DEBATE PRESIDENCIAL FLOW 2026
Cury, Caiado e Zema no Debate Presidencial do Flow.
- A ausência de candidatos importantes nos debates e suas implicaçõesLula e Flávio Bolsonaro não comparecem·estratégia de não ir aos debates·candidatos evitam confrontos·medo de cancelamento
- A polarização política e a indústria do ódio no Brasildireita e esquerda se atacam·guerra de egos e famílias·necessidade de pacificação·sociedade sequestrada
- A importância dos debates eleitorais para a democracia e o eleitormunir as pessoas para votar melhor·liberdade das redes sociais·atingir público jovem·formato de perguntas livres
- Propostas para a segurança pública no Brasilintegração das polícias·combate ao crime organizado·valorização dos policiais·uso de tecnologia e IA
- Medidas para moralizar o Supremo Tribunal Federalcritérios para investigar ministros·indicação de mulheres para o STF·regras claras para nomeações·combate à corrupção
- Propostas para a economia brasileira e o caso Banco Masterfortalecer mecanismos de controle·combate à corrupção e fraudes·redução de juros e impostos·apoio a micro e pequenas empresas
- Medidas para aumentar a cobertura vacinal e combater doençasenfrentamento à desinformação sobre vacinas·turbinar o SUS·telemedicina para acesso rápido·parceria com hospitais privados
- Propostas para a educação básica e profissionalizante no Brasilalfabetização e ensino fundamental·capacitação de professores·reforma do ensino médio·parcerias com escolas privadas
- A deterioração do pensamento político e a polarização no Brasilescolha do menos pior·Síndrome de Estocolmo política·guerra de ódios e polarização·necessidade de união nacional
- Políticas para os povos originários e proteção de seus direitosproteger minorias·combater extremismo·respeito à diversidade cultural·fim da indústria do ódio
- Política externa e a participação do Brasil em blocos como o BRICScombate a facções criminosas como terroristas·proteção de jovens e fronteiras·reforço das Forças Armadas·distanciamento de regimes autoritários
- Políticas sociais para combater o abandono afetivo e financeiroapoio a mães solo·acesso facilitado a exame de DNA·assistência social e defensoria pública·responsabilidade do genitor
Salve, salve, família! Bem-vindos! Esse aqui é um evento pré-debate que vai acontecer daqui a pouco. E bom, muito obrigado pela presença de quem tá chegando aí, já se preparando para o que vai acontecer já já. A gente preparou um evento sensacional, mas bom, enquanto a gente vai, enquanto as coisas vão, enquanto vai dando a hora, enquanto vai chegando aqui o que falta chegar, não sei o quê, eu vou, eu vou ter que aturar o Maurício Meirelles aqui do meu lado.
Vou ter que aturar você que me chamou. Agora você quer pagar de nossa? Olha, eu insuportável. Você que me chamou.
Você sabe que eu te amo, né, cara? Tu sabe por que que eu te chamei aqui hoje?
Eu vou contar uma mentira que saiu do projeto.
Tem isso, mas tem também, cara, é você pelo visto é um analista político muito respeitado no Brasil.
Por quem?
Você fez uma análise lá no Flow semana passada que é falando que o Vô Caro deveria ser o presidente do Brasil. E muitas pessoas não só assistiram como gostaram da ideia.
E eu estou chegando em 2030 na campanha Vai Vorcaro. Inclusive, fico muito preocupado, sabe qual a conclusão que eu tô chegando? Já percebeu a quantidade de fotos de pessoas fazendo isso há anos no Brasil, significando na verdade o envolvimento com Vorcaro? Porque existe o L, existe o Bolsonaro. E quantas pessoas fizeram V de Vorcaro? Podem olhar que essas pessoas todas estão envolvidas convocaram. A gente tem que fazer essa CPI, cara.
Isso daí é toda uma questão de fato, né?
A gente tá descobrindo agora aos poucos. É um—
é bom, mas tá bom, cara. Agora, agora é claro que a gente já tava falando sério, mas ainda falando sério, cara. É bom. Hoje é um dia que eu considero bastante importante para a história do Flow, cara, porque a gente tá— a gente não começou ontem a falar desse assunto, sacou? É uma escolha não só editorial, cara, mas quase que uma escolha de como fazer a razão de ser do flow de uma forma geral, não necessariamente fazer um debate eleitoral, mas fazer parte das discussões que realmente transformam ou que tem o potencial de transformar a vida das pessoas, né, cara?
Então é tudo que a gente tá fazendo aqui hoje tem a ver com isso, tem a ver com munir as pessoas para votar melhor. Na tua opinião, Maurício Meirelles, a gente vota mal por quê, cara?
A gente volta mal porque o flow é quem faz o debate, né? O inteligência, o achismos, a gente tinha que deixar isso só para Globo.
Por que que tu não fez o— ah, tá, o achismos também faria mal?
Faria mal, faria mal. Acho que a gente não tem competência para isso e os candidatos já perceberam isso, estão evitando a gente como uma forma de comunicar para a sociedade. Ele já percebeu. Acho que até então, Igor, os candidatos não assistiam o podcast. Agora eles assistem, eles falam, não quero estar envolvido. Esse cara é muito burro. Exatamente. Mas tem alguns que ainda vêm por conta da Insider. Eles querem ganhar um cupom de desconto, uma meia, e alguns vêm.
E a gente vê o nível do candidato quando ele vem. Na verdade, não é assim, pô, parabéns o que veio. É parabéns o que não veio, porque o que veio, ele tá desesperado em busca de uma cueca.
Cara, é, inclusive eu queria mandar um salve especial para Insider, cara, que ela é patrocinadora desse evento de hoje, mas é de um jeito diferente, tá? Qual que é, qual que é a ideia da Insider, cara? Insider tá a fim de promover essa, Insider apoia as conversas que ajudam as pessoas a pensar melhor, tá? Então o que que o ponto todo é justamente esse, então a fazer um evento como um debate na internet, é falar de política e tudo mais, é algo que em geral as pessoas ficam, putz, cara, eu, esse assunto, as marcas, né?
Mas a Insider entende que esse é um momento que a gente tá tendo a chance de propor.
A Insider tá com mais coragem do que os próprios candidatos, muito mais.
Então salve para Insider, incrível, porque assim A Insider é a patrocinadora oficial de Quem Questiona o Óbvio. E eu e você, eu do meu jeitinho e você do teu jeitinho, estamos aqui para questionar o óbvio. Então muito obrigado, Insider, por fazer parte dessa história e tá aqui com a gente para fazer com que esse evento aconteça. Bom, você que não sabe, a gente tá no Teatro Bacarelli, que fica na favela de Heliópolis, tá? A gente decidiu fazer esse evento aqui porque é todo o evento tem um significado, né?
Então a gente construiu isso aqui para falar com pessoas normais, com as pessoas do povo, com as pessoas que existem no Brasil, com um olhar mais próximo possível. Então é, vocês ainda não, talvez vocês tenham visto no Instagram, mas a estética do que nós vamos fazer aqui hoje também vai por esse lado, né? E bom, cara, eu tô, eu tô animado. Galera perguntou se eu tava com medo. Mas eu, pô, a gente ensaiou 3 vezes, cara. Tu ensaia as coisas que tu faz?
Mas você ensaiou com os candidatos?
Não, porque aí seria demais. Eu ensaiei com os fake candidatos.
Ia ser maravilhoso ensaiando com o Augusto Cury desde as 7 da manhã aqui. Não, Igor, não.
A gente ensaiou ontem, pleno domingão, e ensaiamos hoje de tarde de novo.
Então é muito legal porque você ensaiou com os candidatos, né, como se fosse pessoas, né? E você chega aqui, não vai ter candidato. É muito legal. Então você vai ter que reensaiar.
Né?
Você tem que reensaiar você sozinho conversando.
O que que tu acha dessa parada? Assim, ó, existem chances do Flávio e do Lula não irem nem no debate da Globo.
Sim.
Ou seja, os caras estão, não estão dando a chance para o povo entender que diabo eles querem fazer. A gente tá até agora só votando nesse cara contra aquele, ninguém sabe direito o que que os cara vão fazer. O que que tu acha dessa parada, cara?
De verdade, eu acho que nunca foi tão fácil ser marqueteiro, porque o marqueteiro antigamente ele chegava e falava assim, ó, você vai colocar uma roupa assim, você vai botar um dente assim, você vai falar um slogan. Agora é só falar, não vai, não vai. Tem um cara ganhando milhões para falar não, dessa vez não, e o cara tá lá porque ninguém vem. Só que a gente vai acabar votando no cara que menos falar. É muito louco isso. Quer dizer, eu acho que a gente falou tanto, eu acho que o grande problema que a gente proporcionou pra sociedade foi dar microfone demais pras pessoas.
E agora as pessoas começando a falar, será que o contraponto é não falar? E não falando e não indo vai fazer o povo falar, pô, eu sou meio parecido com ele? Então, no fundo, no fundo, vai ganhar o que menos aparecer? Essa é a dúvida que eu tenho.
Olha, tá tudo se desenhando pra algo parecido com isso, cara. Bom, e pra falar um pouco de como vai, de como funciona um debate, inclusive como funcionará esse debate, cara, Tem o nosso parceiro aqui, o Alberto Rolo. Por favor, doutor, chega aqui, senta aqui, por favor.
Maravilhoso, maravilhoso. O cara da polícia que é chamado Alberto Rolo, né?
Muito bom.
Tudo bem? Como é que— desculpa aí a piada aí, eu tô saindo já. É porque Rolo, tá?
Desculpa.
Doutor Alberto Rolo, muito obrigado pela presença. E o senhor tem um— o senhor lida com debates faz um tempo já, não é?
Mas com político indo mesmo, já faz algum tempo. Vamos lembrar que a gente milita na área de direito eleitoral já tem aí mais de 30 anos, né? Começou lá com meu pai. Obrigado, Igor, pelo convite. Maurício também, é um prazer estar aqui com vocês, fazer parte dessa organização. Eu tô vendo de perto o que vocês movimentaram para dar chance ao eleitor poder escolher, poder ouvir, né? Ouvir quem vem, ouvir as ideias, saber quem é melhor, quem é pior, quem quem promete coisas mais importantes, né, quem só fala. Então, para mim, é muito bacana estar aqui com vocês participando disso.
Muito obrigado, cara. E vamos lá, um debate como esse que a gente tá fazendo aqui, propondo trocar uma ideia na internet, pensando nas pessoas da internet, olhando agora pelo lado mais do teu expertise, do ponto de vista de regras e de legislação, até no que tange as eleições de uma forma geral e a mídia, né? O senhor acredita que precisa haver algum tipo de adequação, alguma atualização com a chegada das redes sociais, da internet movimentando tudo isso, como a gente viu, por exemplo, algumas coisas já acontecendo por conta das eleições de 24, e quando a gente viu um candidato causando para caramba nas redes sociais?
Em relação às redes sociais, a gente talvez precise melhorar um pouquinho a lei, para falar nos tais recortes, para falar em remuneração dos tais recortes, campeonato, competição, esse tipo de coisa, porque isso de alguma maneira acaba estimulando artificialmente este ou aquele candidato, apoios a este ou aquele candidato. Então a gente pode dar uma melhorada, mas é sensacional você ter a liberdade que as redes sociais proporcionam hoje para você debater e discutir em bom nível, em alto nível, sem xingar, sem ofender, Eu acho sensacional.
E isso que o Flow tá fazendo, que é justamente sair daquele, né, rádio e televisão aberta, né, você atingir um público diferenciado, público mais jovem, eu acho isso sensacional. E os candidatos mais inteligentes, eu acho que perceberam isso, né, cara.
Eu concordo.
Eu acho que tem um, tem um, a nossa ideia foi pensando, olhando todo o cenário político ao longo dos anos. Então a olhando, entendendo que boa parte de quem poderá fazer a diferença nessa eleição provavelmente é um jovem adulto, é um cara que tá na internet, é um cara que tá antenado nesse tipo de assuntos, muitas vezes porque ele ainda não se decidiu ou ele não tem as convicções tão profundas assim, tão sedimentadas. Foi assim, foi pensando nisso que a gente decidiu fazer esse debate, porque a gente sabe que a gente atinge um público que é diferente dos debates da TV, que tem uma audiência, tem um alvo de audiência diferente, a própria estética é diferente, né?
Então eu acho que a ideia é justamente essa, é comunicar com quem teria a chance de fazer a diferença.
E o formato é bacana, né, Igor? O formato que a gente bolou é justamente dar liberdade para os candidatos, algumas perguntas vão ser feitas por personalidades que foram convidadas, Mas liberdade para os candidatos se movimentarem e fazendo perguntas uns para os outros. A única regra que a gente colocou, você perguntou da lei eleitoral, única regra que a gente colocou que vem da lei eleitoral, eventualmente direito de resposta, mas eu acho que não vai ter baixaria, que é calúnia, injúria, difamação.
Não pode xingar mãe de ninguém, viu, Maurício? Então, calúnia, injúria, difamação e fato sabidamente verídico, é o que tá na lei. Então, se os candidatos não fizerem isso, não tem que ter direito de resposta. E outra coisa que a gente colocou também é agitar material na cara dos outros, né? Tem gente que agita carteira de trabalho na cara do outro, agitar documento, como a gente viu agora em um debate aí há poucos dias. Então a gente também colocou essa regra.
Não, se você quiser ter o seu material de consulta, consulte, provoque o seu adversário, cobre dele respostas, né? Mas não ficar ofendendo, agredindo, até mostrando alguma coisa.
Quando você falou da carteira de trabalho, você olhou para mim. Tem a ver com a minha semelhança com Guilherme Boulos?
Não, porque você lembrou do Pablo Marçal, e aí eu lembrei disso.
Eu achei que foi talvez um pouco abusivo.
Foi uma boa desculpa, viu, Rolo? Gostei. Rolo, muito obrigado. É, vai ser um prazer e uma honra tê-lo aqui mais uma vez como nosso parceiro nesse debate, assim como a gente já teve lá em 2024.
Quer participar do debate? É que tem gente não vindo, você fica lá, você faz o papel de um Flávio Bolsonaro, um Lula, talvez.
Eu vim então com a nossa equipe, sou eu, Alberto Rolo, João Fernando Carvalho e o Luiz Felipe Carvalho também, são os 3 advogados do escritório. Estamos aqui para ajudar naquilo, fornecer serviço.
Legal, tem mais advogado do que candidato. Parabéns, Rolo. Muito obrigado.
Pelo menos empatou.
Tá certo, sensacional. Muito obrigado aí.
Obrigado, obrigado pela presença. Obrigado mesmo pela moral, obrigado pela parceria. É, tem um lanche ali fora.
Já deixa avisado aí. Senão acho que o cara fica—
Tu é o rei dos babacas, cara.
Que babaca, velho? Eu falei que tem um lanche para o cara.
É verdade, você foi bonzinho.
Eu fui extremamente bonzinho.
Eu que fui o babaca.
Você não acha que faltaria um Marçal aqui? Agora sim, você Eu acho que falta. Eu acho que o público que tá assistindo, ele não tá buscando compreensão. Eu conheço o público que tá assistindo, ele tá procurando— poucos, eu sei que tem aí, quantas pessoas deve estar online? 700. Dessas 700 pessoas que estão online, 10% estão procurando um bom candidato. O resto está procurando um Augusto Cury enfiar a mão na cara de um Zema, tá procurando talvez uma chance de um Caiado aparecer seminu.
Todo mundo tá buscando uma polêmica. E sem elementos de polêmica fica sem graça.
Que momento é esse do Brasil, né, meu irmão? Mas o que que tu acha assim, isso que você falou é uma, calma aí, parte, o final da tua fala é verdade, sim, que é de fato assim, eu acho que tem boa parte do público que se interessa por esse assunto quando ele é, quando ele é uma bagunça, quando ele é polêmico, quando ele tem uma cadeirada, quando tem uma parada assim. Isso fala mais sobre os candidatos ou sobre nós?
Sobre nós. A gente tá vivendo uma era da dopamina, né, onde as redes sociais igual o nosso querido Rolo falou, ela acaba, né, trazendo cortes o tempo todo. Então a minha sugestão é trazer o debate Kings League com regras para deixar o entretenimento, porque o internauta ele tem um público diferente do cara da televisão. O cara da televisão ele gosta dessa morosidade que o debate vai trazer, mas o cara da internet, 2 segundos eu parado, o cara já muda, já vai para o Vilela.
Vilela deve estar louco agora. Botando gente pegando fogo. Então a gente tem que ter aqui elementos que façam o cara aperta, tem a carta, o caiado falou um negócio, tem a carta, pode falar mal da mãe do outro. Tem que ter elementos que façam o seu debate ser diferente do debate convencional da televisão.
Puts, cara, eu fui por um outro lado, mano.
Você copiou a TV Cultura, só que na internet. Isso não agrada ao público que está aqui. Um webbullying do nada, pega aqui o celular, caiado, e manda rola para não sei o quê. Coisas que incrementariam o debate, seria mais interessante.
Imagina um webbullying com, sei lá, com Zema.
Com Zema ia ser maravilhoso. Eu acho que as pessoas iam ficar até assustadas que o Zema começou a falar com elas. Mas tudo bem, eu não posso fazer piada com os candidatos agora que eu lembrei.
Pode sim, aqui pode. Eu que tô no Polaco não pode.
Mas também que lá não pode. Não, mas eu acho assim, eu acho que são os mesmos pontos.
Eu convidei um comediante, cara. É suave.
Ah tá, ele tá chegando já já. Inclusive, Muito interessante o debate, com tanta credibilidade que nem o Petri veio. Muito interessante.
Porra, não é, moleque?
Até o Arthur Petri.
Salve, Petri, filho da puta.
Até o Petri não veio, deixando claro. Não, mas vai ser legal. Não, e assim, mas posso falar de verdade, cara? Eu assisto tudo relacionado à política, eu fiz lá no Axismos também a entrevista, só que eu fico triste que são os mesmos candidatos sempre. Então...
Fez o que deu, que nem eu, né?
É, acho que eles estão... Eles já se conhecem tanto que eles vão sair daqui amigos. Eles estão juntos, eles já estão fazendo aliança.
Eu não duvido, porque assim, vamos dizer, existe uma chance real de ser eleito um cara que— vamos lá, existe a chance real de ir para o segundo turno uns cara que se furtaram do debate, que é aquilo que você falou, acaba ganhando quem falou menos, né? O que é uma— o que é um absurdo. E por que que isso tá acontecendo agora? Porque não é à toa, isso não seria, não seria assim se estivéssemos vivendo uma conjuntura normal política no Brasil.
A gente tá no meio de uma crise generalizada que qualquer coisa que o Lula se colocar numa posição que para o Flávio ou qualquer um dos que tá aqui bater pode ficar, pode pegar mal, porque a verdade pode aparecer.
Então, mas isso não é perigoso? Porque a gente tá falando agora sem piada mesmo, você tá falando que se você não aguenta uma verdade durante o debate, como que vai ser sua vida, né, posterior? Eu sei que muita gente pode até tá falando assim, o cara não quer, na verdade, ele ser confrontado para ele não falar alguma coisa que vá depois, né, prejudicá-lo na hora da eleição. Mas eu tenho medo, essa preocupação tamanha com cancelamentos que podem estar surgindo vai promover no futuro quase como, cara, eu não vou falar mais com a própria população, não vou fazer mais depoimentos para população porque eu posso perder popularidade e consequentemente eu posso sair.
Me dá a impressão que os caras estão com tanto medo quanto um ator da Globo de ser cancelado. É isso que me dá.
Não é maluquice?
O adolescente de 16 anos venceu essa batalha.
O cara não vem até aqui que ele fala, porque dá para entender, o Lula não vem até aqui, ele não foi no da Band, ele não vai em nenhum lugar, ele não vai no da Globo, não vai na Globo.
O Lula não vem e o Lula é o principal porque ele é o presidente da República, certo? Se o Lula não vem, eu falo, então não vou. E agora me incomoda que o Renan também às vezes não tá vindo, mostrando que o Renan está arrogante, que ele tá com 2%. Falou, agora já não quero ir também. Ele já se considera no panteão dos caras que agora não preciso ir, já fiz a minha parte. E aí daqui a pouco vai acontecer o quê? Augusto Cury vai começar, o Renan não vai, também não vou.
Parece uma excursão onde o meu colega não vai, eu não vou, o que eu acho preocupante para a nação brasileira.
Minhas filhas lá decidindo se elas vão no acampamento de férias ou não. Falta um pai, falou, você vai sim, você não tem Bom, é, eu queria aqui falar, mandar um salve também para Hashtag Treinamentos, que é um outro parceiro que tá com a gente aqui nesse evento. Que bom, a Hashtag Treinamentos, cara, é a maior escola de tecnologia do Brasil. E do que que eu tô falando? Eu tô falando de habilidades que você aí precisa para você ser promovido, para você, sei lá, desenvolver um outro trabalho diferente, para você desenvolver um hobby também, especialmente com a habilidade do momento que que é entender como funcionam as ferramentas de inteligência artificial.
E aqui eu não tô falando de tu mandar um promptzinho para você, sei lá, pegar uma receita de bolo. Não, isso daqui é para você realmente construir sistemas que façam sentido na tua vida, para você aprender a fazer essas coisas. E é claro que lá na hashtag treinamentos tem vários outros cursos criados para você se dar bem no mercado de trabalho, tá? Então também tem lá É um conjunto de todos os cursos da Hashtag Treinamentos, tá bom?
E nesse conjunto de cursos, se você usar o cupom FLOW, a gente fez uma parceria que você vai ganhar R$500 de desconto, tá? Então imagina ter acesso a todos os cursos da Hashtag Treinamentos, que já tá aí há um tempão, há mais de 10 anos criando conteúdo educacional, e que é a maior escola de tecnologia do Brasil, com R$500 de desconto, tá bom? Então tem um QR code aqui, tem o link na descrição aqui, e acima de tudo eu quero agradecer a hashtag por nos, sei lá, por nos ajudar a fazer esse evento aqui do tamanho que a gente queria fazer, tá bom?
A gente vai receber aqui agora a Luciana da Agência Lupa, que é quem vai nos ajudar a entender e a verificar se o que esses caras estão falando ali, Luciana, é para valer. Então, muito obrigado para começar. E bom, me conta um pouco, porque assim, em que medida é importante em 2026 verificar se o que um candidato, o que alguém de relevância tá falando é verdade?
Gente, boa noite. Primeiro, obrigada, é um prazer estar aqui com vocês. Eu acho que, como vocês estavam falando antes, esse momento é muito importante, né? O debate é muito importante. Vocês também estavam falando antes sobre redes sociais, engajamento, viralização, e a gente sabe que hoje todo mundo, ou quase todo mundo, faz tudo para viralizar, né? E isso inclui falar também às vezes coisas que não necessariamente são totalmente verdadeiras ou dentro do contexto correto, porque no fim o que se quer seguir a lógica da rede social, que é talvez engajamento, dar uma lacrada, falar coisas que vão despertar indignação, ódio, as pessoas vão compartilhar e por aí vai.
E nisso tudo, a conversa se perde, né? A informação que a gente precisa saber não acontece. Então, que proposta esses candidatos têm? O que eles pensam sobre os assuntos que interessam para as pessoas, para o brasileiro, né? Então, acho que é muito importante a gente Tá todo mundo vivendo um pouco de caos das redes sociais, mas é muito importante a gente tentar ajustar o foco para aquilo que interessa para uma eleição, que é a gente ter condição e informação para escolher o candidato que melhor, enfim, representa os valores de cada um.
Assim, eu acho que no meio da conversa das redes sociais às vezes isso se perde, né?
Eu concordo. E você tava falando sobre as conversas que interessam para o brasileiro. Aqui eu vou provocar o Maurício um pouquinho. A gente tava falando antes aqui que os cara tão interessado mesmo é nas polêmicas, não sei o quê. Tu acha que tem algum jeito da gente fazer esses cara se interessarem por como, como é que a gente vai fazer para o Brasil chegar num ponto melhor?
Gente, são os caras, é a população. Os caras fazem o que a população busca. A população tá atrás de entretenimento. Aí o Marçal atrapalhou muito fazer isso, mas eu preciso falar um pouco disso porque de alguma maneira todo mundo tá buscando Qual foi o sarrafo? O sarrafo é uma cadeirada numa pessoa. As pessoas estão ligando aqui esperando que vai ter um fuzil, um tiro, uma granada, porque acabou acontecendo isso. Acho que foram os debates anteriores, antigamente os debates eram uma coisa insuportável, pô, até o debate ninguém gostava de assistir.
Pós, pós assim eleições 2018, talvez 2022, vou botar ali, as eleições elas começaram a ser interessantes por antagonismos, né, por ódios, por é o meu lado contra o seu lado, e as pessoas assistiram como se fosse uma grande torcida. Hoje, se você não tiver alguma coisa que seja isso, né, se você tiver regras muito definidas para não ter isso, os caras vão fazer isso na própria rede social. Então eu acho que a conversa ela tá se perdendo a cada debate, porque ele tem uma própria plataforma que ele fala: lá eu posso falar do jeito que eu quero, como eu quero, e eu não vou ser contrariado porque eu tô falando com a minha própria população.
Ele tá falando com a própria base.
Então uma resposta boa que eu dei, uma excelente resposta. Não teve piada no final então?
Com certeza. Mas eu acho que tem uma falha nessa lógica, que eu acho que eles estão seguindo essa lógica, tá? Mas tem uma falha nessa lógica que, na minha opinião, é fundamental, que tem a ver com o que adianta tu pedir para um cara que já vai votar em você votar em você, né? Então, como para mover o ponteiro, me parece ser necessário colocar, se expor, sair da zona de conforto. Que acontecerá num segundo turno? Acontecerá, pode esperar.
Que no segundo turno o Flávio vai pegar no pé do Lula com o Vórcaro e o Lula vai pegar no pé do Flávio com o Vórcaro também, mas não nesse primeiro turno, que para eles interessa os dois no segundo turno porque os dois se retroalimentam, né? Então é por isso que essa é que é a análise no fim das contas. Mas me conta, me fala uma coisa assim ainda sobre a verificação de fatos. Você acha que esse trabalho ele alcança o objetivo de informar as pessoas ou ainda precisa que as pessoas estejam abertas intelectualmente para aceitar?
Porque a gente sabe que existe um, existem esses fã clubes que são difíceis de qualquer ideia penetrar ali.
Eu acho que as pessoas precisam racionalizar um pouco a conversa sobre política, eleição, Brasil, governo. Eu acho que ainda é muito movida a paixão e a gente percebe uma resistência de você nem querer saber se aquilo que o meu candidato realmente falou é o que realmente é, porque o que só me interessa é que eu quero validar porque é ele que eu sigo e ponto final, assim. E claro, não é todo mundo, a gente sabe que tem gente que entende, por exemplo, né, no próprio caso da Lupe, que entende o trabalho que a gente faz, Mas a gente percebe muito isso assim, as bolhas de cada candidato, e aí todos os candidatos assim, elas se fecham e elas— é difícil você ter ali o dado, tem a informação, tem a fonte, qualquer pessoa pode entrar, pode olhar, mas não interessa.
Quer dizer, mesmo se você hoje falar, o que ele tá falando é uma mentira clara, ele na verdade matou a família toda, não sei o quê, ainda haverá pessoas que vai continuar votando nele.
Sim, sim, claro que é isso. Não dá para generalizar nem todo mundo. Eu acho que existe assim gente no Brasil interessada em saber de fato, né? Mesmo se o candidato que ela vai votar não, enfim, faltou com a verdade um momento, ela tem assim, né, consegue racionalizar, entender isso. Mas sim, existe. E enfim, acho que a psicologia explica viés de confirmação, né? Aquela necessidade da minha crença ser validada. Isso Isso tudo interfere muito nessa conversa e muitas vezes as pessoas não enxergam.
Então você respondeu a própria pergunta do Igor, que assim, as pessoas não vêm pra cá, pro debate, porque o debate ele não virou uma troca de ideias, virou um passa ou repassa de tipo assim, eu contra você e tem uma torcida que não importa o que você faça, eu vou ficar do seu lado ou vou ficar contrário a você, porque eu já saí de casa disposto a gostar ou não gostar de você. Seria isso.
Tem.
Mas aí a função sua é exatamente chegar e falar: Você tá sendo tonto em votar num cara que claramente assumiu um roubo, um erro e tal.
Eu acho que tem todos esses recortes, assim. Tem quem esteja aberto para ouvir e refletir sobre, tem quem não tá aberto e tem quem talvez nem tenha informação. E aí essa informação precisa chegar nessa pessoa e talvez ela começa a pensar, a refletir. Eu acho que tem todos esses todos esses grupos, esses recortes assim.
Entendi. É, bom, eu concordo. Eu acho que a gente tá vivendo um momento, eu não sei como chama, a gente chamou por um tempo de pós-verdade, né? Que é o que que é verdade no fim das contas. Tá cada vez mais difícil verificar o que que é verdade, o que é curioso porque a gente tem tecnicamente muito mais acesso à informação do que qualquer outra era da humanidade, né? Mas a desinformação é passada com tanta, sei lá, com tanta, o cara fala com tanto impostado, ele fala como se aquilo fosse uma verdade tão óbvia que parece verdade.
Então tem assuntos que a gente acaba não entendendo, sei lá, o que que é, o que que não é. E se tu não tiver esperto, fica cada vez mais difícil, né, viver num lugar, numa sociedade assim, na era da minha verdade.
Que é o meu universo, ele é a verdade, né? Eu tava falando hoje, eu fui, o Cortella foi lá no meu programa lá, legal, e eu bati um papo com ele sobre uma coisa que até que a gente tava discutindo. Eu não sei qual é o público que tá assistindo hoje aqui, mas eu tenho 42 anos, ou seja, se eu viver até os 84, estou na metade da minha vida. Metade das pessoas para frente, elas já, elas são híbridas igual eu, ou seja, nasci no mundo plural e tal.
Tolerante, enfim. E metade para baixo, não necessariamente o cara de 30 anos, mas assim, o cara de 20, cara de 15, ele já vive numa verdade que ele acredita que aquilo que tá no algoritmo dele é exatamente o mundo dele. A gente vai chegar daqui a pouco onde a maioria das pessoas vão acreditar, a maioria vai acreditar que aquilo que ela acredita é simplesmente a verdade. A gente ainda não tá na maioria disso, mas daqui a pouco é isso.
A pessoa então assiste já sabendo que o Flávio Bolsonaro é o melhor, ou Lula é o melhor, ou Renan é o melhor, e não tem discussão. Então o debate ele tende a acabar ou virar uma grande carnificina.
É, eu olhando por esse lado, cara, é, e analisando a fala de vocês dois, eu fiquei pensando aqui se a deterioração da qualidade dos debates tem a ver ou em que medida isso reflete a deterioração do pensamento político do povo brasileiro. Vamos lá, lá em 89 a gente já teve logo de cara inclusive o Collor faltando ao debate, mas o debate ele era algo, ele é algo que é tradicional, né? Eu especialmente, o da Band e o da Globo, um começa e o outro termina, sempre foi assim.
E a gente, e aí vamos passando no tempo, a gente chegou lá em 22 e a gente teve lá o debate que teve aquele monte de meme lá do candidato padre, por exemplo, né, que tem a ver com que tu falou aqui. Esse debate de fato, infelizmente, é um debate que foi proposto e feito na maior empresa de mídia do Brasil, né, e os cara fizeram o que fizeram. E foi o teatro que foi, e foi o circo, acho que a palavra certa é circo, o circo que foi, né?
A gente pula 2 aninhos, vai para o de 24, a gente começa a ver violência física, né? Violência física. Então, cara, será que já esticamos, será que essa mola já tá no limite e agora o pêndulo tá voltando? O que que vocês acham?
Para voltar numa boa discussão, é isso?
Pode ser, pode discordar completamente do que eu falei.
Eu acho que, bom, acho que esse ano totalmente atípico, como a gente tá falando, né, até debate sendo cancelados porque os candidatos não vão, acho que esse ano ainda não é. Mas talvez, eu acho, mas eu acho que as pessoas estão sentindo que pode, eu percebo que tem gente que diz que tá fazendo falta. Que tem alguma coisa diferente, tá estranha, né? Não tá estranha a gente não ouvir proposta, a gente só ouve acusação, a gente mal sabe o que que os candidatos, né?
Se você não leu o plano de governo, você não sabe. Porque exato, porque nos espaços, né, propaganda eleitoral gratuita, e eles se atacam para depois isso virar um corte para alimentar sua rede social e alimentar sua bolha e isso voltar, esse ciclo. Então eu acho que que as pessoas perceberam, algumas começaram a perceber que isso não é saudável, que tá fazendo falta, que tá dificultando, que o clima não tá legal e que talvez para os próximos, eu acho que a própria dinâmica também talvez da própria, enfim, da campanha vai mudar já pelo que aconteceu esse ano assim.
Então eu não quero ser totalmente pessimista, eu acho que esse ano de fato a gente tá tendo uma eleição bem estranha, espero que no segundo turno a gente consiga ter mais conversa e debate sobre o que se espera, e menos briga, e menos falta, e menos ausência. Mas quem sabe para daqui a 2 anos, na próxima eleição municipal, a gente consiga começar a voltar um pouco então e exigir inclusive dos candidatos que eles estejam nos espaços e que conversem feito pessoas civilizadas, à altura do cargo que elas pleiteiam, né?
A minha visão, desculpa só falar Eu acho que o problema foi que todo mundo virou uma emissora. Antigamente você tinha que depender de uma emissora, então para você aparecer você tinha que ou vou na Band ou vou na Globo. Agora, se você tem um candidato que tem mais seguidores do que uma emissora, por que que o cara vai na emissora? Então ele acaba fazendo, falando com a própria base, porque a própria base é o que se retroalimenta, né, disso daí.
Então acho que o problema, na verdade, aí fica a sugestão da gente que trabalha com com entretenimento, com política, com comédia, que seja, é como a gente que tá nesse lado da internet vai trazer debates que vale a pena o cara participar. Porque ele fala: ali eu vou, porque ali me leva para um lugar que eu acho que eu fico mais confortável. Porque também existe o medo do próprio candidato tomar uma cadeirada.
Ele também tem esse medo, é verdade. Porém, nesse ano especificamente essa, esse não me parece ser o cálculo. O cálculo me parece ser puramente no que tem a ver com as pesquisas. Então qualquer perigo de mexer como estão os dois da frente lá, eles vão evitar. E isso empobrece de um jeito que é difícil de descrever.
Um terceiro colocado que tivesse na rabeira do segundo colocado, a ponto do terceiro e do segundo estarem aqui para disputar. Agora assim, não é a primeira vez que acontece isso, né? A gente também tem que lembrar, não sei quem tá assistindo, mas você falou do Collor, né? O Collor não veio no primeiro debate. O Fernando Henrique também não foi em debate quando ele tava candidato ao segundo mandato, né, dele. O Lula não veio também em 2022. O Jair, não, em 2018. É, foi 2018.
Bolsonaro levou uma facada, não foi no último de 2018.
O cara vier com facada, até mais agradável. Mas o Bolsonaro não veio em 2022, quando ele era presidente, ele não veio. O Lula também não veio. Então assim, tem muita gente que já usou esse artifício, que é não levar o primeiro turno em consideração, que é um outro problema do Brasil.
Que não sabe como funciona um primeiro turno.
Que considera, na verdade, o Brasil é só o segundo turno. Então isso pra mim é o problema mais grave e urgente.
Cara, excelente análise. Então, Luciana, muito obrigado pela moral, pela parceria, e a gente conta com a Lupa para a gente então fazer esse debate aqui com que as propostas e as falas sejam verificadas da melhor forma possível.
Obrigado.
Obrigada, Igor, é um prazer. Muito importante a gente, enfim, esse é um grande período para a gente de trabalho também, porque acho que só queria deixar o recado que mais do que verificar uma fala ou outra é a gente prestar atenção no compromisso que todos os candidatos, todos os cargos têm com o debate, com a qualidade do debate público. Acho que isso é um objetivo da Checagem assim, e é o que a gente se propõe a fazer.
Prazer.
Valeu, muito obrigado, viu? Tamo junto.
Bom, e agora é a gente— bom, queria também dizer para você que tá assistindo a gente que todo o conteúdo tanto de política assim, educacional, que tem a ver com eleições, que a gente tá produzindo no canal do Flow. Também está disponível lá no Kwai, que é um aplicativo de vídeos curtos. Se você quiser, também pode, sei lá, se informar por lá, tá bom? Então obrigado, Kwai, também pela moral aí, pelo apoio. E a gente vai receber o Zema, que vai dar uma palavrinha com a gente aqui um pouquinho. A gente já tá para começar o evento em si. Então, Zema, chega aí, entra aqui.
Zema, chega aí é uma boa frase a respeito de um candidato.
E aí, Zema?
Tamo bem?
E aí, Zema, como é que tá?
Tudo bem, tio?
Boa noite.
Obrigado por vir aí, Zema.
Prazer é todo nosso.
Bom, e aí a gente tá aqui a minutos de começar o nosso debate. É, com, vou citar de uma vez aqui que a gente tem os dois, o Lula e o Flávio, como faltante. O que a gente tava até agora dizendo aqui que os interessa porque fica mais difícil de colar neles a o que tá acontecendo, Banco Master, Supremo Tribunal Federal e tudo mais. Eu queria saber o que que tu pensa sobre esse tipo de ausência.
Eu tenho uma proposta que eu inclusive vou citá-la aqui, nunca tinha citado. Como eu tô vendo que tem gente que vai, tem gente que não vai, eu quero que o horário eleitoral gratuito, em vez de ser essa baboseira que tem aí seja utilizado para fazer debates, entende?
Boa ideia mesmo.
Quem tem um podcast como você ou uma emissora, uma rede de comunicação, se inscreve. E em vez de aparecer essa baboseira na TV todo dia que ninguém assiste, que só serve para abrir boca, eles seriam questionados. O que que você acha?
Eu acho lindo, na verdade.
Acho que Eu tenho, eu tenho uma outra proposta. Qual, Zema? Os principais candidatos hoje, né, das eleições, eles não estão indo nos debates. Será que não seria uma estratégia você deixar de ir para você se tornar talvez um dos principais candidatos?
Ele tá de sacanagem, esse cara é um comediante, tá?
Porque talvez você não indo— você já pensou que você poderia subir nas pesquisas? O Zema não foi, agora ele tá com 19%.
É, né?
Será que você não tá indo muito? Você deveria deixar de ir.
Eu fui comerciante, varejista a vida toda, sabe?
Certo.
Eu acho que você precisa, e nesse caso aqui para trazer eleitor também, concorda? Não é? Você já viu uma grande empresa de varejo ficar sem anunciar, sem nada? Não tem como, não tem, né? Até as grandes estão aí em pontos de ônibus, nos Mas quando o seu produto é ruim, você não quer mostrar. É, quando o produto é cheio de falhas, de questionamento, aí tem gente— aí eu te dou toda razão mesmo.
Eu falei mesmo, viu?
É, quando é para poder, como que fala, tem aquele negócio, hoje não fala mais o freguês, mas, né, hoje é o cliente, né?
É, cliente sempre é razão.
Mas antes eu lembro, eu era menino, ia no jogo de futebol, um time gritava lá, né, o Galo é freguês, o Cruzeiro é freguês, não é isso? Quer dizer que era passado para trás.
E hoje é o eleitor que é passado para trás, o tempo inteiro, sem parar, entendeu?
Mas ele vota, ele tá querendo ser passado para trás, porque ele já tá vendo que o cara não tá indo e tá votando nesse cara que não tá indo. Então ele está querendo ser passado para trás. Eu acho que não pode reclamar depois.
Eu acho que tinha de ter uma lei atrelando essa participação nos debates a questão do horário eleitoral, entendeu? Ou ser dentro ou ele ter alguma penalização, alguma coisa. Porque analisa só, o horário eleitoral gratuito é feito só para os tubarões, é verdade, aí que tem milhões para gastar e ficam fugindo dos debates.
Eu tenho uma ideia também: e se cada debate que ele não for, ele perde 1 minuto no horário eleitoral? Então isso vai descendo, isso a ponto de outros candidatos que forem ganhando, né, cederia, tipo risômetro do Faustão, cederia esse 1 minuto para aqueles que foram.
O Lula não veio, perdeu 1 minuto, perdeu 1 minuto e cede para aqueles que foram.
É isso aí, pronto, já tá aí. É porque assim, se o voto é obrigatório, o debate deveria ser.
Se o eleitor é obrigado, o candidato não é obrigado? Olha só, concordo.
Já começa a achar que ele não vai estar aqui nos próximos 4 anos. Já começa a achar que ele não vai estar aqui nos próximos 4 anos. Porque se ele não vem no próprio debate, como é que eu vou garantir que ele vai estar aqui enquanto ele for presidente? Então assim, é uma candidatura fantasma.
Olha, tem sido em boa medida uma eleição marcada com pelo menos 2 candidaturas fantasmas de fato, né? Na minha opinião, que tem a ver com isso, que é não— a gente, eu não sei o que que o Lula pretende fazer para segurança, e nem o Flávio, né? Da última vez que ele falou, ele falou que ele ia arrumar um monte de celular para as mulheres e não sei como, sabe?
A disputa vai ser celular contra Monjaro. Essa é a disputa final. O Lula falou que vai liberar aí o Monjaro, e você escolhe o que você quer. Você quer celular ou quer Monjaro?
Vocês estão vendo o desespero dele nessa reta final, né? Ele tá desesperado.
Não, ele não vai votar no Lula, tô achando.
Tudo que ele pode tá tentando enganar as pessoas, ele está, né? Escala 6 por 1, aumento do Bolsa Família, como se isso já não tivesse sido feito no passado e não resolveu. Agora tem monjaro, né? O monjaro até uma invenção mais recente. Essa não teve no passado.
Tem uma curiosa nesse sentido aí para mim, que é curiosa, que é verdadeira fome zero, que é o papo do, da, lembra da taxa das blusinhas? Sim, os cara puseram a taxa da blusinha e depois festejaram tirar a taxa das blusinhas, inclusive sendo parabenizado.
O cara que inventou esse bagulho, ele bate na pessoa e leva para o hospital. É muito boa essa ideia, né?
Ele aleija e dá muleta depois, não é isso? É, né? É mais ou menos isso, né? Quebra sua perna, ó, eu sou bondoso, tô aqui a muleta para você poder caminhar.
Bom, Zé, mas a gente já vai, a gente já vai começar lá o evento.
Eu preciso falar que o Zé, ele tá andando o Brasil inteiro e não consegue encontrar os candidatos. Porque assim, você vem de Minas toda hora, você tá em São Paulo, você queria encontrar eles, né? Você tem uma coisa, fazer uma foto. Como é que fica a sua expectativa diante da realidade, não encontro ao Lula e ao Bolsonaro, ao Flávio no caso.
Então é uma frustração, é bem frustrante mesmo, né? É um candidato que sinceramente ele parece que não quer responder as perguntas.
Qual pergunta você faria para ele? Ele vai responder na rede social. Então faz uma pergunta para o Lula aí, depois outra para o Flávio.
Eu queria falar para os outros candidatos o seguinte: eu moro em Belo Horizonte, que é a terra A cidade aonde nasceu, cresceu, se educou, casou, teve filhos e mora o banqueiro bandido Vorkaro. Eu lá em Belo Horizonte, eu nunca encontrei com bandido uma vez.
Não tem uma mensagem no teu WhatsApp?
Mas será que ele nem tem meu número?
Mas às vezes você não é legal para ir em festa também. Às vezes você é meio, ah, o Zema não vai beber. Tem essas coisas também.
Um cara de bobo, de honesto.
Ele deve ter visto que o Zé é meio chatão, vai espalhar, as mina tá foda, você pode atrapalhar a balada, sabe?
Então é, eu não fiz muito o jeitão dele não.
Você não acha que o que atrapalhou o Vô Caro foi o fato dele ser mineiro? Porque mineiro conversa demais, bate-papo. Se ele fosse curitibano, ia ser só vazar joinha, um ok. O mineiro tem muita conversa.
Não, ele não tem estilo de mineiro não, viu? Aquilo que tem no telefone celular dele não é coisa de mineiro não.
O quê, senhor?
Aquilo ali é coisa de sociopata, psicopata.
Ah não, tudo bem.
Não é coisa, é um cara doentio aquele lá, tá? Eu acho que além de prisão ele vai precisar de umas doses cavalares aí de psicotrópicos para ter uma vida normal, né?
Porque é um cara que realmente, na minha opinião, devia ser o presidente do Brasil. Eu falei isso.
Olha o absurdo que esse cara falou, velho.
Para mim, ele é o cara que tem que ser o presidente do Brasil.
Ele vai conseguir.
Ele juntou, pelo amor de Deus, nenhum político conseguiu. Junta a esquerda, junta a direita, Centrão, Centrão, é prostituta, é militar.
Só o 30 que ele não levou.
Dá uma olhada no email aí que tem chamada.
Deve ter.
Acho que era o do Gmail lá, seu Zé.
Pode olhar aí. Tanto é que nós do Partido Novo somos quem mais tem batido aí nesse ponto.
Não faz assim não, porque eu vou orcar o Brasil.
Ô Zema, obrigado pela presença. A gente já vai lá para o palco que a gente vai começar o debate. Antes eu vou receber o Cury aqui, tá?
Obrigado, Zema. Um abraço.
Boa noite.
Valeu.
Obrigado, Zeca.
A gente se encontra já já, tá bom? Então, primeiro assim, eu queria só deixar registrado aqui que você é um grande babaca e eu adoro isso.
Mas o que eu fiz?
Não, nada, meu irmão.
Perfeito.
O que é babaca, irmão Zeca?
Você tá me ofendendo.
Jamais faria isso, cara. É sempre na boa intenção.
Babaca é boa intenção?
E na ideia de engrandecer o seu trabalho.
Eu tô tentando aqui, né, fazer render aí para audiência, porque quem diria que o pré-debate tá mais interessante que o próprio. Desculpa aí.
Isso é porque você vai estar—
você quer que eu fique de bolos lá?
Eu acho que ia ser uma boa, família. Vamos só no Deco aí ver o que O que que ele acha da gente colocar o Maurício Meirelles falando? Tem que botar camisa vermelha.
Tá, eu tenho, tá.
Eu acho que se pintar legal o teu cabelo, cortar o dedo, parece o Lula.
Eu fico lá normal. Posso falar? Tem gente que vai acreditar, velho. Cuidado com esse corte. Eu fico de Lula, volto, faço fase, né?
Bota uma barriguinha, bota uma paradinha qualquer. Qual foi? Tudo certinho?
Tá bom.
Bom, então não, não, tá vindo aí o Cury, tá descendo aí, ele vai passar aqui, e aí depois a gente vai o evento em si. Bom, então, cara, eu tô ansioso, eu diria.
Você tá o quê?
Ansioso.
Por quê?
Para acontecer logo.
Quanto tempo vai durar o debate? As pessoas precisam se programar. Tem gente que tá jantando. Quanto tempo vai durar o debate? Porque debate é chato, hein? Dura 4 horas.
Então não vai durar isso tudo não.
Não tenho, não tem, a gente pensou de um pouco, ele vai para Minas ainda, é meio chato também para o cara também. Será que as pessoas não vêm porque fala, porra, é horas. Isso também reduz, faz 20 minutos. Quem sabe o Lula falar, Bolsonaro fala, pô, no Flow é 20 minutos, no próximo eu vou. Às vezes o que tá atrapalhando é muito tempo, é tipo Prêmio Multishow, corta, vai amarrar, pode ser.
É, mas o que me chama atenção nesse caso é o Lula sabe, é, por exemplo, ele, ele a princípio ele tá fazendo as paradas aí, toda hora tem uma desculpa diferente. Mas o que me chama atenção é esse cara não sabe, eles vivem em função das eleições. Claro, ele não sabia que ia estar em campanha esse mês, e aí ele não podia ir no debate da Band, por exemplo.
Ah, entendi. Você acha que realmente é porque ele está cansado e ocupado?
Não, eu acho que é porque esses caras são os mais cara de pau que a gente tem aí, não tem muito o que fazer mesmo.
Mas você falar isso na frente deles?
Ah, cara, eu pretendo, eu espero ter a chance.
É, tá bom. Então temos aqui então o nosso candidato Augusto Cury, por favor chega aí, que vai sentar aqui na mesa e a gente vai perguntar coisas incríveis, como por exemplo: tudo bem, candidato? Pô, obrigado, valeu, Cury, tamo junto, fica à vontade.
Precisa de um psiquiatra nessa política.
Você já viu que eu falei isso, né? Eu fiz um vídeo sobre isso, eu falei, eu acho que a galera tá precisando de psiquiatra. Acho que você, você entendeu o circo, você sentiu, tem um pouco aí. Deixa eu fazer, você que é um médico assim, quando o cara não sai de casa para ir num debate Qual que é a condição mental dessa pessoa? Por que que ele não sai? É o quê? Às vezes pode ser uma coisa, um TDAH. O que que é que tá acontecendo com os candidatos?
Ele é fóbico, irresponsável, ama muito mais o poder do que a sociedade brasileira. Só é digno do poder quem não tem medo de debater. Só é digno do poder quem fala suas ideias com responsabilidade. Portanto, esses que não vieram são covardes, de uma certa maneira, com muito respeito a todos eles, mas a atitude é de covardia. Isso é inaceitável.
É uma atitude que para mim mostra um cuidado para que, para não se colocar em—
acabou de chegar Jair Bolsonaro, você viu que tocou a campainha—
cuidado para não se colocar numa situação em que, em que, por exemplo, o Cury, que, por exemplo, o Lula e o Flávio, ou nenhum outro, conseguirá colar em você, por exemplo, a narrativa de ligação com o Voo Caro, Banco Mais, é um exemplo. Eles não conseguiram colar porque é inexistente, não tem, né? E eu não tô puxando teu saco, eu tô apenas falando um fato, né?
E aí, e aí, mas gosta porque é o respeito mútuo.
E aí, e aí, colocar-se na posição em que o Augusto Cury ou Zema ou qualquer um dos que dos presentes, consegue pegar nesse ponto de dor específico, que esse é o maior escândalo até o momento da história do Brasil. Esse é um escândalo que, como Maurício disse, une todo mundo, né? Então, colar neles essa narrativa pode ser algo que mude, que faça mudar as pesquisas, no fim das contas, e de forma covarde, eles não aparecem mesmo, né?
Nesse sentido, Cury, o que que tu pensa sobre como é que a gente faz então para que o povo brasileiro vote mais informado, mesmo não tendo, mesmo sendo os dois mais bem-intencionados ausentes crônicos?
Bom, Maurício, Igor, em primeiro lugar, é uma grande honra estar aqui. Eu vejo a estrutura toda que vocês montaram, é enorme, enorme o gasto vocês não estão procurando mais visualizações, vocês estão procurando ajudar o Brasil. Isso é de uma grandeza sem precedente. Agora, mentiram para nós essa indústria do ódio, essa, essa indústria dos egos. Veja bem, a direita pregou nos últimos 10 anos de que a esquerda é esquerda opaca, que não valoriza a liberdade de expressão, que não ama de fato família e não ama a liberdade religiosa.
E a esquerda pregou o ódio dizendo que a direita não valoriza os direitos humanos, não gosta de pobre e é fascista. Essa indústria do ódio tem de terminar. Eu me coloco aqui para governar os dois, tanto os da direita, que há milhões e milhões de pessoas encantadoras na direita, e milhões e milhões de pessoas fascinantes na esquerda. Então eu quero que você olhe para mim e diga, esses dois têm condição de governar o país? Eles fogem do debate, não têm projeto.
O Lula, ele deu 15% de aumento há 17 dias da eleição para o Bolsa Família. Isso indica que ele não ama os pobres, ele ama o cargo. E Flávio Bolsonaro tem tanta coisa para explicar, tanta coisa que eu teria vergonha. E num certo sentido, se eu fosse ele, eu pensaria até em renunciar diante de tantos escândalos. Que foram apresentados até agora.
Boa, ô Maurício Cury, eu vou, eu preciso falar com a campanha do caiado. Eu vou te deixar na Berlinda aí, ô Maurício.
Pô, que legal! Eu vou ganhar quanto por isso? Bom, vou fazer, não, então vou perguntar para, já que, já que eu agora estou capitaneando aqui o Flow, quem sabe a gente já muda a minha senha, aproveita, a senha passa a ser minha. Deixa eu te fazer uma pergunta, você falou um negócio muito importante da esquerda e da direita. Eu cheguei até a fazer um vídeo recentemente na minha rede social sobre, talvez seja a primeira eleição que a quantidade de rejeição é maior do que de aprovação.
Ou seja, não importa o resultado, caso o segundo turno não esteja o senhor e os outros candidatos, e sim seja o que está sendo configurado, ou seja, Flávio Bolsonaro e Lula, vai ter mais rejeição a um do que aprovação. Como que você vê esse cenário, a gente elegendo através da rejeição e não através da aprovação?
Sabe, Maurício, é difícil você entender como a sociedade brasileira foi sequestrada. Veja bem, você votar no menos pior— o Lula nunca, nunca plantou uma horta e quer definir o futuro da agricultura. Ele nunca colocou o seu dinheiro para montar uma empresa e quer definir o futuro do comércio, da indústria. E ele não tem amor pelos pobres, como ele diz, porque 82% das pessoas, das famílias, estão endividadas. Olha a situação, olha o modelo econômico de Lula.
Com muito respeito, está falido. E olha Flávio Bolsonaro, também nunca plantou uma horta, também nunca montou uma empresa com dignidade, apenas uma pequena empresa de chocolate com uma série de coisas que precisam ser explicadas, nós sabemos.
Também Enfim, não tem, gente, desculpa te interromper, não foi qualquer empresa de chocolate, foi a empresa que mais vendeu chocolate na história do Rio de Janeiro. Então o cara tem uma capacidade excelente de vender chocolate. E você vai ser administrado por alguém que é um excelente gestor que vendeu muito chocolate.
Você sabe que uma coisa triste é, no final de agosto eu estava com 3,5% ou mais de engajamento, havia milhares e milhares de pessoas falando da minha candidatura, inclusive haters. Que o contraditório é importante, mas caiu para números absurdos. Eu, meu time tem convicção que nós fomos sabotados pelo algoritmo. Saímos de 5% que nos conhecia para 35%, e eu rampei para 12% pós-debate na Band. Você disse pós-debate na Band? Após-debate na Band foi uma avalanche de pessoas apostando em nossa candidatura, e eu saí de 2% para 11%.
Mas depois ocorreu algo dark, nós não conseguimos entender. Se você for ver, está havendo pessoas questionando o Flávio Bolsonaro, que está impulsionando lá dos Estados Unidos para cá. Isso tem de ser investigado até as últimas consequências. E eu caí para 0,7% e tinha 3,5%. Então as pessoas não sabem que eu, com humildade, Augusto Cury, escritor, o psiquiatra mais publicado no mundo e gestor de várias empresas, sou candidato à presidência. Parou, paramos em 35%.
Mas qual a alegação? Você acha que foi o quê?
O algoritmo?
Mas o algoritmo, você acha que ele pode ser manipulado por outros candidatos para isso acontecer? Tem uns indianos cuidando? Como é que funciona?
Maurício, nós não sabemos o que tá ocorrendo, mas que ocorreu, ocorreu de maneira cruel. Sabotaram a candidatura do único candidato que propõe pacificação e governar o país com os maiores especialistas. Isso dói na minha alma. Portanto, se você percebeu que também caiu o seu engajamento quando você falava do meu projeto, faça vídeo de apoio, porque eles não podem calar a sua voz e nem calar a minha voz. E é muito triste isso.
Eu imagino, lógico. Inclusive, o Instagram às vezes deixa de entregar as minhas coisas também, que não vão mudar nada o Brasil, mas fica o recado. Ô, Cury, sabemos já que Flávio e Lula não estarão presentes. Eu imagino que você deve ter pensado muitas perguntas nesses últimos 3 meses de campanha. Qual pergunta você gostaria de fazer? Porque como eles estão viciados em cortes de internet, talvez chegue a sua pergunta para ele através de um corte de internet.
Paulo Lula, você disse que o agro deveria se ajoelhar a você porque você deu crédito subsidiado. Você não deu crédito seu nem dos seus amigos, é crédito do Brasil, é crédito dos contribuintes, e chega apenas para uma parte dos agricultores. Na verdade, Lula, você deveria se ajoelhar ao agro e pedir mais respeito. E você falou que o agro te despreza pela cor da pele porque você é nordestino. Você não sabe que há milhões de agricultores familiares no Nordeste que não têm crédito subsidiado e eles têm lucratividade de 5% e pagam custeio anual de mais de 20%?
Então, por favor, Lula, tenha mais respeito. E para você, Flávio Bolsonaro, eu quero olhar nos teus olhos o porquê que você não apresenta a planilha do Dark Horse. Você sabe que eu tenho um filme meu, tem um livro meu que está se tornando filme, está sendo filmado por esses dias, por um valor de 9 a 10 vezes menos que o Dark Horse, e é um longa-metragem.
Perdeu a oportunidade de pedir dinheiro para o Daniel Boccaro.
Eu vou te falar. Então quero saber que tipo de promiscuidade existia entre você e o Forcarro. Você tem que explicar, é tua responsabilidade. Se você não deve, explica. Se você não deve, você vai ser absolvido. Se você deve, você tem de considerar a possibilidade até de renunciar à sua candidatura, porque não é possível. Aliás, eu também quero falar outra coisa para Lula: como é que pode você, Lula, dar 15% de aumento a 17 dias da eleição?
Por que que você não deu no início do ano? Por que que você não deu quando as pessoas estavam ali? R$600 mais R$150 por filho. Por que você não deu 30%? Por que você dá a 17 dias da eleição? Só tem uma explicação, ó, me desculpe, só tem uma explicação: você ama muito mais o cargo, ganhar o quarto mandato, do que as pessoas pobres desse país. E as pessoas pobres desse país precisam de respeito e você não pode usar a dor dos outros para ter vantagem política.
Bom, a gente tá indo daqui a pouquinho iniciar o debate. O Igor já está se preparando, né? Estamos aqui já com os— fiquem tranquilos, tem candidatos. Tá aqui Augusto Cury, Caiado está aqui. Aos poucos estão chegando os candidatos. Então já tá, ó, Caiado tá aqui, o Zema tá aqui, Cury tá aqui. Talvez esteja aqui o Monark, a gente não sabe. Bolos também. Bolos, eu posso fazer o papel de bolos, eu tô com a cara igualzinha. E eu ia te fazer uma pergunta, eu sei que as perguntas mais sérias elas acontecerão ali, mas eu tenho uma curiosidade, porque você, digamos, é o tal do outsider, né?
Você é uma pessoa que não era executivo da política, você é um grande escritor, um psiquiatra, e hoje está aqui. Como é que é a vida dos bastidores dessa sua nova jornada? Como é que é isso para você? Toda hora você tá indo num debate. O quanto isso cansa, o quanto isso tem mexido com a sua cabeça? Ou você precisa de um psiquiatra também?
Você quer ser estressado? Vai ser candidato à presidência da República. Eu nunca encontrei um ambiente tão tóxico, Maurício. Nunca encontrei uma indústria de haters tão poderosa. Eles pagam, eles estimulam os haters. Para destruir reputação. É quase inacreditável. Por exemplo, eu fui na favela da Rocinha a convite das mães, dos pais, dos líderes ali da comunidade. Eu fui com respeito, fui abraçado por todo mundo. Você acha que Flávio Bolsonaro poderia subir?
Você acha que Lula poderia subir? Eu fui, fui abraçado por todo mundo. E diante daquela comoção, eu falei: não venho aqui pedir votos para vocês, eu venho aqui para escutar a sua dor, porque eu sou médico. E lembrei de papai e mamãe, mais 6 filhos, moravam todos num quarto só. Eu fui às lágrimas. Eu sou difícil de chorar porque eu fui treinado para ouvir sem me emocionar demais. Eu fui às lágrimas e eles também choraram porque eu disse para eles: é uma irresponsabilidade um candidato vir usar a sua dor para pedir votos.
Vocês são tão mais, tão mais importante que uma cadeira de presidente. Olha que coisa linda eu encontrei como candidato à presidência. Agora vou te contar uma coisa engraçada. Eu tô ali no agro dando palestra para as mulheres do agro. De repente, um cara todo de amarelo, e eu falei assim: o Bolsonaro nunca plantou uma bendita horta e quer definir o futuro da agricultura. Aí me dá um cutucão: mas ele não plantou mesmo. Aí falaram no ouvido: olha, ele é o irmão do Jair Bolsonaro.
Eu olhei para ele assim, falei: mas, mas eu sou deficiente visual e daltônico. Mas teu irmão nunca plantou uma horta mesmo, viu?
Muito bom, muito bom.
E aí, bom, o meu irmão, ele tinha gado, e ele era tão— o irmão dele falou que ele é tão pão duro e colocava o sal dentro de uma garrafa para o boi lamber a garrafa e não lamber o sal. Virou um clima muito agradável ali, tá bom?
Eu imagino que Hoje a gente vai ter aqui também um clima ainda assim também mais amistoso, diferente do que poderia ser caso os dois estivessem aqui, né? Nesse sentido, a gente já tinha construído o debate para ser um debate propositivo de ideias e tudo mais, mas o quanto que tu acha que é importante o debate pelo debate, no sentido de Cara, vale qualquer coisa, um candidato padre, por exemplo, que tu deve lembrar do debate da Globo de 2022, um monte de meme, né, vários, acho que todos os memes de debate saíram daquele debate ali, para um debate como— e aqui eu vou citar figuras ligadas inclusive ao PT e ao bolsonarismo, que é o Haddad e o Tarcísio, que fazem um debate diferente quando os dois vão debater eles estão falando de ideias.
E eu preciso dizer isso porque a gente tá dizendo aqui o tempo inteiro, é um excelente debate dos dois caras, não debatem, que eles não querem propor, não sei o quê, não sei o quê. Isso não é verdade. É quando, quando a gente tá tratando do Tarcísio e do Haddad, eles são os dois, os dois melhores debates que eu já vi na minha vida foram os dois que os dois protagonizaram recentemente. Então nesse sentido, você acha que se a gente conseguisse no fim das contas um debate de qualidade, ele traria o mesmo nível de atenção?
Ele traria e deve ter o mesmo nível de atenção, deve ter, porque o Zema e o Caiado merece respeito, eu mereço respeito. Vocês sabem de uma coisa, é, o algoritmo é tão louco, ele manda para uma pequena base, e os haters precisam de escândalos, de agressividade, de polemização para ganhar visualização. Isso é cruel. Olha, você que está me assistindo, por favor, chama teus amigos, teus parentes, teus vizinhos, teus colegas de trabalho para assistir um debate propositivo, porque desse debate aqui pode sair um presidente da República. Não esqueça disso.
Posso dar uma dica gambiarra? Sabendo que a polêmica é o que atravessa hoje os debates, pega o link desse vídeo aqui que vocês estão vendo aqui em cima e manda para todo grupo falando assim: enfiar uma cadeira na cabeça do Caiado. Aí as pessoas vão clicar e vão acabar vendo as propostas. Quando começar o debate, você fala: Augusto Cury tirou a camisa. Começa a soltar essas informações para as pessoas entrarem no debate.
Exatamente. A partir dali, ó, nem fuzil e nem picanha, eu quero Rivotril. Então chama teus amigos, vamos seus parentes. Vamos acalmar essa guerra de egos e vamos falar sobre o Brasil que vai acontecer nos próximos 4 anos. Caso contrário, isso pode— você vai votar na sua família, no seu filho. Então ouça, chame todo mundo.
Boa, sensacional, prazer.
Bom, a gente já vai começar lá. Obrigado mais uma vez, obrigado pela presença, sensacional. Vai ser um evento propositivo, estamos aqui para isso. Bom, a gente já vai começar. Tá para— falta passar aqui só o Caiado, e a produção vai me dizer se ele vai passar ou não. Acho que vai, vai estar descendo, tá descendo, tá descendo.
E falta falar do Bolsonaro e do Renan, faltam passar por aqui.
Qual desses aí, desses três que não vieram, tu tava mais a fim de trocar uma ideia? Nenhum deles, cara.
Eu já troquei ideia com Renan, ele foi no Axismo.
Não, não, tô falando, tô falando para pegar no pé, para criticar.
Eu acho que sempre vai ser o presidente, mas aí eu falo isso, as pessoas falam: então ele é bom. As pessoas estão binárias nesse lugar. Você fala assim, cara, obviamente os últimos 4 anos pertenceu a uma ideologia, e essa ideologia é a que deve ser mais criticada se você não tá satisfeito com algumas questões. Na época do Bolsonaro, a pessoa que eu mais gostaria de criticar era o Bolsonaro. Agora acho que é o Lula.
Eu gosto dessa ideia, essa lógica.
É porque isso virou uma coisa maluca, onde você criticar o Alexandre de Moraes, você passa a ser do time André Mendonça. E na verdade você tá criticando um ministro que está, né, com acusações aí, supostamente tá com várias acusações. Então assim, é óbvio que a pessoa que eu acho que é mais questionável é o Lula. O Haddad foi lá no meu programa, no Axismos, e obviamente eu fiz vários questionamentos e foi muito legal. Eu acho que ele foi muito elegante nas respostas, mas o questionamento acabou acontecendo. Acho que a forma de questionar ela também não precisa ser circense.
Eu também acho, eu acho que a gente como carioca, a gente tem um jeitinho, tem, né?
A gente vai falando quando a gente vê, te rouba uma carteirinha. Peguei a carteira aqui, ó, inclusive, ó, carteira do Augusto Cury. Caraca, acabei de pegar, irmão, rápido, né? Ele foi ali, negócio de rivotril, peguei.
Mostrou meio cedo, mané, porque tem que devolver, né?
A galera ali, o segurança. Agora preciso falar um negócio assim, parabéns aos seguranças dos candidatos. Estamos em mais de 75 seguranças preocupando a sociedade, porque todas as polícias estão aqui nesse ambiente. Então você que tiver oportunidade de roubar uma vitrine, fique à vontade, porque a polícia toda está aqui.
Agora, se tu não for dessa vibe, é melhor tu ficar em casa.
Não saia de casa, não sai de casa. Toda polícia tá aqui. Aliás, a gente podia fazer uma disputa: quem trouxe mais policiais?
Caraca, moleque, é mesmo! A gente já coloca ali para a gente Usar como métrica de quem ganhou o debate. Quem ganhou o debate, tem que ter alguma métrica.
O Cury, eu vi que trouxe uns 4, Caiado trouxe uns 11. Quem trouxe mais policial por enquanto é Caiado, que tá ganhando nessa pré-eleição. Caiado ganha na segurança, né?
Quem trouxe mais remédio?
Quem trouxe mais remédio na saúde? A gente vai fazendo análise.
Eu acho que esse é um jeito objetivo de fazer mais É um jeito bem objetivo.
Quem trouxe mais camisinha? Por aí vai, a gente vai fazendo aqui. Vamos lá então para o próximo candidato. Ronaldo Caiado acaba de chegar, vamos trazê-lo aqui.
Ô, Caiado, eu vou ficar—
eu não vou ficar em pé com Caiado porque eu viro meme. Caiado é muito alto, ele é muito maior que tu mesmo, muito maior, muito maior.
Fica à vontade aí, Caiadão. Obrigado por vir mais uma vez.
Prazer em revê-lo, tudo bem? Tudo bem. Você não devia ter vindo, você sabe, né?
Por quê?
É porque os candidatos que estão ganhando não vêm. A gente tá descobrindo aqui que a fórmula do sucesso é a não ida.
O que que tu pensa disso, Caiado? Porque assim, a não ida, de fato, cara dele, a não ida de fato tá sendo uma estratégia, né?
Você não acha que ia ter que demitir o seu marqueteiro e começar a não ir?
É, mas você sabe que você fez uma observação interessante, cara. É verdade, né?
Nesse momento o Lula não tá vindo e o Flávio também não, e você tá aqui.
É a negação completa da transparência, da informação, do debate, do conteúdo, de poder explicar a vida pregressa, de poder sinalizar o que pode propor futuro. E de repente essas pessoas acham que com esse golpe, né, vão enganando a população brasileira e vão aí achando que vão atravessando. Mas eu acho que, acho que elas vão cair do cavalo.
É, eu gosto, eu gosto disso que você tá falando, porque assim, eu considero que não pôr as próprias ideias à prova e pedir para para ir pedir o voto é uma tapa na minha cara. Porque eu vou votar no senhor se o senhor não me disse o que diabos o senhor quer fazer? E outra, não é como se o senhor já não tivesse tido, inclusive um e o outro por procuração, tiveram suas chances, né? Então eu fico pensando, foi maneiro, tem sido maneiro, é assim que a gente quer que continue, quer que volte para como era 4 anos atrás, é isso.
Então eu fico pensando, porque assim, me prometeram picanha, depois teve, tem recentemente uma fala dizendo assim, pô, não tem carne, come ovo. Caralho, mas tu prometeu picanha.
Mas agora a melhor de todas é o Monjaro, porque ele prometeu picanha, não conseguiu, tira a fome.
Agora pelo menos já vai dar uma, vai dar uma seringuinha lá para emagrecer.
É isso aí. O meu medo, até falei isso recentemente, meu medo é isso polarizar mais ainda o Brasil. Quando passar um gordo, vai ser chamado de fascista, e o magro vai ser o comunista.
Mas olha, mas olha, eu acho que nessa formulação sua, eu acho que é importante essa, esse primeiro aqui, essa, esse esquenta aqui, eu acho que isso é importante para o eleitor realmente refletir muito. Essa última pesquisa agora não tá com 55 de rejeição, tá com 56 de rejeição.
É mais rejeição do que aprovação. Eu falei isso aqui com Augusto Cury.
Quer dizer, e o cidadão acha que não, votando em um eu estaria derrotando o outro, votando no outro. Quer dizer, o cidadão ele não tá pensando em si, ele não tá pensando no Brasil, que na verdade ele vai botar duas figuras que vão levar essas duas figuras para o segundo turno, e que isso aí é uma roleta russa, mas só que o tiro vai ser na cabeça do brasileiro, todo mundo, não é? Porque ali pode acontecer qualquer coisa. Então, uma roleta russa.
Agora, quer dizer que a preocupação situação do cidadão que tá endividado, vendo o envolvimento de corrupção nos poderes, vendo ao mesmo tempo a violência grassar em todos os lados, vendo a sociedade não ter renda para chegar ao final do mês, e os candidatos ficam nessa brincadeira. E como você disse, é um tapa na cara dizer, não, eu não vou, não vou a debate porque eu já tenho meu meu eleitorado cativo, eles têm que votar em mim mesmo e acabou e pronto.
Então, este é um desrespeito completo com duas pessoas que não vêm ao debate porque eles não têm como explicar as negociatas, bandalheiras, corrupções, as propinas que recebeu, se enriqueceram ilicitamente, estão envolvidos como eu disse num debate, mais sujo que pau de galinheiro. E aí eles se sentem no direito de se omitirem, como sendo: olha, não vou me rebaixar para poder ter que dar satisfação da minha vida, eu tô acima de tudo.
Eles estão como os ministros do Supremo, tá certo? Os dois estão iguaizinho os ministros do Supremo. Eles fazem todas essas barbaridades e não tem que dar satisfação para população, que a população se lixe, tem que votar nos dois e pronto.
É isso, como se estivesse apenas um segundo turno acontecendo, um segundo turno acontecendo, não estão dando a chance de definir o segundo turno.
Não, mas veja, mas você imagina bem, é, você tá num processo eleitoral, tá certo? E você pratica todos esses ilícitos que nós citamos aqui dos dois lados. E o cidadão disse, eu não tenho que dar satisfações para população, não tem que responder isso não. Mas você fala, mas como, cara? Eles se sentem como ministro supremo.
E sabe o que me deixa mais preocupado?
Dá satisfação.
O grande caso, o grande caso que agora tá repercutindo no Brasil é o caso Vorcaro e o caso STF. Foi pedido vista, ou seja, a gente vai saber a decisão final do STF pós um presidente eleito que talvez possa estar envolvido.
Exatamente. O próximo presidente indica 4 ministros. O caso do INSS envolve o filho do atual presidente, o ajudante de ordem do chefe executivo do tal do Como é que chama? Tem um apelido lá.
Ah, não lembro, mas eu sei quem é. Tá bom, tem todas as notícias aí.
Tem todas as notícias aí. E tem também o filho, o Flávio, que tá investigado no Dark Horse. No Dark Horse, sim.
Ou seja, os dois principais candidatos— vamos falar um pouquinho do Brasil— os dois principais candidatos ao pleito que você vai votar Eles estão envolvidos. Aí o pessoal vai falar, não, mas o Lula não tá envolvido. Tem gente que fala isso, tem, né? Tem gente que fala, tem gente que fala. Segundo a minha tese, o Volcário devia ser presidente, que ele junta esquerda, direita, põe puta no meio. Enfim, ele, esse cara é bom, mano.
Volcário é pica. Ó, que faz o V aqui, ó, tá aqui já. Os dois principais candidatos estão envolvidos de alguma maneira com algo que vai ser decidido pós-eleição. Ou seja, talvez você vai votar no cara, supostamente você vai votar no cara que depois você vai olhar e falar, caramba, ele tava enrolado lá com o Vocaro também. Enfim, é isso que é o país agora. E por isso que eu acho um absurdo os candidatos nem estarem presentes para responderem.
E vamos lembrar, Ronaldo Caiado esteve no debate de 1989, é uma pessoa que entende de debate. Talvez, será que já deu saco cheio da gente? Que querem agora é o Igor e o Meirelles. Puta merda!
Você já pensou? Mas não, mas veja bem, Igor e Meirelles, você já pensou bem? A minha satisfação é em poder participar de um debate 37 anos depois e mostrar o que é o currículo de um homem que dizia representar o pobre, o trabalhador, o humilde, o cidadão sem terra, de repente esse mesmo cidadão se transformou num adversário do trabalhador, se transformou num homem envolvido em tudo quanto é tipo de corrupção, negociato, enriquecimento ilícito, propina.
Quer dizer, é a disfarçatez ainda sobrevivendo no Brasil, né? Quer dizer, essa é a hora que dá mais, me dá mais alegria na vida é transitar esses anos todos e poder sentar aqui com vocês, como diz aí, ó, dá um Google aí no Caiado, porra, tá certo? E poder discutir com vocês plenamente política de governo, futuro, na verdade, integridade moral para poder colocar o país nos eixos. É isso aí que nós podemos apresentar com a experiência que nós acumulamos esses anos todos.
Boa! Então, Caiado, vamos nos preparar para começar o debate então.
Aqui foi esquenta, né?
É, só para a gente, só para ver como é que o senhor tá na câmera. O senhor tá bem legal, belo cabelo, ficou incrível, tá impecável. É o comentário que mais tá saindo do Trend Top.
Então, ó, gente, a gente agora vai para um pequeno intervalo enquanto a gente se posiciona ali para começar o debate de fato, tá bom? Então fica aí, já jázinho a gente volta. Vamos lá! Salve, salve, família! Bem-vindos ao Debate do Flow, um evento que a gente construiu com bastante cuidado, bastante carinho. Nesse ano que é muito complicado para as eleições, um ano que a gente está vivendo uma das maiores crises que o Brasil já viu e um ano também de eleição que a gente sabe que muitas coisas no Brasil acontecem em função desses ciclos eleitorais.
O debate de hoje vai acontecer aqui no Teatro Bacarelli, em Heliópolis, porque a gente decidiu, a gente quis fazer um debate com significado. É um debate para comunicar com você O cara que tá na internet, o cara que provavelmente tem o poder de transformar como vai ser o destino dessas eleições em 2026, tá bom? Então, muito obrigado pela presença de vocês. Queria agradecer também os candidatos que estão presentes. Então, Caiado, muito obrigado.
Cury, muito obrigado. Zema, muito obrigado pela presença também. E bom, pra gente começar o evento então, pra gente começar o debate, Vamos às regras e à estrutura. No nosso debate teremos 4 blocos. Em todos os blocos teremos a mesma estrutura de tempo: 30 segundos para perguntas, 3 minutos entre resposta e tréplica. O candidato pode usar o tempo de uma vez ou deixar parte para usar depois da réplica. 2 minutos de réplica e a tréplica, caso tenha.
E nesses blocos teremos 2 formatos. No primeiro, eu vou sortear a ordem dos candidatos e ele escolherá o tema, a pergunta e quem vai responder. Esse é o formato de perguntas livres e cada candidato só poderá ser escolhido para responder uma vez. No segundo, teremos participações externas. Os temas serão saúde, educação, economia, segurança pública, políticas sociais e políticas externas. O candidato vai escolher o seu tema e quem fará a réplica da sua resposta.
Cada candidato poderá ser escolhido duas vezes para fazer a réplica. Cada tema tem uma pergunta em vídeo atrelada a ele. O candidato só saberá quem fez a pergunta sobre aquele tema após ter feito a escolha. Assim, todo tipo de debate será totalmente imparcial e aleatório. A pergunta poderá ter sido enviada por um especialista no tema ou alguma personalidade que gostaria de fazer uma pergunta. Resumindo: o primeiro bloco será de perguntas livres, o segundo e o terceiro de perguntas externas, e o quarto bloco de perguntas livres.
Em todos os blocos, os candidatos poderão contar com o apoio de sua escolha: assessor, vice, membro de comissão, etc. Os apoios podem ajudar enquanto os candidatos estão nas poltronas, sem acesso a eles durante o debate. Vamos às regras: será recebido qualquer pedido de direito de resposta sempre que um candidato se sentir atingido por afirmação caluniosa, difamatória, injuriosa ou sabidamente inverídica. Nós contaremos com assessoria jurídica presencial da equipe do nosso parceiro Alberto Rolo.
Os candidatos poderão utilizar qualquer material de consulta no seu local, mas nenhum material poderá ser exibido para as câmeras nem agitados ou expostos em face dos adversários. O material será destinado somente para apoio pessoal. Em caso de descumprimento, o infrator será advertido com a informação pública que não está cumprindo as regras previamente acordadas e será concedido o direito de resposta ao candidato que sofre com a infração.
Bom, então, de acordo com as regras do debate, eu vou ao sorteio da ordem de como serão feitas as perguntas nesse primeiro bloco, tá bom? Então eu tenho aqui uma urna com o nome de todos os candidatos e eu vou sorteá-los. Então o primeiro é o Augusto Cury, o segundo será o Ronaldo Caiado, o terceiro será o Romeu Zema, O quarto será o Lula, o quinto será Renan Santos, e por último só pode ser o Flávio Bolsonaro, tá bom? Então a urna tá vazia, é isso que a gente tem aqui.
Então temos aqui os 6 nomes sorteados. Então, respeitando a ordem do sorteio, Augusto Cury, por favor, posicione-se à direita da mesa para fazer a sua pergunta. E você também pode escolher, quando você chegar lá, você pode escolher quem será o candidato que responderá a sua pergunta.
Zema, por favor.
Então, Zema, por favor, do lado esquerdo da mesa. Então, como dito nas regras do debate, o Cury terá 30 segundos de pergunta, o Zema terá um tempo para manusear a sua resposta e a sua tréplica. Significa que ele não precisa gastar todo o tempo de uma vez só, e o Cury terá um momento também para responder o que o Zema falou, tá bom? Então, todos apostos, tempo na tela, podem começar.
Aproveito para que todos vocês chamem os seus familiares seus amigos para ouvir esse debate, debate de estadistas, debate de quem não tem medo de falar de propostas. Ema, me fala sobre os índices onde as mulheres são asfixiadas, onde elas são desvalorizadas. Quais são esses índices e como você deveria combater de maneira adequada? O ouro da sociedade brasileira são as mulheres. O que você tem como proposta?
Cury, primeiro, nunca em Minas Gerais, que foi no meu governo, as mulheres tiveram tantas oportunidades, e é o mesmo que eu vou fazer no Brasil. Eu convido a quem está nos acompanhando aqui para que verifique quem comanda a Polícia Militar de Minas Gerais hoje, quem comanda o Corpo de Bombeiros Militar de Minas, e quem comanda a Polícia Civil. São 3 mulheres. Nenhum estado do Brasil jamais teve isso. O que acontece muito, Cury, é de termos discurso pró-mulheres e poucas ações.
E o que eu faço são ações. Fiz processo seletivo para todos os cargos. Sabe o que aconteceu? A participação feminina aumentou. Nós não precisamos de cotas para as mulheres, o que nós precisamos são de oportunidades iguais, porque oportunidade elas têm. Você que acompanha sabe que a maioria das faculdades, dos cursos universitários hoje são ocupados por mulheres. Fui também o governador e serei o presidente que mais nomeou mulheres para o como governador, para o Tribunal de Justiça, desembargadoras, e como presidente vou nomear mulheres para o Supremo.
Nós temos é de dar oportunidade para quem tem competência, e as mulheres, nós sabemos, são muito mais honestas do que os homens. População carcerária: 4% de mulheres e 96% de homens. Então nós temos de dar oportunidade às mesmas.
Bom, Zema, ótimo que você chamou algumas mulheres para liderar alguns setores importantes da segurança, mas você não falou dos índices que eu gostaria de ouvir. As mulheres recebem 21% a menos que os homens pelos mesmos trabalhos. Elas, a cada 5 ou 6 horas, sofrem um feminicídio. E temos de expandir o número de delegacias das mulheres e funcionarem 24 horas. E além disso, as mulheres pagam 4% a mais e as mulheres negras pagam mais ainda, mesmo sendo melhores pagadoras.
É espantoso mesmo. E infelizmente nós precisamos abraçar as mulheres porque neste país elas não são valorizadas na estatura que merecem. Se eu for presidente da República, e nós cremos que eu serei, eu vou nomear as duas primeiras ministras, os dois primeiros ministros do Supremo serão mulheres também. E quero dizer para você de maneira clara e convicta: as mulheres também estão sendo dilapidadas, asfixiadas em sua autoestima.
Sabia que apenas 4% das mulheres se veem belas? E as mulheres deveriam olhar nos olhos dos seus parceiros e dizer: eu sou linda, maravilhosa, inteligente, e poderosa, e você é um privilegiado de viver comigo. Portanto, as mulheres precisam ser abraçadas, elas precisam ser acolhidas, e elas têm de ter voz na sociedade brasileira. Nós não concordamos, em hipótese alguma, que as mulheres sejam colocadas em segundo plano na sociedade brasileira, no teatro social.
Concordo plenamente, Cury, e nós vamos expandir Uma das minhas propostas é o atendimento à mulher no que diz respeito quando ela for vítima de agressão. Fiz isso como governador, delegacias especializadas. O agressor vai ter tornozeleira e se ele chegar perto de onde ela mora ou de onde ela trabalha, ela recebe um aviso, a polícia recebe, agressor fica proibido de ter porte de arma. Nós temos de tratar a questão do feminicídio com todo rigor que esse tema merece.
E você falou que mulher paga mais, mas eu vou dar um exemplo bom. As seguradoras são inteligentes, elas cobram menos das mulheres porque sabe que as mulheres são mais cuidadosas na hora de dirigir. Não sei se você sabia disso. Então tem muita gente do mundo privado que já oferece uma condição melhor para as mulheres, porque elas são mais cuidadosas, se envolvem inclusive em menos acidentes de carro e são, vamos dizer, um cliente melhor para elas.
Bom, candidatos, muito obrigado pela participação. Podem voltar aos seus lugares. E agora, seguindo a ordem que foi sorteada, Caiado, por favor, posicione-se à direita da mesa. E aí você vai poder escolher algum dos dois aqui para também responder a sua pergunta. Fica à vontade. Zema, não, Zema, peraí, peraí, peraí, peraí, Zema, peraí. Tu vai precisar escolher, tu vai precisar ir em outro lugar, o Caiado, tu vai precisar ir no Cury, porque o Zema já foi, tá bom?
Desculpa.
É, por favor. Bom, à vontade.
Bom, primeiro agradecer o Flow por essa oportunidade que nos é dada. E aqui formulando uma pergunta bem direta ao candidato Cury: segurança pública. Hoje é a maior inquietação em todas as pesquisas que são feitas. Dentro disso, nós temos aí 50 milhões de sequestrados, nós temos aí mulheres violentadas e o Brasil nas mãos das facções. Qual sua proposta?
Cara, muito obrigado pela pergunta, uma honra estar aqui diante de você. Nós precisamos integrar as polícias. A Polícia Federal, que tem cerca de 15 mil membros, com a Polícia Militar, que tem cerca de 410 mil membros no Brasil, com a Polícia Civil e com a Polícia também Municipal ou a Guarda Municipal. Tem que ser integrada, treinada, valorizada, inclusive com melhores salários, porque pior do que o crime organizado é o Estado desorganizado.
E não é possível mais assistirmos essa criminalidade que faz com que a mãe, quando ela chega em casa, não sabe se o filho está lá. Porque o crime organizado já sequestrou o seu filho emocionalmente a partir dos 11 anos e o Estado chega com 17 anos, quando o jovem já cometeu pequenos crimes ou já está dependendo de drogas. Portanto, o que nós vamos fazer, Caiado, é integrar pela primeira vez com mais alto nível de tecnologia, o mais alto nível de inteligência artificial, Vamos melhorar os salários dos policiais, porque eles muitas vezes colocam a sua vida em risco com baixos salários.
E vamos fazer com que todas essas polícias formem um ecossistema, uma barreira, não apenas para punir. Corrupto tem que ser preso, criminoso tem que ser preso, pessoas que não respeitam a população têm que ser presas de qualquer forma. Só que nós precisamos também integrar as polícias, caso contrário nós vamos falar de segurança e a segurança nunca vai chegar no lar de cada família brasileira.
Bom, eu quero deixar claro, pela experiência que eu tenho, Kuri, que não adianta nenhuma proposta se o presidente da República não se vestir como aquele que vai dizer à população: acredita, eu vou assumir a segurança pública no país. Vou montar a estrutura de Ministério da Segurança, vou fazer com que faccionado seja reconhecido como terrorista, vou buscar ampliação de penas para covardes que agridem mulheres, meter-lhe tornozeleira, algema, confiscar os seus bens, transferir para aquela mulher e criar aquilo que eu sempre disse que é fundamental: um sistema que conversa entre a CVM, a Polícia Federal, em parte da inteligência, junto à nossa COAF e a nossa Receita Federal.
Isso, todos os dados aqui sendo manipulados dentro de um sistema de inteligência artificial para que eu possa alimentar os governadores e todas as autoridades daquilo que está ocorrendo com desvio de comportamento de qualquer um. Você pode ter certeza, com a experiência que eu acumulei, eu devolverei o Brasil aos brasileiros. Em 4 anos nós não teremos nenhum palmo de terra no país ocupado por bandido. Eu vou devolver aquilo que a sociedade mais deseja: a liberdade, a condição de poder respirar com total acesso a todas as informações que precisa para nós termos eficiência nas ações nas cidades, na Amazônia brasileira, também ao mesmo tempo nas fronteiras e buscando aquilo que é uma parceria com os países limítrofes que compõem aqui essa região toda da América do Sul.
Por isso, Caiado, se eu for presidente da República, você vai ser meu ministro da Segurança. Porque a experiência que você teve em Goiás é uma experiência que tem que ser respeitada, valorizada e expandida. Só que nós precisamos integrar as mais diversas polícias. Se nós não integramos, não treinamos e não valorizamos, inclusive com melhores salários, e até incorporar e encorpar as corporações, não é possível fazer uma segurança de maneira adequada.
Eu sou da psiquiatria, Eu sou escritor, eu sou gestor de empresa, eu sei o quanto que a segurança é importante. E nós vamos levar até as últimas consequências. Corrupto vai ser colocado na cadeia, mesmo se está lotado lá nos ministérios, mesmo se for um candidato à presidência da República. Corrupto não vai ter vez no meu governo. E além disso, eu quero dizer de maneira clara e convicta que Todas as pessoas que cometerem crime vão ter uma leitura facial para que possamos fazer, através da inteligência artificial, uma leitura rápida e concisa, para que nós não possamos permitir que essa cultura da criminalidade continue, inclusive cooptando os nossos jovens a partir de 11 anos de idade.
E também eu quero devolver a autoridade para os professores poderem ensinar com segurança, a dignidade para os alunos.
Muito obrigado, candidatos, pela participação. O Caiado, não, agora é o Zema. Caiado, você pode, por favor, só trocar de lado. Você vai para o lado da resposta e o Zema, por favor, para o lado da pergunta. Muito obrigado. E a partir daí, quando tiverem prontos, à vontade.
Caiado, você tá vendo aqui a minha camiseta? Pela primeira vez os intocáveis estão com medo. Eu quero saber o que que você como presidente vai estar fazendo para a gente mudar essa turma que tá lá no Supremo, que se Deus quiser os senadores vão colocar para fora, mas a força do presidente contribui bastante. Quais são os seus planos aí para a gente moralizar o Supremo?
Bom, Zema, não são só os os membros do Supremo que estão com medo. Pelo contrário, você tem também o Flávio e o Lula com medo de vir a debate. Os dois estão vivendo a mesma situação. Essa, essa rotulação sua inclui também os dois candidatos que não têm coragem de vir pela mesma situação, não tem como explicar aquela situação toda que eles estão envolvidos em negociatas em corrupção e saem do debate e não aparecem em algum, tentando enganar a sociedade.
Quanto ao Supremo Tribunal Federal, eu vou dizer, fiquei até satisfeito porque o Curna colocou que já aderiu à minha ideia, que eu colocarei as 4 que eu terei indicação mulheres, 4. O perfil já disse qual, da Raquel Dodge será o perfil da qual indicarei em primeiro lugar ao chegar lá. Em segundo lugar, são regras muito claras para que não só o Supremo não respondendo aquilo que deveria responder, o Senado Federal possa rapidamente então, com a sua prerrogativa constitucional, julgá-los, mas também encaminhar ao Executivo um projeto de lei onde as pessoas precisam de entender que só terá chance com notório saber, a partir dos 60 anos de idade, fiscalizado anteriormente de eu encaminhar ao Senado Federal.
Pelo COAF, pela Receita Federal, pela inteligência da Polícia Federal, para saber se na vida pregressa dele tem algo que o desabone, que não existe isso no Brasil. E aí a indicação para cumprir um mandato de 12 anos, e a partir daí ele vai ficar 2 anos de quarentena para dar parecer, 4 anos de quarentena para poder exercer a profissão de advogado novamente, e 8 anos para poder ter pretensão a ser candidato.
Muito bom. Eu quero completar, Caiado, lembrando que nós estamos aqui, né, não sei se você já tinha vindo aqui em Heliópolis, né, e conhecer essa maravilha aqui que é o Instituto Bacarelli, uma comunidade aonde às vezes uma pessoa aqui leva anos e anos para ganhar os R$350 mil que foi o voo aí do nosso ministro do Supremo, né, que ele fez escondido, que foi amplamente aí noticiado, né, pela mídia. Então estamos aqui encantados com essa estrutura aqui que dá oportunidade para jovens, para crianças.
Me falaram aqui que inclusive o pessoal da sinfônica lá de Minas Gerais, uma turma grande veio daqui. Mas eu quero completar o que você disse lembrando que quem vai para o Supremo, na minha opinião, o presidente não pode ter toda essa liberdade não. Eu abro mão da minha liberdade. É chegar uma lista com gente altamente qualificada para não acontecer do presidente colocar o advogado dele, o ministro dele. E tudo que tá acontecendo hoje foi o Lula que plantou, tem de ficar muito claro.
E nós estamos correndo o risco dele ganhar e indicar mais 4 Flávio Dinos para lá. Será que o Brasil dá conta disso? Não dá conta, não. Flávio Dino, categoria do Toffoli, é gente que tá destruindo o Brasil. Nós temos de colocar um ponto final nisso. Nós temos de ter um Supremo que volte a ser o que já foi no passado. Que você acompanhou como deputado federal, que dava orgulho, gente sênior, gente decente que quer o bem do Brasil?
Bom, Zema, em relação a um ponto, eu discordo. Eu não abro mão da prerrogativa da Presidência da República. No exercício da presidência, eu não abro mão de um milímetro daquilo, porque eu tenho responsabilidade com o país. Eu farei toda avaliação daquele pré-candidato, eu farei com que haja uma análise detalhada de todos aqueles que se apresentarem como candidatos, mas caberá ao presidente da República a responsabilidade de dizer: este aqui vai, mas ele realmente passou por todo esse processo aí de avaliação prévia, para poder responder ao Supremo.
Senão, nós podemos entregar a terceiros que realmente podem não ter aí vestido as nossas prerrogativas. E o que é que nos favorece? É a experiência que nós temos de vida e de governabilidade, por estarmos na vida pública sem nunca termos nos envolvido em corrupção e em negociata.
Então, eu me sinto Muito obrigado, Caiado. Muito obrigado, candidatos. Podem voltar aos seus lugares, por favor. Muito obrigado. Agora, pela ordem, a gente teria então uma pergunta do Lula, mas como ele não tá presente, a gente— eu preparei uma pergunta baseado em um material que é público do Lula, né? Então agora a gente vai— primeiro eu vou sortear quem terá 2 minutos para responder a pergunta que eu formularei baseado nesse material, tá bom? Vamos ver. Então, quem responderá a pergunta sobre o material?
Eles não pararam por aí.
Romeu Zema. Então, por favor, posicione-se à esquerda da mesa, Zema. Tá bom, então pode passar o vídeo, produção, por favor.
Eles não pararam por aí, eles criaram um banqueiro chamado Volcaro em 2019. Na época deles, o bandido virou banqueiro. No meu mandato ele virou prisioneiro porque foi o maior golpe da história desse país.
Sem o vídeo, família. Bom, tu conseguiu escutar o áudio aí, Zé? Então eu vou ler a pergunta aqui para você. Pera aí, deixa eu pegar aqui. Bom, a pergunta sobre o Lula é a seguinte: Diante do caso Banco Master e dos questionamentos sobre a fiscalização e a supervisão do sistema financeiro, quais medidas o seu governo pretende adotar para fortalecer os mecanismos de controle e fiscalização das instituições financeiras e evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer? Daí você tem 2 minutos.
O presidente Lula aí nesse discurso dele Tá mais uma vez mentindo, tem que ficar muito claro. O Banco Master nasceu no governo do governador Rui Costa na Bahia, tem que ficar claríssimo. Foi lá que ele ganhou musculatura, foi lá que ele cresceu, foi lá que ele se estruturou para poder se transformar aí na maior instituição, uma máfia do Brasil. Que deu mais de R$50 bilhões de prejuízo. Então, o Lula está totalmente enganado. E lembrando que tem muita gente do PT, inclusive o ex-governador da Bahia, Jacques Wagner, envolvido também com o Banco Master.
E o que nós precisamos ter são as instituições funcionando adequadamente. É punição, é cadeia para ministro do Supremo, para fiscal do Banco Central que se vendeu, para presidente de partido que queria aprovar medida para o banqueiro bandido Vó Caro. É isso que nós precisamos, é mandar para cadeia essas autoridades, esses intocáveis que ficaram babando para o banqueiro bandido Vó Caro. Eu acho até que eles deviam ter um caso de tamanha proximidade aí, os risinhos nas fotos lá nas estações nos Alpes suíços, né, algo que demonstra uma proximidade que não tem cabimento.
Um procurador-geral da República fumando um charutão com banqueiro bandido. Foi você, Lula, que colocou esse Paulo Gonê lá, que é amiguinho que é próximo do banqueiro bandido. Isso é que tem de ser proibido. Comigo não teve nada disso, e é o que eu vou fazer lá em Brasília.
Muito obrigado, Zema, pela resposta. Pode voltar ao seu lugar, por favor. E seguindo a ordem do sorteio aqui, o próximo a fazer uma pergunta seria o Renan Santos, que também não está presente. E por conta de um problema técnico que a gente teve ali, eu vou então descrever o tema e também enunciar a pergunta aqui Tudo de uma vez, tá bom? Então vamos lá. O MPF afirma que Renan publicou vídeos durante protestos no Pará nos quais fez declarações consideradas discriminatórias contra povos indígenas do Baixo Tapajós.
Renan pode ser condenado a pagar R$500 mil mais uma retratação. A pergunta é a seguinte: como será a política do seu governo para os povos originários e quais medidas pretende adotar para garantir a proteção dos dos seus direitos e o respeito à diversidade cultural? Repetirei a pergunta assim que eu terminar aqui de sortear quem responderá, tá bom? Vamos lá. É o Augusto Cury. Por favor, Cury, à esquerda da mesa. Então, eu vou repetir a pergunta.
Como será a política do seu governo para os povos originários e quais medidas pretende adotar para garantir a proteção de seus direitos e o respeito à diversidade cultural?
Bom, em primeiro lugar, eu quero dizer que essa indústria do ódio está destruindo a nação brasileira. Nós temos que proteger as minorias, mas nós temos que proteger também o Brasil dos extremistas. Veja bem, Renan Santos chamou 60 milhões de eleitores de Lula de canalha. Renan Santos chamou Flávio Bolsonaro de idiota. Renan Santos chamou mais de 15 milhões de pessoas que votam em mim, de acordo com as pesquisas, de covardes. E ele ainda por cima quer construir uma bomba atômica.
Esse rapaz é tão perigoso que com uma bomba atômica não vai sobrar eleitor para votar nele. Isso é muito, muito triste. A direita radical e a esquerda radical. A direita sempre falou que a esquerda é esquerdopata, não respeita o mercado, não são contra religião, são contra, eles são contra a família. E a esquerda sempre chamou a direita de fascista, pessoas que não respeitam os direitos humanos, que não valorizam os pobres. Isso tem de terminar, por favor.
Essa indústria do ódio tem de terminar. Eu quero governar para os dois, porque há milhões e milhões de pessoas maravilhosas na direita e milhões e milhões de pessoas maravilhosas na esquerda. E nós temos que juntos resolver as dores humanas, inclusive dos povos indígenas. Por favor, vamos terminar essa guerra de ódio. O Brasil precisa de paz para crescer. O Brasil precisa terminar essa guerra de ódios. O Brasil não pertence a duas famílias que se retroalimentam e precisam um do outro.
Bolsonaristas, lulistas, foi no passado peronistas, chavistas, varguistas. Por favor, nós temos que colocar em primeiro lugar a sociedade brasileira, em último lugar essa guerra de ódio, essa guerra familiar e esse projeto pessoal e projeto partidário.
Muito obrigado, Cury. Pode voltar ao seu lugar. E agora, seguindo a ordem, o último a fazer uma pergunta nesse bloco seria o Flávio Bolsonaro, também não tá presente. E eu vou retirar da urna o último nome, que é o do Ronaldo Caiado. Por favor, à esquerda da mesa, caiado. E aparentemente foi resolvido o problema técnico e a gente vai ter o vídeo agora, produção?
Vai.
Então tá, então o vídeo, por favor, com o que embasará a pergunta.
E eu repito aqui, não tenho rabo preso com ninguém, não devo favor para ninguém. O que aconteceu no Supremo, proteção do Toffoli, ele nada mais fez do que cumprir a lei, então não me fez favor nenhum. Ele obedeceu a Constituição. Tudo que o Brasil não precisa agora é de uma guerra institucional. Uma CPI dessa bota fogo no país.
A história tá sendo escrita também lá na Suprema Corte, aonde o Ministro Alexandre de Moraes acaba de pedir um julgamento público. Se abre ou se não abre, se coloca ou se não coloca, melhor dizendo, o Ministro Alexandre de Moraes como investigado no caso Master. Qual vai ser a decisão? Defesa do Brasil, da instituição, defesa do Supremo, ou a proteção a um colega? O Alexandre de Moraes precisa ter o processo de impeachment imediatamente iniciado, imediatamente iniciado, hoje, de ofício.
A pergunta é a seguinte então, Caiado: qual deve ser o critério para o Senado investigar um ministro do Supremo? A gravidade do caso ou quem foi beneficiado pela decisão. O senhor defenderia uma regra que valesse igual em 2019 e em 2026?
Olha, a regra para se julgar um ministro do Supremo deve ser exatamente por falta de decoro, por falta de cumprir com aquilo que é a exigência de um ministro do Supremo em ser o guardião da Constituição brasileira. Do ponto de vista ético, do ponto de vista moral. Ele não pode usar o Supremo como escudo para poder praticar ilícitos e crimes e poder querer continuar na condição aí de intocável, no sentido de não poder ser atingido como qualquer outro cidadão brasileiro.
Esta é a situação que deve ser a condição do Senado Federal buscá-lo para dentro do Conselho de Ética do Senado Federal responder pelos seus atos, e aí ser decidido o seu afastamento do Supremo Tribunal Federal. Esta é a regra. Agora, o que nós assistimos aí na fala do Flávio é o que tem de mais contraditório na vida. Primeiro é porque nós sabemos que o governo Jorge Jair Bolsonaro. Até esse escândalo aí era um governo que vinha se sustentando.
Com esse escândalo aí do Flávio, o governo fez de tudo para não deixar com que isso fosse adiante, abrindo emendas para bancada, abrindo cada vez mais concessões para deputados para não instalar uma CPI no Congresso Nacional. A partir daí nós vimos também este mesmo senador que é candidato agora a presidência da República, que está sendo investigado. E aí a indicação foi feita pelo ministro André Mendonça no cargo Dark Horse. Então isto mostra que nós estamos num Brasil hoje onde o atual presidente da República e o outro candidato, Flávio, estão todos sendo analisados pelo Supremo.
Caiado, muito obrigado. Você pode voltar ao seu lugar. E com isso a gente encerra então o primeiro bloco do debate. A gente vai para um rápido intervalo e a gente já volta para o segundo bloco, tá bom?
Fica aí.
Tem conversa que informa, tem conversa que provoca, e tem conversa que faz a gente enxergar por outro ângulo.
O Dileira tá pulando no teto aqui, família.
No Flow Podcast, ideias diferentes encontram espaços para conversar. Conversas de verdade, sem roteiro engessado, sem assunto pequeno demais ou grande demais. Porque quando a conversa flui, sempre tem algo novo para descobrir. No modo atleta, não é sobre qualquer idiota corre 5 km, mas histórias, escolhas, pressão, conquista e tudo que existe por trás de um pace maneiro. No Executivo Talks, quem constrói, lidera e compartilhe experiências, decisões e os desafios de transformar ideias em realidade.
No Reflexões, a conversa desacelera, mas para entrar levemente na sua mente com aquela boa e bem bolada filosofada do dia a dia. Afinal, quem não gosta de filosofia é burro? Que tal um conteúdo sobre carros com muita resenha e perrengue? Dois amigos e uma missão do barulho.
Curioso que a Chevrolet mandou um vermelho, né, que é bem o que o Iguinho gosta.
Flow Podcast, a conversa continua. Tem conversa que informa, tem conversa que provoca, e tem conversa que faz a gente enxergar por outro ângulo.
O Dileira tá pulando no teto aqui, família.
No Flow Podcast, ideias diferentes encontram espaços para conversas de verdade, sem roteiro engessado, sem assunto pequeno demais ou grande demais. Porque quando a conversa flui, sempre tem algo novo pra descobrir. No modo atleta, não é sobre o que idiota corre 5 km por hora, mas histórias, escolhas, pressão, conquista e tudo o que existe por trás de um pace maneiro. No Executivo Talks, quem constrói, lidera e empreende compartilha experiências, decisões e os desafios de transformar ideias em realidade.
No Reflexões, a conversa desacelera, mas para entrar levemente na sua mente com aquela boa e bem bolada filosofada do dia a dia. Afinal, quem não gosta de filosofia é burro? Que tal um conteúdo sobre carros com Muita resenha e perrengue, dois amigos e uma missão do barulho.
Curioso que a Chevrolet mandou um vermelho, né, que é bem o que o Higuinho gosta.
Flow Podcast, a conversa continua.
Tamo de volta para o segundo bloco do debate e nesse segundo bloco vamos ter as perguntas externas, onde pessoas, personalidades ou especialistas mandaram perguntas para os candidatos aqui, tá bom? Eu vou sortear a ordem em que será feito, que eles responderão, e também eles também vão poder escolher alguém para debater com eles. Então vamos lá, o primeiro a sair da urna aqui é o Augusto Cury. Então Augusto Cury será o primeiro, o segundo a sair da urna aqui é o Ronaldo Caiado, e o terceiro, portanto, O Romeu Zema, tá bom?
Então, Cury, por favor, posicione-se à esquerda da mesa e você poderá escolher um tema para ser respondido e um candidato para responder a tua pergunta.
Caiado, por favor.
Qual tema você escolhe, Cury, por favor?
Economia.
Economia, tá bom. Então quando tiver pronto pode soltar a pergunta.
Caiado, você sabe quanto—
ela vai vir de alguém, tá? Aí tu responde ela e o Caiado faz aí.
Aqui é a Martina e a minha pergunta é: O Brasil cobra muitos impostos sobre o consumo, o que é claro acaba pesando mais no bolso dos mais pobres. Como o senhor ou a senhora pretende tornar o sistema tributário mais justo sem aumentar a carga total de impostos, prejudicar contas públicas ou desestimular empresas e empregos? E na prática, quem deveria pagar menos e quem deveria pagar mais para compensar essa diferença?
Muito obrigado pela pergunta. Esse país é um país viciado em rentismo. Cada vez mais os ricos fica, ficam ricos e os pobres ficam pobres. 82% das famílias estão endividadas, é quase que inacreditável, pagando juros de 30%, 40% ou 50% ao ano. Claro, no governo Lula os bancos nadam de braçada, não é isso, Caiada? Nadam de braçada. É uma irresponsabilidade sem precedente. O Lula fala que é pai dos pobres, mas na verdade ele tem sido pai da pobreza porque mantém pobres na pobreza, porque devia ter responsabilidade fiscal para poder abaixar os juros a níveis civilizados de 4, 5 ou 6%.
Mas cada 1% da taxa Selic que nós aumentamos, pagamos mais de R$100 bilhões para financiar a dívida pública. E essa dívida pública, ela está em R$1 trilhão e R$140 bilhões. Então o governo irresponsável fiscalmente gastando mais de R$1 trilhão para rolar a dívida federal, a consequência é que ele tem que cobrar cada vez mais impostos. Mas um país responsável fiscalmente, um país que gasta muito menos do que arrecada, é um país que certamente vai poder cobrar menos impostos.
Mas a carga tributária do Brasil é astronômica. A carga tributária, ela atinge tanto o CBS como o IBS, e o IBS vai afetar profundamente as micro e pequenas empresas. E eu tenho conversado com um dos meus economistas, que é o Rauli, para nós podermos ajustar isso para que os pequenos empreendedores possam ter uma carga menor e assim, consequentemente, estejam muito menos asfixiados no seu negócio.
Kouri, deixa eu lhe dizer, é a pergunta que a jovem formulou a nós. Eu conheço bem essa vida porque eu recebi o Estado de Goiás quebrado, falido, bloqueado no Tesouro, CapagC sem capacidade de fazer um centavo de empréstimo. Eu sei o que é fazer equilíbrio fiscal, eu sei o que é combater as causas que precisam de ser combatidas, sei o que é controlar gastos do Estado, sei o que é cortar 25% dos poderes constituídos e também dos órgãos independentes, sei exatamente cortar incentivos fiscais, que nós temos mais de R$600 bilhões no Brasil, sei exatamente instalar o sistema de segurança para auditar todas as contas nossas que estão sendo levantadas para promover projetos de governo que não têm a menor resolutividade.
Sei fazer reforma administrativa porque já fiz. Isto fez com que nós pudéssemos chegar a um estado equilibrado, onde o equilíbrio fiscal não briga com os programas sociais, dando dignidade às pessoas mais humildes e mais pobres. Fazendo uma política de investir no pequeno e microempresário até R$5.000 sem cobrar nenhuma taxa de juros. Isso tudo com fundo de garantia dentro do estado de Goiás e podendo avançar ainda mais, ou seja, tirando 602 mil pessoas do estado de pobreza e transformando ela em micro, pequeno ou empresário individual no nosso estado de Goiás.
Isto mostra que eu sei fazer e vou fazer chegando à presidência da República. Eu sei esses cortes todos que promoverei no primeiro momento, com uma emenda à Constituição brasileira, botando limite nos gastos de acordo com a metade do gasto em termos do crescimento do PIB. E além do mais, fiscalizando todos esses itens que eu acabei aqui de dizer, que serão priorizados por mim, combatendo essa corrupção que chegou só em 2025 em patamares próximo de R$600 bilhões.
Caiado, eu respeito a sua história, sua trajetória. Você é um político dentro da política profissional. Eu sou alguém de fora, é a vida inteira construir meu projeto de vida fora. Eu sou gestor de várias empresas e algumas das nossas empresas tiveram impactos internacionais. Eu sei como gerir empresas, eu sei como formar time, e eu vou chamar um time de ouro, um time que vai ser tão ou mais importante do que o presidente, tão ou mais importante que o técnico.
Nós vamos chamar os melhores economistas de todas as matizes para governar o Brasil, vamos chamar os melhores empresários que já estão se enfileirando, estão dizendo: Cury, você é a única solução para o país, porque você não é um político profissional e você é respeitado em todos os partidos e tem condições de fazer reformas significativas para, pela primeira vez, sair desse velho corrupto e atrasado país para um país muito mais responsável, dinâmico, e que pode até mesmo dividir o BNDES em dois: o banco da grande empresa e o banco da microempresa, para podermos financiar mais de 10 milhões de microempresas e transformar o Brasil, vejam bem, na nação mais empreendedora do planeta.
Muito obrigado, candidatos. É, Cury, é, pera aí, Caiado, você pode trocar de lado, que agora você vai responder pela ordem do sorteio. E aí você pode escolher se quem vai responder contigo, quem vai debater contigo, é o Cury ou Zema. Você pode escolher quem vai responder junto contigo, Cury ou Zema. Você vai escolher um tema ali e alguém para debater contigo. Cury, então, por favor. E aí o tema tá na tela, caiado. Fica à vontade. Caiado, agora você pode escolher qualquer um dos temas que tá aí no monitor.
Qualquer uma delas? É, tá bom. Eu vou falar em termos de saúde.
Tá bom. Então agora vem uma pergunta de 30 segundos e para vocês debaterem.
Eu sou a Mari Krieger, sou bióloga e atualmente trabalho como divulgadora científica criando conteúdos sobre ciência e humor para as redes sociais. A minha pergunta é sobre vacinas. O Brasil já foi referência mundial em vacinação, mas nos últimos anos a gente viu a cobertura vacinal cair e doenças que já estavam eliminadas, como sarampo, voltarem a ameaçar o país. Se eleito, quais medidas concretas o seu governo pretende adotar para aumentar a cobertura vacinal e impedir que doenças já controladas voltem a circular no Brasil?
Muito obrigada, Maria Kruger. A população brasileira—
desculpa, é primeiro a responder, é o Caiado.
Bem, não poderia ter pergunta melhor do que essa. Afinal de contas, Eu enfrentei essa dificuldade quando, na época do governo Bolsonaro, tentaram impedir, tentaram demonizar o uso de vacina e tentaram achar que tudo deveria ficar ali regularizado, normatizado, como se nada tivesse. Eu tive a coragem de enfrentar como governador de estado. Aí a diferença: quem é teórico de quem é prático. Fui para cima. Desautorizei qualquer mobilização que não fosse o isolamento social para que nós não pudéssemos ali conter o avanço do vírus.
Imediatamente recorri ao máximo possível de poder buscar alternativas para vacina. Tão logo chegando, levei-as para que fosse aplicado em todo o território do Estado de Goiás, em toda a população. E sempre fui um adepto dessa tese e sempre a agir veementemente para dizer que é por aí que nós vamos voltar a atingir patamares anteriores e não correremos o risco que ela nos disse.
Muito bem, Caiado. Fico feliz que nós dois somos médicos e nós damos o valor para cada— estou falando ali, não tá correndo— e nós damos valor para cada ser humano, não mais como número de protocolo e não mais como número de diagnóstico. Mas como ser humano único, irrepetível e insubstituível. O povo brasileiro precisa ser protegido. As vacinas foram uma das maiores conquistas da humanidade. Entre os grandes cientistas está Louis Pasteur, e ele descobriu que as vacinas podem estimular o exército dos anticorpos para proteger os seres humanos contra patógenos.
Agora, o que é mais importante, e eu gostaria de enfatizar aqui, é que há problemas na saúde que precisam ser muito resolvidos e não estão sendo resolvidos. Precisamos educar a população para se vacinar. Claro que as vacinas têm que ser estudadas, elas não podem ser aplicadas de qualquer maneira. Elas são importantes, são fundamentais, mas nós precisamos turbinar o SUS. E nós vamos turbinar o SUS porque o SUS é uma das maiores conquistas da sociedade brasileira.
Quem já morou fora, como eu, nos Estados Unidos ou Canadá, sabe a importância do SUS. O problema é que quem precisa de uma consulta, por exemplo, um cardiologista ou um gastroenterologista, ou até às vezes um pediatra, demora 57 dias para tê-lo. E isso é uma injustiça muito grande. Nós vivemos numa bolha, temos uma situação financeira privilegiada e podemos ter um médico particular, mas as pessoas pobres, as pessoas que moram na periferia não têm essa possibilidade.
Então nós vamos ter uma das melhores telemedicinas do mundo para que em 15 minutos ou 30 minutos as mães que estão na periferia, os idosos, por exemplo, que sem locomoção e que estão com infecção pulmonar possam ser atendidas e de maneira adequada enviada a receita e a orientação por um aplicativo. Assim nós vamos transformar o SUS para que ele possa atender os pacientes, os casos mais graves, os casos mais eletivos, e vamos terminar essa fila Vamos revolucionar a medicina presencial e a medicina online.
Nós sabemos muito bem que daí a importância de se conhecer o Brasil. Eu não conheço o Brasil na teoria, eu conheço o Brasil na realidade, conheço todo o território nacional, eu sei a vida como ela é em cada pedaço desse Brasil. E na verdade, o que é importante nessa hora é você poder regionalizar a saúde, é você entender que as pessoas hoje elas não têm sequer um atendimento a 1000 km de distância, é você levar esta realidade para os 215 milhões de brasileiros.
A vida não tem valor ponderal, não é porque ela mora perto de grande cidade que ela vale mais do que aquilo que tá distante da cidade. E é essa sensibilidade que eu construí ao regionalizar a saúde para dar a cada 1,5 milhão de pessoas as condições de ter um hospital de média e alta complexidade. É lógico que a unidade básica de saúde, ela é fundamental. Nós precisamos de ter ali também o respaldo de um médico competente, capaz de ter um apoio da telemedicina.
Ele não pode ser especialista em tudo, ele tem que ter todo esse apoio para saber como colocar essa pessoa humana na regulação, numa indicação correta de como ela deve ser operada. E daí é nós podemos buscar uma parceria do SUS com todos os hospitais filantrópicos, com todos os hospitais da rede privada, para onde tiver vaga, aonde puder atender aquele paciente, eu buscarei ali salvar vida. Esta é a minha formação e ela eu não abri mão dela como presidente da República, que é cuidar das pessoas.
Muito obrigado, muito obrigado, candidatos. Podem voltar aos seus lugares. Ema, é a sua vez de sentar à esquerda da mesa, por favor, escolher um tema e em seguida escolher um dos dois para debater contigo. Fique à vontade.
Vou chamar o caiado e vou escolher o tema educação.
Tá bom, então produção, quando tiver pronto o vídeo, por favor.
Olá, sou Nuzlen Borges, professor de língua portuguesa, e quero saber a seguinte questão: A gente sabe que transformações profundas na educação levam tempo e muitas vezes passam desses 4 anos de mandato de um presidente.
Levando isso em consideração, o que o senhor pretende fazer concretamente para que esse impacto seja duradouro mesmo após o seu mandato?
Muito bom, bom. A minha proposta para o Brasil é e principalmente avançar na educação básica, no ensino fundamental. Durante a minha gestão, nós tivemos o maior avanço na alfabetização, que é o alicerce de tudo. Quem é bem alfabetizado, quem aprende bem matemática, tem uma chance muito, muito maior de se sair bem Depois, no ensino fundamental, nos anos finais, no ensino médio e também no curso universitário. De fundamental importância.
E para fazer isso é capacitar melhor as professoras, que nós fizemos, sem isso não teríamos avançado, e melhorar a estrutura. No caso de Minas, que eu recebi um estado falido, quebrado, as escolas estavam literalmente desmoronando e a merenda escolar era uma sopa aguada de arroz. E nós reformamos todas, temos a melhor merenda do Brasil hoje e isso cativa a criançada, a moçada e é de fundamental importância. Não é suficiente, mas é pelo menos um passo importantíssimo junto com os professores.
Bom, Zema, em relação a isso, a minha preocupação foi muito maior. Quando você fala do ensino básico, você entra a partir do 6º ano, do 6º ano do ensino fundamental. Eu alterei a Constituição de Goiás e passei a assumir, junto com os prefeitos do estado de Goiás, a educação desde o seu 2º ano do ensino básico. Isto fez com que eu alavancasse Goiás para ser hoje o segundo lugar no Brasil, primeiro é o Ceará, em alfabetização na idade certa.
Eu tenho 80% dos alunos hoje que sabe ler, escrever e interpretar no segundo ano do ensino fundamental. Isso fez com que eu não tivesse uma ruptura entre o sexto ano e o sétimo ano do ensino fundamental. E nós formamos a criança para que ela fosse e tivesse uma continuidade de desenvolvimento. E daí, durante todos esses anos que eu governei, eu estou entre o primeiro e o segundo lugar no IDEB. E entre os 10 colégios hoje, dos colégios estaduais no Brasil, Goiás hoje assume 7 posições entre os 10.
Então esta posição nossa foi de total aderência para que nós fizéssemos esse jovem modificar, como foi colocado na pergunta, a continuidade dessas pessoas terem dois diplomas no ensino fundamental, no ensino médio, no final dele, diploma de ensino médio, diploma de ensino profissionalizante. E a partir daí ele pudesse já ter a sua condição de ganhar no seu curso profissionalizante já formado e também continuar os seus estudos, se desejar assim, num curso superior.
Isto mostra a maneira que nós teremos para desvincular as pessoas do ciclo da pobreza que o Lula mantém todos esses anos não tendo uma qualidade de educação no Brasil. Veja, agora ele acabou de cortar agora mais R$15 bilhões aí no ensino tempo integral. Primeiro corte que deu foi exatamente nessa área.
Caiado, obrigado. Agora é a tréplica do Zema, por favor.
Tivemos um avanço importantíssimo junto com os prefeitos, que não tinham recursos em Minas Gerais para fazer o transporte dos estudantes. Só nessa questão nós passamos a repassar mais de R$800 milhões por ano e lançamos o maior programa técnico profissionalizante do Brasil, que é o Trilhas de Futuro. Mais de 150 mil jovens e adultos fizeram cursos ligados à área de tecnologia, à área de saúde, em escola privada. Eu acredito muito nesse modelo.
Eu quero o aluno tendo a opção de falar: eu quero fazer esses cursos nessa escola particular privada. O Estado dá a bolsa. Se ele achar que a escola privada é melhor do que a escola pública, ele fala: eu quero, quero ir para escola privada. Foi o que nós fizemos em Minas. E lembrando que muitas vezes a escola privada tem muito mais flexibilidade de introduzir cursos mais modernos, que estão mais de acordo com as tendências de mercado, do que uma escola pública que é muito engessada.
Então nós fizemos uso como nunca se fez no Brasil de parcerias com escolas privadas, que hoje são parceiras do Estado na formação de jovens em todas as áreas.
Candidatos, muito obrigado pela participação. Podem voltar aos seus lugares. E com isso a gente chega ao final do segundo bloco. Vamos para um intervalo rápido e a gente já volta para o terceiro bloco, tá bom? Fica aí.
Notícias, reviews, gameplay, eventos, react e opiniões. No Flow Games, se acontece no mundo dos games, a gente provavelmente tá falando disso. E se ainda não aconteceu, a gente provavelmente já tá especulando. Mas tem um jogo que não precisa nem ser lançado para parar a internet. GTA 6. E quando os donos de jogos resolvem falar, o Flow Gamers para pra ouvir. Ou melhor, nós vamos até lá pra ouvir pessoalmente. Trailer, anúncio, detalhe, teoria.
A gente acompanhou tudo. Fizemos história ao participar de uma experiência que até então parecia impossível pra quem tava do lado de fora. Não era rumor, não era teoria. Dessa vez, o homem, o mago, realmente estava lá.
Eu acabei de voltar da Rockstar.
De acompanhar o GTA por tantos anos a atravessar a porta de quem criou tudo isso. Tem conquista que nem dá para chamar de sonho, porque você nunca imaginou que fosse possível. E o jogo nem lançou ainda. Imagina quando lançar. Flow Games, no finalzinho a gente vai estar lá falando e jogando.
Estamos de volta para o terceiro bloco do debate, e esse, e esse bloco também é de perguntas externas. Então eu vou seguir a mesma lógica do bloco anterior e vou sortear em que ordem serão respondidas as perguntas que foram enviadas, tá bom? Então o primeiro que sai aqui da urna é o Romeu Zema. Então dessa vez ele começa. O próximo será o Ronaldo Caiado, portanto por último Augusto Cury, tá bom? Vou pegar aqui e esse é o último que tá dentro da urna, Augusto Cury, tá bom?
Então Zema, por favor posicione-se à esquerda da mesa, aí você vai poder escolher o tema que estará na TV. E com quem você gostaria de debater?
Queria debater política externa com o Cury.
Por favor, Cury, à direita da mesa. Obrigado. E quando, quando tiver pronto o vídeo, senhor candidato, Entidades criminosas estão enviando jovens brasileiros para lutar na guerra da Ucrânia e aprender técnicas militares.
2.000 brasileiros já teriam ido para lá. Nós gostaríamos de saber se o senhor pretende colocar um projeto de lei para coibir essa ida de brasileiros aí como mercenários. E outra questão: como o senhor pretende reequipar as Forças Armadas, de vez que nós estamos no mundo em guerra e o Brasil não tem satélites, não tem mísseis balísticos e não tem mísseis de cruzeiro de longo alcance. Muito obrigado.
Muito obrigado. Sou eu, né, que respondo?
Eu primeiro. Tem hora que a gente confunde. A minha proposta para segurança pública do Brasil, ela começa pela segurança pública interna. Hoje, mais de 40 mil brasileiros morrem todos os anos Não é porque tem um país tentando invadir o Brasil, não. Não é nem os Estados Unidos, nem nenhum país da Europa ou da América Latina aqui tentando invadir o Brasil. 40 mil brasileiros ou mais todos os anos têm morrido por causa das facções e organizações criminosas.
E eu vou enquadrá-las como terroristas. E quero todo apoio internacional para nós acabarmos com essa matança. O grande, a grande ameaça à soberania do Brasil chama-se facções criminosas, não são outros países. Então a minha grande prioridade para proteger o Brasil é proteger dos criminosos que estão se multiplicando aqui dentro. Agora, é lógico que vou tomar também o devido cuidado com as nossas fronteiras, mas primeiro nós temos de fazer a profilaxia interna.
Um país que não consegue combater os bandidos que nascem, que crescem aqui, que atuam aqui, me parece que é um país que não vai dar conta de combater nenhum outro país do mundo. Então, primeiro eu quero vencer essa guerra internamente.
Bom, nós não estamos em guerra, mas como é que nós enviamos 2.000 jovens para Ucrânia para ser treinados, para serem sangrados? Isso não é possível. No meu governo eu não vou admitir isso. Pelo contrário, nós temos que proteger nossos jovens e temos que dar musculatura para as Forças Armadas. Precisamos sim de mísseis balísticos, não bomba atômica. Precisamos de aviões cada vez mais equipados. Precisamos ter um Brasil, que é um país continental, defesa adequada das suas fronteiras.
E precisamos da musculatura, inclusive para a Polícia Federal. Cada membro da Polícia Federal, se fosse ficar a cada 1 quilômetro, não é suficiente para proteger as nossas fronteiras. Então nós levaremos até as últimas consequências para proteger o Brasil, proteger os nossos jovens e dar condições para que as Forças Armadas possam de fato ser os alicerces da democracia. Um alicerce, você não— os alicerces, eles ficam no subterrâneo.
Se ocorre alguma coisa, as Forças Armadas podem garantir a democracia. E eu também sou contra completamente as facções. Temos que enquadrá-las como facções terroristas. O problema é que nós não podemos admitir que os Estados Unidos possa vir no Brasil e, através das suas forças, comandar, organizar e até mesmo liderar a nação brasileira. Isso vai ser inadmissível no meu governo. E além disso, nós precisamos de fato pacificar o mundo.
Nós temos que dobrar a produção de alimentos, passando de 350 para 700 milhões de toneladas. O Brasil tem que nutrir pelo menos 2 bilhões de seres humanos para sentar de igual para igual, por exemplo, com Xi Jinping ou com quem estiver nos Estados Unidos comandando. Assim nós não vamos ser servos, vamos ser também líderes como eles.
E eu vou fazer a minha proposta, é a mesma que eu fiz como governador: combater corrupção, fraudes, supersalários, cabide de emprego, e aí sobra dinheiro para investir nas forças de segurança. E eu vou utilizá-las para combater as facções e organizações criminosas que, como eu disse, serão enquadradas como grupos terroristas. A Marinha, o Exército, a Aeronáutica, mais a Polícia Federal, Receita Federal, COAF, ABIN vão fazer uma força-tarefa como nunca aconteceu no Brasil para confiscar bens de bandidos.
Se fosse comigo, o Vó Caro não tinha mais nenhum real depositado. E nós sabemos que ele tem aí bilhões escondidos. É isso que acontece no Brasil. Ele já teria devolvido tudo. E com isso, esses valores confiscados vão ser usados para comprar equipamentos mais modernos, O Banco Master sozinho daria para equipar muita coisa do Exército, da Aeronáutica e da Marinha. O que falta é ter um presidente que, em vez de considerar bandido vítima, considere bandido bandido de fato e os deixe mofando na cadeia.
Muito obrigado, candidatos. E agora, para a gente respeitar não só a ordem do sorteio, mas também o tempo igual para todo mundo, eu vou pedir que o Caiado se posicione à esquerda da mesa para resposta e o Zema, por favor, se posicione à direita para pergunta. Muito obrigado. E, Caiado, você pode escolher qualquer um dos dois temas disponíveis ali para receber a pergunta, ou políticas sociais ou segurança pública. Políticas sociais, por favor, então, produção.
Boa noite, candidatos! Boa noite, Flo!
Aqui é Nini Magalhães.
Eu gostaria de saber quais são as propostas que vocês vão apresentar para extinguir, diminuir ou até mesmo punir quem faz abandono afetivo e financeiro no Brasil. Eu sou uma das 11 milhões de mães solo desse país e eu gostaria de saber o que o próximo presidente irá fazer por nós.
Bom, primeiro essa política aí que foi solicitada, já tomei medidas imediatas em parceria que nós temos com hoje a parte tanto do governo na área da assistente social como também na parte de vinculação dessas mães que realmente sentem-se desprotegidas aí com seus filhos, tendo ali o DNA muitas vezes desconhecido, e sendo o Estado arcando com esta responsabilidade e fazendo com que o cidadão se apresente e esteja ali rapidamente determinado pela Justiça do Estado a poder prover esta mulher com seus filhos daquilo que é obrigação delas.
É isso mesmo, eu quero que toda mulher que precisar desse apoio do exame de DNA tenha um acesso facilitado, imediato, porque não adianta daqui a 10 anos, 15 anos, ela descobrir quem é o pai da criança. E eu sei falar muito bem desse tema porque eu já fui durante um bom período da minha vida pai e mãe e sei como fica sobrecarregado assumir essas duas tarefas, que é cuidar da casa, dos filhos e ainda ter de levar alimento, colocar comida dentro de casa.
Então entendo perfeitamente, nós temos de estruturar, e a minha proposta é esta, uma área de assistência social para essas mães que eu sei muitas vezes não tem ideia do direito que elas têm. Pessoas que às vezes são muito humildes, que não tiveram o devido esclarecimento e que muitas vezes arcam sozinhas com essa responsabilidade, que não é só da mulher, ou que muitas vezes, como eu já vi, que eu lidei com gente muito humilde durante toda a minha vida, aceitam receber um valor irrisório como se aquilo fosse suficiente.
Então os nossos CRAS, os Centros de Referência em Assistência Social, juntamente com a Defensoria Pública, precisam estar acompanhando essas mães que muitas vezes têm essa grande sobrecarga de ganhar a vida delas e dos filhos e ficam totalmente desamparadas do genitor.
Sem dúvida alguma, nos meus 7 anos e 3 meses de governo, eu expandi amplamente no Estado de Goiás uma parceria chamada Goiás Social, comandado pela Primeira-Dama Gracinha Caiado, que levava junto à Defensoria Pública todo esse aparato, e lá ficava durante 3, 4 dias em cada região, fazendo exatamente esses exames necessários, a consulta, oferecendo também a decisão do Poder Judiciário ali presente com representatividade. Isto deu uma outra vida, uma outra dignidade, não só ao filho que passa a ter a paternidade, como também ele passa a ser responsável por tudo aquilo.
Mas política social, ela tem uma abrangência muito muito maior. Minha gente, olha, é impressionante. Quando eu recebi Goiás, eu tinha 1.073 jovens no socioeducativo, condenados na prática de droga, da violência, de crimes, tudo isso praticado. No momento que nós pusemos regras de segurança pública no estado, eu entreguei o estado com 198 jovens, 80% a menos do que eu recebi. Veja o quanto você, ao implantar a segurança pública, ela reflete em todas as áreas.
Na educação também, os jovens ali, aquela época, eles eram ameaçados pelas facções. No momento em que você tem uma segurança plena ali, os jovens voltam a poder ir à escola. E o meu conceito é que o colégio estadual, ele tem que voltar ao que era. Eu mesmo busquei fazer prova de vestibular em colégio estadual, me formei pela faculdade federal porque eram as melhores do Brasil. E eu resgatei isso no estado de Goiás para que ali se desse o melhor tipo de tratamento, com tempo integral, com laboratório de física, química, biologia, internet, robótica e também de inteligência artificial, que Goiás foi o primeiro estado a criar tudo isso.
E dando a esse jovem essa oportunidade, a política social abre tudo isso para os jovens, abre a oportunidade para as pessoas que não tiveram a educação na na fase certa, poderem ter também a educação na fase adulta, e a partir daí serem também profissionalizadas, ganhando o seu dinheiro próprio. E é fundamental, gente, que a gente—
Muito obrigado, Caiado. Obrigado, Zema, pela participação. Agora é o Cury, pela ordem do sorteio. Senta do lado esquerdo, por favor. E para que todo mundo tenha o mesmo tempo, o Caiado por favor, do lado direito da mesa para debater com o Cury, que responderá a única pergunta que ficou faltando, que é sobre segurança pública. Então a gente terá a pergunta em 30 segundos. O Augusto começa a pergunta e o Caiado debate com ele. Por favor, pode soltar o vídeo.
Há 88 facções criminosas no nosso país. Neste exato momento, 23 milhões de brasileiros moram em áreas dominadas, impactadas por facções criminosas.
Somente o PCC lucrou R$12 bilhões no ano passado. As facções criminosas impactam a vida do brasileiro desde a porta de casa até a macroeconomia. Dito isso, eu pergunto aos candidatos: quais as medidas vocês vão tomar para combater as facções e, logicamente, evitar que apareçam mais delas?
Muito bem. Realmente não são apenas duas facções como se conhece, o PCC e o Comando, o PCC e o Comando Vermelho. Na verdade, nós precisamos de ter uma polícia integrada, com alta capacidade, com monitoramento 24 horas por dia, com câmeras inteligentes, com equipamento de última geração para combater o crime organizado. O crime organizado, ele tem de ser responsabilizado como se fosse segurança. São, são crimes, são facções criminosas consideradas como terroristas, para que nós possamos combatê-los com a mais alta seriedade.
Agora, uma coisa é o crime organizado que todo mundo fala, outra coisa é que ninguém fala que o Estado é totalmente desorganizado. As polícias não se conversam, elas não se integram. E além disso, talvez um crime muito maior é você não dar condições para que os jovens possam ter os seus sonhos realizados. Eu não sei se o Caiado sabia, mas 80% dos jovens no Brasil não fazem ensino técnico. Se ele não faz o ensino técnico, ele pode ser cooptado pelo crime organizado.
O Estado chega depois que o crime chegou. Então nós temos que abraçar, abraçar como nunca a nação brasileira e combater de maneira veemente o crime organizado. Só se nós integrarmos as polícias— eu conversei com os maiores especialistas desta nação e eles disseram: Cury, seu projeto de integrar as polícias, de valorizá-las, de treiná-las, equipá-las, inclusive com melhores salários, é possível fazer um ecossistema. Eu quero dizer também para você, trabalhado.
Você é alguém que preocupa demais, se preocupa demais com a segurança. Mas por que no seu estado houve um aumento de mais de 100% de feminicídio de um ano para o outro, de 2024 para 2025?
Essa é a percentual do Lula, tá, do Ministério da Justiça. Haja no anuário, aí sim você vai ver que Goiás não teve nenhum aumento. Das 36.480 mulheres com medidas protetivas. Infelizmente eu perdi 5, sendo que uma voltou para o seu companheiro, apesar das nossas preocupações de orientá-la que assim não fizesse. Pelo contrário, essa estatística não existe, ela é mentirosa. Veja o anuário que você vai ver que Goiás derrubou todos os índices de homicídio em 60%, não tem assalto a banco.
Agora, sabe qual a diferença? A diferença é exatamente por que você nunca enfrentou o crime e você não tem coragem para enfrentar o crime. Sabe por quê? Porque sua família vai ficar aterrorizada, seus filhos, sua esposa vai pedir para mudar do Brasil. E para isso é preciso de ter um sujeito moldado como eu, que tem coragem de enfrentar o crime no país, que tive coragem de não ter uma facção mandando em nenhum palmo de terra no estado de Goiás.
A integração da polícia, ela só funciona se o presidente da República assumir o comando das forças de segurança do país. Aí sim. E é isso que eu quero explicar: a experiência vale muito. Se você tem uma experiência enorme na parte sua de livros, de teoria, agora na parte prática sou eu. Eu sei o que que é ter as 4 cidades mais violentas no Brasil E hoje você circula por todo lugar do estado, é o seguro mais barato do Brasil, a pessoa fala com o celular aonde quiser, dorme aonde desejar e abre a sua empresa aonde quiser.
E ao mesmo tempo você tem ali um estado que cresce o dobro do país. Então, segurança pública eu sei fazer e segurança pública é que vai tirar o jovem da mão do narcotráfico.
Muito obrigado, muito obrigado pela sua explicação, mas eu quero te dizer clara e convictamente: eu não passo a mão na cabeça de bandido. Você vai se surpreender. Eu sou pacífico, mas eu não sou passivo, e vou chamar os melhores profissionais e vou levar a um ecossistema onde teremos os melhores equipamentos o melhor treinamento, inclusive para melhorar os salários dos policiais, aumentando inclusive as mais diversas corporações para de fato combatermos o crime organizado e não apenas o crime organizado, o crime comum que muitas vezes assusta pai e mãe aonde eles moram.
Eu quero dizer também de maneira clara e convicta: confie em mim, nós vamos mudar esse país, vamos revolucionar a medicina, vamos revolucionar a educação, Vamos revolucionar a segurança. Eu não sou de dentro da política, eu sou de fora da política, eu sei formar time.
Muito obrigado, candidatos. Podem voltar aos seus lugares. E com isso a gente chega ao fim do terceiro bloco do nosso debate, e a gente vai fazer um intervalo agora rapidinho e já voltamos, tá bom? Fica aí.
Futebol é paixão, é emoção, é discussão, é ter certeza absoluta de uma coisa até ver o replay. No Flow Esporte Clube, o esporte é levado a sério. A resenha, nem sempre. No Várzea, tudo que tá movimentando o futebol brasileiro vira assunto. Notícia, opinião, polêmica e aquela análise completamente imparcial, dependendo do time que tiver falando. Os reacts são sua companhia para os grandes jogos, do jeito que o futebol merece, com opinião, emoção e muita zoeira.
E quando quem viveu a história senta para conversar, a resenha muda de nível. Grandes nomes do futebol e do esporte passam pelo Flow Esporte Clube para contar histórias. E tem noite que não existe jogo normal, existe Libertadores. Já vivemos cada tensão, cada minuto dessa história, e agora a cobertura está de volta, porque a Libertadores não é só assistir, É sofrer, é comemorar, é acreditar até o último minuto e jurar que dessa vez você não vai passar nervoso.
O jogo termina, mas a resenha não. Futebol é paixão, é emoção, é discussão, é ter certeza absoluta de uma coisa até ver o replay. No Flow Esporte Clube, o esporte é levado a sério. A resenha? Nem sempre. No Várzea, tudo que tá movimentando o futebol brasileiro vira assunto. Notícia, opinião, polêmica e aquela análise completamente imparcial, dependendo do time que tiver falando. Os reacts são a sua companhia para os grandes jogos, do jeito que o futebol merece.
Com opinião, emoção e muita zoeira. E quando quem viveu a história senta para conversar, a resenha muda de nível. Grandes nomes do futebol e do esporte passam pelo Flow Esporte Clube para contar histórias. E tem noite que não existe jogo normal, existe Libertadores. Já vivemos cada tensão, cada minuto dessa história, e agora a cobertura está de volta, porque a Libertadores não Não é só assistir, é sofrer, é comemorar, é acreditar até o último minuto e jurar que dessa vez você não vai passar nervoso. O jogo termina, mas a resenha não.
Tamo de volta para o quarto e último bloco do debate de perguntas livres. Porém, a gente cometeu um erro aqui no segundo bloco E para corrigir, a gente vai dar um minuto de fala livre para o Zema, de compensação para o Zema. Fica à vontade, Zema, você tem um minuto.
Obrigado, Igor. Quero aproveitar esse um minuto aqui para passar para quem não me conhece que eu fui empreendedor a vida toda, vim de uma família que chegou no Brasil sem nada, e tudo que nós fizemos foi sem depender do Estado, sem fornecer. Com trabalho duro. E eu sei o quanto brasileiro rala. O Brasil não é um país fracassado, o Brasil é sim um país roubado. E em Minas eu mostrei que dá para consertar aquilo que o PT destrói.
O Brasil é o país onde os políticos têm ficado cada vez mais ricos e o povo cada vez mais pobre. E eu vou combater as fraudes, a corrupção, os supersalários, como eu já fiz. Eu tenho esse histórico. Eu tirei o Titanic do fundo do mar lá em Minas Gerais e vou fazer o mesmo.
Muito obrigado, Zema. Bom, então agora, agora para o seu lugar, por favor. E agora eu vou então sortear a ordem em que os candidatos farão as perguntas de tema livre, tá bom? Então eu tenho aqui a urna que tem o nome de todos eles. Vamos sortear. O primeiro será o Flávio Bolsonaro. O segundo será o Renan Santos. O terceiro será o Augusto Cury. Tá aqui, Augusto Cury.
O quarto será o Lula.
O quinto será O Romeu Zema. E por fim, o último será o Ronaldo Caiado, que é o único nome que fica dentro da urna ali, tá bom? Então, pela ordem, temos então o primeiro a fazer a pergunta, que é o Flávio Bolsonaro, que a exemplo do primeiro bloco, quando chega a hora dos ausentes fazerem suas perguntas, Teremos aqui então uma pergunta, o tema, o vídeo, e uma pergunta que eu farei, né? Então, para responder essa primeira pergunta aqui do Flávio Bolsonaro, sortiarei quem sentará ali e terá 2 minutos, tá bom?
Então aqui para a primeira temos Augusto Cury. Por favor, à esquerda da mesa, Cury. Muito obrigado. E bom, Quando tiver pronto, tá aí o vídeo. Dá 15% de reajuste no Bolsa Família? Não tem vergonha na cara não, Lula? Tá achando que vai comprar o voto do pobre dando mais R$90 por mês para o pobre? Para quem tá passando necessidade, que é o pessoal que recebe Bolsa Família comigo, tá garantido Bolsa Família. Vamos fazer a conta rápida.
Esse ano isso vai custar R$5 bilhões para os cofres públicos. Você sabe quanto que o Lula já gastou de viagem com a Janja para ficar em hotel de luxo, tomar champanhe, comer comida boa de chefe de cozinha? R$7 bilhões para passear pelo mundo. Ele gasta R$7 E para ajudar os pobres ele gasta 5. Essa é a pergunta então: em relação ao Bolsa Família e a outros programas assistencialistas, quais são os planos do seu governo para que essas políticas públicas— calma aí— quais são os planos do seu governo para essas políticas públicas caso seja eleito?
Bom, em primeiro lugar, eu gostaria de comunicar que um amigo meu, Bruno Avelar, e também o Rique Parece que o helicóptero desapareceu. Eu espero que nada de grave tenha acontecido, mas de qualquer maneira espero que você se coloque em oração em relação a isso. Em segundo lugar, Flávio Bolsonaro, é quase que inacreditável. O Dark Horse custou mais de R$130 milhões e eu estou nesse exato momento tendo um livro meu sendo filmado, um longa-metragem, por 9 a 10 vezes menos do que Dark Horse.
Você tem muito aqui a explicar, e isso é grave. Corrupção não tem nome. Corrupção tem sim um país, e dinheiro de corrupção tem que ser investigado até as últimas consequências. E se você for culpado, você tem que ir às barras da justiça de qualquer maneira. Você não explicou até agora, e você fala sobre o Bolsa Família, você parece que nunca trabalhou. Você dependeu de salários do governo até hoje, salário como senador, salário como de outros cargos eletivos.
Como é que você pode falar sobre o Bolsa Família se você dependeu sempre de salários do serviço público? Me explica. Outra coisa, Bolsa Família é um projeto importante, só que ele tem que ser ajustado. Quem assinar carteira não vai perder o benefício, quem abrir uma MEI também não vai perder o benefício, pelo menos por um certo tempo. Agora, de fato, Lula é irresponsável usando a dor das pessoas para se eleger, dando 15%. Por que não deu 30% no começo do ano, passando de, para quase R$700?
Por que não fez isso? Por que faz há 17 dias antes do dia 4 de outubro? Isso indica que o senhor Lula da Silva está sendo irresponsável em relação as pessoas pobres, usando a dor para se eleger. Ama mais o cargo do que ama de fato os pobres. Isso é uma crueldade.
Muito obrigado, Cury. Pode voltar ao seu lugar. E agora, pelo sorteio, quem é a pergunta do Renan Santos? E vamos fazer a mesma coisa, vai, temos um vídeo e uma pergunta embasada nesse vídeo, tá bom? Então sorteei aqui quem terá os 2 minutos para responder. Ronaldo Caiado, por favor. Muito obrigado. Então, produção, assim que tiver pronto, por favor.
Muita gente vai sair do armário para apoiar o PT na hora do pau contra um candidato como Jair Bolsonaro, que a despeito de todos os defeitos dele, a despeito de todas as críticas que você que você possa fazer a ele, não é um candidato que veio com ameaças à democracia como o PT vem fazendo, né? Ele vai para o lado do veneno porque ele utilizou um movimento político, um movimento histórico, se apropriou dessas pautas, ganhou eleição não só através dessas pautas como adotou uma política não só corrupta, mas uma política de se utilizar de uma crise sanitária que levou ao cabo a vida de centenas de milhares de brasileiros para tentar um golpe de Estado e para tentar ficar rico.
Junto com os filhos ladrões dele.
Então o MBL apoiou Jair Bolsonaro em 2018? Não, não apoiou.
A gente apoiou no segundo turno com ressalvas, mas apoiamos no segundo turno.
E depois passou a ser crítico do governo, né?
Sim, mas assim, a gente nunca teve com Bolsonaro.
E aí mudou, se tornou crítico do governo, do governo do Jair Bolsonaro?
Eu já era crítico.
Sim, mas qual que foi o maior motivo para ser?
São muitos. Bolsonaro é fraco, Bolsonaro é corrupto, filho dele é corrupto, ele tá distrair os eleitores.
Bom, a pergunta é a seguinte então, Caiado: tendo em vista que os políticos aparentemente falam e depois não se comprometem com o que disseram, que compromisso o senhor proporia para que os candidatos se coloquem à disposição dos debates até o fim da campanha, inclusive os que não passam na TV aberta? E quem cobra presença dos outros não deveria dar o exemplo?
Sem dúvida. Olha, me estranha, Igor, a não presença do Renan, porque ele gosta de debate. Realmente não sei o motivo que fez com que ele se ausentasse do debate, tá certo? Em relação à postura, você sabe que quando você dá um crédito a uma pessoa, todos nós podemos errar, né? Eu também tive uma série, uma séria divergência com Bolsonaro no período em que nós tivemos ali a pandemia, né, onde ele dizia para todo mundo que aquilo era uma gripezinha, tá certo, e que aquilo não tinha importância nenhuma, todo mundo podia viver normalmente.
E que vacina, aquilo ali era coisa que transformava o cidadão em jacaré. Então foi o momento em que até então eu havia apoiado, né, fazer um governo em parceria. Naquele momento que se colocou em dúvida essa, esse enfrentamento à vida, eu fui o primeiro a assumir essa defesa da vida, enfrentar todos aqueles radicais irresponsáveis que achavam que o cidadão não merecesse viver e podia correr qualquer risco. E ao mesmo tempo impus uma regra de vacinação dura no meu estado para que pudesse salvar o maior número de vidas.
Por isso eu me formei e sou médico e me orgulho de médico e do exercício da medicina. E nunca abri mão dessa minha condição. A minha condição na vida é de brigar pela vida, salvar vida, cuidar das pessoas. E assim que eu cheguei com 88% de aprovação no meu estado de Goiás, no último governo.
Caiado, muito obrigado pela participação. Você pode voltar ao seu lugar. Agora, pela ordem do sorteio, Cury, por favor, à direita da mesa, e aí você poderá escolher Pode, quem é que vai debater com você? Você pode escolher livremente.
Eu queria debater com Lula da Silva e o Flávio Bolsonaro.
Aí tu não vai conseguir, meu irmão. Vamos ligar para eles?
Vamos ligar. Como eles são fujões, então eu vou chamar uma pessoa que eu tenho estima, que é o Zema.
Por favor, Zema, do lado esquerdo da mesa. E aí, Cury, você tem, você pode fazer a tua pergunta livre em 30 segundos.
Zema, você falou sobre escola pública. A educação é vital. E você falou que a escola particular é melhor que escola pública. Sinceramente, eu fiquei muito desconfortável com isso, porque para mim a escola pública ela tem que ser resgatada, trabalhada, encorpada, treinada, equipada. E porque eu sou aluno de escola pública a vida ter estudado em escola pública, por que o seu governo deu um dos menores índices de reajuste?
Cury, eu não sei se você acompanhou de perto a situação de Minas Gerais. Quando eu assumi, Cury, em janeiro de 2019, as professoras de Minas não tinham recebido o 13º do do ano anterior. As professoras de Minas recebiam o salário em 3 pagamentos sem saber a data. A merenda escolar nas escolas, como eu falei aqui, era uma água com um pouquinho de arroz que eles falavam que era essa merenda. Eu não sei se você já administrou massa falida.
E o que eu tive de fazer foi priorizar a reconstrução das escolas que estavam caindo. Nós tínhamos escolas interditadas em Minas, salas de aula com peças de eucalipto para o telhado não desabar. E pagar o salário em dia, os direitos trabalhistas, é a primeira etapa. Eu falo que para destruir é muito fácil. Você dá uma marretada na parede, ela cai. Agora, para reconstruir, é tijolo por tijolo. E hoje todas as professoras estão recebendo em dia, tem acesso ao plano de saúde do estado, o Ipseng, que voltou a funcionar e que não funcionava.
Então nós estamos no caminho certo. Tanto é que a alfabetização em Minas foi a que mais avançou em 2025, e também o IDEB batendo recorde ano após ano.
Bom, Zema, eu sei que você pegou um estado falido realmente e você atuou como gestor. Tem alguns dados que diz que a dívida de Minas Gerais quase que dobrou, talvez seja pelos juros abusivos que o governo federal cobra. Mas vamos falar sobre educação. Educação precisa ser repaginada completamente. Os professores têm que ser provocadores da arte de perguntar, eles têm que ser desafiadores da arte de pensar e elogiadores da arte de participar, para que nós possamos prevenir a glosofobia, o medo de falar em público, que atinge 75% dos alunos.
Temos que ter uma educação tão revolucionária que deve haver É gestão financeira, deve haver empreendedorismo e deve haver aulas de teatro e oratória. E além disso, o ensino médio tem que passar completamente também por uma reformulação dramática. Nós temos cerca de 7,3 milhões de jovens no ensino médio, mas por incrível que pareça, apenas, apenas 21% faz ensino técnico. Como é que pode, num país pobre como o nosso? Nós não darmos oportunidade para que os jovens façam técnico de informática, em gestão financeira, técnico em marketing digital, e agora informática, drones e assim por diante.
Porque um país, um país que não valoriza os seus jovens é um país irresponsável. Veja bem, e reafirmo, dos 7,3 milhões, apenas 21%, 1 milhão e meio cerca desses jovens só faz ensino, faz o ensino técnico, e o resto faz o ensino médio estéril. Isso é uma irresponsabilidade. Eu vou colocar não apenas uma, vou fazer não apenas uma revolução no ensino médio, mas vai ter uma agência do Banco do Empreendedor e uma escola do empreendedor em cada favela ou comunidade, e também cada escola pública.
Nós vamos revolucionar a escola pública de fato, como nunca ocorreu, porque eu sou autor mais lido da educação no país e também na América Latina.
Cury, você está convidado a conhecer o maior programa técnico profissionalizante do Brasil, que é o Trilhas de Futuro, que eu idealizei e implementei como governador, que tá lá funcionando, já formou mais de 150 mil jovens. Agora Por que você utilizar a escola particular e privada? Porque ela tá pronta. Um estado falido, você acha que eu ia ter de aguardar 5 anos para construir escolas, contratar professores num custo maior? Ou seria melhor falar: eu vou usar esse recurso agora para começar a formar jovens na área de tecnologia, técnico de enfermagem, técnico em construção civil, técnico em administração.
Então eu falo que não é acabar com a rede pública. A rede pública sempre vai ter o seu lugar garantido, precisa melhorar, mas nós podemos também fazer parcerias. E nada melhor do que comparar, porque na hora que você coloca concorrência, o nível sobe E é o que tá acontecendo em Minas e é o que eu vou fazer no Brasil.
Muito obrigado, candidatos. Zema, como agora é pela ordem, o Lula, que vai, a gente vai ver um vídeo do Lula e uma pergunta dele, e só quem resta na urna é você. Então você pode ficar precisamente onde você tá. Cure, por favor, volta aqui para o seu. Então só para tudo ficar bonitinho, tá aqui o nome que tava dentro da urna, Romeu Zema. Daí Produção, pode soltar o vídeo, por favor.
E as coisas tão caras, eu sei, a carne tá cara, o café tá caro. O ano passado o ovo tava nas nuvens. Se não tem carne, a gente come ovo. Se não tem ovo, a gente come carne. Mas como não deu os dois, a gente come como eu comia quando eu levava marmita, feijão e arroz puro, porque eu não tinha mistura.
Zema, a pergunta é a seguinte: caso eleito, quais serão as principais medidas do seu governo para fortalecer a economia brasileira?
O brasileiro nunca teve tão apertado, tão arrochado, e essa fala do Lula é uma ofensa ao brasileiro. Todo mundo tem direito a uma alimentação decente. E isso não tá acontecendo por causa da gastança dele, que faz com que sobre menos dinheiro para o brasileiro. Um governo que gasta demais é um governo que causa esse aperto, é uma regra da economia. A taxa de juros tá lá em cima por causa dessa gastança. Com isso, todo mundo que compra um celular, uma moto, alto e paga prestação, no final pagou tudo mais caro.
O brasileiro hoje tá apertado por causa desses juros altos que o Lula e a gastança dele provoca, e por causa das bets também, que eu vou proibir no meu primeiro dia de governo. Tem gente aí tirando a própria vida porque na hora que tem um dinheirinho e vai pagar a dívida cai na ilusão de que se julgar vai multiplicar o dinheiro. E temos um governo que só pensa em aumentar impostos. Desde quando você já viu queda de imposto no Brasil?
Eu vou fazer isso. O Lula é o pai da pobreza. Ele quer que todo mundo continue na miséria dependendo de Bolsa Família. E em Minas, como governador, Eu fiz o contrário e é o que eu farei no Brasil. Minas, diferente do Brasil, tá recebendo brasileiros de todos os estados. E no Brasil hoje nós temos 5 milhões de brasileiros que já foram para fora e temos outros milhões querendo ir embora. E se o Lula ganhar, esse movimento só vai aumentar.
O Lula tira esperança, tira perspectiva de futuro, porque ele não combate corrupção, não combate supersalário. E é o que eu vou fazer.
Muito obrigado, Zema. E agora, pela ordem, tu já faz, já fica ali para fazer a tua pergunta, tá bom? E para que todos tenham o mesmo tempo de tela, é eu, o Caiado, que vai fazer a resposta junto com Zema. Então pode se posicionar à esquerda, por favor. Muito obrigado. Bom, então quando tiver pronto, Zema, à vontade.
Perfeito. Caiado, você sabe que o Irã financia o Hamas e o Hezbollah, o que é decepcionante. E o Brasil tá nos BRICS, aonde esse mesmo Irã está. Você é favorável à permanência do Brasil os BRICS com países como Irã, que condenam jovem à morte por estar simplesmente protestando, às vezes mulheres, de maneira mais selvagem possível?
Bom, Zema, Brasil, Rússia, África do Sul, Índia e China. Não tem o Irã, ele faz parte, tem vários outros, certo? Então quer dizer, esses aqui, querendo ou não, são os responsáveis pela maior parte da exportação brasileira, de todo o seu produto externo. Eu neste momento, eu jamais na minha vida romperia qualquer acordo para penalizar amanhã aquilo que nós já somos duramente penalizados. Pelo contrário, eu resgataria a diplomacia brasileira, eu resgataria a capacidade brasileira do Itamaraty, que sempre foi de buscar e abrir mercados.
E nós não podemos neste momento, tá certo, que nós avançamos com a Índia, que nós avançamos mais do que nunca com vendas à China, nós tirarmos esses mercados da nossa perspectiva de quase 40% do mercado, nós estaremos falindo, nós estaremos promovendo a maior crise da agropecuária brasileira, como também de muita parte da indústria brasileira. Eu, de maneira nenhuma, excluiria o Brasil da BRICS, mas não confundo problema ideológico com mercado.
Mercado eu vou buscar em todos, em parceria com todos os países do mundo. Parceria do ponto de vista político, aí sim será de acordo com meus princípios, que sempre foram cristãos.
Bom, eu, de certa maneira, discordo, nós temos de lembrar, eu fiz questão de pegar a data aqui, no dia 30 de julho de 2024, o vice-presidente-geral do Alckmin estava lá na posse do presidente do Irã, ao lado do chefe do Hamas, do líder da Jirra e o número 2 do Hezbollah. E tá tudo fotografado, inclusive eu pedi para colocar na minha rede social para estar confirmando. E nós temos de lembrar que o BRICS se transformou num clube ideológico e que tem custado caro ao Brasil.
Eu falo, eu venho do setor varejista. Para mim vender para um cliente, eu não preciso ser sócio do clube daquele cliente, eu não preciso ir na pescaria que aquele que o cliente vai. Eu preciso é atendê-lo muito bem. E eu quero o Brasil atendendo muito bem todos os países do mundo, mas distante de regimes autoritários. O Lula, o Geraldo Alckmin, se dizem tão democratas, estavam lá num país autocrático que condena jovens à morte, mulheres participando de uma posse ao lado de grupos terroristas.
Isso para mim vai naquele velho ditado: diga-me com quem andas que direi quem és. Então eu quero o Brasil na OCDE, aonde nós precisamos melhorar a transparência da máquina pública, mostrar tudo que é gasto, todas as agendas de presidente, de ministro, telefonemas. É isso que o Brasil precisa, andar com gente civilizada, decente, e não com povos que estão na barbárie ainda e que, na minha opinião, não tem nenhum exemplo para nos dar.
Bom, Zema, eu sinceramente eu não sei por que que você incluiu o Irã no BRICS. Não tem nada a ver uma coisa com a outra. Tá certo? Eu não excluiria o BRICS de maneira alguma, quero deixar bem claro aqui, de maneira alguma. Eu tenho posições muito claras, eu tenho posições muito claras contra terrorismo, até porque como governador do estado, eu e o Tarcísio fomos a Israel dar apoio à violência que ele sofreu no dia 7 de outubro.
Então eu tenho posições claras. Agora, em relação a mercado, eu não posso excluir os meus maiores parceiros hoje, porque compõem países que são aceitos por vários outros países também, e o próprio Estados Unidos comercializa com eles mesmo. Você sabe muito bem a integração que os Estados Unidos têm com a Índia e com a China. Então nós continuaremos também nesse mesmo suporte. Agora, o que é importante dizer é que eu quero criar como presidente políticas estruturantes Para o Brasil não ser vendedor de matéria-prima.
Obrigado, Caiado. Obrigado, Zema. E agora, pela ordem do sorteio, o Caiado faz a pergunta necessariamente para o Cury, por favor. Daí, Cury, você senta do lado esquerdo. Caiado, por favor, do lado direito. Muito obrigado. Só para a gente manter a estética. E bom, a partir daí, Caiado, você pode fazer a sua pergunta livremente, por favor. Você tem 30 segundos.
Me preocupa esse nível de radicalização onde os dois candidatos mais rejeitados no país— agora há pouco saiu uma pesquisa, 55% de rejeição para o Lula, 56% de rejeição para o Flávio. E Como você entende o porquê ainda desses dois candidatos estarem aí disputando a condição de melhor avaliados?
Bom, em primeiro lugar, eu fico muito feliz de estar debatendo com você, com o Zema. Nós estamos cumprindo aqui o papel de estadistas, falando de projetos sem ataques pessoais, sem violência, projetos para desenvolver o Brasil. Em segundo lugar, Caiado, o Irã está no BRICS, ele foi introduzido no BRICS, mas eu concordo com você que jamais deveríamos excluir os países que têm um comércio conosco. Excluindo o Irã, temos que manter um relacionamento notável.
Inclusive, a Arábia Saudita foi incluída no BRICS e nós temos um comércio que é apenas um terço da média dos países. É quase que inacreditável. Precisamos desenvolver a nação brasileira no mais alto nível e turbinando tanto tantas exportações como as importações seletivas de máquinas e de equipamentos para desenvolver a indústria 4.0. Dito isto, você tem toda razão, é quase que inacreditável que nós estamos escolhendo o menos pior.
Isso não tem precedente histórico. E nenhum país do mundo você escolhe o menos pior, você deve escolher o melhor, aquele que tem mais propostas. E a beleza da democracia está na divergência, porque a unanimidade só existe nas ditaduras, ou só é procurada nas ditaduras. Mas existe a Síndrome de Estocolmo. Em 1973, algumas pessoas fizeram 4 pessoas reféns num banco, e a partir daí, quando eles saíram, ao invés de eles criticarem o seu algoz, eles defenderam, desenvolveram uma relação de empatia.
Então, quando você existe a indústria do medo e a indústria do ódio, você começa a ser sequestrado emocionalmente, você valoriza aqueles que são seus algozes, são seus carrascos, sem perceber que eles não têm qualificação para governar uma nação. Isso é muito triste. Isso pode ocorrer até com pessoas que são abusadas dentro de casa, valorizando às vezes seus parceiros porque tem medo de falar: não, eu não convivo com você porque eu sou mais importante que a sua, que a sua suposta proteção.
Então nós temos que mudar essa nação. Mais de 10 anos a esquerda dirigindo para a direita, dizendo que a direita é fascista, é a direita não respeita os direitos humanos, a direita não gosta de pobres. E a esquerda falando para a direita que a direita é, que a esquerda, que a direita, desculpa, a esquerda dizendo para a direita que é fascista, e a direita dizendo para a esquerda que é esquerdopata, que não gosta de família e não respeita a religiosidade.
Temos que terminar esse ódio. Eu quero governar para os dois. Isso não pode continuar em hipótese alguma. Eu quero ser um país que une a nação brasileira para chamar os melhores especialistas para governá-la.
Bom, Cury, este momento me preocupa pelos anos na minha vida pública em que eu sempre tive a liberdade e continuo tendo de divergir das pessoas, debater com as pessoas, mas jamais ter que ter esse nível de ódio e de violência que se alimenta das pessoas não poderem sequer se cumprimentar. Mas existe um sentimento hoje que ele é verdadeiro, que é exatamente de vencermos um período do PT no Brasil que, além de tudo que praticou, ele roubou o futuro da juventude brasileira nesses últimos 20 anos que esteve à frente do poder.
Junto a isso, O que mostram as pesquisas é que os dois tendo este patamar de rejeição, veja, eu chego empatado com Lula no segundo turno e não tem essa rejeição, eu tenho como crescer. Ora, o cidadão vai colocar um candidato numa loteria com Lula sabendo que ele pode usar a máquina de governo no segundo turno, que já bateu o Jair Bolsonaro quando ele era presidente da República, e vai arriscar tudo agora num candidato que sabe que tem todas essas fragilidades que aqui nós citamos, que não tem condições de poder debater com Lula do ponto de vista moral, ético.
Como o Flávio não tem essas condições, isto que a sociedade tá provocando, levando esses dois para o segundo turno, isso é uma roleta russa. E o tiro tá sendo dado na cabeça da população brasileira, porque você sabe que esses dois não corrigirão nem a segurança, nem a insegurança jurídica e nem a economia do país. E é isso que nos deixa estar Candidatos, muito obrigado pela participação.
Podem voltar aos seus lugares. E durante— tu usou o tempo inteiro, é, tu usou o tempo inteiro de uma vez. E bom, teve um pedido de direito de resposta aqui durante a fala do Zema, da equipe do Zema, que tinha a ver com BRICS e Irã e tudo mais, mas o nosso apoio jurídico decidiu negar esse direito de resposta. Portanto, vamos então para o— pode voltar, cara, por favor. A gente vai então agora fazer o sorteio para as considerações finais, o que significa que, bom, definindo a ordem aqui, cada candidato terá 1 minuto e meio para falar livremente, tá bom?
Então eu vou pegar aqui a urna que contém apenas os nomes dos 3 candidatos presentes, e o primeiro é o Augusto Cury.
Tá bom?
Por favor, Augusto, pode ficar à vontade ali. É, não dá resposta aí à esquerda, por favor, tá? Depois eu sorteio outro. Dali é 1 minuto e meio, é a última vez.
Pior do que a ação dos corruptos e dos maus é omissão dos bons e daqueles que têm a contribuir. Eu sou casado há 43 anos, sou apaixonado pela minha família, renunciei à minha tranquilidade porque eu amo essa nação. O Brasil precisa terminar essa indústria do ódio e essa indústria do ego. Reitero, a direita chama a esquerda de esquerdopata e que não ama minimamente religião e nem a liberdade de expressão. E a esquerda chama a direita de fascista, de que não ama pobres, e que não respeita os direitos humanos.
Essa guerra tem de terminar. Eu me coloquei como candidato à presidência para governar para os dois. Eu quero governar tanto para aqueles que são da direita como aqueles que são da esquerda. Por favor, se você acha que alguém como eu, que não tem histórico de corrupção, que não está nessa política suja, que não é um político profissional, que vai chamar os melhores especialistas para governar essa nação, faça vida de apoio, porque o Brasil não suporta mais essa guerra de ódio.
O Brasil merece paz e o Brasil merece desenvolver. Reitero, vamos nos unir. E eu espero que você faça uma oração, independente da sua religião. Reze para que nós possamos ter uma nação mais justa, mais ética, mais responsável, sem usar a dor das pessoas para ganhar uma eleição ou um cargo.
Cury, muito obrigado pela sua participação. Eu já tô sorteando aqui o próximo. Que será o Ronaldo Caiado. Por favor, 1 minuto e meio para o senhor, fique à vontade assim que tiver pronto.
A vocês, homens e mulheres, tenho 40 anos de vida pública, sou médico há 52 anos, você nunca me viu envolvido em bandalheira nem corrupção. É em posições de coragem, de enfrentamento, de capacidade de dialogar e de construir, de poder fazer com que os benefícios cheguem às pessoas, poder cuidar da criança, poder cuidar da mãe, poder cuidar de quem trabalha e produz no Brasil, poder enfrentar com coragem a bandidagem, o narcotráfico e a corrupção.
Não quer desonrar o voto de um brasileiro. Nesta hora eu lhe pergunto: por que optar por dois candidatos que já chegaram ao máximo de rejeição no Brasil? Você sabendo que a maneira de derrotar o PT só existe uma, é votar no Caiado, é me levar para o segundo turno. É o único que tem essa coragem, essa experiência e que ao mesmo tempo tem como crescer no segundo turno para bater o Lula. Não vamos entrar numa loteria. Você sabe muito bem o que o PT é capaz de fazer com a máquina do governo, mas vocês sabem muito bem que na hora que tiver que me encarar vai ter que responder por toda a malversação.
Obrigado, Caiado. Obrigado pela tua participação, pode voltar ao seu lugar. E agora, Zema, bom, só sobra você aqui na urna. Eu vou tirar aqui de dentro só para garantir que tá certo. Pode ir à esquerda, por favor, Zema. Aqui, ó, aqui, ó. Isso, é o meu Zema. Pronto, esse é o último. Zema, você tem 1 minuto e meio para as tuas considerações finais. Assim que você tiver pronto, à vontade.
A semana passada, nós assistimos uma sessão inédita no Supremo Tribunal Federal. Pela primeira vez na história, um ministro sujeito a ser investigado. E tudo isso só aconteceu por causa do Partido Novo, o 30, que é o meu partido. Nós somos o único partido no Brasil aonde ninguém tem o rabo preso. Todos os meus concorrentes têm gente no seu partido envolvidos com banqueiro bandido. Eu estou respondendo um processo do Ministro Gilmar Mendes, mas estou com a consciência tranquila que eu e os meus colegas do Partido Novo estamos fazendo o que é correto.
Por isso que eu peço o seu voto nos candidatos do 30 para deputado estadual, deputado federal, senador e presidente. Nós somos diferentes. Eu tô aqui com a camisa, ó, os intocáveis estão com medo, estão muito, porque tá insustentável a permanência deles lá no Supremo. Eu tenho orgulho de estar num partido pequeno, mas num partido que faz muito mais do que os grandes, porque nós somos gente competente que sabe fazer o certo.
Muito obrigado, Zema. Pode voltar ao seu lugar. E com isso a gente tem— esse é o final do nosso debate. Eu queria agradecer em primeiro lugar todos os candidatos que vieram aqui. Então, Caiado, muito obrigado. Cury, muito obrigado. Zema, muito obrigado. Eu queria também agradecer a equipe, cara, porque isso aqui só é possível, com certeza, é óbvio que o que eu vou dizer, mas só dá para fazer um evento desse tamanho com comprometimento da equipe que a gente tem aqui.
Então o meu agradecimento de surpresa para todo mundo, muito obrigado pela moral. Sem vocês isso aqui não era possível, tá bom? De novo, chegamos ao final do nosso debate e a gente vai fazer uma pausa uma rapidinha que eu tô indo ali para o pós-debate trocar uma ideia ali, ficar ali, falar com você daí que tá assistindo a gente até agora. Então obrigado por ficarem com a gente até aqui, fica aí só mais um pouquinho e é isso. Esse é o final do nosso debate. Mais uma vez a todos os presentes, muito obrigado, e a gente se vê já já.
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This is the flow. Tamo de volta aqui no nosso pós-debate e aqui do meu lado tem o Zema. E Zema, eu queria te perguntar aqui, é bom, de propósito aí de Brasil, a gente falou um tanto hoje nessa noite, né? Eu queria te perguntar o que que você acha, qual que é a importância de um evento, não necessariamente o Odô Flow, mas um evento como esse para a democracia brasileira, um debate propositivo.
Importantíssimo. Os candidatos precisam se manifestar, mostrar as suas propostas para as pessoas, para o eleitor, e um momento como esse é o mais conveniente. Agora tem candidato que fica escondido dos milhões que o partido dele tem para poder gastar, se protegendo e evitando de responder aquilo pelo qual ele poderia estar sendo questionado. E aqui não tem pergunta proibida, não é isso? Ficou muito claro aqui. Então quem não vem muitas vezes é porque tá devendo, tá escondendo alguma coisa, o que é um péssimo indício.
Zema, muito obrigado mais uma vez pela tua presença e pela moral que geralmente você dá aqui para galera do Flow. Boa sorte aí nessa reta final. E tu vai para Minas agora?
Eu vou amanhã cedo para o sul de Minas, é, tenho algumas agendas lá, vou sair bem cedo para aproveitar bem o dia. Tô ficando aqui em São Paulo, lembrando que eu sou bem apaulistado. Eu fiz faculdade aqui, durante a minha carreira profissional eu vim a tratar assuntos da empresa aqui vários dias por mês, mas eu não perdi o sotaque não, você concorda, né? Continua aí, né? Inclusive fui criticado por aquele ilustríssimo Ministro Gilmar Mendes, que falou que esse sotaque é difícil de entender.
Teve alguma reclamação aí de quem nos acompanhou que não entende a minha fala ou não?
Consegui entender perfeitamente.
Você conseguiu entender, né? Então acho que quem nos acompanhou aí entendeu. É só quem fica enclausurado lá em Brasília fazendo coisas erradas e perde contato com o Brasil, que trabalha com o Brasil real, é que geralmente não entende.
Zema, mais uma vez obrigado e boa sorte na tua reta final.
Até uma próxima aí.
Amém. Obrigado. É, Caiado, por favor, chega aí, Caiado. Caiado, que também tá doido para ir para Goiás continuar a reta final da campanha, né, Caiado? Como é que é o dia de amanhã? Tá atribulado, cara?
E muito. Tanto é que eu vou decolar hoje ainda para Goiás, tem várias carreatas e grandes encontros e comícios. Mas, Igor, primeiro lugar, muito obrigado, cara, você promover esse evento aqui, da gente poder conversar temas relevantes. Mas eu quero, na minha fala aqui final com vocês, eu quero pedir uma reflexão. Analisem bem aquilo que as pesquisas estão mostrando, gente. Por favor, analise a pesquisa, analise pesquisa em segundo turno.
Não adianta nada se analisar em primeiro turno, porque você sabe o que eu sempre disse: o Lula quer levar o Flávio porque o Flávio é peru de Natal. Ele quer comê-lo no segundo turno, vocês sabem disso. Tanto é que os dois estão empatados com 55% de rejeição, outro com 56%. Isso mostra que eles não têm como crescer mais. Ora, qual é o candidato que vai poder entrar na campanha e chegar ao segundo turno? Eu não tenho nada a esconder, eu tenho que mostrar tudo que eu construí, saindo com 88% 100% de aprovação no meu estado de Goiás, tá certo?
E podendo ao mesmo tempo chegar e debater com Lula depois de 37 anos, ele com a mão toda suja, tá certo, de envolvimentos. Ele é igual aquele cidadão que diz: não, eu não, eu tava tomando conta do galinheiro, eu não fiz nada. Saiu com a boca cheia de pena. Então, gente, vocês sabem que eles estão envolvidos em corrupção o máximo possível. Então dê essa chance para quem você sabe que vai bater o Lula no segundo turno. Eu prometo a vocês que ganhando a eleição vocês vão ficar livre de ver o Lula no Palácio do Planalto e o PT nos próximos 20 anos, que não vão fazer uma gestão como fizemos em Goiás.
Um abraço a vocês, reflitam bem e não entrem nessa roleta russa Porque essa roleta russa de Flávio e Lula, o tiro vai acertar na cabeça da população brasileira, que não tem como pagar hoje os seus impostos, não tem como pagar os seus compromissos, e não tem como ter segurança pública, educação, nem saúde para sua família. Uma boa noite, um grande abraço.
Caiado, muito obrigado pela tua participação mais uma vez. Boa sorte com a tua, na tua reta final, e bom descanso, cara, lá quando chegar lá no A Rocha Brasil, vamos lá! Obrigado, Cury. Por favor, tá a fim de conversar aqui um pouquinho com a gente? Obrigado, cara. Esse foi um debate que, por mais que ele tenha sido esvaziado dos outros candidatos, eu diria que ele foi um debate bastante propositivo, que todo mundo tava disposto a não só debater Brasil como também falar sem muita, sem muito, sem muito, não é nem pudor, mas sem ressalva sobre as mazelas que estão assolando o país recentemente. Na tua opinião, esse debate cumpriu o objetivo?
Esse debate cumpriu plenamente o objetivo. Vocês estão de parabéns. Um debate regado a propostas e mostramos que somos Nós não temos medo de falar sobre o que nós cremos e o que nós queremos para a nação brasileira. E esse debate serviu também— eu acho que eu vou ganhar a presidência, e falo com muita humildade. Se estiver no segundo turno, eu derroto o Lula. As pesquisas e os analistas dizem que o único que tem condições de derrotar o Lula sou eu, porque eu não tenho história de corrupção, tenho várias empresas com histórico de sucesso e sei formar time.
Eu vou chamar o Caiado e o Zema para meus ministros e mais uma série de outros notáveis líderes. E além disso, esse debate serviu para mostrar uma outra coisa, que Lula— olha, eu tô tão decepcionado com Lula. O Lula não merece em hipótese alguma o quarto mandato. Usar um 15%, 15% de aumento no Bolsa Família para ganhar um cargo indica que ele não ama os pobres, ele ama o seu cargo, ele ama o poder pelo poder. E o Flávio Bolsonaro, ausência dele mostrou claramente que ele não é um gestor, nunca foi um grande gestor, só montou ali uma, uma chocolateria.
E espera um pouquinho, nunca montou uma empresa digna. E ainda mais essa empresa dele, ela teve um lucro que extrapola os limites de uma franquia normal. Flávio Bolsonaro, você tem muito a explicar. Você também não merece ser presidente do Brasil porque você vai ser derrotado pelo Lula. O que o Lula mais ama é— o Carrado tem razão nesse aspecto— o que o Lula mais ama, o sonho dele até você no segundo turno, porque ele vai te destroçar e destruir.
E o pesadelo de Lula é ter Augusto Cury no segundo turno. Até porque eu não amo o poder, não preciso do poder nem do dinheiro do poder. O meu salário seria para financiar duas microempresas por mês de alunos de escola pública. O que eu quero é consertar essa nação, unir essa nação, parar com essa guerra da polarização. Onda direita chama a esquerda de esquerdopata e esquerda chama a direita de fascista. Há milhões, milhões de pessoas em todas as alas.
Eu quero unir essa nação para desenvolvê-la com justiça, rapidez e equidade, igualdade e oportunidade.
Cury, muito obrigado pela tua presença, pela moral que você sempre nos mostra, e boa sorte, cara, nessa reta final aí da tua campanha. Espero que você consiga descansar.
E eu, obrigado, eu gosto muito de você e eu sei que você torce pela democracia, e lá no fundo você não confessa, mas torce por mim também. Brincadeira à parte, brincadeira. Você é de boa. Obrigado, obrigado do coração. A todos os brasileiros, por favor, faça um vídeo de apoio, porque nós somos sabotados pelo algoritmo. Algo gravíssimo ocorreu, gravíssimo. Nós tínhamos 3,5% de engajamento, passamos no começo do mês para 0,7%. Foi algo criminoso, sabotaram a democracia brasileira.
Eu quero que você verifica se quando você faz um vídeo de apoio, se não há o menor engajamento. Então, por favor, se você acha que alguém como eu pode servir a nação brasileira, faça um vídeo de apoio. Não vão te calar e também não vão calar Augusto Cury. Eu falo isso com muita humildade, servindo a nação brasileira. Obrigado, Igor.
Obrigado, Cury, mais uma vez. Gente, e aqui estamos chegando ao final do nosso evento de hoje, mas eu preciso agradecer os nossos parceiros, porque sem eles não teria sido possível a gente fazer um evento com tanto cuidado, com tanto carinho, e pensando mesmo em como fazer você pensar melhor para essas eleições. Então eu quero começar agradecendo a Insider, que é quem faz essa camisa que eu tô usando, e é a patrocinadora oficial de Quem Questiona o Óbvio, tá?
Então a Insider tá comigo há bastante tempo e a gente vem juntos em boa medida é construindo ou tentando fazer é com que o Flow tenha um impacto positivo na forma das pessoas pensarem. Então eu não tô aqui para dizer como ninguém vota, não tô aqui para dizer como ninguém pensa, eu tô aqui para— gostaria no entanto de fazer só com que as pessoas desenvolvessem o pensamento crítico. E nessa missão a Insider tá comigo que, como eu disse, ela é a patrocinadora oficial de Quem Questiona o Óbvio, tá bom?
Então, Insider, muito obrigado, muito obrigado pela moral. E, pô, é sensacional poder contar com vocês, especialmente momentos como esse, tá bom? Um outro parceiro que tem com a gente, que a gente tem aqui também, é a Hashtag Treinamentos, que é a maior escola de tecnologia do Brasil, cara. É lá na Hashtag que você vai encontrar material para você estudar, para você aprender cursos sobre quase tudo, tudo que tem a ver com mercado de trabalho.
Mas eu queria falar especificamente do conteúdo sobre inteligência artificial. Então automação, N8N, as melhores ferramentas que cabem de verdade no teu trabalho. Eu não tô falando aqui de ficar fazendo, sei lá, pedir um como é que eu faço um bolo. Não, aqui eu tô falando de realmente usar inteligência artificial para pôr para funcionar a automação no teu trabalho aí, no teu, do jeito que na tua empresa. Tá bom? Então, para você saber um pouco mais sobre isso, tem o QR code aqui, o link aqui na descrição.
Mas o mais legal de tudo é que o Flow e a Hashtag fizeram uma parceria que vai te dar R$500 de desconto no conjunto completo de curso da Hashtag, tá? Então, com esse aqui no QR code ou então no link aqui na descrição, você vai lá para o lugar onde você pode assinar todos os cursos deles com R$500 de desconto, tá? Usa o cupom FLOW e vai lá, porque investir em você é com certeza o melhor investimento você pode fazer. Eu queria também agradecer o Kawai, que é bom.
Essa live aqui, todos os outros conteúdos sobre eleições ou sobre educação política também podem ser conferidos em vídeos curtos lá no Kawai, tá bom? Eu queria agradecer demais pela parceria e por nos ajudar a fazer isso aqui tudo acontecer, tá? Então, gente, muito obrigado pela moral. Termina aqui então o nosso evento, que tem a ver com o debate das eleições 2026. Espero que vocês tenham curtido, espero que tenham tomado nota das coisas aí e que ajude vocês a tomar uma decisão mais fundamentada quando chegar às eleições, tá bom?
Muito obrigado, obrigado a todos os parceiros, obrigado a todo mundo que trabalhou comigo nessa, e a gente se vê depois, tá bom? Um beijo, tchau!
Tem conversa que informa, tem conversa que provoca. E tem conversa que faz a gente enxergar por outro ângulo.
O Dileira tá pulando no teto aqui, família.
No Flow Podcast, ideias diferentes encontram espaços para conversas de verdade, sem roteiro engessado, sem assunto pequeno demais ou grande demais. Porque quando a conversa flui, sempre tem algo novo para descobrir. No modo atleta, não é sobre o que idiota corre 5 km, mas histórias ideias, escolhas, pressão, conquista e tudo que existe por trás de um pace maneiro. No Executive Talks, quem constrói, lidera e empreende compartilha experiências, decisões e os desafios de transformar ideias em realidade.
No Reflexões, a conversa desacelera, mas para entrar levemente na sua mente com aquela boa e bem bolada filosofada do dia a dia. Afinal, quem não gosta de filosofia é burro? Que tal um conteúdo sobre carros com muita resenha e perrengue, dois amigos e uma missão do barulho?
Curioso que a Chevrolet mandou um vermelho, né, que é bem o que o Iguinho gosta.
Flow Podcast, a conversa continua.
Hashtag Treinamentos
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