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Haddad defende que Brasil não pode tomar 'decisões açodadas' diante da alta do petróleo

10 de março de 20262min
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que não se tomem "decisões açodadas" diante da alta do petróleo e afirmou que o cenário internacional não pode levar a medidas precipitadas que afetem os combustíveis e a inflação. Segundo ele, oscilações externas devem ser analisadas com prudência para evitar impactos desnecessários na economia brasileira.

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Assuntos5
  • Decisões econômicas precipitadasEvitar medidas açodadas · Análise de cenários múltiplos · Avaliação estruturada antes de ações · Não comprometer a economia
  • Preços de Combustíveis e PetróleoOscilações externas de preço · Pressão nos preços de combustíveis · Contaminação da inflação · Análise com prudência
  • Autonomia Banco CentralIndependência nas decisões de taxa de juros · Sem interferência governamental · Sem pressão do mercado · Definição da taxa básica de juros
  • JurosTaxa básica em 15% · Próxima reunião do Copom · Previsão de corte menor
  • Tarifas dos Estados UnidosTarifas impostas pelos EUA · Previsões alarmistas não confirmadas · Lições do passado · Planejamento com cenários
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Tem informação chegando com a nossa reportagem em Brasília. Igor Cardim, boa tarde. Oi, Tati. Boa tarde para você e para o nosso ouvinte. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu que não se tomem decisões açodadas diante da alta do petróleo e afirmou que o cenário internacional não pode levar a medidas precipitadas que afetem os combustíveis e a inflação. Segundo ele, oscilações externas devem ser analisadas com prudência

A DAD destacou ainda que aumentos persistentes no petróleo tendem a pressionar os preços de combustíveis e podem contaminar a inflação, mas ponderou que o governo trabalha com diferentes cenários antes de qualquer medida. Ele comparou o aumento às reações ao tarifácio imposto pelos Estados Unidos no ano passado e disse que previsões alarmistas não se confirmaram.

Você veja como o preço do petróleo está oscilando dia a dia. Você não pode, com base nisso, já ir tomando decisões estruturais que vão comprometer. Nós temos que observar, verificar o andar das coisas, estabelecer cenários, como nós fizemos no caso do tarifácio, desenhar cenários, o cenário A, o cenário B, o cenário C, desenhar o pior cenário também, porque o papel do Estado brasileiro é sempre não dar chance para o azar, e oferecer para o Presidente da República alternativas para cada um deles.

a precificação de um corte menor na taxa básica de juros por causa desse cenário externo. Haddad disse que o Banco Central tem autonomia para decidir sobre a taxa básica de juros sem interferência do governo ou do mercado. Lembrando que a taxa está em 15% e pode iniciar um ciclo de redução na próxima reunião do Copom. Tati. Obrigada, Igor. Igor Cardin, em Brasília.

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