Couto explica ofensiva para recuperar investimentos do Master, confirma fantasmas e fala sobre permanência no cargo
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- Escândalo Rio Previdência e Banco MasterRecuperação de ativos · Ações judiciais contra o Banco Master · Recapitalização dos fundos · Bloqueio de valores devolvidos ao Master
- Funcionários fantasmasServidores nomeados que não compareciam ao trabalho · Exonerações de comissionados · Envio de informações ao Ministério Público
- Diferença de cargosCritérios de necessidade e gestão · Diferença entre comissionados e concursados
- Mudancas de SecretariosComparativo com outros estados (SP, MG) · Secretarias com nomes curiosos (envelhecimento saudável, economia do mar) · Limite de 10% para comissionados
- Ricardo Couto· PoliticaIncerteza sobre o tempo no governo
Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte. O Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho. Que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho. Bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais. Em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.
E aí
Abriu os trabalhos do nosso CBN Rio com o Pedro Bonnenberger, que está numa apuração sobre como o governo do Rio de Janeiro pretende recuperar o dinheiro do Rio Previdência, que foi investido no Banco Master. A primeira entrevista do governador interino do Rio, Ricardo Couto, foi concedida à nossa colega, grande jornalista Miriam Leitão. E o Pedro já traz uma primeira repercussão aqui dessa entrevista. Vamos contar para o nosso ouvinte. Diga lá, Pedro, bom dia para você.
Fala, Leandro. Bom dia para você, Bianca. Quem nos acompanha, já vou dar um teaser do que disse Ricardo Couto aqui no nosso LIDE. Governador em exercício afirmou que adotará medidas judiciais para reaver investimentos do Rio Previdência no Master, confirmou que encontrou funcionários fantasmas no governo e justificou também os cortes de quase 3 mil cargos comissionados nesses últimos meses.
O Interino defendeu uma urbanização das comunidades para retomar territórios, confirmou a intenção de desapropriar o terreno da refite e disse que não sabe quanto tempo vai ficar no governo. É um resumão já inicial do que disse Ricardo Couto e vou me ater nesse primeiro momento, na nossa primeira conversa, a dois momentos dessa entrevista. Primeiro vamos começar pelo Rio Previdência, Leandro e Bianca, que é o caso do momento. Mais de 3 bilhões investidos em ações do Banco Master, em fundos administrados ou próprios do Master.
E aí, Ricardo Couto disse ontem à Miriam Leitão que o Estado já está buscando recuperar esses ativos, que está entrando na justiça em várias frentes, frentes judiciais, frentes com investidores do Master, para fazer uma recapitalização dos fundos do Rio Previdência. Segundo Ricardo Couto, a estratégia inclui, inclusive, ações contra a própria instituição financeira, contra o próprio Banco Master.
Então, em um primeiro momento, é ir ao próprio Master e tentar buscar o que foi investido ali e se perdeu. Depois, nós podemos ir àqueles que são investidores do Master. A Procuradoria do Estado, ela procurou ir naqueles que...
Tomaram empréstimos e estão aí devolvendo esse empréstimo ao Mastercom, bloqueando o valor da devolução para que o Estado possa, com esse valor que seria devolvido ao Master, se recapitalizar ou buscar o dinheiro que foi investido.
Existe uma parte desse valor que muita gente achou que podia estar perdida, né, Leandro e Bianca? Mas talvez exista a solução e aí o governo do estado abre a caixa de ferramentas para ver o que consegue tirar desse problemaço que aconteceu no Rio Previdência.
Nessa entrevista, o Ricardo Couto também admitiu que está encontrado indícios de funcionários fantasmas na administração do Estado. Segundo ele, alguns servidores nomeados não compareciam ao local de trabalho, o que motivou essas exonerações. E o envio de informações ao Ministério Público, que vai investigar os motivos, as razões e como esses servidores chegaram comissionados aos cargos que ocupavam.
O interino afirmou que a redução de cargos foi baseada em critérios de necessidade e gestão, com foco principalmente em servidores comissionados, ou seja, aqueles que não têm concurso público. Quando a gente fala que foram mais de 3 mil demitidos no Estado esses últimos meses, é importante dizer isso, os servidores concursados seguem lá, atuando, trabalhando.
São servidores que trabalham efetivamente, que desempenham uma função importante em vários cargos, desde a polícia militar, desde o médico que atua na saúde, em várias funções, o professor da rede de educação, etc. Agora, existem aqueles comissionários, aqueles que não prestaram concurso, muitas vezes indicados por padrinhos políticos que assumem cargos no Estado. Esses, sim, foram...
exonerados, já são quase 3 mil, a gente vem falando sobre isso. O Ricardo Couto disse que essas substituições foram necessárias e ele falou também, Leandro, um assunto importante, que ele já avalia a redução do número de secretarias no governo do Estado.
Algumas secretarias se colocavam com servidores em excesso. Resolvemos, então, enxugar o tamanho dessas secretarias. Foi adotado um critério, um critério da necessidade. Se eu não tenho necessidade desses servidores que não são concursados, por que nomeá-los?
nós já encontramos indícios de funcionários que não compareciam lá no local de trabalho. Então, nós temos que saber o motivo. Temos também aí uma ideia que é enxugar o número de secretarias do Estado. O Estado do Rio de Janeiro possui hoje 32 secretarias. Para dar um exemplo, São Paulo tem 14 secretarias. Minas Gerais, que é o Estado com o maior número de municípios do país,
Tem 16 secretarias.
Esse é um assunto que me chamou a atenção desde que eu cheguei aqui ao Rio, viu, Leandro e Bianca? Quem nos conhece aí sabe da trajetória, trabalhando assim bem em Minas. Chegando aqui, quando eu me deparei com mais de 30 secretarias, algumas até mais curiosas, secretaria de envelhecimento saudável, secretaria de economia do mar, umas secretarias bem diferentes que a gente não vê em outros estados, né? Isso já vinha chamando a atenção.
E chama a atenção do desembargador, que parece que vai fazer esse corte, né? Nos bastidores, muita gente classifica isso como os famosos cabides, né, Leandro? Pra pendurar ali pessoas ligadas a...
cargos políticos, partidos que apoiam o governo, etc. Haver essas investigações do Ricardo Coutos e vão concluir por esse caminho também. Mas ele já confirmou na entrevista de ontem também que vai enviar, sim, aquele projeto para a Lerge para reduzir a 10% o limite de comissionados no Estado. Ele tinha prometido isso anteriormente, estava sendo discutido, não foi enviado ainda. A Prefeitura até passou na frente, aprovou aqui no município um limite também para a Prefeitura do Rio.
e o governador confirmou que isso vai adiante também no governo do Estado. Então, são algumas das primeiras medidas, e essa que foi a primeira entrevista pública do Ricardo Couto como governador em exercício, Leandro.
Pedro, obrigado pelas informações. Você volta ainda para conversar comigo, com Bianca, com os nossos ouvintes aqui ao longo do nosso CBN Rio. O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas.
Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. B.O.I.D. Uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro e salvar vidas.
BYD
Magalu
Sala completa (concurso)