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Gilmar Mendes anula quebra de sigilo do fundo Arleen ligado a Daniel Vorcaro

19 de março de 20262min
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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, anulou a quebra de sigilo bancário e fiscal do fundo de investimento Arleen, investigado pela CPI do Crime Organizado. O fundo é ligado a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e foi responsável pela compra de parte de um resort no Paraná da Maridt, empresa da família do também ministro do STF, Dias Toffoli.

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Assuntos5
  • Anulação de quebra de sigilo do fundo ArleenDecisão do ministro Gilmar Mendes · Fundo de investimento Arleen · Sigilo bancário e fiscal · Investigação da CPI do Crime Organizado · Argumentação de fraude processual
  • Fundo Arleen e Daniel VorcaroLigação com Daniel Vorcaro · Dono do Banco Master · Compra de parte de resort no Paraná · Conexão com empresa Maridt
  • Crítica a instituições e sistemasTentativa de burlar decisão anterior · Votação em bloco pelos senadores · Fraude processual argumentada · Suspensão anterior de quebras
  • Empresa MaridtMaridt empresa da família · Conexão com ministro do STF · Investigação da CPI · Participações e administração
  • STF e Politizacao do JudiciarioNotificação ao Banco Central · Notificação à Receita Federal · Notificação ao Coaf · Suspensão de envio de dados · Comunicação ao Senado e CPI
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Seguimos na rede CBN para as informações da Rani Veloso em Brasília. Bom dia. Oi, Nadeja. Bom dia. O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, anulou agora há pouco a quebra de sigilo bancário e fiscal do Fundo de Investimento Arlin, investigado pela CPI do Crime Organizado. O fundo é ligado a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, e foi responsável pela compra de parte de um resort no Paraná da Maridite, empresa da família do também ministro do STF, Dias Toffoli.

A quebra de sigilo foi aprovada ontem pela CPI do crime organizado e a comissão investiga a maride de participações que é administrada pela família Toffoli. Na decisão do decano, o ministro diz que atende a um pedido do fundo Arlin e invalida o requerimento, segundo ele, por fraude, ao argumentar que a CPI tentou burlar uma decisão anterior do próprio Gilmar Mendes de suspender as quebras da maride.

Além disso, Gilmar Mendes criticou o fato da quebra de sigilo ter sido votada em bloco pelos senadores. O STF determinou que o Banco Central, a Receita Federal e o COAF sejam notificados com urgência para suspender qualquer envio de dados. Os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre e da CPI, Fabiano Contarato, também serão comunicados oficialmente da decisão.