Episódios de Política

Marcola deixa campanha de Lula para focar na própria defesa e evitar respingos na corrida eleitoral

05 de agosto de 20262min
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O ex-chefe de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, pediu nesta quarta-feira (5), para deixar a campanha à reeleição do presidente Lula, focar na sua defesa e evitar respingos na corrida eleitoral.

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Participantes neste episódio3
C

Carlos Alberto Sardenberg

HostJornalista
C

Cássia

HostJornalista
M

Marco Aurélio Santana Ribeiro

ConvidadoEx-chefe de gabinete de Lula
Assuntos3
  • Elton coordenador de campanha LulaMarco Aurélio Santana Ribeiro·Campanha de reeleição de Lula·Empréstimo de lobista·Roberta Luxinger
  • Investigações Lulinha· PoliticaLudmilla·Tráfico de influência·Polícia Federal·STF
  • Pressões políticas sobre o caso VácoraFlávio Bolsonaro·Fraudes do INSS
Transcrição6 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro

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MAMarco Aurélio Santana Ribeiro

Boa tarde, Sardenberg, a você, a Cássia, a todos que nos acompanham. É isso mesmo, ex-chefe de gabinete da Presidência da República, Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, pediu nesta quarta para deixar a campanha à reeleição do presidente Lula e focar na sua defesa, além de tentar evitar respingos na corrida eleitoral. A informação foi confirmada pela CBN com uma fonte do PT. A decisão ocorre um dia depois do presidente Lula ter cobrado explicações e Marcola ter admitido empréstimo de R$249 mil da lobista Roberta Luxinger.

Ela é amiga pessoal de Fábio Luiz Lula da Silva, Lulinha, como é conhecido o filho do presidente, e investigada pela Polícia Federal por suspeita de fraudes em aposentadorias do INSS. Marcola, que é conhecido por ser uma pessoa de confiança de Lula, já havia deixado o Planalto há duas semanas justamente para atuar na campanha, afirmou em Jota nesta terça que o repasse foi um empréstimo pessoal já quitado. O ex-assessor de Lula colocou sigilos bancário e fiscal à disposição da Justiça para comprovar o caráter da transação financeira.

Também em desdobramento das investigações, o ministro Flávio Dino do STF, a gente lembra isso, autorizou a abertura de um terceiro inquérito contra o Lulinha. A pedido da Polícia Federal, ele será investigado por suspeita de tráfico de influência. Lulinha já é de outros dois inquéritos no Supremo sobre a Dataprev e o Ministério da Saúde. A defesa afirmou receber a decisão com tranquilidade e sustenta que o empresário não tem relação com irregularidades.

Enquanto isso, aqui em Brasília, o caso alimenta embates políticos e o pré-candidato à presidência da República, senador Flávio Bolsonaro, tem utilizado o episódio para tentar ligar Lula às fraudes do INSS. Já a base vem associando Flávio Bolsonaro ao caso. Sardenberg.

?Voz D

Muito obrigado. Essa informação da Rede Veloz.

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