BRUNO BOCK - Flow #614
Os Aliens estão entre nós?
- Tecnologia de restauração de áudio e inteligência artificialReconstrução de época · IA generativa · Animação · ChatGPT · Pipocando · Adult Swim · Democratização da sétima arte
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- Ufologia e ExtraterrestresUltraterrestres · Amy Scurb · NASA · Greys · Viagem no tempo · Helena Blavatsky · Matrix · Terra como prisão
- A natureza da realidade e da consciênciaConsciência · Ego · DMT · Ayahuasca · Filme O Árvore da Vida · Existência do nada · Mente como realidade
- Caso ET de VarginhaPublicidade de filme · Steven Spielberg · Dia D · Marketing de guerrilha · Código Morse
- Teorias alternativasFita de Varginha · Tom DeLonge · Chupa-cabras · Rony Vernier · Bruxos
- Redes Sociais e Posicionamento DigitalCultura pop e ufologia · Stargate · Contatos Imediatos · Star Trek · Síndrome do impostor · Internet como ferramenta
- Evolucao HumanaEvolução humana em Marte · Adaptação a ambientes extremos · Bunkers para bilionários · Catástrofe global
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This is the flow. Salve, salve, família! Vamos pro round 2 do flow, porque o round 1 já foi, né, Boc? Já falamos pra caralho aqui antes de começar.
A gente fez um flow aqui já.
Bom, eu sou o Igor e hoje vou conversar com Bruno Boc. Obrigado por vir aí mais uma vez, cara.
Pô, valeu você, Igor. Muito bom estar aqui, cara.
E a gente vai falar, tem o que não falta é assunto, pelo visto, né? A gente já falou pra caralho aqui antes de começar, de várias coisas que a gente teve que parar de falar pra gente poder continuar falando ao vivo. Né, sobre ET, sobre internet, sobre, sei lá, sobre um monte de coisa.
Eu nunca venho para falar algo normal, né, cara. É sempre para falar algo que as pessoas vão falar: ah, o Boc fala essas coisas aí.
Sempre é o esquisitinho, né, cara. Tu é o cara que chega com a porra de um skate diferente no Flow, lembra da primeira vez?
Monark com dele e eu com o meu. Tá bom, não quero me comparar com o Monark. Monark também é esquisitinho, mas é assim, não, mas é assim, eu investi muito para ser esquisitinho. Quero dizer que em nome dos esquisitos, que dá um puta trabalho ser esquisito, você fazer uma análise do que é mal e ficar catando as coisas esquisitas para chamar atenção.
Então, até porque vira e mexe tem umas coisas esquisitas que nem são tão esquisitas assim, mas são vendidas como coisas esquisitas.
Vamos falar disso. Mas é, nem me fala. Mas não, eu ia falar isso, Igor, porque assim, a história de, ah, você fala coisas esquisitas, quem fala de ET há muito tempo na internet, no fundo você só cai esperando aquele dia de você falar, eu tinha razão, tá ligado?
Total, eu imagino que sim. Então, eu que não falo de ET o tempo inteiro, o dia que os cara fala É quente, tá aqui, ó, provado por A+B. Aqui não tem assim, vagabundo foi lá e fez um vídeo mesmo, trocou uma ideia com ET, o caralho, o cara parecia um, sei lá. Aí eu vou ficar felizão, pô.
Achei que você ia me ligar, foi felizão para cagar.
Eu acho que eu ia te ligar.
Eu sempre brinco, quando os ETs chegarem aqui, eles vão ligar para o Castanhari, que o Castanhari tem mais view, Castanhari tá sempre no YouTube, tipo, tá ligado? Fala, pô, que legal.
Mas é, eu vou pedir para o cara do Blink-182 fazer uma música, né, cantar para matar eles lá, alguma coisa assim.
Essa história virou até chacota comigo, podemos conversar sobre essa história, hein, cara.
Sério, cara, que virou chacota?
É mesmo, cara, tá nesse nível. Puta, perdi uma credibilidade. Mas calma, eu tenho que explicar uma coisa, cara.
Alguém te passou a perna de uma forma horrorosa, cara.
Mas eu ser enganado, eu tenho culpa? As pessoas ficam toda hora enganadas. Eu sou uma vítima da sociedade, cara. As pessoas me enganam o tempo inteiro e eu que tenho culpa? Não, beleza, você Tá falando isso porque assim, ó, não são poucas as vezes que eu tô sendo enganado, mas vamos nessa, tá?
Vamos nessa, vamos começar nessa.
Começa assim, eu recebo um e-mail, eu tenho uma história com a fita de Varginha que você tá ligado, com um cara que tava atrás, com gente que tava vendendo, me envolvi numa merda danada ali, né? Um policial, o cara ficou atrás de mim.
O que que te fez acreditar que essa fita aí era quente, essa aí que tu tava correndo atrás?
Puta, cara, foi, você quer saber, mano? Foi ouvir as mensagens, né? Ouviu as pessoas que queriam vender a fita e vender as fotos, que eram, são famílias simples, que eu tenho essas mensagens aqui, eu não posso divulgar, te mostro, que falando assim: cara, essa fita é uma maldição na nossa família, isso já tá muito tempo, eu já fui perseguido, eu já fui preso por causa dessa fita, e a gente só quer se livrar disso, a gente tá tentado pela grana do cara de fora que ele tá oferecendo.
Então, do mesmo jeito que a galera olha o Wilker e fala: meu, o cara é super humilde, ele nunca ia mentir, Cara, a gente tem contato com essas testemunhas que não estão a fim de se expor, que falam que isso aí é um problema para a família deles, é complicado.
Calma aí, então tu quis dizer o Mike?
Eu digo assim, o Mike é um cara que deu para saber muito fácil de que a história dele não colava, primeiro, porque quando você vai lidar com testemunhas de casos extraterrestres, coisas que são reais, as pessoas normalmente estão em choque só de você saber que existe. "Ah, eu sei que existe." Isso já mexe tão profundamente com as coisas que a gente acredita que algumas pessoas rompem com a realidade. No sentido de pode ter assim, tipo, tá, se isso então existe, ET, o que mais existe?
O que mais não é verdade? Aí a pessoa surta legal. Isso quando a pessoa sabe de uma informação, tipo, eu vou te contar, ET existe, é prova. Agora, quando você vê um negócio, velho, você caga, cara. Você caga, você sai mandando pra... Você chama a polícia, você manda pro seu amigo, você não faz uma livezinha colocando sua cara, tá ligado? Primeira parada. Então isso aí para mim já tipo assim, porra, cara, tu sabe, tu sabe.
Então pera aí, a gente tá pulando de muito assunto, a gente tá pulando de assunto para caralho, mas tá bom, pera aí, vamos nessa do Mike então. Então estamos dizendo que agora a gente já sabe que aquilo ali não é ET, é isso?
Agora a gente já sabe que aquilo ali não é ET.
Tu sabia que aquilo ali não era ET desde o começo?
Eu sabia que desde o começo. Eu fiz inclusive um vídeo falando que eu acreditava profundamente que aquela era uma publicidade do filme Dia D. Entendi. Tem meus motivos.
E tem todo um jeito de publicidade de filme que saiu do controle então.
Cara, tem que explicar isso pra quem não entende de publicidade, que é a maioria da galera. Porque tipo, todo mundo foi no meu Instagram e falou: "Boc, você acha que o Steven Spielberg ia contratar um cara no interior e..." Sério que os cara fala isso?
Meu Deus.
Cara, as pessoas são muito burras, velho. Eu não sei o que aconteceu com a internet, cara. Abriu uma porta, estourou um cano de gente burra ali, mano. Eu fico assim chocado, velho, tá a galera falando isso, tá ligado, pra mim. Mas é legal explicar pras pessoas que muita gente não sabe, a gente trabalha com publicidade.
É legal explicar.
Tipo, não é que o Steven Spielberg vai falar e escolheu o cara. O Steven Spielberg e o filme do Steven Spielberg tem, os filmes têm um orçamento de marketing, divulgação mundial que às vezes chegam próximo do valor do filme, são milhões de dólares investidos em divulgação e marketing. A gente tá vivendo, eu chamo uma época de apagão de influenciador, depois a gente Conversa sobre isso, ou seja, se é super normal um filme desse quando estreia chamar alguns influenciadores lá fazer uma publi, fazer uma campanha.
Eu vivo disso faz 10 anos, né? Essas empresas fazem isso, é super normal. Eu vou falar agora de um filme, então assim, isso é super normal. Então eu tô dizendo isso porque, porque esses filmes grandes eles têm milhões em verba só para influência, para marketing. Então assim, é assim, gente, é muito mais dinheiro do que vocês imaginam. E não é o Spielberg. O Spielberg contrata agências de publicidade, no caso acho que é a Universal, e aí essas agências locais ficam responsáveis pelas campanhas, né? Mas por que que aquilo então ficou—
então é assim que chegaria num cara, então, que uma agência de publicidade, de marketing de guerrilha, os cara faz assim, ó: pô, caralho, como é que a gente faz? É sempre fora da caixa. Como é que a gente faz uma ação fora da caixa? Aí o cara para: caralho, tem umas que vem mesmo, que tipo, caralho, vamos pensar numa fora da caixa aqui que vai ser legal. Umas são legais, tipo, eu achei a do Morumbi muito foda, tá ligado? Achei que pegou no lugar legal, né? Que isso daí foi de fato diferente.
Mas já quanto eles ganham para fazer isso? Pois é, deu certo.
E aí, e aí tem um cara, tem um cara que fica pensando assim: porra, calma aí, a gente tem que fazer a campanha do filme. Qual que é um jeito meio fora da caixa da gente fazer a campanha do filme, né? Aí, aí eles, cara, vão pensar nas possibilidades. E se a gente fizesse um avistamento?
É muito óbvio isso. É muito barato, né? É barato, é óbvio, é barato. É tipo assim, putz, vamos pegar um, não poderia ser comigo, não poderia ser com influenciador porque ele vai falar, ele vai contar, e vamos ver o que acontece, né? Parece muito. Por quê? Porque no começo ele falava primeiro que os ETs fazem código Morse. Porra, Igor, o cara é um cara então super humilde que mora numa fazenda e ele lembrou de código Morse. Que louco, né?
Código Morse, mano, tá ligado? Beleza. E aí eu já fiquei imaginando publicitário falando assim, ó, precisa falar do código Morse. Aí passa uma nave gigante em cima do cara, que não foi filmada e não tem nada a ver com o que ele tá falando, com o olho e o mesmo formato da capa que foi o Spielberg que desenhou, que ele gosta muito daquele olho, daquela capa. O filme, pelo trailer— o filme tá rolando agora, não sei falar, tá? Mas se tiver alguém de arco e flecha no filme, acabou.
Mas assim, o filme, ele retrata no trailer aqueles animais. Existe uma questão com os animais, que interessante. O cara cuidador de animais, os animais no começo são estranhos, toda aquela história. Então isso pra mim ficou evidente. Imagina uma reunião de briefing dos publicitários falando: "Mano, vamos fazer uma ação aí, vai bombar, véio, a gente só tem que falar que é código mora, não sei o quê lá." Bombar, bombou, né, meu irmão?
O problema é que bombou do jeito que tinha que bombar?
Cara, bombou errado pra caralho, rapaz.
O que tu acha, Bocco? Porque veja, ó, aqui eu nem zero crítica pro Mike, tá bom?
Claro, não, isso é muito importante, até porque vamos dizer que o Mike só inventou isso, ele é um puta gênio do marketing, alguma agência contrata ele independente de qualquer coisa, não é? É proibido mentir na internet? Quero saber se é proibido mentir na internet.
Olha, não deveria ser proibido mentir na internet não, mas aí é bom.
Não é, vou falar que eu tô, ô Igor, eu fui de ônibus para casa, eu fui de carro, eu tô cometendo um crime mentindo na internet? Propaganda enganosa, sim. Ele não avisar que é public, sim. Eu não sei se eles imaginaram que isso ia rolar.
Então, pera aí, então a gente não sabe se é public.
Né?
Ou a gente sabe?
Eu acho que era uma publi. Tá bom. Não sei de quem, não vou acusar ninguém. Acusar de publi, ok.
Dá para tu não se foder.
Exatamente. Até porque ele fez publi mesmo de um negócio da Apple, podia ser de uma publi no final das contas. Mas assim, parece que foi alguma coisa que pode ter saído do controle quando o público começa a ficar contra. Porque a galera da internet é isso. Puto, cara, se sentiu enganado. 3 milhões de pessoas enganadas, cara. Não, pode ser só uma brincadeira do filme. Por que todo mundo foi enganado? Você assiste a novela aí, se sente enganado com a novela?
Vai bater no ator na rua, entendeu? Tem uns cara que é por isso, tem essa porcentagem de cano que estoura na internet, de gente louca que sim, velho, tá ligado?
Então é isso. Então, e aí, o ponto é, o ponto aí você tocou num ponto interessante mesmo, que é, imagina, o Mike, de novo, né, não tô dizendo que o Mike tem, enfim, o Mike tava lá fazendo conteúdo dele lá, que é na fazenda lá, cuidando de animal, alguma coisa assim, né? Eu não manjo mesmo, eu não manjo mesmo, eu não manjo mesmo. Mas o ponto é Tinha uma galera que assistia, que eu acompanhava, não sei o quê. De repente ele faz essa publi aí, que, pô, puta oportunidade assim, o que que tem demais?
É uma porra de uma publi, né? Qual o problema? Já fiz um monte aqui também. Só que essa bateu num lugar, meu irmão, que pegou os cara que gosta desse assunto e a parada cresceu muito rápido, quase que de um dia pro outro, a ponto de virar assunto. Vai estar todo mundo falando dessa porra aí, né? Eu mandei no grupo, inclusive. Eu mandei no grupo. Eu mandei no grupo da produção aqui, mandei o link da matéria embaixo.
Avaliem. É só ter mandado mensagem pra mim. Mas eu fui muito atacado, cara. A internet tá num lugar super hostil que eu falei: "Pô, eu não tenho mais muito hoje interesse de ficar aparecendo." Porque, cara, é um nível de hostilidade muito grande. Então, assim, umas mina me xingando, tá ligado? "Você tá com inveja do cara" e não sei o quê. Aí eu vou responder, sabe o que eu tô respondendo? "Mandando tomar no cu." "Ah, cara, mas você é público." Irmão, você veio no meu Instagram.
Eu tenho 300 mil seguidores, eu não sou o Whindersson. Não é questão de eu ser público, você também é público no Instagram. Isso não faz com que eu tenha que ser educado com todo mundo, que eu não possa xingar o cara que me xinga. Eu comecei a mandar para aquele lugar, meu, vai se ferrar, porque assim, me xingaram para cacete, perdi seguidor, o Biólogo lá perdeu um monte de seguidor. Ah, mano, quando falaram que o bagulho era, quando ficou claro que era mentira, eu pisoteei na galera também, bonito.
Ah, seus burros, todo mundo seus burros, esse cano da internet tem acabar, tá ligado? Porque, cara, é foda ficar ouvindo e não reagindo, tá ligado? Ah, você é famoso, então fica todo mundo aí te xingando. Ah, mano, vai todo mundo para casa do cacete! Não pode, é uma falta de respeito. Você olha no seu Instagram, fica, você fica triste, mexe com você. Não é porque você é famoso que as pessoas têm direito de xingar.
Ó, vou fazer uma pergunta idiota aqui, que para você é óbvio, tá? Mas é que agora que eu tô entendendo legal. É, tá, não sabemos se é uma publi, mas todo mundo sabe que é fake hoje.
É isso, todo mundo sabe que é fake. Tem gente que vai defender ali, claro, tem o cano do cano ali, né, dos que romperam com a realidade, inclusive. Então vai ter gente, eu acho que vai defender até o final. Mas sim, já foi provado. No caso, ele vai, ele vai no Domingo Legal e fala que a nave que passou em cima da casa dele tava apagada. E aí, meu, você só, você viu o corte dele falando que tava acesa. Ou seja, já começou a confundir tudo. Eu acho que já, já deu uma merda aí, entendeu?
Puta que— se foi uma publi, puta que merda que deu, cara.
Que merda que deu, velho.
Porque isso vai assim, tem o—
espero que não, espero que eu esteja viajando na maionese.
E eu espero também, e eu espero também que caso seja, não aconteça o que eu tô dizendo. Mas tem o potencial de uma galera que chegou, que não manjava qual era, não sei o quê, ficar é puta, né? Ficar com raiva.
Claro, é isso que aconteceu, cara. Não, minha esposa, primeira coisa: meu, você viu esse Mike? Nossa, isso não é verdade. É sim, tá, porra, brother, eu sou, trabalho com ufologia, não é verdade o bagulho, mano. Deu 2 dias, ela com uma cara de triste. Fui enganado, cara.
Então como é que, como é que sai do cara que nem tu que tá olhando aqui assim, essa porra é fake, de cara, para o cara que foi, que tomou, que foi enrolado pelo amigo fingindo que era o cara do Blink-182?
Não sou tão burro assim, cara. Não, deixa eu explicar a história da fita, que é muito importante. A fita, puta, tive contato com essa galera. Chegou um policial que ficou um ano atrás de mim, um cara que sabia tudo de ufologia e que me pesquisou para caralho, que sabia onde eu andava, invadiu meu celular, mano, puta loucura, e que me contou muita coisa. Ele falava assim: você quer ver a fita? Vai para Varginha, fala com a pessoa tal, ela é filha do médico tal, ela vai te mostrar.
Ela mostra em churrasco. Isso aqui já rolou. Quer saber informação? Você vai falar com o cara tal da empresa de ressonância magnética que mandou os exames pra gringa. E chegou falando, ele mandou os exames pra ele. Ou seja, eu tive contato com muita coisa. Tanto que eu brincava com ele: "Cara, eu tô tomando Lexapro, que é o remédio lá pra ansiedade." Ele falou: "Eu também, todo mundo que lida com essa porra." Ou seja, não é brincadeira lidar com essa porra.
Você não vai sorrir no negócio. Eu sei que é assim. "Ah, os homens de preto estão aqui, vão todos embora." Tá ligado? Tipo, sei lá, pra mim ficou meio óbvio. Então assim, desde o começo eu podia ter sido inocente. Mas por incrível que pareça, dessa vez, cara, olha só, eu tava certo, eu era o único são. Tem minha mensagem no grupo dos ufólogos: galera, eu sou o único são dessa porra, o Boaventura tá indo fazer campana lá, tá ligado?
Vocês tão de sacanagem, mano. E dá para ver como a galera é inocente, né? E como existe toda uma ufologia também que é movida por hype, tá ligado?
Assim, no máximo, pô, total, ufologia boa assim Mas isso é bom ou ruim, cara? Aquelas que tem um hype aí que faça a roda girar, de certa forma.
Tem um mercado, né?
Tem um mercado, tem audiência, tem pelo menos uma galera, por mais que tenha uns cara falando mais doideira, tem um ambiente um pouco mais fértil pra ouvir quem tá a fim de falar sério, ainda que tenha uma galera que acha que de qualquer forma é maluquice, né?
Cara, mas você pensar, eu falo há bastante tempo porque eu descobri o que o Discovery descobriu também, o History, né? Pô, o teu story fala de alien há tempo pra caramba, todo mundo conhece Alienígenas do Passado. Então eu acho que assim, esse é um puta hype porque é um mistério não resolvido. Há 80 anos esse mistério não é resolvido, cara, e isso é muito legal, né? Quase como um crime, sabe assim, uma coisa de crime, algo não resolvido.
Então eu fico feliz. Eu brincava, eu vim aqui falar de ufologia muito tempo e falava assim, porra, eu não vejo a hora que todo mundo vai entrar nessa discussão da ufologia, tá ligado? Que não vai ser só de ufólogos malucos.
E eu acho que é o que tá rolando agora, especialmente com vazamento das paradas lá também dos Estados Unidos. É que a gente falando uma parada mais, sei lá, com vídeo, né? Não que no caso do Mike não tenha tido vídeo, mas não é assim, ver uma, ver a Casa Branca liberar documentos, tudo mais, com aquela— o Jaime mostrou um vídeo que parece um floco de neve gigante assim se movimentando meio de lado assim, um vídeo estranho.
Então Teve uma foto que é uma deles segurando um serzinho assim, bem pequenininho. Ou seja, são coisas que a gente já tem pesquisa, já tem contato há muito tempo, que eu até já mostrei várias vezes, mas ninguém nem suspeitou. Agora as pessoas estão olhando: nossa, talvez isso aí seja verdade. Mas não tem nada lá de extremamente relevante que nunca tenha sido. Parece que isso aí tá mais para abafar questões daí dos Estados Unidos, tá ligado, com o presidente, né, com o Pedro, coisa assim. Porque não é nada ali, parece migalha para ufólogo, entendeu?
Tipo assim, ah, tá umas coisinhas ali Tudo que sai nessas paradas aí, vocês já viram há um tempão, é isso?
Já. Então, por exemplo, o Skinny Bob, que é o mais, uma das filmagens mais legais. Putz, agora tá todo mundo na internet olhando para isso. Eu sempre falei, eu já mostrei para vocês aqui, ele vestidinho de peça, essa minha roupinha. Aí ele pisca o olho, não tem como fazer um 3D daquele. Várias coisas que a gente já, todo mundo já tinha meio que um sexto sentido. Agora com essas coisas do governo vão vazando. Mas assim, a história tá tão distante da realidade, do que tá, do que acontece, da realidade alienígena, que eu acho que esse desacobertamento acontece durante gerações, tá ligado?
Não é um negócio que aconteceu agora. 80 anos preparando a gente, a cultura pop mostrando ETzinho, não sei o quê, pra todo mundo lá, ó, que legal. Papo, filho do filho do filho já tá mais acostumado com essa parada. Você viu agora daquela cientista de propulsão antigravitacional que apareceu morta, entre aspas, ela se suicidou?
Tô totalmente por fora, mas como assim? Isso daí parece uma tecnologia que a gente nem tem.
Na verdade, ela é uma mina que ela fala que ela é filha, tem vídeos dela, né, antes dela se suicidar. Quando ela se suicidou, saiu todos os vídeos, tem na internet, pessoal pode procurar Amy Scurb, alguma coisa assim, né. Mas tá bom, tem todo lugar os vídeos dela, que ela fala que se ela aparecer morta, mano, que não é isso. Mas que ela é uma menina que nasceu, acho que no Alabama, no estado que é o estado da propulsão, né, da pesquisa com propulsão.
O pai dela era o diretor do setor de propulsão da NASA, o cacete, e ela passou a vida inteira sendo a princesinha da propulsão. Uma mina inteligente pra caralho, pesquisando tudo. E ela contando que quando eles chegavam na questão do antigravitacional, esses projetos eram tirados da mão dele e levados para um outro level. E que ela sabia muito sobre aquilo, sobre aquelas histórias. E que os amigos dela, bêbada na live, é muito legal, e ela falando: "Meus amigos me pressionam para revelar." Então eu cresci com gente falando: "Mano, revela isso, você é a pessoa." E outros: "Mano, você vai morrer se você revelar isso." E aí ela traz a teoria, ela fala: "Não são extraterrestres." São ultraterrestres, que é uma teoria que já rolava.
É o P-47 e o P-35, se eu não me engano, tá? Que que é isso? E ela fala isso sério, tá? Não é que eu tô inventando isso, como se isso fosse coisas bem— são duas raças principais de extraterrestres que estão em conflito para decidir o futuro da humanidade, teoricamente. Uma raça é a gente há 45 mil anos a partir de hoje,, tá? E outra é há 37 mil anos no futuro a partir de hoje. Eles não são extraterrestres, eles são nós no futuro, tá?
Os dois, um num ponto, eu sou nos dois. Uma dessas raças que seriam os Greys, e quem gosta do, daquele cara que recebeu extraterrestre, o Carequinha lá que fala na internet, ele fala isso, toda a ufologia fala isso, que os Greys somos nós no futuro, em uma realidade onde teve um colapso na humanidade. Algumas pessoas sobreviveram indo para baixo da Terra e outras muito sortudas que viveram, que conseguiram sobreviver na na superfície, refizeram a humanidade.
Depois de muitos anos, a gente foi perdendo a capacidade de se reproduzir, a nossa pele foi ficando acinzentada, baixinho, a gente não fala mais. Ou seja, aqueles Greys somos nós daqui 35 mil anos, quando tá errado, errado. E os outros seres que fazem contato com a gente, a gente em 47 mil anos, que a gente prosperou. E eles voltam no timeline para colher material genético nosso para salvar a realidade deles. É um negócio bem mais maluco.
Então quando existe abduções, não é sobre eles vêm aqui para fazer pesquisa com a gente, eles estão cagando, eles vão, estão vindo aqui para salvar o cu deles, a pele deles, e eles têm uma tecnologia para voltar, para ir, para fazer, segundo ela, tá?
Vocês estão criativo para caralho.
Vai me chamar de monarca daqui a pouco. Os homens são mulheres, porra, velho. Esse é o problema da ufologia, galera, porque quando você fala um negócio desse, que puta, foi a mina de porpoção que falou, é o mesmo nível dos homens são mulheres do Monarca, entendeu? Então eu fico super preocupado preocupado com o que vão achar de mim.
Ó, mas é muito interessante esse papo aí. Você faz ideia de da onde ela tirou essa porra?
Porque ela trabalhou com, ela trabalhou com material de engenharia reversa, e ela falou que essas são as teorias, que isso é o que é sabido dentro dos governos, que é isso. Então assim, isso tem a ver então com talvez viagem no tempo, não sei, é muito complexo para a gente tentar entender. Você vai falar que é super criativo, mas assim, eu acho, e quando a gente vem questões probabilísticas.
Viajar no tempo, né?
Eles conseguiram?
Não, não. Tu acha que eles conseguiram?
Isso, eu acho que eles conseguiram.
Então isso não quer dizer que eles conseguiram?
Não, não quer dizer que eles conseguiram. A mulher pode estar louca. Não, é lógico. Eu lembro que quando eu—
não, porque, ó, vamos lá, vamos pensar de forma lógica aqui.
E é claro, eu quero sempre lembrar que eu sempre estive certo sobre ufologia, que sempre que eu venho aqui, 6 anos depois, você pode voltar meu podcast que tá tudo certo que eu tô falando com o que tá aparecendo agora. Então Eu espero muito que isso aconteça. Gente do futuro, bloco do futuro, não de 35 mil anos, mas de repente uns 10 anos.
Porque eu acho foda assim, acho muito foda.
Toda semana eu mando um chupa pro Sacani, toda semana, não tô zoando, toda semana. Tipo agora, por exemplo, o governo lá dos Estados Unidos liberou aquele Alien.gov e era uma zoeira, tá ligado? Era para falar dos imigrantes, mas eles zoaram com os ufólogos. Alien.gov, ah mano, eu nem li o negócio, velho. Quando saiu, velho, eu já mandei chupa, Sacani, foda-se. Depois eu vi que era histórico, apaguei lá, espero que o Gordo não tenha visto, tá ligado?
Tá certo, tá certo. Até o Castanhari eu mandei um chupa já, só que ele trocou de telefone.
Entendi, tá bom. Bom, é, fudeu. O que eu tava falando antes?
P-45, P-32, viemos do futuro.
Não dá para viajar no tempo, porra.
Assim, eu entendo, saiba, né, mas aí o que que eles fazem? Eles com a tecnologia antigravitacional, ela fala que existem 6 forças.
Olha, eu entendo, eu entendo que existe a possibilidade deu ser limitado demais para entender a possibilidade de uma viagem no tempo, tá bom?
Você é um gêniozinho, tô brincando. A gente é limitado.
E aí, beleza, mas vamos dizer que seja, vamos dizer que os que, para eles não, que o Box esteja certo, que os cara viajam no tempo, tá bom? Então tá, então se os cara viajam no tempo, isso define o que é, isso aí elimina várias teorias do que seria o tempo, né? Porque se o cara é capaz de voltar no tempo tempo e fazer alguma coisa que vai, que não muda significativamente algo no futuro, então isso já, já joga por terra um monte de teoria que, por exemplo, que fala que o tempo é em bloco, sim, que é, que você só pode voltar, teoricamente se você voltasse só conseguiria observar, etc., etc., etc., né. Então assim, é um salto lógico considerável, né.
É mais fácil acreditar que eles vêm de fora do, do, eu acho, eu acho que pensar se a gente alcançou a velocidade da luz para ter saído daqui.
A ideia da dobra faz sentido, não é um absurdo, né?
É que dizem que eles derrapam, que a tecnologia antigravitacional faz com que ele derrape no tempo e espaço. Então, dentro de uma bolha que é a nave, o tempo não passa. É como a DeLorean. Então você escolhe para onde você vai e qual tempo. Sim. Então é uma viagem com esse eixo.
Se Einstein tiver certo e tempo é conectado ao espaço, Isso seria possível.
E pelo menos o que eles dizem, segundo essa teoria dela, e que eu acho que é legal pesquisar bastante porque eu não sou exatamente um físico nuclear, mas sei lá, qualquer coisa assim. Astrofísico. Mas quando, segundo o que, porque essas discussões acontecem, ela explica nos vídeos que quando você volta para esses timelines você cria múltiplos timelines que não se conectam, que são todos paralelos. Então quando ela vem aqui e mexe, ele não interfere no futuro dele.
Eles vêm, colhem material genético para levar para lá e modificar o futuro deles, não modificar o passado.
Entendi, entendeu? Por outro lado, ele vai alterar a experiência humana daquela pessoa que teve aqui, que caso aquele bicho não tivesse voltado no tempo, ele teria tido uma experiência normal da vida. Mas a gente pode pensar também que eles, essa família, ou esse cara, sempre é visitado por um ET em todas as timelines também. Aí, né? Então é uma viagem infinita essa daí. E me parece, cara, um cara que vem de um outro ponto do espaço aqui me parece mais fácil fisicamente falando do que voltar no tempo, tá ligado?
Mas se são ultraterrestres, não são seres espirituais, por exemplo. Tem uma galera que defende que são seres espirituais. O Roni Vernier, por exemplo, né?
Eles falam que é demônio, né? Por exemplo, cara, então eu acho que tem uma— eu gosto de uma definição mais legal sobre isso, que é da Helena Blavatsky, que é a russa lá que criou o ocultismo, a porra toda, que ela fala uma coisa que é dos arcanjos. Então é muito louco, porque na época do espiritismo, na época do cristianismo lá pegando, e também da ciência pós-iluminismo, todo mundo com essas três vertentes, ela veio com uma ideia muito diferente que quebrou todo mundo.
Então ela falou, é pré-Matrix assim, um negócio muito foda. Ela falou assim, cara, esse negócio que o espiritismo fala, que todo mundo fica nascendo e morrendo, perdendo, né, que é uma história de evolução, é mentira, cara. A Terra não é uma escola, aqui é uma prisão, cara. A gente vem e volta, nossa mente apagada. E você quando morre, por exemplo, vem sua família, não é sua família, cara. Os caras fazem todo um showzinho para você ir para luz, tudo, te criam todo um esquema para você voltar para cá.
Aqui é um reciclador de almas, você perde a sua memória o tempo inteiro, não sabe o que você é e serve de energia para outros seres. Matrix. Cara, muito louco, porque é Matrix, né?
Isso é interessante.
Ela escreveu Matrix, né?
Ela falou isso daí. É, se você for pôr em comparação com as, com que as religiões pregam, encaixa de certa forma, né? Claro, fazendo algumas concessões.
Ela era uma super defensora de que todas as religiões falavam da mesma coisa, numa época que a galera não pensava sobre isso. Mas tipo, isso, pô, quem disse que esse espírito do espiritismo aí, ou que você fala, né, você morre, vai vir seu vô. Quem disse que é seu Quem disse que não é uma tecnologia? Aí tem o Livro dos Mortos, né, do tibetano, que também fala isso. Quando você morrer, não vai para luz, cara. Quando vê a sua avó, vê se sua avó tem pé.
Se tiver voando, não é sua avó. Sei lá, umas coisas assim, técnicas. Porque o que que a Helena Blavatsky dizia? Que os seres que estão se comunicando com ela são seres que caíram fora desse esquema de reencarnar. Fala: nem fudendo que eu vou nisso aí. Descobriram que isso se trata de uma pegadinha. Entre aspas espiritual e vieram contar para ela e para a humanidade. Isso é muito louco, porque Matrix, né, Matrix fala exatamente disso.
Em algum momento ela tem algum insight do que é esse esquema, porque isso aqui é uma prisão e esses caras conseguiram entender e portanto estão de fora, saíram do ciclo. Esse ciclo existe para alimentar uma estrutura e alguém comanda e etc. e tudo mais. Tem alguma informação sobre isso?
É assim, existe alguma coisa que a gente emite que fornece energia para esses outros seres, algo que tá muito além da nossa compreensão, tá? E que provavelmente quando você morre você solta muita energia, por isso que existem sacrifícios, coisa assim. Então assim, quando falam que são demônios, é uma visão, acho que cristã, né, chamando esses seres que estão fora desse ciclo. O que que eles são? São demônios? Não são? Então você imagina que vão vir seres para cá que estão falando que esse ciclo, que a Terra não é uma escola, que a Terra é uma prisão, vai criar uma treta com os religiosos, com quem fala que isso aqui é uma escola, que não é muito legal, você vem aqui até você aprender muita coisa.
O cacete, cada vida que você vem aqui é mais um desperdício, mais um apagar de memória. Por isso que parece que é tudo muito esquisito, por isso parece que tá tudo errado, por isso que essa porra aqui não prospera. A gente não prospera, né? Tá bom, vai, a gente prospera agora, tá tudo melhor, mas né, parece que a humanidade se autodestrói em algum nível e que vai se autodestruir.
Se a gente Lógico, se a gente tivesse, se a gente tivesse habilidade de comunicação mais elevada, com certeza a gente teria muito menos problemas, né? Que nem, porra, os cara fala da fome, que se o Elon Musk doasse dinheiro, o problema da fome não é dinheiro, né, bruto, dinheiro bruto, não é isso. Então é os cara organizar direito as coisas, né? Então como a gente nunca, de fato, nunca tá de bem, né, não resolve porra nenhuma, acaba se atrasando. Mesmo andando para frente, né?
A gente tem internet, não chega nos caras que precisa, né? Tipo, você consegue, imagina, você consegue um patrocinador, alguém que leve dinheiro para um lugar carente, no meio os pessoal vai botar a mão, o dinheiro não vai chegar. A humanidade se atrapalha nessa história.
E porra, tu acha que a ideia deles serem ultraterrestres não bate em nada com a ideia deles serem demônios?
E É, cara, né? Então sim, né? Porque se você pensar que demônios é o que chamaram esses seres fora do sistema, os anjos caídos, os seres assim, esse demônio é um nome que deram para os caras, entendeu? Para esse ser, não sei, tô aqui, ó, tô chutando, tá? Porque, cara, é especulando a viagem da maionese. Mas assim, você pensa que aqui a Terra é uma bagunça, todo mundo um puxando o tapete do outro, e quando você morre é um sistema tudo bonzinho.
Deve ser aquilo que a gente já falou uma vez aqui, deve ser também uma sacanagem dos dois lados. Ou seja, realmente, quando você pega a história oculta—
Mas tu acha, tu acredita firmemente que morreu tem uma coisa depois?
Puta, eu acredito firmemente, cara.
Mas quem te deu essa certeza? Tu teve alguma experiência? Tu, tipo, tu leu o suficiente para acreditar que tem? O que que é?
É, cara, acho que tudo isso. Primeiro que a percepção da minha consciência, eu assim, né, numa questão meditativa de me sentir assim, meu, que porra é essa, tá ligado? É quase uma brincadeira você pensar que isso aqui não, isso aqui vai acabar, entendeu? E se acabar, eu ia ficar muito feliz porque a viver é muito sofrido, entendeu? Então se amanhã morrer, se não tivesse nada, seria incrível. Infelizmente eu acho que tem coisa para caralho e que é uma merda, tá ligado?
Tipo, não é, infelizmente. E também por pesquisar, você vê autores que dedicaram a vida em crianças que lembram de outras vidas, às vezes em coisas técnicas assim, que me fizeram acreditar nisso. Também experiências, claro. Não que a gente saiba exatamente o que acontece, mas não faz sentido, né? Quando a gente morrer, a nossa consciência, que essa coisa muito incrível, maravilhosa, que a gente fica polindo a nossa vida inteira.
E quando você tira— eu tenho 42 anos, cara, tô aprendendo a viver. Não faz sentido que com 70 a gente vai morrer. Então, descobrindo que as células são programadas para a gente ficar velho, ou seja, de repente a gente nem vai morrer mais, a gente não tem a vocação para isso, a gente foi feito, né, para alongar a vida. Eu tô dizendo isso porque o espiritismo sempre me fascinou, então extraterrestre sempre me fascinou, essa coisa do que tem do outro lado sempre me fascinou.
Não dá para eu dormir tranquilo, não é verdade? Olhando para toda essa diferença, miséria no mundo, onde que eu me encaixo nisso? E não achar que existe alguma coisa por trás, de que existe um sentido atrás das coisas, de que existe um propósito nas coisas, né? Nem que seja um propósito negativo, tipo, esse mundo aqui é uma merda, é feito para foder todo mundo, para drenar energia, a gente é só uma bateria. E ainda que os ufólogos falam hoje em dia é muito parecido com isso, de que a gente é uma bateria de alguns seres, né?
E que ainda por cima, isso é o mais louco que falaram, de que a motivação é fútil. De quando a gente descobrir que a motivação é, ou seja, sei lá para que que eles usam, mas é fútil a motivação.
Caralho, a gente é os cara no carro do Rick. A gente é os cara fazendo, vivendo, se matando e o caralho, de porra, de quiser sofrendo para o cara poder andar de carro.
Exatamente, não sai para porra nenhuma. Exatamente. Mas louco, né?
E é maluco pensar que o que que isso é tão possível quanto qualquer outra coisa que você pensar aqui agora.
Ah, não é assim também, e a gente é feito todo, somos minhocas, não é?
Não, não é qualquer coisa também não, tá bom, vai. Qualquer coisa também não, mas que existe um criador, por exemplo, que isso daqui é um jogo de videogame. Video game, por exemplo?
É, eu acho que assim, na questão do jogo de videogame de um criador, eu acho que existe uma maturidade espiritual assim, na minha opinião, de você entender que, cara, pera aí, talvez exista um criador ou uma essência criadora, mas ela não é responsável por esse planeta não, entendeu? O que a gente vive aqui, toda essa parada, não é.
Que que tu acha que é essa porra que a gente tá fazendo aqui, Bock, na tua cabeça? É, vamos lá, é, ó, vou te falar o que na minha cabeça, tá Então, é, na minha cabeça, Deus, que é a regra, que é da onde sai todas as possibilidades, ele é a gravidade, ele é a velocidade da luz, hard-coded, tá ligado? Deus é as possíveis, tipo, o conjunto dessas, todas essas possibilidades, de todos esses elementos, geram possibilidades que para o nosso cérebro parecem infinitas, né?
Então, é, teve um início, Que é que esse início aconteceu porque as regras precisavam que acontecesse, que estivesse o Big Bang, por exemplo, que eu não sei o que que é, não sei o que é, teve como acontecer alguma coisa que por conta de como as regras se organizam a gente tá aqui nesse momento aqui. Não é exatamente aleatório, é meio que criado, mas do ponto de vista de as regras, a gente sempre ia existir, sandbox, a gente sempre ia existir há tempo suficiente.
Entendeu? Eu acho, viajando, como eu gosto de ver, que é o conjunto de possibilidades, é o que é que tá acontecendo. O que que é Deus? Deus é o criador, mas ele é, ele não é um velho de barba, ele é um bagulho que ele é, ele é tudo. Por que que ele é tudo? Porque ele é, só é possível a gente fazer uma lata com esses materiais que tem nessa lata, não sei o quê, desse jeitinho, porque as regras permitem, entendeu? Mais ou menos assim.
Por que a gente não consegue andar mais rápido que nada? Uma partícula não consegue andar mais rápido que a luz? Porque essa é uma regra hard-coded e é assim, entendeu? Então é meio que um jogo, as regras, sabe? São meio que regras de um jogo muito sofisticado.
Eu acho que é um jogo muito sofisticado criado pela gente usando uma essência divina como ponto de partida, e o que tudo que dá para fazer com essa essência divina. É como se a gente em algum momento criasse máquinas, máquinas que pensassem, e que a gente conseguisse colocar consciência, e essas máquinas dominassem tudo como Matrix. E hoje o que a gente vive, que esses corpos são as máquinas que a gente criou há milhões de anos atrás, entendeu?
Inclusive, eu acho que você tá mencionando Matrix aí, inclusive eu acredito que Jesus Cristo ele era Deus. O que que isso quer dizer? O Neil é meio Jesus, né? Então ele é a encarnação das regras, sabe? Então eu consigo fazer milagre porque eu só preciso puxar essa regra para cá, que essa aqui acontece, aí depois eu posso, entendeu? Eu manjo, eu vejo os códigos. Jesus viu Entende? Seria da minha cabeça. Então ele é Deus porque ele é a encarnação dos códigos, das possibilidades.
Sim, sim, sim. E o total, que ele sai voando. É, mas eu acho que, mas eu acho que existe uma confusão no sentido de Jesus sai voando. Aonde? Que parte?
Quando ele ressuscita, ele acende aos céus, pô.
Mas não com o corpo. É, com o corpo, com o corpo, né? Não lembro direito da história. Com o corpo, né?
Entendi nada.
Não, é um detalhe técnico que brigam até hoje se o corpo tá lá ou não.
Não, não não tem corpo lá, tá maluco? Tá vazio lá o sepulcro, cara, tá doido.
Mas que tu não faria tanta diferença também.
Por isso que é esquisito, por isso que evangélicos argumentam que acha esquisito colocar Jesus na cruz nas igrejas católicas. Jesus não, Jesus foi para o céu, tá escrito na Bíblia.
Mas enfim, eu também acho que ele vai voltar no corpo de glória dele. Mas vai lá, continua. Não sei lá, eu acho que os ETs vierem agora vão falar que é Jesus Cristo, que é a volta. Assim, eu acho que existe isso também, né? Como eu falei, Cara, se os ETs saem agora, né, essa possibilidade, isso é tão chocante para todo mundo que eu acho que a gente tá sendo— o Mike tá preparando a gente, a gente tá sendo preparado de leve para quem sabe um acontecimento desse acontecer.
É interessante isso que você tá falando, que, ó, como é que eu diminuo o pânico? Eu vou acostumando. Exato, né? Mas ir acostumando, mas será, cara? Porque Então tem super-heróis.
Por quê?
Porque tem filme de super-herói.
É, a gente acostumando. Não, pera aí, acho que nem todo entretenimento, acho que tem essa função. Mas você não acha que Deus tem mais a ver com ele, mais parecido com uma Iá do que com uma pessoa? Onipresente, onipotente, onisciente, detém todas as informações. Em algum momento a gente criou uma Iá tão potente que agora a gente chama de Deus.
Cara, se você parar para pensar o teu processo de quanto, assim, o que faz uma IA, não só isso, mas uma das coisas que faz uma IA melhor que a outra é o quanto que ela consegue pensar sobre as próprias respostas, né? O tanto que ela consegue fazer para ela mesma perguntas, criar novas possibilidades, eliminar elas e ir chegando na melhor de todas, né? Não é assim que você pensa? Não é assim que você formula os processos na tua cabeça também?
Eu, pelo menos. Eu penso numa parada, penso de novo, pois aqui não, daí já penso em outra. Então assim, a gente é meio uma LLM em alguns processos, né?
Parece que a gente tem uma LLM, né? Parece. Você tenta lembrar de uma coisa, cada vez que você lembra parece que você chega numa imagem no ChatGPT nova, né? Vai dando uma quebrada na imagem.
Contexto faz sentido também, não funciona, entendeu? Funciona. Tô dizendo que a gente é uma LLM, tá?
Não, a gente tem uma LLM, não sei.
É, alguns processos são parecidos, são parecidos, são parecidos. E mas eu, eu, sua pergunta foi: você não acha que Deus parece muito mais Maia? Cara, eu acho que a gente, eu acho que eu não consigo compreender a totalidade da coisa, tá? Eu acho que as pessoas não conseguem nem entender como é que funciona uma LLM, quem dirá entender o que é Deus. Aí acaba sendo mais fácil dizer que é um homem de barba que vai te punir e tem esse conjunto de regras aqui.
Então, mas é muito legal pensar que a gente olha para ufologia, para espiritualidade, sempre de acordo com as ferramentas que a gente tem. Então, por exemplo, os próprios fantasmas, eles só começaram a ser reproduzidos na cultura pop como transparentes depois da invenção da fotografia e da superexposição. Antigamente fantasma não era transparente, espírito não era transparente, semitransparente. Mesma coisa, é uma coisa que é muito interessante, é você ver que a ufologia dos anos 40 até hoje, as naves foram evoluindo de acordo com a estética humana.
Elas eram nos 50, elas depois ficaram meio abajures voadores. Então tipo, a gente olha, eu acredito, para espiritualidade e para essas coisas de acordo com as ferramentas que a gente tem. É muito louco. Então hoje a gente, eu olho e falo: pô, Deus parece uma inteligência artificial. É algo que a gente não pensaria um tempo atrás. A gente vai desvendando melhor isso e olhando de outro jeito para espiritualidade, né?
E tudo isso é bem fascinante no fim das contas, porque elas têm um monte de coisa em comum, né? E no fim, falando das religiões, e no fim elas têm uma função de domar de certa forma o seu praticante.
Sim, total.
Mas tu acha ruim? Eu acho até que é bom, salva muita gente, na verdade.
Cara, eu acho que é o Harari que fala no livro dele, né, que depois de certa quantidade de seres humanos, se não tiver religião, a gente não se entende, precisa todo todo mundo acreditar na mesma coisa. Então eu acho que a religião ela é uma necessidade humana, tipo, a gente só se entende se a gente acreditar na mesma coisa, se todo mundo for do mesmo time. Então a gente tem essa parada, você pode ver isso dentro de empresa, meu, trabalhar com equipe de 6 pessoas é uma delícia, 10 pessoas, mano, botou 20, 30, 40, começa todo mundo fazer fofoca, dá merda.
Aí você vê que as empresas colocam todo mundo para treinar no negócio, é isso, tem uma religião na empresa, tá, todo mundo acreditar num propósito, na mesma coisa, senão dá da merda. Então eu acho que sim, tem essa função. Até os salvadores, Jesus e essas outras personalidades, também são adestradores, são pessoas que vão colocar a gente. Mas é essa, essa é a— eu acredito mais nisso do que nas religiões, entendeu? É muito gostoso acreditar em religião, acreditar que Deus, tudo gostosinho, bonitinho, e vai salvar.
Olhar para ufologia, olhar para ocultismo, é ver uma história meio diferente, meio Matrix, de tipo, também isso aqui não, talvez não seja assim, não é bem assim. E eu adoro isso, né? Isso eu já faço há muito tempo. Ufologia mística tem tudo a ver com isso, né?
Ufologia mística é que vai dizer que são seres espirituais, não é?
É, sim, vai. A ufologia mística tem mais a ver com o tipo de experiência que normalmente é espiritual.
Me explica como é que é isso daí.
Então, por exemplo, é, puta, o cara que é médium sensitivo e conversa com seres extraterrestres, isso é a mística. E por isso tá cheio de gente. E o mais louco é que essas coisas se São, né? Então você pega o cara da ufologia mística, o cara super legal, Laércio Fonseca, que era um professor da Unicamp, que, puta, hoje é um super ufólogo. Ele, eu comprava os DVDs dele muito antigo, ele sempre falou isso, cara, no mundo espiritual os seres eles pegam a energia que as pessoas emanam, ou quando as pessoas morrem, colocam em potes.
Isso tem um valor, isso é, isso vale no mundo espiritual, mano. Isso há 20 anos atrás, o cara falava em DVD que ele vendia. E eu, mano, que coisa cyberpunk, velho. O Laércio falava assim, mano, eu tô vendo aqui nessa sala Ele falava: os caras que cuidam da segurança na espiritualidade são índios, são tipo uns guerreiros, e eles têm uma tecnologia. Ele falava isso: eles têm uma tecnologia na mão de que quando vem um ser meu que não é de luz, eles prendem ele e levam ele para um centro espírita, para uma igreja.
Por isso que fala que tá amarrado, porque ele tá amarrado. Tá zoando? O cara tá amarrado?
Pô, mas que merda esse mundo espiritual, para caralho! Uma merda!
Porque cyberpunk é louco!
O cara tá aqui, de repente vem um bad trip do caralho no meio do troço e o cara prende.
Igualzinho aqui.
Então quem disse que o maluco era bad trip?
Essa, essa, não, essa, esse esquema, né, espiritual que rege o mundo e que fala que você tem que voltar para cá e que fala que você tem karma e que você deve, e você se sente mal, fala: não, vou voltar, beleza, cara, tá bom, eu devo, talvez fiz cagada, não fiz cagada, sinto culpa. É um videogame muito sofisticado, né?
E é interessante essa parada dos cara invasar energia que emana daqui, porque para nós é— eu tenho várias pessoas que tem aqui, vão falar do mundo espiritual, de espiritismo, ou outras vertentes, não sei como dizer, que vão dizer dos— e vão falar dos encostos, por exemplo, que vai surgir quando você que é um alcoólatra. O encosto, ele tá ali se valendo do prazer de tomar uma bebida, não sei o quê, que a gente pode traduzir como energia no fim das contas, né?
Então essas coisas, essas pequenas conexões são interessantes porque, que nem eu tava dizendo antes, elas são meio comuns, é muito quebra-cabeça, né? Eu acho isso interessante, acontecem com alguma, tipo, de outra forma, mas elas surgem em diversas religiões ou diversas culturas, né?
E esse conhecimento que vai meio contra as religiões, ele é o conhecimento oculto que sociedades secretas guardaram. Então, que na época, depois de Helena Blavatsky, eles selecionaram pessoas muito importantes para guardar esse conhecimento e virou a Sociedade Rosa Cruz, coisa assim, que são sociedades secretas que guardam esse conhecimento, que para muita gente, depois da internet não são mais, né, pois 2000. Mas não, mas assim, se você hoje fala isso que eu te falei para uma pessoa que é muito religiosa, acredita muito em reencarnação, e alguém fala isso, isso pode, isso fode a crença da pessoa, entendeu?
Com todo respeito, isso tem um puta potencial de foder a crença, foder a cabeça da pessoa. Porque então não é um negócio que você fala para todo mundo, diz que quando Helena Blavatsky juntou os caras mais foda na época para falar, e falar: 'Garo, descobri, cara, não são espíritos estão vindo falar com a gente, tudo Fudeu, um cara saiu da mesa e foi embora, um empresário foi embora, nunca mais voltou. A outra galera, porque todo mundo é muito crente do que acontecia no mundo.
E tem muita gente que é muito crente, e puxar esses tapetes das pessoas é falta de respeito, cara. É inclusive falta de respeito. Então você chega pro outro e fala: não, porque ET existe. Porque um cara que não acredita nisso, porque, pô, a coisa que você acredita é sua realidade. Então você também não tem direito de ficar lá causando, chacoalhando os outros. Eu não faço Tento isso, né? Eu não fico convencendo os outros de ET, eu só falo que eu tinha razão quando aparece.
E também porque eu sinto que eu fiz a minha parte. 10 anos falando de ET, cara, eu tô kit com esses filha da mãe, velho. Não devo nada para ninguém, já falei, já fiz tudo que eu queria, já divulguei. Agora chegou no nível que eu não perco, agora eu não preciso fazer mais nada, nem tenho mais interesse. Eu já fiz o meu propósito, que era levar ufologia de um negócio underground para uma parada foda, tá ligado? Tipo, eu sinto que eu tinha essa essa missão, tá ligado?
E nessa missão, cara, de falar sobre essas paradas, de avançar o debate sobre ufologia e tudo mais, é, tu trocou uma ideia lá com o cara do Blink-182, né, que tu não tá querendo me contar essa história aí, né?
Os caras são foda, né, mano? Tá bom, vamos a mais uma história onde eu fui trouxa. Vou abrir um canal ali na LGTV.
Eu achei bem maneiro essa Não, vamos lá, cara. Aí sim, hein, Boc?
Não, sabe o que eu acho foda? Que quando eu falei, quando eu falava para as pessoas que o Blink tinha entrado em contato comigo, elas já tava achando que eu era louco, mas elas não falavam para mim. Mas, velho, a minha vida acontece coisas muito loucas, tá ligado? Tipo, há uma semana atrás, o diretor lá do Contatos Imediatos lá dos Estados Unidos me mandou uma mensagem lá de Los Angeles, entendeu? Tipo assim, tipo, não é assim qualquer pessoa.
Pô, tu, Boc, lá que tava assim, eu achei que era viável. Ah, tô me achando Sei lá, falei, não achei que era absurdo. Mas chegou uma, um e-mail oficial ali da empresa do cara com, não tinha ChatGPT na época para eu também jogar e perguntar, ué, esse e-mail é fake, tá? Só para vocês saberem, não tinha inteligência artificial também para fazer programação tão fácil quanto é hoje, tá? Que hoje é muito fácil programar. Foi agora pouco tempo atrás, recebi falando, tudo bem, a gente falando assim em inglês assim bem tosco, ó, um cara entrou em contato comigo falando que você tem "Tem um pedaço da fita de Varginha e eu tenho um outro pedaço, você gostaria de vender ele para mim?" Tá bom, assinado Tom, não sei o que lá, um negócio.
Primeira coisa que eu fiz, puta, peguei aquilo, liguei para um brother meu que é, mano, das internas, sou programador. "Véio, isso aqui é real, mano?" Mandei para o cara, ele: "Ah, velho, é real." Mesma coisa, o Boc, mano, foi na festa na casa da Anitta, não sei o que, é real, o cara que te mandou. "Tem certeza, mano? Dá uma olhada." E ele abriu: "Não, velho, email não, mano." Pô, o cara teria que fazer um puta esquema falso. Não é fácil.
Pra mim ninguém nem sabia da história de Varginha. Quando eu contar pode fazer um pouco de sentido. Aí eu não respondi, tá? Porque na hora eu não queria me envolver mais com essa porra, tá ligado? Eu falei: "Eu não tenho uma fita de Varginha e se eu tivesse também eu não ia falar pro Tom DeLonge." Mas beleza. Fiquei quieto. Todo mundo: "Você não vai falar com o Tom DeLonge? Você não vai ligar no Signal pra ele?" Que é a rede social lá de bandido, sei lá.
Aí beleza, cara. Aí eu falei, puta, eu vou contar na internet, né? O cara tá rindo. Puta, negócio legal, Tom DeLonge entrou em contato comigo, não sei o quê lá. Olha como a fita é real. Aí entrou um brother em contato comigo xingando, bota tomar no cu, você é um palhaço, fica usando isso para uma coisa séria para se promover. Porra, mano, você também não tá louco, velho? Não, porque eu trabalho na equipe do Tom DeLonge, eu sou o único brasileiro aqui, a gente tá rindo dessa história, cara.
Esse e-mail nem é o dele, não tem tomdelongue ponto não sei o quê lá. 'Ah, e aí falou que vou processar você porque você tá inventando essa história, não sei o quê lá.' E nem imagina que eu sou tão idiota, né? Aí, cara, eu lembrei da mulher que foi pegar o Brad Pitt no aeroporto, tá ligado? Porque foi bem, bem uma semana depois assim, tá ligado? Eu me senti a mulher do aeroporto, tá ligado? Beleza, mas assim, foi um golpe sofisticado.
E quero explicar para vocês uma coisa assim, Cara, tinha um cara atrás de mim, um policial, uma pessoa, mano, trabalha no governo, o caralho, que achou que tava te dando umas dicas, né? Que achou que eu tivesse a fita. Ele tinha certeza que eu tinha fita. Ele é um cara que é alucinado, ele baba pela fita, ele faz qualquer coisa, ele invade celular, faz qualquer coisa pela fita. E ele criou um e-mail falso numa época que não tinha love, ou seja, ele fez, ele produziu todo um negócio, tipo para mandar mensagem para mim para ver se eu tinha fita para eu abrir minha boca.
Então assim, que fita que é essa? Que é tudo mentira e tem uma rede atrás dessa fita, tá ligado, criando fakes para ver quem realmente tem essa parada, tá ligado?
Só tem maluco, cara. Já passou pela tua cabeça que pode ser todo mundo maluco, cara?
O pessoal desse cano que estourou de maluco daí? Olha, veja, é que assim, ó, até o Spielberg falou, você tá ligado, né, que o caso Varginha é foda, que pegaram duas criaturas.
O Spielberg deu uma entrevista e falou: eu acho que o caso de Varginha, eu não acho que Veja, é diferente eu achar que não existe a fita de eu estar te afirmando que não rolou varginha. Pode ter rolado varginha e não ter a fita, claro.
Então assim, pode ter a fita e não ter rolado varginha?
Não, impossível isso.
Não, vou te explicar como é possível sim. Não, sabe como? Existe uma teoria, inclusive, porque essa pessoa me falava que é uma teoria que roda, de que não é extraterrestre, mas que existe uma base americana na América do Norte, algum país na América do Central, algum país que trabalha com— eles fazem testes biológicos para guerra, de antiéticos. Então eles estão misturando tipos de macacos ferozes para criar uma arma de guerra biológica, por exemplo, que você possa soltar num país.
E eles soltam em regiões pouco populosas de mata, são os chupa-cabras, os chupa-chupas, matam depois, fazem teste. Então era um teste desse tipo de animal que saiu do controle. É também uma possibilidade mais razoável do que viagem no do que toda a história extraterrestre, que é isso, né? Ouviu um bagulho, é extraterrestre, é viagem no tempo, é, tá ligado? Tem um pacote todo.
O Rony defende que tem um bruxo que fez uma puta de um ritual muito sinistro ali, e por isso surgem esses seres.
Muito Harry Potter, né? Não, Rony, ele parou aonde? Aonde ele não quer explicar o que são os bruxos, não quer explicar o que são as magias. Que tecnologia é essa? Quem são esses bruxos? Que bruxos? Quem são eles?
Espiritual.
Espiritual o quê? Vamos mais longe, porque para na crença do cara. Não, são demônios. Que que é demônio? Eu nem sei que é Demônio, tá ligado? Que que são isso? Então eu acho que tem que ir mais fundo. Parar no demônio, eu acho que é parar no pessoal que é religioso e, porra, isso é demônio, beleza. E se aparecer o demônio, tem muita gente que conversa com o demônio, magia, tá ligado? Aí sei lá, e daí tem outras histórias. Eu também não tô ligado muito nisso.
Você acredita que você faz pacto, aparece o demônio? Não, né, cara? Não boto muita fé, mas tem gente vai me xingar, vai falar que eu acredito.
Eu acredito que, eu acredito, vamos lá, se a gente se o que eu acabei de dizer aqui, do que eu acho que é Deus, é possível, se é tudo videogame, se é um conjunto de regras, e se Jesus, por exemplo, conseguia fazer milagres porque ele conseguia, ele entendia a regra e ele conseguia transformá-la da forma que ele quisesse, então eu preciso admitir que é possível que algum conhecimento existe que consiga dobrar uma regra ou uma outra, né?
Então, se isso é possível, é possível um ritual que a gente chama de magia, mas provavelmente tecnológico, né?
Tecnológico, chama de magia o que a gente não conhece.
Talvez seja tecnológica alguma medida, sei lá, ou talvez a gente faça coisa hoje da forma mais rudimentar possível. Hoje o ritual que o bruxo faz, entre aspas, aqui para invocar ou para abrir um portal para o acesso do Haiti de Varginha, por exemplo, É a gente na era da pedra lascada, sabe? É uma ferramenta mais rudimentar possível para um fim, né? Então pode ser que daqui a um tempo isso seja meio tipo Doom, tá ligado? Os caras usam energia do inferno para, sei lá, tecnologia mesmo.
Exatamente. Por isso que eu sempre gostei dessa visão mais tecnológica, cyberpunk, de como é a espiritualidade. Ah, o cara vem falar com você, como é que ele tá falando? É uma máquina? Não é uma máquina espiritual? Como é que ele saiu daqui e foi para lá? E deve ter alguma explicação nisso. E eu acho que a gente passa por isso, a gente tá nesse momento que, pô, todo mundo é super lógico e racional, a gente quer entender, não quer que o ET vem aqui, fale comigo, quer entender, cara, de onde ele veio, para onde ele vai, como que ele voa, não é verdade? Todo mundo tá sedento para entender essa história de extraterrestre.
Agora se liga, Boc, imagina que tu, imagina a gente, a gente olhando para o céu, a gente olhando para as coisas que concepção, as coisas que a gente sabe. É, por exemplo, lei da gravidade. Ó, me amarro nesse exemplo, porque esse daí é universal, né? Então, é, imagina a gente olhando tudo isso, a gente enxerga, faz umas contas, não sei o quê e tudo mais. Agora imagina isso. Bom, aqui eu talvez tenha pulado, mas imagina um inseto, uma mosca em cima de uma página de um livro.
Ela tá vendo a página do livro, né? Ela tá vendo como que as letras se arranjam de uma forma, igual a gente olhando para o céu, para as estrelas, não sei o quê, né? Mas ela não sabe que porra é essa, não faz a menor ideia do conjunto de regras que são necessários para aquilo ali existir. Não precisa, não sabe qual o processo para ter um papel ou até a tinta ou até desenvolvimento da linguagem para então escrever o livro, né? Será que a gente não é meio assim para as coisas que realmente são Tipo, eu tô olhando e eu não tô entendendo porque eu não tenho equipamento para entender.
Tipo, não dá para entender mesmo, eu não consigo ver o encosto porque o meu equipamento ele só pega a luz refletida.
Claro. Não, e mais do que isso, como que você consegue, cara? É muito louco isso. Pede para o ChatGPT aí fazer um mapa astral seu. Por quê? Porque é muito louco, cara. Ele pega o dia que você nasceu lá, a hora, não sei o quê lá, e te dá uma coisa sua. Porque antigamente tinha que fazer um mapa, tinha que fazer toda uma parada, e o chat, meu, é muito legal nisso, que fala muito sobre você, né?
E aí todo mundo fala: não, tu querendo acreditar naquilo.
Não, não, calma, todo mundo fala: não, astrologia é terra plana da modernidade, né? Mas aí, cara, assim, tipo, tentando achar uma relação lógica que pudesse existir, será que não existe algo como exatamente como você falou, que a gente não tem conhecimento, mas que as coisas estão ligadas? Então quando você olha para cima no dia que você nasceu, que tem aquele mapa único médico, tem alguma coisa a ver com a personalidade, que a gente não sabe como são as personalidades, as mentes.
Assim, eu acho que a única coisa possível, no sentido de, somos bactérias no estômago olhando para parede do estômago e vendo que quando muda alguma coisa vem lá um ácido, mata todo mundo. Ou seja, fazendo previsões através de algo que tá vendo, que não tá entendendo. Exatamente o que você falou, uma matemática absurda que talvez interfira no tipo de—
tipo, a gente não consegue conectar física quântica com a física. Música, né?
É o mundo subatômico, é um papo muito de maluco, né? Mas é uma parada subatômica, funciona de outro jeito. Mas eu acredito sim nisso, cara. Quando eu tomei ayahuasca, faço, sei lá, ritual de Demeter, o caralho, você tem o contato. Vamos xingar também, mas você tem o contato com essas outras consciências, que é o mais próximo que eu cheguei assim. É uma parada que você não entende porra nenhuma, que o negócio é tão fodido que você vomita quando ele chega perto de você, entendeu?
De tanta, de ter um absurdo que é, que chega perto de tudo que tu vai, essa entidade humana, essa parada que você tem contato, tá ligado? Máquina, não é o fumáquina que falam, né, do DMT, né?
Tu já ouviu falar do Terence McKenna? Esse cara, ele gosta, falava uma espirra de cogumelo, de não sei o quê. Ele tem uma teoria animal de como surge a consciência humana, que é assim, Em algum momento, os primatas, que eram os nossos antepassados, começaram a comer uns cogumelos e começaram a ter uma espírita e acessar uns lugares. E esse, esses primatas que faziam— isso é uma pira dele, não é?
Fudido.
Que faziam uso dessas paradas aí, que desenvolveram a consciência e viraram a gente.
Cara, eu acho que não é tanta viagem, porque não é tanta, não, não, não, porque o cogumelo, né, a psilocibina, eles estão descobrindo que ela reconstrói o cérebro, que ele é neuroplástico, que é do caralho. Tanto tem pesquisas com LSD, que separaram a parte que chapa, né, para tentar fazer só um LSD que não chapa, porque ele reconstrói o cérebro. Ele é neuromonte de coisa, eu também não sei falar, mas cara, eu tô muito ligado com essas pesquisas.
E não sei se já viu, Igor, na internet bomba. Tem no Joe Rogan vários vídeos na internet dos caras que usam DMT, ligam um laser. Já viu isso? Não. Você compra um laser de medir, sabe aqueles lasers de reto? Usa o DMT, que é a substância da ayahuasca, e aí você vai até a parede, olha dentro do laser e você vai ver o código da Matrix. Todo mundo vê o código da Matrix, vê o mesmo código, e eles estão, eles chegaram a anotar esses códigos e tentar transcrever.
E não é um vídeo na internet, Internet. São vários que fazem essa experiência de colocar o laser e tentar olhar lá dentro e ver o código da Matrix, cara. Tipo, caralho, moleque, pergunta se eu tentei.
Eu acho que você tentou.
É, eu tentei.
E você não viu código nenhum, cara?
Eu não vi o código. E foi uma experiência muito louca porque, cara, eu trato essa parada de ayahuasca, DMT, com bastante— assim, para mim é totalmente espiritual. Essa substância, ela é a substância que faz com que a gente minhas coisas de espiritual. Então o que você sente é que, nossa, você sempre tem uma experiência mística. Mas, pô, fui eu lá, né, cara, comprei um negócio desse de medir no Mercado Livre, chegou lá, medir, fazer experiência, pá, sozinho, bonitinho, pá.
Puta, cara, fui fazer experiência, tô lá, mano, meditando, pá. Puta, vou olhar o laser, não vou olhar o laser, cara. Eu tomei uma bronca do meu mestre, entre aspas, espiritual, né, porque nessa hora está super conectado com a parada de falar assim, cara, Falei: "Cara, o que que você quer com isso? Você quer ir ver o laser, o código da Matrix, para fazer o quê com isso?" Aí na minha hora já veio: "Puta, para falar na internet que eu vi o código da Matrix." Pra quê?
Uma ferramenta tão foda como essa, cara, eu tomei uma bronca. Uma ferramenta tão foda você vai usar para ver o laser da Matrix, para falar na internet que você viu o código? Tipo, isso vai deturpar todo o conhecimento da parada. Tomei uma bronca na hora, tipo assim, eu: "Nossa, velho." Caralho, bad trip. Bad trip, esquece essa porra, tá ligado? É, mas eu demiti assim. Nunca mais. E hoje eu vejo, eu acho, puta, um sonho.
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Um desperdício do potencial. O mestre espiritual que você tem contato quando você tá em contato com essa substância— Que eu não levo em consideração quando a gente fala de ET porque o Thor vem em contato com substâncias, entendeu? Eu posso falar que veio um gnomo espiritual falar comigo...
Não, tá bom, pensei que fosse um cara, pensei que era um cara tivesse dado uns porra.
Puta, foi um mestre espiritual na minha cabeça assim que eu tenho contato, mano, quando você usa essa parte você ouve muita voz e vê muita coisa, coisa, você recebe mensagens. É tão quantidade de mensagem, é tão grande, cara, que você não consegue às vezes assimilar, tá ligado? Tipo, puta, mano, quanta coisa, quanta experiência, tá ligado?
É sempre o mesmo mestre espiritual para tu?
Não, cara, eu fui, eu fui experiências e estudos vendo que tipo eram quase como chefões assim, tá ligado? Olha que viagem que eu tinha que passar assim. Toda vez eu encontrava um ser que me falava alguma coisa.
Como era esse Ele é humanoide? Ele parece? O que que ele parece?
É uma sensação só assim de estar com uma coisa, e essa coisa passando muita informação. E eu perguntava para coisa, mas cara, como é que eu vou lembrar de tudo isso? Ele falou, não, cada vez que você fizer uma experiência, você guarda uma informação só. Opa, legal. Aí tipo, essa vez a informação que foi, foi assim um negócio muito louco, porque foi prático. Eu tava ouvindo muita voz, minha mente numa acelerada, e essa entidade falou para mim, cara, você tem o poder sobre a sua mente.
Quando sua mente tiver muito acelerada, simplesmente manda ela parar. Fale: pare, você tem o controle. Quer ver? Fala: pare. Eu parei. Olha agora. Puta, eu posso fazer isso? Tesão, pá. Beleza, voltei da experiência. Eu posso mandar minha mente calar a boca, cara? Que loucura, mano! Mudou minha vida.
É sério?
É sério. Aí o caralho vem, eu: cala a boca. Outras vezes, tá ligado, eu fui lá, eu te tretei lá.
Sabe que isso não precisa ser necessariamente espiritual?
Não, por isso que eu conto já em outra, né, em outra ser todo mundo, tá bom? Podia ser um gnomo que veio falar comigo. Mas assim, mas é muito interessante como, né, essa substância vai nos meandros da sua mente te trazer, tá ligado, ensinamentos com cara de espiritual.
Mas não é para você fazer isso na tua casa não, viu, sua mula? Porque você, você provavelmente não tá preparado, tá? Do nada, vou te falar, vamos descer, você vai ter a pior experiência da sua vida do nada. Vou mais longe, Tá? É, se você nunca bebeu, tomar uma garrafa inteira de gin vai fazer o quê contigo? Vai te dar o pior porre da sua vida. Você nunca fumou um baseado? Você vai fumar um baseado inteiro, o que vai acontecer? Tu vai ter a pior brisa da sua vida.
É o estudo, não é legal, né? Recreativo não é para isso, não é recreativo. Você gorfa, vomita. Eu já me caguei, é uma bosta, entendeu? Então, tanto que cagou, é, me Tipo, mas que bad trip!
Mas tava sozinho em casa?
Puta, tava sozinho em casa.
Ainda bem, podia ser pior.
Não, podia ser pior, mas assim, cara, passa por isso, tá ligado? É um estudo, né, cara, fazer um negócio assim.
A gente tava no teu, a gente tava na vez que tu ia tomar para ver o laser e tu tomou um esporro do teu guia espiritual. Mas essa foi tipo a oitava vez que tu tomou uma parada?
Mais, é a 25ª, 25ª vez. É cada vez diferente no sentido de que—
E tu tava falando, que me interessou, tu tava me falando que a sensação que tu tinha é que tu vira e mexe, tu tinha que lidar com um chefe, com um boss.
Isso.
Desculpa, tá jogando Streets of Rage, chegou no final, tocou a musiquinha do boss.
Aí chegou a hora que eu perguntei o que são esses mestres, né? E aí foi muito louco, foi muito claro pra mim. É o seu ego lutando antes de se dissolver. É o seu ego, seja lá o que for isso, mas o que a gente chama de agente, que tá tomando um couro, tá indo embora, e ele começa, como um sonho, a se vestir do que você tem mais medo. Medo. Assim, mano, é muito louco, né? Como um sonho mesmo, você começa a ver coisas que você tem medo, porque ele não quer.
E isso rola, essa experiência com o DMT, de chegar um momento que o seu ego se dissolve e você perde o controle. Você não tem mais controle, você não tem mais controle.
Que que é controle? Controle de quê?
De tudo, da realidade, acabou. Tem alguma coisa dentro de você que tá te levando para algum lugar, você não tem mais controle. Essa sensação é terrível, cara, terrível perder o controle, tá tá ligado? Mas é a sensação mais iluminar, mais traz mais consciência, porque você vai para fora para olhar você e olhar o mundo todo. E puta, cara, isso traz insights e tem um potencial de curar vício, de curar um monte de coisa, tá ligado?
Porque ele é neuro, ele cria outros caminhos no cérebro. Estão descobrindo hoje em dia, né? Quando você tem essa experiência psicodélica, o cérebro ilumina, faz novos caminhos. Pensa coisas diferentes. Então você volta, você passa um tempo naquele afterglow, um tempo tipo ainda abençoando, sentindo. A semana fica muito mais espiritual. O meu, mano, o meu sexto sentido começa a gritar no meu ouvido. Lembra que eu te falei que o Exu mandou eu?
Porque, cara, eu nem sei, eu tô falando isso porque assim, é, alguém mandou eu fazer o vídeo, tá ligado? Tipo, no meu ouvido, mano, faz o vídeo, velho, faz o vídeo, velho.
Tu tinha Tira alguma engenharia? Nada, não, não, não, falando antes assim, é porque com certeza a gente tá falando do vídeo que você soltou lá e pegou e viralizou para caralho, tu explicando qual foi da Blue Ocean.
Não pode falar o nome da empresa, desculpa, falando, falando das tretas que eu tive, é uma coisa aí com a minha autodefesa.
Então é, eu vi o vídeo, então eu tô tirando aqui minhas próprias conclusões, tá bom?
Quarta história que eu fui idiota, pessoal, vai anotando aí.
Não, não, o ponto é, até você fazer aquele vídeo, que inclusive você fez porque algo te deu, falou contigo, você matutou para caralho para fazer aquele vídeo ali. Tipo, veja, você matou para caralho a situação até chegar ao ponto que você, ah, vou fazer um vídeo por alguma razão.
Mas era contrassenso, né? Assim, por exemplo, eu não sabia a proporção que o vídeo ia tomar. Se eu soubesse, eu não faria, porque Eu não tenho coragem, não sou cagão para caramba de ficar me expondo, né? A internet é, como a gente falou, um pitbull sem coleira. Mas numa dessas, desses rituais, eu pedi, cara, falei, cara, assim, ilumina meu caminho, me ajude, que tipo, que a justiça seja feita. Eu acredito para caramba na justiça, tá ligado?
E foi até louco, porque veio uma intuição nesse momento, foi incrível, que falou, cara, cuidado, para de ficar pedindo para quem você não sabe para quem você tá pedindo. Vindo. A espiritualidade é assim, você não bota um chapéu e fica assim, ah, alguém me dá uma moeda, porque você não sabe quem vai vir te dar uma moeda, entendeu? Olha só a mensagem que me deu: para de pedir para qualquer pessoa, para de ficar rezando para qualquer coisa, de ficar pedindo, saiba o que você quer, tá ligado?
Foi muito interessante isso. E aí num sábado falou assim, pô, faz o vídeo, conta, faz isso, faz. Eu fiz o vídeo só para desabafar, cara, para, puta, mano, eu preciso, eu preciso que o segurança, que era meu segurança, que que a faxineira, que eu não saía de cabeça erguida de casa. Eu quero sair de cabeça erguida. Todo mundo sabia minha história. Mas assim, as pessoas que estão comigo, ele tomou uma proporção. Todo mundo foi descobrindo, não sei o quê, lá que eu brinco que foi meu Exu, cara. Tipo assim, eles têm essa, eles são criativos na maldade nesse nível.
Então assim, maldade talvez não seja a melhor forma de dizer vingança. Vingança, eu diria que na, eles gostam muito da, me parece, né, já que é esse É que eles gostam muito de uma, de um caos.
Não, não, não é isso não, cara. Não pensa assim, cara. É, para quem que o ladrão reza quando ele vai fazer um assalto? Sei lá, para quem que será? Não sei, tô pensando. Não faço ideia. Deus, ele vai falar: não, não, Deus não vai me ajudar, vai ajudar os cara. Talvez para um cara desse. Ou você acha que não tem ninguém que ajuda o cara? O que eu quero dizer assim, no mundo existe positivo e negativo, uma coisa liga com outra, não tem mal É, eu vi esses um dia um cara falando sobre isso na internet, falando assim, cara, quando você der— porque eu sou uma pessoa muito passiva, Igor, tô aprendendo para caralho, cara, me defender.
Eu não sei me defender, cara. Eu viro a bunda, entendeu? E aí quando vê, o cara já enfiou metade da rola. É foda, velho, é foda.
A cabeça não faz nenhum—
eu não sei, velho, não sei. Eu acho que não, velho, tá ligado? Acho que não. Eu vim do— eu fui muito bem criado, não sei. Os cara fala que eu vivo na irrelevante, entendeu?
Mas assim, o vídeo lá que tu foi convencido a fazer aquele vídeo ali no final, e eu tava propondo que tu pensou para caralho no assunto, porque esse foi um assunto central na tua vida durante um tempo. Sim, sim, então coisas aconteceram, foram e voltaram, não sei o quê.
O mágico não foi eu fazer o vídeo, mas foi toda repercussão que foi para mim. Eu brinco, cara, puta, cara, foi melhor do que se eu tivesse ganhado o processo na justiça, cara, porque é uma questão de honra das pessoas saberem minha história. Ah, Bocchi, mas você parecia um trouxa que foi enganado. Que ótimo, melhor do que parecer o cara que enganou e que foi o malandro, entendeu? Então eu prefiro me expor para todo mundo que eu fui um otário, que eu caí numa má história da vida, que eu fiz cagada, entendeu, do que tá do outro lado da história.
Mas o que eu digo é porque eu tô vendo uma sincronicidade na vida, Igor, muito louca. Por isso que eu acho que é espiritual. Partir assim, cara, é tão louco que se você perceber Tudo que você entrega devolve para você. E se você ficar esperto, você aprende uma parada, mas assim, no nível muito foda, tá ligado? Se você reparar no que tá acontecendo, e é muito louco, às vezes eu pergunto para as pessoas: você também repara isso?
A pessoa fala: pô, cara, eu também, tá ligado? Então, tipo assim, é, se você foi filha da puta, vai voltar para você. E se a outra pessoa não faz a vingança, a vida se ajeita de outra coisa fazer a vingança. E quem faz vingança são esses seres que ajudam também. Então assim, quem ia preparar um caos tão bem gostosinho como esse. Puta, cara, a vida, ela foi a primeira vez que o aleatório caiu. Nossa, cara, deu tudo certo, todo mundo ficou sabendo de tudo, velho.
Puta que pariu, foi muito bom, cara, foi muito bom, cara. Então assim, eu acredito, velho.
Aí fala assim, não, é, Cristiano teria feito vídeo, porra, se soubesse que tinha dado bom.
Isso não teria, porque eu não tenho essa maldade no coração, falar, não, vai foder todo mundo, expor. Não, vai, não vou fazer isso. Cagaram meus brother, eu sou um puta cuzão, velho. E aí tipo, eu vi um vídeo falando isso, cara. Quando você não faz uma vingança de alguém que te fudeu, você não faz uma vingança no sentido, não vai lá e faz, não, sou cristão, eu dou outra face, porque é isso que minha mãe me ensinou, cristianismo.
A pessoa vai deixar de aprender aquilo, velho. Tipo, você não tá sendo também a pessoa mais legal do mundo, você está, para você, deixando de fazer algo, mas a pessoa tem que aprender alguma coisa. Não é para você lá matar a pessoa, fazer uma vingança, mas no mínimo você falar, às vezes você xingar, falar, né? Tipo assim, eu falo, me exalto, cara, é ação e reação. E eu me, às vezes, abro mão de reações. Eu sou muito assim, tipo, puta, mano, vai, deixa para lá, puta, deixa para lá.
Eu sinto que essa porra desse remédio também, mano, que eu tomo há muitos anos, velho, que é, puta, mano, o bagulho é excitoprama, Brasil inteiro usa essa porra, velho.
Não tá, já é sinistrinho, né?
Não, não, ansiolítico, que faz com que eu aguente todo, porra, cara, sem isso eu não tinha não tinha trabalho. Não, sério, cara, o mundo tá levando a gente, a internet, a um extremo tão absurdo, cara, que sem isso não, não tem uma— eu já assumi, minha mente não tem preparo mais para lidar. Eu já teria, eu já tenho, eu já teria feito besteira na minha vida sem esse remédio, sem usar cannabis, que também é remédio de ansiedade. E o caralho, só que aí você passa por uma questão que é de ficar muito passivo, cara.
Então você tá tomando um negócio que te acalma, mais outro que te acalma, e você tá sempre calmo, tá ligado? Eu vim de uma criação de esquerda, escola particular bonitinha de São Paulo, que precisa explicar para as elites que existe pobreza, que existe diferença social, precisa acordar as pessoas, senão eles vão viver numa bolha, tá ligado? Então era um colégio muito legal, humanista, pô, que eu me sinto orgulhoso de ter ido para ele.
Mas sai do colégio com aquelas histórias de você não chega lá sozinho, você tem que levar seus amigos. É, e um monte de coisa, tipo, onde se todo mundo não chegar junto não tem graça. Um monte de viagem, tá ligado? Comunista, entre aspas.
Que é maneiro no papel, no fim das contas.
É maneiro na escola, quando você é jovem. Quando você é jovem, você tem obrigação de ser de esquerda. E depois, quando você ficar velho, você tem lá também, tem obrigação de ser, depois de ter um pensamento de direito. Porque quando você é novo, você não tem nada a perder. É muito fácil dividir tudo. Dividir minha lancheira, dividir. Só que quando você tem responsabilidade, que você tem filho, "Dividir tudo o caralho, minha casa é minha casa." Então começa uma parada assim.
E aí nessa época eu tava naquela bosta da Coexiste, cara, daquela merda, daquela seita do caralho que falava que, mano, o que é meu é seu. Os cara lá dividiam a porra do guarda-roupa, das roupas, tá ligado? Não tem perder, é impossível alguém tirar alguma coisa de você. Era, ficou em parte da parada, velho. E você lembra como eu tava? Então eu tava numa vibe, mano, Coexiste, cara, nada é de ninguém, a gente não tem nada pra perder." Aí você fala, é comunista?
Não tem nada a ver com comunista, tá ligado? Não tem nada a ver com comunidade. Uma empresa, tá ligado, cara? Mas dentro de uma empresa é muito difícil lidar com as questões capitalistas que são maquiavélicas. Você deve passar por isso. Vou te dar um exemplo: você vai contratar alguém, você leva em consideração quem é mais competente ou quem precisa mais? E se tiver dois competentes, você vai chamar o cara que mora do lado para ele não atrasar, ou que mora na quebrada, que vai atrasar, mas que vai chegar?
Que que você acha? Porque o cara que só vê dinheiro, irmão, só vê dinheiro, mão. Não tem essa, tá ligado? Agora, o cara que contrata daqui, você é socialista? Socialista o caralho, velho! Só eu sei o que é fazer uma empresa de serviço, não é? Que a gente é o produto. Olhar para a cara de todo mundo, mano, e não perder o respeito das pessoas durante 10 anos, tá ligado, mano? Todo mundo que andou comigo nos últimos 10 anos, que trabalhou comigo, eu tive mais de 100 funcionários juntos, nunca pagaram um almoço, Igor, porque eu nunca falei, mano, como é que eu sei que esse cara "Eu ganhei 3 conto, velho, eu tô fudido, eu ganho dinheiro pra caramba, não tenho como eu deixar ele pagar o almoço, isso é comunista?" Não, brother, isso eu tenho, sei lá, educação, noção, não sei, eu vejo planilha que os outros não veem, tá ligado?
Sei lá, me sinto constrangido. Então quando uma empresa começou a chegar num nível onde eu tive que ganhar em cima das pessoas, eu comecei a ficar constrangido, a sair da empresa, a montar outro escritório aonde eu entrava e as pessoas achavam que eu era um cuzão. Porque quando você trabalha numa empresa uma empresa onde o dono é o padeiro, que é o nosso caso, você faz, faz pão, é muito fácil. Você vai tirar seu dinheiro como?
Aqui, ó, todo dia batalhando, tá ligado? É assim que você vai ganhar seu dinheiro, ganha muito bem, faz função de um, função de dois, função de três. Quando a empresa tem um corpo acima de sócios, de pessoas que são empresários, que não tem expertise, elas vão ter que apertar toda massa trabalhadora e todo mundo vai ter que custar barato para lá ter 20%, 30% para pagar pro labor e ainda para lucro. Então vai ter gente que não tem apreço pelo negócio, não tem brilho no olho, cara, tocando o seu negócio, cara.
Isso é radical assim, tá ligado? Quando eu percebi isso, eu peguei o Pipocando e falei: não, Pipocando não vai virar isso, mano. Levamos para um cantinho com pouca gente, com, mano, eu sei quem é quem, a gente faz essa porra por amor, tá ligado? Porque, mano, quando o negócio vira só dinheiro, acaba. Então eu acho que isso é uma sacada boa das pessoas. Pô, você vai trabalhar para quem, cara? Você vai trabalhar para um cara que faz fez, ou você vai trabalhar para um sapatênis que contrata alguém que faz, tá ligado?
Porque esse sapatênis custa caro, velho. E com a IA ajudando os processos, tudo é o que você falou, cada vez mais a gente precisa de, porra, de intermediários, de gente que, né, que vai vender a gente. Eu na época, muito foda falar isso para quem tem empresa, muita gente me mandou mensagem: pô, Boca, eu passei pela mesma coisa, cara, eu dei minha empresa para o meu irmão e o cara me passou a perna, eu dei a empresa para sei lá quem, me passou Porque eu tô passando isso com o Rolandinho, eu brinco, né?
Beijo aqui pro Rolinha. A gente parou o Pipocano agora, quebrou praticamente, não tá mais entrando grana suficiente para montar, bancar essa estrutura. E a gente falou, meu, vamos separar ali, eu quero continuar tocando, você não quer? Então vou sair do contrato social. Puta, vamos contratar um advogado societário para sair do contrato social? Ah não, desencana, mano, contrata um advogado aí, a gente racha. Ou seja, ninguém leva isso a sério.
E a parte mais sensível de uma empresa são os sócios. Então quando você faz um contrato social e entra numa sociedade, você tem que ter, pode definir um monte de coisa que eu não defini, cara. Amanhã, se você desistir, o que você faz? Amanhã, se amanhã você morreu, o que acontece? Se faz maioria ou se não faz? Quem cuida do quê? Quem ganha participação de lucro? Se isso não precisa ter a ver com a, mano, tanta coisa. E a galera só fala, mano, você é meu sócio.
Papo mais de louco que tem é isso. Não, arrumei um sócio, meu amigo falou esse dia, tô com sócio, ele te colocou no contrato social? Não. Então ele tá te chavecando, irmão, esquece, não é sócio de porra nenhuma. Nenhuma. Você pagou? Não. Você não pagou? Você não é sócio. Então isso é uma coisa muito foda. Se você não pagou, você não é sócio. Eu fiz a cagada de dar a sociedade para pessoa, cara, e não deixar claro, ó, essa sociedade eu tô te dando, mas eu quero toda semana isso aqui, eu preciso saber disso, eu preciso montar isso.
Eu fiz um negócio, ninguém me ensinou a ser empresário, já é tão difícil fazer vídeo, a porra toda. Então para mim pareceu natural aquilo, puta, vamos lá, vamos dividindo as coisas e montando. Mas não aprendi a fazer isso, tá ligado? Então muita gente me manda mensagem, aí, porra, Box, foi muito foda Foda, cara. Quando abrir uma empresa, velho, pensa, não coloca as pessoas de sócio, cara. Tem como você fazer o quê? Você é meu funcionário, você ganha participação nos lucros, cara, tá ligado?
Sócio não, velho. Você abriu empresa, você tá ligado? Você, quantas noites você se fudeu para fazer o bagulho? Cara, isso me corrói todo dia quando eu lembro que eu não tô com a minha empresa, velho. Tudo que eu passei, tá ligado? Tudo, velho, tudo, tudo, tudo, tudo, tudo, tá ligado? E então não existe.
No teu caso, tu ficou meio de fila da puta por um tempo, não Eu acho que talvez, né, as pessoas confundam o quê?
Que eu sou louco? Porque assim, qual que é a justificativa de você tomar empresa de um fundador? Não existe uma boa justificativa. Dos seus melhores amigos, você virar para o cara e falar: agora a gente faz maioria, a gente não quer mais trabalhar com você. Com seus melhores amigos, não existia justificativa, cara. Eu só sabia mandar aqueles cara tomar no cu, velho. E tem áudios meus assim: vocês vão tomar no cu, vocês são os pilantras!
Ai não, a gente vamos se ver, vocês vão me ver no velório. Uma vez só. Porque, cara, passar por essa situação é horrível, é chocante, cara.
Fogo amigo, né? Fogo amigo é foda.
Com amigo, velho. Aí tipo assim, puta, eu sonho com os caras porque eles eram os meus melhores amigos e os caras mais competentes que eu escolhi para fazer um negócio, tá ligado? Tipo, não é, não foi uma brincadeira. E a gente se deu bem por 10, 12 anos. Então não dá para falar assim, ah, o Bocchi era louco. E por que que me aguentou 12 anos? O Rolandinho nunca falou que o Bocchi era louco, porque como assim a gente ficou 10 anos junto e o Bocchi era louco?
Então todos são grandes interesseiros, atores que me aguentaram Não, tá ligado? Puta papo de gaslighting, manipuladores do caralho, tá ligado? E aí você pegar a pessoa que tem, mano, pós-pandemia, minha mãe morta, tem assim mensagens minha falando: galera, pega leve. Bom, enfim, uma bosta do caralho. Mas eu falo isso, a empresa, pior parte são sócios, cara. Então quando vai fazer, não dá sociedade, pensa em outros jeitos das pessoas serem parceiras, cara.
Porque realmente, cara, quando você pega uma pessoa e dá alguma coisa para ela, você deve ter passado por isso, pô, dou um canal para pessoa, ela vai apresentar o canal. Já fiz muito isso, Cara, a pessoa vai te odiar daqui a pouco, velho. Você fez tudo por ela, velho, e ela vai te odiar depois, cara. Não tem, não tem lanche de graça, velho, tá ligado? E hoje eu não dou mais nada para ninguém, velho.
Também sobrou o quê? Tomaram tudo, senhor.
Puta que pariu, velho! Tomar no cu, mano! Foda, né?
Todo respeito.
Não, tranquilo. Mas eu tenho uma empresa de ar, eu fiz essa porra aí, então mais nada ainda.
Então calma, então, mas calma, porque assim, a vida é maluca e ela dá umas voltas muito interessantes. E as coisas, é, não é? Inclusive isso é uma coisa interessante, que não é só uma zero, né? Não precisa alguém se fuder para tu se dar bem, né? Dá para se dar bem, é só, é porque eu também já tomei no cu para caralho, porra, eu também já, eu também já, já não tem porra nenhuma, né?
Então já tem uma vida desgraçada, né? Então calma, não tô brincando, porra, acredita em coisas absurdas, você também, cara, é um puta, eu sei, Igor, eu sei.
Eu queria dizer, é assim, eu tô ligado assim, eu aprendi para caralho caralho, tomando no cu no fim das contas, né? Então tem uma porrada de merda que tu faz, nunca mais, nunca mais vai fazer essas merda. E também não é totalmente assim nada. Isso é uma outra coisa interessante, que a gente fica com a sensação— eu fiquei por um tempo, bom, eu tive que fazer uns movimentos que eu não queria fazer, por exemplo, fechar uns programas, né?
E eu tinha sensação de porra, caralho, isso aqui eu me dediquei que posso até não tá, não tava no dia a dia, e o caralho, ou porque queria tanto que desse certo, dediquei energia, tá ligado, ajuda, porra, fazer, enfim. E que pena que não vai rolar mais, né? E a sensação é que eu perdi, mas eu ganhei, porque os cara tão bem mais suave aqui no dia a dia, entendeu? Tem um monte de coisa que no fim mudou, e avalio que mudou para melhor, sabe?
Então o que parecia uma derrota foi uma vitória. Vitória. E por mais que todo mundo me fale que é uma derrota, eu estou vendo com a vitória.
Foda-se os outros, entendeu?
Então, é, não era mais para tu tá lá não, meu irmão. As coisas acontecem na hora certa.
Eu também acho assim, foda é o jeito que acontece, né?
Isso é foda.
Não, e muita gente fala, meu, é melhor você reinventar aos 40 do que aos 60, tá ligado? Tipo, você ainda tem um tempo aí para—
e é melhor 60 que os 80 também.
E é melhor qualquer idade do que morrer sem se reinventar, né? Que 20 anos para obviamente. Mas assim, cara, criar uma empresa é uma vida, foi uma vida minha. Eu não sei se eu tenho, pode ter uma sorte de, né, o negócio dá certo. Mas assim, é a sensação que eu falo, caralho, velho, foi uma vida. Eu não sei se eu, e foi uma vida, foi uma sorte, né? Igual que acontece, a gente não foi o gênio que criou o movimento do YouTube, a gente pegou a prancha na hora certa e surfou na hora certa, tá ligado?
Então eu sinto isso, né? E agora, pelo menos com a IA, eu sinto que eu tô em outra onda assim. Vamos você vai ver.
A primeira coisa que vai acontecer, que eu tenho certeza, tu não vai voltar a ter funcionário para caralho.
Duvido. Não tem como. Mas sabe por quê? Hoje com a 01 eu já tiro o mesmo prolabore que eu tirava com a minha outra empresa, faturando 10 vezes mais. Então assim, já foi meu objetivo, eu já durmo com um puta sorriso de tipo assim, eu avisei todo mundo que dava para faturar um terço e a gente ganhar ganhando mais, tá ligado? Que era só mexer, enxugar. Minha briga era essa: a gente pode ganhar mais faturando menos, não precisa passar um caminhão de dinheiro aqui para ganhar pouquinho, tá ligado?
Só que era um modelo de pensar diferente. Hoje na minha empresa eu tô com 4 caras, tem um plano na minha casa ali, na casa do Projota.
Beijo, Projota, que vendeu a casa para o Bosa, que é uma puta casa. Já fui lá, animal.
Por isso também, cara, eu tô pobre premium, não vou reclamar, tô com uma puta dívida, mas Mudando uma casa, pô, tô lá me reinventando, tá ligado? E acredito que eu tô assim, a gente, se a inteligência artificial parar agora, nada mais der certo, for uma bolha, a gente já tá na frente da maior revolução do audiovisual. Lembra, eu te mostrei um negócio aqui, já estamos assim na frente da maior revolução do audiovisual. Então eu tá de novo nessa, Igor, eu não consigo mais ficar, fazer um canal de cinema, falar de cinema, porque eu acho que tipo, cara, como é que eu vou ficar falando do filme do Homem-Aranha se eu posso fazer uma animação, se eu posso fazer um filme, se 'Eu posso participar desse movimento que é o audiovisual.' Então, pô, cara, pra mim passou mesmo isso assim.
Eu olho hoje como tipo um mercado que saturou, cara, como acontece com todos os mercados e com a questão da inovação. Em um momento também todo mundo vai fazer inteligência artificial, vai virar carne de vaca, né? Então o que que eu tô pensando, por exemplo, cara? Eu tô montando algumas séries animadas estilo Adult Swim que eu tô a fim de soltar no Pipocando e começar a fazer uma grade de animação. Nossa, o Bocchi é louco, vai soltar vídeo de animação no Pipocando.
Desculpa, foda-se, daqui um tempo vocês vão ver que esse é o futuro. Quando eu comecei a fazer YouTube também, ninguém botava fé, era só assim que a gente fazia YouTube. Foda-se todo mundo, lembra? Então eu tô nessa mesma, tô vendo, é óbvio para mim, igual foi óbvio para mim no YouTube, é óbvio que essa porra vai ter dinheiro para caralho, vai ter emprego para caralho, Igor. Só que a galera não tá ainda, ele tá em choque ainda.
Tá ligado? Então lá na produtora agora, nessa minha nova, são 6 pessoas produzindo 1 hora de animação para um cliente gringo. Animação assim, caralho, com personagem, com a porra toda. Juntei com outro estúdio de animação para a gente ver o tradicional com antigo. É completamente diferente, mas dá muito trabalho, velho. É um trabalho, eu fico 10 horas por dia trabalhando. É inferno, é trabalhoso pra caralho. Então olha que louco, a inteligência artificial chegou na minha vida e eu tô trabalhando mais no trabalho mais difícil que eu já fiz, porque a gente faz o trabalho de 20 em 2 as pessoas.
Mas agora, cara, em pouco tempo, o Pipocando vai poder ter um streaming. Eu vou poder ter uma programação de desenhos no nível do Cartoon no Pipocando. Uma marca vai poder ter um streaming de filmes. Cara, vai acontecer isso logo, porque esse cara que me paga para fazer, ele é um cara que fazia animação tradicional, 6 meses os episódios, $100 mil. Agora ele gasta metade, resolve em 1 mês, com uma qualidade muito melhor. Eu não tô tirando emprego de ninguém.
É muito louco isso, cara. São oportunidades que não aconteceriam. O cara nem ia produzir, agora ele tá produzindo 3 vezes mais. Demais. Ele tá gerando emprego para caramba antes da IA e depois daí, né? Eu, a mesma coisa. Eu agora com IA preciso de gente para trabalhar, gente que entenda. Então, cara, é completamente diferente do que as pessoas estão imaginando, velho. Quando eu vou fazer um vídeo, eu preciso lá fazer casting. É casting com IA, é figurino.
Alguém precisa entender de figurino, cara. Não é zoeira, tá ligado? Só que a galera ainda não viu isso. Então assim, puta, eu tô de novo nesse negócio. É um sacrifício trabalhar com inovação, porque você só se fode. É isso. É Aliens, todo mundo falando que você é maluco, e o Boc é das IAs, dos aliens. Pelo menos eu fiz um TEDx, que eu sei que você vai fazer também, mandar um abraço para você, que estão chamando, chama o quê? Pessoas que têm alguma coisa diferente, ou seja, tipo, ninguém, o público não precisa falar, o Cano Pistolon não precisa falar que me ama.
Eu tô sendo reconhecido, as pessoas que trabalham com inovação, puta, sabem que a gente tá fazendo um negócio foda, tá ligado? Então eu acho que é isso que me dá tesão.
Que bom, que bom, que bom, que É, e a internet é tão foda, na verdade as novas, as tecnologias são tão foda que elas vão criando oportunidades para gente que olha para frente, né, e achando seus próprios caminhos.
No fim das contas, quanto museu, eu tô fazendo trabalho com, eu te mostrei, pego foto antiga. Quanto museu não precisa de audiovisual? Está roubando emprego das pessoas.
Quem que ninguém tá fazendo?
Não, museu não ia fazer, o museu tem 30 pau, 20 pau para fazer um vídeo, 5 Tal, todos os museus do Brasil agora podem ter vídeos e tocar todo mês. É, tudo que você pensar, cara, no audiovisual vai explodir, tá ligado? Então assim, é muito da hora tá vendo isso antes das pessoas. Então eu acho que vai chegar a minha vez. Eu vejo que o que eu tô fazendo é muito valorizado, cara. Ninguém ainda viu isso de reduzir um custo de chegar numa Netflix da vida e conseguir fazer projetos por um décimo do preço.
Isso é muito revolucionário. E as pessoas estão reclamando, mas quem vai se ferrar vai chegar são os grandes, os grandes estúdios de animação, as net, né? E não é os pequenininhos, nós, que é tudo uns cara que quer trabalhar, entendeu? A gente vai ter trabalho para cacete, velho, para caramba. E aí, porra, é muito diferente do que se fala na internet, né?
Sim, é. Então, e tudo isso, como é que isso tudo conecta com os ultra, ultra terrestres, cara? Cara, tu acha que os ultra terrestres lá estão, vamos Vamos lá, se a gente for entrar nessa, 47 mil anos para frente, a gente tá falando de inteligência artificial hoje aqui, como ela tá sendo revolucionária para a gente fazer cinema, por exemplo, né? Ela tá sendo revolucionária em vários outros lugares. A gente nem sabe onde é que ela vai chegar daqui a 5 anos, porque a comparação que fizeram comigo que outro dia foi: lembra quando a gente tava na internet de escada ouvindo barulhinho e tudo mais, que a gente nem imaginava a possibilidade de ter um podcast com os caras usando internet como base, não sei o quê, não sei o quê?
É, então imagina quando a inteligência artificial tá agora no modem 56, imagina ela na fibra ótica.
Então é, imagina daqui 36 mil anos, imagina ela daqui a 36 mil anos. Podemos falar que as máquinas podem dominar tudo mesmo, no sentido, é muito louco pensar que a inteligência artificial chegou e agora a gente tem a síntese de toda a humanidade, né, numa, num computador, e que agora os aliens podem invadir, tirar a gente, que não vai fazer diferença nenhuma, né. Tipo, eles podem botar todo mundo para trabalhar vai acabar, já tem a síntese da humanidade no computador.
Agora, se sobrar meia dúzia, tudo bem, entendeu? No fim das contas, no fim das contas, talvez isso aí é só para abafar o El Nino que tá chegando, que vai foder a vida de todo mundo, tá ligado?
Essas coisas são tão maiores e tão fora do nosso controle que o máximo que a gente consegue fazer é vislumbrar melhorar. É o máximo que você consegue fazer é trocar uma ideia com um coach, um coach não, com um guia espiritual numa viagem de DMT, ou sei lá, é o máximo. E com isso observar algo que você acredita ser um dos fundamentos da realidade. Observar, como meu ponto é o seguinte, é foda-se, porque tu não consegue o máximo A única coisa que tu consegue é ser curioso, não consegue entender, entende, não consegue.
Mas entender tá abaixo disso. Quando você tem essa experiência, ele quebra a máquina de entendimento e sobra só você. Eu te falei isso uma vez, né? Então o seu ego vai se dissolver, é como se a inteligência artificial jogasse água no computador, acabou. E você vê que você permanece intacto observando aquela porra. Então, caramba, eu não sou computador. Cara, é uma coisa filosófica, né? Eu acho que é um insight filosófico, cara.
A gente é um corpo com alma, uma alma com corpo.
Eu acho que a gente é uma alma com corpo. Eu acho que o pensamento criou a realidade. Isso é uma puta discussão.
Eu acho que pensamento sobre a matéria, eu acho que tudo é mente, o todo é mente, tá?
Mas aí, mas é bíblico, né? É, sim. Mas primeiro veio a palavra, depois o— para mim isso aqui é uma ideia, é um conceito, ele não veio para a Terra sem antes alguém ter idealizado. Na época que só estourava vulcão na Terra, sei lá, não tinha ninguém para ver, aquele vulcão era emoção pura explodindo, entendeu? Era raiva, era tudo que a gente sente, tá ligado? Meio que sendo forjado. Quando você vê o filme lá, O Árvore da Vida, ele é meio sobre isso.
É vulcão, é espaço, é criança nascendo, é a gente faz parte disso, tá ligado? Dessa parada. Como é que você vai dizer que na época que não tinha vida na Terra, ninguém tava observando aquilo, aquilo não era expressão de algo, tá ligado? É maluquice pensar isso, cara. Alguém—
bom, por que que existe algo e não existe? E calma aí, vocês, é até complicado de falar, né? Por que que não existe o nada? Quer dizer, por que que existe algo, né? Poderia não existir nada, mas existe.
Existe.
E aí, essa é uma pergunta que eu tava tendo, como que eu tive com o Monark muitos anos atrás, que era: porra, se existe algo, tudo existe. Só você andar o suficiente aí pelo universo.
Exatamente.
Que tu acha?
Então, onde estão as coisas que você imagina?
Onde estão as coisas que você imagina?
Se não num grande banco de dados, eu não sei, ou em algum lugar que pode ser acessado, né? Isso é, isso é muito interessante, né? Porque ainda essa questão da de quão profundo é quando a gente olha para dentro. Quando você toma uma substância dessa, você vai para dentro do seu computador, da sua IA. E, cara, é tanta informação que tem lá dentro, é mais do que fora, cara. Que loucura que é essa? Então, se você for preso, ficar 10 anos preso, tem como você aprender mais do que se você ficar 10 anos vivendo, se você olhar para dentro, tiver essa consciência.
Por isso que os monges se isolavam lá no monastério. Tá com saudade do Monarca, né? Eu faço te lembrar ele. Os homens são mulheres. Desculpa, Monark, eu te adoro, velho.
Eu tava planejando aqui como é que eu chego no assunto que eu deixo o Bock falando 2 minutos enquanto eu vou mijar e ele mete essa.
Eu tô louco pra mijar, filha da puta.
Então vai lá mijar você primeiro.
Vai dar os recados.
Tá bom, não tem recado, mas vai lá mijar enquanto eu vou ficar aqui enrolando. Cara, esses assuntos sobre o que é, sobre o que que tá acontecendo, entendendo, é, eu me amarro para caralho neles, né. Primeiro que eu não sei direito, na verdade ninguém consegue, não dá para saber o que que tá acontecendo, para começar, né. E um dos exercícios mais interessantes para você entender do que que, porque que tu sente as coisas que tu sente, na minha, no meu caso, é tentar pirar no que porra é essa que a gente tá fazendo aqui, que porra é essa que tá acontecendo.
Isso me ajuda a entender, por exemplo, Por exemplo, por que que eu opero do jeito que eu opero? Por exemplo, por que que eu tive, sofri para caralho por um tempo de síndrome do impostor, tá ligado? Por que que aquilo ali me incomodava por um tempo? Aí, olhando, tentando entender por que que as coisas são do jeito que são, eu fui vendo do porquê que eu sou do jeito que eu sou, tá ligado? E eu não sei em que medida isso é uma puta viagem, origem.
Porque para tu começar a prestar atenção nessas coisas, tu tem que em algum momento parar de correr atrás do próprio rabo, tá ligado? Enquanto tá correndo atrás do próprio rabo tentando pagar o aluguel do mês que vem, ou almoço, ou jantar aqui, o próximo, tu tá fodido. Não dá para tu ficar pensando que porra é essa que tu tá fazendo aqui, porque tem uma coisa mais prática para resolver, né?
Não sei não, não, cara, total, não, não, visão preconceituosa sua, cara.
É a minha visão Sobre mim mesmo, eu só comecei a prestar atenção nesse tipo de coisa quando eu pude parar de pensar que eu precisava pagar as contas que ficaram faltando do mês passado, tá ligado? Agora fala que eu vou mijar.
Não, você tem razão, cara. Não, quer que eu mostre como faz um cinema em algo, uma coisa assim, que a gente tem uns material louco aí. Bom, quer colocar aí? Quer colocar o filme? Ó, galera, vou mostrar para vocês o workflow de como trabalha, como eu trabalho com cinema cinema e inteligência artificial, né? Para quem não sabe, tem como você hoje fazer, pessoal, um filme onde as pessoas não têm exatamente aquela pele emborrachada que todo mundo tá acostumado com.
E aí eu brinco em falar que a IA que deu certo é IA que ninguém percebe. Então a gente tem hoje um cuidado de tentar fazer, né, um trabalho com inteligência artificial que as pessoas não tenham noção que é real. Não para substituir o trabalho de ninguém, mas para explorar os limites do audiovisual. É uma ferramenta muito legal, Eu acho assim, não tem como a gente não pensar em explorar isso e de que forma isso aí vai virar um negócio, galera.
Então o audiovisual sempre foi feito de tecnologia. Eu quando comecei a trabalhar era rádio, televisão, depois virou outra coisa e vai virar outra coisa e vai ser assim por bastante tempo. Então eu acho interessante quem trabalha com audiovisual não explorar essa questão da inteligência artificial, porque em pouco tempo todas as produtoras vão estar usando inteligência artificial. E a gente já tá vendo isso, a Globo usar inteligência artificial no Fantástico, histórias que são contadas com inteligência artificial.
Isso tá sendo muito legal. É, de novo, é só uma técnica de animação que veio, que precisa de pessoas para fazer, não faz tudo sozinho. Quando faz tudo sozinho fica uma merda. É isso que é importante falar. Você bota lá, as plataformas, galera, Eles fazem uma propaganda, você olha lá, você fala, não, é botar um storyboard, fica fácil. Quando você vai fazer, você vê que não é assim, é para você assinar a plataforma. Então assim, ó, vamos dar uma olhada, quer ver?
Põe Depois do Sonho aqui, já clica nesse slide aí, no próximo. Então, ó, esse por exemplo é um projeto, é um filme que a gente tá fazendo, onde conta uma história de um amigo que na época da ditadura foi pro exército. E aí eu fui atrás dessas fotos do exército brasileiro mesmo para a gente criar os takes em cima. Então é muito louco pensar que agora dá para a gente fazer reconstrução de época, coisas inspiradas em história real.
Não é como antigamente fazer o cinema. Então a gente pega uma foto dessa, passa aí, já. Então esse é uma pesquisa, a gente começa com pesquisa, passa para frente já. Estamos aqui desafiando as leis de direitos autorais em todos os níveis, né, porque a gente usa esse material aqui, não é comercialmente, mas por exemplo, essa foto que é uma foto em preto e branca que foi restaurada de 1970 80. Dá uma olhada como ela fica depois no nosso filme, como ela vira uma cena.
Dá um play aí, gente. Olha que loucura! Então, a partir da foto, cara, você consegue criar todo o ambiente. Como é que eu ia imaginar qual amarração que o exército faz, qual que é a bota? Então você tem uma precisão histórica. Passa para a próxima, gente. Olha que louco! Mesma coisa eu tenho aqui, ó. Pega uma foto do exército, eu troco os personagens. Dá um play, ó. Virou uma cena do meu filme. Eles estão falando, eles falam ali em português, super legal, com os atores que eu selecionei, atores em IA.
Não fiquem bravos comigo, atores. O próximo slide, eu de novo não fui eu que criei isso, hein, pessoal. Eu só sou surfando, que vão ficar bravo comigo. Não sou eu que inventei a IA, eu tô tentando usar da melhor forma possível. Ó, e tá vendo aquela foto ali? É uma foto, cara, de um pátio de novo, de 1970 e pouco, que os caras estão tudo segurando uma torre em cima da cabeça. Pensa, quando você vai fazer um filme, como é que eu imaginar essa cena?
Eu tenho que fazer uma puta pesquisa. Então, olha que interessante, só com essa imagem eu troco os personagens e ele cria um vídeo. Olha isso, galera, isso é muito foda, cara.
É muito foda. Já tá batendo com bate de frente com a Record, né?
Pô, Record, vocês que se segurem.
Já é Record, ela vai fazer os Mutantes 3.
Os cara fala, eu tenho Hollywood no meu quarto. Não, eu tenho a Record no meu quarto, eu tenho a rede de TV inteira no meu quarto. Foda.
Faz de mutante, viado.
Já posso fazer, vou fazer. Próximos, vou fazer. Eu fiz até você brigando com o Vilela, você viu? Olha só aí que legal, é aquela foto virou isso aí, cara.
Maneiro mesmo.
Passa aí, já que eu quero mostrar como a gente faz. Aí, ó, isso aí foi, isso é imagem gerada. Então eu pego e crio uma imagem, vai passando, ó, imagem gerada. Aqui, ó, Aeroporto de Congonhas, como é que era antigamente. Gente, passa aí, já farda, como que eram as fardas, uma porrada de foto, foi fazendo os filmes. E o filho da puta fala que aí faz tudo sozinha, cara, é um trabalho do cão. Aí você faz o casting dos personagens e separa eles com as roupas que eles vão usar, como se fossem atores.
Aí eu separo o trio que eu vou usar, escolhi, fiz meu casting, as roupas tem que— aí eu pego agora o pessoal do mal, quem são o pessoal, vamos trocar a roupa deles por roupa do exército. Quem é o resto do casting? Então a gente faz uma seleção com ferramentas de IA, exatamente o mesmo processo do cinema. Então juntamos ali aeroporto, o cara, juntamos essa mulher e toma, toma.
Interessante, maneiro, caralho. Isso é tudo de IA, pô.
Tá diferente de que a última vez que eu vim aqui você tava galopando um porco, né?
Tá bem melhor, tá bem melhor já. É outra parada, bem maneiro mesmo, caralho. Aí ela, bom, além de fazer vídeos, ela faz outras paradas. Tu usa para mais o quê, cara?
Em tudo, cara. Você não tem ideia o que que assim, como é. Porque assim, se você não usar, cara, o seu cliente tá usando. Então vou te dar um exemplo. Ah, cara, você quer orçar um negócio? Quanto custa fazer isso? Não sei o quê lá, cara. Eu mando o orçamento, o cliente joga no ChatGPT, pergunta se aquilo faz sentido então ele me fala, olha, cara, isso aqui você não tá cobrando pouco, na verdade é isso. É muito louco porque melhorou muita coisa.
Antigamente o cliente não sabia nada, você tinha que ficar explicando para ele. Agora, como ele tem o ChatGPT, ele é mais moderado, ele dá uma olhada lá, o ChatGPT fala, o meu também deve falar parecido, então eu também pergunto. Então, puta, cara, assim, meu assistente pessoal total. Quando chega um roteiro dos meus trabalhos, chega um roteiro de 30 minutos, 30 páginas de Hollywood em inglês, roteiro casca da polenta, pergunta, tá, para fazer uma animação.
Se vira, pego esse roteiro, coloca no ChatGPT. Vamos lá, me descreve personagem 1, como é que ele é. Ele faz uma descrição. O que que a gente tem de objeto que eu preciso criar? Os objetos, ele separa todos os objetos. Cara, ele economiza muito, é muito legal o tempo de trabalho. Nada ele faz sozinho. Quando você tem experiência de fazer alguma coisa sozinha, fica uma porcaria. Então um trabalho ainda passa por processo manual ferrado.
E para fazer algo de alta qualidade, vamos dizer que a gente tem, a gente tá fazendo um filme aqui, cara, com cliente, cliente quer aprovar roupa, o cliente é tudo, tudo, tudo, tudo. Então tem que passar por tudo isso, vai custar também caro. As próprias inteligências artificiais também não estão baratinhas mais, tá ligado? Você fazer esses negócio é caro para cacete, cara, sai o preço de um funcionário, né?
Então tem que fazer um monte de conta, mas cara, Maneiro, tá maneiro para caralho. Tem um monte de novelinha que tá bombando na internet, como do Abacatudo, da Moranguete, por exemplo, né? São as novelinha derrete cérebro que é feito. Eu vi um dado que na China lá os cara tão vendo muita novela vertical feita de ar, muita, muita, muita, muita, muita, muita.
Existe uma rede social inclusive coreana de novelinha. Quando a gente fala novelinhas, é uma rede social, tem até no Brasil onde o pessoal tá vendo muita essa linha, cara. É um jeito de produzir conteúdo em alta velocidade, é legal. Mas eu acho que a gente vai ter uma divisão de tipos de conteúdo, do mesmo jeito que hoje a gente tem, por exemplo, na música tem o lo-fi, que é meio baixo orçamento. Tem, vai ter o cinema de baixo orçamento, vai ter as togurice lá do Toguro, tá ligado?
Aquelas coisas que é, que dá view para caramba, mas que é um negócio meio baixo custo, tá ligado? Como sempre existiu, o vídeo sempre teve o baixo custo. Eu vou só o vídeo. Tem o cara que faz por mil, por 10 mil, por 100 mil aquele mesmo projeto, que cada um tem uma visão. Quaiá, como a gente tirou vários intermediários, é muito louco. Porque a gente já conta, eu falo isso na minha palestra, a gente ia contar a história de um caminhoneiro.
Aí tem que contratar um diretor do estado, é difícil, um redator, bota aquele exército para trabalhar, e no final a história sai ali, né, do caminhoneiro, mas com a mão de todo mundo. Agora, Quaiá, cara, o caminhoneiro vai sentar e vai contar a história dele. Tô falando uma coisa assim tão maluca quanto falaram para gente quando a internet chegou que a farmácia teria um site. Eu lembro que mesma reação de falar o caminhoneiro vai fazer um filme, é o cara da farmácia vai ter um site, ah, esse cara da lojinha vai, nem fudendo, tá ligado?
Era impossível. O cara, todo mundo vai ter um celular e vai ter um canal de YouTube, como é o TikTok, até os tiozinho da, mano, a gente não contava com isso. E o cinema vai fazer isso, cara, é a democratização da sétima arte, tá ligado? E você imagina quanto não vai ter de conteúdo, Igor, muito mais fácil do que você aparecer vai ser, né? E ou em breve, logo logo, os streamings, você vai colocar sua foto e o filme vai rodar com você, que já tá acontecendo isso nas plataformas independentes, tá ligado?
Então tem um caminho aí, cara. E eu, quando vim aqui, eu falei, a primeira coisa vai ser animação e efeitos, tá ligado? Animação já tá arrombando o mercado de animação, e efeito também. Eu já tô com um dos diretores de cinema querendo fazer efeito. Quando eu vi o cinema independente, eu tô há 2 anos trabalhando IA. E aí eu fui fazer uma reunião com o diretor, ele me mostrou um filme dele independente. Eu falei: meu Deus, cara, a IA vai salvar o cinema independente, porque é muito bacharia, o baixo custo que é, entendeu?
Os efeitos, tudo vai salvar. A gente vai ter um cinema foda, velho, tiro na cabeça. Ai, é, né? A gente vai ter um cinema foda, cara, foda, foda, misturado com IA, com grandes histórias. Imagina a galera nas faculdades de cinema Por 2 anos não pega numa câmera, é só IA. Aí você vai, você edita, e você edita, e você mexe. Depois que você entendeu como conta uma história, você vai contar uma história direito, tá ligado? E eu fui na FAP dar uma palestra, fizeram um protesto contra IA. Somos contra a IA, contra a IA.
Bom, vai ser meio que brigar com telefone celular, né? Você meio que brigar com a internet. Ou táxi brigando com Uber. Não tem, já era, não tem volta.
Não tem volta, cara. Por isso que assim, eu também tenho medo. Quando me fala: você tem medo, cara, de desemprego? Porra, mano, todo mundo tem medo pra caralho. Claro que tem o medo, tá ligado? Mas porra, cara, nessa história, onde é que eu vou ficar, velho? Eu vou correr para entender como essa tecnologia funciona e tentar chegar antes, ou vou ficar morrendo de medo, espalhando caos, tipo, tá ligado? Olhando para isso de um jeito ruim.
Realmente, cara, para muita gente pode ser ruim isso, mas eu também não queria que meu canal acabasse mudasse, que a publicidade de YouTube virasse TikTok. Ou seja, mano, as coisas vai se transformando e a gente tem que rebolar, cara, tá ligado? Você passa por isso também, cara?
Internet é meio isso, né? O tempo inteiro tá se adaptando aí. Mas eu esqueci de falar no começo que tinha, que os cara podia mandar mensagem. Eles mandaram mensagem? Peço perdão aí, família, esqueci de dizer. Bock fala muito.
Eu achei que ia ser objetivo.
É um pouco esse objetivo, na verdade. É, daí tu mandou para mim aqui Tá bom, deixa eu ver aqui o que que tem para nós. É aqui, ó, o Sugiro Bai. Que diabos quer dizer Sugiro Bai? É mesmo isso? Não sei.
Tá, falou.
Fala, galera de chapeuzinho de alumínio! Bruno, Bruno, voltado a filmes de extraterrestre. Bruno, caralho, faltou umas vírgula. Bruno, voltado a filmes de extraterrestre, quais filmes você recomenda para quem tem interesse no Assunto, na tua opinião, Bruno, tem algum filme que tá mais próximo do que tu acredita ser o que é real?
Série Stargate. É, porra, tem vários filmes, tá? Tem várias séries e filmes que contam assim um por um do P-36, o P-45, Stargate assim é um por um. Não, cara, tanto que uma das possibilidades é que ela adorava Stargate, a menina, e ela surtou. Mas assim, cara, cultura pop conta muito muito, falam de outras séries também e filmes que é assim bem clássico. Tem aquela famosa que é o Contatos, Contatos Imediatos, não sei qual lá, da coruja.
Mas essa é uma ufologia já mais antiga, assim, essa coisa nova que eu tô dizendo, Stargate, já fala bem mais sobre isso que a gente tá falando, de 46 raças e como é que elas se interagem, Star Trek pra caralho, tipo, a cultura pop é cheia dessas histórias, né.
E esses são bons lugares, porra, cara.
Excelentes lugares, cara. Excelentes lugares.
O Douglas Amaral: salve, salve, família! Já que vocês estão falando em viagem no tempo com AIS e AIS, não estamos criando um deus? E esse deus conseguiria viajar no tempo? E no fim, fomos nós mesmos que criamos toda a história da humanidade, cara.
Caralho, meu irmão!
Mas aí eu vou ver a galinha.
Não, acho que é parecido até com o que a gente tá falando, né, no sentido de, é isso, e se a gente como humanidade há milhões de anos atrás já tivesse criado esse supercomputador que já fez essa tecnologia que a gente tá inserido? Na real a gente não tem corpo, a gente é outra parada, mas a gente criou essa tecnologia com o Iá, porra, porque assim, como é que é possível, cara, toda informação que tá acontecendo ser registrada?
Uns anos atrás quando falava assim, puta, espiritualidade, Deus é onipotente, onipresente, sabe de tudo, Como é que sabe de tudo? Não é possível armazenar tanta informação. Antes da Big Data, a gente não imaginava isso, era parecia uma loucura, parecia magia. Aí hoje você fala, não, é Deus. Hoje com IA dá para saber tudo. Hoje com tecnologia, com uma IA num computador quântico, esse mundo pode ser tudo contabilizado. Tudo que você faz é o mais um, menos um, né?
Não tem, não tem nada sem causa e consequência, tá ligado? No sentido de a gente não entende, a gente chama de caos, tá ligado?
É, caralho, mas isso aqui é a maior pira, porque tipo Dark isso aqui que ele tá.
Total, não, puta, galera assistiu todas essas séries.
Bom, o EDBL: Igor e Jean, vocês são obrigados a todo programa chamar o Dileira. Eu nunca ri tanto na minha vida. Eu assisti todos os programas que ele foi Olha aí, quero parabenizar vocês pela excelente contratação, parabéns. Bom, tem o de ler de novo sexta-feira aí, família.
Pô, ele tá trabalhando aqui, que maravilha! Tá bom, beleza.
O McLovin mandou aqui, ó: os cara consegue viajar no tempo, na dimensão, controla gravidade, mas tem a porra rala e não consegue fazer filho? Essa matemática não bate, acho que a parada é mais simples. Só pesquisa mesmo, kkkk.
Só pesquisa mesmo? Qual finalidade, entendeu? A solução dele é melhorar a porra. Não, mas pensa assim, em um futuro onde a gente não mais reproduz e aonde a gente tem tecnologia de colocar as consciências em pods, em máquinas, como Elon Musk falou que ele vai conseguir fazer em breve, sacou? Em 35 mil anos a gente já vai estar fazendo isso para caralho, se a gente não se matar antes. Exatamente isso. Por isso que esse P-36 foi os que conseguiram sobreviver após uma catástrofe fodida.
E os Grace são os P-36 e tem os P-40 e tal, que seriam a galera do bem assim, que deu certo, se iluminaram, foram para um caminho de—
esses são aqueles caras que a gente quer, uns lourão grandão, você tá ligado no bagulho, velho. Porque Por que não podia ser uns negão?
Puta que pariu! É uma boa pergunta, cara, porque eu acho que foi antes de todo esse movimento. Deixa eu pensar, cara.
Por que que é uns cara assim meio Jesus? Não é uns cara meio Jesus? Jesus europeu ainda.
Sim, sim, é uns loiros, né?
Então, cara, existe toda uma gente que fala que eles, assim que eles se apresentam, para parecer menos, sei lá, agressivos.
Não sei o que que tu acha, cara. Eu acho que tem muita coisa que eu não sei exatamente explicar. O que mais é interessante que eles falam, mas é que a humanidade está espalhada pelo universo, então de diversas maneiras, né, no sentido de eles são também humanos, né. Os Grays também são humanos, humanos do futuro. Então é muito louco pensar isso, que isso acaba matando uma questão de é porque eles são bípedes, porque que eles têm dedos, eles nasceram em outro planeta, eles estão em outra, em outro lugar.
Mas também quando você tá vivendo embaixo da terra Terra, o seu olho fica diferente, a sua pele fica diferente, tudo diferente, vivendo em um lugar onde a temperatura é constante, onde não tem diferença de temperatura, onde, sei lá, eles foram ficando meio insetos, bichos, não sei.
Muitos e muitos e muitos e muitos e muitos anos de adaptação. A gente sabe, por exemplo, quer dizer, teoriza-se o que aconteceria com seres humanos se a gente fosse, se a gente tivesse uma galera que morasse Marte, por exemplo, ou que, né, se a gente populasse Marte, que aconteceria daqui uns anos, né? E seriam seres humanos diferentes, porque a gente é desse jeito que a gente tá na Terra, no fim das contas, né? A gente for para a Lua e popular a Lua, a gente também ser diferente na Lua, né?
Em pouco tempo já começa, eu acredito, né, como cachorro começa a ter diferença. Bom, já vai levar os mais fortes, já vai selecionar os melhores lá para a Lua. Mas tem muito a ver também com todos os gringos fazendo bunker. É muito louco pensar que existe— que eles estão fazendo bunker Acho que existe uma preocupação deles de que essas histórias sejam reais, né? Se tivesse muita grana, você fala o quê?
Puta, mano, foda-se, eu sou só muito bilionário mesmo.
Você fala, cara, será que o Bock tá louco? Eu acho que ele tá, mas se ele não tiver, eu tenho tanto dinheiro que eu posso fazer. Exatamente, eu vou fazer um bunker, velho. Vai que os cara tão certo, tá ligado? Eu acho que é isso, tá ligado? Vai que vai dar uma merda. A probabilidade é grande de dar uma merda, né? O sistema todo, ele é muito frágil no sentido de acabar a luz, tiver uma merda, um caos social, né? Então acho que esses Eles já estão prevendo isso.
Inclusive, se existir os P-36, os P-45, eles já estão preparados para essa próxima grande catástrofe que vai acontecer, e que pode ser, dizem, né, um divisor de águas para humanidade. Então, hoje a gente vai agora escolher um caminho onde a inteligência artificial vai ser um projeto de dominação, ou a gente vai para um caminho de divisão de recursos, socialismo Brincando, mas uma questão humanista, humanitária, e a gente vai ter uma experiência mais interessante na Terra.
O que que tu acha que a gente vai escolher?
Eu acho que isso não cabe a gente, tá ligado? É porque, por exemplo, assim, o que o presidente está decidindo, um exemplo assim, tá ligado? Tipo, não cabe a gente, tá? Assim, a gente sabe das nossa vida é tão complexa, cara, nossa pequena vida de humano, tá ligado? E a gente tem tantos problemas para resolver. É muito melhor você se preocupar em ser educado com o vizinho do que em querer resolver a questão extraterrestre. Por isso que isso é algo que me ocupa todo tempo.
E eu tenho que concordar com você que quando você tá trabalhando fodido, você não consegue pensar em ET, você consegue pensar em meter e trabalhar. E tipo assim, não é algo que vai interessar, já que a gente tem tantos problemas. Por outro lado, fodidos, tá ligado?
Por outro lado, tem muita gente que se depara com esse assunto e até acompanha com nome, é, aí é bom e ruim, né? Depende do ponto de vista. Como entretenimento, então, em vez do cara, claro, em vez do cara assistir, em vez do cara gastar tempo dele jogando um videogame, ele tá assistindo um cara falar de extraterrestre, ultraterrestre, por aí vai. E isso, no fim das contas, é positivo, não é?
É, como entretenimento, sim. E assim, se você pensar que todo mundo ficou puto com o Mike quando ele falou que quando descobriu que era mentira, porra, não é, pessoal não tá levando tanto entretenimento assim não, né? O pessoal leva muito a sério. Caga, porra. Porque o Mike, como entretenimento, foi muito legal, que bacana.
Tipo, não precisa, mas ninguém gosta de se sentir que foi feito de otário mesmo sem intenção de fazer de otário, né?
Exatamente.
Se sentir feito de otário mesmo sem o cara ter tentado de fazer de otário, fodeu, né?
Então, sei lá, não sei o que dizer. Não, eu sou muito bom nesse assunto, você fazer, em ser feito de otário.
Eu entendo bem o que você tá dizendo, mas eu não sei se no teu caso Não quero ficar julgando.
Não, não vamos julgar. Até porque, cara, posso falar, toda história tem 3 versões: a minha, a sua e a verdadeira. Eu não vou, eu nunca vou deixar de ter certeza de que eu tô falando para você, cara, é a minha versão. Eu sou um cara muito difícil de se trabalhar, devo ser, mas também não é fácil ganhar dinheiro, ficar rico, juntar, fazer um monte de coisa. Tipo, ninguém falou que era fácil. Várias vezes ninguém falou que era fácil.
Porque realmente não é assim, não é, eu só penso em trabalho, eu sou muito suportável, mas nada justifica falta de respeito, não sei o que lá. Então assim, independente dos ETs, cara, eu ainda tô muito preocupado em respeitar as pessoas, em tipo, em ser legal, preocupado demais, tanto que eu só me fodo, entendeu? Em, cara, porra, tem que estar bem para todo mundo, se não tá bem para todo mundo, não tá bem para mim. Mas ideias meio idiotas assim, tá ligado?
Nosso canal, nosso canal, exatamente. É, tô aprendendo a ser filho da puta, tô aprendendo, cara, a não sorrir, chegar no bagulho, um cara fechado, velho, não sorri. Eu sou muito sorridente, entendeu? Só otário, velho, sorridente é otário.
Calma, Bocca, olha só, as coisas vão mudar, cara. Eu vou poder sorrir, o teu coraçãozinho vai voltar a sorrir.
Tá bom, eu preciso que batam com os milhões na minha cara.
Daqui a 46 mil anos.
P46, eu tô chegando.
Boa, que obrigado pela moral, obrigado por vir aí, cara.
Obrigado você, eu te amo, cara.
Obrigado pelo papo. E é muito doido como a gente nunca fica numa linha só, né? Eu tive dificuldade no começo a entender qual aba parece que a gente tinha que fechar ainda, mas deu tudo certo.
Porra, foi ótimo! A gente tem assunto para caralho. Obrigado, obrigado todo mundo também.
Então os caras, essa aqui é a tua Pra como tu sabe o que que tu tem para dizer para esses cara?
Apenas que busquem conhecimento, busquem conhecimento. Sabe as palavras.
Então, família, busquem conhecimento aqui nas redes sociais do Boca. A gente vai deixar tudo aqui no comentário fixado para você. Faz sim, chega tudo com clique só, tá bom? Entra no Discord também, que é legal para você sugerir novos convidados e novos temas também de episódios. E vira membro do Flow o cara, custa menos de R$8 por mês e a gente cria um conteúdo animal para vocês aí, exclusivo, tá? E pô, não dá nem para comprar uma seda, tá?
Então, por favor, vire membro do Flow. Baratinho, nem dói.
É um beijo, então a gente se vê depois.
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