Episódios de Política

Lula e Hugo Motta devem discutir PEC do fim da escala 6x1 em reunião nesta terça-feira (26)

24 de maio de 20263min
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Governo e Câmara tentam fechar acordo sobre tempo de transição da nova jornada de trabalho antes da votação no Congresso.

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Participantes neste episódio2
C

Carol

HostApresentadora
R

Rani Veloso

ReporterRepórter
Assuntos2
  • Fim da escala 6x1PEC da nova jornada de trabalho · Hugo Motta · Lula · Léo Prats · Luiz Marinho · Tempo de transição · Redução de 44 para 40 horas
  • Folga de dois diasImplementação neste ano
Transcrição8 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

A gente volta a falar sobre o fim da escala 6x1, tem uma comissão especial analisando essa questão no Congresso Nacional, expectativa de apresentação do relatório nessa semana. A Rani Veloso tem atualizações, conversou com o relator, né Rani? Bom dia pra você.

Bom dia, Carol, a você e a todos que nos acompanham. É isso mesmo, viu? Hoje à noite o presidente da Câmara, Hugo Mota, se reúne com o relator da PEC que acaba com a escala de trabalho 6x1, deputado Léo Prat, do Republicanos da Bahia.

Fontes, inclusive, da Câmara dizem que Léo Prat só vai fechar o parecer depois desse encontro e também de outro. Amanhã, o presidente Lula e Hugo Mota vão se reunir às nove horas para bater o martelo sobre essa proposta. O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, também participa.

O objetivo de toda essa articulação é definir o tempo de transição para a nova jornada, que é o principal ponto de divergência nesse momento. Também uma informação nova, Carol, é que a folga de dois dias será implementada ainda nesse ano, 120 dias após.

a PEC ser promulgada pelo Congresso Nacional. Mas sobre a redução de 44 para 40 horas trabalhadas na semana, ainda não há consenso. Nos bastidores se falam em até quatro anos para a transição. Por que quatro anos?

porque também há uma articulação por trás para que tenha voto suficiente para a aprovação. São necessários 308 votos, no mínimo, na Câmara dos Deputados, em duas votações. O presidente Lula não quer muito tempo para que comece a valer essa redução das horas trabalhadas.

Há uma divisão no governo, porque uma parte quer a aplicação imediata, mas outra ala do governo vê que é necessário ceder, e se falou até em dois anos de transição, mas nesse momento há essa discussão de quatro anos. O compromisso do presidente da Câmara é que o texto seja votado na comissão especial e no plenário até a próxima quinta-feira, dia 28, e o relator, Léo Prats, vai apresentar...

o seu primeiro parecer sobre a proposta amanhã à tarde.