Episódios de Política

Zema e Caiado debatem chapa única após desgaste não abalar Flávio Bolsonaro

27 de maio de 20264min
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Para Vera Magalhães, o movimento de pré-candidatos da terceira via reflete a dificuldade de romper polarização entre Lula e família Bolsonaro nas eleições de 2026. Ouça a análise.

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Participantes neste episódio3
C

Cássia

HostJornalista
C

Carlos Alberto Sardenberg

HostJornalista
V

Vera Magalhães

ConvidadoJornalista
Assuntos5
  • Relações de Flávio Bolsonaro e Jair BolsonaroFlávio Bolsonaro · Daniel Vorcaro · filme Dark Horse · investigação sobre o Master
  • Polarização PolíticaRomeu Zema · Ronaldo Caiado · pré-candidaturas · polarização
  • Candidatura Flávio BolsonaroFlávio Bolsonaro · Lula · eleições de 2026 · apoio do empresariado
  • Ronaldo CaiadoRomeu Zema · Ronaldo Caiado · candidatura única
  • Terceira viaVera Magalhães · polarização · eleições de 2026
Transcrição14 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

O futuro não começa com o carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso, somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

Viva a voz com Vera Magalhães. A Vera Magalhães deixou gravado o seu comentário, vamos ouvir.

Oi Sardenberg, boa tarde para você, para a Cássia, para os nossos ouvintes, também para quem assiste o CDN Brasil. Pois é, Sardenberg, passadas duas semanas da revelação de que Flávio Bolsonaro negociou diretamente e em diversas ocasiões com Daniel Vorcaro a transferência de pelo menos 61 milhões de reais que alegadamente foram para a produção do filme Dark Horse sobre o seu pai,

O fato é que a campanha dele segue, ele esteve nos Estados Unidos, conseguiu o que pretendia, ou seja, uma foto com Donald Trump, foi um encontro curto, protocolar, sem muita resolutividade, mas que rendeu a foto que ele pretendia conseguir. Voltou para o Brasil imaginando que pudesse ter virado a página desse assunto. Não vai conseguir.

as contradições e os questionamentos não respondidos, eles seguem, como a gente vem falando aqui, mas o fato é que esse caso parece realmente não ter tirado o senador e filho do ex-presidente Jair Bolsonaro do jogo.

Ele continua sendo aquele mais bem posicionado para enfrentar o presidente Lula, segundo todas as pesquisas. E com isso a gente começa a ver uma movimentação nos outros candidatos que pretendiam ocupar a chamada terceira via. Então a gente fica sabendo que ontem à noite os ex-governadores Romeu Zema de Minas e Ronaldo Caiado de Goiás Música

se encontraram para uma conversa. E nessa conversa começou-se a especular sobre a possibilidade de os dois juntarem esforços ali, unirem as suas pré-candidaturas em uma só. E aí um seria o candidato e o outro seria o vice.

Na configuração atual, no momento, o Meusema não abriria a mão de ser a cabeça de chapa e Caiado até aceitaria ser vice. Isso apesar do Caiado ser de um partido maior, o PSD é um partido maior que o novo.

e também tem mais tempo de TV, etc. E nas pesquisas não há nada que diferencie os dois, que faça Zema ter uma prerrogativa de ser o cabeça de chapa, mas as conversas teriam ido nesse caminho. O fato deles terem se reunido e começarem a admitir a possibilidade de uma candidatura única

mostram o quanto a polarização está consolidada, o quanto ela está arraigada na cabeça do eleitor brasileiro, por mais que na teoria, quando seja questionado sobre se prefere votar em um candidato que não seja nem o Lula e nem em lei da família Bolsonaro, uma ampla maioria diga que prefere esse cenário, mas quando esse cenário se apresenta, a verdade é que ele não mostra força.

capaz de romper essa polarização que está bastante cristalizada. Com isso, tudo mais constante, se não aparecer nada novo e muito embaraçoso em relação a Flávio Bolsonaro, mesmo com os desdobramentos,

da investigação sobre o Master, recaindo sobre o governo do Rio, que era ligado ao PL e a um aliado da família Bolsonaro, ele deve seguir candidato e seguir como um candidato competitivo com apoio de amplos setores do empresariado, do mercado financeiro, apenas pelo fato de ser o anti-Lula com maiores possibilidades.

Eu fico por aqui, volto amanhã, um ótimo jornal para vocês e até mais tarde lá no ponto final. Em um mundo cheio de respostas, nós escolhemos fazer as perguntas certas. Somos a Trilha, especialistas em perguntas que movem empresas. Um time de cientistas com visão empreendedora e conhecimento em negócios, trilhando soluções estratégicas com dados e inteligência aplicada. Um negócio com selos de confiança e inovação da B3.

Conheça a trilha. Pensar fora da curva é o melhor caminho.

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