The Economist diz que ataque dos Estados Unidos contra Pix não encontra respaldo em fatos
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Débora
- Criticas Americanas ao PIXRevista The Economist como Agenda Global · Estados Unidos · Pix · sobretaxa de 25% · Casa Branca · Donald Trump e a NASA · Regulação Banco Central · Visa
- Inclusão financeirainclusão financeira · população brasileira · sistema financeiro formal
O Luiz Fernando Filiaggi tá de volta em São Paulo para trazer mais detalhes aqui para gente sobre um artigo da revista The Economist que tratou do Pix.
Não é isso, Luiz Fernando? Isso mesmo, Débora. A The Economist afirmou que o ataque dos Estados Unidos contra o sistema financeiro brasileiro não encontra respaldo em fatos. O meio de pagamento foi usado como um dos argumentos para os americanos aprovarem a sobretaxa de 25% contra os produtos brasileiros. A Casa Branca classificou, após a conclusão de uma investigação comercial que durou um ano, como injustas determinadas práticas comerciais adotadas pelo Brasil.
As críticas reforçaram ainda mais o apelo do sistema de pagamento, afirmou a revista, que cita o fato dele fazer parte da rotina da população brasileira. Cerca de 170 milhões de pessoas, ou quase 80% da população, usam Pix. Para o governo de Donald Trump, a ferramenta é uma ameaça competitiva às empresas americanas e que o sistema operado pelo Banco Central é protecionista. A The Economist apontou ainda que o Pix não faz distinção entre instituições financeiras e participantes locais ou estrangeiros.
Lembrou que empresas como Visa e Mastercard aderiram ao sistema voluntariamente. A reportagem pontuou ainda Embora o fato de a autoridade monetária brasileira operar e regular a ferramenta possa trazer questões, o debate é relacionado à concentração de poder e não à discriminação contra empresas americanas. Segundo a matéria, no lugar de prejudicar outros meios de pagamentos, o Pix ampliou o mercado financeiro. Para The Economist, a premissa de que o sistema tenha comprometido as empresas americanas se baseia em um equívoco.
Segundo estimativa do Banco Central, pelo menos 70 milhões de pessoas passaram a integrar o sistema financeiro formal desde o lançamento da plataforma, Débora.