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Após vazamento de mensagens de Vorcaro, PF diz que segue padrões 'rigorosos de segurança'

06 de março de 20262min
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Após a determinação do ministro André Mendonça para que seja apurado o vazamento do material sigiloso de Daniel Vorcaro, o dono do Master, a Polícia Federal soltou uma nota na tarde desta sexta-feira (6) dizendo que atua em todas as suas investigações seguindo "rigorosos padrões de segurança no tratamento de informações e na preservação e garantia dos direitos fundamentais, incluindo o respeito à privacidade e intimidade".

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Assuntos5
  • Vazamento de DadosMaterial sigiloso vazado · Determinação de apuração do ministro André Mendonça · Investigação sobre divulgação indevida · Segurança de informações da PF
  • Segurança OperacionalTratamento de informações · Preservação de direitos fundamentais · Respeito à privacidade e intimidade · Protocolos de segurança
  • Operação Compliance ZeroMateriais apreendidos · Informações relevantes para investigação · Exclusão de dados de intimidade · Acesso da defesa aos autos
  • Direitos de defesa processualDireito ao contraditório · Direito à defesa · Acesso integral às informações · Violação de direitos fundamentais
  • Distribuição de recursos e responsabilidadesMateriais em poder da PF desde novembro · Transferência à PGR em janeiro · Acesso da defesa aos dados · Informações compartilhadas com CPM e NSS
Transcrição4 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

Ainda na Rede CBN, a gente tem informação em Brasília com a Larissa Lopes. Oi, Larissa. Oi, Carol. Boa noite. Olha, após a determinação do ministro André Mendonça para que seja apurado o vazamento do material sigiloso de Daniel Porcaro, dono do Master, a Polícia Federal soltou uma nota agora há pouco, dizendo que atua em todas as suas investigações, seguindo rigorosos padrões de segurança no tratamento de informações e na preservação e garantia dos direitos fundamentais, incluindo o respeito à privacidade e intimidade.

relatório, informação de polícia judiciária ou representação apresentada pela PF no âmbito da Operação Complice Zero, conteve dados que não fossem relevantes para a instrução dos investigadores. Também, de acordo com a corporação, não foram incluídas, portanto, informações relacionadas à intimidade ou à vida privada dos investigados. A PF também diz que não compete à corporação editar conversas, selecionar ou manipular dados extraídos de equipamentos apreendidos sob pena,

inclusive de violação ao direito ao contraditório e à ampla defesa, que são pela Constituição assegurados. Também diz que os materiais apreendidos na Operação Complex Zero estão em poder da Polícia Federal desde novembro do ano passado e também da PGR desde janeiro deste ano e que depois, por decisão do então ministro relator do processo, a defesa dos investigados passou a ter acesso de forma integral às informações

PMI do INSS recebeu dados referentes ao objeto da comissão por determinação do atual relator do processo. Para finalizar, Carol, a PF também diz que por orientação do diretor-geral da Polícia Federal, a equipe responsável pelas investigações encaminhou ao ministro relator representação para abertura de apuração sobre a divulgação indevida de informações sigilosas. Carol.

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