FLÁVIO BOLSONARO - Flow News #058
Pré-candidato à Presidência da República
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This summer, say I do. I am marrying a stranger.
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I don't know what's gonna happen. I want my fairytale ending.
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New episodes Thursdays, only on Peacock. Salve, salve, família! Bem-vindos a mais um Flow News. Eu sou Igor e hoje eu vou conversar com pré-candidato à presidência da República, senador Flávio Bolsonaro. Tudo bom, cara?
Tudo bem, Igor. Obrigado aí pelo convite, uma grande honra tá aqui mais uma vez contigo. Espero que a nossa audiência goste muito do nosso bate-papo, seja muito esclarecedor.
E tu tá, o corpo tá moído porque tu tá chegando de um treino com Júlio Balestrin apenas, né?
E eu sei como É, a gente fez um bate-papo legal lá e o programa dele não é aqui sentadinho, né, tomando aguinha gelada com café, é malhando. Eu vou te— eu te confesso que eu tava um pouco enferrujado, tem um tempinho que eu não pegava não, entendi, o supino e tal. Ele deu uma moída aí, né, mas foi, o papo foi bom, acho que o pessoal vai gostar, mas não vai competir com o Flow porque foi gravado.
E a gente tá falando, e provavelmente lá tem uma dinâmica diferente mesmo. Aqui eu vou ter que pegar no teu pé, né, Flávio?
Aí vamos começar então falando sem pegar nada que eu não esteja acostumado.
Sem papo, sem pegar no pé, mas vamos começar falando uma parada que é talvez a notícia mais moderna no que tem a ver contigo, que é o lance de agora tá proibido de falar com teu pai 3 meses. Então só pode voltar a falar com teu pai após o primeiro turno, não é isso?
Bom, vamos lá. Todo mundo sabe a perseguição que a gente vem sofrendo, né? Não apenas eu, desde que lancei o meu nome como pré-candidato. Na verdade, o meu presidente Bolsonaro me lançou como pré-candidato a presidência da República. Mas a minha família, desde alguns anos atrás já, eu acho que desde o começo do primeiro dia de governo do presidente Bolsonaro, a perseguição já havia começado. Porque vamos lembrar, o Igor, que lá em 2018 Bolsonaro era um cara, um deputado do baixo clero relevante, né, que ninguém levava a fé.
E em função da internet, a gente tinha uma internet livre de verdade na época, não tinha esse monte de amarras hoje para reduzir alcance, né, enfim, restringir a divulgação das informações. Ele se elege sem tempo de televisão, sem dinheiro, talvez a campanha mais barata da história do mundo proporcionalmente ao que um candidato a presidente já utilizou para se eleger. Então desde lá, se você vai lembrar, o Igor, se você pegar ali 29 de abril, 29 de abril de 2020, tinha 1 ano e 4 meses de governo Bolsonaro, 1 ano e 4 meses de governo Bolsonaro.
Já foi aquela primeira decisão do Alexandre de Moraes em que ele proíbe o então deputado o então delegado federal Alexandre Ramagem de ser o diretor-geral da PF. Assim, atendia a todos os requisitos. É uma prerrogativa exclusiva do presidente da República colocar um diretor-geral da Polícia Federal. E naquela, com um ano e 4 meses, já foi uma canetada de interferência do Alexandre de Moraes no governo do presidente Bolsonaro. De lá para cá foi uma construção, obviamente, para chegar na ponta da linha e ao fim disso tudo e colocar o Bolsonaro onde ele está hoje, né, preso, incomunicável.
Então essa que é a decisão do Alexandre de Moraes. Primeiro que é uma coisa desumana, mais uma, né, Mais uma desumanidade por parte dele, porque a própria legislação garante o direito do presidente Bolsonaro, na condição que ele tá, de receber a visita do filho. E eu sou, além de tudo, também advogado constituído nos autos do presidente Bolsonaro. Eu participo das definições de estratégias, da construção das peças, atuo como advogado dele.
Na verdade, sou. Tanto é que a OAB entrou, né, com um pedido para que o Alexandre de Moraes reconsiderasse essa essa impossibilidade de comunicação com ele. Porque como é que funciona hoje, o Igor? A família, a família, diga-se apenas os filhos, tá, podem visitá-lo quarta e sábado por 2 horas apenas. E a defesa jurídica, a defesa técnica dele, os advogados, podem visitar 30 minutos por dia de segunda a sexta, tá. Isso também não era assim quando ele tava, não estava na domiciliar ainda.
Os advogados podiam ir qualquer horário sem marcar, sem limite de tempo para passar junto com ele para conversar. Foi eu me habilitar nos autos para ele no dia seguinte mudar isso tudo e deixar restrito dessa forma para dificultar o contato dele, né, com os advogados. Se eu não me engano, ele estendeu para todo mundo que tava lá no batalhão da PM onde ele tava cumprindo pena. Então agora essa decisão dele de impedir um filho de falar com o pai foi assim de um exagero, de uma desproporcionalidade.
Né? Se o Ouro An quiser visitar o Marcinho VP, que é o pai dele, na cadeia, ele vai.
Ó, deixa eu—
mas o Bolsonaro, que não fez nada, que é inocente, ele tem essa restrição. E não coincidentemente, né, ele proíbe de falar por 90 dias, exatamente o prazo que vai, se encerraria ali logo imediatamente após o primeiro turno das eleições. Então assim, é uma interferência clássica, descarada, de tentar dificultar ainda mais o nosso trabalho. Não satisfeito de tentar enterrar o presidente Bolsonaro vivo, essa camisa aqui É um pouco alusão a isso, né?
Tentaram nos enterrar, esqueceram que éramos semente. E é isso, o presidente Bolsonaro plantou uma semente, uma ideia, um movimento, que não vai ser isso que vai impedir que ele continue avançando. E a gente tá aqui para continuar dando mais força ainda, defendendo aquilo que a gente acredita que é o melhor para o nosso país.
E aí, Flávio, é o que basicamente, o que desencadeia essa decisão do Alexandre de Moraes de te impedir de falar com teu pai, é assim, mesmo com todo esse cenário que tu descreveu, que já era bastante restritivo, e agora tu só consegue falar com ele daqui daqui a 3 meses. Isso vem porque tu leu uma carta do teu pai na tua rede social, né? Deixa eu voltar no tempo aqui um pouco. E aí tu, porque assim, vamos lá, quando rolou o julgamento do teu pai lá no STF, que todo mundo viu, aí ele foi se manifestar nas próprias redes sociais e o Alexandre de Moraes, ou sei lá, o STF falou, cara, Não, não foi.
Na verdade, o que que ele fez? Ele, ele mostrou a tornozeleira dele, que ele tava no evento, que ele tava dentro do Congresso Nacional com toda a imprensa filmando. Aí veio essa, essa tese louca do Alexandre de Moraes que ele estava explorando a mídia para, sei lá, fazer alguma coisa contra o andamento normal do processo. Quer dizer, já começou sem pé nem cabeça, né, a restrição dele a usar as mídias sociais.
Então É, aí ele, aí tá bom, rolou a restrição. Aí depois ele, daí tu me ajuda se eu tiver falando besteira, ele deu uma entrevista e saiu por um outro canal que não é as redes sociais dele, e aí tomou uma outra restrição, algum outro tipo de notificação, qualquer coisa do Alexandre de Moraes. Eu lembro que na época tinha até uma questão de, pô, isso aqui é censura prévia, isso aqui não é censura prévia, o cara não pode falar, esquisito para caramba. É, foi toda uma discussão de dar entrevista, se não me engano.
E também uma decisão meio enigmática, né, porque as decisões dele são meio confusas. Ele deixa sempre uma brecha para, se ele quiser, de forma subjetiva, ferrar se quiser ferrar, ou passar a mão na cabeça se quiser passar a mão na cabeça, né. Isso, mas essa insegurança jurídica é muito ruim. Então ele tava proibido de dar entrevistas, depois ele falou que podia dar entrevistas, mas não podia falar do processo, alguma coisa assim.
E aí, no fim das contas, que a pergunta é a seguinte, cara, Eu não sei, não tem outro jeito de perguntar, então desculpa. É, por que diabo tu leu essa carta, cara? Porque não ia dar merda, o cara tá de olho em tudo, meu irmão.
Você não lembra, cara? Se você vai, já era.
Desculpa, mas é que assim, importa pouco o que que a gente considera que é humano, que é certo e o caralho. Porque assim, a gente não consegue mudar a regra do jogo atirando pedra na parada. A gente precisa entrar na parada jogar com a regra. Então, desculpa, mas na minha opinião, quando tu lê a carta, tu tá brigando com um cara que tá numa posição que consegue te atrapalhar.
Não, de jeito nenhum, Igor. Foi a quinta carta dele, cara.
Então desculpa se eu tô mal informado.
Quinta carta dele. Eu vou te lembrar aqui, a primeira foi lá em— ele, eu informo que ele tinha decidido que meu nome seria o pré-candidato à presidência no dia 5 de dezembro do ano passado. Aí fica naquela, mas o Bolsonaro não falou, ninguém sabe se é verdade, desconfiando, né, de que eu teria falando sem autorização dele. Aí no dia 25 de dezembro ele fez uma carta e eu li, onde ele fala, né, que entregou a coisa mais importante na sua vida, que é o próprio filho, por acreditar, por ter confiança que vai conseguir resgatar o Brasil, tal, tal.
Eu li essa carta na frente da imprensa inteira, na frente do hospital. Nesse caso foi suave, cara, mas assim, foi muito mais, muito alcance muito maior, porque tava imprensa inteira. Vários canais de comunicação transmitindo ao vivo pelas suas próprias redes sociais. E assim, daí dessa vez não tem problema.
E o que que tu acha que aconteceu agora então?
Aí deixa eu te falar, aí essa foi a primeira carta. Aí depois veio carta, uma carta, eu lembro exatamente a data, mas foi em março, abril, ele falando da Michelle para pararem os ataques contra Michelle e tal, tal, tal. Depois ele fez uma carta falando da eleição em Mato Grosso do Sul. Ele escreveu uma carta também para Michelle por ocasião do Dia dos Namorados, né, que ela postou. A Michelle botou na rede social dela, cara, e tudo, nada, e nada a própria carta, e tudo normal.
Aí quando ele faz essa carta agora, nesse momento em que também fica, se tá tudo, todo mundo tentando especular, olha, o Flávio vai ser, não vai ser, cara, você tá decidido, acabou. Ele faz uma carta para falar, olha, Ele é meu pré-candidato, ele é meu porta-voz. Eu peço a união de todo mundo, que agora a hora é de todo mundo vestir a camisa para dentro, tirar o PT, livrar o Brasil do PT. Por que que ele faz agora? O Igor, ele só tava querendo uma desculpa para acabar de enterrar meu pai vivo.
Não tem nenhuma lógica ele querer me dar essa punição de 90 dias sem falar com ele, a não ser a vontade do Alexandre de Moraes de deixar ele incomunicável com o próprio, além do seu próprio filho, com o pré-candidato à presidência da República. É óbvio que eu, tudo, cada passo que eu dou, eu pego orientação dele. Então assim, é mais uma vez para atrapalhar. Ele já tava 90 dias proibido de falar com todo mundo. Para eu levar minhas filhas lá, as netas dele, eu tive que pedir autorização para ele.
E a hora que ele escolheu, o dia que ele escolheu, O irmão do meu pai, por exemplo, o Renato Bolsonaro, ele é pré-candidato a deputado federal lá em São Paulo. Ele não pode visitar meu pai, ele requer lá para o Alexandre de Moraes para ver se pode visitar o próprio irmão, e o cara não julga, não decide. Quer dizer, então assim, ele tá, já tá 90 dias sem falar com ninguém, já atrapalha muito articulação política, e agora ele encerra a comunicação para dificultar ainda mais, e atropelando o meu direito inegociável de ser o advogado dele, o direito dele inegociável de ter acesso, comunicação com a própria defesa e com o próprio filho.
Quer dizer, uma coisa sem pé nem cabeça, Igor. Então não dá para botar na minha conta, tá? Ele é culpa do Flávio. Você vai lembrar que lá da outra vez, por que que ele foi para domiciliar? Olha como é que funciona a mente desse cara. Eu convoquei uma vigília para orar pelo meu pai, cara. Foram pastores, pessoas foram lá cantar louvor, e ele botou na cabeça que era algo que ia servir para o presidente Bolsonaro fugir. Ele botou na cabeça dele, né?
Você tem pé nem cabeça, bicho, porque ele já queria fazer. E assim que ele tá agindo, ele tá tratando Bolsonaro como um sequestrado em cativeiro. Isso aqui é meu sequestrado, eu faço o que eu quiser com ele. É isso que tá acontecendo, infelizmente.
É, e o, é uma posição de, então tá, vamos lá, se a gente fosse olhar então, ô Flávio, eu sei que tu não pode falar como candidato, a gente ainda tá, ainda não começou a campanha. Mas, cara, como é que o cidadão ou senador Flávio Bolsonaro tá enxergando o cenário político atual, cara? A gente tá vivendo um momento conturbado, tem um monte de coisa aparecendo para tudo quanto é lado. Tem, por exemplo, denúncia do Valdemar Costa Neto, tem denúncia do Jacques Wagner, tem um monte de coisa para tudo quanto é lado.
Esse é um momento que o Brasil é interessante até nesse sentido, que assim, a gente, é difícil a gente fazer previsões sobre a eleição porque toda hora surge uma coisa nova, né? E aqui, como é que tu tá enxergando isso? Tu já tá vendo as movimentações políticas empurrando mais para um lado, empurrando mais para um outro? Como é que tu tá vendo esse cenário?
Eu tô vendo claramente, né, dois ministros do Supremo tentando interferir na eleição diretamente, que é o Alexandre de Moraes e o Flávio Dino. Eles são, eles são integrantes da 1ª Turma do Supremo. Eles estão fazendo uma articulação para que essa 1ª Turma do Supremo seja uma espécie de bypass do Tribunal Superior Eleitoral durante as eleições, tá? Eleições, qualquer coisa acontecendo nas eleições, competência TSE. O que que eles estão fazendo agora por causa das eleições?
Vocês vão lembrar que o Alexandre de Moraes foi presidente do TSE nas eleições de 22, e ele desequilibrou completamente a disputa eleitoral, né? Contra a gente. E agora ele quer interferir de novo. Como é uma decisão dessa de proibir o pré-candidato de falar, né, com o principal nome do espectro da direita, né, por coincidência meu próprio pai, é uma, no meu ponto de vista, é uma interferência. Agora, na 1ª Turma, eles começaram, o Igor, a fazer algo que nunca aconteceu no Supremo Tribunal Federal.
Vou te dar um exemplo rápido. Começaram, o parlamentar, ele em tese, né, Constituição fala deveria ser cumprida, não está sendo, que o deputado, senador, é inviolável por suas opiniões, palavras e votos, por quaisquer de suas opiniões, e não pode responder civil nem penalmente por isso. Eles relativizaram e estão lá na 1ª Turma decidindo, pela primeira vez na história, condenar um deputado por calúnia. Podia ser injúria, difamação.
Isso nunca aconteceu, um deputado ser condenado por falar. Da tribuna, chuta o nome de quem é o parlamentar, Eduardo Bolsonaro. Então eles estão criando alguns precedentes lá para durante as eleições, ao invés de o PT oficiar o TSE, vou oficiar direto a 1ª Turma. E por lá, seja direto no inquérito da fake news, como você falou, que tá mais de 7 anos aberto, ele, uma petição simples, eles podem tirar perfil do ar, podem dar punições, podem dar suspensões.
Eles querem fazer às vezes o TSE. Eu falo isso com tranquilidade porque Isso já virou público. O presidente do TSE, ministro Edson Fachin, já tinha que ter tomado alguma providência com relação a isso, porque é inadmissível a forma como eles tentam a todo momento puxar, atrair para eles a competência de alguns assuntos para interferir nas eleições e principalmente para atacar e impor condenações ou constrangimentos a parlamentares que são de direita.
Então a gente tem que fazer a distinção. Não é que aparece coisas sobre, sobre todo mundo, dos dois lados. Não, cara. Você pega lá Jax Wagner, porra, Ali tem prova, tem o batom na cueca, o cara que é um parente recebendo dinheiro do Master, é a Floricultura recebendo não sei quantos milhões, é o Rui Costa, né, que tem envolvimento ali, foi início de toda sacanagem do Master, foi lá na Bahia, né. Tem o Guido Manteiga do governo recebendo 1 milhão por mês para fazer lobby, para levar o pessoal do Banco Master para falar com Lula.
É só uma coisa, cara, isso é corrupção. É diferente de ficarem inventando, por exemplo, que eu um parlamentar do PL, ele usou a sua verba de gabinete para alugar um carro, acusar ele de estar usando esse dinheiro para uma empresa fake, né, que não tem o carro. E o cara usa o carro todo dia, quer dizer, o carro tá lá, não tinha que ter investigação, não merecia tomar busca e apreensão. Então assim, há uma tentativa a todo momento de atingir parlamentares de direita, principalmente vindas desses dois ministros que eu falei, o que destoa.
E é uma coisa que eu lamento, mas algum momento O Supremo Tribunal Federal, com seu plenário, vai ter que tomar uma posição porque tá uma competição entre a 1ª Turma do Supremo e o TSE na iminência de começar as eleições. Gente, as pessoas têm que entender que quem governa esse país é os com voto, não é os com caneta, tá? Quem diz sempre defender a democracia, vamos aqui defender democracia, estão destruindo a democracia a título de defendê-la, pô.
Fica cada vez mais claro isso para todo mundo. Tanto é que hoje grande maioria dos brasileiros enxergam a grande farsa que foi a condenação do presidente Bolsonaro. Ele foi julgado por seus inimigos e eles estão se achando direito de escolher quem vai ser candidato a Senado, quem vai ser candidato a presidente, quem vai ser candidato a deputado, porque eles se acham no direito de decidir pela população. Então está longe de ser uma democracia.
Isso significa que então é, vamos chamar aqui de seus inimigos políticos, eles teriam, eles têm então É, pelo que tá falando aí, um certo, não vou chamar de apoio, mas uma certa vantagem em alguma medida por conta desse, dessa, não vou também, não vou chamar os cara de aliado do Lula ou do PT, mas vou dizer que tem com certeza, tem algumas ações ali que elas parecem para nós pender mais em geral para um lado. Isso aqui não é nem puxando o saco de ninguém, é só se tu ficar olhando tu vai ver que os cara em geral pega mais no pé dos bolsonaristas.
Né? Eu tô falando aqui do, da primeira turma, né? Mas pô, tu não consegue, por meio, pelo tempo que vocês têm de política, por entender o jogo e tudo mais, tentar dar uma igualadinha nesse jogo? Que tem uns cara lá também que gostam mais de você que do Lula, não tem?
Olha, se tem, não estão tomando decisões a meu favor, né? Você imagina se, olha só, essa, essa ação que foi feita contra o presidente do PL, Valdemar, né, acusação, ele pedir para deputados para colocarem emendas em alguns lugares em prefeituras que conseguiriam executar as emendas. Que que tem de ilegal nisso? Nada. Bom, na minha opinião não tinha que existir essa porra dessa emenda, mas outro assunto. Existe emenda, não tem nenhum, não tem nada de ilegal, não tem corrupção, não tem nada ali que justifique fazer uma busca e apreensão, bloquear bens do presidente do maior partido de direita do Brasil.
Quem foi que tomou essa decisão. Flávio Dino, você acha que ele faria isso com presidente do PT? Por que que ele tá com esse inquérito aí investigando emendas parlamentares, não sei o quê? E as ações são sempre quando deputado de direita, não tem deputado de esquerda fazendo merda, né? Eu diria que tem. Agora, para fingir que ele é um cara isento, ele vai e noticia e oficia todos os presidentes de 21 partidos para informar o que que é isso.
Cara, não tem nem crime, o cara tá ali tentando remoer, remexer só para justificar a Esse é porque, qual a consequência disso, Igor? É óbvio que perante a opinião pública é um desgaste, com certeza. Você acha que é todo mundo que entende que não tem nada de errado? Fala, porra, tá vendo? É os cara do PL, é o partido de direita. Aí bota na mesma prateleira do PT, cara. Essa é a intenção do Flavio Dino, ministro comunista, comemorado dessa forma, né, pelo, pelo Lula.
Pela primeira vez conseguimos colocar o ministro comunista no STF, a palavra dele. Então assim, ele tá lá a serviço. Que qual é o objetivo dele, Igor? É destruir a direita, destruir a igreja e destruir as famílias. Essa é a minha mentalidade, mentalidade de alguém como ele, que foi do Partido Comunista do Brasil, e um cara comunista convicto. Infelizmente, aquela promessa que ele fez quando foi sabatinado no Senado, e que deixaria de ser político quando sentasse na cadeira de ministro do Supremo e passaria a ser um juiz, ele mentiu. Ele está atuando como um agente político. Infelizmente essa é a verdade.
Essas sabatinas aí também, né, meu irmão, com todo respeito, né, com todo respeito, senador, os senhores são muito ruins nessas sabatinas aí, cara. A gente, a gente tá aqui reclamando do STF, né? Quem, os ministros do STF, eles são indicados pelo presidente, mas eles são sabatinados e aprovados pelo Senado. Então a gente reclamar de um cara que tá lá, que porra, vocês que botaram, irmão.
Vocês viram que eu votei contra, né? Uma parte grande, na parte votou contra.
Mas o Messias, por exemplo, o Messias só não foi por causa do momento político. E eu e você sabemos disso.
É porque é o nome dele, é um nome muito ruim. Mas eu e você sabemos, não, mas ia ser o quarto amigo que o Lula ia botar lá.
Mas eu e você sabemos que isso importa pouco.
Não, mas não importa pouco não, não importa pouco não.
Na prática não, mas o O, na minha opinião, você que sabe, porque é você que tá lá. Vou te falar, tá? Então vai.
Não, é o seguinte, é óbvio que o perfil do cara que é indicado influencia. É, o Flávio Dino quase que não passa. O Messias especificamente foi uma resposta do Senado assim, olha, não dá para o Lula botar mais um, o quarto que ele, que ele indicar durante a gestão, o terceiro, melhor dizendo, o terceiro durante a gestão dele. Que vai ser mais o amigo que ele vai colocar lá, que ele prometeu na campanha que não indicaria amigos. Não sei se você lembra um debate com o presidente Bolsonaro, né?
Falou, lembro que não ia ter, que não ia ter mais essa coisa como você bota, você botou.
Aí não, Bolsonaro não botou amigo, botou pessoas técnicas lá e que não fazem perseguição política com a esquerda. Ele botou pessoas que estão perseguindo a direita, e o Messias é mais um. Você vai lembrar que o Messias é aquele cara que pegou o ofício lá da Dilma e vazou o áudio. Aqui, ó, o Messias tá levando para você um, você virar ministro para, né, se tiver alguma coisa acontecer contra você, você mostra que você, né, tem for privilegiado, né?
Então não vai poder ser preso. Enfim, então esse cara que se prestou esse papel, então em função disso também houve uma articulação e ele não foi, e ele não foi aceito. Agora concordo contigo, o problema é do Senado. O Senado que não fez o dever de casa. A competência para fazer impeachment de ministro é do Senado Federal, só que mais uma vez ali são 81 senadores, tem de tudo, cara, menos quem não teve voto. Todo mundo que tá ali teve voto.
Então, por isso que eu falava já, igual, há 3, 4 anos, quando começou a perseguição, mais, né, quando começou a perseguição contra meu pai, e eu tentava fazer essa interlocução com ministro do Supremo, né, para mostrar o nosso ponto de vista, falou, cara, o caminho não é esse, nem teve voto, ele foi eleito presidente da República e tal. Eu falava, vocês vão acabar fazendo o seguinte, nas eleições de 2026, lá na frente, impeachment de ministro vai ser a pauta principal da eleição.
E não deu outra, cara, totalmente previsível. Hoje uma parcela grande da população que tá nos assistindo, na hora de escolher um senador nessas eleições de outubro, vão escolher 2 por estado, vão querer saber se ele é a favor ou contra o impeachment do ministro Alexandre de Moraes. Vai ser um critério para o eleitor escolher o seu candidato ao Senado. Isso é legal, cara? Não acho legal não, mas assim é necessário. Chegou num ponto que o desequilíbrio de poderes assim é tão grande que todo mundo sabe que hoje tem que ter uma quantidade de senadores dentro da Casa Senado Federal que se proponha a fazer impeachment do Ministro Alexandre de Moraes.
A culpa é da direita? Não. A culpa é das próprias decisões absurdas e atrocidades que ele vem cometendo ao longo do tempo e descumprindo a Lei 1079, que é a lei que dita quais são os crimes de responsabilidade que podem ser imputados a ministro do Supremo Tribunal Federal. E ele tem vários: atuação político-partidária, Ele não se declara suspeito para julgar um processo quando ele deveria, deveria se julgar suspeito. São assim crimes objetivamente, ele cometeu crimes de responsabilidade.
Ele só não sofre um processo de impeachment porque primeiro não é pautado pelo presidente da casa e segundo que não tem os 54, não teria os 54 votos que são necessários para concluir o impeachment, né? Eu, independente de ter ou não ter os 54, eu sempre fui favorável, assinei alguns pedidos de impeachment inclusive dele. Deveria ser pautado e o plenário decide. Mas o atual presidente da casa não pensou assim. Então olha a importância das eleições desse ano, porque não apenas temos que ter uma quantidade, mas, ô Igor, em função da expectativa que eu tenho de que a centro-direita terá uma maioria ainda maior, a quantidade ainda maior de representantes tanto no Senado quanto na Câmara, a chance de termos, por exemplo, um presidente do Senado Federal que se disponha a pautar o impeachment dele é muito maior, porque isso virou uma pauta nacional, infelizmente, mas virou uma pauta nacional.
E que eu não, eu acho que vai acabar acontecendo em 2027, com uma maioria de senadores sendo direita, com o presidente da casa que entenda que tem que cumprir a Constituição e a lei paute o impeachment dele.
O problema é que provavelmente o que tá lá vai ser reeleito, né?
Não, mas é que tá aí, ó, começou a campanha. Não, mas é o seguinte, o Igor, é agora o Senado renova 2/3 da sua composição. Tá, são 81, ficam 27 que já estão lá, né? O restante, os 54, são renovados. Então tem uma chance grande de aumentar isso aí. Enfim, é, eu tô fazendo um exercício com você aqui de o que que eu acho que vai acontecer a partir do ano que vem, por causa da conjuntura real que nós temos, né, de um total desequilíbrio.
Eu sempre falava assim, pô, eu acredito numa autocontenção por parte do Supremo, eles próprios conterem os excessos. Que não aconteceu.
Perfeito. E aí a gente então vai caminhando para uma eleição que a última pesquisa que eu vi mostrava ali que num segundo turno tem um empate técnico. Foi uma pesquisa de anteontem ou de ontem, alguma coisa assim. E assim, se tu fosse assim, você falou que será candidato à presidência da República, mas como a gente ainda não pode pedir voto, Esse cenário de segundo turno é perfeitamente esperado para vocês, eu imagino. Mas tem um— a gente tá vivendo em 2026 uma— tem vários outros candidatos muito mais alinhados com o espectro que a gente chamaria de direita do que, por exemplo, tem quando a gente pensa em esquerda.
Eu só consigo lembrar do PT aqui, na real, né? Então a direita, a gente tem aí, ou mais à direita, a gente tem o Zema, a gente tem o Caiado, a gente tem o Renan, tem uns cara, tem sei lá, Augusto Cury, tem uns cara. E como é que tu vê isso para uma, para direita que tu tá chamando direita ganhar do PT? Não era melhor todo mundo tivesse junto? Só que isso é impossível, né? Como é que, como é que funciona para esse lado aqui essa interlocução com essa vou chamar de direita fora do bolsonarismo?
Os partidos têm direito a lançar os seus próprios candidatos, né? Eu respeito muito todos eles que estão com os nomes colocados, né, dos seus partidos. Agora, eu fui um grande incentivador da pré-candidatura de alguns deles. Teve um que foi lá na minha casa conversar comigo achando que eu fosse demovê-lo de ser o candidato a presidente. Falei: não, cara, tu tem que ser candidato a presidente, é importante, vamos para o debate lá.
Eu acho que é mais uma campanha mostrando como é que tá horrível, desastroso esse governo do Lula. Nos debates a gente vai poder mostrar para a população que o Brasil não aguenta mais 4 anos de PT, o Brasil quebrou. Eu fui incentivador de alguns, no plural, deles, né? Mas agora parece que, não sei se orientado por marqueteiro, entram numa de querer atacar o candidato, pré-candidato que tá nas frentes nas pesquisas. E que as pesquisas hoje, não apenas essas, você fizer olhar Olhar todas as pesquisas, a tendência qual é?
Tendência é ter um segundo turno entre o Flávio Bolsonaro e o Lula, né? Com assim, já da quantidade de pancada que eu já sofri, quantidade de boicote, a quantidade de, pô, né, enfim, todo mundo atirando contra o Flávio Bolsonaro. A gente tá aqui, cara, com tudo que o governo já gastou, mais de R$200 bilhões fora do arcabouço fiscal, já gastou R$4,5 bilhões só esse ano de propaganda. Tentou aumentar a quantidade de pessoas que recebem programas sociais, cara, fez de tudo.
Ele quebrou o Brasil, tá quebrado na mão do Lula. Ele, para tentar se reeleger, ele tira, ele bota, né? Ele é um, tá achando que o povo brasileiro é otário, né? Mas já passou essa fase que ele conseguia enganar o povo brasileiro, né, com a internet hoje. Então assim, mesmo assim, a gente tá com essa força toda, né? Se você olhar pelas pesquisas todas aí, há um empate técnico, alguns botam numericamente na frente, outras botam ele numericamente na frente, mas todas praticamente apontam para essa disputa acirrada.
E que assim, a preço de hoje, Igor, não adianta querer atirar em mim achando que vai ultrapassar o Flávio Bolsonaro, que vai para o segundo turno com Lula. Não é isso que é o cenário que tá posto, né? Não tô com toda humildade aqui, ó, que as pesquisas mostram. Há uma marca muito consolidada que foi construída por todos nós. Presidente Bolsonaro deixou, não foi um, não só uma marca, deixou um movimento, deixou né, princípios, ideia, deixou exemplo.
A situação que ele tá, milhões de pessoas ficam ali sensibilizadas com a covardia que estão fazendo com ele. E como ele passou o manto dele para mim, para eu ir para essa disputa, já que ele não pode ir, as pessoas estão seguindo quem tem credibilidade, que é o Jair Messias Bolsonaro. Então assim, óbvio que eu não vou ficar aqui dando, atirando em todo mundo, não vou ficar Porque na minha cabeça de verdade eu sei que mais cedo ou mais tarde a gente vai ter que estar junto contra o PT.
Então não faz sentido você atacar um ou outro no espectro da centro-direita pensando em poder, pensando em quem vai para o segundo turno. Tem uma missão muito maior de todos nós, uma responsabilidade muito maior de todos nós com o país. Porque quando eles começam a atacar alguém que claramente tem todas as possibilidades de ir para o segundo turno com Lula, estão desgastando a mim. Então pode ter um monte de gente que, pô, não vote nem em mim nem no Lula, e votaria, que poderia votar em mim, que de repente no dia da eleição não vai votar porque se desestimulou.
Então assim, atacando Flávio, ou Flávio atacando o Caiado, ou Caiado atacando o Zema, cara, eu acho isso um desserviço, e eu não vou me prestar a esse papel. Eu vou ficar defendendo o que eu acredito, as propostas que eu tenho, que, pô, são completamente diferentes do que tá aí. Eu sei qual o caminho que tem que seguir, eu tô preparado para essa missão. Eu sei que eu posso fazer um baita de um governo aproveitando o que eu aprendi junto com o presidente Bolsonaro, que as minhas experiências de 24 anos de política— eu sou advogado, sou empresário, sei como funciona o jogo do poder em Brasília.
Eu tenho o caminho da prosperidade aqui que eu vou mostrar para o povo brasileiro, para resgatar a esperança dessa galera, dos jovens, para não roubar velho, os velhinhos do INSS, respeitar os velhinhos do INSS, devolver a esperança os nossos jovens, promover o maior programa de mobilidade social que esse Brasil já viu. Como é que é o que eu vou fazer?
Deve ser complexo, difícil de falar em duas linhas.
Não, não, vou te falar, não acho que é difícil, cara, é porque tanta coisa errada que esse governo fez, tem tanta despesa para cortar. Não é, não tá, não é uma missão impossível você organizar as despesas caberem dentro das receitas, né, orçamento ser respeitado, você previsibilidade para os investidores, você resgatar a credibilidade do país. Porque hoje, ô Igor, a vida de todo mundo tá aqui na palma da mão, verdade? Concorda?
Só que tem muita gente ainda que não tem acesso à internet. O que que a gente vai propor, cara? Todo mundo, todo brasileiro vai ter acesso à internet. Foi o governo do presidente Bolsonaro que implementou 5G no Brasil. Bolsonaro ia para as aldeias indígenas lá na Amazônia, no Pará, na Amazonas, no Acre. O que que os índios pediam? Wi-Fi.
Imagina.
E hoje você vê um monte de perfil de indígena aí que eles têm rede social, eles são informados, criticam o governo Lula, querem trabalhar e não podem. Assim, então, a internet para todo mundo na palma da mão. Governo do presidente Bolsonaro foi o segundo mais digital do mundo. A nossa plataforma gov.br, que agora foi sucateada por esse governo, você tinha centenas de serviços públicos à sua disposição na hora. Então, por esse aplicativo, vai ser uma plataforma muito mais robusta, né?
Você consegue, pelo CPF de cada brasileiro, você ter ali uma noção de qual o perfil de cada brasileiro. Então assim, vai ter plataforma de mobilidade social desde aquela pessoa que hoje, o Igor, ela é semi-analfabeta, até aquela pessoa lá no final da linha que precisa de um financiamento, um crédito barato para poder criar o próprio negócio, ampliar o próprio negócio. Então tem um espectro de perfis diferentes ao longo de toda todo esse pessoal, principalmente quem recebe um Bolsa Família, por exemplo, que é importante sempre ressaltar.
Você que recebe Bolsa Família, eu vou manter o Bolsa Família. Nenhum candidato vai cortar Bolsa Família.
Seria uma burrice.
O que que a gente vai propor nessa plataforma? Primeira coisa, você que recebe Bolsa Família, você conseguiu um emprego de carteira assinada ou você abriu a sua própria empresa, a sua MEI, você não vai perder o seu Bolsa Família. Por que que a gente tem que pensar Isso aprendi com o tempo, com maturidade, que eu não pensava assim lá atrás. Hoje eu compreendo. A pessoa que recebe Bolsa Família hoje, 70% delas trabalham, cara. Então esse negócio de que quem recebe Bolsa Família é vagabundo, não, cara.
A maioria trabalham numa coisa, uma função, um trabalho informal, até para não perder. Mas esse cara já passou fome, essa mulher já passou fome uma vez na vida. Aquilo é estabilidade. R$600 é estabilidade da pessoa. Mas o Bolsonaro é que deu R$600. Vocês lembram que quem ganhava aí Bolsa Família bastante tempo ganhava R$100, R$90, era em média R$190. Que que o Bolsonaro fez? Triplicou o valor, no mínimo R$600. Durante a pandemia ele pagava em dobro para as mães solo, R$1.200 para as mães solo.
Enfim, em função dessa renda básica, essa galera que já passou fome na vida não quer voltar a passar fome. Eles têm a memória do que é, do perrengue que é. Então, se ela, se ela tá ganhando a vida agora, recebe Bolsa Família, tá ganhando a vida aí vendendo suco de laranja no sinal de trânsito, se ela por acaso sofre, sei lá, um acidente, não pode trabalhar, cara, ela não vai ter mais aquela renda dela principal, vai voltar para o Bolsa Família.
A gente tem que entender que essa pessoa não pode voltar àquela situação de miserabilidade que ela tinha antes de receber o Bolsa Família. O Estado tem que abraçar essa pessoa. Agora, por essa plataforma Essa pessoa vai poder ter acesso aos serviços públicos e vai ser mais ou menos assim, para simplificar. Vamos supor, a pessoa precisa de um curso de qualificação, ela vai ter nessa plataforma e ela vai ganhar um cashback, ela vai ganhar um incentivo dentro desse aplicativo.
Você tendo com você, com seu cartão de crédito, quando você mais usa, você tem um cashback, né? Você usou o seu cartão, você pode comprar determinado produto com os pontos que você fez, você pode resgatar em forma de dinheiro. Dos pontos que você fez, você pode pagar uma parte da sua fatura do cartão de crédito. Por que que o pobre não pode ter isso na plataforma digital? Então vamos dar. Então se ele fez um curso de qualificação, toma aqui um cashback para você se estimular a fazer esse curso de qualificação.
Se você recebe R$600 de Bolsa Família, você só gastou R$500 nesse mês, economizou R$100, o governo vai te dar mais R$100. Já que você economizou R$100, toma aqui mais R$100 para você começar a ter educação financeira, até chegar um ponto lá no final, um perfil lá na frente Se você quer uma manicure que quer formalizar o seu próprio negócio e não sabe como, ela vai saber como fazer nessa plataforma. E ela vai ter um microcrédito ali aprovado nessa plataforma, juro baixo, para ela poder caminhar com as próprias pernas, para parar de depender do governo.
Então assim, eu te dou, tô muito rapidamente tentando explicar como é que seria isso, que não é difícil de fazer. Nós já fizemos algumas, alguns contatos sobre quanto seria da internet de graça para, né, para pelo menos para as pessoas que recebem ali os programas sociais, o BPC, o Bolsa Família, cara, fica em torno ali de R$2 bilhões. R$2 bilhões, isso perto do orçamento que a gente tem trilionário é nada, cara. Esse programa de 5G que eu te falei que o Bolsonaro levava internet para as aldeias indígenas, foi o Elon Musk que deu internet a satélite para essa galera toda, para o governo, de graça, cara.
Porque ele, a gente botou em várias escolas públicas, em unidades públicas de saúde, em aldeias indígenas. Tem gente que quer fazer o bem e o Estado tá aqui para isso, para incluir essas pessoas. E é isso que a gente vai fazer. Por que que o Lula fala: quanto mais inteligente é o povo brasileiro, menos ele vota no PT? Cara, quem fala isso é ele. Ou seja, ele disse isso, não investe em educação porque se as pessoas ficarem mais inteligentes vão parar de votar no PT, cara.
Olha, eu concordo que as pessoas ficando mais— eu gosto disso que você falou aqui, não é para puxar o saco, mas é legal porque Eu realmente acredito que a gente tem muitos problemas fundamentais na sociedade brasileira que só serão resolvidos a partir do momento que eles soltarem a mão do, sei lá, do governo, do estado, do governo, ou o estado soltar a mão das pessoas. Então ir trabalhar, mas soltar a mão não é abandonar, tá? É tipo, irmão, vai lá trabalhar, vai lá, vai lá viver tua vida, vou parar de atrapalhar você, vou te ajudar, toma aqui, eu vou te educar. Educar a sociedade é o maior ato revolucionário do estado.
Você concluiu Conheceu ensino médio, pô, tu vai ter um cashback aqui, né, pela plataforma do governo, que você vai ser remunerado por isso. E assim tem que ser.
Por outro lado, eu vou ter que confessar, Flávio, desculpa, mas é que eu duvido, meu irmão, vocês não gostam de educar o povo.
Você tá enganado, cara, você tá enganado. É por isso que eu assinei uma PEC para acabar com a reeleição para presidente da República. Cara, porque eu vou investir no que tiver que investir, eu vou tomar medida que tiver que tomar para libertar essa galera, tá? Por exemplo, como é que, como é que eu vou implementar isso aqui? Qual que é o banco popular hoje, o banco que o pessoal mais recorre, é principalmente quem tem a renda mais baixa, é a Caixa Econômica Federal, não é?
Pode escrever aí, a Caixa Econômica Federal vai ser o Itaú da periferia ou Itaú da favela no Rio de Janeiro, porque vai ser o banco que vai estar lá presente, o banco de luxo para essas pessoas. Saber que é um banco que já implementa muitas políticas públicas, né? Foi por intermédio da Caixa, por exemplo, que a gente pagou o auxílio emergencial lá, né? Hoje o Bolsa Família, direto da conta do governo para conta da pessoa física.
A gente quebrou os intermediários. Como é que a pessoa conseguia se inscrever no BPC, por exemplo, antigamente? Tinha que ir lá no CRAS, na prefeitura, tinha que ir lá pedir para um vereadorzinho lá da cidade pequena: pô, vereador, bota meu nome aí, quero meu galho. Que já perdia, já perdia um percentual no meio do caminho para o vereador, para o prefeito, já tinha taxa de não sei o quê. Agora, cara, foi direto do menos Brasília, mais Brasil, foi direto para conta da pessoa que antigamente era invisível.
A gente colocou, a gente incluiu mais de 40 milhões de pessoas que eram invisíveis para o setor público, Igor. Como as pessoas foram bancarizadas, foi daí que veio o Pix. Pix foi criado no governo Bolsonaro, logo para poder viabilizar ali, logo começou a enfrentar a pandemia logo depois, para viabilizar que as pessoas recebessem diretamente na conta. Então as pessoas se bancarizaram e criaram a chave Pix, e foi assim que o presidente Bolsonaro conseguiu fazer o maior programa de distribuição de renda do mundo, cara, do mundo.
E hoje o governo, o governo atual E a gente precisou gastar R$700 bilhões para atender o povo todo durante a pandemia, para que não houvesse o caos, para que as pessoas não passassem fome, para garantir saúde para todo mundo, abrir UTI, garantir vacina. Hoje o Lula, sem pandemia, já tá gastando mais do que isso, cara, para tentar se reeleger. Ele descontrolou as contas públicas. O Brasil, a gente pegou o Brasil aqui com a dívida-PIB, uma relação dívida-PIB de 75%.
Vê a pandemia, cara. A gente devolveu, passou o governo com essa relação de dívida PIB de 71%. O Lula já tá chegando em 81% de novo. O que que significa isso, cara? Significa o Brasil tá quebrado, o Brasil tá ficando inábil, o Brasil tem, pode ficar insolvente. É igual quem tá em casa nos assistindo, cara. Se você começa a dever muito dinheiro, você deve 80% da sua renda, cara, não vai sobrar nada para você comer, você não vai conseguir pagar sua conta de água, sua conta de luz.
Que é o que tá acontecendo. 80% das famílias brasileiras endividadas. Por que que acontece? Ó, vamos tentar ser bem, bem objetivo, Igor. Por que que você que tá me assistindo, de repente você tem uma dívida, você não consegue pagar? Esses juros aí, por causa dos juros altos, né? O porquê que o juro no Brasil tá tão alto assim? Porque o governo gasta loucamente, uma forma irresponsável. Aí você tem que subir a taxa de juro, né, para evitar que venha inflação.
Como é que a situação real do Brasil hoje? Inflação chegou, o governo tá gastando para caramba, a taxa de juro tá lá em cima, e a sua dívida ela é corrigida atrelado com base nessa taxa Selic que hoje tá na casa de 15%, cara. A sua dívida tá impagável. Por que que o agro hoje tá passando dificuldade? Porque no governo presidente Bolsonaro eles podiam pegar um financiamento a um juro baixinho. A taxa de juro no Brasil com Bolsonaro chegou a ser abaixo de 2% ao ano, Igor.
Hoje tá 15% ao ano. Então as pessoas se endividaram, tinham condições de pagar, mas chegou a pandemia e tal, chegou esse governo atual, descontrole total. As dívidas foram sendo corrigidas por essa taxa altíssima. Então o governo Lula, ele colocou, ele enrolou todo mundo em dívida, cara. Aí ele vem com esse programa mequetrefe aí dizendo que é desenrola. Um cara que faz 2 desenrola em 3 anos, irmão. Aquele cara que te enrolou, ele não vai te desenrolar, ele vai te enrolar ainda mais, vai precisar de outro desenrola.
E a gente só vai conseguir ajudar essas pessoas que estão endividadas hoje equilibrando as contas, reduzindo a taxa de juros, resgatando a credibilidade, a confiança dos investidores para que eles possam fazer investimentos aqui, gerar empregos que paguem bem para pessoa se planejar e conseguir sair da dívida. Não vai ser fácil, mas não tem mágica. É assim que a gente vai ter que fazer, dando o exemplo. Então hoje, hoje o brasileiro, mais de 80% das famílias estão endividadas, não estão conseguindo pagar suas contas.
O Igor, você já entrou no iFood aí, cara? Direto, né? Eu peço iFood direto também. Se tu olhar aí, cara, o iFood oferece parcelar uma pizza em 6 vezes. É porque tá geral, geral endividado. Um troço que tu vai consumir, porra, eu levo, o que que é isso aí? Eu levo 10 minutos depois, eu vou falar que eu levo 10 minutos para consumir uma pizza. Né? Você leva 5, né?
Que tu, eu tenho amigos.
Então assim, uma coisa que você vai consumir na hora, você vai levar 6 meses para quitar aquela dívida, porque as pessoas não estão conseguindo pagar. Então a iFood tem que oferecer facilidade para poder vender, senão não vende. Mas isso aqui, eu na verdade eu tava esperando você começar a falar para eu pescar quais são os produtos aqui para comparar como é que era lá em 2019 com o presidente Bolsonaro o preço e quanto é que tá agora.
Pô, mas aí também tu pegou o aniversário Guanabara, né, meu irmão?
Aí vai ser pressão. É o nosso mercado, né? O mercado, pô, tem tudo no Guanabara.
Para os amigos do Guanabara e para os amigos que vai lá no aniversário do Guanabara, especialmente para vocês.
Você vê que aniversário do Guanabara, pô, é toda semana tem aniversário. É impressionante, a gente faz aniversário uma vez no ano, eles fazem toda semana. Aí sei lá, vamos pegar alguma coisa aqui, deixa eu ver uma coisa que tem nas duas.
Picanha acho que é uma boa, viu? Porque assim, os cara prometeram Picanha para nós aí. Não sei se chegou, para ser sincero.
Aqui tá, ali tá muito pequena, mas vamos lá. Tem um café Pimpinela aqui, ó. Café Pimpinela, novembro de 19, mesmo presidente Bolsonaro, já um ano de governo, R$7,98 café Pimpinela. Aí quanto é que tá agora com Lula? Ué, R$28,90. Porra, cara, é vezes 3, é vezes 3. Eu não votei. A inflação, a inflação dos produtos básicos aqui Ô Igor, não é essa inflação oficial que eles colocam aí para—
ah não, mas assim, para ser totalmente honesto, eu não sou especialista a ponto de dizer que uma coisa é por causa da outra. Eu sei que tem questão de safra, questão de não sei o quê. E aqui a gente entra inclusive num ponto que tu tocou, que tem a ver com o agro no Brasil. E o agro, uma das, sei lá, talvez um dos negócios mais importantes do Brasil no fim das contas. E a gente teve também aí uma coisa que tu se envolveu pessoalmente, que foi o lance do tarifaço do Trump, né?
Que lá no começo ele disse que ia tarifar para cacete, aí volta atrás, aí tarifa de novo, aí destarifa, tarifa uns troços, não tarifa outros. E agora ele tá falando que vai, disse que viria uma nova tarifa, a ponto de tu ir lá nos Estados Unidos falar com os cara, né? E uma coisa que eu queria te perguntar, inclusive, e ver se eu entendi direito, Tu disse para o cara, pô, não tarifa agora não, tarifa depois.
Foi isso não, cara. Eu vou explicar. Tu tava falando, tu tava falando para me ajudar até eu conseguir achar a parada que eu não consegui achar ainda.
Mas tá bom, a gente tem, ó, daqui a pouco a gente vai ter tempo.
Olha, não, não foi nada disso. Olha só, o Lula cavou o pênalti com muita força, cara. Ele queria, ele almejou essas tarifas aí a todo custo, né? Porque Ele acha que ele conseguindo a tarifa para o Brasil, ele tentou, conseguiu, ele conseguiria ter um efeito eleitoral a favor dele sobre isso, né? Porque lá atrás, né, quando o Eduardo nunca trabalhou para tarifar o Brasil, ele trabalhava, levava informações para o governo americano pelos critérios dele.
Se fossem, lembra, botar o Magnício no Alexandre de Moraes e tal? Aí, cara, vejo lá que o Trump é um cara que ninguém tem controle sobre ele, é um cara que tem uma imprevisibilidade que é um senso comum. Aí ele foi, meteu a tarifa. Aí a narrativa do governo foi: o Eduardo botou tarifa no Brasil. Não foi, foi uma mentira. Nunca tentou impor tarifas aqui, trazer tarifa para o Brasil. De lá para cá, durante o governo Lula, foram mais de 62 vezes que o Lula ou xingou o Trump ou falou, deu pancada nos Estados Unidos.
Ele provocou o tempo inteiro para poder o Brasil ser tarifado. Aí, o que que eu fiz, cara? Eu tô vendo aqui que tecnicamente os cara vão meter mais uma tarifa de 25% no Brasil. Vou me inscrever. Era uma audiência pública de um órgão lá chamado USTR, né, que é a Câmara de Comércio lá internacional dos Estados Unidos, que é aquela que ia preparar um parecer, falar para o Trump, ó, somos a favor de tarifar ou somos contra tarifar, para o Trump decidir.
Uma audiência pública, cara. Eu me inscrevi, fui lá falar, fui lá falar. Eu tinha 5 minutos para falar, apresentei uma defesa técnica grande, foram dezenas de páginas de defesa técnica. Mas nos 5 minutos para falar, falei um pouquinho da parte técnica, foi um pouquinho da parte eleitoral. Porque o Trump, a gente tem que entender o que que ele é sensível. Se ele é sensível ao Brasil, ele tá lá bravo com Lula, que o Lula ataca os Estados Unidos toda hora, defende que o dólar deixe de ser a moeda padrão de comércio internacional.
Se ele faz gesto para o Irã, manda o Alckmin para posse lá do ditador do Irã, se o Trump ataca Israel e defende os terroristas, pô, esse é o Lula, a imagem do Lula perante o mundo. Então você acha que o Trump olha para cá e enxerga um país que pode melhorar suas relações comerciais? Não, ele acha que é um, tem um presidente da República que é anti-americano. E é verdade. Eu fui para lá, falo o seguinte: olha, a gente vai ter eleição daqui a pouco e o Brasil vai passar a partir de janeiro de 27 até um presidente da República que vai sentar de igual para igual aqui.
Vamos negociar, vamos fazer os maiores acordos comerciais da nossa história. O Brasil tem segurança alimentar, tem segurança energética para oferecer ao mundo. Nós temos diversas coisas aqui que podem interessar os Estados Unidos e vice-versa. Vamos sentar, ver o que é melhor para o Brasil e para vocês, sem tarifa sobre a mesa. Espera só um pouquinho. Foi a minha tentativa de sensibilizar o cara. Então assim, era a arma que eu tinha.
Não foi por causa de eleição, porque assim, independente do resultado da eleição, cara, Se eu conseguisse isso, ou eu ou outro candidato vai ter que lidar, vai ter que lidar, tá? Então assim, foi essa tentativa que eu fiz. Mas assim, mais uma vez, o Trump já tem a decisão dele tomada, tomou a decisão de tarifar o Brasil. Hoje você vê como é que não tem nada a ver com Flávio Bolsonaro, Igor. Mês passado, a União Europeia tirou as proteínas, as carnes do Brasil da lista de comércio, de possibilidade para exportação para Europa.
Porque o Brasil aqui, por incompetência do governo Lula, né, os produtos brasileiros não seguiram algum protocolo exigido lá pela União Europeia para que a carne do Brasil fosse exportada para lá. O cara tirou as proteínas da lista de produtos que podem ser exportados para a União Europeia. Aí foi o Flávio Bolsonaro? Não, foi o Lula. O Brasil agora tem alguns dias, a China acabou de meter mais uma tarifa de 55% sobre as carnes brasileiras.
Quando ultrapassasse lá uma cota das carnes que são exportadas para China, tem uma cota lá, se eu não me engano, era 1 milhão e 100 mil toneladas. Ultrapassou isso, você paga além dos 12%, já pagava normalmente tarifa, mas ultrapassou essa cota, mais 55%, 67% de tarifa na carne brasileira hoje sobre a China. É culpa do Flávio Bolsonaro? Não, a culpa é do cara que é incompetente, que não sabe negociar, que não tá nem aí para o país, quer ficar passeando com a Janja viajando o mundo, hotel de luxo, né, tomando champanhe, comendo, né, caviar, sei lá como é que é, só coisa de luxo que ele gosta de fazer com a Janja viajando por aí, e não tá nem para o país, irmão.
Então assim, essa é a tarifa do Lula, é o PT, o partido das tarifas, é o partido dos taxadores. E eu falei para o Trump lá, quando eu tive pessoalmente, falei: Trump, as empresas brasileiras já são as mais taxadas do mundo.
Tu não falou assim, tu falou em inglês.
A todo o Brasil do not deserve this. Please help us. Então assim, eu falei cara, cara não, falei presidente. Não tem essa intimidade, mas falei presidente. Aí as empresas são muito tarifadas e vai quebrar as empresas brasileiras, vai ser ruim para os Estados Unidos porque os produtos vão chegar mais caros aqui. População vai ficar chateada de ter que pagar mais caro pelos produtos aqui, vai aumentar a inflação nos Estados Unidos.
Só que cara. Ele, enfim, eu falei disso, fui lá defender o Brasil contra as tarifas, isso antes de fazer defesa na audiência pública, né? E fui pedir para que ele classificasse PCC, Comando Vermelho, como organizações terroristas, já que o Lula tinha ido pedir o contrário, tinha pedido para que eles não fossem classificados como terroristas. Então assim, cara, eu fui lá fazer o serviço do Lula uma vez, deu certo, conseguimos aí classificar PCC, Comando Vermelho, como terrorista.
Estão vendo várias operações acontecendo mostrando que o PCC e o Comando Vermelho, com as suas atividades criminosas aqui, lavavam dinheiro nos Estados Unidos. As drogas chegam na Europa, chegam nos Estados Unidos. Então eles têm um interesse pela lei americana de ter convênios com outros países e fazer asfixia financeira dessas organizações narcoterroristas. Que que era um presidente da República fazer, ô Igor? Caraca, vamos aproveitar essa oportunidade Vamos fazer aqui as parcerias como tem, sempre teve, com o governo americano, com o governo argentino, governo paraguaio, já que grande parte dessas organizações terroristas lavam dinheiro na tríplice fronteira, que é Brasil, Paraguai e Argentina.
Vamos fazer troca de informações, troca de inteligência, troca de tecnologia, vamos compartilhar dados aqui, vamos fazer asfixia, vamos fazer o follow the money, né, vamos seguir o dinheiro que sai do Brasil, vai para não sei onde, Estados Unidos, ou passa no paraíso fiscal. E chega lá, porque a PF do Brasil não tem como investigar para onde o dinheiro vai quando ele ultrapassa fronteiras do Brasil. Tem que ter os convênios com outros países, né?
O Lula, ao invés de aproveitar essa oportunidade, ele simplesmente ignora. Parece que ele tá fazendo um gesto para os seus parceiros, né? Aquela galera que fez festa nos presídios quando ele foi declarado presidente em 2022, de PCC, de CV, essa galera que tá feliz lá com o pai Lula, né? Perde oportunidade e o Brasil tá aí sofrendo.
Tem uma porrada de coisa para a gente falar ainda, cara. Eu queria ouvir tua opinião, por exemplo, sobre as bets, sobre um monte de— sobre mais, sobre— eu queria ouvir mais sobre as organizações criminosas se tornando, na real, organizações terroristas e tal. Vamos ver se dá tempo, tá? Mas eu não posso deixar de te perguntar da onde surgiu a ideia de fazer um filme sobre teu pai.
Olha, o filme, quem teve essa ideia original foi o Mário Frias, né, que ele é dessa área, ele é ator, enfim, ele dessa área de arte, né? Ele foi o nosso secretário nacional de cultura. Então ele sempre teve essa vontade, fala assim, para, o teu coroa merece, né, uma obra de arte, um filme que conte a história dele, ou pelo menos se baseie na história dele de uma forma correta. Ele merece, que é só, cara, só filmes torcendo a história de vida dele, a pancada nele.
Quem conhece O Bolsonaro, por você conhecer ele aqui, sabe, pô, um coração gigante que ele tem, um cara simples para caramba, não tem nada de autoritário, de nada disso. Então assim, foi ideia, foi essa ideia dele. E lá atrás com Eduardo eles começaram a procurar pessoas, ele conhece, tem um relacionamento com esse pessoal de cinema dos Estados Unidos, e foi sendo construído assim, né? E obviamente precisa de recurso. Por que para fazer o filme, por que tu não fez um filme brasileiro?
Todo respeito, assim, todo respeito, você acha que ia acontecer o quê se a gente rodasse o filme aqui no Brasil?
Eu acho que a tua galera ia ficar puta porque ter pegado dinheiro da Lei Rouanet.
Não, jamais, jamais. Não sabe por que que não foi feito aqui? Porque senão alguém do Supremo Tribunal Federal vai dar uma canetada e inviabilizar o filme e perseguir os atores e perseguir a produtora, como tá acontecendo, cara. Então assim, era previsível que eles iam ficar incomodados com o filme, iam arrumar algum mecanismo para tentar atrapalhar, que foi o que eles estão, é o que eles estão fazendo.
Mas a partir do momento que tu vai fazer um filme filme dessa, desse tamanho, porque assim, é um filme, porra, é o Jim Caviezel que é o principal, e é o Petróleo.
Eu vou te contar do Jim Caviezel aqui rapidinho, representante.
Beleza, mas o ponto é, quando tu faz um troço muito grande, tu se coloca na posição que tu tem que pagar um troço muito grande.
Não, mas ali o que acontece, como é que era o nosso contrato ali, né? Era de, olha, você vai investir X no filme, quando o filme começar a dar resultado você vai receber o seu X de volta, mais 20%, contrato privado. Para um filme privado sem nenhuma contrapartida pública. Vamos lembrar que o presidente não era o Bolsonaro, não tinha nada que pudesse fazer no governo para beneficiar quem quer que fosse. E num período em que o investidor não tinha absolutamente nada de errado contra ele, pelo contrário, era o cara mais badalado do Brasil, né?
Fazia evento para o Supremo, para Globo, para as emissoras de TV, de rádio, de astronautas. Então assim, fazia tudo, fazia tudo. Aí eu Graças a Deus, nunca tive nenhuma participação de nada, né, nessas festas aí. Minha relação com ele sempre foi com relação ao filme, única e exclusivamente.
E como é que foi o primeiro encontro, Flávio?
Foi uma pessoa que conhecia ele, que nos apresentou, conversando com essa pessoa.
E eu, claro, muito trânsito com todo mundo, não é? Muito conectado.
Que eu quero dizer, imagina quem que se disporia a colocar um dinheiro no filme sobre o Bolsonaro com o Lula no governo e com o Supremo fazendo o que tá fazendo, cara. Então assim, foi difícil. Eu bati em várias portas. Meu papel era esse, buscar gente para fora. Isso aqui é um filme bacana, vai dar, vai dar um retorno financeiro, a história do meu pai e tal. E foi assim que foi sendo construído. Uma pessoa nos apresentou a ele, ele se dispôs a fazer com esse receio também de ser perseguido aqui no Brasil, né?
Por isso que foi um filme americano, né? Que buscamos atores americanos, produtora que tivesse também fora do Brasil. E foi, cara, foi, é um empreendimento cultural, cara. E sem dinheiro público. E aí que acontece, por ser do Bolsonaro, pau, perseguição, uma grande parte da imprensa arrumando um monte de defeito, cara. E a gente sabia que ia ser assim.
Ah, tem um monte de coisa que a galera pega no pé que eu acho que não devia mesmo, acho besteira. Por exemplo, um exemplo é mais ou menos na linha de quando teu pai tava, ele foi, ele foi fazer, quando ele era presidente, ele foi falar alguma coisa da vacina e ele disse, eu não sei qual é dessa vacina, vai que que tu vira jacaré? E a galera começou a pegar no pé dizendo que ele disse que ia virar jacaré. E eu falei, cara, olha, se você olha para, você olha para qualquer governo, você consegue criticar ele de vários jeitos.
Esse não é um jeito válido, tá ligado? Que nem dizer, pô, por que que tá gastando tanto dinheiro nesse filme? É privado. Então não é um argumento válido, na minha opinião. Agora, um argumento que, que talvez chame atenção é Porra, de fato, quando tu se coloca numa posição que tem que fazer um filme desse tamanho, tem que lembrar que tem que pagar esse filme. E aí é um dinheiro que, puta, sei lá. E eu queria na real saber, Flávio, o que que passou na tua cabeça quando tu viu que explodiu o Banco Mais?
Assim, tu tinha encontrado com ele antes de ser, antes de ter investigação, antes de qualquer coisa, que foi o que tu falou. E aí, e aí chega um momento que tem, chega um momento que explodiu. Esse cara é bandido, porra, enrolado com uma porrada de coisa, uma porrada de gente envolvida, não sei o quê. Tu tava onde pensando o quê quando tu viu essa porra?
Quando começam as notícias, você vê que ele o tempo todo tá buscando vender o banco, tá conversando com o Banco Central. Então demorou até chegar no ponto de hoje, é verdade, para falar, pô, realmente o cara fez algo errado na origem lá. Até então ele tava sendo investigado, tentou vender o banco dele, tentou resolver as coisas na minha cabeça, dentro da lei, né? Então assim, mais uma vez, lá atrás foi em dezembro de 24 quando a gente foi apresentado, o filme começou a ser rodado já em 25. Eu nos contei o Jim Caviezel.
Ah, é verdade, vai.
Porque, por que que você roda o filme lá fora? Por que com filme, o filme com atores americanos? Tem americanos, tem brasileiros, enfim. Porque isso, a preocupação de não fazer aqui no Brasil, cara, quando Jim Caviezel, ele, ele tá na iminência, na véspera de vir para o Brasil, para começar a gravar o filme, ele passou, se eu não me engano, 3 semanas aqui gravando, um mês, não lembro agora. Ele tinha desistido de vir, cara, porque ele falou com a mulher dele, ó, o Bolsonaro, olha o que estão fazendo com Bolsonaro aí no Brasil, o Eduardo tá exilado aqui nos Estados Unidos, quem me garante que a polícia do Lula não vai me prender?
Ele falou isso. Eu tive que chamar, tive que fazer, garantir para ele que ia ter a segurança para ele aqui no Brasil. Ele tá preocupado com a polícia do Lula e também com a violência aqui no Brasil. Então assim, a esposa dele tava apavorada que ele viesse para cá para gravar o filme. Enfim, tivemos ali que dar as garantias, né? Ele veio para cá em segurança, não teve a polícia do Lula em cima dele. Tentamos gravar, gravamos, aí passou batido, né?
Ninguém ficou sabendo. Ele gravou e foi embora, né? E aí agora tá na parte aí de edição do filme. Eu não entendo disso, não fui que toquei isso. Então assim, é por isso que não foi gravado no Brasil, porque tinha essa preocupação, que era uma preocupação válida. Tanto é que hoje o filme tá sendo perseguido, mesmo sem ter absolutamente nada de errado. Tô inventando um monte de narrativa para cima dele aí. Então tá na minha parte, cara, uma relação privada.
Nunca tive preocupação de que fosse dar algo de errado, porque eu sabia que não tinha, como não tem. Então, cara, na minha cabeça, na minha cabeça, sempre fiquei muito tranquilo com relação a isso, de verdade, tá?
E aí, cara, então para pôr, para a gente mudar de assunto, Me conta então como é que foi essa última, esse último encontro que tu teve com ele, que tu disse que foi para lá para dizer, ó, meu irmão, porra, não quero me envolver mais porque tô vendo aí as parada aí. Não foi mais ou menos isso?
Porque ele sempre dizia, né, que eu já tinha algum tempo que eu tava falando, eu preciso buscar outros investidores, tô vendo que você tá com dificuldade, né. Hoje a gente vê que não tinha dificuldade nenhuma, mas podia ter feito. Mas assim, não tava, não tava honrando o contrato que nós tínhamos. E ele falou, não, pode, eu vou resolver, eu vou resolver, vou resolver. Aí chegou uma hora que não tinha mais, eu vi que não tinha mais como resolver, né?
Tanto é que eu tive que buscar outros investidores para conseguir concluir o filme. Então foi basicamente isso.
Filme que vai sair no dia 11 de setembro, pelo que tudo indica.
Pois é, eu não sei se, porra, de data é essa. Pois é, eu não sei se tá garantido isso aí, eu não falei, porque, cara, quem tá tocando isso é o Mário Frias. Então assim, eu tenho até que conversar com ele.
11 de setembro é uma data ruim, viu?
Assim, é uma data bem desastrosa, né, cara?
E aí, cara, assim, já que a gente tá falando, tá certo não, tá? Eu não tô, também eu tô.
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He's got it. Oh, and he's gone for a can of Pepsi too. What a finish! There's no doubt about it. It just tastes better. Match days deserve Pepsi. Bem, alguém me falou, não tenho certeza não.
Eu acho que não vai ser isso não.
Espero que não. E aí, esse é um dos assuntos que mais tem sido, talvez tenha sido a primeira bomba atômica que cai na tua pré-candidatura, não é? Quando começa-se a falar de uma, de como você se conectou ao Vocaro e a problematização disso, e o que isso poderia indicar, etc., etc., etc. Essa foi que a gente acabou de falar.
Você vê, né, o cara botou dinheiro no filme do Lula, no filme do Temer, não deu bela nenhuma, né? Pois só porque o Bolsonaro, né?
Preciso dar uma olhada nisso.
Pode olhar, ele, enfim, ele mesmo, a defesa dele falou isso lá, a imprensa noticiou. Então assim, ó, é uma perseguição sem fim.
Bom, e aí, cara, tem uma outra parada assim que me parece incomodar também, que é— eu vou te fazer uma pergunta um pouco mais direta então. Como é que é? Como é que tá a tua relação com a Michelle, cara?
Com toda franqueza, hoje em dia não tenho relação com ela, tá bom? Não tenho. Ela tá— ainda mais agora que eu tô proibido de falar com meu pai. Eu ia lá na casa dele de vez em quando, Mas assim, na minha parte, eu sempre tive muito claro na minha cabeça, né, que eu tô numa missão, né, que o próprio presidente Bolsonaro que me deu essa missão. Eu acredito de verdade que é um projeto de Deus para o nosso país. E assim, eu espero que em algum momento todo mundo compreenda completamente que o inimigo do Brasil tá do lado de lá, não tá aqui.
Essa é uma questão de bom senso, né, e de fidelidade à escolha do nosso líder, que é o presidente Jair Messias Bolsonaro. Então assim, nunca pressionei, né, para entrar para campanha, para não entrar. Vem a hora que quer, vem se quiser também, tá? Porque assim, eu tô dando o meu melhor, eu sei qual o caminho que eu tenho que seguir, eu preciso de todo mundo, tá? Então quem ficar mais confortável de vir agora, vem. Quem não ficar confortável de vir agora, vem depois.
Se não quiser vir depois também não interessa, vamos para dentro com a força que a gente tem. E obviamente que vai estar sempre as portas abertas para todo mundo, não apenas ela, todo mundo. Que queira se engajar na campanha de corpo e alma, porque é contra o inimigo do Brasil, que é o atual governo, vai ser sempre muito bem-vindo.
É, mas desculpa, cara, mas é que eu sei que deve ser um porra aí ficar falando da tua vida, que é esse aspecto assim. A tua família, ela é, ela tá envolvida no principal assunto da sociedade, que é política, né, que é como fazer as coisas e tal. Então você tem na tua família, é só tem político praticamente, né? E aqui eu tô achando, desculpa, família tem, é grande para caramba. É verdade, é verdade. Eu quis dizer, eu quis dizer assim, no teu núcleo familiar tem vários caras muito conectados à política.
E pô, cara, eu, eu não sei como é que, bom, eu tenho certeza que tu viu o vídeo da Michelle e você achou que foi um fogo amigo, com certeza.
Vou te falar que eu não, não assisti o vídeo dela.
Mas tu sabe o teor, e com certeza, porque eu realmente não quis, né?
Eu entendo, pelo que eu tava vendo lá nas matérias, que era o teor, eu preferi nem assistir para não me contaminar, vamos dizer assim.
E é foda, eu fico pensando que é foda, porque assim, como é um assunto que tem muito a ver com como é feita a política no Brasil, ele acaba sendo relevante, a gente tem que comentar. E mas eu entendo que é foda tu falar da tua Madrasta é foda, tipo, a vontade que eu tenho de falar assim, porra, isso é um xadrez 4D para ela no futuro virar, virar vício ou qualquer coisa? Ou como é que tu se sente com esse fogo amigo? Porque assim, parece o caralho, tô tomando um tiro aqui que o caralho, esse aqui eu não esperava, tá entendendo?
Essa eu tenho, eu tenho muita, e assim, hoje eu tô, eu tô dizendo que eu não quero, não tô tocando no assunto, mas tocando no assunto porque no fim é importante, tá ligado? Essa relação, ela é importante para o capital político do, entre aspas, clã Bolsonaro, tá ligado? Existe, me parece, para quem tá de fora, Flávio, o ponto é esse: para quem tá de fora é um racha de disputa de capital político, manja? E aí isso, isso infelizmente para vocês me parece dar uma enfraquecida.
Então contornar acaba sendo, puta, caralho, eu tava mais preocupado em fazer minha campanha lá, falar com os cara, mas agora eu tenho que cobrir esse Esse negócio aqui, claro que é um, óbvio que ninguém esperava isso.
E você botar, Flávio, por que que ela tá fazendo isso? Não sei, não tem uma lógica, não tem jogo combinado, não tem nada disso, né? Assim, mas assim, é meu pai que tá lá na situação que tá, é meu irmão que tá lá fora do Brasil exilado, é o Brasil que tá ferrado na mão do PT, é o povo endividado, é violência para tudo quanto é lado na rua, todo mundo pagando imposto alto para cacete. Todo mundo com dificuldade de comprar comida para levar para dentro de casa, né?
As pessoas aí parcelando arroz, o feijão no cartão de crédito porque não consegue mais pagar dentro do mês. Uma pessoa que tá, tem 20% de quem tá endividado aí, ou igual tá devendo, não consegue pagar a conta de luz e água, irmão. Sabe o que que é isso? A coisa básica, que não tem mais dinheiro para pagar conta de luz e água. Próxima etapa, assim, eu sei que, eu sei que se o Brasil fosse uma empresa, tava quebrado já, tava falido, tava em recuperação judicial, tava com intervenção.
Tá, então assim, eu sei o que é que tá em risco nesse país e a gente tem aqui 81, 82 dias para resgatar esse país. Então não tem muita lógica, ainda mais ela sendo a esposa do meu pai, que eu sempre respeitei, né, que se não fosse, certamente eu acho que não teria chegado nesse ponto, a gente teria estancado antes. Mas assim, eu respeito. Muito o meu pai, a esposa dele, né? Enfim, jamais ia fazer algo que desagradasse o meu pai.
Então assim, eu tô, eu tô na política 24 anos, cara. Então tá acostumado a sentar, conversar, negociar, engulo sapo para cacete, né? Quando o pessoal reclamar, ah, tá difícil aqui, não é justo comigo, cara, só eu engulo sapo mais do que qualquer um aqui. Eu tenho, ninguém tem moral para vir impedir, para dizer que tá engolindo muito sapo, que engulo muito mais, tá? Mas faz parte, é uma pré-candidatura a presidente da República.
Então assim, eu tenho toda a responsabilidade. Oi, Igor, na boa, cara, eu sei exatamente o que eu tô fazendo, eu sei exatamente qual é o caminho que eu tenho que seguir, eu sei que eu preciso de todo mundo. Então, seguindo a última carta do presidente Bolsonaro, cara, tem que deixar qualquer divergência de lado agora, acabou. Já tô há 7 meses em pré-campanha, começou em dezembro do ano passado. Você falou que aqui o tempo passa rápido, para mim demorou para caramba, rapaz.
As pessoas às vezes não imaginam que já tínhamos 7 meses de pré-campanha. Tá chegando a eleição, é aqui, é amanhã. Quer dizer, a gente não tem mais tempo para perder para resgatar o Brasil, não. Tá todo mundo consciente, ou a gente tem um novo governo do Brasil a partir de janeiro do ano que vem, ou ferrou para todo mundo, para o povo brasileiro é que ferrou.
Qual que tu acha que é o principal problema do Brasil hoje, cara?
É alta carga tributária, corrupção, é insegurança jurídica, é violência, é um monte de coisa, cara. Quando você conversa com investidores aqui dentro e fora do Brasil, porque eu já nesse meio tempo já fui em 15 estados, já fui em 7 países diferentes, em todos os lugares eles falam, cara, o Brasil tem tudo, o Brasil pode ser o garantidor, pode dar segurança alimentar para o mundo, pode dar segurança energética para o mundo, para Europa.
Mas eu falo, por que você não investe no Brasil então? Ah, porque Não tem segurança jurídica e é um governo corrupto. Quer dizer, se não mudar, vai continuar não vindo esse investimento, cara.
Isso que tu falou aí, de que é muito interessante de propor o fim da reeleição presidencial, cara.
Porque assim, eu na verdade eu acredito que a reeleição não é saudável, porque não adianta, cara, qualquer político sentou na cadeira, no primeiro dia de mandato já tá pensando na reeleição.
Perfeito.
Isso é uma realidade, né? Então eu acredito que essa é uma ideia do presidente da República, que sente naquela cadeira e faça o que tem que fazer sem pensar na reeleição. Por mais que obviamente vá pensar em alguém que vá sucedê-lo, mas eu tô disposto a fazer o que tiver que fazer. Eu vou montar o melhor time de ministros, só como fez o presidente Bolsonaro, pessoal técnico com autonomia, de preferência que tem alguma sensibilidade de política, como é que funciona Brasília.
Porque isso foi um problema do meu pai. Não adianta ser só técnico, tem que ter também o entendimento do que que dá para fazer na realidade, no cenário político aqui do nosso país, é, sem obviamente se comprometer com nada de errado. E com isso, cara, fazer o que tem que fazer sem pensar na reeleição. Então assim, eu não tô preocupado, Igor, de ser uma ponte para o futuro do Brasil, mandato meu. Se eu participar da construção de um Brasil melhor, que o resultado vai aparecer daqui a 10 anos, daqui a 15 anos, daqui a 20 anos, Eu vou ficar feliz, cara, porque eu vou, vou dar orgulho ali para mim, para minhas filhas, que vão saber que tiveram um pai que foi um presidente da República que fez o correto, que trouxe uma educação de melhor qualidade, que devolveu a expectativa dos jovens, que protegeu os idosos, protegeu aquelas pessoas que mais precisavam, construiu a maior plataforma de mobilidade social da história do Brasil, que permitiu que as pessoas pudessem caminhar com as próprias pernas e não depender mais de político nenhum para ter o que comer.
É isso que eu quero. Eu tô relativamente novo para política, mas eu comecei com 21 anos de idade, cara. Eu fui deputado mais jovem da história do Brasil em 2002, a minha eleição. Então já tô com uma estrada, né? Já tô com cabelo branco.
Que o Lula foi eleito presidente, foi essa eleição, né?
Poético. Foi o mesmo ano que o Brasil ganhou a última Copa, né?
É verdade.
Desde que o Lula é presidente, o Brasil não ganhou mais nada. Né, campeão do mundo, esquece. Não, assim, o Brasil até isso eu vou prometer aqui, ó. Se eu for presidente do Brasil, aí o Brasil vai voltar a ser campeão do mundo, pô. Bora, Brasil! Neymar, prepara aí, bichoto, tem que voltar. Olha o que o Messi tá fazendo, bicho. Você pode também, cara. Você sabe que eu sentei quando conversar com o Milei, entrou o assunto de futebol e tal, eu falei, cara, como é que você, o que que o Messi faz para o cara tá com 38, 39 anos, né? O cara, bicho, é o melhor jogador da Copa disparado.
Messi, eu não vou falar isso em voz alta não, entendeu? Mas é mesmo.
Que eu sei que tu tem uma penimba com Argentina.
Eu quero que se foda os argentinos, com todo respeito.
Mas assim, aí o Mille falou, é, eu converso com ele e ele faz um tratamento que é um troço meio inovador. Eu não sabia que tinha isso. Até se alguém tiver aí, quiser deixar nos comentários, se conhece esse troço. Ele faz um tratamento de regeneração do DNA dele.
Ah, o Messi.
O Messi já tem alguns anos que ele faz isso. Então ele tá chegando, sei lá, por exemplo, eu tenho problema no joelho. Ele faz um tratamento lá que recompõe o joelho dele, fica zerado, fica bom. Acho que é mais ou menos isso. O Neymar tá com 34, pô, pega as dicas com Messi aí, meu irmão, e bora se dedicar. Porque, pô, não tem nenhum talento igual o Neymar no Brasil. Imagina ele bem fisicamente, né, 100%, não tem para ninguém, vai destruir.
Então até teve um vídeo que viralizou, você viu? Eram as gerações do Neymar, que é maneiríssimo, né? Aí tá lá o Neymar criança, não sei o quê. Chega o Neymar de 2030 com a Copa do Campeão. Em nome de Jesus, não dá para prometer isso, né? Vou torcer para isso, né?
É bom nesse sentido aí, é de fato assim mesmo. Vamos falar um pouquinho de fora então, Eduardo, o Flávio, que é, vamos falar um pouquinho de geopolítica rapidinho aqui. Qual que é a tua visão sobre Brasil inserido no panorama, no mundo? Mundo, né? A gente tá vivendo um momento lá que tem um, tem umas, a gente tá vivendo umas guerras, né, neste momento agora. Qual que é a tua visão, por exemplo, de como funciona as coisas lá no Oriente Médio?
Qual que é a tua, qual que é a tua ligação com Israel, por exemplo? Qual que é a tua visão? Como é que as coisas—
eu sou alguém que, pô, respeito demais o Estado de Israel, eu sou admirador do povo judeu. Para mim, lá, como eu sou cristão, pô, ali você vê a Bíblia a céu aberto em Jerusalém, a história, né, que foi narrada na Bíblia tá ali, acontece, é verdade. É um povo muito próspero. Você vê, cara, os cara vive no deserto, bicho, e olha o que que eles são. Os caras, eles exportam água, eles produzem vinho, eles produzem alimento, cara. Eles são talvez um dos um dos países que mais tem a sua receita vinculada à inteligência do seu próprio povo.
Os caras são estudiosos, os caras inventam as coisas. Então eles recebem royalties de volta, que 40% do PIB de Israel é o que eles exportam de inteligência, sabe? É um povo que aprendeu ali se autodefender, se não ter sido dizimado. Assim, eu admiro de verdade. O que não inviabiliza Eu tenho uma boa relação também com os países do Oriente Médio, em especial em função da atuação do Eduardo, meu irmão. Então nesse, nessa rodada que eu fiz, que eu te falei, em 7 países já desde a minha, lançamento da minha pré-candidatura, eu já tive no Bahrein, já tive Emirados Árabes, nós íamos para o Catar, mas fui para França, fui para os Estados Unidos, fui para Argentina, fui para o Peru.
E um presidente da República, o ego, ele tem que falar com todo mundo, cara. Cara, eu vou fazer o que for melhor para minha nação, não importa se vai ser aqui os Estados Unidos ou a China, se vai ser Israel, se vai ser o Bahrein, ou se vai ser o Catar, ou se vai ser Emirados Árabes, vai ser Argentina. Argentina você não quer?
Não, não, não, nesse sentido, podendo ser todo mundo, é todo mundo, sinceramente, entendeu? Assim, o que for melhor, porque tu não vai me ver torcer para Argentina na Copa do Mundo, pelo amor de Deus.
Eu falei do Messi, calma. Não, mas ele tá no time da Argentina, então tem que Mas enfim, eu acho que esse é o papel de um presidente da República, independente de preferência ideológica. Óbvio que eu tenho as minhas preferências ideológicas, é óbvio que a nossa sociedade, essa civilização aqui no Brasil, ela é ocidental, ela foi fundada nos princípios judaico-cristãos, é diferente dos costumes lá da Arábia Saudita ou da própria China.
Cara, cada país toma conta da sua vida, faz o que, né, enfim, se constrói conforme os seus usos e costumes. Agora, para conversação comercial, e na relação geopolítica, óbvio que tem as preferências, mas sempre buscando aquilo que for melhor para o meu povo. Então, pô, quem quiser, vou fazer aqui uma, eu quero fazer uma ferrovia rasgando o Brasil de sul a norte, de leste a oeste, vou abrir aqui uma concorrência, não quero saber qual o país que vai botar dinheiro, eu quero que bote dinheiro, que faça as coisas de qualidade, que entregue a obra e que seja bom para o meu povo.
É isso que eu tô falando, né? Então assim, não atrapalhar os nossos empreendedores a buscarem vender os seus produtos para outros países. O que que eu acho, por exemplo, a nossa, o nosso Itamaraty, cara, virou super politizado, ideologizado. O que que eu pretendo fazer, o Igor? Embaixada, cara, vai ser um local aonde tem que dar ênfase na relação comercial. Então assim, se o embaixador, encarregado de negócio, ou a DIU Agropecuária, sei lá o nome que queira dar, o que que eu vou estimular ele enquanto presidente da República?
Cara, você vai você vai trazer investimentos desse país onde você tá aqui para o Brasil e você vai vender as empresas brasileiras aí no país que você tá. Você vai ter que ter algum incentivo para você agir dessa forma. Porque hoje, qual a impressão que dá, Igor? Que as nossas embaixadas servem para receber deputado e senador que viaja para lá fazer coquetelzinho, né, fazer socialzinho, tomar whisky. E que que estão produzindo para o país?
Mas deixa eu te fazer uma pergunta só, aí tu me vê, tu me confirma aqui se eu tô, se eu tô mal informado. Tu quer mudar a embaixada de Israel para Jerusalém?
Essa é uma coisa que o presidente Bolsonaro tinha se comprometido a fazer. Ele iniciou esse processo, tanto é que a gente tem lá um encarregado de negócios em Jerusalém. Em função da pandemia, de algumas outras coisas, acabou que ele não conseguiu concluir. Mas é uma coisa que assim, é o normal um país transferir a sua embaixada para capital de outro país, tá, né? E Jerusalém, isso manda uma mensagem, manda uma mensagem. Mas eu acho que aí, pô, é uma questão né, de aí sim minha, né, de concluir esse projeto iniciado pelo presidente Bolsonaro, de prestigiar o Estado de Israel, né, já que a gente conhece que Jerusalém é a capital deles.
Então a intenção é essa intenção, tem essa intenção não, tem esse compromisso meu.
Tá bom, entendi, entendi, entendi.
Em relação com os países do Oriente Médio, todo mundo vai continuar sendo respeitosa e comercial, e vamos embora fazer o que for melhor para nossas nações.
E como é que tu enxerga, cara, o cenário político da América Latina, em que contexto que tu acha que o Brasil tá? A gente sabe, o Brasil é o principal, né? Quando pensa em América Latina, é o Brasil o líder. Mas existe um contexto, né? Tem lá os argentinos vivendo uma realidade, tem os venezuelanos vivendo outro, tem uns cara mais para cima vivendo, né? Como é que, como é que tu enxerga o papel do Brasil como liderança da América Latina é para as políticas ao redor do mundo.
Primeiro que eu tenho certeza que essa onda azul, como a gente chama, né, dos governos à direita acontecendo já em praticamente toda América Latina, vai chegar no Brasil. Faltam 81, 82 dias, vai chegar no Brasil. Então nós vamos aqui também nos livrarmos da esquerda, né. O Brasil é a cabeça da serpente ali, né, que é para a gente trazer prosperidade para toda América Latina. Inclusive fiquei feliz de saber, né, que o presidente Milei tem a pretensão de vir até o evento nosso aqui, onde vai ser oficializada a minha candidatura à presidência da República, para prestigiar.
Não, não, achou nobre a mulher espanhola. Engraçado, eu dei uma, eu fui uma vez para Espanha, minha mulher foi comigo, né, fui para um congresso conservador lá. Aí fui dar entrevista numa televisão chamada El Toro lá da Espanha, a gente tava lá em Madrid. Aí os cara marcaram entrevista também. Falei, cara, entrevista é gravada, né? Porque assim, eu não falo espanhol. Não, fica tranquilo, vai ser gravada, mas tem que ter um tradutor também porque os cara não vão entender o que eu tô falando.
Não, tem tradutor. Resumindo, era ao vivo, eu cheguei no estúdio, era uma bancada com 6 pessoas assim. Aí eu sentei, tô esperando aparecer o intérprete do meu lado, né? Aí daqui a pouco, pela vinheta lá, Del Toro, e estamos ao vivo com senador Flávio Bolsonaro. Falei, cara, não falo espanhol, irmão. Aí minha esposa tá lá no, tá lá na sala do lado vendo a televisão, né? Digo, vou te falar, cara, eu falo espanhol para caramba, falei muito espanhol, muito.
Nós outros não compreendemos aquela carne, não temos muito, porque aqui não temos em Brasília, não temos muita condição de fazer um negócio. E foi assim, eu falava, cara, eu não falo muito bem espanhol. Vocês estão entendendo? Sim, sim, estamos compreendendo muito bem. Aí, pô, eu senti, né? Aí eu saí lá falar com a minha esposa. Aí, amor, gostou? Nossa, amor, foi ótimo, entendi tudo. Eu falei que até brasileiro entendeu tudo. Duvido que os cara entenderam o que eu falei, né?
Mas enfim, mas me virei com o cumbe-lede, vai nessa, nesse portunhol, porque na verdade a gente consegue compreender bem. Eles é que têm dificuldade de entender o nosso português, e mas eu tento falar com algum sotaque e tal, e acaba que tem uma comunicação.
Queria ter um, queria ter oportunidade de trocar uma ideia com o Milei, ia ser interessante mesmo. Eu senti mais uma pena que ele, se ele falar inglês, dá para ser.
Você consegue ter o diálogo, pai? Você arranha um negocinho de dar uma enganada no sotaque?
Para mim é muito mais fácil quando eu, por exemplo, quando eu vou para os Estados Unidos, por exemplo, e lá as pessoas olham para mim, fica claro que eu sou latino. Então a primeira coisa, primeiro jeito que eles vêm falar comigo é em espanhol.
Tem cara meio de árabe, cara, às vezes, dependendo do jeito que tu olha.
Mas, e aí eu começo a falar espanhol, já não entendo nada. Pelo amor de Deus, vamos falar inglês, porque senão não consigo. Então eu gostaria muito. Então, mas tá bom, vamos continuar. Pera aí, eu te interrompi quando tu tava falando sobre o papel do Brasil na América Latina como líder nesse cenário global.
Mas o Brasil tem o maior mercado consumidor na América Latina, o Brasil tem toda a tabela periódica no seu subsolo. O mundo hoje, apesar de ter essa, essa, essa tara de nós temos que ter, produzir energia limpa a todo custo, temos que abandonar a energia fóssil, hoje o mundo vive disputando o petróleo. O que que o, o que que os Estados Unidos fez na Venezuela? Porque petróleo, perfeito. Canal de Hormuz é tráfego, né, de navios de petróleo, é energia.
Então a gente ainda tem muita energia fóssil para ser utilizada, pelo menos pelos próximos, meu ponto de vista aqui, pelos próximos 40 anos pelo menos.
Acabou de falar uma coisa muito interessante, Flávio.
Então assim, só para concluir, a gente tem que dar celeridade para explorar isso, óbvio que de forma responsável, né, sem abandonar a gente evoluindo em outros tipos de energia. E o Brasil tem todas: energia eólica, energia solar, energia nuclear, tem hidrogênio. Ah, então assim, e a gente, o mundo vive hoje uma corrida por data centers que demandam muita energia, e o Brasil faz de tudo para expulsar esse investimento aqui, né?
O governo hoje, o Brasil hoje tem uma taxa de 25% para importação de produtos que vão, que serve para construção de data centers, enquanto o mundo inteiro, cara, tá abrindo as portas porque isso gera emprego, isso gera, isso vai, a energia você consegue acelerar o desenvolvimento industrial. De um país que consiga gerar data center demanda muita energia.
Esse é um tema que é sensível, tem muita gente que vai defender o que tá falando, tem muita gente vai ficar puto, mas eu, eu acho que o debate é importante.
Não, cara, o Brasil é um dos países que mais tem energia, para ser sincero. O Brasil é um dos países que tem maior quantidade de percentualmente energia limpa que é produzida aqui. É verdade, mas dá exemplo, cara, e preserva as suas florestas. Agora, qual o sentido da gente não explorar o petróleo da margem equatorial? Lá no Amapá. Sintese, pô, o mesmo poço ali que onde a Venezuela, a Guiana tá explorando. Imagina, imagina que é um poço grandão, os países estão lá explorando com canudinho lá e o Brasil não pode fazer igual.
Tem um problema de território indígena?
Não tem não, é burocracia, burocracia de licença ambiental.
Entendi.
São chitas ali de Ibama atrapalhando o desenvolvimento do Brasil. Então assim, não tem preocupação de defender isso. Eu defendo as energias limpas, mas eu acho que a gente tem que explorar as energias fósseis que nós temos em abundância no Brasil, cara.
Noruega.
Mais uma vez, o mundo tá em guerra em vários locais por causa disso. A Noruega voltou a explorar poços de petróleo, cara. Noruega, na Europa. Por que que o Brasil não vai? Por que que o Brasil não vai transformar essa riqueza que tá no fundo do mar em riqueza para o nosso povo brasileiro, cara? Assim, não tem que ser, tem que ser racional. Então assim, o Brasil tem tudo, cara, tem tudo para atrair investimentos de tudo quanto é canto do mundo.
Na energia, como eu falei. O pessoal no Bahrein falava assim para mim: Flávio, a gente tem uma grande preocupação aqui com essa guerra que tá acontecendo da Rússia com a Ucrânia, porque às vezes interdita aqui o canal que traz alimento da Austrália para gente aqui no Oriente Médio, aqui no Bahrein. E o Brasil podia garantir a segurança alimentar para cá. E já tava negociando comigo, falou assim: olha, a gente tem dinheiro aqui em fundo soberano nosso que tá aqui, que rende a juro negativo.
E a gente quer investir na construção de ferrovias no Brasil, modernização de portos, porque a comida vai chegar mais rápido aqui, a comida vai chegar com menos desperdício aqui. A gente quer ter uma rota que garanta um contrato longo de décadas para o Brasil, garantir que o meu povo não vai passar fome. A gente quer trazer as empresas brasileiras para cá para produzir aqui, tal, tal, tal. E eu, tá, por que que tá faltando? É, foi o que eu te falei, tá faltando que não tem segurança jurídica lá.
O Brasil é um governo corrupto atualmente. Eu não quero chegar lá com plano de negócio para 20, 30 anos e muda a lei, ou muda o arcabouço jurídico ali em 5 anos com a canetada de um ministro do Supremo. Ou para eu conseguir uma licença ambiental para fazer a ferrovia, eu tenho que molhar a mão de um fiscal, vai me trazer problema, é muita dor de cabeça, eu não quero confusão. Então esse é o Brasil de hoje que tá afastando investimentos de tudo quanto é canto do mundo, e tá todo mundo esperando uma virada de chave para para chover dinheiro, emprego aqui, cara.
Mais uma vez, isso não é difícil de fazer. Já tá diagnosticada qual é a doença, vamos tratar essa doença com um time de excelência nos ministérios, com máquina enxuta, reduzindo impostos, burocracia, com segurança jurídica, que as coisas vão acontecer.
Ó, é isso aí, cara. Por que que, por que que a gente vê, voltando aqui um pouco para o jogo político no Brasil, Por que que, calma aí, como é que eu vou formular essa? Por que que a gente vê tanto de um lado quanto do outro poucas pessoas? Por que que a gente, por que que não, por que que você não tá pegando no pé para cacete do Jax Wagner, por exemplo, com o lance do, peguei, senta minha rede social aí, mas assim, pegar de com força mesmo, porque assim que tu vai minar os cara.
Mas eu falei para caramba, pô, eu esculhambei ele, eu falei da Bahia, eu falo de Rui Costa, eu falo de Jax Wagner a todo momento, ele subiu na tribuna para falar mal de mim, para responder, não tem dificuldade não.
Como é um tabu para tu?
Não, zero, cara. Ô Igor, vamos lá, importante me perguntar isso.
Lembrando que a primeira coisa, que a primeira, a primeira piadinha que tu fez para mim tinha a ver com Banco Master.
É porque até aqui eles investiram, não?
Em algum momento a gente fez o UBank.
Então assim, mas não é algo legal, ilegal, não é? Como não foi os 260 milhões no programa do Luciano Huck, aquele banco lá que era dele também. Não tem nada de ilegal, cara, contrato, relação privada, né? Não tô, não adianta querer colocar eu e você na minha prateleira, cara, do Banco Master sendo beneficiário pelo atual governo. É bom lembrar, vazou aí uma alguma coisa de um depoimento dentro do processo, cara, o Lula pessoalmente falando para o Augusto Lima, né, que é o cara da Bahia, que é o cara ligado a Volkswagen, ligado a Rui Costa, falando para ele, olha, espera um pouquinho, não vende o seu banco não vende o Master para outro banco não, porque daqui a pouco a gente vai trocar o presidente do Banco Central, que era o Roberto Campos Neto, com o Galípolo presente na sala.
Daqui a pouco vai entrar o Galípolo, a gente resolve o caso para você, cara. Isso é crime. Isso é uma contrapartida pública que foi dada a um ente, a um cara do setor privado que ia ser beneficiado pelo governo, cara. Então não pode colocar o filme investimento aqui, o investimento na Globo, na mesma prateleira desses caras. Ô Igor, isso aí é uma, uma, pô, isso é um absurdo você querer comparar as duas, é incomparável. Não tem nada de errado aqui, tem tudo de errado aqui, entendeu?
Então é importante você fazer esse tipo de pergunta para nossa audiência poder separar o joio do trigo. Por isso que eu a todo momento ficava, eu quero CPI do Banco Master sim, eu quero, eu quero Augusto Lima, vou ficar aqui sentado nessa CPI para falar qual era a relação que eles tinham com o Flávio Bolsonaro. Ia explicar como vazou aí de uma, uma das delações do Vó Caro que não foi aceita, que a relação era do filme. Contrato aí foi mostrado, tinha um investimento, eu ia receber de volta que investi mais 20%, era relação privada, nada de errado, sem contrapartida.
Agora, quando fosse perguntado, Jax Wagner, aí, irmão, aí ia estar claro ali como é que foi, porque ele era o secretário de governo lá na Bahia na época que foi feita aquela questão do crédito sexta. Né? Então assim, teve toda aquela maracutaia lá com participação, governador era o Rui Costa. Quer dizer, é o núcleo do PT inteiro tá envolvido na sacanagem, começou lá na Bahia com esse Augusto Lima. Aí ninguém fala do Augusto Lima, porque só fala do Vôrcaro.
O problema maior, no meu ponto de vista, é lá. E por que que não aparece em delação, né? Por que que o cara tá aí, né, tranquilão? Porque hoje tem uma PF, uma parte dela aparelhada, aparelhada para proteger o Lula. Cadê o filho do Lulinha, o Igor? O cara tá aí curtindo a vida doidada pela Europa, acusado de o dinheiro que foi desviado dos aposentados do INSS com desconto compulsório no contracheque dos coitadinhos tendo parar na conta dele, e o cara não tem uma medida contra ele.
Então não tem uma busca e apreensão. A PF faz agora indiciamento de um monte de gente careca do INSS, não bota o Lulinha, cara. É um absurdo, é uma, cara, é mais assim na cara do povo brasileiro, tapar na cara do povo brasileiro toda hora. Imagina se fosse filho do Bolsonaro. Imagina se fosse filho do Bolsonaro. É que eu te falo, cara, como não tem nada de errado contra a gente, eles têm que ficar inventando coisa. E assim, é só narrativa, é só espuma.
Tu acha que a grande mídia tá muito mais do lado do Lula? Porque tu acha que, sei lá, Globo ou qualquer outra, é, tá mais no sei lá, escondendo, por exemplo, Lulinha. Porque a gente sabe que joga-se luz no que a mídia quer jogar luz, e joga a luz do jeito que ela quer jogar luz. Tudo depende muito, entendeu? Tem hora que o cara atropelou com carro, tem hora que foi um influencer de Porsche. Tudo depende de, de, o jeito que tu faz.
A gente sabe disso, né? Eu já passei por isso também. Então, é, mas o que que tu acha? Tu acha que tá mais, os cara tão numa mais de contra tu, tu diria? Porque eu tô falando isso porque lá em 22 eu lembro que teve uma decisão do Alexandre de Moraes que impediu, acho que o Brasil Paralelo, de soltar um documentário do teu pai, que na minha opinião, e eu não sou bolsonarista, tá, mas na minha opinião é censura prévia, tem vários problemas ali nisso aqui.
Mas o que que tu acha, como é que tu enxerga o jogo do ponto de vista de imprensa e mídia?
Vamos lá, Igor. Eu assim, eu sempre, eu busco sempre diálogo, né, com os veículos de comunicação. Já conversei com vários donos de veículos de comunicação. Como eu te disse, eu tenho 24 anos de vida pública, então a redação, né, os jornalistas ali no dia a dia me conhecem, sabe que eu sempre respeitei a imprensa, sempre respeitei o trabalho da imprensa, eu sempre respondi aos questionamentos que eram feitos a mim. Óbvio que a gente muitas vezes, né, tem exagero.
Mas o que que eu acho que acontece é porque a formação da mão de obra jornalista, ela é já desde os bancos universitários, porra, é 99% esquerda. E aí eu aproveito seu espaço aqui é para dar um recado para todos os jornalistas, cara: não tem que ter medo de Bolsonaro não, cara. Tem que respeitar só, mais nada, cara. Faça o— volte a noticiar os fatos, porque hoje virou a regra, virou você noticiar aversão E eu acho que alguns jornalistas, uma parte considerável deles, ô Igor, acha que tá fazendo um bem para a humanidade impedindo que, atacando Bolsonaro, porque a solução do mundo é a esquerda.
Cara, é um direito da pessoa pensar assim, né? Mas a partir daí você usar um veículo de comunicação para promover mentiras, muitas vezes para distorcer os fatos, né, para enviar meio que invisibilizar as coisas boas que o governo Bolsonaro fez e você colocar na responsabilidade do governo Bolsonaro coisas que ele não fez. Por exemplo, ser dos 4 anos do governo do presidente Bolsonaro, cara, tá bom que ele tinha os atritos dele com a imprensa, né, às vezes até exagerava ali com um jornalista ou outro, perdia a paciência, era muito provocado.
Em 99% das vezes ele tava reagindo alguma coisa. Mas assim, quando tinha coisa boa do governo Governo central fez aquela coisa boa. Aí tinha uma coisa ruim que o quarto escalão fazia: governo Bolsonaro é acusado de não sei o quê. Então isso aí, 4 anos martelando, óbvio que promove uma influência em parte da opinião pública, em especial aquela que se informa pela grande mídia. Então o que que eu tenho dito para eles? Eu aproveito seu espaço aqui para responder sua pergunta, Igor.
Cara, da minha parte, as pessoas que trabalham com a imprensa me conhecem, cara. Não vai ter maltrato, não vai ter cercadinho lá onde jornalistas ficavam passando um perrengue em chuva e sol e frio e calor, cara. Eu vou sempre tratar com respeito. Eu não sou ameaça para imprensa. Eu não vou ficar aqui discutindo verba de publicidade para um veículo ou para outro. Acho que tem que ser ali conforme na audiência dos veículos, atender a todo mundo.
Então assim, não vai ter, não tem essa preocupação comigo, ou gostaria que não tivessem essa preocupação comigo, porque mais uma vez vai chegar um ponto, brasileiro tá super endividado. O ministro da Fazenda, Fernando Tachade, é o melhor ministro da economia do Paraguai, levou 200 indústrias do Brasil para lá, um monte de empresário indo para o Paraguai, né, porque lá paga menos impostos, lá não tem burocracia, lá tem segurança jurídica.
Isso que é o legado do Lula, né? Então daqui a pouco não vai ter nem anunciante, bicho, não vai ter nem empresa com dinheiro para investir publicidade aqui ou na Globo. Então olha só, daqui a pouco, cara, não vai ter ninguém nem mais com dinheiro para botar em bet, tá todo mundo endividado, cara. Aí são outra, vamos entrar nessa pauta, mas eu quero falar o seguinte, cara, se esse governo mudar Cara, vai chover investimento no Brasil, vai chover empresas nacionais ampliando seus empreendimentos, vai chover empresas internacionais investindo aqui no país, vai ter competição.
Porque, cara, no mercado, em qualquer segmento, a propaganda é muito importante, né? Você tá disputando ali, vendendo seu produto é melhor do que o do concorrente, não sei o quê. Então, os maiores beneficiados vai ser aquelas empresas como aqui na internet ou nos grandes veículos de comunicação que vão ter o espaço disputado, espaço valorizado. Pô, vai ter aqui a Coca-Cola e a Pepsi botando cada vez mais dinheiro para poder fazer a propaganda no seu canal.
Então assim, não tem lógica continuar investindo contra o Bolsonaro por causa de algum medo ideológico. Eu tô falando aqui que não tem que ter se isso pode custar a própria sobrevivência do seu negócio. Então ameaça para o negócio da comunicação não é o Bolsonaro hoje, é o Lula. Então tratem, né, de fazer. Aí eu faço um jornalismo, mais nada. Vamos tratar todo mundo com paridade de armas, que eu peço.
Boa. É bom, para a gente já tá indo chegando no final aqui, cara, até porque eu imagino que tu tá cansado, foi treinar com Júlio hoje, já são 8:12, eu tenho outro programa marcado às 8.
Mas tem umas mensagens para gente aqui e eu queria pegar pelo menos umas mensagens positivas, tá? Só vai buscar coisa ruim aí, né, cara?
Eu vou te ajudar nessa porque assim tem tanta mensagem aqui que eu consigo Na real. Bom, é, ou não, não sei, né? Vamos ver o que que os cara mandaram para a gente. Antes da gente ir para isso, no entanto, deixa eu falar para vocês aqui dos parceiros que estão comigo hoje aqui, começando aí pela Hashtag Treinamentos. Que você aí que tá em casa pensando, cara, como é que eu vou me preparar para eu conseguir uma, a minha promoção, para eu mudar de ramo, para eu me, sei lá, ter um, criar um hobby novo, aprender uma habilidade nova?
Investir em mim mesmo, cara, #treinamentos é um dos maiores, é a maior escola para o mercado de trabalho digital da América Latina. O que que isso quer dizer? Quer dizer que lá você consegue aprender sobre Power BI, sobre inteligência artificial, agente autônomo, sobre, sei lá, Excel e coisas, e várias outras coisas, especialmente com essa condição aqui que eu vou te falar, que é R$500 de desconto na comunidade impressionadora.
Então você tá vendo o QR code aqui bem do lado, ó. Esse QR code aqui é para você, se você colocar o cupom FLOW, é, você vai ganhar R$500 de desconto na Comunidade Impressionadora, que é o conjunto de cursos da Hashtag Treinamentos. Lá você vai poder aprender o que você quiser gerenciando apenas uma, uma só, uma, um pagamento. Você vai não precisar ter 15 cursos diferentes lá na hashtag, você vai encontrar tudo de uma vez só. E é o melhor investimento que dá para fazer, que é o investimento em você mesmo, na tua própria educação.
Tá bom? Então vai lá e eu aposto que tu vai se impressionar na comunidade impressionadora lá da hashtag, tá bom? Um outro parceiro que a gente tem aqui, cara, é o G4, e a mensagem deles tem a ver com a dificuldade que é empreender no Brasil, meu irmão. Ó, eu tipo, ó, o Bruno, o que que tu faria se desse merda aqui amanhã, o caixa do Flow apertasse completamente e tu precisasse de um plano para continuar respirando, o que que tu faria? Não sei, fala.
Não sei.
Pois é, meu irmão, você precisa de ajuda, você precisa de uns cara para te deixar, para te deixar preparado. Porque os cara, ele já assim, tem muita gente ali que já passou por isso ou está empreendendo nesse momento. E esse grupo, esse conhecimento, é isso que o G4 tá te oferecendo, inclusive com a Bússola, cara, que é um curso gratuito de gestão e inteligência artificial é aplicado e focado na gestão de empresas, tá bom? Então vai lá conhecer, tem o link aqui embaixo na descrição, tem um QR code bem aqui, ó, bem aqui tem o QR code.
Vai lá conhecer para tu, sei lá, ser um empreendedor mais eficiente. E para finalizar, o outro parceiro que tá com a gente aqui é Insider, que quem faz essa camisa aqui eu estou usando, que vocês estão vendo. E vou te falar, meu irmão, se tu nunca experimentou a Insider, tu tá perdendo tempo. Essa que é a verdade, tá? Você que já usou Isso, a mensagem aqui talvez seja menos para você. Essa daqui é para quem nunca experimentou, tá?
Isso daqui, meu irmão, ó, é liberdade para você ir treinar e para você ir trabalhar, tá? É para você ir andar na rua, para você fazer o que você quiser com a Tech T-Shirt, porque ela serve para tudo. Você tá sempre bem vestido e sempre preparado para o que virá. Então, por quê? Porque ela seca mais rápido, ela tem um conforto térmico diferenciado, você nem precisa, ela desamassa no corpo, tá? Então, ó, se você entrar nesse, nesse QR code aqui, ou então no link que tá na descrição, usando esse cupom que tá aqui, ó, que é o FLOW, você vai ganhar 20% de desconto, mas só essa semana, tá?
Então, se tu não— essa aqui especialmente, se tu nunca experimentou, entra lá, garante a tua Tech T-Shirt, que eu te garanto não vai se arrepender, tá bom? É isso. E vamos ver aqui se tem uma mensagenzinha maneira para tu, ó.
Levanta a bola aí, vai.
Tá, ó, vou pegar aqui uma aqui que parece que tá levantando a tua bola. Mas depois eu vou te foder.
William mandou uma mensagem pelo Pix. Olá Flávio, tudo bem? Não aguentamos mais esse governo atual. Como um Bolsonaro teria a capacidade de unir a população, vencer nas urnas e romper com os vícios criados pela esquerda?
Como um Bolsonaro, ele tá falando de você, né? Como é que tu, como é que tu teria capacidade de unir a população? O que que precisa para unir a população? Vencer nas urnas e romper com os vícios criados pela esquerda. Essa é a mensagem do Willian.
Ó, ter um presidente meio que a mentalidade, né, que nós temos, como eu tô dizendo aqui, o Igor, de fazer com que a população deixe de depender cada vez mais do governo, possa caminhar com as próprias pernas. Maior plataforma de mobilidade social que nós conversamos aqui, que eu vou implementar. As pessoas que precisam do governo vão ser abraçadas, vão ser ajudadas, mas não ter a possibilidade de que sejam ajudadas. Independente do lado político, esse é Essa é uma boa pauta que eu não vou abrir mão, vou cair dentro com força.
A pauta de combate à violência, porque hoje a gente tem um governo que é leniente, um governo que passa a mão na cabeça de bandido. Eu sempre falo o seguinte, ô Igor, qual que é a diferença de um furto de celular para alguém que toma um tiro na cabeça por causa de celular? Cara, é isso aqui, bicho. Porque se o cara não for com a tua cara, igual aconteceu com ciclista aqui em São Paulo, lembra? Aqui num parque aqui, cara, entregou Bandido foi, deu um tiro na cabeça.
Esse tipo de gente tem que ficar presa muito mais tempo. Esses cara que insistem aí enfiar porrada em mulher, esse bando de covarde, cara, vai ficar muito mais tempo preso. Eu vou fazer um programa em parceria com os governos do estado e municípios, como tem o Smart Sampa aqui em São Paulo, é com inteligência artificial, com tecnologia, como tem um governo do estado de São Paulo aqui, o Tarcísio fez com o Derrite, secretário de Segurança Pública A mulher que era vítima de violência ficava aqui com seu celular georreferenciado.
A polícia, tá? A mulher sabe uma localização na tela lá da Delegacia de Proteção de Mulher. O agressor com a tornozeleira aqui também tem a georreferência. E quando o marginal chega perto da mulher, automaticamente, sem precisar apertar botão nenhum, vai uma viatura para defender a mulher, uma viatura para ir atrás do agressor para impedir que isso aconteça. Despencou a quantidade de agressões de mulheres aqui em São Paulo. E reduziu a taxa de feminicídios.
Eu vou implementar castração química de estuprador, eu vou pegar mais pesado ainda. Mas, cara, isso acontece, isso tem vários países primeiro mundo, tá? Alguns são obrigatórios, outros tem que ter decisão judicial, outros são necessários para que a pessoa possa deixar a cadeia só após fazer um tratamento como esse. O fato é que despenca a quantidade de reincidência de abusadores de mulher e de crianças. Cara, assim, eu não— você tem filho?
Não tenho. Duas filhas.
Eu tenho duas filhas também, né? A gente faz qualquer coisa para defender a integridade e a vida das nossas filhas.
Eu não sei a idade das tuas filhas.
Uma tem 14, outra tem 12.
Ah, quase igual.
Imagina, cara, tu deixa tua filha, sei lá, ir para casa de uma amiguinha dela, aí tem um desgraçado de um cara, de um padrasto lá da amiguinha da sua filha, que abusa da sua filha. Bicho, eu vou para cadeia, cara. Tem que ter pena de um desgraçado desse?
Não, eu vou para cadeia.
Não, então assim, você imagina uma criança de 12 anos, de 14 anos sendo abusada, né, um marmóis enfiando um dedo nela. Não, bicho, para cadeia. A gente faz a conta, né, quanto tempo vou ficar preso? Não quero saber, eu vou pagar para ver. Então assim, a gente tem obrigação do Estado defender as mulheres, defender essas crianças que são abusadas. E eu digo, eu, isso não é uma pauta de ideologia, a pauta de proteção de verdade, uma pauta que é da direita, cara.
A gente tem que comunicar com todas as letras que a gente vai defender as mulheres, essas mulheres que são violentadas. Eu tô gravando com algumas pessoas e tive oportunidade de conversar com uma mulher que foi violentada pelo marido dela, o cara, pelo marido não, pelo companheiro dela. A mulher, o cara quase matou ela, pô, com um rastelo, né, aquela coisa de puxar folha. Eu servi, mas exatamente o que é um rastelo, um pedaço de ferro, tentou matar a mulher com as dela.
Ela falava, cara, eu só me submeti a isso porque eu não tinha dinheiro para sair de casa com meu filho de 10 anos, eu não tinha lugar para eu comum isso. Então a gente vai fazer também, vai estar no nosso plano de governo, a gente vai lançar daqui a pouco o Brasil para elas, muito em breve, é junto com a nossa grande Dani Marques que tá me ajudando nessas pautas de mulher. Se quiser ajudar também, é bem-vinda. Mas o que eu queria falar, cara, é a gente, o governo tem obrigação de estender a mão para essas mulheres, cara.
Ela tem que ter um lugar para ela, ela tem que ter uma forma de denunciar sem ter medo de sofrer as consequências. Tem muita mulher, não chega nem ao ponto de denunciar porque tem medo. Assim, se ela tiver um lugar para ir, se ela tiver uma renda que ela possa ter ali até ela estabilizar sua vida, se ela tiver um lugar onde ela possa deixar o seu filho, a sua filha em segurança, em paz, onde sabe que vai ser bem cuidado, ela não vai mais se submeter a esse tipo de vagabundo covarde e ser agredida e quase morrer em função disso.
Assim, são pautas que a gente vai mostrar que vamos fazer diferente do governo do PT, porque não adianta um pedaço de papel, né? Ah, aqui você, aqui a lei, a Lei Maria da Penha não permite que o agressor chegue perto da mulher. Cara, um pedaço de papel não vai funcionar, tem que fazer a coisa acontecer. Então é assim que a gente pretende implementar e libertar o Brasil do PT. Sem falar de tesouraço, cara, vou fazer tesouraço, revogar instruções normativas, portarias, decretos que causem burocracia.
Voltou aquela, aquela máquina de fiscais encher o saco de quem quer empreender para procurar aqui um, porra, um pelo em ovo para meter uma multa, fechar estabelecimento, ou então criar uma dificuldade. Para extorquir o empreendedor. Cara, isso tem que acabar. O Bolsonaro mostrou que dá para fazer isso, ele fez isso e o Brasil começou a decolar, bicho. A gente deixou assim mais quase, deixamos 1 trilhão de 22 para 23, Igor. Deixamos 1 trilhão de contratos assinados de investimentos no Brasil, 700 bilhões em infraestrutura.
Que que é isso, pô? São novas ferrovias, são novas rodovias concedidas, são reformas de aeroportos, de portos. Porque tinha credibilidade, porque não tinha burocracia, porque era um governo sério. Vou te contar uma história rapidinha aqui, eu sei que tá acabando.
É contigo.
Era começo de governo, e aí tinha um, eu fui num evento, foi até na Bahia, era um evento de pessoal de construção civil, não sei o quê. Aí no intervalo vem um cara falar comigo, ó, eu sou o maior construtor de, de pier, não, de Como é que é o nome? Aquelas garagens no mar, marinas. Eu sou o maior construtor de marina do Brasil e eu quero fazer um elogio para o seu governo. Pela primeira vez eu precisei de uma autorização do governo, que é a SPU, né, o Serviço de Patrimônio da União.
Pela primeira vez ela, essa SPU, tem que autorizar ele a fazer uma marina, porque é um terreno de marinha, é uma área da União. Pela primeira vez eu não fui extorquido por um governo ao pedir uma autorização para fazer uma O Marino, falei, aqui é o cara, eu vou ligar para ele aqui agora. Até se você tá me assistindo aí, o nome dele é Bispo. Eu não sabia que era o cara, pô. Eu era senador, filho do presidente da República, e um ponto estratégico do governo tava um cara técnico lá.
Aí, pô, liga para ele que eu quero elogiar. Ele vai ouvir um elogio do filho do presidente, né? Vamos enaltecer o trabalho do cara. Aí ele passou meu telefone, ligou. Pô, tudo bem, seu Bispo? Tô aqui com uma pessoa que quer falar contigo. Eu falei, ô, seu bispo, tudo bem? Aqui é o Flávio Bolsonaro, queria te dar os parabéns. Foi isso. Flávio, vai. Como é que é, mano? Pô, é o bispo que tá falando, cara. É o bispo aqui, pô. Esse bispo, eu fui, eu fiz Escola Técnica de Eletrônica, eu fiz estágio no IME para poder complementar as horas complementares.
Eu precisava disso, eu fiz no estágio lá. E eu ia de carona com o bispo. Eu morava na Tijuca, né, no prédio do Gustavo Montesano, que foi o presidente do BNDES. Morava no meu prédio, também foi parar no governo por indicação, não tem nada a ver comigo, com a equipe econômica lá do Paulo Guedes. E aí eu ia, eu, o Bispo e o Montesano, de carro da Tijuca para o IME. Quer dizer, eu conhecia o cara, super preparado, fez um trabalho brilhante na SPU.
E mostra, o Igor, como é que, qual era o critério que o presidente Bolsonaro utilizava para escolher pessoas-chave no governo. Competência, cara. E assim que a gente vai fazer para mudar o país. Porque hoje, o que que tem mais no governo Lula, cara? Ou é corrupto, é incompetente, ou as duas coisas juntas. É um desastre. Essa é a marca do governo do PT, porra: incompetência e roubalheira e corrupção, cara. E o presidente Bolsonaro mostrou que dá para fazer diferente.
E essa é a minha escola, e assim que eu pretendo fazer. Então, respondendo a pergunta da moça aí, como é que você vai fazer? É isso, é através do exemplo e me espelhando nas boas práticas do governo do presidente Bolsonaro.
Eu vou dar play em uma aqui que representa várias, tá? Essa já não é tão gostosa. Vamos lá, tem um monte igual.
Anônimo mandou uma mensagem pelo Pix: boa noite. Há meses, a equipe do Flávio informou às emissoras que não iria participar dos debates caso o Renan Santos participasse. Gostaria de saber se é isso mesmo, e se sim, o porquê. Essa é mentira, né, cara? Nunca falei isso.
Que bom.
Nem minha equipe nunca falou isso.
Seria um absurdo.
Ah, porra, eu tô, pô, vou. Olha só, eu vou, não tem problema nenhum de debater com qualquer pessoa, nenhuma preocupação com isso, né? Assim, nunca teve da minha parte no anúncio que eu não vou, que eu iria se ele for.
Se não se deixar de ir, não vai ser por causa disso.
Eu acho que aquele próprio deve ter plantado esse troço aí para repercutir isso aí. Então não tem nenhum problema de debater com quem quer que seja, porque eu vou debater o país, não tenho preocupação de responder pergunta nenhuma. Eu sentei aqui contigo, eu fiz alguma imposição? Não falei esse assunto com o cara. É assim que vai ser, né, durante essa campanha inteira, né? E vou enfrentar quem tiver que enfrentar.
Bom, tem uma outra aqui que pega também na tua idoneidade, que eu, que assim, na real eu queria ouvir o que que tem para dizer, porque é um assunto mesmo interessante.
Fábio mandou uma mensagem pelo Pix: você tem sido ligado a pessoas envolvidas em investigações e graves polêmicas como Canela Bacelar e TH Joias. Não acha que ter esse entorno sob suspeita compromete sua imagem e credibilidade? Claro que não compromete, pô. Cada um tem um CPF, né? Porque a pessoa, né, me conhece, que eu tenho que ser responsabilizado pelo que ela faz. Então assim, eu acho que as pessoas têm o direito de se defender.
É coincidentemente, né, já que ele falou de pessoas do Rio de Janeiro, é o que você vê hoje é ministro do Supremo dando canetada para mudar, fazer interferência nas eleições no Rio de Janeiro. Hoje o governador do Rio de Janeiro é o presidente do TJ, quando na verdade era para ser o presidente eleito da Assembleia Legislativa. Em Roraima, que é exatamente a mesma situação, lá teve eleição e foi escolhido um novo governador, mesmo assim foi o critério foi diferente.
E no caso específico de Roraima, o que aconteceu foi que uma canetada de Ministro Supremo, houve por causa de uma canetada, houve uma eleição só com um candidato, é o candidato de oposição à direita lá, porque o nosso candidato que deixou eleição à Prefeitura de Boa Vista para concorrer ao governo nas eleições regulares em outubro. Como teve uma eleição antes disso, você vê que no Rio de Janeiro era para ter acontecido também, não aconteceu.
Então olha o critério diferente lá. O que aconteceu, ele se elegeu, o nosso candidato, o Arthur. Um abraço para o Arthur, pessoal de Roraima aí. Hélio Lopes, Hélio Negão, um abraço para você também, pré-candidato a Senado lá em Roraima.
Ele é de Roraima?
Não, ele foi para lá para disputar a eleição lá. E aí que aconteceu, o nosso candidato que tava concorrendo sob júri teve mais de 63% dos votos, o outro candidato perdeu na urna, e a decisão do Supremo é indeferir aquele que o povo escolheu e na canetada escolheu governador. Então o Rio de Janeiro, as pessoas que estão sendo aí alvo dessas operações, a gente não pode desconsiderar que é uma clara interferência né, por parte de, infelizmente nesse caso aí, mais uma vez, Alexandre de Moraes, numa ADPF.
Para quem não sabe, é uma ação, uma arguição de descumprimento de preceito fundamental da Constituição. Vamos lá, é uma ação, é, vamos lá, é uma ação que você discute princípios da Constituição. Você tá aqui descumprindo princípios, direitos humanos, e aqui, tá, nunca na história uma ação como essa foi usada como uma ação penal normal. E o que que tá acontecendo nessa ação? É busca e apreensão, é prisão, é afastamento de governador, é tudo, cara.
Nunca aconteceu isso na história do Brasil. E é nessa ação que essas pessoas estão sendo aí alvos e tá havendo essa interferência por parte do Supremo. Assim, é de se considerar também por que que não acontece contra a esquerda no Rio de Janeiro, é só contra quem é de centro ou quem é de direita, ou pessoas, né, que possam, possam ali ter algum, alguma, alguma no perímetro aqui do Flávio Bolsonaro ter algum, algum alinhamento ali, um político.
Nunca contra a esquerda, sempre contra pessoas que estão próximas a mim. Quando não, como não tem nada contra mim, fica atirando em quem tá no entorno, mesmo quem tá no entorno bem distante muitas vezes. É claramente para desestabilizar e para interferir na eleição lá. Então assim, Essas dificuldades que nós estamos tendo no Rio de Janeiro especificamente dessas pessoas. Mais uma vez, elas vão ter o direito de se defender. Eu acho que o OVC é uma ação que não tem pé nem cabeça que essas coisas aconteçam nesta ação.
É não por acaso, mais uma vez, o relator dessa ação é o Alexandre de Moraes. Vão ter aí a possibilidade de se defender e a gente vai se adaptando ali. Tanto é que nós lançamos agora no janeiro o nosso pré-candidato a Senado pelo PL, que é o Carlos Portinho, né, que já é senador, foi líder do governo Bolsonaro muito tempo, a pessoa preparada é que vai estar no palanque junto com o nosso pré-candidato ao governo do Rio, que é o Douglas Ruas, né?
E estamos esperando aí como é que vai a federação, que é PP e União Brasil, como é que eles vão fazer com relação ao outro pré-candidato que tava posto. Então, com muita tranquilidade, vamos aí vencendo todas essas perseguições. O Ego pode ter certeza que a gente vai livrar o Brasil das mãos sujas do PT.
E nesse sentido, a gente vai para a última de todas, que essa eu faço questão de ler na real, porque é Também queria muito ouvir o que tem que falar sobre isso. Que é, o Eleitor Indeciso mandou: boa noite, Flávio. A impressão que tenho é que a sua candidatura se apoia em não ser o Lula. Gostaria que, se possível, citasse propostas concretas para saúde, para educação e para segurança. A gente já falou de propostas concretas, né?
Mas o ponto mais importante aqui, Flávio, eu preciso ser honesto contigo, é que tenho a impressão que tanto a campanha do Lula quanto a tua campanha são bastante— é muito importante que haja o antagonista, e esse antagonista ele é muito claro. Então a gente tá vivendo uma situação que é: tem gente que vai votar em você para não eleger o Lula e vice-versa.
São muito bem-vindos aí.
E esses caras, eles muito provavelmente eles não sabem nem o que que tu o que que ele tá propondo, basta não ser o Lula. E do outro lado, mesma coisa, o cara não sabe nem o que que o Lula tá propondo, basta não ser o Flávio. Na minha opinião, esse é o jeito errado de votar. O jeito certo de votar é eu entender que, por exemplo, você é melhor que ele por causa disso, disso, disso, disso e disso, tá ligado? Não é vou votar no Flávio porque ele não é o Lula, manja? O que que tu tem para dizer sobre isso?
Tem que dizer que tá na mão do eleitor, né? Não é, não é uma responsabilidade minha a ver essa polarização. É porque antigamente como é que funcionava? Era PT contra PSDB, né? Aí todo mundo viu que o PSDB era mais esquerda, nunca foi de direita, né? Era aquele teatro das tesouras que chamam, né? E aí vem um cara, é o cara Geraldo Alckmin, ex-PSDB. Enfim, então lá alinhados. Então o que é que rompeu essa dicotomia? Foi um cara chamado Jair Messias Bolsonaro.
Um cara que todo mundo começou a conhecer pela internet, porque até então, Igor, todo mundo se informava pela grande mídia. Então a manipulação era muito mais fácil, direcionamento, a tendência, né? Por isso ficava ali PT, PSDB. Aí vem a internet, esse contato direto, olho no olho. Milhões de brasileiros assistem ao presidente Bolsonaro falar aquele épico discurso dele num quebra-queixo, né, falando sobre presídio de Pedrinhas.
Todo mundo criticando direitos humanos lá, não tem condições dos presos ficarem no presídio de Pedrinhas. É só não roubar, não estuprar, não matar, você não vai para lá, porra. Os cara fode nós a vida inteira, eu tenho que dar vida boa para ele? Vou dar vida boa porra nenhuma. Então foi assim, as pessoas, porra, tem um cara lá que fala o que eu penso, que eu me identifico. E assim começou, né, pelo contato direto aqui, olho no olho, sem filtro.
Então quando hoje você fala, é Lula ou Bolsonaro, cara, mas assim, é o eleitor brasileiro que faz análise de cenário hoje, se identifica com um dos lados, não se identificou nenhuma outra terceira via, a culpa não é minha, cara.
Perfeito.
Desculpa, né. As pessoas quando veem o Flávio Bolsonaro já sabe, aqui tem sangue de Bolsonaro. Não é exatamente igual. Ele tem o temperamento dele, tem a posição dele. Muitas pessoas preferem a forma como ele comunica, outras preferem a minha forma de comunicar. Em 2018, muitas pessoas acham que o perfil ideal era aquele de pancada e tal, de enfrentamento. Esse ano de 26, muita gente acha que tem que ser um pouco mais centrado, que eu acho que é o meu, né?
E mais uma vez, eu tô aqui porque é uma missão que o próprio Jair Messias Bolsonaro passou para mim, na impossibilidade dele ser o candidato. Então assim, eu, as pessoas olham para mim, já sabe quais são os princípios que eu defendo, que são os princípios da direita, de conservadores, de liberal na economia, de defesa da família, né, de redução de impostos, para ser radical no combate aos marginais, de combater a violência. E tem aqui essa exposição que vai me dar oportunidade de mostrar quem é o Flávio Bolsonaro também.
Então eu quero de verdade convencer as pessoas que eu sou uma boa escolha. Eu quero que as pessoas votem em mim pela, pelo que eles enxergam de virtude em mim. Quero que as pessoas votem em mim quando for na eleição, que eu não posso pedir voto aqui, né, fazendo essa ressalva sempre, no futuro muito próximo, quando o partido confirmar minha candidatura a presidente. Agora eu sou pré-candidato ainda, pelas minhas, pelas minhas propostas.
Falamos de várias aqui, várias em todas as áreas, né, falamos de várias. E óbvio que aqueles que não estiverem atentos ou não entenderem que as minhas propostas não são tão boas, mas acharem que as minhas propostas são, apesar de não serem tão boas, são melhores que a do Lula, tô aceitando o voto. E aqueles também que querem votar, que querem mudar o país, são bem-vindos também. E assim que funciona. E não cabe a mim, a você, a ninguém impor o que que o eleitor vai querer fazer ou qual critério que ele vai escolher para votar em alguém, né?
Então assim, mais uma vez eu tô aqui mostrando um Flávio Bolsonaro, esperando que as pessoas do outro lado aí que estão me assistindo compreendam que eu quero o melhor para o meu país, né? De tudo que nós falamos aqui, eu tendo as filhas pequenas, eu quero um país melhor para elas, eu quero educação melhor, eu quero investir em tecnologia, eu quero formar, eu quero dar alternativa, quero dar esperança de volta para nossa juventude.
Eu vou proteger os idosos, aqueles que precisam de receber um salário mínimo no BPC, quem precisa de Bolsa Família vai receber, tá garantido. Vai ter o maior programa de mobilidade social que a história desse Brasil já viu. E vamos aguardar o resultado das urnas. É assim que eu espero, né, que as pessoas me percebam.
Flávio, muito obrigado pela tua presença, cara.
Tá vendo o meme aí, né, cara?
Não, pô, eu tava vendo aqui se meme.
Não tô vendo meme.
Obrigado, cara, pela— olha quantas mensagens chegaram aqui. Aqui são muitas repetidas. Eu queria mandar um abraço para a galera que mandou todas, é um monte de mensagem aqui, mas tem um monte de mensagem igual e várias delas a gente falou sobre elas durante o programa. Então eu queria só mandar um agradecimento para vocês participaram aqui mandando suas mensagens aí, valeu pela moral. Vocês participaram também aí debatendo, trocando ideia no chat também, sempre muito importante.
Mas Flávio, aquela ali é a tua câmera para tu falar com quem tá assistindo a gente agora.
Bom, Igor, meu lugar, obrigado aqui pela oportunidade de estar aqui mais uma vez, agradecer a todos vocês que ficaram até esse momento aqui ouvindo o que a gente tem para propor ao Brasil o que a gente, o que eu entendo que vai funcionar, oportunidade que o Brasil tem de dar uma virada de chave este ano. O país não aguenta mais 4 anos de Lula, não aguenta mais 4 anos de PT, 80% da população endividada, os índices de violência explodindo em tudo quanto é lugar.
Eu vou tratar marginais de PCC, de Comando Vermelho, de milícias como grupos terroristas, que é o que eles são. Tão aí dominando bairros, cobrando taxa dos outros, oprimindo a população. Eu vi recentemente, Igor, vídeo de uma mulher que só porque ela não quis se relacionar com traficante de drogas, cara, os caras eram 3 covardes, rasparam o cabelo da mulher. Não satisfeitos com isso, começaram a dar chicotada na mulher sem parar, até a mulher cansar de tanto implorar para não apanhar mais.
É que os covardes param. Esses caras têm que mofar na cadeia. Esses caras que fazem isso com uma mulher Não merecem nenhum tipo de complacência. Não dá para passar a mão na cabeça de vagabundo covarde como esses. Então a gente tem que ser enérgico na pauta da segurança pública, que o atual governo não é. Passa a mão na cabeça de pessoas que são perigosas. Vocês viram em 2022 como é que os presídios ficaram em festa quando Lula foi anunciado presidente da República.
Se você tá votando igual os cara que estão dentro do presídio, não tem alguma coisa de errado nisso? Você tá feliz de pagar tanto imposto? O seu salário tá dando para acabar o mês? Tá tudo muito mais caro, não tem expectativa nenhuma de que isso vai melhorar com a continuidade do atual governo. O Brasil virou um país que quem olha de fora enxerga um governo corrupto, um governo que se aproxima de ditaduras, um governo que passa pano para terrorista, que decapita bebê, que assassina mulheres em prol de uma ideologia, como fizeram lá em Israel.
Tá tudo errado nesse Brasil e não dá para você querer um futuro melhor para você apostando no que já deu errado no passado. Esse Lula de hoje não é mais aquele Lula de 2002, de 2006. Hoje você tem um Lula rancoroso, uma pessoa com ódio que usa a máquina pública para perseguir adversários políticos, que coloca a ideologia acima dos interesses da nação brasileira. Tá aí o tarifácio do Lula, mais 25% no lombo de empresas brasileiras.
Porque o Lula pediu essa tarifa para o Lula, ele fez força para que ela acontecesse, não mandou ninguém para lá para os Estados Unidos para defender o nosso país. Foi o que eu tentei fazer, mas só que eu não sou presidente da República ainda. E eu como pré-candidato quero dizer a cada um de vocês brasileiros: o Brasil tem futuro, mas a gente não tem mais tempo a perder.
Flavião, muito obrigado pela moral. A gente vai deixar aqui no comentário fixado as redes sociais do Flávio para você seguir. Se você quiser descobrir como encontrar lá na internet, tá tudo aqui no comentário fixado, tá bom? Aqui na descrição também tem o Discord para você sugerir novos convidados, novas pautas também, e vira membro do Flow, cara, porque a gente cria conteúdo para vocês exclusivo o tempo inteiro, tá? Já se inscreve aí, dá o like nesse vídeo e manda lá no grupo.
Manda no grupo da igreja, manda no grupo da faculdade, manda no grupo, manda no grupo do futebol. E se tu for, se tu for PT, manda no grupo do PT. Se tu for Bolsonaro, manda no grupo do Bolsonaro, que assim Isso tu foi isentão, manda onde? Aí tu manda onde tu quiser, manda no grupo da escola, manda no grupo de sei lá, manda no grupo dos cara que reclama para eles poder ter estofo para reclamar. Porque no fim das contas a gente não é— eu pelo menos eu sou da opinião que a crítica ajuda a construir desde que ela seja intelectualmente honesta, entende?
Então é, eu gosto de quando as críticas fazem sentido também. Então Flávio, mais uma vez obrigado pelo teu tempo, obrigado a quem nos assistiu, obrigado vocês aí também, muito obrigado, e a gente se vê depois, tá bom? Ah, vai começar um outro flow daqui a pouco. Beijo, tchau!
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