Aliado histórico, Dirceu faz discurso na linha do que será a campanha de Lula
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- Economia do Governo LulaDiscurso de José Dirceu · Posicionamento contra Flávio Bolsonaro · Soberania nacional · Crítica a políticas de direita
- BolsonaroDesconstrução de políticas públicas · Direitos sociais · Entrega do país a Trump · Caráter agressivo · Golpismo
- Soberania nacionalAmeaça à democracia · Ameaça à soberania · Debate eleitoral
- Vice-PresidenciaCandidatura de Fernando Haddad · Marcos França do PSB · Negociação partidária · Possível migração para PSB
- Aliancas e Coligacoes PoliticasParticipação de ministros · Apoio de partidos como PP, PSD e União Brasil · Racha na bancada aliada · MDB
- Reforma TrabalhistaPolítica de direita · Desestruturação de direitos
Tato retomado com a Samanta Klein. Vamos a capital federal. Samanta, bom dia. Bom dia, Cássia Milton. Olha, na festa de aniversário de 80 anos aqui em Brasília, na noite de ontem, o ex-ministro e pré-candidato a deputado federal por São Paulo, José Dirceu, fez um discurso que já pode ser considerado o fio condutor do que o presidente Lula vai levar para a campanha presidencial. A principal trilha será colocar o senador Flávio Bolsonaro
num lugar de desconstrução de políticas públicas e direitos sociais e entrega do país a Donald Trump. José Dirceu também afirmou que o herdeiro do clã bolsonarista quer se parecer com o presidente argentino Javier Milley, que se aliou incondicionalmente a Trump e que fez aí uma série de desestruturação de políticas e direitos, como a recente reforma trabalhista.
primeiro mandato de Lula, Flávio vai copiar a receita de Milley. E segundo ele, o momento do Brasil é de se ver novamente ameaçado, sua democracia também ameaçada, mas principalmente a sua soberania. E disse que Flávio, apesar de ter um caráter menos agressivo que o ex-presidente Jair Bolsonaro,
Pode esquecer que sim, ele é um bolsonarista e que, segundo ele, é um golpista como o pai. Disseu também disse que a campanha não será Lulinha Paz e Amor e que a soberania nacional estará no centro desse debate. Já nos bastidores, Milton e Cássia, as conversas giraram em torno da definição de quem vai ser o vice de Fernando Haddad na corrida ao governo de São Paulo.
convicção que será Márcio França, do PSB, atual ministro do empreendedorismo, e outro acabou dizendo que será difícil compor com França e Simone Tebet, que deve migrar para o mesmo partido, PSB, e concorrer ao Senado. Também falei com Glaise Hoffman, ela respondeu que é muito cedo e que as articulações estão em andamento. O mesmo disse Edinho Silva, presidente do
Vale dizer ainda que, além de música brasileira, a gente teve ali jingle já de campanha de José Dirceu, também presença de vários ministros, de advogados famosos, inclusive o principal advogado de Lulinha, filho de Lula, Marco Aurélio Carvalho, e também integrantes de partidos como o PP, PSD e também União Brasileira.
Partidos esse que a gente tem uma racha na bancada aliada, MDB também com o Renan Calheiro, senador, por Alagoas. E apesar desse racha na bancada aliada do governo na Câmara e no Senado, vários integrantes estiveram prestigiando essa festa num restaurante de comida nordestina que, curiosamente, também foi muito frequentado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.
E também o seu clã bolsonarista com vocês.