e que o seu público quer essa profundidade, é muito legal. Tem uma criadora, por exemplo... A última coisa que eu vou falar, tá? Que eu tô falando há 20 minutos. Mas tem uma criadora... Já acabou o seu tempo já, acabou. A gente vai prestar atenção lá. Corta ela, por favor. No TikTok eu já tava aqui.

Mas tem uma criadora que eu gosto, que chama Nara Aziza. Que ela é uma gringa. Vocês já viram algum vídeo dela, sabe? Que ela fala bem assim… Hello, guys. Today I'm gonna make… Aí ela faz, tipo, Coca-Cola do zero. Ah, eu sei quem é. As coisas do zero. Ela tem quatro filhos. Ela cozinha? Ela cozinha as coisas do zero. Ela faz uma Coca-Cola do zero. Tipo, ela faz… Ah, pão? Vai fazer do zero. Como é que faz Coca do zero? Não sei, mas ela tem um vídeo fazendo. Ela cria o refrigerante natural dela. Ela é toda… Bem aquela farm girl, né?

Agora ela tá indo pra essa vibe, mas tem tipo quatro filhos, e ela tem, sei lá, cinco, seis milhões de seguidores no Instagram e no TikTok. Só que ela não fala da vida pessoal. Ela não fala. Ela tem uma estética. Leite em pó. Coca-Cola? Não, leite em pó é muito fácil, cara. Como? Fazer leite em pó? É mesmo? Conjala o leite rala. Não, não é possível que... Mentira, mano, é possível. Tenta em casa, em marca. Se você deixasse, ele ia fazer, mano.

Eu tinha que mandar um vídeo dele tentando congelar o leite. Você fez uma grande oportunidade. Eu jurava que tinha que parar de dar água pra vaca. Mas ela não é a pessoa que posta a vida pessoal, por exemplo. Ela não fica postando story. Então, o que ela fez? Ela criou uma newsletter no Substack. Que ela vai contando relato de parto, coisas dela, da vida pessoal. E ela tem, tipo assim... A pessoa tem que ler se quiser saber da vida dela. E aí tem, tipo, 50 mil assinantes pagando 14 dólares. 20 dólares. Nossa.

Então, você vai fazendo a conta, ela consegue monetizar muito bem. É, ela consegue monetizar muito bem. Então, eu acho que essas são... Fazendo uma vírgula aí, pegando o que você disse, eu acho que essa é uma ótima forma de a gente produzir conteúdo. Você fazer um bom conteúdo por semana e derivar para todas as outras plataformas desse conteúdo. O problema é que dá trabalho não só escrever, como...

transformar esse conteúdo pra cada plataforma, porque cada plataforma pede um tipo de linguagem, um momento, a forma como você vai falar, né, a cadência de fala, então, ali no TikTok, se você for comprar, contar uma história longa, você tem que ter ganchos iniciais pra você contar a história longa. Se você tá no Instagram, você tem que fazer uma coisa diferente, se for também no feed, que agora tá um pouco...

TikTok também. Então, cada plataforma pede um tipo de linguagem. Mas, com certeza, se você tiver um bom conteúdo, dá pra você usar o mesmo conteúdo pra fazer todas elas. Mas sabe o que é legal, Malu? Que dá pra você ter um time de conteúdo que operacionaliza pra você ter escala, só que sem perder a sua alma. Nesse caso, entendeu? Você vem com a alma. E não vai funcionar pra todo mundo, tá? Tipo, não funciona pra todo mundo, nem pra todos os nichos. Mas se você tem esse perfil, eu, por exemplo, não tenho time de conteúdo, zero. Eu só tenho dois editores de vídeo.

Por quê? Porque eu não consigo. Porque me dá ódio. Não dá. Não consigo. Já tentei, já treinei, já treinei muito tempo. Não fica a mesma coisa. Eu sinto que eu tô perdendo tempo, sabe? Então, eu entendi que são os editores e eu controlo o que fazer. Exato, eu faço. Mas aí eu deixo de fazer todo o resto da empresa. A gente não faz mais nada ali. Você é um artista. Exato. Eu sou conteúdo, vendas e entrega. O resto...

Ele toca. Uma coisa... Desculpa, Lá. Eu ia falar que é interessante que essa questão do substaque, você falou que não conhece, né? No Twitter, as pessoas falam muito sobre o substaque. E é uma rede em texto. Então, olha como é interessante o comportamento das pessoas e onde eu me adequo melhor, eu estou mais, né? O meu marido, por exemplo, ele praticamente só consome Twitter e YouTube. É muito difícil ele entrar no Instagram.

Ele gosta de assistir vídeos longos e ele gosta de texto. Ele não gosta muito de TikTok. É uma pessoa melhor de cabeça. É diferente. Então, cada pessoa vai estar numa rede diferente de acordo com os interesses dela, né? E aí, o que eu acho que é interessante da gente observar também em relação ao TikTok, falando sobre isso, é que o que eu vejo que é muito diferente do TikTok para o Instagram. O Instagram é a rede social de conversão.

O TikTok, ele é muito bom pra atração, pra criação de relacionamento e tudo mais. Só que a conversão, a venda, principalmente pra infoprodutos... Foi isso que eu falei que me cancelaram, tá? Falta do nosso mercado. Então, deixa eu tomar cuidado. Cuidado! Mas a conversão, ela acontece no Instagram. Então, por exemplo, só que o TikTok, ele se tornou uma rede de busca. Então, se eu vou viajar, por exemplo, eu vou pra Nova York. Eu vou colocar... Restaurantes Nova York, eu vou pesquisar no TikTok.

E eu vou ver várias referências de restaurantes em Nova York. Na hora de eu tomar a decisão de qual eu vou, eu vou entrar no Instagram e vou olhar o Instagram de cada restaurante. Pra ter certeza. Esse aqui tá com a cara melhor. Aí eu vou olhar o menu lá no Instagram. E eu vou decidir em qual eu vou. Então, o TikTok hoje, ele não é uma rede social.

Ele é uma rede de interesse, ele é uma rede de busca. Tanto é que no TikTok você não segue pessoas que são suas amigas, família, primos. Não. Você segue pessoas que falam sobre assuntos que você gosta de consumir. E o algoritmo é muito inteligente. Então, de acordo com o seu interesse do momento, ah, eu vou viajar pra Nova York. Então ele vai começar a me mostrar mais coisas de Nova York.

Até que eu volte de Nova York e agora eu vou olhar pra coisas da Tailândia. Ele vai começar a me mostrar coisas da Tailândia. Então, enquanto no Instagram a gente ainda tem essa cultura de ah, não posso deixar de seguir, sei lá, meu tio. Ah, eu gosto do conteúdo do meu tio. Não, mas é meu tio, não posso deixar de seguir ele. No TikTok é diferente, eu não sigo pessoas que eu conheço. Eu sigo de acordo com o interesse. Então, não é sobre você mostrar a sua vida, né? Igual você falou da Nara. Nara. Ela não mostra a vida dela. Mas tudo que ela mostra interessa ao público.

Tem uma familiaridade, tem uma pessoalidade, mas não é exposição de como ela vive. Então, a maior diferença que eu sinto que o Instagram tem do TikTok é isso. O Instagram continua ainda muito comercial, que eu acho que é uma adaptação que a gente vai ter que fazer. As pessoas vão precisar se adaptar a isso. Não dá mais para ser essa coisa de venda tão massiva o tempo todo. Ah, não está insuportável.

Só que no TikTok também, pra você fazer a venda, ainda é muito complexo. Você criar todo um funil de vendas e você converter a pessoa dentro do TikTok. A não ser que seja o TikTok Shop. É que a gente tem menos recursos também, né? Ninguém... Story, sei lá. É, não tem que criar uma coisa muito... Então, às vezes, até a pessoa pode ser que ela chegue pelo TikTok, ela conheceu você através do seu vídeo ali. Aí, ela vai te seguir no Instagram. E no Instagram, ela compra.

E aí uma dica legal é, deixa sempre o mesmo nome, a mesma fotinha, pra pessoa te achar fácil. Porque às vezes a pessoa coloca um em cada plataforma, você não acha, né? Né, Bruno? Eu acho que no TikTok a minha foto não tá do McDonald's. É porque eu não entro. Não caiu Bitcoin no TikTok, por acaso? Não, porque, olha, pegando em termos de consumo, eu consumo Instagram e YouTube.

TikTok eu não entro. Twitter eu já falei várias vezes. Eu acho que é uma rede onde é pra você postar, tirar print pro Instagram e sair correndo, entendeu? Eu lembro da minha interação no Twitter clássica. Eu fui só dar um Feliz Dia dos Pais. Falei assim, Feliz Dia dos Pais. Primeiro comentário, ele não tem um pai, seu filho da puta. Calma. Era só um cumprimento, né? Eu não sei das suas dores, né? Transfira elas pra mim. Mas o Twitter é uma rede que ela favorece a treta, né? Porque é muito fácil você repostar a ideia do outro, né? É.

Que loucura, né? A rede que eu mais gosto é o Instagram, mas acho que a mais útil, apesar de ser mais difícil, é o YouTube. O meu é podcast. Ah, YouTube, né? Mas dá pra ver no podcast no YouTube também. É que o podcast você vai postar em algum lugar, né? Você vai postar no final no YouTube e em plataformas de áudio. Mas uma coisa muito boa do YouTube é que se você faz um vídeo muito bom de um certo tema, ele é buscável durante um período muito longo. E uma outra característica que eu acho muito interessante é que, por exemplo, o meu canal no YouTube ele é maior porque existe o canal do Thiago e da Natália Arcuri.

Sendo que hoje o Thiago é meu sócio, mas durante muito tempo foi concorrente. A Natália até hoje, né? É amiga nossa, tudo, mas é uma concorrente, embora a gente fale com públicos com interesses diferentes algumas vezes, né? Muitas vezes, na verdade. Mas por que eu digo que eles me ajudam? Porque se eu faço um vídeo muito bom sobre um tema de finanças pessoais, e a Natália fez um vídeo assim...

Ela vai ter lá um milhão de views no vídeo dela, só que às vezes eu apareço do lado do vídeo dela. Aí com isso eu posso ter um milhão de impressões. E aí se eu tiver uma taxa de clique de 1%, eu tive 10 mil views, porque a Natália tem um vídeo parecido com o meu. Então para o cara que vai começar no YouTube, é muito bom quando a plataforma entende que ele é profissional e começa a exibir o conteúdo dele ao lado do conteúdo de concorrentes. Então os concorrentes fazem ele crescer.

Só que o YouTube é mais difícil, né? É na cena horizontal, tem que editar o vídeo depois. O feedback é uma hora, tem que postar o vídeo, não sei o que. Depois vem os comentários, o Instagram... Mas eu acho que é por isso que a maior competição ali é TikTok e YouTube. Porque o TikTok funciona exatamente dessa forma. Você grava um vídeo ali, exemplo, fui para o Peru ano passado. Aí eu fiz um vídeo. Ah, como foi a minha experiência no Peru? Todos os dias eu entro ali nos comentários. Tem vários novos comentários nesse vídeo.

Porque hoje a pessoa pesquisou. Viagem pro Peru. Como é viajar pro Peru? Então se hoje ela pesquisou, aparece. Tem a cauda longa exatamente como o YouTube. Só que hoje as pessoas talvez não tenham tanta paciência de assistir um vídeo de 30 minutos no YouTube, como elas tinham antigamente. Então ela prefere olhar no TikTok, que é mais fácil. E é mais rápido. E uma outra forma que eu vejo de usar o TikTok muito inteligente também é a forma como, por exemplo, o Tiago e a Mayra utilizam hoje.

Que é você mostrar um lado diferente do seu negócio. É você mostrar aquilo que você não mostra no Instagram. Então, como se uma rede fosse complementar a outra. Não é o mesmo conteúdo nas duas redes, em formatos diferentes. São conteúdos diferentes. Aqui no Instagram, eu estou vendo ele falando sobre o negócio de fato, sobre finanças e trazendo esses insights. Aí, lá no TikTok, eu estou vendo ele viajando com a família e quanto ele gastou para ir para a Suíça.

Então, são duas visões diferentes sobre a mesma pessoa. Eu acho muito legal também. Acho uma boa estratégia. Vocês fazem YouTube, gente?

Eu, muito pouco. Você faz muito, né? YouTube, podcast, TikTok, Instagram. Substake também, eu fiz duas newsletters só. E cansei. Porque... Ah, tem que escrever, né? Ah, sei lá. Eu gosto de escrever, mas... Eu nem mostro interesse, senão sobra pra mim fazer. Mas eu quero fazer ele assim. Aí você entra lá, tá escrito assim. Não, é sobre isso. Mais uma rede social. É sobre aquilo. Tira as redes sociais. É do IA. É do IA.

Mas tu tem três filhos, né? Não sei de onde você vai arranjar tempo pra escrever uma newsletter bacana. É complexo. Eu queria, porque eu gosto. Eu sei que você gosta. Essa é a discussão minha com ela. Exatamente essa. Não tem tempo, caramba. Eu acho que a gente tem que também escolher nossas batalhas. Duvida que elas não tirem.

Não, mas é isso. Eu sou meio bostinha lá. Mas o YouTube toda semana, podcast toda semana. TikTok, Instagram. O que eu mais gosto é podcast disparado, assim. Pra consumir. Ou você diz pra conseguir Lídia, os dois? Eu não gosto que ela grave, que toma muito tempo. Falo, vai, vai, vai, Isabela. Sempre podcast pra gravar. Mas assim, eu faço as vendas. Então, principalmente Lídia que se inscreve e tal. É tudo comigo.

Os melhores leads vêm do podcast. A Bela fez a turnê de lançamento do livro. Todo mundo que ia na cidade era ouvinte do podcast. Mas você consegue identificar isso pelo link do podcast ou na Vendo o Cara Fala? Também nos dois. É porque eu sempre vejo aqui no grupo, a gente fica sempre rastreando de onde vem o lead.

E se você for pegar números do podcast de leads que entram no link da descrição ou no QR Code na tela, é sempre um número muito pequeno. Como é que eles chamaram isso? Dark Social. Dark Social. Não sou tão bom no inglês quanto a Bela, né? É a primeira língua dela. Isso acontece pelo seguinte, né? O cara ouve podcast, por exemplo, no carro.

Ele não vai escanear o QR Code na tela, ele não vai clicar no link, mas depois que ele ouviu, ele vai no meu Instagram e clica no link da minha bio, entendeu? Então esse cara veio do podcast, mas entrou pelo Instagram. É meio justo isso também do Pixel, né, Gol? É, pra caramba. Porque às vezes ele viu um conteúdo no Instagram que também foi útil pra essa tomada de decisão, só que ele vai no Google e aí parece que o Google que vende pra caramba. Por isso que é dark, você não sabe de onde vem, entendeu?

Mas assim, ó, que nem quando a gente fez a turnê foi muito evidente, assim, a galera. A turnê parece que eu sou muito... Muito grande, né? Caraca, né? Mas quando ela fez essas cidades assim, todo mundo vinha e falava, sou ouvinte do... Eu ia perguntando, né? Pra saber. Já queria cortar umas três redes sociais já. Falei, vamos ver qual que vai ser. Podcast, podcast. Mas assim, 100% se não foi 199,9.

Mas se a gente for pensar, desculpa te cortando, várias vezes as pessoas abordam a gente e todo mundo fala, ouça o podcast. Hoje em dia, acho que é a maior parte das pessoas. É porque se você pensa naquela questão de tempo de tela que a gente tem na vida do seguidor, né? O podcast, se você faz um por semana de duas horas, o cara ouve, cara. Quanto conteúdo no TikTok ou no Reels do Instagram você tem que fazer para igualar essas duas horas?

Fora que não dá uma vibe que você conhece, é amigo da pessoa. Mas é exatamente por isso. O tom do podcast é muito gostoso. A gente não chega nesse tom no YouTube, no Instagram. Não é esse tom amistoso e brinca. Então é muito gostoso de ouvir. E normalmente a pessoa liga com coisa boa. Ela ouve na esteira.

No trânsito, que é uma delícia também. Mas tipo, você tem uma companhia no trânsito. Tipo assim, tem gente que fala, aí o podcast não vai sair, não vou nem fazer escada hoje. Você fala, desculpa, desculpa, não sabia. Toma aqui, pode fazer. As semanas que eu tava de repouso da gravidez, eu não tava gravando, né? Eu dei umas cagadinhas assim, faltei duas, três semanas. Nossa, eu fui ameaçada.

protesto. Aí teve um... Ficou Felca no Roblox. Aí ele... Ah, não, aí eu falei de um podcast, aí eu falei de um podcast de uma aventurada minha que eu achei muito bom de psicologia, porque ela é muito inteligente, sabe? Então você se sente... Eu gosto de me sentir inteligente quando eu escuto o podcast, eu falo, ah, isso daqui é de Bernard, sabe? Porque eu aprendi e eu tava indicando, aí veio, e o seu?

Ah, que legal. Você tá ouvindo dos outros, mas o seu você não grava. Eu falei, é o seguinte, ó. Gravei gaveta até maio nessa porra. Ele acha o bom, tá? Aí, tipo, brigam muito comigo. É, tipo assim, exatamente isso. Não sei se converte mais. Mas que é a melhor conversão, assim, de margem, assim, é disparado. E de clientes, e que já entra na cultura e tal. Eu posso fazer uma pergunta agora? Realmente uma pergunta sobre essa questão do podcast. Porque eu tenho uma teoria de que o público masculino consome muito mais podcast YouTube do que feminino.

Porque eu tenho, assim, só analisando um pouco do meu comportamento com meu marido, por exemplo. Meu marido gosta muito de YouTube Podcast. E ele, por exemplo, tem um podcast de um cara que fala sobre esporte que ele ouve todo santo dia. É diário o podcast? Diário. O cara entra e, assim, é rápido, sabe? Não é um podcast de duas horas aqui, mas ele entra, tipo assim, ah, vamos lá, pra falar sobre os assuntos de hoje. E ele sempre escuta 20 minutos, 30 minutos por dia. É religioso, assim.

E eu não vejo esse comportamento vindo tanto do público feminino. Geralmente, as mulheres, elas entram no YouTube pra buscar algo... Isso é minha teoria, tá? Mas tá errada. Mas elas entram no YouTube pra buscar algo específico. Então, ah, quero ver um tutorial de maquiagem pra ir no aniversário. Aí eu vou lá, entro e pesquiso. Ou, ah, eu quero saber quais conteúdos estão performando bem no Instagram. Aí ela vai lá e pesquisa. Mas não tem o hábito desse consumo diário, assim. E hoje eu vejo muitos podcasts que são grandes...

No Brasil, que tem episódios diários, né? Muitos episódios diários. Então, vocês acham que tem alguma relação? Mulher? Ou nada a ver? Não, acho que tem. Tipo assim, depende muito do segmento. Eu não assisto o YouTube assim. Eu também não. É um hábito que eu tenho diário. Ah, eu sim. Todo dia.

Então eu sou meio masculino. Não, mas eu sei que é uma teoria só. Porque eu escuto podcast todos os dias, os que eu gosto. Tipo, sei lá, Diary of a CEO, aqueles que eu gosto. Mas tem episódios diários? Não necessariamente, mas todo dia eu escuto. Aí eu vou variando.

Não, aí eu vario. E YouTube, eu entro e literalmente vejo o que tá no iniciar, se faz sentido. Aí às vezes ou eu quero escutar uma música enquanto eu trabalho, né? Ou eu quero aprender alguma coisa e eu deixo ele rolando. Tipo, todo dia. Todo dia. Mas eu não sei. Eu tava tentando abrir do meu podcast pra ver.

Eu acabei de abrir aqui o do meu YouTube e o do meu Instagram. No Instagram, a métrica do Instagram para outros públicos de finanças eu acho que não é tão parecida com a minha. Mas eu tenho 57% de homens e 43% de mulheres.

Meu perfil, eu sei que tem bastante mulher seguindo, em comparação, por exemplo, a outros de criadores de conteúdos de finanças. Mas isso nos sócios ou seu? Meu perfil do Instagram. E aí, quando eu vou para o meu YouTube de finanças, eu tenho 83% de público masculino e só 17% feminino. Mas pode ser que a...

A mulher assista com o login do marido, que já está na TV da sala, por exemplo. Então, isso aqui é meio nebuloso, né? Você não sabe realmente quem está assistindo. Mas o meu YouTube sempre foi muito mais homem do que a mulher. E o Instagram sempre foi um negócio mais meio a meio, né? O dos sócios é meio a meio, né? Eu vou olhar o dos sócios agora.

Eu, quando consumia YouTube, antigamente, eu consumia vlogs. Antigamente, hoje em dia eu não consumo tanto. E o meu maior consumo de YouTube era maromba. Eu adorava o assunto maromba, sabe? Os bodybuilder e tudo mais.

Ó, gênero no canal dos sócios é quase um espelho do podcast do meu canal de finanças. É 83,5% masculino e 16,5% feminino. No Spotify eu não consigo ver aqui. Qual o pessoal que tem acesso. Mas a tua teoria, nos dados que eu tenho acesso aqui, ela tem um embasamento. Eu tenho essa percepção de que as mulheres passam mais tempo no Instagram e no TikTok.

Eu, por exemplo, quase não assisto stories. Eu assisto todos os dias. Eu também assisto bastante stories. E já os homens, igual o meu marido, ele realmente todos os dias vai lá e ouve o mesmo podcast. É porque uma coisa que eu gosto no YouTube é que o Seu vai encontrar, entendeu? Eu quero ver um conteúdo específico sobre, por exemplo, a guerra no Irã. Eu vou lá no YouTube, busca, aparece. Agora, se eu for no story de alguém, não sei o que vai ter lá.

É, eu gosto de ser surpreendida. Sou mais que nem você, Malu. O meu, eu acho que é porque o meu público é muito feminino também. Então eu fico enviesado, porque o meu do podcast tá 85 feminino, e 85,4 feminino, 12,6 masculino e 1,7 não especificado. Mas eu acho que isso é um modo de consumo. Eu acho que vai muito do estilo do podcast também. Esse estilo de conversa, podcast que tem risada, tem caso. Homem se atrai muito, assim, por esse estilo. É verdade.

Mulher gosta muito de ouvir um Gostosas Também Choram, que é a... Da Lela. Da Lela sozinha. Se a gente olhar os podcasts lá de fora, que são os mais saipados, as mulheres escutam muito, porque normalmente é mulher fazendo, falando sobre as aventuras, sobre o trabalho, sobre não sei o quê. Então acho que tem uma questão de padrão de consumo aí.

Eu acho que tem um interesse, né? Que podcast que é muito nichado, tipo, é só de casos de psicologia. Ou aqueles que é true crime. E aí, eles explicam o crime, exatamente do que aconteceu. Tipo, eu acho que entra interesse. E aí, eu não sei se entra tanto isso de homem ou mulher. Sim. Eu falo mais num geral do tipo assim, quando eu vejo os podcasts como um todo. Sim. Eu vejo poucos podcasts femininos, que são diários, por exemplo.

Não, não tem muito. Já de homem tem vários e de vários assuntos diferentes. Porque eu acho que até por conta de esporte. Todo dia tem alguma novidade no universo do esporte. Maquiagem não, sei lá. Ou coisas que são mais do universo feminino. É, ou negócio. Todo dia você tem alguma coisa. Então, o público masculino eu vejo consumindo mais conteúdo podcast e YouTube. E eu tenho uma pergunta sobre essa questão de público, né? Porque você, Duda, vende exclusivamente pra mulher? Ou não? Você vende tanto pra homem quanto pra mulher? É, vamos colocar 98% feminino.

E no caso seu, Bela, como a audiência é muito mais feminina, você pega a mentoria, é muito mais mulher do que homem? Ou só mulher? É, mas melhorou. E eu sempre quis que fosse um meio a meio. Tipo, eu sempre quis que... Porque eu gosto muito de trabalhar com homem também, porque eu acho homem muito prático. Então pra mentoria é muito bom, porque você fala, ele só faz. Tipo, não tem muitas grandes coisas. Mas eu amo trabalhar com mulher também, porque existe a nossa complexidade de criar, enfim, negócio. Mas eu falava muito com mulher, porque durante 14 anos era loja de roupa feminina.

Pra que eu ia falar com o homem, sabe? E aí, quando eu migrei e comecei a trazer assuntos mais de negócios no geral, eu comecei a me incomodar. E eu cheguei pro Luan e falei assim, cara, isso que eu faço não ajuda só a mulher. Tipo, agora eu consigo ajudar qualquer pessoa, sabe? E eu acho que a gente é muito bom juntos. O que mudou? Eu parei de falar no feminino, então eu falo em neutro, assim, sabe? Eu falo… Elu, Elu. Elu, Elix, Elix.

Sabe o que ele ia falar? Imagina, é outra agora. Porra, a gente vai pegando, né, rapaz? Então, eu falo mais... Eu não falo mais... Você empresária. Eu falo empresários. Então, eu comecei a fazer isso faz uns três anos, assim. O Luan entrou na entrega da mentoria e ele começou a produzir conteúdo. E a gente agora está produzindo junto. Que é uma coisa que a gente não fazia e que a gente começou a fazer mais frequente agora.

E isso tem mesclado um pouco mais, entendeu? Na própria comunicação. Então, eu me policia um pouco mais. Por exemplo, eu fazia no TikTok muito conteúdo, porque eu chegava no escritório e ia me maquiar. Eu fazia muito me maquiando. Aí é muito feminino. E aí eu comecei a fazer, depois que eu me maquiei, só falando. Cortando grama.

Batendo a laje, assim, batendo a laje. Agora eu vou lavar o carro do TikTok, é isso que eu faço. E aproveitando que a gente está falando de conteúdo, vocês acham que ter grandes números, né? Buscar para crescer os números nas redes sociais ainda é válido? É necessário ou é só ego?

Eu vou aproveitar esse ponto também para colocar uma outra coisa entre questão de orgânico e pago. Porque o tráfego pago pode dar muito mais robustez para os números do negócio, mas está mais caro. A gente tem um imposto novo que foi repassado pelas plataformas e deixou todo o tráfego 15% mais caro.

E o orgânico é aquilo, dá mais trabalho, mas é um público que pode ser muito mais fiel. E tá mais caro, né? Muita mais gente fazendo também. Também tem isso, disputa pelo lead, né? No final, isso vai acontecer. É um espaço limitado de anúncios, tem mais produtores, mais gente anunciando. Já era, tipo, Black Friday, o preço vai lá em cima, cara. Porque também é Nestlé que vai botar dinheiro, vai competir com a Samsung, com a Philips, etc. Mas eu queria ouvir um pouco disso. Com 12 pessoas, posso também? Não.

Eu acho que tá complicado. Até pra galera que tinha muitos números e com essa mudança hoje, acho que tem 10 vezes menos, qualquer estatística do Instagram tá menos 10. Menos 10 vezes like do que a gente tinha antes. Teve gente que nem se adaptou com isso ainda. De tipo, pô, vou esconder uma curtida e tal. Que a plataforma mudou, sabe? Então acho que...

A galera começou a entender que não é suficiente dar uma viralizada ou pegar muito seguidor pra construir negócio, assim, sabe? Então eu acho que não. Tô vendo gente que constrói negócio muito foda sem nenhum seguidor hoje em dia, sabe? Tô vendo gente com modelo de negócio no digital sem grandes relevâncias, conseguindo construir uma estrutura e vender. A gente mesmo botou 100 pessoas dentro do Sparks.

Sem usar um real de tráfego pago, porque a gente queria ativar o modo caçador lá, que a gente falou, né? Então, pô, tem que cavar. Foi só no orgânico? Só no orgânico. Não. Interessante. Só no orgânico, sem um real de tráfego pago. Prospecção ativa. Prospecção ativa. Ou leads que entravam organicamente no formulário ou referido dos mentorados indicarem pessoas.

Vocês botaram 100 pessoas na mentoria de vocês. Aham. É impressionante. A gente assim... Desde que a gente começou a vender foi em novembro. Não, sem tráfego. Aí começamos o tráfego faz um mês. Começamos com o tráfego há um mês que a gente tinha esse acordo. E é bem legal, tá? É bem bom.

Só chega. É, mais ou menos. Mas assim, exatamente por isso. Porque é muito ruim isso. Você acostumar com gente chegando e levantando a mão. Não é a realidade do negócio. Então até os nossos mentorados, até um mês atrás, a gente não liberava usar tráfego. Porque é uma ilusão. Ah, tem 10 pessoas que eu tô falando aqui de uma qualidade menor.

de um processo que vai dar mais trabalho, vai ser mais difícil. Às vezes você gasta energia, truco de nada, né? Pô, muito, muito. Não dá pra construir negócio em cima disso, principalmente no high ticket. Então, a gente criou essa cultura, porque acostuma mal. Muito seguidor acostuma mal, não quer dizer que o negócio tá construindo, muito tráfego acostuma mal. Não é a realidade de um negócio. Que nem agora mudou, a gente nem sentiu.

Porque o nosso caminho é sempre... Eu preciso construir as habilidades comportamentais que eu tenho que ter pra que nada disso nunca seja... Nunca gere uma volatilidade no meu negócio que eu não consiga superar. Por exemplo, se eu sou caçadora, ou seja, eu sei fazer uma puta prospecção. Eu sei gerar muito resultado. A gente melhorou muito produto porque a gente tinha que cavar. Então...

Por exemplo, se eu melhoro a minha mentoria a ponto da pessoa amar e querer indicar pra outras pessoas ou pegar um referido e ser muito fácil, porque eu gero resultado rápido pra ela, ela fica feliz com aquele resultado, eu melhorei o meu produto e, ao mesmo tempo, eu me tornei muito boa em pegar referido. Isso significa que o meu negócio, ele pode sustentar todos os próximos negócios que eu vou fazer, porque eu sei fazer isso. Se entra no tráfego, fica preguiçoso.

Se entra, não tô falando que é ruim. Tem que ter um tráfego, a plataforma tá mais cara, fui eu que fiz um anúncio merda. Então a gente sempre puxa a responsa pra gente, o que eu controlo. E aí, a partir do momento que ficamos muito bom nisso, ficamos muito bom no conteúdo orgânico, porque eu começava a medir. Aí chegou num ponto que era assim, eu sei que esse conteúdo, eu vou gerar tanto leads com ele.

Ficou bem previsível, assim. Eu comecei a, tipo, tiro de sniper, assim. E aí, o Lua fala, caraca, é verdade. Eu vou gerar ali de que fatura de 100 é 200 mil aqui, nesse daqui. Então, e aí, quando a gente foi pro tráfego, com todo esse know-how de produto, de tudo que gera venda, de fazer todo o processo comercial, cara, é num nível, assim, da gente fazer... Vou pegar um número fictício, você me arruma se estiver errado. Mas, por exemplo, seis vendas...

de 150 mil reais através de menos de 3 mil reais de tráfego. Por quê? Porque o anúncio foi tão bem feito, com dores muito específicas de como a gente resolve pro público exato

E o processo a gente já tá muito bom em fazer, que o resultado no tráfego foi muito melhor, entendeu? Então, eu vejo que a gente não teve que capinar e aprender o que ia funcionar de leads no tráfego, gastando dinheiro. A gente fez isso sem gastar dinheiro. Aí você tem que... Aí tem que ter paciência. Aí é uma pressão. Aí você tem que... É, você tem que querer muito...

Tem que querer muito. Mas é o melhor jeito, porque durante muito tempo a galera ensinou que não, vai lá, faz isso, isso, isso e o resultado vai vir. E a gente sabe que não é. E às vezes a gente nem sabe identificar por que não veio. Ah, você já deve ter passado isso, você já deve ter passado isso. É porque você fez isso errado. Ah, é porque quando você abriu o carrinho, estava dois minutos mais cedo. Você fala, não, meu irmão. É muito difícil achar, sabe? A gente faz sempre comparação entre um lançamento e o anterior. Muda tanta coisa de um para o outro, cara.

No meu caso, mercado financeiro, você pega lançamento de curso de cripto, que a gente já fez, acho que foram oito. Quando era 100k? Então, quando o Bitcoin está muito barato, que é o melhor momento para o cara comprar, geralmente as vendas são pífias. A gente já fez o maior lançamento de cripto e a gente faturou 6 milhões. E no pior...

que foi quando o Bitcoin estava 20 mil dólares, ele chegou a cair para 16 mil dólares. Então, foi um ponto de compra excepcional. Você estava assim, vai, gente. Cara, era o melhor momento. Para comprar. 400 mil, entendeu? O pessoal tinha que aprender. Então, veja. É, vê a volatilha. E não é assim. Viver de renda sempre foi uma escadinha. Muito mais previsível.

Já o de cripto, não. Primeiro foi 6 milhões. Depois, caramba, o próximo vai ser quanto? Veio 3, porque o Bitcoin caiu um pouco. Depois veio 400 mil. Fala, pô, esse negócio aqui nem vale a pena vender esse curso. O Bitcoin, depois que o meu só subiu, fez 3 milhões. Então, depende muito de mercado. De modo que você não sabe se o que você acertou, o anúncio estava melhor, o criativo estava melhor. Não, era o interesse do pessoal que subiu muito. Então, o preço subiu, entendeu?

Por isso que eu entendo o que vocês falaram, de entender o seu mercado, o seu público. Eu, quando faço um lançamento ruim hoje, eu fico na dúvida quanto ao momento, o que está acontecendo. Mas se eu olhar para dentro, eu sei exatamente o que eu fiz errado.

Porque eu já fiz vários lançamentos. E eu sei o que eu fiz e o que deu certo, o que converteu. E às vezes a gente vai se distanciando do beabá do arroz com feijão porque a gente já fez tanto aquilo que a gente fala ah, não preciso mais fazer isso. E é exatamente aquele arroz com feijão que fazia a conversão. Então eu acho que para nós produtores que estamos há muito tempo no mercado vira e mexe a gente cai nesse erro de não fazer o básico.

que sempre dá certo e sempre deu, e que eu acho que continua dando. Agora, a gente falou várias... Por muitos minutos aqui, a gente falou do quanto que ser autêntico, ser real, trazer a sua personalidade faz diferença. E eu acho que o início era muito disso, porque a gente não tinha outras armas. E aí, a gente acaba errando, querendo fazer menos, se acomodando e tudo mais. Então, para quem está há mais tempo no mercado, eu acho que esse é um dos principais erros, apesar do mercado ter mudado muito.

de ter mais oferta, das coisas estarem mais difíceis de fato. Mas a gente também torna mais difícil, porque a gente acaba não fazendo. Você acaba meio que acostumando com o processo. E você deixa de lado detalhes importantes. A energia que eu colocava quando não tinha de dar conta era diferente. Então eu tô com fogo no olho ali pra fazer o negócio acontecer. Pra pagar o boleto. E eu vou dar um jeito. E aí eu acho que essa energia... Por isso que eu acho que o orgânico é tão interessante. Eu bato muito nessa tecla. O orgânico, ele reage de acordo com a sua energia.

Então assim, quando eu faço um lançamento, eu falo, gente, eu sei se o lançamento vai ser bom por conta dos directs que eu tô recebendo. Não é quantas pessoas estão ao vivo. Não é... Sim, eu também sei. Eu sei como que vai ser quando eu vejo os directs. Se as pessoas estão mandando, tipo, Duda, que dia que abre o carrinho? Duda, não sei o quê. Quando esse movimento tá grande, é orgânico. Não é quantas pessoas estão na live. Então, e aí isso reflete na nossa energia. Porque eu sei, quando eu vejo esse movimento acontecendo, isso me cresce. Isso me alimenta.

E eu performo melhor também. Então é algo que se retroalimenta ali, né? Falando dessa questão de número de seguidores, no TikTok isso é irrelevante. Número de seguidores é irrelevante porque a pessoa busca o interesse e não o número de seguidores. E o vídeo do cara pode ser mostrado para um milhão de pessoas ele tendo zero seguidores.

Zero seguidores. E é interessante que no TikTok, quando ele começa a entender que você, sei lá, gostou do vídeo de uma pessoa, começa a aparecer muito o vídeo daquela pessoa pra você e você começa a achar que aquela pessoa é famosa. Porque como tá aparecendo muito, você pensa, não, tá aparecendo pra todo mundo. E aí, esses dias eu entrei no TikTok de uma... Doze irmãs que produzem conteúdo lá, porque aparecia muito pra mim.

A hora que eu fui ver 15 mil seguidores, eu... Ué, gente, eu achei que elas eram, tipo, blogueiraças, muito grandes. E, na verdade, ela tem poucos seguidores, mas os vídeos entregam para quem demonstra interesse. E o orgânico, ele, para mim, assim, para além de tudo, né? Quando a gente fala dos custos de um negócio digital hoje, além do tráfego pago, a gente tem a questão das APIs, que antigamente não eram consideradas. Isso não era um custo que a gente tinha. Hoje a gente coloca no custo do projeto. Então, aumentam muito os custos. O que são as APIs?

mensagens que você precisa mandar no WhatsApp, utilizar número oficial pra você evitar de que as pessoas hackeiem a sua lista de contatos, vendam pirataria, enfim. Então hoje é um custo alto que eu tenho, por exemplo. Eu parei de usar grupo no WhatsApp por causa disso. Sim. Já há muito tempo aqui no grupo, acho que a gente não usa, tem sei lá, uns três anos. Nossa, faz tempo. Porque o mercado encarou como anormal, alguém vai entrar no teu grupo de WhatsApp e dar golpe. É.

Emiti uns boletos falsos lá. Eu falei, cara... Mas pra você não ter o grupo do WhatsApp... Aí fui pro Telegram. Aí cai a conversão. Dane-se, eu tô pensando em 20 anos de negócio, não num lançamento, entendeu? Sim. Mas vocês usam o grupo do Telegram hoje? Usa, grupo do Telegram. É, hoje o que eu vejo muita gente fazendo é não tem mais grupo.

Não tem mais o grupo, mas tem a API. E aí você gasta um dinheiro com a API para você poder mandar as mensagens para as pessoas. Então, o custo de lançamento, enfim, vendas digitais, aumenta por conta do tráfego, por conta, esse ano, temos algumas questões aí, tem eleições, tem Copa do Mundo, aí tem API, tem custos de projeto que você não tinha antigamente. E o orgânico, ele entra muito, assim, para... Eu tenho paz na alma, quando eu trabalho bem no orgânico.

Porque o orgânico me ajuda a validar as minhas ideias, a entender se aquela narrativa que eu estou construindo para aquele lançamento, ela está interessante, ela gera movimento. E o que eu faço no orgânico influencia diretamente na conversão que eu tenho no lançamento. Então, hoje, eu vejo muitas pessoas utilizando estratégias de tráfego que até o conteúdo é distribuído com tráfego. Então, eu crio um conteúdo para distribuir no tráfego. Aí, esse primeiro conteúdo é para atração. Aí, daqui a pouco, ela recebe um segundo vídeo que é para nutrição. Aí, o terceiro vídeo para não sei o quê. O conteúdo...

É no tráfego. E a minha equipe teve uma época que veio com as ideias assim, né? Da gente implementar isso. E eu comecei a ver o alcance orgânico caindo drasticamente. Depois que a gente implementou isso de distribuir muito conteúdo com essas fases no tráfego pago.

Chegou novembro do ano passado, dezembro do ano passado, eu falei assim, gente, seguinte, tinha uns dois meses que a gente estava implementando isso, eu não estava gostando do resultado. Falei, gente, seguinte, dezembro, final do ano, me dá 30 dias. Desliga essas campanhas aí, me dá 30 dias. Deixa eu trabalhar orgânico aqui para ver como que vai ser. E foi um mês que a gente ganhou, assim, cresceu em base de seguidores, 40 mil seguidores orgânicos, 100%.

Sendo que a gente estava gastando muito ali no tráfego. Então é isso, o tráfego te deixa preguiçoso. Porque se está rodando no tráfego, não precisa ir tão bem no conteúdo. É acomodado, né? Te deixa acomodado. Você conta com uma ferramenta externa, né? Eu já fiz uma experiência aqui no grupo. Faz tempo isso, mas eu estava desconfiado que a gente estava fazendo tráfego e vendendo só para quem já ia comprar. Aí falaram, não, não tem como estar acontecendo isso, entendeu? Não dá para você medir, não sei o que. Eu falei, tá bom, então próximo lançamento vou usar zero de tráfego. Aí todo mundo, não, veja bem, não sei o que. O único que me apoia foi o Thiago, falou.

O que tem a perder, né? Um lançamento, cara. Vamos fazer um monte ao longo do ano. Vai lá, faz. Eu faturei a mesma coisa do lançamento que a gente fez anteriormente com o Trafo. Aí você voltou. Chupa! Eu trabalhei muito mais. Tá na reta, cara. Você quer saber? Acho que não comprei menos. Você trabalha mais, trabalha mais. Às vezes você faz um conteúdo melhor, você aparece mais vezes.

O Bruno mandando a galera não comprar, né? Não compra, me ferrei aqui, não compra. Gente, gente, gente, deu bom. Tô discutindo com o time aqui, ninguém... Mas o conteúdo também, acho que falta as pessoas entenderem que ele não é uma coisa que você tá construindo pro hoje. Tipo, você tem que construir...

Não sei. Ó, outra coisa que você falou lá do começo, né, de funcionar. Cabeça de longo prazo. Tipo, isso sempre me salvou de muita enrascada. De muito hype momentâneo, tendência. Eu nunca fui a pessoa que fica, tipo, mudando o meu conteúdo a cada semana. Porque fulano tá fazendo e viralizou com esse conteúdo. Eu vou fazer esse, eu vou fazer aquele, eu vou fazer aquele. Eu sempre pensei assim, o que eu quero no longo prazo? Como é que eu quero que a pessoa me veja? Que sentimento que eu quero que ela tenha com relação a mim? E que relação que eu quero que ela tenha comigo?

Então, o conteúdo, você está construindo marca, que é um ativo intangível que vai ficando muito valorizado ao longo do tempo. Hoje em dia, eu posso ser mais preguiçosa, não que eu seja, em vendas, porque a minha taxa de conversão é quase um para um.

É tipo assim, eu mando uma mensagem, a pessoa vai me responder em 20 minutos e vai me mandar uma mensagem no WhatsApp. Tipo assim, é muito fácil pra mim. Por quê? Porque eu tenho muitos anos que eu tô construindo essa confiança. Pra eu poder mandar uma mensagem, a pessoa responder na hora e comprar. Eu já fiz venda, como que foi? Não, é absurdo. Eu já fiz venda, eu já fiz venda, tipo isso, venda de um ticket muito alto. Que eu literalmente chamei a pessoa, ela me mandou mensagem, eu liguei pra ela de vídeo e fiz a venda em tipo 20 minutos.

Então, isso... Tipo assim, foi impressionante. E isso... E o Lu, assim... Eu falei... Oh, my God! Aí, eu... Era só fazer isso? Vamos fazer um filho nessa mulher. Não, não foi isso, gente. Foi um dia que eu engravidei. Poxa, eu achei que eu tinha que meter o shape. Mais três vendinhas dessas. Ficar bonita. Era só vender tão rápido assim na sua frente. Mas é verdade. Eu meto umas vendas dessas, e ele... É que nem quando ele para o carro só com uma mão, eu fico... Ali do lado.

Mulher é muito barata, né? Tipo, eu tenho que vender sei lá quantos mil pra ele me achar sexy. Aí ele para o carro e eu fico... Psicologia, Bruno. Mas isso vem de uma construção que eu falo. Eu tenho o privilégio de poder fazer isso hoje?

Você ainda não tem, às vezes. Porque eu não tive durante muito tempo. E eu não quero que você tenha agora. Não, eu tinha que produzir. Tinha que fazer um processo muito mais longo. O meu processo de venda é encurtado. Porque eu não tenho que explicar quem sou eu. Porque a pessoa já sabe. Isso é verdade.

Então pensa também em construir isso no longo prazo. Com certeza. Sabe, não só número, mas qual é a relevância e impacto que você tem pra aquele número. Porque quando você cria um conteúdo que é você, a pessoa justifica pra ela que ela não pode parar de te seguir, porque ela só encontra aquilo ou daquele jeito em você. Então tem gente que, sei lá, me segue há 10 anos.

Pô, a pessoa me viu na escola, me viu conhecer o Luan, me viu, tipo, engravidar do primeiro filho. Galera que segue vocês há muito tempo. Viu tudo, viu toda a jornada. Aí viu a T.P., aí viu vocês engravidarem, aí vê a família agora. É um vínculo que a pessoa... É a pessoa da família. É, você não é alguém que ela deixa de seguir. Mas pensar isso no longo prazo, pra construção de negócio, eu acho que...

Pô, você não sabe o quanto isso vai te economizar depois de dinheiro, de tempo, de tudo? Eu concordo. Eu acho que é justamente cair na cilada, né? É tipo o influenciador que vai fazer bet. Cara, a sua confiança, você perdeu ali, ó. Você demorou anos pra construir e aí tu perde do nada porque você se vendeu, literalmente, né? A gente tava conversando aqui agora, antes do podcast, a minha dúvida.

falando sobre... Eu sou influenciadora e hoje um dos meus trabalhos principais é como influenciadora. E tem várias coisas que hoje estão dando dinheiro, por exemplo, links na plataforma, que você tem que entender se faz sentido para a sua audiência, para o seu branding e para o que você vai vender no futuro e o que você está construindo. Então, por exemplo, hoje em dia, dá muito dinheiro você colocar lá os links da Shopee. Para a minha audiência, que é uma audiência um pouco mais qualificada, que é uma audiência um pouco mais qualificada.

talvez o da Shopee não seja o ideal. E não coloco. Depende de como você faz. Você tá colocando, né? Depende de como você faz. Não, eu fiz três dias. Depois a gente conta o que eu fiz. Depois eu quero saber. Gente, para com isso. Mentira, já pegou. Algumas amigas minhas estão colocando, por exemplo, o link do Mercado Livre. Que aí você olha, putz, talvez o Mercado Livre passe um pouco mais de credibilidade. Então tenha mais a ver com o que eu tô construindo.

Não sei, é o tipo de coisa que parece tolo, mas que faz diferença no final da linha. É, eu acho que depende de como você faz. É, acho que depende muito de como você faz. A gente tem o Yezer, né, que é um dos nossos melhores amigos. E ele é o cara do back da filiação.

É, apesar dele. Tem seus problemas também, mas é um cara muito massa. A gente ama ele. É sacanagem, gente. E ele começou a falar isso de afiliado, tal, de afiliado. E eu falei assim, mas é o seguinte. Eu tenho várias amigas que estão fazendo muito dinheiro. Deixa eu te falar. Eu vendo produto, tipo, ultra-retivo. Meu posicionamento é outro, mas...

No story, eu não posto quase story. E as pessoas amam ver dia a dia. E aí eu falei, deixa eu entender, porque eu tenho muito preconceito com Shopee. Pra mim era assim, compra uma caneca, vem uma mini caneca. Eu achava que era só bosta. Quando você comprou o porta-panetone? Não, foi da Bela. Não, foi aonde? Qual loja? Foi Shopee.

Cara, porta panetone aquilo lá foi ridículo. Ah, eu acho engraçado, maluco. Que no final você comprou. Foi o primeiro. O primeiro a como? Ele cabe um pedaço de panetone. O merda. Mas olha o lado bom. Mentira. Você pode indicar pra outras pessoas e não ser enganada. Mas foi uma pessoa do Instagram que...

que foi lá, fez a propaganda, olha o Porto Panetone. Daí eu falei, pô, ela tá aqui, eu sigo ela. Vou comprar. Aí eu comprei e falei pro Bruno, minha primeira compra na Shopee. Aí chegou a casa, era um porta-queijo, em vez de um Porto Panetone. Era um Porto Panetone, do Panetonezinho, entendeu?

A mulher gravou bem na frente. Eu quase comprei um pai em Antônio. Eu acho que mandaram outro pra ela e outro pra mim. Eu acho que o vendedor que mandou errado. Ou não. Ou ela fez a propaganda com o que enviaram. Porque depois eu até olhei a medida. Eu olhei. Porque falaram pra mim. Eu falei no Instagram. Eu falei, gente, não é possível. Me enganaram e tal. Errei e tal. Eu nunca mais compro na Shopee. Não tenho nada contra Shopee. Tudo certo. Vai que um dia eu faço, né?

Esse cancelamento recente muda as pessoas, né? Não, eu não sei realmente. Mas eu acho... Aí me falaram, Malu, você comprou errado. Vai lá e olha as dimensões. E eu olhei e a dimensão que veio estava escrito no produto. Então o erro foi meu, entendeu? Só que a pessoa que vendeu falou que cabia um panetone. O panetone dela, porque os lados de casa que a gente compra...

Não cabia se fizesse assim, você pega o negócio e se espreme. Aí você vai todo lado. Não cabia metade do painetone. Enfia o negócio lá. Então, e aí o que eu falei pra ele é assim, a marca pra mim sempre vem acima de tudo. E isso eu falo pro time, tipo, a imagem Isabela e marca Isabela vem acima de tudo, porque senão não tem emprego de ninguém aqui, tá? Então assim, a gente defende isso. Ah, mas tem dinheiro na mesa.

Foda-se! Se vai prejudicar a minha marca, eu nunca vou fazer. É o que eu falei, tem dinheiro que não. Eu sempre deixo dinheiro na mesa. Primeiro que todo mundo tá deixando, sempre. A gente sempre tá deixando. Se você não tá agora, sei lá... Indo ali, vendendo um negócio pra aquela pessoa, você deixou dinheiro na mesa. Mas por quê? Porque eu tô fazendo outra coisa que pra mim faz mais sentido. Mas a marca sempre vem antes. E aí, o que eu falei com ele? Eu falei assim, eu tenho preconceito com a Shopee.

Porque eu achava que era só coisa merda. Até eu entender que a Shopee virou um marketplace, assim como o Mercado Livre, assim como o Amazon, que tem fornecedores bons e fornecedores ruins, importados e nacionais. Então tem fornecedores que são do Mercado Livre, porque a gente ama o Mercado Livre, né? Mercado Livre, meus recebidos. Se não tem meu recebido no fim do dia lá, meu dia fica cinza. Eu acho que a média de compra da Malu no Mercado Livre, como quando ela compra, ela compra várias coisas, é mais de um produto por dia. Não, claro que não, amor. Mas Malu, Malu... Malu...

Não é, eu vou te mostrar aqui agora. Mas é que o mercado livre é um... Mas eu não tô reclamando. Ela abraça, ela abraça. Eu não tô reclamando, porque eu falo pra ela assim, puta, falta não sei o quê. Em 24 horas ela é em casa. Não, aqui você tá doido. E é satisfatório. Às vezes é um cabo, às vezes é um...

Ó, eu comprei uma pomada de bunda da TT, 18 de março. 12 de março eu comprei uma luz, porque me venderam. Foi maravilhoso, cliquei no link da pessoa, dei dinheiro pra ela. Ainda comprei a luz do dia lá, que depois, inclusive, eu vou botar essa luz lá no meu Instagram, link pra você. Você já bota, filhada. É boa pra cacete essa luz. Aí, ó, dia 11, 12, 11. Tá, 11, 10. 10, que eu comprei. 10.

O Bruno tá agitando bem mais essa tela aí. Foram duas compras, tá vendo? A mesma compra. Dia 10. Dia 4. Dia 3. Dia 3. Não, fevereiro foi mais movimentado. Não, não foi de uma. Mas a Malu compra bastante do Mercado Livre. É porque eu não compro. É a empresa que ela mais consome. Eu sou uma pessoa que sou muito difícil de comprar. Essa é a verdade. Sou uma mulher. Você compra por necessidade. Eu compro por necessidade, literalmente. E vocês veem que boa parte da compra aqui é tudo da TT. A fralda da TT.

Aí uma luz pra mim. Aí o ferro da TT. Sabe esse negócio de esposa troféu? Eu falei, você é no máximo uma medalha. Você não gasta dinheiro? Tudo da TT, olha só. Aptamil, sabonete da TT, o ferro da TT, tudo. É só coisa chata, é. Não é coisa legal. De comprar. É uma goia. Maravilhoso. Eu não sou nem medalha. Eu sou esposa o quê? Ah, Isabela também é muito econômica.

É uma esposa. Nada, nada. O que eu ganho? Ontem até a Maia falou, por que o papai não gosta tanto de você? Eu falei, quê? Você acredita, mãe? Se prepara, viu, cara? Aí ela falou assim... É, eu falei, por quê? Eu fiquei meio na nóia, né? Eu falei, ele gosta de mim, eu acho que ele me ama. Aí eu chamei ele, ó, fala, repete. Aí ele, não, filha, o papai ama a mamãe. Eu sou louco pela mamãe, eu vivo pela mamãe. Aí ela...

Mas você não dá coisa pra elas, ou faz coisa pra elas. Eu falei, você vai comprar flores e me dá na frente dela. Do nada, do nada. É presente, mano. É presente. É presente. Do nada seu mundo cai, tá ligado? Você vai ter que comprar coisa. Ela começou a chorar, tá? Ela começou a chorar. Me dá um carro hoje. Pra ela é importante, você já sabe. Me dá presente hoje, na frente dela. Mas tipo assim, no mercado livre, às vezes eu só preciso alimentar o meu consumismo. Aí eu compro, sei lá, uma régua de tomada.

Ele não liga pra coisa, ele liga pra compra. Compra, é. Ele é consumista. O que me move é a compra, entende? Ele gosta que chegue, é um cabo. Você precisa apertar o botãozinho. Tem alguma coisa que chega em casa. Abriu o pacote, né? Ele gosta assim, qualquer coisa que precisa. Deixa comigo, deixa comigo. Deixa comigo que eu compro. Um cabo, não dá prazer. Eu gosto de coisa prazerosa. Tipo, comprei os acrílicos pra organizar a gavetinha do quarto do dono, sabe? Mas peraí, que isso aí é uma merda também.

É porque você não viu como ficou a gaveta com os acrílicos. Ah, tá. Pra organizar lá as traguinhas. Não, eu não falei que é compra, mas também é uma compra que é. Não, pra mim, o tesão da compra melhor é quando eu não preciso fazer nada. Eu só preciso clicar. Por isso o mercado livre é bom. Ela adora o mercado livre. Porque eu não preciso preencher nada.

Aí, se eu tiver que comprar, por exemplo, tive que comprar um negócio lá pra TT também, que não tinha no Mercado Livre. Eu procurei, porque eu não queria. Eu pago mais caro pra eu não precisar preencher. Aí, tinha que preencher. Eu fui lá, bota o nome da casa. Não, essa tecnologia de compra com um clique é tão boa que a Amazon criou isso, né? Eles patentearam e durante um tempo só eles podiam usar. Os outros tinham que ter dois cliques.

Aí depois caiu a patente, né? É, no TikTok é um clique também, né? E agora, pessoal, eu tenho uma última pergunta, mas eu acho que ela deve ser a mais importante pra quem está assistindo aqui. Eu queria saber como vocês começariam hoje. Inclusive, eu quero colocar duas hipóteses.

E numa delas, vocês podem começar, inclusive, de uma maneira, assim, vamos dizer, com menos escrupulos morais, por exemplo. Porque eu vi que tem uma tendência de perfis feitos por IA. E geralmente são perfis de mulheres criadas na IA bonitas, né? E o pessoal quer vender o quê?

Um OnlyFans, alguma coisa assim. E deve dar muito dinheiro, porque tem um monte de perfil. E você entra lá nos comentários, é um monte de tiozinho, né? Linda, não sei o que eu falo. Meu Deus, cara, não percebe nem o que é Iá? Tinha um que era uma soldada da PM, teoricamente, né? Ela tirando foto, mas a foto num espelho no meio da rua. Não tinha nem nexo aquele negócio. E nos comentários, você é tudo o que eu preciso. Vem fazer segurança aqui em casa. Eu falo, caralho, cara. Tava lá, o perfil começou em janeiro desse ano. Exato.

É antiético que você pegou dinheiro de um cara meio safadão? É uma discussão. Você tá vendendo luxúria pra homens. O cara ia comprar em algum outro campo. Ele já tem a luxúria nele. Mas o negócio é que você tá enganando o cara, né? Porque ele acha que é uma pessoa real. Mas não vai mudar nada. Ele não vai pegar essa mulher? Pra ele é só uma foto. Tem uma que é o The Rock de peruca, pô. Já viu esse? Gente, eu não sei o que eu tô defendendo. Não faria isso nunca.

E fica adicionando as coroas no Facebook. E os caras... Já veio, teve um cara que é o fake do The Rock, de peruca. Conseguiu fazer o cara falar bolinha de golfe. Ah, eu amo esse, amor. Eu vou mandar pra você. É esse nível que a gente tá falando. Não, não, mas eu vi esses dias que o cara... Parece que ficou famoso um cara tocando guitarra. Eu mandei pra Malu. As meninas de anime.

Era japonesa ou chinesa? Começou a dar muito engajamento, mulheres tocando baixo, tocando guitarra, sem mostrar o rosto. É, mas eram tipo japonesas. Elas usavam sainha, não sei o quê. E tocando bastante assim. Aí teve um perfil que começou a crescer muito com isso. E o maior perfil disso era de um italiano que tocava baixo aparecendo, né? Começaram a falar, pô, aquela mulher é melhor que você, não sei o quê. Um dia a mulher falou, vou revelar quem eu sou, vou mostrar meu rosto. Aí quando mostrou o rosto, era o italiano de peruca.

Ele passou um ano construindo Quem cresceu mais rápido, não sei o que O perfil da mulher tocando baixo misteriosa Que era ele cresceu muito rápido Interessante isso Mas por que que, não tem nada a ver Não, mas eu queria saber como vocês começaram Como é que vocês começariam E como é que uma pessoa sem escrúpulos Pode ganhar dinheiro na internet Hoje usando IA, por exemplo

E aí, eu nem sei por que eu falei isso. Acho que é um baita de um tiro no pé, né? Esse tipo de coisa. Eu acho que não é muito bom. Eu acho que é assim. Mas é porque se você é curioso... Supostamente. O Luan tá vendo muita coisa de lavagem de dinheiro, tá? Eu tô assistindo uma série de lavagem de dinheiro. Eu assisti uma de bicheiro e uma de lavagem de dinheiro. Eu falei, por que eu escolhi o caminho do bem? Eu sei o escrupulo, você é qual. Você abre... Não, brincadeira. Eu vou te falar uma coisa que eu ouvi outro dia. Não precisa falar, gente, se comprometer nesse nível. É, não vamos falar isso, não. Mas vou dar um outro exemplo.

Teve um cara que ele mandou, ele botou a IA pra criar boletos e mandou pra tipo duas mil empresas pra ver o que aconteceria. E o povo pagou. E um monte delas pagou. Sim. E o cara conseguiu ganhar milhão assim, cara. Meu Deus. Pois é. Bruno, para que você tá dando ideia? Teve um cara que fez isso lá atrás e mandava boleto pra Facebook, Amazon, não sei o que. Ele conseguiu milhões ao longo de alguns anos até vir. Eu já paguei um boleto desse.

uma vez. Eu fui uma delas. Mas era um boleto que era, tipo assim, da Receita Federal. Ah, a sua encomenda está travada na Receita Federal. E pra desbloquear, você tem que pagar esse boleto aqui. Era, tipo, 30 reais. Eu falei, ah, paguei. Nem sei que encomenda que era. Eu já recebi um desse quando eu fui comprar na Amazon o meu protetor de orelha. Aí vinha lá de fora.

Aí quando eu fui comprar, logo depois chegou um e-mail e eu falei, cara, eu comprei na Amazon, né? Só que a Amazon mesmo já tinha avisado que não ia chegar nada. Aí quando chegou, eu pensei, cara, os caras conseguiram linkar minha compra com a Amazon, chegou lá e eu procurei depois informação e vi, não, isso aqui é falso, é golpe. Sempre que acontece alguma coisa assim, eu mostro pro Bruno. Eu acho que o Bruno não paga. Deve ser impossível de cair em golpe. Ah, é difícil. Você deve ser impossível. É difícil.

E eu também não caio. Quarta para aquelas animações do tipo Goku, né? Eu estou com problemas, paga esse boleto para me ajudar. Sabe o que eles fazem? Ou essa faixa preta mágica do Mica Galvão. Foco, termina o assunto para a gente... Mas então, uma coisa que acontece muito de golpe também, o pessoal que vai registrar a marca. Eu lembro que lá atrás a gente foi registrar a nossa primeira marca do INPI. Assim que eu dei o registro de marca, chegaram tipo uns cinco boletos meio e meio. Eu fui ver, nenhum era verdadeiro.

Era todo mundo que, de alguma forma, conseguiu se linkar ao INPI e mandava uns boletos, mas era isso. Era boleto de 100 reais, 150. Aí você pensa, tem que pagar. Aí você vai lá e paga. Na verdade, você está dando dinheiro para um falsário. E hoje, com o Inhácio... Que merecidamente ganhou. Que merecidamente. Mas vamos lá, o caminho ético. Não do bicheiro, por exemplo. Como vocês começariam hoje levando em consideração o cenário de hoje no marketing, a inteligência artificial, todas as redes sociais? O que vocês fariam para começar?

Eu posso. A gente vai ter a nossa autoridade, nossa imagem, nossa construção. É do zero. Nem contatos. É igual o povo gosta de falar isso. Eu não tenho dinheiro, não tenho contatos. Ah, porque com contatos, eu tenho vocês no contato, né? Tem muita gente, a gente tem muita gente no contato. A teamwork vale dinheiro, né? Se você é uma pessoa legal. Porque se eu só conheço vocês, mas não é tão assim, não é mais uma coisa, entendeu?

É que a gente é amigo. Pode começar. Eu acho que hoje em dia eu iria para algum SASS, alguma coisa, com o IA, aliada, resolver uma dor muito forte. E acho que eu iria mais nichado hoje. Tipo, sei lá, enfermeiros. Você criar um serviço para um certo nicho. É.

Com o IA. Com o IA, que resolvesse uma dor muito latente. Assim, ah, todo dia a enfermeira tem que dar a entrada da nota. Um exemplo. Eu ia pegar alguma especificidade que dá pra resolver com o IA, barato, de um jeito simples, e iria, acho que, SASE criação de conteúdo ali. Porque a recorrência é muito boa, a dependência tem muita coisa que não tem o problema resolvido ainda, por mais da onda da IA. Quantas coisas do seu dia a dia você fala, pô, podia ter um negócio aqui que fizesse isso, sabe?

E tem isso em todo lugar. Eu estou vendo agora, a gente tem um braço hoje lá de SaaS para resolver os nossos problemas, que resolvendo nossos problemas específicos, a gente vai levar para os outros. Então hoje eu acho que é o melhor. A gente não precisa de muita gente. O LTV é alto, o valor de mercado é alto, equity se funcionar é alto. Então hoje eu acho que eu iria por esse caminho.

Valeu? Foi bom ou você foi ruim? Foi ótimo. Achei muito legal. Foi bem conciso. Foi bem conciso. E encapsulado com propaganda do Drauzio Varela.

Essa seria a segunda forma. Essa não seria a próxima. Estava muito sério, né? Porque eu amo. Sem estrupulos. Tem gente que faz isso, né? Pô, o Flávio Passos, também nosso amigo, que é o Pura Vida, sofre com isso, cara. Já tentou vender com a imagem dele. E aí, pô, eu compro na Pura Vida? Eu confiava muito no Flávio. Cara, se esse negócio tá aqui, é o mais puro que tem, é o melhor em termos de matéria-prima. Era mais caro. E eu comprava.

ele construiu essa imagem o pessoal pega e cria umas páginas bota lá a foto dele e vende um resveratrol que é só farinha eu iria nesse se eu fosse pro caminho errado eu iria nesse não façam isso em casa a gente acabou um tempo falando sobre a construção farinha caso eu fosse alguém ruim caso eu fosse alguém que começasse do zero que eu não tô, eu faria sem escrúpulos é assim, zero ok

Eu tô pensando, eu sou muito movida a objetivo final, então não saber o objetivo final e só começar do zero, eu acho que a gente vê tanto caminho que pra mim é difícil. Então eu vou, sei lá, tipo, eu vou trazer, mas não sei. Entende? Depende do objetivo que você tem, talvez o caminho que eu falo seja uma merda. Mas se eu não tivesse nada, eu tenho a vida que eu tenho. Então eu tenho os filhos, o meu marido e a nossa casa. Não, você não tem filhos pra facilitar, porque... Me dificultou, me dificultou. Deixa eu ter filho.

Tá, então beleza. Eu tenho filho. Você acha que ter filho facilitou? Não, ela já... Começar do zero? Ela já tem já o cenário. Ela não sabe como é que vive sem filho. Deixa ela. Ah, mano, eu acho que... Tá bom, mas beleza. Vamos lá, com filhos. Pra isso facilitaria, entendeu? Eu opinei sem filho, tá o meu.

Eu criaria... Primeiro, eu ficaria completamente obcecada por controlar a criação de conteúdo. Então, tipo, como fazer bons conteúdos? Porque a primeira fase de criação de conteúdo não é a estratégia. É que a estratégia vende mais, entendeu? Eu fazer um curso de estratégia vende muito mais do que um curso de como adquirir as habilidades necessárias pra se dar bem em conteúdo em qualquer época. Porque essas habilidades são habilidades que vão vir com volume de conteúdo e tempo de vida, né? Tipo, quilometragem, assim.

Então, eu falo, hoje em dia, você falar, cria um conteúdo pra isso, com esse objetivo pra isso, isso e isso. É muito rápido pra mim, porque eu tenho muito recurso. Tanto de comunicação, de eu não preciso escrever roteiro, eu sei fazer um bom gancho, eu sei formato de conteúdo e tudo isso. Então, eu ia ficar muito freaky em ficar boa nisso e produzir muito conteúdo da minha vida. Falando sobre experiências da minha vida, mas mostrando principalmente rotina.

Porque aí, eu mesmo sem ser muito famosa nem nada, se eu crio uma comunidade forte ali… Mas ia ser num volume absurdo. Tipo, eu ia criar um seis por dia. Tipo, seis Reels por dia, seis TikToks por dia. Eu ia viver em função disso. De rotina, como mãe e tal, e mostrar. É muito mais fácil você construir audiência, que você não tá vendendo nada. E eu ia colocar links em stories. Ou ia criar coisas pra fazer link em publicações.

Se o meu foco fosse… Porque isso dá um dinheiro rápido até, né? Então é uma forma… Com certeza eu ia tirar, tipo, no primeiro mês, eu ia tirar no mínimo, tipo, 15 mil reais. O que é dinheiro pra cacete, na minha opinião. Eu acho o caminho mais fácil pra criar renda se eu não dou nada. É que a gente não tem muito tempo de falar do caso. É, porque, por exemplo, eu acho muito legal uma construção de uma mentoria, ensinar outras pessoas aquilo que é o teu caminho e que gerou valor. Mas se você não criou nada e não tem um…

você não é um case de sucesso. Eu acho errado, eu acho antiético você fazer uma mentoria, que você tá pegando dinheiro da pessoa pra algo que você nem sabe fazer, entendeu? Eu não acho antiético, porque ela tá oferecendo e compra quem quiser. Desde que ela não engane ninguém, né? Se vendendo como alguém com muito sucesso. Normalmente engano. Aí que eu acho que entra o antiético, entendeu?

É que ela falando a verdade, se conseguir vender, é mérito dela. Agora vai ser muito difícil vender sem ter construído nada. É óbvio que tem alguém que construiu menos que você, que você consegue ajudar e pavimentar ali. Mas no caminho que tá, assim, de mentoria, eu acho que tem muita gente antiética, que nunca teve negócio e vende, compreu um negócio ou administrar um negócio. Mas enfim, então se o meu objetivo fosse fazer dinheiro, gerar uma renda e continuar vivendo minha vida com liberdade, com os meus filhos e a minha família, eu iria por esse caminho, mas sempre pensando em que tipo de marca eu sou.

E não só vídeo de rotina, porque é isso que as pessoas fazem. Eu sou qual? Eu sou qual mãe? Eu sou qual esposa? Eu sou qual mulher? O que eu represento? O que eu penso? Quais são meus interesses? Provavelmente, eu amo filosofia. Então, seria algo que eu traria, sabe? Filosofia, leitura, outras dicas. Mas eu ia monetizar através de links que… De coisas que estão dentro da minha rotina. E aí, onde que entra o como fazer isso? Você tem que fazer isso preservando sua marca.

construindo contexto. Então, do nada, fica... Ó, link disso, link disso, link disso. Eu acho que fica muito fubangão, assim. Tipo, a pessoa perde total a credibilidade pra mim. Mas se você tem contexto... Por exemplo, a gente foi montar a casa de Sorocaba. Eu tive que comprar tudo do zero. E eu comprei coisas que foram uma merda na Shopee. Horrível. Tipo, espátula que caiu. Aí, óbvio que eu não coloco o link. A pessoa, cadê essa espátula? Eu falei, gente, é uma merda. É tudo minúsculo e é ruim. Mas comprei coisas muito boas. Era pequenininho também?

Era pequenininho. Não era pequenininho, mas era pequeno. Tipo, era uma espátula que ao invés de ser assim, ela é assim, entendeu? E aí, eu não coloco o link disso. Uma criança, tipo, brinquedo? Me dá o link que eu vou comprar pra Tetê. É, vai, vai. Porque foi 70 reais. Foi 70 reais com 12 peças de espátula. Tá vendo?

Só que é pequeno. Ah, mas duas de perto da criança poderia ser legal. Poderia ser legal. Só que, assim, eu não coloquei o link porque não foi bom. Mas tiveram coisas muito boas. TVzinha portátil. Ah, mas comprei uma TVzinha lá. Mano, muito foda. A gente comprou duas. Uma pro escritório e uma pra ficar lá. Porque realmente foi bom. Escreve assim. Esse é o link do Bruno que tá aqui embaixo.

Vou botar lá no meu Instagram. E eu vou mandar um link. E eu faria diretamente da Shopee. Coitada, eu nem sou afiliada, nem ganho, nem é meu trabalho. Mas porque na Shopee tem uma lógica que você ganha muito mais, entendeu? Do que outras plataformas. A comissão é mais alta lá, é isso? Não, a Duda tava me explicando. É que na Shopee, de acordo com... A pessoa entra no seu link, nos próximos sete dias, qualquer compra que ela fizer na Shopee, você ganha comissão. Caramba! Não só do produto que você... Então se você ensina a pessoa a comprar... Mudou de opinião. E eu acho que ensinar... E as pessoas compram coisas.

Então, eu acho que ensinar a pessoa a comprar também é parte do meu conteúdo. Ensinar como não cair. Porque se ela vai comprar outras coisas que não são as que eu tô indicando, eu tenho que ensinar como que ela não compra uma merda. Porque senão ela perde a credibilidade à Shopee e eu não vendo mais nada. E eu não compro mais nada. Mas, enfim, eu faria ou esse caminho ou se eu precisasse ganhar dinheiro rápido. Se eu não precisasse ganhar dinheiro rápido... Você tá desempregada?

Eu iria pra isso. Você quis filhos. Agora você se lascou. Você quis. Então eu faria esse caminho e eu ia construir muito conhecimento nesse caminho enquanto eu tô fazendo dinheiro, pra conseguir ensinar outras pessoas a fazerem esse sistema de afiliação. Outras mães também que querem ficar com os filhos. Criação de conteúdo. Eu ia ficar ninja em criação de conteúdo, porque aí eu consegui pra outros caminhos. Porque eu já fiz transição.

Tipo, eu já fui a menina do e-commerce que tinha loja de roupa pra ser a que fala de conteúdo e posicionamento e construiu. E pra que fala de comercial e negócios também. Então, eu sei que dá pra transicionar. Então, eu faria essa transição de evolução da minha imagem, mas com uma consciência de longo prazo. Só que no curto prazo, eu ia ganhar muito mais dinheiro. Então, sei lá. Eu gostei muito desse caminho. Por que eu ia falar isso? Eu acho que uma pessoa que quer começar sem ter seguidor, sem ter nada, a melhor plataforma é o TikTok.

Porque lá um vídeo que você faz bem feito, um milhão de pessoas podem ver. E aí, como tem que ganhar dinheiro rápido, né? Porque no YouTube eu já vi vários canais muito bons que eu comecei a acompanhar assim. Falei, pô, esse cara produz um conteúdo bom, tá postando semanalmente. E aí, do nada, para de produzir. Porque o cara não ganha dinheiro. Que é difícil. E aí, a vida apertou o olho. Cortou, porque é difícil fazer o conteúdo lá. Porque você tem que pagar o boleto. Se ele ganhasse conteúdo porque ele tinha um produto, alguma coisa pra oferecer, não só o Edison, talvez ele continuasse. Então, ganhar dinheiro rápido pra você se motivar a fazer mais, isso é ótimo.

Se dá para ganhar isso colocando link de produtos lá da Shopee, Mercado Livre, etc. Sem passar a perna em ninguém, é maravilhoso. É um ótimo caminho, um ótimo caminho inicial. E no seu caso, Duda? Capsulado de farinha também? Quem sabe. Entre as varelas. Não, escolhe outro. Escolhe outro rosto.

Eu gosto bastante desse caminho que a Bela falou também. Mas é que no TikTok realmente existem algumas saídas de você fazer dinheiro mais rápido. Mas eu não visualizo uma coisa do tipo, ah, daqui cinco anos eu vou estar fazendo isso. Sim. Então, de lá… Seria só um pouco isso mesmo. Tem uma galera que fica no TikTok seis, sete horas por dia fazendo live. Vendendo produto ali, colocando… É muito trabalho, tá? O povo acha que não estão trabalhando. É trabalho pra casa.

Mas ao mesmo tempo, eu penso, se a pessoa ficou seis horas por dia fazendo live ali, ela poderia estar no CLT e ganharia menos. Então, se ela realmente se dedicar a fazer isso, ela vai ganhar dinheiro, faz dinheiro. Só que ao mesmo tempo, a pessoa tem que ter uma desenvoltura ali. Que aí é a questão da prática, da quilometragem que ela vai tendo ao longo do tempo. De saber gravar bons vídeos, de desenvolver bons ganchos, bons CTAs. Saber mostrar o produto da forma certa. Então, eu também desenvolveria bastante essa habilidade.

Não só a estética, mas em relação a copy do conteúdo, como mostrar e desenvolver essa questão do produto em si. Então, o TikTok Shop é uma boa saída para quem está pensando no curto prazo. Uma outra ideia que eu gosto bastante, que é um mercado que está crescendo muito, é de UDC, o GC. São as pessoas comuns que não têm muitos seguidores e elas são contratadas por marcas para gravar vídeos orgânicos.

E elas ganham por esses vídeos. Então, é diferente de você contratar uma influenciadora. Porque a influenciadora, ela tem uma autoridade. Ela vai postar no Instagram dela. Vai usar a sua rede social. Nesse caso, eu não vou usar a sua rede. Eu vou usar o seu rosto, a sua imagem. Para promover o meu produto. E tem muitas pessoas também faturando 5, 10, 15 mil por mês. Utilizando esse meio do UGC. Então, são duas coisas, inclusive, que você pode fazer ao mesmo tempo. Você poderia trabalhar como UGC creator. E ao mesmo tempo, desenvolver aqui o braço de afiliação e tal.

Agora, eu me colocando no meu lugar, pensando assim, o que eu, de fato, faria? Eu começaria criando um produto de etiquete mais alto, criaria, sei lá, me comprometeria a fazer 30, 45 dias de conteúdo, bem focada em construção de autoridade, e venderia um produto de, ali, sei lá, 5 mil reais, 10 mil reais, para vender para poucas pessoas. Então, minha meta é vender esse produto de 10 mil para 3 pessoas.

Eu começaria indo para um produto de ticket mais alto e não para o ticket baixo. Porque o ticket baixo dá uma dopamina constante. Sempre que cai a vendinha ali, é legal. Mas no volume, se você tem poucos seguidores, você não pode investir em tráfego, você pensa na realidade da maioria das pessoas também, que elas fazem uma jornada dupla. Ela tem uma profissão, ela tem um trabalho.

Só que ela tá construindo algo aqui, né? Uma jornada dupla. Eu iria pra esse lado, assim. De produzir um conteúdo e vender um produto de 5 mil, de 10 mil pra menos pessoas. Mas se você tá do zero, o que você vai ensinar?

Isso que me pegou, entendeu? Isso que me pegou. Ela tá do zero do zero. Ela tá pensando... Ele tirou tudo da gente. Ele tirou tudo da gente. Por exemplo, vamos supor, eu lá me colocando lá no meu lugar quando eu era iniciante na advocacia. Eu venderia uma mentoria de como passar na UAB. Você não começou vendendo uma coisa sobre organização de estudo? Era isso lá atrás, né? O primeiro produto que eu vendi foi isso. Como se organizar pra estudar na UAB. Então, ah, eu não consigo ensinar nada sobre advocacia, mas eu posso ensinar sobre como estudar pra UAB. Que legal.

Ah, pô, eu quero reiterar. A minha não teve nada a ver a minha resposta. Eu gostei da sua. A sua foi a legação. Eu achei. Só que eu não tenho essa inteligência pra fazer isso. Eu só não escolhi a dele. Não, mas ele me deu o desafio. Não é inteligente. É mais complexo. O pessoal foi no caminho de produção de conteúdo. E você deu um outro caminho pra você poder utilizar a internet pra vender, né? Um canal de distribuição. Eu não sei. Não, não. Assim, só em reiterando o que elas falaram. Eu não sei se do zero, hoje em dia, eu teria temperamento pra lidar com a pressão. Por exemplo, de um low ticket, assim.

Tipo, essa pressão, sabe aquela pressão de tá no meu conteúdo, tá dependendo de mim? Você tá do zero, você aguenta qualquer pressão, mano. É verdade. Você tá do zero, você não tem porra nenhuma, você não tem dinheiro. Vou manter minha resposta e o encapsulado. Do zero não passa, assim, né? E eu iria pra um... Eu iria bem lixado, assim, também. Ao invés de falar sobre marketing, eu falaria marketing para médicos, sabe? Eu iria pra um público bem específico.

É, foram respostas boas. Eu tinha um pensamento parecido com a linha da Bela, porque eu acho que realmente para quem está do zero e tem que fazer um dinheiro rápido, o TikTok com essa questão de você poder usar links de plataforma seria um caminho muito bom. Mas assim como a Duda falou, também não acho que tem que ser o seu plano para fazer isso durante cinco anos, dez anos.

Eu vejo muita gente no digital... Construir audiência, né? Exato, fazer outra coisa. Depois que você sabe fazer um negócio, você vai fazer outras coisas. Esse é o ponto. Aprender a vender online é um caminho sem volta. Você pode mudar pra caramba o seu negócio até encontrar. Eu só daria uma dica pra quem começar a ganhar dinheiro assim pra não elevar o seu custo de vida rápido, porque acho que é uma grande armadilha. Infelizmente, vocês já devem estar vendo isso nos bastidores, mas tem muita gente que fez bastante dinheiro com o digital um tempo atrás, que hoje não faz mais a mesma coisa.

Só que o cara vive igual um rei, que ele se acostumou a fazer aquilo. E quando isso acontece, a gente já vê que o jogador de futebol, o ganhador do BBB, é um caminho que ele leva à ruína, né? É, e as coisas começam do mesmo jeito que elas começam. Elas podem sair do nada, as pessoas podem parar de clicar nessas coisas, porque, ah, perdeu a relevância. Ou mudou, né?

Mudou. Acabou de acontecer, né? Essa mudança dos links, agora que as pessoas estão ganhando comissão, isso, sei lá, tem um ano no marco. Inclusive, a gente quer saber quanto você ganhou. Seis meses. Então, do mesmo jeito que começa, daqui a pouco passa onda as pessoas. Igual o anúncio. Quando começou a aparecer, a gente olhava os anúncios. Hoje em dia, chegou um anúncio, a gente passa. Porque a gente não tem mais paciência para aquilo. Então, vai saber como o cenário vai mudar ou não.

Eu sei que se eu estivesse começando do zero, eu pegaria alguma coisa no digital. Eu não sei o quê, mas como a Duda falou, pô, tem cara que faz live seis horas por dia. Pô, é fácil? Não, mas é muito mais difícil trabalhar no CLT. Ficar um tempão lá no escritório, pegar a condução, etc. Então tem muito caminho para o pessoal ganhar dinheiro ainda pela internet, né? Eu acho até que hoje eu estou muito mais preguiçoso do que lá atrás. Eu lembro do que o Bruno do passado fazia. Eu falo, cara, olha como é que era produtivo. Nossa, eu olho o que a Isabela, grávida da Maia, fez. Pois é.

Em contração de parto, eu entreguei três horas de aula. Mais uma parada. Tipo, eu olho, eu falo assim, mas sabe quando? Mas nunca. Hoje não precisa mais. Agora, se precisasse, começando do zero, gravar 50 reels por dia... Faria, suave. O Cariani fala isso, cara. O Cariani acha que ele grava três vídeos por dia. Só que ele tá no topo, né? Ele é o tigre dente de sabre do mundo fitness. Talvez não tenha sido o melhor exemplo, porque ele foi extinto, tigre dente de sabre. Mas ele é o topo da cadeia alimentar. Ele é o leão do mundo fitness. Vamos botar assim.

e contanto que não caiu um cara desse ele tá no topo e grava três vídeos por dia só que ele fala cara, o gráfico é muito fácil eu tô andando, tô gravando tô treinando, tô gravando então ele tornou muito fácil a tarefa de gravar a ponto de poder ser ultra produtivo você vai falar alguma coisa? sim não, exatamente isso a gente tá muito nesse processo principalmente no último ano que o marketing ele dava essa impressão que acertei aqui um, dois anos resolveu a minha vida e a vida é

é muito longa a gente tá vendo agora, né? Então a gente tá encontrando modelos de negócio. A gente foi pra venda, que é uma parada que mudou muito nossa autonomia, nosso futuro e tudo mais. A gente tá construindo outros braços que caibam ali, porque a gente viu que, pô, às vezes você vencer 3, 4, 5, 6 anos não garante nada.

Então, eu discordo, cara. Tem muita gente que fez um dinheiro em dois anos que resolve a vida mesmo. Desde que a tecnologia é comum. Mas a gente cometeu o erro no começo de quando a gente entrou no marketing digital de achar... Foi esse. De deixar a gente muito caro, a nossa qualidade de vida muito cara.

A pressão ficou muito alta. A pressão ficou muito alta. As coisas mudaram. Aí você toma decisões que não seriam as melhores, exato. E hoje em dia... A cabeça começa, né? E hoje em dia, tipo, eu olho assim, a gente diminuiu muito. A gente simplificou muito a nossa vida. E a gente barateou muito a nossa vida. Pra que a gente tivesse aquela lógica da Havan lá, né? A empresa rica do no pobre. E hoje em dia, tipo, a nossa empresa é muito rica.

E a gente não é pobre, mas a gente vive uma vida tranquila que eu olho e falo, cara, não precisava. Primeiro que não precisava de tudo aquilo. E segundo que a segurança que a gente tá construindo no longo prazo é outra vida. Mas eu acho que às vezes, se você não tem alguém que... Ou se você não tem o perfil de aprender com o erro do outro, eu agradeço de ter me ferrado com pouco.

Tipo, era muito dinheiro, mas era pouco em comparação com o dinheiro de hoje, sabe? Porque se fosse hoje, ia estar muito perdido se fizesse dinheiro. Iam ser dívidas e dívidas depois. Não, ia ser uma dívida doída pra sair, sabe? Então isso é muito real. E o nosso mercado estimulava essa loucura, né?

Então, de contratar muito e de gastar muito e ter que ver, ter que morar na casa pra vender. Eu falava, mas não quero. E o avião? Um avião. O avião é agora a moda do helicóptero, né? Todo mundo anda. Eu morro de medo de altura. E eu vejo que nesse caso de você construir da sua vida...

É até bom você não mudar tanto a sua vida, porque senão o público, ele fica meio… Ele se distancia. É, exato. Então, você vai melhorando uma coisa ou outra, mas se você vai muito distante do nada, você vira um luxo, pra aquela pessoa é ruim. Então, você pode até manter aquela persona por mais tempo e não precisar mudar. No marketing digital, parecia que você tinha… Porque parecia que era milionário e você acabou de começar, sabe? Então, essa maturidade… Você mesmo. Vocês são podres de rico.

E vocês são suaves, mas sempre foram assim, né? Eu conheço o cara que tem um vigésimo de vocês e, tipo assim, já tá fazendo loucura. Eu já faço a gente. Até sinto você às vezes e falo, olha o Bruno, olha o Bruno. É que essa loucura realmente, ela engana, tá? Porque aqui em Alphaville eu já caí no conto da Porsche já. O Bruno é... Você comprou uma Porsche? Não. É uma seringa? Eu vi um pessoal de Porsche e pensei, pô, esses caras estão fazendo dinheiro bom no digital. E aí depois, quando eu conheci mais a pessoa...

Descobri que ele só tinha Porsche. É, cara. E um monte de vídeo. Tava alavancado pra comprar Porsche. É. Foi, porra, loucura. É a imagem que a pessoa vende, né? Loucura. Loucura. Sim, vambora, amor. Mas temos que ir, né? Sim. Eu tô com filho doente em casa. A gente fala pra caramba. Eu tô agindo como se... Mas, pessoal, pra quem quer aprender mais com vocês, deixem as redes todas, podem falar dos projetos, a casa de vocês. Meu Instagram e as redes sociais como um todo são dudavieira e arroba mariaeduarda sv. Muito bom.

O meu é Isabela Mate, Isabela normal com S1L só. Mate é que nem o Chamate, M-A-T-T-E. E aí, você me acha em tudo. No podcast, e aí, se você for empresário ou empresária e quiser a nossa ajuda, também, link de formulário de aplicação de mentoria tá tudo lá. Então, TikTok, podcast, YouTube, tem todas as plataformas. A gente tá lá ajudando. Eu vou ser acho pelo dela mesmo. O meu é Luander Lain Assis.

Só o Instagram e a muitas duras penas eu brigando com você. E o podcast agora? E o podcast, tem um monte de coisa lá. Vocês fazem juntos o podcast ainda ou mudou? Não, mudou. Eu tenho o meu e ele tem o que é... Ninguém é mais moleque. Óbvio, né? O meu é... Mas assim, eu recomendo não ouvirem.

Eu não estou pronto para esta audiência. Eu viajei em alguns episódios lá. Não parece com esse aqui. Por favor, eu não estou pronto. Gente, eu não estou. Eu tenho que apagar algumas coisas lá. Essa é uma chamada muito boa. O pessoal vai lá e ouvir, né? Não, gente, tá falando absurdo. Vocês encontram a gente aqui semanalmente no canal dos sócios. Sempre com um episódio novo para agregar vocês de alguma forma. Também me encontram no arroba maluperine lá no Instagram.

Vocês me encontram no YouTube Você Mais Rico, vídeos semanalmente, aqui no sócio no Instagram, Bruno Anelane Perini. Pra quem assistiu nosso, muito obrigado pela audiência, aos convidados, obrigado pela presença, espero que voltem mais vezes. E é isso, gente. Um grande abraço e até a próxima. Beijos.

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