ANSU FATI - Flow #618
Atacante espanhol do Monaco
- Anedotário popular do futebolInício no Barcelona · Herança da camisa 10 · Lesões e recuperação · Transição para o Mônaco · Seleção Espanhola
- Pausa na carreira e vida pessoal dos músicosLançamento de álbum · Expressão de sentimentos · Colaboração com Anitta · Álbum 'Seja como seja'
- Pressão e competitividade no futebolLidar com holofotes · Apoio familiar · Equilíbrio emocional
- Análise de Jogadores· EsportesRonaldo Fenômeno · Ronaldinho Gaúcho · Lionel Messi · Cristiano Ronaldo · Neymar Jr.
- Copa do MundoExpectativa de convocação · Respeito aos companheiros · Trabalho para futuras convocações
- Linguagem e ComunicaçãoAprendizado de idiomas · Português brasileiro · Francês
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Tap the banner to play Unhinged now. Only on Netflix. Salve, salve, família! Bem-vindos a mais um Flow. Eu sou Igor e hoje eu vou conversar com Mansu Fati, cara, que é um jogador estrela assim, dá para dizer que nível internacional, brabo para caralho. Chegou a herdar a 10 do Messi, né, meu irmão? Puta responsa que tu teve ao longo da vida aí. Obrigado por vir aí, cara, obrigado por participar aqui do— tu tava me contando antes do teu primeiro podcast, e eu sei que dá para a gente falar inclusive de música, porque agora que você vai lançar um álbum também em breve, né?
Então interessante saber como é que tu concilia ser jogador de futebol de alto nível, que ser atleta de qualquer coisa de alto nível é complicado, e ainda música. Dá para ser talentoso para cacete em duas coisas, cara? Porque em futebol a gente sabe que tu é. Será que tu é talentoso para cacete em música também?
Não, vamos ver, vamos ver.
Tá bom, vamos lá. Para começar, cara, tu Tua família, a gente tava conversando antes também, na tua família tem várias pessoas ligadas ao futebol, né? Tem irmão, tem teu pai, tem uma galera também ligada ao Barcelona. E tu chega lá muito novo, pelo que eu li, a maior parte das coisas que eu sei sobre você eu li, né? Tu chegou lá com 10 anos de idade, não é? Para uma escolinha, né, no Barcelona, né? Nessa etapa da tua vida, tu não tava nem entendendo o que tava acontecendo, tava, Ansu?
É certo, sim.
É?
Sim, sim.
Tu já gostava de futebol para cacete?
Sim, não, obrigado primeiro pelo convite. Estou muito feliz de estar aqui com vocês.
Valeu.
E no Brasil também, é a primeira vez, estou muito feliz. E sim, eu comecei a jogar futebol muito cedo. Cheguei ao Barcelona com 10 anos e até agora, que faz um ano, fui para o Mônaco cedido. E nada, mas sim, o meu irmão também jogava no Barça e foi por ele que eu fui para o Barcelona. Primeiro assinaram a ele e meu pai falou: "Se assinam o irmão mais velho, tenho que levar o seu irmãozinho." Mas quem que é melhor de bola?
Tu ou teu irmão? Quem joga mais, tu ou teu irmão?
Não, ele, ele. Ele foi meu ídolo, por ele também, tipo, Gostei do futebol porque eu sempre olhava para ele e queria imitar, fazer o mesmo que ele. E bom, no futebol também um pouco de sorte, ele não pôde continuar como eu, eu cheguei ao alto nível, ele não. Mas sim, é a vida, né? Não todo mundo pode chegar.
Mas quem foi que rolou? Tu lembra? Bom, com 10 anos de idade, putz, então uma criancinha muito pequenininha, cara, saindo do... Tu já não morava mais em Guiné-Bissau, né? Tu já morava na Espanha.
Sim, eu cheguei à Espanha com 6 anos. Por conta do futebol? Não, não, não, não.
Mas e o—
não? Não, não, não, o meu pai migrou para a Espanha em busca de uma vida melhor e deixou toda a família aí em Guiné, os meus irmãos. Eu não conhecia meu pai até— por primeira vez eu vi ele com 6 anos. E não, mas sempre entendi, o meu pai sempre explicou porque não tava meu pai. Y ahora entiendo, no, muchas cosas. Y él emigró para Portugal, después para Sevilla, y cuando él consiguió tipo un trabajo, una vida mejor, mandó a buscar todos nosotros, toda la familia.
Y eso fue en Sevilla, llegamos a Sevilla, y nada, ni mi padre sabía que yo jugaba.
¿Es mismo?
No, no sabía. Y mi mamá sí me hablaba para él: no, tu hijo juega. Pero nada, él nunca acreditó porque él estaba trabajando para para nós.
E vocês, a bola é metade do teu corpo.
Não, você é brasileiro, já sabe como é futebol. É desde criança, desde menino.
Eu sabia que eu era horrível desde pequeno, eu era sempre o último a ser escolhido, eu era o cara que ficava no gol.
E nada, cheguei a Sevilha com meu irmão, com meu pai aí, e nada, e começamos a jogar. No pequeno aí do povo. E depois daí Sevilla olhou para nós e fomos para Sevilla. Jogamos assim 2, 3 anos em Sevilla e depois já, como meu irmão também era mais velho, o Barcelona olhou para ele e nada, meu pai falou: "Não, se levanta o mais velho, também o menino tem que ir." E foi assim, sim. Que eu cheguei a Barcelona.
E aí tu também tem uma, bom, chega muito jovem ao Barcelona e tu fica lá um tempo, um bom tempo, até você estrear, que tu estreia com 16 para 17, né? Novão para cacete, dos mais novos da história do clube, não é isso? Acho que é o segundo mais novo da história do clube, alguma coisa assim. É, como é que foi botar o pezinho dentro do campo de jogo assim, caralho, vou jogar pelo Barcelona? Porque a gente não tá falando de Então, falando do— tudo bem que não foi um ano incrível do Barcelona, mas era, pô, tava lá o Messi, né? Tinha uns cara ali, tinha um Suárez também, não tinha?
Sim, tava todo mundo aí.
Tava uns cara, meu irmão. Vamos lá, primeiro, antes de entrar no— é que eu não sei direito, cara, como é que foi o processo para tu estrear tão novo assim? Foi atípico? Foi planejado? O time precisava muito? O que que tava acontecendo? No Barcelona ali?
Não, foi atípico, né? Porque eu tava tipo no juvenis, sub-16, sub-17, tava com meu amigo aí, jogávamos juntos. E nada, de um dia a outro eu tava treinando com a segunda equipa e estava no ofício, e segundo treinador da equipa veio para mim e falou: "Anso, estás bem?" Eu falei: "Sim, estou bem." "Hoje vai treinar com primeira equipa." Y fue una sorpresa. Y nada, fue— nunca, nunca estuve antes. Eso, hice 3 entrenos. Y también porque Messi, Suárez, Dembélé estaban machucados.
Y entonces no había nadie enfrente. Y yo hice un buen entreno, gracias a Dios. Y el entrenador habló: no, él tiene que venir. Y no, fue una sorpresa porque fue todo muy rápido. Não esperava nada disso. Para mim era estar no sub-18, como muito, esse ano. E fui treinar e minha vida caminhou tudo.
Pois é, nesse momento que muda tudo, como tu disse, foi muito rápido, né? Tem um, tem um, isso foi que ano? 2019, 20? 19. Em 2020 tu já ganha um prêmio foda, né, de revelação. Como é que é o nome desse prêmio, cara? Esqueci, depois eu coloco. Mas assim, tu meteórico, né? Uma parada meteórica, a ponto de ter também uma porrada de pressão em cima de você. Porque, ó, quando a gente olha para um garoto e vê o sucesso dele meteórico, como foi o teu, rápido pra cacete, um talento sinistro, a ponto dos caras colocarem a 10 do Barcelona em você, quando sai o Messi, E a tua cabeça, cara?
Como é que você tava nessa hora aí? Porque assim, tu passa de um cara que tava ali treinando no juvenis para uma estrela do Barcelona muito rápido, muito rápido, um ano e meio, dois anos, né? Na tua cabeça, o que que tava acontecendo? Você tava legal? Dava para entender? Porque também você era muito novo, né? O que que mudou na prática para você?
Não, acho que a ajuda da minha família também. Tipo, eu sempre estou agradecido à família que eu tenho porque eles sempre estão lá para mim, para ajudar, para apoiar. E não, foi tipo, não tive pressão, senão eles sempre falavam, eu também tentava desfrutar do momento porque era um momento que eu sempre sonhei. E tá no Barcelona, tem que estar preparado para tudo, porque é o clube mais grande do mundo. E então eu já sabia, tipo, porque a imprensa, desde que chegamos já, o Barça é uma, não uma pressão, mas já sabes que estás num clube grande.
Com certeza. E se você sai da academia, já sabes mais ou menos como é, como é o mundo do Barcelona, igual que jogadores que estão no Real Madrid, grandes clubes, já menos, já sabes, né? E temos que, como se diz, lidar, lidar com isso.
Mas, cara, muito novo num time desse tamanho, com todos esses holofotes.
Sim, também foi fácil porque quase todos eram veteranos já, e eles, como se diz, acolheram.
Eles te acolheram e blindaram, a gente chama assim.
Blindaram muito bem. O Felipe Coutinho tava aí nesse momento também.
Ele não ficou puto contigo, não? Ele não ficou com raiva, ou com raiva não, irritado, ou alguma coisa assim? Porque é só uma provocação boba, porque tu que herdou a 10 e ele tinha sido a contratação mais cara.
Ah, não, não, acho que não. É top como jogador, como pessoa.
Eu gosto pra caralho do Coutinho também, eu sou flamenguista e eu sofria com ele Vasco.
Admiro muito ele. E sim, foi uma época, aprendi muito dele, o tiro que ele tinha, como jogava, era incrível.
E deve dar para aprender para cacete mesmo com esse, com esse elenco lá, né, cara? Pois é, tu pulou um montão de etapa em Sul, né? Veja, eu imagino que o fato de você já ser base do Barcelona já é legal para cacete, né? Já é Diferente de tu começar a tua história no futebol num clube bem menor e galgando e enfim ser contratado, como o Filipe Coutinho, por exemplo, pelo Barcelona e parar lá, né? O meu ponto é, desde sempre o que tu conhece é um dos maiores times do mundo, e você tá lá, né?
Desde sempre. Pô, é, em comparação, cara, como é que é isso? Como é que é jogar? Como é que é? Você disse que não tinha muita pressão, mas eu sei que a imprensa espanhola pega no pé, né? Eu sei que pega Como é que é em comparação, nesse sentido de meio de rockstar, de pressão, sei lá, na tua cabeça, de jogar no Barcelona e jogar na seleção, por exemplo, no time nacional?
Acho que nos clubes é mais duro, né?
É o dia a dia, né?
Porque tem mais gente de todo mundo que torce para você e Como eu disse, se jogar para o Barcelona ou grandes clubes, tens que estar preparado, porque já sabes que vai ter momentos maus, momentos bons, e tens que ter um equilíbrio, né? Acreditar em você e fazer tudo para dar o melhor de ti no campo. Mas no Barcelona, quando eu cheguei, Não foi uma temporada como nós queríamos. Foi uma temporada difícil.
Sem título, né?
Depois também o COVID, a gente estava um pouco aí, um pouco, já sabes, com COVID, tudo que passou, e a gente necessitava um pouco de alegria, um pouco de tudo, de ver futebol, porque ninguém podia ir ao campo. E foi uma época um pouco difícil para todo mundo. Mas foi uma época muito bonita para mim porque consegui, tipo, debutar, fazer tudo, chegar também na seleção da Espanha.
Como é que é? Como é que é ser convocado?
Sim, também foi uma surpresa. Eu não sabia, não acreditava que eu ia ir tão jovem. Mas sim, jogar para a Espanha é um país onde eu cresci, é um dos maiores sonhos que eu tive desde criança.
Mas tu teve que fazer um movimento inclusive para jogar pela Espanha, tu teve que se naturalizar espanhol, né?
Sim, sim, eu podia jogar para Guiné.
Mas aí Guiné não disputa nada.
Sim, não tem muito, para Portugal também, porque sabe, Guiné-Bissau e Portugal tá com muita conexão. Ah é?
Não sabia.
Sim, sim, e tenho muita família aí, primos, meu pai também viveu lá, e não, mas eu queria Espanha porque vivi quase toda a minha vida aí.
Foi ali que tu mudou de vida, né?
brasileiro no campo, como, né?
Porque assim, falar é fácil, é certo, é certo.
Não, mas sempre, não, mas não, quando vou ao campo, às vezes estou nervoso, estou nervoso, é normal, porque acho que tenho que estar nervoso para poder fazer as coisas. Mas um nervo bom, não um nervo mal.
Então é muito novo, cara. Assim, é a tua, a tua, falando a verdade, assim, boa parte, assim, os teus, você tava brilhando muito quando tu teve uma lesão muito lesão muito séria, né? E essa lesão muito séria, tu volta daqui a pouco uma outra lesão. As lesões te atrapalharam muito, né? Muito. Mas você é muito novo, você é muito novo.
A gente esquece disso.
Você é muito novo, meu irmão, dá tempo de fazer. O Neymar tem quantos anos aí, Vitão? Sabe?
36, sei lá, 34, 34, 33, 34.
Para tu chegar lá, falta 10, tá? Então, falta muito tempo, dá pra tu, dá pra se recuperar, dá pra, dá pra, e eu não tô nem dizendo que tu não tá bem, o que eu tô dizendo é, dá tempo de tu recuperar o brilho que, querendo ou não, acabou indo pra um outro lugar, porque quando tu volta pro Barcelona ali do Brighton, tu encontra um cenário ali mais competitivo, não é?
Sim, certo, certo.
Então, mais difícil, né? E aí, Ansu, vamos lá. Eu te perguntei no começo como é que foi para você explodir muito rápido, né? Então agora eu vou te perguntar, como é que foi para tu explodir muito rápido, ter as lesões, puta, dá uma recuada, e quando tu volta, caramba, o cenário tá um pouco diferente? Isso mexe? Isso mexeu com você? Lembrando sempre, você é muito novo, e um cara de 23 anos falta viver um monte, né? Mesmo que você já tenha vivido um monte? Como é que é a tua cabeça?
Não é fácil, é difícil, né? A minha primeira lesão foi muito, muito larga, né? Muito longe. E foi uma lesão que sofri muito, não vou negar. Mas depois recuperei bem. Quando voltei, me sentia bem, tinha muitas, muitas, muitas ganas de mostrar que tava bem, que seguia sendo o mesmo jogador. E voltei assim, mas depois outra vez o hamstring, não sei como se diz, o isquiotibial muscular. Também voltei 3 meses, depois voltei bem outra vez, outros 3 meses.
E sim, é difícil, a cabeça também, somos humanos, temos sentimentos e é difícil, né?
Essa é a pior parte.
Sim, é a pior parte. Não desejo a nada, nenhum jogador, tipo, as lesões é o pior. A pior coisa que pode passar para um jogador.
Não depende de tu, né? Tipo, não importa o quão bom você é, não importa o quão habilidoso, quão dedicado, não importa. Se tu tá lesionado—
Sim, é difícil. E não, mas nunca me rendi, sempre tento dar o melhor de mim. Quando tô no campo, às vezes pode sair melhor ou pior, mas tento sempre estar lá. O que depende de mim e posso controlar tento fazer tudo isso. Mas sim, não é fácil. É um período difícil da minha vida. E agora estou melhor, estou me sentindo bem, estou jogando no Mônaco e estou muito feliz.
O que que tu— a música começa a passar pela tua cabeça nesses momentos, cara?
Sim, é certo. Eu sempre gostei da música desde menino, desde criança.. E não, tipo, tive muitas noites de não poder dormir, de frustração, de o túnel, que nunca havia luz ao final do túnel. E uma maneira de expressar de lo que sentia era escrevendo. E nada, e saiu assim, tipo, a música de saber, de escrever muitos dias, muitas noites que não podia dormir. Então Eu tinha um iPad e me ponia a escrever, a pensar em outras coisas, porque senão era muito, muito difícil.
E então assim, surgiu assim, e agora faz um, nada, 8 meses, comecei a dedicar, a pensar, porque não, porque não, tipo, expressar o que sinto cantando, né?
De começar a escrever, de começar a pensar nisso até começar a cantar, foi quanto tempo? Foi muito tempo?
Sim, sim. Por qué demoró tanto tiempo? No sé, no sé, no sé nada. Todo llega en su momento, no tenía prisa, no tenía. Y nada, y este año tipo me liberé también mentalmente, y acho que fue una ayuda grande aparte de la música, poder cantar, poder ir al estudio por primera vez, fue una gran ayuda.
Eu fico aqui no Brasil, tem uns caras que também se envolvem com música, né? Tem o Gabigol, que ele é bom. A galera vai discordar de mim, mas tem uma galera que vai dizer que ele é ídolo do Flamengo, né? Cara fez uns gols importantes na Libertadores, por exemplo. Gabigol tem Libertadores, tu não tem.
Tô ligado, tô ligado. Com quantos anos ele teve? Sou jovem, você falou. Libertadores é como o Champions, não?
É, só que é o primo pobre da Champions.
Não, tá bem, cada um é difícil, né?
A gente olha, a gente daqui olha para o Mundial, sabe? Mundial de clubes. Nossa, o Mundial de clubes, a gente conta os times mundial que a gente tem. Para vocês é meio, ah, é legalzinho. No máximo é legalzinho, né? Já ouvi falar que tem uns cara que nem gosta de disputar, porque, putz, era para eu estar de férias, cara. Mas para nós é importantão. Mas eu tava dizendo que tem uns cara aqui que tentaram também, ou tentam alguma música.
Eu tenho Gabigol, tem um outro notável, é o Memphis Depay, cara. O Memphis, ele faz uma, ele faz uns funk. Quer dizer, eu nunca, sinceramente, eu nunca ouvi uma música do Memphis, mas eu vi umas que ele fez com o Hariel, que é um dos principais nomes do funk aqui de São Paulo, do Brasil, mas aqui de São Paulo, e que foi longeão, ficou famosão, cara. Então é interessante ver essa ligação com a música. Mas a música que tu quer fazer, ela é mais para— ela é uma forma de dizer o que que você quer dizer, ou é porque você gosta do estilo que você tá fazendo?
Tem gente que gosta de fazer, que quer fazer música pela estética apenas, eu quero dizer, tá?
Um pouco de tudo, afinal é um hobby, tá? É uma diversão à parte do futebol. O meu foco é o futebol. A música é uma forma de expressar o que eu sinto, o que eu quero viver também. E é uma maneira de desconectar um pouco também, às vezes, do futebol. E agora que está o verão, aproveito também para fazer coisas diferentes. E sim, eu vi a Memphis quando estava no Barcelona. Jogamos juntos. Ele sempre me metia no altavoz a sua música. E nada, também, nesse momento eu nunca pensei que ia sacar uma canção.
É verdade.
E agora tô aqui, mas é mais diversão, mais para um hobby. Como é o nome do teu álbum?
Tem um nome? Dá para falar? Eu sei que você vai lançar ele dia 19, né?
Seja como seja. Tá. Como seja, como seja. Seja como for, talvez. Sí, sí, es un poco, significa un poco de todo, de tus objetivos que quieras conseguir, de tus objetivos. No, es un poco, un poco de todo, tipo intento expresar un poco de todo, todas esas letras que yo escribí. É um pouco misturar, misturar um pouco tudo. E nada, pode ser para uma mulher, pode ser para um objetivo da vida, do futebol, da vida, de tudo, né? É só isso, sim.
É dia 19 que sai?
Sim, dia 19.
Tem quantas músicas?
Vou publicar só uma, mas já tenho, sim, acho que 4. Tá, você acha que é assim, 4, 4? E tô fazendo isso, já não sei.
Convidado muito maneiro.
Não, meus amigos querem que eu faça videoclipe, mas tô um pouco, como vocês, tímido assim para fazer videoclipe, um pouco. Mas ele, não, tem que fazer, tem que fazer vídeo, porque se sai, vai com tudo. Não vai.
Eu gosto da ideia do vídeo, mas quem sou eu, entendeu?
Tu que sabe.
Eu gosto da ideia do vídeo.
Tô pensando, tô pensando.
Acho que usar internet para fazer, porque é o que tá todo mundo, que é o que todo mundo faz no fim das contas, especialmente na música, né? Pô, maneiro. Eu acho importante ter um, porque assim, tem um outro jeito de lidar, tem vários jeitos de lidar com o que você faz, né? Você tá aqui, uns exemplos. Tem o Cristiano Ronaldo, que é o robozão, né? Já teve com ele? Já trocou uma ideia com ele?
Sim, uma vez sim.
Cara, o cara é um robozão, deve ser esquisito.
Eu fico pensando como seria trocar uma ideia com ele, porque ele é grande, né? Ele é.
E assim, e ele é muito, muito focado mesmo, mesmo no que ele faz. Tudo que ele faz é para ser um atleta melhor, me parece. Então o cara pinta a unha de preto, sei lá para quê. O cara faz, sei lá, come de um jeito específico e tudo mais, né? Tem uns cara que leva mais devagar, né? O cara, ele é, sei lá, ele curte uma festa, gosta de uma balada, que seria um outro extremo, né? Tem os caras que são talento absoluto e eles precisam de pouco treino, porque eles apenas, os caras são, eles são futebol quase, né?
Tem uns caras que são assim, né? Ronaldo, não tô dizendo que Ronaldo não treinava, mas o cara ganhou um 2002 sem uma perna pra nós, né? Essa que é a verdade. Então tem uns, esse cara é muito diferente mesmo. É, quem que são, que é, para quem que tu olha desse panteão, cara? E mais, teve vários, tem vários desses caras que tu teve oportunidade de estar perto, trocar uma ideia, aprender um negócio, ouvir ele falar um negócio tal. Porra, tu deve, tu deve, quem são os caras que tu admira desse mundo?
Não, tenho, admiro muitos jogadores, tento escolher o melhor do de cada um. E sim, Cristiano Ronaldo é um grande exemplo de profissionalidade, né? De como—
Mas tu não quer ser o Cristiano Ronaldo, tu não quer ser o Cristiano Ronaldo.
Não, eu gosto.
Tipo, nunca mais tu vai comer um hambúrguer. Não, porra, porque o Cristiano Ronaldo, a vibe que ele passa é: eu só como frango e bebo água.
Acho que a gente também exagera um pouco. Acho que ele come tipo Ele mostra também que ele é profissional, mas que também tem uma vida normal, tipo que ele pode comer um burger.
Tá com nem caspa.
Sim, mas cada jogador é diferente, cada jogador também tem que fazer o que é feliz, né? Também.
Perfeito. E aí tu faz música, por exemplo.
Sim, e Cristiano Ronaldo no seu caso, ele mostra que é muito profissional, mas também tipo, seguramente ele faz outros hobbies que ele gosta de fazer. E cada pessoa, cada jogador, cada atleta é diferente. Há gente que gosta de sair à noite e depois no dia seguinte vai jogar e mete um gol ou faz bem, né?
Romário, por exemplo.
Romário, por exemplo. Não, mas são casos de gênios, né?
Ah, sim.
Sim, sim. Mas como eu digo, cada jogador, cada pessoa é diferente. Pode levar a vida que ele considera que é o melhor para ele. Mas muitas vezes a gente critica, tem que ver também que a pessoa faz isso porque ele é feliz, é sua vida. Não, porque vai criticar se é a sua vida? Cada um tem a sua vida, seus objetivos na vida, e eu considero que é assim.
Para chegar no teu patamar, cara, tu tem que amar muito. Porque, ó, o que outras coisas você fez ao longo da vida que não foi jogar futebol? Por exemplo, tu era Tu era bom, tu gostava de jogar videogame? Tu era bom de jogar videogame? Tu era bom de fazer outra coisa? Porque eu fico pensando o tanto de dedicação que tem que ter para com 16, 17 anos tu tá estreando no Barcelona, entendeu? O que que tu deixou de fazer? Às vezes a gente olha para esse deixou de fazer como algo negativo.
Agora, se o que tu mais gostava de fazer na vida era jogar bola, então aí, porra, não deixou de fazer porra nenhuma. O cara foi jogar bola todo dia, foi feliz, e é isso, né? É, mas como é que foi para tu? Porque eu tô perguntando isso, né? É uma comparação escrota, mas pô, Michael Jackson, para ser o Michael Jackson, ele teve que não fazer um monte de coisa, e muitas delas contra a vontade dele. Ele queria ter ido brincar com as crianças, entendeu? Outra coisa. E tu?
Eu queria ir à escola todos os dias. Não, tô brincando. Não sei, tipo, futebol sempre foi a minha vida. Só que quando eu debutei com 16 anos, e os meus amigos sim faziam a vida normal, né, eles podiam tipo seguir aí na escola, nas turmas. Eu já tava no primeiro equipe e tinha muitas vezes, tenho saudades disso, de eles saíam à noite, muitas noites, mas eu tinha o jogo fim de semana. O tenía juego entre semana, entonces no podía ir.
Y un poco eso, pero en general no tengo nada así. Dejé un poco a mi familia cuando fui para Barcelona con 10 años. Tuve como 3 años ahí en Barcelona, solito, con mi hermano. Y solo cuando tenía ferias, que iba para Sevilla para ver a mi familia. Acho que é só isso, tipo, deixar um pouco a família para seguir a tua vida profissional e para chegar à primeira equipe do Barcelona.
Tem que fazer umas paradas, né? Não tem jeito.
Mas não tenho assim nada, tipo, só isso, que já é uma grande coisa. É uma grande coisa deixar a tua família com 10 anos sem ter 16 assim. Foi isso.
E aí, tu morava onde quando tu tava lá no Barcelona, criancinha?
La Masia, é uma residência onde estão todos os jogadores.
Entendi, todo mundo, moleque.
Que não tem família, tipo, longe, ficavam tudo lá assim.
Entendi. Caraca, e quando tu tava lá tinha uma galeraça, deve ser muito doido, porque assim, ainda que a gente pense o moleque tava lá no Barcelona, ainda assim teve um momento que tava os cara da tua posição machucar, teve que pegar você e você jogou e aí explodiu. Deve ter, mano, é pior que, como é que, porque assim, pensa, deve ter um moleque que se tivesse todo mundo machucado na zaga, tivesse ficado lá colocado aquele moleque ali, tinha estourado também, né?
É possível, né? Então de certa forma tu tava preparado para sorte que tu ia dar, que tu deu depois no futuro.
A sorte você trabalha também, né? E sim, eu tava preparado, fiz uma pré-época muito bom, com a segunda equipa, entre sub-18 e segunda equipa do Barcelona. E isso, a vida nunca sabe, tem que estar preparado para tudo. E nesse momento eu tava, graças a Deus, tava preparado.
Sim, 22, 22 tu foi para Copa, não foi?
Sim.
Como é que é a experiência então de uma Copa?
Eu tava lá também, eu só que eu fui de, né, acho que é uma competição mais grande do futebol.
Mas e o vestiário, cara? Como é que é o vestiário? Como é que é ser convocado para uma Copa? Como é que a cabeça dos cara? Tipo, os cara tá lá tudo maluco, tá tudo caralho.
Como é que é? Sim, tá aí à espera até a última hora para saber se vai sair, entrar na convocatória.
Para essa tu esperava ser convocado ou não?
Sim, sim, sim, acreditava sim.
Porque da primeira tu falou que foi surpresa.
E assim acreditei, acreditei até o último momento, mas não se deu, como não se deu, não pode ser, não pude ser, não aconteceu, não aconteceu. E agora temos que apoiar a seleção e nada.
Então tem muito novo, né? Tipo, o que que é 4 anos? 4 anos talvez seja o tempo que tu precisa, como tu mesmo falou, é tudo no momento certo. Sim, né? Todo mundo certo, mas dói, né?
Mas não, não, é a vida, a vida, aí que aceitar.
Tu entende isso? Tu entende o que que, por que que os caras, faz sentido na tua cabeça os cara não te convocaram? Tu se sente meio, porra, eu sou melhor que esses cara?
Também eu respeito muito meus companheiros, é que nem tá aí é porque, porque merece.
Com certeza merece.
E não, tem que aceitar e trabalhar mais para a próxima, e já tá assim.
E já, e bom, e chega, né? Isso é uma coisa interessante que talvez tu já tenha visto assim, especialmente com as tuas lesões, que deve parecer o fim do mundo, como tu disse, o túnel que não tem o fim, não consigo ver a luz. Até essas parada passa, né? Até isso aí vai passar. Então é questão de tempo, de trabalhar, torcer para parar de lesionar, né, meu irmão? O que que faz para parar de lesionar, cara?
Eu não sei, não sei, não sei, não sei.
Mas tem vindo legal, né?
Sim, não, mas agora tô bem também. Tipo, tive muitas, mas agora tô bem.
Faz um tempo já.
A gente já me conhece como que sempre tô machucado, né? E tampouco é assim. Mas agora estou bem, faz tempo que estou bem, que estou jogando regularmente e estou feliz e espero continuar assim.
Cara, assim, como tu é muito novo, tem os objetivos maiores de um jogador, né? E aí tem conquistar uma Copa do Mundo, tem conquistar uma Champions League, tem um monte de coisa acontecendo. Bom, essa jornada neste momento está rolando com a chegada, com a chegada do Felipe Luiz, né, que é um, que é um, que é um técnico brasileiro flamenguista. Importante lembrar isso, né, técnico brasileiro flamenguista que tá chegando lá também. Tu já viu alguma coisa dele, do Felipe?
Não, ainda não.
Flamengo que jogou final do do Copa, a gente ganhou uma Libertadores, a gente ganhou um Brasileiro, né? Então ele foi mandado, ele foi demitido de um jeito esquisito, parte dos flamenguistas nem entenderam. Essa que é a verdade, o cara. Mas enfim, tu já, dos técnicos que tu já trabalhou, cara, tu nunca trabalhou com brasileiro já, um técnico brasileiro? Tu já teve outros brasileiros na equipe? Sim, mas tu tava me dizendo que entendia às vezes o que os cara o cara tá falando é complicado em português brasileiro, né?
Mas porque os cara fala muito rápido. Tu fala direitinho, cara, dá para entender tudo.
Um pouco, um pouco.
Tirando as coisas que tem coisa que tu não sabe falar em português, daí tu fala em espanhol. E aí fudeu, porque como eu não falo espanhol. E tu fala 5 línguas, tava me contando. Como é que tu— vamos lá, é crioulo, catalão, espanhol, espanhol, português e inglês, né? Dessas aqui é que tu realmente precisa de inglês.
Sim, inglês é muito importante. No inglês, espanhol, e agora tô com francês.
Tu gosta disso ou foi acontecendo?
Eu queria sempre falar inglês. E se inglês, o primeiro de tudo, Português aprendi sozinho, falando com amigos, com primos, porque eu nunca vivi em Portugal. E o que eu falo é crioulo, que não é parecido ao português, mas tem muitas palavras que é parecido. Então falando com amigos, com primos que vivem em Portugal, com alguns brasileiros também, e nada, assim praticando, praticando até— Em dia é perfeito. Porque também é parecido ao português. Mas tu gosta então de aprender francês? Sim, tenho um bom ouvido.
E agora tu tá experimentando francês também. Isso tudo para quê? Para cantar em várias línguas, cara?
Pode ser, pode ser, sim, sim.
Eu gosto disso. Me parece que tu então curte letras, né? Curte palavras, curte a língua de uma forma geral, o que é meio ok.
Em português, por quê?
Fazer um feat com a Anitta.
Com a Anitta.
Isso é legal.
Ainda compensamos um pouco, pouco, e já vamos ver, vamos ver, vamos ver.
Bom, então, cara, tu, o que que tu tá esperando? Quando é que tu volta? Quando é que tu volta para o campo?
Ainda não sei, não sei ainda, não sei ainda. Ainda tô, estamos negociando aí o contrato, então ainda não posso dizer nada.
Entendi, sabe, mas tu não pode dizer aquela, aquele media training clássico, 3 pontos.
Não posso dizer nada. Entendi, entendi.
Bom, mas tá bom. Então, só para, cara, uma curiosidade. Se eu não te perguntar essa aqui, mané, vagabundo vai me bater depois, tá bom? É maneiro de trocar uma ideia com Messi? Ele troca ideia com os outros?
Sim, sim, né? Eu tive oportunidade de jogar com ele, ele também. E sim, é o maior ídolo do Barcelona para nós aí.
Não, pô, espera aí, esse é o Ronaldinho, o maior ídolo do Barcelona é o Ronaldinho.
Também, também. Não, também, também, também. Mas para nós que crescemos aí vendo ele jogar, porque eu não vi o Ronaldinho, vi já quando ele estava terminando a sua carreira, mas Messi para nós no Barcelona é o mais grande aí. E também o Neymar. Quando eu cheguei, Neymar chegou uma época depois, quando eu cheguei a Barcelona. E também era Neymar, olhar para ele também. É a vida. Ainda assim conseguiu muitas coisas. Muitos quiseram ter a carreira de Neymar, né?
É certo.
Não, muito. E sim, ele troca. Quando jogávamos, dava muitas indicações no campo.
Quem é o cara mais talentoso que tu já viu na tua vida, assim, de coração? Aqui é o pequeno Ansu, tá bom? O Ansu fã de futebol, o cara que gosta de futebol. Quem tu diria que é o maior alienígena do futebol, que tu, caralho, esse maluco é sinistro?
Que eu vi?
Que tu viu. É que tu viu primeiro. Primeiro vamos trocar essa ideia do que tu viu. É, para mim é o Ronaldo. O Ronaldo é alienígena, meu irmão. É o Ronaldinho. É, o Ronaldinho é muito sinistro, mas o Ronaldo, ele é—
Messi conta ou não?
Claro que conta, claro que conta. Mas é que para mim, não, quitando Messi, Cristiano, Neymar também.
Eu vi Neymar aí no Barcelona, é uma uma coisa incrível.
Tu acreditou que em algum momento ele pudesse ganhar uma bola de ouro, o Neymar?
Sim, claro, sim, sim. Mas ele tinha também Messi, tinha Neymar, Cristiano nessa época, né? Mas se Neymar tá agora, seguro teria, agora teria 3 mínimo, acho. Mas sim, é época que coincide com cada jogador. Mas ele ganhou muita coisa também, né? Não ganhou o Balão de Ouro, mas tem um reconhecimento da gente que também é muito importante. Importante para mim.
Eu também acho, com certeza. Eu acho que ele queria uma bola de ouro, mas com certeza o reconhecimento é foda. Mas que momento! Imagina, cara, imagina um momento da vida que a gente tem vivo ao mesmo tempo ali todos esses monstros aí acontecendo, cara. Tu tava num time muito sinistro mesmo. Puta que pariu, puta que pariu. Bom, então tá, eu tô entendendo que tu não sabe direito o que que vai acontecer para a próxima temporada, mas a meta Mas não posso falar. Eu sei, eu sei que você sabe, mas tu não pode falar.
Claro que você sabe.
Mas é claro que a meta é o próximo ciclo de Copa, não é?
Sim, sim, sim.
Especialmente porque tu, de novo, é novão, né? E nesse sentido, cara, tem um plano a ser seguido? Tipo, como é que funciona isso? Tem um— tu precisa voltar a performar num nível específico para estar num clube específico? Os técnicos, eles olham para todos os lugares? Eu não sei direito como é que funciona. Esse concurso, de certa forma.
Sim, afinal é tudo números também, números que faz na época, durante a época. E depois também, nossa vida do jogador depende muito dos treinadores, tá, de gostar ou não, se entra no seu perfil de como ele joga, como que ele jogar. E é assim, para mim, muita responsabilidade tem os treinadores, que é como tudo, pode gostar mais, pode gostar menos, mas eles são que decidem se vai jogar ou não. E verdade, sim, então nunca, nunca se sabe assim.
Putz, cara, e é uma posição, tem muita coisa na tua profissão que depende. Às vezes o cara, se tu, sei lá, Ele olhou para tu aquele dia ali, ele não curtiu, ou qualquer coisa, né? Às vezes uma opinião pessoal dos cara pode atrapalhar tua vida. A gente já viu isso muitas vezes, né? Mas não vai acontecer contigo não, porque tu é bola, porra. Tu não é bola, porra? 10 e faixa, meu irmão, né?
Não, eu tento, eu tento fazer o melhor.
Cara, muito obrigado por vir aí, obrigado pela moral. Obrigado pelo papo, cara. E porra, boa sorte com o teu disco, teu álbum, né? Porque eu não tô falando isso para tu parar de jogar bola não, tá? Até porque eu já vi umas coisas acontecendo aí.
Isso é só uma maneira de expressar o que eu sinto, de divertir para mim, meus familiares, meus amigos. Porque eu não queria, mas os meus amigos enviam som para tudo. Ele fala: "Não, você tem que sair, eu gosto da som." Eu falei: "Tá bom, vou pensar." E então foi assim, foi Não foi nada preparado, foi algo tipo saiu porque tinha que sair, tipo tudo chega quando tem que chegar. E não, não tá nada forçado, nada, é tudo natural.
Então quando tem que chegar, quem te ensinou isso, cara?
Seja como seja, foi a vida, né? A vida, sim, eu também, sim, sim, sim. Por isso também toda experiência, toda que eu pude viver. Então é uma maneira de expressar.
Maneiro, boa sorte, cara. Eu acho que vai dar certo para tu, porque eu não sei, eu sinto uma vibe legal em tu.
Obrigado, boa. Obrigado.
Viva o Brasil! Tô ligado que tu vai dar uma curtida no Brasil ainda pelos próximos dias, e eu aposto que tu vai se amarrar, porque aqui tem várias paradas maneiras. Tem umas praias sensacional, meu irmão. E, ó, família, espero que vocês tenham gostado aí do episódio também. A gente vai deixar aqui no comentário fixado todas as redes sociais e os links para as coisas do Ansur, tá bom? Então, para você saber da música, se você entrar nesse aqui e já for de 19, já vai ter o link aqui também e as redes sociais dele aqui para você seguir, tá bom?
Então, muito obrigado pela moral e a gente se vê depois. Quiser falar mais alguma coisa, você quer a tua câmera?
Não, obrigado, obrigado pelo convite, é um prazer estar aqui. E nada, obrigado, obrigado a tudo. E nada, espero que a gente pode ver essa entrevista e conhecer um pouco de mim.
Amém. O que que tá escrito? E tá bye. Que que isso quer dizer? Deixa pra lá. Valeu, família, um beijo, até a próxima, tchau.
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