VINHETEIRO + IGORFINA - Flow #643
Lord FineTeiro
- A aversão do Vinheteiro ao Dileira e a outros personagensDileira·Samuca·humor
- A teoria do 'Lulu' e o sucesso na indústria do entretenimentoBaal·sucesso·indústria fonográfica·Shaquille O'Neal
- A visão do Vinheteiro sobre a música brasileira e o Rock in RioRock in Rio·Angra·Red Hot Chili Peppers·Iron Maiden·Belo
- A visão do Vinheteiro sobre a educação e o uso da tecnologiatecnologia·educação·Waze
- Golpes e experiências de roubo e fraude em viagensgolpes·roubo de moto·clonagem de telefone·Estados Unidos·Nova York
- A experiência de Igor Fina no parque da Cacau Show e montanha-russaCacau Show·parque temático·montanha-russa
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Salve, salve, família! Bem-vindos a mais um Flow. Eu sou o Igor e hoje tem comigo aqui o outro Igor. Tudo bom, cara?
Salve, tudo bem, irmão? Bom te ver novamente. Faz tempo que eu não te vejo.
Tá com frio, cara?
Tá muito frio em São Paulo.
O cara tá com uma luva grossa, uma luva grossona, a touca do Minnesota, não sei o quê, né? Todo fantasiado. E aqui do lado dele tem o Vinheteiro também.
É só para se achar aqui. Ele tá usando essa touca e não usa nunca.
Não uso nunca mesmo, botei, fiquei cheio de alergia.
É, deve estar cheio de ácaros, tá mesmo?
E fezes de ácaros também.
Fezes de ácaros também.
Aí não, né? Aí, porra, vai ativar aí todos os problemas. Bom, obrigado por virem aí, cara. E tem um monte de coisa para a gente conversar hoje, né? Como por exemplo, por que que o arrombado do Vinheteiro não topa mais vir no no programa de sexta-feira com o Dileira. Mas a gente vai ouvir isso daí daqui a pouco, né? Porque o que acontece, você que tá assistindo, quiser mandar mensagem para gente, tem aqui o QR code do Live Pix.
Fica à vontade, manda aí. Ficou faltando alguma coisa falar durante o programa, quiser participar de alguma, de alguma maneira, o Jean vai escolher aí os 5 melhores e vai, e aí vai mandar aqui no WhatsApp, eu vou ler, tá bom? E também eu queria agradecer os parceiros de hoje, que é a 2EX Energy, o Felipe Midi, e também a hashtag treinamento, de quem falarei já já, tá bom? Então, Vinheteiro, eu gostaria de saber, cara, por que que tu odeia tanto o Dileira?
Cara, não é que eu odeio o Dileira, ué. O negócio é o seguinte: o Dileira, ele tem um cromossomo a mais, tá?
Como é que sabe?
Cromossomo a mais. E vocês, no lugar de não encher o saco Vocês ficam rindo dele o tempo inteiro. É feio. Ele tem um problema, ele tem uma doença, ele tem a oligofrenia fenilpirúvica.
Caralho, esse é o nome?
É. E vocês, no lugar de ajudar ele, vocês ficam tirando lucro dele. Ele fica lá com aquele retardamento Vocês ficam assim, ahahaha, ahahaha. É um puta mau exemplo, é um puta mau exemplo. Vocês estão fazendo errado.
Tem que fazer como então? Tem que fazer o quê com o Dileira então?
Não, trancar numa jaula. Tô esperando ele falar isso. O Dileira, cara, era pra ele estar num hospital psiquiátrico.
O que será que o Dileira tá fazendo agora? Vamos ligar para o Dileira?
Não, não, não liga, eu não quero falar. Ah não, vamos ligar rapidinho. O Dileira é muito chato.
Liga, liga.
Não quero falar, cara.
A gente toda sexta, vira e mexe sexta-feira aí, o Dileira quer te ligar também, pô. Não, não, vamos ver se ele vai atender. Eu acho que ele tá ocupado.
Vamos ver, tá com a Dani.
Vamos ver, será que ele tá com a Dani?
Será?
Bom, enquanto ele não atende aqui, pô, só porque o cara é oligofrênico, só por isso?
Então eu não gosto de conversar com ele, eu não acho graça, não acho graça em nada. E ele fica interrompendo o tempo inteiro. E ainda digo mais, ele começou a trabalhar lá no programa do Danilo, tá se achando para caralho lá. Tá, não, tô na televisão, não falo mais com ninguém, não atendo. Virou estrela.
Mas tu receberia ele na tua casa? Tu receberia ele na tua casa?
Não, depois que ele começou a se achar, não. Antes, se ele não cuspisse tanto do jeito que ele cospe, filho do vinheteiro, cheio de catarro do Dileira. Não, ele chega cuspindo. Imagina o Dileira urinando. Ele vai urinar para todo, vai deixar o banheiro imundo, cheio de, ele vai fazer pipi, faz aqueles gritos dele lá. Não dá, cara, não dá. Ele tá se achando, e eu não quero mais falar com ele, não rende a conversa, não rende. Ele e aquele outro lá, o repórter, Samuel, tudo fezes, tudo fezes.
Também não gosta de samuca, cara.
Fez, não dá. Que que você aprende quando você fala com o Dileira ou com o Samuca? Que que você aprende?
Ué, dá para você trocar uma ideia com ele sobre vários assuntos. Por exemplo, se tu trocar ideia—
não, mas eu perguntei o que você aprende. O Dileira, que você aprende? Você aprende alguma coisa?
Se tu quiser conversar sobre igreja, provavelmente tu aprende alguma coisa. O Dileira estudou lá umas parada dessas, estudou teologia também. O Samuel é—
eles, cara, para mim eles estão, os dois estão com Satanás no couro. Precisava, precisava chamar lá o São Bento e vá de retro, Satanás, porque eles estão, eu acho que ou eles estão com o demônio no corpo ou eu não sei o que que é aquilo ali não.
Ô Igor, tu já teve com os moleque aí? Os moleque são suave, né, cara?
Demais, demais.
Eu gosto de conversar com esse cara, tá exagerando, porra.
Não, eles estão com o diabo no corpo, cara. Só pode ser isso.
Tomou umas cuspida?
Graças a Deus não, mas às vezes ele cuspia na mão, depois queria me cumprimentar. Eu falava, vai se foder, vou cumprimentar o caralho, sai fora. Mas é nojento, é nojento, pô, é nojento. Tanto que a gente fez um jogo lá embaixo, e aí teve uma vez que eu ganhei com o Caio, que era minha dupla. Falei, ó, aprenda é você não cuspir mais quando eu tiver aqui, Dileira. Sempre que eu tiver aqui, tu vai engolir.
Aí ele, ai, engulo, engulo. Aí deu 2 minutos, deu 2 minutos. Não, eu ri da imitação. Se eu não gosto de alguém, eu não gosto do Dileira, alguém imitou, ele tá debochando de alguém que eu não gosto, então eu dou risada.
Toda imitação é debochada?
Toda imitação é um deboche.
Então você gosta quando eu debocho de você?
Não, quando você faz uma imitação, aí você é um É uma idolatria, aí é diferente. Quando é sua? Quando é minha? Ah, entendi. Aí eu gosto, mas eu posso começar a não gostar também, igual o Sky lá. O Sky lá tu não gosta, né?
O Sky lá fica puto, né?
Eu não gosto, imitação não gosto, não gosto, não gosto de imitação, nem—
Já reparou essa linguinha dele?
Eu adoro, mano.
E aí, Varô, que ele faz assim. Eu acho que o Skyline, ele tem a língua maior do que a boca dele. Por isso que ele põe a língua para fora. Eu acho, não sei.
Eu acho que é só um tique, sei lá.
Coloca aí quem tem a língua maior do que a boca. Escreve aí na IA para ver o que que é isso, já que você não tem cultura nenhuma.
Bom, tá bom, né? Pô, é uma pena, cara, porque eu acho que ia ser maneiro tu se divertindo num episódio com o Dileira.
É, tem que saber lidar, né, mano? É você, mas eu não me divirto.
Você se diverte?
Eu dou risada, mano.
Eu não consigo, eu não consigo. Olha lá, macroglossia é o aumento anormal da língua, fazendo com que ela fique grande demais para cavidade bucal.
Isso não quer dizer que o Skylab tem, nem que—
eu acho que ele não tem isso aí não, nem que ele fica botando a língua para fora.
Tem macroglossia, macroglossia.
Eu não acho que supostamente, supostamente, eu não acho que ele tem isso não.
Tem.
Tu tem uma opinião sobre essa merda que ele acabou de falar?
Eu não tenho essa porra não, viu, Fabrício? Eu não tenho isso não, cara. Eu só gosto de usar minha língua, porra.
É a linguinha e a mão. Ele fica assim com a mão também, já reparou?
Ai, e o pior que ele fica, porra, desculpa, mas é que é engraçado, o cara fica puto até com quem ri, né, pô? Aí é sacanagem, não pode rir, não pode, porra, vai te bloquear também. Tá bloqueado?
Tô bloqueado, porra.
Mas eu gosto das músicas do Sky lá, eu escuto todas, eu gosto.
Então há um representante da música brasileira que tu gosta, né? Não é muito comum não.
É bom, eu gosto muito do trabalho dele.
O que que chama mais atenção no trabalho dele? Onde que tem mais qualidade ali?
Eu acho que é na poesia, na criatividade e redação. É porque ele fala coisas verdadeiras, né?
E por exemplo, fala aí uma coisa verdadeira que ele canta.
Cadê meu pau? Roubaram minha glande. Às vezes, às vezes o pau da gente some, não é?
Principalmente no frio que tá rolando aí agora.
No frio, mas eu vou além. O Monark recentemente, ele contou, boa pessoa para citar aqui, mano, ele contou que ele teve intercurso com alguém Que tinha pau, acho que sim, é sim.
Porque, porque isso chama atenção.
Então aí vem a música do Skylab, Cadê Meu Pau? Às vezes o cara acorda e o pau tá no gaiado, não é?
Sim, acontece.
É, às vezes você não sabe onde você esqueceu.
Entendi. Eu particularmente gosto, eu acho muito foda o instrumental da banda dele também.
O instrumental da banda dele é muito bom.
É, mas aí o ouvinteiro não vai gostar porque ele acha todos os instrumentos de corda fezes, né?
Por falar em instrumental, tá rolando Fezes em Rio.
O que que vocês estão achando do Fezes em Rio?
Tu não vê porra nenhuma daquilo, né?
Cara, eu nem fiquei sabendo. Primeiro que o Rock in Rio é, não é Rock in Rio há muitos anos, né? Era nos anos 80, lá quando tinha Iron Maiden, KISS.
Eles ainda vão às vezes.
Esse ano teve o Avenged Sevenfold, Foo Fighters, teve os cara.
Pô, Foo Fighters eu botei o show para ver e aí só tava conseguindo acessar pela Globoplay e a conta de um amigo meu tava lá na minha TV. Eu botei animadão para ver Pô, na sexta música acabou a degustação grátis. Nossa, eu fiquei muito puto, não consegui ver o resto do show. Pô, eu adoro Foo Fighters. Você gosta de Foo Fighters? Não, eu perguntei só para você responder mesmo, já sabia.
Mas o Angra é pior. É, o Angra é, o Angra eu acho que é a pior das bandas, pior do rock. Tá no Angra. Por quê?
O que que tem de tão ruim assim? A gente mistura música brasileira, é por isso?
Então, rock não pode ser em português. Que que é música brasileira? É fezes. Aí você tem lá uma guitarrinha, lá uma bateria, e mistura com música. Quando você tem comida, você tem um prato de comida, um prato de sushi, comida. Se você adicionar fezes, se transforma aquele prato de comida em fezes. Só um pouquinho de fezes, você joga tudo fora. É a mesma coisa o Angra. Mas o pior do Angra são os fãs do Angra, que se não me engano tem Tem gente aqui, os meninos trabalham aqui. Se não me engano, eles gostam dessa pandemia vagabunda.
Tem um bem aqui.
Quem?
Eu.
Você? E qual música que você mais gosta?
Cara, eu gosto, depende. Vamos lá, tu tá falando que Angra é fezes, para começar.
Fezes? Não, eu não tô falando, é fezes.
Tá bom, mas vamos lá, todas as fases. Quem que é o pior vocalista do Angra então? Que o Angra teve.
Ele não sabe o nome de nenhum, claramente.
O pior, o André Matos é o pior.
André Matos é apresentador do video show, caralho.
Não é o cantor do Angra?
É, ele foi, sim.
Fezes. Não é o que tinha uma voz assim, uma coisa assim? Eu detonei, o Detonei, então canta melhor que o André Matos. Tá.
E o Edu Falaschi, que que tu acha?
Fezes também. É fezes. Caraca, por que que os metaleiros só fica gritando? Não é assim que se canta.
Canta aí então para eu ver.
Não, pega lá um Tião Carreira e Pardinho, eles não estão gritando.
Tu sabe que o Igor canta Red Hot Chili Peppers. Red Hot Chili Peppers é fezes?
Red Hot tem fezes. Red Hot é bom, pô. Por que que é bom?
Ué, porque me agrada. Só para mim é bom, para você pode ser ruim, mas para mim é bom. O Igor gosta, não gosta?
Então só porque você, você é o centro do universo, então só porque você, na minha opinião, é bom. Só porque te agradou é bom?
Não, tô falando que na minha opinião é bom. Eu gosto.
Não, não foi o que você falou. Você falou porque me agrada.
É, eu gosto porque me agrada, caralho.
Mas não é bom. Você tá—
para você não é bom.
Não, não é para mim. É para quem é esse? O Red Hot é— te agrada porque você ouviu uma musiquinha no rádio, você ouviu uma musiquinha deles numa novela. E ouviu num show, sei lá, e a música dele está nesses lugares não é porque é boa, é porque eles venderam o Lulu para o Baal. É por isso. E aí vocês pagam, pelo menos o Angra, o Angra vendeu também o Lulu para o Baal, mas não vendeu tão caro quanto o Red Hot. O Red Hot vendeu mais caro. E vocês sabem do que eu tô falando.
Caralho, profundo isso daí. Então pera aí, então todo tipo de, todas as bandas que tocaram no rádio venderam o Lulu para o Baal?
Todas.
Todas tocou no rádio.
Você soubesse, você sabe um pouco que você é dono do flow, você sabe como é difícil. Não, você não tá na indústria fonográfica, mas você sabe que às vezes para ganhar um dinheirinho a turma vende o Lulu. Vem, vem, tô errado?
Responde, arrombado!
Não tá errado, você tá certo, Vietilo.
Você tá certo, Lulu. Vocês não entendem, cara, eu tô falando sério aqui. É que eu tenho que, eu tenho que falar dessa maneira, senão vocês não vão entender. Aí que tá, para eles você não sabe, você não sabe para quem é. Então tá cheio de cara que quer ser músico aqui, ó, que estão assistindo aqui, ó. Todos querem, inclusive ser músico. Todos querem, é uma maldição. Aí eles vão pegar e vão procurar, começar a procurar para quem que eu dou o Lulu para tocarem a minha musiquinha. Aí o Baal vem e ele incorpora.
Que que é Baal, mano?
Pô, mas você é ignorante, é um demônio.
Pô, não jogo Warcraft não, não sei o que é Baal. Vamos falar o Satanás agora, eu sei o que é. Tá, Baal.
Satanás é genérico, né? Ele tá falando especificamente do Baal.
O Baal é o quê então? Qual a especialização dele? Ele fez pós em quê?
Comeu o Lulu.
Obrigado, agora você me explicou.
Obrigado. E ele tem o dedo grande, mas vamos lá. Então, ó, fica vocês aí tudo querendo fazer bandinha, que escutem a musiquinha fecal de vocês aí. Aí vocês falam assim, ó, vou levar a música porque eu conheci um cara de uma rádio, ele falou que vai tocar minha musiquinha. Aí vocês pegam e dão um lulu para o cara da rádio e o cara não toca sua musiquinha. Você fala, mas cadê? Você não ia tocar minha musiquinha se comecei o meu lulu?
Ah, não deu, não sei o quê. Aí beleza, já profanou o Lulu, já profanou a coisa, o Lulu, mané. Aí não, isso é uma figura que eu tenho que usar, tá bom, tá bom. É uma figura que eu tô entendendo, vocês entendem o que eu quero dizer. Aí beleza, aí o cara chega um outro e fala assim: olha, eu conheci um assessor de imprensa aqui de não sei o quê, Que ele falou que vai tocar, botar tua música na novela das 8, só que você vai ter que dar o Lulu para ele.
Aí você fala: eu dou. Aí ele vai lá, ó, trouxe o Lulu aqui. Aí o assessor vai chumbar, falou: cadê minha música? Ah, não vai dar para tocar de novo, não deu para tocar. Ah, mas porque não sei o quê. Ou seja, foi profanado de novo. Duas profanações, duas profanações. Aí, ah, o cara trabalha na Globo aqui. Conheci um cara que trabalha na Globo, falou que vai botar minha música na novela.
Toma, Lulu.
Aí você chega lá com o Lulu, ó, o cara come o seu Lulu terceira vez. E não bota a música. Você fala, você não falou que ia botar minha música lá?
Você tá arrombado e sem fama.
Exatamente. Isso aí acontece, sabe?
Tu passou no meio.
O meu lulú, graças a Deus, tá inteirinho aqui.
O meu eu já dei 3 vezes.
É difícil soltar um pum, eu sofro. É muito fechado, tem que fazer muita força com o meu reto. Mas só terminando essa história, Lei Rouanet, Cinema Nacional, tudo, todas essas coisas você vai ter que emprestar o Lulu uma vez. E de vez em quando você empresta o seu Lulu e dá certo, vem o dinheiro. O Satanás, ele fala assim, ó, Já que você emprestou o seu Lulu, eu gostei, vou te dar um dinheirinho aqui, tá? Vou te dar o papel nesse filme nacional aqui, né?
Vou botar tua música no cinema nacional para abertura. E depois, talvez, o Satanás nunca mais— você fica viciado. Você fica viciado em emprestar o Lulu, porque você já emprestou 3 vezes, entendeu? É assim, esse aqui, ó, cresceu muito rápido na internet.
Que será que ele fez?
Eu tenho certeza que o Maurício Meirelles profanou o Lulu do Igor Fina.
Eu emprestei meu Lulu para o Cariani em 2020, foi o primeiro. Eu emprestei o Lulu.
O Cariani, eu tenho certeza que profanou o Lulu do Dileira. É, eu tenho certeza que ele comeu o cu do Dileira, que não sabe perto dele.
Comi mesmo, delicioso, cara. Meio peludo, mas é bom.
Eu tenho certeza, ele geme muito. Eu gosto. Nossa, imagina, imita aí o Dileira tomando uma profanada.
Ai, Cariani, ele me imita todo dia, só trocar o não vou falar o nome, né?
Mas atenção, que não foi o Júlio, né?
Senão o Dileira não tava nem andando.
Bota a câmera aqui. Essa história que eu acabei de contar é para você que tem uma musiquinha, uma bandinha, você que é artista, você que é ator. Preste, espero que você tenha prestado atenção nessa história, tá? Parece brincadeira, os cara fica dando risada aí, mas ela é verdade. Tá? Você tome cuidado.
Alguém já tentou profanar o teu Lulu?
Milhares de vezes.
Para tu fazer sucesso?
Milhares de vezes. Milhares de vezes. Toda hora. Às vezes a turma tá tentando profanar o seu Lulu e você nem percebe.
Por isso que tu saiu da Jovem Pan então? Os cara tava tentando profanar teu Lulu?
Não, não, lá não tentaram profanar. Lá eu podia falar o que eu queria. Entendi. Ali foi outra história.
E tu, cara, tu tá, veio para cá de moto?
Não, não, hoje não, vim de carro, né? Um frio desgraçado, tá louco.
Não tá dando para dar rodadinha.
Sexta-feira eu me ferrei indo embora, mano, tava mó frio quando eu saí daqui.
Tava de moto?
Tava sol, né? Eu fui embora, tava chuviscando, mó frio e tal.
É isso daqui, é isso que isso é uma parada até comum aqui, né, cara? Tá mó calor de dia e de repente fica mó frio mesmo. Para sair de moto tá fodido.
E como a gente tava aqui dentro, não tem como ver, né, quando muda o tempo. Só sabe quando tá lá fora, os caras, um pé d'água absurdo. Cheguei em casa com a canela toda molhada e eu não gosto de ficar pegando o celular na moto para olhar o endereço. Eu dei uma volta do caralho, tava lá na Marginal Tietê já, dei mó volta que eu fui pelas placas, né, placas de fezes.
Me perdi, quando eu olhei tava em Campinas.
Falei, caralho, tem que voltar.
As placas nem existem mais, né? Tem tão poucas placas.
Algum dia tu se guiou pelas placas?
A vida inteira. Eu sou da época que eu usava o guia de papel.
Faz tempo, né? Ainda bem que agora a gente felizmente estamos usando o Waze, né?
Pô, quando a gente mudou para São Paulo, eu saí de carro um dia com a minha avó e ela sacou o mapa de dentro da bolsa, mano.
Caralho!
Ela desdobrou 8 vezes o mapa com um negócio desse tamanho, se fosse uma cartolina.
Mas como é que ela sabia onde ela tava?
Então, porque a gente tava no bairro que a gente mora, tá? E aquele mapa o irmão falecido da minha avó fez há 35 anos atrás, quando ela morou uns meses aqui com ele. Ele desenhou na época, 35 anos atrás. Ó, tem um papel até hoje. Ela abriu assim no carro, igual de X-Peril, olhando assim no mapa. Eu falei, caralho, meu carro tem Waze, não precisa ficar olhando nisso. É ali se acabar a internet. Eu falei, agora você tem um pouco.
Pô, esse cara vai ter pelo mapa então, mó bonitinho, cara, ele olhando o mapinha assim, legal para caralho.
Mas você entendeu por que que os jovens estão cada vez mais idiotas?
Porque todo o trabalho mental tá delegado ao computador.
Eu, quando era moleque, por exemplo, a gente ia viajar, viajava viagem de 3.000 km, eu tinha um mapa e eu ia decorando, eu sabia o nome das cidades. Que eu passava, sabia quilometragem de uma cidade para outra. Eu que nem dirigia, sabia as capitais. Vai perguntar para os cara do Pod e Passa se ele sabe todas as cidades e capitais do Brasil.
Tu sabe tudo?
Roraima ele não sabe o que que é.
Tu sabe tudo?
Sei, sei.
Não faço ideia.
E os americanos, 50 estados americanos?
Não sei os 50, mano.
Então tá bom então. Mas e aí, aí os cara não, os cara não aprende mais. Mas o que que tem?
Porque você não aprende, você vai ficando cada vez mais imbecil. Antigamente o ensino, eu lembro, eu lembro eu pequeno moleque, eu reclamando para o meu pai que Eu não consegui entender a matéria lá, acho que era Capitanias Hereditárias, uma coisa assim. Aí meu pai mostrou o caderno dele, uma lição dele lá, carta do Pero Vaz de Caminha, que o pai dele tinha lá. Era, ele tinha que saber todos os governadores de cada província desde 1500 até 1950, mas meio inútil também isso.
Não, mas aí que tá, não é inútil. Você aprendendo essas coisas é uma carga de aprendizado mais pesada. Quando você vai ter uma decisão menor, por exemplo, você já faz muito mais conta, você já tá muito mais esperto, muito mais inteligente.
É tipo aprender matriz, né? Eu nunca mais usei matriz, mas se eu tivesse aprendido, provavelmente teria desenvolvido meu intelecto para um outro lado.
Básica, né? Nunca usei isso.
O BAS, cara, como é que era a fórmula do BAS?
Não, calma aí. Aí lembrar a fórmula de básica, a gente acabou de falar que não aprende. Era fácil, era fácil mesmo, mas eu não lembro porque é um monte de letrinha com numerozinho, com mais 3 igual a raiz de não sei o quê ao quadrado, né?
Uma porra dessa.
Não, B ao quadrado mais não sei o quê.
MMC também não sei até hoje.
Merda do cu, eu falava. Não, isso é MD. Descer. É, não, o difícil, a coisa mais difícil de matemática que eu tive na escola, que eu nunca aprendi aquela merda, não sei como é que eu consegui passar o primeiro colegial, eram as funções. Função era uma parábola. Você lembra das parábolas?
Todas as equações do segundo grau.
Matemática é muito difícil, mano.
Não, era violento aquilo ali. E aí entrava aquelas equações, inequação.
Mas uma inequação é só, em vez de você usar o sinal de igual, tu vai usar outro sinal, tipo é o maior, é o menor, é alguma coisa assim.
É isso, é a explicação que os apresentadores do Pod e Pá daria, bem profunda.
Não, porque eu pelo menos sei o que que é, né? Sei do que se trata. Pô, mano, eu concordo um pouco contigo que eu acho que tem algumas coisas que elas à primeira vista não tem função, mas elas ajudam a desenvolver um pensamento, um caminho de resolver problema, um jeito de pensar. Ela vai te fazer, por exemplo, a escola, querendo ou não, ela é um bom mecanismo de fazer você memorizar coisas, né? Que você tem que ficar memorizando coisas, mano.
Graças a Deus, hoje em dia a gente não usa mais dinheiro. Eu não sabia nem contar troco.
Olha aí a merda.
Tipo, se eu desse R$100, o troço custou R$20, o cara me deu R$0,40 de troco, eu pegava e ia embora, tá ligado?
Não sei contar troco.
Ainda bem que não precisa mais.
É, eu ia contar uma história aqui, mas é da Monark Day 2. Mas conta, mano. Eu vou contar ela incompleta.
Pode contar só para os membros.
Antigamente as pessoas tinham os bancos, né? Os primeiros bancos que tinha não era esse banco, era o cara que trocava moedas. Você tá lá no seu feudo na Idade Média, lá no ano 500, aí você tá no feudo aqui, andou 50 km tem outro rei, é outro reino, é outra moeda. E aí você precisava fazer as trocas, e aí você ia trocar. O banco é mais antigo, mas eu tô dando esse exemplo, tá? Aí você ia fazer uma troca de moeda, se sempre era roubado, se sempre era roubado, igual no Brasil hoje em dia, igualzinho.
E aí foi, foi se criando algumas raivas por aí, tá? Era o cara que sabia matemática, ele se dava melhor, né? Você chegava com uma moeda de ouro, entendi onde tu quer chegar. O que vale essa moeda de ouro? Você não sabe matemática, uma moeda de prata, vai, você vai trocar uma moeda de prata por um cabrito e 3 galinhas. Você não sabe.
Então tá bom, vamos ver se tu sabe então. O que que vale mais, $1.000 em barras de prata ou $1.000 em barras de ouro?
Vale a mesma coisa, cara. Essa é para o pó de pá, hein? Essa é para o pó de pá.
Mas eu ficaria com o ouro, que é menos, né? Mais fácil de esconder.
Né? É, você fica com o quê?
Com ouro também.
Então, mas a prata você tem mais volume, você pode impressionar.
Ah, mas eu não quero impressionar não, tá maluco? Não, não impressionar não. Impressionar, impressionar os outros, pelo amor de Deus.
Não quero outra coisa. Então por que que você comprou a Mercedes?
Para eu curtir o carro, é para impressionar para os outros, cara. Impressionar quem?
A Mercedes você compra para ir na balada impressionar, chupolinha, encantar Lulu. É para encantar os cara que vai profanar o Lulu.
Qual que é o teu carro? Qual que é o teu carro? Tem uma S10.
E tu tem um outro? Não, eu venho de Uber porque eu não tenho outro.
Tu não vem, tu tá com, cadê aquele, cadê a SW4?
Não tem.
Ele é humildão, ele vem de charrete. Ele vem de charrete do feudo dele.
Se eu vier de SW4 aqui na Anhã e Amelo, eu vou ser assaltado 3 vezes. Isso se não me matar nem no caminho.
Você não vai nem chegar na Anhã e Amelo, teu carro tá com a bateria fodida, você não vai nem chegar.
Bem lembrado, bem lembrado, os cara te sacanearam. Bem lembrado, bem lembrado, bem lembrado.
Tu ainda tá nessa, cara, com carro bichado? Blinda esse carro, pô. Manda blindar essa porra. Tu não é o príncipe da burguesia?
Não serve para nada blindar.
Como não, cara? Os cara não vão mais conseguir te dar tiro, pô.
Não ajuda bastante. Você parou na rua, o cara viu o teu Rolex, ele te pega entrando no carro.
Ah, tá.
É, vamos supor que você parou no estacionamento, você tem que andar.
Mas aí dá para tu vir da tua casa até aqui, que ninguém vai te pegar, a menos que tu venha trazendo contigo uma procissão de ladrão, né, cara?
Você tá no Brasil, você tá no Brasil, você não sabe quem tá aqui.
Já pensou, tu vai passando, vai colando os ladrão, eles vêm te seguindo esperando sair do carro.
Tipo Subway Surfers, as moedinhas, um monte de traficante.
Ouvi primeiro, mano, sai daqui, meu relógio é meu!
Balão, o idiota com Rolex.
Mas é assim mesmo, pô.
Tu tem muito medo de andar em São Paulo, cara?
Claro que eu tenho.
Porra, já foi roubado aqui, Igor?
Não, nem no Rio.
Aí, tá vendo?
Que mentira!
Nunca fui roubado no Rio, não. Uma vez furtaram uma moto que tava de minha posse.
Já mudou. Que isso, cara? Já mudou. Está imitando a Vera Verão aí.
Mas não tava comigo, amor. Ela tava de minha posse, mas eu não tava em cima dela, não fui rendido. Ela tava estacionada. Não, emprestada.
Se fudeu, quer dizer, alguém tinha roubado.
Estava na sua mão, tava de minha posse. Então você foi roubado.
E aí os cara roubaram.
E aí quem se fudeu nessa história?
Eu, né? Tive que ficar maior tempo na delegacia. Porra, maior merda, mano.
E teu amigo perdeu a moto?
Ah, depois pegou Não, um mês depois, um mês depois, a Polícia Militar do Rio de Janeiro e o BOPE estavam fazendo uma operação, né, e acharam a moto, viu, meu irmão, toda destruída, jogada no chão, e devolveram. Tomei choque nessa porra aqui, viu, Igor. Que merda, hein? Mas foda-se também, choque de merda. Os caras do BOPE recuperaram a moto e ligaram para o rapaz, viu. Aí ele foi lá e pegou de volta, toda fodida.
Que merda, mané!
Toda destruída a moto.
Mó merda, porra.
É melhor que ele devia estar torcendo para não achar, pô.
Mano, eu tomei maior susto porque eu parei a moto, subi para treinar, tava na academia. Aí a musculação era tipo no segundo andar, né? E aí tô lá treinando.
Onde que era?
Qual bairro?
Niterói, mano.
Lá em Niterói.
E tipo assim, na avenida principal. Aí tô lá fazendo exercício, os cabeças, né? Achar o Rei do M1.
Aí veio a voz de Deus no meu ouvido assim, falou assim: Igor, dá uma olhada na moto.
Aí eu fui lá no vidro, olhei, tava a moto lá quietinha. Beleza, aí voltei a fazer. Aí veio Deus de novo, falou: olha de novo.
Aí fui, olhei.
E aí eu olhei a moto, e aí do lado, a uns 8 metros assim, tinha uma outra moto parada, que era uma XRE, que é muito roubada, e dois caras. E eles estavam meio que assim, ó, olhando a rua assim.
Falei: não vou, né, não vou estereotipar os dois caras do Podpah.
E aí voltei a treinar.
Aí tô fazendo mais uma série, aí veio Deus de novo: seu arrombado, olha só, porra!
Aí fui olhar, os cara tava roubando a moto. Aí eu liguei para polícia desesperado. Aí tava falando com a policial que me atendeu, e nisso os cara levaram, foram embora. Aí, porra, ela falou: vou mandar uma viatura aí. Aí os cara foram lá, me buscaram na academia, eu fui para delegacia. Aí, pô, delegado tinha sido meu aluno na academia. Ele: Coelho, fazendo o quê aí? Crime de homofobia? Te sacanearam?
Eu falei, não, caralho, roubaram a moto, tava comigo.
Ele, ó, tem de moleque direita aí, moleque famoso e tal. Pô, tu não é aquele cara que imita o Cariani? Eu falei, sou, sou, imitarei. Você poderia, por favor, dar andamento no processo que eu quero ir embora? Porra, fiquei 3 horas lá, mano.
E aí fudeu.
Aí nessa altura tu imita quem ele quiser, foda-se.
Quem você quiser para você adiantar essa porra aí, mano, pelo amor de Deus. Cada cachorro que lamba sua caceta, viu, meu irmão?
Mas que amigo que emprestou uma moto para você?
Ele foi viajar, deixou comigo.
Para mim, quem empresta carro, moto, só empresta em troca do Lulu.
As teorias desse merda, cara.
Não vai emprestar um negócio, vão roubar.
Roubou.
E se fudeu depois, foi com a moto toda quebrada, né?
Moleque, sabe o que é bizarro? Não é mentira isso. No dia anterior a moto ser roubada, eu fui jogar um torneio de basquete lá em Queimados. E aí, na volta, fui de carro. Aí, na volta do torneio, eu vi uma placa assim na Avenida Brasil que tava escrito assim: Vila Rosalie. Eu pensei, caralho, que nome escroto, esquisito, né?
Nunca vi. Vila Rosalie é o nome do fezes.
E aí eu olhei e falei, caralho, moleque, nome escroto, nunca vi esse nome. Beleza. No dia seguinte, a moto foi roubada e levada para lá. Caralho, moleque, surreal, mano.
Tava Deus falando contigo, avisando.
Deus abençoe. Paranormalidade.
Tu acredita em paranormalidades, cara? Tu acha que existe fantasminha, ET, Bilu?
Eu acho que existe o o Baal comendo o lulú dos artistas. É verdade, isso é magia.
Eu tinha muito medo escuro quando era criança, mano. Eu ia tipo escovar o dente, apagava tudo, saía correndo, eu deixava a casa toda acesa. Tinha mó medo, caralho.
Viagem. Tu também tem medo escuro, cara?
Claro que eu tenho. O desconhecido é assustador. É, tem que ter medo mesmo, porque Nos lugares escuros que acontecem os crimes hediondos, mas hediondos.
Mas dentro da tua casa não, né? Tu não tem medo escuro dentro da tua casa? Tu não vai na cozinha com a luz acesa, né?
Claro que eu vou, sou um idiota, vou com a luz apagada, vou quebrar os copos. Você vai Você não acende a luz? Por que que eu vou pôr luz em casa?
É porque, por exemplo, lá em casa tem umas luzes que elas ficam em outros lugares. Então, tipo assim, tem uma luz aqui na sala de jantar, entendeu, que ilumina mais ou menos ali a cozinha. Então não precisa acender a luz da cozinha para saber onde tá o copo.
Chama-se penumbra.
Penumbra.
Penumbra.
Tu gosta de penumbra?
Eu não gosto não, prefiro seguir o caminho da luz.
Tu dorme no claro? É, tu transa no claro?
Sempre tudo de luz acesa, eu tô sempre com a luz, nunca nas trevas.
Caralho, aí sim!
Agora esses artistinha aí que mama na Lei Rouanet, esses cara da MPB aí Esse monte de fezes, esses estão nas trevas.
Então quem que é o maior representante deles?
Da MPB?
Não, das trevas.
Ah, é o Barral, né? Comedor de cu de Lulu. Vocês viram que só de falar o nome dele vocês já dão risada? Sinal que vocês querem emprestar o Lulu para o Barral. Tá vendo? Ó, ó, tem que é o Baal, ó, que é o Baal, ó, ó, ó, é risada escandalosa. Vocês acham que eu tô brincando?
Quer dar o Lulu, emprestar o Lulu para o Baal, Igão?
Deixa meu Lulu quieto.
Papinho, né, cara? Chegou até aqui, pô. Chegar aqui, dá o Lulu para o Baal? Aí não, tu também. E tu não tenta, tu falou que milhares de vezes foi oferecido a você emprestar o Lulu para Baal e para Baal, ó, ele falou com uma gramática diferenciada, invocativo feminino. Bem é, mas é bom, e tu nunca aceitou. Certo. Se você— o que que eles te ofereceram?
Não, nem deixo nem oferecer, nem escuta a proposta. Se você escutar o Baal, o Baal, se você pegar, escutou, já era. O Baal, ele mora no teu telefone. Só de se atender um telefonema Ele mora no telefone. Só de você atender o telefone, já o Lulu Pix, muitas vezes é o baal. Muitas vezes é o baal.
Eu tô falando sério, vocês acham que eu tô brincando, cara?
Pega o teu telefone aí, deve estar cheio de—
tá cheio de baal aqui no meu. Tá cheio de gente pedindo alguma coisa, cheio de baal, cheio de baal, sacaneio, pedindo dinheiro. O que não falta é Baal.
Tá cheio de gente oferecendo um bom negócio. Isso aí é o Baal, gerente do teu banco. Isso aí é o Satanás. Eu não tô brincando, eu não tô brincando. Então o telefone, vocês têm que tomar cuidado.
Mas eu moro aqui. O empréstimo do Lulu. Ele é figurativo ou ele é, ou ele é literal?
As duas coisas. Ele é porque muitas vezes, 99% das vezes, ele é literal, tá?
Tá, porra, na vasta maioria das vezes, então quase sempre.
Isso tem uma intersecção com 99% das vezes que ele é figurativo, mas ele é mais figurativo para abrir portas e depois ele vira literal. É, é exato, exato. Por isso que eu gosto de vir aqui, tá bom? Você não é o pode-passe, você entende o que eu tô falando? Gostei.
Eu tô ouvindo seu raciocínio, eu gostei.
A única reação possível é ficar olhando mesmo, né? Ai, ai. E o que que tu acha disso que ele acabou de falar aí, Igor?
Sei lá, mano, papo de maluco do caralho.
Ele tá basicamente falando que se tu quiser fazer sucesso de verdade, tem que dar teu cu.
Dependendo de quem for, né?
Aí, se for o Rodrigo Hilbert, tá, mas pelo quê em troca? Ah, para você ter um quadro no, sei lá, no Globo, no Domingão do Hulk.
Ah, dou.
Dá para tu ter um quadro no Domingão do Hulk? Tu daria? Tu emprestaria teu Lulu, cara? Tu daria?
Tu daria para o Shaquille O'Neal pelo quê?
Shakilonil, não me lembro quem é, um cara grandão, né, jogador de basquete.
Tem alguma coisa que daria para ele assim, tipo, daria o cu para ele por alguma coisa?
Prestaria o Lulu, emprestaria o Lulu, cederia o Lulu para ele.
Então, quando o Baal ele pede, o cara esquece o Baal.
Tô falando do Shakilonil, foda-se o Baal.
Não é claro, ele não dá muita clareza.
Caralho, tô falando do Shakilonil, foda-se o Baal. Não tem misticismo, não tem Huginho.
Então é não, Shakilonil. Então é não. O negócio é que se você ouvir, se você ouvir o canto da sereia, você vai dar um, vai entrar numa fria. É por isso que é, por isso que é tão importante deixar o telefone desligado.
Então você não daria para o Shaquille O'Neal por nada?
Por nada.
O que, o que que tem que acontecer na tua vida? O que que o Shaquille O'Neal poderia te oferecer que tu daria para ele? É o Shaquille O'Neal.
Um green card.
Tá, mas não é uma vez só.
Não, pode ser uma vez só.
Pô, quer me comer todo dia, cara?
Não, pode ser uma vez só.
Só tem um cu, mano.
O Shaquille O'Neal vai rachar ele inteiro. Lógico. Tipo, nunca mais ele vai precisar, nunca mais ele vai ter um cu, entendeu?
Então, aí o Shaquille O'Neal vai passar a pimenta nele uma vez, vai dar o green card para ele. Supondo que ele dê o green card, normalmente ele não dá.
Tá, como assim?
Normalmente é a prática dele, como ele trabalha no consulado, avaliação dele é essa, comendo os outros. Te deu, supondo que ele te deu o green card, aí você falou assim: nossa, valeu a pena emprestar o meu Lulu em troca do green card. Aí o Shaquille O'Neal vai falar assim, ó: Posso profanar de novo o seu Lulu? E dessa vez eu te dou uma Mercedes. Que negócio que você conseguiu uma Mercedes aí? É assim. E assim você vai tendo um Lulu profanado e vai cada vez ficando mais ferrado.
Você emprestaria o seu, Igor, para o Shaquille O'Neal por alguma coisa?
Pô, cara, acho que não. Cara, mas sabe por quê? Eu não, eu sou chato porque eu tenho as minhas coisas já que eu quero e que eu queria ter já, mano, tá ligado? Eu não tô sozinho.
Pro Monark vira mudo.
Não, também não. Oxe, Shakira, violento, né, meu irmão? Não dá não. Eita, o que que é, cara?
Queixar? Essas meninas andam muito maquiada aqui, estão usando muita maquiagem, estão se arrumando demais, hein?
Não pode?
Não, não era assim. Agora estão passando batom, botando maquiagem.
É porque você vem aqui todo arrumado, né, cara? Nesse frio, como é que as pessoas vão usar roupa curta, pô?
Tá estranho aqui, hein?
É para combinar, porque você vem aqui como se fosse um evento de gala. As pessoas vêm para combinar, pô, com a tua indumentária.
É, tu vem todo produzido, vem com a mesma roupa sempre, mas tu vem sempre produzido, pô.
É a mesma roupa sempre mesmo.
Mas, ó, esse cabelo, nem tiro nó. Ele não sabe.
Só um idiota muda de roupa todo dia. Esse negócio de mudar de roupa todo dia é para idiota que não tem, que tem tempo. Você abre, ai, vou pôr camiseta X, Y ou Z, e é tudo da Marisa, tá? Gente que não trabalha. Gente que trabalha, você pode ver lá o Steve Jobs, Ele, ele só usava camiseta preta. O Steve Wozniak também, Zuckerberg só usava sempre a mesma roupa. Por quê? Porque ele, ele não tem tempo de ficar escolhendo roupinha. Isso aí é vaidade, isso é coisa de vaidoso.
Entendi, o negócio é andar sempre igual. Então aí eu tô ganhando, eu tô em geral com a mesma roupa mesmo.
Porque você é patrocinado pela Insider.
Gostou? Tá com inveja?
Cadê minha camiseta que eu não ganhei? Cadê minha camiseta?
Aí pede para os cara da Insider aí, ó.
Não, não vou me endigar.
Eles vão pedir teu Lulu.
É, vai pedir o Pombaú. E tem gente Quem empresta o Lulu em troca de uma camiseta?
É, é, o Vinheteiro, quando tu gosta de fazer, de subir no palco, de fazer show?
Não, definitivamente não.
Nem se for tu sozinho com piano?
Eu gosto quando tem dinheiro. Aí eu adoro fazer qualquer coisa, mas não é o dinheiro do Baal. Dinheiro do Baal eu não quero. Não aguento fazer ofício nenhum.
Mas qual que é o problema do dinheiro do Baal? O cara tá doido para te dar dinheiro, por isso só quer ter o Lulu. Pelo visto tu gosta bastante de dinheiro. Eu já falei que o Baal ele finge que vai te dar o dinheiro, só para o Lulu.
Às vezes ele até dá e depois ele cobra caro. Vocês estão entendendo? O chat tá entendendo o que eu tô falando? Claro que eles entendem.
Bom, então não tem nada que Baal poderia te oferecer para poder—
de mim não, não vou falar isso, foda-se. Próximo assunto.
Eu não quero Monark Day 2, é perigoso.
É bom, mas relaxa, relaxa. Bom, a gente tava, antes da gente começar, tu tava falando do não sei o quê de chocolate, de Cacau Show, de não sei o quê. Que papo é esse?
O Igor, né, que foi no, essa semana eu fui lá no parque da Cacau Show conhecer. Fui conhecer o instituto deles, que é muito legal, na fábrica.
Depois fui lá, meio longe daqui, não é?
O parque é em Itu. Animal, mano. Se ficar do jeito que apareceu no vídeo lá, é tipo um pentelho abaixo da Disney, assim. Muito foda, mano, muito foda. O cara é muito ambicioso assim, meio louco também.
Ele tava lá ou é só um vídeo?
Tava lá, né? Tava lá, meio Willy Wonka ele assim, meio loucão, tá ligado? Gente boa para caralho ali. Isso aqui é um projeto bem ambicioso, mano. E aí tinha montanha-russa lá para a gente andar. Eu odeio montanha-russa, morro de medo, mas eu fui. Falei, tô aqui, eu vou, né? Nossa, que bagulho desesperador, tá maluco! Deixei dor de cabeça, velho.
Nossa, que triste, porque isso é bom para caralho.
Mas porra, não gosto não, mano, não gostei não. Eu gosto de pedalinho, bate-bate, bate-bate é bom para caralho.
Cara maluca, esse cara maluco é muito bom.
Bate-bate é meio perigoso, tu acha? Dá uns tranco.
Pô, a montanha-russa é muito pior.
Não, montanha-russa, fiquei só imaginando um parafuso soltando, aquela merda daquele carrinho voando lá em Campinas.
Cara, essa vai de 0 a 120 em 2 segundos, sei lá, é uma sinistrona que acelera rapidão.
É absurdo, mano. Tipo, ela saiu do onde tava, da estação, Deu uma descidinha de 1 metro, meu cu já falou, valeu, dos nossos, tô indo embora aí, vou ficar sozinho. E aí, mano, foi desesperador, parecia 3 minutos, dura 20 segundos, cara.
Quando eu vou no Beto Carreiro, eu fico em loop só na Fire Whip, só na montanha-russa que eles têm lá, fico direto, loop.
Sério?
Nossa, tá louco!
Mas você pega fila?
Ah, depende, nas últimas vezes não peguei não. A fila é o que detona o É, mas eu tinha uma pulseirinha maneira, uma pulseirinha lá maneira.
Eu fui nesse dia lá no parque, eles estavam fazendo muita propaganda do banheiro. Nossa, nossos banheiros são muito fodas, nossos banheiros são interativos, não tem banheiro assim na Disney, não sei o quê, você tem que conhecer o banheiro. Aí levaram a gente no banheiro lá. Aí a gente entrou no banheiro, um banheiro grande assim, e tinha toda uma decoração de floresta e tal, tinha uns bonequinhos de pelúcia assim no teto. Tá ligado? De caralho, arara, uns bagulho assim, ficava um barulhinho.
E aí, falar que comeram o Lulu de vocês dentro do banheiro, porra. E aí é em Itu, né, na ilha do Epstein.
E aí a mulher falando do banheiro e tal, a guia lá, aí ela falou, todos os banheiros do parque tem um aroma daquele local. Eu falei, tá aí, e esse aqui tem aroma do quê? Aí ela, tem aroma da Floresta Amazônica.
Eu falei, é cera de incêndio?
Caralho, ela ficou puta.
Fechou a cara, mano. Eu nunca mais vou ser convidado para ir naquele bar. Eu não aguentei. De quem era o lugar?
Era banheiro lá da Cacau Show, que é da floresta amazônica.
Cacau Show tem um chocolate de fezes, hein?
Tu não gosta, cara?
Eu não sei porque chama cacau. Não tem cacau no chocolate da Cacau Show, não, é só sebo. Qual é a porcentagem do chocolate?
Eu não sei, eu não sei.
Eu amei o chocolate que a gente comeu lá. A gente comeu chocolate o dia inteiro. Eu pedia água, me dava um bombom.
Você tem paladar infantil, por isso.
Muito gostoso, mano. Eu curti para caralho, passei da hora. Obrigado, Cacau Show.
Duvido que esses caras não te mandar umas trufas, tu não vai curtir.
É só sebo.
E se tiver um dinheiro junto com Bom, bom, bom.
Quanto? E se for baú, show! Baú, show! Normalmente quando bota dinheiro no meio, eu gosto. Baú vem junto, hein? Tem que tomar cuidado.
Eu não aguento mais ouvir essa palavra.
É, pô, mas tu tá falando que quer fazer as coisas por dinheiro, e aí, pô, quando põe dinheiro, baú vem junto. Então baú tá em tudo.
Não, não, não, não, não é assim, não é assim que eu tô falando, não. Ele, você entendeu o que eu quero dizer? Não vou explicar.
Eu entendi, eu entendi, eu tô te pegando no teu pé, tá? Mas aí tu tava falando lá também no começo que Angra é fezes porque misturou música brasileira e virou fezes.
Na verdade, não é só por isso, né?
Ah não, não é por causa do uso de guitarras, que é instrumento de fezes também.
Bateria é um instrumento de fezes, tá?
Então tem uma, tem uma série de fatores aí que torna Angra, e pelo visto por extensão todas as bandas de rock, fezes.
Sim, Raul Seixas, fezes.
Caralho, tu concorda?
Alguma banda de rock internacional que você curta?
O Iron Maiden eu gosto, sim.
Iron Maiden juntou duas bandas, um mashup das duas. Steven Tyler com Bruce Dickinson.
Iron Maiden tu gosta? Mas pera aí, tem um monte, o que não falta ali é instrumento de corda.
Na verdade eu não gosto muito não, eu acho interessante porque o Iron Maiden ele usa muito o O Baal, o Baal aparece em todo, para de falar dessa porra, caralho! O Baal aparece em todas as capas de disco do Iron Maiden, aparece o Baal. Daí pelo menos é honesto, então tem que tomar cuidado. Vou sonhar com essa merda, mano.
Pelo menos é honesto, né? Tu sabe que tem o Baal ali, né? Pelo menos eles estão avisando, eles estão avisando, tem Baal em tudo quanto é lado ali, avisando.
E agora vocês escuta aí essas MPB aí, Legião, Caetano Xalô, essas coisas aí, aí não tá avisando.
Caetano o quê?
Veloso.
E aí, mas assim, não acaba o repertório das músicas que tu tem para ouvir não, cara? Porque assim, eu suponho que música clássica, os cara não estão mais fazendo música clássica. Música clássica, os cara pararam de lançar álbum, né?
Já encarnou 43 vezes.
Então em algum momento tu vai ficar ouvindo sem parar a mesma coisa, né? Não vai ficar enchendo o saco não?
É melhor do que ficar burro igual pó de pá.
Pô, aí tu prefere um mundo sem música?
Eu prefiro ouvir as músicas repetidas do Mozart do que virar um alienado.
Tu já ouviu tudo que tem para ouvir desses caras aí, desses, dos fodão, do Mozart, etc.?
É do Mozart e do Chopin. Chopin não tem tanta música assim. O problema é que eles também faziam fezes, eles também faziam fezes, não faziam só música bonitinha. E eu ouvi todas, tá? Mas as fezes dele, o único compositor que eu não vi música fezes, o único é o Vivaldi, que nem todo mundo conhece. É o único, eu não sei o que era. Pintou o Vivaldi?
Não pintava não? Ah, devia fazer uns desenhos em casa.
Consultar aí para ver se fazia.
Todos faziam naquela época, todos faziam, todos tinham letra bonita, né?
O Vivaldi era um padre, era um padre maneiro que—
tá bom, então ele não tinha música fezes.
Todos os que eu ouvi dele, eu não ouvi toda discografia dele, mas eu não me lembro de ouvir fezes dele, de ouvir fezes do Vivaldi, tá?
E qual desses produziu mais fezes? Que é o que tu menos gosta, cara?
Não, não, o que produziu mais fezes para mim é o Franz Liszt. Esse eu não sei quem é. Então ele foi o compositor que mais produziu fezes de todos os tempos, porém ele também produziu a música mais importante para piano, a melhor música de piano que tem, que é a Episódio é um, grana número 2. Então tá misturado.
Ele é importante para cacete por causa de uma peça, mas o resto ele tem várias boas.
Uma transformadora, essa é espetacular, né? Essa é espetacular, tá?
E um monte de fez muito, mas porque ele fazia coisa para caralho, né?
É, o Mozart também.
Tu gosta dele tomando chá, cara?
O Mozart também tem fezes a dar com pau.
Nossa!
E principalmente as sinfonias do Mozart. O Mozart, ele tem a Sinfonia 25 e a número 40, que são disparado as melhores sinfonias que tem.
Só feja para nós aí, vai.
A música boa.
Essa é muito famosa, né?
Você conhece? Alguém faz um sticker disso, pelo amor de Deus. E tem a número um, a número vinte e cinco.
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Essa tá com a—
só imagina o Tom e o Jerry caindo na porrada, o som disso.
E se vier para o Brasil, toca um funk ainda, né?
Foda-se.
O que que tu acha de quando os cara pega essas músicas clássicas famosonas, não sei o quê, bota uma batida de funk e dá-lhe?
Transformam em fezes. O Belo, o Belo, ele não é imune a fecalidades do Brasil, né?
O cantor Belo?
Não, o Belo.
Ah, tá.
Não é o Belo. É horroroso. Belo é fezes puríssima.
O Belo é fezes puríssima comparado, comparável?
Não, não precisa nem comparar. Não, mas fezes e ponto final. Dote.
Mas ó, Belo, Belo e Red Hot Chili Peppers é a mesma qualidade de fezes?
Não, o teor de pureza do Belo é muito mais alto, teor de pureza de fezes, do que o Red Hot Chili Peppers. Tem uns 50%, 60% de fezes. O Belo é acima de 150%, caralho. É muita pura, muito puro. O Belo é muito puro.
Acho que hoje ele ia cantar no Rock in Rio, inclusive.
É? Ser fezes por isso.
Rock in Rio tá uma fiasco, mano. Mó galera, mó galera, saíram várias notícias de que tipo os ingressos não tão vendendo igual da última edição, né? Tava vazio depois que abriu os portões assim, o gramado em frente ao Palco Mundo também. Até chegar no Palco Mundo, 3 dias andando ali também.
Bagulho gigantesco para caralho mesmo.
Mas tem dos 7 dias de festival, acho que 4 dias ainda tem muito ingresso para vir, e nos outros esgotava tudo, tá ligado?
Uma prova de que todo mundo que tocou no Rock in Rio vendeu a alma para o Baal é eu não tá lá. Só de eu não tá, eu não tô lá, eu quero distância do Baal.
Entendeu? Ou seja, se eu quiser me manter afastado do Baal, é só andar contigo.
É, aí você tá com a luz, você está com a luz, tá?
E como é que tu, como é que tu faz para se manter luz?
É só não aceitar as ofertas, as ofertas do Baal.
Ah, então é fácil. Então eu posso ser um grande filha da puta e a partir do momento que eu não aceito as ofertas do Baal eu já tô na luz?
Se você é um filho da puta, você está, você já é do Baal.
Você já comeu no Baal na estrada?
Eles pedem o teu lulu, que é uma fortuna. Graal, exatamente. Então o nome certo desse posto de gasolina é Baal, esse é o nome verdadeiro, mas os cara disfarçaram, porque você vai lá Come uma coxinha e bebe uma Coca-Cola, vai deixar R$30, vai deixar um, pediu água, a água no posto Baal tá R$10, mais de R$10, né?
Mas é melhor ter o posto Baal ou não ter nenhum posto?
É melhor não ter nenhum. É melhor você ir atrás da sua própria água Caçar uma carne, pegar o teu lulu e tira, dá uma mordida em você. Tô errado?
Ah, cara, nesse sentido aí, se fosse só uma, vai, uma, um refrigerante, uma coxinha, no máximo passou perto do meu lulu, né? Não, uma coxinha, refrigerante não é, o seu lulu vale mais do que isso, né?
Sim, né?
Não, mas eu acho que eu posso comprar por R$30 e não com lulu.
Sim, é caro, né? Mas é caro, porra, 30 conto.
Mas vocês não estão entendendo, você tá lá viajando na estrada, ai, eu quero um cafezinho, um chá, quero um Red Bull, agora é Red Bull lá, qual que é o energético?
Chá de camomila.
Aí você vai parar, você vai ver lá a placa Baal, você não vai esperar você chegar no seu, na sua cidade para tomar o seu Red Bull a R$8,50 dentro de casa já, né, que você não precisa acordar mais, né. Você vai pegar e vai parar lá e vai pagar R$20, acho que tá mais de R$20 um Red Bull no Baal.
Por que que o Baal tem que cobrar tão caro?
Né?
É Lulu, é Coxinha de R$15, né?
E toda, e todas as, não sei se todas, né, mas acho que a maioria das companhias de ônibus tem parceria, cederam Lulu para o Baal, porque os motoristas param lá.
Isso, e eles emprestaram. E olha que interessante, o Baal, ele sempre, ele traz Ele traz ofertas, né? Sempre parece um bom negócio emprestar o Lulu por baixo, porque você vai ver a placa lá, né? Baal a 500 metros. Aí tu fala assim: nossa, o banheiro é limpinho! Eu não vou no banheiro dos caminhoneiros, que os caminhoneiros não têm educação, eles fazem cocô no chão. Eles mijam em cima da tampa. Eu vou no Baal, aí para não ir no posto cagado, você entra no Baal, eu vou entrar no Baal, você vai por cabeça, você vai deixar R$100 lá.
Até chegar no banheiro tu já viu 600 produtos diferentes.
É, e você vai querer comprar uma balinha, entendeu?
Um tamarindo do Baal.
Quando é tudo, faz o quê? Para no banheiro do caminhoneiro mesmo, foda-se o baú.
Não, eu seguro e faço no acostamento as minhas necessidades, todas elas. Se eu tiver com sede, eu paro numa cidade pequena e vou no, toma um cafezinho na padaria regional. Agora, vocês têm que parar de colocar tanto açúcar Impressionante. Você sai de São Paulo, todo café vocês enfiam açúcar. Açúcar é coisa de pobre, só pobre bota açúcar no café. Vende o café sem açúcar, porra.
Porra, tá, eu não gosto de café com açúcar mesmo não, zoado.
É, eu fico puto também às vezes em posto fazendo turnê de show, para no posto, tem o cafezinho grátis lá, tu vai pegar, não tem como tomar, parece chorume, parece graxa, não tem gosto de nada, não tem gosto, tem gosto de açúcar, né? É horrível, mano, cheio de formiga em volta, porra.
Não gosto também não, parece a privada de uma idosa diabética cheia de formiga. É sempre uma privada, né? É sempre merda, é sempre alguma coisa para ele.
Eu gostei disso aí que você falou. Gostou? Lógico que eu gostei. Bate aí então.
Oi, Igor, me ajuda a convencer esse porra a vir aí um dia com Dileira, porra. Vai ser maneiro.
Não, com Dileira nunca mais. Eu não aguento mais.
Eu me divirto, mas eu não consigo concluir um raciocínio.
Mas não é para concluir raciocínio, é só para rir, se divertir.
Eu me divirto e ver ele gritar.
Não, mas daí eu assisto os Trapalhões, assisto os Barbixas. Eu acho os Barbixas, que são as pessoas menos engraçadas que eu já vi na minha vida, eu acho mais engraçado que o Dileira.
Quem são as pessoas mais engraçadas que tu que tu conhece?
As mais engraçadas do Brasil hoje, que tu gosta? Eu gosto, gosto do Igor.
Por quê? Porque ele te imita?
Não, não, eu talvez, talvez.
Eu acho que você gosta de se ver no Igor, né?
Não, talvez a gente tem um senso de humor bem parecido também.
Que nem essa da, essa da privada de uma idosa diabética. Eu não, eu não Nunca falei, mas é uma coisa que eu falaria. Então eu gostei, e é bom ver o que eu falaria e eu não precisar falar. Maravilhoso! Inclusive eu vou pegar para mim essa. Ele fez um vídeo me imitando. Eu peguei o mesmo vídeo e copiei, ele falou as mesmas coisas.
É, acho que foi da Copa, né?
Ficou melhor o dele do que o meu. Acho que foi da Copa de jogadores de futebol lá, é escalação da seleção.
É, não precisei pensar, ele já tinha feito, é só copiou, faz igualzinho, só tem que adicionar um fezes aqui, outro ali, pronto, né?
Não mudei nada. Não adicionei, foi literalmente a mesma coisa.
E tu acha bonito, cara, copiar o conteúdo, copiar piada dos outros, roubar piada dos outros?
Ué, a internet não tá aí para isso?
É para roubar piada dos outros?
Nunca, não tem direito autoral em piada, a não ser que você vá na Biblioteca Nacional e registre sua piada lá. Sabe o que eu mais odeio? É músico. Ai, fiz uma musiquinha! Toda hora alguém quer me mostrar uma musiquinha. Eu não quero ouvir a sua música autoral. Sua música autoral é fezes, ela é fezes. Eu não quero ouvir. Mas por que que eu tava falando isso?
Ah, não faço a menor ideia. Do nada tu puxou isso daí porque falou que mais odeia músico autoral.
Aí vem Vem esses músicos de fezes aí que toca nesses barzinho vagabundo. Músico que toca em barzinho aí, tudo fezes.
Tocou em barzinho, Igor?
Muito.
Você tinha banda?
Eu tive a banda Cover de Red Hot e tive um projeto de voz e violão também que eu fazia cover do The White Buffalo, que vai fazer um show em São Paulo aqui, se eu não me engano, em novembro.
Mas profissional assim, profissional, quero dizer Tocava em bar há muitos anos? 10 anos atrás?
Uns 3, 4.
Recentemente agora?
Não, de 17 a 22.
Ah, então você já se meteu com isso, né?
Será que ele emprestou o Lulu?
Tinha que arrumar um jeito de ganhar dinheiro, né, mano?
Então, o Baal, vamos falar mais do Baal. Para quem não sabe, Ele trabalha com o sistema de castas.
Eu vou vir com o Dileira na próxima.
Ele trabalha com castas. Vocês sabem o que que é castas? Provavelmente não, vocês são uns idiotas.
Eu vi Caminho das Índias, eu sei.
As castas é o sistema da Índia. Então se você viu, se você nasceu, se você nasceu um fezes, você é um Dalit. Não adianta você, ah, eu vou trabalhar, vou dar duro, não vai adiantar, você vai continuar a fezes. O sistema de castas é assim. E para que que eu tava falando isso?
Tá foda, hein?
E tu tá usando entorpecente, cara?
Não, é porque vocês estão me fazendo falar demais. Qual que era a pergunta, caralho? A música, a música. Então, então, quando você é um músico muito medíocre, tocador de barzinho igual o Igor aqui, tocador de rua, músico de rua é muito chato, porra. Você quer aparecer, faz vídeo no YouTube, para de tocar na rua aí, ninguém quer ver, é muito chato.
Pô, uma vez eu saí da aula de Pilates que eu dei aula o dia inteiro, entrei no metrô, meu irmão, cansado, chovendo para caralho. Puta, entrou um cara: teus sinais me confundem.
Nossa, e é uma música fezes isso aí.
Não, eu gosto.
Então por que que você não reclamou?
Que não é hora no metrô, 10 horas da noite, do cara tocar Djavan, né, mano? Tá todo mundo cansado, não quero ouvir isso.
Tem hora para ouvir música que não seja fezes? Tem hora para ouvir Vivaldi?
Cara, vou falar uma coisa para você, o Vivaldi é especial, hein? Nunca me incomodou, caralho. Nunca me— talvez é bom para relaxar, se você quer dormir. Não pode estar muito alto, né? Se tiver alto para caralho, qualquer música vai encher o saco.
É verdade. Aí eu tô contigo.
Outro dia eu botei até barulho de chuva, não consegui dormir, fiquei desesperado, mano.
Caralho, aí não, chuva é maravilhoso.
É, mas muito alta é uma merda, né? Não, não, parece que tá na Arca de Noé. A chuva é muito ruim, tem o som, o volume dela é perfeito.
Não, mas ele pôs no YouTube.
Eu botei no YouTube. Ah não, botei altão, fiquei desesperado, mano.
Ligei dormindo.
Tem que ser uma chuva analógica. Se for uma chuva falsa de caixa de som, é fera.
Como é que é analógica?
Como é que tu acha que é a água caindo do céu?
Tem que esperar chover, né?
Na próxima eu faço uma dança antes.
E se tu quiser dormir com barulho de chuva sem estar chovendo, faz o quê?
Se o quê?
Tu quiser dormir com barulho de chuva sem estar chovendo, tem que fabricar uma chuva fake?
Não, aí você liga o seu chuveiro, liga a frigideira com óleo. É, a frigideira vai dar um som analógico. Também. Aí é agradável, tá?
Mas não pode ser do YouTube.
Mas que nem eu tô usando agora um negócio para dormir chamado CPAP.
Tô ligado.
Você sabe o que é CPAP?
Você sabe, é um troço que faz você respirar melhor. Ele abre aqui o nariz, né?
É, o CPAP é uma bomba. Não, não é que abre o nariz, ele injeta, ele respira para tu, né? Ele injeta ar também. Não, também não. Você tá assistindo muito pó de pá, hein? Ele é uma pressão de ar que não deixa a sua epiglote tampar a sua garganta. Epiglote, eu falei besteira. Não deixa as gorduras da tua garganta fechar suas vias aéreas. Porque a gente— achei que você ia me trazer um chá.
Claro que eu 14 litros de chá.
Não sei por que que não trouxe a máquina aqui, que não é máquina, porra.
Ele quer uma torneira de chope de chá aqui.
Que que eu tava falando que eu não lembro, porra? Chá tá derretendo muito comigo, porra. Ah, o CPAP. Então você quando engorda Se tu ficar trazendo, ele vai ficar pedindo.
Para de trazer, pô. Na verdade, se você sumir, não vai acontecer nada. Eu não entendi ainda. Fala. Aí você, papi. Então, a grossura da garganta.
Você provavelmente ronca.
Provavelmente ronco.
Tua mulher reclama?
Provavelmente reclama.
Então você ronca.
Uai, nós!
Não, é para ajudar a dormir, pô.
Aí o CPAP, ele faz uma pressão que você não vai roncar, ele tira o ronco.
Tô ligado.
Quem usa isso é velho, não vai ter as apneias.
É os velhos que usa isso aí, não é?
Ah, quem é muito gordo tem que usar.
Para que que tu tá usando CPAP?
Porque eu sou muito gordo. E a minha epiglote tá tampando a minha garganta. Você é uma palavra bonita para caralho.
Aí tu roncava igual um bulldog francês, agora não tá mais roncando.
Epiglote, eu gosto de ceborreia.
Parece queijo do pau, mano.
Cara, fala uma palavra que tu acha bonita aí em português. Em português, cara, você é foda, moleque!
É bonita, eu gosto.
Ela inclusive é incomum.
Eu gosto de esternoclenomastoide.
Caralho, que que isso quer dizer?
É um músculo que sai daqui de trás da cabeça, passa por aqui.
Esternoclenomastoide.
Clído.
Clenomastoide.
Não é esternoclidomastoide? Cleno? Tá errado, fez faculdade na Aí, em Bimorumbi, aqui coloca o nome: Esterno Cleidomaistoide.
Eu falei, pô, Cleidomaistoide.
Você não falou Cleido?
Falei, tu falou outro.
Não, eu falei Cleido.
Ele falou Cleido, tu falou Neido.
Não, Cleido. Neido.
Ô chat, manda aí para a gente saber quem que tá, quem que tá falando fezes aqui, ó.
Falou errado.
Aí tem que falar complexo: Esterno Cleidomaistoide.
Eu fiz a lista, o cara estudou. Não, o cara estudou na faculdade que o pó de ipá faz propaganda.
Depois eu vou te mostrar um bagulho aqui que tu vai se divertir. Não deu um bagulho aqui, uma foto que eu tirei, tem a ver com estudar, é divertido. É externoclído mastóide.
Fudeu, porra!
Tá, pô, a gente tá até— a gente é— eu vou falar de bebê, já deu, tamo de bocas vocais, mano.
Eu não sei se eu tô cortando também.
Será que ele tá cortando?
Pergunta para ele.
Que tá com— bateu muita coisa na tua goela aí esses dias aí? É o baú.
Eu não gostei dessa brincadeira. Eu não gostei dessa imitação.
O Baal machucou tua garganta, cara.
O Baal fodeu minha glote. Ele tá encarnando e não pode, né?
Tem que ser só em tom de idolatria, né?
Ele idolatrou, ele idolatrou o jeito que você falou. Você idolatrou o Baal.
Essa palavra que eu mais odeio, já não vou falar mais.
Bom, agora tu já entendeu. Se tu quiser fazer mesmo sucesso nos palcos e o caralho, tu precisa emprestar o Lulu para Baal. E na verdade tu precisa torcer bastante para ele tá enganado, né? Porque se ele tiver certo, tá fodido, né? Já não pode mais ir de ônibus para o Rio, para Curitiba, para lugar nenhum, porque senão vai parar no Baal. Aí tu tá fodido. Aí já sabe, né? Vai pegar uma coxinha e um refrigerante.
Eu vou cagar no chão do Baal só para o valor cair um pouco, para depreciar.
Pode ser, pode ser. Mas tem algum carro que ele não deveria usar, Vinheteiro?
Carro? É, os franceses, os carros franceses, todos eles são feios.
O que que tu acha dos carros franceses, Igor? Cara, já teve algum? Já teve um Peugeotzinho 206?
Não, minha mãe teve um Citroën C3 daquele redondinho assim, andava para caralho, fundiu o motor, mas ele andava para caralho. Era um carro muito potente para o peso que ele tinha. Eu acho maneiro, o que eu acho legal dos carros franceses é que eles são bem construídos internamente assim. Acho o interior bonito, é bem acabado, sempre foi, sempre teve a frente das marcas mais vendidas aqui. O interior dos carros franceses eu acho legal.
O Renault Kwid, o carro mais de fezes que tem.
Não, a marca como um todo Até o, bom, Kwid é difícil de defender mesmo.
Eu gostava do Megane e do Fluence.
O Scenic, fezes puríssimo, só deu dor de cabeça.
Nossa, teve um desse, pô, ele tá tendo dor de cabeça com Toyota, mano. Tu teve um desse também?
Um, não, mas a da Toyota, troca óleo, faz isso. Não, a da Toyota foi o seguinte, foi a concessionária de fezes. Concessionária de fezes trocou minha bateria por uma bateria de fezes.
Tinha lá, tu manja de bateria?
Depois que eu me fodi, virei expert. Mas o problema é que você fica, você conhece a bateria naquele momento, depois muda, depois as coisas vão mudando. Entendeu? E você vai caindo em golpes cada vez, cada vez mais assim, porque você não conhece qual que é a bateria, qual a amperagem correta para o teu carro. Sempre tem um dado a mais que você não sabe.
Eu nunca consegui entender o lance do óleo, é muito complexo aquilo.
Eu também não, eu também não.
30W-70W, pô, vai tomar, é muito Não dá para ele saber.
Só tu saber que se tu andar X quilômetros ou passar X tempo, tu tem que voltar lá e trocar e foda-se.
Não, tudo bem, mas é uma coisa que eu queria conseguir entender. Eles falam assim, ó, faz sentido na minha cabeça.
O 2040, o Ricardinho ACF, traz ele aqui. Quer trazer o Dileira? Exatamente.
Vamos fazer um episódio com Ricardinho, com Gui, para ele te explicar por que que teu carro é fezes.
Vamos, traz aqui, traz aqui que eu falo.
Traz o Richard Rasmussen que eu quero falar de bisão com ele também. Boa, mas eu não conheço ele, eu quero muito conhecer ele.
Vamos lá na casa dele, vai ser maneiro.
Bora.
Será que ele vai querer o meu Lulu?
Ah, ele já fez sucesso na TV. O que que isso quer dizer?
Lulu? Com certeza emprestou.
Mas por que que ele saiu da TV então? E saiu da TV depois?
Porque o Baal falou assim, ó, agora eu só vou comer o seu Lulu Na internet. E não vou mais te dar o que você quer. Aí ele saiu da TV, foi para internet, tá?
Mas aí é um acordo ruim, né? Só dá o Lulu e valeu.
Pois é, o meu tem um green card, pelo menos. Pelo menos puta rola, mas tem um green card.
Mas eu tenho impressão que a casa do Richard Rasmussen fede.
Fede o quê?
Animais. Ah, porra, ele tem um monte de bicho. Tem um monte de bicho. É, você deve— eu nunca fui lá, não é uma casa fétida.
Tem bastante área externa, assim, na verdade, a maior parte do tempo tu fica em umas áreas meio abertona assim. Então não é fedorento não.
A casa do Richard tem o cheiro da Praia da Urca, no Rio de Janeiro, que é uma praia fétida. Então você vai chegar lá Ele tem tartaruga. O cocô mais fedorento que existe é o cocô de tartaruga.
Nossa, tartaruga eu acho muito nojento, mano.
Tu já cheirou cuidadosamente várias fezes de animais?
Já, já.
Ele é essa homilia.
E os répteis? Cobra? Cobra tem um— quando ela caga tem o pior cheiro do mundo.
Eu nunca vi cheiro de merda de cobra.
Porque tu não viu de mendigo. De mendigo é muito pior.
É, de mendigo é que o mendigo, você sabe por que que ele tem o cocô mais fedorento do mundo? Porque ele toma sopa de lixo, né? Ele toma sopa de choro porque ele come carne de ano.
O que que é sopa de lixo?
Sopa de lixo é mais conhecida como chorume.
Então o mendigo tá lá, é um apito.
Que porra é essa? O mendigo, no lugar dele tomar uma sopa de anéis de cebola, ele toma sopa de lixo. Que é a calda. Quando você pega o saco de lixo, você mistura lá restos de comida, carne, peixe podre, fraldas de criança e muitas vezes papel com fezes. E quando você embala, ele dá uma fermentada e as bactérias, né, elas começam a digerir e transformar isso em líquido. E aí eles comem esse líquido, bebem, no caso, é, eles bebem esse líquido, aí fica com o cocô mais fedido do mundo.
Esse maluco é uma máquina de falar merda, cara.
Não, que que eu falei de errado? Que que eu falei de errado? Então me discorda. Discorda?
Não, pô, cocô deles fedem porque eles são ser humano, pô. Cocô de gente fede. Mas você caga na calçada da tua casa para você ver se não vai ficar um fedor do caralho.
Mas você vai, você vai num banheiro, no banheiro do bar, foi no banheiro do bar, tem cocôs que fedem mais do que outros, não é? O ser humano não é todo um igual ao outro.
Imagina o cara que vai, ele Calma, uma pausa de alguns momentos para o nosso querido Lorde Vinheteiro se recompôr da grande merda que tava falando. Calmou? É, não vou falar com o Igor agora para dar descansada na voz, tá bom?
Cadê meu chá? Ela foi lá no Baal comprar.
Eu acho que agora ela entendeu, foi para casa, não quer mais trazer chá para você, foi embora.
Nossa, espero que ela não traga o chá do Baal aqui.
Qual que é o chá do Baal? Bom, vamos mudar de assunto, Igor, senão vamos ficar falando de Baal aqui até amanhã, cara. Quando é que tu vai, quando que é o teu próximo show, cara?
Quinta, sexta, sábado agora, dias 10, 11, 12. Jaraguá do Sul, quinta-feira no Tobata Comedy, sexta-feira em Blumenau no Porão Comedy e sábado em Balneário no Porão Comedy também. Blumenau já tá na segunda sessão, então depois não adianta chorar.
Maneiro, tá vendo? Será que ele vendeu o Lulu? Porque se tá na segunda sessão é porque a primeira lotou. Se a primeira lotou é porque tá fazendo sucesso.
E Santa Catarina é muito bom porque tem chapolinhas douradas, eu gosto.
O maior, o Lulu mais perigoso é aquele que quando você vende e não percebeu que você vendeu o seu Lulu. E esse acontece Não acho que é o caso dele ainda, não. Ele ainda é uma alma pura.
Até o Shaquille O'Neal mandar um DM, Shaquille O'Neal mandar um salve ali, tudo pode mudar, né? Porra, mas não tem um caminho de alcançar o sucesso sem ter que sofrer nas mãos do Baal, cara? Deve ter, pô, deve ter.
Pelo menos seguir a luz. O caminho da luz, fazer tudo certinho, não tem inveja. As pessoas têm muita inveja, principalmente os artistas. Músico, ô raça de invejoso! Acho que eu não conheço, nunca vi uma raça de gente tão invejosa igual músico. Sabe aquele filme Amadeus do Mozart? Eu gosto muito daquele filme por causa disso. Ele mostra a inveja do Salieri perante o Mozart, né? E isso acontece o tempo inteiro. O músico, ele tem inveja.
Se um professor de música elogia um colega, o cara já fica com inveja que ele elogiou. Se o cara tocou num lugarzinho vagabundo O cara já fica com inveja. Ai, era para ser eu, eu tenho muito mais talento. O talento muitas vezes não quer dizer nada. Se você tem talento, mas você é invejoso, você já tá andando nas trevas, tá?
O Apple Watch da Débora já tá assim: você quer iniciar o exercício? Porque ela já andou 60 km aqui dentro pegando.
Muito obrigado. Muito obrigado. Vocês falam que eu tô, que eu tô errando, nunca erro. Fala uma coisa que eu falei errada.
Bom, mas tá bom, pera aí.
Não, tô falando sério, nenhuma.
Você tava falando que esses caras, todos os músicos, são os invejosos.
Tudo invejoso.
Você é músico?
Sou.
Portanto, tá invejoso? Como não? Tu tava agora mesmo falando que tu— eu tenho o maior canal Os cara do rock em Rio lá claramente são fechados com baú porque você não tá lá.
Tu queria estar lá no palco favela lá tocando com Belo?
Não, eu não tô lá. O meu canal, ele já é o maior canal de piano que tem no mundo, feito. Por que que eu vou ter inveja? Por que que eu vou ter inveja se eu já sou o pai da música clássica brasileira? Não preciso de inveja.
E o Billy Billy indo para o Brasil? O que que tu acha disso?
Muito bom, mas ninguém vai ter acesso, né? O que é Bilibili?
Bilibili é o YouTube dos chineses.
Ah, tá, eu vi, pode crer.
Como assim ninguém vai ter acesso? Só tem que entrar aí, Bilibili, que tu já tem.
Mas por exemplo, você não vai conseguir colocar o teu conteúdo para rodar na China. Para rodar na China você precisa ter um CPF chinês, um Mas por que que eu ia querer falar? Deve ser 32 números, telefone chinês.
Mas por que que eu ia querer falar que meu conteúdo rodasse na China se eu não falo mandarim?
Para monetizar.
Ah, mas não é, não foi isso que eles vieram fazer aqui. Eles vieram aqui competir pelo mercado brasileiro, né? Não vieram aqui apresentar os brasileiros para os chineses, né?
Sim, o Bilibili chinês, assim como o TikTok, É outra rede social. O TikTok chinês é o Douyin, que é diferente do nosso TikTok, completamente diferente. É outra plataforma. A gente nem consegue ver, até consegue se quiser, dá um trabalhinho.
Faz aquele bagulho de VPN, né?
Dá um trabalhinho para ver, dá um trabalhinho para ver.
Não, você até se inscreveu, acho que douyin.com, você vê o que eles estão postando.
Entendeu? Mas daí postar não, né? Pô, mas é das melhores fontes possíveis de vídeo sem copyright, pô.
Qual?
Esse TikTok chinês, né? Porque se nem eles ligam para os copyright, pô, vamos ligar se um cara do outro lado do mundo tá usando? É verdade, tá ligado?
É verdade. O TikTok é de lá também, né?
Chinês. É, o vinheteiro é fã número 1 da cultura dos chineses, né?
Gosto, cara.
É fã. Engraçado, porque assim, ele não é a primeira coisa que tu pensa, né? Tu vai pensar que ele vai gostar de um Trump, né, dos Estados Unidos, mas ele gosta mesmo é de um chinês, cara, né?
Gosto, respeito muito a China. Você já foi na China? Não. Você já foi? Vá!
Negócio do Igor é visão, cara. Não tem visão na China.
Tem lá, lá no lugar do bisão americano vai ter um iaque, que é muito melhor. Vai ter um búfalo chinês, acho que é, né? Não, o iaque ele é um boi de pelo longo, parece o Chewbacca. Fezes, é lindo.
Fezes, parece um lulu da Pomerânea.
Fezes, viu?
Ele não gosta do iaque, viu?
Para mim, o Bizão tem a conformação perfeita.
Não gosto. Ele sofreu uma lavagem cerebral americana.
Foi o Shaquille O'Neal.
Foi?
O Shaquille O'Neal pegou, passou-lhe a pimenta, deixou ele viciado na cultura americana. Agora ele só sabe falar de basquete, entendeu?
Eu vi uns vídeos dele jogando.
Por que que tu toma um chá assim, cara, que nem um monstro do pântano fazendo mó barulheira?
É assim que eu tomo. Você não fala que a gente— você tá julgando a minha maneira de tomar chá? Eu tomo da maneira que eu quiser. Você esfria ele quando você injeta ar no bico.
Pessoalmente eu concordo, mas se eu fizesse do lado da minha mulher, eu tomo uma porrada.
Mas você não tá do lado, eu não tô do lado.
Tu faz isso do lado da tua mulher?
Obrigado. Não fazia com Coca-Cola, tudo, né?
Reclama de tudo.
Aí não dá para fazer nada.
Ai, meu Deus. Bom, ela reclama de andar contigo numa S10, cara?
Lógico que reclama. Por isso que eu tive que comprar outro carro. Reclamava demais. Nossa Senhora.
Mas tu anda muito nessa?
Hoje não, né?
Mas por quê?
Comprei outro carro. Meu Deus!
Ah, mas tu não usa para dar rolezinho fim de semana e tal, passear?
Uso para em rodízio, dia do rodízio, só pegar uma carga.
Ela pega rodízio ou não tem nada a ver a idade do carro no rodízio?
Eu acho que a idade do carro não tem nada a ver não.
Nada a ver?
É, não sei.
Eu acho que daqui a pouco eles vão ter que mudar essa regra do rodízio porque carro híbrido elétrico 80% das pessoas, 80% não, né, mas muita gente tem hoje em dia, tá ligado? Daqui a pouco tem que mudar, porque continua cheio.
Carro híbrido elétrico não pega? Não, não sabia dessa aí não.
Não pega. E hoje em dia muita gente tem carro híbrido elétrico. Pô, no Festival de Interlagos só tinha empresa de carro híbrido elétrico.
Carro elétrico é fezes, cara.
É que esses cara tão atacando o bagulho errado, na minha opinião.
Tu usou um Tesla agora, não usou, Igor? Estados Unidos, sei lá.
Não, eu tinha o Cybertruck, eu andei no Cybertruck do Felipe Rett, cara. É maneiro, é maneiro, é maneiro, mas ele é estranho. Eu não sei se ele é muito bem, não sei se ele é, ele não é maneiro para andar nas nossas ruas apertadas, sei lá, não combina, né, muito. Ele, sei lá, ele é largo demais. O que que falou?
Já viu esse?
Não, é um carro maneiro, qualquer carro caro É maneiro, porque esse tem umas coisas diferentes, daí ele é estranho, ele é todo quadradão, ele, ele tem, olha, ele é estranho.
Eles são blindados de fábrica, eu acho que eu já ouvi falar isso de fábrica ainda por cima.
Tanto que lembra que o Elon Musk falou, olha, que o vidro dele foi tacar um bagulho, quebrou o vidro, não era para quebrar? Lembra dessa apresentação quando ele foi apresentar o carro?
Eu vi uns vídeos dos caras tipo mexendo o volante, a roda tem um delayzinho para mexer. Com relação ao volante, porque eu acho que não é o mecanismo normal, é algum outro bagulho mais tecnológico.
Mas ele é, tá vendo como ele é estranhão? E aí ele tem umas coisas estranhonas.
Eu tenho certeza que é fezes.
Nos Estados Unidos ele deu uma explodida, agora meio que estagnou assim as vendas.
Eu tenho certeza que é fezes.
Qual que é um carro que não é fezes então? É um S10?
Os carros japoneses eu tenho ouvido dizer que são melhores do que os outros, aguentam mais pancada, né?
Mas tu é desses que usa até acabar?
Sou.
A minha S10 tem 30 anos. Airbnb simples, simples, simples, para não dar carona para ninguém.
É difícil ver na rua.
Para não dar carona para ninguém?
É, todo mundo pedindo carona, ficam te pedindo.
Quando tu comprou S10, os seus amigos te pediam para você ajudar em mudança? Falam que isso é um inferno para quem tem picape.
Pedia tudo, né? Até hoje pede. Ah, preciso buscar um armário. Ah, preciso buscar uma geladeira na casa da minha avó. Mas eu acho melhor eu pegar uma geladeira na casa da avó do cara do que ficar levando os outros para Pra carona toda hora, entendi.
Tu pode sempre dizer não também, né? E outra, que amigos é esse aí que tem que ficar buscando geladeira na casa da vó? Os cara tão comprando produto usado, cara, teus amigos? Tu não é o príncipe da burguesia?
Não é amigos, é um conhecido.
Mas os conhecidos te pedem o teu carro? Tudo.
Ninguém, os desconhecidos que tem teu telefone não te pede favor?
Só não vê, né? É só não ver.
Mas eu não aguento, eu leio a mensagem sempre.
Eu tenho esse problema também, é a fome. Às vezes sem querer eu abro a porra do negócio. Porra, fodeu, tem que responder.
Não tem.
E aí você não faz o favor?
O quê?
Por exemplo, se o cara te pede o Lulu— não, não, o cara te pede para divulgar alguma coisa sem te pedir um cachê, um amigo seu, você vai dizer não?
Depende, depende. Pode ser que eu faça, pode ser que não. Eu faço muito, faço muito, mas depende, depende da pessoa, da relação que eu tenho com a pessoa. Se eu sinto que o cara realmente tá pedindo genuinamente, ou se ele quer ficar tirando proveito com recorrência. No fim das contas, é exatamente, exatamente, tudo isso entra na conta, com certeza. Não teve uma vez que eu fiz, teve uma vez que eu fiz um show em Guarulhos.
Então, mas o problema é que todo mundo no fundo é ruim você dizer não, né?
Mas é um direito.
Todo mundo que te pede alguma coisa, fezes, quando você diz não, às vezes você, a pessoa fica brava, mas isso acontece muito aqui no Brasil, tá ligado?
É, é.
Olha, eu acho que, eu acho que a gente fica inventando desculpa para não falar que porra não quero, porque é porque eu não quero só, não precisa ter um motivo.
A gente é total, da nossa cultura mesmo, ser a gente ficar aliviando para não, ensaboando para não falar que é até curioso quando tu fala não mesmo, os cara fica até chocado, né? Às vezes acontece.
Mas sobre esse lance de ajudar Teve uma vez que eu fiz um show em Guarulhos e aí um familiar que tava no show teve o farol da moto dele roubada na porta do comedy. E aí eu falei, ajudou, eu imagino. Eu falei, mano, vou fazer um story aqui contigo e tal, não sei o quê. Aí falei, porra, galera, o cara viu meu show aqui e tal, pô, roubaram o farol da moto dele. Então, pô, irmão, para compensar aí que roubaram o teu farol, pô, vou te pagar um salgado e um Guaravita.
E aí ele falou, pô, tá foda, Igão, não sei o quê. Aí, poxa, eu gravei o story, eu falei, mano, me passa teu Pix aí que eu vou botar na tela aqui para a galera te ajudar. E aí, tipo, eu saí dali, fui embora, e eu mandei um Pix para ele. Eu não botei o Pix na tela nem porra nenhuma, eu mandei um Pix para ele, tá ligado? E aí, tipo, no dia seguinte de manhã ele mandou mensagem, fala, Igão, tudo bem? Pô, vi que você mandou o Pix aqui, pô, tem como mandar mais que o farol é mais caro?
Aí é foda, né? Pô, é uma Fazer, era o Baal.
Não é R$6.000 o farol de uma Fazer. Quase que eu fiquei puto, fui lá e roubei a moto inteira.
Ou seja, era o Baal, era o Baal pedindo favor. É, é, nesse caso era uma vez, uma vez você caiu, ele te deu uma mordidinha, entendeu?
Tu também já tomou as mordidinhas do Baal, não?
Já muitas, muitas. Ele me morde toda hora.
Todo mundo que é bonzinho, o Baal morde.
Morde.
Mas tu já se fudeu nas paradinhas, né?
Muitas vezes.
Mas o Baal tá sempre à espreita, meu irmão, procurando uma brecha.
É verdade.
Tu deu mole para ele, ele vai lamber seu lulú. Para começar, para começar, porque o Baal tá pensando que o Baal chega avisando, não assim sendo grosso. Não, ele chega Ele oferece uma cerveja, é o canto da sereia. O Baal é cuidadoso, né? Ele vai, ele vai se apropriar do seu Lulu com você achando que é maneiro, né?
Com você achando que você está tirando uma vantagem. Ou outro método é esse que ele aplicou no Vitor. O Vitor falou, tô ajudando alguém, estou fazendo o bem.
Quem?
O Igor. Tá, vou fazer o bem, vou ajudar o cara. Quem é Vitor, caralho? Não é você?
Então, Vitor Igor.
É, eu vou fazer o bem ajudando esse cara aqui. E aí ele fez. Aí o Baal falou, opa, eu vou precisar de De um pouquinho mais do seu Lulu. E aí ele, aí ele fechou.
Não, nem respondi, nem respondi.
E às vezes ele nem viu o teu show, tá? Às vezes ele nem contou essa história.
Não, ele tava sentado bem do lado assim. Eu lembro dele no show.
Tá vendo? Tu aí, ó, querendo criar intriga aí entre os fãs do cara e o cara, mano. O cara tava lá no show, porra. O que pode ter acontecido de fato é ele ter arrancado o próprio farol escondido.
Boa, Igor, obrigado. Você acabou de plantar uma semente na minha cabeça pior do que que eu já tinha. Agora eu tô com esse pensamento aqui.
Ele pode ter tirado o farol, meter um KO e pronto.
Obrigado. Que é bastante plausível. Não é possível nessa sociedade brasileira de férias. Não é possível. Factível. É, se bobear, foi isso.
Bronco, o cara todo fodido lá.
Se bobear, a moto não era nem dele, ele tava só sentado em cima, tá ligado?
Ele só sentou em cima.
Tem uma moto sem farol. Deixa eu falar para o Igor que esse farol era meu e foi roubado.
Mas ele chegando em casa, caralho, aí tomei uma grana de um otário, mano. Já pensou se tu bota o story lá e o com Pix, vagabundo, chove dinheiro no cara?
Pensou, mano? Ele recebe R$50 mil de doação dos meus E deve ter recebido.
Não, porque ele não postou.
Não postei.
Tu já doou dinheiro para alguém na internet, ô Vinheteiro?
Já.
É, mas tu foi feito de otário? Foi o Baal que pediu ou não?
Quando eu dou alguma coisa, eu gosto de doar por desconhecido. Eu não quero saber de absolutamente nada.
Nem se foi desviado o dinheiro?
Não, é, normalmente são histórias interessantes, mas eu não quero conhecer, porque se eu conhecer, possivelmente eu não vou querer doar mais.
Não seria o contrário? Tu conhece, fica mais com medo.
Esse cara é maluco, né, cara?
Não, vocês são espiritualmente muito fraco.
Nossa, então vai, ilumine-nos.
Conforme você vai conhecendo alguém nos anos, você conhece há muitos anos, aí você ajuda. Ah, eu conheço, eu vou ajudar. Legal. Mas às vezes, mas aí você conhece, sabe que tem umas coisinhas ali que você não gosta, não sei o quê, ficar bravo. Depois que passa o tempo que você ajuda quem você conhece, vem o— é tanta gente filha da puta, é todo mundo tão filha da puta que é melhor você não conhecer. Você fala: pega aqui e eu não quero saber de nada, porque se eu te conhecer melhor, eu vou saber que você é um filho da puta. Então é melhor não conhecer.
Pô, mas tu não vai doar dinheiro para pessoa e fazer uma excursão com ela para Águas de Lindóia? Você vai dar o dinheiro e vai embora.
Não, por isso, por isso que eu tô falando, é melhor não conhecer, é melhor não conhecer. Pô, então você acaba conhecendo alguém bem demais, você vai ver que tem fezes ali.
Então se vem alguém te pedir dinheiro no sinal, você faz assim?
Não, quando o cara tá, quando o cara tá lá na rua e me abordou, ele tá sendo invasivo. Ele é um, ele é um profissional da mendicância.
Invasivo é você que tá na rua dele. Ele é um morador de área livre, você tá na rua dele com seu carro.
Por exemplo, uma maneira que eu não dou dinheiro de jeito nenhum: tô comendo em um lugar que tá na rua, né, cadeira na rua, aí o cara vê que eu estou comendo e me pede dinheiro. Eu não vou dar nunca, porque ele tá usando a técnica para falar: ah, você tá comendo e eu não. É um golpe, eu não vou dar. Você vai tomar no cu, você vendo pedir dinheiro comendo.
Provavelmente ele nem tá vendo isso aqui, né?
Provavelmente, provavelmente tá.
Você tá comendo sopa de leite?
Os cara tem celular, eles têm celular. É o pedinte mais invasivo que tem, é esse. Você tá comendo, ele te aborda e vem encher o saco.
Nossa! Qual que é o teu favorito?
Vocês têm que parar de pedir dinheiro.
Eu tenho uma raiva profunda de flanelinha, mano.
Flanelinha também é foda.
Puta que pariu, é a pior coisa que existe na face do universo.
Flanelinha é foda mesmo.
Puta que pariu. Caralho, e tu vai pra um país, um penteiro mais desenvolvido, é uma coisa que tipo, como assim o cara cobra dinheiro pra olhar o teu carro?
Eu entendo, o cara tá fodido, eu entendo tudo isso aí, mané, mas na prática, Na prática, os malucos são filha da puta.
Eles não fazem nada. Eu posso chegar aqui na tua porta hoje e falar, a partir de hoje eu sou flanelinha aqui, se quiser parar o carro e não quiser que eu destrua o carro, vai ter que me dar um dinheiro. Porra, não é um emprego, caralho.
É um pedágio. É um pedágio que ele tá te cobrando.
Não é um trabalho.
Para mim, se chama extorsão.
Isso é extorsão. Eu também acho. Eu também acho. Você tá pagando para o cara não danificar um patrimônio seu. Pô, absurdo isso no espaço público. Absurdo isso.
É, eu também, flanelinha é foda mesmo.
Acho que eu nunca falei tão sério nesse podcast, que peço desculpas.
Não, assim, eu entendo, entendo que isso me irrita muito.
E aqui em São Paulo, feliz que você falou disso, porque qualquer artistinha de fezes, né, os cara da MPB, ai, Tadinho do pedinte, tadinho do flanelinha. Toma, eu dou dinheiro para todo mundo que me pede. Mentira do caralho, tá? Você não dá porra nenhuma, você só fala para parecer bonito nas entrevistas e para agregar, como é que fala, sinalizar valor, sinalizar Gostei. Por isso que eu gosto do Igor, por isso que eu venho com o Igor e não venho com o Dileira. Mas o Dileira ia falar que não dá também.
Eu acho que tu é invejoso só, cara.
Você acha?
Eu acho que tem inveja do Dileira.
Eu tenho inveja de um cara que tem um cromossomo a mais e você tem um a menos.
Ou então você tem inveja dele. Olha aí.
O Dileira, ele tem um cromossomo a mais e eu vou indicar um médico para ele. Queria indicar um médico para tirar esse cromossomo dele a mais. Dá para tirar cirurgicamente? Como?
Quer dizer, quem?
Você tem que entrar no DNA dele e retirar o cromossomo.
Métodos assim Bem pouco invasivo.
Mas aí o DNA dele tá onde no corpo dele?
Qualquer clínica de estética, em todas as células.
Então ia ter que editar todas as células, tem que colocar ele no liquidificador, aí faz de uma vez só numa sopa, depois faz um molde, despeja essa sopa no molde, bota na geladeira.
É, nós não estamos aí na época das IAs, as IAs consegue fazer isso aí.
Eu acho muito bizarro no caso do Samuel como ele tipo adquiriu isso depois de levar um soco. Caraca, eu acho muito bizarro isso.
O cara tomou um socão, foi certo.
Ele levou um soco do primo e ficou com—
Pra mim é mentira dele.
Uau!
Uau! Uau!
Eu gosto que ele faz tudo assim, ó.
Mas o— Esse é muito bom que ele faz tudo. Mas o Samuel é bonitinho, ele é educado. O Dileira não é, o Dileira não é educado, ele é grosso, só fala coisas horríveis e tenebrosas.
Tu é muito invejoso, cara. Porra, cara, dá para ver, dá para ver nos teus olhos a inveja.
Você acha? Inveja é coisa do Baal.
Será que ele tá rondando o seu Lulu, cara?
Pode ser. Tem Tem outra coisa, a inveja. Vocês prestem atenção nisso, hein? É, todo mundo tem. Umas são mais fortes e doentias do que as outras. Se você tiver falando que você não tem inveja, você é mentiroso, você é invejoso. Então preste atenção.
Como é que faz para controlar a inveja de forma É com sabedoria, vinheteiro.
Só tendo uma casta alta. Entendi. Quanto mais baixa a casta, mais inveja você vai ter.
Você tem inveja de quem?
De ninguém, minha casta é alta.
Ah, tá.
Qualquer—
todo mundo tem inveja, caralho.
Você falou também que as pessoas nesse sistema de casta aí não dá para mudar, né? Qual que é a casta do Igor?
O Igor, eu acho que é uma casta Médio baixa, tá fodido, vai ficar nela para sempre, né?
É um fardo, tô fadado a permanecer aqui.
Mas são as caixas assim meio com amplitude meio grande, né? Porque tu tava bem mais fodido outro dia, né?
É verdade, mas deu uma subidinha, subiu uns degrauzinhos.
Mas se colocar em perspectiva, nada comparado com o príncipe da burguesia, certo?
Ele é um brâmare, eu sou dálite. Eu tô me inscrevendo no Quem Quer Ser Um Milionário, ele é o dono do programa.
Mas o Quem Quer Ser Um Milionário é bom filme, hein?
É bom, é bom.
Os cara lá na Índia, ainda é país de quê, sexto mundo, sétimo, conseguiu fazer um filme Muito melhor que o Bacurau, muito melhor que os filmes brasileiros. É vergonhoso. E o legal desse filme que você falou é que eu me lembro que no começo é um menino caindo no monte de fezes.
É mesmo?
Você nunca assistiu?
Não, mas eu gosto da música.
Ele cai num poço de fezes.
É, ele pula dentro do poço de fezes para pegar um ticket premiado.
É bom o filme, né?
É, eu já vi esse filme algumas vezes, na real. É bastante bom e velho para caralho, inclusive, né? Lá do início dos anos 2000, faz um tempo.
Vale a pena ver?
Vale, é bom para caralho esse filme, é bom para caralho.
Outro indiano bom é o As Aventuras de Pippi.
Porra, eu ia falar que esse eu odiei, é muito fezes, cara. Chato para caralho.
Nossa, eu vi faz um tempo. Muito chato. Eu acho que eu vi ele na vibe errada. Parece uma viagem de ácido aquela Eu pensei que era uma coisa e foi outra.
Aí eu também, eu também achei muito ruim.
Nossa, é por isso que a Lei Rouanet só faz filme vagabundo. Vocês não gostaram do Pi?
Eu não gostei não, achei ruim.
Bom, nossa, maravilhoso!
Tu gosta dos filmes lá da Índia também, os de Bollywood, que tem aqueles super-heróis bigodudos e tudo mais?
É tipo Dileira. É legal assistir 30 segundos no Instagram, agora um programa de 2 horas, um filme de 2 horas, não dá.
Fez puríssimo. E a música indiana?
Boa, boa, cacete!
A música indiana, ela funciona diferente da nossa música, não é?
Eu não sei o que acontece, as músicas que eu escuto indiana árabes, tudo lá daquela região lá são tudo boa.
Parece instrumental, um instrumental bem rico assim, é boa.
Tô falando das pop mesmo.
Ah, tá falando das pop?
É também as outras também, aqueles, aquelas classíticas de Bangladesh são boas.
A população da Índia é quase igual da China, né?
População da Índia é quase 2 bilhões, se não me engano, 1,8 bi.
É 1 bi, deve ter. Dá uma olhada.
Então é outra da China.
Se tivesse saneamento, ia ser 8 bi.
Eu não, quando eu tava na escola era 900 milhões, então faz 25 anos, deve ter aumentado.
É 1,4.
Não, e a da Índia, da Índia que eu queria, aquela ali é qual?
Da China, 1,4.
Achei que fosse mais. Caralho, é o mais populoso, tendo ultrapassado a China em 2023.
Gente, para caralho! Mas é isso que tu falou, mano, se tivesse saneamento básico era 8.
Se não beber sem sopa nele—
mas é que tá, os cara bebe sopa de lixo e manda Só não dando para lua.
Lá é comercializado a sopa de lixo nas ruas, é cultural.
Tu já foi na Índia dar um banho no Ganges?
Ele é doido, ele fica me chamando todo dia, vamos para Índia, vamos para Índia tomar um banho no Ganges.
Maravilha. O Ganges é, eu acho que o Ganges é mais fedorento que o Rio Tietê, hein?
Você acha?
Eu acho. Então coloca aí na IA quem é mais fétido. O Rio Ganges ou Rio Tietê?
Se eu tivesse que chutar, é o Rio Ganges, cara.
Mas sujo?
É, porque lá tem tudo, né? Os cara é o ciclo inteiro ali. Eu acho que é morte, os cara vai lá batizar neném também.
Mas se tiver um cadáver no rio, não faz grande coisa. Não pode ter muitos cadáveres.
Não, tem pouquinho, tem pouca gente lá.
É, tem só um ponto 5 bilhões de pessoas na Índia. Claro que nem todo mundo do lado do Rio Ganges, mas bastante gente vai parar ali, né?
Vai, vai, vai bastante.
Tá todo mundo esperando aqui, então os cara tão secando aqui.
Tá fumando maconha e esqueceu quem— ó, vou perguntar de novo: quem é mais poluído, Rio Ganges Ganges com GH ou o Tietê?
Como escreve Tietê?
T-I-T-E. Tietê, não é? Falei nada.
Até oligofrênico mesmo. O Rio Ganges é mais poluído que o Tietê.
O Ganges?
É. Contaminação gigantesca por esgoto doméstico, resíduo industrial, lixo e contaminação fecal barra patógeno.
Fezes alcalinas.
Aí, essas fezes do Rio Ganges devem ser brutamontes, meu irmão, entendeu? Sobreviventes. Imagina o cocô que percorreu todo o Rio Ganges. É um puta cocô, é um tronco, super cocô.
E ele vai se juntando com os cocôs do caminho que vai saindo dos barracos assim, vira um É um amálgama de merda. Parece o rio da Fantástica Fábrica de Chocolate, mas se ele lá da Cacau Show— não, da Cacau Show é bom, eu gostei.
Mas se o Rio Ganges é mais poluído que o Tietê, por que que no Tietê ninguém toma banho?
Pô, no Ganges os cara só entra porque é porque eles são muito religiosos, meio maluco, é cultural. Entendeu? Porque não era para entrar não, pô. Tá maluco?
Aquilo ali é—
eu, mas lá não existe tipo ninguém que trabalha com saúde para falar, porra, sai daí, entendeu?
Não tem. Eu vejo, eu gosto de ver um catador, eu gosto de vídeo de catador.
Catador de quê?
Catador não é mendigo, tá? Catador de lixo. E eu costumo ver um catador lá do Rio Ganges que ele passa uma— eu assisto os vídeos dele. Ele pega uma gaiola e vai passando procurando alianças de ouro, e aí ele vai filtrando.
Até hoje só achou bosta, foi encontrar, tá invicto, cara.
Ele já achou alguma coisa maneira?
Acha, acha de vez em quando, mas às vezes é falso também. Mas aí ele sempre peneirando lá.
Fezes no Rio Ganges, caralho! Imagina, vou pescar no Ganges.
Nossa, eu vi um vídeo uma vez de um, eu vi um vídeo uma vez de um cara pescar de rede no Ganges, joga rede. Pô, já viu o trem como é que é? Não. O banheiro do trem é um buraco no chão, os cara caga no trilho, mano.
Porra, caralho! E aquele vídeo que ficou um monte de quebra-mola de fezes no trilho. Vem uma sueca lá, alguma coisa assim, e pega um saquinho de lixo, dá para um porteiro de prédio na Índia e fala, ó, esse é o meu lixo. Ele pega o lixo e joga. Foda-se, ele abre e come. Aí tem outro, esse é o meu almoço. E tem outros vídeos na Índia que é o cara num trem, aí outra, sempre um europeu lá, uma Greta Thunberg lá, vem com saquinho de lixo e dá para o pro cara que pega lá, o cara do trem lá que administra o trem, etiqueteiro.
Aí ele pega um lixo de novo e joga pela janela. Foda-se, é linda a Índia, é um lugar lindo.
Tem vontade de ir lá conhecer o Taj Mahal, cara?
Tem. O Taj Mahal não, o Taj Mahal dizem que tem de moleque pedindo dinheiro lá. Esse é o problema.
Mas no filme do Quem Quer Ser Milionário tem lá os moleque pedindo dinheiro no Taj Mahal.
É demais.
Você não gosta de flanelinha aqui, imagina que você não pode estacionar seu cocô aqui não. É duas roupas para você parar teu cagalhão aqui.
Eu assim, cara, Índia é o conteúdo que eu mais assisto. Eu não fico te mandando muito, eu não fico te mandando muito.
Todo dia ele manda o meu.
Olha que legal isso aqui, para não encher o saco. Nossa, mas como eu gosto de ver vídeo da Índia! Eu gosto de ver o cara negociando, negociando com vendedor ambulante na Índia. Você já viu?
Por quê?
O que que tem de especial?
Ah, é golpe o tempo inteiro. O cara vê que ele é europeu e cobra mais caro, mas ele mora lá, não sei o quê. Em Bangladesh também.
Esse lance de turista é mais caro, tem no mundo inteiro, né?
Tem preço mais.
Se tu for lá na Times Square lá, tem, e foi, tu for comprar um cachorro-quente dos cara lá. Dica: se tu for na Times Square e for comprar e tiver com fome, só compre coisas de carrocinha, não sei o quê, que tá escrito o preço, porque senão o maluco vai te dar um golpe, tá ligado? Então tu vai pagar 3 vezes o preço.
Eu me ferrei no Grand Canyon esse ano. Pô, pilotei 8, 9 horas de moto até lá. Aí cheguei na entrada, aí era $30 para estacionar e visitar o parque. Mas em janeiro desse ano entrou uma nova lei que para quem não mora nos Estados Unidos tem uma taxa de $120.
Puta que o pariu!
Eu falei, ah, cara, eu andei 8 horas de moto, eu vou pagar, né? Já tô aqui, foda-se. O cara perguntou, você é residente aqui nos Estados Unidos? Falei, pô, não. Aí fudeu.
Mas era um golpe, 150.
Não, realmente é uma lei, procurar no Google, tá lá, entrou em vigor esse ano, tá duro qualquer parque nacional.
Não, deixa eu contar um, eu tô louco para fazer.
Vai lá, vai lá, vai lá, vai lá.
Interessante, eu tô assim também, vou contar o golpe que eu tomei em frente ao Museu de Arte Natural de Nova York.
É bom, história natural.
Vai lá, vai lá, vai lá, daí tu volta. Tá bom. O golpe que ele tomou na frente do Museu de História Natural de Nova York. Já foi Nova York? Já foi curtir lá também?
Fui essa viagem agora, eu fiquei lá 10 dias, né? Fui no show do J. Cole, meu aniversário, foi animal.
Falta tu conhecer algum lugar lá, mané? Bom, tu já foi para o interiorzão, não já? Dá uns rolê. Tu já deu rolezão mesmo, que nem você tá falando aí, de ficar na motoca mó tempão, né? O que que falta tu curtir dos americanos lá, cara?
Eu tenho vontade de ir no Texas, Havaí, Havaí, que a gente quase nunca lembra, né? Porque eu tenho vontade de ir no Alasca, tem vontade de ir no Alasca, não tem vontade no Oregon também.
Por quê?
Porque é um dos lugares que mais tem parque lá, é foda a natureza lá, é muito bonita. Tenho vontade, tem vontade de ir em Nebraska. Eu tenho vontade de ir em lugares assim de filme e série que eu curto. Então, tipo, Nebraska é onde o Saul Goodman foi se esconder lá, e aí eu tenho vontade de ir lá. Eu esqueci o nome da cidade agora. Omaha, tem vontade de ir lá. Uns lugares aleatórios assim que eu não conheço ainda. Boston, nunca fui.
Falta uma porrada de coisa então ainda, né?
Eu conheço acho que 18 estados ou 20.
Caralho, já conhece coisa para caralho.
Mas tipo assim, não é conheço, eu passei, cruzei de moto ou de carro e tal. Posso dizer que eu Conhecido.
É bom, eu não. Eu, a vez que eu fiquei mais tempo inclusive foi, acho que foi essa. Não, teve uma vez que eu fui para o Mr. Olympia e fiquei lá um tempão. Aí eu só que eu fiquei só em Orlando.
Então foi na Olimpíada de Orlando, foi em 23, 22, eu acho, 3, 3, é 24 que voltou para Vegas então.
E porra, esse ano vai ser onde?
Vegas de novo, é, né?
Pô, queria ir num desse lá em Las Vegas, mas é maneiro, mano. Tu já foi nesse evento em Las Vegas?
Eu fui 24 e 25.
É, pô, tu já curtiu para caralho essa porra aí também. Foi perder um dinheiro também lá no cassino?
Não, eu não curto, mano, jogar em cassino.
Essa é a parte dos cara lá que tu não gosta?
É, eu não curto, não vejo graça.
O que mais que tem para fazer em Las Vegas além de droga e tipo cassino, cara?
Tem um saloon que fica meio afastado assim, é entre Las Vegas e chegando numa cidade chamada Goodsprings. É um saloon acho que de 1934, tipo antigaça assim, tem marca de bala na parede de uns cara que jogavam pôquer e se estranhava e um matava o outro. É bem maneiro o saloon, mano, antigaça assim, antigaça mesmo. E aí tem uma história que o meu amigo que mora lá me contou, eu não vou lembrar direito agora, Mas na bancada do saloon tem uns buraquinhos assim que é de um ator que perdeu a mulher num acidente aéreo numa montanha ali perto.
E toda, todo dia ele ia para lá para aguardar a notícia das equipes de busca. Ele ficava no balcão lá se embebedando para amenizar um pouco a dor, e ele queimava o charuto ali no balcão. Aí tem as marcas do cigarro sendo apagado até hoje. Eu curto esse tipo de coisa, tá ligado? Coisa mais diferente assim. Mas lá tem pista, tem autódromo para você pilotar carro superesportivo, tem uma parte lá que você pode tipo encostar o carro e ficar dando tiro no morro, que eu acho maneiro para caralho também.
Tem um passeio que eu não fiz, dá para você ir de helicóptero até o Grand Canyon e tal. Tem um outro que você paga para atirar de dentro de um helicóptero com uma tipo .30, sei lá, .50 no monte de coisa. Dá para você pilotar tanque de guerra. Então os bagulhos bem legais, mano. Las Vegas tem bastante opção assim, maneiro. Tem a Hoover Dam, que é uma represa gigantesca lá, uma das maiores dos Estados Unidos, que é na divisa de Nevada com Arizona, que Las Vegas fica bem perto da divisa ali. É maneiro, mano.
E da vez que tu foi enrolado lá no museu, Nova York, cara?
Nova York é um lugar cheio de golpe em todo lugar, principalmente nas ruas, né? E eu sei disso porque eu viajo bastante, eu já caí em todos os golpes. Aí eu não, eu tenho como regra, eu não vou comprar de ambulante. E tudo que qualquer um que me abordar, ele vai, ele quer me roubar.
Eu vou no banheiro, vou embora.
Ambulante vai me roubar. Todo lugar na Europa, Estados Unidos, todo lugar. Então não quero. Aí tem os carrinhos, famosos carrinhos de cachorro-quente e de sorvete também. Aí tava lá em frente ao Museu de História Natural, aí a Roberta falou para mim Eu quero, vamos tomar um sorvete? Tem ali no carrinho que eu vi. Eu falei, não, não quero. Não, vamos tomar um sorvete. Eu não quero. Não, mas eu quero. Então tinha que pegar o sorvete.
Então eu falei, já falei, mas eu não vou tomar, vou pegar só para você. Aí peguei uma pequenina fila e não tinha preço nos cartazes, não tem preço. Aí era uma casquinha, né? Eu falei, a casquinha, quando eu vi a preço era $1. Nessa não tinha preço, então preste atenção aí. Depois da filhinha lá, tinha uma criançada que foi no Museu de História Natural. Aí chegou na minha vez, falei, ah, vou tomar o sorvete, né? No máximo $2, 2 sorvetes.
Aí falei, me dá 2. Aí ele pegou E deu o primeiro na mão dela, ela já saiu. E quando ele tava fazendo o meu, eu falei, quanto é? Falou, $12. Porra, caríssimo! Falei, tá. Aí ele botou na minha mão. Aí, para não dar, para não dar cartão, E isso eu peguei e falei, eu vou, é melhor dar dinheiro, tem que dar em espécie para não, que nunca ninguém tem troco, o cara te fica com mais $5, $10. Lá nos Estados Unidos é assim.
Mas tu paga com dinheiro?
Quando é, eu só levo para rua, né, para o ambulante, que eu sei que ele vai me roubar. Você tem que dar o dinheiro. Você vai comprar uma água, dá os $2.
Por que que não paga com cartão? Acabei de falar, eu tava mijando, eu tava mijando.
Porque sem o cartão, às vezes também você paga um negócio, no dia seguinte eles mudam. Por exemplo, um restaurante, cartão, não sei o quê, isso que ele tá falando. Não, outro golpe que eles— ó, não terminei a história do sorvete, vamos voltar o cartão, tá? Você vai no restaurante, você chega lá pedir um negócio, custou $100 a comida mais o serviço, vira $140, uma coisa assim, taxa mínima 30%, 40% do bojeto. É, aí se você vai com cartão, você tem que pagar.
Então, e eu odeio pagar taxa de $40, não quero pagar. Se aqui os garçons, que é uns puta coitadinho, vai ser R$10 que ele vai ganhar, aí lá eu vou pagar $40 de gorjeta?
Garçom que chega no restaurante de Chrysler.
É, não dá, não quero. Eu prefiro dar aqui no Brasil. Então aí é melhor você levar dinheiro, porque aí você dá Fala, não, eu não tenho, eu estou sem. Se você vai com cartão, que que ele vai fazer com cartão? Ele vai ficar puto, vai cobrar os $100, vai passar algumas horas. Quando ele fechar a máquina de cartão de crédito, ele vai botar, incluir o serviço, porque no teu cartão vai estar vai estar os $100, mas precisa de alguns dias para ele computar. Aí sobe o preço. Você tá entendendo o que eu tô falando? Você sabe do Google?
É porque lá os cara usam— o jeito que a gente paga as coisas com cartão de crédito aqui é levemente diferente do jeito que eles pagam lá. Tem, por exemplo, tu vai num restaurante, não é incomum, você entrega o teu cartão de crédito para o cara, o cara vem com o negócio e assina um papel e já era. Não tem que botar senha, tem que fazer nada, né? Isso não é incomum, né? Então funciona diferente lá. E o que tá falando, o que você tá falando aí é tecnicamente possível?
Não, aconteceu várias vezes. Você paga, não quer, aí você sempre que você não vai pagar o serviço lá nos Estados Unidos da treta com o garçom.
Aconteceu isso comigo em Nova York.
Garçom fica enchendo o saco: mas cadê o meu? Cadê o meu? Eu não quero te dar $40, eu prefiro dar para o brasileiro coitadinho aqui. É injusto, né?
O pior é quando nem tem garçom. Tipo, ano passado fui ver um jogo de futebol americano no estádio lá em Las Vegas, e aí eu saí do— eu cheguei no estádio, fui comprar uma cerveja. E aí tinha uma mulher andando com uma bandeja com uma porrada de lata assim. Eu escolhi a cerveja, ela botou no copo, aí eu fui pagar. Acho que foi $23 a cerveja e ela queria gorjeta ainda. Ela: você não vai dar gorjeta? Eu falei: não. Por que não? Eu falei: porque $1 seu é $6 onde eu moro.
É, virei as costas, fui embora, ficou resmungando lá. Fiz nada, caralho. Igual no Starbucks, essas porra, porra, não faz sentido. Por causa do Starbucks em Nova York. Um garçom deu chilique comigo agora lá, que eu fui com meu brother lá comer. Aí a conta deu, sei lá, $120, alguma coisa assim. E aí ele queria gorjeta dos dois, tipo $25 de cada um, e uma massagem. O cara ganha $30 mil por mês porque o restaurante vive lotado, velho.
Não, é sempre Estados Unidos, é isso aí. E dá treta.
Tipo, se eu morasse lá, ganhasse dólar, eu sempre dou gorjeta. Para todos, mas eu não vou dar o valor que o cara quer, tá ligado? Eu vou dar quanto me possibilita dar, entendeu? Porque eu não cago dinheiro, caralho.
Mas lá, e onde deu treta também foi no Canadá. Na verdade, eu dou mais gorjeta quando a garçonete é bonita, que eu não queria falar.
Aí sim, toda viagem eu me apaixono por uma garçonete. Uma merda, uma merda.
Todas são xampolinhas, brother.
Até as velhas do Denny's eu ia.
Do Denny's? Então, eu não dei gorjeta para uma mulher do Denny's lá no Canadá. Pior é que eu tava indo todo dia naquela merda de Denny's, meu.
Eu não vou, é muito bom, tem muita opção, né?
Não, o Denny's você vai gastar acho que uns $40 por cabeça lá, um sanduíche e umas panquecas, uma omelete, vai dar $40. $40 é R$200 por um. Aí você vai com mais alguém, deu $80.
É foda, mas às vezes mesmo convertendo aqui também tá muito caro comer, tá ligado?
Mas não tá igual Estados Unidos. Estados Unidos é infernal para comer.
É porque a gente quer, porque o dinheiro, o nosso dinheiro não vale porra nenhuma. Não é caro assim em números, é em números absolutos, é caro porque a gente, então, nosso dinheiro, mas se é caro, é a minha realidade, é caro. Total, é caro para a realidade.
Tem noção? Um café da manhã em 2, $80 vai dar R$400.
Eu nunca gastei isso no Denny's, mano. Você tá pedindo muita coisa. Eu nunca gastei isso. É uma bebida, refil, um sanduíche, refil também.
O sanduíche vai ser uns $25.
Não, eu não gasto isso não.
A panqueca, $6.
Pô, o lanchinho do Denny's que todo mundo fala com 4 opções é 13, 14 conto.
Então você tá indo num— talvez eu tenha ido num Denny's inflacionado de burguês de cidade turística, pode ser isso.
Não, você foi no Denny's do Baal.
E ó, foi do pênis.
Eu tomando café da manhã faz uns 3 anos, café da manhã no negócio do hotel que não tinha café da manhã era $80, $100. Tudo é $100 lá nos Estados Unidos.
Mas deixa eu, inclusive, dá para fazer a parcela de um Porsche, $100. Fala, o que que tu ia falar?
Não, eu ia terminar o golpe.
Ah, é do sorvete?
Deixa eu terminar o golpe do sorvete.
Você achou $12 caro o sorvete?
Uma casquinha, era um, já é golpe. Não, mas escuta, Tá, então vou contar de novo para você prestar atenção. Cheguei lá, peguei uma fila, não tinha preço no sorvete, não tinha preço. Aí eu pedi, eu não ia tomar, mas eu tava com a minha mulher, eu falei, ah, vou tomar, vai ser $1, né? Porque a gente vê as plaquinhas, $1 uma casquinha. Que é barato no McDonald's. Não, em Nova York também, só a casquinha é $1, $2.
Mas isso foi dentro do museu?
Não, fora, na frente do museu, na barraquinha.
O cara te fez de otário igual aquele sorveteiro turco lá que fica.
Sim, só que o sorveteiro turco leva pouco. Então aí ele pegou, deu o sorvete para minha mulher E ela levou. Aí quando ele tava montando o meu, eu falei: quanto é? Falou: é $12, né? $12. Aí ele pegou e eu já fiquei puto, né? Aí ele deu na minha mão o meu. Aí eu peguei os $12 e dei. Aí ele falou: não, $12, um, você tomou dois, $24. Aí eu tive que dar mais $12. Fui roubado nessa merda o tempo inteiro, e cheio de criança na fila. As crianças que era americana, tenho certeza que não estavam sendo roubadas. Ele vê que a gente é gringo e rouba, entendeu?
Lá no Monte Rushmore eu tomei um sorvete delicioso que é o do George Washington.
Que que tem de especial?
Não sei, mas é bom para caralho. Deve ser, sei lá, 10 conto, e é do tamanho dessa luva aqui, mano.
Não, esse otário pagou 12 numa casquinha, né?
É, se fodeu, otário.
Então, e é toda hora, toda hora.
É, se tu for num bagulho que o preço não tá escrito o preço ali e é na rua, provavelmente tu vai mamar, porque eu mamei também.
Eu também tomei golpe no iPhone, mano. Tu tomou golpe de 24 dólares, eu tomei um golpe de 800 dólares.
Conta os golpes.
Ah, que eu fui, quando eu fui para o meu intercâmbio, eu comprei um iPhone lá em Nova York e o vendedor mentiu para mim. Falou que era desbloqueado. Cheguei no Brasil, botei o chip da Claro aqui, o celular: que porra é essa, maluco? Tá enfiando aqui? E me fodi.
Vendedor da Apple?
Não, eu fui para o meu intercâmbio. E aí todo mundo no Brasil sempre falou: cara, quando você for comprar um iPhone nos Estados Unidos, compra na loja da Apple que é desbloqueado. Beleza. Eu tava andando numa avenida lá com os meus amigos que estavam comigo, e aí tinha uma loja que tava assim iPhone desbloqueado, acho que era o 8 Plus na época, iPhone 8 Plus desbloqueado, $700. Falei, pô, se na Apple tá $850 e aqui é desbloqueado, eu vou comprar aqui.
Mamou.
Aí eu falei para o cara, para o vendedor, falei para o vendedor 200 vezes, irmão, é desbloqueado esse celular? É, pode confiar, pô. É desbloqueado aqui nos Estados Unidos? É desbloqueado. Falei, irmão, aonde eu moro essa porra custa o preço de um carro. Se isso for bloqueado, eu vou me foder. Ele, não, é desbloqueado, pode confiar. Beleza. Aí comprei, usei o intercâmbio todo. Quando eu cheguei no Brasil, liguei, botei o chip, então fácil, eu quase chorei, mano.
Mas Nova York é famoso por ter lojas, lojas desse tipo aí de golpe.
Eu tenho, tomara que ele tenha morrido de COVID, esse filha da puta desgraçado.
É cheio disso aí, Nova York nasceu disso aí, né? Nasceu de golpe, desses golpes aí.
Ah, mas tu não gosta de ir para lá não? Não.
Qual lugar do mundo que ele vai ser sequestrado?
Minha mulher que me faz ir, eu não quero ir lá.
Ele quer ir para Bangladesh, ele quer ir lá no Rio Ganges, Mumbai.
Mas conta como é que foi o teu, cara.
O meu, eu fui na Times Square, e aí eu tava lá primeira vez, né? Eu tava, caralho, olhando tudo, tudo é legal.
Tá parecendo que a gente é bilionário nesse papo aqui, né? Engraçado.
É, mas não é o caso. Eu tava lá, eu tava trabalhando, tava para Copa do Mundo, na real. E aí, porra, e eu tava, pô, vamos comer uma parada ali. Aí paramos para comer uma paradinha de cachorro-quente lá. E aí pedi lá um cachorro-quente, não tinha o preço, né, barraquinha. Aí o cara entregou um cachorro-quente X, outro Y, e um Gatorade para o Gian, e sei lá, um outro para mim. Aí deu caro para caralho, deu $20, um bagulho assim.
E aquele cachorro-quente ali é um cachorro-quente de $3,50, tá ligado? No máximo, né? Então eu morri ali, eu paguei duas vezes a parada, entendeu? Era pagar $10, eu paguei $20, entendeu? Não foi tão absurdo assim, mas pô, tu mesmo, que $10, 50 conto, né, meu irmão?
Volta na rua assim, eu nunca tomei não de comprar coisa assim de barraca.
Tomei essa volta aí lá, mas foi a única, nunca mais eu compro nada de Não compro nada de um bagulho que não tá escrito o preço, ou se eu for primeiro, pergunto o preço.
Mas você acaba, vou falar a verdade, o golpe você sempre vai cair. Por exemplo, você tá com sede na Estátua da Liberdade, você vai, começa a procurar, caçar, você se descuida um pouquinho lá e acaba pegando de novo.
Era só ali na Estátua da Liberdade, não? Então leva uma Ah, uma garrafinha, água para caralho para tu beber ali em volta, água salgada, né? Água salgada, né? Bom, tem mensagem para gente, Vitão? Óbvio que tem mensagem, né? Mas antes da gente ir para falar das mensagens, deixa eu falar dos parceiros que estão com a gente aqui hoje, começando pela 2EX Energy, cara, que eu não sei você, eu não sei onde você mora, É, mas cara, aqui em São Paulo infelizmente a gente passa um sufoco de vez em quando com, sei lá, acaba a luz, né?
E aqui a gente não tem mais esse problema, lá na minha casa não tem mais problema, e você também não precisa mais ter esse problema na tua casa porque existe um kit, meu irmão, que a primeira coisa que tu pensa, pô, vou colocar umas baterias na minha casa, eu tenho que ter painel solar? Não necessariamente. Esse aqui que eu tô falando dá para instalar até num apartamento, tá? Vamos dizer que você coloca umas baterias lá e ela se carrega naturalmente, normalmente, com a energia da rua, da Enel no caso aqui em São Paulo, né?
E aí você tem ali autonomia para você trabalhar, para você na tua casa ter as coisas continuarem funcionando mesmo com a queda de energia que infelizmente acontece o tempo inteiro aqui em São Paulo. Então existe esse tipo de tecnologia aí. Se você quiser saber um pouco mais Dá uma olhada na 2EX Energy, tem aqui um QR code para você, tem um link aí na descrição também. E cara, vou te falar que é bem rapidinho a instalação e dá para você pagar menos do que você tá pensando e parcelado, tá bom?
Pega o QR code aí, vai lá saber um pouco mais e para de passar sufoco aí com luz caindo, tá bom? O outro parceiro que tá com a gente aqui é a Hashtag Treinamentos, cara, que é a maior escola do mercado, de mercado de trabalho da América Latina e do mercado de A maior escola digital do mercado de trabalho da América Latina. E, cara, a gente fez uma parceria que é a seguinte: imagina que você quer ser promovido, que você quer mudar de profissão ou que você quer aprender um hobby, qualquer coisa assim.
Cara, lá na #Treinamentos você vai poder aprender Power BI, inteligência artificial e não ficar mandando mensagenzinha para um chatbot, mas sim quais as melhores ferramentas para o teu uso. Você vai aprender a lidar com, sei lá, basicamente qualquer coisa que tiver a ver com o mercado de trabalho você vai encontrar lá na Hashtag. E se você usar o cupom FLOW, tu ganha R$500 de desconto em todo o conjunto de cursos da Hashtag, tá?
Então dá uma olhada nesse QR code aqui, nesse link na descrição, usa o cupom FLOW que tu vai ganhar R$500 de desconto, tá bom? O que que vocês estão fazendo aí, cara?
Gostando de carrinho?
Qual que é o carrinho mais legal aí, Vinheteiro?
Eu, nenhum. E esse aqui, ó, aquele ali, o azul, tem um Mustang ali atrás.
Esse é o Cybertruck.
Ah, esse é o Cybertruck.
E esse aqui é um Mustang.
Cybertruck é do Mr. M, o cara.
E para finalizar, bom, você deve ter ouvido Você já deve ter me ouvido falar de hidromel aqui e hoje eu vou falar de um outro produto que está tendo lá em felipemidi.com.br, que é a cerveja com hidromel, meu irmão. Então, se você já conhece...
Vou ter que levar uma lata dessa, mano.
Você vai levar uma lata dessa.
Nunca provei não.
Toma aqui, toma essa.
Ah, dos nossos, é isso.
Eu quebrei aqui.
Parabéns.
Depois o Jean monta. Cadê o Jean?
Está aí?
Ele vai ficar puto. Tu quebrou o carrinho do Jean, cara.
Saiu uma peça, cara.
O cara vai ficar putaço contigo.
Cadê a peça?
Já colocou de volta aí, mais ou menos. Bom, mas se você aí ouviu isso que eu acabei de falar e tá sentindo que nem o Igor, cara, quero— deixa eu provar isso aí. Entra lá em philipemid.com.br que tu vai encontrar, além de todos os sabores de hidromel, você vai encontrar também dois sabores cerveja, não é? Que é a Wise, que é de trigo, e a Lager. Então lá em philipemid.com.br É, lembrando que isso daqui vai só até o dia 9, não é isso?
Tá chegando, faz assim.
Ah tá, antecipa um pouquinho.
Que susto que esse babaca tá fazendo! Não, gol muito grande, pô, isso é muito fácil.
Vai nada, acertar nunca, porra. Se ele errar, quase errou no ângulo. Cadê, cadê?
Tem que ser assim, ó, um golzinho.
Nossa, aí não vai acertar nunca.
Pô, daí tem goleiro ainda.
Nasci, eu acerto.
Eu tenho goleiro aqui, ó.
Tem goleiro? Não, daí não dá para acertar.
Ah, não dá, né, turma? Pô, tu não brincava disso na escola?
Faz um gol aqui para você.
Mas entra lá em philipemidi.com.br, tá bom? Vai lá, experimenta lá cerveja de trigo e a lager também, que tá rolando a promoção antecipada do 9 do 9, que é é porque, né, 2 números igual, agora tem promoção. E isso é bom para todo mundo, porque agora tem preço baixo para todo mundo todo mês, né? Então entra lá que tá antecipada a promoção 9/9 e usa o cupom FLOW10, você vai ganhar 10% de desconto além dos descontos que já tem no site.
Então, além de experimentar o hidromel, experimenta cerveja com hidromel também.
Bonitão, bonitão rótulo, hein?
Tu não vai querer não, né, ouvinteiro? Você não bebe? Tu nem bebe?
Tudo quer de graça.
Lembrando, ó, Para você comprar, para consumir bebida alcoólica, você precisa ser maior de 18 anos. Se beber, não dirija e beba com responsabilidade. Mandou as mensagens aqui? Tá bom. Caralho, vocês são muito caóticos e crazy. Vamos lá. O Enéas Carneiro mandou: Eu admiro cada um dos senhores e valorizo suas opiniões. Gostaria que cada um falasse quais conseguem... É isso mesmo?
É.
Gostaria que cada um falasse quais consideram como os 3 brasileiros mais importantes da história. Desde já lhes agradeço. Fala aí, os 3 brasileiros mais importantes da história.
Eu acho que os 3, primeiro o Barão do Rio Branco, que vocês nem sabem quem é. O Barão do Rio Branco é um careca bigodudo que aparecia nas notas de, sempre nas notas de 5, era 5 cruzados, 5 cruzeiros. Depois ele, depois ele foi para nota de 1000, tá, 1000 cruzeiros, tá.
Que que tem o Barão do Rio Branco?
Ele que fez a Delimitação das fronteiras, que também não importa muito.
E por que que ele foi um dos grandes brasileiros, na tua opinião?
Por causa disso.
Ele fez uma coisa que não importa.
Não, ele fez as— o Brasil é muito difícil ter alguém, alguém, algum herói.
Ronaldo, Pelé, fezes, fezes. Falou merda duas vezes. Fezes. Não, tu parou. Não, peraí, peraí, peraí.
Zico?
Fezes. Adriano Imperador?
Fezes.
Caralho, mané. Tá, não adianta falar ninguém da música porque você vai chamar de fezes, né? Adianta falar ninguém do cinema nacional.
Do futebol eu gosto do Ronaldinho Gaúcho, eu gosto. História do Ronaldinho Gaúcho é interessante lá do Paraguai.
Com certeza, o Ronaldinho Gaúcho é muito foda.
Ainda não, eu nunca vi ele em podcast.
Não, ele não. Se eu fosse ele também não iria não.
Por quê?
Porque, ah, cara, então Ronaldinho Gaúcho, né, meu irmão?
Porra, esse é maneiro.
Sim, mas eu já encontrei ele uma vez, foi legal, lá em Santa Catarina, lá em Santa Catarina, né? E foi maneiro, foi maneiro, ele pegou minha mão aqui assim, falou assim, caralho, Cara, eu gosto para caralho do que tu faz, não sei o quê.
Maneiro.
Aí ele falou assim, os cara fica falando para eu ir, aí eu dou uma de burrão, entendeu? Pô, finge que não sei o que que é e o caralho, mas porra. Mas aí continua muito foda, não sei o quê. Pô, maneiro. Aí tiramos uma foto e valeu. Maneiro, maneiro.
É, ele é bom, ele é bom, tá?
Então o Barão, fala um estadista brasileiro aí que tu respeita além dele, né?
Vai, do Alborguete eu gosto.
Tá bom.
Muito do Alburguete.
Silvio Santos, gosta?
Gosto, gosto. E gosto do— ah, já falei 3, né?
Já falou. Tem 3 aí, cara.
Ayrton Senna.
Bom. Fezes.
Como assim, cara? Ele é, ele é, ele é o, ele é o ídolo dos pilotos. Como ele é fezes?
Fezes. Não sei, dirige um carrinho lá, vou jogar videogame.
Aí, qual esporte que não é pau? Qual esporte?
Só pagar pau para isso.
Qual esporte que não se encaixa nisso que tu acabou de falar? Tipo futebol, um monte de cara correndo atrás de uma bola.
Então é fezes, é um esporte de fezes.
Qual esporte que não é fezes?
Críquete.
Por que que não é fezes?
Pôquer, lacrosse.
Críquete parece meio fezes, os caras em cima do mundo.
Críquete é o jogo preferido dos indianos, eles sabem o que é bom. Já viu um jogo, um jogo de indiano que é um tabuleiro que eles ficam jogando uns disquinhos assim? Já vi aquele jogo, não conheço, mas eu tenho certeza que ele é bom.
Que porra de hiperfoco é agora nesse daí de Índia, cara? Por que que tu tá nessa de indiano agora?
É interessante, né?
Tão interessante quanto a China? Tão interessante quanto China?
Não, porque tudo no Brasil, ai, cultura do Brasil, ai, a cultura. A Índia é muito mais pobre e ainda assim tem cultura. Tem esse jogo que a gente não sabe o que é, tem comida na rua. Aqui você vai comer uma comida na rua, você vai passar mal.
Vai comer uma comida de americano, só que na rua do Brasil.
Vai comer uma acarajé lá na Benedita Calixto.
Dá para comer comida brasileira também, vai dar piriri.
Vai comer acarajé lá em Salvador, você vai defecar muito, cara.
Isso aí para mim tá soando inveja.
Inveja de quem?
Ah, cara, dessas comidas aí que não tem aqui, que tu não consegue comer porque você tem um estômago de fresco.
Não, acabei de falar que as comidas da Índia, da rua, são—
Qual que tu comeu?
Não, eu como em restaurante indiano.
Eu vou viajar, eu como em restaurante indiano. Eu vou.
Você não vai, não?
Eu sei que tu gosta de carne de anão.
Eu já ouvi falar que restaurante indiano tem tipo um estrogonofe que é bom para caralho, mas eu nunca tive oportunidade de comer.
É uma sala, é uma sala frantica lá, esqueci o nome daquela. Tá inventando, tô nada.
Todos os nomes que ele fala, que ele inventa. Esse Barão aí não existe, tá inventando, tá inventando. Tirou do Monópolis, cara.
Tirou do quê?
Do Monópolis, aquele joguinho de tabuleiro.
Banco Imobiliário, falando assim, tá errado.
Bom, tá um pouco, ó. O psicanala polido, o Ayrton Senna.
Ah, é que é fezes, tá? O Ayrton Senna é fezes.
Oscar Schmidt, Oscar Schmidt não é fezes? Sabe nem quem é, né?
Oscar Schmidt é o cara do basquete.
Pô, para mim, herói brasileiro é só no esporte mesmo, mano. Oscar, o Ayrton e o Ronaldinho Gaúcho.
É, não, eu ia falar os caras do esporte, da música, talvez, mas os caras aí, os caras aí, eu não assisti, mas copiou de mim o Ronaldinho Gaúcho.
Tá bom, Giba.
Quem é Giba?
Do vôlei.
Ih, vôlei é esporte de pederasta, né? Não é? Não é? Nunca vi um homem jogando.
Como assim, cara? Tem toda uma seleção masculina, só tem seleção feminina de vôlei. Pô, tem masculino?
Não existe, é só feminino.
Também o híbrido, mas tem.
O Senhora Bravanel, Senhora Bravanel mandou: salve, Lorde! Salve, Gorfinha Apedeuta! Salve, Igor 3K! Lordão, quando for para China novamente, grava uns vlogs andando nas ruas para a gente assistir. Ah, mas aí o Lordão vai ficar andando só nas partes da China que não tem o povo, né? Assim, China, China, quando for para China. Quando tu tá fazendo, tu anda onde?
Eu ando, eu vou em Xangai, em lugares maravilhosos. Mas quando eu for, eu vou filmar eu comendo carne de anão, tá? Eu vou filmar e vou upar, e vocês vão ver, vocês vão ver. Eu não tô brincando não, eu vou filmar eu degustando essa iguaria. Eu quero comer um anão que cultivado, olha o corte, nas montanhas que beiram as margens do Rio Yangtsé. Dizem que a carne dele é mais gostosa.
O cara é o Naldo.
Quem é o Naldo? Cara, vocês conhecem todo mundo. Como é que vocês arrumam tempo?
Ronaldo, porra. É que a gente é íntimo dele, do Fenômeno.
Brilha muito o Corinthians.
Mas o que que tem o Ronaldo?
Ah, que ele mente.
O Ronaldo Fenômeno não é? Ele ia gostar do Monark, né?
Por quê?
Deviam andar junto, hã? Eles gostam de bola, né? De futebol e tal.
É, acho que eles gostaram em algum momento, é.
É, eu gosto do povo, eu gosto. Você gosta do povo? Eu gosto do povo. Não, tô errado. Dá uma boa amizade, o Monark.
A gente tá rindo do seu jeito, cara.
E o Ronaldinho iam fazer rolê junto, pô.
Tu que vai saber melhor, tu que viu o Monark da mesa aqui, tu foi o último que viu o Monark, né?
Então eles deviam andar junto.
Como foi? Como foi lá no Monark? Vocês foram jantar depois?
Não, não, não. Monark tá criando o gato, tá com muito pelo. Ô Monark, tá com muito pelo de gato o estúdio aí. Eu sou alérgico, eu sou alérgico, pô. Tira esses pelos de gato que eu vou de novo aí. Eu gosto do Monark.
O Petlove mandou uma aqui maneira. Vinheteiro. Já parou para ver o que aconteceu com o cabelo do Igor? O que você toma para o seu cabelo não ficar igual ao dele?
O seu? É. O que que aconteceu?
Não sei também.
Tô vendo nada demais.
O cabelo aqui demais também, não sei. Tá vendo, seu babaca? Vai se foder, porra.
Com todo respeito, você fez alguma intervenção?
Não, não fiz, mas muito tempo atrás, né? Agora não. O Daniel LC comenta sobre a revelação estapafúrdia do Vinheteiro ter perdido dinheiro com o caso Master. Vinheteiro recebeu ajuda de algum guru do chat? Eu já sabia que o Vinheteiro tinha se fodido no Master.
Já sabia? Eu já não entendi porque que ele tava.
Eu fiz até um vídeo lá falando, é porque olha só, se alguém deu um golpe em alguém no Brasil, o vinheteiro tava lá para tomar esse golpe, entendeu? Todos os golpes. Você que dá golpe, você aí que é golpista profissional, você vai tirar a sorte grande quando tu encontrar o vinheteiro, porque o vinheteiro já caiu em golpe de Bitcoin, já caiu em golpe de banco, já caiu em tudo quanto é golpe, golpe do cara que ligou para ele. Da roupa, golpe da mãe que foi sequestrada, todos os golpes ele já tomou.
Não é brincadeira não, viu? Mas a maioria das pessoas caem em golpe também. O negócio é que elas não contam, tu conta, elas têm vergonha, só contam vantagem, só conta vantagem. Eu já caí em mais de 100 golpes na minha vida.
Da onde tu tira tanto dinheiro para perder assim de otário?
Ah, a gente tem, né?
Dá pena isso.
Se você tem um cascalho, alguém vai tentar tomar ele de você, é verdade, não é?
Então é melhor não ter um cascalho.
É melhor não ter, mas todo mundo quer ter para se achar.
Tu não quer ter não? Tu já tem, né?
Já o suficiente para me divertir e tomar uns golpes. Faz parte, né?
Você tomou muito golpe também, Igor? Não, né? Tu nunca nem foi assaltado, né?
É assaltado não, mas clonaram meu telefone em 2019.
Ninguém vai clonar meu telefone!
Clonaram meu telefone em 2019. Quando eu tava vendendo minha moto na OLX.
Nossa, OLX é um lugar para dar golpe para os outros. Assim, golpes acontecem por ali de algum jeito. Se você se conecta ali de alguma forma, algo pode acontecer, como o teu telefone ser clonado.
Teve um macacão também que eu enviei para o cara, ele não pagou. Te falei nessa história do macacão de moto? Não. No mesmo ano também, quase mesmo mês, eu botei um— Para de rir, arrombado, me fodi. Eu botei um macacão todo de couro da Alpinestars para vender na OLX. E aí um cara mandou mensagem falando assim, fala, Igor, tudo bem? Queria comprar teu macacão, só que eu sou vendedor no Mercado Livre. Você consegue anunciar lá? Que eu comprando por lá ganho ponto.
E eu tava juntando dinheiro para viajar para Califórnia. E aí eu vendi tudo que eu tinha, videogame, tudo, tudo. E aí eu falei, tá bom, mano, beleza, vou anunciar lá. Aí anunciei. Aí ele me mandou mensagem, fala, Igor, acabei de comprar. Vê se tu recebeu um email aí do Mercado Livre. Aí eu abri, tinha um email a princípio do Mercado Livre com layout e tudo, os desenhos. Falei, ah, recebi sim. Ele Aí eu falei, mas o dinheiro ainda não entrou aqui na conta do Mercado Pago e tal.
Não, mas é assim mesmo, só entra depois que você mandar o produto. Falei, tá bom.
E mambo.
Que cara legal, me instruiu. Peguei o macacão, levei lá no correio e aí botei o macacão.
Em que ano isso?
Em que ano?
2019. Puta, você já era grandinho, hein?
Era, mas enfim.
Quanto foi o último golpe que tu tomou de um banco master, cara? Foi outro dia, porra, não fode.
Mas o Vorcaro é muito convincente.
Mas você não terminou a história.
Aí eu cheguei lá no correio, falei, moça, eu queria enviar esse produto aqui para Minas Gerais e tal. Ela falou, é venda que você fez online? Eu falei, vendi no Mercado Livre e tal. Ela, e cadê a etiqueta do Mercado Livre com o código de barra e tal? Falei, não tem não. Como não tem? Tudo que é vendido por lá tem que ter. Não, Não tem não, mas eu vendi, pode mandar. Ela: tem certeza? Falei: tenho. Qual o valor do produto? Falei: é um macacão de R$2.000.
Ela: você tem certeza que quer comer? Falei: tem, pode mandar que eu vendi. Aí mandou, aí manda mensagem para o cara: irmão, acabei de enviar. Aí me bloqueou e sumiu.
Vocês já fizeram alguma cirurgia?
Não, já.
Você já fez? Já. Com anestesia geral? Já alguém pode ter comido o Lulu de vocês.
Achei que ele ia comentar sobre o—
e vocês, tu já fez? Vocês sofreram? Eu não. Essa atualização, vocês podem ter sofrido um golpe e nem sabe.
O médico me acordou batendo pau na minha cara quando acabou a cirurgia.
Então, então pelo menos você sabe.
Você parece que não lembra de nada.
Talvez comendo o seu Lulu que você não fica sabendo.
Aí que tá, se comer o seu Lulu e você não fica sabendo, você foi profanado.
Você é bicha, você é bicha assim mesmo. Vamos fazer fofoca, bicha? Claro, você é bicha e nem sabe, você nem sabe que você é bicha, não é? Não, cara, vocês acham que é brincadeira?
O cara comeu meu Lulu ali, ele tá literalmente me estuprando, né? Então dá muito ruim isso aí, cara. Espero que—
então, mas quando você apaga, quando um médico vai fazer uma intervenção cirúrgica e você dorme, você não sabe o que tá sendo feito lá.
Por isso tu tá com medo de ir lá operar as tuas cordas vocais.
Ele pode ter Pode ter não só uma pessoa como mais de uma pessoa pode ter profanado o seu Lulu. Bucaca e cirurgia. Você pode ter feito um bucaca e nem sabe, e tá na deep web.
Tu aí, ó, que já fez alguma cirurgia, que tomou anestesia geral, fica esperto, que pode encontrar na internet aí, ou algum tipo de— o cara pode mandar alguma mensagem querendo te extorquir dinheiro e o caralho, porque ele tem fotos suas num buraco. O quê?
Cirúrgico. Não é brincadeira não. Aí é foda, hein?
Porra. Bom, chega, né, Igor? Obrigado por vir aí. Obrigado. O Vinheteiro, obrigado pela moral.
Posso dar um recadinho?
Essa daqui é sua câmera.
Quem quiser aprender a tocar piano tem que conhecer os cursos de piano da Lorde Music Academy, que é a minha escola de música online. Você encontra lordemusicacademy.com ou você vai lá no canal Lorde Music Academy do YouTube, lá você encontra as As instruções para adquirir o seu curso tocar piano e passar pimenta em todo mundo. Também tem músicas, músicas no Spotify, @vinheteiro. Vai lá no Spotify que tem músicas de ninar, músicas de ninar que você pode colocar para relaxar, para dormir, ou para colocar para o teu filho dormir.
Eu tenho certeza que ele vai gostar. E tem também o Príncipe da Burguesia, @principedaburguesia, o meu perfil novo no Instagram ou no YouTube. Se inscreve que eu quero te ver lá.
Ô Igor, tu acha que esse cara em algum momento ele tava vivendo tocando piano e de repente ele virou esse cara, ou ele já era esse cara e pronto? Assim, esse maluco. Esse, acho que já era, cara engraçado.
Acho que já era, porque quando a câmera tá desligada, ele é o cara engraçado. Muita gente me pergunta isso, Vinheteiro é daquele jeito mesmo? Eu falo, é, infelizmente.
Liga a câmera, ele só cuida para não rir, né?
E dá uma filtrada também.
Porra, dá uma filtrada. Bom, é você agora, essa aqui é a tua câmera, gente.
Obrigado aí vocês terem assistido esse papo maravilhoso aqui com meu brother aí, com Vinheta.
Ai, pienta! Ai, pientei!
Não me lembra de Dileira.
Obrigado vocês terem assistido esse belo episódio aqui. Lembrando que se você mora em Santa Catarina, esse final de semana eu tô aí fazendo show. Eu vou estar aí fim de semana, quinta, sexta e sábado, Jaraguá do Sul. Jaraguá do Sul.
Jaraguá do Sul, virou David Guetta.
Jaraguá, Jaraguá do Sul na quinta, Blumenau na sexta e Balneário Camboriú no sábado, tá?
Lá no meu Instagram, que é Leitinho, que ele botou os bico para fora.
Lá no meu Instagram, @igorfinoficial, tem o link para você comprar seus ingressos, tá bom? Se inscreve no meu canal no YouTube lá também, que toda quarta-feira tem react. Te dá risada. Igor Fina no YouTube.
É isso, muito obrigado vocês dois aí pela moral. Vocês que assistiram aí, muito obrigado também. Se inscreve aí no canal, cara, custa nada. É, agora se inscreve aí no canal que não custa nada. Manda esse vídeo aqui em todos aqueles grupos lá dos cara que estão bolos. Perdão, galera, manda esse vídeo no grupo dos cara que estão de mal com a vida e querem se divertir. Manda lá! Ai, pajé! Vira membro, vira! Custa menos de R$8, dá nem para comprar uma seda, dá nem para comprar uma seda.
Toma, desgraça! Fezes! Fezes.
Valeu, família, um beijo para vocês, tchau!
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