Episódios de Política

Crise no Rio expõe impasse histórico e fragilidades políticas do Brasil

29 de março de 202621min
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Para Marco Ruediger, cenário atual reflete problemas estruturais do país e antecipa disputa eleitoral marcada por narrativas e influência das redes. Ouça a análise.

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Participantes neste episódio2
M

Marco Rudiger

HostAnalista político
P

Petra

Co-hostJornalista
Assuntos4
  • Política no Rio de JaneiroDitadura e fusão de estados · Eleições e narrativas políticas · Impacto na política nacional
  • CPMI do INSSRejeição do relatório final · Polarização política · Impacto nas redes sociais
  • Soberania nacionalInterferência nas eleições · Narrativas políticas
  • Desinformação em Redes SociaisManipulação de informações · Impacto da inteligência artificial
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A Semana Política, com Marco Rudiger. Marco Rudiger, boa tarde, querido. Oi, Petra, tudo bem? Como é que você está? Nossos ouvintes aí que estão assistindo revista e se informando super bem, né? Balanço da semana. Hoje a gente tem um dos melhores programas, eu acho, de informação do país. Eu acho mesmo. Acho que o conjunto de entrevistados aí está mandando muito bem, Petra.

Bom, receber isso do diretor de comunicação e mídia da Fundação Getúlio Vargas é um prêmio para mim, eu preciso te falar isso. Eu fui pegar aqui de surpresa com essa sua fala e fico muito lisonjeada. Marco, antes da gente falar sobre os destaques da semana e o mapeamento também da equipe da GV, me fala um pouco do Rio de Janeiro, Marco. O que é mais uma página triste para a história política do Rio?

Olha, eu não tenho dúvida disso, Petra. Eu acho assim, é uma confusão, mas meus colegas juristas, assim, eles acham em geral que faz muito sentido vir a ter uma nova eleição, o que é um pouco bizarro, porque é uma eleição há poucos meses de uma outra eleição, entendeu? Então isso gera uma confusão, mas a formalidade da norma aponta para isso, né? Vamos ver se vai ser isso mesmo.

O Rio de Janeiro, eu vou aproveitar esse espaço e falar aqui do Rio de Janeiro. O Rio de Janeiro foi vitimado pela ditadura, no seguinte sentido. Assim, é...

Você tinha o Estado da Guanabara e tinha o Estado do Rio de Janeiro, coisas diferentes. Então, por um ato do governo militar na época, se fez a junção dos dois. Ninguém foi perguntado sobre isso, não teve um plebiscito, não teve um debate, não teve nada. Então, o Rio de Janeiro perde o Estado de capital e depois ele é mergulhado numa fusão com outro Estado, em que não é um dos dois, eu acho, que queriam muito isso na época. Porque desde então...

A situação, a política se tornou muito confusa. São culturas políticas, pelo menos eram culturas políticas bem diferentes. E até hoje isso se mostra um pouco distinto. Então eu acho que essa é uma... Talvez seja um dos poucos resquícios ainda que existem do período autoritário vigorando.

Nunca se rediscutiu isso. Tem algumas teses. Por exemplo, você pega na Europa, você tem Estrasburgo e tem Bruxelas, como capital da União Europeia. No caso da Alemanha, Bonn perdeu o status de capital, mas manteve uma série de prerrogativas também para haver uma valorização daquela cidade. O Rio de Janeiro, olha só, nenhum país do mundo pega a sua segunda cidade e simplesmente entrega.

a uma própria sorte, como foi feito no caso do Rio de Janeiro. Então, não estou querendo dizer que o Rio de Janeiro, os cariocas e os cidadãos fluminenses viravam fluminenses, os cariocas viravam fluminenses. Não tem também uma enorme parcela a partir de escolhas que são muitas vezes mal feitas, irracionais e políticas que são mal gerenciadas. No entanto, eu acho que existe um fato histórico.

que deveria ser repensado, porque o Rio de Janeiro é muito importante para o Brasil, tanto quando várias vezes eu falo assim da importância enorme de São Paulo, não só econômica, mas também política e cultural. Acho que São Paulo é uma joia que o Brasil tem, e eu acho que essas duas cidades têm que ser, essas duas cidades, o Estado de São Paulo e o Estado do Rio de Janeiro, o Barra, a Guanabara, como era antigamente, deveriam ser...

revisitados em termos das suas potencialidades. Por exemplo, sempre achei que deveria ter um trem balo unindo as duas metrópoles do Brasil. Estaria uma dinâmica ainda muito mais forte, muito maior. Então, o Brasil tem que pensar melhor como é que usa as suas potencialidades, que não são poucas. Eu tenho muita confiança no Brasil. Mas, no caso do Rio de Janeiro, é inacreditável a coisa como ela...

como ela anda, e também uma incapacidade, uma revisão histórica, e o próprio Rio de Janeiro de fazer um projeto político sobre isso. Então, a gente vive essa situação, e a situação vai refletir na eleição nacional também. Eu fico pensando, esse gancho que você fala sobre tudo isso, e a gente vê também a história do Brasil, olha essa crise que a gente está imerso agora, sem entender onde que isso vai dar, se vai dar em alguma coisa. Tudo isso que a gente... Tudo isso.

A gente olha para esse país, Petra, e pensa assim, esse país é capaz de fazer um caça supersônico, faz submarino nuclear, faz fragatas, tem um programa de vacinação bacana. É um país que tem uma agricultura pujante, tem um dinamismo industrial de serviços crescente e grande também. Quer dizer, o Brasil tem centros de excelência de pesquisa fantásticos, tem acelerador de... tem tantas coisas. Então é um baita país, a gente tem um país...

que olha só a crise que o mundo está, e sem querer ser ufanista, mas olha a crise que o mundo está, e a gente olha a potência que o Brasil tem de ficar não imune, imune ninguém ficará nessa situação do mundo, são duas guerras simultâneas muito pesadas.

e em especial a questão da energia. Porém, ainda assim, o Brasil consegue administrar com menos impacto do que outros países. Isso é fantástico. Na Economist, por exemplo, agora, a última Economist, estava mencionando isso. O Brasil tem uma arma secreta, que é o etanol.

é a política que a Petrobras faz, olha que fantástico. Então, infelizmente, nós poderíamos muito mais, mas muito mais, eu não tenho dúvida nenhuma. Tem qualidade, pessoas incríveis, capital humano, e infelizmente a gente não usa o melhor do que a gente pode.

quando a gente pode muito mais do que a gente faz. E no caso do Rio de Janeiro, eu acho que reverbera um pouco, o Rio de Janeiro sempre teve essa característica, reverbera um pouco algumas dificuldades no Brasil. A gente se liga ao avanço ou a gente insiste numa visão provinciana que é atrasada e incompatível com o momento de mundo que a gente está entrando. Então, é uma decisão, o Brasil está nessa fronteira de ter que tomar algumas decisões e não são fáceis, porque em todas as decisões...

se perde algo para se ganhar alguma coisa. Então, o que a gente está disposto a perder para vir a ganhar? Essas são questões bastante relevantes que a gente está vivendo. Muito, muito. Vamos para um olhar para Brasília agora, Marco. O encerramento da CPMI do INSS, marcado pela rejeição do relatório final apresentado.

pelo relator Alfredo Gaspar, que previu o indiciamento de mais de 200 pessoas. Enfim, fala um pouco para a gente da repercussão disso, tanto nas redes quanto para a nossa política nacional. Petra, olha só, isso daí, a gente mencionou já em algumas oportunidades aqui que essas CPIs agora, ainda na véspera, na boca agora do...

das eleições, elas servem muito para o Instagram e servem muito também para a construção de narrativas. Então, acho que o maior problema das CPIs foi que elas foram operadas num sentido do...

ter esse público, propriamente dito, mas muito partidarizadas. Então elas foram direcionadas. Então o que a gente vê, por exemplo, em INSS. INSS não é um problema que teve agora no governo atual só. Ele atravessa vários governos. Então tem vários personagens implicados nisso daí, direto ou indiretamente, seja por leniência, seja por...

simplesmente descuido, seja por interesses, alguns deles não republicanos, na verdade a maior parte deles, e o impacto disso nos aposentados, nas pessoas e principalmente na ideia de confiança no público.

no setor público, no Estado brasileiro, na própria democracia, é ruim, vai sendo corrido. Mas não é uma coisa que é só a resultante do relatório, digamos assim, do relator, e nem do relatório, digamos assim, da base governista que estava no governo também. Então, na verdade, a gente já vê a polarização, então ela não chegou a lugar nenhum. Como não teve, e provavelmente não vai ter, pelo menos certamente não nesse ano, nenhuma CPI do Caso Master, não haverá também.

Então a gente vê que isso são movimentos que são hoje absolutamente contaminados pela disputa política que se avizinha. Então...

De toda forma, o impacto foi bastante grande. A gente está falando aqui, pela nossa mensuração, mais de 600 mil menções por agora e 24 milhões de interações. Então, na semana, um dos casos de maior repercussão foi a questão do INSS. Porém, ela tem ramificações, ela tem puxadinhas, porque ela quer dialogar com a questão do Máster, ela quer dialogar com outras questões.

Mas essas questões, na verdade, elas não são só questões estruturais em relação ao Estado brasileiro, mas também elas têm vários endereços. Não é só o endereço de um ladozinho, não, nem o endereço do outro ladozinho, não. Tem vários endereços. Então, quanto num momento de eleição vai se querer mexer nesse negócio? Eu acho pouco provável. Perfeito. E a prisão domiciliar do Bolsonaro, Marco? É, isso a gente mencionou até, acho que se não me engano... Tudo.

dois finais de semana atrás, ou no final da semana passada, eu sempre achei que, enfim, no final seria isso mesmo, porque o ex-presidente Bolsonaro tem um problema seríssimo de saúde, de fato, entendeu? E isso seria razoável, e além de ser razoável...

ainda que não seja o ideal, porque o ideal é que ele foi candidato e deveria realmente cumprir a pena dele na prisão, mas o fato é que também não pode se gerar um mártir. E tem uma questão humanitária também. É claro que a gente pode discutir várias coisas, pode discutir o comportamento dele como político, como homem público, as coisas que ele falou, mas no final não se pode fazer as coisas com fígado. E eu acho que foi acertada essa decisão, ela repercutiu muito, evidentemente...

A base bolsonarista quer ter isso como uma espécie de vitória e tal, não se trata disso, mas se trata de uma acomodação, de uma certa razoabilidade que o ministro Alexandre de Moraes entendeu. Então, a repercussão foi grande, foram mais de 200 mil menções, 14 milhões de interações. Então, só não pode se transformar esse gesto humanitário.

numa narrativa de vitória, entendeu? Para além do que foi, num revisionismo da própria pena. Essa pena, ela continua existindo, ela continua incidindo, e ela é muito central, inclusive, na toda discussão que a gente vai ter daqui para frente no processo político, na dinâmica política do país.

Marco, queria também que você mencionasse para a gente, outro destaque dessa semana, o anúncio do primeiro caça supersônico com produção nacional. Conta mais para a gente. Esse é um negócio super importante para o Brasil. Eu coloco o Brasil num clube muito especial. Mostra a potência que o Brasil tem. Certamente, o domínio dessa tecnologia, em associação com os suecos, ele gera, digamos assim, um transbordo que melhora, inclusive, a nossa capacidade.

em outras áreas, então a Embraer certamente vai se beneficiar disso, o que aumenta a competitividade do Brasil e disso que se trata, ninguém está pensando exatamente, obviamente a defesa é uma questão, mas esse maior benefício, o benefício é um benefício não só simbólico para o Brasil, mas também tecnológico para a gente melhorar ainda mais um produto que já é excelente, que são os produtos da Embraer, tão importantes para o Brasil, para a pauta econômica do Brasil, de exportações, enfim.

Mas isso foi, obviamente, também aproveitado, no outro caso, a gente teve Bolsonaro indo para o domiciliar e o Gripen do outro lado sendo aproveitado uma narrativa do país. E essa narrativa, eu diria que ela é muito central, se ela for bem trabalhada, para a esquerda e para o governo.

ela conversa diretamente com a soberania nacional, com a potência nacional, com a capacidade do país em se erguer sobre as próprias pernas, não precisar de interferência externa, não precisar de ajuda externa, que é o outro ângulo de uma narrativa que está se formando, e que a gente pode comentar daqui a pouquinho, que é justamente de ir ao exterior mais uma vez.

e buscar uma interferência de fora no processo político brasileiro. Essa é talvez a questão mais central que a gente vai debater durante os próximos meses. Afora, questões como o Master, o INSS, etc., que obviamente vão ser um caudal muito especial e propício para as eleições, mas a questão da soberania e como é que os dois lados olham a questão de soberania e interferência estrangeira vai ser muito importante nessas eleições.

Marco, e os sussurros das redes? Temos? Temos, sempre temos. Sempre temos. Tem mais sussurros. Inclusive, não só as redes, mas também a Brasília sempre é interessante. Eu acho que o mais interessante é a questão, por exemplo, teve, digamos assim, o Flávio Bolsonaro nesse momento, preste atenção aos nossos ouvintes, ele está muito blindado.

as críticas não estão chegando ainda nele para valer, tem uma construção da imagem dele acontecendo, e tem uma coisa interessante que todo mundo tenta empurrar para o outro o problema que houve no INSS, o problema que houve do Vorcaro, o problema do Master, então todo mundo tenta empurrar um para o outro, mas o fato é que essas coisas foram, foi uma coisa que cruzou, digamos assim, o espectro todo da política.

É difícil não ver, não identificar atores em qualquer dos campos que não tenham tido contato com essas questões. Então, na verdade, como nunca, essa eleição vai ser uma grande luta de narrativa nas redes. E isso é uma coisa importante a gente ter. Agora, especificamente nessa questão, o sussurro, eu diria que mais central, é a preocupação que está havendo por vários atores que são importantes.

e que falam isso em sussurros, nesse momento, sobre interferência externa através das redes no processo político brasileiro.

Eu acho que isso é um ponto de extrema tensão, de extrema preocupação, porque o Brasil é um país extremamente chave num mundo que crescentemente não é multipolar, ele está sendo meio que dividido em áreas de influência, mas para o Brasil isso não interessa, para o Brasil interessa fazer negócio com todas as partes do mundo.

mas o Brasil está sendo tragado dentro de uma guerra ideológica, cultural, até econômica, mundial, e isso, obviamente, no processo.

da eleição vai se transformar em narrativas e uma briga de visões que vai se dar. A questão toda é se essa briga é interna no Brasil, que seria o ideal, mas não será. O temor que existe, o sussurro que eu estou passando, é justamente isso. Começa a gente perceber nas redes essa preocupação, mas em vários segmentos também, isso vai sendo verbalizado aqui a colar, que se tem uma interferência externa.

nas nossas eleições. Manipulatória. Em função de manipulações, exatamente. E que isso gera o...

tentando interferir no resultado da nossa eleição. Nossa eleição é muito estratégica no mundo. O Brasil é um país chave demais hoje em dia. O país conversa com basicamente todos os lados. Tem uma potência econômica e agrícola fundamental no mundo em que, por conta até da crise de energia, vai ter problemas de abastecimento, vai ter problemas de alimentação, vai ter problemas de energia. Olha, o Brasil está muito bem posicionado.

Então, o Brasil é um aliado importantíssimo nesse momento e para onde o Brasil vai e quem conduz o Brasil é uma grande questão. Então, esse ano, a nossa eleição tem essa característica. Ela não só é uma eleição internalizada, mas é uma eleição que é...

objeto de atenção e, eventualmente, isso preocupa todos, de interferência externa a partir das construções, narrativas, informações e imagens que vão ser geradas durante esse processo. Eu acho que nunca foi tão central a questão das redes sociais no processo político do Brasil. Vou aproveitar, a gente já está estourando aqui o nosso quadro, mas vou aproveitar, não posso deixar de falar sobre isso. Em 2018, 2018... E aí

gravamos um documentário que inclusive para você que quer assistir, hoje está na Prime Video. Verdade, verdade. A Verdade da Mentira. Eu fui apresentadora âncora de um documentário que a gente produziu, inclusive foi quando eu conheci Marco Rudiger. Na AGV você não estava nem ainda na escola de comunicação e mídia? Não, a escola não existia, a gente tinha no laboratório. Nós temos talvez um dos primeiros laboratórios de redes do Brasil que a gente pode ver. Então, eu vou começar.

Foi criado na AGV há 14 anos atrás e esse laboratório depois foi a partir dele que se criou a escola de comunicação da Fundação de Turvargas. Veja bem, foi quando eu conheci Marco Rüdiger, 2018, ali um pouquinho antes das eleições, foi um momento pesadíssimo da história do Brasil, do jornalismo, a cobertura daquelas eleições e a gente fala muito sobre a questão da desinformação.

manipulação de informação como atuam também as empresas jornalísticas de checagem de fatos, naquele período também surgiu um pouquinho depois surgiu o fato fake da Globo, que a gente pode acompanhar inclusive a gente tem aí toda a nossa equipe engajada nisso, então eu quero convidar os nossos ouvintes a assistirem esse documentário que envelhece muito bem

Porque está muito atual a verdade da mentira. E aí vocês vão ver. Vão nos ver mais jovens, inclusive, Marco. Pois é. Tinha acabado de farir. Esse documentário tem uma virtude enorme que ele aponta para uma questão, um problema que só se intensificou. Exato. Ele nunca houve uma solução, nunca retroagiu, ele só se intensificou. E agora, com a inteligência artificial...

Isso é uma coisa que pode ser até um dia um debate que a gente pode fazer com o Silvio, inclusive. Ótimo. O quanto isso teve um avanço e o quanto isso...

Porque você, no final, vai tomar as decisões a partir da sua informação. Só que a informação você tem que ter um mínimo de confiança. Onde você confia, onde você não confia, como é que você toma uma decisão que reflete na sua vida por quatro anos, oito anos. E o que a gente está vendo é que isso se tornou um contínuo. Não tem uma interrupção. Na verdade, a política se transformou numa atividade absolutamente diária.

em termos da sua circulação de informação e da constituição das suas visões de mundo e do que você acredita ou não. Então isso é muito importante, você vê essa coisa do Rio de Janeiro, isso conversa com o Brasil, a situação do Brasil conversa com a situação mundial, a situação mundial influencia o Brasil, o Brasil é absolutamente central. A gente viu, por exemplo, ontem, o Flávio Bolsonaro foi para o CEPAC, que é um evento ultra.

conservador nos Estados Unidos, enfim, altamente discutível o que ele falou, na verdade, basicamente pedindo os Estados Unidos terem mais atenção, e sabe-se lá o que isso quer dizer na prática, em relação a nossa... Eu acho que a gente deve evitar ao máximo qualquer interferência na vida interna do Brasil e buscar os brasileiros a solução para eles próprios. É isso que eu acho que a gente tem que tomar essa atenção. Eu tenho essa visão muito nacionalista, eu acho que...

Os planos do Brasil interessam ao Brasil. É como uma família. Os planos de uma família interessam à família, não aos vizinhos. E a gente vai fazer, certamente, eu quero muito fazer essa reflexão com você e Silvio juntos aqui. Querido, um beijo para você. Ótima semana. Beijo para você. Até domingo que vem. Domingo que vem já é Páscoa? Beijo para todos. Já é Páscoa? Nossa Senhora.

Páscoa? Beijo. Boa semana. Beijo. Tchau. Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra pra trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil. E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini. A partir de R$ 109.990 para a CNPJ.

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