Genial/Quaest aponta Flávio Bolsonaro com 42% e Lula com 40% em segundo turno
Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
- Pesquisa Genial/QuaestEmpate técnico entre Flávio Bolsonaro e Lula · Intenção de voto · Avaliação do governo Lula · Mudança política
- Atuação de Lucia na políticaPercepção da economia · Aumento dos preços · Propagandas do governo
- Voto VolátilVotos da direita · Candidatos de oposição · Possibilidade de vitória no primeiro turno
Quer proteger a experiência do seu adolescente online? No TikTok, a segurança vem desde o início. As contas de adolescentes já vêm com mais de 50 ferramentas de privacidade e proteção ativadas automaticamente. E com a sincronização familiar, os pais podem ajustar configurações de conteúdo e bem-estar digital com poucos cliques. Ambiente protegido para eles, mais tranquilidade para você. Saiba mais em segurança-tiktok.com.br
Viva a voz com Vera Magalhães.
Vera aqui com a gente nos estúdios, tudo bem, Vera? Oi, Sardenberg, boa tarde para você e para o Muniz, boa tarde para os ouvintes, também para quem nos assiste. Boa tarde, Vera. Bom, o nosso assunto, Vera, é a pesquisa Quest, que apresenta um empate técnico entre o Flávio Bolsonaro e o Lula, mas com o Flávio Bolsonaro numericamente à frente, e, sobretudo, a tendência do Flávio Bolsonaro de alta e a do Lula mostrando queda. Obrigada, Vera.
E aí
Exatamente, Sardenberg e outros institutos já vinham nesse caminho, mas é a primeira vez que um levantamento da Quest, que realiza pesquisas mensais, mostra essa situação de um empate técnico entre os dois no segundo turno, mas com o Flávio Bolsonaro numericamente à frente do presidente Lula. E no primeiro turno, uma aproximação também dos números dos dois. No cenário de segundo turno, Flávio Bolsonaro tem 42% e o Lula tem 40%.
E no primeiro turno, Lula tem 37%, Flávio Bolsonaro chega a 32%, Ronaldo Cado vai a 6%, Romeu Zema, que ninguém tem certeza se será candidato, 3%, indecisos somam 5%, brancos e nulos ou que não pretendem votar são 11%.
Então, o que a gente tem é que o Lula, que é de longe o candidato mais conhecido, mantém uma liderança no primeiro turno, mas mostra muita dificuldade de ganhar votos num segundo turno. É praticamente o mesmo percentual que ele tem de uma rodada para outra. Ou seja, ele vai ao segundo turno com quase os mesmos eleitores que desejam votar nele já na primeira rodada.
E isso é muito difícil para quando um incumbente busca uma reeleição, essa margem estreita daqueles que não cogitam votar nele no primeiro turno, mas que olham para o segundo e aí sim dão mais uma chance, porque você tem praticamente a antecipação.
do segundo turno no primeiro, com um retrato hoje anti-governo, anti-Lula e anti-PT. Então, o retrato que se tem é, as pessoas querem mudança, é uma eleição de mudança e uma mudança que até aqui, e só tem esse viés porque não tem outro candidato à esquerda, uma mudança à direita.
E você, como é que o Lula está reagindo a isso na sua avaliação?
Saremberg, o governo está tentando fazer tudo o que pode. Agora mesmo, a caminho aqui da rádio, eu fui impactada por duas propagandas do governo. Então, está despejando tudo o que pode no primeiro turno, enquanto ainda a lei eleitoral deixa de ter propaganda de governo, para desfazer a ideia de que o governo é ruim. Por exemplo, uma das propagandas focava na questão do diesel.
dizendo que o governo do Brasil, que é o slogan do Lula, está fazendo tudo para a guerra não impactar o preço do diesel, etc. E lista as medidas. Mas se você está pagando mais, saiba que comerciantes desonestos tentam. Então, é uma propaganda claramente com uma embocadura eleitoral, tentando dessazer um dos problemas que as pesquisas mostram.
que é da alta do preço dos combustíveis. Também fui impactada por uma propaganda do Minha Casa Minha Vida, falando que o governo está investindo muito mais em moradia, nunca antes se investiu tanto em moradia. Então, tem propaganda para todo lado, tentando desfazer a má avaliação que as pessoas fazem no governo e que persiste e aumenta. Nessa pesquisa da Quest, a aprovação ao governo caiu de 47 para 43.
E a desaprovação subiu de 49 para 52, portanto, a gente tem aí uma oscilação que está fora da margem de erro. Quando você pega esse movimento desde janeiro, ele é ainda maior. Então, houve ali na virada do ano um início de derrocada da avaliação do governo.
E a percepção da economia, e aí esses dois assuntos entram em questões econômicas, tanto moradia quanto combustíveis, esses dois que eu falei, percepção da piora na economia também aumentando. 50% passam a dizer que houve uma piora no último ano na sua situação econômica. Em março eram 43%. Então não é que para tanta gente piorou de março para cá, é que as pessoas passaram a externar esse sentimento de piora.
e 72% dizendo que estão pagando mais caro pelos alimentos. Isso é fatal para qualquer governo e com essa situação do combustível, isso pode se agravar ainda mais.
E se você somar os votos da direita, passa de 50%. Você acha que essa soma faz sentido? Não faz muito sentido. Somando o... Caiado e Romeu Zema, né? Mais Caiado, mais Romeu Zema, mais o... Flávio Bolsonaro. O Flávio Bolsonaro passa do Lula, né?
O que ela indica até aqui, essa soma, é que num eventual segundo turno, um candidato da direita, um candidato de oposição, passa a ter chances reais de ganhar do Lula. Mas enquanto são votos válidos, enquanto um deles não conseguir perfazer 50% mais um, a gente continua tendo maior probabilidade da existência de um segundo turno. Então, até aqui, não se caracterizou um cenário em que metade mais um dos votos e depois, não se caracterizou um cenário em que metade mais um dos votos.
se consolida em um único candidato. O que pode acontecer? Esse contingente que está votando na direita fala, não, quero liquidar a fatura já no primeiro turno. E aí, escolher por um desses candidatos e despejar votos neles. Isso tem acontecido nas eleições mais recentes. Alguns donos e estudiosos de institutos de pesquisa.
Acham que essa é a eleição com maior probabilidade de acontecer uma vitória em primeiro turno, algo que não acontece desde 1994, aliás, 98, reeleição do Fernando Henrique. Mas, para isso, precisaria haver um deslocamento de votos válidos desses candidatos de direita em um único nome, ou do Flávio Bolsonaro ou do Ronaldo Caiado, eventualmente, que está tentando fazer.
esse trabalho. Está tentando insuflar esse movimento, se mostrar mais confiável, mais experiente. E ontem esteve aqui, esteve com o mercado financeiro, está tentando fazer esse movimento.
E essa percepção de piora, também a maioria diz que o país está caminhando na direção errada e tal, a gente estava comentando agora há pouco, a diferença entre a inflação medida pelos índices e a inflação avaliada pelas pessoas.
Aquela ideia de que o salário não chega até o fim do mês, de que você está pagando mais caro por itens básicos, como alimento, combustível, etc., e que aquela promessa de melhora da economia não se concretizou. E aí a pessoa faz ainda um pensamento que é o seguinte, enquanto isso, os casos de corrupção estão aumentando, etc., então tudo isso cria um mau humor muito grande.
E esse mau humor geralmente é canalizado para o governo, ainda que os escândalos de corrupção não sejam efetivamente ou só do governo, e ainda que, em números macro, haja melhor em alguns índices da economia.
Numa eleição que a tendência é de que seja muito apertada, né, Vera? Teve um índice da projeção do segundo turno que me chamou muita atenção. Flávio Bolsonaro cresce na intenção de voto na direita não bolsonarista, enquanto Lula cai na esquerda não lulista, portanto ele vai perdendo espaço, enquanto Flávio ganha espaço. E entre os independentes, o índice mais escolhido pelos eleitores é de que não vai votar. O segundo é o voto em Flávio e só o terceiro é Lula.
É um cenário que mostra uma margem ainda mais apertada para Lula conseguir e um cenário um pouco mais confortável para Flávio continuar.
crescendo. O que o Lula está apostando, fez isso numa entrevista ontem a veículos alinhados ali com a esquerda, é na ideia de, olha, se eu não for candidato, se eu não vencer, é a volta do que ele chamou, a volta do fascismo. Então, esse discurso aí...
de tentar falar da ameaça democrática, etc. Isso aí vai crescer para tentar trazer esses que estão dispostos a não votar, evitar que haja uma grande abstenção e tentar canalizar o voto desse que está ali indisposto com os dois lados, que até aqui não está gostando do governo e não está disposto a dar uma nova chance para o Lula.
Bom, mais algum ponto que nós esquecemos? Acho que é isso, acho que em linhas gerais é isso. Tá certo.
Vera Magalhães, obrigado, Vera. Até amanhã aqui no CBN Brasil. Até logo mais às 18 horas no Ponto Final. É isso. Até mais e um ótimo jornal para vocês. Valeu, Vera. Chegou a hora de deixar os carros da idade da pedra para trás. O BYD Dolphin Mini foi o elétrico mais vendido no varejo por dois meses consecutivos. Pela primeira vez, um carro 100% elétrico lidera essa posição no Brasil.
E chegou a sua vez de ter um carro mais econômico que moto. BYD Dolphin Mini. A partir de R$ 109.990,00 para CNPJ. Fala até uma concessionária BYD e faça um test drive. Consulte condições em byd.com.br. No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas.
BYD
BYD Dolphin MiniTikTok
Ferramentas de privacidade e proteção