Tarcísio reage à possível candidatura de Haddad em SP e diz que não escolhe adversários
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- Atuação de Lucia na políticaConfirmação da candidatura pelo PT · Reação de Tarcísio · Disputa pelo governo paulista · Posicionamento do governador
- Governo e Gestao PublicaPreferência por nome moderado · Afastamento do bolsonarismo radical · Diálogo com elétores moderados · Candidatos em discussão · Encontro com Bolsonaro
- Vazamento de DadosResultados da pesquisa · Candidatos posicionados · Nomes da direita competitivos · Disputa por duas vagas
- Critica PoliticaAumento de impostos · Política do ministro da Fazenda · Resposta de Tarcísio a críticas · Blindagem política
A gente está falando de eleição. A Bruna Barbosa tem informações em São Paulo a respeito da disputa pelo governo paulista. A gente noticiou que o ministro Fernando Haddad vai ser o candidato do PT ao governo de São Paulo. E o governador Tarcísio Freitas falou sobre isso, né Bruna? Boa noite. Boa noite, meninas. Boa noite para todos que nos acompanham aqui. O governador falou sim, disse que não escolhe adversários na eleição. Ontem o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou que deixa o cargo.
deixar o governo depois de ter sido convencido pelo presidente Lula. E um pouco antes disso, no início de fevereiro, Haddad deu uma entrevista e disse que o governo Tarcísio teria vulnerabilidades, mas que essas vulnerabilidades não são divulgadas porque o governador seria blindado. Tarcísio respondeu a essa declaração, disse que não há nenhuma blindagem e não poupou críticas novamente à política econômica do governo federal, citando ali aumento de impostos do ministro da Fazenda.
O governador que também comentou os resultados da Datafolha, divulgada hoje sobre a disputa ao Senado por São Paulo, levantamento que aponta o próprio Fernando Haddad, o vice-presidente Geraldo Alckmin e a ministra do Planejamento Simone Tebet, entre os nomes mais bem posicionados nessa corrida por essas duas vagas. Entre os candidatos da direita, o mais competitivo hoje é o do deputado Guilherme de Ritchie, ex-secretário de Segurança Pública aqui de São Paulo.
a escolha de um nome menos identificado com o bolsonarismo, menos radical para compor essa chapa, para ampliar o diálogo com eleitores de perfil mais moderado. Ele queria um nome mais ligado ao centro e hoje, ao que parece ali pelos nomes colocados pela direita e pelo ex-presidente Jair Bolsonaro, não é esse nome que deve aparecer. Tarcísio não deu pistas sobre um segundo nome, mas confirmou que vai sim continuar a seguir articulando por um candidato competitivo
São Paulo no Senado. Um desses nomes pode ser o do vice-prefeito de São Paulo, Coronel Melo Araújo, que no próximo sábado terá um encontro com Jair Bolsonaro em Brasília.