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Em nova reunião, governo reforça apelo aos EUA contra tarifaço e cobra acordo bilateral

14 de julho de 20263min
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Integrantes do governo afirmam que sobretaxas são injustificáveis e defendem negociação. Anúncio das medidas é esperado para esta quarta-feira.

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Participantes neste episódio1
S

Samanta Klein

ReporterJornalista
Assuntos2
  • Tarifas Americanas BrasilReunião com representantes do comércio americano · MDIC · Itamaraty · USTR · Acordo bilateral
  • Política de Tarifas de TrumpCaráter injusto das sobretaxas · Trabalho forçado · Investigação do USTR
Transcrição4 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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SKSamanta Klein

Samanta Klein tem informações ao vivo de Brasília, as reuniões para tentar barrar o tarifação americano contra o Brasil, que a princípio passa a valer essa semana. Oi, Samanta! Oi, Débora, Carol! De fato, previsão aí de passar a valer a partir de amanhã, saindo esse resultado aí da chamada investigação do USTR, o representante comercial dos Estados Unidos. Hoje ocorreu mais uma reunião com representantes do comércio americano.

As equipes do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, o MDIC, também do Itamaraty, além da assessoria especial do presidente da República, participaram então, se reuniram com Jameson Greer, que é justamente o representante de alto nível, né, do comércio dos Estados Unidos. O que que foram apresentadas ali mais argumentos do Brasil. Foi reiterado o que o governo chama de caráter injusto da aplicação das recomendações já divulgadas, ou seja, aquelas sobretaxas de 25%, além dos 12,5% para o que se chama de falta de medidas para evitar aí trabalho forçado.

Esses 12,5%, lembrando aí, para uma lista de 60 países. Então, numa nota agora do Ministério da Indústria e Comércio, O que que o texto diz? Como já demonstrado pelo governo brasileiro, nenhuma das razões apontadas na Seção 301 justificam a aplicação das tarifas recomendadas. E ainda prossegue: cumprindo a orientação do presidente Lula, reiterou-se que a aplicação de qualquer sobretaxa se mostra injusta e não é o caminho para que possamos vir a formular um acordo bilateral mutuamente adequado.

Então, o que que se espera, né? O prazo para o anúncio das medidas e da lista de bens expostos à recomendação termina amanhã. Então há uma previsão aí de anúncio, mas esta nota do governo não explica o que que foi já colocado pelo governo americano como o que realmente deve ser taxado. Com vocês. Obrigada, Samanta, pelas informações.