Episódios de Política

Flávio Dino relata ameaça feita por funcionária de companhia aérea durante embarque

18 de maio de 20262min
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Ministro do STF afirmou que mulher disse que seria 'melhor matar do que xingar'. Dino pediu campanhas de conscientização às empresas.

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Participantes neste episódio3
F

Fernando

HostJornalista
T

Tatiana

Host
L

Larissa Lopes

ConvidadoJornalista
Assuntos3
  • Flávio DinoFlávio Dino · Funcionária de companhia aérea · Hostilidade durante embarque · Campanhas de conscientização · Segurança de aeroportos e voos
  • Dica da SemanaGestão, finanças, marketing e formalização · Conteúdo gratuito e online
  • Transição energética e segurançaBioID · Baterias, chip, motor, software · Mobilidade para todos
Transcrição7 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Empreender é aprender fazendo e nem sempre dá tempo de testar tudo. Por isso, vem aí o Esquenta Semana do MEI. Uma série de bate-papos com quem entende de gestão, finanças, marketing e formalização. Tudo explicado de um jeito simples, prático e pra você aplicar no mesmo dia. O conteúdo é gratuito e online, pra ouvir, entender e já sair fazendo. De 19 a 22 de maio. E aí MEI, bora resolver? Saiba mais em sebrae.com.br barra semana do MEI.

De volta com Larissa Lopes. Oi, Larissa. Oi, Fernando. Tatiana, boa tarde para vocês e para todos. Fernando, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, relatou nas redes sociais ter sofrido uma hostilidade por parte de uma funcionária de empresa aérea durante o embarque. Com isso, alertou as companhias para que trabalhem com a conscientização.

Segundo o ministro do Supremo, uma funcionária de empresa aérea, ao olhar o cartão de embarque com o nome dele, manifestou a um agente de polícia judicial a vontade de xingar o ministro. Em seguida, de acordo com Dino, a mulher se corrigiu e disse que seria melhor matar do que xingar. Ele concluiu que se a funcionária não o conhece e vice-versa.

As manifestações derivam da atuação dele no STF. Flavio Dino não quis informar o nome da funcionária, a empresa aérea, nem a data da ocorrência. Mas ele jogou a reflexão de caso outros funcionários da mesma ou outra empresa aérea sejam contaminados com idêntico ódio.

Ele disse que isso pode significar até riscos para a segurança de aeroportos e de voos e, por conseguinte, de outros passageiros. Ele ainda pontuou que se isso se alastra para outros segmentos de negócios, um cliente corre o risco de, por exemplo, ser envenenado. Assim, Fernando pediu às empresas em geral, mas especialmente aquelas que lidam com o público, que façam campanhas internas de educação cívica.

para que todos possam conviver em paz, especialmente neste ano eleitoral, em que, de acordo com o ministro, muitos sentimentos se acirram.

O futuro não começa com um carro, começa com energia. Enquanto outros faziam promessas, a BioID já estava construindo baterias. Enquanto o mercado discutia, nós colocávamos milhões de veículos nas ruas. Aqui, tecnologia não é um acessório, é a base. Bateria, chip, motor, software, tudo construído junto desde o início. Por isso somos mais seguros, mais eficientes e mais acessíveis. Não construímos carros para poucos, criamos mobilidade para todos. BioID, uma revolução global. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.

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