CPI do INSS vai recorrer de decisão que suspendeu quebras de sigilo de amiga de Lulinha
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- CPMI do INSSDecisão do ministro Flávio Dino suspendendo quebra de sigilo · Empresária Roberta Luchsinger · Votação em bloco versus análise individualizada · Recurso ao Supremo Tribunal Federal · Conflito entre Supremo e Congresso · Procedimento regimental de votação em bloco
- Soberania nacionalDireito do Congresso de votar em bloco · Crítica à interferência do Supremo · Prática regimental comum em CPIs · Debate sobre competência institucional · Posição do presidente da CPMI do INSS
E aqui no nosso estúdio em Brasília já está a Samanta Klein com a informação para você. Fala Samanta, boa tarde. Tati, boa tarde e prazer de te receber por aqui em Brasília. E olha, Brasília tem vários assuntos além da questão de vorcaro, inclusive decisões aí que trazem um novo conflito entre o Supremo e o Congresso. Depois da decisão do ministro Flávio Dino mais cedo, integrantes da CPMI e do INSS afirmaram que vão recorrer à corte
reverter a suspensão da quebra dos sigilos da empresária Roberta Luxinger, amiga de Fábio Luiz Lula da Silva, mais conhecido como Lulinha, filho do presidente. Dino suspendeu a decisão da CPMI que aprovou o requerimento em votação simbólica e feita em bloco na semana passada. O que o magistrado entendeu? Ele concordou com parte do pedido da defesa da empresária
A votação em bloco, mas sim em análise individualizada. O presidente da CPI do INSS, Carlos Vianna, afirmou que a votação em bloco é uma prática comum e regimental e para ele não será feita uma nova votação. A pessoa beneficiada em especial, ela tem explicações a dar. Não vamos fazer outra votação até nós termos todo o recurso. Nós temos que ser respeitados, a comissão é soberana, o Congresso é soberano.
e mostrar. Essa decisão do Supremo Tribunal Federal é uma afronta ao Parlamento. É um absurdo o que está sendo colocado aqui. Como que não houve debate se os próprios parlamentares, o que está aqui participou, se tudo foi feito e quantas CPIs todas votam em bloco, o Congresso vota em bloco, decisões. Portanto, é no mínimo estranha essa posição do ministro Flávio Dino. Tati. Obrigada. Samanta Klein, em Brasília.