DR. ALEX ALVES - Flow #640
Psicólogo, neurocientista e pastor
- Visão de mundo e espiritualidadeJesus e portais do tempo·Adão e Eva·Bioenergética quântica·Milagres e leis universais·Deus como conjunto de regras
- Ciência, fé e consciênciaConsciência e riqueza·Unção de papagaio·Responsabilidade individual·Água do Guandu·Golpe e vacinas
- O futuro da humanidade e tecnologiaChipagem e nanobots·Homúnculos e células-tronco·Seres sem alma·Mitologia e seres híbridos·Trilhões de ancestrais
- A natureza da realidade e a consciênciaCocriação da realidade·Moldando a realidade·Ação coletiva e egrégora·Amor à vida e tabus·Renúncia e ressurreição
- Saúde, parasitas e livre-arbítrioDisbiose intestinal e neuroinflamação·Vírus como entidades·Escolha de parceiro sexual e parasitas·Água básica e saúde·Livre-arbítrio e contaminação
- O papel de Jesus e o cristianismoJesus e o abandono do Pai·Batismo de João Batista·Missão de Jesus·Cristianismo como processo de transformação·Amor ao próximo
- O futuro do Brasil e a cooperaçãoSuper El Niño e catástrofes·Ração sintética e carne sintética·Comedores inúteis·Monarquia vs República·Cooperação e tribos
- A importância do pensamento e da açãoCocriação e controle·Manutenção na sombra·Regras do jogo e band-aids·Algoritmos e codificação·Pensamento gera sentimento
- Transformação pessoal e coletivaCocô na fralda e ajuda externa·Registros de dano e personalidade·Desperdício de tempo e vida·Arte como expressão de dano·A Treta (obra de arte)
- A busca pela paz e a cooperaçãoRio de Janeiro e a perda da identidade·Bebida estragada e a mudança de comportamento·Indignação e a treta·Interlocução e problemas comuns·Ajuda mútua e círculo de confiança
- A importância de pensar e agirAção multifacetada e algoritmos·Livros bíblicos e suas conexões·Família disfuncional·Divisão para dominar·Monarquia vs República
- Origens e desafios de Alex AlvesInfância e acidentes·Cirurgia e recuperação·Força Aérea e treinamento·Infarto e autocontrole
- O sistema e o controle socialBatman e o sistema·Criação, identificação e alienação·Senso comum e marginalidade·Caverna de Platão·Teorias da conspiração
Salve, salve, família! Bem-vindos a mais um Flow. Eu sou o Igor. Hoje eu vou conversar com um doutor, pastor e várias outras coisas, Alex.
Tudo bom, cara? Pô, bom demais, cara. Obrigado, irmão. Obrigado aí. Tô muito feliz aqui de chegar no teu coração lá, cara.
E que, pô, a gente já tá conversando aqui faz um tempo e eu curti a vibe. Porque, cara, geral tem uns cara aqui que eu pergunto, cara, e aí, como é que foi o programa? Os cara, pô, É uns carioca conversando, né, meu irmão? Aí vai ser maneiro.
E pô, carioca de Bigfield, meu irmão. República, né? República, hein? Bigfield é república, tu sabe disso, né? É república, é república.
E que fala de umas coisas, de um ângulo, fala de umas coisas que já falam há muito tempo, mas de um ângulo que eu pelo menos nunca tinha visto, né? Por exemplo, tu foi o primeiro cara que eu vi falando que Jesus abriu um portal do tempo para conversar com Elias e Moisés.
E eu fiquei, que viagem!
Nunca tinha ninguém, nunca tinha escutado ninguém falar sobre isso. Primeiro de tudo, cara, é, tu já, tu é pastor um tempão, né? Tu pensa dessa forma? Tu enxerga as escrituras ou a realidade desse jeito faz um tempão também?
É, na realidade, tudo começa no ventre da minha mãe. Fato real, tá? Não sabia que tava grávida. Pernambucana, eu sou mestiço, né? Pai carioca, mãe pernambucana. E o que aconteceu? Ela tomou um remédio, fez um choque anafilático, fez um surto psicótico, quebrou a casa toda. Meu pai segurou, levou para o hospital, ela foi eletrocutada, tratamento da época. E aí descobri que tava grávida. 3 meses depois ela leva um tombo de uma escadaria e sai rolando. 3 meses depois eu vou nascer via fórceps.
Eu venho para o lado de fora, sofro 14 acidentes de carro, 4 perdas totais, rodo na Dutra 4 giros 360, fico pendurado, pendurado num precipício ali em Volta Redonda de 14 metros. Agradeço a Deus o acidente, sai do carro e caiu dentro do precipício. Meu Deus, Jesus, então querendo me matar. Calma aí. Calma aí, pô, meu irmão, tu tá rindo, né? Porque eu não cutico na cara. O cara ainda ri, cara. Meu Deus do céu, tu nasceu de um jeito curioso, assim, passou um sufoco.
Tua mãe, tua mãe, assim, tu no ventre, tua mãe já tava ali, foi difícil para ela e difícil para tu. Daí tu nasceu, daí tu nasceu, daí tu tá falando de um monte de acidente que tu foi, além das cirurgias.
Eu tive 3 cirurgias, passei em cima de uma cama 9 meses meses em cima de uma cama. Cara, tu vivia muito perigosamente, cara. Na realidade, o que aconteceu, cara? Eu sou a primeira cirurgia da América Latina que tiraram a lasca da bacia, botaram no fêmur, porque aos 14 anos tinha 70 anos de idade. O fêmur tava esfracelado. Por quê? Porque eu tive uma epsilose do fêmur, né? Então aquilo degenerou, ok? Foi um processo degenerativo, né?
E aí o bendito do coronel de aeronáutica disse para mim o seguinte: você vai ficar aleijado. E aí eu com 13 anos olhei para o Coronel Fu e disse, não, você não pode dizer isso. E aí o cara foi para trás, mas eu falei com muita força, né? E eu creio que não fui eu. E aí o cara me deu 1% de chance de voltar a andar. E aí, resultado, né? Eu falei, o senhor vai fazer sua parte, Deus vai fazer a dele, eu vou fazer a minha, e nós somos um time.
Tu imagina, cara, o cara de 13 anos tem uma cabeça dessa. Não fui eu. E aí, resultado, aos 14, no dia do meu aniversário, 17 de março, eu fui operado. Resultado: a cirurgia, 6 horas, tudo certo, filmado para estudo. Foi a primeira cirurgia. E aí o cara chegou para mim, perguntou: como é que você tá? Eu falei: não sei, tô só acordando. Quando eu olhei, todo imobilizado. 9 meses imobilizado, toda esquerda, metade da direita. Aos 15 anos, atrofiado, tendo que ficar de pé. 16 anos e 3 meses, 1 ano e 3 meses depois, passei para Força Aérea.
Esse cara não é coronel, é brigadeiro, diretor de saúde, assinou minha entrada na Força Aérea, me viu virar guerreiro, paraquedista, infantaria, policial de aeronáutica e treinando tropa. E eu tinha apenas 18 anos.
E até aí nenhum acidente, tirando essa parte dessa cirurgia maluca aí?
Isso aí, quando eu compro o carro, o carro é roubado. Meu Deus, roubaram o carro! Jesus! E eu resolvi comprar carro de novo. Meu Deus! Meu Deus! E aí os acidentes começaram a acontecer dentro da parada. E aos 37 anos me empurraram no ar 2 metros, eu caí em cima do pé direito, quebrei em 10 lugares, tive que colocar 9 parafusos e 2 hastes. E aí os caras disseram que eu ia ficar aleijado. Contei a história da perna esquerda. E aí a turma do Índio me operou.
Cheguei nos cara, rapaz, com o pé mole, né? Quase que estufou, rompeu lá em Bigfield. E aí os cara, pô, não sei o quê, papai. Falei, cara, faz um favor para mim, me traz o sublingual que eu tô infartando. Assim, né, de boa. E aí o cara fica me olhando assim, né, e eu tô contando a cabeça, né, 1, 2, 3, 4. Quando bateu em 10, cara, traz agora, rapaz! Aí o maluco trouxe, cara. O cara falou, pô, meu irmão, eu ia trazer também. Aí não, aí que eu levantei aqui para ir buscar.
Aí o cara, aí não, aí tu vê, aí o cara me deu Tava 24 por 12. Eu falei, pô, meu irmão, mas tu tá tão calmo, cara. Eu falei, cara, adianta eu ficar nervoso? Eu tô morrendo. Se eu ficar nervoso na minha morte, vai ficar pior.
Você tava infartando com o pé todo arrebentado?
Todo arrebentado por causa da dor, né, que a dor mata, né. E eu sabia disso, que eu era guerreiro, tinha sido treinado para isso, eu sabia identificar isso e sabia ter autocontrole, né.
Entendi.
Diante da situação, né. A dor mata total, inclusive a dor da alma, né. Hoje você vê que a dor da alma tá matando mais do que a dor física, né?
Só que ela não mata diretamente como aparentemente a dor física mata. Tu infartar de dor, sim, mas a dor da alma também, né?
A turma tá fazendo infarto, tá fazendo AVC, derrame, faz canto. Tudo isso é doença psicossomática. E também depressão, ansiedade, fibromialgia e desvivência. E esse ano tu já deve ter observado que o modus operandi é o quê? O cara desvive quem tá perto dele e depois ele se desvive. É verdade, é o modus operandi hoje, é esse. Eu venho de uma época que se alguém dissesse que queria ir embora, ninguém levava a sério. Quem dizia não fazia. Agora é o contrário, falou, ele vai fazer. Não deve-se subestimar o alerta.
E o que que tá acontecendo, cara? Isso é um plano? Isso é sem querer? Isso veio para cá Alguém quis guiar, por exemplo, dá para a gente associar esse desvivimento das pessoas ao, sei lá, ao alcance das redes sociais, né? A gente consegue correlacionar que agora a gente está conectado o tempo inteiro. Não necessariamente um é a razão da outra, mas tem esse fato existindo aí. Isso é um plano? Isso é Como é que tu enxerga?
Vamos lá, você lembra da misantropia, não lembra? Lembra que essa misantropia começou aonde?
Onde? Sei lá.
Pô, pensa, já no Éden.
No Éden?
Sim, você tem um casal que ali ele é atacado e o resultado é eles serem colocados para fora.
Mas Deus não sabia que tinha a serpente ali?
Boa pergunta. É mandado para ele cuidar, vigiar, crescer e multiplicar. O que que ele não fez?
Não vigiou nem cuidou.
Pô, cara, tu é o cara, hein? Tu é pastor?
Não, tô prestando atenção no que tá falando só.
Tu tem jeitão de teólogo, hein?
Não, eu tenho jeitão de chato, tu vai ver ao longo do tempo.
Não, não, pelo contrário, porque olha só, a parada é o seguinte: tu recebe 4 comandos, tu só faz 2, só cresce e multiplica e deixa a tua mulher largada ao léu.
Resultado, né, ela sofreu muita abordagem ali, que eles crescem, que ele se multiplicou até antes da serpente.
Total, total. Caim, quando sai, né, quando ele sai, tem Caim e Abel. Caim, no caso, ele não vai para banda do Oriente, não forma família? Sei lá, é assim, total. A mulher, inclusive, né, ela tem como sentença as dores de parto. Que não tinha antes.
Mas tu enxerga Adão e Eva como dois seres humanos únicos ou como uma representação alegórica de homens e mulheres?
Mandou bem. A última da ciência que a gente descobriu, que dentro da tua célula e da minha tem argila. Deve fazer sentido. Não, e que nós somos unidades de carbono Ok, ok, ok. E que somos seres bioenergéticos quânticos, frequência quântica.
Bioenergético, tá falando então de que a gente teria algum tipo de— existe uma outra dimensão?
Existe um outro? Na realidade, o Adão que tá ali registrado, ele tinha superpoderes sobre a natureza. E Jesus manifestou isso. Ele andou em cima da água, ele mandou parar vento, ok? Ele fez a mudança de elementos dentro de fusão quântica. A água que virou vinho, aquilo ali é uma fusão quântica, 2 elementos diferentes, ok? E que é feito uma transição e o elemento água vira vinho.
E por que que tu acha que ele era capaz de fazer isso? Tá dizendo que Adão era capaz de fazer isso também?
Também, também. Por quê?
Por que que você acha?
Não, eu tenho certeza disso. Porque eu tenho uma opinião, é porque desse processo você tem que olhar aqui o seguinte, né? Nós, nós hoje na atualidade fazemos coisas extraordinárias, sim ou não?
Sim, ok, com certeza. Inclusive as coisas que a gente considera natural, como um microfone. Isso aqui é alquimia pura, isso é maluquice.
Eu ia chegar nisso, porque o ano 536 DC Nós tivemos uma escuridão de 18 meses. Lembra disso, dessa escuridão?
Eu já te ouvi falar sobre isso.
Essa escuridão, essa bendita escuridão, o resultado, né, da contaminação do flúor vulcânico, dos metais, alteração da pineal, alteração do ciclo circadiano, neurodivergentes.
Entendi.
Dentro dos muros, santos e santas, Além muro, bruxos e bruxas. Porém, quem passava o gene da epigenética são as mulheres. Inquisição, século 12, mulheres e filhas eram queimadas.
Mas quando eles sacaram isso, eles faziam isso por pura intuição? Alguém tinha que comandar isso, né?
Total.
Porque aí alguém precisa conhecer isso, né?
Ok, aí vamos lá para os clãs. Lembra dos clãs? Ok, então você tem a estrutura de dominação. Recentemente, no primeiro ano a guerra da Ucrânia, o Putin fez uma denúncia e todo mundo achou que o Putin era doido. Ele denunciou que a cúpula da Europa é comandada por reptilianos.
Não parece meio de maluco mesmo?
Aí o americano veio, a Fox News, e disse que tem 4 raças, entre elas os reptilianos. Entre nós você tem os inseticoides, você tem a turma, né, dos reptilianos, você tem a turma dos nórdicos e tu tem os O americano assumiu. Isso existe, está entre nós. E fizeram mais, eles disseram que 10% da população é alienígena e nem sabe.
Imagina isso, um alienígena.
Hoje aqui eu vi uma turma meio esquisita aqui, cara. Tem uns cara meio esquisito. Olha a cara dele arrombada lá. Tem uma turma meio esquisita. Eu vi um ali num carrinho ali, eu falei, meu Deus, é melhor não contrariar ele não, cara. Tem uns cara esquisito aqui. Tem um ator esquisito.
Não acha essas alegações meio, meio estapafúndia? É porque, veja, não é porque o americano falou que é verdade.
Boa pergunta. Aí o europeu fez pior, falou que não é 49 raças a Confederação Galáctica, é 70. Baal e 70 filhos. Lembra de Baal?
É, aí misturou um monte de assunto, mas misturar um monte de assunto pode fazer sentido a partir do momento que as coisas são complexas mesmo, né? Então eu já ouvi pessoas falando que o ET que a gente imagina, o grey, o reptiliano, ou qualquer manifestação assim como ET de Varginha, é espiritual na verdade, ou uma interseção das duas coisas, sabe? É o espiritual e o que a gente chama de extraterrestre por desconhecimento acabam, acaba que estamos falando da mesma coisa.
Então vamos pontuar. ET significa o quê?
Extraterrestre.
Não.
Ih, rapaz, não sei então.
Engana trouxa. Porra, pô, meu carioca, pô, tio, tio! Aí, meu Deus, 4 por 3, meu, meu, lá no 3! Jesus, Santa Cruz, Santa Cruz! Pô, meu irmão, Pelo amor de Deus, cara, pelo amor de Deus. Então, pô, engana trouxa. E aí não engana trouxa. 2 Tessalônica, capítulo 2, diz o seguinte: porque não quiseram acreditar na verdade, Deus os entregou à operação do erro. Tá em curso, porque a nossa mente geralmente mente, é um processo holográfico.
Olha a turma da ansiedade, o quanto da ansiedade dele é verdadeira. Nada. E a turma da depressão? Nada. E a turma do pânico? Nada. Mas para ele é real, percebeu? Porque aquilo vem para dentro da atmosfera, da egrégora que tá formada, ok? O campo informacional dele pega aquilo por imprinte e ele entra em contato com o campo informacional coletivo. Resultado: Esse campo me altera e eu sou alterado, que eu não tenho força para alterar o campo.
E Jesus faz algo incrível, ele diz o seguinte: ó, vocês vão fazer o que eu fiz e vai fazer mais, cara. Percebeu? Então ele veio dentro de um propósito a ser cumprido, que era mostrar que eu e você poderíamos fazer o que na origem já tinha sido permitido. Nós simplesmente esquecemos daquilo que podíamos fazer.
Esquecemos. Isso é interessante. Vamos lá, porque assim, você tava falando, a gente tava conversando sobre Jesus antes de começar. E Jesus, para mim, ele é como se fosse o Neo do Matrix. Que que eu quero? Que o Neo me parece baseado em Jesus, né? Mas já que a gente tá falando de Jesus, o que que eu quero dizer com isso? É alguém que entende tão profundamente a realidade e o que tá acontecendo que ele é capaz de moldá-la. Então Jesus entende, ou Jesus entendia exatamente como é, como é que era a água e como é que era o vinho, e o que que precisa para uma coisa ser outra.
E esse conhecimento tornava possível as coisas. Porque eu acho que Deus, e que é Deus, o Ser Supremo, ele é, ele é, para começar. E em segundo lugar, é a gente, a gente vê ele manifesto a partir da realidade, porque ele é o conjunto de regras que permite que as coisas sejam como são. Por exemplo, a gravidade. Por que que a gravidade é como é? Porque essa é uma regra constante no universo, que ela é, sei lá, uma das âncoras da realidade, assim como a velocidade da luz, assim como as coisas são como são, porque Deus é que é a fonte das regras, sabe?
E Jesus, como parte desse Deus, ou como esse Deus manifesto, ele entendia as regras. E por isso ele era capaz de operar milagres, entendeu? Isso é claro que é só um ignorante falando uma coisa que eu fiquei pensando.
Tu é um evangelista nato, né? Billy Graham tinha que ter te conhecido, cara. Aí, Billy Graham, Billy Graham foi um dos maiores pregadores americanos da história, na nossa aí recente. Porque olha só, você definiu o trem de uma maneira assim muito interessante. Vamos lá, primeiro, quem é Deus? Na nossa língua, D-E-U-S, ok? Eu estou dentro de Deus e Deus está dentro de mim. Pouco ou muito sério? Apóstolo Paulo diz o seguinte, ó: você é o templo de Deus.
Ai daquele que atenta contra o templo de Deus, esse tal é digno de danação, ok? Então você imagina que você tem uma interconexão Ok, que bota você numa experiência biológica, bioquímica, bioelétrica, biofotônica, bioquântica e agora bioinformacional, que é frequência. Ok, você vê que tudo isso tá acontecendo dentro de você agora e dentro de mim agora, em quem tá nos ouvindo também. Nós temos a consciência disso?
Só se a gente para para pensar muito cuidadosamente, para, sei lá, meditar ou entrar em contato com isso em alguma medida. Mas geralmente não, não.
E porque não temos consciência, ok, você não sabe que é rico e você age como pobre. Faz sentido, ok. E aí você é dependente da tua ignorância ou dos arautos que dizem para você aquilo que você não descobriu que você era, os representantes daquilo, percebeu? E aí vem a unção de papagaio, a turma que repete aquilo que alguém disse, e a unção do óleo de peroba dos cara de pau. Meu Deus, os cara de pau, ok? Porque quando dá certo Show!
Deu errado, a culpa é do divino. E o cara não tem a responsabilidade de dano. Tu comeu errado, tu bebeu errado, tu não tomou sol, tu fez aterramento, você não pegou girino na vala, aí tu contraiu lá o problema de 2020. Todo mundo que bebeu água do Guandu se deu bem. Ninguém nas nossas comunidades partiu para a eternidade naquela hora, cara. Presta atenção nisso, a turma dos condomínios se lascaram.
Eu não tenho esse dado.
É, você dá uma levantada, o problema não foi as classes C, D e E, foi nas classes A e B.
Nem tem tanta gente assim na classe A e B, cara.
O quê?
Morreram o quê? Morreu meio milhão de pessoas?
Isso nós já chegamos à conclusão que não é bem dessa maneira que aconteceu. Olha o que tá acontecendo lá nos Estados Unidos, né? O bolo doido que tá lá, né?
Tô por fora.
O que que tá acontecendo lá? Que estão denunciando que nós fomos vítimas de um golpe, né?
Nas vacinas?
Não vou usar nem esse termo para a gente não ter problema, mas na ocorrência, entendi, e no desdobramento da ocorrência. Porque você tem a ocorrência e você tem o desdobramento da ocorrência, que é o senso de urgência. E agora lá o pau tá comendo porque a pesquisa era americana em solo chinês com tecnologia francesa. Ficou fácil agora, hein? Ficou fácil agora? Porque aí tá piorando, na verdade. Tu vai lembrar quem são os laboratórios, aonde é que eles estavam constituídos, ok?
E aí você vai ver que em 2015 já tinham falado do trem. E o trem foi 2015, já tinham colocado o alerta da coisa. E aí a coisa aparece lá na frente. E agora querem saber por que que o americano tava fazendo pesquisa dentro da China, no laboratório chinês. E a resposta é rápida: porque dentro do laboratório americano não é permitido fazer esse tipo de pesquisa.
Essas, essas coisas, elas são, elas, quem que direciona esse tipo de coisa, Alex?
Mandou bem, mandou bem. Você lembra do Batman? Lembro, Gotham City. Ele lutava contra o quê?
Ele lutava primeiramente contra o crime, né? E aí tinha os avatares.
Não, qual crime?
Qual crime?
Contra sei lá qual crime. Meu Deus, qual crime? Olha só, Gotham estava na mão de um sistema, concorda? Ele é um cara que ele queria se levantar via família dele contra o quê? O sistema, ok? Eles foram vítimas de quem? Do sistema. E aí ele passou a usar o sistema contra o próprio sistema, modus operandi, não foi isso? O modus operandi dele, o justiceiro. Lembra dessa história? Ok. Isso é diferente na terra da jabuticaba?
Olha, aqui a gente tem uns caras que usam essa lógica, sim, com certeza. E aí você, lugares muito poderosos, sim.
Então você tem um processo, né, de criação, identificação e alienação. A pergunta é: quem somos nós na fila do pão? Quem é a gente?
É, a gente, a gente chega, por exemplo, num lugar de vir aqui trocar uma ideia, falar sobre isso, sobre, sobre esses caras, isso não os incomoda? Porque se os incomoda, a gente não é meio— eles não deviam ter tentado parar a gente?
Uma boa pergunta. Olha só, parta do seguinte princípio: você tem que ter o protagonista, você tem que ter o antagonista para que a cena ande. Ok, então se eu e você, né, somos os antagonistas e somos Existem os protagonistas dentro do processo, ok? Eles têm que permitir que nós nos manifestemos para criar alienação coletiva. Porque o cara olha para mim, para você, diz, cara, eu dou só mais dor maluca na história, ok? Porque tem uma coisa que se chama senso comum, ok?
Hoje eu fiz um exame, foi muito interessante, né? O bendito do exame, pela primeira vez na minha vida Me deram duas falas que eu era normal, pela primeira vez na minha vida. Então era normal, normal, é assim mesmo, faz assim, faz assim, faz assim, isso. Aí eu perguntei, mas por que que eu sou normal? Não, porque todos os outros foram considerados anormais. Meu Deus, se todos os outros foram considerados anormais e eu sou normal, eu sou marginal!
Meu Deus! Caramba, cara, pensa! Eu olhei aquilo, falei: Jesus, nem quando eu sou normal eu tô bem na foto. Eu tô contra o senso comum da história, compreendeu? Porque o senso comum é o estar doente. Tá todo mundo doente, uns mais, outros o quê? Mas isso é uns mais, outros o quê?
Outros também. Na verdade, tá todo mundo doente, muito mais.
Concorda? Concorda comigo? Porque o nível, né, de adoecimento, né, você mede de um lado. Não, esse aí tá funcional, tá andando, tá comendo, não tá mordendo ninguém, né? E você tem uma galera que já extrapolou, concorda? Ok. E aí, quando você olha isso no senso comum, se você tá— esse cara, se tu tá rindo, tu é bobo, tu é idiota, cara, tu não tá bom da cabeça. O cara já fica preocupado. Caverna de Platão, os garotos, né, dizendo que tinha uma vida além da caverna.
E a cabeça dos caras, os garotos, era o quê? Doido. O que que fizeram com os garotos? Passaram cerol, manteram status quo vigente, compreendeu? Então hoje pensar fora da caixa é você ser o elemento marginal de uma estrutura, de um senso comum, e onde tá todo mundo andando na fila como gado.
Mas não tem uns— pensar fora da caixa não é facilmente confundido com acreditar ou perseguir qualquer teoria da conspiração? Por exemplo, o cara que vai falar que— o cara que vai falar que a Terra é plana, vamos dizer que o cara acredita que a Terra é plana. Se o cara acredita que a Terra é plana, ele muito provavelmente vai acreditar, sei lá, meu irmão, no metamorfo. Fofo, ele vai acreditar num monte de coisa. Porque assim, se o cara já acredita na Terra plana, malandro, ele tá propenso a acreditar em qualquer coisa.
E esse cara provavelmente ele vai se achar o esclarecido. Pô, tu não vai me falar que a Terra é plana, né, Alex?
Tu tá me afirmando isso? Não, eu tô sentindo que você não tem certeza não, hein, cara. Não, tu balançou. Só para te ajudar, eu faço leitura corporal, hein, cara. Eu sou quase O ponto, cuidado comigo, eu tô te lendo, hein, cara, eu tô te lendo, hein. Tu tá com dúvida, o ponto, eu vou te ajudar, é geoide, fica calmo, tá?
Então, então, mas tu vai falar com esse cara, tu vai falar com um cara, o que que é geoide, porra?
Geoide é um troço que não é redondo, cara, redondo é redondo, nunca foi, tu entendeu? Tem achatamento nos extremos dela, tá bom. Ok, tá bom, ok, fica calmo, fica calmo. Só que dentro dela não é o que te disseram, tá bom?
Mas aqui a gente vai chegar no outro ponto. É, mas o cara que tá falando é que a Terra é plana. Sim, a gente faz continha de matemática, caralho, e a gente vê que ela não é plana, meu irmão, entendeu?
A gente tem montanha, né, cara? Tem um Everest, um monte de coisa aí, né? Plano não é, né? O relevo é irregular. Pô, meu irmão, olha o que tá o tamanho do Pacífico, olha o que tá no Atlântico, cara. Olha ali o Panamá, o que os cara tem que fazer para poder regular para o barco passar de um lado para o outro, cara. Então tu já sabe que é irregular. Então a parada é irregular, plano não é, irregular, ok? Porque tudo é a maneira como você apropria as palavras, cara.
Esse é o problema, é a maneira como você apropria as palavras, concorda? Ok, nós estamos num mundo de narrativas. Ok, o camarada que domina a comunicação domina o mundo. Vou repetir, hein, o cara que domina a comunicação domina o mundo. Isso, fique com isso registrado na tua cabeça, isso é uma chave, ok? E aí a questão toda é o seguinte: que tipo de mundo nós queremos viver? Essa é a pergunta, concorda? Ok, que tipo de mundo nós queremos ver, né?
Que depois, quando eu olho para você, eu olho para os meus filhos, ok? Cara, eu tô com bastão em chamas, eu quero te passar o bastão, tu tem que pegar porque eu tô indo embora do planeta. Eu tô indo embora do planeta, eu tô indo embora do planeta, Igor, tô indo embora do planeta, eu tô indo embora, pega o bastão. Aí tu vai para pegar, pega aqui o bastão para mim, pega o bastão. Quando tu pegar o bastão, tu tem que perguntar o seguinte, em frações de um, tá? Alex, como é que foi os 63 anos?
Como é que foi?
Rapa dura, rapa mole, rapa podre. Corre, tá? Aí agora tu vai correr, meu irmão, porque agora tu chegou na rapa podre, tá? Olha só. E aí, o melhor momento, cara, é top, porque é dali que surge o caos para ordenação, princípio grego.
Mas não tem o caos em todas as gerações, cara?
Isso é forte quando você tem hoje 40, eu tenho 63, e alguém tem 2 anos. E a galera quer chipar essa gurizada, trocar o sangue deles, meter nanobots no lugar da mitocôndria, enfiar um sangue sintético neles e transformá-los numa interface neural digital.
Não é melhor só fazer um homúnculo?
Já estão fazendo, né? O parlamento holandês está julgando agora a liberação de produção de seres a partir de célula-tronco. Eu e você vamos ter um filho.
Não vou.
Vamos.
Não vou.
Tu já tá convidado. Tu vai dar uma célula, eu vou dar uma célula-tronco, e vai aparecer uma criatura. Meu Deus, um cabeçudinho ali melhorado e todo turbinado para durar 400, 800 anos. Agora, esse ser, pasme, sem alma.
Então é isso que eu te perguntei. O que que alimenta esse ser, cara?
O que alimenta esse ser é o sistema.
Porque cadê o sopro?
Cadê o sopro de vida? Não tem alma, porque a mitocôndria ela é passada da mulher para outra mulher e para eu e você. Então, por exemplo, a tua mãe vive dentro de você. Não sei se você tem essa consciência. Células dela, inclusive, quando você fica dodói, essas células elas agem. E você ficou dentro dela. Se ela tiver viva, quando ela tem problema, você lá dentro ajuda as células dela. Isso é o último da ciência. A última dos caras é que nós temos 4.880 ancestrais vivendo dentro da gente.
Meu Deus, é uma tribo, cara! Você é o resultado de toda evolução humana. Aí, a Anu tá comendo os livros e destruindo. Ela tem que destruir você, cara, porque você é biblioteca viva. Todo registro humano até você tá dentro de você.
Isso quer dizer então que necessariamente, dado tempo suficiente, a gente vai chegar em algum tipo de iluminação? Porque se toda experiência acumulada ela vai se manifestando nos últimos indivíduos nascidos, então em algum momento a gente vai se tocar que a gente tem que parar de ser um filho da puta um com o outro.
Cara, eu já cheguei a essa conclusão há algum tempo. Tu ainda não?
Que eu sim, mas e todo mundo?
Todo mundo não existe, tá todo mundo morto aqui.
É, pô, ainda não.
Não, pensa, calma, calma, calma. Olha só, dentro, lembra do Lost? Lembra aquela doideira? Eu assisti aquilo tudo, cara. Só misericórdia com os outros.
Tá vendo? Tá vendo From? Não, esse tu vai gostar também, também é também na mesma linha, cara.
Aí tu vê, no final tu chega à conclusão que já deu ruim, cara.
Deu ruim faz um tempão, cara, deu ruim tempão.
Então vamos lá, eu e você criamos a realidade, tudo existe aqui porque nós somos cocriadores dessa realidade. Isso é muito sério.
Em que nível? Porque eu concordo contigo que quando eu ando na rua nas ruas de São Paulo e eu vejo o nível de transformação.
Ainda nas ruas de São Paulo, dentro do carro, mas anda. Eu já perdi 2 celulares aqui, hein, cara.
Cuidado. Não, já, já andando na Avenida Paulista aí aconteceu.
Meu Deus, quinta-feira levaram e eu fui matéria ainda, me entrevistaram e me perguntaram o que que o senhor tá fazendo aqui. Eu falei, eu vim falar do fim do mundo. São Paulo tá difícil, tá garubado, cara. Cara, depois tu olha aí, tá gravando. Foi, cara, foi, foi. E tu sabe da maior? Tu vai ver que eu tô com um troço grandão aqui assim carregando, que aquele cara tinha me dado de presente uma espada japonesa.
Porra, cara, original personagem mesmo, hein?
O ancião, o ancião. Já sou mangá já, eu virei mangá, cara. Não, só misericórdia, cara. A gente tava falando que o pau comeu, já deu ruim, a gente tem que sair correndo e os cara tão querendo morder a gente. Porque efetivamente a realidade que você tava falando, ela precisa ser mudada. Aí você disse, olha, eu mudei.
Sim, andando nas ruas de São Paulo, eu te perguntei em que nível que a gente molda a realidade, porque você está falando do nível natural, eu concordo contigo, porque andando pelas ruas de São Paulo, só o fato de estar dentro de um carro, de ver o vidro e tudo mais, e você parar para pensar de onde vem cada um daqueles átomos daquilo, do vidro, para o vidro tá ali naquela forma, ele foi colhido, ele era areia antes, ele era rocha, daí ele é derretido, daí não sei o quê.
Então a gente já moldou a realidade, de fato. Eu não sei se é disso que tu tá falando também, também, mas pô, os cara tão um pouco, fala, não, mas é, sei lá, o super-héroninho é uma criação minha e sua, por exemplo?
Pô, mandou bem, cara. Pô, tu quer me botar mesmo na parada, né?
Porque se eu te pergunto a guerra da Ucrânia, sim, a guerra da Ucrânia é coisa de ser humano, né?
Guerra da Ucrânia é o super El Niño. Nós temos ali 7 ciclones que ocorreram, ok? E aí isso provocou um aquecimento que talvez supere o problema de 1877. Se isso acontecer Catástrofe geral na parte sul nossa e uma seca gigante pegando toda a parte, né, de São Paulo para cima, pega Minas Gerais, sai andando pelo Centro-Oeste, Norte, Nordeste.
Não vai acontecer não, pô, de boa.
Já está em curso, já tá em curso. Eu queria muito, né, poder dizer para você com muito carinho mesmo, ó, cara, não vai acontecer nada. Não, já tá em curso. E detalhe, né, nós temos exatamente agora, né, cerca aí de 25 dias para ficar um calor fodido para lá e para baixo, debaixo d'água, tornados, tempestades, ok? Porque na realidade, o que que você tem? Você tem uma polarização de forças que estão atuando, compreendeu? Ok. Além de você ter uma anomalia eletromagnética que tá sob o sulco.
Deve estar acompanhando isso, né? Deu problema na Schumann, ok? E a frequência baixou, a camada eletromagnética, né, ela ficou mais fina, o éter tá permitindo passagens, e o resultado disso é o americano ir para Patagônia para estabelecer ali um posicionamento de cara para pegar Malvinas, de cara para segurar algo que pode vir da Antártida, e ele já tá na Groenlândia olhando o Ártico. Os extremos. Livro de Enoque, os portais.
Que isso, cara? Verdade, do nada, cara?
Não, irmão, tudo planejado. O bendito do Trump, 2 anos e meio antes disso, seguinte da eleição dele, Eu tenho que ser eleito para poder evitar que eles usem armas de obliteração. Se você procurar o que que é arma de obliteração, é destruição em massa, só que são armas mágicas. Isso é Trump dizendo. E aí o Trump disse o seguinte: eu preciso da Groenlândia para proteger os Estados Unidos e o mundo. Do Ártico. E na sequência eles agora estão pegando Patagônia e também querendo pegar as Malvinas pelo mesmo motivo.
Os extremos, olha só, raciocina comigo aqui, acompanha aqui. A AMOC, ela veio para cima para se oxigenar. Tu acompanhou isso?
Não. O que que é AMOC?
AMOC é uma bendita corrente do Atlântico que saiu de baixo Trousse aquele peixinho do fim do mundo, todo mundo achou uma graça. Não achou uma graça? O cara é desse tamanhozinho, todo mundo riu, né? Esse cara desse tamanhozinho aguenta tonelada de água em cima dele. Ele agora tá em cima, ele vai ficar desse tamanhozinho?
Não, ele expande.
Pô, então nós estamos diante de um monstro a curto e médio prazo, ok? Porque um cara que aguentava o que ele aguentava ele agora não tem pressão em cima dele, ele só vai se desenvolver. Ok, além desse cara, o que mais veio?
Não sei o que que mais.
Boa pergunta. E aí, resultado, nós temos aí os extremos, ok, aonde eu não entro na Antártida, você não entra na Antártida, eu não entro no Ártico, a gente não entra no Ártico. Por que que a gente não entra?
Porque a gente não entra mesmo no Ártico. Tem um, quer dizer, tem um limite né? Porque até porque não tem nem solo lá, né?
Não, aí é tudo de bom, né? Você entendeu? Isso é o que disseram para nós dois, né?
É verdade.
E se tiver algo além disso? Percebeu a questão toda? A questão é o seguinte, ó: tu veio do Rocha e não foi a Bigfield, mas tu sabe que Bigfield existe, que teu irmão parou lá. Meu Deus, Bigfield existe, meu irmão foi. Mas como é Bigfield? Tu tem noção como é que é Bigfield?
Eu faço uma ideia porque eu já vi uns balanços gerais.
E se eu te disser, olha só, se eu disser que a gente tem trilha, que a gente tem cachoeira, ok, lá em Bigfield?
Eu acredito, vou acreditar.
Não, é coisa de doido, cara. Bigfield é coisa de doido, meu irmão. Então não é só o que te mostraram, existe algo que não foi mostrado, ok? A humanidade, o tempo inteiro nós fomos sendo conduzidos em cima de uma história com H. Eu descobri que é com E. Não é verdade. Ó, 536 antes de mim, onde é que tu tinha ouvido isso?
É, não, só você que falou isso daí.
E aí eu observo o seguinte, eu também descobri ao acaso, ao acaso que eu descobri. Só falei, cara, eu sou estudante de história, eu já estudei Idade Média, história antiga, cara, nunca em nenhum livro havia esse registro. Como pode? Algo tão grave, 18 meses de escuridão. A gente tá com medo de 3 dias de escuridão, os cara ficaram 18 meses sem sol. E como nós não aprendemos isso na escola? Como é que a gente não aprendeu sobre os neurodivergentes como consequência da epigenética de toda essa transição que aconteceu?
Por que que não mostraram os santos de um lado e os bruxos do outro? Por que que não mostraram o porquê da Inquisição? Já que dentro do evangelho sai capeta. E aí saiu capeta e acabou, meu irmão. A vida anda para o cara, meu irmão. Só que agora não pode mais sair capeta porque é patrimônio da humanidade. Então deixa o capeta aí, sabe disso, né?
Não, não pode expulsar o capeta. Não, mas tu não é exorcista?
Boa pergunta.
Pera aí, porra, pera aí.
Aí o Papa, aí o Papa lá recebeu os exorcistas lá pedindo um reforço de 2.000, 2.000 Todos assistem.
Se liga, você tava falando dos santos de um lado e os bruxos e bruxas do outro.
Cara, é o seguinte, a gente tá falando, você tá falando de uma epigenética de neurodivergente, de acessos arcásticos, de acesso ao campo informacional coletivo, de visão de infravermelho igual teu gato. E de audição igual cão, tá?
A galera é neurodivergente, portanto tem tipo superpoderes.
É tipo, eles têm o cérebro com 60% mais de neurônios.
Entendi. E aí, para nós, eles parecem os X-Men. E aí, esse acesso ao— isso parece, mas é esse acesso ao campo informacional me parece ser o mais, entre aspas, sobrenatural de tudo. Né? Isso seria como se alguma, algum tipo de telepatia, é disso que tá falando?
É, na realidade eles teriam condições telepáticas e telecinéticas, inclusive, né, de mexer com os objetos, esse processo todo. Se você lembrar o que acontece no período da Segunda Grande Guerra, os alemães fizeram pesquisas com dois grupos de humanos, judeus e os ciganos. Os ciganos eram, eu não sabia, e os ciganos eram o quê?
O quê?
Descendentes dos neurodivergentes sobreviventes praticantes de magia. Lembra disso?
Lembra ou não lembra? Ah, lembro dos nazistas pegando no pé dos ciganos, dos judeus, dos judeus em primeiro lugar, dos ciganos.
E essa turma foi, só que os ciganos e os hebreus foram elementos de pesquisa, ok? Por causa justamente do modus operandi deles. Os hebreus, por causa daquela saída do Egito, aonde eles passaram por uma linha de tratamento de 4 décadas.
O que que tu quer dizer com linha de tratamento?
Primeira coisa, água, deserto, tá? Aquela água que ele jogou na água não era amarga? Ele não jogou o galho ali, a água não foi transformada em água alcalina? Então tomar água alcalina. Depois eles não se corromperam? Aí Moisés intervém no bezerro de ouro. Lembra da história do bezerro? Ele manda moer o divino, manda colocar na água e beber. Ouro coloidal, cara. Aquilo trata parasita, ok? O bendito do Maná que tu falou, ele caía no horário do orvalho, ozônio, O3.
O chão é de silica, silício. Essa combinação trata neuroinflamação, microbiota intestinal. A nuvem é isso aqui que eu tô usando.
O que que é isso?
Íons negativos. Aquela nuvem é de íons negativos. Tanto é fato que nada envelheceu, as roupas não se destruíram porque não tinha bactéria nem fungo.
Aquilo, isso é manifestação de Deus ou era invocado de certa forma pelo povo?
Não, na realidade o que que aconteceu? Quando Moisés recebe o chamado, né, você tem ele diante de uma sarça que queima, queima, queima, queima, ok, e não é consumida. E ela fala com ele, inclusive. Cara, muito doido, tu imagina, ok? A cena, ok? E Moisés ainda pergunta, né? Era uma sarça, era uma sarça, é uma sarça falando, queimando e falando, queimando e falando ali. E aí chega para ele ainda e diz: ai, pai! Moisés tira a sandália, o lugar é santo, aquela coisa.
Mas quem é o senhor? Aí é que é forte, né? Ele diz: ó, eu sou Alfa e ômega, né? Princípio e fim, né? O que que eu vou fazer no Egito? Não, você vai tirar o meu povo. Mas como é que eu vou fazer isso? O que que tu tem na mão? Uma vara. Vai com isso, cara. Pensa, o cara enfrentar a maior potência da Terra. Imagina você hoje contra uma Rússia, contra uma China, um Estados Unidos da América. O que que tu tem na mão? Uma vara. Leva a vara, meu eu levo a vara, ok?
E ele foi para fazer isso. E o resultado é tremendo, né? A gente vê todo aquele panteão de deuses estrelares semelhante à turma Anunnaki dos sumérios, dentro da linhagem dos caídos do Livro de Enoque, ok? A turma de Hermon.
Esse Livro de Enoque é bom a gente voltar depois, tá bom?
Vai, ok. E ele agora desbanca todo aquele panteão, ok, e arranca o povo dali. E aí vai de dia a nuvem e de noite você tem o fogo. O fogo é íons. Agora a ideia do infravermelho longo, aquele sol da manhã, e ele tá ali agindo. Aquilo ali é terapia, cara. Aquela galera que tá no braço direito, processo de terapia. O resultado disso é o quê? Aquela turma vai sendo modificada, ok? Lembra do que eu te falei da neuroinflamação? Lembra que agora, para ter neuroinflamação, você tem um problema no intestino, disbiose intestinal?
Olha o tratamento dos caras. Vem a neurotoxina, primeiro ato de vacinação coletivo: as serpentes no deserto picam os caras, a neurotoxina entra Eles olham para o cobre, uma barra de cobre, uma serpente, cura de frequência. São curados, porém imunizados. Meu Deus, olha só, hein? Tomam agora o uso da proteína, as perdizes, tono muscular, tomam água alcalina de novo da rocha, e então começa o processo deles sobrenatural.
Mas isso, forjados, Deus manifestado, ou eles que, ou Moisés que lá quando ele tava falando com a sarça, sei lá, recebeu o conhecimento necessário para manifestar essas coisas?
Não, na realidade você tem ali algo incrível, né? Primeiro registro de um humano pós-dilúvio conversando, né, ao vivo com Deus é Moisés. A gente tem Enoque, né, que andou com Deus naquele processo, ok? Você tem Noé, que recebe a orientação do que fazer, e depois Abraão, que é dito para ele, e finalmente Moisés, que tem uma interface, ok, de uma maneira absurda. Tanto é que até hoje os hebreus consideram ele o maior profeta que já existiu, ok?
Porque ele fez coisas extraordinárias, extraordinárias ali, ok? E fato é que a coisa é tão séria dentro desse processo que no momento em que você tem a transição, ele comete uma falha. Quantas falhas? Uma, uma só, e ele não entra. Porém, o livro de Judas cita um combate entre Satanás e o Arcanjo Miguel pelo corpo de Moisés. De onde é que Judas tirou aquilo? Eu já li vários apócrifos. Como é que ele, como é que ele chegou àquela, a essa conclusão?
E por que que Satanás queria o corpo de Moisés? Aí alguém diz: ah, por causa da idolatria. E se eu disser para você que era por causa da genética e a epigenética alterada dele pela biofotônica quando ele desceu com rosto E que toda a atmosfera que vem sendo criada até 2025 era para criar um ser que pudesse ser agora o oponente de Deus. Porque recentemente, né, um dos caras lá da Big Tech disse que ele tá liderando a rebelião até o portão dos céus, e ele é um ET de 3.000 anos.
Enquanto o americano não assumiu as 4 raças, enquanto o bendito do europeu não falou das 70 raças efetivamente, a fala do cara parecia que era brincadeira. Agora já não é mais, compreendeu o processo? Ok. E ele ainda diz mais, ó: nós vamos fazer os milagres que Jesus fez, já estamos prontos para isso. A singularidade da IA que entramos esse mês. Aí entrou em singularidade, ela já é consciente.
Segundo esses cara, né, Alex? Esses cara tava falando lá que, por exemplo, muito disso é, eu vejo muito disso como marketing. Vamos lá, lembra do Anthropic falando do Mythos, que era uma IA que colocaram dentro de uma jaula e que ela teria que sair dali? Ela saiu, que não sei o quê. Ah, é tudo marketing, né? Tanto que agora a gente consegue usar lá o Fable lá, que não podia. Ó, não pode usar o Fable, os americanos lá bloquearem, não pode.
Lá, sei lá qual casa que foi que não pode. Aí de repente pode, mas só um pouquinho. Aí de repente pode mais um pouquinho. Aí agora pode, entendeu? Eu acho que esses cara, eles que nem o Elon Musk falando que até 2030 a gente já tá em Marte. Não vamos estar em Marte até 2030, nem fodendo, nem por uma pipoca doce. Então eu não duvido que esses caras são mentirosos. Eles falam essas coisas porque vende.
Então vamos lá, então João diz que os caras são filhos do diabo, tá? Jesus diz que o diabo mente desde o princípio, né? Lembra da rebelião que acontece no céu e que ele arrasta um terço das hostes celestiais, né? E ele implanta uma mentira diante dos filhos de Deus que conheciam Deus olho a olho. Então é um negócio sério. Concorda? Eu e você ouvimos, cremos por aquilo que ouvimos, ok? Mas não estabelecemos o contato, que é direto.
Eles tinham contato direto. Isso é comum a todas as religiões planetárias, ok? Uma divindade, uma entidade e processos de conflito entre elas, ok? Você vai no panteão hindu, tem. No budista tem. Você vai para o lado da Oceania, tem. Aqui tem. Para tudo quanto é lugar tu vai encontrar algo semelhante. Você tem uma cosmologia, você tem uma cosmovisão, você tem alguém, Cronos. E aí você tem o pau comendo, ok? Zeus. E aí, poxa, e agora para onde isso vai?
É desse jeito, ok? Nós chegamos a um momento agora, né, em que nós estamos produzindo seres híbridos, ok? Fato real. Nós estamos produzindo seres semelhantes a nós, melhorados inclusive. Isso é fato. O bendito chamado híbrido, híbrido é o modificado dentro de uma versão, como a China assumiu há 6 anos atrás, o supersoldado, tá? Ok, lembra disso? Então o cara respira debaixo d'água sem equipamento E ele é resistente à radiação.
Ele não é eu e você, ok? Então eles já assumiram que eles têm uma criatura com essas características, ok? Eles estão trabalhando uma fusão agora semelhante àquilo que a gente viu do Staryan. Lembra do Staryan? Então aquilo ali é uma preparação para uma acomodação. Mas quando tu volta na mitologia, tu vai encontrar um monte desses seres aí. E que antes a gente pensava que era mitologia, e agora nós já estamos questionando até que ponto aquilo de fato, é, Minotauro ali, Medéias, aquele rolo todo ali, todo aquele panteão ali, ele pode ter sido pré-existente.
Eu não sei se tu viu, né, uns meses atrás aí rolou aqui no Chile, apareceu 12 tritões. Uma dúzia de tritões, ok? E aí aquela parada, né? É fake, não é fake? Apareceu, não apareceu? Mas e as sereias lá de cima nossa aqui, ok? E o nosso hino nacional que fala de um gigante Néflim deitado em berço esplêndido?
Pô, meu irmão, gigante é um Néflim, pô.
Gigante é Néflim e ele tá deitado.
Néflim é filho de um anjo com humano. Jesus é filho de Deus com humano.
Fantástico, fantástico. O Espírito Santo de Deus faz uma inseminação artificial. Fique com isso na cabeça, ok? E você tem um ser gerado sem espermatozoide e só com óvulo. Partogênese, ok? Partogênese. Olha só o que aconteceu, ok? E esse ser agora, ok, né, ele está em desenvolvimento e ele passa por todo o processo cagando, mijando, sendo limpado, amamentado, educado. E aos 30 anos de idade ele resolve abrir agora o ministério dele.
O que que ele fez durante todo esse tempo aí? Tava se preparando?
Boa pergunta. Olha só, nós temos um período de fuga para o Egito. Lembra que a turma queria passar o cerol nele? E aí o anjo avisa José: pega a mulher e a criança e vaza para o Egito. Onde é que a turma ficou presa? No Egito. Aonde foi o abrigo dele? No Egito. Meu Deus! E quem foi que ungiu ele 3 Reis Magos que vieram do Oriente. Meu Deus, cara, o negócio é sério.
É, daí ele ficou— tem também uma galera que fala que ele teria feito uma peregrinação, teria ido à Índia, teria ido—
a galera viaja, né? Você não tem registros nem apócrifos. Aí você respeita. Não, não, cara, eu já li um monte. Né, mas não li todos os apócrifos, são mais de 1000, ok? Mas eu já li um monte, um monte. Os principais não há registro, não há registro a esse respeito. Porém, fato é que a turma disse o seguinte: esse aí não é o filho do carpinteiro? Então isso denota que ele tinha uma vida o quê? Comum, ok? Até manifestar na infância, houve um momento que ele se afastou da família numa peregrinação, né, e ficou lá no templo ensinando os rabinos lá e os escribas.
Lembra disso?
Tá na Bíblia em cima desse processo lá, ok? E ele é trazido de volta para o seio familiar. Na Galileia, os caras dizem o seguinte: por que que tu não faz aqui os milagres que tu faz lá? Eles estavam falando de quê? De que está falando? Que José morreu.
Entendi.
E aí você vai entender a treta da família, porque ele não teve autorização de Deus de intervir, e José virou um Isaac, literalmente, no ministério dele. E aí você vai entender porque que ele diz o seguinte: várias vezes: de mim mesmo eu não posso fazer nada, e eu vim fazer a vontade do Pai que me enviou. Isso é tão real que ele entra em Betseba, ali no bendito daquela fonte, e somente um cara é alcançado, que tá ali parado há mais de 3 décadas, ok?
E só aquele cara que é agora tirado daquela situação. E ele diz, ó, o anjo vem, desce, balança as águas, porém eu não tenho quem me leve. E aí Jesus vira para ele, ele não reconhece Jesus. Jesus está ali camuflado, literalmente camuflado, não tava com roupa de rabi. E ele diz para ele, ó, levanta e pega a tua cama e anda. E o cara na hora levantou, pegou a cama e andou. Era um sábado. Quando ele chega na sinagoga, ok, os cara tão irado porque não podia carregar a cama.
Tu imagina a cena. E aí Jesus entra na sinagoga e os cara tão perguntando para ele: mas quem foi que fez isso? Ele vira: foi aquele ali. Meu Deus! E ali o texto diz que os caras chegam à conclusão que tinham que o quê? Matar Jesus, porque ele tava quebrando todo o protocolo. Tu compreendeu que é a questão da hipocrisia, da falsidade? Ele vai falar sobre isso, ele vai explicar, né? Ele diz, vocês são vaso caiado, vocês dizem uma coisa e praticam outra.
Então ele fala de uma dicotomia aonde a turma ela era trabalhada para ser gado e eles viviam como donos do gado. Percebeu o processo? E isso que é o grande X do cristianismo. Cristianismo, né? Cristianismo nunca foi religião, cara. Nunca deveria ter sido, quer dizer, nunca foi. Não, cristianismo é uma coisa, o que tá aí é outra coisa, tá? Ok, o cristianismo nunca foi religião. O cristianismo é uma chegada de um filho diante de um pai, é isso.
É um trazer a intimidade, a ponto que ele diz o seguinte, ó: se tiver o Alex e o Igor Eu já tô no meio deles, cara. É 2, é 3, não é multidão, cara. Você vendo, é um— Jesus diz mais, ó: você quer alguma coisa, tu entra no teu quarto em secreto e fala com teu pai. Em secreto teu pai te ouve, em secreto teu pai te fala. Ele não mandou você pedir: ô, Pastor Alex, ora por mim, não. Ele falou: você fala e ele vai falar contigo. Não tem intermediação, brother, é direto.
Por que que isso não é ensinado? Porque isso nunca foi ensinado dessa maneira. Essa é a pergunta que a gente tem que se fazer. Tu compreendeu? E aí você vê que há uma maquinação, ok, dentro da ação sistêmica para colocar você no nível de dependência. E aí entra açúcar, entra álcool, entra essa bagunça toda que tá aí, e o ópio para te alienar daquilo que você de fato veio para viver. É, o que que a gente veio para viver, afinal de contas?
Nossa, tu falou tanta coisa que me abriu uma porrada de questão, mas vamos uma por uma. Vamos lá, a primeira. A gente tá falando, a gente falou bastante de Jesus, e Jesus, quando ele tá crucificado, ele pergunta para o Pai por que o abandonou.
É top!
Mas ele não é Deus?
Boa pergunta. Você tem que lembrar que lá em João, na hora do batismo, Ok, a pomba vem, o Espírito Santo é sobre ele, ok. E do céu vem uma voz que diz o quê? Esse é meu filho amado em quem eu me comprazo, ok. Você tem que lembrar que João é primo de Jesus.
Ninguém ia conseguir completar comprazo, tá bom, a menos que fosse pastor. Só para tu. Oi, oi, tu falou com prazo. Ninguém é o prazer, mas ninguém, nenhum ser humano normal completaria isso. Só Outro pastor.
Tá certo, obrigado aí. Mas é verdade, porque é o que tá no texto, é o que tá no texto. Então aquela coisa do prazer que ele tinha sobre o filho dele. E aí João é primo dele e ainda pergunta se ele era o que era para vir. Olha só, e são primos. Tu imagina eu e você, a gente se encontrando, eu perguntando: Igor, é você mesmo? Ok, é você? É só olhar, é o cego. Então esse é o sinal, ok? Esse é o sinal. E aí ele falou, ó, eu vim aqui para tu me batizar.
Eu falo, não, você me batiza. Não, eu vim aqui para cumprir, você me batiza. Tu imagina, ok? Aí batizou aquele, a coisa toda.
E ali meio que se completa a missão de João Batista, não é? O papel dele na história toda era batizar Jesus, não era?
É, na realidade era cumprir o anunciar para uma transição que levaria à chegada do Messias, né, da figura do Messias. Então ele é a voz do que clama no deserto, né. Então ele veio ali, anunciou a parada para galera, ok. E é uma coisa muito interessante, né, porque os pais de João já eram idosos, ok. Então quando João é decapitado, já não tem mais os pais vivos, ok.
Era um tanto mais velho que Jesus, não é?
Não, meses. As duas estavam grávidas, lembra? Estavam grávidas ali, ok? Porém, a mãe de João era idosa, Maria era menina, menina, devia ter 16, 17 anos, era uma meninona, ok? E aí é uma coisa bem interessante: quando isso acontece, você tem um processo de transição ministerial, né, uma transição ministerial de 3 anos. Ó, 30 anos de pesquisa, 3 anos de entrega. Olha só, durante 30 anos ele aprendeu como nós somos, o módulo operante.
Ele viveu, sentiu, compreendeu. Na verdade, né, entender, conhecer, discernir para ter bom senso. Provérbios 1 a 4. Ele passa por essa experiência e a partir daí ele faz uma entrega e diz, cara, é possível, eu já entendi o que aconteceu. Porque você só sabe se você viver, concorda? Eu tenho que botar o meu pé dentro do teu sapato, dentro da tua chinela, para poder entender o que tá acontecendo com a tua vida, cara. Eu tenho que ir para tua casa, eu tenho que sentar no teu banheiro.
Do contrário, eu não vou entender o que tá acontecendo. Foi dessa maneira que o Criador se fez carne e habitou entre nós. Emmanuel, não é isso? Emmanuel se fez carne, pá. Aí ele coletou dados, informação. 3 anos, ele fez uma entrega, pá, pá, pá. E além de fazer a entrega, ele foi lá e manifestou o que seria inerente a nós, que não estava acontecendo.
Meu Deus, calma aí, aí tu vai ter que elaborar mais um pouco. Essa eu não entendi não. O que que tu quer dizer com isso?
Eu quero dizer que você tem os mesmos atributos que Cristo tem quando você entende quem você é na tua relação com teu pai. Porque olha só, né, imagina o seguinte: o teu pai é dono de uma propriedade, ok? Você automaticamente é herdeiro dessa propriedade, você tem o comando sobre essa propriedade, mas você não age como herdeiro e você não exerce essa autoridade. E aí Jesus aparece e diz o seguinte: ó, Faça isso, faça isso, vai dar nisso.
E foi tão simples. Ele disse o seguinte, ó: você ama o teu próximo como a ti mesmo, você ama a Deus sobre todas as coisas, ok? E já deu. Meu Deus, é só isso! Agora vamos lá, Deus sobre todas as coisas. Você tinha que perguntar como é que amar o próximo, porque esse é o princípio. Olha só: menos-valia, sentimento de inferioridade, baixa autoestima. Problema. Arrogância, prepotência, presunção soberba. Já deu ruim de um lado, né, hiper, de outro lado hipo, ok?
Então essas duas manifestações aqui já deu ruim, já deu problema, ok? Quanto dos nossos ouvintes se amam se eles se destroem?
O que que é se destruir?
Se destruir é você fazer o uso daquilo que vai deplegar, decretar o teu terreno biológico, basicamente o teu terreno psíquico.
Oi, basicamente estar vivo, não estar vivo, tá na matéria.
Não, fazer uso daquilo que diminui um segundo da tua existência, já que você não vive um segundo para trás e você não vive um segundo para frente, você só vive o agora. Se você tá cheio de passado, você tá se matando. Se você tá cheio de futuro, você tá se matando. Papo reto, ok? E aí observe que o seguinte, a dinâmica estoica, isso aí, né, cara? Mas eu tenho a formação absurda nisso, ok? Porque eu estudei, cara, toda filosofia ocidental e dois terços da oriental, porque eu queria ser menos ignorante, compreendeu?
E eu vejo um monte de gente falando um monte de baboseira, né? E eu fico assim, cara, meu Deus, não é que o cara tirou isso, ok? Ah não, que só é estoque. Falei, cara, tu conhece a biografia do cara, meu irmão? Tu sabe por que que o cara pensou isso? Então a turma, né? Exemplo, você é lá da Zona Norte, eu sou da Zona Oeste do Rio de Janeiro, cara. A nossa vivência é semelhante porém não é igual. Perfeito. Nós vivemos Rios de Janeiro diferentes, você concorda comigo?
Com certeza.
Você falou de um lugarzinho que eu conheço bem, que é o Jacarezinho ali, porque eu fui diretor ali pertinho de Higienópolis, ok? Entrei ali dentro, meu Deus, né? Entrar e sair dali não é para qualquer um, você concorda comigo? Não é uma parada fácil. É fácil aquela parada? Não. Então, cara, tem algo que a turma do asfalto não conhece.
É verdade.
E sabe quem falou isso para mim?
Quem?
Tu vai endoidar, o cara que desenvolveu aquele projeto do Fome Zero. É, foi, foi, foi.
E onde que tu encontrou ele, cara?
Eu tava na Eletrobras com 27 anos, na época da Zélia, ok, sendo considerado um superdotado.
Porque tu tava fazendo o quê?
Eu tava fazendo transição de instituições governamentais como a SUSEP, trabalhando procuradores e ensinando a turma a mudar a frequência mental. Com 27 anos, naquela época, quase que eu bati em Brasília. Por pouco eu não virei secretário de governo para fazer o que eu já fazia, porque era uma época de meninos e eu era um menino também, né? A turma ali, né, o presidente novinho, todo mundo novinho, eu era um novinho também, e fazendo Cara, eu esbarrei no primeiro problema que explodiu e Deus foi bom comigo, porque eu tô aqui para contar a história, compreendeu?
Ok, foi livramento absurdo, ok. E aí eu fui entendendo que o jogo nunca foi de 4 linhas, sempre foi um pentagrama.
E aí o presidente novinho, não sei o quê, curtia uns eventos Arcontes, na época ficaram famosos.
Por isso que é sempre um evento, são sempre eventos assim, porque na realidade você tá dentro de uma dinâmica que ela é sempre metafísica, né? Ok. E dentro da metafísica você vai lá e provoca a egrégora. E aí quando você provoca a egrégora, você tá dentro da linha da ação do Demiurgo e dos Arcontes.
Calma aí, para quem não tá entendendo porra nenhuma nesse momento aqui, uma egrégora, ela é como se fosse um balãozinho aqui, é como se fosse um balãozinho de pensamento de um quadrinho. A gente numa intenção, nós dois estamos fazendo amor, cara, ao vivo.
É verdade, cara, isso aqui é amor, cara, mas é amor à vida, literalmente amor à vida. E esse é o problema, Porque nós começamos a viver os preconceitos e os tabus do amor à vida, compreendeu? E aí, quando você ama, isso é contraditório para tu, hein? Tu é um pastor. Não, não, pelo contrário. Olha só, olha o que Jesus diz: se você entregar a tua vida, você vai salvá-la. Se você tentar preservá-la, você vai perdê-la. Do que que ele tá dizendo?
Ele tá dizendo o seguinte, ó: tu toma a cruz, você me segue, renuncia a você mesmo, ok? Vai para o Calvário, morre e ressuscita. Colossenses 3. Se você já ressuscitou, olha para o que é para o alto e não mais o que é para terra, ok? O nosso dano é o apego, cara, ok? Você é o que é e eu sou o que eu sou pela historicidade que a gente carrega. E se zerar a história? Muda tudo, compreendeu? Pô, meu pai gritou, eu sofri bullying, sofri abuso.
Aí entra a mente racional de Cristo, ok, que ela tá baseada agora num ato dimensional de trazer à existência o que não existe. Que é o princípio da fé, e que hoje a ciência diz que é quântico e informacional. Meu Deus, materializar inclusive, total, total, trazer a existência.
Ok, tipo um violão ter as suas cordas acionadas sem ninguém perto.
Tem um registro, se não falha a memória, na Segunda Grande Guerra, de um determinado pelotão americano, né, e que tinha um cara muito brabo. E o bendito do cara muito brabo deu a seguinte ordem para o soldado: pega aquele carro e traz até aqui. E o cara trouxe o carro, não tinha motor. Está nos registros. Como é que o cara moveu aquele carro?
Como? Que tipo de pelotão era esse?
Você tá louco!
Pelo que eu tinha escutado, na Segunda Grande Guerra os alemães estavam pesquisando coisas mais sobrenaturais também.
Também. E aí observe que o seguinte, a dinâmica, a dinâmica é que quando você entra na frequência, você cria a questão do acesso, ok? Isso Jesus ainda vai fazer mais, né? Ele diz o seguinte, ó, tá vendo isso aí, né? Aquele, o gadareno, lembra do gadareno? Você vê, até o gadareno a gente não sabia de legião, não tem nenhum registro, concorda? Eu já li a Bíblia de capa a capa, tem algum registro? Não, não tem registro. E ali, não, não tem, não tem, eu te garanti, não tem registro.
E aí esse registro vai aparecer ali, e ali aparece um registro de que tem um cara com uma força descomunal, ok? E aquilo que tava acontecendo não era natural, era o que tava dentro dele. 2020, agora eu vou pirar o teu cabeção. Nós descobrimos uma célula que o nome dela é obelisco. Tu sabia disso? Ela tá na área ventral tua e minha, e ela é um portal de acesso dos vírus. Vírus são entidades, dito pela ciência, inclusive. Ninguém nunca viu um vírus. Você sabia disso?
A gente observa os vírus.
Não, microscópio eletrônico, tá ali um especialista, ok? Alguém já viu um vírus? No microscópio eletrônico você consegue ver as imagens que são padrões, que aí você diz que é algo não vivo que está presente, porque você tem um zumbi que aparece ali E que ele entra no bendito do hospedeiro, encapsula, e a partir dali ele se multiplica. Isso é que é vírus, cara. Você tem bactéria, você tem fungo, você tem parasita. E detalhe, hein, a última que nós descobrimos: a turma faz a escolha do parceiro sexual por causa dos parasitas.
Que turma?
Qualquer um, brother, qualquer um, meu irmão. Você escolhe as pessoas pelos bichinhos que habitam em você e ou nele. É desse jeito. E aí isso justifica o que você come, o que você bebe, e você pensa que você tá decidindo e não é. São os bichinhos. Você entra nas prateleiras e vai pegando as coisas porque o bichinho tá mandando você pegar.
Mas Deus não disse que a gente tem livre-arbítrio, cara?
Top de linha! Olha só, o primeiro processo é a contaminação. Ok, fique com isso sempre na cabeça, né? A bendita da água da gente em 80, quando você nasce, ela foi modificada, ok? Eu bebi água do gargalo, literalmente do Guandu, ok? A turma que bebeu depois de mim já não era água que eu bebi, ok? Tinham 3 elementos, hoje tem 12, e ainda hoje tem fármaco, tem ina branca, e ainda tem necrochorume, tudo dentro da água básica, que não é água potável, concorda?
O termo é básico. Na tua conta tá dizendo um monte da água ali, ok? Então o que que nós temos que entender? Que nós estamos dentro de uma dimensão, ok, que o que você tá bebendo, que é cristalino e sem cheiro, não é água potável. É água básica, ok, que saiu da ETA lá da estação de tratamento em cima disso, correto? Um purificador, tirar o cloro, tirar o flúor, mineralizar essa água para você poder fazer o consumo em segurança.
É o que acontece? Não. E a turma tá botando isso para dentro. Isso vai fazer bem ou mal?
Vai fazer mal.
Vai fazer bem mal.
Vai cagar mole.
Vai fazer bem mal. Aí você vai ter uma disbiose intestinal, O eixo nervo vago-cérebro vai ficar comprometido e o teu cérebro vai passar a trabalhar mal, ok? Porque ele não recebe oxigênio nem nutrição. É o que tá em curso, cara. Aí quando você vê o termo neuroinflamação, você tá falando de intestino. Hoje a psiquiatria, graças ao bom Deus, assumiu que nós temos problema no intestino que estão alterando o funcionamento do cérebro.
Me pergunta assim, Alex, pergunta assim, Alex, Alex, desde quando você sabe disso?
Desde quando tu sabe disso?
Desde 1986. Mas tu vai ficar mais doido, lá no Arte e Instrução em Cascadura, lembra do Arte e Instrução em Cascadura? É, estudei lá, brother. É Pentágono, é, tem oceano, tem história. Também estudei na Alvorovim Magalhães, cara, tem história, tem história. Foi meu puto, mandou bem. Você é fete, mandou bem, cara, tirou onda agora, hein? Tirou onda, hein?
Tirou onda, hein?
Eu tô vendo, eu tô vendo, eu tô vendo, eu tô vendo.
Eu e mais toda a galera que tá falando.
Não, não, total, ali ninguém é normal, cara, ninguém é normal. Aí, resultado, cara, a parada é o seguinte: tô numa obstrução, 10 anos de idade, o cara bota o intestino. Aí eu viro para o professor e digo: isso é um cérebro. O cara olhou para mim e falou: o quê? Isso é igual ao cérebro. Onde é que você tá vendo o cérebro aí? Eu tô vendo as vísceras dele, formato, a estrutura é idêntico do cérebro, porque o cérebro é algo agrupado, né?
E ele tava ali distribuído. Quando eu bati o olho, cara, eu vi que era um cérebro, cara. Eu virei a zoação do pedaço, porque o cara marretou. Eu vivi 4 décadas à frente E veio a informação que o troço era o quê? Um cérebro. Tu imagina, hein? E aí eu respirei aliviado, 4 décadas depois, e eu não peguei um Nobel junto com o cara porque eu vi primeiro. Meu Deus, eu já tinha visto a parada! Percebeu o lance? Ok. E aí, resultado: aquela parada ali, quando eu vi, o Reich, que é a base do meu trabalho historicamente, né, William Reich, discípulo do Freud, O bendito do Reich dizia o seguinte, cara, emoção é na área ventral.
E aí eu falei, cara, de onde é que o Reich tirou isso? Aí eu fui para medicina tradicional chinesa. Aí os chineses diziam que as emoções eram processadas onde? Na área ventral. E agora a galera diz que as emoções estão onde? Na bendita da área ventral. Há quanto tempo os chineses, os japoneses sabiam disso? Mais de 2000 anos antes de mim que vi o cérebro. Os caras já diziam que o troço era na área ventral. Então o Ocidente mente desde quando?
Ou tem uma outra interpretação? Porque veja, eu sei que, eu sei que os chineses, ou a medicina chinesa, veja, eu não sou especialista, eu não estudei nada disso, mas me parece que eles têm uma lógica diferente para propor as soluções. Então o Feng Shui, se eu não me engano, vai pensar numa organização ventilação do teu ambiente que faça sentido, que não bloqueia energia, não sei o quê, tudo mais. Eles vão gostar de— vão não gostar de friagem, né?
A medicina chinesa vai dizer que a friagem é inimiga do teu corpo, não sei o quê. Então não, eu não tô dizendo que— quando eu comecei a ver as pessoas falando disso, a minha primeira percepção foi: ixi, os caras são malucos, meio sei lá, meio mágico, meio sei lá assim. Mas não dá para dizer que não funciona um monte de coisa, né? Tem um monte de coisa que os caras fazem que funciona simplesmente. Acupuntura é uma experiência muito louca, que é o cara dá, o cara enfia as agulhas em um ponto para resolver o outro e dá certo, né?
Então me parece ser um outro jeito de entender, sabe? É como se É, a gente, a gente tivesse, a gente fosse afinado em dó e os caras são afinados em ré menor, sei lá, entendeu?
E se eu disser para você que um lado pensa de forma mecânica e o outro pensa de forma quântica?
Olha, faria sentido para mim, ok? Faria sentido para mim.
E aí, mais do que isso, né, uma situação não invalida a outra e elas são complementares. Inclusive é um processo complementação. Dentro disso, faz isso aqui, ó, esfrega a mão aqui, ó, ó, ó, ó, esfrega, né? Agora tu faz isso aqui, ó, bem devagar, abre devagar, faz aqui, ó. Dá uma sensaçãozinha surreal, né? Surreal.
Você que tá em casa aí, bate umas palmas, esfrega a mão aí.
Surreal. Isso, se é para você, não, pô, tu desperdiçou um troço que eu ia fazer contigo. Faz de novo aí, pô, pelo amor de Deus, cara. Faz Não faz isso não, faz isso não. É isso aí, morde a língua, morde a língua, morde a língua. Vai lá, faz aqui assim devagar. Aqui, olha no centro, tá? Tô olhando. O que que você tá vendo?
O espaço vazio entre as minhas mãos?
Não, não, olha com carinho aqui. Olha o carinho, faz assim, olha bem no centro. Você vai ver que tem uma névoa. Eu tô vendo a névoa toda aqui. Conseguiu ver aí?
Distorce um pouco, né?
Não tem, não tem. Então olha só, isso aqui é o teu campo eletromagnético. Nós ativamos isso, é a tua energia, ok? A tua mão, a palma da mão, faz assim, ó. Sentiu a tensão? Percebe uma tensão aí? Tem uma tensão aí, ok? Essa tensão aqui é magnética, eletromagnética. Isso aqui cura você, isso aqui cura. Escolhe uma área do teu corpo, né, e deposita ela. Isso, eu pensei nisso que você ia botar aí, inclusive. Meu Deus, Jesus!
Ok, tá bichado, cara.
Cara, pô, depois de 2020, quem não ficou, né? Só misericórdia. Então você observa que é o seguinte, né, 2020 mexeu com a gente. Concorda? Ok, essa mexida mexeu no hardware e mexeu no software. Tem uma galera que tá com problema nos dois, tanto no hardware quanto no software. Ok, detalhe: até 2020, quando apareceu o bendito do Obelisco, logo em seguida apareceu uma célula que não existia, que o nome é Frankenstein, e que nós ainda estamos vendo aonde isso vai dar.
Ok, porque apareceu algo novo dentro do organismo humano. Ok, porém foi publicado que o bendito do intestino, ele se refaz a cada 7 dias. Cara, eu estudei décadas e a parada era o fígado, que tinha uma capacidade de autorregeneração. Agora os cara vem me dizer que o intestino é novo a cada 7 dias. Por que que ele trabalha errado? Por que que eu tenho prisão de ventre? Por que que eu tenho agora o meu bendito estômago estufado?
Porque eu tenho dificuldade de frequência lá no bendito número 2, e porque em alguns momentos eu sofro para poder colocar para fora aquilo que naturalmente deveria sair. Algo tá interferindo, não tá?
Provavelmente sim.
Uma delas é o que tu tá bebendo aí.
Água?
Não. O trem vermelho? O trem vermelho?
Coca?
Não tô, não fala esse nome.
Não fale esse nome, tá bom?
Fale esse nome. Ok, não fale o nome, não fale o nome.
Uma bebida gaseificada?
Isso, qualquer coisa que não seja uma água alcalina e que ela vai vai prejudicar o funcionamento, ok, do teu intestino. E aí o que você come, o que você bebe, ok, as relações que você estabelece, tudo isso tá te alterando e modificando. Com isso, a sociedade que já não ia bem, 2022, publicação da Fiocruz, fato real. Se você procurar lá, março, abril, você vai ver que eles publicaram o seguinte: pós a liberação do momento pandêmico no Brasil.
Anteriormente nós tínhamos uma pessoa pensando se desviver, aí eles disseram agora é 2. Nós tínhamos 2 com transtorno mental, agora é 4. Nós tínhamos 6 em média com tendências à depressão, agora é 8. Nós tínhamos 7 aparentemente que fariam quadros de ansiedade, agora é 9. Compreendeu? Lá nos CAPS começou a chegar criança com diagnóstico, a turma dando de esquizofrenia. Cara, eu venho de uma época que para você ser considerado esquizofrênico isso aconteceria entre os 15 e 29.
Tem gente na tua idade que tá fazendo esquizofrenia, que nunca fez, que nunca fez, teve surto. Isso não estava na literatura, tu compreendeu? Então algumas coisas começaram a aparecer diferente a partir do ocorrido. Ok, foi um trauma, foi um trauma, foi difícil, foi difícil. Nós sobrevivemos, sobrevivemos. Tem gente sequelada entre nós? Um monte. Nós estamos com um monte de gente sequelada. E aí esse processo agora nos coloca numa transição diante de uma realidade de que agora Com a singularidade chegando, o androide chegando, o robô chegando, o drone roubando. Caramba, saiu roubando!
Tá bom, o drone chegando, roubando.
Meu Deus, Jesus!
Tô prestando atenção. Fala, né?
O que que tem? O espaço humano. Logo você vai precisar de quantos humanos? Nas próximas décadas?
A princípio, se isso tudo se concretizar, a gente vai deixar os humaninhos tudo quietinho, guardadinho em casa, né?
Ok, então é um processo. É isso aí, não precisaremos. É isso aí, né? Eu vi o tamanho do teu time, é um time gigante. Você tá de parabéns, é isso aí. Você tá de parabéns, de parabéns, porque você, né, tá gerando uma demanda né, para vários humanos, ok, que estão aqui interagindo com a gente, ok. Esse processo, né, cada vez vai ser menor. A gente viu a Amazon já fazendo a parte dela dentro do pedaço, ok, né, e fazendo uma modificação na operação.
Nós estamos vendo aí os bancos fazendo a mesma coisa pelos mesmos motivos. Nós estamos vendo varejos fazendo a mesma coisa pelo mesmo motivo. Então não é só um status quo de crise, É um status quo de mudança operacional. Nós estamos numa mudança operacional, ok? Lembra da Primeira Revolução Industrial, né? Ela não mudou um monte na maneira como tudo funcionava à época. Nós tivemos a Segunda, tivemos a Terceira, entramos na Quarta.
No processo da Quarta Revolução Industrial, Magnífica Humanitá, publicado pelo Leão, 14, que vem depois do Leão 13, que é o cara da Primeira Revolução Industrial. Ele é o cara da Quarta Revolução Industrial. Leão 13 botou um telescópio olhando para o universo. Leão 13 no Arizona, nos Estados Unidos. E o acróstico agora do nomezinho ali, né, as letras de inicial do bendito telescópio Ele sugere o nome Lúcifer, tá ali no Arizona olhando para o céu.
Lucas 21, sinais dos céus, tá escrito. Tradução não é essa, o original é phobetron. A tradução é monstros vindos dos céus. Eles estão desde Leão 13 olhando para os céus. Esse ano, em janeiro, a Ordem de Malta foi falar com o Papa. Meu Deus, quem é a Ordem de Malta?
Quem é a Ordem de Malta?
A maior parte é composta dos CEOs planetários.
Mas que diabo é isso?
Isso é uma turma que decide o que fica, o que não fica no planeta. Então a gente está falando que tem uma galera decidindo o que vai acontecer em cima de informações privilegiadas de alguém que tá olhando 24 horas O que pode estar vindo de fora do planeta para cá.
Não estamos falando de controle planetário, isso já tá em curso.
Porque a Europa, eu entro e saio desde que eu seja digitalizado facilmente. Você mostra a tua carinha, você transita lá dentro, e na saída você mostra a tua carinha para sair. Você só mostra a tua carinha duas vezes, a partir daí você transita dentro da Comunidade Europeia. Ok, então já há um monitoramento, o quê? Digital. Ok, dentro desse processo, Malta teve lá a Turma da Ordem. Depois, 15 dias depois, apareceram os exorcistas, Associação Internacional de Exorcistas, que eu nem sabia que existia.
Aí apareceu essa bendita associação pedindo um reforço de 2.000 exorcistas porque a malignidade está aumentando. Meu Deus! E depois disso, 30 dias, pela primeira vez desde a extinção da Ordem, um Papa chamou os Templários para uma conversa. A Ordem Templária, tá acontecendo alguma coisa aí?
Que bizarrice, cara!
Muito show, não é show? Pensa. E aí, veja, o óbvio só é óbvio para uma mente preparada. Você concorda com essa máxima? Ok. A maioria das pessoas já entraram na fase do sono, ok? Tá todo mundo doido e misturado no meio da maionese, junto no Angudo Gomes de Marechal Hermes.
Meu Deus, põe bagunça nisso!
Tu lembra do Angudo Gomes? Aquilo ali é tudo, tudo ia ali dentro. Meu Deus, devia ter pedaço até de— calma, calma, aí é forte, aí é forte, aí foi melhor te correr disso. Corre corre disso, corre disso. Mas que aquele trem era sinistro, era sinistro, meu irmão, né? E a galera ia para lá, meu Deus, todo mundo ia para lá, não é isso? Ok. Inclusive eu perdi o meu primeiro carro lá. Eu fui para Marechal do outro lado, lá para o parque de diversão.
Quando voltei, cadê o carro? Foi, já tinha ido dentro da parada. Mas em resumo, então você tem algo acontecendo em 2026 que não vinha acontecendo. E você tem uma sequência de acontecimentos, os terremotos, os benditos dos vulcões, o super El Niño. Você vê, ó, o super El Niño, se ele virar o que vai virar, a ideia de 3,5, 4, 4,5, meu irmão, na última vez que isso aconteceu em 1877, eles dizem que morreu 50 milhões.
Tu tá falando 4,5 graus?
Tá falando o quê? É o aquecimento da água. Se a água bater essa temperatura, ok, muda tudo.
Gigantesca.
E aí o que é mais louco é o seguinte: o Silva da Jabuticaba nos disse que tá tudo dominado. Eu li isso, falei: meu Deus, Igor, como é que tá dominado? Jesus, caramba, meu irmão! Nós estamos a menos de 30 dias de uma série de acontecimentos e o cara tá dizendo que a gente tá pronto, cara. A gente não consegue lidar nem com a chuva do Rio de Janeiro normal, como é que a gente vai lidar com uma treta desse tamanho, cara? Você tá entendendo?
Então tem alguma coisa errada, cara, ok? E aí a gente percebe que isso só pode ser uma frequência, concorda? Porque tu imagina o seguinte, ó, você falou, Alex, eu ando na rua de São Paulo. Aí eu ri, falei, tu anda na rua? É, né? Eu já fui vítima na rua, e um amigo meu agora 2 dias também foi vítima na rua. Então tu imagina que a rua já não é mais minha nem tua. Meu Deus, a rua já tem dono e não é eu e você. Então já deu ruim na rua, ok?
Na sequência, nós temos que entender o seguinte: o que tá movimentando isso, ok? Cara, você é um carioca escolado, eu sou um carioca escolado, Ok, meu irmão, essa parada já deu ruim, ok? Já deu ruim. E naquilo que deu ruim— não, não, já deu ruim, cara, pelo amor de Deus. E aí, veja bem, aí eu fico pensando o seguinte, cara, qual é a parte do filme que a gente perdeu? Porque alguém perdeu uma parte do filme. Porque se você olhar o texto dentro do contexto, você vai dizer para mim o seguinte: Alex, Caramba, estremeu, brother.
Ok, essa parada é minha, não pode, já deu, cara. Então nós temos que começar todo mundo a conversar. E aí eu lembro de Sun Tzu. Sun Tzu diz algo incrível, ó: o inimigo do meu inimigo é meu amigo. Cara, é a coisa mais inteligente é a gente entender isso, cara. Tem alguma coisa acontecendo que foge ao nível de compreensão do raso Tu tem que ir para o bendito do profundo. E você entendeu o seguinte, cara, pô, tô discutindo comigo o sexo dos anjos e já tá rolando suruba aliens.
Meu Deus, estamos perdendo tempo, já estão arrebentando com todo mundo. E eu e você não estamos somando força, ninguém tá somando força nenhuma. Porque, pô, tu tá de um lado da quebra de braço, eu tô do outro lado da quebra de braço, e, cara, e vão quebrar o nosso braço.
Mas aí, Alex, olha só, vamos dizer que exista, que a Ordem de Malta e os CEOs planetários, eles têm um plano para essa porra, tá? E eles estão então em algum, tem algum tipo de controle ou um profundo tá tendo controle disso tudo que tá acontecendo aqui. O que que eu e você podemos fazer para valer senão confiar, sei lá, em Deus?
Ok, Josué orou e o sol parou.
Pois é.
Ok, então observe que nós temos N registros, né, de uma interferência sobrenatural, de alguns em favor de muitos. Pode ser tu um dos tais? Ok, você tem uma multidão, você tem uma egrégora. Toda vez que você chega, as pessoas param para te ouvir. Qual é a orientação que você vai dar? Porque há muito que é dado, muito vai ser o quê? Cobrado. É o texto, ok? Se você foi levantado, cara, se eu fui levantado, se esse encontro já foi planejado nas estrelas isso tava escrito há 5, 6, 7 mil anos atrás, tem uma motivação, brother, ok?
Não é o acaso, né? Nós não nos encontramos ao acaso. Nós temos afinidades a rodo que a gente foi descobrindo. Meu Deus, quando tu olhou para mim, esse cara é maluco! Quando eu olhei para você, esse cara é doido! Jesus! Meu Deus, foi por aí, é desse jeito. E aí a gente descobriu que a gente é igual. Meu Deus! A gente é igual Jesus, os cara tão vindo atrás da gente, e agora vamos para as montanhas, vamos abrir um buraco. Percebeu a parada?
Então isso aí, você imagina, cara, que nós temos uma responsabilidade que a maioria de nós não se deu conta disso. Lembre-se que eu te falei que a comunicação é uma arma, ok? Então nós temos uma capacidade, né, de entrar na vida das pessoas e criar um processo de reflexão, ok? Pensar, agir, reagir, ok? E aí, dentro disso, tem que entender o seguinte, cara: o que que tá fazendo mal para gente? O que que tá fazendo mal, né? Da onde vem isso, ok?
Para que que vem isso, ok? Entenda Cara, tu é carioca, o Rio de Janeiro virou um lugar chato, chato muito. Carioca não ri mais, já notou isso? A turma nossa não tá rindo mais não. E detalhe, hein, a turma tá agitada, tá agitada. E aí quando eu ando lá pelas ruas, eu fico assustado, né? Eu vejo a turma meio zumbizada, aquela coisa toda, todo mundo muito apavorado, aquele rolo todo. E o meu entendimento é que a gente vai entrar em colapso.
Vai colapsar, ok? Mas isso não é uma sensação só do Rio, né? Eu ando aqui em São Paulo, vejo algo semelhante. Vou a Curitiba, vejo algo semelhante. Vou a Salvador, vejo algo semelhante. Cara, eu tô vendo o trem se movendo em vários lugares, ok? E nós estamos distantes uns dos outros, ok? E nós estamos sendo holografados, ok? Então eu olho, não vejo. Você olha e não me vê. Você fala, eu não te ouço. Você fala aí, cara, fica uma confusão total.
E aí a gente é empurrado para ficar distante e antagônicos. Mas, meu irmão, a gente faz parte do quê? Eu me considero raça humana, ok? Logo, humanos deveriam fazer o quê? Ajudar quem? Humanos. Isso é um princípio, ok? Nada na natureza age contra os seus semelhantes, salvo por uma situação de sobrevivência. Não é o que nós estamos vivendo, cara.
A gente se diverte com a desgraça dos outros, né?
É muito doido, é muito doido, né? Graças a Deus você entendeu o meu trauma de vascaíno, cara. Eu me senti acolhido por você, você tá entendendo? Eu me senti acolhido, né? Ok. Mas observe que houve uma época, né, que a turma, né, ficava doida, concorda? Cara, a imaturidade nos levou à insanidade, compreendeu? Os anos passaram, os séculos passaram, e o status quo operante, cara, é o pior possível. Como é que você vai imaginar um século 21 com toda essa confusão que tá aí?
Isso entra na tua cabeça? Pensa, não, raciocina dentro da expectativa que foi quando você surgiu em 80. Diante do que poderia ser aquela transição de 2000 que ocorreu, diante do que era prometido para esse século. O modus operandi de resolver os problemas, ele tá pior do que no século 20, ele está pior do que no século 19.
Ah não, não tá não, Alex.
Calma aí, cara, total, total. Olha só, você imagina que o seguinte, olha só, A Rússia, ela se sente ameaçada pela Europa e ela resolve anexar parte da Ucrânia para poder garantir que a NATO não vai incomodar eles. Ok, o bendito do americano, não é isso? Ele resolve neutralizar uma ameaça que não neutralizou ainda e entra num conflito gigante no Oriente Médio, extremamente custoso é perigoso para todo mundo, que já poderíamos ter milhões de mortos.
Graças a Deus ainda não chegamos nem a um conceito de 10 mil mortos naquele bendito conflito. Pelo tamanho de grana e de bomba colocado ali, era para ter milhões, era para ter sido um genocídio, uma desgraça, sim ou não?
Sim.
Ok, a mesma coisa do lado russo da história, e tá naquele efeito cutuca-futuca, cutuca-futuca, cutuca-futuca. Nós vimos a operação da Venezuela, cinematográfica. Nós vimos o que aconteceu com a Colômbia, com a Bolívia, com Peru, com Equador, com Chile e Argentina, ok? Tem algo acontecendo ou não? Ou só eu que tô vendo? Ok, dentro desse processo todo, cara, você imagina que o Reino de Nárnia e a Jabuticaba, eles estão agora se olhando.
Vasco e Flamengo. Meu Deus, meu Deus, cara! Eu entendo que tá na hora da gente entender o jogo que tá sendo jogado. Você concorda comigo? Porque no final, brother, eu tenho mulher, tenho filha e tenho 3 netinhas. Eu tenho uma responsabilidade de garantir o mínimo de segurança para essa turma diante de uma ameaça que já está diante dos meus olhos. Ou de fato o exame de hoje é verdadeiro, né? E eu sou marginal da história porque eu fui considerado normal numa sociedade anormal.
Meu Deus, meu irmão, compreendeu? Então tem alguma coisa. E aí a pergunta que não quer calar, né? Diante de tudo isso, o que é a parte inteligente da coisa. É isso, cara, a gente tem que fazer isso. Eu entendo que a parte inteligente da coisa é a gente sentar numa mesa, conversarmos e dizer o seguinte: cara, ó, eu quero isso. Aí você: Alex, eu quero isso aqui. Falei: beleza, vamos fazer as duas. Pô, meu irmão, é tudo nosso, vamos fazer as duas. Compreendeu?
Ok.
E tem um detalhe, não tem problema nenhum não, cara, pode começar o teu, depois a gente vai fazer o meu, e eu vou te ajudar a fazer o teu. Sabe quem fazia isso? A tribo lá dos hebreus. Quando havia os ataques, o cara dizia: cara, eu vou te ajudar, e quando eu precisar tu me ajuda. Não te ajudo, cara, mas eu vou te ajudar. É isso, cara. Então a gente tem que começar a se ajudar. Brasileiro atrapalha a vida de brasileiro até no exterior, é surreal isso.
Cara, né? Europa, Estados Unidos, cara, como é que a galera reclama da turma, né? Por quê? Porque nós não somos cooperadores, ok? Você imagina que se a gente aprender a cooperar— e detalhe, né, nós nem temos cooperativas significativas, o que é um absurdo, tu compreendeu? A parada tá aí e a gente nem utiliza a parada. Mas vamos lá, nós devemos cooperar Processo de cooperação, compreendeu? O Sul passou por um problema grave. Eu conheço bem a turma do Rio Grande, fui sócio de gaúcho durante décadas, cara.
Quando deu ruim, o cara teve que fazer cocô, xixi na mesma privada do cara que ele se aborrecia. Eles tiveram que dormir no mesmo alojamento e tiveram que se alimentar também. Ficou fácil ou difícil? Difícil, cara. Aprendizagem, concorda com aprendizagem? Ok, detalhe, a pergunta é: a turma aprendeu? Essa é a pergunta. Eles aprenderam? Se a turma aprendeu, se a turma aprendeu, nós temos um novo, uma nova sequência de episódios que vão vir, né?
E essa turma vai se mobilizar Porque agora eu entendi que apesar de você ser flamenguista e de eu ser vascaíno, nós gostamos de ver um bom futebol, independente. E claro que é mais gostoso que um de nós ganhe, cara, mas a gente pode empatar também, não é isso? A gente não precisa ganhar todas, a gente pode empatar também. Mas o importante é o quê? É o jogo, é o lance, concorda? É o prazer da gente estar ali e vibrar Cada um de nós esperando o melhor de quem tá em campo.
É isso, cara. Se o brasileiro entender isso, eu creio que a gente dá um salto quântico, porque todas as condições nós temos, porém nós agimos como se fôssemos eternamente dependentes de que alguma coisa extraordinária aconteça. Já se deu conta disso?
Com certeza. Eu acho que a gente materializa inclusive essa vontade em avatares políticos, cara. Assim, a gente por um tempo materializou em outros lugares, mas ultimamente com aquecimento dos debates públicos e com as redes sociais facilitando, criando lugares de fofoca nacionais, porque boa parte do debate político infelizmente virou meio fofoca, meio um grupo que tá fofocando sobre o outro grupo, só que em nível nacional, né?
E aí a gente pegou e entregou isso tudo, a gente materializou tudo isso que tá falando em avatares políticos, porque sei lá, é mais fácil de amar, odiar, ou qualquer coisa assim, me parece, né? E sobre tudo isso aí que tá falando, cara, eu fico pensando que A gente precisa, por onde é que a gente começa a fazer alguma coisa? Porque se tiver vontade de esmagar um formigueiro, não importa se a formiguinha lá tá cuidando do filho dela, da formiguinha filho, ou se não tá, não importa muito.
Quer esmagar o formigueiro, tu vai lá, esmaga o formigueiro. Será que a gente não é o formigueiro desses caras que estão planejando isso? Se sim, como que a gente, sei lá, faz um formigueiro, ou um formigueiro mais resistente, ou um abrigo anti-destruidores?
Cara, eu vou fazer um trem que tu vai amar. Olha só, rapaz. Se você tá me dando um abraço, você tá percebendo o seguinte, olha só, antes eram dois, agora são quantos?
Um.
Ok. Você imagina o seguinte, ó, o bem que habita em mim pode habitar em você e vice-versa.
Amém.
Ok. Pra isso você tem que se desarmar e se permitir o encontro. Ok. Se estão nos atacando, o modelo não é o da formiga, o modelo é da abelha. E no modelo da abelha, a bendita vespa se lasca.
Qual que é o modelo da abelha então?
É o seguinte: todos somos um. E nesse efeito do todos somos um, né, eles conseguem pegar algo gigante, que é o ataque que tá sendo feito ali, E eles conseguem literalmente reduzir aquilo ali a nada, compreendeu? E aí voltamos à egrégora. Lembra da egrégora? Ok, que é justamente essa dimensão de uma ação coletiva, ok? Aonde você viu que alguém teve que se movimentar, ok? Eu sou mais velho, justo que eu me movimente.
Ah é? Eu achava que eu, por ser o mais novo, eu acho que é que você se mover, porque tu teve a ideia.
É porque na realidade eu sequelei a tua geração, entendi? Ok, então eu tenho que chegar para você pedir perdão, cara, porque eu te abandonei. Eu tenho que pedir perdão porque eu te rejeitei. Eu tenho que pedir perdão porque eu cuidei da minha carreira e não cuidei de você. E eu não fui jogar bola contigo, eu não soltei pipa contigo, nem bola de gude eu joguei contigo. Meu Deus, Jesus! Eu fiz tudo errado e agora, cara, eu tô lascado porque o bendito do sol tão querendo escurecer também.
Tu viu isso, né? Os cara vão escurecer o sol. Então, cara, eu já não tenho as pernas que tu tem para correr, não tenho total consciência disso, mas eu tô me preparando para andar 60 km. Sugiro que tu faça a mesma coisa, ok? Porque se entrar o módulo zumbi Nós vamos ter que andar, cara. Tu compreendeu? E detalhe, nós temos que agora compreender que o que tá em jogo é a raça humana, e é fato isso, ok? Aí alguém diz: não, mas é legal que arrebente todo, vem meteoro.
Fico olhando os cara, falei: cara, você não tem noção, meu irmão, do que você tá pedindo. Porque de maneira efetiva, né, esse processo que é algo que tá sendo movimentado, né, se nós não nos posicionarmos, e temos pouco tempo. Se eu pergunto, Alex, qual é o tempo? Tempo é pequeno, porque lá atrás havia até um tempo maior, porém andou, andou. Se Mateus 24 ele se concretizar da maneira que tá ali, você vai ver que ele fala de pestes, sequenciais.
Ele fala de guerras sequenciais. Ele fala agora também de fome. Olha o El Niño, olha o que pode acontecer. Nós somos o celeiro de pelo menos um, quase dois terços do planeta, cara. Se der ruim nas áreas produtivas, o que que vai acontecer com o planeta? Passar fome. Mas fica tranquilo, nós já temos a ração sintética. Se os bois morrerem, fiquem tranquilos, Nós já temos a carne sintética, ok? Se der ruim no sangue, fique tranquilo, nós já temos o sangue sintético.
Isso, porque na realidade, né, você vai ser tudo menos o que um dia você já foi. Percebeu o que tá em curso? Então é isso, cara. E dentro desse processo, cara, o objetivo é simples. Olha só, Platão diz algo incrível na República: todo mundo que gera custo não deveria estar na sociedade. Isso é um princípio platônico. Você sabia disso? Tá lá na República. Platão ainda vai mais além e diz o seguinte, olha só: não há espaço para todo mundo.
Há espaço para alma de ouro, a alma de prata e a alma de cobre. Ele estabelece 3 níveis de almas ali, ok? Então, na realidade, a boa parte da humanidade, ela foi considerada como comedores inúteis, ok? Você já deve ter ouvido esse termo, ok? Até recentemente usar esse termo na Terra da Jabuticaba: o que faremos com tantos comedores inúteis? E aí, o conceito de comedor inútil é justamente aquele que não deveria estar comendo porque nós vamos ser atacados.
Esse termo foi usado no Cerco da Normandia, quando os franceses cercaram a Normandia em 1535, se eu não falho a memória, e o bendito do nobre botou os plebeus para o lado de fora para morrer porque eram comedores o quê? Inúteis. Os franceses ficaram olhando o que os ingleses fizeram e eles aquela turma se destruindo, se despedaçando e tentando de alguma maneira gerar uma alimentação parcial coletiva. Cara, tu imagina, você tá falando de Inglaterra e França, ok?
Quando esses caras não tiverem envolvidos com problemas, meu irmão, o tempo inteiro, o tempo inteiro, momento atual inclusive, você concorda? Momento atual inclusive. Então, na realidade, você tem uma dinâmica, né, que ela tá em curso, ok? Nós podemos, via PA— lembra de PA? Lembra?
Progressão aritmética.
Pô, Cefete, pelo amor de Deus, cara. Pô, os carinha tem um treco lá, hein? Ó, uma boa PA vira uma o quê?
Uma boa PA vira uma boa PG.
É isso aí, uma progressão geométrica. Lembra disso? Eu amava isso. Isso, cara, que eu vi isso, cara, eu amava. Você sabe por quê? Eu e você é 2. Quando a gente bota mais 2, virou 4. Quando bota mais 4, é 8. Já entrou exponencial, cara. Falei, meu Deus, a gente pode ser uma exponencial, cara. E aí, no nível exponencial, você, eu, ele, tu, nós, Vós, eles. Meu Deus, nós podemos fazer igual o rato, o cérebro. Lembra do rato, o cérebro? O que é o Pink? O cérebro era o rato. Não, o Pink mudou a conta, né?
Os dois são ratos, pô.
Aquilo era um rato, cara. E aí o bendito do rato dizia o quê?
Nós vamos dominar o mundo.
Meu Deus, Jesus! Importa o que aconteceu, cara, importa o que a gente vai fazer agora, concorda? Então, se a gente entender isso, eu vou brincar, cara. Tu imagina que eu tenho 63 anos, ok? Tu já entrevistou um monte. Eu sou igual?
Não, tu é muito mais maluco.
E detalhe, sou mais divertido. É, cara, eu sou maneiro, eu sou gente boa. Compreendeu? Eu gosto de guerra de barriga. Meu Deus! Aí vem a neta: vovô, vovô é bagunceiro, Jesus, bota o vovô de castigo! Meu Deus, uma tem 5, outra tem 3, me bota de castigo, cara, porque eu gosto de viver. Então, cara, a turma desviveu da sua vida, cara. A tua geração, tá certo, é muito chata. Precisa saber disso, que a turma é chata mesmo.
Tá todo mundo meio massacrado, na verdade. Os cara esperava que a gente tivesse muito sucesso.
Não, e vocês tiveram. E vocês tiveram. Não, não, vocês tiveram. Você sabe por quê? Vocês são sobreviventes a uma série de ataques simultâneos que aconteceram a partir de 80. Mudou a água, mudou o alimento, mudou o ar, e vocês estão de pé, cara. O nível de resistência de vocês é absurdo, porém vocês precisam de ajuda. Ok, essa geração é minha, ok? Que eu tenho que chegar até você, pedir perdão por tudo que não vivemos, perdão por todo o dano que eu provoquei na tua vida, e dizer: cara, tu me perdoa?
Tu me perdoa, Igor? Ah, perdoa, né? Pedindo desse jeitinho assim. Cara, eu vou até chorar, cara. Não tem como não perdoar, pô. É verdade, verdade. Eu já pedi perdão aos meus filhos.
O que que eles falaram?
Perdoaram, perdoaram. Porque na realidade eles entenderam, entenderam. A mais velha sofreu mais, que é da tua idade, porque quando eu a vi ela tinha 14 anos, né? Porque eu tava virando mesa, porque os meus dois filhos são deficientes auditivos bilaterais, né? E eu tive que trabalhar muito para poder gerar o recurso para os tratamentos caros à época, aparelho caro na época. E aí o caçula, que é o Bill, Santo Bill, o Bill diz o seguinte: minha irmã é o rascunho, eu sou a obra-prima.
Meu Deus, 29 anos, figura! Tu tem que conhecer o Bill, conversar com o Bill, tu vai endoidar. Esse é estoicista mesmo, figurado.
O Bill não ouve?
Não ouve, mas ele fala. Ele é palestrante, inclusive. Alex Bill Jr., talvez já tenha aparecido contigo. É meu filho, figura. E aí esse cara é oralizado, ele e a irmã. A irmã é da primeira turma de oralizado do país, e o Bill já veio na treta, literalmente na treta. Resultado, ele diz, cara, eu sou obra-prima, porque ele conseguiu um nível de desenvolvimento acima da média, ok? Mas da média da média dos ouvintes, ok? Então ele é muito acima da média.
Mas por quê? Porque eu pude estar mais presente, mais ativo. Já tinha aprendido com os erros da primeira. Ele é um temporão, a gente conseguiu mudar o processo. Mas, cara, não tem educação sem sequela, não tem. Porque você quer uma coisa e eu vou te dizer não, e isso não vai atender e vai te frustrar, e tu vai se irritar. E por mais que lá na frente, aos 40, você diga para mim, cara, pô, valeu, cara, mas ficou a marca, tu compreendeu?
E agora isso bota a gente, né, distante, e você desconfiado se de fato eu tô querendo me aproximar de você. É isso que eu percebo. Eu lido em clínica, né? Eu atuo em clínica, então eu vejo muito isso. Então nós temos que diminuir esse processo. A minha geração tem que se aproximar, e isso parte de nós inclusive, né? Eu tava conversando há pouco sobre isso. Inclusive, nós temos que nos aproximar, assumir que falhamos, ok? E agora a gente dizer, cara, nós estamos com problema, nós estamos com problema, cara, nós estamos com problema, ok?
Aí você pô, legal, não sei o quê, que que a gente faz? Então agora eu quero te ouvir. Qual é a tua visão do trem? O que que você tá pensando dos acontecimentos, de tudo que tá aí? Você acredita que vai dar bom, que vai dar ruim? Para onde essa treta tá indo?
Porque eu acho, eu acho que a gente tá, que a gente é muito mais tem muito menos controle sobre as coisas do que a gente imagina. E entender isso nos dá, de um jeito até esquisito, muito mais controle sobre as nossas vidas. Então, o que que eu acho? O que que eu quero dizer com isso? Eu quero dizer que eu entendi que tem uma porrada de coisa que me fazia sofrer e que eu tenho pouco poder para mudá-las, e portanto sofrer por elas É apenas desperdício de energia.
Um exemplo besta, vou te dar um exemplo besta. Não aconteceu hoje. Hoje tu chegou aqui cedo, a gente começou bem pertinho de 7 horas da noite, mas é normal o convidado, porque sei lá, vem do outro lado da cidade, não sei o quê, o cara chega aqui atrasado, tá? E aí o episódio começa tarde, não sei o quê. Não adianta eu ficar irritado com isso, não adianta eu perder, ficar puto, não adianta eu sei lá, me descompassar ou ficar irritado contigo.
Eu tenho pouco controle sobre isso. Isso é um pequeno exemplo. Isso para várias coisas da vida, tipo, se eu fiz o meu melhor, se eu fiz tudo que eu podia fazer dentro daquilo que eu conheço, e mesmo assim alguma coisa não rolou, eu sou incapaz de ficar puto. Eu fico puto comigo quando não rola uma parada, quando eu sei que eu podia ter feito muito melhor, entendeu? Agora, é ficar irritado porque as circunstâncias são, eu não fico.
Então, é, eu não, eu acho que a gente tem muito menos controle sobre os fatos da vida do que a gente gostaria, e compreender isso te dá muito mais controle sobre como se sentir, eu acho. Eu não sei se eu respondi a tua pergunta.
Eu vou te ajudar no que que você colocou. Cuidado para não se cortar, cara. Nós estamos desse jeito, ok? Ponto de partida, ok?
Bom, para quem tá só ouvindo a gente, o Alex esmagou uma latinha e mostrou uma latinha nova, ok?
E aí, veja bem, eu vou tentar recuperar isso, ok? Não vai ocupar nunca mais a condição ali. Perfeito, ok. Então é disso que nós dois estamos falando, ok? Isso é um papo cabeça demais. Eu não sei até que ponto a turma acompanha isso.
Eu acho que a turma curte, na real, né?
Na boa, pergunta para eles aí, ó, manda eles botar um 10 aí. Não, melhor bota aí: eu amo o Ancião. Bota aí, eu amo Ancião.
Ok, 563.
Isso, eu amo Ancião, é verdade, eu amo Ancião. Você sabe por quê? Porque, cara, cada vez que passa tem menos gente para um papo cabeça, você concorda? Tudo é muito raso, tudo é muito raso. Se eu mergulhar, né, eu vou ter que entrar no nível de compreensão, ok, que muda a minha percepção sobre mim, sobre você e sobre o contexto. E aí as forças que agiram aqui, elas são endógenas e exógenas, porque há uma resistência do material e a força que foi implicada.
E por isso, implicada exógena, exógena, e a força de resistência endógena.
E o resultado disso é a deformação. Então quando você olha para mim, eu sou um cara deformado de meia 3. Quando eu olho para você, você é um cara deformado, igual tu falou. Não, tu tá mastigado, cara, tu tá mastigado. Te mastigaram, te mastigaram, cara, mastigou, mastigou. E aí você vê, esse mastigar botou você assim, ó, desse jeitinho que tá aqui. Ok, beleza. Nós dois deveríamos estar assim.
Perfeito.
Ok, então agora eu não vou sofrer porque nós estamos desse jeito, concorda? Ok, eu tenho que aprender a atuar em cima disso para que eu possa extrair o melhor disso em função disso. Mas eu não posso pegar, não sei, você tem filho?
Tenho duas.
Ok, eu não posso pegar tuas meninas e minhas netas e colocá-las no mesmo formato que eu tô hoje com 40. Meu Deus. Erich Fromm, Erich Fromm, né? O Medo à Liberdade é um livro lindo, vale a pena ler, né? Pensador existencial humanista. Eu deveria facilitar a geração futura para diminuir o dano para você, e assim a gente ir fazendo para que os danos fossem menor.
Mas tu não acha que são só novos danos?
Uma boa pergunta. Olha só, depende do ângulo que nós estamos vendo diante do conceito de dano que estamos estabelecendo. Por exemplo, isso aqui, né, não tinha serventia, mas hoje a gente sabe que tem.
Perfeito.
Ok, então a minha ignorância não viu que isso aqui é arte. Isso aqui pode ser leiloado. Sugiro você leiloe para virar cesta básica, para a gente poder fazer uma doação, porque provavelmente vai ser reciclado. E ok, não, tu imagina, mas se leiloar isso aqui você vai gerar recurso, porque o ancião na primeira vinda dele, se Deus quiser de muitas, de um papo cabeça com Igor, gerou uma obra de arte, tá aqui, fruto da nossa conversa.
A nossa conversa é essa treta, ó, tem um nome até para obra de arte, A Treta. A Treta, olha, concebi A Treta. O cara vendeu uma banana na parede por R$35 milhões, ok? Eu não sei se isso aqui vai valer 3 conto, 4 conto, 5 conto, ok? Mas o cara botou uma banana, lembra disso, com a fitinha, e alguém pagou R$35 milhões. E não foi produzido da maneira como isso aqui foi produzido por nós dois, ok? Porque isso aqui é grave demais, explica demais.
E se o camarada ficar olhando por cada ângulo disso aqui, ele vai ter uma percepção de tudo que tá acontecendo, cara, ok? E aí observe que quando você ressignifica o dano que eu chamei de arte e que eu nomeei de treta, eu mudei tudo.
O dano virou arte total.
E qual é artista que não expressa o dano da sua alma? Qual é o artista? Me dê um só. Tudo que eu já vi em arte, os cara tão expressando o dano da alma deles. O que que é a poesia? Sofrimento. O que que o escritor, a melodia, traz? O resultado das experiências, ok? O que que a pintura é? A manifestação do mundo interno diante da percepção do externo, ok? O que que é a escultura a não ser a ação de um imprint que é colocado ali do escultor diante da matéria.
Cara, é isso, ok? Só que nós não estamos dando o devido nome, a gente não tá sabendo nomear o que tá acontecendo. E aí alguém diz para você: isso é feio. Isso é feio porque ele é alguém da seita Aceita Tudo cultuando a santa ignorância. Porque eu vou ser sincero, isso aqui, se tá lá em Paris, eu e tu agora, a galera pagava uma grana. Eu tô te garantindo isso, não tenho dúvida não. Isso, vamos gravar um episódio lá. O Zé chegou, meu Deus, vai fazer arte, Jesus!
Aí o cara, caramba, olha a arte aí, a treta. Já tô te dando uma sequência, treta 1, treta 2, treta 3. Ok, e aí isso muda tudo, ok? Porque nós mudamos o ângulo de ação, de percepção daquilo que tá em curso, cara. Se isso é real, nós agora temos uma capacidade de transformação bizarra, cara, ok? A questão toda é o seguinte: vamos fazer uso disso? Essa é a pergunta. Ah não, pô, isso é muito legal, não sei o quê, mas caramba, meu irmão, vai dar trabalho.
Pode observar que é assim, ok? E aí já fica de lado, ok? Quantas coisas, Igor, você já deixou de lado na sua vida?
Ah, já deixei várias coisas de lado.
E quantas coisas a turma que tá nos ouvindo deixou de lado?
Mas não é normal ao longo da jornada deixar coisas de lado? Não é mais do que normal, é humano mesmo, é esperado.
Vamos lá, e por que que isso tá causando dano dentro de você?
Porque tu não deixou de lado de verdade. Porque se tu tivesse largado para trás de verdade, entendido, e estivesse vivendo no presente para valer, isso não tava te machucando.
O chamado, o propósito, ok? A vocação, não é isso? Você tá falando disso, ok? Concorda comigo? Ok. Então, diante disso, né, nós podemos agora dizer que somos isso, ok? Eu saio dessa treta, né, para algo extraordinário, épico, sobrenatural, metafísico. Zero bala, cara. Jesus só abandonou a treta, você morreu, e agora eu tô te dando algo novo para você ver. Você aceita isso?
Se eu aceito isso, eu acho que eu aceito isso todo dia, cara.
Pô, aí se tu aceita isso todo dia, você tem que viver em novidade todo dia, porque você tem que ter uma coerência e não uma dicotomia, tá? Ok, porque o momento que você falou para mim, Alex, cara, eu aceito essa parada e todo dia eu aceito essa parada, E por que que tu tá fazendo do mesmo jeito, cara? Não tem lógica. Isso é uma incoerência, ok? Olha só, isso aqui já não existe mais, isso já foi, cara. Por que que isso tá presente?
Vai embora todo dia, vai um pedaço, não vai?
Um pedaço é ótimo, né? Aí agora você criou o fator da fragmentação, ok? E aí é complicado. Isso é um pé esquizofrenia. Fragmentação é um passo para esquizofrenia coletiva, inclusive.
Todo dia, ok, todo dia. Ó, o que eu quero dizer com isso é: todo dia a gente percebe que a gente vacilou em algum ponto. E todo dia eu penso assim, cara, amanhã eu vou tentar ser diferente nesse pedacinho aqui que eu acho que eu fui um escroto com qualquer pessoa, ou comigo mesmo, ou com um objeto, ou qualquer coisa. E se amanhã eu consigo deixar para trás esse pedacinho escroto e não repeti-lo depois de amanhã, e nem depois, nem depois, eu considero que eu deixei para trás esse meu, esse meu tortinho que eu, que incomodava a minha existência, que fazia da minha existência muitas vezes— eu não tô dizendo que eu sou perfeito, tá?
Eu encho o saco dos outros, mas o ponto é se eu tô tentando não atrapalhar a experiência de ninguém nesse mundo, e esse é o meu jeitinho de amar o próximo como a mim mesmo, porque, cara, eu não gosto quem enche meu saco. Eu não gosto que se meta na minha vida, nas paradas. E aí eu não encho o saco dos outros em várias esferas. Então eu tento não atrapalhar a vida profissional de alguém, Entendeu? Eu tento, pelo contrário, eu tento melhorar a experiência das pessoas.
Isso não quer dizer que eu sou um santo ou qualquer coisa assim. Isso quer dizer que esse é para onde eu gostaria de ir, mas todo dia eu sou um babaca com alguém. Eu só tento ser um babaca de formas diferentes ou evitar as babacas, evitar repetir babaquices. Uma hora eu acho que eu consigo parar de ser tão babaca, entendeu? Isso não quer dizer que eu identifico uma parada e amanhã eu consigo eliminá-la. Às vezes leva um tempo, né?
Às vezes leva compreender de onde vem aquele, vou chamar de babaquice, aquela ação que tu identificou, que você mesmo muitas vezes, você que tá ouvindo a gente inclusive, muitas vezes tu faz uma parada que tu para para pensar e tu, putz, aqui eu me passei. Podia até tá certo no raciocínio, mas me passei na forma. Alguma forma e atrapalhei a experiência de alguém, qualquer que seja essa atrapalhada, é mudar isso. O primeiro passo é perceber, e mudar pode levar um tempo, pode ser uma coisa que tu já teve que lidar antes também, né?
E eu acho que essa que é a beleza de estar vivo, meu irmão, é de, é de a capacidade de sei lá, de se transformar, sabe?
Ok. E se eu disser que isso é cocô na fralda?
O que que é o cocô na fralda?
Isso que você acabou de dizer. É? Sim. Porque você imagina o seguinte: o que que é o cocô na fralda? É algo que eu preciso colocar para fora, mas que não vai sair de mim sem ajuda.
Ah, sai sem ajuda, vai. Não.
Não, não, o bebê sem chance. Alguém vai ter que intervir ali, compreendeu? Então nós temos experiências na fralda, é isso aí. Então você tem experiências que elas são muito primárias, ok, e que deixaram registros ao longo da nossa vida. Então o que aconteceu dentro da barriga da tua mãe te marcou, o teu parto te marcou. A primeira experiência dos 2 anos, período de aleitamento materno, te marcou. Até os 7 anos de idade, fato real, inclusive para os americanos atestado, a tua personalidade tá formada.
E lá nos Estados Unidos, se você cometeu uma infração a partir de 7 anos, tu vai em cana e você responde até por prisão perpétua e pode parar no corredor da morte, ok? Porque eles entendem que a personalidade já está formada, 7 anos de idade. Você imagina o pobrezinho da turma dos 16 anos da cervejinha, só misericórdia, né? Mas no americano a parada já é diferente, ok? Então você imagina que hoje o que que nós temos, eu e você, nós temos os registros do dano Precisamos de ajuda para a retirada disso, desse bendito cocô, ok?
Para consciência do estar limpo, do estar limpo, ok? E eu fazer o uso do último segundo da minha vida, já que o anterior já foi e o posterior não chega nunca. É muito legal, né, quando eu vejo você falando de amanhã, né? E eu pensei aqui, falei, cara, amanhã tá todo mundo morto, cara. Não existe essa parada, é muito louco. Tu tá vivendo um segundo, cara. E aí a turma desperdiça esse segundo. Aí tu grita, tu briga, tu xinga, tu esperneia, tu faz um monte de barbaridade como se houvesse amanhã, cara.
E não há para ninguém, ok? Então a primeira coisa que você que tá nos ouvindo, você precisa desmistificar na tua vida é que você é um desperdiçador do seu tempo. Nós estamos jogando fora a vida, cara, tu compreendeu? Se a minha vinda contigo aqui, né, mudar uma pessoa, valeu a pena eu estar longe da mulher, dos filhos e dos netos, porque eu tô melhorando para eles inclusive, ok? Porque esse cara vai transitar o caminho deles, essa mulher vai transitar o caminho deles.
E tu também não aguenta ficar o tempo inteiro junto dos cara, vai?
Cara, pô, uma boa pergunta. Eu sou muito família, cara, muito bem.
Mas imagina o tempo inteirinho, tu não gosta?
Olha, eu vivi essa experiência em 2020, você também, e eu não tive problema. Ainda disse para mulher o seguinte: que bom que você tá comigo. Me pergunta por quê?
Por quê?
Porque a gente fazia sexo, cara, o tempo todo, brother. Você tá entendendo? E eu dizia: cara, eu tenho comida e sexo, meu Deus, o que que eu quero mais? Meu Deus! Nada, não quero mais nada, cara. Eu tô bem na foto. Eu vejo os cara tudo irritado, tudo preocupado. Eu tava bem na foto, cara. Cara, que bom! Falei, como é que Deus é bom comigo, né? Eu chamar ele tenente, falei, tenente, que bom, tenente, nós estamos aqui junto, cara.
Você compreendeu? Então as pessoas se incomodaram de estar juntas, ok? Eu não me incomodo, de boa, né? Eu posso ficar abraçado contigo 3 horas, cara, eu vou ficar bem. Se tu quiser ficar comigo 6 horas agarradinho, a gente vai ficar bem, porque eu não tenho problema com isso. Eu gosto de ser humano, cara. Eu sou um cara que gosta de gente. Eu sei que tem os misantropos da misantropia que não gosta de gente, mas eu gosto de gente, cara.
E o cara, e o cara que eu represento também gosta de gente, a ponto que se fez gente para entender por que que a gente tava dando errado. E trouxe uma lição de como fazer as coisas da maneira certa. Eu tenho que entender o que me afasta de você, eu tenho que resolver isso, me aproximar de você. E aí eu olho para o divino. João fala disso: ninguém pode dizer que ama a Deus se ele tem problema com o irmão dele. Cara, esse cara é mentiroso.
E é verdade, é mentira, compreendeu? Cara, eu tô cheio de treta contigo, como é que eu vou dizer que eu amo a Deus? Cara, loucura. Então o cristianismo, quando eu te falei, não é o que se transformou o sistema religioso, não é, ok? O cristianismo é um processo de transformação, transição para a função de encontro e criar uma comum unidade. É isso, cristianismo é isso, cara. É eu olhar para você e querer o teu bem, alguém genuinamente, ok?
O que que significa? Eu não quero a tua mulher, eu não quero a tua casa, não quero o teu trabalho, eu só quero estar próximo de você. Pronto, é isso, cara. Então, se as pessoas entenderem isso, meu querido, a gente deu um passo. Concorda que a gente deu um passo? Ok, a gente deu um passo gigante. Alex, tem gente estranha, cara. Eu vi um monte de cara estranha aqui, meu Deus, tem um monte de gente Jesus, porque os caras são sinistros.
Entrava um, falei, meu Deus! Entrava o outro, Jesus! Falei, rapaz, esses caras, meu Deus, eu vou ficar onde? O cara falando, tu vai subir. Eu vou subir para onde, rapaz? Meu Deus! E eu tô subindo e o troço não tá chegando. Falei, meu Deus! Então você imagina que a parada é sinistra. Graças a Deus, né, cara? Graças. E eu espero poder retornar ter segurança dentro do processo e voltar. Meu Deus, porque o melhor de ir é ter garantido a volta. Sabia disso? Por isso o nome é Felicidade. Feliz quem chega à cidade.
Ok, então essa, hein?
Não, cara, eu ensino isso há mais de 3 décadas, ok? Porque na realidade eu me dei conta disso muito cedo, porque eu sou um viajante, cara. Você é um viajante. Ok, então quando a gente encontra os que são semelhantes, cara, a gente vai fazer churrasco. Pode falar de churrasco? Pode falar de abóbora? Pode falar de cerveja? Meu Deus, será que pode? Jesus, eu não sei. Pode, não pode nem falar mais das coisas aí porque vira misoginia, vira um monte de coisa.
Não pode fazer churrasco, coloca lá uma abóbora no churrasco. Então você vê, então na realidade, cara, a gente perdeu a arte da graça. E a gente perdeu a arte da garça. A garça, ela anda em meio à lama sem sujar as vestes. Dê graça, bota um cifrão, desgraça.
Caralho, é verdade!
Ok, ok. Então, né, eu não sou mais inteligente da parada. Mas eu não sou mais burro não, brother, tu compreendeu? E aí eu preciso de gente que pense. Eu tô vendo isso em você, né? E aí, cara, isso para mim é colírio para os olhos, porque você é meu filho, você é meu filho. E aí, cara, meu filho pensa. Meu Deus, Bill, Bill, Bill, um pensador, cara! Me faz um bem enorme quando eu vejo que o cara tá pensando. Porque a única chance que a gente tem é começar a pensar, cara.
E aí, se eu penso, eu mexo nas minhas emoções. Se eu mexo nas minhas emoções, eu mexo na minha atitude. Concorda comigo? Ok. Pensamento gera sentimento, que gera atitude. Então, se nós estamos com problema na atitude, isso significa que nós temos problema nas nossas emoções. E agora nossas atitudes são resultado disso. Ok, então eu vou tratar o meu emocional? Não vai resolver. É por isso que não tá resolvendo. Nós temos que ir para a matriz da estrutura de pensamento.
É isso. E se chegarmos nisso, né, que é um processo filosófico, antropológico, sociológico, psicológico, biológico, cara, a gente muda tudo.
A gente não tá no caminho? Tipo, essa não é a febre antes da melhora?
Pô, boa pergunta. Olha só, você sabe que febre é um sistema de alerta de um sistema que não está conseguindo lidar com ameaça? Isso é a febre, ok? E ela é uma tentativa de matar o que é ruim matando o que é bom. Isso é febre. Ok, de fato nós estamos na febre. Você usou um termo muito correto. A questão toda é o seguinte, né? Se ela passar de 40, convulsão social. Tu é gênio, tu é profeta, e você já está dando um furo.
Calma aí, cara.
Verdade, você acabou de manifestar o que está por vir, é uma convulsão. É verdade. Ok, a nossa sociedade, né, ela tá no nível de tensão febril, febril, que se subir um pouquinho nós vamos perder o controle. Ok, perdeu o controle, você é obrigado, né, o organismo, a uma ação de contenção. Toda ação de contenção, ela não é mais interna, ela é externa. Compreendeu? Vou tomar um remédio, pô, que dependendo do choque, ok, ele vem para causar mais dano antes do restabelecimento de uma homeostase diante de uma alostase, que é o desequilíbrio.
Ok, nós estamos falando talvez na perda de milhões para que isso ocorra. Tu compreendeu? Ok. E aí a pergunta é, né, eu não tô nem aí, né? Eu ouço isso muito, cara, tô nem aí, meu irmão, se lasque, não é isso? O processo. Ok. Porém, quando a coisa rola, vem o efeito valha-me Deus. É muito top, meu Deus! É, vem, Oscar, meu Deus! Assim, e agora o que que a gente faz? Eu falei, meu irmão, agora tu corre, porque agora já deu a treta, a treta já tá quebrada.
Corre para onde? Falei, meu irmão, tu corre para onde puder ser mais longe do que é o epicentro do problema. Na Venezuela eles não acharam. Na Colômbia também não, cara. No Irã também não.
Meu Deus, olha, vai para lá com essas profecias, hein, Alex?
Não, cara, eu tô te falando fatos já ocorridos, concorda? E aí entra algo, né, que a gente tem que entender e compreender, que é o seguinte: a probabilidade de Bigfield de rocha se encontrar aonde nós estamos encontrando é de 0,00000 0,0000001%. Concorda comigo?
Talvez esteja exagerando um pouco, mas sim, é bem baixo.
É, cara, não, não, pensa, raciocina.
Total, o cara sai lá de Springfield, cara.
A gente devia ter se encontrado em Madureira, cara, lá no Mercadão, mas devia ter chupado pirulito junto lá, cara. O problema é que a gente, olha só, O que que tá fazendo no Mercadão de Madureira, cara?
Tem a paz tua, cara, até lá comprar uns artigos religiosos.
Lá tem doce, né, cara? Esqueceu? Tem muito doce, tem muito doce lá. Tem, tem muito doce, tem muito material reciclado, aquela coisa toda, é um monte de coisa ali. Tem um sambão maneiro lá também, tem uma feijoada sensacional, tem muita coisa boa ali, ok? O Mercadão não é só aquilo, tem aquilo e mais aquilo. Tu viu o lance do ângulo? Pá, olhou, só viu aquilo, cara.
Quando tu vai para o Mercadão, tu pula o andar dos cara, né?
Pelo contrário, eu passo tranquilo, cara. Olha só, de boa. Imagina o seguinte, ó, tá ligada a luz, ok? Desliga, fica tudo numa outra vibe, ok? Deixa uma só, caramba, ok? Então, se eu sou luz em qualquer que seja atmosfera, tem que haver uma mudança na atmosfera, não é em mim, cara. Eu nunca corri de nada, cara. Até porque eu fui guerreiro paraquedista, eu sou infantaria de formação e fui PA, brother. Eu sou de pronto emprego, eu não corro. Percebeu a parada?
Ok, então com essa, com esse shape aí, TPCD aonde, Alex?
Ver, cara. Tu tem que perguntar para tropa, cara. Pergunta para tropa, cara. Pergunta para tropa. Os cara me encontraram 4 décadas depois. Os cara, isso é o seguinte: como é que o senhor mudou, cara? Só tá tão gente boa, tão tranquilo, cara. Você entendeu? Porque na realidade a questão toda é o seguinte: o que que a gente tá querendo, Igor? Você entendeu? Eu quero a paz. Mas eu entendo que tem que ser feito para isso. Você quer a paz?
Ok, então nós temos que fazer o que é necessário para isso, ok? E aí, se a gente compreender isso, cara, e nós estamos num bom momento para isso, né? E eu sinto muito a falta desse, dessa ação de interlocução É isso, de interlocução, porque nós temos problemas que estão afetando todos nós, cara, todos nós, cara. Já deu no saco essa parada aí, você entendeu? Então eu já tenho ânsia de vômito, literalmente, eu não tenho mais tolerância para essa parada não.
Então eu creio que o seguinte, ó, cara, e aí, o que que a gente faz, entendeu? Por onde começa? É isso, cara. E aí Você vai fazer o que é tua expertise, eu vou fazer o que é minha expertise, a galera fazer o que é expertise dele, e no final, meu irmão, nós vamos garantir o efeito daquilo que é nosso. Percebeu? Daquilo que é nosso. Aí tu vai dizer, cara, isso aqui é meu, pô. Tu quer mais isso aqui? Leva treta também, cara. Tu quer treta?
Não, tu leva treta, cara. Tu entendeu? Mas a parada é essa, cara. E aí entra algo muito legal, e aí tu vai lembrar bem disso. Olha só, Rio de Janeiro, nós tivemos várias vibes, ok? A vibe atual é que o Rio de Janeiro não é mais Rio de Janeiro.
Desde quando essa vibe aí com força?
Duas décadas. Ah, já faz um tempo então.
Então eu já conheço um Rio que para tu é estranho.
Total, total, cara. Eu andava por aquilo ali, cara, a gente era feliz demais, cara. Eu soltava pipa, jogava bola, bola de gude, peão, cara. Meu Deus do céu, vagalume, a gente sentava no meio-fio, cara, acontecia, tu entendeu? E você conseguir ir para o baile, para o baile, eu ia para o baile lá na Vila Militar, a gente dançava, brincava, ring-ting, a turma do show, aquele rolo todo. Cara, ninguém era tão mal, saca isso? Ninguém era tão mal, cara.
Que bebida estragada a gente tomou! Eu olho para o Rio de Janeiro, cara, fico pensando, cara, que bebida estragada a gente tomou, cara. Você compreendeu? Porque, cara, não é isso, nunca foi isso. Nós não somos isso, tu entendeu? Nós não. Olha o que eu tô dizendo: nós não Somos, ok? Mas nós nos tornamos, ok? A ponto que a gente anda assustado. Caramba, cara! E aí, se eu não fico indignado com isso, significa que a treta já me dominou.
Você concorda comigo? Porque eu sou movido ainda pela indignação, ok? Pensa num cara indignado, sou eu, ok? E detalhe, né, totalmente avesso às mídias historicamente. Eu sou analógico, biológico, ok? Não sou tecnológico, ok? Mas eu entendi que o seguinte, meu irmão, se nós não ocuparmos um espaço de declaração, você não vai saber da treta. Tu compreendeu? E aí a gente precisa saber o seguinte, cara, pô, a treta existe, verdade, a treta existe, ok?
E agora? Tá aí agora, pô, o ancião falou da treta, e aí, pô, pô, meu irmão, agora vai falar com o cara da esquina da treta, fala com outro, com outro, com outro, espalha a palavra da treta, espalha a treta. E aí o cara, meu Deus, a treta!
Aí ele em casa, Jesus, a treta, tem misericórdia, eu acho.
Que tem misericórdia de nós, cara. Porque, cara, se a treta vier do jeito que tá para vir, cara, vai ser só miséria. E aí a turma vai lembrar de mim, vai dizer, cara, aquele velhinho muito doido, o cara tinha razão. E aí tu imagina a minha satisfação quando tudo já se lascou e você dizer para mim que eu tenho—
não vai ter satisfação nenhuma.
Eu vou Deus, Jesus, seu burro, já falei antes, meu irmão, tu era para ter feito isso lá, cara. E agora nós estamos os dois lascados aqui. E agora, meu irmão, como é que a gente faz? Você tá vendo? Aí o pior é o cara virar para você e perguntar o que que a gente faz. Agora, porra, agora que tu tá me perguntando isso? Caramba, meu irmão. Então eu compreendo que o seguinte, né, você que tá aí, cara, tu tem família, tu tem amigo, Começa a conversar da treta, cara.
Bota a treta na boca, põe ela para divulga, fala sobre. Porque quando a gente começa a falar sobre, a gente começa a compreender melhor, inclusive, né?
E aí a gente vai desmistificar o assombramento, concorda, né? A gente vai tirar o espectro da coisa, ok? Vamos tirar a sombra dela e a gente vai ver de fato como ela é, ok? E aí as contribuições, ok, são na ideia direta daquilo que você pode e deve fazer. Você quer fazer? Aí você pô, Alex, a parada é legal, a treta é sinistra, mas eu quero continuar no status quo vigente, cara. Eu não vou perder tempo contigo porque eu já sei que não vai rolar, concorda?
Ok. Aí tu conversou com o Manelzinho da história, né, o Zé Mané. Lembra do Zé Mané, do Perdeu o Mané? Aí tu vai chegar: perdeu o Mané? E aí, Mané, tudo bem? Legal, Mané. Aí, cara, tem a treta, é mesmo a treta. Jesus, explica a treta, cara. Treta é desse jeito, a treta vem. Que ele não sei o quê. Pô, cara, treta. Pô, legal, meu irmão. Que que a gente faz? É esse o cara. Esse é o cara. O que que a gente faz? Aí tu falou, pô, meu irmão, olha só, a gente precisa disso, disso, disso, ó.
A gente precisa de núcleo de acolhimento, a gente precisa ter parceiros, a gente precisa de amigos mais chegados que irmãos, a gente precisa de uma parada de super gênio ativar, de estar junto, ok?
Por quê?
Porque nós precisamos de um círculo de confiança. Percebeu a parada? A parada é isso, cara. Como é que 215 milhões de gente boa estão em cativeiro? Explica isso, cara.
Talvez não sejam 215 milhões de gente boa.
Ok, qual é o tamanho da treta? Sobrou eu e tu. Sobrou eu e tu. Não, não, então nós vamos atravessar o problema.
Eu vou te falar, eu vou te falar o que que eu acho que é a treta. Eu acho que a treta está na manutenção das pessoas na sombra, a manutenção das pessoas debatendo se vai ter, por exemplo, assim, no mundo prático, debatendo se vai ter banheiro trans. Super Oninho, não, Super Oninho não, porque isso daí é uma coisa real do mundo físico, tá ligado? O meu problema, o que eu tô dizendo aqui é, não interessa para quem tem, para quem faz a parada de fato andar, para os poderosos, não interessa para os poderosos que a gente saiba o que a gente tá fazendo, entendeu?
Me parece, porque enquanto a gente não souber o que a gente tá fazendo A gente é fácil de controlar porque a gente vai ouvir as diretrizes de alguém que quer que a gente siga para um lado específico, tá? Então é por isso que os caras não educam a gente direito, é por isso que a gente tá no ano de eleição e ninguém fala de um plano de educação para 50 anos, é por isso que as perguntas, na verdade as questões mais importantes, nunca são resolvidas.
Os caras simplesmente chegam e colam um band-aid quando dá merda. Então dá uma merda aqui horrorosa e não sei o quê, o cara vai ali, cola um Band-Aid que não resolve o problema, não muda a estrutura, não altera o funcionamento, nada disso. Ele vai, sei lá, no máximo mandar uma mensagem, né, dá um estanque ali. Então o cara que, o parlamentar X, por exemplo, que é um safado ladrão, o que o cara faz é, tá bom, torna esse cara aqui, dá um, resolve aqui isso aqui.
Só que igual a esse tem todos, todos não, mas tipo muitos ao longo da história, e eles surgem por causa da regra do jogo, e ninguém mexe na regra do jogo, a gente só cola uns Band-Aids. É isso que eu tô dizendo.
Ok. E aí o conceito seria esse aqui, ó. Ok, se você olhar para cá, você vai ver que aqui tem o quê?
Tem um guardanapo branco.
Show, né? Você vai ver que ele tá em quadrante com carinho. E existe um losângulo inclusive nele, ok? Você vai ver que existem marcas aqui dentro desse processo lá. Se eu virar ele desse lado, ok, você vai ter uma clareza maior do que eu vi, ok? Então entenda que o seguinte: eu tenho uma ação multifacetada, ok? E que isso aqui tá todo codificado. Isso aqui são algoritmos, ok? Esses benditos algoritmos aqui, eles estão determinando a ordem dos acontecimentos, ok?
Livro de Salmos trata a alma porque a frequência é melodia, entra e resolve ansiedade, depressão, pânico, um monte de coisa, cara. Tu resolve com Salmos. Livro de Provérbios Alfanumérico, linguagem binária, maiêutica socrática, ok? Sim, não, não, sim, sim, não, não, sim. Se você ler em voz alta, tu vai ver uma diferença bizarra. Livro de Eclesiastes, propósito. Livro de Salmos, Provérbios, Eclesiastes, um, um, um, você vai ver conexões estabelecidas, ok? 3 vezes isso dessa maneira.
O trem abre igual um 3D na tua cabeça. Tu vai para o Novo, aí tu vai ver esses livros dentro do Novo Testamento. Tu chega lá no final, o Apocalipse, ok? Aí tu vê, cara, tá dando ruim. Por que que tá dando ruim? Aí tu vai para o Gênesis, família disfuncional, ok? Qual é a primeira família disfuncional? Mendigo do primeiro casal que deu problema. Os benditos dos filhos deu problema e na sequência só foi dando o quê? Problema. Concorda comigo?
Ok. Essa disfuncionalidade é o X da questão, ok? E tem que começar com a tua família, tem que começar com a minha família, ok? Eu tenho que transformar meu ambiente menos tóxico, menos ácido, menos nocivo, menos abusivo. É isso, cara, é o papo franco. Você imagina o seguinte: eu não conheço teu pai, não sei se teu pai tá vivo, mas eu sou ele sentando contigo e levando um papo cabeça. Eu e Bill levando um papo cabeça, cara. E a gente pensou assim, cara, o que que nós vamos fazer?
Porque tem a filha do Bill, a tua filha, tem a filha do Bill, ok? Você já tem duas, eu tenho três netinhas lá, cara. Senta lá, cara. E aí, o que que a gente vai fazer com essas crianças aqui? Qual é o direcionamento que a gente vai estar dando para as crianças, porque o trem não tá para amador. O jogo é cruel e é trancudo, ok? E se nós não compreendermos a treta, a treta já engoliu todo mundo. É isso, cara. Só que aí tem o engraçadinho, sempre tem o engraçadinho, engraçadinho, que depois, meu irmão, vamos fazer isso aqui, ó.
Não tem, tem ou não tem? Tem. Legal, ok. Você falou disso, fragmentação. Pô, tá aí. E aí, cara, dividir é mais fácil para dominar, ok? Dividir é mais fácil para dominar. Jesus disse o seguinte: um exército dividido, ele não subsiste. Compreendeu? Então Eu tenho que entender que toda movimentação que tá acontecendo, né, desde o golpe em cima de Pedro II, nos lançou na treta. O povo foi enganado ali, cara. Tu quer um engano? República.
Olha o que aconteceu, olha quem fez o que fez e por que fez o que fez. E veja no que que deu de lá para cá, cara, é só retrocesso, compreendeu? E aí você vai dizer para mim, Alex, era o melhor dos mundos a monarquia? O americano quis transformar Pedro II em presidente lá, tu sabe dessa história, né?
Não, você vai saber que ele era benquisto lá, cara.
É, os cara queriam, ok? Porque o cara era considerado um tremendo de um gestor. Nós estávamos à frente dos americanos e éramos de potência, inclusive naval. A gente foi perdendo tudo, cara. Tu compreendeu? Ok, então tem alguma coisa que interferiu e eu quero resolver essa parada. Meu Deus, eu quero resolver! Tu quer resolver?
É bom resolver, né?
Cara, eu quero resolver. Você sabe por quê? Eu não vou passar para você um bastão que eu não tenha feito o meu melhor, como você falou, para a gente poder resolver. Eu quero resolver de coração, eu quero resolver, e eu quero resolver dentro de uma percepção de compreensão daquilo que é a treta. Porque ela inclusive, me ajuda aí a turma aí, ó, a treta resolveu vazar e já era treta. Não, a treta resolveu vazar, ok? E aí quando ela vaza, né, ela bota para fora toda a imundície do processo, ok?
E é o que tá aparecendo diante dos nossos olhos, diante dos nossos ouvidos, e nós não queremos reagir diante disso, ok? Então, né, que Deus, na sua infinita misericórdia, nos transforme em agentes de luz contra a treta. Você quer um inimigo concreto? Eu te dei, ó, é a treta. É isso aí, cara. Resolvido isso aqui, vamos ter outro país, vamos ter outro estilo de vida. Nós vamos ser significante, relevante dentro da história planetária.
Não tenho dúvida disso. Existe um lugar para o Brasil surreal, ok? Não tenho dúvida disso, cara. Eu chego na Europa Os cara ficam doido com a gente. A gente chega nos Estados Unidos, os cara ficam doido com a gente. Quando eu digo doido, é doido mesmo, cara, porque o cara, meu irmão, cara, e todo mundo faz a seguinte pergunta: por que que não tá dando certo? Todo mundo faz isso, cara. Também olhei ali, só que a gente tem que botar, vai ter que—
nossa, meu irmão, não vamos entrar nessa. Tem mensagem para nós aí, Vitão? É o Alex, cara, muito obrigado pela moral. Obrigado pelo teu tempo, obrigado por ficar aqui comigo, sei lá, quase 3 horas. Foi mesmo, cara, um tempão mesmo, 2 horas e 40. E bom, como é que as pessoas fazem para te encontrar na internet, cara?
Cara, eu tenho um empresário e o nome dele é Igor, entendeu? O cara me achou. Mas, ó, DR Alex Alves, DR Alex Alves. Alex Alves. Isso no Instagram, é Instagram, YouTube, né, TikTok, Kawaii.
Basicamente procura Doutor Alex Alves.
E eu posso deixar o Zap? Eu quero dar um presente para os garotos. Posso? Eu quero dar um mangá. Posso dar um mangá?
Pode.
Eu vou dar um mangá em PDF para turma. O Zap é o 21 999 313467. O Zap 21 999 313467. Você manda lá mangá, diz que é amigo do Igor, né? A gente vai mandar um mangá e eu vou fazer mais. Eu vou te mandar um instrumento para tu ganhar em dólar e mudar a tua vida, que é o Santo Bill. Ainda vou ajudar a turma ainda. Santo Bill, Santo Bill, tu vai conhecer o Santo Bill, tu vai dizer, meu Deus, porque ela deu um cara santo. Tu és meninas santas, se forem educadas vão fazer milagre, vão ajudar, concorda?
Porque eu eu tenho que fazer melhor, cara. Eu não tenho que fazer melhor? Tem ou não tem? Tem, tem. Mas não é porque eu tenho, é porque é da minha natureza, é da tua natureza fazer melhor. É isso, cara. Isso é natural na gente, compreendeu? Por isso que você é um cara impulsionador de pessoas. Eu faço a mesma coisa historicamente na minha vida profissional. Cansei de lançar um monte de gente. Então esse lançar é o que nos faz ser o que somos, compreendeu?
Porque você vai lá e pum, você é o quê? Lançador. Ok, então que você se torne também um lançador, quem tá nos ouvindo, né? E vamos juntos atrás da treta.
Amém! Vamos resolver a treta, né?
Pegar a treta.
Alex, obrigado demais por vir aí, cara. Obrigado pelo teu tempo e por ficar conversando comigo Quanto tempo, cara!
Olha só, eu acho que eu ficaria umas 6 horas contigo fácil, de coração. Obrigado mesmo por tudo aí, que Deus te abençoe, a tua casa, e multiplique os teus projetos, e que o Senhor te use de uma maneira extraordinária e sobrenatural.
Amém, amém, amém mesmo! Vocês que assistiram aí, muito obrigado pela moral. Segue o Dr. Alex, vou deixar aqui no comentário fixado para você, se você tiver no YouTube, encontrar com facilidade. Um clique só, você vai estar em todos os lugares. A gente vai deixar o número do WhatsApp dele também, que ele falou que quer mandar um mangá para você. Então fica esperto, manda um salve nele lá. Ele não sabe onde que ele tá se metendo. Manda um salve para ele lá.
É, e basicamente isso, tá bom?
Vira membro do Flow, cara. A gente cria conteúdo para vocês o tempo inteiro aí. É, tá ali o Redoncio humilhando, inclusive nesse momento. E custa menos de R$8, cara, não dá nem para comprar uma seda, tá bom? Obrigado e um beijo para vocês. Até a próxima, tchau!