Pré-campanha de Flávio classifica novas restrições como extravagante, inusitada e sem precedentes
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Cássia
Meire Bertotti
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Agora informação ao vivo chegando direto da na capital federal a respeito da decisão do ministro Alexandre de Moraes do Supremo de manter a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro, mas além disso ter determinado que o ex-presidente não poderá receber visitas com finalidade político-eleitoral até o fim do pleito deste ano. Quem nos traz essa repercussão é a Meire Bertotti.
Meire, pois é, Cássia, hoje cedo a pré-campanha do senador Flávio Bolsonaro já divulgou uma nota a respeito disso, classificando as novas restrições às visitas a Jair Bolsonaro como uma medida extravagante, inusitada e sem precedentes, e que impõe o isolamento do ex-presidente. A nota diz que, ao impedir até mesmo visitas dos filhos e restringir a comunicação com a sociedade, Alexandre de Moraes transforma medidas judiciais em instrumentos de silenciamento político.
A publicação também fala em contrastes ao afirmar que no período em que esteve preso, Lula recebeu inúmeras visitas e divulgou manifestações de conteúdo político. No entanto, a gente lembra, as situações jurídicas são diferentes. No caso do petista, não havia decisão judicial que o proibia de se comunicar ou receber as visitas. Ontem, o ministro Alexandre de Moraes, então, do STF, decidiu impor estas novas restrições a Jair Bolsonaro após uma carta escrita por ele ser divulgada nas redes sociais pelo senador Flávio Bolsonaro.
Na decisão, Moraes proibiu Bolsonaro de receber qualquer visita pelos próximos 30 dias, com exceção dos advogados e de pessoas previamente autorizadas pela Justiça. O ministro também determinou que o ex-presidente não poderá receber visitas com finalidade político-eleitoral até o término das eleições deste ano. Na sexta-feira, Cássia, a defesa de Bolsonaro havia feito um pedido para que o presidente da Argentina, Javier Milei, pudesse visitar o ex-presidente.
Com essa nova decisão de Moraes, a visita de Milei não deve acontecer. Moraes ressaltou, porém, que esta nova restrição de 30 dias não se se aplica ao senador Flávio Bolsonaro. Isso porque ele já está impedido de visitar o pai por 90 dias, ou seja, até o primeiro turno das eleições, conforme uma decisão anterior tomada após o episódio aí da divulgação da carta.
Cássia, muito obrigada, Mary Bertotti.