Episódios de Política

Andrei Rodrigues diz que PF 'vai investigar quem tiver que investigar'

02 de março de 20263min
0:00 / 3:19
No evento Rumos 2026, promovido pelo Valor Econômico, o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou de uma das mesas e destacou a autonomia da corporação. Segundo Rodrigues, a instituição investigará "quem tiver que investigar", citando, entre outros casos, as apurações envolvendo o Banco Master e o recente inquérito contra o filho do presidente Lula, Lulinha (Fábio Luiz Lula da Silva), suspeito de participação na fraude no INSS.

Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

Assuntos3
  • Autonomia da Polícia FederalIndependência institucional · Investigações sem interferência política · Harmonia entre poderes · Capacidade técnica de investigação
  • Investigacao Fabio Luis da SilvaFraude no INSS · Investigação do filho do presidente · Demonstração de autonomia · Abertura de inquérito
  • Banco MasterFraudes em fundos de investimento · Compra do BRB · Operações em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro · Desdobramentos futuros
Transcrição6 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

Ações agora em São Paulo com a Marcela Vilar, que é repórter do jornal Valor Econômico. Ela vai falar sobre o evento Rumos 2026, realizado pelo Valor. O diretor-geral da Polícia Federal participou do evento. Marcela, boa noite. Boa noite, Carol. Boa noite, Débora. Boa noite a todos os ouvintes. Isso mesmo. Uma das mesas, uma das palestras que a gente teve hoje no evento Rumos foi do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. E ele foi muito enfático ao ressaltar a autonomia da Polícia Federal.

e dizer que vai investigar quem tiver que investigar. Ele citou, se referiu a isso, as investigações do Banco Mastra e ao recente inquérito que foi aberto contra o filho do presidente Luiz Inácio de Lula da Silva, a aluninha Fábio Luiz Lula da Silva, que é suspeito de ter atuado na fraude do INSS. E aí ele falou que a própria abertura desse inquérito contra o filho do presidente da República é a própria demonstração da autonomia desse órgão,

que é um órgão técnico e que vai investigar qualquer pessoa que tiver indícios de crimes financeiros. Ele também, ao falar do Banco Master, tentou minimizar alguns embates que teve com o Supremo Tribunal Federal, principalmente com o antigo relator, o ministro Dias Toffoli, que deixou a relatoria depois de entender que tinha ali relações com o Daniel Vorcaro, presidente do Banco Master.

disse ali que as instituições respeitam a autonomia, existe aí a harmonia entre as instituições e que não tem nenhum problema em relação a isso. E que, enfim, vai investigar, quem tiver que investigar, ele relembrou que as investigações do Banco Master começaram aqui em São Paulo por suspeitas de uso fraudulento dos fundos de investimento e que depois foi aberto um outro braço de investigação em Brasília

essa compra do BRB, e depois também no Amapá e no Rio de Janeiro. Então, dando indícios ali que vão ter outros desdobramentos em relação ao Banco Master nos próximos dias. Mas ele não pôde precisar ali o tempo para se concluir essas investigações ali, deu ali uma média de 60, 90 dias, mas que isso depende da autonomia de cada técnico, de cada perito da Polícia Federal. É isso, eu volto com você, Carol.

Lá, repórter do jornal Valor Econômico.