Eleições 2026: indefinições marcam a reta final das convenções partidárias
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
Paulo Niccoli Ramirez
- Propaganda PoliticaPedido de voto antecipado · Uso de inteligência artificial · Justiça Eleitoral e punições · Bolsonaro · Apoio de Ciro Gomes a Flávio Bolsonaro
- Convenções partidárias· PoliticaPrazo para convenções · Registro de candidatos · Indefinições políticas
- Candidatura Flávio BolsonaroBusca por candidata mulher · Polêmicas com Michele Bolsonaro · Retirência de partidos de centro · Caso Banco Master · Cabalismo Cristão
- Fragmentação da direita e estratégia de LulaDefesa do Bolsonarismo e Jair Bolsonaro · Candidaturas de direita fragmentadas · Unificação da esquerda em Lula · Estratégia de Lula para São Paulo · Tarcisio de Freitas · Gestão de Marina Silva · Relacoes EUA-Ira · Lucas Verissimo
- Governo Lula e popularidadeCaso Banco Master e Jacques Wagner · Investigação Lulinha · Empresa de derivados de cannabis · Superfaturamento de serviços
- Situação do PT em Minas GeraisImportância do estado · Reflexo da campanha nacional · Decisão eleitoral
— Anúncios inseridos dinamicamente —
Estamos a 4 dias do prazo para os partidos fazerem suas convenções para definir os candidatos à eleição desse ano. Depois, os partidos têm ainda mais 15 dias para— aliás, tem até o dia 15 de agosto para registrarem os candidatos que vão disputar as eleições no TSE e também nos tribunais regionais eleitorais. E ainda estamos com algumas indefinições, algumas discussões importantes. E vamos permanecer neste assunto agora com o cientista político Paulo Nicole Ramírez, que é professor na ESPM, também na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. Seja muito bem-vindo, professor.
Boa tarde, tudo bem? Eu agradeço, Leandro, o convite. Agradeço também a toda a organização e todo mundo que nos acompanha.
Eu que agradeço pela participação aqui no Show da Notícia. Queria começar já com uma informação deste sábado. Porque o presidente Lula, participando da convenção da Federação Partidária do PT lá na Bahia, ele lá no discurso fez um apelo para que os apoiadores votem nele. Então ele falou assim: depois que vocês votarem em deputado estadual, votar em deputado federal, votar em senador, votar no Jerônimo, que é o atual governador, né, se sobrar um pouquinho de voto, vote em mim, que eu agradeço a todos vocês a lembrança.
Só que a legislação eleitoral estabelece que a propaganda eleitoral, pedido de voto, só pode acontecer depois do início oficial da campanha, 16 de agosto, né? O que que pode acontecer a partir daí? Claro que você não é um especialista em direito eleitoral, né? Mas essa questão vai acabar aparecendo várias vezes, já apareceu também, né, na convenção partidária de Flávio Bolsonaro, quando Jair Bolsonaro apareceu com um vídeo de inteligência artificial também demonstrando apoio ao filho?
Olha, acho que é importante a gente observar as decisões anteriores em outras eleições da Justiça Eleitoral, quando geralmente são aplicadas multas, às vezes a perda de alguns segundos, minutos, né, na própria TV. Mas eu diria que a Justiça Eleitoral, ela tá muito mais de olho na recorrência, na repetição desses atos, né. Então, mesmo com a questão do uso da inteligência artificial por parte da campanha do Flávio Bolsonaro, A tendência é que a gente jamais tem uma anulação de uma candidatura por conta disso, a não ser que a própria justiça faça o alerta, né, puna, né, com alguma multa, alguma perda de horário ou algum tempo, né, de TV ou rádio.
Mas a justiça eleitoral, por tradição, tem esse hábito, né, primeiro avisa, multa, e apenas na recorrência, né, na repetição desse ato é que se isso ocorrer, é que uma candidatura poderia ser bloqueada, cancelada, né? Então a tendência é que a gente tenha em relação a esse ato que você citou seja de uma multa, na melhor das hipóteses.
Professor, e a inteligência artificial, né, que é algo que a gente vai começar a ver num nível nunca antes visto, né, nesta eleição?
É, sobretudo com a campanha de Flávio Bolsonaro, porque seu pai Jair, ele está incomunicável, né? O Alexandre de Moraes deixou claro que ele não deve participar do processo eleitoral. Isso cria uma diferença imensa em relação ao que aconteceu com Lula, né, em 2018, enquanto esteve preso. Mas vale dizer que os petistas deixaram uma série de gravações do Lula de apoio a deputados, senadores, candidato à presidência, que era o Haddad, antes mesmo do Lula ser preso.
Então, nesse caso, a legislação não conseguiu pegar isso. Nada impede de usar um vídeo pretérito, digamos assim, um vídeo do passado. Agora, no caso do Flávio Bolsonaro, a situação é mais complicada, né, já que O próprio Jair Bolsonaro, seu pai, perdeu os direitos políticos, né? Isso afasta de fato da vida política. Além de que a tentativa de romper a proteção ali no tornozelo, a famosa tornozeleira, né? E a questão da arma também recentemente achada pela polícia nas mãos de outro indivíduo que pertence a Bolsonaro, isso piora a situação do Jair Bolsonaro, né?
Mas por outro lado, essa restrição do próprio Flávio Bolsonaro deve incentivar, senão a própria campanha do Flávio usar a inteligência artificial, outras pessoas, né, cidadãos comuns criando imagens do tipo. Agora, o alerta foi dado, né? A defesa do PL e da campanha do Flávio Bolsonaro disse que ainda não estávamos no período eleitoral. Que era só uma mensagem de apoio. Mas a legislação da Justiça deixa muito claro que é preciso usar uma marca d'água informando ao eleitor de que é uma montagem.
E o problema central é usar inteligência artificial para difusão de notícias falsas, né? Eu acho que esse é o ponto central, que não foi o caso do Jair Bolsonaro, né? Precisamos ser honestos com isso, era apenas uma manifestação de apoio, claro, com críticas ao PT, o atual governo, Mas não necessariamente uma distorção da realidade, que é o objetivo principal da criação dessas restrições com o uso de inteligência artificial. O que não pode é usar, de fato, uma imagem de Bolsonaro, Lula ou qualquer outro candidato com o objetivo de atacá-lo ou criar um apoio falso a um candidato que seja adversário, qualquer coisa do tipo.
Mas por enquanto nós não vimos isso. Apenas o simples uso da imagem de Flávio Bolsonaro, do Jair Bolsonaro, com a sua voz. Mas a defesa, como eu disse, do Flávio Bolsonaro argumentou de que o período eleitoral propriamente dito, com as chapas fechadas e definidas, ainda não começou.
Mas já é um primeiro teste então para o Tribunal Superior Eleitoral, né? E a campanha nem começou, como você frisou. Bom, e a gente tem algumas indefinições importantes É como eu disse, com o prazo quase que acabando, é agosto agora para definir quem vai ser candidato, quem vai ser o vice. E aí eu chamo atenção para vice de Flávio Bolsonaro, né? Surpreende essa dificuldade aí para achar uma mulher como ele quer para ser vice dele?
São duas dificuldades, né? Primeiro deles, a primeira delas na verdade, é encontrar uma candidata mulher diante de todas as polêmicas que o Flávio se envolveu nas últimas semanas, sobretudo a disputa com a esposa de Jair Bolsonaro, a Michele Bolsonaro. Então isso afastou bastante o eleitorado moderado, que não é nem direita nem de esquerda, mas é muito sensível, já que o público maior desse eleitorado moderado são as mulheres, e é muito sensível a falas indelicadas com as mulheres.
E isso teria acontecido com Flávio Bolsonaro, né, dizendo para Michele que ela não entendia nada de política, ao mesmo tempo que ela, a Michele, adquiriu muito espaço na mídia, né, e deve ser candidata pelo menos a senadora. Agora, outro problema que o Flávio tem é que os partidos de centro estão muito reticentes em declarar apoio formal à candidatura de Flávio Bolsonaro por conta do Banco Master. Não se sabe exatamente qual é a dimensão desse estrago e dessa relação, mas que certamente já afeta a campanha de Flávio Bolsonaro, né.
Pesquisa após pesquisa Ele tem caído um pontinho aqui, outro ali nas intenções de voto, mas ao mesmo tempo os partidos ficam reticentes porque eles têm muito medo de terem a sua imagem associada ao Flávio Bolsonaro, se é que já não esteja envolvido, né, e a situação piorar. Ao que tudo indica, existe uma espécie de acordo nos bastidores de Brasília, o que significa dizer que esses partidos de centro não têm e não estão declarando de fato apoio formal ao Flávio Bolsonaro é exatamente para que essa investigação da Polícia Federal seja lançada ou o seu aprofundamento seja feito após as eleições, depois que muitos deputados e senadores estiverem com foro privilegiado e não tenham mais dificuldade de serem processados.
Então, ao que tudo indica, existe essa perspectiva, ou seja, um afastamento temporário da campanha do Flávio Bolsonaro, a não ser que ele chegue no segundo turno. O que deve ocorrer, mas os partidos não querem se envolver no miolo do furacão, que claro envolve o próprio Flávio Bolsonaro, né? Não querem atrelar a imagem de candidatos a deputados, senadores e governadores à imagem dele. Consequentemente, se não tem nenhum partido de centro querendo promover esse apoio formal e declarado, ainda mais aumenta a dificuldade de se escolher uma mulher como vice, porque ela viria exatamente desses partidos, que é o caso da Tereza Cristina, né, que tem sido especulada.
É, e nesse caso específico tem a questão partidária justamente, e também dos interesses regionais, né? A gente tem o Ciro Nogueira, que é o presidente do Progressistas, que tem o seu interesse lá no Piauí, não quer ter o partido atrelado diretamente a Flávio Bolsonaro, porque no Piauí quem costuma ganhar é Lula.
Exato. No Rio de Janeiro também, né, existe essa indefinição se o PP, salvo engano, vai ter ou não vai ter um candidato próprio, né. O Garotinho vai, não vai ter apoio de outros partidos de centro, do próprio Flávio Bolsonaro. Então existem essas indefinições, mas isso ocorre porque com a impossibilidade do Jair Bolsonaro participar dessa campanha A direita se fragmentou muito. Comparemos, por exemplo, na campanha eleitoral, o fato de que só há um candidato de esquerda.
PSOL, PDT, PT, Partido Verde, o próprio PSB, todos esses partidos, entre outros menores, estão unidos. Os grandes partidos e médios partidos de esquerda, né, de centro-esquerda, estão unificados na campanha do Lula. Com a ausência de Bolsonaro, essas candidaturas de direita se fragmentaram, com Caiado, Renan Santos, embora seja de um partido que tem acabado de surgir, né, o Missão. A mesma coisa com Zema, do Partido Novo, né, que não tem conseguido ganhar folha.
Agora, a tendência é que no segundo turno esses partidos de centro declarem apoio a Flávio Bolsonaro, primeiro pela perspectiva, né, de serem absolvidos, ou então as investigações da Polícia Federal serem reduzidas em relação ao caso Vorcaro, né. E creio que o clima do segundo turno deverá ser bem tenso em relação a esta situação específica do Banco Mastercard.
Pois é, quanto que esse caso já influenciou na eleição que ainda não começou, né, na campanha que ainda não começou, professor?
É, a este respeito são enumerados sucessivos erros da campanha do Flávio Bolsonaro, né, não só pela questão do tarifaço, né, mesmo que ele diga que não tenha contribuído com esse novo tarifaço do Trump contra o Brasil, bastaria seguir a cronologia dos fatos, né? Uma semana depois de Flávio Bolsonaro visitar Trump na Casa Branca, a própria Casa Branca anunciou o retorno dos tarifações, né, que passaram a vigorar novamente agora nessa última semana.
E aí depois, antes disso, né, durante esse processo, o caso Master. E aí as próprias pesquisas falam por si próprias, né? No início do ano O Flávio Bolsonaro tinha bastante gordura, diga-se de passagem, se aproximou de Lula. Em algumas pesquisas se mostrava que ele chegava até mesmo a ultrapassar o atual presidente no primeiro ou no segundo turno. Mas depois do caso Borkar, depois do novo tarifação, e pior, dessa, desse atrito com Michele Bolsonaro, pesquisa após pesquisa, né, as suas intenções de votos têm caído, né, o que mostra que houve uma desorganização.
Ainda não tem vice-presidente, é componentes, candidatos de direita também fazendo ataques à figura do Flávio Bolsonaro. Então faltou uma coesão, uma estratégia unificada da direita para conseguir deter a reeleição do Lula.
E por outro lado, a gente tem a oposição usando também investigações da Polícia Federal para tentar atingir o presidente Lula. No caso do Banco Master, temos aí o envolvimento mais direto de Jacques Wagner. Tivemos mais revelações essa semana, inclusive desse caso, ele dizendo que tá tranquilo em relação a esse assunto, que vai se defender. E também a investigação, já mais de uma investigação contra um dos filhos do presidente Lula, o Lulinha, que aí não tem relação com o caso Master. Mas é também uma possibilidade de impacto na campanha do próprio presidente?
É, o que o Lula tentou fazer desde o início foi isolar o Jax Wagner, né, o retirou como líder, né, no Senado do partido. A ideia é jogar esse problema nas costas do PT, especificamente do Jax Wagner, na Bahia, né, especificamente, né, e não nacionalizar esse assunto. E novamente volta o assunto também do filho do Lula, né, o famoso Lulinha. Ele precisa ser investigado, né, se tem tons de Lava Jato, né, porque de fato, ao que tudo indica, ele participou de uma licitação com uma empresa para o Ministério da Saúde, né, com tratamentos relacionados a derivados da cannabis.
Até aí não há nenhum problema em relação a isso. A questão é ver se ele, na condição de filho do presidente, teve algum benefício, se houve superfaturamento desses serviços, né, praticados pela empresa do Lulinha, que tem um sócio, diga-se de passagem. E precisa ser investigado, né, porque até certo limite nada impede que um filho de algum político tenha uma empresa e participe de uma licitação. Agora, como essa licitação foi feita, se ela foi superfaturada ou beneficiada pelo simples fato de ser filho do Lula, é isso que precisa ser analisado pela justiça.
Caso sim, obviamente que isso vai prejudicar a campanha do presidente Lula. Tem impressão que não há tempo suficiente para o desfecho dessa situação, mas só o fato dela ser ventilada, né, na mídia já é o suficiente para gerar é um certo mal-estar na candidatura do presidente Lula.
Estamos conversando com o professor Paulo Nicole Ramírez, cientista político, professor na ESPM, na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo. E neste sábado tivemos a confirmação da candidatura de Tarcísio de Freitas à reeleição, convenção do Partido Republicano, com a participação de Flávio Bolsonaro e elogios de Tarcísio a Jair Bolsonaro. Ele disse a Flávio: amamos seu pai, sem fazer questão de esconder Jair Bolsonaro, apesar da rejeição ao presidente aqui em São Paulo.
Exato, né? Alguma, alguns órgãos de imprensa deram até também conta de que quando Flávio Bolsonaro foi discursar agora na convenção do Tarcísio, muita gente se retirou, né, aqui em São Paulo quando foi feita essa convenção. No entanto, a estratégia do Tarcísio é manter uma coesão com Flávio Bolsonaro, é o seu candidato à presidência, e com isso tentar alavancar sua candidatura. Por isso mesmo que o Lula trouxe sentinelas para tentar reduzir esse voto casado entre Flávio Bolsonaro e Tarcísio.
Coloca como candidatas ao Senado Marina, assim como também a Tebet, embora não sejam do PT, que são de centro, né, com a intenção de atrair esse público mais moderado, que é o que predomina aqui em São Paulo e decide as eleições. Assim como também o ex-ministro Haddad, que dificilmente vai vencer a eleição, mas ele tá muito mais não para vencer, mas para tirar votos do Flávio Bolsonaro, nessa perspectiva de voto casado, né, entre Tarcísio e Flávio, né.
Então Lula colocou uma tropa de elite para tentar reduzir os danos da campanha e possível vitória, virtual vitória do próprio Tarcísio, né, reduzindo essa diferença que o Tarcísio tem, já que a popularidade dele é alta, né, um governo relativamente bem avaliado. E o Tarcísio, ao que tudo indica, tem grandes possibilidades de vencer inclusive no primeiro turno, né. Esse é o grande dilema do PT.
Não tem muita preocupação, né, a campanha do Tarcísio de Freitas.
Exato, né? A ideia é dissociar com a campanha do PT a imagem de Flávio com Tarcísio, né, desse voto casado, né, a extensão, puxadinho do voto, né? Votei para governador Tarcísio, então vou votar no Flávio Bolsonaro porque os dois estão juntos, né? Então a estratégia do PT, já que aqui é o maior eleitorado do país, é tentar reduzir os votos em Flávio Bolsonaro colocando candidatos fortes em outros cargos, né, que vão puxar o nome do Lula, do PT, e vão tentar criar esse apelo de que de nada adianta votar na Marina, na Tebet ou no Haddad sem votar no Lula.
Agora, o que chama atenção mesmo nessa pré-campanha até agora é Minas Gerais, né, porque o líder nas pesquisas a gente não sabe ainda se vai ser candidato ou não.
É um dilema forte em Minas, e Minas é muito importante sempre, né, porque Minas É um estado que, embora esteja no Sudeste, faz fronteira com quase todas as regiões do país, aliás, com todas, com exceção do Sul, perdão. Então, Minas, geograficamente, tem contato com, aliás, tem fronteiras com o Nordeste, com o Norte, com o Sudeste, com o Centro-Oeste. Então, Minas Gerais acaba sendo um estado, por estar embora no Sudeste, mas uma região mais central, sendo o reflexo do que é a campanha eleitoral no Brasil inteiro.
Tanto é que existe um fato, né? Quem vence em Minas vence no país todo, né? Então os candidatos a governador também estão mensurando muito bem até que ponto vale ou não vale a pena estar com Lula ou com Bolsonaro, né? Já que Minas Gerais é um estado fundamental, né? Tem, acho que é o segundo estado com maior número de eleitores, salvo engano. E então os seus candidatos geralmente são imagem e reflexo do que acontece no nível federal, né?
E os candidatos à presidência vão participar bastante em Minas Gerais, já que é um estado decisivo.
Muito bem. A gente conversou aqui no Show da Notícia com o professor Paulo Nicole Ramírez a respeito dessas convenções partidárias acontecendo Neste fim de semana, que vão repetindo então até 5 de agosto, e depois os partidos têm até o dia 15 para registrarem os seus candidatos. Professor, agradeço demais sua participação aqui no Show da Notícia, viu? Espero conversar outras vezes.
Muito obrigado, Leandro. Excelente final de semana para você e para todos os ouvintes.
Para você também. O professor que também dá aulas na ESPM e na Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo, conversando com você aqui na Rádio CBN.
— Anúncios inseridos dinamicamente —