Caso Master: afastou servidores investigados ainda em janeiro
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- Operação Compliance ZeroTerceira fase da operação · Prisão preventiva · Investigação no Banco Central · Sigilo derrubado · Cooperação com PF
- Afastamento de servidores públicosAfastamento em janeiro · Servidores investigados · Paulo Sergio Neves · Belini Santana · Medida preventiva
- Cooperação Banco Central e Polícia FederalEntrega de indícios à PF · Trabalho exemplar da PF · Comunicação com justiça · Direito de ampla defesa
- Decisão judicial sobre sigiloDerrubada do sigilo · Ministro André Mendonça · Transparência processual
Bom dia, Milton. Temos repercussão com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, uma vez que a Polícia Federal teve a cooperação da Autoridade Monetária nessa operação de hoje. Gabriel Galípolo disse à CBN que a Polícia Federal tem feito um trabalho exemplar. Galípolo afirmou que o BC afastou ainda em janeiro esses servidores suspeitos, alvos da operação de hoje, e que entregou os indícios à PF ainda no início do ano.
O ministro, o presidente do Banco Central ainda disse que embora tenha feito essa comunicação APF, há o direito de ampla defesa e só a justiça poderá dizer se houve algo errado. A gente lembra que servidores do BC foram alvos dessa operação, Paulo Sérgio Neves, ex-diretor de fiscalização, e também Beline Santana, que era inclusive cotado para assumir um dos postos de comando do Banco Central.
E esses servidores que foram alvos dessa operação de hoje já haviam sido, portanto, afastados ainda em janeiro, de acordo com Gabriel Galípolo. A Polícia Federal deflagrou essa terceira fase da operação Complice Zero, que teve a prisão preventiva de Daniel Borcaro e agora a quebra de sigilo, aliás, é derrubada do sigilo dessa investigação pelo ministro André Mendonça.