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Bolsonaro teve 36 horas seguidas de soluços, informa boletim médico enviado ao STF

17 de julho de 20262min
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Médicos afirmam que foi necessário aumentar a medicação para controlar o quadro. Ex-presidente permanece em prisão domiciliar.

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Participantes neste episódio1
J

João Rosa

ReporterJornalista
Assuntos2
  • Salgados de botecoJair Bolsonaro · Boletim médico · Supremo Tribunal Federal · Prisão domiciliar
  • Restrições e monitoramento cautelarJair Bolsonaro · Alexandre de Moraes · Procuradoria-Geral da República · Tornozeleira eletrônica
Transcrição7 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
?Voz A

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?Voz C

João Rosa agora em Brasília com a informação para você. João, boa tarde.

?Voz B

Oi, Tati, boa tarde para você, boa tarde, Fernanda, e a todos os nossos ouvintes. O ex-presidente Jair Bolsonaro apresentou um quadro de 36 horas seguidas de soluços na última semana, segundo o boletim médico enviado hoje ao Supremo Tribunal Federal. De acordo com os médicos, Bolsonaro vinha apresentando estabilidade nas últimas semanas. No entanto, há 3 dias teve um episódio intenso e prolongado de soluços que durou cerca de 36 horas consecutivas.

Segundo o relatório, foi necessário aumentar a medicação específica para controlar o quadro, com resposta que foi considerada satisfatória. O boletim informa que o ex-presidente está estável do ponto de vista respiratório e cardiológico. Apesar disso, ainda apresenta efeitos colaterais provocados pelos medicamentos, como sonolência e instabilidade no equilíbrio. Tati, o envio desse boletim médico é uma das determinações do ministro Alexandre de Moraes do STF enquanto o ex-presidente cumpre prisão domiciliar.

Bolsonaro está nessa condição desde março, após ser internado com broncopneumonia. No início deste mês, Moraes manteve a prisão domiciliar com uso de tornozeleira eletrônica e regras restritivas de comunicação e visitas. Porém, na última quarta-feira, Moraes deu prazo de 5 dias para que a Procuradoria-Geral da República pudesse se manifestar sobre um possível descumprimento das medidas impostas ao ex-presidente. A incorporação envolve a divulgação por Flávio Bolsonaro de uma carta escrita por Jair Bolsonaro em apoio à pré-candidatura do filho à presidência da República pelo PL.

Até o momento, Moraes, a PGR ainda não se manifestou, e provavelmente depois dessa manifestação da PGR é que deve haver uma decisão de Moraes.

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