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Haddad comenta derrubada de veto e cita 'pretensão de acordo em torno da impunidade'

01 de maio de 20265min
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O ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad comentou, durante o ato do Dia do Trabalhador promovido pela Força Sindical, no centro de São Paulo, as recentes derrotas do governo no Congresso Nacional, como a rejeição do nome de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal (STF) e a derrubada do veto do presidente Lula ao "PL da Dosimetria".

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Participantes neste episódio6
B

Bruna

ReporterGestora de comunidade
F

Fernando Haddad

ConvidadoEx-ministro da Fazenda e pré-candidato ao governo de São Paulo
K

Karen Lemos

Reporter
L

Léo Santana

Convidado
M

Marina Silva

ConvidadoEx-ministra do Meio Ambiente
S

Simone Tebet

ConvidadoEx-ministra
Assuntos2
  • Derrotas do governo no CongressoRejeição de Jorge Messias ao STF · Derrubada do veto ao PL da Dosimetria · Pretensão de acordo em torno da impunidade
  • Atuação de Lucia na políticaFernando Haddad · Simone Tebet · Marina Silva · Márcio França · Definição de vagas ao Senado
Transcrição17 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

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Oi, Karen, boa tarde para você. Como é que está? Qual é a situação de momento desse ato? Boa tarde, Bruna, também boa tarde para os nossos ouvintes. Olha, esse ato aqui da Força Sindical no centro de São Paulo reuniu autoridades do governo Lula, como o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, pré-candidato ao governo de São Paulo.

e também as ex-ministras Simone Tebit, que é pré-candidata ao Senado por São Paulo, e também Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente. Bom, os três fizeram breves discursos aqui no auditório do prédio da Força Sindical, e o Fernando Haddad conversou depois com os jornalistas, e ele comentou, né, Bruna, as últimas derrotas aí do governo, né, a gente lembra...

a rejeição de Jorge Messias, indicação de Lula ao STF, foi rejeitado pelo Senado e depois o Congresso derrubando o veto sobre a dosimetria. Haddad comentou esses dois assuntos e, na opinião dele, tudo isso é uma forma do Congresso costurar ali, principalmente com relação à derrubada do veto da dosimetria. Vamos ouvi-lo.

Eu mesmo estava vendo analistas políticos dizendo que por trás dessa derrota tinha uma pretensão de um grande acordo em torno da impunidade daqueles responsáveis por alguns escândalos recentes no Brasil. E isso se estiver acontecendo.

porque nós estamos sempre precisando passar limpo determinados escândalos, sobretudo os que ganharam a esfera pública pela escala, pela disfarçatez dos criminosos envolvidos.

Bom, a Simone Tebbitt também comentou um pouco sobre essa derrota política do governo Lula no Congresso, disse aí que o pior não é quem é derrotado, mas quem votou por essa derrota, porque, segundo ela, é quem vota no lado errado da história.

Marina Silva também comentou esse assunto e ela também falou, Bruna, dessa desentratização dos atos. A gente não tem o único ato único, unificado, como são dos outros anos no dia do trabalho. Então, a gente tem vários pequenos atos pelo centro de São Paulo e também na Grande São Paulo, em São Bernardo, por exemplo.

E ela falou que isso não é um problema, que esse ano as pessoas precisam começar a conversar dentro das casas, quis dizer com relação à casa do sindicato e também da Força Sindical, já que é um ano de desafios.

E aí uma curiosidade, né, Bruna? Chamou a atenção aqui dos jornalistas, né, que não perdem nada, né? Marina Silva, ela foi anunciada aqui neste evento como pré-candidata ao Senado, né? E aí, claro, a gente foi questioná-la, né, se haja algo definido, porque...

Tem esse impasse, né? Quem que vai ocupar a outra vaga ao Senado? A primeira já sendo de Simone Tebit, a segunda entre Marina Silva e também o ex-ministro Márcio França. Mas falaram que não tem nada ainda definido, não, né? Apesar de terem anunciado ela desta forma, não está definido. Ainda vão conversar, né? Haddad diz que vão sentar os quatro aí, né? Portanto, ele, Tebit, França e Marina.

para definir esta segunda vaga ao Senado na chapa de Haddad. Então, parece que foi um ato falho, vamos dizer assim, né? Ainda estar por definir essa segunda vaga ao Senado, portanto, Bruna. Será que a gente acredita nesse ato falho, Karen Lemos? Não sei não.

Sabe que no começo da semana eu estava na AgriShow em Ribeirão Preto, uma das principais feiras do agronegócio, e nessa feira estava o pré-candidato ao Planalto Flávio Bolsonaro pelo PL e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas.

E André do Prado, que é o presidente da Lespe aqui em São Paulo, um dos cotados também para a segunda vaga ao Senado. Ninguém confirmou, mas ele foi o tempo todo chamado ali na apresentação de que era uma pessoa que estava pronta para assumir os novos desafios.

Então, de um lado, a gente tem André do Prado quase assumindo novos desafios e Marina Silva pronta para essa vaga ao Senado. Será que a gente já tem essas vagas ocupadas? Acho que ao longo dos próximos dias a gente vai ter todas essas informações e se desenrolar tanto para a direita quanto para a esquerda. Obrigada, Karen. Bom trabalho para você por aí.

Oi, eu tenho aqui um recado do Léo Santana pra você. Escuta aí. O GG na área pra dizer o seguinte, o Magalu e eu queremos convocar todos os brasileiros pra gente voltar a se ver do tamanho que de fato somos gigante. Chega de se ver pequenininho, bora botar o Brasil no telão. Ouviu? E mais, em qualquer compra a partir de R$199, você ainda pode concorrer a uma sala completona. São seis salas por dia até a nossa estreia.

E aí

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Sala completa
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Trilha

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